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    Ka III (SP) - Christiano Keller

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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 2 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Sailor Paladina em Qui Maio 21, 2020 5:59 pm

    Ka convida Ysh'toka pra fazer a entrega a Idrolmi e Oribel fica pasma com a ideia. Que mundo pequeno era aquele em que sua ex-dona iria escravizar sua ex-algoz, pelas mãos do namorado e da melhor amiga. Ka mostra o amuleto de Origa pra Oribel e a elfa arregala os olhos incrédula. A devassa havia chegado muito longe dessa vez. E aquilo era provavelmente uma resposta pros planos arruinados dela com a baronesa de Nova Londres. Ysh'toka pergunta a relação e Nekobese surge descendo as escadas e confirmando que a baronesa Mortícia foi convocada pela rainha pra prestar esclarecimentos sobre seu possível envolvimento em um assassinato e sequestro, além de ter sido o pivô no incidente envolvendo um roubo ao museu e uma medusa na cidade. Ysh'toka anda em círculos pensativa e diz que precisava conversar a sós com o noivo. Ka e Oribel podiam ter seu momento juntos, mas seria importante que eles não perdessem tempo em encontrar Idrolmi. Tudo acertado, Ka vai pro quarto com Oribel e os demais vão pros seus aposentos. Ninguém ali estava muito incomodado de descobrir que o Lobo Solitário era um traíra, ainda mais por saber que ele havia sido devidamente punido. Sempre foi meio anti-social e suspeito. Ka e Oribel entram no quarto e o meio-elfo já vai logo se despindo entrando na banheira luxuosa. Sua amada se senta perto pra ajudar ensaboando suas costas.
    - Que ótimo termos um amigo curandeiro não é? Seus ferimentos foram curados, mas ainda consigo ver as marcas dos cortes no seu corpo...

    Ka ainda tinha o amuleto em mãos e Oribel diz que se a irmã se desfez do objeto, era sinal de que havia cortado laços familiares junto com o ato. O que também significava que Oribel não era mais uma Discordia e nunca seria baronesa na vida, por não pertencer mais a uma família de renome. Algo que só alguém na alta corte poderia decretar. Ka olha pra Oribel, mas vê que ela não estava triste, apesar de tudo o que dissera. Na verdade demonstrava alívio por meio de um suave sorriso. Havia se acostumado com a vida simples e não tinha. Contudo, diz a elfa suspirando, sentia falta de trabalhar na agência de CUrriers. Morando ali em Lacrimosa, na vida boa estava transformando ela de volta na antiga e soberba Oribel. Ysh'toka ao menos fazia um bom trabalho em "pô-la no seu lugar". Cultivar um masoquismo subconsciente a mantinha sob controle. Toda aquela conversa excita Ka e Oribel diz que o estaria esperando na cama. Era o pequeno espaço de tempo que Ka teria pra pensar nas coisas que a elfa dissera. Talvez não fosse plano dela voltar a ser quem era. Gostava da vida simples e quase via o que a irmã fez como um favor. Essa vida regrada cheia de politicagem não lhe interessava. Como prometido, Oribel aguardava nua em pelo sobre a cama, esperando seu príncipe debruçar sobre ela. Porém quando vai beijá-la, a elfa faz uma pergunta pertinente:
    - Você está transando com ela né? Com a Ysh'toka...

    Ka podia responder a verdade ou não, mas Oribel logo continuaria dizendo que não podia falar muito visto que também se divertiu com a patroa. Contudo a elfa não tinha de que Ka também se envolvera com Tharja, Idrolmi e Sysil'syth e se tivesse tido um pouco mais tempo ou oportunidade, talvez nem Malice nem Ochyllyss tivessem escapado de seus encantos.Após uma foda gostosa pra compensar todo o tempo separados e uma "noite" relaxante, Ka acorda bem disposto pra sua próxima missão. Oribel lhe traz o café na cama, incluindo frutas, mel e pão, o tipo de especiarias muito caras pra os habitantes de Dirtmouth. Após uma troca de carícias prolongadas os dois seguem pro salão principal onde Ysh'toka já estava a espera, conversando com Sham e Miss Fortuna. Todos trocam acenos e Ysh'toka diz já estar pronta. Logo mais entra Mortalha pela porta da frente, dizendo que a Ochyllyss estava pronta pra ser levada.
    - A coitada está completamente viciada na droga, igual aquela outra que esteve aqui. É só oferecer que ela fica quietinha abanando o rabo feito uma cadelinha, hahaha.

    A curiosidade bate forte em Ka e Oribel pra verem Ochyllyss lá fora. O grupo todo se aproxima e vê que a antes soberba guerreira estava agora reduzida a trapos. Pelada com uma coleira no pescoço, tremia mesmo sem tempo frio, mais pelos efeitos colaterais da droga. Abstinência no Esctasy era ainda pior. Ao ver Ka, a elfa segue na direção dele engatinhando e pedindo pra ser libertada. Jurava que não iria mais procurar por ele ou a namorada. Faria qualquer coisa pra não ser uma escrava. Ela implora chegando a abraçar sua canela, mas não podia ir mais longe pela corrente segurando seu pescoço ao poste. Oribel até se comove pela situação, mesmo tendo sido quase morta pela inimiga, mas Ysh'toka age de forma cruel, chutando Ochyllyss pra longe.
    - Essa decisão não cabe a ele, verme.  Como eu já disse, seus tempos de glória acabaram.

    Mortalha tira a amarra do poste e dá pra Ysh'toka segurar. A nekojin começa a caminhar puxando a coleira, mas Ochyllyss empaca sem querer andar. Mortalha entrega um pacotinho pra patroa e Ysh'toka pega uma pílula em mãos, oferecendo pra Ochyllyss como quem oferece um biscoito pra um cachorro. A elfa observa Ka com olhos lacrimejados, chora, mas não resiste e vai até a gata, abrindo a boca pra engolir a droga e logo se estremecer no chão, derretendo-se em orgasmos enquanto Ysh'toka usava a ponta do pé pra atiçar a buceta de Ochyllyss. Caso Ka tentasse mudar de ideia ou aparentasse estar comovido como Oribel, Ysh'toka o fitaria bastante séria e o lembrando do que a inimiga os fez passar.

    Spoiler:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 2 SeUV773

    Já do lado de fora da mansão, estando apenas Ka, Ysh'toka e Ochyllyss, a nekojin põe Ka a par do que conversou com o noivo na noite anterior, enquanto caminham na direção da mansão de Idrolmi. Ochyllyss estava devidamente amordaçada, com vendas nos olhos, tampões nos ouvidos e acorrentada nos pés e braços amarrados atrás das costas, portanto não poderia fugir nem ver ou ouvir nada. Ysh'toka diz que pensou num bom plano, mas queria ouvir a opinião de Ka a respeito visto que ele foi essencial em tudo o que aconteceu até ali. Com base no que Nekobese informou e no conhecimento que tinham sobre Idrolmi, a gata sugere barganhar com o que tinham e Ochyllyss seria apenas um presente de boa fé pra mostrarem que tinham "boas" intenções. A ideia era jogar um verde pra Idrolmi confessar que tinha a família do barbeiro como escravos, forjar um salvamento e denunciar Mortícia, fazendo com que ela perdesse o título de Baronesa. Nova Londres teria um lugar vago para que Idrolmi se tornasse baronesa de lá. Em troca Ysh'toka não teria concorrência pra se tornar Baronesa de Lacrimosa. O plano de Ysh'toka parecia funcionar muito bem no papel, mas na prática podia dar tudo completamente errado. Ká sugere um plano B sobre escapar caso algo desse errado, mas a nekojin já deixa de sobreaviso sobre tal tentativa e que não permitisse que as aparências enganassem Ka:
    - Idrolmi é uma maga muito poderosa. Ela posa de frágil, mas faria essa verme se ajoelhar sem nem piscar um olho. Em outras palavras, estaríamos mortos antes da gente chegar no portão...

    No entanto, ela tenta tranquilizar os ânimos. A escravista acima de tudo se importava com a reputação e era diplomata. Apreciava um acordo em que ela saísse com vantagem. Provavelmente iria pedir por algo mais e eles teriam que estar prontos pra negociar.
    - Você está pronto, Ka?
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    Mensagem por Christiano Keller em Sex Maio 22, 2020 3:17 am

    Ka,

           Ninguém parecia se importar com o Lobo Solitário. Aquilo parecia razoável pelo fato dele não ter amigos, mas ainda assim poderia não ser o único inimigo ali dentro.
    Oribel escreveu:- Que ótimo termos um amigo curandeiro não é? Seus ferimentos foram curados, mas ainda consigo ver as marcas dos cortes no seu corpo...
           - Ainda tenho as marcas. Isso é terrível e quase morremos lá. Oribel ajudava Ka com o banho enquanto conversavam. No entanto Ka estava ciente de que mais pessoas poderiam escutar a conversa. Talvez sua irmã não a considere uma Discordia, mas você é. Basta conseguir alguma Baronesa para validar seu título. Eu fui lá lutar por você e quase morri meu amor. Saiba que tudo que faço, faço pensando em você. Em como conquistar seu lugar na nobreza novamente. Quando Oribel diz que sente falta de trabalhar na agência de CUrriers, Ka olha para Oribel de forma marota. Qual o tamanho da sua saudade por um trabalho? Ka joga com o duplo sentido, porém ainda tinha as contas de Ochyllyss que depois de fervidas poderiam ser um item para Oribel usar.
    Oribel escreveu:- Você está transando com ela né? Com a Ysh'toka...
           Ka olha para Oribel e diz:
           - Eu precisava de ajuda para conseguir alguém forte para tentar capturar Ochyllyss. Como você proibiu Ochyllyss, então precisava derrota-la. O que não aconteceu direito. Não poderia deixar Ochyllyss te matar. Se não seria prisioneira aqui dentro para sempre e o Lobo Solitário poderia te pegar também. Eu disse uma vez e direi novamente: por você eu comeria todas as mulheres do mundo. Comeria a própria Rainha para limpar seu nome na corte se você quiser. São coisas que faria para por você, pois só uma mulher neste mundo me interessa: Oribel. As palavras de amor levam a Oribel entregar que esteve com Ysh'toka também. No entanto Ka não diz nada sobre as outras mulheres, eram ações importantes para o futuro de Oribel, exceto Sysil'syth que teve uma ponta de curiosidade, mas seria uma ótima aliada em caso de problemas.

