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    Ka III (SP) - Christiano Keller

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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Sailor Paladina Qui Out 08, 2020 7:06 pm

    Ka usa de seu talento para com as mulheres pra convencer Idrolmi de que seu marido havia mudado de ideia de maneira muito convincente, embora já fosse tarde demais pra salvá-lo. Era fato que o marido de Idrolmi havia sumido da vista de todos por vários meses e aquela pequena conversa deixa claro que ele provavelmente havia encontrado seu fim não muito depois daquele evento. Numa forte reviravolta de eventos o prazo é estendido o suficiente pra que Ka tirasse um belo proveito do corpo da elfa. Uma foda fantástica que garantiu pelo menos uma mudança drástica de comportamento por parte de Idrolmi. Se o marido dela iria se adaptar ao ocorrido, já não era mais problema de Ka. Aquela transferência temporal e física do seu corpo começava a confundir sua mente aos poucos. A luz que impedia sua visão agora dava lugar a escuridão. Ka não conseguia ver, falar e nem se mexer. Parecia estar amarrado, vendado e amordaçado a uma cadeira. Sentia seu peito mais pesado e não sentia seu pênis. Além disso, sua audição parecia estar melhor, embora tivesse maior controle de suas orelhas. A venda lhe é removida e Ka, agora no corpo uma fêmea Nekojin percebia com certo pânico a situação em que se encontrava. Um espelho diante dele, faz com que o ladino reconheça sua nova fisionomia imediatamente. Estava agora no corpo de Ysh'toka, numa posição humilhante, diante daquela que deveria ser sua cunhada e pivô da maioria dos seus problemas: Origa Discordia. A elfa afaga seus cabelos e lambe seu rosto, mostrando um sorriso diabólico enquanto puxa o cordão de bolinhas em seu ânus de leve, fazendo círculos que causavam certo prazer, embora provavelmente desagradável na mente de um homem. Origa segue para seu trono no quarto.
    - Ai ai, gatinha,ao contrário da vadia submissa da minha irmã, eu ainda adoro dominar você... Essa cara de ódio que você faz quando te humilho, espero que nunca suma. Quebrar sua vontade é um plano de longo prazo pra mim...

    Spoiler:
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    Origa dedilha a vagina enquanto observa Ysh'to (Ka) se contorcer tentando escapar. A elfa diz que foi bastante estúpido por parte da Nekojin achar que Oribel iria se voltar contra a própria irmã pra obter poder na família.
    - Eu sei porque você queria se unir a ela ao invés de mim. Você queria dominá-la depois. Pena que a Oribelzinha prefere obedecer a mim, né querida? Você fez muito bem em colocar o sonífero na bebida dessa gata safada.

    Discorda Origa se levanta e puxa uma cordinha, fazendo uma cortina se abrir, mostrando Oribel deitada e com uma coleira na cama.

    Spoiler:
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    Origa vai até Ka com um chicotinho em mãos e começa a dar cipuadas em seus seios, a dor chega ser excruciante. Se Ka já tinha motivos pra odiar a irmã de sua amada, aquilo só piorava a situação. As marcas avermelhadas em seus seios ardiam muito, mais um pouco e ela começaria a sangrar. Porém, Origa interrompe a tortura ao ouvir batidas na porta. Irada, a elfa vai atender. Ka percebe nesse curto período de tempo que se quisesse conseguiria remover as algemas que prendia seus pulsos, caso quisesse reagir e atacar Origa. Seu peito parecia estar em chamas, mas Oribel apenas o observava com pena. Definitivamente não queria atrair a ira de sua irmã pra cima dela. Pelas palavras de Origa, parecia que estava falando com uma criada, que a avisa de que sua visita havia chegado. Origa ordena que a criada vá chamá-la e pouco depois retorna pro quarto junto com ninguém menos que Idrolmi.
    - Essas duas são as vadias que te falei. A minha irmã gêmea quer virar uma CUrier e como você está iniciando o projeto, pode levar a vagabunda... (Origa)
    - Mana...? Eu achei que ia servir apenas a você! Não sabia que ia me "dar" pra uma elfa qualquer... (Oribel)
    - Quem essa piranha pensa que é pra me chamar de elfa qualquer? (Idrolmi)
    - Cale sua boca, Oribel. Não se atreva a falar assim com sua nova dona. Venha aqui e lamba os pés dela. AGORA!

    Meio a contragosto, Oribel desce da cama, prostra-se de quatro e começa a lamber os pés de Idrolmi, pra alegria da elfa, enquanto Origa passa a chicotear a bunda dela em castigo. Alguns minutos depois, já satisfeitas, Origa amordaça Oribel e chama Idrolmi para que se sente na cama com ela, para que possam conversar, deixando suas escravas ardidas em paz por alguns momentos. Se Ka quisesse considerar uma fuga, talvez fosse melhor pensar no assunto e rápido. Não fazia ideia de quando Erótika iria removê-lo dali e se as duas vilãs não iriam abusar sexualmente de suas vítimas enquanto ele ainda estava no corpo da nekojin. A conversa tem início e Origa diz que havia sido escolhida pela Rainha para se tornar uma de suas conselheiras. Iria substituir a mãe como matriarca da família e doravante liderar os negócios da casa Discordia. Seu primeiro ato como tal seria expulsar sua irmã submissa de casa, fazendo-a passar vergonha publicamente e nunca mais poder voltar. Ao ouvir essas palavras, Oribel reage e tenta balbuciar algo, mas é incapaz de ser compreendida. A interrupção irrita Origa que vai até ela, a agarra pelo cabelo e a estapeia no rosto, pra então atochar o cabo do chicote no ânus da irmã.
    - Entenda, Oribel. Sua vida no Pico de Cristal acabou! Vou controlar sua mente e fazer você se exibir nua pelas ruas de Pico de Cristal, fazendo suas necessidades, vandalizando casas, incomodando as pessoas e se masturbando em público até ser presa e julgada persona non-grata em nossa sociedade. Não terei escolha senão excomungá-la de nossa Casa. Hahahaha!
    - Mana...

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    Idrolmi pergunta sobre a nekojin ali, e Origa responde que o nome dela era Ysh'toka, uma pretensa nobre de título comprado que achou que alcançaria alguma posição de poder na sociedade élfica. Havia recentemente despachado o namorado gay dela algum gueto de Dirtmouth e agora só ela estava só, sem ninguém que pudesse ajudá-la. Não tinha potencial pra ser escrava. Era muito arisca pra obedecer, mas ainda assim era uma pervertida. Idrolmi diz que talvez pudesse ter algum uso pra gata e se aproxima dela, removendo a mordaça.
    - Yshto'ka né? Vou lhe fazer uma oferta, garota. Torne-se minha agente, caçando escravas pra mim, e eu considero lhe dar uma vida melhor do que morar numa favela, que tal?
    - Tem certeza, Idrolmi? Ela pode não ser muito confiável e vai precisar de umas chibatadas.
    - Nada que um pouco de treino e tortura não resolva. Tenho outro agente, mas não posso contar com apenas um.

    Origa e Idrolmi olham pra Ka esperando resposta dele (a).
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    Mensagem por Christiano Keller Seg Out 12, 2020 10:06 pm

    Ysh'to (Ka),

           O novo corpo, uma nova vida com consequências inimagináveis para o destino de Ka. O destino do marido de Idrolmi poderia ser diferente ou não muito. Mas talvez a informação de que Idrolmi quer alguém mais dominante que a apoie poderia ser útil ou não dependendo de como seria o desfecho. No entanto enquanto a mente de Ka se adapta com a nova realidade temporal, a dificuldade de interpretar as sensações era grande. Tudo parecia muito diferente do que Ka estava habituado.
           Para começar seu corpo internamente estava diferente. A cabeça tinha um cabelo nas orelhas, orelhas grandes e sensíveis ou ao menos mais sensíveis que as de antes. A adaptação com a claridade demorava mais para acontecer. Algo em sua boca não o permitia falar. Poderia ser uma mordaça com um tipo de barra que impedia os dentes de se tocarem e o maxilar de se mover. A posição estranha para Ka também começa a tomar forma, parecia virado para cima, como uma das posições para fazer bondage. Em seus pulsos e tornozelos, amarras impedem de se mover livremente. Os braços levantados estão atrás da cabeça, mas as pernas um pouco levantadas. Cordas também passam pelo corpo segurando partes novas. Parece que há seios em seu peito, com um tipo de adesivo nos mamilos duros. Ao tentar mover o corpo as cordas fazem sensações estranhas que trazem um tipo de desconforto entre as pernas. Uma sensação que Ka nunca sentiu antes... mas perdeu seu pênis. Aquilo era o corpo de uma mulher...

           O choque da situação apareceu quando Ka percebeu que não estava no banheiro, mas havia algo entalado na porta dos fundos. Quando removem a venda, Ka descobre que está no corpo de Ysh'toka. Ela foi uma serva de Idrolmi no passado pelo que Ka consegue lembrar. Como seria importante lembrar de mais detalhes. Ela ajudou a treinar Oribel para sua profissão de CUrrier, mas detalhes importantes ainda eram desconhecidos para Ka. Como poderia sair daquela situação? Quanto tempo demoraria? O pior de tudo ainda poderia acontecer... e se alguém resolvesse brincar com ela? O pânico parecia tomar conta do corpo de Ka, mas ele era um cara experiente, sabia que quando a coisa pega fogo há tempo para resolver os problemas se focar no objetivo.

           Origa afagou o cabel, lambeu seu rosto de forma sensual e moveu o cordão de bolinhas anais. Yshto'ka poderia gostar, mas para Ka aquilo era terrível. A cara de ódio de Ka e seu auto controle ajudam com a situação. Origa queria provocar Yshto'ka e assim deveria ficar. Porém alguma coisa estranha parecia acontecer. Em alguma memória do passado, Ka lembra de um ritual em que sodomizou Oribel várias vezes, mas ela fez a magia para impactar a irmã. A irmã se dizia espada, mas agora ela tinha uma vagina. Será que Ka interpretou que Origa era uma futanari, mas aqui ela não é? A vagina lisinha assim parecia tentadora, mas Ka tinha que manter o foco. Por mais que quisesse fazer coisas ali, estava amarrado, sem pênis. Porém com uma língua e um dedo, deste mundo não teria medo.

           O show de Origa para expor Oribel parecia parte da história de vida de Yshto'ka, mas aquilo começou a doer. Cada golpe nos seios faz a dor aumentar, mesmo assim de alguma forma Ysh'toka parecia gostar disso. Ka não gostava daquilo, não gostava de sentir dor ou amargor. Quando Oribel se afasta, Ka pensa imediatamente em fugir, não queria ficar ali e correr o risco de Origa pensar em mover as bolinhas. Todavia algo ocorre... como foi que Oribel passou para a vida de CUrrier? Yshto'ka a treinou, então se Yshto'ka fugir agora, talvez Oribel não seja treinada e assim parte do elo entre eles poderia deixar de existir. Ainda assim, será que aquela seria a escolha certa? Por fim, Ka decide ficar e arriscar o destino de Yshto'ka ao colocar o "seu" na reta.

           Origa iria substituir a matriarca da família, seria aquilo por assassinato de sua própria mãe? Até onde ela poderia ir? Pelo que parece bem longe. Quando Origa descreve seu plano para expulsar Oribel, aquilo era terrível. Alguma coisa deveria ser feita, mas ali, naquele momento Ka acha que não deveria fazer nada. Poderia alterar o destino de uma forma inadequada. Ou seria sua falta de ação que jogaria as duas num destino pior?

           - Ser sua agente? Isso é um teste? Eu posso fazer de Oribel uma CUrrier, também posso capturar escravas para você. Só que presa assim, não vai acontecer. Solte-me e ela ficará viciada em anal. Ka tenta soltar seus pulsos das algemas para mostrar seu valor. Mas então se contém. Mostrar que poderia se soltar agora era um tipo de segredo que talvez devesse guardar.
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    Mensagem por Sailor Paladina Dom Out 25, 2020 7:39 pm

    Ka oferece suas condições e as duas dominatrixes se entreolham com certa confusão, querendo rir, mas Idrolmi alerta a gata que não era teste algum, na verdade uma pergunta retórica, visto que se a resposta fosse negativa, Yshto'ka não teria liberdade, na verdade passaria pela mesma humilhação que Oribel iria passar. Origa diz que Oribel já era viciada em anal e que a ideia de toda aquela humilhação mais a excita do que a constrange. Fazendo um movimento suave com a mão próxima a vagina, Origa faz surgir um falo grande e grosso de sua vagina. Ela cospe no cu de Oribel e depois de massagear o ânus dela por alguns segundos a penetra bem fundo, enquanto entoa palavras arcanas. Iria criar um Geas modificado na irmã. Se por alguma razão, a irmã a desobedecesse, sentiria orgasmos debilitantes, até voltar a obedecer. Origa se deita por cima de Oribel que estava de quatro, e belisca os seios dela enquanto mordiscava sua orelha direita. Oribel chorava com a ideia do que iria passar, mas sentia prazer demais pra negar. Idrolmi fica encantada com a mágica de se transformar em futanari e pergunta que magia era aquela, visto que "Alterar o Corpo" não criava um pênis funcional. Origa diz que aprendera com uma antiga mestra, mas preferia não repassar seu conhecimento. Achava Idrolmi bonita sem um pênis, porém ela poderia ser persuadida, caso Idrolmi oferecesse seu cu pra ela.
    - A oferta é muito tentadora, mas eu jamais daria meu cu a você, Origa. Usarei um strap-on se a ocasião pedir.

    Origa ri um pouco, volta a penetrar Oribel com ritmo maior até gozar dentro dela. Depois de fazer a irmã submissa lamber seu pau recém tirado da bunda dela, Origa pega uma coleira, põe em Oribel e a entrega pra Idrolmi.
    - Eu ia comer o cu dessa gata uma última vez, mas vejo que você está com um pouco de pressa, então pelo visto, Yshto'ka vai ficar na vontade.
    - Ah não se preocupe, eu meto nela quando chegarmos em casa. Tenho uma variedade de objetos de vários tamanhos pra usar.

    Ka sente que as amarras da cadeira foram removidas magicamente, mas suas pernas ainda estavam acorrentadas com uma pequena folga, dando pouca liberdade pra andar e os braços ainda estavam presos atrás das costas. As quatro deixam o quarto e Origa põe seu plano em prática. Em plena praça pública, Oribel engatinhava nua sob as ordens de Idrolmi, atraindo a atenção de várias pessoas. Algumas curiosas, outras ofendidas. Enquanto isso, Ka e Origa assistiam a certa distância. Idrolmi não se importava de estar carregando Oribel, não era residente do Pico de Cristal como ela e todos que perguntavam, ela respondia que aquela era sua escrava Discordia Oribel, uma elfa que havia cometido um crime e - expulsa da família - foi vendida como escrava. Oribel vê toda aquela gente lhe observando e considerar sair correndo, mas logo começa a se contorcer no chão, gozando. Algumas pessoas da plebe observam aquilo e pedem permissão pra se masturbarem e gozar na escrava, o qual Idrolmi prontamente permite. Banhada em porra, Oribel sente seu corpo exigir as necessidades e urina de pé enquanto observada por várias pessoas chocadas com a cena. O gozo que Origa depositara em seu ânus mais cedo, havia formado uma massa orgânica inodora que acaba por sair, simulando o ato de defecar. É nesse ponto que a guarda local decide intervir e dizer que aquele tipo de comportamento era inaceitável, ordenando que as duas se retirassem dali imediatamente. O burburinho local repetia o nome de Oribel Discordia várias vezes, o que significava que a reputação da mesma estava destruída pra sempre no Pico de Cristal.

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    Origa olha pra Ka e remove suas correntes, dando um tapinha na sua bunda e diz:
    - Corre lá pra sua chefa e cuida bem da minha irmã hein? Ou se quiser ficar aqui, ainda posso te comer...

    Opção 1 - Yshto'ka fica com Origa: cena extendida
    Opção 2 - Yshto'ka aproveita a cena pra fugir: cena extendida
    Opção 3 - Yshto'ka segue Idrolmi e Oribel: cena extendida

    Opção 1:
    Origa fica surpresa que Yshto'ka havia decidido ficar. No fundo sabia que havia um pingo de submissão naquela nekojin. Sendo agarrada pelos cabelos, Yshto'ka é levada de volta pra casa e ordenada a se despir e depois lamber os pés da elfa. Origa tira suas roupas, chicotinho na mão, coloca a nekojin de quatro e brinca com a cordinha no ânus dela, antes de chupar seu cu e penetrá-la. Ao contrário de vezes anteriores, Origa enraba Yshto'ka com certo carinho, como se gostasse dela. O fato da gata ter se submetido a ela de livre vontade, a fez ver a nekojin com outros olhos. Talvez a tratasse melhor daqui pra frente.
    - Tomou a decisão certa querida. Farei de você minha nova escrava sexual já que Oribelzinha foi embora. Prepare-se pra ser meu tapete e alívio sexual. Safada!

