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    Ka III (SP) - Christiano Keller

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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 2 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Sailor Paladina em Qui Maio 21, 2020 5:59 pm

    Ka convida Ysh'toka pra fazer a entrega a Idrolmi e Oribel fica pasma com a ideia. Que mundo pequeno era aquele em que sua ex-dona iria escravizar sua ex-algoz, pelas mãos do namorado e da melhor amiga. Ka mostra o amuleto de Origa pra Oribel e a elfa arregala os olhos incrédula. A devassa havia chegado muito longe dessa vez. E aquilo era provavelmente uma resposta pros planos arruinados dela com a baronesa de Nova Londres. Ysh'toka pergunta a relação e Nekobese surge descendo as escadas e confirmando que a baronesa Mortícia foi convocada pela rainha pra prestar esclarecimentos sobre seu possível envolvimento em um assassinato e sequestro, além de ter sido o pivô no incidente envolvendo um roubo ao museu e uma medusa na cidade. Ysh'toka anda em círculos pensativa e diz que precisava conversar a sós com o noivo. Ka e Oribel podiam ter seu momento juntos, mas seria importante que eles não perdessem tempo em encontrar Idrolmi. Tudo acertado, Ka vai pro quarto com Oribel e os demais vão pros seus aposentos. Ninguém ali estava muito incomodado de descobrir que o Lobo Solitário era um traíra, ainda mais por saber que ele havia sido devidamente punido. Sempre foi meio anti-social e suspeito. Ka e Oribel entram no quarto e o meio-elfo já vai logo se despindo entrando na banheira luxuosa. Sua amada se senta perto pra ajudar ensaboando suas costas.
    - Que ótimo termos um amigo curandeiro não é? Seus ferimentos foram curados, mas ainda consigo ver as marcas dos cortes no seu corpo...

    Ka ainda tinha o amuleto em mãos e Oribel diz que se a irmã se desfez do objeto, era sinal de que havia cortado laços familiares junto com o ato. O que também significava que Oribel não era mais uma Discordia e nunca seria baronesa na vida, por não pertencer mais a uma família de renome. Algo que só alguém na alta corte poderia decretar. Ka olha pra Oribel, mas vê que ela não estava triste, apesar de tudo o que dissera. Na verdade demonstrava alívio por meio de um suave sorriso. Havia se acostumado com a vida simples e não tinha. Contudo, diz a elfa suspirando, sentia falta de trabalhar na agência de CUrriers. Morando ali em Lacrimosa, na vida boa estava transformando ela de volta na antiga e soberba Oribel. Ysh'toka ao menos fazia um bom trabalho em "pô-la no seu lugar". Cultivar um masoquismo subconsciente a mantinha sob controle. Toda aquela conversa excita Ka e Oribel diz que o estaria esperando na cama. Era o pequeno espaço de tempo que Ka teria pra pensar nas coisas que a elfa dissera. Talvez não fosse plano dela voltar a ser quem era. Gostava da vida simples e quase via o que a irmã fez como um favor. Essa vida regrada cheia de politicagem não lhe interessava. Como prometido, Oribel aguardava nua em pelo sobre a cama, esperando seu príncipe debruçar sobre ela. Porém quando vai beijá-la, a elfa faz uma pergunta pertinente:
    - Você está transando com ela né? Com a Ysh'toka...

    Ka podia responder a verdade ou não, mas Oribel logo continuaria dizendo que não podia falar muito visto que também se divertiu com a patroa. Contudo a elfa não tinha de que Ka também se envolvera com Tharja, Idrolmi e Sysil'syth e se tivesse tido um pouco mais tempo ou oportunidade, talvez nem Malice nem Ochyllyss tivessem escapado de seus encantos.Após uma foda gostosa pra compensar todo o tempo separados e uma "noite" relaxante, Ka acorda bem disposto pra sua próxima missão. Oribel lhe traz o café na cama, incluindo frutas, mel e pão, o tipo de especiarias muito caras pra os habitantes de Dirtmouth. Após uma troca de carícias prolongadas os dois seguem pro salão principal onde Ysh'toka já estava a espera, conversando com Sham e Miss Fortuna. Todos trocam acenos e Ysh'toka diz já estar pronta. Logo mais entra Mortalha pela porta da frente, dizendo que a Ochyllyss estava pronta pra ser levada.
    - A coitada está completamente viciada na droga, igual aquela outra que esteve aqui. É só oferecer que ela fica quietinha abanando o rabo feito uma cadelinha, hahaha.

