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    Em Ĵevurá

    DariusNovadek
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    Mensagem por DariusNovadek em Qui Mar 19, 2020 9:34 am

    Kate percebe o quanto é estranho pra ela estender a mão quando conhecia alguém, talvez demônios não tem muito esse costume de "cordialidade" e Kate acabou pegando deles. Apesar disso responde ao aperto de mão, como alguém que nunca tinha feito isso antes. Percebe a super educação da anja, Kate nunca pediu licença na vida dela.

    Azriel escreveu:Enquanto conversávamos um outro rosto familiar adentrava a taverna. Creio que o ferreiro Ka reconheceu-me e quando acenou, prontamente acenei de volta e assim que ele rumou até o balcão retomei a conversa.

    Kate também conhecia de relance o ferreiro, quando participou com ele na missão, apenas estendeu o copo como forma de cumprimento a ele, ao mesmo tempo que a anja o cumprimentou.

    Azriel escreveu:- Kate, Nadhull disse que você é uma maga do fogo. Eu também pratico um pouco. Sei que é inoportuno, mas gostaria de algumas dicas. Isso ajudaria muito em meus estudos.

    Um sentimento muito bom toma Kate, parece que seu objetivo, ainda que implícito, estava sendo atingido, nunca alguém tinha lhe pedido dicas de como manipular a mana do fogo. Nem passava pela sua cabeça isso acontecer tão cedo. Apesar disso Kate sente uma certa insegurança ao ver ela preparar um livro para anotações, Kate nunca foi estudiosa neste ponto, não tinha um caderno de anotações nem nada, pra ela, tudo foi na intuição e no fazer, ela mais "sentia" do que "sabia". Mas tentou esboçar algumas dicas.

    - Bom, não me considero uma maga.. Mas sim, tenho afinidade com a mana vermelha, e com a azul também.. Mas particularmente tenho mais afinidade com a mana vermelha. Porém, a maneira que gosto de "trabalhar" é saber como a mana funciona dentro do seu corpo, a mana azul trabalha diferente do que a mana vermelha, e pra mim, claro que trazendo pelo que absorvo de meus treinos, a sua movimentação corporal quando for utilizar a mana vermelha conta muito, saber canalizar para sua arma, de forma que não atinja a você mesmo.. Acredite, ja sofri muito com isso. A mana vermelha se da muito bem com quem é impulsivo, mas o problema é que sou impulsiva de mais.  

    *Kate termina dando uma risada debochada*

    OFF: Mestre, se puder adiciona umas pequenas dicas que a Kate sabe, eu não lembro tudo de cabeça..*

    - Mas se quiser, a gente podia treinar algum dia, tenho certeza que você terá alguma coisa a me ensinar também.

    Kate percebe a melodia depressiva.

    - Porran.. Esse bardo não ta sabendo escolher as músicas não.
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    Mensagem por Srta. Moon em Qui Mar 19, 2020 6:12 pm

    -Não tenho grupo e nem tenho a menor ideia de como contratar um. Mas se me der a oportunidade de ajudar com algo ficaria satisfeita... Sorria de forma a parecer mais simpática que o normal, não daria seu preço afinal deixar eles devendo um favor que no final seria deixa-la ler algum livro proibido ou ter conhecimento de mais alguma arte da plana negra já seria um ótimo pagamento.
    -O Senhor não conhece mais alguém, eu dou a minha palavra que coopero em grupo ajudo no que for preciso para desvendar este sentimento estranho na plana... mantinha o sorriso e continuava tentando ser simpática, logo prestou atenção a Keela, para ver se ela não comentava mais alguma coisa.


    OFF: não sei ...tipo é o meu Karma negativo que atrai urucubaca pra eu ???
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    Mensagem por Dycleal em Qui Mar 19, 2020 11:46 pm

    Nadhull deixas as moças a vontade e se distrai ouvindo o bardo cantar e como gosta de um pouco de melancolia, ele está curtindo muito e ouve a fala da anja sobre demônios e com sua curiosidade aguçada, pergunta: - O que essa doutrinação fala sobre os incubos? você acredita no que lhe foi dito? E como quem não quer nada, fica com um ouvido esperando a resposta e com a outra, apreciando as notas e compassos harmoniosos da musica, achando que se ela as vezes subisse uma oitava nos acordes finais, bem que ficaria melhor...
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    Mensagem por Pikapool em Sex Mar 20, 2020 1:22 am

    A alegria só pode brotar de entre as pessoas que se sentem iguais!
    Diferente de mim, Nadhull apreciava a melodia melancólica. No entanto, mantinha-se atento as minhas palavras e questionava-me sobre um tipo especifico de demônio. Apesar de não compreender, isso chamou minha atenção.

    - Por muito tempo eu acreditei. Achei que os demônios, de modo geral, fossem malignos. Mas a visão de Piro fez com que eu mudasse minha visão. - Pondero brevemente. - Como disse antes, ainda tenho certa desconfiança estampada em meu ser, mas espero um dia conseguir mudar isso e talvez até mesmo eu possa mudar a visão dos outros anjos quanto aos demônios. - Mostro a língua para Nadhull e completo aos risos. - Como se eu fosse capaz de tal ato.