    +18:
    Ka beija os lábios de Oribel que estava sobre a cama. O quarto aconchegante, com a cama macia e permudado era diferente dos locais exóticos que estava habituado. Talvez não haja a excitação do local público, mas há liberdade para posições e ações.
    As mãos de Ka percorrem o corpo de Oribel. A saudade de cada parte era marcante, queria beijar o queixo, o maxilar, a orelha até morder levemente o lóbulo. Sugar o pescoço, a até os ombros com beijos curtos e molhados para dar sabor à brincadeira. A ideia era deixar cada canto do corpo alerta, inspirado ao prazer que iria chegar com a boca quando ela atingir o local certo na hora certa com tudo quente. A temperatura da pele subia a cada beijo, as mãos seguravam as pernas e depois soltavam pegando em outras partes.
    Quando os beijos chegam aos seios, as mãos também ajudam. Sugar com delicadeza ou com força arranca suspiros de desejo e atenção. Segurar também torna os mamilos mais duros e saltados, deliciosos para beijar. Ka seguia beijando os seios quase se perdendo ali mesmo entre os suspiros de prazer, mas ainda tinha uma direção, seguiria lentamente seu caminho para baixo.
    A barriga era macia e tirava risadas baixinhas das cócegas que os beijos fazem na pele. Cada aperto das mãos agora era misto na base dos seios ou no abdômen. Mas agora era hora de mover as mãos pelo corpo todo. Para cima pelos braços ou para baixo nas pernas, as mãos iam dos pulsos aos tornozelos roçando os dedos para arrepiar a pele.
    Cheio de desejo Ka encontra a vulva. Os lábios da boca tocam os lábios da vulva num beijo suave que apenas arranca suspiros de desejo. A língua agora lutava em vão sem uma língua para lutar pelo amor e prazer, Oribel era arrebatada pelos sentimentos sem defesa a cada lambida. Os suspiros tornam-se gemidos suaves cheios de pedido por mais e mais. Cada nova lambida passeia entre os lábios da vulva de Oribel por um Ka cheio de luxúria. A língua passa para cima e para baixo pelos lábios externos enquanto Ka se posiciona mais para baixo. As mãos e braços passam por baixo das pernas de Oribel para dar um abraço forte como se ela fosse fugir. Logo Ka usa a língua de forma mais intensa e forte, abrindo caminho deste o ponto em que os lábios se juntam até depois do final. Para surpresa de Ka, Oribel não estava usando o plug de CUrrier, então talvez essa fosse sua saudade pela profissão. A língua de Ka passeia então pelo cuzinho quase fechado de Oribel para deixar ela instigada.
    No entanto a experiência de Ka dizia que Oribel precisava de dois orgasmos antes de passar por ali de verdade. Ka tinha aquelas metas e um plano, o qual seguiria firme, forte até o objetivo. Cada lambida era premeditada, pelo lado esquerdo de cima até embaixo, algumas vezes até arrancar o suspiro. Depois pelo lado direito, até subir no ponto em que se juntam os lábios e sugar. A constância das lambidas e a repetição são importantes neste momento único. O ritmo marcante logo arrepia a pele, as mãos de Oribel passam pelos cabelos de Ka numa tentativa de agradar e então segurar para depois afastar. Era o clímax, Oribel tenta afastar a cabeça de Ka em vão enquanto gemidos de prazer ecoam pelo quarto.

    Ka então sabia que Oribel estava preparada para a parte dois, sexo forte. Ao levantar com a boca molhada, Ka já se posiciona e penetra devagar. O deslizar molhado e suave é gostoso demais, o que arranca mais alguns gemidos de Ka. Ao deitar sobre Oribel para deixar ela se acomodar ao invasor, Ka passa as mãos pelo corpo para incendiar as sensações novamente. O calor das mãos sobre a pele destaca os sentimentos de prazer carnal. As pupilas dilatadas representam o desejo e luxuria do momento. Cada estocada curta e rápida mostra apenas que o desejo é forte. O contato visual é ótimo quando as testas se encontram e um bebe os gemidos do outro. Ka logo dobra sobre o corpo de Oribel para sugar os seios espalhando beijos por todos os lados.
    O prazer intenso do momento e a nova posição agora permitem estocadas longas e mais demoradas, com Ka entrando e saindo por mais tempo de Oribel. São movimentos cheios de sensualidade e prazer para os dois. Só que Ka agora pode erguer o corpo para ver toda Oribel à sua frente. O cheio do perfume de Oribel fica misturado ao cheiro de sexo que está no ar, aquilo trás memórias de vários outros momentos. O polegar de Ka vai até a boca de Oribel num beijo distante, mas seu objetivo é apenas um pouco de umidade. Logo o dedo desce até a vulva para massagear de forma circular o local agora mais inchado de prazer. A mão esquerda de Ka já localiza o lubrificante, talvez Oribel queira um pouco desta vez. As novas estocadas no ritmo da massagem são deliciosas o sorriso de prazer nos rostos dos dois é ótimo. Então Oribel começa a se contorcer em outro clímax. Ka mantém o ritmo para prolongar o momento para Oribel o máximo possível.
    Com calma a mão esquerda pega o lubrificante e prepara para a parte que Oribel mais gosta.
    Ka retira o pau de dentro de Oribel ainda inebriada pelo orgasmo e lubrifica a região. A glande encosta no cu de Oribel e começar a fazer pressão. Lentamente começa a entrar e era um processo lento. Primeiro precisa passar pela trava, depois é só alegria. Naquela posição de frente Ka pode ver os olhos de Oribel para entender suas reações de prazer ou dor. Quando Ka consegue colocar tudo para dentro, ainda espera um pouco para Oribel se acostumar. Quando está pronto, era hora de foder Oribel do jeito que ela gostava daquilo, forte, bem forte. As estocadas então começam, desta vez longas e profundas. Ka tenta colocar bastante rapidez para manter um ritmo gostoso pelo sorriso na face de Oribel, mas o melhor não era uma velocidade específica, mas o ritmo marcante. O bom também era que o polegar de Ka também poderia trabalhar naquela posição. Então era quase como uma dupla penetração, com Ka usando seu membro e sua mão ao mesmo tempo.
    O prazer único daquele momento era algo exclusivo de Oribel.

           Na manhã seguinte Ka acorda com um café da manhã muito luxuoso.
           - Oribel, o que é isso? Sei que é café da manhã, mas isso está muito chique. Pessoas simples não tem como bancar este tipo de coisa todos os dias. Eu acho que talvez você tenha algum desejo em retomar seu posto na Nobreza. Será que pode deixar claro isso pra mim? O que Oribel dirá? Que não deseja ser Baronesa? Ou que não deseja retornar a fazer parte da Nobreza de Onduth?
           Antes de sair do quarto, Ka pega as contas e mostra para Oribel.
           - Talvez tenha saudade da profissão, mas ainda pode usar coisas assim. O que acha? Ka faz uma cada de safado e diz: Lembra daquela vez na praça que pediu para tirar o plug? Aquilo foi um belo gatilho para sexo forte.

           - Ochyllyss, você tentou me matar. A gente poderia ter conversado na primeira vez. Isso tudo foi como da primeira vez, eu estava fazendo um serviço e você não quiz conversar. Agora tenho outro serviço e você não quiz conversar. Então você perdeu a oportunidade que teve, neste momento essa decisão de te libertar não é mais minha. Ka não tinha mais o que fazer com Ochyllyss.
           Ysh'toka então preparava para partir com Ochyllyss e Ka. A conversa dela com Nekobese sobre o plano parecia tentadora.
           - Minha chefe, seu plano parece interessante, mas talvez a parte de forjar um salvamento esteja inadequada. Alguém teria que salvar a família e Idrolmi acolheu a família do Barbeiro. Creio que seria mais fácil dizer que Mortícia chantageia Idrolmi e a obriga a manter a "pobre família do Barbeiro em sua propriedade" contra sua vontade, visto que ninguém acreditaria na palavra dela versus uma nobre. Só que Toddy foi capturado e Idrolmi poderia usar essa informação para tentar se livrar da chantagem de Mortícia. Assim Idrolmi poderia assumir Nova Londres e Idrolmi, sua antiga serva assumiria Lacrimosa. Idrolmi terminaria como Baronesa e teria outra nobre que trabalha para ela, neste caso a bela Ysh'toka. Ka sorri para Ysh'toka. Só não sei o que mais Idrolmi poderia pedir. Oribel parece um prêmio muito pequeno e não gostaria de a perder. Ka ainda olha para Ysh'toka e diz: Achei o jeito de Oribel meio estranho. Será que ela tem um plano ou sua irmã tem condições de causar algum problemas para nós? Ka caminhava com Ysh'toka e acabara pensando em Koyaan. Será que conseguirá apoio dele na hora adequada?
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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 2 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Sailor Paladina em Dom Maio 24, 2020 7:58 pm

    Depois da prazerosa noite com Ka, Oribel queria agradar o namorado com um jeitinho especial na manhã, mas não esperava aquela reação. Ela baixa a cabeça, ficando pensativa por instantes e diz que apreciava muito o esforço de Ka em querer torná-la alguém importante de novo, mas era exatamente da nobreza de Onduth que queria manter distância. Aquela cultura corrompia a mente e a alma de uma pessoa e com certeza não era um lugar para os fracos ou oportunistas. Perder uma posição de destaque era muito mais simples que ganhar. Porém, a elfa não queria desperdiçar esse entusiasmo de Ka e faz uma proposta ousada. Ka já tinha pego dois dos alvos que o Koyaan queria, mas não era obrigado a ir atrás de outro, arriscando sua vida.  Sabe-se la quando e como seria recompensado por isso. Ao invés disso, Oribel sugere a possibilidade de deixarem Onduth pra trás e irem pra superfície. Tinha ouvido histórias de outros elfos negros que já tinham se aventurado lá fora que durante metade do dia, um astro flamejante conhecido como Sol, iluminava toda a superfície e que era bastante incômodo pra nativos de Onduth, mas nada que fosse realmente mortal ou sequer danoso. Podiam começar vida nova em outras culturas que não envolvesse especificamente uma disputa eterna por poder as custas do detrimento de outros. Mais uma opção seria ir pra mais longe da Capital e ficarem seguros, longe de sua maldita irmã.
    - Mas se você quiser continuar aqui onde estão seus amigos, eu vou entender e te dar todo o meu suporte, Ka.

    Oribel segura o colar de contas e pergunta de onde veio. Independente da resposta, a elfa fica de quatro abrindo a bundinha e com o cuzinho amostra, pede pra Ka introduzir todas as bolinhas até o anelzinho. Adorava ser lambida no orifício enquanto tinha a cordinha puxada em círculos sem remover as esferas. Sua xana estava bem meladinha pedindo por um mastro. Após uma rápida foda pra alegrar a manhã, Ka segue seu caminho.