    *luz*
    Opção 2:
    Yshto'ka se vê livre e num momento de oportunidade decide usar de sua agilidade pra escapar por algum beco. Seu coração palpitava forte. Ela via imagens de Origa aparecer a sua frente, ameaçando a nekojin de punições extremas se ela não desistisse, mas nada disso faz ela voltar atrás. Sua liberdade era mais importante do que tudo ali. Não podia confiar em ninguém. Oribel se mostrou inútil, Origa era uma sádica ensandecida e sabe-se lá o que Idrolmi poderia fazer com ela. Talvez devesse ir atrás do ex-namorado ou tentar a vida em outro lugar. Qualquer coisa menos aquilo. As vozes a perseguem por vários minutos.
    - Um dia eu te pego, gata maldita. Vou por sua captura a prêmio. E quando eu ter você novamente, vou fazê-la passar pela mesma coisa que a minha irmã. Só me aguarde! Sua puta!

    *luz*
    Opção 3:
    Yshto'ka rapidamente alcança Oribel e Idrolmi. As continhas anais ainda o incomodavam. Idrolmi diz esperar poder confiar nela. Tinha outro empregado chamado Hazama, um alto-elfo matreiro e sádico, do tipo que ela gostava, mas temia que pudesse se voltar contra ela em algum momento. Avisa que não era lá um trabalho muito difícil, tinha um alojamento pra treinamento de CUriers, mulheres que contrabandeavam produtos de roubo dentro do ânus e que seu singelo trabalho seria treinar Oribel. As três chegam usam um portal de teletransporte entre o Pico e Lacrimosa e não demoram pra chegar na mansão de Idrolmi. Hazama as aguardava.
    - Bem-vinda de volta madame Idrolmi. Vejo que trouxe companhia...
    - Olá Hazama. E o meu marido?
    - Oh não se preocupe com ele. Ele já partiu naquela longa viagem. Hehehe.
    - Uma pena. Eu quase mudei de ideia sobre ele.
    - Não entendo porque mudaria... Enfim, a esposa e a filha já estão na cela. A senha é 6482.

    *luz*

    Offtopic: Pode ler tudo. Embora sejam três finais diferentes, a história de Ka pouco muda, pois ele não permanece nos resultados finais.

    após a luz:
    Após a luz forte sumir Ka se vê numa cela. Tinha um chicote em mãos, porém não conseguia se reconhecer, estando novamente no corpo de outra pessoa. Pelo menos era um homem: com cauda e chifres, provavelmente um dos tieflings que trabalhavam pra Idrolmi. Uma vantagem dessa excursão temporal, era que Ka já tinha bastante experiência em pertencer a outras raças e sexos. Era acima de tudo uma viagem de conhecimento. À sua frente, uma elfa negra surrada o observava temendo a próxima chibatada enquanto do outro lado da sala uma jovem elfinha provavelmente ainda nos seus dezesseis anos era bolinada por uma algoz orquisa. A porta atrás dele se abre e eis que Idrolmi e Morticia entram. Morticia que embora fosse uma elfa negra tinha a pele bastante pálida, o que podia indicar que ela fosse uma vampira ou tivesse alguma doença de pele. Idrolmi aponta pras escravas:
    - Ai estão elas. No que depender de mim, elas jamais sairão desta cela. Basta que eu continue recebendo seu investimento em meu negócio.
    - Não tenha dúvidas, amiga. Agora que essa pedra saiu do meu sapato, posso me concentrar na outra.
    - E o que seria? Talvez eu possa ajudar.
    - Uma medusa que apareceu no meu quintal...
    - Ah vamos conversar em minha sala, certos assuntos não são para os ouvidos dos meus empregados...


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    Mensagem por Christiano Keller Dom Nov 01, 2020 8:38 pm

    Ka,

           A vida de Yshto'ka parecia bastante complicada, mas algo ainda incomodava Ka naquilo tudo, tentar entender como agradar sua deusa. De certa forma aquele era seu objetivo para tal exercício. Ka então pensa nas condições ali apresentadas para Yshyo'ka da forma como sempre pensa nas suas opções.
           Permanecer com Origa sendo abusada o tempo todo não parecia nem algo a ser levado em consideração. O abuso constante não fazia parte dos planos de Ka para um futuro qualquer. Portanto não ficaria com Origa de forma alguma.
           A outra opção que significa sua liberdade, preciosa liberdade, parecia mais complexa. Teria que passar por boa parte de sua vida em fuga de uma criatura louca e com recursos como Origa. Este tipo de proposta tem um benefício importante mas um custo elevado. Ka por si só já pensa em fugir, certamente não gostaria de ficar preso com uma coisa dessa tentando estupra-lo todos os dias. A fuga parece mais importante que as outras opções com facilidade. Ainda mais naquelas condições em que estava amarrado.
           Por fim a última escolha para avaliar, Idrolmi iria estuprar Yshto'ka quando chegar em casa e ainda assim iria trabalhar para ela de bom grado. Poderia usar Oribel para seus desejos, mas Ka também não sabia quanto tempo aquilo poderia durar. Teria um emprego e um abrigo. Os empregados poderiam ser servos de Idrolmi e também de Yshto'ka. Essa parecia de longe a melhor opção em termos de custo benefício mas tinha um custo muito alto para Ka. Talvez Yshto'ka até faça essa escolha se fosse por si só, mas Ka não. O preço era alto demais.
           Ao pensar nas condições, tudo se resumia a uma escolha simples para Ka, seu cu não ser usado.
           O corpo ali era de Yshto'ka mas Ka estava habitando o local, então na primeira chance que tiver, removeria a coisa da sua bunda e desapareceria no mundo. Uma fuga quase constante até conseguir uma forma de abrigo e proteção. Talvez apenas para dar trabalho o suficiente para ser encontrada o que faria Origa se preocupar com outras coisas mais importantes que uma fugitiva qualquer.

           Quando a luz toma Ka em meio a fuga o alívio o conquista. O que mais poderia ter acontecido com Ka? Talvez fosse melhor nem querer saber. Logo a imagem começa voltar e outra vida passa a ser ocupada.

           Após a Luz Ka se vê no corpo de um dos empregados de Idrolmi. Tudo indica que aquelas duas ali são da família do barbeiro, Idrolmi certamente faria coisas horríveis com as duas várias e várias vezes. Ao pensar na mulher, Ka não pode deixar de pensar numa sacanagem dadas as condições. Porém estava curioso para saber o que poderia descobrir da conversa de Idrolmi e Mortícia. Dois planos se passam na cabeça de Ka naquele momento, mas não sabia se conseguiria realizar os dois. Talvez não houvesse tempo para tudo aquilo.

           A primeira parte do plano era sair do local e tentar escutar a conversa das duas. Pé ante pé Ka iria seguir as duas. Passará por portas como um gatuno que engana e rouba informações. Mas será que conseguiria seguir Idrolmi? As passagens pareciam secretas e precisava descobrir as formas de abrir, fechar, atravessar as medidas de segurança. Aquilo por si só era complicado. Ainda mais escutar as falas das duas sem ser surpreendido era complexo. Ka iria tentar escutar o máximo que conseguir daquela conversa e retornaria para onde deveria fazer seu trabalho.

           A segunda parte parecia mais fácil, mas poderia ser mais difícil. Precisava persuadir a vampira a fazer duas coisas. Se chegar lá, já tinha seu plano:
    Plano louco +18:

    Ka iria chegar até a vampira um tanto dominador. Brandiria o chicote no ar para fazer de conta que teria mais uma sessão de tortura.
    - Está pronta para mais? Adoro essas perguntas retóricas.
    Ka então vai pegar a mulher pelos cabelos e dizer em seu ouvido.
    - Ocupei esse corpo vou tentar te ajudar. Vamos ter que fazer algumas coisas até o encanto passar e quando acabar, você poderá se alimentar. O que acha? Ka não sabia as respostas, mas logo diz: Vejo que estão bolinando todas aqui. Vou te bolinar com carinho e creio que vai perceber quando o encanto acabar. Vou usar a palavra de segurança "Canela", está bem? Ka passa a mão pelo corpo da elfa com carinho. Logo sua mão estala um tapa na bunda dela para fazer barulho e não tanta dor. Será que aquilo já faria diferença? Isso era diferente de tudo aquilo que ela deveria ter sofrido. Vamos lá, relaxe, preciso fazer isso para não ser morto antes do tempo. A mão de Ka passeia pelo corpo da elfa para fazer seus sentidos ficarem aflorados. O chicote estala quando alguém olha para os dois. A mão esquerda segura o seio da elfa com firmeza, beijos tocam sua nuca de uma forma que nunca aconteceu naquele lugar. Pode falar algo para mim? A mão desce pela barriga até a vulva para explorar seus sentidos. Cada dobra de pele, as curvas bem lá embaixo e alguns lugares obscuros que não eram acariciados faz tempo. O tapa estalado sobre os lábios passam uma sensação completamente diferente. Vou te bater. Ka sabia usar o chicote para fazer doer, mas também para dar prazer. A forma, ângulo, local do corpo são detalhes que fazem diferença entre provocar e espancar. Atento aos detalhes, Ka tinha que fingir o treinamento de CUrrier com ela para poder escutar o que houvesse ali. Será que ela ficaria excitada com os toques diferentes de Ka? Esse era seu objetivo, a fazer querer Ka para entender que era outra pessoa. Ka então começa a dedilhar a elfa para provocar. Queria bem molhadinha antes de começar a foder. Lubrificada vai melhor, não acha? Ninguém aqui se preocupa com isso, não concorda? Quando seus dedos estão bem melados, Ka começa a passar seu pau por trás na buceta da elfa. Provocante, melado e cheio de desejo. Vamos, fale algo. Ka começa a foder aquela buceta apertada. O deslizar parece delicioso e Ka estava animado com aquilo. Sentia falta do sexo nessas viagens e queria agradar a deusa. Os tapas então começam a estalar na bunda e um dedo começa a massagear o cuzinho para o treinamento. Vamos devagar. O sexo segue intenso, mas a massagem vai devagar, provocante e cheia de desejo até o dedo entrar. Fica só um pouco para abrir caminho como um dilatador. Quando Ka troca o dedo pelo pau melado, vai devagar. Entrando aos poucos e com tapas que estalam no corpo para contrair e soltar a região. Quando contrai, Ka não faz força, mas quando relaxa, entra um pouco. A elfa precisa se acostumar à sua presença ali. Ka começa a foder a elfa com certa vontade, aquilo também era bom.
    Logo mais Ka estava era se divertindo com o momento. Tapas estalados e atenção aos arredores para entender o que acontecia, mas o foco era a elfa. Vamos mudar de posição? Consegue olhar nos meus olhos por mais algum tempo? Não sei quanto tempo isso ainda vai durar. Ka vira de frente para a elfa, certamente era uma vampira. Aquele cuzinho já não era apertado mas era gostoso. Ainda sou eu. Não me mate. Será que Ka passaria para outra etapa e daria uma chance para a vampira ou não daria certo seu plano? Precisava ficar vivo tempo suficiente para mudar de corpo. Por outro lado gozar forte também era bom.
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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Sailor Paladina Sex Nov 13, 2020 9:12 pm

    Ka chega a se divertir sexualmente com a elfa encarcerada, mas infelizmente não chega a ver ou ouvir o conteúdo da conversa das vilãs. Depois de uma tórrida sessão de sexo a luz cobre toda a área e Ka se vê agora em seu corpo original, pra variar. Aquela breve estadia serviu mais pra que o ladino confirmasse a localização das cativas. Estava em um ambiente estranho, porém simples. Parecia a sala de Idrolmi em termos de organização, com tapeçarias caras, luminárias e móveis de alta qualidade. Ka estava deitado em um divã e se vê diante de um casal transando. Uma delas ele já conhecia: era a própria Deusa Erótika de quatro, sendo fodida por um homem de vestimentas estranhas, rosto cansado e tragando um pequeno papel fumacento, enquanto estapeava a bunda da deusa. Ele nota que Ka havia despertado e diz que não podia ter sido em melhor hora, convidando-o pra que colocasse o pau dele na boca da deusa. Era uma oportunidade única. Erótika critica o rapaz pelo convite, visto que ela não tinha intenção de transar com ele ainda, não naquelas condições. O homem apaga a bituca do cigarro no ânus dela, arrancando um gritinho de Erótika e diz que ela já o fez passar por situações horríveis e que ele merecia uma recompensa. Diz também que era sorte dela ser uma deusa. A queimadura do cigarro no cu dela seria insuportável se ela fosse uma mortal comum. Ele dá uma cuspida no local e enfia dois dedos com força, fazendo Erótika gemer com os olhos virados e língua de fora.
    - Bem-vindo de volta a sua realidade, cara. Vem aqui agradar a deusa...

    orgia com erótika:

    - Por sinal, meu nome é Romero. Romero Royce. Você é o Ka não é? Ouvi falar de você... na verdade "li" em um livro...

     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 NR7ZIkd

    Após a gostosa foda que pode durar horas, uma vez que o tempo ali não corria, Romero e Ka têm algum tempo pra conversar antes que ele tenha que partir.
    - Uma beleza a sua vida hein? Tem uma namorada submissa e uma patroa poderosa, ambas elfas negras lindas e gostosas, contatos poderosos na máfia e na realeza, uma namorada literalmente gata e uma filhinha medusa. A cereja do bolo foi comer a deusa mais gostosa de todas. Eu vivi 40 anos pra ver isso... Que dureza.
    Diz Romero tomando um gole de uma bebida cuja garrafa tinha o nome Dreher no rótulo.

     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 PSx883I


    Depois do momento especial juntos, o humano se levanta jogando o casaco sobre o ombro e acenando um último adeus. Erótika logo se senta ao seu lado com um sorriso satisfeito e cruza as pernas, fitando Ka nos olhos.
    - Não estou particularmente certa de quão boa ou ruim foi a sua experiência em todo esse processo, mas te garanto que achei divertido. Não apenas teve esse presentinho no final, mas fico feliz em te dizer que a cobrinha fez a passagem em segurança pro tempo dela, como eu prometi. Tenho certeza que participar em vários momentos de sua história e experimentando o ponto de vista alheio foi uma experiência única. Permitirei que mantenha todo o conhecimento que absorveu nesse micro segundo em que esteve ausente de sua linha temporal. Não vou dizer o que mudou ou não mudou nela de acordo com suas decisões, pois eu prefiro que você  adivinhe sozinho. Ore pra que eu não precise intervir na sua vida de novo, querido...

    Ka recebe alguns momentos pra comentários finais antes de se ver de novo em Cruzada Esquecida. Tudo parecia normal por lá como se nada tivesse acontecido. A casa de Tharja em seu lugar e algumas pessoas vagando pelas ruas. Ká estava até se sentindo mais esperto e determinado do que antes.Segundo as palavras da Deusa, algumas coisas haviam mudado. A pergunta que ficava era: o que ele iria verificar primeiro?

