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    [LOCAL] LOBBY DE ENTRADA

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    Mensagem por scorpion em Ter Maio 12, 2020 9:08 pm

    [LOCAL] LOBBY DE ENTRADA Lobby_10
    Assim que entram pela porta, os personagens se vêem aqui. É um local suntuoso e bem fino, com poltronas, mobília decorativa e um quadro da família Xavier. Uma escadaria dá lugar para os dormitórios, sendo a ala esquerda a feminina e a direita a masculina.
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    Mensagem por scorpion em Qui Maio 14, 2020 1:40 am

    Na cena: @Khaleesi @GodsCorpse @Pikapool

    BEATRIX:


    Foi um longo caminho da casa dos Gardner até Westchester, no Instituto Xavier para Jovens Especiais. Beatrix foi buscada em sua casa por um casal... um homem muito grande e musculoso que mais parecia um fisiculturista e de sotaque estranho que se apresentou como Peter e uma mulher negra de traços marcantes com o nome de Ororo. Depois de muito conversarem com seus pais, eles conversaram com Beatrix em particular sobre o que acontecia com ela. Sobre como seus ferimentos fechavam e sobre como eles poderiam ajudá-la a entender o seu lugar no mundo e na sociedade.

    Os pais foram convencidos a deixá-la ir, o que não houve muito pestanejo, especialmente por parte de sua mãe, que era quem mais sentia a falta de Nate. Como Beatrix não sabia muito sobre esse universo mutante, tendo em vista que a própria sociedade não entendia muito e depois das Leis Anti-mutantes cada vez mais eles se escondiam, a verdade era que Beatrix nunca teve contato com ninguém que fosse um mutante... até hoje.

    Para demonstrar a ela, Peter arregaçou uma das mangas de sua camisa, mostrando um enorme e definido braço... então, aquele braço começou a ficar mais um pouco mais grosso ao mesmo tempo em que tomava uma coloração mais cromada. Beatrix até tocou para confirmar... metal frio!
    Aquela foi a demonstração que ela precisava para convencê-la de que ela não era mais uma estranha no mundo, mas sim uma pertencente à raça homo superior.

    Aproximadamente 4 horas de carro depois e muita conversa, Beatrix, Ororo e Peter chegavam ao Instituto. Eles estacionaram o carro e entraram pela cozinha, passando para o Lobby de Entrada. Peter apenas sorriu para ela e disse amigavelmente antes de subir as escadas.

    Piotr: Seja bem vinda à nossa família... eu vou chamar a Paige.

    Já Ororo deu um pouco mais de informação.

    Ororo: Querida, por favor, fique aqui. Paige, a nossa principal monitora já está vindo e ela vai te localizar sobre tudo aqui. É um prazer ter você conosco.... espero que faça daqui a sua casa.

    A negra deu um gentil abraço na ruiva e então subiu as escadas também.

    Após algum tempo, uma bela menina loira de uns 17 anos chegou até ali com uma prancheta. Ela tinha um belo sorriso e convidou Beatrix para se sentar no sofá... então, disse.

    Paige: Eu fiquei sabendo que tem mais alguns chegando. Que tal esperarmos todos para fazermos tudo isso juntos?


    Foi quando a porta abriu, revelando mais três pessoas...

    JOEL MILLER:


    Joel e sua mãe foram visitados por um homem magro e esguio, com cabelos um pouco desgrenhados e com um nariz proeminente. Ele se apresentou como Kurt para a mãe de Joel e logo ganhou sua atenção por estar portando um escapulário em seu pescoço. Kurt conversou com a mãe de Joel durante um bom tempo, até convencer a moça de que Joel precisava de ajuda e talvez aquele não fosse o melhor lugar para ele. "Ela", como a mãe de Joel exigia que a sua "filha" fosse chamada. Kurt sabia que era burrice entrar numa discussão de gênero com uma mulher com a mente antiquada, então apenas concordava com ela.

    Para Joel, ouvindo de seu quarto, aquilo parecia que estava sendo negociado para um acampamento cristão, mas quando Kurt entrou no quarto, ele garantiu que não era nada daquilo. Ele apresentou ao garoto fotos do Instituto Xavier e de outros jovens "como ele", que agora tinham o seu lugar e o melhor... aprendiam a usar seus dons para o bem da humanidade.

