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    Ka III (SP) - Christiano Keller

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    Mensagem por Sailor Paladina em Sex Mar 27, 2020 4:52 pm

    Epílogo
    A vida de Ka estava mais conturbada do que o ladino gostaria. Saudades do último beijo que dera em sua amada Oribel, vinham a tona todas as vezes que ele se encontrava em uma situação complicada. A companhia de Sham fora um paliativo muito bem vindo depois do engôdo que se mostrou Hazama, seu antigo parceiro de crimes e agora uma simples estátua de pedra largada nos becos da Velha Londres. A maior surpresa ficou para o final, quando ele descobriu uma trama muito maior envolvendo  dois dos três alvos que Koyaan havia lhe passado, vulgos Açougueiro Pete como Sweeney Todd, como também, uma aliança entre a baronesa Mortícia e sua empregadora Idrolmi. Salvar a esposa e filha de Todd seria o mínimo que Ka poderia fazer pra retribuir a confiança que lhe foi depositada pelo injustiçado "assassino da nobreza". A maior recompensa no entanto viria de ninguém menos que a tutora de seu novo amigo, uma medusa que vivia nas proximidades da cidade e que viria a ser crucial no desenrolar da missão. Sysil'syth cedeu aos encantos de Ka, oferecendo ao meio elfo uma das melhores noites da sua vida. Entre as mulheres nocivas da vida de Ka, ele ainda teria que lidar com Ochyllyss e Idrolmi, mas por sorte poderia contar com a misteriosa Tharja e seus poderes proféticos. Não poderia nem pensar em ir atrás do terceiro alvo sem antes amarrar todos as pontas soltas dessa história.

    Início
    Após uma noite fantástica nos braços de Sysil'syth, mostrando a ela como se faz, Ka tinha certeza que tinha agradado, pois a medusa faz questão de dormir com o meioelfo enroscado em sua forma serpentina, como se ela não quisesse deixa-lo partir. As serpentes nos cabelos dela já não o incomodavam mais, como se tudo vindo dela fosse agradável de ver e tocar. Quando acorda, Ka vê Syl sentada na beira da cama em sua forma humanoide, apreciando o parceiro dormir. Não era lá uma situação muito agradável pra ele, ser observado enquanto dormia, mas talvez pudesse abrir uma exceção pra ela. Syl abre um sorriso maroto ao ver Ka acordar e fala:
    - Ontem eu te deixei no comando porque queria lembrar como os humanosss e elfosss faziam... a dessspedida é totalmente minha~
    18+:
    Diz enquanto salta por cima de Ka, beijando-o na boca e depois descendo pra virilha dele. Para alguém que dizia estar há muito tempo sem romance, Sysil'syth estava longe de parecer uma amadora. Poderia até ensinar algumas coisas a Oribel e ao próprio Ka no que se referia a movimentos sensuais. Nada estranho se tratando de uma criatura que vive por centenas de anos. Syl põe o falo de Ka inteiramente na boca e o chupa enquanto realiza uma garganta profunda, sem no entanto engasgar como Oribel fazia. O ladino estava com a cabeça nas nuvens. A massagem de língua que recebia no saco em combinação com a boca dela engolindo todo o seu pau, faz Ka tremer e sentir vontade de gozar antes da hora. Porém, sentindo a aflição do parceiro, duas das cobras de Syl rapidamente mordem os mamilos de Ka aplicando nele algum tipo de sedativo. As mordidas não doem muito, parecendo com as beliscadas que Oribel lhe dava, mas a visão de Ka fica meio turva por alguns instantes, vendo o rosto de Syl duplicado e girando. O efeito não dura mais que alguns segundos e logo Ka volta ao normal, com seu pênis em riste e sentindo-se super animado, capaz de transar com dez mulheres ao mesmo tempo. Syl sobe em cima do falo começando a cavalgar, enquanto usava sua longa língua pra lamber os próprios seios. Que visão magnífica pra ele. Bem que Oribel podia aprender uma mágica pra aumentar a língua dela. Esses pensamentos avulsos percorrem a mente de Ka. Dessa vez não importava se ele chegava ao clímax. Sempre estava pronto pra outra.

    Depois de mais uma gozada, a medusa olha pra Ka e pede pra que ele a surpreenda com uma sensação nova. Ka move seu quadril mais pra baixo, apalpando a bunda da parceira e abrindo as nádegas dela. Syl abre um sorriso maligno.
    - Sssexo anal humm..? Tenho a impressssão que vou perder minha dignidade...

    Alheia ao que acabara de falar, Syl começa a sentar devagarinho permitindo a entrada. As serpentes em sua cabeça estavam paralisadas como que preparassem um bote. O pênis de Ka entra desvirginando o cuzinho de Syl que com uma expressão de vergonha e dor, confessa que nunca fizera sexo dessa forma. Parecia legítimo, pelo jeito como falava e gemia. Sendo aquela sua primeira vez e sem saber como fazer, Syl deixa entrar tudo e depois começa o movimento, usando as mãos pra abrir as nádegas e facilitar o vai-vém. Depois de algum tempo a expressão dela muda pra de um sorriso satisfeito, enquanto ela debruça sobre o corpo de Ka, ainda movendo o quadril. Estava começando a gostar daquilo. Dado momento, ela ainda sentada no pênis, apoia-se sobre os pés e inclina o corpo pra trás usando as mãos pra se apoiar. A visão de seu corpo era magnífica, enquanto Syl movia a bunda pra baixo e subindo pra enfiar de novo com força. A medusa se masturbava enquanto sentia o falo de Ka no cu dela e tem um esguicho ao gozar. Ka segue logo atrás gozando bem quente na bunda dela. Syl estava ofegante e satisfeita e não perde nem tempo, reposicionando-se em cima dele e dando um beijo molhado na boca de Ka. Num movimento rápido, Syl se afasta, enrosca a língua dela no pênis de Ka e o põe na boca novamente deixando o falo bem limpinho.
    - Não sssei como vou aguentar ver você partir, mas sssaiba que sssempre lembrarei de ti. Agora vá, antes que eu te transssforme em pedra pra que nunca me deixe...

    Sysil'syth retoma sua forma serpentina e permanece virada de costas. Aquela ameaça parecia bem real e Ka prontamente se levanta vestindo sua camisa e suas calças, tão rápido quanto um amante que percebe que o marido da parceira chegou em casa. A diferença é que ele não iria poder se esconder no armário. Pegando todos o seus objetos, Ka teria que se contentar com aquele último afeto, ao invés de um tradicional beijinho de despedida.

    Já fora do covil, Ka segue até o portão do cemitério, onde encontra Sham e comenta sobre os assuntos pendentes e relações com outros grupos. Sham o tranquiliza dizendo que não devia absolutamente nada a Nekobese e que portanto, essas alianças do Ka com a guarda real, com o líder da gangue ou com a escravocrata não tinham o menor significado pra ele. Pelo contrário, como já dissera mais de uma vez. Por tudo que o meio elfo fez por ele e por sua mestra, o druida se sentia em dívida e o considerava um grande amigo.
    - Faço questão de ajudá-lo no que você precisar daqui pra frente, amigo Ka. (O Shamanista faz uma reverência druídica que Ka entende como uma expressão amistosa).
    Spoiler:
    A carroça estava pronta pra levar os três de volta a Lacrimosa, mas não sem antes passarem pela Encruzilhada Esquecida. Por estarem a veículo a viagem leva um dia a menos e logo era possível ver a pequena cidade a vista. Enquanto se aproximavam, podiam ver pessoas na estrada ou próximas as casas, mas nenhuma delas se movia. Era como se tivessem virado estátuas! Numa inspeção mais próxima, percebem que as expressões das pessoas não aparentavam surpresa ou qualquer tipo de emoção além do cotidiano. Sua pele era normal, descartando a hipótese de petrificação. Dado momento a carroça parece trombar em algo, mas não havia nada a frente. Apenas o cavalo parecia se mover mais devagar, devagar, devagar... O cocheiro olha pro trio e começa a falar em lentidão enquanto o cavalo ficava totalmente imobilizado. Assim que sentem a pele formigar, Sham e Ka rapidamente saltam pra trás da carroça e se afastam, percebendo com certo horror que tudo que se aproximava da casa de Tharja ficava imediatamente paralisado no tempo...
    - Uma coisa eu tenho certeza. Minha mestra não tem esse tipo de poder...

    Off-topic: Música tema
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    Mensagem por Christiano Keller em Qua Abr 01, 2020 1:58 am

    Ka,

           Os eventos na cidade de Londres deixaram algumas pontas soltas, tanto na Velha como na Nova Londres. A aliança entre Mortícia e Idrolmi era perigosa, visto que se Idrolmi conseguir o cargo de baronesa, serão duas delas. Tudo que sabia era que o perigo parecia aumentar a cada momento. Porém algo perigoso também também poderia ter seus benefícios, Ka encontrou Sysil'syth em seu caminho. Algo exótico estava acontecendo, uma força maior que poderia ajudar a proteger Oribel e Ka em caso de problemas. Sua despedida foi rápida pois Sysil'syth queria manter Ka lá para sempre, talvez transformado em pedra e não vivo para poder entretê-la. Ka se despediu e partiu, sem olhar para trás para não virar pedra, mas tentado, de olhos fechados olhou e fez uma reverência. Não sabia se Sysil'syth viu aquilo ou não, mas não ficaria lá para saber.

            Com Sham durante a viagem Ka agradece o apoio e diz:
            - Esse trabalho com a moça faz parte de um trabalho que nosso chefe pediu. É meio assim, preciso de algo que você pode fazer, mas não tenho como pagar, ai você pede alguns serviços para poder aceitar o que estou pedindo. Este é um dos serviços, não sei se haverá outros, mas preciso fazer para conseguir o que nosso chefe quer. Ka não menciona detalhes sobre o ocorrido. Eram coisas importantes que não precisava compartilhar com todos. Sham parecia um cara legal, mas realmente aquilo era complicado. Agradeço muito sua ajuda Sham e creio que pode contar comigo também para suas ações. Agora seguiremos para Lacrimosa para começar a amarrar algumas destas pontas soltas.

            O caminho até Lacrimosa passava perto da cabana de Tharja, seria uma oportunidade para passar por alguma revisão das possibilidades que estavam acontecendo no mundo. No entanto a surpresa de que a carroça para no meio do caminho perto da encruzilhada eram um tanto apavorantes. No princípio Ka pensou que poderiam ser saltadores ou alguma coisa no meio do caminho. Se fosse Ochyllyss ai seria uma calamidade. Porém algo inexperado estava acontecendo, um tipo de bolha temporal. Ka sabia compreender o conceito da bolha pois a entendia como uma nuvem de fumaça, quem estava dentro e quem estava fora, a visão de cada um, assim como as opções deles. Entrar na bola faria o tempo ir mais devagar lá dentro e rápido do lado de fora. Talvez não ocorra nada de impacto real para quem está lá dentro, mas Ka não quer arriscar com o desconhecido.
           Ka então pega pedras e areia no chão, punhados são arremessados para tentar formar um tipo de fronteira visual de onde estava a parede da bolha. Enquanto Ka joga as pedras e areia, é possível determinar um tipo de caminho que dá a volta na bolha. Ka pega Malice e Sham para contornar a passagem. Ka marca no chão o dia e uma linha escrita, vai que o chão poderia mostrar que a bolha estava crescendo, expandindo. São detalhes que poderia deixar marcados para saber mais no futuro. Ka não sabia muita coisa sobre magia, mas se aquela coisa cresce era o tipo de informação que seria relevante para outras pessoas. Era provável que a informação chegue aos ouvidos de Koyaan logo, e Ka tinha que se aproveitar de alguns dos detalhes. Não sabia de Tharja era responsável por aquilo, mas talvez alguém estivesse atrapalhando a vida dela com a bolha temporal. Uma magia assim poderia prender Tharja numa só opção de futuro, controlado e fixo.

           Sem muitas possibilidades dadas as condições, Ka segue rodeando a "bolha temporal" mapeando uma fronteira até chegar do outro lado. A direção da viagem ainda era Lacrimosa com Malice na coleira. A viagem para Lacrimosa tem um destino inicial, a casa de Nekobese. Ao chegar, Ka diz para Sham:
           - Sham, pode guardar Malice por alguns minutos? Vou ver Oribel e depois pego Malice para ir completar o trabalho. Ka pretendia ver Oribel, falar um "oi sumida" para matar a saudade de casa. Depois informará Oribel para onde vai e seguirá com Malice para a casa de Idrolmi. Uma vez na casa de Idrolmi, tentará localizar a família do Barbeiro.
    Porém nem todos os planos seguem como Ka desejava, encontrar Oribel afeta seus sentimentos mais uma vez e se perde nos sentidos da paixão ao ver sua amada. A boca parece ficar seca, o coração dispara e os olhos ficam entre a face e a boca. Ka não sabia para onde olhar quando via Oribel. A saudade era muito forte.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Dom Abr 05, 2020 6:33 pm

    Ka tem a boa ideia de marcar até onde a tal bolha temporal estava afetando o mundo normal, sendo inclusive elogiado por Sham e enquanto vai fazendo o serviço ele percebe que uma das pessoas paralisadas era o jovem Korh. Ao contrário das outras pessoas, ele estava em posição de movimento, olhando para trás como se fugindo de algo. Segurava o braço esquerdo com uma das mãos e era possível ver um corte longo com algumas gotículas de sangue pairando no ar. Por muito pouco ele não escapou da bolha. A julgar pela direção que vinha, parecia ter ido deixar algum recado na casa de Tharja. Enquanto seguiam pra Lacrimosa, Malice começa a dar os primeiros sinais de estar recobrando a sanidade. Perguntava onde estava e porque estava na coleira, porém continuava a ter orgasmos involuntários e não conseguia manter o raciocínio por tempo suficiente pra fazer julgo do que quer que lhe fosse explicado. O trio vai até a mansão de Nekobese, onde Ka pede um favor a Sham. Favor este que pela primeira vez, o druida reage meio a contragosto, pois até o momento, detestava ver a garota numa coleira e naquele estado lastimável. Achava que todas as mulheres eram dignas de grande respeito e que portanto o fim de Hazama foi mais do que merecido. Ele diz que aguardaria ali fora com ela, mas recomenda chamar algum outro dos parceiros na hora de visitar a tal Idrolmi.
    - Se ela for metade do que você disse sobre maltratar mulheres, não vou conseguir me conter. Devo até gaguejar e não conseguir agir diretamente contra ela, mas não conseguiria seguir algum plano coerente estando sob tensão e revolta.

    Ká conhecia Sham o suficiente pra saber que ele estava certo e deveria considerar convidar outra pessoa ou agir sozinho. Com aquela ideia em mente, o ladino segue para a casa principal, deixando Sham e Malice nas cadeiras do jardim, onde havia conversado com Ysh'toka. Era possível ver a janela de seu quarto daquele ângulo. A luz estava acesa. Uma das maravilhas de uma sociedade avançada magicamente era ter ambientes iluminados com fogos-fátuos. Ka encontra suas companheiras de trabalho pelo caminho, a mencionar Miss Fortuna e Mortalha Prateada. Mortalha diz que Ka passou tanto tempo fora que a patroa começou a visitar Oribel com frequência a pedido da própria. Uma magia de silêncio e de cadeado convenientemente colocados impedia qualquer um sem poder mágico maior que o de Ysh'toka de observar ou ouvir que acontecia lá dentro. Ka chega na porta e de fato não podia ouvir nada. O trinco não girava, nem mesmo com sua chave. De repente ele escuta o trinco se mexer e Ysh'toka em pessoa abre a porta, tomando um pequeno susto ao ver Ka diante dela.
    - Oh, oops! Rrrrrr. Não sabia que voltaria hoje... Ka. Miau, não fiz nada forçado, hein, tá aí a chave das algemas. Fica só entre nós ok! Bai-bai!

    A esposa de Nekobese dá no pé pelo corredor sem olhar pra trás ou dar trela pra qualquer papo que Ka puxasse. O ladino entra no quarto e ao chegar na suíte pode ver sua namorada numa situação "desconfortável". Nua, amarrada e amordaçada sobre a cama, Oribel tinha marquinhas de chicotinho na bunda e dois consolos mágicos vibrando em seus orifícios sexuais. O rosto dela àquela altura não diferenciava muito do de Malice. Parecia estar numa seca tão grande que sentiu saudades da época de quando Idrolmi e Ysh'toka lhe dominavam. Os pulsos algemados as costas, cabeça deitava e bunda empinada, parecia pronta pra predador passando no local...

    Spoiler:
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    Mensagem por Christiano Keller em Seg Abr 06, 2020 2:17 am

    Ka,

    (antes)

           Ao ver o jovem Korh correndo com o ferimento no braço era claro que o problema acontecia na casa de Tharja, mas qual seria o problema? Uma dúvida interessante, era algo que poderia dizer que estava acontecendo pelo lado errado dos eventos, visto que Tharja tinha um poder de escolher qual realidade ficaria melhor para ela. Se alguma coisa estava trocando a realidade de local ou direcionando as escolhas de um modo que Tharja desaprova, era fato que ela poderia escolher viver de outra forma. O problema maior era se um grande conjunto de alternativas levasse a realidade para onde ela não queria.
           Com Malice ainda meio drogada em fase de recuperação, Ka apenas diz a verdade:
           - Você está drogada e logo alguém poderá te ajudar. Sim, ela estava drogada com os orgasmos esporádicos e sim, alguém poderá ajudar Malice pois ela não seria útil completamente inconsciente. Só que Ka precisa entregar ela para Idrolmi logo.