    Offtopic: Ka recebe Sabedoria +1.
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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Christiano Keller Ter Dez 01, 2020 12:41 am

    Ka,

           Acordar em um local estranho já parecia quase normal para Ka após aquela escuridão. Desta vez Ka estava em seu corpo e a Deusa estava ali, logo aquele deveria ser o teste final ou a mensagem de que tudo deu certo ou errado. O coração de Ka acelera por um momento mas então ele percebe que a Deusa estava ali transando com um cara. O convite do cara era para agradar a Deusa e aquilo até que fazia sentido.
           - Certamente, farei o possível para agradar a deusa. Ka levanta e se move até lá.
    +18:
    Romero estava segurando a bunda da deusa com a mão esquerda enquanto colocava o indicador e o dedo do meio no cuzinho dela para lacear. As estocadas deixavam a xana molhadinha e a boca aberta. Ka então se aproxima, remove as calças observando as reações da deusa. As mãos no chão espalmadas que as vezes forçam os dedos como se quisesse segurar em algo, a boca aberta para respirar de forma ofegante assim como os olhos que abrem e fecham no ritmo do prazer.
    Ereto, Ka deixa as calças de lado, arruma seu pau e passa a mão pelo pescoço da Deusa para guiar a sua posição.
    - Vamos lá, bem molhadinho. Ka desliza de forma gentil pela boca enquanto busca os olhos verdes como o mar da Deusa. Ka aproveita o momento para deixar tudo bem molhado e tentar descobrir quão profunda é a garganta da Deusa. Logo Ka segura a cabeça com as mãos e começa a foder a boca dela. Com pequenos movimentos de fechar a boca, Ka percebe que Romero está com três dedos no cuzinho da Deusa. Quando os dois se olham, Romero faz um sinal, ele tira os dedos e abre a bunda da Deusa. O ponto parecia bom para troca a posição.
    A nova posição começa simples, Romero retira o pau da buceta da Deusa e o coloca devagar no cuzinho. Devagar para acertar a posição, pois depois que passa o ponto certo, é só alegria. Quando enterra fundo na Deusa, outro sinal, era hora de levantar o torso. Romero puxa enquanto Ka empurra a Deusa para cima. Ka coloca os braços da deusa ao seu redor e posiciona suas pernas para entrar. Com uma posição sentada a Deusa agora pode cavalgar para os dois. Hora Romero coloca velocidade, hora Ka empurra firme. Ambos trabalham em equipe para agradar a deusa. Com as mãos livres, Romero trabalha a bunda com tapas e uma pegada forte. Ka usa suas mãos para agarrar os seios e puxar o cabelo para estimular a nuca. Os beijos de Ka percorrem o corpo e boca da Deusa pela parte da frente, já Romero beija as costas e ombros.
    O tempo parece diferente ali, a foda parece durar horas com gemidos e suspiros crescentes. A boca parece beber e se alimentar do prazer da Deusa. Romero que parecia que estava fodendo a Deusa horas antes de Ka chegar consegue resistir por bastante tempo. O barulho dos corpos é intenso e ecoa pelo local apartado do mundo. O perfume da Deusa é sensual e de mulher de verdade, seu suor parece o quem esteve na praia ou litoral com um pequeno sabor salgado pelo corpo.
    Romero então faz um sinal para Ka para baixar a deusa novamente e a voltar para ficar de quatro. Logo ambos estão na posição original e Romero parece prestes a gozar. Ka também precisava aprender a ter aquela resistência.
    Ka tem a impressão de escutar em sua cabeça "lembra da ultima vez que gozou numa buceta?" e aquilo fez sua cobrinha nascer. Deveria evitar e gozar na boca da deusa?
    Dado:
    Par = goza na boca
    Impar = goza na buceta
    Christiano Keller efetuou 1 lançamento(s) de dados  Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 1139504.7c7e302e16a24865f62067a0b289ee5e (d20.) :
    17
    A gozada intensa pelo momento é espetacular. Parecia que usar o corpo dos outros não relaxou o corpo de Ka de verdade, mas agora estava relaxado.

          Ao ver Romero bebendo, Ka diz:
           - Você está vendo as biritas que eu tomo, mas não viu os tombos que levei. Pelo menos eu acho que morri uma vez e fui salvo por intervenção divina. Eternamente grato à Deusa. Ka faz um sinal para a Deusa.

    Quando a deusa fala, Ka escuta atentamente.
           - Minha deusa, como posso celebrar minha devoção? Não que eu seja um clérigo, longe disso, mas quero espalhar sua mensagem e fé de alguma forma. Ka  olha intrigado em como poderia celebrar aquela descoberta e sua gratidão, afinal de contas estava vivo.

          Depois quando retorna ao seu mundo, Ka pensa nas coisas que aconteceram. Tharja trouxe sua filha, poderia ir lá e agradecer, mas tinha que descobrir o que mudou. Em detalhes sobre os eventos, algo parecia muito diferente. Pelas palavras de Romero, o perigo estava nos detalhes: "Tem uma namorada submissa e uma patroa poderosa, ambas elfas negras lindas e gostosas, contatos poderosos na máfia e na realeza, uma namorada literalmente gata e uma filhinha medusa. A cereja do bolo foi comer a deusa mais gostosa de todas." Namorada submissa poderia ser Oribel, patroa Idrolmi. Contatos na máfia e realeza poderia ser Nekobeze e Yshto'ka? Mas uma namorada literalmente gata e uma filhinha medusa eram detalhes talvez relevantes. Sua filha pode ter nascido sem referências para Syl? Mas teria outra namorada, talvez nekojin? Então seriam duas namoradas?

           Ka estava perto da casa de Tharja, precisava agradecer por salvar sua vida. Depois seguiria para casa... será que seria sua casa mesmo? Ainda bem que Ka sabia os truques de andar quase invisível pela cidade.
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    Mensagem por Sailor Paladina Seg Dez 14, 2020 7:40 pm

    Depois da pequena diversão juntos, Ka pergunta como poderia espalhar a fé na Deusa, mas Erótika já devidamente recomposta, suspira meio triste.
    - Temo que isso seja impossível, Ka querido. Assim, eu não sou como as minhas filhas que dependem da fé dos mortais pra obter poder, entende? Supostamente você deveria continuar achando que eu sou apenas o nome que se dá ao seu mundo... Mas como um pequeno brinde por tudo o que você passou, além de é claro sua filhotinha e conhecimento ampliado, vou permitir que você tenha uma leve, porém boa lembrança de ter me conhecido...

    Ka lembrava de ter conhecido uma mulher forte e bonita, provavelmente uma feiticeira mais poderosa que Idrolmi e que o ajudou a alterar o tempo e passar por diversas vidas diferentes, mas não lembrava seu nome ou mesmo sua aparência. Erótika tinha o costume de aparecer em várias formas diferentes e tudo o que Ka conseguia lembrar era de uma mulher realmente linda. Ka bate a porta de Tharja, mas ninguém responde. No entanto, ele nota que a porta estava apenas encostada e podia ser aberta sem forçar. Com alguns passos, ele vê a jovem feiticeira, amarrada e amordaçada tentando chamar por ajuda.

    **

    Depois de removida a mordaça, caso Ka não fizesse alguma outra coisa antes, a moça diria em tom de chateação:
    - Que ironia. Você estuda pra cacete pra dominar a magia, mas basta impedir de fazer gestos ou dizer algumas palavras, pra deixar um místico completamente fora de combate... PORRA!

    Tharja olha pra Ka, ainda corada e parece feliz ao revê-lo. Fazia bastante tempo que não se viam e fica especialmente feliz dele ter aparecido. Ela explica que estava estudando sobre antigas profecias quando um portal apareceu atrás dela e alguém ou alguma coisa, saltou com extrema velocidade e a mordeu, deixando-a grogue como se tivesse bebido uma garrafa inteira de hidromel pelo ânus. Informação interessante porque agora Ka tinha uma ideia de como Ochyllyss se sentiu depois de ser mordida também.
    - Enquanto me amarrava, perguntou pra que serviam minhas contas anais da concentração. Ela cuspiu no meu cu e eu desmaiei. Você não chegou a vê-la né?

    Tharja estudando:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 Pp5yDkJ

    **

    Depois do encontro com Tharja, Ka decide voltar pra casa e consegue chegar sem problemas, porém ao chegar no portão ele tem aquela sensação de que alguma coisa estava fora do lugar. O cadeado não era o mesmo e decoração não fazia o estilo de Nekobese. O Nekojin gostava de algo mais clássico, mas o visual ali parecia gótico e sombrio, mais no estilo de Idrolmi. Teria ele errado o endereço e ido parar na mansão de Idrolmi? O ladino olha ao redor e confirma que estava no lugar certo. Ele ouve um "psiu ei, Ka, aqui" e olha pra ver de onde vinha. No outro lado da rua, espreitando na sombra, estavam o Estranho Misterioso, fumando um cigarro fino, acompanhado de suas parceiras Mortalha de Prata e Miss Fortuna. Ver gente conhecida o reconhecendo e ainda aliados, gera certo alívio pra Ka. Caso Ka chegasse até eles, o Estranho sugere que ele não entrasse. Pelo menos não agora. Se perguntado o motivo daquilo ou o que estava acontecendo, o Estranho menciona os últimos acontecimentos. Aparentemente enquanto Ka esteve fora, Idrolmi veio até a mansão e exigiu uma audiência com Nekobese.
    - Poucos minutos de conversa particular depois, o chefe demitiu o Shamanista e eu. Idrolmi colocou correntes e mordaças em Ysh'toka e Oribel, privando-as de roupas e provavelmente teria feito o mesmo com estas duas aqui não fosse meu poder de esconder pessoas em sombras. Acho que a mulher do chefe e sua namorada devem estar na mesma situação da Ochyllyss. O que essa elfa tem contra outras mulheres?

    Se perguntado sobre Sham, Estranho diria que o druida achou melhor contatar sua mestra pra obter conselhos. Tendo sido demitido por Nekobese não saberia exatamente se virar em Lacrimosa. Depois de gaguejar como de costume, foi embora, pedindo pra eu dizer a você que tu foi um bom amigo.
    - Até tentei convencê-lo a ficar. Parece que ele tinha uma queda pela Miss Fortuna aqui, mas ela não é experiente em lidar com inexperientes... Não é, Fortuna?
    - Mhm, sabe que não sou de rodeios, Estranho. Achei que ele tava a fim de dar umazinha ué. Nunca vi um macho reagir daquele jeito só porque peguei no pau dele...
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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Christiano Keller Dom Dez 20, 2020 12:38 am

    Ka,

           Ao chegar na casa de Tharja com a porta sem trancar Ka sabia que qualquer entrada tinha que ser furtiva e discreta. Tudo poderia estar bem, mas se houver algo errado era bom estar preparado para sumir ou atacar. Usando a capa especial e sua faca, Ka avança pé ante pé procurando por qualquer ameaça. Mesmo após ver Tharja Ka observa mais o local, um tanto para ver se não era uma isca para uma possível armadilha como por um pequeno flash de desejo.

    O flash de desejo:
           Tharja estava ali no chão amarrada com uma das contas aparecendo. Aquilo poderia ser um problema para algumas pessoas, mas poderia ser uma surpresa bondage para outras. Ka chegaria perto dela e moveria sua posição para algo mais prático. Com a mão direita segurando a cabeça diria:
           - Você ficou esperando muito tempo assim? Acho que essa surpresa pra mim foi ótima. As mãos percorrem o corpo todo, nuca, ombros, braço, costelas, barriga, cintura, coxa, joelho e canela, para depois subir tudo áspero e intenso. Sentir o corpo assim dispara uma onde de sensações por todos os lados até o primeiro tapa esquentar a pele num estalo mais audível que ardente. PA. Olha só que delícia. Contraiu as contas um pouco? São para concentração, não? Talvez deva remover essa sua concentração por agora, não acha? Vou concentrar-me em você. A boca de Ka procura a boca amordaçada de Tharja e olha em seus olhos quando mordisca e suga seus lábios.
           Logo a mão passa pelo corpo nas partes mais sensíveis e limitadas, como os seios e a bunda. PA. Outro tapa estala na bunda do outro lado para arder um pouco. O preparo dos sentidos precisa ser intenso. A boca de Ka percorre o pescoço e desce até os seios. A língua passeia por tudo, até a auréola e mamilo até ficar duro. A boca se abre e cobre o mamilo duro para sugar forte como uma criança faminta. Talvez até mudar levemente de cor. PA. Sem aviso outro tapa. Então uma pequena série. PA PA PA PA. A mão circula a bunda até tocar as contas. A brincadeira começa a esquentar por ali, mas apenas para girar as contas. A boca de Ka então passeia pelo corpo amarrado de Tharja até chegar entre suas pernas. Queria testar sua excitação com a língua assim como suas reações aos tapas. Será que poderia fazer seus lábios se contraírem com os tapas na bunda? Era um teste para ver acontecer. PA PA PA PA. A mão atrás então começa a brincar com as contas, uma leve pressão para sair, enquanto na frente os dedos passam intensos para procurar uma entrada. Quando a primeira conta sair, um dedo entra. Será que Ka teria dedos o suficiente para Tharja? Bem talvez três dedos seja mais que o suficiente, mas assim talvez ela queira mais.
           - Mais Será que há consentimento nos olhos ou apenas luxúria? A língua de Ka passa pelos lábios cheio de malícia.
           Quando as contas terminam, Ka se posiciona para preencher Tharja devagar. Para colocar devagar e bater para sentir a bunda toda se contrair a cada tapa. O sexo intenso, é muito bom e Ka puxa as mãos de Tharja para as costas para foder forte e fundo como se fosse uma prisioneira naquela situação. Os tapas deixam a pele vermelha e quente assim como estimulam as contrações. Ka empurra tudo até o fundo durante o sexo para uma experiência longa e duradoura, nada de movimentos curtos. Ao atingir o climáx, Ka despeja sua semente dentro de Tharja e então coloca as contas novamente.
           Após o flash intenso, Ka balança o rosto e vai ajudar Tharja.
           - Vejo que está bem. Essa sua experiência com bebidas eu não conhecia. Devo dizer que prefiro continuar bebendo hidromel da forma tradicional. Ka ouviu falar de pessoas que bebiam assim, tanto coisas alcoólicas como cafés ou chás. Porém aquilo não era uma prática sua. Eu acho que a vi e vim aqui te agradecer por me ajudar. Mas é como se houvesse algo estranho na minha memória. Lembro também de uma mulher, mas não era ela quem estava aqui. Bem, devo te agradecer de alguma forma Tharja e preciso partir. Suas visões foram importantes, talvez ainda tenha mais para acontecer. Ka faz uma reverência respeitosa para Tharja, pega sua mão direita e beija como sinal de respeito. Até a próxima. Ka parte na direção de Lacrimosa.

    **

           A chegada na cidade parece normal, mas aos poucos Ka percebe que algo está estranho, diferente.
           - Isso ai tá complicado, precisamos soltar nossos aliados e alguém tem que comer o cu dela. Ka não fala o nome de Idrolmi assim fácil, vai que alguma pessoa escuta o nome e presta atenção nas palavras dela. Porém o Shamanista poderia ser uma pessoa boa para encontrar, só que liberado assim deixa tudo mais difícil. Eu acho que ela tem alguma coisa relacionada com a formação de escravas e CUrriers. Por isso as mulheres. Porém eu talvez possa faze uma visita, não sei se as coisas vão funcionar direito. Ka havia sido empregado de Idrolmi, talvez ainda fosse parte da folha de pagamento e poderia dizer que assim estava tirando parte de seus serviços. Uma abordagem mais persuasiva de negócios do que uma abordagem direta. Talvez depois possa sugerir algo, Ka lembra dos eventos quando teve o ponto de vista do marido de Idrolmi, poderia apoiar o movimento, falar como ela foi forte ao tomar o território do Nekobese, o apoio que ela precisava.

           Ao falarem sobre Sham, Ka pensa em Syl, sua filha, será que ele regressaria? Quando menciona Miss Fortuna, Ka abre bem os olhos quase que não acreditando no que ele deixou passar.
           - Nossa, eu daria umazinha só pra relaxar, mas se alguém pegasse no meu pau... Expectativas são criadas, sabe? Teria que terminar o serviço. Nem que fosse só uma punhetinha. Assim, nem precisa dizer que tava namorando ou assumir um compromisso. Já pensou se falasse algo? Será que ele iria casar antes de experimentar? Ka estava chocado com a reação de Sham, teria passado o pau na Miss Fortuna fácil sem perder a amizade. Mas em algum momento Sham pediu respeito, será que aquele momento teria passado? Ka ainda era alguém que respeitava os amigos. Se fosse pegar a Miss Fortuna, seria num local mais privado sem testemunhas.

           - Bem, temos que fazer algo. Pensei em entrar lá e conversar com ela. Acham que será muito ruim? A outra opção seria entrar na surdina, treinei entrar nessa casa sem chamar atenção. Talvez possa entrar assim e tentar algo. Porém não sei como poderia inibir o poder dela, parece muito forte. Vocês tem alguma sugestão? Talvez usar a lei contra ela? Acho que CUrriers contra a vontade e alguns prisioneiros podem ser um problema para a corte? Ka estava intrigado com as alterações na linha do tempo.
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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Sailor Paladina Seg Jan 04, 2021 10:37 pm

    Ka fala sem papas na língua de como teria reagido a um avanço da Miss Fortuna e a elfa corresponde positivamente, dizendo que tinha um cafofo reserva pros dois darem uma foda. A cartomante diz que já tinha um certo interesse no ladino há um bom tempo, porém, achava que ele já tenho flertes com tantas mulheres, sendo algumas ainda mais poderosas que ela, talvez não fosse seguro pra sua própria vida. Fortuna diz que até esperaria que Ka voltasse da Mansão, mas e se ele não saísse vivo de lá? Parecia um convite pra irem agora mesmo ao esconderijo dela. Estranho e Mortalha dão um sorrisinho sutil enquanto acenam um adeus sinalizando que poderiam se encontrar mais tarde. Fortuna estende a mão pra Ka pra levá-lo dali e Estranho diz que Ka não se preocupasse, pois ele não diria nada ao Shamanista. Mesmo porque, aquele era um mundo livre e Fortuna não pertencia a ninguém. Quem perdeu a oportunidade foi o druida. Enquanto os dois caminham pelas ruas de visual gótico de Lacrimosa, Fortuna pergunta qual era o segredo do charme de Ka. Afinal ele namorava com Oribel e já tinha flertado com a rainha do submundo Ochyllyss, a mulher do chefe, Ysh'toka, a pretensa baronesa Idrolmi e se as más línguas estivessem corretas, até mesmo uma medusa. Fortuna diz que Estranho e o Shamanista contaram algumas histórias pra ela. A elfa nem imaginava que Ka havia ido ainda mais longe a ponto de trepar com a mãe de todas as deusas.
    - Não sei se seu maior atrativo é o jeito que você fala ou a sua pica. Essa eu ainda tenho que inspecionar... (diz Fortuna repetindo o mesmo gesto que fez com Sham e passando a mão suave por cima da calça de Ka).