    ---

    Ka despreza Ochyllyss e a guerreira antes orgulhosa estava agora apenas reduzida a trapos, com olhos chorosos e ciente de que sua vida estava arruinada por completo. O casal sai na rua com Ochyllyss pelada na coleira morrendo de vergonha. Enquanto conversavam, Ysh'toka ainda chega a espetar uma vareta no cu de Ochyllyss pra ela andar mais rápido. Os gemidos dela não eram de alguém que estava gostando, mas aquilo não importava mais. Ka e Ysh'toka passeiam pelas ruas de Lacrimosa, evitando lugares muito movimentados, mas vez por outra passavam por grupos de pessoas que ou se ofendiam ou observavam curiosas o casal andar pelas ruas com uma escrava naquele estado. Frases como "alguém chame as autoridades!" e "desde que a cidade ficou sem baronesa, o nível decaiu bastante!". Aos que perguntavam quem era aquela mulher de semblante tão familiar, Ysh'toka fazia questão de dizer que era a famosa Ochyllyss da arena de Dirtmouth (pra desespero de Ochyllyss que já não suportava tanta humilhação). Alguns guardas chegam a acostar a dupla, mas Ysh'toka facilmente os despacha com dinheiro. A nekojin nunca se sentiu tão feliz como naquele momento. Humilhar uma inimiga a deixava com muito tesão e ela deixa isso claro pra Ka, dizendo que que se não estivessem com pressa pra resolver aquilo, os dois podiam até transar de novo ali. Quem sabe na volta? Sobre Oribel, Ysh'toka apenas diz que a elfa estava preocupada com as idas e vindas do amado sempre arriscando sua vida por ela. Ela não se achava merecedora de tanto carinho.
    - Fica tranquilo, Ka. Tudo vai depender de como Idrolmi vai reagir quando nos ver juntos. Tomara que essa verme apazigue os ânimos dela. Anda logo sua puta!
    - Aaaaie.

    ochyllyss sendo levada:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 2 G51ZRO3

    O trio chega até a entrada da mansão de Idrolmi e logo Ka percebe o mesmo casal de Tieflings de outrora, incluindo a fêmea que até pouco tempo estava numa posição humilhante, sendo punida por desobediência. Ao reconhecer Ka, ela não perde tempo e rapidamente abre o portão, permitindo a passagem deles. O ato deixa Ysh'toka  impressionada com a agilidade no atendimento, visto que sequer perderam tempo sendo interrogados sobre suas intenções. Durante o trajeto, a nekojin faz observações sobre o jardim da antiga senhora, elogiando a tudo e dizendo que iria conversar com Nekobese pra fazer algumas alterações similares. O casal entra no salão principal da mansão e percebe o local vazio, além dos móveis. Ysh'toka menciona que Idrolmi provavelmente estaria no escritório dela e que Ka indicasse o caminho, mas antes mesmo dela terminar a frase, Ochyllyss é arremessada na parede com força por algum vulto. Ka sente como se uma corda invisível o amarrasse por completo deixando ele totalmente imóvel e então uma força invisível passa rapidamente agarrando Ysh'toka pelo pescoço e pondo-a contra a parede, sufocando-a, mas não o suficiente pra tampar sua respiração. Descendo as escadas, surge Idrolmi em um vestido negro e uma aura enegrecida ao seu redor. Seus olhos brilhavam como rubis. Ka pode ver pela primeira vez e em primeira mão o que Ysh'toka quis dizer com "Idrolmi é muito poderosa".
    - Ora, ora, ora, o que temos aqui? Se não é a minha ex-agente, piranha, traidora e safada, junto com meu suposto atual agente e o pedido que fiz a ele realizado. Aliás único motivo pelo qual ainda não matei vocês dois.

    Idrolmi:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 2 Qi62cPw
    música tema da cena:

    Enquanto Ochyllyss se valia de uma aura mágica de medo, Idrolmi não precisava disso pra se fazer presente e respeitada. A mulher imponente passa por Ka, alisando seu rosto de leve e então flutua indo em direção a Ysh'toka. Aquele momento de tensão faz Ka lembrar das palavras de Oribel sobre viver entre pessoas que viviam pondo sua vida em risco. Ao chegar em Ysh'toka, Idrolmi pergunta a Ka se a nekojin era um bônus, ou se ele havia decidido lhe trair com sua ex-agente. Ysh'toka até tenta explicar, mas leva um tapa forte na cara e uma ordem pra se calar, pois a elfa havia perguntando a Ka. Idrolmi continuava virada pra Ysh'toka, mas observava Ka de canto de olho, a cabeça levemente virada. Ka explica a situação contando apenas os detalhes que acha necessário e sente alívio ao sentir que as amarras que prendiam seu corpo afrouxam. Embora ainda tivesse algum receio pela segurança de Ysh'toka sabia que não era sábio confrontar a elfa. Idrolmi diz que devia ter suspeitado que Ysh'toka estava envolvida de algum modo, assim que viu Ka andando com Oribel. Que se não estivesse com seu marido na época, teria capturado ela ali mesmo. A elfa gargalha com a intenção do casal.
    - Então vocês vieram até aqui pra "negociar" comigo. Hahahahaha. Pois muito bem, divirtam-me com sua tentativa.

    living furniture:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 2 4XOwJs3

    Uma mulher humana vestida em couro, com uma meia máscara de ferro e um rabo-de-cavalo enfiado na bunda, entra na sala e prostra-se em meio a todos. Uma mesa de vidro surge sobre suas costas e algumas criadas nekojins se aproximam pra por copos e garrafas de bedidas. Duas dadeiras confortáveis surgem magicamente e são posicionadas ao redor da mesa. Idrolmi pede gentilmente a Ka que ele se sentasse pra ser servido. Desafiá-la provavelmente não era uma boa ideia. A elfa vem até a mesa sentando-se em frente a ele, permitindo que Ysh'toka caísse. Idrolmi diz com tom de ordem pra Ysh'toka:
    - Tire suas roupas e o sutiã. Baixe a calcinha até o joelho e venha até aqui do meu lado. Vamos conversar.

    Ysh'toka fica incrédula com a ordem, mas temia não só pela vida dela como a de Ka e todo o plano, obedecendo sem discutir. Idrolmi observa Ka bastante tenso e tenta melhorar o seu ânimo. Com um movimento da mão, ela magicamente arrasta Ochyllyss pra perto dele, remove a venda, algemas e mordaça, depois ordena que a guerreira chupasse o pau dele. Àquela altura, Ochyllyss já nem conseguia resistir a mágicas de comando, fazendo o que lhe era mandado. A cena era uma grande reviravolta inimaginável pra Ka: ver sua antiga algoz subjugada e chupando seu pau, na frente de suas duas deliciosas patroas a quem já teve a oportunidade de foder em diferentes oportunidades, sendo que uma delas sendo subjugada a outra, numa posição bastante humilhante e sensual. Idrolmi começa a ouvir de Ka, o plano proposto por Ysh'toka, mas com as alterações sutis do meio-elfo. Ysh'toka tenta falar, mas tem uma mordaça colocada magicamente na boca.
    - Shhiu! Já mandei ficar calada, sua vadia. Continue Kazinho querido.

    Idrolmi ouvia a história de Ka. Mesmo não dando muita atenção a detalhes, já tinha deixado claro que adorava sua voz e portanto quanto mais Ka detalhava as ideias melhor. Idrolmi lambuzava os dedos na boca e dedilhava a vagina e ânus de Ysh'toka. Àquela altura não dar uma gozada na boca de Ochyllyss se tornou uma tarefa bem impossível. Forçando a cabeça da guerreira pra que ela engolisse tudo agrada Idrolmi.
    - Hmm. Sim, de fato a Baronesa Mortícia realmente perdeu sua utilidade ao cometer tais deslizes. Então vocês ficaram sabendo que eu tenho a família desse tal barbeiro em meu calabouço e pretendiam barganhar comigo. Ferrar a Mortícia de vez, soltar os escravos e angariar dois baronatos... Sabe que não é uma má ideia? Eu acho que preferiria sim, ter posse de Nova Londres do que Lacrimosa. A proximidade com Dirtmouth meio que estraga o visual do meu jardim...

    A elfa fica pensativa por alguns instantes. Olha pra Ka e pro vazio várias vezes, dedos no queixo como que avaliando os prós e os contras e então faz uma contra-proposta. A ideia do casal seria aceita, MAS, com algumas condições, é claro. Ela não queria arriscar novo levante traíra da ex-agente. Idrolmi se levanta e segura no bico de um dos seios de Ysh'toka, apertando-o com força e deleitando-se a com a careta de dor dela, diz:
    - Eu quero comer seu cu, aqui na frente do Ka e dos meus empregados, pingando vela derretida nas suas costas e na bunda, tudo enquanto você assina um termo de submissão do seu baronato ao meu, ao qual proporei para a Rainha, caso ela aceite nossa requisição para o baronato. Que tal?

    A proposta parecia aceitável pra Ka que a princípio não perderia nada. Muito pelo contrário, Idrolmi diz até afirma que gostaria de uma bela foda com ele pra comemorarem o acordo. Obviamente Ysh'toka teria que assistir, peladinha e amarrada. Ysh'toka baixa as orelhas, olhos fechados deixando lágrimas rolarem, mas sabia que não tinha outra alternativa. Idrolmi recebe um cintaralho de uma das criadas e logo prepara a sala, mandando seus criados se reunirem ali enquanto vestia a peça. Logicamente, ela queria o trato firmado antes de darem prosseguimento ao resto do plano. Ysh'toka meio que já esperava por algo assim vindo de sua antiga senhora, mas não achou que seria hoje, e ali. Idrolmi deixa Ysh'toka amarrada sobre a mesa, tira a mordaça dela e providencia pena, tinta e um pergaminho em branco pra que ela assinasse.
    - Ei, mas está em branco, você pode escrever o que bem quiser ai...
    - Não só isso, querida. Ele está encantado com um Geas. Se você tentar me trair, vai se machucar não importa onde estiver. ASSINE! (slap! slap! slap! *som de chicotadas*) VAMOS! Vagabunda!

    Idrolmi penetra Ysh'toka no ânus com o cintaralho arrancando um miado agudo da nekojin que acaba assinando o pergaminho a contragosto. Os pingos de vela caindo em suas costas queimavam sua pele, fazendo Ysh'toka chorar. Idrolmi diz a Ka que a escrava nova parecia estar gostando da cena.
    - Por que não enraba ela também?

    ilustração da cena bdsm:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 2 U4nXwvl
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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 2 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Christiano Keller em Seg Maio 25, 2020 5:55 pm

    Ka,

           Ainda com Oribel... as palavras de Oribel sobre o café da manhã e tenar o agradar são justas, reconfortantes. A proposta de fuga até parece razoável, mas Ka sabia demais ou achava que sabia demais.
    Oribel escreveu:- Mas se você quiser continuar aqui onde estão seus amigos, eu vou entender e te dar todo o meu suporte, Ka.
           - Querida, seria ótimo poder fugir com você. Talvez seja necessário, eu não descarto essa possibilidade. Ka escutou as palavras atento mas tinha algo que agora o preocupava. Ele sabia demais para um pária, um ninguém, um meio elfo negro meio humano, alguém descartável e que não tinha condições de lutar. A magia de Ka era sobre aparecer e desaparecer, segundo algumas almas da sociedade ele também era um arrombador de qualidade. Talvez apenas por conta daquilo que ele ainda poderia estar vivo. Ka então era alguém que estava fazendo o trabalho para outros, conseguindo posições sociais e propriedades ao colocar seu pescoço na reta, mas não conseguia nada muito palpável para si mesmo. Poderia ser descartado por Nekobese, Idrolmi, Ysh'toka, Oribel e Koyaan quando quiserem. Ka tinha apenas sua palavra para honrar. Ainda tenho que resolver algumas coisas aqui antes de podermos ir embora. Talvez demore mais um ou dois anos. Mas lembra como fugimos de Dirthmouth? Se algo der errado vamos precisar sair daqui. Ka gostava de ter um plano B, mas seguiria com o plano A.
           Sobre o colar, Ka comenta que foi roubado e que seria o pequeno segredo para ela "guardar". Era um pequeno prêmio para Ka e um presente para Oribel, o significado era que Ka escolheu Oribel em vez de Ochyllyss.
           

