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    Ka III (SP) - Christiano Keller

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     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 4 Empty Re: Ka III (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Sailor Paladina Sab Abr 17, 2021 7:53 pm

    Do lado de fora da loja, Ka questiona se os dois ainda poderiam formam um casal e Ochyllyss suspira pesadamente antes de responder que não. Não mais. Ela havia perdido a oportunidade quando decidiu deixá-lo pra perseguir sua carreira como gladiadora. Ka agora tinha Oribel que era o amor da vida dele. Ela agora não passava de uma escrava, privada de seus títulos, suas posses e de sua própria vontade. Uma elfa pervertida sem noção de vergonha. A viagem segue normalmente com eventuais paradas pra sexo, até que em um determinado momento, Ka fica receoso com o pedido feito pela guerreira, insinuando que ela talvez quisesse resistir aos efeitos de sua coleira. Ka decide dar o presente que comprou pra Ochyllyss e a elfa se vira de costas, abrindo as nádegas pra ter o objeto enfiado em seu cuzinho, mas continua a negar que tivesse qualquer intenção de fazer mal a ele. Fortuna diz que se Ochyllyss quisesse realmente matá-lo, não iria revelar. Talvez fosse o caso de torturá-la com os efeitos da coleira até ela admitir. Ochyllyss olha assustada pro casal a sua frente insistindo que aquilo não era necessário. Seu pedido foi apenas já havia "passeado" com sua dona puxando uma charrete, sob chicotadas. Ela achou que Ka poderia fazer o mesmo com ela. Porém Ka precisava ter certeza e concorda com a ideia de Fortuna, ativando o orgasmo debilitante. Ochyllyss começa a se tremer e urinar, caindo no chão e sentindo seu corpo ser "atacado" por várias mãos tocando suas intimidades. Não demora pra que comece a arfar e implorar piedade.
    - Eu juro que não quero mais lhe matar, Ka... eu juuuuuuro, por favor paaaaare, eu juro, eu jurooooooooo.

    tortura de ochyllyss:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 4 UnuVYJy

    O trio dobra as atenções quando Ka sugere que aquilo possa ser uma armadilha, mas o fato é que estavam perfeitamente sozinhos naquela área. Ninguém indo ou voltando. Fortuna se aproxima da perna decepada e nota algo estranho, pedindo pra Ka vir olhar. Aquela perna não era feita de carne. Parecia algo criado, embora muito parecido com o membro real. A parte de cima que supostamente ficaria interligada a virilha tinha partes metálicas, como se aquilo se tratasse de uma prótese. Talvez tenham se preocupado à toa? Alguma mulher perneta deixou sua "perna" falsa pra trás? Será que deveriam levá-la? O grupo segue o caminho ainda atento a qualquer perigo que pudesse surgir, atravessam a ponte e é quando Fortuna e Ochyllyss caem dos cavalos delas, sentindo orgasmos repentinos e contínuos, sem controle algum de seus movimentos. Estranho visto que Fortuna não usava a coleira e Ka não estava fazendo nenhum comando. Por sinal, Ka também sente um orgasmo, seu pênis duro implorando pra sair da calça. O prazer forte o faz apear e sentar no chão com aquela sensação de uma boa gozada. Contudo pra vantagem de Ka, o período refratário o imuniza por tempo suficiente pra manter alguma consciência do que tava acontecendo. Aquilo tinha sinal de ser uma armadilha. O ladino ouve uma voz na sua cabeça enquanto Fortuna e Ochyllyss não paravam de gemer e se contorcerem.
    - Ah! Que droga, um homem viril no grupo. Minha magia de área tem efeito menor em você... Hm. Talvez você seja justamente quem eu esteja precisando...