    Para Joel, tudo era melhor do que estar ali com sua mãe, porém, ele tinha vários amigos que gostaria de se despedir. Kurt achava aquilo saudável, então ele mesmo acompanhou Joel para se despedir de seus amigos e até pagou um lanche no McDonalds para o jovem. Durante este tempo, Joel e Kurt tiveram um bom tempo para conversarem e Joel podia ver que Kurt realmente era uma boa pessoa. Era amável, compreensivo e paciente... sempre falava num tom de voz sereno e preferia mais escutar do que falar. Porém, Kurt às vezes colocava Deus no meio do assunto... porém, não de forma incisiva como sua mãe, mas de uma forma muito mais aceitável.

    Quando partiram, Kurt e Joel conversaram por um bom tempo e o mutante garantiu ao jovem que poderia lhe procurar no Instituto sempre que precisasse de algum ombro amigo.

    Ao chegarem na mansão, Kurt despediu-se de Joel com um sorriso e um abraço, deixando a cargo de Paige, uma jovem loira de 17 anos muito sorridente, que já estava ao lado de uma linda ruiva que tinha tanta cara de "novata" quanto Joel.

    Kurt: Até mais, Joel. E lembre-se... Você não está mais sozinho. Na verdade... nunca esteve.

    Paige: Olá! Você é o segundo... Joel, certo? Sente-se aqui. Meu nome é Paige e sou uma monitora aqui do Instituto Xavier. Estamos esperando mais alguns chegarem e então já farei um tour com vocês por aqui.


    Após uns 10 minutos, mais uma vez, a porta se abriu.

    Zoë Marie Aagaard Ørsted:


    Zoe levava a vida normalmente com seus pais, vivendo de evitar o uso de seus poderes, quando recebeu a visita inesperada de um casal. Um deles era um homem muito bonito de cabelos castanhos e que usava um belo par de óculos com lentes meio avermelhadas, enquanto a outra era uma bonita ruiva. Apesar de terem um tom profissional, dava pra perceber que rolava algo entre aqueles dois.

    Eles conversaram com os pais da loira e explicaram para eles sobre o Instituto e sobre mutantes.... e mais: sobre o que sua filha era. Os pais de Zoe eram muito mais receptivos a isso que a maioria dos pais tradicionais, mas algo levava a crer que a ruiva pudesse estar usando algum tipo de truque para deixar eles um pouco menos alarmados que o de costume, pois eles foram extremamente solícitos em permitir que Zoe fosse para esse tal "Instituto" e que eles conversassem com ela.

    Enquanto a ruiva, que depois ela descobriria se chamar Jean Grey estava ali, conversando com seus pais, o homem foi até o quarto de Zoe e pediu para conversar com ela. Ele explicou para ela o conceito de mutação e o papel que os mutantes estavam querendo assumir na sociedade e no mundo... e que ela era um deles, uma homo superior. Aquilo foi difícil de engolir, pois por mais que Zoe sempre fosse mais "estranha" que o normal, ser um mutante era mais estranho ainda. Scott, como o homem se apresentou, conversou um bom tempo com ela e tirou muitas de suas dúvidas... deixou claro para ela que seus poderes não eram uma maldição, mas sim uma benção que deveria ser usada para o bem e, melhor: que eles tinham como ensiná-la a usar para construir um futuro melhor.

    Depois de muita conversa, Zoe foi com eles. Ela se despediu de seus pais e foi garantido a eles sempre poder visitá-la quando quisessem e que ela inclusive poderia vir para a casa nas férias de verão e fim de ano se assim desejasse e partiu com eles.

    No caminho, Zoe descobriu que eles eram casados e que a moça era uma telepata e telecinética, enquanto Scott foi o primeiro aluno do Instituto e que era capaz de absorver radiação solar e transformá-la em raios ópticos. Como aquilo seria? Ela não sabia dizer.

    Zoe chegou e já haviam três jovens sentados na sala.... Um menino pálido com traços mais finos, uma ruiva tão bela quanto a própria Zoe e uma loira sorridente com uma prancheta. A loira riscava a prancheta.

    Paige: Zoe, certo? meu nome é Paige, sou uma das monitoras aqui, junto com uma conhecida sua... a Jubilation. Parece que vocês frequentam os mesmos lugares.