    A curiosidade bate forte em Ka e Oribel pra verem Ochyllyss lá fora. O grupo todo se aproxima e vê que a antes soberba guerreira estava agora reduzida a trapos. Pelada com uma coleira no pescoço, tremia mesmo sem tempo frio, mais pelos efeitos colaterais da droga. Abstinência no Esctasy era ainda pior. Ao ver Ka, a elfa segue na direção dele engatinhando e pedindo pra ser libertada. Jurava que não iria mais procurar por ele ou a namorada. Faria qualquer coisa pra não ser uma escrava. Ela implora chegando a abraçar sua canela, mas não podia ir mais longe pela corrente segurando seu pescoço ao poste. Oribel até se comove pela situação, mesmo tendo sido quase morta pela inimiga, mas Ysh'toka age de forma cruel, chutando Ochyllyss pra longe.
    - Essa decisão não cabe a ele, verme.  Como eu já disse, seus tempos de glória acabaram.

    Mortalha tira a amarra do poste e dá pra Ysh'toka segurar. A nekojin começa a caminhar puxando a coleira, mas Ochyllyss empaca sem querer andar. Mortalha entrega um pacotinho pra patroa e Ysh'toka pega uma pílula em mãos, oferecendo pra Ochyllyss como quem oferece um biscoito pra um cachorro. A elfa observa Ka com olhos lacrimejados, chora, mas não resiste e vai até a gata, abrindo a boca pra engolir a droga e logo se estremecer no chão, derretendo-se em orgasmos enquanto Ysh'toka usava a ponta do pé pra atiçar a buceta de Ochyllyss. Caso Ka tentasse mudar de ideia ou aparentasse estar comovido como Oribel, Ysh'toka o fitaria bastante séria e o lembrando do que a inimiga os fez passar.

    Spoiler:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 2 SeUV773

    Já do lado de fora da mansão, estando apenas Ka, Ysh'toka e Ochyllyss, a nekojin põe Ka a par do que conversou com o noivo na noite anterior, enquanto caminham na direção da mansão de Idrolmi. Ochyllyss estava devidamente amordaçada, com vendas nos olhos, tampões nos ouvidos e acorrentada nos pés e braços amarrados atrás das costas, portanto não poderia fugir nem ver ou ouvir nada. Ysh'toka diz que pensou num bom plano, mas queria ouvir a opinião de Ka a respeito visto que ele foi essencial em tudo o que aconteceu até ali. Com base no que Nekobese informou e no conhecimento que tinham sobre Idrolmi, a gata sugere barganhar com o que tinham e Ochyllyss seria apenas um presente de boa fé pra mostrarem que tinham "boas" intenções. A ideia era jogar um verde pra Idrolmi confessar que tinha a família do barbeiro como escravos, forjar um salvamento e denunciar Mortícia, fazendo com que ela perdesse o título de Baronesa. Nova Londres teria um lugar vago para que Idrolmi se tornasse baronesa de lá. Em troca Ysh'toka não teria concorrência pra se tornar Baronesa de Lacrimosa. O plano de Ysh'toka parecia funcionar muito bem no papel, mas na prática podia dar tudo completamente errado. Ká sugere um plano B sobre escapar caso algo desse errado, mas a nekojin já deixa de sobreaviso sobre tal tentativa e que não permitisse que as aparências enganassem Ka:
    - Idrolmi é uma maga muito poderosa. Ela posa de frágil, mas faria essa verme se ajoelhar sem nem piscar um olho. Em outras palavras, estaríamos mortos antes da gente chegar no portão...