    A voz que invadia a mente de Ka era cheia de eco, como se viesse de algum lugar distante. A voz se identifica como Shuma Gorath, nome que Ka ouviu de Fortuna momentos antes. Ele diz que normalmente pegaria as duas fêmeas ali, as estupraria e as largaria ali, mas faria uma exceção daquela vez, pois precisava de um favor de alguém que ele considerasse capaz e que não tivesse medo de conversar com o "monstro do pântano". Ka tinha a opção de tentar fugir ou de aceitar o convite. Caso recusasse, Ka sentiria outra vontade de gozar, dessa vez mais forte e pegaria no sono, acordando horas mais tarde, nu, e com Fortuna e Ochyllyss também nuas, meladas de porra e chupando seu pau. Caso aceitasse, aconteceria a mesma coisa, porém ao olhar ao redor Ka veria alguns vaga-lumes formando uma espécie de caminho por entre o brejo, indo mais fundo no pântano. Os cavalos e equipamentos haviam desaparecido.

    após acordar:
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    Mensagem por Christiano Keller Sab Abr 17, 2021 11:22 pm

    Ka,

    _Antes da ponte_
           Fortuna estava certa de que Ochyllyss não iria revelar nada sobre o que tinha em mente. A tortura com os orgasmos debilitantes precisa ser preservada para os momentos adequados e não viciar Ochyllyss naqueles efeitos. No entanto passear com chicotadas poderia ser providenciado para ela se habituar a tais condições. Ka sabia das habilidades de combate de Ochyllyss e treinar este tipo de coisa poderia ser bom para ela. Quando as roupas, Ka escolherá quando deve ficar vestida ou nua. Em algumas comunidades talvez seja melhor para Ochyllyss se cobrir, ainda mais com seu novo presente. Em outros casos deveria fazer tudo apenas com a coleira e o presente.
           - Fortuna, eu não sabia se iria gostar de um presente assim. Do que você gosta? Ka gostava de conversar antes com as pessoas para escolher presentes mais adequados. Assim não haveria nenhuma surpresa desagradável. No caso de Ochyllyss como escrava de Idrolmi, era melhor estar laceada ou ao menos não perder o hábito.
           Após a tortura de Ochyllyss que parecia jurar que não queria matar Ka, tudo volta ao normal. No entanto Ka não compra a ideia direito e acha que Ochyllyss ainda poderia querer vingança. Ka sabia que ela fez várias coisas para persegui-lo no passado. Assim próximo teria que fazer mais para conseguir alguma coisa um pouco diferente.
           - Ochyllyss, você gosta de perfumes? Ka tenta lembrar do perfume que estava em seu tornozelo quando atacou a cabana dos dois na encruzilhada. Talvez Lavanda? Ka olha para Fortuna e pergunta para ela também: e você Fortuna? Qual prefere? Gosta que eu use algum em particular? Ka puxa um pouco de papo com Fortuna também. Lidar com duas mulheres ao mesmo tempo é mais difícil do que parece. Algum tempo depois Ka pergunta para Fortuna: Você gosta de jogos Fortuna? Parece o tipo de coisa que você sempre ganha. Ka puxa conversa pois a viagem era longa.

    _Sobre a prótese na beirada da estrada_
           Ka observa com Fortuna a prótese que estava ali. Sem marcas ou traços, que Ka imagina que alguém não deixaria uma prótese como aquela no chão sem razão. A dona sem uma perna não a deixaria nem para ir fazer xixi, por outro lado se o fizer deixaria um rastro com um pé só ou algo mais marcante. Era provável que a prótese tenha caído.
           - Vamos levar a prótese. Podemos entregar para as autoridades locais já que alguém pode perguntar sobre a peça. Também pensei em deixar um recado, o que acham? Ka escreve com pedras "prótese" e faz uma "seta" na direção em que vão. Talvez alguém veja a informação e siga para lá. Ou não, mas aquele tipo de maldade gratuita não era de sua aprovação. Torturar, matar, roubar é diferente de fazer algo sem vantagem nenhuma. Em parte Ka conseguia entender Idrolmi treinando CUrriers como Oribel, era parte de sua profissão fazer aquilo, então tinha que ser boa na profissão. Mas para com as outras pessoas era mais difícil.