    Talvez fosse uma oportunidade pra uma preliminar ali com um beijo molhado e apalpadas íntimas. Um beco próximo favorece a tentação e Fortuna não perde tempo em se despir e ajoelhar-se diante de Ka, pedindo que o ladino metesse seu pau na boca dela. Um pedido difícil de resistir vindo de uma elfa nua e submissa a sua frente. Fortuna se mostrava uma expert em chupar rolas, trabalhando bem a língua ao redor da cabecinha e massageando as bolas de Ka. A elfa pergunta se Ka iria mesmo arriscar a vida dele por aquelas mulheres quando havia um mundo de mulheres melhores pra ele a sua disposição. Ela sabia que Oribel e Ysh'toka tinham antigas relações com Idrolmi e que Ka provavelmente era só um peão no meio dessa ligação toda. E pra piorar ainda tinha Ochyllyss que já tentou matá-lo. Aquela conversa meio que tirava o clima e faz com que Ka sentisse vontade de fazer um deep throat na elfa pra ver se ela focava mais em chupá-lo do que falar besteira que não o preocupava de imediato. Gozar fundo na garganta dela foi um alívio. Recuperando o fôlego, Fortuna muda de assunto dizendo começar a entender o diferencial do meio-elfo. Fortuna se levanta, virando de costas e começando a caminha faz um sinal com o dedo chamando Ka. Ela põe o dedo num anelzinho preso a uma cordinha, mostrando que tinha contas anais na bunda. Pelo visto era um acessório indispensável na noite-a-noite das elfas negras. O casal logo chega ao cafofo de Fortuna, onde ela se joga num carpete ao lado de uma garrafa de rum e alguns de seus materiais de trabalho.

    convite:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 R1soC2X

    Com as pernas bem abertas, Fortuna convida Ka para que ela leia sua sorte. O cafofo de Fortuna lembrava o de Ka, desarrumado, ou melhor, arrumado ao seu gosto, só que com diversos apetrechos semelhantes aos encontrados na casa de Tharja. Normal, visto que ambas trabalhavam com profecias. Se Tharja ou a atividade dela fosse mencionada como conhecida, Fortuna diria nunca ter conhecido a mulher, mas que provavelmente fazia um serviço melhor.
    - Eu não prevejo o futuro das pessoas, eu prevejo a sorte e o azar. E você Kazinho querido, está prestes a ter muita sorte... (diz a elfa jogando uma carta na direção de Ka Era um Ás de Copas).

    Offtopic: Sexo com Fortuna oferece uma versão menor do talento Sorte. Uma rolagem de ataque, teste de habilidade ou ataque inimigo contra você, pode ser rolado novamente pra vir um resultado que poderá ser escolhido ou descartado. Funciona uma vez e só pode ser recarregando transando novamente com ela. É possível acumular três sortes se ela receber três gozadas (a Sorte tela é transferida pro parceiro). Pode improvisar a(s) cena(s).

    *depois do sexo*

    Disposto a encarar Idrolmi, Ka decide rumar pra casa de sua chefe ainda incerto sobre que tipos de alterações Erotika manteve ou mudou. Fortuna não recomenda uma entrada furtiva, afinalIdrolmi poderia ver isso como uma afronta e tão pouco uma persona poderosa como ela teria problemas com as autoridades, a menos que Ka pudesse alcançar a Rainha e relatar algo que oferecesse ameaça a própria. Escravidão não é ilegal em Onduth, apesar de alguns acharem que seja. Com a sorte literalmente ao seu lado, Ka segue para a mansão de Nekobese, sua antiga morada até pouco tempo e único lugar que considerava seguro o suficiente pra relaxar entre suas aventuras. Já sabendo o caminho, Ka chega sem demora ao portão da mansão. Apesar do que lhe fora dito, aquela sua velha sensação de perigo estranhamente não era sentida. Sua adaga permanecia tranquila na bainha. Não havia seguranças, o que podia significar que Idrolmi os demitiu ou simplesmente os convocou lá pra dentro. Ao tentar tocar no portão, o mesmo se abre sozinho como se Ka já estivesse sendo esperado. Essa sensação vai se comprovando a medida em que ele caminha e as flores nos jardins desabrocham, as fontes de água esguicham mais forte, certamente algo mágico que só alguém com os poderes de Idrolmi poderiam criar. Ao chegar na porta principal, a mesma se abre pra sua passagem e Ka logo repara na mudança drástica de decoração. Tudo bem dark com mistura de preto e vermelho, digno de uma devota de Shadowlady.
    - Senti sua falta, Ka! Sabe... andei descobrindo umas coisas a seu respeito. Afinal, você não achou que iria trabalhar pra mim e eu não iria perscrutar sua vida pra saber de cada passo seu, não é mesmo? Sabe, sua sorte é que eu gostei muito de você, e mesmo com os seus segredinhos... minha afeição permanece... inabalada.

    Ka ainda não tinha visto Idrolmi, apenas sua voz se fazia ouvir. De repente, uma fumaça negra surge do topo da escadaria principal, tomando forma humanoide. A mesma cena que ele viu acontecer quando chegou com Ysh'toka na mansão dela se repetia, só que dessa vez sem qualquer violência. Idrolmi desce as escadas em direção a Ka, sorriso cínico e então para na frente dele, braços cruzados. Ka podia sentir que a aura de medo de Idrolmi estava com força total, mas os brincos o imunizavam. Idrolmi não sabia disso e achava que Ka estava paralisado de medo. O ladino poderia fingir.
    - Você me trouxe a Ochyllyss como eu pedi. Engraçado, eu podia jurar que ela era caolha, mas deve ter sido apenas rumores. Você também me trouxe a Ysh'toka, mesmo que não intencionalmente. Contudo, impediu meu falecido assecla de me conseguir uma medusa. Sim, eu estou sabendo que você teve um dedo na morte do Hazama. Mas eu nem gostava dele mesmo. Prefiro você... Quanto a essa mansão, well... Resolvi ficar com ela! Comprei-a do Nekobese e o enxotei daqui, junto com os asseclas dele.

    Idrolmi diz que como a "ex-baronesa" de Nova Londres perdeu seu status, ela se mudaria pra lá e faria um pedido formal a Rainha para tornar Ysh'toka, a baronesa de Lacrimosa. Obviamente, a fez passar por uma lavagem cerebral e agora a gata estava completamente sob seu comando. Ysh'toka via Idrolmi como sua mãe e era absolutamente leal a ela. Uma gatinha mansinha.
    - Quanto a Oribel, uma vez que ela era minha posse e estava foragida, fiz o mesmo... (Idrolmi assobia) Bebelzinha, venha aqui querida. Temos visitas!

    É com certo choque que Ka vê o estado de sua namorada.

    Idrolmi e Oribel:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 Qi62cPw Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 McNDjqP

    Idrolmi continua:
    - Oribel agora é somente minha. Se quiser ver a Ochyllyss e ajudar no treino Currier dela, ela está nos fundos. Ainda vou construir um calabouço mais adequado. Se quiser ver a gatinha, ela está no quarto dela esperando por você. Quando estiver pronto pra falar de negócios, venha ao meu escritório, onde era a sala do gato. Quero ampliar minhas escravas. Ah e Ka... Não ouse me trair. Tenho muita afeição por você e não gostaria de ter que destruí-lo...
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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Christiano Keller Dom Jan 10, 2021 12:43 pm

    Ka,

           Aquilo ali parecia muito bom para ser verdade.
    +18:
           Os momentos ali com Fortuna são marcantes e a sorte parece sorrir para Ka naquela boca linda que sabia chupar. A visão do convite da bela elfa deitada com as pernas abertas, as contas e ainda mais depois de tudo que aconteceu na rua a pouco deixa qualquer um excitado. Porém Ka é malandro, ele gosta de comer pelas beiradas antes de dar o bote. Um pouco de preliminares pode ser mais excitante para a garota do que apenas sexo. Fazer Fortuna se revirar de vontade pedindo por sexo parece mais interessante. Ka então retira sua roupa e a coloca no chão. De joelhos para poder chegar até Fortuna, Ka segura seus tornozelos com as mãos. Ka posiciona as pernas onde deseja com um sorriso enquanto olha nos olhos de Fortuna. A boca de Ka parece salivar de antecipação e quando se abaixa começa a beijar o joelho direito rumo até a buceta pelo lado interno da coxa. A respiração quente de Ka passa perto dos lábios quando começa a beijar do outro lado. Os beijos provocativos não duram muito na coxa esquerda e as mãos percorrem as pernas até os joelhos para as abrir bem empurrando para o lado. A boca de Ka então chega sobre seu objetivo e começa a lamber os lábios externos. De cima para baixo e de baixo para cima com intensidade da língua na pele lisa. Cada dobrinha parece ser uma novidade e o formato precisa ser decorado para poder ser tocado sem ver como se faz para abrir uma fechadura. Os lábios se fecham na parte superior para sugar com vontade. A mão direita sobe pela coxa até a barriga e depois ao seio esquerdo para brincar com o mamilo antes de segurar forte. A respiração de Ka estava forte pois também estava excitado.
           - Fortuna... seu sabor é delicioso. Logo vou te foder forte.
           Ka então começa a passar a mão esquerda pela perna direita. A mão desce por dentro da coxa e chega até as contas. Ka segura a cordinha e começa a torcer para fazer as contas rodarem dentro de Fortuna. Elas ainda não vão sair, vão apenas provocar. Ka busca um orgasmo forte para ser a hora adequada de deslizar para dentro de fortuna. Com atenção, lambidas intensas e um pouco de paciência no ponto quase inchado de prazer fazem Fortuna explodir. Após alguns segundos gozando forte Ka levanta entre as pernas e se encaixa com cuidado. Logo está deitado sobre Fortuna num cafona papai e mamãe. A boca de Ka beija o corpo de Fortuna até começar a foder forte. Quando entra e sai com força em movimentos profundos e longos Ka beija a boca de Fortuna. Com pequenas mordidas nos lábios e gemidos, Ka usa sua força e habilidade para levar Fortuna aos céus. As contas dentro dela ainda poderiam servir para provocar mais pois parece que tem dois dentro dela ao mesmo tempo.
           - Você chupa bem, abra a boca para mim.
           Ka levanta e coloca o pau no meio dos seios de Fortuna para começar a brincar. A ponta do seu pau chega até a boca de Fortuna para pequenas chupadas. Ka então pega a mão de Fortuna para segurar seu pau e brincar um pouco. Logo Ka desliza o pau para dentro da boca de Fortuna e a fode poucas vezes até gozar na pontinha da boca dela.
           - Safada, mostra para mim antes de engolir.
           Fortuna mostra o sêmen antes de engolir de forma provocante. Ka com o pau ainda meio duro o usa para bater na cara de Fortuna e ela o abocanha. Começa a chupar um pouco e Ka fica bem duro na boca dela. A sensação de deixar um homem excitado com sua boca pode parecer interessante para algumas pessoas, no entanto o olhar de Fortuna não era claro, em sua face estava apenas um sorriso safado.
           - Vamos trocar aquelas contas? Eu acho que você pode gostar disso.
           Ka retira o pau da boca de Fortuna e se levanta de sua posição sobre a cabeça para chegar mais perto de sua cintura. Com ambas as mãos Ka levanta as pernas e ergue os tornozelos cruzados. A mão esquerda mantém as pernas para cima e a mão direita massageia a bunda com intensidade até chegar nas contas. Seu dedo se enrola na corda das contas e gira para enrolar as contas e as fazer girar dentro de Fortuna de uma maneira provocante. Ka olha nos olhos de Fortuna e diz:
           - Gosta quando aperta a cada tapa? Ka dá um tapa meio suave na bunda de Fortuna para causar uma contração pelo impacto. A mão de Ka retira as bolinhas devagar e de forma provocante brincando um pouco com cada uma. Ka levanta as pernas um pouco mais para poder deixar o cuzinho de Fortuna numa posição favorável. Com delicadeza Ka bate seu pau na buceta algumas vezes e desliza para o cuzinho para fazer pressão. Lentamente com contato nos olhos de Fortuna Ka empurra para entrar. A mão direita puxa a aba da bunda para abrir um pouco. A mão então bate para contrair e relaxar enquanto faz pressão para empurrar. Ka dá tempo para Fortuna relaxar e contrair até chegar bem fundo. Cada tapa contrai e quando relaxa, ele empurra. Quando chega bem fundo a mão sobe até o seio de Fortuna e brinca com o mamilo. Logo Ka começa a mover pouco para dentro e para fora, estocadas curtas e lentas. Quando Ka percebe que Fortuna já está acostumada com a sensação e pronta para ação, a intensidade aumenta. A mão esquerda que segurava as pernas para cima agora inclina devagar para o lado para foder de ladinho. A mão direita passa forte pelo corpo de Fortuna explorando a pele macia para procurar por detalhes. Enterrado fundo, Ka se dobra sobre Fortuna e beija seus lábios para dizer:
           - Vamos mudar de posição. Quero foder você forte. Fica com a bunda para cima. Ka se levanta e sai de dentro de Fortuna para a ajudar a se posicionar. Logo Ka empurra para dentro de Fortuna um pouco devagar para passar pela entrada, depois é só alegria. Sobre seu corpo Ka fode forte com estocadas longas e profundas tentando arrancar gemidos de prazer. O suor começa a escorrer por conta do exercício deixando a pele de Ka mais brilhante e úmida. Ka lembra que Fortuna gosta de falar e diz:
           - Quer falar algumas sacanagens para mim? Você gosta de falar. Ka apenas dá trela para Fortuna falar e ouvir sua voz. Certamente ela iria falar demais e Ka vai falar algumas sacanagens também. A mão direita de Ka abraça o corpo de Fortuna e procura pela buceta dela. Seus dedos chegam no topo em busca do botão do prazer para massagear de forma circular. O desejo para fazer Fortuna gozar também é forte. Dois dedos deslizam para dentro da buceta de Fortuna e começam a masturbar no ritmo do sexo anal. Os gemidos aumentam, a sensação de pulsar com o coração acelerado deixa a pele com uma tonalidade diferente. Vou gozar na sua boca de novo. Pede. Pede para engolir mais. Após Fortuna pedir ou não, Ka começa a foder a boca de Fortuna e logo goza. Uma terceira gozada garganta abaixo. Ka agora estava preocupado com a possibilidade de fazer filhos... mas isso poderia passar.
    Ka se deita sobre Fortuna ainda meio sujo de sêmen e fode a buceta dela. Fode forte num “papai e mamãe” apenas levado pela luxúria visto que acabou de gozar. Momentos depois, Ka olha para Fortuna nos olhos e diz:
           - Isso foi bom. Foi uma boa ideia fazer isso antes de enfrentar a morte. Ka beija Fortuna como se fosse um beijo de despedida pois iria arriscar sua vida com Idrolmi. Sabe, eu faço essas coisas pois eu tenho palavra. Sei que ainda posso morrer por conta disso, mas eu disse que ajudaria Oribel. Então devo manter minha palavra. Foi bom manter esse segredo e acho que sou um homem de sorte hoje.
           Ka fica dentro de Fortuna por mais alguns momentos até começar a relaxar e sai de dentro dela para se vestir antes de ficar pequeno. Ka se arruma novamente e parte para encontrar Idrolmi, aquilo seria complexo.
           A antiga casa de Nekobese parece agora encantada por Idrolmi, sua magia era muito forte e preocupante. Ka sabia que tinha argumentos para Idrolmi, mas tinha que acertar o momento adequado para isso. Seu discurso de posse era claro, ela sabia de tudo que aconteceu, tomou Oribel e Ysh’toka, agora Ochyllyss estava presa em seu treinamento numa casa cheia de ouvidos. Aquilo estava difícil de resolver. Por um segundo Ka pondera nas opções, mas aquilo ainda assim estava um pouco ruim.
           Poderia ir falar com Ysh’toka, mas com o Geas e o poder de Idrolmi era provável que não teria nenhuma novidade relevante. Poderia fazer sexo com ela, mas talvez não tivesse poder para desfazer a magia de Idrolmi. Ka não sabia de magia o suficiente para conseguir quebrar os efeitos hipnóticos sobre Ysh’toka, precisaria descobrir uma forma de fazer isso.
           Ao pensar e Ochyllyss a luxúria inunda a mente de Ka. Parecia delicioso falar com Ochyllyss naquela posição de treino. Será que ela ainda seria sua namorada? Não era bem assim, Erótika alterou parte do mundo, não tudo. Talvez o fato de Ochyllyss não ter ficado cega ainda faça com que tenha pensamentos por Ka, talvez duas vezes mais violentos. Ainda assim aquele cuzinho precisa ser explorado e agraciado com o prazer. Talvez Ka possa passar lá depois da reunião com Idrolmi.
           - Vou me lavar, Idrolmi. Assim que estiver apresentável para reunião irei falar com você. Ka segue para seu quarto na esperança de ter roupas limpas e uma forma de se limpar. Com perfume, roupas limpas, o cabelo arrumado agora tinha algo a mais que seu charme natural. Ka segue para a reunião com Idrolmi. Ka chega até a sala de Idrolmi, bate na porta e em sua presença diz:
           - Idrolmi, devo dizer que sempre atendi aos seus pedidos. Quando nos conhecemos, trouxe Malice. Hazama queria desviar de suas ordens o que poderia arrumar uma inimiga ou arruinar suas ordens iniciais. Eu fiz o que mandou pois quero ver você crescer. Quando me pediu Ysh’toka, eu a trouxe também e a punimos juntos. Mais uma forma de te dar poder. Quando pediu Ochyllyss, eu também dei um jeito de a trazer para você. Logo mais farei o treinamento dela pois você deve ser atendida primeiro. Segui suas ordens, apoiei você todo este tempo. Fiz o que o que combinamos, defendi seus interesses, é lógico que tenho os meus, mas todos tem, ainda assim não fui um obstáculo, sempre fui aquele que quer estar atrás de você empurrando num ritmo constante até você chegar à glória.
           Ka olha para Idrolmi curioso com a situação e sua nova proposta de negócios. Ka tinha intenção de pedir Oribel como recompensa, mas o que acontecerá agora?
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    Mensagem por Sailor Paladina Ter Jan 19, 2021 5:14 pm

