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    Em Ĵevurá

    Christiano Keller
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    Mensagem por Christiano Keller em Qua Abr 08, 2020 1:42 am

    Ka,

           As palavras de Radan agora fizeram sentido, os camelos serão a carne, então eles precisavam levar mais carne para os soldados lá. Certamente terão que caçar algum animal para conseguir a carne. Não poderia apenas deixar a coisa para trás.
           - Senhor Radan, entendi agora a gravidade da situação, verei a rota pelo Norte, caçaremos para levar carne extra para os soldados. No destino final, faremos o que foi pedido para localizar as informações adicionais. Ka já formulou o novo plano e caminho.

           - Kate, sabe o que fazer com isso, certo? Se não, te informo no caminho. A ordem de pagamento estava nas mãos de Kate. Ka já havia recebido ordens similares para serviços anteriores. Cada um tem a sua forma de mostrar o serviço, as moedas com os brasões são representações específicas dos líderes.

           - Caros colegas, o que acham de partimos amanhã cedo? Creio que podemos pegar as montarias bem cedinho e parar antes do sol começar a fritar a gente ao meio dia. As técnicas de sobrevivência no deserto são importantes. Uma coisa é saber, a outra é praticas cada uma delas. Nadhull @dycleal e Azirel @Pikapool, podem avisar a Mortalha? Ka vira para Kate @DariusNovadek e diz: Nós vamos ver estes detalhes administrativos antes de ir pra casa. Ka queria ter certeza de que poderiam pegar o material para a viagem dentro do prazo, apenas isso.

           Já até faz planos para avisar aos colegas: uma oportunidade de negócio com a Corte dos Milagres. Ficará alguns dias fora, mas se der certo terão um moinho para malhar o metal para eles e até esmagar grãos. Uma máquina para fazer dinheiro se tudo correr bem. Se Ka morrer no caminho, eles poderão ficar com a parte dele. De qualquer forma era um ótimo negócio para eles.

    As notas de Ka sobre os eventos são mais detalhadas:

         CARNE PARA HELIOS, pode levar caça também, bom preço.
         PROSPECTAR CLIENTES E COMPETIDORES na região, resultado variável.

    Chuva em dois dias.

         Amazona: mais reconhecimento + prata indeterminada. [790 + insígnia]
         A loba: informações escuras + prata indeterminada.
         O moinho + prata, 75 a 375.
         A Loira: ofereceu os artífices para o acumulador.
         O Moreno: Escudo de cobre e Bronze, talvez colocar pó de diamante na espada.
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    Mensagem por DariusNovadek em Qua Abr 08, 2020 11:23 am

    Kate escutava Radan atentamente, sem desencostar da parede. Quando ele a escolhe como porta voz, vai até ele, de modo que ele não precisasse se levantar do seu assento. Apenas pega a insígnia , assente com com a cabeça a guarda num dos bolsos de sua roupa, um fácil de se alcançar.

    Quando Nadhull faz o truque com as manas, Radan fica meio que impressionado. Mais até do que Kate imaginava, Kate não entende muito o quão incrível aquilo era para Radan, ela não acha tanto..

    Ka escreveu:- Senhor Radan, entendi agora a gravidade da situação, verei a rota pelo Norte, caçaremos para levar carne extra para os soldados. No destino final, faremos o que foi pedido para localizar as informações adicionais.

    Kate completa: - - É.. Estava pensando nisso, acredito que a rota pelo norte seja melhor, além de conseguirmos mais carne para o exército, estou precisando de um combate..

    Ka escreveu:- Kate, sabe o que fazer com isso, certo? Se não, te informo no caminho.

    - Sei sim, obrigado por perguntar.

    Ka escreveu:- Caros colegas, o que acham de partimos amanhã cedo? Creio que podemos pegar as montarias bem cedinho e parar antes do sol começar a fritar a gente ao meio dia.

    - Acho ótimo, assim podemos nos preparar para a missão com calma, acho melhor sairmos de madrugada, antes de os sóis raiarem. Assim, quando amanhecer, já vamos ter andado uma boa parte.

    Ka escreveu:- Nós vamos ver estes detalhes administrativos antes de ir pra casa.

    - Sem problemas, podemos ver isso no caminho.

    Se despede de forma educada de Radan, e durante o caminho para a loja de Apis, sua casa, conversa com Ka sobre os detalhes administrativos.

    Off: Depois, la na loja, segue meu post anterior, obviamente, como Radan pediu, não vou dar detalhes para Apis, só vou falar que vou sair em missão por um tempo. Ela vai entender kk
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    Mensagem por Pikapool em Sex Abr 10, 2020 5:13 am

    A alegria só pode brotar de entre as pessoas que se sentem iguais!
    Assentia com a cabeça ao ouvir as palavras de Radan. No entanto, antes de dizer qualquer coisa, Nadhull pronunciava-se e Radan que parecia mais tranquilo voltava a ter uma postura mais rígida com um semblante mau humorado.

    Ao assumir sua verdadeira forma, Nadhull continuava praticamente o mesmo, mas o encanto parecia dissipar-se junto a magia de ilusão. E conforme ele mostrava suas aptidões magicas fez-me arregalar os olhos e ficar boquiaberta. Ele podia manipular tanto magia branca quanto magia negra.

    Após as instruções finais o incubo veio até mim mais uma vez. Esbocei um sorriso sem jeito e nervosa não sabia ao certo como agir. Tentei ser o mais amável e gentil que podia, mas no fundo ainda estava chateada não só pela magia, mas também pelo tratamento. Sabia que não queriam chamar atenção, mas pra mim parecia que não era aceita como realmente sou.

    - Realmente você é muito especial. E espero que se torne ainda mais especial. - Esbocei um sorriso afável e completei. - Claro, poderemos ir lá quando voltarmos da missão.

    [...]

    Ao sair do templo, estava tão animada que ficava voando de um lado para o outro inquieta. Acredito que até cheguei a incomodar os demais, mas não conseguia evitar toda aquela excitação. Todo aquilo só fora contido com o pedido de Ka.

    - Claro. Nós a avisaremos. - Disse descendo até o lado de Nadhull e sussurrando em seu ouvido. - Você sabe onde encontrá-la?

    Despedi-me de Kate e de Ka e dali segui junto a Nadhull até onde encontrava-se Mortalha.
    [/quote]
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    Mensagem por Dycleal em Sex Abr 10, 2020 9:13 am

    Nadhull não retoma a magia de ilusão e fica feliz com a aceitação da anja. Ele ouve ela inquirir onde mora a Kate e ele responde com alegria: - Ela mora na loja de Apis, você conhece? E diz, por isso te chamei para irmos a minha casa, para nos prepararmos para a missão, tomarmos um banho e eu cozinho algo para você e você me falaria mais sobre a fé Atemense, eu frequento os cultos lá e gosto de aprender sobre os deuses e assuntos de fé e misticismo....Olha novamente para ela e diz: - Eu não tenho vergonha de ser um incubo, apenas cultivo a paz, não quis enganar você, quero que goste do ser que me tornei por dentro, e por isso que eu espero que você, um ser angelical desprovido de preconceitos e pura, me aceite e possa me aceitar e até amar...