    No entanto, ela tenta tranquilizar os ânimos. A escravista acima de tudo se importava com a reputação e era diplomata. Apreciava um acordo em que ela saísse com vantagem. Provavelmente iria pedir por algo mais e eles teriam que estar prontos pra negociar.
    - Você está pronto, Ka?
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    Mensagem por Christiano Keller em Sex Maio 22, 2020 3:17 am

    Ka,

           Ninguém parecia se importar com o Lobo Solitário. Aquilo parecia razoável pelo fato dele não ter amigos, mas ainda assim poderia não ser o único inimigo ali dentro.
    Oribel escreveu:- Que ótimo termos um amigo curandeiro não é? Seus ferimentos foram curados, mas ainda consigo ver as marcas dos cortes no seu corpo...
           - Ainda tenho as marcas. Isso é terrível e quase morremos lá. Oribel ajudava Ka com o banho enquanto conversavam. No entanto Ka estava ciente de que mais pessoas poderiam escutar a conversa. Talvez sua irmã não a considere uma Discordia, mas você é. Basta conseguir alguma Baronesa para validar seu título. Eu fui lá lutar por você e quase morri meu amor. Saiba que tudo que faço, faço pensando em você. Em como conquistar seu lugar na nobreza novamente. Quando Oribel diz que sente falta de trabalhar na agência de CUrriers, Ka olha para Oribel de forma marota. Qual o tamanho da sua saudade por um trabalho? Ka joga com o duplo sentido, porém ainda tinha as contas de Ochyllyss que depois de fervidas poderiam ser um item para Oribel usar.
    Oribel escreveu:- Você está transando com ela né? Com a Ysh'toka...
           Ka olha para Oribel e diz:
           - Eu precisava de ajuda para conseguir alguém forte para tentar capturar Ochyllyss. Como você proibiu Ochyllyss, então precisava derrota-la. O que não aconteceu direito. Não poderia deixar Ochyllyss te matar. Se não seria prisioneira aqui dentro para sempre e o Lobo Solitário poderia te pegar também. Eu disse uma vez e direi novamente: por você eu comeria todas as mulheres do mundo. Comeria a própria Rainha para limpar seu nome na corte se você quiser. São coisas que faria para por você, pois só uma mulher neste mundo me interessa: Oribel. As palavras de amor levam a Oribel entregar que esteve com Ysh'toka também. No entanto Ka não diz nada sobre as outras mulheres, eram ações importantes para o futuro de Oribel, exceto Sysil'syth que teve uma ponta de curiosidade, mas seria uma ótima aliada em caso de problemas.