    Scott: Bem, Zoe... Vamos deixar você com os outros jovens. Boa sorte!

    Jean: Até mais, Zoe. Foi um prazer!


    Paige: Bom, tem mais alguns pra chegarem, mas talvez eles demorem um pouco. Enquanto isso, que tal nos apresentarmos...?

    Ela se levanta e diz.

    Paige: Meu nome é Paige. Paige Guyhrie. Eu e meu irmão... um cabeça-oca chamado Sam, somos mutantes assim como vocês e monitores deste Instituto. Tenho 17 anos e já aprendi muito sobre como controlar os meus poderes. E então.... quem quer falar primeiro?

    [OFF]: Pessoal.... está aberto agora para interpretarem. Desculpem os textos longos, mas eu prezo pelos detalhes. Coloquei em Spoilers para direcionar os jogadores e economizar espaço, mas sugiro a todos que leiam tudo sempre. Bom jogo!
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    Mensagem por Pikapool em Qui Maio 14, 2020 12:38 pm

    Sonhe como se fosse viver para sempre, viva como se fosse morrer amanhã!
    Duas figuras distintas faziam uma visita a meus pais e pelo pouco que pude ouvir, o proposito de tal visita era eu mesma. Depois de um tempo eles adentraram ao meu quarto falando de um instituto para jovens como eu. E logo fiquei espantada quando aquele gigante que encontrava-se diante de mim revestiu todo seus braço com metal. Ao passar a mão pelo seu braço, pudi sentir o metal frio que seu braço havia transformado-se. Quando questionei sobre os poderes de Ororo, ela apenas respondeu que eles não eram adequados para se usarem dentro de casa. Confesso que aquilo causou-me certa curiosidade.

    O caminho até o instituto Xavier fora longo, mas as horas foram proveitosas e divertidas. Peter mostrava-se como um gigante gentil. Não demorou para eu começar a chama-lo de Pete. O mesmo não ocorreu com Ororo. Apesar de toda gentileza, eu via uma mulher de personalidade forte e por receio, decidi não dar nenhum apelido mais intimo para ela. Enfim, durante a viagem pude descobrir que Pete era uma artista. Também disse que gostava de pintar, mas estava longe de ser boa nisso. Ororo por sua vez estava mais focada em falar-me sobre o instituto.

    [...]

    Finalmente chegávamos os instituto e novamente eu era surpreendida. O local era enorme, com um grande campo e um bosque a sua volta e ao fundo uma suntuosa mansão. Ao descer do carro, eu tentava assimilar tudo aquilo. De fato era surreal. Mas era só o começo. Passando pela cozinha pude ver todo um aparato que faziam-me questionar se eu não colocaria fogo em tudo ao tentar fazer o meu café da manhã.

    Por fim, ao adentra o lobby, vi Pete sorrir e desejar-me boas vindas. Prontamente agradeci e logo Ororo informou-me de quem era a pessoa a quem Pete havia referido-se. E antes de seguir, Ororo abraçou-me de forma amável. Retribui da mesma forma e questionava-me se não deveria ter sido mais informal com ela também.

    Enquanto a tal Paige não vinha, eu olhava ao redor atenta a cada detalhe daquele lugar pomposo. Apesar de não saber ao certo onde estava me metendo, uma coisa era certa, conforto não faltaria ali.

    Observava o quadro da família Xavier notei a aproximação de alguém e ao virar-me vi uma bela loira segurando um prancheta. Aceitando seu convite sentei-me no sofá e ouvi seus dizeres.

    - Suponho que você seja a Paige? - Questionei-a. - Claro, como desejar. - Concordei.

    Estava pronta para iniciar uma conversa para matar o tempo quando a porta se abriu. Por ela passaram um homem magro e um garoto franzino. Acenei para o homem que deixara o garoto e assim que o garoto aproximou-se dirigi-me a ele.

    - Olá, sou Beatrix e você? - Sorri meigamente.

    Alguns minutos de conversa fiada depois a porta voltasse a abrir. Outras três figuras passavam por ela. Imediatamente medi o homem dos pés a cabeça e prontamente levantei-me para recepcioná-los.

    - Sou Beatrix, prazer em conhecê-lo. - Disse já abraçando o rapaz e beijando-lhe o rosto em cumprimento. Sabia que não tinha intimidade para tal ato, mas naquele momento nem importei-me. - Belos óculos. - Completei.