    Logo estão vendo Mortalha e se aproximam e perguntam como ela está e aguardam mais alguma informação dela para seguirem para os preparativos...
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    Mensagem por Pikapool em Qui Abr 16, 2020 7:06 am

    A alegria só pode brotar de entre as pessoas que se sentem iguais!
    A principio fiquei confusa. Perguntei a Nadhull se ele sabia onde encontrar Mortalha e ele respondeu sobre onde encontrar Kate. Ao ouvir as palavras do mesmo, ficava feliz em ver que meu julgamento sobre não julgar os outros por suas raças podia-se provar verdadeiro. Pelo menos era o que eu acreditava.

    - Devemos ter orgulho de nós mesmos e amar a todos. - Sorri para Nadhull e ao ver Mortalha prossegui. - Tudo pronto para viagem. Pelo menos é o que o Ka nos pediu para avisar. - Completei com as demais informações que nos haviam sido passadas.
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    Mensagem por Leomar em Sex Abr 17, 2020 9:03 am

    Azriel escreveu:A principio fiquei confusa. Perguntei a Nadhull se ele sabia onde encontrar Mortalha e ele respondeu sobre onde encontrar Kate.

    Em Ĵevurá - Página 4 FACEPALM

    Kate escreveu:não vou dar detalhes para Apis, só vou falar que vou sair em missão por um tempo. Ela vai entender kk

    Apis não gosta muito, cruza os braços e responde com pontadas de ciúme:

    - Sei... Mais uma daquelas suas missões de heroína que você fará naqueles seus grupos cheios de súcubos, que vai me abandonar por alguns meses enquanto enche minha cabeça de chifre com aquelas demônios poderosas! Com o tanto que fica com elas meus chifres já devem estar até maiores que os delas.

    Apis sabia que Kate não iria quietar em Ĵevurá para sempre, tinha sede de aventuras e até admirava sua heroína pessoal, nem por isto deixava de ter ciúmes, ainda mais conhecendo algumas das "amiguinhas" de Kate.

    Nadhull escreveu:eu cozinho algo para você e você me falaria mais sobre a fé Atemense, eu frequento os cultos lá e gosto de aprender sobre os deuses e assuntos de fé e misticismo...

    Os dois encontram Mortalha antes da anjo responder. Mortalha é informada que os outros aceitaram a sugestão de sair logo cedo, basicamente o que ela esperava.




    Quando não tiverem mais o que resolver a noite:

    O grupo se reúne novamente, Radan barganha o pagamento para 500Ж adiantado e todo o resto para o fim da missão (apesar de não ser explícito, para os que já conhecem um pouco sobre o funcionamento da Corte ou negociações gerais percebe que Radan não espera que o grupo o engane, pois vocês teriam mais a perder do que ele, mas talvez e até possivelmente ele espere que um ou dois desistam/deserdem no meio do caminho e pode até haver eventual baixa, o deserto pode sempre trazer problemas, mesmo se evitarem combates.) caso ninguém se incomode com a proposta a ponto de querer barganhar mais, ele passa os 500Ж para Kate e ela que se vire para dividir ou não. Como vocês não escolheram alguém para falar como líder, ele parece ter eleito Kate (se alguém ficar com inveja pode rolar psicologia).

    Ele arruma seis camelos já selados, o caminho norte até poderia ser atravessado por bois ou cavalos, mas bois seriam lentos demais, cavalos seriam mais confortáveis, mas não era o que o exército precisava, e já que mais da metade do grupo sabia voar, eles não preocupam muito com o conforto de vocês (na verdade não preocupariam de qualquer forma, cada um que se vire). Três enormes cestos com grãos para os animais são amarrados em um deles. Pra vocês é servido um desjejum caprichado antes de partir (aqueles de hotel que tem tudo), mas não recebem suprimentos pra viagem (se fossem um grupo militar todos podiam ser submetidos às mesmas rações, mas cada um tem suas particularidades, como Azriel que é vegetariana, então cada um que se vire), caso queiram pode até faz uma matulinha pra viagem com os restos do lanche, mas só vai durar até o dia seguinte, pois a maioria das comidas perde rápido.

    Vocês tem um mapa indicando onde achar o exército quando chegarem à Heséd, é bem fácil achar a cidade e a posição deles, portanto só precisam preocupar em como chegar da forma mais eficiente. Azriel possui a melhor sobrevivência no começo da jornada, portanto pode se guiar no deserto com relativa facilidade até as primeiras vilas ou oásis (ou qualquer ponto especial), podendo dizer a vocês como evitar ou como encontrar combates, recursos, aglomerações, etc.

    Quando recebem os camelos, cada um deles usa um tipo de máscara de um material escuro na cabeça, não é difícil para nenhum de vocês perceber que a algum tipo de magia emana daquilo, porém identificar o tipo de magia já é difícil. Se preocupam se aquilo não ia atrapalhar a visão dos animais, mas recebem a seguinte instrução:

    - NÃO se preocupem com a visão deles, e acima de tudo NÃO removam estas máscaras deles a menos que eles tenham acabado de dormir. Não precisam nem mesmo tirar em momento nenhum, pois elas não atrapalharão eles dormir. Além disto não precisam poupá-los a menos que eles reclamem, eles poderão andam sem parar, dormir e sem pastar por muito tempo. Eles irão sofrer é se as máscaras forem tiradas. Elas porém podem ir trincando e rachando no caminho, não se preocupem com os pedaços que forem caindo.

    Se ninguém tiver observação adicional, podem por o pé na estrada.
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    Mensagem por Srta. Moon em Sex Abr 17, 2020 1:07 pm

    Despediu-se de seu pai, não deu muita informação do que haveria de fazer, mas ao seu contratante deixou bem claro que deveria deixar seu pagamento com seu pai, provavelmente não voltaria tão cedo para casa, aquela missão seria o começo de sua jornada em busca do conhecimento e além de ampliar seu poder, queria muito mais do que tinha, não bastava a penas saber manipular o básico queria dominar por completo o conhecimento na plana negra e o faria a qualquer custo. No mais seguiu calada e obedecendo ordens junto aos demais.
    OFF: Sou antissocial...
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    Mensagem por Pikapool em Qua Abr 22, 2020 3:55 am

    A alegria só pode brotar de entre as pessoas que se sentem iguais!
    Após relatar as informações para Mortalha, despedi-me de meus novos companheiros e segui para casa para preparar-me para minha primeira missão. Na duvida sobre o alimento que seria nos dado e lembrando que eles falaram sobre caçar, eu preparei alguns lanches naturais, além de um odre. Sem mais delongas, segui até o grupo pronta para partir.