    +18:
    Ka beija os lábios de Oribel que estava sobre a cama. O quarto aconchegante, com a cama macia e permudado era diferente dos locais exóticos que estava habituado. Talvez não haja a excitação do local público, mas há liberdade para posições e ações.
    As mãos de Ka percorrem o corpo de Oribel. A saudade de cada parte era marcante, queria beijar o queixo, o maxilar, a orelha até morder levemente o lóbulo. Sugar o pescoço, a até os ombros com beijos curtos e molhados para dar sabor à brincadeira. A ideia era deixar cada canto do corpo alerta, inspirado ao prazer que iria chegar com a boca quando ela atingir o local certo na hora certa com tudo quente. A temperatura da pele subia a cada beijo, as mãos seguravam as pernas e depois soltavam pegando em outras partes.
    Quando os beijos chegam aos seios, as mãos também ajudam. Sugar com delicadeza ou com força arranca suspiros de desejo e atenção. Segurar também torna os mamilos mais duros e saltados, deliciosos para beijar. Ka seguia beijando os seios quase se perdendo ali mesmo entre os suspiros de prazer, mas ainda tinha uma direção, seguiria lentamente seu caminho para baixo.
    A barriga era macia e tirava risadas baixinhas das cócegas que os beijos fazem na pele. Cada aperto das mãos agora era misto na base dos seios ou no abdômen. Mas agora era hora de mover as mãos pelo corpo todo. Para cima pelos braços ou para baixo nas pernas, as mãos iam dos pulsos aos tornozelos roçando os dedos para arrepiar a pele.
    Cheio de desejo Ka encontra a vulva. Os lábios da boca tocam os lábios da vulva num beijo suave que apenas arranca suspiros de desejo. A língua agora lutava em vão sem uma língua para lutar pelo amor e prazer, Oribel era arrebatada pelos sentimentos sem defesa a cada lambida. Os suspiros tornam-se gemidos suaves cheios de pedido por mais e mais. Cada nova lambida passeia entre os lábios da vulva de Oribel por um Ka cheio de luxúria. A língua passa para cima e para baixo pelos lábios externos enquanto Ka se posiciona mais para baixo. As mãos e braços passam por baixo das pernas de Oribel para dar um abraço forte como se ela fosse fugir. Logo Ka usa a língua de forma mais intensa e forte, abrindo caminho deste o ponto em que os lábios se juntam até depois do final. Para surpresa de Ka, Oribel não estava usando o plug de CUrrier, então talvez essa fosse sua saudade pela profissão. A língua de Ka passeia então pelo cuzinho quase fechado de Oribel para deixar ela instigada.
    No entanto a experiência de Ka dizia que Oribel precisava de dois orgasmos antes de passar por ali de verdade. Ka tinha aquelas metas e um plano, o qual seguiria firme, forte até o objetivo. Cada lambida era premeditada, pelo lado esquerdo de cima até embaixo, algumas vezes até arrancar o suspiro. Depois pelo lado direito, até subir no ponto em que se juntam os lábios e sugar. A constância das lambidas e a repetição são importantes neste momento único. O ritmo marcante logo arrepia a pele, as mãos de Oribel passam pelos cabelos de Ka numa tentativa de agradar e então segurar para depois afastar. Era o clímax, Oribel tenta afastar a cabeça de Ka em vão enquanto gemidos de prazer ecoam pelo quarto.

    Ka então sabia que Oribel estava preparada para a parte dois, sexo forte. Ao levantar com a boca molhada, Ka já se posiciona e penetra devagar. O deslizar molhado e suave é gostoso demais, o que arranca mais alguns gemidos de Ka. Ao deitar sobre Oribel para deixar ela se acomodar ao invasor, Ka passa as mãos pelo corpo para incendiar as sensações novamente. O calor das mãos sobre a pele destaca os sentimentos de prazer carnal. As pupilas dilatadas representam o desejo e luxuria do momento. Cada estocada curta e rápida mostra apenas que o desejo é forte. O contato visual é ótimo quando as testas se encontram e um bebe os gemidos do outro. Ka logo dobra sobre o corpo de Oribel para sugar os seios espalhando beijos por todos os lados.
    O prazer intenso do momento e a nova posição agora permitem estocadas longas e mais demoradas, com Ka entrando e saindo por mais tempo de Oribel. São movimentos cheios de sensualidade e prazer para os dois. Só que Ka agora pode erguer o corpo para ver toda Oribel à sua frente. O cheio do perfume de Oribel fica misturado ao cheiro de sexo que está no ar, aquilo trás memórias de vários outros momentos. O polegar de Ka vai até a boca de Oribel num beijo distante, mas seu objetivo é apenas um pouco de umidade. Logo o dedo desce até a vulva para massagear de forma circular o local agora mais inchado de prazer. A mão esquerda de Ka já localiza o lubrificante, talvez Oribel queira um pouco desta vez. As novas estocadas no ritmo da massagem são deliciosas o sorriso de prazer nos rostos dos dois é ótimo. Então Oribel começa a se contorcer em outro clímax. Ka mantém o ritmo para prolongar o momento para Oribel o máximo possível.
    Com calma a mão esquerda pega o lubrificante e prepara para a parte que Oribel mais gosta.
    Ka retira o pau de dentro de Oribel ainda inebriada pelo orgasmo e lubrifica a região. A glande encosta no cu de Oribel e começar a fazer pressão. Lentamente começa a entrar e era um processo lento. Primeiro precisa passar pela trava, depois é só alegria. Naquela posição de frente Ka pode ver os olhos de Oribel para entender suas reações de prazer ou dor. Quando Ka consegue colocar tudo para dentro, ainda espera um pouco para Oribel se acostumar. Quando está pronto, era hora de foder Oribel do jeito que ela gostava daquilo, forte, bem forte. As estocadas então começam, desta vez longas e profundas. Ka tenta colocar bastante rapidez para manter um ritmo gostoso pelo sorriso na face de Oribel, mas o melhor não era uma velocidade específica, mas o ritmo marcante. O bom também era que o polegar de Ka também poderia trabalhar naquela posição. Então era quase como uma dupla penetração, com Ka usando seu membro e sua mão ao mesmo tempo.
    O prazer único daquele momento era algo exclusivo de Oribel.