    Voltei-me a Kate e ouvi atentamente suas palavras e tomei nota de algumas partes que achei interessante e poderiam ser exploradas em meus treinamentos e ri ao ouvir sobre sua demasiada impulsividade. Fiquei feliz ao receber um convite de treinamento.

    - Claro, eu adoraria. - Respondi animada. - Seria ainda mais benéfico poder praticar. - Enquanto falava inclinei-me em direção ao Kate. Mas recuei ao ouvi-la reclamar do bardo. Também senti-me aliviada ao saber que não era a unica a não gostar do novo repertorio.
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    Mensagem por Christiano Keller em Sex Mar 20, 2020 3:34 pm

    Ka,

    A tarde na taverna ainda parece uma tarde de descanso, Ka precisava fazer alguma coisa para ganhar grana. A água era realmente uma boa opção na cidade, mas ai surgiu a ideia. O serviço no barco com a caldeira trouxe uma ideia nova. A caldeira era aquecida para fazer as pás girarem. As pás pegam a energia do calor e a gastam em movimento, esfriando a água que precisava ser aquecida novamente.
    Se a água da cidade era como uma grande caldeira, Ka poderia usar aquilo para fazer coisas girarem. O valor poderia encher um conjunto de pistões que podem fazer coisas girarem, a água condensa mais rápido e vira líquido. Se ainda houver vapor, esse pode seguir para os canos normais, possivelmente mais frios. Ka prepara um esboço com as coisas que carrega em sua pequena mochila. Um terrível hábito que permanece desde que perdeu tudo com a morte dos pais.

    Imagem ilustrativa do sistema com pistão:
    Em Ĵevurá - Página 2 Maqina_vapor

    Ka por outro lado pensa em como poderia usar outra forma de captação de água diretamente do ar, talvez um captador na área possa produzir mais água. Inspirado pelas pás, Ka lembra como a água grudava nas pás em qualquer lugar, mesmo paradas. Ka então pensa em colocar um conjunto de pás de vento verticais que podem rodar com o ar. A água gruda nas pás enquanto podem virar e escorrer para dentro de um funil sob a peça. Neste caso a água enche o local do funil e desce para alimentar a cidade.

    Imagem ilustrativa da nova peça:
    Em Ĵevurá - Página 2 50-650-waterseer-1

    A ambição fala alto no coração de Ka, precisava de mais dinheiro, talvez apenas as pessoas na corte poderiam ajudar Ka com essa ideia. Keela poderia ajudar, mas ela era uma guerreira. Talvez o Tenente do barco possa ajudar com algum contato? Suprimentos são necessários para todas essas pessoas, Ka tinha as ideias, mas não tinha os contatos adequados para tentar fazer as ofertas.
    O hidromel local era bom, o preço não era fora do padrão. O bardo cantava alguma porcaria diferente na taverna e o garçom parecia animado com os clientes. Talvez Ka devesse ir para biblioteca, mas lá não servem bebidas. As escolhas de Ka para o futuro próximo eram relevantes, podia perceber que havia algo no ar, uma transformação em progresso. A paz na cidade transformava tudo que estava acontecendo, como cozinhando as coisas. Coisas duras estavam amolecidas pela destruição causada, aqueles de interior macio ou mole endureceram com a guerra. Apenas alguns conseguiram transformar sua realidade para poder seguir o fluxo dos acontecimentos de uma forma melhor. Ka achava que era uma destas pessoas, que usava as condições da guerra ao seu redor para melhorar suas próprias condições. Se há guerrra, Ka fará armas, se há paz, Ka pode fazer outras peças.

    Ka já pensava em montar um grupo de pessoas para fazer o serviço sujo dos planos que tinha. Precisava apenas saber quem poderia contatar, talvez Keela fosse sua melhor alternativa. Porém naquele momento Ka ainda pensa com mais afinco em seus planos e bebe seu hidromel. Na mesa 1, os seus conhecidos estavam conversando, aos presentes no bar, parecia que nunca viram um anjo antes.
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    Mensagem por Leomar em Dom Mar 22, 2020 9:09 pm

    MORTALHA

    Mortalha e o Radan se afastavam por um lado, enquanto os outros demônios se afastavam pelo outro. O sacerdote arqueia a sobrancelha, depois fala:

    - Mm, pensei que me'danda fazia parte de algum grupo. - pausa - Bom, os melhores grupos já foram dispersados para várias missões. Mas nossa rede é grande, e ainda dá para fazer vários grupos com os vários "colaboradores avulsos" que nós temos. Posso pré-selecionar alguns se for de seu interesse. O problema é achar as qualidades certas para um grupo assim.

    Ele faz uma pausa, Mortalha imagina que ele provavelmente espera que ela diga que tipo de qualidades espera.

    - Tem certeza que não tem conhecidos confiáveis? Terá de ser um grupo pequeno para não chamar atenção, e nestes casos confiança muitas vezes é melhor que competência. Um grupo de cinco ou seis provavelmente seria mais indicado. Se não tiver, você prefere que eu lhe encontre depois, junto com algumas possibilidades, prefere me encontrar depois ou prefere que lhe passe alguns possíveis contatos para me'danda mesma avalie? Preciso saber que tipo de pessoa seria mais fundamental para seu grupo e qual seria seu preço.