    Lá Radan barganhava e passava alguns detalhe sobre a magia que estava sobre os camelos. Apenas ouvi a tudo atentamente e aguardei nossa partida.
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    Mensagem por Dycleal em Qua Abr 22, 2020 10:07 am

    Nadhull ouve as duas companheiras de viagem conversarem sobre os preparativos e entendi que a anja que um tempo para absorver os acontecimentos do dia, lhe dá um beijo afetuoso na face e diz: - Bem, parece que o foco agora é nos prepararmos então se precisarem de mim estarei no meu lar e laboratório e parte. Ao chegar em casa, prepara alguns elixires e alimentos prontos e frios preparados para serem conservados, pega suas armas e alguns livros de magia para estudar e de última hora pega um livros sobre a vida dos deuses e as suas teologias... Toma um banho de imersão e fica relaxando. Após um bom tempo, vai se encontrar com seu mestre na borda do deserto e exercita a sua mana branca como de costume e conversa com ele sobre a sua fé atemense e se conhece a anja e a descreve...

    A noite, toma novo banho, faz alguns exercícios com a mana negra, e bebe um bom vinho com uma amiga que mora próximo, satisfaz as necessidades de ambos e saciado, volta para casa e toma um novo banho, agora frio e dorme. Nas primeiras horas de sol, com as ruas desertas, voa até o templo e espera sentado os companheiros, fazendo a sua meditação matinal e quando todos chegam, entra junto com todos, ouve interessado sobre a magia colocada sobre os camelos e pergunta se Radan conseguiu o escudo ou uma nova espada como ele pediu e após ouvir a resposta, está pronto para partir...
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    Mensagem por Christiano Keller em Qua Abr 22, 2020 8:44 pm

    Ka,

    Ka tentava obter a liderança do grupo usando de psicologia, mas talvez não seja seu melhor movimento. Radan precisa ao menos separar quem cuida de cada parte e a parte administrativa é parte do serviço do líder do grupo.

    Uma vez que os detalhes para com Radan ficam certos, Ka vai avisar aos seus colegas novamente. Deixa claro que conseguiu o serviço, que se tudo der certo terão acesso ao vapor de água para movimentar ferramentas e um moinho. Aquilo poderia fazer ferramentas se moverem de forma a aumentar a produtividade, talvez com serviço de dia e de noite. Poderiam deixar a ferramenta se mover sozinha para fazer coisas. Um moinho poderia mover grãos sem parar.

    Depois de organizar as coisas para viajar, Ka confere seus pertences na mochila. Precisava daquelas coisas para poder viver onde quer que estivesse. O martelo como arma, a faca para cortar coisas, a corda, as pedras valiosas, a pedra para fazer fogo, o cantil de água, o "wineskin" para água em vez de vinho, uma vara para caminhadas, a coberta para se abrigar do frio do deserto, o mapa, os papeis, as coisas para escrever suas ideias, entre outras coisas.

    Logo estava pronto para partida com seus colegas e os camelos.
    - Alguém sabe caçar? Podemos tentar pegar algo no caminho para levar mais carne? Acho que alguns de nós podem praticar o combate também. Ka deixa aquilo no ar, assim poderiam mostrar suas habilidades uns aos outros com exemplos reais.
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    Mensagem por Leomar em Qui Abr 23, 2020 11:11 pm

    Nadhull:
    Nadhull encontra com Gaspar, que é o mestre da Escola Atemense e pergunta sobre a anjo.

    Houveram tempo em que milhares de anjos faziam parte da Escola Atemense, hoje não deve haver mais de uma duzia (duas na melhor das hipóteses) em todo o mundo, portanto seria quase impossível alguém da escola não conhecer a única anjo membro de Ĵevurá.

    Gaspar comenta que Azriel é da família Morningstar (que em um idioma perdido lá do tempo de antes do primeiro grande assentamento significava "Estrela da manhã" ou algo assim), uma família relativamente pequena de anjo, porém tradicional na cidade de Estrela (que fica a leste de Ĵevurá). Os Morningstar são também aparentados da família Oranĝalumo (que em Esperanto significa "Luz Laranja"), e recentemente um primo dela teve um casamento inter-racial. Por mais que não aja nada ilegal no casamento entre um anjo e uma humana, boa parte dos anjos não veem isto com bons olhos, e burburinhos são inevitáveis.

    Azriel se tornou Atemense depois de despertar seu dom do fogo em um momento de tensão. Aparentemente (Gaspar não tem certeza de detalhes, pois não a conhece bem) ela tinha sido emboscada junto com seus pais quando o dom despertou. Porém o despertar não foi só mágico e alegam que houve também um despertar místico, como um chamado de Piro, e por isto ela passou seguir os Atemenses mais tarde. Gaspar ficou sabendo disto pois Azriel aparentemente não trata o episódio como segredo, e por isto também pode falar sobre. Os Atemenses não são muito de ficar espalhando fofocas.

    Ele porém não conhece muita coisa sobre a anjo, apesar de ter se filiado aos atemenses, ela ainda preferia frequentar o templo da Sagrada Conduta, como toda sua família (por falar nisto ele não sabia se os pais dela tinham ou não sobrevivido, pois ela veio sozinha para a cidade), embora já tivesse a visto também no templo de Piro. Azriel aparecia na escola Atemense mais para aprender sobre o dom da magia do fogo e como controlá-la junto com a magia do ar (tipo 90% de todos que frequentam a escola).

    Ela ainda é muito nova (para outros anjos não passa de uma criança) e alguns dizem que tem até uma aparência "avoada", mas o pouco que Gaspar conhecia parecia ser uma anjo agradável, relativamente menos arrogante que outros de sua raça (talvez por não ter ainda idade para ter se tornado orgulhosa demais) e que parecia se misturar bem com os humanos, seguindo bem os conceitos de meritocracia pregados por Piro, ainda assim Gaspar diz para Nadhull não se animar demais, pois a anjo era muito pro bico dele.

    off: já que falou que pretende preparar alguns elixires, tava pensando em que? Alguns básicos de cura/mana tipo uns 4 ou 5? Ou algo menos óbvio? Quanto aos livros que pretende levar, posso deixar levar UM sem penalidade (e talvez dois ou três pergaminhos se forem bem justificados), mas tem que pensar direitinho em quais realmente seria interessante levar, pois não quero deixar tão fácil como antes. Então procure tente descrever o melhor possível QUAL vai levar (dependendo de quão específica ou genérica for a descrição, posso vir a sacaneá-lo ou favorecê-lo futuramente).
    Se quiser realmente levar mais de um, deixo trocar um coringa pequeno para cada tomo ou para dois livros pequenos ou o equivalente em pergaminhos. Seria até coerente com seu personagem e pode ser bem útil. Por outro lado pode esforçar em escolher só o totalmente essencial e queimar coringas só quando tiver 100% de certeza.