           Para Mortalha e Miss Fortuna, Ka faz um sinal em Cantrip dizendo que:
           - Estou agradecido por ter olhos aqui. Posso precisar de olhos na minha missão daqui uma hora. Ka não sabia se Mortalha poderia ajuda, ou mesmo se Miss Fortuna poderia. O fato é que não poderia entrar com outras pessoas na casa de Idrolmi, mas se tivesse alguém para observar seu paradeiro e reportar que não saia já era uma certa segurança.

    (Atual)

           Oribel parecia entretida com os brinquedos e Ka estava pensando em fazer aquilo com ela. Metade do caminho já estava feito e Ka resolve fazer a outra metade.
    >18:
           Ka observa os detalhes do corpo de Oribel, cada parte que sentia saudades. Aos poucos começa a retirar sua roupa enquanto olhava nos olhos de sua amada Oribel. Sem mover nada no corpo de Oribel, Ka cheira o ambiente. O perfume de mulher, um pouco de suor pela excitação e seu próprio cheiro. Um odor forte, de homem um pouco suado por fazer exercício. Ambos estavam um pouco suados, mas ambos ficam suados com o sexo, em especial o sexo forte e agitado.
           - Sei que não pode falar agora, mas eu senti saudades de você. Acho que você também. Ka retira a camisa e começa a abrir o sinto da calça. A viagem foi trabalhosa, machuquei o braço e por sorte consegui alguém para me curar. Ka lembra de tirar as botas antes das calças e as remove primeiro. PA, um tapa na bunda de Oribel estala só pelo prazer de a tocar. Ka pode ver quando ela morde a bolota da mordaça. Consegui resolver dois problemas depois de fazer uma besteira. Mas acho que eu não fui o único que deu sorte neste período. PA, outro tapa estala na bunda de Oribel e Ka termina de remover as calças. Agora vou participar e mostrar como senti saudades de você. Mas já aviso que tenho que sair logo pois tem um cara esperando com uma mercadoria ali no jardim. Ka pega com a mão esquerda a mão presa de Oribel para ter um melhor controle da pegada do puxão, a mão direita prepara seu próprio pau.
           Quando está pronto, Ka retira o brinquedo da xana de Oribel e a penetra devagar. Aos poucos usava de tapas para fazer Oribel se contrair e relaxar. PA, ela se contrai e Ka espera relaxar para ir mais fundo. Oribel estava molhada com os dois brinquedos, mas Ka estava chegando agora. Logo já estava estocando com velocidade enquanto puxa Oribel pela mão nas algemas em suas costas.Só que Ka sabe da preferência de Oribel. Era hora de brincar um pouco.
           - Vou retirar este brinquedo, está bem? Ka lembra do efeito do plug quando o retirava de Oribel. Era forte e marcante. Logo Ka retira o brinquedo de trás de Oribel e se posiciona para começar a foder forte. Com o pau molhado da xana de Oribel, o cuzinho lubrificado desliza do jeito que o diabo gosta. Ka sabia que Oribel gostava forte e até já tinha enfiado o braço até o cotovelo. A saudade era tanta que talvez fosse o dia de fazer isso. O som do impacto da carne batendo forte é excitante.
           Ka lubrifica o braço direito e depois de foder muito, troca para foder a xana novamente. A mão começa a brincar na porta dos fundos para entrar com os dedos. Primeiro dois, depois três, então quarto dedos deslizam pra dentro e para fora. Depois disso o punho começa a entrar. Pra dentro e pra fora, um e o outro, um ritmo constante de prazer. Ka pode ver Oribel virar os olhos de prazer com os movimentos. Para uma CUrrier, Oribel ainda estava treinada, mas talvez precise praticar mais um pouco agora que Ka voltou.
           A bunda de Oribel está vermelha com os repetidos tapas e o corpo está todo suado. A respiração está ofegante e a bola na boca contem gemidos de prazer, assim como gritos de êxtase. As veias e artérias estão saltadas no corpo de Oribel e Ka por conta de tanto exercício e adrenalina. O calor do corpo, assim como a sensação pulsante dos dois corpos em conta mostram um coração único numa sinfonia de amor. Ka curva para morder o ombro de Oribel e lamber um caminho feito pelo suor em suas costas.
           Perto do clímax, Ka remove a mordaça de Oribel e goza dentro da sua parceira. Um beijo de amor com direito a mordida no lábio resume tudo a:
           - Nossa, quanta saudade.
           Depois de tudo aquilo, Ka solta Oribel e começa a se arrumar rapidamente.
           - Então, a viagem deu meio certo. Tem um problema perto da casa que a gente ficou na encruzilhada, algo mágico como uma bolha de tempo. Preciso terminar o serviço logo, vou pedir para a Mortalha ou a Miss Fortuna ficarem de olho em mim enquanto vou até a casa da Idrolmi. Ka, lava o corpo por completo, mas com velocidade. Um perfume para dar o tom adequado para os detalhes e estava pronto para sair. Certamente Oribel tem muita coisa para falar, mas Ka diz:
           - Fale o essencial, quando terminar o serviço lá, voltarei aqui para terminar o que começamos. Ka parecia sério sobre o que pretendia fazer, mas se isso foi só o começo, o que seria mais que isso?

    (depois)

           Ka já queria ir resolver logo a parada da Idrolmi. Alguém precisava ficar de olho nele e Shan deveria ficar em casa. Era hora de entregar Malice para Idrolmi e trabalhar nos outros problemas que estavam na frente. Se ou quando acabar com Idrolmi, Malice seria libertada e este outro problema também será resolvido.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Qua Abr 08, 2020 2:30 pm

    Ka toma proveito da situação iniciada pela patroa e mata a saudade que tinha pela namorada. Embora Oribel tenha se divertido igualmente, após ter a mordaça removida, ela mantém a cabeça baixa sem falar muito, exceto pra concordar. Parecia estar envergonhada de não ter resistido ao ímpeto sexual enquanto Ka se manteve fiel por tantos dias. A elfa pergunta se Ka não estava escondendo decepção de alguma forma, mas diz estar muito feliz de revê-lo. No mais, Oribel diz que sua amizade com Ysh'toka havia aumentado quando a nekojin falou que Ka a ajudaria a se tornar baronesa e logo Idrolmi e Origa pagariam por tudo. Ka sabia que ainda havia mais mulheres nesse cálculo, pois Mortícia provavelmente cairia também, deixando uma vaga em aberto se tudo ocorresse como planejado. Dando um beijo e um cheiro em Ka, Oribel pede apenas mais um favor a Ka, caso ele não se importasse: se ele poderia deixar a namorada do mesmo jeito que a encontrou. E se topasse com Ysh'oka no caminho, dizer a ela que tava tudo ok. O coração de Oribel batia forte com aquele pedido. Era mais como um teste pra saber se Ka tinha ficado decepcionado ou se não tinha ciúmes da patroa com ela.
    - Bye bye, my love.

    No salão central da mansão, Ka encontra apenas Mortalha sentada no corrimão das escadas, uma perna pro lado e a outra perna pro outro, enquanto arranhava o pequeno poste que finalizava o corrimão. Parecia uma brincadeira bem safada no imaginário dela. Ao ver Ka, a moça diz que pensou na companhia ideal pra Ka, qualquer que fosse a missão em que ele teria que ser observado sem ser visto. A elfa aponta pra própria sombra e Ka sente um frio na espinha, ao ver parte da sombra dela se mover pra sua e depois surgir alguém na frente dele. Era um elfo alto com sobretudo, que Ka ja tinha visto uma vez, mas dessa vez estava obscurecido por sombras além de estar usando um chapéu. Era o Estranho Misterioso. O elfo de aparência sinistra tinha um sotaque noir que parecia saído de velhas histórias de terror em Onduth sobre um anti-herói que destruía seus inimigos na surdina e sumia sem deixar vestígio. Pelo visto o Estranho Misterioso era inspirado nessas história, ou as próprias haviam sido inspiradas em sua pessoa. A verdade era impossível de se saber.
    - Perdão pela aparição inesperada, colega. Trata-se de força do hábito...
    - Sei... Você adora ficar na minha sombra, olhando minhas safadezas! (Mortalha)
    - Nada mais longe da verdade senhorita! Visto que você mesma gosta de ser observada fazendo... essas coisas. Ocorre que não me incomodo de atendê-la quando precisa.
    - Eu sei bobinho! Tou brincando com você!

    Spoiler:
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    O Estranho pigarreia percebendo que fora ludibriado e volta sua atenção a Ka. Possuía o conjunto de habilidades perfeito para uma invasão "solo" em dupla. Ka poderia decidir se levava ele ou não. De todo modo, Ka percebe que havia um pequeno affair entre o Estranho e a Mortalha, mas nada que confirmasse comprometimento sério. Já do lado de fora, o ladino se surpreende ao ver Sham e Miss Fortuna conversando à mesa, enquanto Malice estava sentada no chão virada pro outro lado. Ao se aproximar e ter uma visão melhor da cena, Ka percebe que na verdade apenas Miss Fortuna falava, enquanto o Shamanista parecia congelado de tanto nervosismo e não era nem por ter visto Ka, mas pela presença da mulher que o atraía. Pegando parte da conversa, Ka ouve que Miss Fortuna achava que Sham tava pegando outras mulheres, mas tinha medo de se aproximar justamente dela ou de Mortalha e agora queria explicações pra esse preconceito. Sham coitado, não conseguia se explicar, tentando dizer que não era o que ela tava pensando, mas gaguejava e isso fazia com que Fortuna o acusasse de mentir. Tava parecendo puro bullying por parte da elfa, como se ela já soubesse que Sham tava sendo honesto, mas divertia-se com seu pavor social.
    - E-ela na-não é mi-minha namorada, eu ju-juro!
    - Sei, mas ela tem uma coleira, está pelada... É namorada do Ka, por acaso?

    Ka chega na mesa o que dá uma forte sensação de alívio pra Sham.
    - Ka, po-pode explicar pra Fo-fortuna que a Ma-malice não é minha na-namorada? Por favor?

    Offtopic: A cena a seguir ocorre apenas se Ka, convidou o Estranho Misterioso. Caso contrário, estarão apenas ele, Sham, Malice e possivelmente Fortuna.

    Passada a cena cômica, Miss Fortuna volta pra casa, deixando Sham mais a vontade. Caso Ka tenha aceitado a oferta do Estranho Misterioso, Sham revela um pouco sobre a pessoa do Estranho. Diz que Sombras são criaturas mortas-vivas criadas a partir de pessoas que morreram alvo de magias necróticas, tornando-se assim um tipo de fantasma vingativo com eterno desejo de vingança pra aplacar uma dor que jamais desaparece. Enquanto druidas como ele, convocavam espíritos benignos da floresta, alguns feiticeiros convocam espíritos malignos pra ajudar em seus planos. Mas as vezes um espírito é mais forte do que o feiticeiro consegue controlar e tenta então possuir o corpo do feiticeiro. Se a possessão não for por completo, geralmente a sombra se torna parte desse feiticeiro e os dois vivem como híbrido. É necessária extrema força de vontade pra conseguir manter sua alma sem que ela seja estilhaçada por uma sombra vingativa.
    - Algo admirável, Estranho Misterioso.
    - Confesso que não foi um momento agradável, mas sim, seu depoimento confere. Posso saber do que se trata a missão?
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    Mensagem por Christiano Keller em Qua Abr 08, 2020 6:44 pm

    Ka,

           Havia ficado longe de Oribel por muito tempo... essas missões longas são um problema, mas uma necessidade para sobreviverem. Se Ka levasse Oribel para a missão poderia ter tido outros desafios ou problemas. Certamente Sham sabia o caminho, mas levar Oribel com Hazama não teria dado certo.
           - Fiquei contente que fez amizade com Ysh'toka, talvez baronesa Ysh'toka. Quem sabe um dia baronesa Oribel? Ter amizade com uma baronesa pode ter ajudar com isso. Quando Oribel fala para deixar tudo como encontrou, Ka resolve brincar um pouco, algo rápido pois Ysh'toka poderia levar alguns minutos para chegar.

    +18:
    Com beijos e carinhos, Ka coloca Oribel amarrada pelos pulsos, mas de barriga pra cima. Ainda sem a mordaça, Ka lambe as pernas e beija a vulva. Acho que não estava assim. Falta alguma coisa. O brinquedo mágico estava ali, vibrando, isso era uma vantagem da magia. Ka passa o brinquedo de forma provocante pela vulva, entre os lábios e no ponto em que se juntam. Após fazer um pouco de pressão, basta deslizar o brinquedo para dentro e virar de bruços. Ainda não... falta algo mais intenso. Falta o outro brinquedo e a mordaça. Com a mão direita Ka segura o brinquedo e a esquerda segura Oribel. O brinquedo precisa de um lubrificante e para isso a vulva estava bem molhada. O brinquedo desliza pelo lado de fora até ficar molhado, Ka apenas observa Oribel se contorcer, com o brinquedo bem molhado, Ka então pega a mordaça, beija e coloca na boca de Oribel. Certo que Oribel iria gritar quando o brinquedo deslizar pra dentro, era melhor manter parte da discrição. Logo o brinquedo encaixa na pontinha e olhando nos olhos de Oribel, Ka faz pressão para descer. Os tapas na bunda da drow fazem o corpo se contrair, mas então quando relaxa a pressão faz o brinquedo entrar. PA, o barulho do tapa estala alto e o processo se repete, PA, PA, PA, PA, PA, PA até o fundo. Ka então coloca Oribel do mesmo jeito e morde a bunda para ser um beijo de despedida. Bye my love.
    Ka então faz sua higiene rápida enquanto observa Oribel com os brinquedos. Era uma tortura ou um prazer?
           Quando encontrar com Ysh'toka ou um empregado Ka dirá o recado: Senhora Ysh'toka, Oribel a espera, obrigado por permitir a interrupção. Estou agradecido. Ka deixa claro em sua postura corporal que estava satisfeito.

           Ao descer as escadas Mortalha brincava no corrimão, mas era uma brincadeira curiosa. Poderia ser um parceiro o qual penteava os cabelos ou parte dele na posição do final do corrimão. No entanto a surpresa foi o Estranho Misterioso que saiu da sombra.
           - Ora, Mortalha você sabe escolher bem. Bom gosto é uma marca do sucesso. Já você, tem usa própria marca, houvi histórias sobre gente que fazia isso. É como conhecer uma lenda viva. Será que Mortalha perceberia a referência que Ka usou sobre marcas para arranhar o corrimão e o Estranho Misterioso? Se você puder ajudar-me nessa missão será ótimo. Venha. Ao avistar Malice, Ka comenta os detalhes da missão para o Estranho Misterioso mas tenta ser discreto para os outros não escutarem.
           - Aquela é Malice, tenho que entregar ela para Idrolmi, uma escravagista que creio ter em sua posse duas escravas da família de um barbeiro. Essa missão de entregar Malice tinha um outro cara que me passou a perna e achou que poderia capturar uma Medusa, mas virou pedra. Agora se conseguirmos provas sobre os crimes de Idrolmi vamos ajudar o senhor Nekobese. Ela é maga poderosa e tem coisas de segurança na casa do teor mágico. Eu não gostaria de entregar dados do plano para Malice. Se tiver dúvidas, avise. Se puder falar pra mim sobre você, que tipo de vingança procura, sabe algo para ficar fora do seu caminho. Ka olha para a conversa no pátio e vai salvar Sham.

            Ao chegar no jardim, Ka diz:
            - Sham, obrigado por segurar a coleira pra mim. Miss Fortuna, você deveria levar o Sham para sair para não julgar ele errado, mas só quando ele puder. Fazer a missão com o Sham foi algo muito esclarecedor pra mim. Ka tentava ajudar ao amigo fazendo a Miss Fortuna o chamar para sair. A oportunidade poderia ser criada, agora era com o Sham.

             Depois do comentário de Sham, Ka diz:
             - Vou levar minha amiga aqui para cuidarem dela. Preciso de cobertura para voltar pra casa bem. Sabe como é, empregador novo tem essas coisas estranhas ainda mais quando o homem de confiança dele morre na missão. Mas não foi culpa minha. Sham se a gente não voltar, você sabe onde a gente vai. Nos vemos depois. Ka já havia explicado missão para o Estranho Misterioso, tinha um certo receio sobre Malice e a magia de Idrolmi.

             No caminho para casa de Idrolmi, Ka pensava no que iria falar. Já tinha uma ideia pronta. Chegará sozinho, neste caso sem Hazama mas com o Estranho na sua sombra, dirá que a missão estava feita, trouxe Malice. Sobre Hazama irá dizer a verdade, ele deu um passo maior que a perna e morreu por causa disso. Se tivesse focado na missão, tudo estaria tranquilo mas ele era muito afoito em busca de prêmios. Era hora de ir, certo de fazer isso de uma maneira discreta.
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     Ka III (SP) - Christiano Keller Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Sailor Paladina em Ter Abr 14, 2020 4:38 pm

    Ka joga um flerte pra Mortalha que devolve apenas um sorrisinho malicioso do tipo "depois a gente conversa". Feito o convite, o Estranho faz uma reverência pra Mortalha e acompanha o ladino, enquanto a elfa desmonta do corrimão e sobe as escadas indo na direção do quarto dela, mas não sem antes arriar as calças mostrando a bunda rapidamente e estirando a linguinha, apressando o passo depois. Lá fora, Ka dá uma sugestão pra Miss Fortuna e a elfa fica meio sem graça, mas não recua do que ela vê como um desafio e oferece a mão para que Sham a pegue e os dois saiam pra conversar. Um ligeiro empurrãozinho de Ka se faz necessário, dando um tapinha de leve no ombro do druida pra que ele aja. Terminada a cena entre amigos, Ka e Estranho seguem na direção da mansão de Idrolmi, com Malice sendo carregada na coleira. Já conhecendo a cidade na palma da mão e fazendo uso não apenas de sua capa como as habilidades de sombra do parceiro, Ka alcança seu destino sem chamar atenção e tampouco ser visto pelas autoridades no caminho. Mais barato e menos burocrático que molhar as mãos dos guardas como Hazama fazia. De frente pra mansão apenas um dos tieflings guardava a entrada. Ao ver Ka se aproximando com Malice, o rapaz abre o portão, checando os arredores pra ver não havia alguém olhando e permite sua entrada. O tiefling tinha um semblante triste e recomenda que Ka apreciasse a arte do jardim.
    - A Madame exige que todos contemplem suas criações.