    Nossa desculpa será que precisamos levar alguma carne para Heséd, o que de fato precisamos. Mas em paralelo vocês vejam se encontram algum motivo para haver alguma atividade mágica incomum ou qualquer atividade incomum. Se não encontrarem nada suspeito, apenas cumpram a missão de levar a carne e me mandem um falcão dizendo que tá tudo de boas.


    off: basicamente karma é o que te atrai problema e dharma é o que te atrai coisas boas, a questão é quanto você acredita nisto ou se não vê importância. Karma e dharma normalmente tem mais importância para quem crê na influência de ações de vidas passadas, mas mesmo se não for reencarnacionista eles afetam durante uma única vida mesmo. Nem todos os demônios se importam muito com estes conceitos.




    NA MESA

    OFF: Mestre, se puder adiciona umas pequenas dicas que a Kate sabe, eu não lembro tudo de cabeça..*
    Estou providenciando. Pensei em fazer um arquivo só, com curiosidades sobre magia e lista de mágicas no final, mas pensei que talvez seja mais interessante um arquivo só com curiosidades que irão influenciar pouco ou nada na aventura em si e outro arquivo com a lista, o que acha?

    Coloquei o arquivo com curiosidades em
    https://drive.google.com/open?id=1jbtacjDl5X3MIG5I_eKiYqJLA5JS6pPb
    Ainda falta muita coisa, mas vê se dá pra tirar algumas ideias

    A conversa continua animada, a anjo parece continuar animadinha. Mas entra mais gente na taverna.

    Um grupo de três, Kate reconhece o demônio que ia à frente como alguém da Corte que já trabalhou para Keela. Não que isto fosse muito difícil, desde que Keela chegou à cidade, dezenas de pessoas, dentro e fora da Corte dos Milagres já trabalharam para ela. Qual era mesmo o nome do demônio? Devia ser Delorca ou Delorga, algo assim pelo que ela se lembra.

    O demônio dá uma olhada geral na taverna, o cada atrás dele estava de capuz e o mais atrás de elmo. Quando vê a anjo na mesa, o demônio faz uma careta de desagrado e raiva, como se tivesse cocô de cachorro na mesa dele. Ele se aproxima, as presas parecem até crescer, como um vampiro. Mas ele para um pouco antes de chegar na mesa.

    Leva a mão até a boca, mordendo os dedos, depois pressiona com as mãos e dedos pontos no queixo e testa. Nadhull escuta até alguns ossos estralar de leve. Era um tipo de magia (quase mais um truque que magia propriamente) parecida com a que ele usara, em que se mudava levemente traços da verdadeira aparência para aparentar menos hostil. Os dedos dele chegavam sangrar por conta da mordida, mas as presas e até os chifres pareciam um pouco menor, e embora ainda fosse feio, os traços demoníacos se amenizavam um pouco.

    Em cidades como Ĵevurá, direitos básicos como frequentar uma taverna eram assegurados para anjos ou demônios. Mesmo assim na prática eles ainda não gostavam de dividir o mesmo espaço.

    - O que você está fazendo por aqui?

    O "você" provavelmente era Azriel, embora com um pouco de imaginação alguém pode achar ou ficar em dúvida se foi para Kate, já que as duas estavam na mesma linha de visão.

    Se Kate o reconheceu, embora não fossem amigos e ela ainda estava em dúvida se lembrava mesmo o nome dele, talvez ele também a tenha reconhecido. O cara parecia fazer força para não parecer hostil demais, mas se alguma merda maior acontecesse, Kate além de poder dizer que trabalhava para Keela, também podia usar o nome da anciã Velora. Atualmente não estava trabalhando com Velora, fazia até um tempo que não a via, mas ninguém precisava saber disto.




    KA

    Ka tá de boa, bebendo seu hidromel, pensando nos seus esquemas, fazendo alguns desenhos.

    Tinha muita coisa que poderia ser vendida para a cidade. O problema é de ideias muito revolucionárias que teriam de ser vendidas realmente PARA A CIDADE, e não para pessoas, dependiam sempre de aprovação de juízes, e os da assembléia não eram o tipo de pessoa tão fácil de conseguir audiência e muito menos de falar com eles.

    Só se chegava aos juízes-líderes através de indicações, e das boas.

    Ka sabia, por exemplo, que uma pessoa já conseguiu certa vez permissão para adaptar parte do vapor do aqueduto reverso em um moinho, o que não era totalmente diferente de algumas ideias suas. Aparentemente a permissão demorou meses, o que indicava que não devia ser fácil, mas não era impossível. (off: fiz um R.Oc. de história para esta dica do moinho, deu 9,1)

    Outra alternativa era, ao invés de procurar um juiz-líder, que eram quem realmente mandava na cidade, podia procurar um juiz num mossar. Os mossares eram tribunais menores no estilo ajrense com juízes no estilo ajrense. Ka não entendia completamente como funcionava os mossares, mas muita coisa era resolvida lá, desde comunicados oficiais, ofertas de missões de recompensa, pequenas ações jurídicas até alguns julgamentos. Questões diplomáticas envolvendo Ajros era lá também. (off: outro R.Oc. pro Mossar, desta vez 2,6)

    Enquanto pensava, um novo grupo entrava na taverna, Ka percebe o demônio que ia na frente, percebe a expressão de desgosto ao ver a anjo e pensa: "isto vai dar merda".