    _O encontro com Shuma Gorath_
           A armadilha pegou a todos.
           - Shuma Gorath, certo? Vamos conversar. Ka sabia que não deveria apertar quem tem poder fazer esse tipo de coisa com eles. Se recusar poderia terminar com um tentáculo no lugar errado. Ou morto. Morto era melhor do que com o tentáculo no lugar errado.
           Ka estava sonhando com as duas e parece que está sonhando ainda. As duas estão ali juntas e com vontade. A sensação era incrível, mas ai Ka começa a sentir mais coisas do que realmente num sonho. Tinha a sensação do chão em que estavam, o brilho dos vagalumes ao redor assim com a ideia de que estava num pântano. Ele estava realmente acordado agora.
           - Continuem. Vamos. Não sei se tem o suficiente para as duas mais uma vez. Ka aproveita o momento para apenas depois perguntar: Alguém lembra o que aconteceu? Vou conversar com Shuma Gorath. Se ao menos nossas coisas estivessem aqui poderia ficar mais apresentável. Refeito do sexo e tentando ficar apresentável com a situação segue o caminho dos vagalumes para falar com Shuma Gorath. Não deixem nenhuma gota no corpo da outra. Isso pode parecer inadequado para nosso anfitrião. Ka não queria ver gotas de nada na cara de ninguém pois poderia passar uma impressão errada, de desperdício.
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    Mensagem por Sailor Paladina Sab Maio 08, 2021 6:25 pm

    Seguindo pelo caminho indicado pelos insetos, o trio caminha por cerca de vinte minutos com a água batendo em seus tornozelos. O lugar é frio e enevoado, dificultando a visão. Não fossem os vaga-lumes, provavelmente já estariam perdidos no pântano. Em certo ponto da caminhada, o chão começa a ficar mais macio e lodoso, a água já alcançando os joelhos deles. A voz volta a ser ouvida enquanto enormes tentáculos surgem a medida que a névoa some, dando visão a ruínas do que provavelmente já foi um pequeno palácio. Em seu centro uma figura enorme e grotesca parecendo ser proveniente de pesadelos, sentava em um trono partido. Mulheres de diferentes raças e etnias eram curradas por tentáculos que brotavam de seu corpo. Shuma Gorath é imenso, muito maior do que podiam imaginar. Ochyllyss e Fortuna caem no chão com medo e rapidamente sentem suas bundas serem penetradas enquanto gozavam e se debatiam inutilmente tentando escapar. Ao olhar diretamente pra Ka, Shuma faz uma careta e arremessa as roupas do ladino de volta. O monstro pede que Ka se vestisse rápido, pois a visão de outro macho nu lhe desagradava. Os cavalos e equipamento estavam intactos num dos cantos das paredes. Após Ka se vestir, Shuma não perde tempo e vai direto aos negócios. Ele afirma ter vindo de um outro mundo, uma versão alternativa de Erotika conhecida por Éden. Após um experimento mágico que resultou numa explosão, ele e sua elfa negra favorita foram teleportados para aquele mundo, só que sua amiga Shallaidah não apareceu junto com ele.
    - Embora eu seja um mago poderoso, modéstia à parte, imagino que existam outros com poder similar ou maior por ai e não quero arriscar a minha segurança ou a dela. Preciso que alguém a resgate por mim...

    shuma-gorath:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 4 UoRxRvd

    Shuma diz que uma vez que o meio-elfo o viu, não era mais opcional recusar sua proposta, sem graves consequências. Contudo, obviamente, lhe daria os recursos e informações necessárias pra sua tarefa. Pra começar, ele garante que nem Ochyllyss nem Fortuna deixariam aquele local sem que sua amiga fosse resgatada. Ochyllyss fica enterrada num invólucro embaixo da terra e Fortuna presa perto da parede.

    ochyllyss e fortuna reféns:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 4 PoxjhW5 Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 4 CBKLk9p

    Depois afirma que "Shall" como ele costumava chamá-la, está em algum lugar daquele reino, por isso permaneceu ali. O monstro agita um tentáculo no ar e Ka pode ver a aparência da elfa que Shuma procurava. Agora ele tinha uma imagem e um nome. Afirma que Shall era uma elfa de chocolate linda e inteligente e que ela certamente sabia se virar nos dois sentidos. O motivo de ainda não ter ido procurar por ele que era uma incógnita. Queria voltar pra Éden, mas não iria sozinho.

    imagem de shallaidah:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 4 8oAJ5a3