    Ka pede um tempo para se arrumar e segue para o quarto dele a fim de se banhar e ficar mais apresentável pra alguém da estirpe de Idrolmi. A cena de Oribel sendo levada de quatro para o andar de cima era lamentável. Chegava a ser incompreensível a preferência de Idrolmi por fêmeas completamente submissas incapazes de qualquer vontade própria. Talvez tivesse receio de ser contrariada. Com certeza deve ter sido muito mimada quando criança. Ao chegar em seu quarto, tudo parecia normal, como o ladino havia o visto pela última vez. O perfume no ar ainda era o mesmo. Sobre uma escrivaninha, um pingente simples chamava atenção. O fato de ser simples, o destacava da maioria dos objetos ao redor, normalmente de ouro e incrustados com joias. Ao abrir, Ka vê dois retratos perfeitamente pintados, embora pequenos com as faces de Sysil'syth e Crona. Provavelmente a menina deixou o objeto ali para que Ka não as esquecesse. Enquanto sua mente estava distraída pensando na duas, Ka ouve o ruído de um armário se fechando atrás dele. Ao olhar pra trás ele vê Ysh'toka, como veio ao mundo, abanando o rabinho com alegria ao ver o "dono" chegar em casa e pronunciando um suave "miau" como quem parecia estar convidando uma pessoa. O jeito como ela fala no entanto parecia ser o de uma pessoa completamente diferente. Aquela nekojin forte e orgulhosa que ele conhecera já não parecia mais a mesma. Idrolmi realmente fizera um estrago em sua mente.
    - Olá mestre... seja bem vindo! Deseja alguma coisa de mim?

    Spoiler:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 SXg9cmk

    Ysh'toka faria qualquer coisa que Ka ordenasse sem pestanejar ou reclamar. Caso fosse perguntada sobre qualquer coisa sobre o que passaram juntos, ela responderia com precisão exata. Era possivelmente a forma como Idrolmi ficou sabendo de tudo. Ochyllyss e Oribel certamente passaram pela mesma situação. Quando Ka fosse encontrar com a patroa, seria um livro aberto com todas as letras em caixa alta pra ela. E conhecendo a elfa como ele conhecia, Idrolmi fazia questão de não ler a mente dele, só pra identificar quando ele contasse alguma mentira. Idrolmi era uma mulher muito perigosa de se ter por perto, porém ainda era uma aliada e amante de incrível poder. Só precisava jogar o jogo dela, visto que até o momento, ela não parecia a fim de descartá-lo. Caso perguntasse o que Idrolmi fez com ela, Ysh'toka diria que foi castigada excessivamente, recebendo mais de cinquenta chicotadas enquanto sua vagina e ânus eram penetradas por objetos besuntados com pimenta. Uma poção de cura serviu pra eliminar os ferimentos das chibatadas, mas ainda era possível ver algumas marquinhas. Uma pequena marca a ferro nas nádegas com a letra I também podia ser vista quando a nekojin tira a mão. Provavelmente bastante dolorosa. Ysh'toka diz que Oribel e Ochyllyss passaram pelo mesmo castigo, mas que a antiga gladiadora não teve a mesma sorte das duas. Além de não ser curada, ainda estava sendo torturada lá embaixo.
    - Mas a mestra é nossa dona e amamos. Quer fazer sexo comigo agora? Miaaau!

    Ka tinha a oportunidade de dar umazinha bem tranquila com Ysh'toka antes de sair. Não tinha que ter pressa, tampouco Idrolmi havia lhe dado qualquer prazo.
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    Mensagem por Christiano Keller Qua Jan 20, 2021 12:46 am

    Ka,

           Estava pensativo no que aconteceu com cada uma delas ali. Parece que Idrolmi havia tido a melhor saída naquele jogo de tabuleiro da vida. O jogo mortal e duro que pode afetar o destino de cada um com simples e inocentes decisões. Ka toma uma decisão simples de pegar o pingente e o usar sob a camisa. Aquela escolha poderia ser terrível, mas era algo simples.
    Ysh'toka estava ali como veio ao mundo e Ka precisava se limpar. Na mente de Ka também era importante entender alguns buracos nos eventos, talvez meros eventos que aconteceram enquanto esteve fora ou outros eventos como o fato de Ochyllyss agora não ser caolha. Ka queria conversar com alguém olhando fundo nos olhos para escutar as palavras com atenção. No entanto Ka não sabia como fazer aquilo de uma forma simples, a intimidade precisa estar presente para conseguir absorver todos os detalhes.
           - Ysh'toka, que bom que está aqui. Quero sua ajuda com duas coisas importantes. Preciso tomar um banho e conversar. Você sabe como eu gosto de conversar?
           O olhar safado de Ka para Ysh'toka poderia dar algumas dicas. Com as mãos Ka faz um sinal para ela chegar mais perto. Com os olhos e as mãos Ka sugere sem palavras que ela o ajude a se despir. Ka estava ereto e quando Ysh'toka avança para chupar, ela apenas diz:
           - Espere, vamos conversar primeiro, vou querer alguns minutos a mais. Você também vai querer alguns, não vai?
           Ka abre a água da banheira para começar a encher. Uma pena que demora, mas esse era o tempo que tinha para conversar com Ysh'toka. Com as mãos, Ka passa os dedos pelo corpo de Ysh'toka.
           - Você está quase igual ao que lembro da última vez. Consegue fazer um resumo sobre o que aconteceu nos últimos dias? A ultima semana serve. Acho que ela foi bastante intensa.
           Ka segura o rosto de Ysh'toka com a mão esquerda e começa a beijar sua bochecha enquanto ela fala. Os beijos descem pelo pescoço, ombros, braço direito e retorna para o ombro.
           - Fale mais.
           Os beijos descem pelo peito na direção dos mamilos e Ka suga com vontade. A língua passeia pela auréola para deixar o mamilo duro, arrepiado. Ka suga forte com a boca bem aberta como se fosse engolir todo o seio com a boca. Cada mamilo recebe um belo tratamento até arrancar gemidos de Ysh'toka. Ka então para um pouco e olha para a banheira com água, ainda poderia fazer algumas coisas. Ka se abaixa e beija a barriga de Ysh'toka, beijos exploratórios que descem até a vulva.
           - Fale ou vou parar. Conte tudo. Não precisa mentir ou omitir nada. Mas se ficar só gemendo eu vou parar.
           Beijos e lambidas na região da vulva procuram pelo ponto de junção dos lábios externos no alto da vulva. Lambidas intensas e longas passam perto dos lábios, mas concentram no pontinho mais inchado. Ka passa a mão por dentro das pernas de Ysh'toka para as abrir mais e então pega sua perna direita para passar sobre o ombro esquerdo deixando bem aberta. A língua trabalha firme e forte até começar a fazer os gemidos mais constantes. Ka então usa os dedos para passar pela lateral e começar a molhar eles bem. Logo os dedos entram em Ysh'toka para fazer companhia à língua que passeia pelo lado de fora. O sabor único e marcante de Ysh'toka parece o mesmo que consegue lembrar. Uma memória ativada pela língua e o líquido que escorre do seu prazer.
           - Isso... agora não vou parar. Goza forte.
           Os gemidos de Ysh'toka parecem aumentar quando ela se entrega ao momento e poucos instantes depois ela explode no prazer. Ka continua com os dedos dentro de Ysh'toka e com o polegar massageia o ponto duro do lado de fora aonde os lábios se juntam.
           - Vou entrar na água, sente-se em mim. Quero sentir você todinha.
           Ka usa os dedos para trazer Ysh'toka até se sentar direito sobre Ka. Encaixados e deixando Ysh'toka cavalgar, Ka relaxa na água e passa um pouco de sabão para se lavar. Era um momento para ela relaxar após uma gozada boa e poderia cavalgar quando quiser. Ysh'toka começa a cavalgar devagar enquanto lava Ka. Mais e mais os detalhes são compartilhados com Ka, as alterações pareciam poucas e muito do que estava diferente aconteceu a pouco quando saiu. Quando termina de se lavar, Ka diz para Ysh'toka:
           - Vamos levantar-nos, secar e ir para cama.
           Ka se seca e logo se deita sobre Ysh'toka num papai mamãe. Devagar ele se encaixa nela e coloca os braços ao redor da cabeça num sinal de proteção.
           - Algo mais para me contar? Alguma sacanagem? Alguma coisa a dizer antes de gozar novamente ou talvez fazer-me gozar?
           Ka então cheira o perfume pós banho de Ysh'toka, não havia nada lá, apenas o cheiro da pele de uma nekojin ao natural. Talvez precise passar na água novamente, mas aquilo era provocante e excitante. Ka fode devagar aos poucos até tudo ficar mais habituado. A velocidade aumenta e o ritmo fica forte. Um pouco de barulho dos corpos batendo começa a soar pela sala. Ka então beija os lábios de Ysh'toka e diz:
           - Pede para foder seu cuzinho e gozar na sua boca. Ka dizia isso apenas uma vez para ouvir as sacanagens que ela poderia dizer.
           Ka levanta e ergue as pernas de Ysh'toka, logo faz pressão no cuzinho dela e desliza com um pouco de força. A excitação é forte e logo Ka está tremendo. O sexo intenso era do agrado dela pois já havia sido sodomizada de diversas formas. Ka até achava que Ysh'toka gostava mais de dar o cuzinho do que dar a buceta. Cada nova penetração é intensa e os olhos dela entregam o prazer do momento. O ritmo constante arranca gemidos e suspiros dos dois. Poucos segundos depois Ka se levanta e goza na boca de Ysh'toka. Ela suga com vontade, quase como se tivesse sede.
           - Isso foi esclarecedor.
           Ka estava mais relaxado e mergulha dentro da água novamente para tirar o cheiro de Ysh'toka ou do sexo. Agora em poucos instantes coloca o seu perfume, uma roupa limpa e pega todos os seus apetrechos. O colar com a imagem de Sysil'syth e Crona ainda parece algo importante. Ka o enrola e prende no pulso esquerdo. Estava mais justo e mais dentro do antebraço fora de um local que as pessoas colocam as mãos. Era melhor colocar em algum lugar meio escondido pois no pescoço levantaria muitas suspeitas.
           - Ysh'toka, acha que estou apresentável? Cabelos, unhas, roupas, perfume até nas partes especiais e um sorriso. Até já sei algo que vou dizer. Como eu a apoiei até agora. Acha que ela aceitará meu apoio de agora em diante?
           Ka não diz, mas ainda lembra do sexo que fez com Idrolmi da ultima vez que esteve com ela dentro da magia de Erotika. Com passos firmes, Ka segue para o escritório de Idrolmi. A mão bate na porta para anunciar sua chegada e Ka abre a porta.
           - Idrolmi, aqui estou eu para a apoiar como sempre.
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    Mensagem por Sailor Paladina Dom Jan 24, 2021 7:45 pm

    Ka coloca os termos pra Ysh'toka, a qual obedece direitinho, sempre concordando com o que ele dizia sem reclamar, embora tenha coçado a cabeça confusa quando ele pede algum tempo pra conversar. Enquanto troca carícias com a gata, Ka, pede um resumo do que ouve e Ysh'toka leva a mão ao queixo pensativa. Ela lembra que Ka a tinha sob controle devido a um Geas lançado pela própria Idrolmi. A elfa no entanto lançou outro, mantendo a nekojin refém de ambos. Contudo, enquanto Ka esteve ausente, alguma coisa aconteceu que fez Idrolmi se comportar diferente nos últimos dias. Ela começou a falar mais sobre seu finado marido, como se ela lamentasse a decisão que foi forçada a tomar. Ysh'toka explica que um Geas normalmente permite a pessoa ter livre arbítrio, mas ao agir contra os interesses do lançador da mágica, a vítima sofre dores e machucados terríveis até voltar a obedecer. Idrolmi estava tão frustrada sentindo seus pensamentos ficarem confusos como nunca antes que resolveu descontar toda a sua raiva na nekojin, culpando-a por tudo o que aconteceu. Seu primeiro ato foi chantagear Nekobese, comprando a mansão dele. Nenhum de seus asseclas tinha poder pra confrontar a maga diretamente, logo, o que ela queria, conseguiu. A nekojin começa a descrever os castigos e as humilhações a que ela, Oribel e Ochyllyss foram submetidas, envolvendo chicotadas, cera quente, afrodisíacos, ferro quente e outros métodos exagerados de sadismo. Isso meio que "arrebentou" a mente delas. Quando antes obedeciam por obrigação, virou medo e depois amor cego.
    - Mas assim é melhor. Sempre que vejo a mestra, sinto imediata vontade de obedecê-la. Assim não sentirei mais dor! Miau!

    Ka e Ysh'toka deixam as preliminares pra transarem com mais paixão. Ysh'toka deixa claro que apesar de seu comportamento, ainda estava consciente de tudo, assim como Oribel, porém depois de tantos percalços na vida, preferiram simplesmente aceitar seu destino como escravas de Idrolmi. O mesmo não podia ser dito de Ochyllyss. Aparentemente a guerreira possuía muita força de vontade e resistiu ao Geas de Idrolmi. Ela própria pedia pelas punições como uma masoquista experiente, mas o fazia por vontade própria e não por se sentir ameaçada ou forçada magicamente. Isso irritava Idrolmi, mas ao mesmo tempo fazia a maga querer testar os limites dessa sua nova escrava. Talvez Ka entendesse melhor quando falasse com Ochyllyss pessoalmente. Oribel no entanto, ela teve pena. Idrolmi a castigava com maior afinco, as vezes pedindo ajuda da Nekojin pra praticar suas maldades. Enemas, mordaças, introduções anais e exibição pública, era mais o estilo da maga ao lidar com Oribel, de modo que a vontade dela estava basicamente estilhaçada. Talvez por isso a elfa sequer o reconheça quando o ver novamente, como a gata o fez. Ysh'toka não sabia que Ka já tinha visto Oribel naquela situação e que a elfa nem se importou ao vê-lo, tendo olhos apenas para Idrolmi.
    - A Oribel está tão destruída psicologicamente que acho que apenas magia e ser levada embora de Onduth a faria se recuperar com o tempo. Ou talvez uma magia Desejo... hihihi. Miau!