    De rabo-de-olho Ka percebe que o taverneiro também percebeu isto, e já começa dar a volta no balcão, mas talvez não desse tempo de intervir.

    Ao chegar perto da outra mesa, o demônio ainda força alguns ossos e dentes para parecer menos demoníaco e fala um ameaçador "o que você está fazendo aqui."

    Talvez o outro quisesse parecer um pouco menos hostil, mas ainda tinha muita cara que ia dar merda.
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    Mensagem por Christiano Keller em Seg Mar 23, 2020 12:55 am

    Ka,

    As ideias floresciam na mente de Ka, até uma espécie de serpentina ao redor do cano quente passando por um local mais fresco adjudaria a dissipar o calor. Porém aquelas ideias precisavam ser apresentadas para alguém. Talvez a ideia de ir até um mossar, apresentar o pedido, mostrar o que aconteceu com resultados concretos seja o mais prático e rápido. A ambição fala alto, precisava demonstrar seu legado para o povo e logo.
    Por um breve momento seu cérebro desperta dos pensamentos sobre o futuro e o crava na realidade. Aquilo ia dar merda. Ao ver o demônio até tentando ser menos ameaçador, Ka teve uma esperança de que poderia guardas suas anotações, com um movimento rápido juntou as folhas de rascunho e levou tudo para dentro da mochila. Quase que o copo vazio de bebida foi junto para dentro da mochila. Por sorte Ka já pagou a bebida e até poderia sair dali tranquilo.
    Com os olhos atentos Ka tenta avaliar os outros dois também. O problema poderia aumentar se houver alguma insígnia ou poderia ser menor se houver apenas soldados. O período no barco também ajudou Ka a reconhecer comportamentos militares, coisas que as pessoas fazer normalmente mas que entregam seus hábitos pessoais. Logo Ka observa que não há saída onde eles estão, talvez possa abrir a porta para oferecer uma rota de fuga. O ponto é que todos são agentes da Cour, um conflito ali será um problema. Partir para Ka poderia ser uma boa opção, mas agora que a coisa ficava feia, poderia aguardar com a porta aberta e eventualmente fazer um ataque pelas costas. Um golpe sujo, mas que poderia ajudar seus conhecidos. Será que eles fariam algo assim por Ka? Não sabia.
    Ka então aguarda para ver o desenrolar das atividades. Se a coisa começar a esquentar vai levantar e abir a porta. Talvez a claridade do exterior possa distrair alguém no momento certo da conversa e evitar o pior. Ou então, ainda aguardando com a porta aberta poderia atacar aos três, lógico que apenas após a merda acontecer. Sem titubear, os olhos de Ka passeiam pelas outras pessoas no local. Sempre era bom estar preparado.
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    Mensagem por DariusNovadek em Seg Mar 23, 2020 10:17 am

    Kate continua a conversa com a anja, ela e Nadhull parecem ser bons amigos, ou talvez fosse a extrema abertura que a anja dava para as pessoas ao redor. A conversar entre ela e a anja ia até que bem, muito diferente do que ela imaginaria para o primeiro encontro com algum anjo. Porém, não muito tempo depois da conversa iniciar, um grupo de demônios entra na taverna. Logo Kate vê a cara de desagrado dele para a anja, talvez fosse o momento desagradável do primeiro encontro com algum anjo que Kate esperava. Antes do mesmo chegar até a mesa delas, Kate diz para a anja:

    - Bom, agora é a hora de exercitar sua compaixão pelos demônios.

    E espera sem reação a chegada do demônio, quando ele chega a mesa, Kate esta olhando ele de baixo pra cima, devido a altura do mesmo.

    Delorca ou Delorga escreveu:- O que você está fazendo por aqui?

    Kate na hora ja sacou que a pergunta era para a anja, mas sabia que poderiam pensar que era pra ela, com movimentos lentos, Kate subiu no assento da cadeira em que estava sentada, e se sentou no encosto dela, pra tentar ficar um pouco mais alta e continuar com sua pose de descaso. (apesar de estar muito mais endireitada do que antes).

    Pegou seu copo e o levantou em direção a Delorga, e disse:

    - To tomando uma, não ta vendo?

    *dá um gole*

    - Ta um calor imenso la fora, não? E que que você fez hein? Ta bonitinho Delorguinha, senta ai, vamo tomar uma com a gente.

    Kate sabia que podia usar Keela ou Velora, ou mesmo Zaratkir para afungenta-lo, mas queria primeiro ver o que ele realmente queria ali. E queria que chegasse o tempo que só seu nome bastasse.