           Com Ysh'toka antes de chegarem até a casa de Idrolmi... o plano de Ysh'toka era bom e Ka fica distraído com a conversa. Até que diz:
           - Eu preciso fazer uma sintonia. Talvez isso seja algo para tentar. A tiara do controle que poderia ter usado contra Ochyllyss era algo que Ka gostaria de tentar com Idrolmi. Acha que posso tentar isso? Ka coloca o artefato mesmo sabendo que não teria sintonia até conseguir ganhar algum tempo com Idrolmi. Essa era a ideia tola de Ka. A lenda era que Idrolmi não iria perceber se ele tentar, mas também sem a sintonia Ka poderia passar pela casa sem chamar atenção. Já estamos aqui... será que conseguirei ganhar tempo o suficiente? Ka não sabia se isso iria funcionar. Mas se conseguir fazer Idrolmi atender a um ou dois comandos já seria muito bom.
           Quando Ysh'toka comenta sobre estar feliz, Ka diz baixinho:
           - Gosto de ver você feliz Ysh'toka. Você é minha patroa também, então pode pedir o seu momento de prazer com o balançar de sua cauda. Uma certa provocação e um jogo de palavras apenas para atiçar o momento.

           Na mansão de Idrolmi...
           O casal de Thieflings, será que um deles que ajudou Ka naquele momento do combate com Ochyllyss? Poderia ser um vigia de Idrolmi que espionava Ka, mas também poderia ser alguém que trabalha para Koyaan. Eram muitas opções.
           - Obrigado. Sabe se a gente puder conversar em algum momento, posso trazer alguma lembrança para vocês. Até logo. Ka poderia ser cordial com algumas pessoas. As vezes essas pessoas que tem acesso a todas as áreas podem ajudar bastante.
           A chegada de Idrolmi é aterrorizante, mas ela gosta de fazer isso. Esse parece ser o seu prazer e Ka não pode negar que assusta muito. Talvez depois de algum tempo isso possa perder a graça, só que agora ainda é tenso. Mas Idrolmi fala um pouco melhor:
    Idrolmi escreveu:- Então vocês vieram até aqui pra "negociar" comigo. Hahahahaha. Pois muito bem, divirtam-me com sua tentativa.
           - Obrigado Idrolmi. Ka move o corpo como quem coloca as partes no lugar após ser apertado pelas cordas mágicas. Chefe, como sabe eu entrego o prometido. Ka olha para Ysh'toka e pisca. O sinal pode deixar Ysh'toka puta, mas Ka era empregado dela e seu plano ousado pedia por aquilo. Sobre sua proposta de diversão, eu vou aceitar. Ka senta-se na cadeira para relaxar e conversar. Certamente Ysh'toka tenta falar e argumentar.
    Idrolmi escreveu:- Shhiu! Já mandei ficar calada, sua vadia. Continue Kazinho querido.
           Ka então conta o plano:
           - Então, descobrimos que a Mortícia cometeu um deslize e colocou os membros da família do barbeiro Toddy com você. Só que acho que ela pode usar isso para derrubar você e assim remover uma Baronesa da jogada. Baronesa Idrolmi soa bem, não? Mas deixe voltar ao tema Baronesa Idrolmi, eu acredito que ela vai entregar aquela que guarda os familiares do Barbeiro pois está chantageando ele e não ajudando a Mortícia a esconder seu segredo. Mas se a Baronesa Idrolmi tiver testemunhas que possam dizer que a Mortícia estava chantageando-a então a coisa seria diferente. Ka pode sentir Ochyllyss e estava animado demais que: AH... Idrolmi que prestava atenção em tudo sabia o que fazer.
    Idrolmi escreveu:- Hmm. Sim, de fato a Baronesa Mortícia realmente perdeu sua utilidade ao cometer tais deslizes. Então vocês ficaram sabendo que eu tenho a família desse tal barbeiro em meu calabouço e pretendiam barganhar comigo. Ferrar a Mortícia de vez, soltar os escravos e angariar dois baronatos... Sabe que não é uma má ideia? Eu acho que preferiria sim, ter posse de Nova Londres do que Lacrimosa. A proximidade com Dirtmouth meio que estraga o visual do meu jardim...
           As condições de Idrolmi dão uma boa ideia para Ka. Só que talvez ainda não tenha dado o tempo da sintonia, precisava de alguns minutos ou ainda não?
    Idrolmi escreveu:- Por que não enraba ela também?

           Ka levanta as sobrancelhas com o pedido. Será que Idrolmi sabia que Oribel havia "proibido" Ka de enrabar Ochyllyss? Ka olha para Ochyllyss e diz:
           - Ochyllyss, acho que você iria gostar disso não? Pode assumir a posição enquanto eu falo com a Baronesa Idrolmi? Tem outra coisa que eu gostaria de fazer também. Ka levanta e vai até a outra ponta da mesa em que está Ysh'toka. Atrás de Ysh'toka está Idrolmi enrabando a Nekojin e na frente está Ka pronto para fazer uma safadeza. Chefe você sabe que eu entrego o que prometo. Ka olha para Ysh'toka e para Idrolmi. Eu sei que você gosta de pisar sobre seus inimigos e quero ajudar. Também sei que Ochyllyss está desejando que eu a enrabe faz semanas e isso a daria prazer. Eu quero fazer um pouco de terror psicológico também. Ver a Baronesa Idrolmi enrabar Ysh'toka me deu vontade de participar. Quero foder Ysh'toka junto com a Baronesa. Certamente Ysh'toka vai reclamar e Ka estica a mão até a nuca de Ysh'toka para levar ela para baixo. Enche a boca e fica quietinha chupando que vou conversar com a Baronesa enquanto nós dois te fodemos. Ka precisava de um momento de silêncio de Ysh'toka e olha nos olhos de Idrolmi enquanto os dois fodem a Nekojin. Então Baronesa Idrolmi, fazer isso é bem mais devastador, não acha? Será que já deu tempo para a sintonia ou Ka conseguiria persuadir Idrolmi agora? O que acha de aterrorizar Ysh'toka com algo a mais? Eu quero colocar uma linha no contrato, logo antes da assinatura dela. Fazer ela escrever algo mais perverso. Que Ysh'toka vai trabalhar pra mim. Ka podia sentir a reação de Ysh'toka em seu pau. Nada de morder. Então Baronesa Idrolmi? Posso dizer pra ela escrever mais uma linha? Será que essa tortura com ela faz a Baronesa excitada o suficiente para permitir a minha vez? Eu estou louco para lamber uma Baronesa de verdade. Ka deseja colocar uma linha no contrato. Que Ysh'toka fará tudo aquilo enquanto trabalhar para ele. Ka contava que Ysh'toka fique brava ou irritada ao ponto de Idrolmi quase ter um orgasmo de prazer. Ka também sabia do risco ao colocar o pau na boca de Ysh'toka, mas era uma forma de a manter calada e talvez mostrar sua confiança. Será que ela perceberia que a chamou de chefe algumas vezes e se referiu para Idrolmi como Baronesa nunca a chamando de chefe? A ideia de uma pessoa honrada é que ele deve cumprir o que combina, e Ka sabe sobre estes detalhes de seu código de vida pessoal. Logo este contrato tem a ideia de que quando Ka despedir Ysh'toka o contrato seria quebrado, deixando ela livre de suas obrigações com Idrolmi. Será que isso tudo funcionaria na persuasão ou a tiara faria efeito com Idrolmi?
           Ka sabia que poderia não conseguir persuadir Idrolmi nem conseguir fazer uso do poder da tiara contra ela, mas tinha que tentar. Naquelas condições teria uma boa saída mesmo com um não, pois Idrolmi poderia estar excitada o suficiente para uma foda.
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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 2 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Sailor Paladina em Sex Maio 29, 2020 7:31 pm

    Antes de entrar na mansão, Ka havia perguntado a Ysh'toka se valeria a pena tentar usar a tiara de sugestão, mas a expressão facial que a Nekojin faz não é muito animadora. Ela diz que esse item mágico era excelente contra pessoas de intelecto mediano como capangas, servos e até brutamontes, mas dificilmente atingiria sacerdotes ou magos. No Pico de Cristal, possuir proteção contra esse tipo de mágica é obrigatório pra não ser manobrado e isso pode ter sido possivelmente, o ato falho que levou a queda de Oribel. Mas se ele quisesse tentar assim mesmo, vai que ele pega Idrolmi distraída.

    Já dentro da mansão, o evento se dá início. Ka começa seu depoimento e Idrolmi ouvia a tudo sempre com um sorriso no rosto enquanto brincava com as intimidades de Ysh'toka. Quando Ka diz que Mortícia poderia usar isso contra ela, a elfa o tranquiliza dizendo que não pratica contrabando e que sua posse deles era legal. Nada que a baronesa dissesse poderia ser usado contra ela. Porém, entregá-los pra justiça com o intuito de derrubar a rival parecia um preço justo a pagar. Iria libertá-los, depois de contatar as autoridades responsáveis.
    - Não vou muito com a cara do tal Koyaan. Detesto homens que não baixam a cabeça pra mim. Mas... que seja.

    Enquanto Idrolmi currava Ysh'toka que estava morrendo de vergonha e raiva, Ka tenta uma jogada alternativa. Ochyllyss já sem muito controle emocional, apenas obedece ficando de quatro, com cabeça repousada no chão e abrindo as nádegas com as mãos, esperando a pica. Ka força o pau na boca de Ysh'toka que tenta olhar pra ele, mas sem muito espaço pra se mexer, apenas começa a chupá-lo. A nekojin estava incrédula com as palavras que Ka proferia, sentindo-se traída enquanto lágrimas rolavam dos seus olhos. Por outro lado Idrolmi sentia ainda mais tesão com a proposta de Ka. Colocando a vela pra flutuar sobre as costas de Ysh'toka e passando a dar tapas na bunda da nekojin enquanto a fodia, Idrolmi fala:
    - Ouviu o rapaz, vagabunda? Você vai fazer tudo o que o Ka mandar, enquanto trabalhar pra ele! Hahahaha. Ka você é maravilhoso!

    Ka percebe uma linha ser escrita magicamente acima da assinatura de Ysh'toka e ao ver que sua sugestão tinha sido aceita até suspeita que a tiara tivesse funcionado, mas o que acontece logo depois, faz com que ele descarte a hipótese. Idrolmi para repentinamente com a foda e as amarras que seguram Ysh'toka são desfeitas. A elfa diz que os dois estavam dispensados no momento e que teriam retorno dela tanto no que concerne a família do barbeiro como posição social. Ysh'toka nem precisaria mais mover uma palha dali por diante. Tendo a nekojin como sua lacaia, era extremamente vantajoso conseguir o baronato de Lacrimosa pra ela.
    - Quem diria que um dia voltaríamos a trabalhar juntas, totoka. Não pensei que seria nessas condições, hahaha. Podem ir embora.

    Idrolmi não estava nem um pouco a fim de prolongar aquele encontro e deixaria isso claro pra Ka, caso ele tentasse seduzi-la. Tinha muitas coisas pra focar no momento. Uma escrava nova, um depoimento, soltura de escravos e requisição de baronato. Tinha muito o que fazer e seu marido voltaria pra casa em algumas horas.
    - Nos falamos depois.