    Tendo absorvido qualquer informação relevante da nekojin, Ka conclui a transa metendo no cuzinho de Ysh'toka e em seguida colocando na boquinha quente dela. Ysh'toka suga o pau de Ka, sua língua um pouco mais áspera fazem o meio-elfo perder o controle gozando fundo na garganta dela. Embora ela engasgue com o ato, faz questão de se lambuzar, lambendo cada pingo. Banhando-se novamente, pegando suas coisas e sentindo-se apresentável, inclusive sendo elogiado por Ysh'toka, Ka parte para o encontro inevitável com sua patroa. Ka atravessa a mansão que parecia bem mais vazia e gótica do que nos tempos de Nekobese onde criados trafegavam mais a vontade pelo lugar e rapidamente chega ao escritório de Idrolmi. A cena que vê embora não fosse inesperada o choca um pouco, anda mais por ver a situação em que Oribel se encontrava. A elfa estava nua de quatro, da mesma forma que viu quando chegou em casa. Estava melada de esperma provida de uma futanari nekojin. No canto da parede, a dita futa arfava satisfeita do recente gozo, mas ao ver Ka, ela "esconde" o cuzinho dizendo que não curtia dar pra machos. Pela cara dela, sequer parecia que recusaria tal coisa. Idrolmi a conforta dizendo que Ka não era chegado em futanaris, o que faz a nekojin mudar sua expressão para uma tristonha. Certamente estava fazendo um chamego. Ela se vira e senta no canto observando o desenrolar dos eventos.

    Spoiler:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 PCda9Gv Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 VauCTJn

    Idrolmi por outro lado, impactante como sempre, parecia estar "ocupada" domando uma elfa da superfície, da mesma cor de pele de Hazama. Com lágrimas nos olhos e mordaça na boca ela tentava murmurar algo como "me ajude!"
    - É Madame Idrolmi pra você, capacho!

    Spoiler:
    Ka ouve algumas palavras na sua mente: não seja íntimo comigo na frente das minhas escravas, Kazinho! Bom senso, bom senso!

     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 Rh7Kb17

    Idrolmi diz esperar que Ka tivesse apreciado as novas acomodações e comenta que ele veio muito rápido até ela. Pergunta se havia encontrado Yshto'ka e Ochyllyss e falado com as duas, caso contrário, faria questão que o fizesse o mais breve possível. A elfa aprecia o apoio incondicional oferecido pelo meio-elfo e diz que gostaria de por a mão na massa novamente, ampliando seu mercado de escravas. Já havia conversado com Origa pra acelerar o andamento da oficialização de seus negócios, pois cansara de agir a margem da lei. Também diz que estava pensando sobre a medusa e que talvez fosse dar um passo muito maior que a perna, querer capturar uma. No entanto ela ainda queria alguém especial, uma mulher rara e pura, de preferência clériga ou paladina e que fosse da superfície. Sendo ele meio-humano, o Sol talvez não fosse tão nocivo pra sua pessoa. A Onduth exterior de onde aquela elfa escrava veio era uma região além do alcance pra ela, mas não pra alguém tão capacitado como Ka. Obviamente, Idrolmi lhe daria todos os recursos necessários, incluindo uma coleira da submissão para que ele usasse em Ochyllyss. A elfa era uma guerreira de vontade forte. Seria muito útil em sua aventura e eis o porque dela querer que Ka falasse com a escrava.
    Esse era seu plano mais imediato, enquanto não resolvia a situação com a lei ou sua nomeação como baronesa. Ka por outro lado, poderia começar a trabalhar imediatamente, caso não tivesse outros assuntos com ela. Se ele quisesse começar com presas mais fáceis, também era uma opção.
    - Também posso aceitar outras conhecidas suas. Sempre que trouxer alguém que eu considere especial, te recompensarei com um favor.

    Idrolmi sopra um beijinho no ar com uma piscadela de olho.
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    Mensagem por Christiano Keller Ter Jan 26, 2021 1:16 am

    Ka,

           Ainda com Ysh'toka ela menciona a magia Desejo, aquilo era muito forte e importante. Apenas alguém de muito poder poderia fazer isso e Ka não tinha certeza se conhecia alguém com tanto poder. Talvez Syl? Mas era difícil demais.

           Mais tarde com Idrolmi:

           Ao ver Idrolmi, Oribel, as futanaris e a mais nova aquisição, Ka pensa sobre o que poderia fazer. Koyama poderia ajudar? Entregar Idrolmi parecia um problema maior e mais difícil de resolver do que Ka inicialmente pensou. Ainda não tinha provas sobre os fatos e deixar o local poderia ser uma forma de fazer Idrolmi dar confiança. Também poderia ser uma forma de se colocar atrás dela. Ka era um homem de promessas, havia prometido ajudar Oribel nem que tivesse que comer o cu do mundo inteiro e então parece que aquela era a meta. Por um instante Ka lembra de como foi a memória de ser o marido de Idrolmi e a possuir. Ela queria apoio, incentivo, Ka poderia dar isso para ela.
           Ka olha para todas as presentes enquanto Idrolmi fala. Ela queria alguém especial, mas o que seria alguém especial? Porém isso também significa que esse alguém renderia um favor de Idrolmi, talvez algo que coloque Ka diretamente atrás dela. Essa era uma posição que Ka gostaria de ter, bem atrás de Idrolmi novamente. Ka olha para a escrava e diz:
           - Madame Idrolmi. Então Ka olha para Idrolmi. Agora estou mais apresentável, porém ainda não falei com Ochyllyss, você é mais importante. Sempre a apoiei, não é agora que isso irá mudar, não acha? Ka faz uma pausa breve e diz: Parece que tem um bom plano, levarei Ochylyss comigo. O colar virá bem a calhar. Sabe que te apoio e quero que ganhe mais poder. Ouvi dizer que atrás de toda grande mulher há um grande homem. Ka faz uma pausa e deixa o assunto no ar. Assim que tiver as informações e puder ir falar com Ochylyss, partiremos para nos preparar para a viagem. Ka faz uma pausa para escutar algum comentário de Idrolmi adicional e olha para a nova aquisição. A cor dos cabelos, dos mamilos, da calcinha, marcas na pele, jeito de olhar ou qualquer outra característica que fosse aparente. Poderia ter uma forma de entender melhor as escravas da superfície. Oribel ainda estava ali e Ka olha para ela quando pode. Talvez desafiar Idrolmi pudesse ser algo temerário. Soube que tem levado Oribel para passear. Também ouvi dizer que Oribel não gosta mais de anal com homens. Eu acho que ela esqueceu algo. A humilhação pública era algo complicado de mencionar, mas era a única forma de Ka manter um certo contato com Oribel na presença de Idrolmi.

           Com Ochylyss, Ka olha para a situação para pensar antes de falar qualquer coisa. Ainda tinha que encontrar Barrabus, o Cinza, na cidade de Grayditch, sul de Onduth, além da Ponte do Demônio Afogado. Ka para ali do lado de fora da cela de Ochylyss e pensa no que fazer. Teria que falar com ela, depois falar com Koyan de modo disfarçado e partir para encontrar Barrabus. Até que tinha um plano, poderia contar as coisas para Ochyllyss enquanto caminha perto de Koyan ou mesmo com ele perto o suficiente para escutar. Ka parece contente com isso, mas então lembra que Ochylyss poderia contar isso para Idrolmi. Precisava resolver essa questão antes de passar as informações para Koyan. Entregar os dados para os guardas ainda era algo complicado. Porém poderia dar uma volta com Ochyllyss e tentar usar o colar de submissão para fazê-la ficar esperando, talvez em uma postura de inspeção. Ka fica excitado ao pensar no que poderia fazer com Ochylyss, seu perfume ainda estava na mente desde aquele encontro na encruzilhada, porém algo estava diferente. Ochylyss tinha os dois olhos. Eles poderiam ter um relacionamento passado? Talvez o evento do olho tenha mudado as coisas. Porém Ka não é bobo e pode haver amargor naquele coração e isso é perigoso.
         
    +18:
           A memória de Ka trás em sua mente um momento no passado em que poderia ter deixado Oribel e seguido com Ochylyss. Ela estava ali, dedilhando excitada sobre as caixas quando ambos passaram por ali. O que seria de Ka naquele momento? Talvez apenas um brinquedo que seria descartado na manhã seguinte? Ou seria o namorado de uma grande guerreira? Ka pensa em como teria sido aquilo. Deixando Oribel e seguido com Ochylyss até seu rico palácio ou a teria lambido ali na rua mesmo? Talvez sobre um telhado? Ochylyss era mais chique, teriam ido para casa dela. Ochylyss teria segurado nos cabelos de Ka e direcionado sua cabeça até onde ela queria prazer. Ka habilidosamente começa a lamber os lábios, cada dobra de cima até embaixo. As lambidas são suaves agora para explorar o loca, conhecer as reações em busca dos pontos de prazer ou suspiros. As mãos de Ka pegam nas pernas para abrir bem e deixar tudo bem exposto. Ka sabia que uma buceta bem lambida e bem chupada mudaria o dia de qualquer mulher. A língua passeia pelos lábios subindo e descendo, devagar quase que provocando um sinal para “foder logo. As mãos passam pelas pernas até o tornozelo e depois sobem até os seios para os apalpar até deixar os mamilos duros. O indicador fica brincando com os mamilos até apenas a mão esquerda ficar lá no seio direito. A mão direita desce até a buceta para começar a estimular. A língua e os dedos trabalham juntos para provocar um orgasmo intenso. Ka seguramente a foderia perto do final do orgasmo e faria isso com o dedo massageando o botão meio inchado onde os lábios se unem. Precisa dosar o estímulo ali, mas também não poderia apenas ficar fodendo com as mãos abanando. Ochylyss ainda não era fã de anal, talvez Ka não fizesse com ela naquele dia.

          - Ochylyss. Estou feliz em te ver. Muito feliz. Ka olha para Ochylyss nos olhos tentando entender seus sentimentos e desejos. Se fosse sua namorada haveria algo ali, se não fosse era provável que a amargura faça que seja atacado logo. O colar da submissão estava ali para isso. Antes de soltar Ochylyss e talvez com cobertura de algum guarda para Ka não virar pó e morrer sob ela novamente, Ka coloca o colar enquanto fala: Eu consegui te achar com ordens da Idrolmi. Com este colar nós poderemos ir dar uma volta. Você poderá lutar contra algumas pessoas como sempre fez. Também pode contar para mim o que andou acontecendo. Eu ando meio sem informações sobre o que aconteceu aqui desde... desde... Ka faz uma pausa para pensar. Bateu um medo sobre dar a entender que houve alguma alteração no mundo por efeito de Erótika. Desde aquela luta em que tentaram uma armadilha para te cegar. Assim estava bom. Era um problema de memória de Ka, não havia nada sobre o que aconteceu.

           Agora Koyan: com Ochylyss usando o colar, como Ka encontraria Koyan? Talvez andando pela cidade em busca de suprimentos possa fazer ele aparecer ou eles se encontrarem por acaso. Ka deixaria Ochylyss em algum lugar para ir ao banheiro e dar o recado para Koyan. Ainda tinha um serviço. Idrolmi era sua chefe. Origa armou para Oribel. Escravas de fora estavam lá também e logo seu negócio poderia ser legalizado. Talvez Ka possa contar tudo isso contando vantagem.
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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Sailor Paladina Dom Fev 07, 2021 6:32 pm

    Enquanto Ka falava e tecia elogios a patroa, ele nota que o afeto dela por ele não havia mudado. Ouvir a voz dele fazia a elfa inadvertidamente tocar suas intimidades, sem nem se dar conta de que o fazia. Ela sorri com a frase de um grande homem atrás de uma grande mulher e o interrompe pra dizer que ele não deveria dar crédito a outros por uma frase criada por ele. Idrolmi dá alguns passos na direção de Ka, virando-se de costas pra ele e roçando a bunda na virilha dele, enquanto escora a cabeça na dele e tenta beijá-lo.
    - Assim? Mestiço safadinho... Não sei o que você vê nesse lixo élfico (diz olhando pra Oribel). Ela e a irmã são duas elfas asquerosas que deveriam servir de tapetes na minha mansão.

    Num misto de excitação e distração, Idrolmi deixa escapar a origem de sua amargura com relação a Oribel. Pura inveja. Odiava ter menos poder social que Origa. A irmã gêmea dela ser uma escrava fugitiva só ampliava essas sensações. Idrolmi tira a mordaça da alta elfa e ordena que limpe Oribel, lambendo todo o corpo dela. Na primeira hesitação da elfa, Idrolmi a estapeia com força e prepara o chicote, mas elfa pede perdão e engatinha rapidamente até onde Oribel estava pra começar a lambê-la. A futa nekojin que até então estava quieta, pergunta se podia meter em alguma delas e Idrolmi nega. Na verdade, ordena que a nekojin ficasse de quatro e desse a bunda pra que Oribel a lambesse e enfiasse seus dedos nela. Num mero segundo que pensou em fazer uma careta, a futinha viu a mão de sua dona apertar o cabo do chicote e não perdeu tempo, assumindo a posição e abrindo o cuzinho pra que Oribel a lambesse. Oribel começa a ordenhar a futa enquanto lambia o cu dela e tinha seu corpo lambido pela alta elfa. Idrolmi prossegue então pra dar uma cuspida na cara de cada uma das três escravas e volta pra sua mesa, sentando-se sobre ela e abrindo suas pernas. Ela olha pra Ka e diz:
    - Já que você veio aqui, não desperdice a viagem. Minha bucetinha está desejando...

    Diz a elfa puxando o laço da calcinha e deixando o caminho aberto pra Ka vir fodê-la. Idrolmi fazia questão de olhar nos olhos de Ka a todo momento em que era penetrada, chegando a cerrar os olhos rapidamente apenas quando alcança o orgasmo. Porém, caso o meio elfo pedisse o cu dela, a mesma recusaria. O cu dela seria um favor especial. Ka precisava entender que pra uma mulher da posição dela, oferecer o cuzinho era se rebaixar demais e que o bônus devia vencer o ônus da troca (ou o ânus por assim dizer). Após Ka alcançar o gozo e o casal trocar mais algumas carícias e elogios, Idrolmi ordena que Ka prosseguisse com o plano, já que era do interesse dele subir no conceito dela. Dada a ordem, a elfa negra volta sua atenção ao trio de escravas e as ordena que ficassem de joelhos e de costas pra parede, a fim de chicoteá-las. O faria por puro prazer de fazer suas escravas sentirem dor e chorarem. A Ka não havia muito mais o que fazer ali sem que aborrecesse sua patroa. Ele deixa o escritório sob os gritos de dor das fêmeas e da futa que estavam na sala. Ka logo chega nos fundos da mansão onde novamente é surpreendido por uma cena exótica. Amarrada e amordaçada sobre uma pequena fogueira que fazia sua barriga e seios arderem. Toda a extensão de suas pernas possuía marcas de duras chicotadas. Duas sadistas preparavam cintaralhos pra meter na buceta e no cu de Ochyllyss. Ka poderia interromper ou assistir, mas provavelmente seria melhor se ele não interrompesse. Uma das sadistas fala com Ka:
    - A mestra falou que você vinha. Fala com ela enquanto a curramos. Ela já tá com a coleira.

    Ochyllyss tortura:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 58c5rYe

    Ka começa a falar com Ochyllyss que ao vê-lo arregá-la os olhos lacrimejados, pra depois baixar a cabeça envergonhada. É bem na hora que a sadista a penetra, fazendo ela tremer na bases e tentar gritar sem sucesso devido a mordaça. Ochyllyss chorava, mas concordava com todas as palavras vindas de Ka, como se o qualquer coisa que ele oferecesse fosse melhor do que aquilo que ela estava passando. Ela se sujeitaria a qualquer coisa pra não continuar sendo torturada ali. Terminada a ligeira conversa, Ka decide quanto tempo Ochyllyss ainda seria submetida àquela tortura e as sadistas removem a elfa do castigo dando a coleira pra Ka segurar a corda. A sadista diz algumas palavras mágicas e Ka sente a mão dele formigar rapidamente.
    - Pronto, a escrava te pertence. Mesmo que você solte a corda, basta apenas que 'pense' e poderá causar nela um intenso orgasmo debilitante, ou dor em qualquer parte do corpo em qualquer intensidade. Ela definitivamente não irá fugir ou desobedecer você (diz a sadista dando um tapa na bunda da elfa).