    Enquanto isso, Kate olha pela taverna o ambiente, se tem vigas aparentes no teto, ou alguma iluminação pendente.
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    Mensagem por Dycleal em Seg Mar 23, 2020 11:09 am

    Nadhull vê os demônios entrando na taverna e a expressão de desagrado quando vê a anja no recinto. Observa também o seu truque de melhorar a aparência, o que é um bom sinal, pois se apenas quisesse briga, não se daria ao trabalho e abençoa a iniciativa de Kate em responder a sua pergunta agressiva, pois demônios tendem a ser mais impulsivos com pessoas do mesmo sexo, para mostrar virilidade e se prepara para reagir contra qualquer agressão a anja e tenta ficar tranquilo para canalizar mana branca, que seria mais danoso contra os demônios e se necessário, mais letal.

    Porém fica de boa e se aproxima da Azriel e diz para ficar calma e que está com ele, portanto segura. Sua fala é feita em um sussurro melodioso que objetiva acalmar e ser discreto e quase inaudível.
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    Mensagem por Srta. Moon em Seg Mar 23, 2020 1:58 pm

    -Não. Eu sou mais de agir sozinha, mas recentemente estou reavaliando minha situação atual neste momento...

    Seguia com ele pensativa.

    -Tudo bem vou arranjar seu pequeno grupo, quanto ao pagamento, euprefiro conhecimento sobre a plana negra e ouro para financiar meus estudos, já os demais que vou busacar fica a cargo deles o seu preço... Se eu conseguir formar um grupo ainda venho hoje aqui a tarde ou só amanha, vou usar de sua desculpa sobre carregamento, mais tarde você vai dar todos os detalhes da missão...

    Despediu-se do rapaz e foi em direção a taverna, lá encontraria todo o tipo de elemento que precisava e também não precisava para a missão.



    OFF: ela não acredita em reencarnação; Acredita que existe dia ruim e dia bom; A vida é apenas energia ou no caso dela " combutivel" que retorna a criação ou plana seja lá o que for, da mesma forma que a plana pode ser moldada para criar um efeito ela acredita que pode ser moldada para criar vida a branca ao menos. em relação a negra que tem, esta a procura de gerar vida, regenerar etc... Muito além do fracasso de zumbis, esqueletos etc...
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    Mensagem por Pikapool em Seg Mar 23, 2020 9:00 pm

    A alegria só pode brotar de entre as pessoas que se sentem iguais!
    Ouvia Kate atentamente até que a mesma deu uma pausa analisando algo que não podia ver por estar de costas para a entrada. Fiquei mais confusa quando ela disse sobre minha compaixão por demônios.

    Não demorou para descobrir o que minha nova amiga olhava. Um questionamento vinha por de trás de mim. Virei-me e deparei-me com um ser mal-apessoado. Receosa e sem saber o que fazer, pois acreditava que a pergunta fora direcionada para mim. No entanto, Kate manifestou-se e logo demonstrou conhecer tal demônio.

    Porém, quando Nadhull sussurrou em meus ouvidos dizendo que eu estava segura. Assenti com a cabeça, mas naquele momento tive certeza de que o alvo inicial do questionamento realmente havia sido eu. Disposta a evitar qualquer confusão, levantei-me diante dele sorrindo de forma amigável.

    - Você é amigo da Kate? Por favor, sente-se conosco. - Estendo-lhe a mão. - Prazer, sou Azriel! - Apesar daquela cisma que abatia-se sobre mim, tentava não julgá-lo até poder conhecê-lo.
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    Mensagem por Leomar em Ter Mar 24, 2020 4:02 am

    Kate escreveu:- To tomando uma, não ta vendo?

    *dá um gole*

    - Ta um calor imenso la fora, não? E que que você fez hein? Ta bonitinho Delorguinha, senta ai, vamo tomar uma com a gente.

    - Se pagar uma, eu aceito! - Fala um cara, que usava um manto marrom com capuz, que era um dos que estava atrás do demônio e até então ninguém notara muito. O demônio vira o rosto em direção do cara que interrompeu com cara de poucos amigos. - Que é? Eu tô afim de beber.

    O taverneiro tinha dado a volta no balcão e atende os três:

    - Boa tarde meus caros! Bem vindos a Quatro e Gládios, querem uma mesa? - Num tom conciliador mas tentando parecer mera propaganda.

    O demônio não dá muita importância pros dois e se volta pra mesa, no mesmo momento Azriel se apresenta:

    - Você é amigo da Kate? Por favor, sente-se conosco. - Estendo-lhe a mão. - Prazer, sou Azriel!

    Ele olha para mão da anjo meio sem acreditar na situação.

    - Kate... - diz como se só agora tivesse lembrando o nome dela, faz uma pausa tentando lembrar mais coisa. Ele não estende a mão retribuindo o cumprimento. - Você não deveria estar em Nabele*? E você não deveria estar em Ajros**?

    Uma necromante entra na taverna.

    * Nabele era um bairro, ou podia ser contado como uma vila, mais afastada em Burnabad, meio escondida pela Grande Rochosa, um ponto "meio" secreto para a Corte treinar magos iniciantes. Velora tinha ido para lá depois de fazer suas coisas em Ĵevurá, foi quando elas se separaram, mas isto já tinha mais de ano. O outro só lembrava dela como uma membro do grupo de Velora. Bom, ainda era alguma coisa.