           Na manhã seguinte Ka acorda com um café da manhã muito luxuoso.
           - Oribel, o que é isso? Sei que é café da manhã, mas isso está muito chique. Pessoas simples não tem como bancar este tipo de coisa todos os dias. Eu acho que talvez você tenha algum desejo em retomar seu posto na Nobreza. Será que pode deixar claro isso pra mim? O que Oribel dirá? Que não deseja ser Baronesa? Ou que não deseja retornar a fazer parte da Nobreza de Onduth?
           Antes de sair do quarto, Ka pega as contas e mostra para Oribel.
           - Talvez tenha saudade da profissão, mas ainda pode usar coisas assim. O que acha? Ka faz uma cada de safado e diz: Lembra daquela vez na praça que pediu para tirar o plug? Aquilo foi um belo gatilho para sexo forte.

           - Ochyllyss, você tentou me matar. A gente poderia ter conversado na primeira vez. Isso tudo foi como da primeira vez, eu estava fazendo um serviço e você não quiz conversar. Agora tenho outro serviço e você não quiz conversar. Então você perdeu a oportunidade que teve, neste momento essa decisão de te libertar não é mais minha. Ka não tinha mais o que fazer com Ochyllyss.
           Ysh'toka então preparava para partir com Ochyllyss e Ka. A conversa dela com Nekobese sobre o plano parecia tentadora.
           - Minha chefe, seu plano parece interessante, mas talvez a parte de forjar um salvamento esteja inadequada. Alguém teria que salvar a família e Idrolmi acolheu a família do Barbeiro. Creio que seria mais fácil dizer que Mortícia chantageia Idrolmi e a obriga a manter a "pobre família do Barbeiro em sua propriedade" contra sua vontade, visto que ninguém acreditaria na palavra dela versus uma nobre. Só que Toddy foi capturado e Idrolmi poderia usar essa informação para tentar se livrar da chantagem de Mortícia. Assim Idrolmi poderia assumir Nova Londres e Idrolmi, sua antiga serva assumiria Lacrimosa. Idrolmi terminaria como Baronesa e teria outra nobre que trabalha para ela, neste caso a bela Ysh'toka. Ka sorri para Ysh'toka. Só não sei o que mais Idrolmi poderia pedir. Oribel parece um prêmio muito pequeno e não gostaria de a perder. Ka ainda olha para Ysh'toka e diz: Achei o jeito de Oribel meio estranho. Será que ela tem um plano ou sua irmã tem condições de causar algum problemas para nós? Ka caminhava com Ysh'toka e acabara pensando em Koyaan. Será que conseguirá apoio dele na hora adequada?
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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 2 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Sailor Paladina Ontem à(s) 7:58 pm