    Ochyllyss estava de pé, nua, com os braços amarrados às costas e mordaça na boca, esperando qualquer ordem de Ka. Podia partir a qualquer minuto. Mas pra onde iria primeiro? Havia tantas opções. Procurar Koyan estava fora de cogitação. O capitão era quem encontrava ele. Podia reencontrar os ex-parceiros de guilda e contar a eles o que viu, ir na direção de Grayditch e contar com a sorte que sempre lhe acompanhou ou procurar informações sobre como chegar a superfície. Contatos era algo que não lhe faltavam.
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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Christiano Keller Sab Fev 13, 2021 5:49 pm

    Ka,

           As palavras persuasivas e carismáticas de Ka parecem causar um bom efeito em Idrolmi. O andar sensual até chegar perto de Ka, virar de costas e começar a se esfregar deixa logo tudo duro. O sentimento de excitação percorre o corpo para dar calor ao toque da pele de Idrolmi sobre o tecido da calça. Suas palavras influenciam algumas sensações em Ka que queria puxar conversa, mas não daria tempo. Os lábios de Idrolmi procuram os de Ka para um beijo de costas, meio torno, mas provocante. As mãos seguram A bunda de Idrolmi para iniciar o beijo, mas como Ka fez antes, elas percorrem o corpo enquanto se beijam.
    Idrolmi escreveu:        - Assim? Mestiço safadinho... Não sei o que você vê nesse lixo élfico (diz olhando pra Oribel). Ela e a irmã são duas elfas asquerosas que deveriam servir de tapetes na minha mansão.
           - Assim mesmo, do jeito que gosta. Com uma breve pausa para escutar sobre Origa, Ka diz: Agora falta metade. Origa. Será que Idrolmi liberaria Oribel quando pegar Origa?
    +18:
    O convite de Idromi foi oportuno, Ka estava excitado de ver Oribel que precisava aliviar a pressão. Precisava gozar antes das suas bolas explodirem. Portanto Ka avança na direção de Idrolmi e solta as calças de descem até o chão. Explorando o momento, Ka coloca a mão nas peras de Idrolmi, as aperna para sentir a posição e encontrar a posição ideal. Um beijo de olhos abertos com Idrolmi parece diferente, faminto por sexo. A curiosidade por ver Ka a todo tempo parece grande. Muitas pessoas fechavam os olhos em alguns instantes, mas Idrolmi parecia quase encantada ou tentando encantar Ka. Isso seria avaliado depois, agora era hora do sexo forte, de fazer Idrolmi gozar como gozou da outra vez com Ka. A penetração na bucetinha molhada precisa de uma boa frase antes do beijo.
           - Gosto muito de apoiar você. Estava com saudade, ansioso isso. Ka então desliza para dentro de Idrolmi suavemente, sem brutalidade, vendo ela se adaptar com a sensação em seus olhos. Alguns beijos fazem os dois relaxarem com aquele momento e Ka começa a estocar. As estocadas são acompanhadas de tapas suaves na bunda para fazer ela se contrair e relaxar, da mesma forma que fez com o anal. Mensagens para fazer Idrolmi pensar que Ka era aquilo que ela perdeu. Por sua vez Ka estava ali, então iria aproveitar, beijar o pescoço, ombros, sugar os seios além de foder muito. Queria sentir Idrolmi por dentro, tentar entender por que estava olhando tanto para Ka. Aquilo poderia fazer Ka demorar para gozar... Porém talvez não fosse o caso de Idrolmi. A primeira gozada vem rápido, ela estava cheia de desejo. Ka então diz:
           - Essa foi a primeira, para atender seu desejo, mas acho que mais uma pela luxúria pode cair bem. Ka beija Idrolmi novamente e agora usa a mão direita para massagear o clitóris. Sem liberar o cuzinho, Ka não tinha muita saída a não ser gozar na bucetinha de Idrolmi. Com controle e cuidado Ka coordenar o orgasmo sincronizado dos dois. Fazer Idrolmi gozar enquanto gozava em sua bucetinha.
           Após acabar o que tinha que fazer, Ka pensa em como poderia fazer com Oribel e não sabe. As deixa e parte para ir atrás de Ochyllyss.

           Ao encontrar Ochyllyss, Ka sabia que não deveria interromper o serviço dos outros. Aquilo era meio complicado, era errado, mas não era a hora de fazer o certo. Porém também não precisava prolongar o ato mais que a concordância de Ochyllyss.
           - Sadista, Ochyllyss concordou em servir, então preciso ir atender aos desejos de Idrolmi. Você entende que ela tem prioridade, não? Tudo era feito para dar aparência que Ka conseguiu persuadir Ochyllyss a aceitar e que ao parar de foder ela era o mais adequado para a Sadista. Sadista, pode esclarecer algo pra mim? Ela pode falar? talvez fazer um boquete? Como funcionam os detalhes desta coisa? Depois de aprender os detalhes para não soltar Ochyllyss acidentalmente, Ka pega Ochyllyss, a limpa um pouco ali mesmo e a leva para seu quarto na casa. Ela precisava de um banho, perfume e ficar apresentável.
           - Então Ochyllyss, alguém já usou o intenso orgasmo debilitante em você? Ka tinha um plano, talvez uma forma de persuasão para organizar sua mente neste mundo levemente alterado. Ochyllyss, eu acho que algo estranho aconteceu. Talvez nossa vida tenha sido diferente da que me lembro. A ultima vez que lembro de ver você a gente estava no combate em que alguém tentou usar uma pedra para deixar você cega. Você estava na arena, lembra? Pode tentar explicar o que aconteceu entre nós de lá até hoje? Será que Ochyllyss acreditaria que um dia foram amantes e por alguma razão o mundo mudou? E se neste mundo ainda fossem amantes? Ka queria saber das pontas soltas e das razões pelos ataques. Para persuadir Ochyllyss com gestos e cuidados, Ka dá um banho nela para que fique apresentável e perfumada. Roupas para que possa andar por aqui com seu próprio estilo. Esse banho de loja pode mudar uma mulher.
           Na hora de partir seu destino era Grayditch, sairia lentamente da cidade, compraria suprimentos e consultaria um mapa para saber chegar até lá assim como os desafios a enfrentar.
           - Ochyllyss, você promete não me matar se eu te der uma arma? Preciso arrumar este mundo, apenas não sei como.
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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Sailor Paladina Qua Mar 03, 2021 9:15 pm

    Ka pede por mais detalhes a cerca da coleira pra serva de Idrolmi e ela esclarece que a escrava estava plenamente consciente de tudo o que acontecia e era capaz de obedecer quaisquer ordens dentro de sua capacidade física e mental. Que ele não devia se preocupar com eventuais reações dela, afinal, não tinha como a escrava ser mais veloz que o pensamento dele. Quando fosse dormir, era só amarrá-la a algum poste ou coisa parecida. A corda mágica da coleira era longa o suficiente pra amarrar as pernas e braços de uma pessoa, tanto suave como bastante desconfortável, à escolha dele. Ela diz que o item foi encantado pela própria Idrolmi e só obedecia àqueles que a feiticeira permitisse. Ka vai até Ochyllyss removendo a mordaça da boca dela e a venda em seguida. Ochyllyss fica surpresa ao vê-lo, mas nada diz, limitando-se a baixar a cabeça. Ka prefere levá-la embora ao invés de conversar ali. A sadista solta as amarras, dá um tapinha na bunda da elfa antes dela partir e diz que vai sentir saudades. No caminho até o quarto de Ka, o meio-elfo faz perguntas as quais Ochyllyss responde ainda de cabeça baixa sem rodeios. Sobre o efeito da coleira, ela diz que era sujeita àquela tortura com bastante frequência. Aquela sadista surrava enquanto a fazia sentir prazer e fazia carinho enquanto a fazia sentir dor. Ela realmente fazia jus ao apelido que sua senhora lhe deu. Quando pergunta sobre suas últimas memórias, Ochyllyss para de andar e olha pra Ka.
    - Se você tá falando daquele dia na arena, pensei que isso já era passado. Mas a última vez que te vi, eu tava tentando te matar até que alguma coisa pequena me agarrou pelas costas e me apagou.

    Ochyllyss suspira pesadamente e faz uma confissão. Diz que deixou a fama lhe subir a cabeça e que por isso não veio mais atrás dele.
    - Quando eu soube que você tava namorando aquela elfa, a princípio dei de ombros, mas não suportava a ideia de você ter outra!

    Ochyllyss volta a andar. Se tinha alguém pra ser culpada por Ka ir atrás de outra mulher, essa pessoa era ela própria. Pelo visto as traquinagens de Erotika não mudaram tanto assim os eventos ocorridos.Tudo ocorrera quase do mesmo jeito, exceto que a guerreira não foi ferida mortalmente e não teve que se aposentar mais cedo. Ka volta pro quarto e banha Ochyllyss que sente vergonha por estar sendo banhada pelo homem que nutria amor e ódio, tocada em suas intimidades, sabendo que nada podia fazer pra evitar, ela apenas se permite "apreciar" o momento. Dado momento ela fita Ka, tocando seu falo e pedindo com os olhos pra chupá-lo.

    ochyllyss:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 JJpHWgy

    Ka deixa Ochyllyss apresentável e a elfa agradece, embora não entendesse como ele ainda pudesse lhe tratar bem, mesmo depois dela ter tentado lhe matar. O casal deixa o quarto chegando no salão de entrada e se deparam com Idrolmi de pé frente a escadaria, vestida com uma roupa luxuosa enquanto segurava Oribel e Ysh'toka por coleiras. Ambas estavam nuas, de quatro e lambendo os pés de sua mestra.
    - Ora, vejam só! Parece que já está pronto pra partir. Até deixou essa puta bem vestida ao invés de carregá-la nua por ai...

    Idrolmi faz um movimento suave com a mão e rapidamente a fecha. O ato faz com que Ochyllyss segure o rosto de Ka e o beije na boca. Os dois se entreolhavam assustados e Ka sentia que sua boca parecia estar presa a de Ochyllyss como se um poder magnético os prendessem. Idrolmi dá um pequeno chute em Oribel pra que a elfa olhasse enquanto Ka beijava Ochyllyss. É possivel perceber por instantes a fisionomia triste de Oribel, suas orelhas baixam e uma lágrima rola no canto do olho, enquanto ela baixa os olhos e é ordenada a lamber os pés da mestra novamente.
    - Você foi trocada, Bebelzinha. Ka não se importa mais com você...

    Idrolmi estala os dedos pra Ysh'toka e aponta pro traseiro de Oribel pra que a nejokin lambesse a buceta e o ânus da elfa submissa. Idrolmi volta seu olhar pra o casal a sua frente e com um sorriso, permite que os dois separem suas bocas. Ochyllyss parecia nervosa, mas não diz uma palavra, apenas observando a reação de Ka. Já Idrolmi fita Ka por instantes esperando pra ver se ele se atreveria a contestar suas palavras. A maga certamente estava testando a fidelidade de seu empregado. Se ele nada dissesse, ela sorriria e chegaria perto dos dois olhando pra Ka e fala com voz sensual, pra então intimidar Ochyllyss:
    - Eu sei que você está indo pra Grayditch, fazer um servicinho praquele pau-mandado da Rainha. Se puder trazer alguém de lá pra mim, irei apreciar... E você, vagabunda, proteja o Ka como se sua vida dependesse disso. Você sabe que depende.
    - Sim senhora.

    Idrolmi dá permissão pro casal sair e aquele último diálogo praticamente põe Ka numa situação mais confortável com sua companhia, sabendo que Ochyllyss não se atreveria a fazer mal a ele. Porém, a maga foi no ponto fraco de Ka ao usar Oribel daquele jeito. Ao ouvir Oribel chorar baixinho, Idrolmi ordena que Ysh'toka praticasse fisting no cu dela. Oribel apenas observa Ka deixar a mansão acompanhado de uma mulher que ela odiava, enquanto sentia seu ânus ser arrombado pelo braço de uma amiga. No jardim da mansão, Ochyllyss não diz um a sobre o assunto, limitando-se a responder a Ka sobre armas. Ela não tinha mais o menor interesse em matar Ka ou feri-lo, independente da ameaça feita por Idrolmi. Já havia percebido os erros em suas atitudes e havia encontrado em Idrolmi, uma senhora que "valia a pena servir". Ao chegarem na rua, porém, a guerreira se abre pra Ka sendo honesta com ele sobre tudo o que passou na mansão desde que fora entregue por ele.
    - A madame é mais obcecada por você do que eu jamais fui, Ka. E ela sabe que você ama a Oribel. Só que ao contrário de mim, ela não vai desistir. Ela nunca vai te dar a elfa, sabendo que você a quer...

    Ochyllyss comenta que Idrolmi foi cruel com ela nos primeiros dias, a punindo por todas as suas interações com Ka, fossem amistosas, hostis ou mesmo sexuais. Mas ao entender que Ka não tinha mais interesse nela, a maga começou a deixar ela de lado, sendo castigada por suas subalternas como a Sadista. Porém, sabendo que o coração dele ainda pertencia a outra, Oribel iria sofrer muito nas mãos dela. E como ela sabia disso? Porque Idrolmi fez questão de fazê-la assistir a tudo enquanto descontava suas frustrações em ambas.
    - Ela não confia plenamente em você. Mas gosta de vê-lo se submetendo a ela e por isso não liga. Mas é como eu disse, ela só vai soltar Oribel no dia que você esquecer completamente que ela existe.

    Ka e Ochyllyss vão até uma loja local comprar suprimentos pra viagem e dão de cara com Miss Fortuna. Ela parecia estar distraída olhando os produtos em oferta na estante.

    Miss Fortuna distraída na loja e bastante a vontade:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 OWH7Art
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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Christiano Keller Qua Mar 10, 2021 12:14 am

    Ka,

    Com Ochyllyss:

           As instruções sobre a coleira foram guardadas na memória. Poderia treinar o bondage quando fosse dormir e amarrar Ochyllyss num posição confortável, porém segura. Ka sabia que poderia lidar com a situação naquelas condições sem grandes preocupações. Para diminuir algumas preocupações mas para direcionar outras Ochyllyss confirma outra parte dos eventos que aconteceram durante sua jornada no mundo pela deusa Erótika, Ka não alterou o mundo como esperava. Aquilo foi mais complicado do que Ka pensou e fazer a história se repetir tinha um gostinho de vitória. Aquilo justificava ao seu ego que suas escolhas foram boas, exceto no combate que perdeu. Certamente Ka precisava tornar-se melhor em combate.
           A quase confissão de amor de Ochyllyss também era interessante, ela queria ter algo com Ka. Será que Ka poderia usar isso para recuperar Oribel? Destruir as emoções de alguém por benefício próprio? Um herói batedor de carteiras talvez não deva ter essa parte de sua fama construída assim. O dilema aparece na mente de Ka, mas fica para depois no exato momento que Ochyllyss o toca.
           - Faça como quiser. Prometo um orgasmo debilitante para você no final. Ka se deixa levar pelo momento. O perfume de seu quarto o faz lembrar de bons momentos ali. A sensação de dedicação também o faz relaxar e os músculos tensos estão em outra condição. O calor do ambiente, assim como de Ochyllyss transformam as sensações de morar debaixo da terra.
    +18:
    Ka sabia que poderia causar o orgasmo segundos após o seu, talvez ainda durante. Ka até sabia como gostaria de fazer acontecer. Um calor quase desconfortável entre as pernas, espalhado pela frente e por trás. Um ponto mais sensível do lado de dentro do corpo perto de onde os lábios se juntam. A onda de choque se espalha de forma crescente dali até as extremidades. O calor e formigamento de prazer fica forte até que uma tremedeira começa forçando a fechar os olhos. Gritos ou gemidos de prazer podem escapar dos lábios dela por puro prazer.


    Com Idrolmi e demais:

           Quado Ochyllyss fica apresentável Ka segue com ela para a saída e encontra Idrolmi que diz:
           
    Idrolmi escreveu:- Ora, vejam só! Parece que já está pronto pra partir. Até deixou essa puta bem vestida ao invés de carregá-la nua por ai...
           Ka olha para Idrolmi e diz:
           - Gosto de ser discreto quando estou a trabalho. Uma afirmação perigosa, Ka era do tipo sorrateiro, que quando sua amante percebesse ela já estaria ardida de prazer e com um sabor salgado na boca. No entanto Idrolmi ainda tinha outras surpresas para eles. O beijo entre os dois foi uma surpresa para Ka. Será que ele estava sob controle de Idrolmi ou era apenas a habilidade física de Ochyllyss? Ka logo compreende que era a habilidade de Ochyllyss graças ao movimento de Idrolmi. Ela era um completo boneco em suas mãos. Ka deveria dizer que sempre cumpre suas promessas, mas não consegue naquele momento. Precisará dizer isso depois para Idrolmi na presença de Oribel na esperança de que Oribel lembre de algo sem que Idrolmi saiba. Aquilo parecia complexo, Idrolmi parecia saber o que acontecia na sua mente de alguma forma. Será que ela poderia fazer isso? Ka havia feito uma promessa para Oribel no passado e tinha intenção de a executar, apenas não sabia como naquele momento.


    Fora da Mansão com Ochyllyss:

           A frase de Ochyllyss foi importante.
           
    Ochyllyss escreveu:- A madame é mais obcecada por você do que eu jamais fui, Ka. E ela sabe que você ama a Oribel. Só que ao contrário de mim, ela não vai desistir. Ela nunca vai te dar a elfa, sabendo que você a quer...

           Ka balançou a cabeça para dizer que entendeu o que ela falou.
           - Você desistiu de mim? Eu acho que você quase me matou neste mundo. Aquilo não foi algo seu, foi um serviço para alguém? O que será que Ochyllyss poderia falar sobre  isso? Será que havia algo a mais no ar? Ou com a quase morte e sadismo horrível Ochyllyss tenha mudado de ideia?