    ** Ajros é a "terra natal" dos anjos, e embora em histórias longínquas eles tenham habitado toda parte oriental de Akaŝa, há muitos anos eles tem abandonado ou mandados embora de Fajr-Regno. Antes mesmo das guerras, quando a cidade de Jod foi criada e os demônios começaram ganhar direitos, a parte nordeste do continente, de Jod até Jezod e norte da região centáurica foi esvaziada de anjos para não criar conflito com os demônios.
    Posteriormente, no primeiro ano das guerras, quando ainda eram Guerra de Conquista e não Guerras de Reconquista, Mieyla, a Estóica, uma das mais importantes sacerdotisas da Sagrada Conduta decretou que os anjos deviam voltar para Ajros e deixar Fajr-Regno largado à própria sorte. O decreto foi considerado vingancista e nem todos obedeceram, embora a maioria de bom grado concordou com ela.
    Vários eventos desde então, como tomada de Burnabad e Heséd pelo exército de Gaja que expulsou anjos e demônios, vem fazendo anjos deixarem Fajr-Regno e voltar para o conforto de Ajros.




    -Tudo bem vou arranjar seu pequeno grupo, quanto ao pagamento, eu prefiro conhecimento sobre a plana negra e ouro para financiar meus estudos, já os demais que vou buscar fica a cargo deles o seu preço... Se eu conseguir formar um grupo ainda venho hoje aqui a tarde ou só amanha, vou usar de sua desculpa sobre carregamento, mais tarde você vai dar todos os detalhes da missão...

    - Conhecimento em magia não é problema para nossa escola, o resto pago em prata. Ponha no papel o que você e os que conseguir recrutar vão precisar e querer, e negociamos amanhã. Se tudo der certo, posso providenciar que sejam pagos em Heséd mesmo. Que Piro lhe inspire!

    A sorte (ou azar) de Mortalha foi que o outro parecia confiante de que ela lideraria o grupo, afinal era uma "irmã da Keela". Bem, agora já tinha assumido a bomba, teria de lidar com isto.

    Um lugar fácil de achar "peões" para pequenas missões eram tavernas, então Mortalha pensa em uma que não fosse muito caída nem cheia de frescura. Ao entrar, se depara com um demônio encarando uma anjo, a diversidade daquela taverna parecia mesmo incrível. Ela escuta o demônio falando:

    - Você não deveria estar em Nabele? E você não deveria estar em Ajros?

    Mortalha nunca tinha ouvido falar de Nabele, a primeira pergunta foi para a humana ruiva, a segunda certamente para a anjo. Mortalha reconhece a ruiva, que uma vez, há cerca de um ano tinha levado um corpo, vitimado por um encantamento de uma espada mágica, para Mortalha "dar um jeito". Mortalha lembra do corpo, foi um estudo até interessante de um encantamento com "assinatura" de seguidores de Ades.

    (R.Oc. 3,2)

    O outro humano na mesa da ruiva parece familiar, mas não muito. Num instinto Mortalha se concentra na sua percepção mágica. O cara estava envolto em magia negra, algum tipo de encantamento auto-aplicado, poderia ser um tipo de magia de proteção ou de ilusão. A segunda opção era mais provável.

    Em outra mesa ela reconhece Ka, um ferreiro de quem às vezes ela tem que comprar materiais. Não tinha muita intimidade com Ka, mas sabia que era um ferreiro com preços razoáveis para serviços razoáveis, por isto comprava dele.
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    Mensagem por DariusNovadek em Ter Mar 24, 2020 10:20 am

    O Encapuzado escreveu:- Se pagar uma, eu aceito!

    - Viu? Alguém aqui está de bom humor.

    Kate observa o Taverneiro querer acabar com qualquer tipo de confusão, obviamente não queria as coisas quebradas por ali. Kate sabia que a situação ali estava quase que por um fio, mas não seria um taverneiro qualquer que iria apaziguar esse "embate".

    Logo após Azriel se levanta e estende a mão para o demônio.

    "WTF?!?"

    Se Kate pudesse colocar a mão na cara  de vergonha alheia, colocava. Mas ainda tinha que manter a consistência ali. O demônio ignora a tentativa de cumprimento, Kate tenta ignorar também.

    Delorga escreveu: - Você não deveria estar em Nabele?

    Kate endireita sua posição, para mostrar sua confiança perante ao que ia dizer.

    - Nabele?? Derlorguinha.. Você precisa se informar mais queridinho, Nabele já se foi a muito tempo.. Estou em lugares mais.. profundos agora, muito mais profundos.. Se é que você me entende. *Kate da uma clara indireta sobre a Corte, para que ele pelo menos imaginasse que ela tivesse a um grau maior que o seu.* - Alguém que vem com uma indicação de Velora, e que trabalhou COM a Keela e não só PARA a Keela não fica em Nabele por muito tempo.