    Uma corrente com coleira mágica surge no pescoço de Ochyllyss e Idrolmi começa a puxá-la na direção de uma porta por trás das grandes escadarias do salão principal, sumindo de vista. Era uma informação extra pra Ka, mas que talvez não fosse muito útil agora. Quem sabe depois. Ysh'toka começa a se vestir, rosto bastante lacrimejado e com olhar desapontado pra Ka, porém não o contesta. Sabia muito bem dos riscos que corria com um Geas sobre ela e espera que Ka fosse em frente pra segui-lo. Tampouco exigiria explicações, apenas aguardando que ele as desse. Não parecia irritada, apenas confusa e deprimida.
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    Mensagem por Christiano Keller em Sab Maio 30, 2020 3:17 am

    Ka,

           Idrolmi demonstrou que era esperta para ter os escravos legais sob sua custódia, era uma armadilha e tanto. Isso significa que Mortícia poderia cair mas Idrolmi talvez seja outro desafio. Algo para se pensar e trabalhar com os detalhes.
           A jogada funcionou, era bom demais que a jogada funcionou. Ysh'toka poderia trabalhar para ele. Ka estava quase no clímax quando Idrolmi para tudo e dispensa a todos. Era uma situação difícil de lidar pois Ka precisava comemorar o feito. Ainda na casa, Ka diz para Ysh'toka:
           - Querida, vamos manter as aparências? Quero manter este segredo que você trabalha pra mim até você se tornar Baronesa. Não deve contar para ninguém, deve agir normalmente. Ka oferece o braço para Ysh'toka para caminharem para casa de maneira discreta. Para os empregados faz um sinal de "muito obrigado".

           No caminho entre a casa de Idrolmi e a casa de Nekobese, Ka diz para Ysh'toka:
           - Preciso conversar com você em um local seguro. Minha primeira ordem para você é que não deve contar nossas conversas secretas como essa para Idrolmi por que eu preciso de informações e não quero parecer um bobão. Gostei do Geas e gostaria de saber mais sobre ele. Talvez faça um com Oribel dependendo de como ele funciona. Me conte tudo o que sabe. O mais importante que quero saber é se as pessoas do Geas podem comunicar entre si de alguma forma ou linha no contrato e se o contrato for quebrado a pessoa descobre. Então por exemplo, poderia fazer um Geas em que Oribel não pode me trair e se o fizer eu descubro de alguma forma. Se cancelar o Geas por exemplo ao realizar um item do contrato, também posso descobrir? Quando chegam a um ponto seguro nas ruas, Ka aperta Ysh'toka contra a parede e diz em seu ouvido de uma forma sensual: Você acha que estou te fodendo agora Ysh'toka? Lembra quando eu estava te fodendo forte em Dirthmouth? Eu acho que você gostou daquela vez, então vai gostar mais agora. Mal posso esperar para ver sua reação quando eu terminar de te foder, acho que será o maior orgasmo de sua vida. Por conta de seus miados de prazer Ochyllyss quase matou a gente. Acho que vou providenciar uma gagball, uma pena pois gosto de sua boca. Ka precisava descobrir o momento certo para despedir Ysh'toka, removendo ela do Geas com Idrolmi. Talvez só depois que conseguir o Baronato? Ou seria algo mais cedo? Também precisava falar com Nekobese sobre o caso, pois ele ainda poderia ser morto, mas era importante Nekobese não contar para Ysh'toka pois ela não pode trair Idrolmi. Ao acabar a conversa com Ysh'toka e entender os tempos, Ka diz: "Essa nossa conversa secreta acabou, sempre avisarei quando começam e quando terminam para preservar você." A ideia era explorar os gaps no contrato, fazer Ysh'toka explicar para Ka coisas para aprender a usar o Geas, poder falar com o Nekobese entre outras coisas sem fazer parecer que ele estava traindo Idrolmi. Por sorte a habilidade de enganar e persuadir de Ka era boa para usar a mente para isso. Certamente Ka teria uma conversa com Nekobese em segredo para falar sobre isso. Ysh'toka era sua chefe e logo será no papel. Será que conseguiria falar com Nekobese antes de explodir? Parar a foda no meio foi sacanagem de Idrolmi. O contato com o corpo quente da gata ali era até traiçoeiro com as partes encostadas uma na outra. Porém Lacrimosa não era como Dirthmouth, Ka não poderia foder com Ysh'toka no meio da rua.

           Agora sabendo de quando poderia dispensar Ysh'toka, Ka se prepara para tomar a decisão. Se Idrolmi não puder descobrir isso, Ka poderia "despedir" Ysh'toka agora mesmo livrando ela de suas obrigações. No entanto talvez seja mais adequado aguardar a solicitação do Baronato para Ysh'toka se Idrolmi puder descobrir. A única certeza que Ka tinha era que despedirá Ysh'toka em uma sala vazia para ver sua reação ao ser despedida quando souber que Ka fez isso para livrar ela do contrato com Idrolmi.

           Porém ao andar nas ruas de Lacrimosa e com Idrolmi mencionar Koyaan, Ka lembra de Barrabus, o Cinza, da cidade de Grayditch, sul de Onduth, além da Ponte do Demônio Afogado que era um serviço. Este era o último serviço de Koyaan que merecia um recado. Ka precisava entregar um recado para Koyaan sobre as ações de Idrolmi, o que ela fará sobre a família de Todd assim como com Ochyllyss e perguntar de Barrabus, se o serviço ainda seguia em aberto.
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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 2 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Sailor Paladina em Qua Jun 03, 2020 4:46 pm

    Já em um parque isolado, coisa comum nos jardins de Lacrimosa, Ka põe Ysh'toka contra a parede e começa a fazer perguntas e ameaças diante de uma nekojin nervosa que apenas o fitava esperando uma oportunidade pra falar. Ka fala dos momentos que tiveram antes da luta de Ochyllyss e na casa de Idrolmi, o que deixa a gata meio confusa sobre suas intenções. Estaria Ka querendo se vingar de algo, ou não tinha uma filiação definida? Àquela altura já não sabia mais se podia confiar no ladino. Ka exigia saber como funcionava o Geas imposto nela, e Ysh'toka claramente percebe que Ka não fazia ideia da situação que ela se encontrava. Ysh'toka diz que um Geas era uma mágica que apenas magos e feiticeiros muito poderosos podiam conjurar. Normalmente dura 1 mês, mas se tratando de Idrolmi, ela não sabe quanto tempo a mais ela decidiu encantar o pergaminho. Uma pessoa afetada por um Geas possuía total ciência de estar com a magia sobre si, que funcionava como uma versão mágica de chantagem. Se a pessoa desobedecesse uma ordem direta, era terrivelmente ferida magicamente, ficando no mesmo estado que o próprio Ka ficou depois da luta com Ochyllyss. É possível até morrer sob efeito desse dano, caso a vítima não fosse resiliente o suficiente. Tais ferimentos só ocorriam uma vez por dia e um Geas podia ser cancelado por meio de uma mágica de Reverter Maldição ou cura mais poderosa. Normalmente apenas clérigos e bardos possuíam tais magias. A menos que fosse um mago poderoso, Ka jamais conseguiria lançar essa mágica em alguém.
    - Sem falar que Idrolmi tem o pergaminho e como eu mesma comentei na hora, ela deve incluir mais cláusulas injustas no contrato. Mesmo que você me livre, ela vai me ferrar. E muito. Eu estou duplamente fodida Ka.

    Aquelas foram as últimas palavras de Ysh'toka em que ela ainda o olhava nos olhos. Baixando a cabeça, olhando pro lado ela diz que iria obedecê-lo no que ele mandasse, pois não queria arriscar a própria vida e apenas aguarda ser estuprada se assim ele desejasse. Havia perdido o tesão por ele, pois se sentia forçada a fazer algo que antes fazia por amor. Independente do que rolasse ali entre os dois, Ysh'toka iria obedecer e não iria contar a ninguém sobre o que Ka fez, mesmo que ele a libertasse de sua parte do contrato, coisa que aliás ela própria sugere que ele não faça. Se Ka a libertasse do contrato agora, Idrolmi iria saber e desconfiaria de suas intenções. Mais um motivo pra nekojin desmerecer aquela ideia. O casal segue seu caminho para a mansão de Nekobese quando sentem um pequeno tremor no chão que os faz perderem um pouco o ritmo da caminhada. Só mais alguns passos depois e um novo tremor dessa vez muito mais forte que faz Ysh'toka cair de bunda no chão, mas Ka bem mais ágil que um gato consegue se manter de pé. Ka oferece a mão (ou não) pra Ysh'toka se levantar e os dois são surpreendidos por ninguém menos que Koyaan que por coincidência estava a procura do ladino e obviamente não iria perguntar por ele na mansão de um mafioso conhecido. Por sorte o encontrara na rua mesmo.
    - Boa noite, cidadãos. Foi bom encontrá-los aqui. Sugiro que retornem pra sua casa e evitem seguir pra Encruzilhada Esquecida.

    Ysh'toka pergunta o motivo e Koyaan diz que por determinação da Rainha Almalexia, a cidade seria soterrada numa tentativa aplacar o crescimento da bolha mágica que surgiu ali, antes que atinja cidades vizinhas. O temor era que novas bolhas similares aparecessem em outros locais do reino. Uma convocação do conselho mágico de Onduth foi feita e nos próximos dias a cidade cessará de existir. Infelizmente as pessoas presas dentro da bolha seriam deixadas para trás, pois não havia como retirá-las de lá. Pelo menos quinhentas pessoas seriam declaradas como vítimas fatais. Koyaan demonstra um semblante triste. Sequer toca no assunto oficial que tinha com Ka, não só por ele estar acompanhado, mas também porque aquela não era hora nem local pra discutirem o assunto. Já havia delegado todos os guardas para avisarem ao residentes de Lacrimosa para permanecerem em casa, assim como das cidades vizinhas. Ka e Ysh'toka seguem para a mansão e tão logo entram são recebidos por Oribel e Nekobese que pareciam bastante aflitos ao abraçarem seus pares. Demais parceiros do grupo também se encontravam do lado de fora, como Estranho, Mortalha, Sham e Fortuna. O clima era de fim do mundo, mas agora que estavam todos reunidos, eles comentam sobre o alerta da guarda. Alguns parceiros lamentam o fato de estarem longe de amigos e família, mas o fato é que não poderiam sair de Lacrimosa no momento. Eles decidem entrar na mansão, com exceção de Nekobese que pede pra que Ka ficasse, tinha alguém que precisava falar com ele.
    - Ela apareceu em meu escritório, pouco depois de você sair com a Ysh'toka, procurando por você. Não queria falar com os demais, então, a deixei ficar escondida no jardim...

    Spoiler:
    Ka acompanha Nekobese até o jardim na lateral da mansão e dado momento o nekojin para no lugar e dá espaço pra Ka passar. Uma pequena silhueta em forma de sombra parecia o aguardar no centro do jardim. Assim que Ka se aproxima pra tentar distinguir a pessoa, eis que uma criança abraça suas pernas. Era uma jovem menina com duas serpentes na cabeça, sendo uma em cada lado, que parecia extremamente feliz em tocá-lo. Tinha lágrimas nos olhos e faz questão de acalmá-lo dizendo que as serpentes não lhe fariam mal e que seus olhos ainda não eram capazes de petrificar.
    - Papai! Eu nem acredito que estou lhe abraçando... sniff... (a menina estava em prantos de felicidade).