    No caminho Ka vê o que aconteceu com a irmã do rapaz: a tiefling fêmea estava nua e de cócoras na fonte com o bico de água introduzido no ânus. Sempre que enchia demais, ela erguia, expelia o excesso e sentava novamente, pedindo desculpas pela insubordinação sem parar. Ela vê Ka e Malice passando, mas envergonhada apenas fecha os olhos e continua.
    - Perdão, senhora. Prometo me comportar.

    ilustração da cena:
     Ka III (SP) - Christiano Keller Atvg1y9

    Estranho fala mentalmente com Ka, afirmando que aquilo era doentio. Pra Ka aquilo parecia mais o aperitivo do que ainda estavam pra ver. Já sabendo onde ficava o escritório da patroa, Ka observa de canto de olho a janela do segundo andar e vê uma parte da cortina puxada com uma silhueta espiando. Certamente sua chefa estava se certificando que todas as suas ordens eram obedecidas a contento. Após algum tempo "apreciando" a humilhação pela qual a Tiefling passava, pelo menos até a cortina fechar, Ka continua o trajeto até a porta. Ao bater três vezes, uma criada atende e abre a porta. Vestida apenas com fitas de couro, máscara facial cobrindo o rosto inteiro exceto a boca e os olhos, a moça faz uma reverência, permitindo a passagem de Ka. Mobílias vivas eram coisa comum naquela mansão, a qual Ka embora ainda estivesse se adaptando, já tinha visto, mas Estranho provavelmente estava bastante perturbado com o que via. Mulheres de diferentes raças perambulavam pela casa com trajes ridiculamente sexualizados e com plugs e outros objetos de tortura em seus corpos, isso quando não eram forçadas a ficarem estáticas imitando uma mesa ou cadeira. Até mesmo o candelabro era uma elfa pendurada com velas semi derretidas sobre seu corpo. Ao chegarem no escritório, Ka bate à porta e ouve Idrolmi lhe dizer pra entrar.
    - Ora, ora, ora, o que temos aqui? Uma missão cumprida a contento.

    Idrolmi se levanta e caminha na direção de Ka sem deixar que ele falasse (sssh! sssh! sssh!) caso ele tentasse dizer algo.
    - Primeiro o mais importante...

    Idrolmi toma a coleira das mãos de Ka, forçando Malice a ficar de quatro e fica de cócoras pra ficar mais ou menos na altura dela.
    - Que cadelinha bonita que temos aqui. Soube que deu bastante trabalho pra nós. Aqui, engula isso! Pra aprender que não deve ficar em pé diante da sua dona.

    Idrolmi força duas pílulas na boca de Malice, enfiando os dedos goela a dentro dela pra garantir que engoliu e puxa o cabelo dela pra trás, introduzindo mais uma no ânus dela. Malice tosse bastante, quase vomitando, mas já era tarde, visto que a pílula tinha efeito veloz e apenas uma por si só já era bem forte. Malice tem uma reação violenta de orgasmo se debatendo enquanto arreganhava a bunda e introduzia os dedos na buceta e no cu. Era um prazer tão intenso que a garota lambia o chão pra manter algum nível de consciência.

    Malice drogada:
     Ka III (SP) - Christiano Keller JWThWo1

    A voz de Idrolmi soava muito sedutora. A bem da verdade é que a elfa escravista sempre teve uma queda por Ka e o ladino sabia disso. Ciente de que ele retornaria a mansão com um presentinho, Idrolmi colocara seu melhor vestido e melhor perfume. Estava definitivamente fantástica. A elfa senta na ponta da mesa, puxando Ka pela mão pra que ele fique entre suas pernas e o rosto bem próximo dela. Ela olha pro lado quando revela um sentimento negativo, mas depois fita Ka com expectativa no pedido.
    - Eu sei que o Hazama está morto. Eu odiava aquele elfo, mas ele fazia um bom serviço pelo menos... Contudo, não sei dos detalhes. Ele morreu pelas suas mãos? Caso contrário, conte a história toda fingindo que você o fez. Aprecio histórias em que meu herói humilha o vilão ou a vilã no final!

    Os olhos de Idrolmi brilhavam de empolgação. Ela também diz querer detalhes sobre como Malice foi capturada e o que fez Hazama, um elfo tão inteligente, meter os pés pelas mãos.
    - Um passarinho me contou que uma medusa atacou a Velha Londres. O que você sabe sobre isso?

    Ka sabia muito bem de quem se tratava aquele passarinho. Idrolmi iria ouvir toda a história com bastante atenção e caso Ka estivesse livre e não tivesse nenhum assunto extra a tratar, ela gostaria de propor um trabalho mais complexo e perigoso pra ele. Caso ele aceitasse, receberia uma recompensa adiantada.
    - Conheci uma elfa caolha arrogante em Dirtmouth que eu definitivamente não fui com a cara. Ela precisa aprender bons modos. Você teria um tempinho livre pra trazê-la até mim, Kazinho querido?

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     Ka III (SP) - Christiano Keller Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Christiano Keller em Ter Abr 14, 2020 9:26 pm

    Ka,

           A emoção que Idrolmi queria impor para as pessoas, em especial as mulheres era a submissão. Talvez ela gostasse daquilo ou tivesse um desejo reprimido precisando ser colocado em prática. Ka não poderia se comunicar com o estranho falando e não sabia se ele poderia ler seus pensamentos, mas ele tenta "pensar alto" para talvez o Estranho o escutar: "É algo comum aqui". Ka não se atreveria pensar em nada mais alto ali naquela casa cheia de magia, então apenas aprecia o "show". Ka não era um cavaleiro honrado ou um paladino da justiça, queria era sua parte no bolo do poder, já tinha Oribel. A presença na casa de Idrolmi era por suas missões que limpariam sua barra com outros poderes ocultos e assim escalaria na tortuosa trama de poder. Homens são cidadãos de segunda categoria em Onduth, então as mulheres mandam e Ka era apenas um cara atrás das mulheres. Ka então diz para a moça que pedia perdão:
          - Eu já vi bastante enquanto estava aqui na sombra, agora tenho uma missão a cumprir e se ficar parado apreciando a vista talvez seja o próximo ai na fonte. A gente se vê. Ka faz um sinal de até logo para a moça. Na verdade era um tipo de recado para o Estranho misterioso. Será que ele teria mais sorte em encontrar a família do Barbeiro?

           As drogas que Idrolmi usou para Malice se contorcer são interessantes, aquilo poderia ser algo bom para usar uma ou duas vezes com alguém. Quem quer que tome uma daquelas coisas iria pirar rapidinho. Ka não sabe o poder viciante que essa coisa pode ter, era melhor aprender mais sobre elas antes de sair usando com qualquer pessoa.

           
    Idrolmi escreveu:- Eu sei que o Hazama está morto. Eu odiava aquele elfo, mas ele fazia um bom serviço pelo menos... Contudo, não sei dos detalhes. Ele morreu pelas suas mãos? Caso contrário, conte a história toda fingindo que você o fez. Aprecio histórias em que meu herói humilha o vilão ou a vilã no final!
           Os olhos de Idrolmi brilhavam de empolgação. Ela também diz querer detalhes sobre como Malice foi capturada e o que fez Hazama, um elfo tão inteligente, meter os pés pelas mãos.
           
    Idrolmi escreveu:- Um passarinho me contou que uma medusa atacou a Velha Londres. O que você sabe sobre isso?

           - Então vou tentar contar na sequência de eventos, talvez a verdade seja meio entediante portanto vou adicionar alguns detalhes mais quentes. Ka coloca as mãos na mesa ao lado das pernas de Idrolmi, seus pulsos trocavam calor com as coxas dela. Ka olha nos olhos de Idrolmi e diz: Uma linda mulher ordenou dois de seus servos em uma missão simples, um deles chamava mais atenção e o outro era mais discreto. A língua passeia pelo lábio em antecipação para contar sua história. Nos primeiros dias os homens não se conheciam e iriam para um local que também não sabiam como era. Precisavam de um guia para não terminar em um túnel sem saída ou nas mãos de criaturas estranhas e vorazes. As criaturas atacaram os homens pelas estrada. Ka então coloca as mãos nas coxas de Idrolmi como se fossem mordidas com as pontas dos dedos, mas quando completa a frase suas mãos quentes se espalmam sobre o tecido. Os homens sobreviveram e as coisas se acalmaram. Parecia que um tipo de vínculo de irmãos em armas se formou, mas não era verdade. O guia mencionou uma Medusa que habitava o cemitério, um perigo terrível para os incautos. Mas ainda assim uma mulher poderosa que fez a ambição do homem que chamava atenção crescer. Algo crescia naquele momento, não acha? Um desejo? Uma vontade de agradar? Ka apenas move os dedos nas coxas de Idrolmi, ainda suave mas provocante. O olhar nos olhos e na boca, mas Ka olha para o lado como parte da história que conta e também para tentar desviar o olhar de alguma magia. Ka olha para o lado esquerdo para representar o homem que chamava atenção, Hazama e para direita para falar de si mesmo. O homem que chamava atenção então se demonstrou interessado na história da Medusa, na cidade ele dividiu o trabalho com o homem discreto. O discreto acreditou no seu colega e foi fazer sua busca nos locais mais perigosos pois era discreto. Só que o homem que chamava atenção tinha um artefato para localizar seu alvo. Ele não compartilhou essa informação e usou disso para saber sobre a Medusa. Por acaso o homem discreto percebeu seu colega com o alvo em mãos e retornou ainda inocente considerando que ele a encontrou num mero acaso. Ka então aperta as coxas de Idrolmi e olha nos seus olhos por um momento. O homem que chamava atenção tinha ambição, não queria executar a missão, ele não concordava que tinha que obedecer, ele não queria obedecer quando era preciso. Ele achava que poderia conseguir um novo alvo, um prêmio não solicitado, um desejo nunca feito, uma ordem não dada. Alguns obedecem e outros mandam, mas as vezes a gente pode trocar de lugar. Só as vezes pois reconheço meu lugar. Um tom de desafio para Idrolmi, ela gostava de desafios. O olhar muda para boca e fica lá antes de Ka retomar a história. O homem discreto queria executar sua missão, satisfazer sua senhora de muitas formas. Ele disse que deveria levar seu alvo embora, aquela era sua missão. Por fim, o homem que chamava atenção enganou o discreto e desapareceu. Escondeu seu alvo e procurou pela Medusa, a irritou para fazer com que ela deixasse seu covil. O homem discreto precisava executar sua missão, então fugiu da Medusa para não ser transformado em pedra. Só que o homem discreto não cai em armadilhas facilmente e guiou a Medusa até onde o homem que chamava atenção estava. Ele então viu a Medusa de perto transformando-se em pedra. O homem discreto então pegou seu artefato de identificar alvos e recolheu seu alvo. Antes de sair, o homem discreto deu um tapa nas costas do homem que chamava atenção para derrubar a estátua no chão que quebrou em diversos pedaços. Ka se aproxima da boca de Idrolmi e diz enquanto suas mãos sobem para a cintura dela: As vezes só falta um pouco para felicidade. Ka esperava ter provocado o suficiente para arrancar um beijo de Idrolmi.

           Se Idrolmi morder a isca, Ka vai dar uma certa atenção para ela naquele momento. Um momento mais intenso, mais molhado e cheio de prazer.
    Pensamentos >18:
    Ka podia sentir o calor do corpo de Idrolmi, tão perto e tão distante. As mãos na cintura chegam pela frente sobre as coxas cada vez mais perto da vulva. Os dedos fazem pressão na carne e a respiração na boca parece ofegar ou parar... os sentidos presos no tempo, uma eternidade antes do beijo. O beijo, um toque de calor nos lábios úmidos transbordando de desejo. Um sabor de liberdade e luta quando a pele toca a pele para as línguas lutarem pelo prazer alheio. A mão esquerda sobre para o seio direito enquanto a mão direita desce para a vulva. O toque quente sobre o tecido vai demorar para chegar na pele, apenas a massagem se faz presente naquele momento.o terninho de Idrolmi se abre fácil para a mão chegar ao mamilo e esquentar com a mão cheia. A calça colada tem um zíper invisível na lateral esquerda, mas talvez seja pouco oportuno. Idrolmi pode se divertir com a mão de Ka através do tecido fino colado ao corpo. Ka podria atiçar o fogo sobre o tecido e roubar beijos cheios de gemidos de prazer. No momento certo seguindo as dicas de Idrolmi poderá coloca-la em pé e baixar suas calças para fazer amor com ela sobre a mesa. Idrolmi deve gostar de algo intenso, quente e que quando acaba ela pode subir a calça rápido para dizer "tchau". Mas eram muitos detalhes para pensar antes de até mesmo ocorrer o primeiro beijo.

           Depois vai tratar do assunto sobre a elfa caolha.
           - Uma elfa caolha em Dirtmouth? Ochyllyss, tri-campeã da arena? Eu sei quem ela é se for ela mesmo. Morei lá durante um tempo. Ka não precisava mentir sobre tudo, era muito melhor omitir coisas no meio das verdades.
          Por outro lado como conseguiria uma prova sobre Idrolmi, como saberia se as mulheres de Toddy estão lá em meio aos empregados ou até móveis da casa? Uma criança não parecia estar nos maiores ambientes da casa. Seria parte de um enfeite? Ou o Estranho poderia conseguir as provas enquanto Ka estava ali entretido?
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     Ka III (SP) - Christiano Keller Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Sailor Paladina em Sab Abr 18, 2020 4:10 pm

    Offtopic: Teste de Carisma 19(+4)=23 Sucesso.
    18+:
    Ka aproveita o clima favorável e atiça Idrolmi pra beijá-lo, sendo bem correspondido. Enquanto passava a mão pelo corpo dela sentia a mão da elfa tocar seu saco e pênis sobre a calça, deixando Ka tão excitado quanto ela. Não sendo muito chegada a enrolações, Idrolmi rapidamente desabotoa a blusa deixando seus seios a mostra e agarra o cabelo de Ka, empurrando a boca dele para que chupasse seus mamilos. O chamava de safado, atrevido e cachorro, enquanto arranhava suas costas de leve. Ardiam um pouco, mas dava pra suportar. Já bem excitada, Idrolmi fica de pé por instantes, desabotoa a saia, deixando-a cair, baixa a calcinha até os joelhos e ficando seminua, ela se posiciona de cócoras para chupar o pau de Ka. Não era nem de longe profissional no assunto, metendo a boca com avidez e sugando rapidamente, o que deixava as pernas de Ka meio bambas de prazer. Ka apreciava as lambidas que Oribel e Syl lhe proporcionaram, mas não dava pra exigir isso de todas. Um momento e Idrolmi dá uma mordidinha no pau de Ka e a dor faz o meio elfo instintivamente puxar o cabelo da elfa puxando a cabeça dela pra trás. Idrolmi estava com a boca melada de saliva, parecia uma esfomeada.
    - Que foi haha. Um pouquinho de dor faz bem... Sua vez agora, chupa a buceta da sua dona. Cachorro...

    Idrolmi se deita na mesa, deixando as pernas bem abertas e delira com a língua ávida de Ka. Toda vez que a língua dele passeava no cuzinho dela, Idrolmi puxava o cabelo dele pra vir mais pra cima, como se não gostasse muito do toque naquele lugar, porem suas pernas tremiam e seus gemidos aumentavam. Talvez fosse medo por ainda ser virgem ali. O fato era que os puxões de cabelo estavam incomodando e Ka vê uma oportunidade de dar uma mordiscada na vulva da elfa junto com uma bela tentativa de dedada em seu orifício rosado. A dor faz Idrolmi gritar alto embora nem a mordida tenha sido forte, nem a dedada concluída. Idrolmi fica sentada com a cara emburrada.
    - Ssh, ssh, ssh! Você tá muito atrevidinho pro meu gosto! Ainda não dei autorização pra entrar no meu cu. E eu não gosto de sentir dor. Gosto de causar dor. É diferente! Você vai ter que merecer ir mais longe do que isso. Agora xô! Vá fazer seu serviço, lacaio.

    Pra não ficar um clima meio ruim entre empregado e patroa (ou dona e servo como Idrolmi via a situação), o ladino demonstra conhecer o alvo mencionado pela elfa. O fato de Ka saber de quem a tal caolha se tratava, arranca rapidamente um sorriso de satisfação de Idrolmi, que como era de se imaginar não tinha muita sensibilidade quando falava de pessoas de classe inferiores, mesmo se fosse de alguém que ela gostava.
    - Hahaha! Mas é claro que você conhece! Você veio daquela favela, deve saber quem é todo mundo por ali. Espero que o fato dela ser uma lutadora experiente não seja lá muito problema pra você. Não era problema pro Hazama.