    Também abracei a ruiva e acenei para a garota que não parecia muito receptível. Voltei para o meu lugar e aguardei a chegada dos demais. Foi quando Paige prosseguiu e logo levantou-se apresentando-se. Levantei e apresentei-me em seguida.

    - Olá pessoal. Me chamo Beatrix Gardner. Tenho dezesseis anos e eu posso me curar de qualquer tipo de ferimento. Mas enfatizo desde já que essa cura acelerada não me isenta da dor. Então espero que ninguém queira uma demonstração. - Mostro a língua em deboche as minhas próprias palavras. - Espero que nos tornemos bons amigos. - Concluo voltando para meu lugar.
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    Mensagem por scorpion em Qui Maio 14, 2020 3:27 pm

    Respostas a Beatrix.

    A loirinha responde quando é indagada sobre ela.

    Paige: Sim, sou eu sim. Paige Guthrie, muito prazer.

    Quando os últimos chegam, Beatrix abraçou Scott e Jean, que também foram bem cordiais com ela e retribuíram. Ao ouvir falar de seus óculos, ele deu um charmoso sorriso dizendo:

    Scott: Obrigado.

    A ruiva apresentou o casal.

    Jean: Eu sou Jean e este é o Scott. Sejam bem-vindos vocês três. Mais tarde nos conheceremos todos melhor.

    Scott fez um gesto com o dedo, como quem faz um revolver com a mão, seguido de um "tsc"

    Scott: Paige, eles são todos seus.

    Ambos saíram. (Mas caso alguém interprete com eles, eu posto suas respostas).

    Quando beatrix se prontificou a ser a primeira, Paige bateu umas palminhas.

    Paige: Yeeeeiiii! Esse é o espírito. Muito bem, Beatrix... comece.

    Foi quando Beatrix falou.

    [OFF]: Beatrix deve esperar o post dos outros dois jogadores antes de postar novamente.
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    Mensagem por GodsCorpse em Qui Maio 14, 2020 7:03 pm













    Depois que eu soube quem Kurt era, fiquei imaginando que se tivesse aparecido peludo na minha porta, minha mãe teria expantado ele com uma vassoura dali e ainda bem que veio parecendo um narigudo redneck. Eu que atendi a porta, bem ranzinza e só fiquei mais quando tava com escapulário no pescoço. Sem perguntar muito, deixei os dois conversarem porque se ouvisse "filha" mais uma vez, ia quebrar um prato na parede.


    Quando ele foi ao meu quarto, já estava preparando uma mochila para ir embora dali. Não ia aturar ouvir mais "cura" ou "campo de conversão". Minha vida já estava ajustada mãe, não tem nada de errado comigo inferno. - Se tá aqui para me levar, teu tucano na cara vai virar um pintinho.


    Ele riu, mas de uma maneira agradável, não de nervoso ou irônico, ele acreditou em mim e começou a me contar do Instituto Xavier. Acho que derreti minha postura na hora e abracei Kurt - Meu deus, você vai me tirar daqui. Caralho... Eu... Caralho... - sussurrei quase chorando. Eu tinha meu pai, eu tinha meus amigos, mas eu tinha um segredo que não tinha como por para fora e agora ia encontrar outras pessoas capazes disso. Eu não tava sozinho. Puta merda, não tô sozinho.


    Parei na porta com a mãe enquanto Kurt me esperou no carro.


    - Olha, sei que não foi como você queria e agora sei que vai um bom tempo longe para você pensar nisso. Você fala muito muito como sente saudades da tua filha mas tua filha sempre foi quem eu sou agora. Eu nunca mudei mãe, você deveria saber disso. Eu te amo.


    - Eu espero que esse tempo faça cultivar a minha filha voltar.


    Ela disse com um sorriso e lágrimas de verdadeira esperança e isso doía mais que tudo.


    - ... Adeus mãe.






    Fazer o pessoal do teatro entender que eu tinha que ir foi a parte mais difícil e quando falei onde ia ficou um climão. - O que porra? Sou algum tipo de aberração agora? - falei com um sorriso irônico e alguns se desarmaram e começaram a absorver, já Holli saiu correndo sem pensar duas vezes. "Não liga para ela Joel... Ela é um pouco... ela vai entender." Teve um abraço grupal no final que todo mundo chorou... porra, vou sentir saudade deles.