    KA:
    off: como psicologia é perícia difícil, você não conseguiu nada, e se tirasse um ponto a mais levava até punição, mas por enquanto só não entendeu porque ele escolheu a amazona ao invés do estrategista para representar o grupo, mas se lhe faz sentir melhor, pelo menos depois da comentário sobre a espada (comentário mais abaixo) você fica feliz dele não ter escolhido o Nadhull como líder. Notando que isto foi visão apenas do Radan, e por enquanto o resto do grupo apenas aceitou sem questionar. Se quiser continuar arriscando na psicologia, você pode rolar contra o grupo para ver se consegue algo que favoreça sua liderança entre eles. A rolagem não elimina interpretação, apenas fornece dicas e possivelmente modificadores futuros em testes de reação, e pode rolar apenas uma vez para o grupo todo ou uma para cada membro que ache interessante tentar influenciar (mas a segunda opção é muito mais arriscada, e enfatizando que tudo isto é opcional).

    AZRIEL:
    off: Você tirou o melhor resultado em sobrevivência, portanto conhece melhor este primeiro trecho da estrada, além de ter visão mais ampla devido sua capacidade de voar. Sendo assim você pode, sutilmente ou não, guiar o grupo por onde achar melhor, pela rota mais segura e demorada ou a mais rápida e menos segura, ou ainda uma rota diagonal às duas que equilibra tempo e dificuldade. Por enquanto só o Ka sugeriu um caminho com melhor chance de caça, se quiser aceitar a sugestão dele, pode levá-los facilmente por um caminho com altas chances de boa caça.

    Por outro lado, se achar que é melhor percorrer mais espaço nos primeiros dias e deixar o mais difícil para o final, possivelmente economizando um bom tempo, pode levá-los até a vila mais segura evitando qualquer problema no caminho. Observando que pode tentar convence-los que isto seria a melhor opção ou apenas guia-los sem comentar nada, fazendo parecer que só não encontraram nenhuma boa caça apenas por obra do destino (anjos não podem mentir descaradamente, mas isto não seria tecnicamente nenhum tipo de trapaça, apenas estratégia, ainda mais que isto não impedirá o grupo de uma boa caçada no final).

    Nadhull escreveu:...pergunta se Radan conseguiu o escudo ou uma nova espada como ele pediu...

    Radan para por alguns segundos antes de responder:

    - É sério que você não pensou que ninguém faz uma espada em poucas horas?

    Apesar da mancada, ele dá uma olhada em o que tinham disponível (não deixam saber onde ou como) e acaba achando um escudo de cobre. O escudo é redondo, menor do que Nadhull imaginava e também mais pesado do que aparentava (se quiser avaliar, é comércio com alvo em percepção).

    Depois de terminada as pontas soltas, vocês começam andar. O começo da viagem parecia tranquila, os camelos não eram tão lentos e dava para seguir um ritmo relativamente constante. Dois caminhos pareciam mais óbvios: apressar o passo no começo, buscando o caminho mais seguro antes da chuva, ou buscar algum lugar com possível caça enquanto estão descansados. Apenas Ka se manifesta antes de sair.

    Azriel comenta que o primeiro trecho da jornada era relativamente conhecido para ela, caso alguém quisesse ela poderia indicar melhores trechos, e se a maioria aceitasse poderia até guiar o grupo.

    Mini off: vocês tem recursos suficientes para os primeiros dias sem precisar preocupar com sobrevivência, mas caso alguém demonstre interesse, podem tentar "peneirar" algum recurso no deserto, independente de como pretendem seguir primeiro. Tipo: a parte norte, por onde estão indo, não é muito deserta, possui fauna e flora esparsa, mas que dá para uma pessoa preparada tirar proveito. Existe grandes possibilidades de caças fáceis de pequeno porte (canídeos, felinos, roedores, aves e similares) que podem ser capturadas mesmo sem muita competência, uma série de vegetais comestíveis bem como plantas cujas seivas tem propriedades diversas (de pequenos efeitos curativos até bases comuns alquímicas ou venenosas) e qualquer outra coisa que possa ser encontrada por quem sabe o que procura. Caso tenham este tipo de interesse podem fazer uma ou duas rolagens de Sobrevivência. Nada garante que encontrarão coisas REALMENTE úteis (é um semi-deserto, a possibilidade de achar algo valioso é mínima) e independente de terem ou não sorte, cada rolagem fará o tempo de viagem ser maior, portanto arrisquem com consciência.

    Para não deixar a aventura muito lenta, adiantando as possibilidades mais óbvias, lembrando que por enquanto é mais uma questão do que vem primeiro.

    GASTAR TEMPO CAÇANDO:
    Radan sugere que procurar grupos de besta kodo seria uma boa caçada, e de fato é uma das melhores alternativas. Bestas kodo tem o tamanho de um boi, embora são mais parentes dos rinocerontes. Um único adulto poderia representar 34 arrobas de carne preparada (mas nas condições de vocês, no máximo 30@). Porém não é a caça mais fácil, afinal um kodo pode peitar um leão. Eles costumam andar em grupos de 4 ou 5, sendo um macho, uma fêmea (às vezes duas) e alguns filhotes. Só o macho é agressivo, mas todos podem atacar se forem atacados primeiro, embora com sorte os filhotes e talvez as fêmeas corram enquanto o macho luta. No caminho que seguirão não é difícil encontrar estes pequenos grupos de kodo, e até rebanhos maiores (mas neste último caso vocês teriam muuuito problema).

    Porém há outras alternativas viáveis, como herbívoros de médio porte (cervos e gazelas) que são bem menores, mas com boa carne e mais fácil de preparar/carregar, e se abater uns dois ou três dá pra tirar carne para várias pessoas, neste caso o que contará mais é destreza que habilidade. Eventualmente ao invés deles podem encontrar um felino de maior porte (como uma onça) que dá resultado parecido, precisarão de um pouco mais de sorte para acharem que os kodos, mas não é tão difícil.

    Outros animais relativamente fáceis de encontrar são os semëks, um tipo de lagarto que pode chegar ao tamanho de um cavalo (a carne não é tão boa como as alternativas acima, mas ainda muito bem recebida). Quem veio de Dafodil já deve ter visto muitos e talvez até montado alguns (Kate tenho certeza que já montou). Semëks selvagens são mais arredios, e por serem rápidos são difíceis de serem capturados, mas são relativamente fáceis de serem mortos se conseguirem cercá-los. Eles normalmente andam em grupos de dois ou três.

    BUSCAR A VILA MAIS PRÓXIMA, TENTANDO NÃO ALONGAR A VIAGEM:
    Vocês conseguem andar uma boa distância em algumas horas até achar a primeira vila, vocês atraem um pouco de atenção no caminho, mas chegam até ela sem precisar enfrentar nenhum perigo.