    Um jeito bonito de dizer "se vira!", por parte de sua patroa. Ka se despede com um beijo prolongado e deixa a sala. Enfim, sem muito acesso a mansão de Idrolmi por enquanto, Ka se despede e começa a descer as escadas do salão principal. Embora quase imperceptível para os transeuntes da mansão, Ka vê de relance um jogo de sombras correr pelo chão entre um servo e outro. Ele sabia o que significava e portanto desce tranquilamente sem chamar atenção. Assim que toca o piso, passando por uma serva que baixa a cabeça pra ele, Ka vê a sombra dela se unir a sua, assim como uma voz fantasmagórica em sua mente dizer "voltei!".

    Offtopic: Teste de Percepção 20(+3)=23 Crítico.

    Ka deixa a mansão e já no meio do caminho pra sua casa, procura um ambiento escuro e seguro pra conversar. É quando o Estranho surge de sua sombra dizendo que vasculhou o possível do lugar sem ser visto. Ele não possuía telepatia, tampouco Ka tinha poder mágico, logo leitura de mentes não era possível. Enquanto Ka podia lhe ouvir murmurar em sua mente, como uma espécie de comunicação limitada, não podia ouvir, a menos que Ka falasse em voz alta. O fato de que o Estranho não podia ler sua mente e tampouco assistiu sua foda com Idrolmi, foi um alívio pra Ka. Faltava apenas saber o que ele descobriu na sua investigação. Estranho diz que aquele salão central com a escadaria bonita é só uma fachada para o interior da mansão. Atrás daquelas portas existe um imenso calabouço cheio de escravas de várias raças passando por todo tipo de humilhação e tortura. As vítimas eram chicoteadas ou penetradas por vários objetos. Nuas, amarradas e amordaçadas, sofriam enemas e até queimaduras quando marcadas a ferro. Não tinha como saber quem eram a esposa e a filha do barbeiro sem conhecer seus rostos, mas era certo que não havia nenhuma criança lá embaixo. Provavelmente estaria separada em algum ambiente seguro. Idrolmi não seria tão doente assim.
    - Eu não acredito que as autoridades permitam tal coisa, mas por outro lado, Idrolmi é rica e tem contatos importantes. Provavelmente molha a mão de gente importante pra fazerem vista grossa. Caralho, agora que me dei conta... Tu trabalha pra ela!? Qual é a sua, Ka? Se tu chegar perto da Mortalha pra levar ela pra esse lugar, eu te enforco com sua própria sombra!
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     Ka III (SP) - Christiano Keller Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Christiano Keller em Dom Abr 19, 2020 2:01 am

    Ka,

    (Antes)
           Ao descer as escadas Ka pensava nas coisas que acabaram de acontecer. O esquenta com a Idrolmi foi interessante, era importante conhecer e instigar para saber mais sobre ela. Agora por que ela queria a Ochyllyss era uma dúvida... seria só pelo fato de ser uma pessoa, uma mulher, poderosa? Ka precisava descobrir os segredos dela e era importante saber como poderia derrubar alguém como ela. Por um lado Ochyllyss gosta de apanhar, sentir dor, do outro lado Idrolmi gosta de causar dor... a união das duas seria algo proveitoso ou perigoso?
           Ver a sombra do Estranho era um certo alívio, poder deixar o lugar e com sorte ao mesmo tempo que ele ajudava. Não poderia perder o cara lá dentro e enrolar, talvez ir ao banheiro até encontrar o cara. Mas agora estava mais seguro para sair. Ao caminhar para fora da casa Ka pensava em atrair Ochyllyss até ali, precisava de um argumento, não tinha uma daquelas drogas para oferecer para ela. Como Idrolmi mantinha todos aqueles prisioneiros era algo curioso, ela conseguia manter todos lá presos. Há drogas, carrascos, magia e certamente pagava propinas para alguém.

    (Depois, agora)
           Ka queria um papo com o Estranho num local seguro.
    Estranho Misterioso escreveu:- Eu não acredito que as autoridades permitam tal coisa, mas por outro lado, Idrolmi é rica e tem contatos importantes. Provavelmente molha a mão de gente importante pra fazerem vista grossa. Caralho, agora que me dei conta... Tu trabalha pra ela!? Qual é a sua, Ka? Se tu chegar perto da Mortalha pra levar ela pra esse lugar, eu te enforco com sua própria sombra!
    Ka faz sinal com as mãos para o Estranho de "Não", em Cantrip diz:
           - Não confunda, o chefe pediu para eu ir lá. Ele passou um serviço secreto pra mim que envolve trabalhar para ela. Ai pesquei as coisas estranhas e acho que tem como tirar um proveito da situação se a gente entregar ela para as autoridades ou destruir a reputação dela no caminho. Ai talvez fique mais fácil de atingir o que ele pediu. Ka tenta explicar para o Estranho que ele não estava ali para aquilo, por Idrolmi. Tinha ordens que não queria dizer para o Estranho, não precisava contar para ele o que o Nekobese pediu. Você achou algo que posso usar? Ela passou uma nova missão, Ochyllyss de Dirthmouth. Pensei em combinar com ela aqui e levar ela para Idrolmi. Também pensei em avisar que ela tem prisioneiros para a polícia ali. Ka pensa por um momento tramando seu plano e faz uma proposta para o Estranho Misterioso: O que acha de fazer o seguinte: aviso algum pica grossa da polícia que ela tem reféns e escravos presos na mansão, alguém fora das propinas dela. Pensei em colocar uma data importante para ser um ponto de encontro ai poderia mostrar para as pessoas onde estão os prisioneiros na casa. Mas se achar a família do Toddy poderia ligar ela com crimes contra a corte, iriam pegar ela rapidinho. A outra coisa que pensei foi em marcar com a Ochyllyss para que ela venha até aqui, ela quer me matar, mas se a levar para dentro da casa da Idrolmi como ela quer, bem a coisa ficará feia. Se der sorte teria um monte de guardas lá para pegar as duas juntas. Ka para por um momento e diz: Mas eu não to gostando deste plano... ainda não sei como lidar com a Ochyllyss direito, teria que ir batendo nela ou prometer um monte de coisas. Ka faz um sinal para irem embora pensando. Então diz: Vamos falar com o chefe, se for fazer bagunça no quintal dele é melhor conversar com ele primeiro. Ai a gente conversa melhor na casa e troca algumas ideias com ele. Ka espera o Estranho se juntar à sua sombra e usa a capa para sumir pela cidade. Queria evitar de ser visto ou seguido até a casa do Nekobese.

           Na casa do senhor Nekobese, Ka conversa mais um pouco com o Estranho Misterioso e quando escuta sua ideia fala com Nekobese.
           - Senhor, lembra sobre o serviço que pediu para eu fazer, eu pensei em fazer algo, mas pode envolver uma pequena bagunça na cidade. Eu acho que ela tem prisioneiros relacionados a uma morte da nobreza. Ainda não achei e pretendo avisar as autoridades para pegarem e removerem ela do tabuleiro. Este tipo de aviso pode envolver muita policia e não quero envolver polícia sem falar com o senhor antes. Seria uma remoção oficial, nada ilegal, então talvez seja mais fácil para atingir seu objetivo real. Ka observa Nekobese e então completa: Minha nova missão agora tem relação com Ochyllyss de Dirthmouth. Preciso levar ela para Idrolmi torturar, parece que elas tem uma disputa e talvez possa haver um vácuo no poder da cidade, então achei importante avisar o senhor. Informação é uma vantagem neste tipo de coisa, certo chefe? Ka espera um pouco e então diz: Meu plano é assim: marco um dia com os policiais e Ochyllyss na casa da Idrolmi. Eu seria a isca da Ochyllyss para levar ela pra lá, depois chegariam os policiais para pegar as duas e talvez me salvar. No mesmo dia se elas caírem o senhor tem o movimento pronto para ocupar o espaço que elas vão deixar. O que acham? Alguma ideia de como me manter vivo nesta situação? Ka estava preocupado com sua segurança.

    Se concordarem com o plano:
    Se concordarem com o plano, Ka então escreveria bilhetes para os mensageiros.
    Um mensageiro seguiria para Ochyllyss: "Querida Ochylyss, Tri Campeã das Arenas, quero encontrar com você. Agora trabalho para Idrolmi e aprendi técnicas de causar dores, tortura. Vou te bater até cansar e acho que vai gostar disso. Temos contas a acertar." No final o dia, hora e local para encontrar com ela. Pelo menos dali a uma semana.
    Outro mensageiro receberá outro bilhete, desta vez para Koyaan: "Denúncia anônima: A senhora Idrolmi tem em sua mansão prisioneiros que a ligam a um crime contra a nobreza. Algo especial poderá facilitar o momento." Também o dia, local e horário com 30 minutos de diferença.
    Se não concordarem com o plano:
    Ka então pergunta o que sugerem para linha de ação.

           No entanto ainda tem algo para Ka resolver, o problema com a magia do tempo de Tharja na encruzilhada. Quem poderia ajudar? Ka ainda estava perdido em relação com aquilo e precisava falar com seus colegas sobre o que estava acontecendo. Será que Sham teria mais informações? Talvez possa sugerir alguém para conversar? Aquilo era magia brava, talvez oribel tenha algum contato? E quem então poderia saber sobre aquilo? Talvez alguma bibliotecária? Ka então pensa se Oribel iria até a biblioteca com ele para fazer uma pesquisa... ideias pervertidas passam por um momento em sua mente.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Ter Abr 21, 2020 5:48 pm

    Ka tenta convencer o Estranho de que estava trabalhando pro Nekobese contra Idrolmi, mas o espião continua ressabiado. Teria que ouvir do próprio Nekobese que aquilo tudo era verdade, afinal, Ka ainda era um novato na equipe e os dois não se conheciam a tempo suficiente. Até lá ele se reserva o direito de permanecer calado com as coisas que ouviu de Ka e deixa suas razões bem claras. Se Nekobese confirmasse tudo, o ladino teria todo o seu suporte. De volta a mansão, Ka e Estranho passam batido por todos dizendo que tinham um assunto sério a resolver com o patrão e portanto não são importunados. A porta dupla pro escritório de Nekobese estava aberta e o o chefão em sua poltrona apenas dava atenção a sua mada Ysh'toka que sentava na ponta da mesa e trocava olhares apaixonados com ele. Até que Ka e Estranho aparecem e ele pede pra noiva deixá-los a sós. Tinha muito o que discutir com seus asseclas, principalmente com Ka.  A nekojin se levanta e quando vai passando por Ka, ela o fita e diz pra ele ter cuidado dobrado quando sair na rua. A vida dele estava em risco e ainda não haviam descoberto o porquê nem por quem. A gata sai com seu andar faceiro de sempre e os dois ladinos se entreolham ressabiados antes de olharem pra Nekobese que os aguardava sentarem. O nekojin repousa os cotovelos sobre a mesa e tamborila os dedos com expressão preocupada.
    - Amigos, eu imagino que tenham coisas a me reportar, mas eu preciso avisar que recentes eventos têm complicado a vida de muitas pessoas em Lacrimosa incluindo a nossa.

    Nekobese diz que chegou aos seus ouvidos que alguma mágica tenebrosa lançada na Encruzilhada Esquecida havia desencadeado mudanças nas cidades vizinhas. Obviamente aquilo chamou rapidamente a atenção de autoridades e até mesmo a Rainha já estava ciente disto, ordenando que seus magos mais poderosos fossem até lá pra investigar o que aconteceu. As ruas de Lacrimosa, Dirtmouth e Vila Mantis tiveram sua patrulha aumentada e qualquer pessoa de aparência suspeita (em outras palavras, capaz de usar mágica) era parada pra interrogatório. Algumas casas estavam recebendo visitas dos guardas com esse propósito, a fim de saber que forma de magia o cidadão usava em seu cotidiano. E não era só isso. Alguns assassinatos recentes ocorreram em Dirtmouth e Vila Mantis por um assassino misterioso que saltava das sombras, envenenava suas vítimas, e deixava cortes de garras em seus corpos. Nekobese diz quem foram as vítimas o que traz uma certa preocupação a Ka. O taverneiro Horudak e seu empregado foram encontrados dilacerados e envenenados dentro da taverna. O mesmo aconteceu com alguns clientes do taverneiro Lothor em Vila Mantis. O Estranho já se defende dizendo que não tem visitado estas cidades e não costuma matar, tampouco usar veneno. Nekobese o tranquiliza, dizendo que confiava no colega, mas aponta pra Ka e diz que embora não desconfiasse dele como assassino, sabia que o rapaz esteve recentemente nessas cidades e que acabaria se tornando um suspeito. Estranho pergunta:
    - O senhor delegou algum contrato novo envolvendo a Madame Idrolmi?

    Nekobese dá uma coçadinha no bigode e suspira pesadamente confirmando apenas com um menear de cabeça. Estranho diz não querer ofender ninguém, mas pergunta porque o patrão escolheu um novato pra investigar a ricaça escravagista e antes que Nekobese respondesse, a voz de Ysh'toka se faz presente.
    - É um motivo pessoal, Estranho. Que diz respeito apenas ao Ka e a namorada dele, no qual eu estou de certa forma envolvida. A interessada no título de Baronesa sou eu, portanto, sem querer ofender, permita-me escolher quem me ajuda com isso.

    Estranho Misterioso faz uma reverência e pede desculpas por ter soado tão intrusivo, mas Ysh'toka sorri e aceita suas desculpas. A Nekojin surpreende aos dois, pois acreditavam que ela havia ido embora, no entanto estava por perto ouvindo toda a conversa. Caso Ka ainda tivesse em mente o plano original que havia elaborado e ele quisesse propor, todos iriam ouvi-lo, mas no final das contas, nenhum concordaria em envolver as autoridades em qualquer que fosse a situação.  Causar qualquer espécie de comoção na cidade era absolutamente uma má ideia. No atual estado das coisas, era bem possível que eles acabassem como suspeitos de qualquer coisa, pelo fato de serem criminosos profissionais. Se Ka tentasse encontrar qualquer uma das autoridades provavelmente terminaria preso. Ka imagina que Koyaan não poria o dele na reta por sua causa. Ao falar de Ochyllyss e Dirtmouth, Nekobese diz que Ka deveria tentar outra forma de levar essa mulher pra lá. Conhecia a campeã da arena e sabia que ela não iria cair em alguma armadilha assim. Era bem capaz de estar escondida com medo de ser suspeita também.
    - Se você for tentar servir de isca pra ela, vai acabar morrendo. Melhor pensar nisso direito.

    Ysh'toka se adianta e diz que Ochyllyss era uma oponente formidável e que Ka não conseguiria capturá-la sozinho ou com qualquer dos asseclas de Nekobese. Seria necessário que ele fosse com alguém do mesmo patamar.

    Spoiler:
    - Vamos?

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    Mensagem por Christiano Keller em Qui Abr 30, 2020 8:57 pm

    Ka,

           A conversa com o Estranho é complicada e o chefe pediu para ele ser discreto... coisa que Ka tentava fazer. Porém não era lá um bom especialista em magia, estava meio preso para falar com o chefe sobre a magia da encruzilhada. Quando menciona a reunião com Nekobese, Ka chega a ficar preocupado mas se era preciso ter algo simples para esclarecer o serviço era melhor o chefe dar um sinal do que Ka ficar com medo da sombra.
          - Senhora, Senhor, eu sei que deveria ser discreto, mas achei que poderia usar da ajuda do Estranho para resolver a missão sem causar este pequeno embaraço. Por outro lado ele está certo em reportar o que viu, ainda mais com todas as coisas bizarras que Idrolmi faz. Ka olha para o Estranho num tipo de reforço e compreensão para o colega. Então Ka olha para Ysh'toka e Nekobese, mas olhando para Ysh'toka diz: Chefe, eu recebi uma missão da Idrolmi para levar Ochyllyss até lá. Talvez uma droga, talvez alguém para ajudar-me para atrair ela até lá. Será que a Medusa ajudaria Ka neste momento? Talvez sim, talvez não. Koyaan seria uma ajuda mas nas condições atuais era mais complicado. Eu pensei em usar as autoridades para não gerar despesas extras, distrair os guardas com outras coisas e fazer eles exporem as coisas doentias da Idrolmi, mas eles estão ocupados com a coisa na encruzilhada e talvez eu saiba sobre algo já que passei lá mais cedo. Ka faz uma cara de quem sabe demais e começa a falar: A carroça que usava para vir até aqui parou, vi que tinha algo estranho e desci. Usei pedras para marcar o circulo quando passei, se ele está abrindo isso pode ser um problema. Quando passei parecia que houve uma explosão no local da cabana de uma vidente lá. Videntes as vezes podem ser poderosas quando escolhem os destinos do mundo, então talvez algo esteja forçando essa versão ou probabilidade. No entanto eu não conheço nada de magia e talvez o Shan tenha mais informações. KA não sabia nada sobre aquilo. Uma preocupação passa por seu corpo... aquele destino parecia muito favorável... qual seria o destino quando aquilo passar?

           Por um momento Ka observa seus colegas e chefes em busca de alguma resposta. Ele não sabia lidar com o problema de magia e alguém muito poderoso precisava participar daquilo. A única pessoa que Ka pensava que poderia talvez ajudar era a Medusa, mas não queria acionar ela, não naquele momento. Talvez possa usar ela para se proteger de Ochyllyss, mas não sabia se era adequado.