    Encontrei meu chefe e foi bem rápido. Abracei ele e agradeci milhões de vezes. Ele foi tipo um segundo pai para mim e deixei ele sabendo disso. Os meus colegas dei um tchau por cima, já que não eram tão fãs de mim, mas alguns tiveram a decência de ir até mim. "Vê se se cuida Joel", foi a última coisa que Murray disse antes de eu ir embora.


    Finalmente, teve meu pai. Ele me encontrou antes de ir para o McDonalds e passamos uma boa meia hora rindo das coisas que eu fazia na escola, das coisas que ele escreveu, choramos e nos abraçamos. - Você vai ter muito para escrever de mim agora pai., eu disse. Pode apostar que sim, filho. e ele soluçava. Já meus primos, só falei com a Elena e pedi para avisar meu tio e Ian. Foi meio agridoce, depois de tudo que passamos, mas é o que é. Porra, é tanta gente que vou demorar para ver.


    Lanche com Kurt foi e o papo foi bem agradável. Não gosto muito de pessoas que falam de Deus, pois usam nome dele para colocar a gente dentro de uma caixa, já Kurt não. Kurt falava de Deus como um pai que ta ali para nos guiar e nos abraçar quando fizermos merda. Bem, não só isso mas é o que preciso para ter menos julgamento disso. Chegando na mansão, Kurt me devolver o abraço que dei lá em casa. Querido... Se todo mundo aqui for assim, to bem.




    Olá! Você é o segundo... Joel, certo? Sente-se aqui. Meu nome é Paige e sou uma monitora aqui do Instituto Xavier. Estamos esperando mais alguns chegarem e então já farei um tour com vocês por aqui.


    - Oi sim... Ainda bem que você se apresentou ou ia achar que era minha colega.


    Porra, essa gente aqui é bonita. Kurt me enganou e achei que ia encontrar uns caras feito de pedras, uns guaxinim armado ou sei lá... Lá foi eu sendo preconceituoso com a palavra "mutante".... Pelo menos mais de um braço ou sei lá. A ruiva, Beatriz, já foi falar comigo. Fui pego bem desprevenido.


    - Ah oi... Eu sou Joel, prazer. - estendi a mão para cumprimentar ela - Acho que posso assumir que está aqui por que tem os mesmos truques então... Tipo, não truques mas... Sacou né? Acho que truque não é a melhor palavra.






    Vi a ruiva e o cara de óculos e fiquei surpreso. Eu sei quem são e começou a cair a ficha de onde estava. "Caralho, vou ser um X-Men" gritava na minha cabeça. E porra, vai ser mesmo... Vou poder bater braço com Colossus ou sei lá... Paige se apresentou e Beatrix em seguida, me senti de volta no teatro. Fiquei de pé e olhei para o pessoal ao redor, dividindo a atenção conforme falava.


    - Sou Joel Miller. Dezessete. Até agora não tive problema com meus poderes, que é levantar coisas bem pesadas e não doer quando coisas bem pesadas caírem em mim. Posso mostrar depois se quiserem. E espero que nos deem bem. Sou gente boa. - e finalmente me sentei





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    Mensagem por scorpion em Qui Maio 14, 2020 11:58 pm

    [OFF]: Pessoal, só pra esclarecer algo que talvez não tenha ficado claro por falha minha... Os X-MEN NÃO são famosos. Na verdade, ao contrário dos Vingadores, a mídia ainda nem ouviu falar deles. Como só se envolvem em assuntos mutantes, o mundo ainda não viu muito de suas atuações e a maioria foi encoberta.

    Voltando ao jogo.

    Paige riu do comentário de Joel.

    Paige: Hahaha! Vou encarar isso como um elogio.

    Ouviu sobre os poderes dele.

    Paige: Hmmm... Super-força. Sei bem como é. Temos diversos alunos aqui com este poder, inclusive eu também. Tem alguns professores aqui que serão excelentes pra te ajudar com isso...