    Spoiler:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 2 EqIG57L

    Nekobese estava com a maior cara de "what the fuck" que se podia imaginar. Mas quando ouviu que o nome dela era Crona Ka Syth, imaginou que ela podia ser alguma parente distante, mas não uma filha! E aquelas cobras? Ka provavelmente tinha mil perguntas a fazer, mas Crona não demora a respondê-las, dizendo que viajou no tempo pra salvar a vida dele, mesmo que sua mãe tenha lhe dito inúmeras vezes que alterar o passado podia trazer graves repercussões. Ela diz que Ka havia sido morto antes mesmo dela nascer por uma elfa do mal. Ela conviveu com essa história triste, morando sozinha com a mãe por oito anos. Um dia resolveu mexer nos livros de magia de sua mãe e conseguiu realizar um ritual de viagem no tempo. Normalmente não seria possível pra uma maga iniciante fazê-lo, mas Crona conseguiu entrar em contato com uma mulher misteriosa dessa época e conseguiu atravessar uma brecha. Viu que a brecha por onde passou parecia instável e saiu correndo do lugar. Tinha poucas informações sobre onde o pai estaria quando morreu e foi direto pra lá.
    - Foi tão incrível ver o senhor lutando contra aquela feiosa! Mas ai quando vi que ela ia te matar eu acabei de com ela! Eu quase a matei, mas meu veneno ainda não é muito forte... Ainda bem que eu tinha um antídoto pra aquela sua amiga né?

    Spoiler:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 2 NvLbfia

    Crona não fazia a menor ideia do que havia desencadeado naquela época do tempo. E tampouco parecia estar preocupada com isso. O que importava pra ela era sua felicidade naquele momento.
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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 2 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Christiano Keller em Qua Jun 03, 2020 6:12 pm

    Ka,

    Ainda com Ysh'toka...
    Ka escutava as palavras de Ysh'toka e diz pra ela tentando resolver aquilo de uma forma pacífica ao pé do ouvido:
    - Que pena chefe, achei que se você trabalhasse pra mim como item do contrato, no momento que eu te despedisse do contrato com Idrolmi o Geas perderia efeito chefe. Fiz aquilo para manter você quieta e tentar conseguir o item no contrato para te soltar depois. Agora não posso trair Idrolmi, mas saiba do lado que estou chefe. Ka não sabia que seu plano poderia dar errado assim. Era um pouco de ingenuidade ou talvez o fato de ignorar tanto sobre magia aquilo possa ser uma coisa importante.

    Com Koyaan...
    Ka oferece a mão para Ysh'toka levantar.
    - Está bem chefe? Logo apareceu Koyaan.
    O chefe da guarda comenta sobre o que está acontecendo e Ka indaga:
    - Prezado chefe da guarda, se aquilo é um tipo de alteração no espaço tempo, apenas soterrar o local não impedirá o ciclo de ser alterado. Ka tinha a impressão que Tharja estava no meio daquilo tudo e ele tinha alguma coisa com isso. Espero que como um cidadão de bem eu possa colaborar com a solução. Ka olhava como quem pede mais informações pois sabia que teria que ir até lá de uma forma ou de outra.

    Com Nekobese e Crona Ka Syth...
    - Uau Crona, isso foi muito bom de sua parte. Estou muito orgulhoso de você. Ka abraça Crona e diz: Sabe, precisamos conversar sobre algumas coisas que aconteceram. Essa sua viagem causou um problema no fluxo temporal. Você pode descrever a mulher que te ajudou? É importante falar com ela. Ka tenta descobrir se foi Tharja. Tem outra coisa que acho que também vamos precisar fazer e não sei se você vai gostar. Houve uma razão para fazer você viajar até aqui, que foi o fato de eu morrer. Se você não conviver com este peso, nunca vai querer me encontrar. Vamos precisar esconder isso da sua mãe até o dia que você fugir de casa. Ka acha que talvez possa fazer algo que ele entende pelo menos, enganar o tempo em si. Talvez enganar o reino como um todo. Quem era a tal mulher? Será que a tal bolha temporal vai se expandir e tornar o mundo diferente com as consequências de o deixar vivo? E quanto a Ysh'toka? Será que ela morreu também? O impacto de estar vivo poderia fazer uma diferença enorme no mundo, mas Ysh'toka também faria. Por que não me conta um pouco sobre o futuro para a gente poder saber alguns detalhes que precisam acontecer para motivar você a voltar? Talvez notícias, reinos, baronesas, essas coisas. Ka estava disposto a continuar vivo e isso parece que será o fim de Onduth.
    Ka vira para Nekobese e diz:
    - Senhor Nekobese, creio que Crona que salvou Ysh'toka também. Será que pode podemos falar com ela também? Acho que a vida dela está em risco. Vamos até o escritório e acho que quanto menos interferirmos no espaço tempo, mais seguro você estará. Assim, se Ysh'toka e eu morremos naquele momento, talvez nós que devemos trabalhar numa solução. Ka estava com problemas ali e precisava fazer o possível para enganar o contínuo espaço tempo. Talvez apenas a magia faça a diferença e assim precisava de uma maga para dar ideias.
    Quanto aos sentimentos sobre Crona Ka Syth, aquilo era muito legal. Pode ver sua filha, uma híbrida de Drow/Humano com Medusa, que parecia uma pessoa muito poderosa mesmo sendo apenas uma criança. No entanto a preocupação sobre sua vida é que era um problema. Não estava a fim de morrer e precisava do mundo existindo para isso.
    Ka então tinha um tipo de plano. Criar as condições que levaram Crona a desejar voltar no tempo e também que fizeram a maga poderosa a levar Crona para aquele momento. Talvez isso garanta o loop temporal que se repetirá eternamente sem causar o colapso. A preocupação era um tanto simples, Crona nasce com um Ka vivo e decide não voltar, mas ai Ka morre e ela deseja voltar. Se o loop acontecer normalmente a realidade não será alterada.
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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 2 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Sailor Paladina em Dom Jun 07, 2020 5:46 pm

    Na atual situação, Ka não tinha como saber a predisposição real de Ysh'toka. Temerosa da magia infligida em si, não arriscaria desobedecer ou reclamar de Ka até que não estivesse mais subordinada ao ladino. Em resposta a Ka, Koyaan diz que sabia disso, mas a intenção era impedir que pessoas fossem naquela direção. Era um paliativo até que alguém descobrisse como impedir o aumento daquela anomalia. Mais tarde com a criança, Ka faz perguntas e suposições a cerca dela, as quais Crona responde com facilidade. Era uma garotinha bem inteligente pra idade dela. Provavelmente algo racial. Primeiro ela descreve a mulher e confirma se tratar de Tharja. Ela era uma bruxa capaz de espiar diversas possibilidades com uma visão limitada do futuro. Crona havia aproveitado essa brecha, porém afirma algo que reduz as preocupações de Ka. Pelo que ela entendia de viagens no tempo, o que ela fez, criou uma nova história pra eles e o passado deles em que Ka morria não mais existia. Ela iria normalmente nascer no futuro e poderia inclusive ver a si própria se assim o desejasse, mas não pretendia ficar ali por tanto tempo. Não que a companhia do pai fosse ruim, mas já sentia saudade da mãe e sua mãe daquele tempo provavelmente não gostaria de saber que sua filha do futuro veio alterar a história e causar problemas pro reino. Bastava o castigo que ia receber quando voltasse.
    - Só precisamos ir lá pra Tharja e eu atravesso o portal que tá na frente dela pra voltar... A bolha temporal não me afeta... Mas vai afetar o senhor, então é melhor que apenas olhe de longe... Quero muito te abraçar novamente quando voltar Embarassed

    Nekobese sugere a Ka dar ouvidos a filha e não perderem mais um minuto com isso. De preferência não envolver mais ninguém, tampouco Ysh'toka. Ele próprio não iria comentar sobre o assunto com ninguém. Deixar Crona andando sozinha por ai também não era a melhor das ideias, logo a melhor opção de Ka seria levar a criança até o mais próximo possível da bolha. Com suas habilidades ladinas e conhecimento do terreno, conseguiria evitar os guardas e deixá-la na Encruzilhada em segurança. O pouco tempo que passam juntos no caminho pra cidade vizinha é realmente tocante: pai e filha andando juntos, tudo o que Ka dizia a Crona sobre sua vida agitada em Dirtmouth e Lacrimosa era ouvido com bastante interesse, no qual a garota imaginava os atos heroicos do pai. Crona repete que sua vida no pântano com a mãe era muito tediosa e que ela queria muito viver com ele na cidade. Esperava que assim que retornasse pro futuro, pudesse lhe mandar uma mensagem pra que ele viesse buscá-la. Sua mãe com certeza apreciaria a visita do amado. A dupla finalmente chega a Encruzilha Esquecida evitando autoridades e outras complicações. Circulando a bolha que parecia um campo mágico de eletricidade, gerando pequenos terremotos e trovões como um prenúncio de fim de mundo. Crona dá um último abraço bem emocionado em Ka e com lágrimas nos olhos pede que ele prometa ir atrás dela alguns dias depois dela nascer.
    - Eu devo nascer daqui a um ano mais ou menos Espere pelo menos uns três meses antes de ir, senão a mamãe vai te comer vivo. Coisa de cobra... Se puder ter o mesmo cheiro que tinha quando a viu pela última vez ajuda. E fale alto pra ela ouvir sua voz!

    Era engraçado como Crona, bem sorridente, dava instruções de como o pai devia chegar na mãe, mas provavelmente era bons avisos, visto que Ka não sabia como era chegar numa medusa que tinha recentemente parido uma prole. A garota dá um beijinho no rosto de Ka e faz uma reverência e um aceno antes de correr na direção da casa de Tharja. De fato a bolha assombrosa não fazia qualquer impacto no movimento da garota. Poucos minutos depois, um novo terremoto, leve mas contínuo se inicia e a Ka percebe a bolha começar a diminuir em velocidade muito mais rápida do que levou pra crescer. Estilhaços de pedra que flutuavam inertes no ar começavam a cair, pessoas voltavam a andar sem entender nada do que aconteceu e logo Ka percebe que tudo voltou ao normal. A velha Encruzilha Esquecida onde morou por algum tempo. Talvez fosse até uma boa ideia visitar Tharja pra ver se estava tudo bem com ela. Porém, antes de dar mais um passo, Ka ouve uma voz feminina em sua mente. Não parecia vir dos seus arredores, mas sim de dentro da sua mente. Mesmo assim o ladino olha ao seu redor procurando, por puro instinto e toma um susto ao ver uma pessoa ao seu lado. Uma mulher de visual singular e armadura exótica, que observava a casa de Tharja. Parecia estar lá do lado Ka há tempos sem ter sido sequer notada.
    - Que cena comovente...

    Spoiler:
    - Regozije-se mortal, pois esta que vos fala é Cronos, Deusa Guardiã do Tempo e do Multiverso, conhecida por poucos neste mundo como Erotika, cujo nome foi dado a ele. Imagino que tenha uma pequena ideia do motivo de minha presença aqui...