           - Sobre os assassinatos, não fui eu, mas eu estive nestes lugares, isso não é bom. Se o assassino está me procurando, isso pode ser um problema. Será que ele está procurando por mim? Ka pensa nas coisas que fez recentemente e quem poderia ser o assassino. Não lembrava de ninguém no caminho, talvez Oribel poderia saber algo, mas talvez não. Então, quando a gente estava na cidade de Londres, eu descobri uns podres sobre a Mortícia. Ela trabalha com a Idrolmi e a família do Barbeiro Toddy pode estar na casa da Idrolmi. Isso significa que se a gente conseguir descobrir sobre a família dele presa no porão da Idrolmi, a Mortícia pode dançar também. Será que este assassino está atrás de mim por isso? Ka fica preocupado, ainda tinha mais uma possibilidade. Mas tem mais uma possibilidade... a própria Ochyllyss. Ela é muito capaz e pode querer me matar. Ka então usa o objeto mágico que inibe o medo, não queria demonstrar o medo para seu chefe, mas Ochyllyss sendo a assassina, aquilo ali era complicado. Ka mandou os recados daquelas cidades avisando onde estava, então ela poderia saber.

           - Então, sim senhora vamos. Agradeço a oportunidade por se envolver nesta situação. Certamente para ser Baronesa é poderosa o suficiente para enfrentar Ochyllyss. Ka parecia preso entre a bigorna e o martelo. Quando levanta para partir com Ysh'toka ele diz aos outros: Até breve. Com uma breve saudação, parte para o lado de fora da mansão... um tanto seguindo como abrindo portas na frente para Ysh'toka passar. Era bom treinar para a Baronesa. Durante o caminho Ka observa se o Estranho veio com os dois.

          Do lado de fora da Mansão, Ka caminha para Dirthmouth mas indaga Ysh'toka:
          - Então, Ochyllyss deve estar lá. Não precisava apontar. Ela tentou me matar uma vez, não sei se foi ciumes ou não, mas ela deixou todos ao redor com muito medo. Pode ser algum tipo de magia que causa medo ou intimida. Ela também ofereceu um prêmio para me encontrarem uma vez, acho que ela não ficou contente. Eu presumo que madame seja uma boa maga pelas coisas que vi, então eu seria a isca. Perdoe-me pela pergunta, mas é que não a conheço como gostaria, acredita que pode capturar Ochyllyss se eu tentar conversar com ela para distração? Ka escuta os comentários de Ysh'toka. Não sabia todo o poder dela, mas parecia grande. Vejo que você conhece Oribel muito bem. Ka precisava agora capturar Ochyllyss... aquilo era complicado. Pelo menos tinha o artefato que o deixa imune ao medo.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Sex Maio 01, 2020 7:50 pm

    Ka e Ysh'toka deixam a mansão e seguem seu caminho pra Dirtmouth sem a companhia de mais ninguém conhecido. Se a patroa não fazia o convite pessoalmente, nenhum dos asseclas ousava se intrometer nos seus assuntos. Durante o trajeto, o ladino puxa assunto primeiro sobre Ochyllyss, o que deixa a nekojin pensativa, mas sem responder ainda. Ka então fala do quanto a patroa conhecia Oribel e percebe um sorrisinho de canto de boca surgir na face dela. A nekojin suspira, segura a mão de Ka e aperta o passo pra alcançarem uma praça próxima com um banco onde podiam se sentar. O local estava iluminado com um poste aceso por fogo fátuo e com as ruas vazias, os dois podiam ter um momento a sós. Ysh'toka senta-se primeiro e cruza as pernas, pedindo pra Ka sentar com ela, pois queria esclarecer algumas coisas. Depois que Ka se senta ao seu lado, Ysh'toka escora o cotovelo e repousa o queixo na mão olhando pra Ka e o chama de alguém curioso. Não porque ele tentava saber das coisas ao seu redor, mas sim por ele ser envolto em mistério, sem origem alguma e mesmo assim, acabou envolvido com tanta gente importante e eventos além da alçada de pessoas simples. Ysh'toka pergunta a Ka se o que ela sentia por Oribel era amor verdadeiro, o por quê disso e se ele nunca se perguntou se a parceira não estaria apenas usando ele para seus propósitos, e caso fosse isso, como ele reagiria.
    - Como você já sabe, Oribel Discordia costumava viver em Pico de Cristal. As duas irmãs sempre foram igualmente arrogantes e prepotentes, rivais e sempre querendo passar a perna uma na outra. Calhou um dia em que Oribel quis dar um passo maior do que a perna e apostou seu próprio status no que ela acreditou ser uma barganha nos negócios da família, mas o resultado não foi positivo pra ela. Perderam muito dinheiro e Origa propôs vender a própria irmã para que o dinheiro pagasse boa parte das dívidas. Leiloada num evento fechado, Oribel foi comprada por Idrolmi, que ofereceu uma grande soma em ouro e diamantes por ela... Eu conheço os detalhes porque trabalhava para a Idrolmi na época e fui eu quem colocou a coleira nela... meow.

    oribel castigada:
     Ka III (SP) - Christiano Keller BY2k9SI

    Ysh'toka não demonstrava alegria em relembrar o fatos, muito pelo contrário, seus olhos estavam baixos como relatando algo triste. Ela continua a longa história e diz que nos meses seguintes, mudando-se pra Lacrimosa, Oribel passou a ser abusada e torturada por Idrolmi diariamente pra fazer "valer o dinheiro investido" e quando conseguiu quebrar sua vontade, a colocou pra ter treinada como CUrier. Começaria a servir Idrolmi fazendo entregas com objetos introduzidos no ânus. Novamente, Ysh'toka confessa participação e que depois de Idrolmi mudar de alvo preferido, foi ela quem ficou encarregada de castigar e treinar Oribel. Ironicamente, surgiu um elo  afetivo entre as duas e quando Idrolmi considerou revender a escrava, Ysh'toka decidiu abandonar o emprego. Enquanto a patroa dormia, a Nekojin pegou Oribel e a ordenou que fugisse pra Dirtmouth, onde Idrolmi jamais pisaria pessoalmente. Ela própria tentaria recuperar seu status encontrando seu antigo parceiro Nekobese que à época também perdeu dinheiro e status.
    - Ser um nobre no Pico de Cristal requer muito jogo de cintura. Um dia você está no topo. No outro você pode acordar num esgoto. Muito dinheiro e reputação é disputado por lá. Foi muita sorte o Nekobese ter mantido seus aliados, pois o Lobo Misterioso forjou aquele documento que você trocou e conseguiu uma boa mansão pra nós. Eu jamais viveria com ele em Dirtmouth e só estou indo com você pra lá, porque como eu disse, é pessoal e envolve gente conhecida.

    Enquanto conversavam, três elfos com trejeitos mal-intencionados abordam o casal, fazendo com que a adaga de Ka saltasse imediatamente pra suas mãos. A cena chega a ser um pouco nostálgica pra Ka, porém Ysh'toka não gostava de ser interrompida e muito menos insultada. A Nekojin fica de pé rapidamente e desfere um soco elétrico no chão que não apenas faz os elfos voarem longe como quebra alguns objetos e parte do chão agora queimado, ficando com alguns rastros de fogo e eletricidade. Feridos os elfos partem em retirada. O som do golpe fora tão estrondoso que podia ser ouvido a quilômetros. Ka fica com o ouvido zunindo por alguns instantes.

    thunderwave:
     Ka III (SP) - Christiano Keller DKNb0yM

    - Onde estávamos? Ah sim, revelações... Vamos caminhando porque cheiro de queimado irrita minhas narinas. Meow.

    Ysh'toka nem comenta sobre o poder fantástico que acabara de usar, mas certamente aquilo causou impacto positivo na percepção de Ka sobre os poderes de sua patroa. A Nekojin volta a tocar no assunto de sua ex-patroa e diz a Ka que não adianta tentarem incriminar Ildromi por possuir escravos. Esse tipo de negócio é totalmente legal em Onduth, sendo inclusive um dos principais métodos de comércio do reino. Porém, tudo tinha que ser catalogado e registrado pela Junta Comercial. Quando Ka falou na mansão sobre a família do barbeiro, Ysh'toka viu ali uma oportunidade única. Idrolmi jamais iria declarar a posse de escravos envolvidos em crime. Era onde eles precisavam trabalhar em cima. Porém, a gata acha difícil que os escravos estivessem na mansão dela. Seria um movimento perigoso por parte dela e Idrolmi era muito esperta. Provavelmente estavam em outro lugar ou muito bem escondidos em alguma parte da mansão que ninguém mais conhece além dela. Já aproximando-se da saída de Lacrimosa e entrando na Encruzilhada Esquecida, Ka lembra de verificar a situação da bolha temporal, mas não dá pra chegar mais perto pra qualquer avaliação por parte de Ysh'toka. O lugar estava cercado de autoridades.
    - O que quer que seja isso, é magia muito poderosa. Muito além da minha. É melhor não nos envolvermos por hora.

    Evitando chamar atenção, o casal parte logo pra estrada de Dirtmouth. A proximidade de sua algoz fazia o coração de Ka acelerar. Ele tinha a proteção do amuleto de Syl e a companhia de Ysh'toka, mas Ochyllyss era ardilosa e podia muito bem superar um obstáculo ou dois e isso meio que deixava Ka receoso. Desde o dia que a elfa guerreira colocou uma faca no pescoço de sua amada, temia agora não só pela sua própria vida como a esposa do seu chefe. Antes de avançarem mais, Ka pergunta se Ysh'toka seria capaz de capturar a vilã num momento de distração e a nekojin diz que não seria tão fácil quanto ele pensava. De fato ela tinha uma magia capaz de fazer Ochyllyss partir sozinha em direção a mansão de Idrolmi, mas ela poderia usar sua força de vontade pra resistir. Seria ideal que ela fosse vencida antes de algum jeito.
    - Ka, eu não acho que você vá conseguir ludibriá-la. Eu acho que um combate é inevitável, porém, eu posso melhorar suas habilidades combativas e você teria boas chances contra ela. Claro, isso seria o plano B! É só dar um sinal que eu chego com tudo! Grrr. miau!

    Ysh'toka começa a respirar pesadamente fitando Ka nos olhos como se tivesse pronta para tomar uma decisão importante que poderia se arrepender (ou não), agarra Ka pelos pulsos o empurrando contra a parede e o beija na boca, demoradamente.
    - Oribel é mesmo uma sortuda... Eu não entendo como uma pessoa poder querer matar você, Ka. Quanto ao beijo, não se preocupe. O Nekobese não gosta da mesma fruta que você... Nossa relação é estritamente profissional.

    Ka sabia onde era a morada de Ochyllyss. Todos em Dirtmouth sabiam, pois era um palácio em meio a uma cidade pobre e esquecida pela nobreza. Ka estava chegando de surpresa e tinha um backup pronto pra qualquer situação. Contudo, mesmo tendo aquela vantagem, ele não conseguia descartar a sensação de que tinha os seus passos sendo vigiados desde que saíra de Lacrimosa. Alguém ou alguma coisa o perseguia, mas ele não fazia ideia de quem ou o que. Ka poderia ir direto para o palácio de Ochyllyss, visitar seu antigo cafofo, causar alguma comoção numa taverna ou mandar um mensageiro. Todas essas eram opções válidas e igualmente perigosas, mas havia chegado a hora do é tudo ou nada.
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    Mensagem por Christiano Keller em Dom Maio 03, 2020 1:01 am

    Ka,

           As revelações de Ysh'toka foram chocantes, até um pouco marcantes. Isso explicava a relação das duas quando Ka chegou em casa. No entanto algo que Ysh'toka disse pegou Ka de jeito, era algo que ele cogitava, mas talvez fosse verdade... ingênuo de alguma forma, Ka queria que aquilo fosse mentira. Ao rever sua vida e acontecimentos, Ka estava ciente que não tinha uma origem de berço dourado, era um pobretão, um pé rapado, um verme que não era bom em uma profissão além do crime. Oribel foi sua amiga em Dirthmouth, talvez por ter aparecido na cidade do nada sem ter para onde ir. Ela o escolheu ou o acaso os uniu para sobreviverem como parceiros no crime e até ali, tudo parecia normal pois eram apenas mais um casal de criminosos que tentavam se manter. A relação dos dois ficou mais séria após o roubo na taverna. Oribel já havia roubado quando Ka ainda estava pensando em o que fazer, mas ali parecia que ela já tinha um plano.
           Ka então pensa no que houve depois. A busca pelo empregador, Nekobese. Oribel até se fez de tola, mas talvez soubesse de Nekobese através de Ysh'toka. Ele precisava de um bode expiatório para roubar os documentos a fim de herdar a mansão. Ka foi fazer os serviços para se livrar dos problemas de Nekobese enquanto Oribel ficou segura em casa, como uma princesa ficaria. Era o papel dela, ser uma princesa, sua vida pregressa foi assim até a aposta nos negócios não dar certo... mas a história que Ysh'toka conta é um pouco diferente do que Oribel contou. Ela disse que sua irmã armou a vergonha que a arruinou, que quando mexeu no plug ela se contorceu na frente dos outros. São detalhes que não se enquadram pois para ser uma CUrrier, Oribel já precisava usar o plug antes de ser humilhada pela irmã. Mas segundo Ysh'toka ela deixou o lar para aprender sua profissão nova.
           Havia outra coisa, o interesse de Koyaan em Ka como um agente da corte para pegar criminosos e arrumar coisas que deram errado. Aquele interesse dele em ajudar Ka e Oribel era raro, ele sabe da origem de Oribel, alguém como ele deveria ficar de olho nela pelos velhos tempos talvez. Assim Ka entrava na história, não como alguém relevante, mas como a mão da nobreza em ação tentando buscar por levar a família Discordia para o topo novamente. O ataque de Ochyllyss até a casa de Ka na encruzilhada também guardada era algo raro. Sua presença em Nova Londres sem Ka avisar também tinha uma razão clara, alguém avisou, então Ka estava sendo vigiado ou Koyaan era informado por alguém que sabia para onde Ka estava indo. Como Ka usava a capa, alguém sabia o que estava procurando ou alguém sabia para onde ele iria. Apenas um nome passava na cabeça de Ka, Oribel.
           A revelação fica na mente de Ka por um momento... Ysh'toka não parecia ter motivos para mentir, não ali, não daquela forma... não há um benefício claro para Ka sobre uma razão para ela mentir. Já do ponto de vista de Oribel... algumas mentirinhas poderiam fazer uma grande diferença entre ter alguém trabalhando para você ou não.

    Ysh'toka escreveu:- Se o que ele sentia por Oribel era amor verdadeiro, o por quê disso e se ele nunca se perguntou se a parceira não estaria apenas usando ele para seus propósitos, e caso fosse isso, como ele reagiria.
           - Isso é uma boa pergunta madame Ysh'toka. Eu gosto muito de Oribel, é como o primeiro amor da nossa vida. Um sentimento diferente, de parceria. Eu já pensei se ela me usaria para seus propósitos, mas não tive esta certeza. Como você mesma disse, tenho uma origem... como dizer? Uma origem na plebe? Acho que isso é razoável para não dizer algo mais baixo. Não tenho para onde ir então fiquei com Nekobese. Ao terminar este serviço, ainda não terei uma casa que posso chamar de minha. Sabemos quem manda em Onduth, as mulheres mandam. Agora se ela está me usando como um instrumento, eu ficaria decepcionado. Eu fiz uma promessa para ela, de que se fosse preciso comeria todo mundo para a ajudar. Bom, eu vou comer e espero que ela entenda que o que faço, faço por ela. No entanto acredito que se for descartado eu terei para onde ir. Eu não me importaria de a ajudar Oribel a recuperar seu lugar na nobreza ou até se vingar, apenas não gosto de que haja mentira. Como ela não pediu isso para mim, acho que ela diz a verdade e não vou ficar decepcionado. Porém isso é uma esperança, não um fato.

           A conversa anda e Ysh'toka comenta sobre o caso da família de Toddy. Ka comenta sobre o crime da nobreza em que o tal barbeiro matou alguém da família de Mortícia, a qual por vingança prendeu esposa e filha nas mãos de Idrolmi. Certamente escravos especiais que não estarão na casa dela, mas onde, este sim seria o mistério.


    Ysh'toka escreveu:- O que quer que seja isso, é magia muito poderosa. Muito além da minha. É melhor não nos envolvermos por hora.
           - Está bem, vamos dar a volta. Ka apenas observa se consegue ver mais informações desde que passou por ali. Talvez se o raio da magia aumentou.

           Mais tarde andando pelo caminho para Dirthmouth, Ka é pego por Ysh'toka, não que fosse uma surpresa, mas ela deveria ter algum desejo para fazer isso ali.
    Ysh'toka escreveu:- Oribel é mesmo uma sortuda... Eu não entendo como uma pessoa poder querer matar você, Ka. Quanto ao beijo, não se preocupe. O Nekobese não gosta da mesma fruta que você... Nossa relação é estritamente profissional.
           - Sabe, eu nunca estive com uma mulher como você antes. Creio que devo manter distancia da cauda?