    Ela era bem simples, feita por apenas seis construções verdadeiras de madeira e barro, mas com várias dezenas de cabanas/barracas/tendas em volta. Sendo assim a maior parte da vila é nômade, que estão indo de ou para Ĵevurá. A maioria é de comerciantes, portanto parece mais uma enorme e bagunçada feira que uma vila de fato.

    A vila se estabelece ao redor de dois poços comunitários (uma das construções que é uma pousada tem também poço privado) que estão sempre sendo usados a qualquer hora do dia ou da noite, afinal cada pessoa ali precisa de água. Além dos dois poços, há um pequeno riacho que termina num pequeno açude não muito longe dali, onde os um pouco menos preguiçosos também vão buscar água direto.

    Algo observável (principalmente por Azriel) é que, com a água limitada, a higiene ali também é bem limitada, a maioria ali não vê um bom banho há muitos dias, e outros só se banham no açude, e como isto é normal pra eles, nem se incomodam. Roupas são usadas por dias seguidos, cabelos oleosos e bafo são tolerados. Além disto, como são a maioria mercadores, estão quase o tempo todo negociando algo, e seus produtos, principalmente os comestíveis, também não são os mais limpos do mundo. Os que caçam no deserto mesmo ficam mais isolado na parte nordeste da cidade (um lugar que Azriel não faz muita questão de ir ver).

    Uma das construções fica mais isolada de todo o resto no sul da cidade. Esta construção é ocupada por um grupo de "escamosos". Os escamosos são demônios que como o nome diz, são cobertos de escamas (mas nem todo demônio com escama pertence a este grupo), eles normalmente não se relacionam bem com nenhuma outra raça, nem mesmo com outros demônios; Vestem quase sempre mantos escuros com capuz e estão sempre com o rosto escondido (não apenas por todos os outros os acharem feios, eles não se importam muito com isto, mas é da cultura deles ocultarem o máximo sua aparência); Apesar de anti-sociais, alguns (ou talvez todos) têm fama de serem feiticeiros ou magos muito bons, além de terem alguns lutadores e batedores muito ágeis. A maioria absoluta das pessoas ali não sabem o que os escamosos realmente fazem, apesar de serem dos poucos fixos ali. Outros lhes dirão que o negócio deles é venda de poções diversas ou serviços suspeitos de feitiçaria, mas não sabem muito mais do que isto.
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    Mensagem por DariusNovadek em Sex Abr 24, 2020 12:01 pm

    Off: Desculpa a minha demora pra postar, fiquei sem internet por uns dias.. Mas agora to de volta

    Apis escreveu:- Sei... Mais uma daquelas suas missões de heroína que você fará naqueles seus grupos cheios de súcubos, que vai me abandonar por alguns meses enquanto enche minha cabeça de chifre com aquelas demônios poderosas! Com o tanto que fica com elas meus chifres já devem estar até maiores que os delas.

    Kate ri quando Apis esbraveja seu ciúmes por Kate.

    - Apis minha querida, lembre-se que eu já conhecia as tais demônios poderosas quando te conheci. E com quem estou hoje hein? Eu só vou matar minha sede de aventuras, você sabe que eu nasci pra isso.

    ...

    No ponto de encontro Kate recebe a parcial do pagamento, Radan pelo jeito escolheu ela como lider. Kate agradece.

    - Obrigado pela confiança, próxima vez que nos ver tenho certeza que estará surpreso com nossos resultados.

    Toma o desjejum oferecido com vontade, para nem precisar almoçar naquele dia. E ainda faz uma matulinha para comer no outro dia. Ouve as instruções de Radan sobre os camelos, e parte em viagem.

    Ka escreveu:- Alguém sabe caçar? Podemos tentar pegar algo no caminho para levar mais carne? Acho que alguns de nós podem praticar o combate também.

    Kate concorda com Ka

    - Eu precisei caçar poucas vezes, mas acredito que não seja tão diferente de caçar inimigos nas minhas missões.. Acredito que o melhor seria caçarmos ja agora no começo da viagem, e só depois de termos um estoque bom de carne, apressarmos a viagem.

    Com a sugestão de Azriel de guiar o grupo no começo da viagem, Kate não se opõe, quanto mais agilidade para conseguir carne, melhor.

    Depois de decidida a direção a que tomar, e após alguns minutos de viagem, Kate fala ao grupo.

    - Pessoal, como viram, Radan confiou o pagamento a mim. Então acredito que o melhor a se fazer é manter o dinheiro comigo, pelo menos até chegarmos em Heséd. Durante o caminho, caso precisemos gastar o dinheiro, vou me juntar com o Ka, e juntos decidiremos a melhor forma de gastar. Após chegarmos a Heséd, acho que ai sim podemos separar o dinheiro igualmente entre a gente para gastarmos como bem querer. Apesar disso, acho que podemos alugar uma morada compartilhada, assim gastaríamos menos dinheiro com hospedagem e sobraria mais para nós.
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    Mensagem por Srta. Moon em Sex Abr 24, 2020 5:14 pm

    Seguiu com os demais, se mantinha neutra em relação a tudo, deixou que o próprio grupo formado toma-se a iniciativa sobre o que melhor fazer em cada situação apenas ia junto com o que a maioria concordava.


    OFF: Loba Solitária.
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    Mensagem por Pikapool em Sab Abr 25, 2020 1:18 am

    A alegria só pode brotar de entre as pessoas que se sentem iguais!
    - Claro, podemos seguir por um caminho promissor a caça, mas não seria melhor deixarmos isso para as proximidades do ponto de entrega? Seguir viagem com um maior peso pode nos atrasar. - Argumentei enquanto espreguiçava.

    Se ainda escolhessem pela caçada, eu os guiaria para o melhor local para caçar. Caso contrario seguiria com eles para a cidade mais próxima, seguindo pela rota diagonal.
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    Mensagem por Christiano Keller em Sab Abr 25, 2020 5:49 pm

    Ka,

           As coisas estavam acontecendo com certa velocidade. Ka não era um guerreiro como os seus companheiros, mas sabia que algumas coisas estavam programadas para acontecer.

    @DariusNovadek escreveu:- Eu precisei caçar poucas vezes, mas acredito que não seja tão diferente de caçar inimigos nas minhas missões.. Acredito que o melhor seria caçarmos ja agora no começo da viagem, e só depois de termos um estoque bom de carne, apressarmos a viagem.

    @Pikapool escreveu:- Claro, podemos seguir por um caminho promissor a caça, mas não seria melhor deixarmos isso para as proximidades do ponto de entrega? Seguir viagem com um maior peso pode nos atrasar.

           - Kate e Azriel, acredito que precisamos escolher agora a direção que vamos tomar, mas lembro que em dois dias haverá chuva. Fico preocupado da carne estragar quando chegarmos lá e ela molhar. Talvez a gente deva seguir para a direção em que há mais caça, pelo Norte, mas caçar mesmo após a chuva. O que acham? Ka sabia pouco sobre culinária e tentaria pensar em algo.