    Diana Crawford:


    A jovem estava ali sentada, juntamente com seus pais, enquanto uma loira tão linda quanto o conceito da própria palavra estava ali, de pernas cruzadas, vestindo sandálias de salto-alto, uma calça e um terninho, tudo branco... e mexia a xícara de café, enquanto encarava os Crawford. Ela se apresentou como Frost, Emma Frost. Uma das diretoras de uma das escolas mais prestigiadas de Nova York e um Instituto para Jovens especiais. Observar Emma era algo estranho... aterrorizador mas ao mesmo tempo hipnotizante. A mulher tinha traços tão finos e fazia movimentos tão delicados que parecia que aquela xícara era feita de diamantes, como o qie ela portava nas orelhas em forma de brincos.

    Depois de conversar com os pais de Diana, ela se virou para a moça e pediu que ela mostrasse o que sabia fazer. Diana ficou assustada com aquilo, porque seus pais mal entendiam o que acontecia com ela, mas Emma a tranquilizou dizendo que seus pais estavam "momentaneamente fora-do-ar" e que eles não perceberiam nem que uma bomba caísse na mesinha de centro ali.

    Por mais que quisesse tentar, Diana não sabia como fazer o que ela estava pedindo. O País das Maravilhas não era algo que poderia ser acessado assim, sem mais nem menos, do nada! Emma então pediu a permissão da jovem para "olhar mais fundo". Diana não entendeu e ela logo explicou que queria olhar a mente da garota. Sem saber muito como e SE aquilo funcionaria, Diana consentiu. Por um longo tempo, Emma e Diana vagaram por um lugar que não poderia ser outro senão o País das Maravilhas, exatamente como Diana imaginara toda vez que lia as obras de Lewis Carroll. Parece que ficaram ali por horas... Diana usando o vestido imortalizado pela Disney e Emma com uma nobre roupa branca. Depois daquele tempo, Emma pareceu começar a entender tudo o que se passava com a garota.

    Quando voltou a si, seu pai ainda estava rindo de uma piada que contara para quebrar o clima. Diana olhou para o relógio e viu que as horas no País das Maravilhas não passaram de poucos minutos naquela sala. Terminando o café de uma vez, Emma levantou e agradeceu aos pais da menina. Explicou que eles poderiam vê-la nas férias se ela quisesse e se despediu. Disse a Diana que estaria esperando no carro e assim foi.

    Os pais de Diana confessaram a ela que há um bom tempo já haviam sido contactados pelo Instituto Xavier e que esta foi a primeira vez que foram visitados, mas que já haviam conversado sobre isso. Diana fez as malas e despediu-se de seus pais.

    O carro onde foram era muito luxuoso. Era um Rolls Royce com direito a champagne - para Emma - e alguns refrigerantes ou suco para Diana. Emma falava pouco e o motorista não falava nada... mas ela falou o suficiente para explicar a menina o conceito de mutação, psiquismo e o que Diana era, mas falou quase nada sobre si mesma. Quando adentraram na casa, Emma disse que ela seria agora recepcionada por uma das monitoras do Instituto e a partir dali, ela deveria fazer seu próprio destino.  


    Os jovens ali ouviram a porta se abrir novamente, seguidos de um "toc toc toc" de uma sandália muito alta e fina batendo contra o piso. No local adentravam uma linda mulher loira, toda trajada de branco e com um porte tão imponente que dava até um arrepio e atrás dela, uma jovem.

    Paige: Bom dia, senhorita Frost.

    Emma: Bom dia. Paige, esta é Diana Crawford. Ela estará na turma da Nova Geração, então, por favor, cuide para que ela se adeque.

    Paige: Sim, senhora...

    Emma virou-se para Diana.

    Emma: Tenho certeza que você vai se ajustar aqui.

    Olhou para os outros três, com um ar que eles não sabiam definir se era desprezo, curiosidade ou orgulho e disse apenas friamente, como sempre era.

    Emma: Bom dia, jovens.

    Dizendo isso, Emma saiu sem pestanejar.
    Paige sorriu para Diana.

    Paige: Pode escolher onde que sentar. Estávamos nos apresentando... Eu sou Paige e esses que se apresentaram são Beatrix e Joel.

    Disse apontando para os respectivos.