    Erotika dá alguns passos a frente, posicionando-se na frente de Ka. Embora pessoas passassem pra lá e pra cá vivendo suas vidas normais como se nada tivesse acontecido, um pequeno círculo havia se formado entre aqueles dois, onde o tempo não passava. Erotika diz o que Ka já sabia: a filha dele cometeu um ato proibido que era o de alterar a história. Se tal coisa fosse permitida sem repercussões, muitos magos, feiticeiros, semideuses e demônios fariam uma tremenda farra com as linhas temporais. Ela como mãe criadora de todas as Deusas estava ali para garantir que tal coisa não acontecesse. A sorte de Ka era que o evento que a filha dele alterou era bem insignificante, a ponto de não afetar "muito" a cronologia das coisas. Contudo uma morte foi evitada e portanto outra vida precisava ser tomada em seu lugar. Erotika percebe a aflição tomar conta de Ka e faz um sinal de calma com a mão. Não era uma assassina e obviamente não iria cortar a cabeça dele ali. Se Ka estava vivo, então continuaria vivo, até que o destino que reservasse uma má surpresa novamente. Porém havia Crona, uma semente ainda não nascida e cuja contraparte estava atravessando o tempo.  Ela leva a mão ao queixo pensativa e questiona opções. Deveria impedir que Crona completasse a viagem de volta, ou devia simplesmente impedir a medusinha de nascer? De um jeito ou de outro, Ka não precisaria se preocupar, pois a memória da mãe dela seria reajustada de acordo. Ou... Poderiam negociar um novo desfecho. Erotika faz surgir um livro mágico flutuante na sua frente e começa a folheá-lo.
    - Vejamos... Com o ato da Crona, a vida dessa elfa Ochyllyss foi arruinada. E se tudo tivesse sido diferente? Se você tivesse preterido essa tal Oribel Discordia e ficado com a Ochyllyss, como seria sua vida hoje? Amigos e inimigos diferentes? Eu gostaria de saber como seria...

    Erotika fecha o livro e cria um clone dele com páginas escritas, mas a próxima em branco. Ela então risca o ar criando uma linha luminosa e faz um tracejado na diagonal continuando com uma linha horizontal e diz que se Ka topasse lhe entreter vivendo uma segunda vida diferente, com parcas lembranças da outra vida, ela faria vista grossa pra transgressão de Crona. Nessa segunda vida, Ka sentiria a sensação de estar fazendo algo muito errado se tomasse uma decisão similar a que tomou na outra vida de modo a criar uma linha temporal singular. Quando estivesse satisfeita com os resultados, lembraria o rapaz de ambas as vidas e perguntaria qual delas ele iria preferir se desfazer. A vida escolhida seria continuada enquanto a outra desapareceria dos anais do tempo. Se ainda assim optasse pela atual, Crona completaria sua viagem normalmente como combinaram. Se optasse pela outra, toda essa história com Oribel, Nekobese e Syl seriam readaptadas para as novas decisões tomadas por Ka. Talvez nem chegasse a conhecê-los. Talvez conhecesse a Medusa de outra maneira...
    - Parece um acordo bem justo. Afinal sou a síntese da ordem, do caos e da neutralidade. Preciso manter a balança. O que me diz, mortal?

    Erotika:
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    Mensagem por Christiano Keller em Seg Jun 08, 2020 12:39 am

    Ka,

           Ysh'toka ainda estava brava, era compreensível naquela situação. O efeito mágico do Geas poderá ser devastador, talvez mais psicológico do que realmente o feito da magia. Ela terá que se submeter aos desejos de Idrolmi de qualquer maneira até Ka encontrar uma solução.

           Com Crona, Ka diz:
           - Tem tantas coisas que gostaria de saber sobre você minha filha, são várias as perguntas que tenho mas tenho receio de que alguma delas possa alterar o futuro. Ka olha para Crona e pensa nas suas responsabilidades como pai, salvo por sua filha. Aquele era um outro tipo de amor. Até será mais complexo entender como vai lidar com aquilo. Talvez seja importante não arrumar mais filhos por ai, ou talvez seja... um grande exército de filhos e filhas parece interessante para Ka. Você é muito inteligente e poderosa, parece que puxou sua mãe. Creio que aprenderá a fazer as coisas que ela faz em pouco tempo. Estou orgulhoso de você Crona, é uma ótima filha. Quando Crona fala sobre Tharja, Ka comenta para ela: Ela é uma boa amiga, preciso fazer uma visita para ela para agradecer. Tharja realmente foi uma mão na roda, precisa fazer algo por ela, talvez levar um presente? Agora não era hora de pensar nisso. Ka deveria aproveitar seu tempo com Crona sem destruir o futuro. Ka contra então sobre suas aventuras nas cidades de Onduth. Querida, o que quero dizer é que há mais para se ver nestas cidades do que está à vista. Os caminhos pelos telhados são passagens que as pessoas não usam. Talvez onde mora hoje é algo assim, você está vendo as ruas e não os telhados. As riquezas escondidas na região podem estar no alto das árvores ou sob a terra e a água. Syl talvez saiba quais são estes segredos e poderá te ajudar. Quem me ajudou a conhecer sua mãe foi Sham, ela ensinou muita coisa para ele. Ka ainda ficou muito espantando com as coisas que Crona já havia feito com tão pouco tempo de vida. Nós vamos nos encontrar no futuro, quero muito te encontrar. Após o abraço para ver Crona entrar na bolha, Ka pensa: "de consumidor a fornecedor... caramba".

           A presença mágica da de Cronos, Deusa Guardiã do Tempo e do Multiverso era algo inesperado, Ka não sabia que chamaria atenção daquela forma. No entanto Ka fica um pouco chateado quando a Deusa fala que o evento alterado foi insignificante. Sua morte não fez muita diferença no fluxo do mundo, aquilo era um sinal de que Ka estava sendo usado e não conduzindo seu destino. Porém Ka não queria morrer, ainda mais que tinha uma filha com Syl, mas talvez tenha outras filhas por ai que não conheceu.
           - Minha Deusa, agradeço pela oportunidade e sua decisão é justa. Uma Deusa de verdade... como seria foder com ela? Ka pensa em se segurar, não poderia assim do nada já sugerir algo assim, precisava marcar um encontro primeiro para a conhecer. Nos veremos novamente? Espero entreter você de uma forma agradável. Ka achava que poderia marcar de encontrar a Deusa, ingênuo ou apenas busca por sua promessa para Oribel de "foder todas para poder conseguir um futuro melhor?".
           Agora Ochyllyss seria um mistério, a mente de Ka pensa nos detalhes mas será uma vida diferente, algo novo e inusitado.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Sex Jun 12, 2020 10:59 pm

    Ka demonstra decepção quando Cronos fala sobre o impacto de seus atos na história e a Deusa dá alguns passos na direção dele com olhar tenro, enquanto alisa a beira do seu queixo. Ela pede pra que ele não confundisse o que ela dissera com importância dele na linha do tempo. Aquele contratempo de fato foi insignificante no que tange atingir alvos maiores como reinos e governantes. Se o que ele ou sua filha fizeram tivesse destruído um reino ou dois, ou eliminado alguém que afetaria a vida de centenas ou até milhares de pessoas, a Deusa não pensaria nem duas vezes em cancelar o evento e eliminar os transgressores, contudo, foi importante o bastante pra que a própria Deusa surgisse em frente a um mortal pra fazer um acordo.
    - Você não deve fazer a mínima ideia de quantos mortais já me viram em pessoa em milênios. Você é na verdade o quarto. Terceiro se contar que o segundo foi apagado da existência... Não quero nem comentar o que ele fez pra ter tal destino.

    Quando perguntada se ainda se veriam, Cronos apenas devolve um sorriso, daqueles que podiam ter diversas interpretações. Ela estala um dedo e Ka sente seu corpo flutuar no ar e se arremessado em alguma espécie de buraco negro. Sua visão escurece por alguns instantes, apenas pra logo mais se ver deitado num banco no meio de algum corredor fechado e um barulho de multidão que gritava por nomes que Ka não fazia ideia a quem pertenciam. Sua boca estava sendo beijada pelos doces lábios de uma jovem Ochyllyss, estranhamente sem um tapa-olho. Ka estranha aquela visão, pois tinha a impressão de que a elfa usava um. Ochyllyss sorri pra Ka alisando o peito dele e fica feliz por ele ter finalmente acordado. Ela começa a amarrar suas botas enquanto conversa com ele.
    - Que tombo feio você levou, Ka. De onde você caiu? Eu já estou indo me apresentar pra minha luta. Você pode buscar minhas armas? Deixei de pegá-las pra trazer você aqui!

    Embora a situação fosse nova pra Ka, ele tinha a leve impressão de que algo estava fora do lugar ali. Não lembrava do motivo que o fez escorregar e cair, mas lembrava de ter apagado por alguma razão. Provavelmente bateu a cabeça e lembraria depois. Após receber um tchauzinho da guerreira, Ka tenta se situar. Lembranças meio confusas chegam a sua mente. Ochyllyss era hoje uma guerreira costumaz na Arena dos Tolos, como chamavam o lugar, mas nem sempre fora assim. Ka a conheceu numa taverna em meio a tantas em Dirtmouth, onde pra conseguir dinheiro, vendia o próprio corpo. Triste vida pra uma drow fêmea naquela sociedade. Certa vez ela acabou sendo alvo de um trio mal intencionado que abusou dela com drogas e saíram não apenas sem pagar como levando dinheiro dela. Ka não podia fazer muita coisa contra eles fisicamente, mas vingou-se pela elfa ao surrupiar todo o dinheiro deles. O ladino os deixou em maus lençóis quando perceberam muito tarde que não tinham dinheiro pra pagar a comilança e bebedeira feita na taverna cara que visitaram. Cavalheiro com as donzelas, Ka deu o dinheiro pra Ochyllyss e a convenceu a mudar de vida. Uma parceira de crimes não era má ideia, muito embora elfa preferisse assaltos do que furtos. Os dois viraram amigos e acabaram desenvolvendo algo a mais com o passar do tempo.

    Ka vai até a ala dos armários, onde os lutadores deixavam seu equipamento pra buscar as armas da amiga quando escuta vozes vindo do lugar. Ele se esconde pra ouvir.
    - Tá tudo combinado então, Lobo?
    - Sim cara, estou com o espelho e o cristal aqui. O Ormond só precisa virar a piranha pro lado norte, que eu cego ela e ele a aposenta de vez.
    - Boa. Vou deixar o dinheiro no lugar combinado se o truque der certo. Não vai me falhar hein?
    - Deixa comigo, chefe. Vambora que a luta vai começar em instantes.