           O caminho pelo deserto parece interessante, os traços são bem definidos pelo ambiente. As plantas são bem marcantes e se transformam conforme a paisagem é mais seca. A presença de animais, insetos e até humanos agora é outra. Não há mais casas e construções para ocuparem o horizonte, tudo é parte do deserto e caça. Não estava claro quem era a caça ou o caçador ali, Ka espera ser o caçador, não a caça.
           Azriel pode guiar o grupo para onde for mais adequado, Ka sempre fica preocupado com a segurança pois há coisas que não são necessárias correr o risco. O combate com um dos animais grandes pode ser feito perto do destino final, seria uma quantidade menor de carga para levar, mas Ka pensava mesmo em como preservar a carne até lá. Não adianta apenas pegar a carne, é preciso drenar o sangue, limpar as entranhas e retirar o que pode estragar com o conjunto. Outra coisa importante para a culinária eram os temperos, apesar de que a carne pode se destacar quando feita sem temperos mas com o toque de calor adequado. Por outro lado a carne pode alimentar um grande grupo de pessoas, ao pensar na quantidade é provável que seja necessário levar temperos. Se houver temperos pelo caminho talvez seja bom pegar. Alguns legumes podem ser assados junto para dar um sabor diferente ao prato, assim como ajudam a alimentar mais pessoas.

           Enquanto os animais caminham pelo deserto Ka percebe que há pouca água e já pensa nos hábitos de higiene dos locais em que irão passar. Precisava tomar algumas medidas para não comer coisas sujas. Por sorte Jussara adicionou o hábito de tomar chás em sua vida, era hora de prestar atenção nos chás que poderia tomar pelo caminho. Outra lembrança sobre comidas, era que a sujeira pode alterar o sabor das mesmas, a sorte em fazer aulas de culinária foi que aprendeu alguns poucos mais importantes detalhes sobre alimentação.

           Ao pegar água para fazer chá e dar de beber aos animais, Ka tenta conversar com as pessoas presentes para obter alguma informação sobre o que acontece pelo caminho. No entanto Ka também não perde a oportunidade de recomendar a forja que trabalha na cidade de Jeruvá. Será que conseguiria trocar alguma coisa que encontrou no caminho por outra num tipo de escambo básico, talvez nem tanto lucrativo do ponto de vista material, mas do ponto de vista das informações?
    .
    OFF dados mestre?:
    @Leomar, será que vem ao caso um teste de culinária para saber como preservar a carne até o destino? Carne de sol, sal, essas coisas que eu, pessoa, não faço ideia?
    Mas também gostaria de recolher alguma coisa pelo caminho, como vegetais para aproveitar o que está disponível agora, mesmo que só vá comer em dois dias.
    O ultimo passo, para obter informações sobre o caminho a frente, seria comércio para falar com os comerciantes? Vou jogar 2d10 e ai você decide, ok?
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    Mensagem por Leomar em Dom Abr 26, 2020 12:55 pm

    off: respostas para perguntas:
    será que vem ao caso um teste de culinária para saber como preservar a carne até o destino? Carne de sol, sal, essas coisas que eu, pessoa, não faço ideia?

    Sim, você sabe o básico para isto. Como é algo simples nem precisava rolar, mas deu acerto de qualquer forma. Provavelmente não vão conseguir fazer a preservação perfeita por causa do ambiente, e terão de preparar às pressas para não ficarem parados, mas seja o que abaterem, conseguem sim preservar a maior parte da carne, ainda mais se algum outro ajudar.

    também gostaria de recolher alguma coisa pelo caminho, como vegetais para aproveitar o que está disponível agora, mesmo que só vá comer em dois dias.

    Estão na parte fácil do deserto, então ainda não tem problema com isto. O mais fácil de achar são os tubérculos do deserto, uma raiz sem muito gosto, mas bem nutritiva, certamente irá achar destas durante todo o percurso, mesmo quando começarem ir para a parte realmente seca. Alguns umbuzeiros também permitem acham frutas sem precisar parar muito. Tem flores para chás que comentarei ongame, além das flores que você achar, o Nadhull pode encontrar um segundo tipo e a Azriel pode achar um terceiro tipo de flor que podem ser usadas em chás ou mesmo comidas como temperos sem precisar rolar. A Mortalha também tem alquimia mas ela não seria do tipo que fica procurando florzinhas, mas se por acaso tiver interesse ela pode encontrar alguma raiz interessante. Pode ser que ache alguns cogumelos no caminho também, mas legumes mesmo não encontrarão fácil na região.

    para obter informações sobre o caminho a frente, seria comércio para falar com os comerciantes?

    Não, seria psicologia se a intenção é obter uma informação realmente privilegiada, ou como não tem a perícia podia ser Reação. MAS como na interpretação você tratou a informação como mercadoria, vou aceitar desta vez pela coerência. Criatividade>Dados.
    Kate escreveu:- Apis minha querida, lembre-se que eu já conhecia as tais demônios poderosas quando te conheci. E com quem estou hoje hein? Eu só vou matar minha sede de aventuras, você sabe que eu nasci pra isso.

    - Está comigo, eu sei, mas toda semana você arruma uma "amiguinha" de rabo nova! Piro até devia lhe dar já o título de "Sucursal", porque você já cuida muito bem dos interesses das diabas, não pode ver uma diabinha bonita que já fica sorrindo. Primeiro sua grande paixão foi a tal Zara, que felizmente só te dava perdido, mas aí veio a tal Gorayna, Anakis, Keela, Nedéia, Gob, Makaria, Damaia... E qual é a tal freĉia nova que você anda trabalhando: Melaha? Melaka?

    A memória de uma mulher ciumenta era impressionante. Kate fica pensando se devia lembrar que tiveram um caso a três com Gorayna, ou dizer que Gob, apesar da aparência andrógina, não era fêmea. Apis faz beicinho:

    - Tenho orgulho de minha heroína siriema, e não quero atrapalhar suas aventuras, mas nesta sua Corte dos milagreiros só tem demônios assanhadas. Quantas irão no seu grupo? Tem pelo menos algum humano confiável que eu possa pagar pra ficar de olho em você? Para te proteger e vigiar? Promete que não vai me trair com TODAS as súcubos no meio do caminho? Só com uma ou duas? Vou ficar aqui, tão sozinha, te esperando, numa cama fria...

    off: já adicionei os kons na sua ficha.