    Na loja de suprimentos:

           Ka olha por um momento para aquela visão conhecida e diz:
           - Vejo que a Fortuna está sorrindo para mim. Se piscar eu te abraço. Ka ainda lembra do sexo que ambos fizeram. Seus olhos ficam semi serrados por um segundo quando ele pensa em Ménage. A tensão preenche a calça de Ka quando seu membro fica ereto em meio ao tecido dobrado. A situação pede por uma ajeitada discreta mas talvez nem tanto. Ao confirmar a identidade de Fortuna, Ka será um cavalheiro na frente das suas já que algumas coisas não era necessário espalhar. Se fortuna der mais liberdades, Ka vai aceitar todas. Depois vai perguntar sobre Grayditch e comentar que tem dois trabalhos ali e se Fortuna poderia ajudar de alguma forma, talvez indo até lá como guia.
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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Sailor Paladina Sab Mar 27, 2021 6:52 pm

    Ka havia perguntado a Ochyllyss se a tentativa de assassinato partira dela própria ou se havia sido mandada. Normalmente a elfa responderia no ato, mas depois de tudo o que passou nas últimas semanas, ela hesita e isso fica óbvio pra Ka. Ela para por instantes, menciona ter sido inspirada a dar cabo de Ka pelo Lobo Solitário, quando mencionou ciúmes de Oribel, mas não crê que a ideia partira de qualquer outra pessoa além dela própria. Diz que sentiu isso bem antes de ser escravizada por Idrolmi, logo a maga no máximo se aproveitou de suas memórias pra abusar mentalmente da escrava. Ka também sabia que Idrolmi não o conhecia na época em que vivia em Dirtmouth, riscando a possibilidade de qualquer ligação. Era amor genuíno.

    Na loja, Ka chama atenção de Fortuna e a elfa se levanta vindo na direção dele já passando a mão no pau dele por cima da calça e soprando o cabelo dele.
    - É parece que a sorte sopra a seu favor, docinho...

    Fortuna encara Ochyllyss por instantes e nota a coleira no pescoço dela.
    - Há quanto tempo, Lili... Quando cheguei de Grayditch e tentei alugar um cafofo em Dirtmouth, você era toda melosa por mim, me deixava chupar seu cu, fazer você gozar com sua bucetinha nos meus dedos, lembra?
    - Depois de dois meses você queria morar de graça, pagando com sexo. Sexo não paga contas e eu tive que me aposentar da arena porque... (Ochyllyss leva a mão a um dos olhos e então fita a palma da mão, meio confusa)
    - Aposentar? Você foi campeã várias vezes, comprou a arena e aquele condomínio todo, sua safada!

    Fortuna lambuza os dedos com saliva e segura Ochyllyss de surpresa com um beijo na boca e dando dedadas nela por trás. O vendedor no balcão pigarreia ao ver o pega entre as duas elfas e fita Ka como se o culpasse.
    - Vai comprar alguma coisa, meu rapaz? Se querem fazer putaria procurem um bordel.
    - Eu já tava de saída. - Diz Fortuna - Te espero lá fora Ka.

    ---

    Fora da loja, Ka comenta com Fortuna sobre sua intenção de viajar pra Grayditch e a elfa diz que adoraria fazer companhia ao casal. Afinal, depois que Nekobese resolveu abandonar seus velhos comparsas, ela ficou sem emprego. O Shamanista provavelmente voltou pra mestra dele e ela nao gostava de segurar vela pra Mortalha e o Estranho. Fortuna pergunta quais eram os planos de Ka em Graydtich, mas entenderia se ele preferisse não dizer. Tampouco teria como saber se ele contasse uma mentira. O trio segue seu caminho na direção da Encruzilhada onde poderiam conseguir montarias a fim de acelerar a viagem. Idrolmi proveu recursos suficientes para tal. Levaria pelo menos quatro ciclos para alcançarem a Ponte do Demônio Afogado. Se perguntada pela origem do nome peculiar, Fortuna diria que o nome é tecnicamente incorreto. De fato um demônio ou seja lá o que fosse tal criatura, residia no pântano onde a ponte atravessava. Seu nome era Shuma-Gorath e ele se parecia com um enorme polvo com um olho gigante e muitos tentáculos. Era um sommelier de bucetas e cuzinhos élficos. Bastante educado inclusive. Ela o conheceu pessoalmente em suas muitas passagens pelo lugar.
    - Ele é bastante sábio e conhece praticamente tudo do mundo, mas não compartilha sua sabedoria sem favores em troca. E não falo de favores sexuais, isso ele faz de graça.

    Fortuna diz já estar cansada e que deveriam acampar ali. Tava inclusive louca pra tirar o atraso com sua antiga namorada e não se incomodaria de um ménage com Ka.
    - Por sinal, porque ela ainda tá com essa coleira?

    Os ciclos se passam com Ochyllyss e Fortuna não perdendo uma oportunidade de chuparem uma a outra. Seria uma ótima oportunidade pra Ka fazer uso da coleira pra seu próprio spin de como se torturar uma elfa.

    Spoiler:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 7MnYoTf

    Ser alvo dos efeitos da coleira, faz com que Ochyllyss peça a Ka pra não vestir suas roupas novamente. Na verdade pedia que ele ativasse os efeitos com frequência enquanto ela corria a pé atrás dos cavalos. O efeito era muito viciante. Fortuna até considera experimentar, mas a coleira era amaldiçoada e irremovível.
    O ar começava a ficar mais úmido a medida que se aproximavam do pântano, com o cheiro meio mofado. A estrada estava coberta por poças d'água aqui e ali e a ponte podendo ser vista a distância. Ao se aproximarem da ponte, o trio percebe o que parecia ser uma perna feminina decepada. Não havia sinal de sangue e estava perfeitamente cortada. Ochyllyss pergunta se o monstro podia ter matado alguém e Fortuna descarta a hipótese. Nunca ouviu falar dele matando qualquer pessoa, ainda mais mulheres.  Talvez fosse melhor ignorar e continuar seguindo pra cidade. Estariam lá em poucas horas.
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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 3 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Christiano Keller Sab Abr 03, 2021 8:41 pm

    Ka,

           O Lobo Solitário parecia ser o encarregado por fomentar o ataque, mas quem seria o mandante da morte de Ka? Por que Koyan tinha interesse em Ka daquela forma? A baronesa da família Discordia, irmã de Oribel, Origa, era o problema até então na mente de Ka. Porém todas as peças ainda não estavam encaixadas. Alguma coisa a mais estava acontecendo e Ka não sabia de tudo. O Barbeiro, o Açougueiro e o Cinza estavam ligados em uma trama maior enquanto Idrolmi conseguia aumentar seu poder. Ysh'toka agora era uma Baronesa com um geas, então Idrolmi estava numa posição muito melhor. Ainda assim Origa parecia mais poderosa, mas será que Oribel seria tão fraca? Aquele dilema estava na mente de Ka, mas ele disse que faria uma coisa por Oribel, talvez tenha que fazer valer sua promessa até o fim.

           O encontro com Fortuna na Loja foi muito interessante e a sorte definitivamente estava no caminho de Ka naquele momento. Fortuna poderia ajudar a chegar até seu destino. Porém Ochyllyss menciona o olho e sua aposentadoria. Ka então diz:
           - Ochyllyss isso é parte de algo que não aconteceu neste mundo. Assim como outras coisas que mudaram. Eu te salvei naquele dia. Agora vamos pegar os suprimentos. Fortuna já encontramos com você. Vou pegar suprimentos para 3. Ka então se volta para o homem na loja e diz: Quero suprimentos para viajar. Pode ajudar-me com os detalhes? Ka comenta a distância, o tempo estimado de viagem que eram uns 4 dias a cavalo, mais alguma coisa de margem para ida e volta, assim como uns dias ali. Uma das coisas que Ka compra é um plug anal para Ochyllyss, mas era um presente. Oribel tinha um com correntinha que usava por conta do treinamento. Talvez um bom contado de onde comprar comida em Grayditch para ficar mais uns dias. Com os detalhes resolvidos, a carga é distribuída entre os dois, mas Ochyllyss era mais forte, logo teria carga maior.

           Ao encontrar Fortuna do lado de fora da Loja Ka comenta sobre sua intenção de viajar pra Grayditch. A elfa diz que adoraria fazer companhia ao casal e Ka diz de forma curiosa:
           - Acha que formamos um casal Ochyllyss? Ka ainda tinha a impressão que Ochyllyss o mataria ou fatia algo assim.

           Quando Fortuna pergunta quais eram os planos de Ka em Graydtich, Ka pensa sobre o que dizer. Barrabus o cinza, alguém para Idrolmi. Como poderia explicar aquilo?
           - Tenho que encontrar duas pessoas. Quando tivermos menos curiosos por perto eu te passo mais detalhes. Ka então aguarda deixar a parte próxima da cidade para poder falar para Fortuna sobre Barrabus o Cinza e uma escrava para Idrolmi. Ambas tarefas complicadas.

           O trio seguiu seu caminho na direção da Encruzilhada onde poderiam conseguir montarias a fim de acelerar a viagem. Cada um tinha então um cavalo e um quarto para carregar alguns dos suprimentos. Ka sabia que pelo menos uma pessoa voltaria com eles, então precisaria de mais uma montaria. Ao pensar no cavalo lembra da viagem que fez com Oribel da primeira vez. Foi uma boa memória, um momento feliz. Os detalhes da memória deixam Ka pensando em como abordar as duas que pareciam interessadas em se pegar. Levaria pelo menos quatro ciclos para alcançarem a Ponte do Demônio Afogado e em quatro dias poderia acontecer muito sexo.
           - Fortuna, essa ponte com o nome estranho, o que houve lá? Fortuna diz que o nome é tecnicamente incorreto. De fato um demônio ou seja lá o que fosse tal criatura, reside no pântano onde a ponte atravessava. Seu nome é Shuma-Gorath e ele se parece com um enorme polvo com um olho gigante e muitos tentáculos. É um sommelier de bucetas e cuzinhos élficos. Bastante educado inclusive. Fortuna o conheceu pessoalmente em suas muitas passagens pelo lugar. Logo Fortuna pergunta:
    Fortuna escreveu:- Por sinal, porque ela ainda tá com essa coleira?
           - Bem, Idrolmi a colocou e acho que ela pode matar a nós dois se a removermos. Ou talvez ela morra. Ka faz uma cara de que é melhor deixar assim. Naquele momento eles escolhem um local para acampar. Um ponto meio escondido de possíveis curiosos ou ladrões. Fortuna parece que deseja tirar o atraso com Ochyllyss.

    +18:
    Forutna e Ochyllyss estavam juntas já começado o pega pega. Aquele era o primeiro encontro das duas mais a vontade e pelo beijo com direito a dedadas na loja, as duas sabiam o que queriam. No entanto um menáge é uma estrutura mais complexa que um casal. No casal a atenção é voltada um ao outro, já no menáge a coisa fica mais complicada pois não há como uma boca estar em dois lugares ao mesmo tempo, ou um pau em duas bucetas. A fila precisa ser organizada de forma a fazer uma linha ou um triangulo, sempre com alterações para uma pessoas não ficar com apenas uma o tempo todo.
    Ka então começa a ficar entre a cabeça de Ochyllyss e a buceta de Fortuna. Ochyllyss ganharia um pequeno prazer toda vez que tocasse o fundo da garganta mas Ka tentava manter a atenção em Fortuna. Lamber toda a região era muito importante mas ele não se contentava apenas com isso, queria sugar os lábios com vontade. A língua passa entre as dobras da pele, mas a boca cobre a parte superior para sugar bastante. Uma daquelas chupadas que pode até estalar. A língua dentro da boca faz pressão no ponto em que os lábios se juntam formando um ponto duro que parecia maior. O cheiro dos três ali juntos parece forte e sensual, é o cheiro de sexo forte. A mistura de um pouco de suor pelo exercício parece natural. As mãos passeiam pelo corpo sentindo a pele macia das elfas mas algumas cicatrizes também. Detalhes do corpo de cada um deles é percebido pelo outro assim como pelos ou a ausência deles. Os sons dos três respirando e gemendo de prazer quando soltam as bocas dos corpos também desperta sentidos novos e diferentes. Era como fazer sexo com uma outra pessoa no ambiente. Em cetros momentos era como ter a atenção de duas pessoas para uma, com mais mãos que apenas uma pessoa tem. Após alguns momentos, Ka parece sentir um orgasmo em Fortuna e proporciona um para Ochyllyss com a coleira.
    - Vamos mudar de posição. Agora era vez de Fortuna o chupar, Ochyllysss chupar Fortuna e Ka chupar Ochyllyss. As lambidas intensas agora se repetem na buceta molhada e saborosa de Ochyllyss. O prazer parece mais intenso e fácil de ser alcançado da primeira vez, agora parecia mais difícil ou apenas precise de mais um tempo. Como as duas pareciam muito interessadas uma na outra Ka usa e abusa da língua e dedos. O objetivo era levar as duas até a loucura do prazer antes de Ka gozar.
    Ka então coloca Ochyllyss deitada de barriga para cima e coloca Fortuna com a bunda para cima de forma que ela possa chupar Ochyllyss e Ka a pegar. Molhadinha assim o pau entra com facilidade mas ainda assim devagar. O dedo passeia pelo cuzinho de Fortuna para provocar até a hora certa de foder forte. As estocadas de Ka fazem as lambidas de Fortuna parecerem mais intensas. Com os dedos Ka pode fazer uma dupla penetração e tentar arrancar mais prazer de Fortuna. Quando ela goza, Ka agora troca a fila e pega Ochyllyss. Mas graças ao poder da coleira, Ka faz Ochyllyss gozar toda vez que mete no seu cu. Se fosse ficar viciada, precisava ser naquilo ou em beber o Ka. Quando está perto do clímax, Ka chama as duas:
    - Venham aqui. Um pouco cada uma. Quem será a sortuda? Ka não sabia qual delas teria a sorte grande, mas parece que Fortuna tinha um lado místico ao seu lado. Porém Ochyllyss teria outro orgasmo quando colocar o pau de Ka na boca que vai aumentar enquanto ela o chupa até secar. Se por um lado o sexo foi muito bom, Ka sentiu um pouco de falta das palavras e das frases vulgares que podem despertar alguma sacanagem. Falar ali para uma pessoa em vez das duas ao mesmo tempo parece ser algo estranho. Apenas comandos e instruções pareciam mais adequados pois era tudo para fazer as mulheres se posicionarem, logo era uma ordem para uma para dar prazer para a outra. Só o final que Ka demonstrou algum controle em ter seu próprio prazer.

           Ser alvo dos efeitos da coleira, faz com que Ochyllyss peça a Ka pra não vestir suas roupas novamente. Na verdade pediu que ele ativasse os efeitos com frequência enquanto ela corria a pé atrás dos cavalos. O efeito era muito viciante. Fortuna até considera experimentar, mas a coleira era amaldiçoada e irremovível.
           - Nada de correr enquanto está sob os efeitos da coleira. Por que não me explica o que está pensando com isso? Eu acho que se você treinar assim os efeitos da coleira não serão mais debilitantes pois ainda poderá se movimentar. Por que não conta para mim o que está tramando Ochyllyss? Essa prática contra os efeitos da coleira precisa ser compreendida e Ka queria saber o que estava acontecendo. Se Ochyllyss pudesse correr e se movimentar, talvez até combater sob os efeitos da coleira, então aquilo não teria mais efeito. Nessa hora que Ka oferece o plug para Ochyllyss, assim ela poderia ficar mais confortável com os brinquedos. Ochyllyss estava tramando algo e Ka queria saber o que era. Será que poderia fazer Ochyllyss uma guerreira novamente mesmo sob os efeitos debilitantes da coleira? Um consolo de bom tamanho pode ser uma bela arma.

           Ao se aproximarem da ponte, o trio percebe o que parecia ser uma perna feminina decepada. Não havia sinal de sangue e estava perfeitamente cortada. Ochyllyss pergunta se o monstro podia ter matado alguém e Fortuna descarta a hipótese. Nunca ouviu falar dele matando qualquer pessoa, ainda mais mulheres. Talvez fosse melhor ignorar e continuar seguindo pra cidade. Estariam lá em poucas horas.
           - Fiquem atentas para os outros lados, se isso está aqui de propósito é apenas para nossa distração. Fortuna, acha que algum assassino poderia fazer isso? Parece que há o resto de uma pessoa que precisa de ajuda. No entanto não sei se devemos ajudar. Ka sabia que como um bom ladrão era importante distrair seus alvos para atacar do outro lado. Enquanto passam ali, Ka olha se há rastros de sangue, certamente o resto deveria sangrar muito, exceto se for planejado para um torniquete. Alguém premeditou o crime e queria aprontar algo. Será que Ka reconhecia a perna em questão? Não era algo bom para reconhecer, mas era importante se vingar de alguém.
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