    Ka ouve os passos vindo na sua direção e se esconde em outra sala. Ele vê dois homens deixarem a sala. Nunca os viu na vida, mas tinha a impressão de já ter ouvido o nome Lobo em algum lugar e não gostava dele. Ka agora tinha o caminho livre pra pegar as armas de Ochyllyss. Ele vê o armário dela e encontra uma espada e uma garra de mão. Um minuto de inspeção sugere que estavam em bom estado. Agora era pegar as armas e encontrar com Ochyllyss na porta pro ringue, onde a elfa o estaria esperando.

    ochyllyss jovem:
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    Mensagem por Christiano Keller em Qui Jun 18, 2020 1:21 am

    Ka,

           A vida parecia diferente com memórias misturadas de uma Ochyllyss com tapa olho e uma mulher falando sobre escolhas diferentes.
    Ochyllyss escreveu:- Que tombo feio você levou, Ka. De onde você caiu? Eu já estou indo me apresentar pra minha luta. Você pode buscar minhas armas? Deixei de pegá-las pra trazer você aqui!
           - Foi um tombo mesmo. Eu vou pegar suas coisas. O que foi aquilo? Deveria pegar ou mandar ela pegar as armas ela mesma? Ka ainda vai pegar as armas mesmo assim de forma pensativa pois suas escolhas precisavam ser diferentes. Algumas coisas fazem sentido, enquanto outras não. Escolher diferente seria buscar novas amizades ou em vez de ajudar as pessoas que deveria, agora deveria ignorar os pedidos de ajuda? Aquilo ainda estava misturado em sua mente.
           Ao chegar na ala dos armários Ka já pensava que sua essência não havia sido alterada, ainda era um cavalheiro que gostava de mulheres e aquela era uma escolha imutável. Sua mente e suas escolhas estavam se estabilizando após o tombo. Ali aparece outra escolha, ouvir escondido ou enfrentar, a escolha de Ka eram as sombras e a furtividade. Querem virar Ochyllyss para o lado norte para poder cega-lá enquanto seu outro amigo a ataca. Aquilo era sujo e traiçoeiro, Ka instintivamente pensa em avisar Ochyllyss. Aquela era sua essência, ajudar os amigos... ou deveria ficar quieto? Os passos pesados no caminho eram um tanto estranhos, a mente de Ka tinha uma lembrança estranha sobre escolhas que não sabia direito quais eram. No entanto chega até Ochyllyss e ao encontrar com ela diz:
           - Ouvi alguns homens falando sobre Ormund virar alguém para o lado norte que ele a cegaria para ele a aposentar de vez. Acho que falavam sobre você e pretendem usar um espelho com um cristal. Eu vou para o lado norte do ringue para ficar de olho no safado, talvez matar ele antes que algo aconteça com você. Matar alguém pareceu tão errado, será que isso agora era certo? Ka parte para o lado norte do local do ringue pensando em como fará para se livrar do espelho, do cristal ou do homem. Se aquela coisa poderia cegar alguém, Ka não queria ser a vítima. Uma rápida conferida em seus pertences mostra que tem a bomba de fumaça, a faca ou adaga, que parece diferente, e sua besta que deixa preparada. As outras coisas também estão lá, mas não eram itens de combate e por alguma razão achava que precisaria deles. A estranha roupa em couro que Ka usa também parece algo diferente.

           Após um incidente em um combate durante um assalto com Ochyllyss ela disse que parecia muito fácil acertar Ka sem amadura. Uma armadura poderia fazer uma boa diferença para Ka conseguir proteger-se dos inimigos. Ka prefere os furtos, mas mesmo assim ao andar ao lado de uma guerreira era importante ficar preparado.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Qua Jun 24, 2020 2:45 pm

    Ka pega as armas e segue pelo corredor. O nome de Ochyllyss é pronunciado sonoramente por meios mágicos e a guerreira ao ver Ka, sinaliza pra ele vir depressa. Ka entrega as armas e alerta Ochyllyss sobre a trapaça armada contra ela. A elfa sorri e diz que vai tomar cuidado na luta. Ka segue pra arquibancada que estava lotada por todos os tipos de pessoas, incluindo algumas raças bestiais que ele nunca viu na vida e portanto não soube discernir o que eram. Um dos espectadores começa a passar mal e se levanta indo embora, convenientemente deixando o lugar livre pra Ka se sentar. Na arena, uma gloriosa Ochyllyss se exibia para o público que gritava seu nome enquanto vaiava para o adversário, Ormund quando este tem seu nome anunciado. Ka até tenta procurar onde estariam os trapaceiros, mas era gente demais pra ele perceber. Se ao menos ele tivesse alguma magia que o ajudasse a localizar alguém... A luta se dá início e como esperado pelos fãs, Ochyllyss não tem problema algum em evitar os ataques do oponente, parecia até dançar enquanto esquivava e lançava golpes no ar que tiravam um trisco de Ormund, certamente proposital pra luta durar mais tempo. Ninguém notava por não saber, mas Ormund se esforçava bastante em fazer Ochyllyss se virar na direção dele, mas a elfa permanecia de lado e as vezes até de costas pra não virar na direção em que Ka estava. Dado momento, o ladino imagina ter visto alguém segurando um objeto suspeito que poderia ser o tal cristal, mas então todos se levantam gritando o nome da guerreira.
    - Ochyllyss! Ochyllyss! Ochyllyss! Ochyllyss!

    Na arena, a elfa tinha acabado de cortar a pele da perna de seu oponente e sua garra estava atravessada no ombro dele. Ormund estava ajoelhado no chão implorando por piedade. Ochyllyss chuta Ormund pra longe dela e ergue os braços pra plateia arrancando gritos de alegria. Quando a torcida se acalma e se senta, Ka percebe o Lobo deixando o lugar saindo pelo corredor do outro lado da arquibancada que ele se encontrava. Pelo visto o plano falhara. Era uma opção pra ele investigar mais a fundo ou deixar aquilo pra lá. Um pouco mais de sua memória retorna e ele lembra que de fato não tinha compromisso com a elfa guerreira pra depois da luta. Podia esperar pra encontrá-la, ou sair pra beber em alguma taverna.
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    Mensagem por Christiano Keller em Sab Jul 18, 2020 3:45 pm

    Ka,

           A arena de combate é um local estranho e até confuso. É estranho pois as pessoas ali desejam satisfazer seus anseios por conquistas ao ver os outros alcançarem seus objetivos. Muitas vezes a vitória e a morte de estranhos são comemoradas. A confusão é que pessoas torcendo para adversários podem ficar próximas numa situação em que o desespero pode tomar conta de alguém da platéia e levar a descontar sua frustração no torcedor ali ao lado. Qualquer um poderia torcer para Ochyllyss ou para Ormund.
           Os olhos de Ka rastreiam os presentes em busca de um objeto brilhante, mas reflexos são apenas as coisas que chamam atenção. Nenhum deles era o tal crystal que o Lobo comentou. Se Ka tivesse algo... havia algo que rastreava nomes. Ou não havia? Por um instante Ka bate a mão no seu próprio corpo a procura de algo. Algumas memórias estavam confusas... uma agada que o alertava sobre problemas e uma capa que o ajudavam a se esconder... talvez itens de um sonho estranho. A batida com a cabeça deve ter sido mais grave que ele pensa. Porém não tinha muito o que fazer naquele momento, a vida de Ochyllyss estava em risco. Tinha que cuidar de O... Ochyllyss. Sim, o perfume em seu tornozelo marca fundo sua memória.
           Em combate Ochyllyss era uma guerreira superior e Ka precisava aprender as técnicas de batalha. Como um ladino, não tinha chance contra ela. Mas ac chances de Ochyllyss eram apenas se o tal Lobo não conseguir a acertar com o tal crystal. Em um momento Ka pode ver o Lobo deixar a arena, o plano falhou e Ochyllyss venceu.

           Após o termino do combate Ka corre até onde pode encontrar Ochyllyss. Tinha que a parabenizar pela vitória e descrever o tal Lobo para ela. Ka sempre gostava de comemorar as vitórias, Ochyllyss por sua vez tinha algo com apostas e prêmios. Deveria fazer algumas apostas com ela? Talvez armar algum tipo de jogo? É sempre interessante arrumar algo para desafiar ou provocar uma mulher no bom sentido. Quando finalmente vê Ochyllyss de perto, Ka diz enquanto avança até ela:
           - Muito bem, ganhou com facilidade mesmo com a armadilha. Você deve ser a melhor guerreira do mundo. Ka chega pra dar um beijo na boca de Ochyllyss. O tal Lobo foi embora. Vamos comemorar sua vitória? Que tal a gente pensar em um prêmio pra você? Ka abraça Ochyllyss pela cintura do lado esquerdo e a encara para saber o que ela quer fazer. Acho que você merece um prêmio. "Domina" de Dirthmouth, que tal? Um lado estranho parece emergir em Ka, algo que o faz querer escolher coisas diferentes das quais escolheria normalmente. A agressividade para chegar e beijar Ochyllyss era algo novo, talvez diferente do que faria como um beijo charmoso e sensual, aquilo foi mais forte e intenso. Como seria o sexo com Ochyllyss? Suas memórias estavam embaçadas e apenas seu cheiro estava presente. Será que ela tinha alguma coisa na bunda? Um plug... ou talvez bolas... sim... alguma coisa o fazia lembrar das bolas.
           A mão de Ka que abraçava Ochyllyss desce até a bunda e a agarra com luxúria no olhar:
           - Vamos. Fale-me de seus planos para a arena pelo caminho, quero ouvir sua voz agora. Ka chega mais perto e baixinho: Será que escutarei seus gritos de prazer? O sorriso malicioso de Ka dizia que sim.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Sex Jul 31, 2020 4:02 pm

    Ka chega abraçando Ochyllyss, mas a guerreira parecia mais empolgada com a torcida que a ovacionava e apenas devolve um selinho rápido na boca antes de voltar sua atenção ao público e acenar de volta. Ochyllyss diz baixinho pra Ka que eles podiam fazer isso mais tarde quando chegassem em casa. Será que o sucesso já estava subindo a cabeça dela? Quem sabe? Ka começa a caminhar com a campeã na direção pra saída da arena quando o som da torcida começa a ficar abafado e uma luz branca o cega. Passado alguns instantes embora não fizesse ideia de quanto, Ka desperta em um pequeno quarto ligeiramente familiar enquanto um casal parecia irritado em outro cômodo. Ele levanta pra olhar pela fresta da porta e vê seus pais discutindo sobre sua situação em Onduth. O homem, humano, dizia que não havia lugar pra ele naquele reino e queria voltar pra o "Vale de Cima", enquanto a elfa alegava que não suportaria o Sol. Enquanto um afirmava ter largado tudo, trabalho, amigos e família pelo seu amor por ela, a elfa dizia o mesmo, visto que nenhuma das sociedades aceitava o amor de um pelo outro. O que os prendia juntos ali era o filho que tiveram ou ainda existia algum amor entre eles? A janela do seu quarto estava aberta. Ka lembra vagamente de ter escapado pela mesma janela em outras ocasiões, sempre por não querer se envolver naquela discussão. Um dia voltou pra casa e estava sozinho, apenas uma carta sobre a mesa que dizia que embora o amor pelo filho fosse eterno, seria melhor que cada um seguisse seus próprios caminhos. E Ka mesmo havia decidido primeiro. Aparentemente foi apenas um sonho, pois os dois ainda estavam ali. A janela estava aberta e Ka sabia que havia marcado um encontro com Discordia, sua parceira de crimes. Encontraria a amiga naquela noite e viveria sua própria vida independente ou tentaria manter seus laços familiares? A cena que espiona pela brecha da porta poderia ser a última vez que veria acontecer.

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