    Vocês saem pelo portão oeste da cidade, outros grupos seguem no mesmo caminho por alguns quilômetros, mas logo a maioria segue pela estrada que passa em Lekania antes de ir para Heséd. Vocês até poderiam seguir nela, mas isto significaria dois ou três dias a mais, então seguem com outros grupos pelos caminhos mais desertos. Aos poucos os grupos vão se afastando e separando. (nota: a maioria dos grupos eram de 4 a 6 sem contar possíveis crianças. O caminho por Lekania é na parte não deserta, fora ela só tolos arriscariam passar pelo deserto sozinhos ou em dupla, três é o mínimo. Grupos com mais de 8 porém já são uma caravana, e caravanas chamam atenção demais num deserto, sendo assim é algo só para quem realmente precisa ou pode pagar.)

    Ka conversa com alguns comerciantes, não havia porém muita curiosidade para se conversar: Heséd ficava a oeste de Ĵevurá, então era só manter a rota. Um astrolábio (se alguém tivesse um) garantiria isto facilmente, se não tivessem, uma bússola já servia. E mesmo sem uma, bastava andar em direção à Hélius Flava e mantendo Hélius Blua às costas que não tinha erro. Se caminhar com Hélius Blua na direção do ombro esquerdo, ainda com Hélius Flava à frente, seria ainda melhor pois chegariam na parte mais sul da cidade. Vocês precisariam ser muito tontos para se perderem.

    Mas Ka comenta sobre a previsão do astrólogo, que haveria chuva no deserto dentro de 1,5-2 dias, e um outro grupo fica interessado:

    - Mas é uma previsão confiável? Não há qualquer sinal aparente nem de leve no céu!

    - Oh, claro que é! É um dos mais confiáveis astrólogos da Corte dos Milagres, designado pela cúpula deles! Obviamente não posso dar muito detalhes, mas nossa missão é de vital importância, e atrasos não são opção, sendo assim precisamos de previsões precisas ao máximo!

    - Mas chuva de água mesmo? Estas previsões podem enganar a gente, anunciando uma tempestade de areia, ou uma chuva de fluídos mágicos...

    - Não, não! Tenho CERTEZA que vai ser uma chuva de água. Literalmente.

    Talvez Ka não tivesse assim 100% de convicção, mas blefa que é uma beleza! O grupo deles se reúne, discutem, no fim parecem acreditar. Como mostra de gratidão, eles comentam com Ka sobre um oásis relativamente seguro numa parte do deserto, este oásis seria formado por uma poça de kalakes.

    curiosidade sobre kalakes:
    Talvez vocês ainda não tenham visto nenhum kalake nesta parte de Fajr-Regno, mas são um bichinho bem conhecido no continente, pois são considerados um presente da deusa Jara.

    Em Ĵevurá - Página 4 Kalake

    O "bicho" é bem simples, parece uma lagarta ou centopeia com pernas finas, um "esqueleto" externo que parece uma casca e sua "carne" é 94% água, 5% proteína e 1% sal. Não possui cabeça, sistema circulatório, respiratório, nem nada, é basicamente um copo de água que anda.
    A única função dos kalakes é sair do mar e ir para o deserto, onde são comidos ou morrem. Eles migram sempre em grande número, e quando morrem, sua casca vira um tipo de cobertura entre a areia e a água de seu corpo vira um oásis, uma poça de kalakes. Algumas destas poças se tornam verdadeiras lagoas no meio de deserto, devido o grande número de kalakes que migram sempre para os mesmos pontos.
    Como é um animal muito simples (alguns nem classificam como animal de verdade), não possuem cérebro ou sistema nervoso que faça sentirem dor se forem comidos, não possuem sangue e tecnicamente nem carne, e por ser um presente de uma deusa, até os anjos podem come-los (talvez um ultra-ortodoxo se recuse, mas a maioria dos sacerdotes respeitados garante que não há pecado).
    É um tanto estranho alguém falar sobre uma poça de kalakes ali onde estão, porque este kalakes costumam sair do mar em Mahijar (pronuncia marri-iar) e morrem no Deserto do Sal, algo que está há muitos quilômetros ao norte de vocês. Até onde sabem, não existe um caminho migratório de kalakes para o deserto de Ĵevurá.(é como se fosse um bicho da Bahia e vocês estivessem em São Paulo)

    Os camelos de vocês são relativamente rápidos, e logo vocês deixam qualquer outro grupo que ainda estivesse indo na mesmo direção para trás. Depois de um tempo são os únicos seres inteligentes na área. Mesmo os animais não tendo reclamado ainda, Ka resolve fazer pequenas pausas para que possam pastar e beber, no caminho por onde iam ainda haviam pontos onde eles podiam pastar e beber (com um pouco de decantação e/ou fervura vocês também podiam beber das poças que os animais se serviam, a água devia ser uns 80% potável).

    Observando o ambiente, Ka percebe que à esquerda (sudoeste) o terreno ficava mais seco, mas tinham algumas cavernas naturais não muito longe, e ela poderia apostar que deviam haver grandes lagartos lá (80% de chance). Com um pouco de sorte podiam encontrar alguns semëks, com um pouco menos de sorte podiam achar uma toca de lagartos-demônios, que são igualmente grandes, mas a carne não é tão boa como de semëk, mas ainda boa.

    Em frente (oeste) uma grande área de vale, e esta área estava cheia de moitas de capim-torrão. Este capim é especialmente atraente pra tudo que pasta (cavalos, bois, camelos e até kodos) e seria difícil NÃO encontrarem algum bom herbívoro por lá. É possível que até vejam algumas "manchas" ao longe que podem ser animais pastando. Embora não seja agradável para humanoides, em caso de emergência até vocês poderiam comer capim-torrão ou fazer chá dele.

    E vocês já tinham se distanciado a estrada para Lekania, mas à direita (noroeste) ainda tinha uma área de cerradão, boa para encontrar caça, mas talvez não tão grandes como as outras duas apostas.

    No caminho havia também uma extensa faixa onde flores azuis floresciam, era até bonito de se ver. Ka reconhece a flor mariposa-azul, Jussara fazia muito chá dela, era relativamente doce e portanto precisava de pouco ou nenhum açúcar, podendo ser tomado quente ou frio. Ka sabia que não devia usar mais que três ou quatro flores de cada vez, caso contrário aquilo, além de estragar um pouco o sabor, poderia dar prisão de ventre (mas era eficiente em caso de diarreia).

    Um vento quente começa soprar às costas de vocês, vocês observam por alguns segundos. Por enquanto parecia apenas vento, não o indício de uma tempestade de areia.
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    Mensagem por Dycleal em Dom Abr 26, 2020 5:06 pm

    O que Nadhull levou era bem prático: Alguns elixires: 3 de cura, 3 de mana, 2 anti-ofídico e 1 energético. Base para Elixir de cura, óleo de massagem e maquiagem, afinal com estas bases poderia fazer produtos para o caso de ter oportunidade comercial de vende-los e era mais f´cil levar as bases e os frascos vazios.