    *Kate da mais um gole, mas coloca dessa vez a bebida na mesa, batendo um pouco mais forte o copo na mesa dessa vez. Após isso se levanta, como ja estava com os pés no assento da cadeira, continua com um pé no assento, e coloca outro na sua própria mesa, ficando um pouco mais próxima do Delorga.*

    - Você deveria se informar primeiro com quem você fala antes de vir metendo essas suas presas. Então, se veio trazer algum aviso pra gente, fale. Se quer beber com a gente, sente-se e beba. Mas se só veio arrumar confusão, acredite em mim, é melhor ouvir o taverneiro.

    Kate fala isso expressando a maior confiança possível.
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    Mensagem por Srta. Moon em Ter Mar 24, 2020 1:00 pm

    "Vamos ao trabalho" pensou para si mesma, além do desgosto da resposta do infeliz humano. Foi a taverna, pois tinha que encontrar qualquer um para formar o grupo, queria terminar logo com aquilo, se tivesse paciência poderia escolher com mais calma, mas nunca foi do tipo de demônio que ficava parada esperando a "algo " acontecer.
    Mais uma vez por ironia do destino, sorte ou azar ao entrar na taverna encontrou suas possíveis vitimas em potencial. Vendo agora o lugar percebeu que conhecia poucas pessoas ou demônios, anjos, cavalos etc tinha tanta variedade de vida que classifica-las levaria uma eternidade, no entanto percebeu o quanto era solitária e não tinha ninguém além dos mortos no qual praticava seus estudos, isso era deprimente, mas afastava estes pensamentos inúteis e retomava seu foco.
    Chegou a mesa de forma ríspida sem dar muita conversa, sempre foi direta e pratica o resto era o resto, apontava para o ferreiro o chamando.
    -Preciso de sua ajuda Ka, venha até aqui, pois tenho uma proposta de trabalho...
    Encrava o rapaz e a ruiva.
    -Eu me chamo Mortalha antes que reclamem da falta de educaçao que tive em terminar com seu dialogo sem futuro... Eu preciso dos serviços de ambos, claro se tiverem interessados na minha proposta de trabalho... gesticulava com as mãos para a dupla manter a calma. -Eu sei vocês não me conhecem mas eu compro alguns produtos do ferreiro Ka, examinei o corpo de um defunto que me deixaste no Templo Senhorita Ruiva e por fim reconheço de algum lugar este falso humano que esta usando algum tipo de mascara para esconder sua verdadeira forma, mas fora isso preciso da ajuda de vocês não conheço mais ninguém além de vocês a serem uteis na missão...
    E foi assim que tudo aconteceu. Ela cortou qualquer dialogo que o grupo estava tendo a mesa, além de meter o Ka na conversa. Queria terminar logo com seu recrutamento, por isso pediu para seguirem com ela até o templo. não se daria ao trabalho de responder as perguntas não relacionada a missão, e não se dava ao trabalho de revidar qualquer ofensa, mas deixava claro que não queria ser incomodada por terceiros de fora do convite que havia feito as pessoas que direcionou sua conversa ignorando completamente qualquer um a não ser o trio que deveria segui-la.

    OFF: direta como deve ser se cara ficar de frescura vou abrir ele no meio só rola iniciativa sem diálogos Razz
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    Mensagem por Dycleal em Ter Mar 24, 2020 2:16 pm

    Nadhull está preocupado com o rumo que a conversa está tomando e fica satisfeito em ter confiado na capacidade de Kate conduzir a situação, pois ela estava se saindo muito bem e de repente chega a necromante do templo onde ele e Kate entregaram o corpo da missão da espada encantada e ela não perde tempo e chama o ferreiro Ka e o convida junto com um convite para Kate. O Incubo não gosta da indelicadeza dela de revelar sua magia de disfarce e a sua condição de não humano, mas sabe que é uma oportunidade para acabar com o clima na taverna e pergunta: - Mortalha, não é? Eu sou Nadhull que acompanhou Kate na entrega do corpo no templo para você, posso levar minha amiga Azriel? Isto é, se ela quiser nos acompanhar, é claro. Era uma ótima maneira de tira-la dali, da taverna.
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    Mensagem por Srta. Moon em Ter Mar 24, 2020 5:05 pm

    -Tanto faz, vamos sair logo...Eu não me sinto bem em lugares assim...Apenas vamos para o Templo...
    Seguiu caminhando a espera do bandoo, não queria perder mais nenhum minuto naquele lugar, não gostava de ver tanta diferença racial em um só ponto e nem fazia questão de ficar perto das pessoas aquilo a incomodava.


    OFF: Não gosto de pessoas huahauhua
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    Mensagem por Pikapool em Qua Mar 25, 2020 12:31 am

    A alegria só pode brotar de entre as pessoas que se sentem iguais!
    Toda cautela era tomada, tanto pelo taverneiro quanto pelos meus amigo, para evitar possíveis problemas. O demônio desdenhou de minha apresentação e seguiu questionando Kate e eu.

    Kate mostrava-se geniosa e literalmente subia na mesa confiante e intimidadora... bem, pelo menos eu tive medo dela. Realçava sua posição hierárquica para por o demônio em seu lugar. Fiquei tão espantada que nem ao menos respondi ao demônio.