    Depois da prazerosa noite com Ka, Oribel queria agradar o namorado com um jeitinho especial na manhã, mas não esperava aquela reação. Ela baixa a cabeça, ficando pensativa por instantes e diz que apreciava muito o esforço de Ka em querer torná-la alguém importante de novo, mas era exatamente da nobreza de Onduth que queria manter distância. Aquela cultura corrompia a mente e a alma de uma pessoa e com certeza não era um lugar para os fracos ou oportunistas. Perder uma posição de destaque era muito mais simples que ganhar. Porém, a elfa não queria desperdiçar esse entusiasmo de Ka e faz uma proposta ousada. Ka já tinha pego dois dos alvos que o Koyaan queria, mas não era obrigado a ir atrás de outro, arriscando sua vida.  Sabe-se la quando e como seria recompensado por isso. Ao invés disso, Oribel sugere a possibilidade de deixarem Onduth pra trás e irem pra superfície. Tinha ouvido histórias de outros elfos negros que já tinham se aventurado lá fora que durante metade do dia, um astro flamejante conhecido como Sol, iluminava toda a superfície e que era bastante incômodo pra nativos de Onduth, mas nada que fosse realmente mortal ou sequer danoso. Podiam começar vida nova em outras culturas que não envolvesse especificamente uma disputa eterna por poder as custas do detrimento de outros. Mais uma opção seria ir pra mais longe da Capital e ficarem seguros, longe de sua maldita irmã.
    - Mas se você quiser continuar aqui onde estão seus amigos, eu vou entender e te dar todo o meu suporte, Ka.

    Oribel segura o colar de contas e pergunta de onde veio. Independente da resposta, a elfa fica de quatro abrindo a bundinha e com o cuzinho amostra, pede pra Ka introduzir todas as bolinhas até o anelzinho. Adorava ser lambida no orifício enquanto tinha a cordinha puxada em círculos sem remover as esferas. Sua xana estava bem meladinha pedindo por um mastro. Após uma rápida foda pra alegrar a manhã, Ka segue seu caminho.

    ---

    Ka despreza Ochyllyss e a guerreira antes orgulhosa estava agora apenas reduzida a trapos, com olhos chorosos e ciente de que sua vida estava arruinada por completo. O casal sai na rua com Ochyllyss pelada na coleira morrendo de vergonha. Enquanto conversavam, Ysh'toka ainda chega a espetar uma vareta no cu de Ochyllyss pra ela andar mais rápido. Os gemidos dela não eram de alguém que estava gostando, mas aquilo não importava mais. Ka e Ysh'toka passeiam pelas ruas de Lacrimosa, evitando lugares muito movimentados, mas vez por outra passavam por grupos de pessoas que ou se ofendiam ou observavam curiosas o casal andar pelas ruas com uma escrava naquele estado. Frases como "alguém chame as autoridades!" e "desde que a cidade ficou sem baronesa, o nível decaiu bastante!". Aos que perguntavam quem era aquela mulher de semblante tão familiar, Ysh'toka fazia questão de dizer que era a famosa Ochyllyss da arena de Dirtmouth (pra desespero de Ochyllyss que já não suportava tanta humilhação). Alguns guardas chegam a acostar a dupla, mas Ysh'toka facilmente os despacha com dinheiro. A nekojin nunca se sentiu tão feliz como naquele momento. Humilhar uma inimiga a deixava com muito tesão e ela deixa isso claro pra Ka, dizendo que que se não estivessem com pressa pra resolver aquilo, os dois podiam até transar de novo ali. Quem sabe na volta? Sobre Oribel, Ysh'toka apenas diz que a elfa estava preocupada com as idas e vindas do amado sempre arriscando sua vida por ela. Ela não se achava merecedora de tanto carinho.
    - Fica tranquilo, Ka. Tudo vai depender de como Idrolmi vai reagir quando nos ver juntos. Tomara que essa verme apazigue os ânimos dela. Anda logo sua puta!
    - Aaaaie.

    ochyllyss sendo levada:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 2 G51ZRO3