    Livro, o incubo não deixaria de levar pelo menos um e Nadhull comprou um livro naquela tarde por impulso, sua capa era vermelha e estava na seção de livros apócrifos ou proibidos por algum anátema e tinha um desenho muito bem feito de um demônio enlaçado com uma anja e ele ficou super interessado e ao abrir o livro procurando por mais gravuras, elas estão em todos os roda pés, mas o tema é muito interessante para ele e esse tema é: - Alquimia: Práticas para produtos curativos do corpo e da alma e esta escrito em esperanto a parte técnica e em moloke as poesias um tanto eróticas das gravuras. Os dois capítulos finais estão em uma língua que ele não conhece, mas ele é quente e emite mana do ar, o que deixa Nadhull intrigado, apenas os capítulos na língua estranha não exalavam magia.

    No fim da tarde ao se encontrar com Gaspar, ele o abraçara e dá um pergaminho longo, todo decorado com símbolos da igreja atemense e discorre sobre Técnicas avançadas de cura e proteção, usando a mana do ar. E mais um item entra na sua bagagem.

    No final do documento, algo deixa o Incubo de pelo arrepiado. O desenho da árvore da sua visão e A frase escrita em relevo na própria árvore: " Os Segredos ocultos, estão sob seus olhos no deserto". Ele coloca seus itens básicos, armas, roupas, artigos de higiene, suas conservas, mudas de roupa e o faz quase automaticamente enquanto pensa na sua visão que tivera a tanto tempo...

    Durante a viagem, Nadhull se distrai um pouco meditando sobre aquela frase, e quando volta a si, vê a frente, mais precisamente a oeste, um grande vale com muitas moitas de capim torrão e olha para todos e diz: - Ei, naquelas moitas acharemos alguns quadrúpedes interessantes, com sorte caçaremos alguns veados e teremos muita carne disponível, que acham?
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    Mensagem por Srta. Moon em Dom Abr 26, 2020 6:53 pm

    Seu preparo foi apenas algumas mudas de roupa, alguns diarios em branco além da insdparavel caneta bico de pena e tinta. Pegou seu bem mais precioso um kit de dissecação completo ali estava todo seu material e um cajado bordão tinha raiva daquele.tipo de arma mas depois trocaria por outra qualquer no momento aquilo serviria.

    Novamente deixou tudo para os outros seu trabalho era apenas rabiscar suas pesquisas sentiu falta de abrir algum ser quem sabe treinaria suas tecnicas em alguma caça, mas no momento em quase todo o momento apenas escrevia e desenhava musculos, tendões outros órgãos de alguma espécie.


    Off: criar o 8 volume das minhas pesquisas sobre anatômia .
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    Mensagem por Leomar em Seg Abr 27, 2020 7:00 pm

    @Dycleal escreveu:- Ei, naquelas moitas acharemos alguns quadrúpedes interessantes, com sorte caçaremos alguns veados e teremos muita carne disponível, que acham?

    @DariusNovadek e @Pikapool como as personagens de vocês têm as melhores percepções, vocês conseguem perceber que há um pequeno grupo (4) de kodos há cerca de 200-250 metros adiante
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    Mensagem por Christiano Keller em Seg Abr 27, 2020 7:17 pm

    Ka,

           Os comentários dos mercadores sobre os locais à frente eram um tanto curiosos. Ka nunca tinha visto um Kalake em sua vida e talvez ver o Oásis feito por um deles num local considerado seguro seria uma boa ideia. Ka compartilha a informação sobre a poça de Kalakes no deserto com o grupo e diz para cada um dos presentes:

    @Srta. Moon
           - Mortalha, talvez queria conhecer o oásis, creio que um Kalake seria um animal exótico para suas experiencias com mortos. O que acha? Vamos passar por ali? Talvez ela tenha interesse apenas em bípedes... ela era estranha, solitária, talvez fosse melhor não mexer com ela.

    @Pikapool
           - Azriel, sinto um vento estranho, pode ser sinal de chuva ou de tempestade. O que acha? Devemos seguir para o local do oásis pois é relativamente seguro? Ah... se achar alguma flor para fazer chá, pode avisar? Sei algo sobre estas azuis, até 3 são boas, mas mais que isso pode causar prisão de ventre. Azriel parece ter conhecimentos sobre sobrevivência e assim poderia ajudar a lidar com o grupo de forma razoável.

    @Dycleal
           - Nadhull, eu até gostaria de caçar alguma coisa no caminho, mas acha que conseguimos preservar a carne deles até a gente chegar lá? Estou preocupado com a chuva. Ah... se achar alguma flor para fazer chá, pode avisar? Sei algo sobre estas azuis, até 3 são boas, mas mais que isso pode causar prisão de ventre. Uma chuva no deserto pode levar grandes quantidades de terra junto com as coisas que estão no meio do caminho. Precisava achar um local mais elevado para se abrigar das correntezas fortes nas enxurradas.

    @DariusNovadek
           - Kate, você parece a melhor guerreira entre nós, o que acha sobre caçarmos? Qual dos tipos de criaturas acredita que devemos enfrentar? Não somos lá guerreiros como você, então está mais sozinha do que imagino num combate. Talvez Kate possa ajudar a decidir que tipo de combate teremos, ser é que teremos combate antes da chuva.

           Pelo caminho Ka recolhe algumas flores para fazer chá. Vai que alguém fica com diarreia e precisa de mais algumas? No entanto haveria algo para fazer chá e beber algo durante as noites frias. A ideia de Ka é ferver a água para fazer o chá, que ajuda na noite e beber o chá frio durante o dia. Era bom variar o sabor do chá para não ter grandes efeitos de alguma erva no corpo, detalhes que aprendeu de pequenas conversas com Jussara. Algumas pessoas não consideravam nenhum problema beber de onde os animais bebiam, era um local limpo, mas Ka tinha um certo "nojinho". Beber chá tinha um sabor diferente da água pura e que em alguns casos Ka considerava "babada". Logo Ka considerava importante não misturar o saco de água com o saco de chá. O chá fazia ele sentir uma certa saudade de Dafodil, talvez de casa ou talvez de Jussara. Essa pequena peculiaridade talvez o persiga para o resto da vida.
           Ainda pelo caminho Ka recolhe os comestíveis que encontrava e tentaria fazer uma refeição com eles. Seria um teste para sua culinária e talvez uma forma de exercitar suas habilidades para produzir algo melhor. A raiz nutritiva e sem gosto poderia fazer parte de uma sopa, mas ainda assim precisa de água. Cada vez mais o caminho em direção ao Kaleke parece mais razoável. A estrada para Lekania fica cada vez mais longe visto que nossa missão não é ir até lá, é chegar mais rápido para alimentar os soldados com carne de camelo.

    Nadhull escreveu:- Ei, naquelas moitas acharemos alguns quadrúpedes interessantes, com sorte caçaremos alguns veados e teremos muita carne disponível, que acham?
    - Então, querem caçar? Kate, o que acha? Kate parece mais guerreira até agora, talvez ela deva decidir.
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