    +18 Se Ysh'toka quiser mais:

           Ka retribui o beijo em Ysh'toka ainda ali no caminho. Era diferente tocar uma nekojin com os lábios por conta do formato dos dentes, mas ainda assim era muito interessante. O desejo que parecia transbordar no corpo de Ysh'toka, também estava aflorado em Ka. Parecia a primeira missão de Ka com Oribel, ambos sentaram na praça e foram atacados, depois no cavalo Oribel estava com tanto desejo que fizeram amor na estrada, talvez assim como Ysh'toka queira fazer.
           - Estava ansioso por esse beijo, já que eu gosto da fruta, quero provar. Acha que temos um tempinho antes de chegar lá?
    Ysh'toka decide por mais:
    Ka percebe o sorriso de aceitação na face de Ysh'toka e não perde tempo. Os beijos passam pela boca, pescoço e vão até o ombro. A pele macia e perfumada o faz relembra dos perfumes que sentiu na casa a pouco antes de deixar o local. O cheiro de Ysh'toka estava por todo lugar exceto por seu quarto que tinha o perfume de Oribel, mas mesmo asism as duas passaram algum tempo juntas ali.
           As mãos de Ka queriam descobrir o corpo da nekojin, um corpo diferente, mas tinha que manter uma certa distância da cauda pois não sabia se ela gostava ou não. No geral gatos não gostam de que as pessoas segurem suas caudas, então esse era o guia que Ka tinha em mente. Mas as mãos ligeiras de um punguista buscam pelo corpo de Ysh'toka os locais em que ela guarda o prazer. Primeiro locais mais neutros, apenas para atiçar o fogo que estava alto. Ka sabia que as brincadeiras antes do fato eram quase mais importantes que o ato em si.
           A boca desliza pelo corpo até o seio e morde sobre o tecido. O tomara que caia desce fácil para liberar o mamilo duro e ser sugado com desejo. Ka observa nos olhos de Ysh'toka para ver como ela prefere, mais suave ou mais forte. Cada mamilo é uma surpresa, desde as que gostam de grampos até aquelas que não gostam de ser tocadas ali.
           Ka continua beijando e sorrindo até que suas mãos tocam a coxa direita de Ysh'toka, a saia que ela usa é grande, mas curta. De joelhos no chão, Ka puxa a perna direita de Ysh'toka sobre seu ombro esquerdo para segurar Ysh'toka contra a parede e começa a beija a parte interna da coxa. Coxa direita e esquerda recebem atenção antes da vulva. Na própria vulva, os detalhes são mais relevantes e os lábios tocam os lábios. Um beijo molhado, saboroso e cheio de prazer acontece ali sob o tecido da saia. Pequenos sons de contenção e gemidos de prazer se misturam aos verbos de ação de Ysh'toka. A pele macia de Ysh'toka tem um contraste com as papilas ásperas da língua de Ka. Num ritmo constante cada detalhe é saboreado, de cima até embaixo. Ka ainda sente o desejo em olhar nos olhos de Ysh'toka, mas o tecido do vestido não permite tal luxo.
           As lambidas ritmadas com os chupões específicos são marcantes e estimulantes. As mãos de Ysh'toka que passavam sobre o tecido pela cabeça de Ka passam um recado claro sobre o prazer que ela sente. Um prazer que aumenta de forma constante até um limite do desejo. Um prazer explosivo que dispara um choque elétrico pelo corpo. Ka sentia o local inchado na vulva de Ysh'toka que estava na junção dos lábios e esperava pelo climax. Em meio as contrações e gemidos, Ka fala apenas uma palavra para ver se estenderia este momento ou não.
           - Mais?
    Mais?:
    Com Ysh'toka se contorcendo de prazer, era o momento ideal para Ka abrir as calças e mostrar o que sabia fazer para prolongar o momento. Em pé, Ka levanta o vestido e segura a perna de Ysh'toka ainda aberta para o lado. Com controle e suavidade, Ka penetra pela vagina molhada, pulsante. Os lábios da boca agora se juntam em uma luta com suas línguas pelo domínio do prazer.
           Cada estocada é forte, curta e profunda com um único fim: prolongar o clímax de Ysh'toka. As mãos fortes seguram o corpo contra a parede da passagem num momento proibido e arriscado. Talvez a pitada de perigo seja suficiente para instigar Ysh'toka a um desejo maior. Ka rebola e fode forte, visto que Ysh'toka não tinha problemas com Nekobese. Conseguir o apoio dela para seu futuro era muito bom, visto que ter as costas quentes com uma Baronesa e ainda uma grande guerreira não era nada mal.
           Entretanto o sexo gostoso não é acompanhado de uma só posição específica e Ka ainda tinha mais para mostrar para Ysh'toka. Quando a luta das línguas faz uma pausa e Ka pode beijar o corpo, ele prepara o momento da virada.
           - Vamos mudar um pouco? Era uma pergunta retórica, Ysh'toka não poderia ficar sobre a perna esquerda para sempre e agora de frente para parede Ka poderia lidar com a cauda. Ainda buscando pela vagina de Ysh'toka, agora Ka já entra forte. O sexo agora é mais longo, com entradas e saídas para fazer sentir todo o movimento. Em breve as mãos de Ka podem passar pelo corpo de Ysh'toka explorando cada parte por prazer. Dentro de Ysh'toka ela pode sentir Ka pulsar começando a transbordar.
           - Você quer experimentar algo a mais?
    Aquilo que Oribel gosta:
    Quando Ysh'toka faz o sinal de que queria experimentar, Ka sabe o que fazer. O polegar de sua mão direita começa a procurar o local para fazer sua massagem circular. Toda uma preparação precisa acontecer antes disto ser feito. Por sorte Ysh'toka já estava lá pelo segundo orgasmo e bem molhada. Com delicadeza e bem devagar Ka começa a penetrar aquele cuzinho não tão apertado. Ysh'toka não tinha jeito de CUrrier, mas talvez saiba um truque ou dois visto que treinou Oribel. O sexo intenso arranca gemidos dos dois loucos de prazer.
           Ysh'toka envolve Ka e o segura firme como Oribel fazia. Ao que parece ela sabia alguns dos truques mais deliciosos, talvez sem tanta prática, mas certamente com muita técnica. Ao pé do ouvido de Ysh'toka Ka gemia de prazer e beija o pescoço para também estimular as sensações. Em poucos minutos Ysh'toka podia sentir que Ka também chegaria ao clímax.
           - Ysh'toka, você contou tantas coisas pra mim. Vou te contar um segredo, mas não se sinta obrigada a nada. Eu gosto de gozar na boca, gosto muito do sexo oral. Ah...
    O final se Ysh'toka quiser:
    Ysh'toka escuta o segredo de Ka e diz:
           - Então goza na minha boca.
           Ka escuta o desejo de Ysh'toka e fode forte, como se o gatilho do prazer fosse disparado. A cada estocada um novo gemido. Dentro de Ysh'toka a pulsação forte, o calor grande e as contrações involuntárias apontam ao clímax. Ysh'toka vira para olhar Ka nos olhos e diz novamente:
           - Goza ma minha boca. Hum...
           A língua maliciosa passa pelos lábios com desejo e Ysh'toka se vira para ajoelhar de frente para Ka. Com a mão direita Ysh'toka segura o pau em sua base e abocanha a glande. O olhar nos olhos de Ka esperam pela reação de prazer. Cada lambida no pau é um gemido de prazer e loucura. Ysh'toka coloca apenas uma parte do pau na boca e usa para foder um pouco trocando olhares de luxúria. Em poucos instantes os gemidos aumentam e Ka enche a boca de Ysh'toka que parecia sedenta pelo prazer.
          - Isso foi delicioso Ysh'toka.
         



    - Quem sabe a gente repete isso em outro momento? Agora vamos.

           Após aquele momento de entretenimento, Ka segue com Ysh'toka para Dirthmouth. A cidade que Ka também conhecia como a palma de sua mão. A vida de crimes e sobrevivência naquela cidade escondia ainda muitos segredos. No entanto Ka sabia que se quiser qualquer tipo de vantagem tática, tinha que mandar um mensageiro para pedir para encontrar com Ochyllyss em um local de sua escolha. Um ponto em que teria o mínimo de vantagem tática com uma rota de fuga pré estabelecida e ações em conjunto com Ysh'toka combinadas. Ela poderia observar Ochyllyss de um ponto de vantagem, sabendo que haveria um tipo de local que Ochyllyss usaria para ver Ka primeiro. Como em um jogo de gato e rato, Ka precisava estar com 2 ou três jogadas na frente prontas para se precaver.
           Ao mandar um mensageiro, Ka dizia onde estaria para ver Ochyllyss. Mas sabia onde deveria estar para ver de onde Ochyllyss iria observa Ka primeiro. Onde Ysh'toka estaria para ver os dois ainda escondida como ser fosse uma mera habitante local que vê a disputa. O momento agora é complicado e perigoso.
           Ka sabia o que queria fazer, usar a estratégia de "bater e correr", talvez levar Ochyllyss até algumas armadilhas preparadas para a acertar. Certamente o plano B era o mais complicado. O plano A parecia a loucura, tentar conversar com Ochyllyss. Tentar persuadir Ochyllyss que Ka é um homem de palavra e que disse que voltaria para a servir. Só que depois que Ochyllyss ofereceu algo por sua cabeça, Ka está com medo de perder a vida. Porém agora Ka descobriu um pequeno segredo e gostaria de colocar ele em prática com Ochyllyss, um segredo sobre ela. Ka vai dizer que não pode contar, mas irá bater no seu antebraço com a mão para provocar o desejo. Talvez os tapas estalados ou mesmo os beliscões façam Ochyllyss pensar em algo mais pacífico que a levaria para Idrolmi.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Ter Maio 05, 2020 6:01 pm

    Depois de toda aquela conversa íntima, parecia inevitável que empregado e patroa terminassem numa relação extraconjugal. Em resposta sobre tocar ou não sua cauda, Ysh'toka diz que segurar sua cauda era como um convite explícito ao coito, assim como ela própria estava fazendo ao deslizar sua mão pelo volume sob a calça dele que já engrossava com a ideia de meter nela. Aproveitando o momento a sós visto que aqueles becos de Dirtmouth eram especialmente vazios, o casal começa a trocar beijos e carícias com volúpia. Ka tira a própria camisa e a de sua patroa abraçando o corpo dela e sentindo seus seios macios contra o peito dele. O tesão aumentava todo o instante, ainda mais com o receio de serem flagrados ali. Ka se abaixa, afastando a parte debaixo do vestido da gata e começa a chupar a xana dela sem cerimônias. A cada de Ysh'toka aborrecia tocando sua cabeça vez por outra, até o ponto que ele agarra com força e faz a nekojin ter um orgasmo repentino com a sensação de estar sendo restringida. Sua buceta molhada já parecia uma cachoeira de tesão.

    beijos e carícias de Ka e Ysh'toka:
     Ka III (SP) - Christiano Keller Vu9qlPr

    Depois de ter a xana chupada e se sentindo uma Rainha ao invés de simples pretendente a baronesa, Ysh'toka põe a mão no queixo de Ka forçando-o levemente pra cima, como que querendo que seu cavaleiro se erguesse e lhe dá novo beijo de língua enquanto o abraçava. Se aquilo não fosse um sim, não tinha outra explicação. Com o sinal verde dado por ela, Ka penetra Ysh'toka ali em pé, levantando uma de suas pernas e tapando a boca dela pra evitar que seus miados constantes chamassem atenção. As mordidinhas e garras afiadas dela, impediam que Ka conseguisse a proeza de fazê-la miar mais baixo. Não chegavam a feri-lo, mas doía um pouquinho e as marcas de garras ardiam também. O casal chega a experimentar outras posições, mas a favorita de Ysh'toka era cavalgar por cima de seu parceiro o que a faz gozar uma segunda vez. Mas o casal ainda não estava satisfeito. Ka se atreve a propor sexo anal com ela, só que dessa vez do jeito que os gatos faziam. A nekojin já estava no ponto sem retorno em que qualquer coisa que Ka sugerisse ela não conseguiria negar.

    cavalgada:
     Ka III (SP) - Christiano Keller 1hIuOOO

    Tirando toda a roupa, Ysh'toka fica de quatro e abre a bundinha fazendo um convite com o dedinho indicador e um miado safado. A língua e o dedo de Ka em seu cuzinho deixam Ysh'toka delirando de prazer e pedindo pra ser penetrada na bunda. Ysh'toka alcança novo orgasmo, masturbando-se enquanto sentia a pica de Ka foder seu cuzinho apertado. Os miados eram altos, mas àquela altura os dois já tinha largado o foda-se pra discrição. Sentir a porra quente do macho escorrer dentro dela era uma sensação que há muito tempo sentia falta, ainda mais na bunda. As marcas de unhas no chão, mostravam que o prazer dela foi intenso e agradável.

    anal:
     Ka III (SP) - Christiano Keller SCPmbEy

    Ka deita por cima das costas dela, arfando em seu pescoço e dando as últimas estocadas antes de sair de cima. O ladino então se senta escorado na parede, pênis ainda latejando de desejo e comenta como gostaria de gozar na boca de sua patroa pra fechar com chave de ouro aquela relação. Ysh'toka sorri, afastando de lado o cabelo e logo se prostra submissa novamente, limpando o pau de Ka que acabara de sair de seu cu e o lambe de ponta a ponta antes de por todinho em sua boca. O prazer faz Ka delirar e agarrar os cabelos da nejokin. A gata o lambe com movimentos lentos, enquanto sua língua se enroscava na glande. Encarar seus olhos felinos, enquanto ela os devolvia com face passiva era uma visão fantástica pra Ka. Disposta a experimentar seu esperma quente na boca, Ysh'toka massageia o saco do ladino enquanto tenta engolir o pau até a base, chegando a engasgar. No momento em que Ka vê sua senhoria arfando tentando recuperar o fôlego, ele a puxa pelo cabelo e volta a enfiar na boca dela e gozar. Ysh'toka engole os primeiros jatos, mas assim que Ka solta seu cabelo, ela se afasta recebendo uns respingos na cara.

    Spoiler:
     Ka III (SP) - Christiano Keller 1AVSQkl Ka III (SP) - Christiano Keller 06vrZg8 Ka III (SP) - Christiano Keller 82QiBnF

    Ysh'toka repousa a cabeça sobre o peito de Ka e agradece pela transa dizendo que aquele seria o segredinho deles dois.  Ela se levanta indo até o vestido largado no chão e o põe de volta.
    - Agora que estamos recuperados, podemos voltar pra missão, hihihi.

    vestindo-se:
     Ka III (SP) - Christiano Keller O2Y8slW

    O casal mal sai do beco escuro onde estavam, chegando em uma pracinha aparentemente deserta quando luzes mágicas brilham feito holofotes vindo de todas as direções, centralizando sobre eles dois. Fazendo uma entrada triunfal simulando seus tempos de arena, eis que aparece a figura familiar de Ochyllyss sobre uma bancada  mais alta e também iluminada magicamente. A figura opressiva e intimidadora da guerreira não era nada bonita de ser, considerando-se o fato de que eles dois eram alvos e não espectadores de uma luta no coliseu. Com duas espadas banhadas em sangue e sua voz gutural, Ochyllyss toma a palavra antes que Ka ou Ysh'toka tivessem chance de dizer qualquer coisa. O que ela diz no entanto, chama a atenção de Ka.
    - Meu contato estava certo. Não apenas você resolveu sair do esconderijo, mas veio direto pra ratoeira! Pude ouvir os miados da sua amiga rampeira lá do meu palácio...
    - Quem você tá chamando de rampeira, sua caolha patética? Quando eu virar baronesa, vou fazer a limpa nesse lugar e você vai pra lixeira!
    - Baronesa é? Mulher esdrúxula que trai o marido com os próprios empregados. Nekobese merece alguém melhor do que você! Alguém como eu! Você na verdade me fez um grande favor...

    Ochyllyss diz que sua rusga com Ka era boba e que poderia ser resolvida com um pedido de desculpas enquanto ele lambia seus pés e depois chupava sua buceta, porém, outros fatores fizeram isso mudar. A namoradinha elfa dele tinha um prêmio sob a cabeça dela e a guerreira lamenta ter sido interrompida por Koyaan. Caso fosse perguntada quem pôs o prêmio pela cabeça de Oribel, Ochyllyss não responde, alegando que não era da conta deles. Contudo, Ka e Ysh'toka tinham suas suspeitas. Quem mais se favoreceria com a morte de Oribel? Além de ter plenos poderes pra oferecer uma recompensa enorme? Enfim, o fato era que eliminando a Nekojin seria um bônus extra pros seus futuros planos. Uma pena que Ka não parecia disposto a colaborar com os planos dela. A guerreira oferece uma última oportunidade pra Ka.
    - Kazinho querido. Você ainda pode me servir. Saia da frente e ajoelhe-se naquele canto enquanto eu mostro a essa gata maltrapilha do que sou capaz.

    Parece que não há muitas opções dessa vez. Ka pode ficar com Ysh'toka e lutar ou se aliar a antiga senhoria e deixar que as duas travassem um combate mortal sozinhas.

    Ochyllyss:
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    Mensagem por Christiano Keller em Ter Maio 05, 2020 10:00 pm

    Ka,

           Definitivamente Ysh'toka fez mais barulho do que Ka queria... precisava arrumar uma mordaça para eventos futuros. Talvez essa seja a única forma de obter o silêncio necessário para tais acontecimentos íntimos. A mordaça também pode fazer alguém se interessar em usar a boca já que ela ficará presa com a bola. Por outro lado atrapalhará gemidos e frases sensuais. Uma escolha difícil e complexa. O silêncio para a proteção e segredo ou o barulho para luxúria e risco.
    Imagem Gag/mordaça para Discordia:
     Ka III (SP) - Christiano Keller Sample_c797f584366ec2200881eab8f3d3df3a
    Ysh'toka escreveu:- Agora que estamos recuperados, podemos voltar pra missão, hihihi.
           - Sempre vou lembrar sobre a cauda. Será difícil esquecer sobre isso, mas ninguém saberá de nada. Estou aos seus serviços quando quiser Ysh'toka. No entanto a mente de Ka ainda processava as informações recebidas das revelações. Oribel poderia usar Ka para seus próprios planos, então como Ka sairia deste problema? Por sorte Ka ainda tinha feito algumas amizades no caminho. Seria legal ficar junto da Baronesa Oribel, mas uma pessoa sem origem precisaria de grandes feitos para ser reconhecido na corte. Derrubar uma Baronesa e colocar duas no cargo não parece ser lá um grande feito, apenas parte do jogo da política que eles fazem todos os dias.