    Paige: Agora faltam você e Zoe. Quem quer se apresentar agora?
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    Mensagem por Khaleesi em Sex Maio 15, 2020 6:32 pm



    Zoë Marie Aagard Ørsted
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    Passei uma boa parte do caminho tentando imaginar como essa dupla de weirdos conseguiu fazer meus pais aceitarem que eu saísse de casa para ir morar em um Instituto que eles nunca ouviram falar, sendo tão superprotetores. A melhor conclusão que tive foi que estava ficando meio chato pra eles ter que assinar bilhetes de mal comportamento quase toda semana, então resolveram testar se uma mudança de ares podia me ajudar. Ou será que estão tentando se livrar de mim? Que chato, eu até pedi desculpa por ter queimado a prova de matemática aquela vez. Seja como for, já me animei com esse papo todo de fazer a coisa certa, então quero ver no que vai dar.

    Eles falaram bastante sobre as habilidades que tinham, mas eu não me sentia exatamente confortável conversando sobre isso ainda, mesmo achando que eles provavelmente já sabiam o que eu podia fazer. Até tentei puxar um assunto mais leve, embora fosse bem difícil criar papo furado quando a única coisa que passava na minha cabeça era “Ei, vocês podem até tentar disfarçar, mas essa tensão sexual dá pra cortar com uma faca. Não tô criticando não, muito pelo contrário, queria mesmo é saber se vocês curtem um swing, porque em menos de dois anos eu já tenho idade pra participar legalmente, ok? Me coloca na lista de espera”.

    – Então, você não tá lendo minha mente não né, ruiva? Porque acho que não ia gostar do que eu tô pensando...
    – foi o melhor quebra-gelo que pude soltar.

    Finamente chegamos e, sinceramente, fiquei um pouco decepcionada com a visão que tive da escola. Na minha cabeça esperava algo bem hardcore, mas o lugar parecia era uma escola católica para peregrinos. Eles me levam pra uma sala com uma vibe alcoólicos anônimos e me deixam com uma turminha bem estranha e uma mulher que parecia ser a responsável ali. Ela se apresenta como Paige e até cita Jubilation, uma velha amiga de copo
    – Taí uma garota que sabe animar uma festa
    – solto, sorrindo ao ouvir o nome familiar.

    Antes de me sentar, vejo de relance uma garota acenando para mim e retribuo com um sinal de paz meio preguiçoso. Quem diria, mais uma ruiva gostosa pra conta em menos de duas horas, será que a porcentagem aqui é alta assim mesmo? Sempre soube que elas tinham algo especial, mas nunca achei que fosse mutação genética.

    É agora que as coisas começam a ficar BEM alcoólicos anônimos, quando a galera começa a se levantar um por um pra se apresentar. Primeiro Beatrix, depois Joel. Sinto uma mistura confusa de inveja e revolta quando se apresentam, nenhum deles parece ter mutações tão problemáticas quanto a minha. Estava decidida a manter minha bunda colada na cadeira, até uma nova garota entrar e fazer eu me perguntar se iam continuar enfiando gente esquisita nessa sala até não ter mais espaço. Resolvo começar a falar, talvez assim a tortura acabe.

    – Zoë. É meu nome.
    – digo, torcendo pra ser o suficiente, mas Paige continuava me olhando, tentando me encorajar a continuar
    – Hm, deixa eu ver... Eu fui picada por uma viúva negra radioativa, agora minha vagina é tóxica e todos os meus parceiros sexuais morrem. Depois eu  tenho que comer eles, é óbvio, pra me manter forte.
    – dou uma curta risada, imaginando como minha vida seria se isso fosse verdade
    – É brincadeira, posso transar à vontade.
    – digo em seguida, dando uma pausa para criar coragem antes de falar sobre meu poder.
    – Não é menos problemático que isso, na verdade. Consigo controlar o sangue que corre dentro de você, você, você e você...
    – aponto para todas as pessoas ali enquanto falo
    – Dá pra fazer várias coisas com isso, mas acho que prefiro deixar vocês por fora dessa parte, pelo menos por enquanto.