    O trio chega até a entrada da mansão de Idrolmi e logo Ka percebe o mesmo casal de Tieflings de outrora, incluindo a fêmea que até pouco tempo estava numa posição humilhante, sendo punida por desobediência. Ao reconhecer Ka, ela não perde tempo e rapidamente abre o portão, permitindo a passagem deles. O ato deixa Ysh'toka  impressionada com a agilidade no atendimento, visto que sequer perderam tempo sendo interrogados sobre suas intenções. Durante o trajeto, a nekojin faz observações sobre o jardim da antiga senhora, elogiando a tudo e dizendo que iria conversar com Nekobese pra fazer algumas alterações similares. O casal entra no salão principal da mansão e percebe o local vazio, além dos móveis. Ysh'toka menciona que Idrolmi provavelmente estaria no escritório dela e que Ka indicasse o caminho, mas antes mesmo dela terminar a frase, Ochyllyss é arremessada na parede com força por algum vulto. Ka sente como se uma corda invisível o amarrasse por completo deixando ele totalmente imóvel e então uma força invisível passa rapidamente agarrando Ysh'toka pelo pescoço e pondo-a contra a parede, sufocando-a, mas não o suficiente pra tampar sua respiração. Descendo as escadas, surge Idrolmi em um vestido negro e uma aura enegrecida ao seu redor. Seus olhos brilhavam como rubis. Ka pode ver pela primeira vez e em primeira mão o que Ysh'toka quis dizer com "Idrolmi é muito poderosa".
    - Ora, ora, ora, o que temos aqui? Se não é a minha ex-agente, piranha, traidora e safada, junto com meu suposto atual agente e o pedido que fiz a ele realizado. Aliás único motivo pelo qual ainda não matei vocês dois.

    Idrolmi:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 2 Qi62cPw
    música tema da cena:

    Enquanto Ochyllyss se valia de uma aura mágica de medo, Idrolmi não precisava disso pra se fazer presente e respeitada. A mulher imponente passa por Ka, alisando seu rosto de leve e então flutua indo em direção a Ysh'toka. Aquele momento de tensão faz Ka lembrar das palavras de Oribel sobre viver entre pessoas que viviam pondo sua vida em risco. Ao chegar em Ysh'toka, Idrolmi pergunta a Ka se a nekojin era um bônus, ou se ele havia decidido lhe trair com sua ex-agente. Ysh'toka até tenta explicar, mas leva um tapa forte na cara e uma ordem pra se calar, pois a elfa havia perguntando a Ka. Idrolmi continuava virada pra Ysh'toka, mas observava Ka de canto de olho, a cabeça levemente virada. Ka explica a situação contando apenas os detalhes que acha necessário e sente alívio ao sentir que as amarras que prendiam seu corpo afrouxam. Embora ainda tivesse algum receio pela segurança de Ysh'toka sabia que não era sábio confrontar a elfa. Idrolmi diz que devia ter suspeitado que Ysh'toka estava envolvida de algum modo, assim que viu Ka andando com Oribel. Que se não estivesse com seu marido na época, teria capturado ela ali mesmo. A elfa gargalha com a intenção do casal.
    - Então vocês vieram até aqui pra "negociar" comigo. Hahahahaha. Pois muito bem, divirtam-me com sua tentativa.

    living furniture:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 2 4XOwJs3

    Uma mulher humana vestida em couro, com uma meia máscara de ferro e um rabo-de-cavalo enfiado na bunda, entra na sala e prostra-se em meio a todos. Uma mesa de vidro surge sobre suas costas e algumas criadas nekojins se aproximam pra por copos e garrafas de bedidas. Duas dadeiras confortáveis surgem magicamente e são posicionadas ao redor da mesa. Idrolmi pede gentilmente a Ka que ele se sentasse pra ser servido. Desafiá-la provavelmente não era uma boa ideia. A elfa vem até a mesa sentando-se em frente a ele, permitindo que Ysh'toka caísse. Idrolmi diz com tom de ordem pra Ysh'toka:
    - Tire suas roupas e o sutiã. Baixe a calcinha até o joelho e venha até aqui do meu lado. Vamos conversar.