           As luzes na praça tinham apenas um significado, a arena de Ochyllyss estava armada. Não haveria planos de esconder ou se proteger, assim como a fuga não era mais uma opção. Os movimentos de bater e correr precisam ser mais certeiros do que nunca. No entanto, não apenas eles servirão para acabar com Ochyllyss. As palavras de Ochyllyss são um tanto chocantes, eles tem um dedo duro entre eles. Um contato que está contando as coisas para Ochyllyss e sabe lá quem mais está recebendo as informações.
    Ochyllyss escreveu:- Meu contato estava certo. Não apenas você resolveu sair do esconderijo, mas veio direto pra ratoeira! Pude ouvir os miados da sua amiga rampeira lá do meu palácio...
    "Meu contato", quem poderia ser o FDP? Precisariam descobrir aquilo se sobreviverem ao combate com Ochyllyss. Se o contato for bom, ele também cantou detalhes sobre os dois e como se defender dos ataques.

           - Quem colocou o prêmio? Você verificou se "ela" pode pagar? Ka suspeitava de Origa Discordia, meia irmã gêmea de Oribel.
    Ochyllyss escreveu:- Kazinho querido. Você ainda pode me servir. Saia da frente e ajoelhe-se naquele canto enquanto eu mostro a essa gata maltrapilha do que sou capaz.
    Ka observa a recomendação de Ochyllyss e resolver se aproveitar da dificuldade de visão. No entanto talvez essa não seja sua única brecha, visto que outros devem se aproveitar disso também. Ka resolve enganar Ochyllyss e caminha para o lado esquerdo do campo de visão, o lado sem o olho.
           - Ochyllyss, aquele canto? Você sabe que eu trabalho de forma direita. Sempre trabalhei de forma direita mesmo quando estava aqui. Eu gostei do seu perfume quando fez aquela visita lá na encruzilhada. A gente poderia resolver isso de uma forma mais fácil. Descobri um lugar em que desenvolveram algumas técnicas de prazer e dor que talvez você possa gostar. Eu ainda posso levar você lá e você vai gostar do meu pedido de desculpas. Se não quiser ser ouvida, posso arrumar uma Gagball para colocar em sua boca. Você sabe que a pessoa que ofereceu a enorme recompensa por Oribel não pode pagar, não sabe? Sei que é uma combatente capaz, mas lembro que quando ofereceu o prêmio por minha localização teria sido mais fácil passar um recado que eu viria logo. Será que Ysh'toka percebeu a referência? Levar para Idrolmi? Será que Ochyllyss prestaria atenção a Ka? Ainda assim Ka continua tentando fazer Ochyllyss prestar atenção nele e não em Ysh'toka. Ela não pode pagar, apenas deseja se vingar de Oribel pois ela tem um pequeno artefato mágico que permite fazer outras pessoas sentirem o que acontece com a portadora do artefato. Ai quando ela pede por algo mais "violento" a pessoa sente a dor enquanto Oribel fica com o prazer. Ainda mais quando acontece um sexo forte por trás ao estilo CUrrier. Então entende por que ela ficou irritada e pediu pela cabeça da Oribel? Será que a distração funciona? Será que ela cairia no papo? Ka não sabia.

           Se Ochyllyss não cair no papo Ka espera que seja o suficiente para dar alguma vantagem para Ysh'toka. Quando a sua faca pular ou o combate começar, Ka pretende fazer uma acrobacia e tentar roubar os objetos mágicos que Ochyllyss possa portar. Talvez atacar e cortar algo como o treko preso no cabelo, ou surrupiar os brincos, ou algo assim, até as bainhas das espadas podem ser mágicas. O segredo era achar qual deles eram mágicos para tirar de Ochyllyss em meio ao combate. Então rouba, corre, se bater em alguém, Ka bate e corre. Depois rouba e corre, bate e corre. Tinha que fazer isso para evitar os ataques de Yhs'toka que também devem ser bem fortes.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Dom Maio 10, 2020 7:43 pm

    Ka começa a falar com Ochyllyss atraindo a atenção enquanto Ysh'toka vai saindo de cena pra ficar fora da vista da vilã. Quando Ka fala de por uma mordaça na boca da guerreira pra ele curtir dor e prazer, Ochyllyss grita "chega!".
    - Eu sabia que você era ousado, Ka, mas agora você extrapolou os limites. Vou amordaçar você, arrancar seu peru fora, e farei pior com suas duas namoradas!

    A guerreira salta no ar em direção a Ka em um movimento rápido com pirueta, mas antes mesmo dela pousar, o ladino percebe que ela parecia cair mais lenta. Sua adaga voa pra sua mão enquanto estilhaços de pedras são lançados no ar com o impacto da queda de Ochyllyss. Tudo parecia estar se movendo mais devagar, inclusive a poeira na luz mágica do poste. Ochyllyss é rápida e mesmo com "metade" de sua velocidade, rapidamente alcança Ka, porém este tinha a oportunidade de atacá-la primeiro.

    combate:
    Offtopic: Combate
    Iniciativa:Ka 13+4=17; Ochyllyss 8+4=12;

    Ka ataca Ochylyss duas vezes:
    18+4 e 15+4 vs CA:16 Sucesso 2d4+8=16 de dano. E usa sua ação pra desengajar e se mover pra muito longe.
    Ochyllyss possui 55/71HP
    Ochyllyss corre na direção de Ka, fazendo uso de Action Surge pra se mover duas vezes e o ataca duas vezes:
    19+7 e 19+7 vs CA:14 Sucesso 2d6+8=14 de dano.
    Ka possui 34/48HP
    Ka ataca Ochylyss uma única vez e desengaja, usando seu movimento total pra sair do raio de alcance da inimiga.
    13+4 vs CA:16 Sucesso:3+4=7 de dano.
    Ochyllyss possui 48/71HP
    Ochyllyss corre ao máximo na direção de Ka perdendo a chance de atacá-lo naquele turno.
    Ka repete a estratégia, mas não acerta o ataque.
    5+4 vs CA:16 Falha
    Ochyllyss percebe a estratégia e guarda as espadas usando uma besta de mão.
    18+7 e 13+7 vs CA:14 Sucesso 2d6+8=14
    Ka possui 20/48HP
    Ka evita combate direto e continua distante usando manobras evasivas.
    Ochyllyss repete o ataque de besta de mão com Desvantagem pelas manobras evasivas do oponente e erra os dois ataques.
    Ysh'toka dispara uma lança Bola de Fogo. Dano 8d6.
    Ochyllyss desvia com sucesso recebendo apenas metade do dano: 6d8/2=18
    Ochyllyss possui 30/71HP
    Lobo Solitário ataca Yshtoka com arma envenada, Dano crítico: 2d6+4+10(veneno)=24 Ysh'toka perde a concentração na mágica de Rapidez.
    Ka sente letargia com o efeito e não consegue se mover.
    Ochyllyss ataca:
    20+7 e 7+7 vs CA:14 Crítico e Normal: 3d6+8=16
    Ka possui 4/48HP
    Fim do Combate.

    Dramatização:
    Ka com a adaga em mãos, pega de surpresa Ochyllyss esfaqueando o peito e o braço da inimiga. Ochyllyss estava surpresa que sua aura assassina não fazia efeito em Ka e vê-lo correr em super velocidade a deixa furiosa, fazendo-a gritar com ira e surpreendentemente alcançar o ladino, atacando-o com brutalidade. A falta que fazia uma armadura naquele momento. Ka sente o corte profundo das espadas cortar seu peito e barriga, rasgando sua camisa e causando dor. Temeroso de receber um ataque parecido, Ka ataca mais uma vez e dispara novamente alcançando grande distância da elfa. Cansada da primeira corrida, Ochyllyss insiste e tenta alcançar de novo seu alvo, mas não chega a tempo, vendo-o escapar novamente dos seus ataques. Ka sabia que chegar perto de Ochyllyss era suicídio e mantém distância esperando a oponente cansar, porém ele não contava que a elfa fosse fazer uso de uma arma de longa distância. Sentir os virotes perfurarem a carne de suas pernas causa uma dor profunda no ladino que já se perguntava que ideia tola foi aquela de enfrentar uma guerreira. Nem mesmo a magia de Ysh'toka estava sendo suficiente. Agora, além de se distanciar, Ka começava a se mover em zigue-zague, fazendo com que Ochyllyss errasse os tiros.
    - Tomou uma decisão muito precipitada, Kazinho. Vamos ver por quanto tempo você vai conseguir fugir...

    Ochyllyss mal tem tempo de terminar a frase quando uma imensa bola de fogo deixa o beco escuro próximo e voa na direção dela, fazendo com que se jogue pro lado, mas ainda assim recebendo queimaduras por parte da explosão. Ka pensa por instantes que foi salvo pelo gongo, mas então ouve um miado agudo, mais alto do que quando penetrou a gata pelo ânus e vê o corpo dela cair inerte no chão a sua frente. Do beco eis que sai ninguém menos que o Lobo Misterioso, com seu olhar sacana e metido a superior. Fazia um bom tempo que ele andava sumido. O elfo diz que não podia permitir que Ka ganhasse a luta de forma desonesta, porém o agradece por ter caído na sua lábia tão inocentemente de achar que sua parceira de negócios era realmente uma submissa. Se segurou com força pra não cair na gargalhada quando ouviu Ka falar. Pelo visto, aquele era o tal informante.. Com o término repentino da mágica de velocidade, Ka sente extrema letargia tomar conta do seu corpo, fazendo ele se sentir dormente e incapaz de reagir de forma apropriada. Lógico que Ochyllyss aproveita a situação de vantagem e dispara novamente contra Ka, tendo um dos dardos atravessar o ombro dele a ponto de deslocar o osso e o outro furá-lo na barriga. Ka já começava a ter a visão turva, bastante ensanguentado e vendo sua algoz se aproximar com as espadas em mãos e um sorriso no rosto.
    - Que pena que tudo tenha que terminar assim...

     Ka III (SP) - Christiano Keller SiyatmN

    Game Over.

    Spoiler:
    Ochyllyss se prepara pra dar o golpe de misericórdia em Ka, enquanto o ladino olhava para o corpo de Ysh'toka inerte e um sorridente traidor rindo as suas custas. Mas de repente alguém ou alguma coisa salta nas costas de Ochyllyss que começa a cambalear pra trás, tentando se desvencilhar do que quer que tenha lhe agarrado. Era impossível pra Ka identificar visto que nem mesmo Ochyllyss ou o Lobo entendiam o que estava acontecendo. Num esforço hercúleo a guerreira arremessa a criatura no chão e cambaleia novamente, segurando o próprio pescoço como se estivesse sufocando e desabada. O mesmo ocorre com o Lobo Solitário ao ver aquela "coisa" saltando rapidamente nas suas costas e o que se sucede são gritos de horror enquanto ele ordenava que aquela coisa ficasse longe dele. Não demora até que o lobo traidor vá ao chão também. O efeito letárgico havia passado e Ka voltava a sentir seu corpo funcionar novamente, embora bastante ferido e bastante sangue na roupa. Ka tenta olhar pra o que era a tal criatura e vê apenas uma silhueta envolta em sombras, pequena o bastante pra parecer uma criança ou uma criatura das cavernas. A criatura feita de sombras arremessa um frasco na direção de Ka e aponta pra Ysh'toka, antes de saltar nas paredes próximas e desaparecer de vista. Ka olha pra sua patroa e a percebe que ela ainda respirava e gemia, mas não conseguia se mover. Provavelmente Ka tinha um antídoto em mãos. Por sorte (ou azar), naquela vila abandonada pela nobreza, o barulho da briga não atraiu ninguém, nem mesmo as autoridades. Ka estava por conta própria.
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    Mensagem por Christiano Keller em Qua Maio 13, 2020 12:15 am

    Ka,

           A ideia idiota de Ka para lutar contra Ochyllyss foi realmente a pior coisa que poderia acontecer. Por um momento Ka pode pensar que havia morrido e talvez em muitos dos mundos que Tharja poderia visitar este seria seu fim. Um final terrível nas ruas de Dirthmouth, talvez um fim rápido e não muito dolorido. O virote na perna atravessou a carne e a dor era terrível, assim como o sangue todo que estava pelo chão. Daquele jeito Ka morreria mais rápido do que poderia fugir.
           Quem seria a criança ou criatura das sombras que acabou de ajudar Ka? O estranho misterioso era uma criatura das sombras e poderia ter ajudado Ka, mas realmente era ele? Ka pega o frasco e cambaleia na direção de Ysh'toka. Se a coisa queria ela morta, talvez fosse apenas o caso de esperar, mas se enviou o frasco não custava dar de beber para ela. Ka segura a cabeça de Ysh'toka com a mão esquerda e usa a mão direita para dar o "antídoto". Ka tem a expectativa de que aquilo a mantenha vida ou a cure. Cada gole da poção desce dentro dos lábios de Ysh'toka e Ka diz:
           - Beba, acho que isso vai te ajudar. Engula tudo. Remédios sempre tinham um gosto ruim, Ka esperava que isto poderia ajudar Ysh'toka a ficar bem.

           Por hora ainda há outros dois problemas, Ochyllyss e o Lobo solitário. Ka ainda com Ysh'toka em seus braços "bate sua carteira" em busca de algo que possa usar para prender Ochyllyss. As mãos ágeis passam novamente pelo corpo da linda Nekojin em busca de alguma coisa que poderia usar para levar Ochyllyss para a casa de Idrolmi. Logo Ka deita a cabeça de Ysh'toka no chão e procura passando a mão nos bolsos, braços e pernas. Ka meio que já tinha visto tudo que tinha para ver por ali, mas talvez ao apalpar outras partes não tão suculentas possa achar algo. A pesquisa é rápida e aparentemente infrutífera.
           Ka logo vai para o Lobo Solitário. Ka coloca as algemas no lobo com as mãos nas costas preso a uma árvore local. Ka também retira tudo que pode do corpo do Lobo. Todo bom ladrão sempre guarda coisas e Ka sabe que não pode deixar as ferramentas perto do corpo para ele poder fugir. Não tinha tempo para avaliar as coisas do Lobo, pelo menos não até Ochyllyss estar devidamente amarrada. Agora sobre amarrar Ochyllyss, Ka sabia um tipo de amarração que não deixaria ela escapar, mas talvez possa ser considerada exótica. Ka também "bate a carteira" de Ochyllyss para remover qualquer coisa que possa fazer ela se soltar ou que possa ser usada contra os dois.

    +18:
    Ideia para amarrar Ochyllyss
     Ka III (SP) - Christiano Keller VAXiq6F9WxpF8AZ_xtiRNdMn8uehSIZCqh31ckybmMA

           Ainda ferido e de olho no Lobo, em Ochyllyss e em Ysh'toka, Ka tenta se recuperar. Os ferimentos eram graves e estava muito ferido, sendo assim pega as coisas e troca o artefato de proteção pelo de Charm. A sintonia ainda vai demorar 1 hora, mas poderia ficar ali de olho para usar aquilo quando for necessário. Será que alguém iria aparecer? Será que Ysh'toka iria acordar?
           Ka se cobre no manto que o faz ficar invisível e se esconde ali com os outros na área da praça. Como queria interrogar o Lobo Solitário, arrancar algumas respostas dele sobre pra quem ele estava trabalhando e suas mentiras. Quando a Ochyllyss, como seria sua vida se tivesse ficado com ela em vez de Oribel naquela noite?

           Pensar em Oribel trás para mente de Ka a situação sobre o fato ou a possibilidade de que Oribel estava enganando Ka. Ela poderia usar Ka para fazer parte de seus planos para recuperar seu posto na realeza de Onduth, mas por que Ka? Ele foi tolo o suficiente para fazer tudo isso por conta de algumas chupadas, depois por remover um plug? Será que aquilo tudo era apenas uma armação de Oribel? Tudo que Ka sabia era que o reino era comandado pelas mulheres, homens não tinham vez, então ele precisava ficar atrás de uma mulher para conseguir alguma coisa. Uma frase comum lá era que "por trás de toda grande mulher há um grande homem" e Ka estava tentando ficar atrás de várias mulheres. Porém por alguma razão talvez o atrás da frase talvez não seja o mesmo atrás que Ka tem praticado.