    Em meio aquela conversa acalorada, uma súcubo dava as caras e sem a menor cerimonia pedia pela ajuda de Kate e Nadhull. Perguntava-me se toda figura feminina de Ĵevurá possuía aquela postura mais direta, para não dizer agressiva, ou se aquilo era natural entre os demônios e Kate havia herdado isso devido a sua convivência com os mesmos.

    Sem saber ao certo o que estava acontecendo, ouvi Nadhull pedindo para súcubo deixar-me acompanhá-los. A mesma não fazia objeções. Apenas desejava seguir para o Templo. Sorri entusiasmada, pois não só havia feito novas amizades como poderia participar de uma missão. Peguei minha bolsa e rapidamente guardei meu diário e já estava pronta para seguir até o Templo.

    - Até a próxima Derlorga. Rapazes. - Digo ao passar ao lado do demônio e seus companheiros.

    Rumo a saída, pendurei-me no braço de Nadhull e o puxei seguindo a súcubo.

    - Obrigada! - Sussurro em seu ouvido. - Então você não é um humano? - Aproximo meu rosto do dele examinando atentamente cada detalhe. - Como sera que você realmente é? - Questiono curiosa.
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    Mensagem por Dycleal em Qua Mar 25, 2020 1:46 am

    Nadhull se preparava para conduzir a anjo e é ela que o surpreende, dando o braço e o arrastando para fora, deixando os demônios sem fala e chega bem próximo de Nadhull e pergunta com ele é, se não é humano e Nadhull responde: - Será uma boa surpresa quando estivermos a sós. e segue com ela atrás da súcubo como amantes de braços dados, bem juntinhos.
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    Mensagem por Christiano Keller em Qua Mar 25, 2020 12:03 pm

    Ka,

    Mortalha apareceu no momento em que a coisa parecia complicar e logo chamou todos para irem embora. Ele disse algumas das palavras que Ka gosta de ouvir "proposta de trabalho".
    Mortalha escreveu:-Preciso de sua ajuda Ka, venha até aqui, pois tenho uma proposta de trabalho...
    - Claro, vamos falar mais sobre isso. Mostre o caminho. Se Mortalha não sentou na taverna, era claro que não queria conversar sobre o serviço ali.

    Mais gente fará parte do serviço, um grupo de até agora cinco pessoas. Parece que algo importante poderia acontecer e o grupo era multidisciplinar. Ka apenas imagina o que poderia ser relevante para um grupo assim fazer. Talvez uma missão da Corte? Além de dinheiro poderia conseguir ajuda com os Mossars ou até um Juiz. Com momentos assim as ações ficaram curtas.
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    Mensagem por Leomar em Sab Mar 28, 2020 7:51 am

    - Nabele?? Derlorguinha.. Você precisa se informar mais queridinho, Nabele já se foi a muito tempo.. Estou em lugares mais.. profundos agora, muito mais profundos.. Se é que você me entende. *Kate da uma clara indireta sobre a Corte, para que ele pelo menos imaginasse que ela tivesse a um grau maior que o seu.* - Alguém que vem com uma indicação de Velora, e que trabalhou COM a Keela e não só PARA a Keela não fica em Nabele por muito tempo.

    -Eu me chamo Mortalha antes que reclamem da falta de educação que tive em terminar com seu dialogo sem futuro... Eu preciso dos serviços de ambos, claro se tiverem interessados na minha proposta de trabalho...

    Mortalha chega cortando o outro demônio sem cerimônia, ele ignora a necromante recém surgida.

    - Te mandaram para lugares mais profundos é? Então você está no fundo do poço? - Risada sarcástica.

    (pessoas falando ao mesmo tempo)

    -Tanto faz, vamos sair logo...Eu não me sinto bem em lugares assim...Apenas vamos para o Templo...

    O fulano levanta, a anjo vai atrás, a ruiva também, todos ignoram Delorga. O "amigo" humano deste ainda reclama:

    - Ah, qualé ruivinha, não vai rolar uma caneca para os amigos? Eu não me importo de ouvir sobre os lugares profundos...

    - DRUZU! Você está me envergonhando!

    - Até a próxima Derlorga. Rapazes. - Digo ao passar ao lado do demônio e seus companheiros.
    Rumo a saída, pendurei-me no braço de Nadhull e o puxei seguindo a súcubo.

    Apesar da cara feia, já ficando mais feia novamente pois o truque de mudança facial dos demônios não resistem muito a irritação e seus ossos e dentes já começam voltar ao estado natural, Delorga não parecia afim de continuar a implicação lá fora só pela disputa. O amigo dele mendigando uma bebida aumentava ainda a zueira, por fim o grupo se senta enquanto vocês saem.

    Comparada a outras cidades que vocês já viveram (fora Mortalha que já nasceu aqui) Ĵevurá é bem tranquila, ainda mais agora que o exército de Gaja já foi embora. Sendo assim o caminho parecer não apresentar algum problema iminente.

    O grupo porém chama muita atenção quando percebem que tem uma súcubo e uma anjo andando no mesmo grupo. De longe as asas negras de Azriel e Mortalha ainda fazem parecer que podem ser duas súcubos, mas quando passam perto de alguém é inevitável a cara de "que porra é esta? O circo veio pra cidade?" que os outros fazem.
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