    Ysh'toka fica incrédula com a ordem, mas temia não só pela vida dela como a de Ka e todo o plano, obedecendo sem discutir. Idrolmi observa Ka bastante tenso e tenta melhorar o seu ânimo. Com um movimento da mão, ela magicamente arrasta Ochyllyss pra perto dele, remove a venda, algemas e mordaça, depois ordena que a guerreira chupasse o pau dele. Àquela altura, Ochyllyss já nem conseguia resistir a mágicas de comando, fazendo o que lhe era mandado. A cena era uma grande reviravolta inimaginável pra Ka: ver sua antiga algoz subjugada e chupando seu pau, na frente de suas duas deliciosas patroas a quem já teve a oportunidade de foder em diferentes oportunidades, sendo que uma delas sendo subjugada a outra, numa posição bastante humilhante e sensual. Idrolmi começa a ouvir de Ka, o plano proposto por Ysh'toka, mas com as alterações sutis do meio-elfo. Ysh'toka tenta falar, mas tem uma mordaça colocada magicamente na boca.
    - Shhiu! Já mandei ficar calada, sua vadia. Continue Kazinho querido.

    Idrolmi ouvia a história de Ka. Mesmo não dando muita atenção a detalhes, já tinha deixado claro que adorava sua voz e portanto quanto mais Ka detalhava as ideias melhor. Idrolmi lambuzava os dedos na boca e dedilhava a vagina e ânus de Ysh'toka. Àquela altura não dar uma gozada na boca de Ochyllyss se tornou uma tarefa bem impossível. Forçando a cabeça da guerreira pra que ela engolisse tudo agrada Idrolmi.
    - Hmm. Sim, de fato a Baronesa Mortícia realmente perdeu sua utilidade ao cometer tais deslizes. Então vocês ficaram sabendo que eu tenho a família desse tal barbeiro em meu calabouço e pretendiam barganhar comigo. Ferrar a Mortícia de vez, soltar os escravos e angariar dois baronatos... Sabe que não é uma má ideia? Eu acho que preferiria sim, ter posse de Nova Londres do que Lacrimosa. A proximidade com Dirtmouth meio que estraga o visual do meu jardim...

    A elfa fica pensativa por alguns instantes. Olha pra Ka e pro vazio várias vezes, dedos no queixo como que avaliando os prós e os contras e então faz uma contra-proposta. A ideia do casal seria aceita, MAS, com algumas condições, é claro. Ela não queria arriscar novo levante traíra da ex-agente. Idrolmi se levanta e segura no bico de um dos seios de Ysh'toka, apertando-o com força e deleitando-se a com a careta de dor dela e diz:
    - Eu quero comer seu cu, aqui na frente do Ka e dos meus empregados, pingando vela derretida nas suas costas e na bunda, tudo enquanto você assina um termo de submissão do seu baronato ao meu, ao qual proporei para a Rainha, caso ela aceite nossa requisição para o baronato. Que tal?

    A proposta parecia ótima pra Ka que aparentemente não sofreria nada negativo. Muito pelo contrário, Idrolmi diz até que gostaria de uma bela foda com ele pra comemorarem o acordo. Obviamente Ysh'toka teria que assistir, peladinha e amarrada. Ysh'toka baixa as orelhas, olhos fechados deixando lágrimas rolarem, mas sabia que não tinha outra alternativa. Idrolmi recebe um cintaralho de uma das criadas e logo prepara a sala, mandando seus criados se reunirem ali enquanto vestia a peça. Logicamente, ela queria o trato firmado antes de darem prosseguimento ao resto do plano. Ysh'toka meio que já esperava por algo assim vindo de sua antiga senhora, mas não achou que seria hoje, e ali. Idrolmi deixa Ysh'toka amarrada sobre a mesa e providencia pena, tinta e um pergaminho em branco pra que ela assinasse.
    - Ei, mas está em branco, você pode escrever o que bem quiser ai...
    - Não só isso, querida. Ele está encantado com um Geas. Se você tentar me trair, vai se machucar não importa onde estiver. ASSINE! (slap! slap! slap! *som de chicotadas*) VAMOS! Vagabunda!

    Idrolmi penetra Ysh'toka no ânus com o cintaralho arrancando um miado agudo da nekojin que acaba assinando o pergaminho a contragosto. Os pingos de vela caindo em suas costas queimavam sua pele, fazendo Ysh'toka chorar. Idrolmi diz a Ka que a escrava nova parecia estar gostando da cena.
    - Por que não enraba ela também?

    ilustração da cena bdsm:
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