           Ka então bisbilhota as coisas que pegou do Lobo e de Ochyllyss em busca de alguma coisa útil além de coisas de valor.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Qui Maio 14, 2020 4:28 pm

    Com a área aparentemente segura, Ka decide confiar na criatura estranha e coloca Ysh'toka pra beber o conteúdo do frasco. Enquanto o líquido fazia efeito, Ka cuida do restante da cena, restringindo o Lobo. Vasculhando suas posses, encontra algum dinheiro, um bastão pequeno com uma lâmina afiada na ponta, havia sangue e um tipo de mancha escura cujo cheiro irritava as narinas. Certamente uma faca mergulhada em veneno. Preso a gola da camisa do Lobo, Ka percebe um pingente e ao observá-lo reconhece o brasão da família Discordia, igual a um que Oribel também usava. A imagem ficou gravada em sua mente quando a viu usar naquele ritual de semanas atrás. Indo pra Ochyllyss, Ka não apenas tira as armas da elfa, como toda a roupa dela, amarrando-a e amordaçando-a de maneira ainda mais restrita do que o que fez com o Lobo, deixando-a completamente pelada. A safada tinha um colar de contas anais enfiado na bunda. Provavelmente se excitava de sair na rua com isso. Possuía cicatrizes de cortes nos seios e nas coxas. Caso a curiosidade fosse forte o suficiente e ele desse uma espiada por baixo do tapa olho, veria uma cicatriz tanto acima como abaixo do olho, mas a face estava regular. Provavelmente queria apenas esconder o olho cego. Também possuía algum dinheiro. Passam-se alguns segundos depois de tudo isso e Ysh'toka engasga, levantando e tossindo com os olhos arregalados, xingando todos os antepassados que podia lembrar. Sentada, ela olha pra Ka assustada e diz:
    - Uuuaargh, essa foi a pior coisa que eu já engoli na vida, desceu rasgando pior que rrrum!

    Ysh'toka afasta o vestido ensanguentando e percebe que o ferimento que havia recebido estava fechado, suspirando aliviada e xingando o Lobo. A Nekojin olha ao redor procurando por Ka e mia o nome dele em voz alta. Era estranho ser chamado assim, mas ao mesmo tempo parecia divertido como ver um animal de estimação chamar seu dono "Kaaaaaaaaaauuu". Nunca imaginaria ver sua patroa fazer isso em qualquer outra situação. Dava certa pena ouvir a voz dela de preocupação. Ao ouví-lo chamar por ela, Ysh'toka corre em sua direção e ao perceber o estado de Ka e o abraça com olhos lacrimejados e encostando a cabeça dele no seu corpo. Ela lamenta não ter acesso a magias de cura, mas tem certeza que foi Ka que a salvou. Ela xinga o Lobo e fica com vontade de matá-lo ao vê-lo preso a árvore. A nekojin põe os dedos indicadores na cabeça e fecha os olhos. Após um certo brilho sair das pontas dos dedos dela, ela começa a falar como se mandasse uma mensagem pra alguém distante.
    - "Estou em Dirtmouth. Preciso de ajuda. Gente ferida. Inimigos inconscientes e restringidos. Venham rápido".

    Os dois permanecem abraçados esperando pela ajuda até que o Lobo desperta e ao perceber sua situação fica furioso, tentando se soltar, mas fica rapidamente cansado e arfando. Ochyllyss desperta pouco depois e ao se ver nua e amarrada, tenta se soltar, mas o esforço a deixa esgotada rapidamente. O veneno a que tinham sido expostos era realmente eficiente. Ela tenta berrar algo, mas é ininteligível. Ka menciona a Ysh'toka sobre o pingente no pescoço do Lobo e diz que não o tocou por temer algum efeito mágico. A nekojin passa a mão sobre o pingente momentaneamente e diz que não havia mágica alguma ali, arrancando-o do traidor. Segue-se então uma cena bastante peculiar de tortura, mas nada que Ka não imaginasse vir de Ysh'toka.
    tortura:
    - Quem lhe deu isso aqui?
    - Recebi da namoradinha do seu amante hehehe.
    - Mentira sua! Fale a verdade!
    - Vá tomar no seu cu. Você não manda em mim.
    - Veremos...

    Ysh'toka abre a calça do Lobo deixando a genitália dele exposta e o ladino ri, dizendo que ela teria que chupar muito bem pra ouvir ele confessar qualquer coisa. A nekojin tira o bracelete do pulso e o encaixa no pênis do Lobo. Ele mal tem tempo de perguntar o que significava aquilo, quando o dedo de Ysh'toka brilha na cor vermelha e ao tocar o objeto, aparenta esquentá-lo e muito. O lobo tenta gritar, mas tem um chumaço de pano enfiado na boca pra abafar seus gritos de dor. Ka não precisava assistir aquilo, mas pelos gritos do Lobo, parecia estar ardendo muito, afinal o ferro quente queimava a pele e a genitália dele.
    - Vai falar?
    - Mhhmm! Mhhm!
    *tira o chumaço
    - Foi a piranha da irmã dela. PelamordeShadowladypaaaaaaaaaareeeeee... aaaaaah
    - Hahaha, orando pra deusa da crueldade? Pena pra você que eu também sou devota dela... Meeeeow.

    Ysh'toka tira o bracelete, fica de pé, mas não para sua tortura ali. Ela dirige pelo menos três chutes no saco do Lobo e termina com um pisão com direito a apertar e arrastar o pé dela no chão.
    - Você vai aprender a falar fininho comigo, Lobo. Ninguém tenta me matar e sai contando vantagem... Você está demitido. E agora vou pagar sua rescisão de contrato.

    Ysh'toka cria um objeto rombudo de madeira, tira as calças do Lobo e enfia naquele lugar, com novo berro vindo do elfo, mas sua boca é novamente tampada. Ysh'toka começa a caminhar na direção Ochyllyss que ao presenciar toda aquela cena, tenta inutilmente se arrastar pra longe da nekojin. A gata se agacha perto da guerreira e a olha com um sorriso superior.
    - Eu podia fazer muito pior com você, sabia? Mas o Ka aqui tem outros planos pra você. Você, sua putinha, vai virar escrava da minha rival. Pode dizer adeus aos seus dias de glória na arena. Já isso aqui (diz Ysh'toka girando o dedo no ar). Vai pertencer a mim. Sua nova baronesa! E meu primeiro ato oficial como sua futura senhora de terras, é demarcar meu terreno. Nós felinas marcamos nosso território assim, sabia?

    Ysh'toka começa a urinar no rosto de Ochyllyss, sob risadas da mesma. Com um pedaço de pano, ela se enxuga e joga no rosto da elfa caída. Ysh'toka retorna até Ka e entrega o medalhão pra ele.
    - O da Oribel tem uma mancha de sangue. Não sei como ela o sujou, mas desconfiei quando vi os dois.

    Cerca de meia hora se passa e cascos de cavalos podem ser ouvidos a distância. O barulho preocupa Ka a princípio, mas Ysh'toka o acalma, mantendo-o abraçado a ela. Eis que chegam ninguém menos que Sham e o Estranho, já saltando do cavalo e assumindo posição de combate defensiva de costas para o casal. Ysh'toka pede que os dois se acalmem, pois a área estava segura e Sham logo percebe o estado lastimável de Ka, indo ao seu auxílio. O jovem faz umas preces e Ka de repente sente o mesmo alívio que sentira da outra vez em Velha Londres, com todos os seus ferimentos se fechando e ele sentindo-se novinho em folha, pronto pra outra briga, exceto contra Ochyllyss.
    - Ka, meu amigo. Não me apronte outra dessas por favor. Eu te devo minha vida. Lamentaria muito se partisse antes de mim.

    O Estranho Misterioso mesmo com o pedido de sua patroa não baixou a guarda e fez questão de vasculhar o ambiente. Ao ver o Lobo preso, chamuscado e literalmente fodido, ele se segura pra não terminar de matar o ex-colega de profissão, mas faz questão de dar-lhe um murro na boca pra arrancar uns dentes.
    - Filho da puta. Traiu a todos nós. Devia ter um pingo de dignidade e cometer suicídio. Fosse de minha decisão, eu acabava com sua vida miserável agora.

    Ysh'toka pede ao Estranho que deixasse o Lobo ali onde estava e colocasse a guerreira elfa sobre o cavalo. Não tinham mais utilidade para aquele elfo, mas a guilda deles não era de assassinos. O Estranho obedece, mas comenta o fato da elfa estar com cheiro de mijo. Ysh'toka diz que é dela, o que faz com que o Estranho evite mais comentários a cerca do assunto. No outro cavalo, sobem Ka e Ysh'toka. O Shamanista diz que eles fossem na frente, pois ele os alcançaria depois.
    - Eu consigo encontrar outro cavalo pra mim. Eu sou um druida afinal de contas.

    Após uma viagem de três horas, o grupo volta a Lacrimosa. Algo chama atenção de todos ao passar pela bolha temporal na Encruzilhada Esquecida (agora lembrada). Leves terremotos abalavam o lugar, enquanto relâmpagos pareciam girar em torno da bolha. Não havia aumentado a circunferência, mas parecia estar se tornando instável a medida que o tempo passava. A quantidade de autoridades presentes havia diminuído, mas ainda era possível ver pessoas circulando pelo lugar como que averiguando a situação. Era bem possível que em breve a própria Rainha Almalexia se posicionasse a respeito. Enfim, todos estavam de volta a mansão com exceção de Sham que voltaria logo em seguida. Ochyllyss é jogada na beirada da fonte e fica sob a vigilância do Estranho. Ysh'toka e Ka mal entram na mansão e o ladino é recebido com um abraço apertado de Oribel. Ka podia ver que os olhos de Oribel estavam marejados e sua preocupação autêntica. O pingente estava no pescoço dela.
    - Ka, o que houve? A madame Ysh'toka convocou ajuda.. Eu fiquei tão aflita...
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    Mensagem por Christiano Keller em Qui Maio 14, 2020 11:19 pm

    Ka,

             Com certa confiança, Ka sabia que a irmã de Oribel tinha um medalhão como aquele que o Lobo usava, mas não se atreveu a tocar na peça até Ysh'toka confirmar que não era mágico. Parece que o jogo sujo entre as irmãs estava ficando pesado. Se o lobo estava armando isso, certamente haveria um problema maior para ser resolvido mais na frente. A tortura do Lobo poderia ser um sinal de força no qual Ysh'toka deixaria o inimigo viver para contar sua história, mas Ka ainda gostaria de acabar com estas pontas soltas antes que elas se voltem contra ele.

             Com Ochyllyss, aquilo poderia ter um desfecho diferente. Talvez se no passado Ka tivesse feito sexo com Ochyllyss em vez de Oribel naquela noite, tudo poderia ser bem diferente. Estaria ao lado de Oribel, mas não tão amarrado quanto hoje? Ou estaria com Ochyllyss, servindo aos seus interesses? O que era mais curioso nas duas era que ambas tinham brinquedos na bunda, cada uma ao seu próprio estilo.

             As coisas que cada um tinha são agora parte de um saco feito com as roupas de Ochyllyss, exceto o dinheiro e colar da família Discordia, que agora eram de Ka. Certamente Ka precisará passar numa loja para trocar as coisas que pegou e repor pelo menos uma algema no seu estoque visto que o Lobo Solitário ficará com a sua última algema. Ainda bem que não era um objeto de uso pessoal. Ferido como estava, Ka até pensa em arrumar um tipo de aula sobre combate para evitar problemas na próxima vez que isso acontecer. Tinha bombas de fumaça, uma besta, por certo que haviam outras formas para evitar perder essa luta. Porém esse sentimento não explica quem o salvou. Quem era a criatura pequena e escura que passou por ali? Ka tenta lembrar das pessoas que ajudou no passado, mas era difícil lembrar de alguém tão marcante quando um tipo de anão ou criança.

             Abraçado por Ysh'toka ainda esperando por socorro, Ka pergunta de forma curiosa.
             - Já que estamos aqui esperando o tempo passar, posso perguntar algo? Você tem um brinquedo preferido? Parece que Ochyllyss tem um e Oribel tem outro, uma mulher tem que se divertir de alguma forma, uma baronesa merece algo de primeira linha. A pergunta era simples, mas Ka aproveita para puxar o saco de Ysh'toka, não sabia quando teria a oportunidade de usufruir dela novamente.

             Minutos depois chegam Sham e o Estranho. A ajuda deles era bem-vinda e nas condições que Ka estava, uma magia de cura seria muito boa.
    Sham escreveu:- Ka, meu amigo. Não me apronte outra dessas por favor. Eu te devo minha vida. Lamentaria muito se partisse antes de mim.
             - Sham, eu tenho que te agradecer mais uma vez, estes ferimentos são bastante graves. Cada um de nós tem uma função, cada uma é importante, se não tão quanto as outras mesmo que não pareça. A cura de Sham era o que mantinha Ka em pé agora. Por sorte era uma questão de trocar de roupa, visto que essa já era. O cheiro de ferro do sangue estava presente no ar, seria difícil remover isso da roupa, era mais fácil pegar roupas novas. Desta vez Ka pensa em rever suas roupas para usar uma armadura de couro ou coisas que ajudem para uma situação assim como este combate.

             Ka subia no cavalo e logo vinha Ysh'toka agarrada atrás dele. O caminho que Ka fez com Oribel também foi similar, com os dois no mesmo animal. Aquele caminho era provocante, não tinha como dizer que era sensual, mas os efeitos provocados eram fortes. A longa viagem de 3 horas faz Ka ter um tipo de sonho que não sabia se foi real.
    +18: sonho ou realidade?:
    Ka seguia para com Ysh'toka se contorcendo e esfregando seu pelo no corpo. Como os gatos se esfregam em algo que gostam, parecia que Ysh'toka gostava daquele brinquedo. Os pensamentos de Ka sobre o caminho e Oribel logo fazem seu membro crescer para o deleite de Ysh'toka. Com as presas perto da orelha direita de Ka, Ysh'toka diz:
    - Você perguntou sobre um brinquedo preferido, eu gosto deste tipo de brinquedo.
    As mãos passavam sobre o tecido da calça, da glande até a base. Por sorte a distância entre o Estranho e Ochyllyss era grande o suficiente para disfarçar as mãos de Ysh'toka com a capa. No começo era apenas um tipo de provocação, apenas para ver quanto tempo conseguia ficar duro com os carinhos. Os minutos depois tornaram o desejo mais forte e as mãos que passavam sobre o tecido agora colocavam a carne pra fora. Ao olhar sobre o ombro de Ka, Ysh'toka move as mãos por toda a extensão, usando todo o brinquedo.
    - Então é assim que você, parece sensual. O ponto de vista agora de Ysh'toka era quase o mesmo de Ka. A respiração ofegante, o pulso acelerado e o desejo apenas cresciam. Comportado Ka, agora estou apenas brincando. Os felinos gostam de brincar com a comida, sabia disso?
    De forma provocante, Ysh'toka queria prolongar a brincadeira o máximo possível, talvez uma forma de tortura ou uma forma de prazer. Com as mãos Ysh'toka repete o mesmo ritmo do cavalo, lento, constante e provocante. Nas mãos de de Ysh'toka ela sentia o controle sobre Ka, os dedos se moviam e arrancavam suspiros, em outras passagens eram pulsações ou até gemidos. Aquilo era um tipo de música para os ouvidos da Nekojin que brincava para passar o tempo.
    Quase duas horas depois de saírem de Dirthmouth, Ysh'toka estava começando a ficar mais excitada com a brincadeira e sua mão esquerda sumiu. Ka pode perceber que ela estava se tocando enquanto brincava.
    No pé do ouvido de Ka, Ysh'toka começa a falar algumas sacanagens sobre as brincadeiras com as mãos e a cada minuto ficava mais excitada. Então começa a falar sobre sua fome:
    - Ka, aquele antídoto tinha um gosto terrível. Sabe o que tem um gosto melhor? Heim? Eu provei e gostei. Você vai deixar provar novamente? Eu acho que vai... posso sentir que vai. hummmm. Aqui, dá pra mim. Só chega para o lado que eu pego tudo. Vem. Ysh'toka percebe que Ka começa a atingir o clímax e se curva sobre o cavalo para sugar com vontade. Ka percebe que ela atinge o clímax segundos antes dele. Faminta Ysh'toka suga até a última gota que até faz um "POP" quando solta.
    - É deste tipo de brinquedo que gosto.Ysh'toka guarda o brinquedo e fica passando a mão sobre o tecido da calça como antes.
             A chegada em Lacrimosa desperta os sentidos de Ka que estavam perdidos nos movimentos das mãos de Ysh'toka. Atordoado, Ka não sabia se tinha acontecido ou não algo entre os dois no caminho. A única coisa que sabia é que estava excitado após tanto carinho.

             Com a capa, Ka tentava se esconder dos curiosos em Lacrimosa. O caminho para a mansão era fácil e já previsível, Ka não gostava da previsibilidade. Porém a chegada é acolhedora, lá estava Oribel com os olhos cheios de lágrimas com preocupação. Certamente deveria estar preocupada, se ocorrer algo com Ka e Ysh'toka neste ponto ainda precisaria de alguém para limpar a barra dela para se tornar Baronesa ou até recuperar seu lugar entre os nobres.
    Oribel escreveu:- Ka, o que houve? A madame Ysh'toka convocou ajuda.. Eu fiquei tão aflita...
             - A luta com Ochyllyss não foi muito bem. Não posso dizer que ganhamos, havia um traidor entre nós. O Lobo Solitário enganou a gente, eu fiquei muito ferido e Sham curou meus ferimentos. Veja isso. Ka mostra o colar. Acho que a coisa está mais preocupante, creio que tentou nos matar usando o Lobo. Vamos conversar um pouco sobre isso? Ainda preciso ir entregar Ochyllyss, mas preciso de um banho e roupas limpas. Ka vira para Ysh'toka e diz: Gostaria de ir entregar Ochyllyss comigo? Vamos combinar algo para a entrega? Ainda temos que conseguir informações lá para executar o plano direito. Ka sabia que Ysh'toka gostaria de encontrar Idrolmi, mas aquilo poderia dar ruim logo. Precisava de um plano B, uma fuga com fumaça e bombinhas ou algo parecido.
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