    Shuma arremessa um amuleto sagrado e um corpo feminino aos pés de Ka, cuja cor de pele batia com a da perna que ele encontrou na ponte.
    - Encontre a cabeça dela e as partes devem se juntar, igual a perna que você trouxe. É uma espécie de construto que tentou me matar (hahaha) quando capturei a clériga de Fenrir que a acompanhava. Ponha esse amuleto e ela vai defender você com a própria vida. Confesso que ela é uma guerreira letal. Cortou alguns dos meus braços, mas eles crescem mais rápido do que são cortados. Mwahahaha.

    corpo da construto:
     Ka III (SP) - Christiano Keller - Página 4 SR49h6o

    O amuleto parecia uma bigorna de ferro miniatura, não mágico. Ka estava meio que enrascado ali. Não teria como levar suas companheiras a menos que convencesse Shuma, mas o monstro não parecia nenhum pouquinho interessado. Quando quisesse poderia partir.
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    Mensagem por Christiano Keller Dom Maio 09, 2021 9:37 pm

    Ka,

           A caminhada pelo pântano era estranha e Ka sabia que se ele quisesse matar, já teria feito. Havia algo de estranho naquilo mas também era uma oportunidade para aprender. A caminhada pelo lugar foi molhada e uma forma de aprendizado para Ka, algumas pessoas estava dispostas a tudo. A outra coisa era que bom gosto era relativo, pois morar em ruínas com tanto poder era uma questão de escolha. Ka até entende que ficar escondido é uma boa coisa para se fazer e aceita o que Shuma Gorath fez como uma escolha meio válida. O curto prazo parecia mais longo que o imaginado.
           As ruinas tinham uma composição interessante. O local parecia ao mesmo tempo escondido mas público, o que poderia ser excitante. A umidade do lugar não deixa o frio aparecer, mas também não esquenta demais, sempre está agradável e molhado como outros lugares cheios de prazer. O cheiro do pântano é puro, não é fétido, não ao menos onde estão. A sensualidade das garotas variadas ali era grande e cada uma parecia estar em um estágio diferente de seu entretenimento. Poderiam ser vítimas de Shuma, mas a própria Fortuna havia dito que já tinha passado por ali. Talvez todos apenas estejam se divertindo.
           Ka se veste logo, não queria ficar pelado ali com nada. Vai que o cara erra algo na suruba, era perigoso. Depois de conversarem e entender a proposta, Ka repete para garantir que entendeu:
           - Só para esclarecer. Encontrar a Shall e ao encontrar a cabeça da constructo com este artefato ela vai me proteger. A constructo pode ficar comigo depois? Além das minhas amigas? Ka olha para os lados pensando em como achar e lembra do artefato que tem que serve para rastrear pessoas. Poderia usar para rastrear a constructo? Talvez Shall? Eram vários perigos ali. Sei que você quer aumentar as chances de encontrar sua amiga. Tenho uma proposta para você para aumentar as chances. A minha amiga Fortuna conhece a região ai, ela poderia ajudar a evitar problemas. Por outro lado a Ochyllyss é uma guerreira que pode proteger-me dos perigos aqui. Eu trabalho com a tarefa de encontrar pessoas e cumpro minhas promessas. Então nossa equipe será muito mais eficiente do que apenas um de nós. Ka olha para as moças presentes para tentar lembrar de suas faces se for necessário fazer alguma troca depois, no entanto com tantos sorrisos era provável que elas não queiram ir embora.  

           Ka após persuadir Shuma-Gorath ou não, deixa o local e usa seu artefato mágico para localizar a constructo. Talvez achar ela fosse o melhor a fazer num local tão perigoso. Escondido, nas sombras com a capa e furtivamente o destino de Ka estava com a Constructo. A perna com o corpo feminino estavam junto, já dava uma ideia sobre o que procurar. Porém onde é que a cabeça poderia estar? Num lugar perigoso como aquele, Ka avalia se deveria usar o cavalo para seu transporte ou se deveria andar a pé. A pé a capa e suas habilidades podem fazer uma grande diferença, enquanto que montado no cavalo, o próprio cavalo poderia entregar sua localização.
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