    Como sequer me levantei pra falar, tudo que podia fazer agora era torcer para todo mundo ter me achado uma cuzona. Sabe como é, a primeira impressão é a que fica e faz parte da minha estética ser pelo menos sessenta por cento desagradável diariamente.
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    Mensagem por ayana em Sab Maio 16, 2020 1:33 am

    Diana Crowford

    Desde que entrou na sala, Diana não conseguia despregar os olhos da visita, uma bela moça ligeiramente familiar. Muito provável que elas nunca tivessem se encontrado antes, pelo menos no mundo real. "Se parece muito com a Rainha Branca", pensou. Sentia as mãos inquietas pelo desejo de tocar nela e assim avaliar quais elementos correspondiam de fato com a realidade. Algumas ilusões eram evidentes. A casa nunca teve um trono branco na sala nem xícaras de diamante. E, claro, a visita não estava cercada por um grupo de roedores desconfiados.

    Será que é ela, perguntou a marmota. Se não for, é alguém muito parecido, Sim, é ela sim! Não, o lóbulo da orelha é diferente, Diferente são os brincos, disse o porquinho-da-índia. Se não é ela, é a irmã dela, Claro que não, a Rainha Branca só tem uma irmã, Então só pode ser ela, observou a toupeira. Que bobagem, ela não tem nada a ver com a Rainha Vermelha, Pode estar disfarçada, Ééééééé, soaram os ratos. Oh, sim, como está deslumbrante nessa manhã!

    - Já chega! Não é ela!

    Os adultos e todos os roedores se viraram para Diana, que tinha ficado em silêncio durante toda a conversa. Envergonhada, ela abaixou a cabeça e pediu desculpas.

    A conversa entre Emma Frost e os Crowford continuou. A garota ficou de olhos fechados para prestar atenção, mas ainda assim ouvia os roedores sussurrando. Assim como ela, eles estavam agitados e preocupados com a ideia de se mudar para uma escola especial. Em retrospecto, as experiências fora de casa nunca foram lá muito agradáveis.

    A garota se assustou quando Emma lhe pediu para mostrar o que sabia fazer. Assim, na frente dos pais, nem pensar! Na primeira vez, eles ficaram muito assustados quando ela conseguiu projetar seus pesadelos. Quando Emma lhe garantiu que eles estariam inconscientes, ela até tentou usar os poderes, mas não obteve sucesso. Foi então que permitiu que a visitante entrasse em sua mente.

    As duas estavam no fundo de um buraco. Ao redor, havia móveis caídos e quebrados, muitos papéis, roupas, embalagens e restos de comida espalhados pelo chão. "Tentei algumas vezes, mas nunca consegui limpar esse lugar", disse sem nem olhar para a bagunça. Ela foi até o único canto arrumado e pegou uma chave que estava sobre uma mesa de chá com toalha vermelha. Teve de se agachar para destrancar a porta com menos de um metro. "É por aqui", atravessou e deu de cara com o jardim do País das Maravilhas. "Vem", ela pegou na mão de Emma e correu pelo gramado.

    "Tem seis lugares incríveis que eu quero te mostrar"

    Sentiu que estava de volta à realidade ao ouvir a risada de seu pai. O relógio da sala marcava que poucos minutos haviam se passado desde que acumulara horas de lembranças no País das Maravilhas com a Rainha Branca. Diana olhou confusa para Emma Frost, que parecia atenta à conversa superficial de seu pai, e ficou se questionando se a viagem para um mundo de ilusões não passava, por si só, de uma ilusão maior.

    Por mais difícil que fosse deixar sua casa, único lugar real onde se sentia segura, sabia que precisava ir atrás de ajuda. Os pais já não podiam fazer mais nada por ela. Eles se despediram no portão do castelo, depois que ela terminou de arrumar as malas do tamanho de abóboras. A mudança incluiu uma pequena liteira, onde Dinah, sua gata, estava encolhida toda assustada. Segurando a porta aberta da carruagem, o chapeleiro sorriu e lhe fez sinal para entrar. Ela respondeu com um sorriso e, antes de entrar, ele sussurrou em seu ouvido:

    "Toda aventura requer um primeiro passo, Diana"

    *****

    Logo que o carro entrou em movimento e sua casa desapareceu do horizonte, ela se virou para Emma e perguntou:

    - Senhorita Frost… a senhorita esteve aqui? - bateu duas vezes com a ponta do dedo perto do olho.

    - Quer dizer, eu te levei para o Jardim das Flores, a Floresta Tulgey, o Castelo de Copas, a Torre do Relógio, a chapelaria e o fundo do mar?

    *****

    Sentiu os joelhos tremerem ao chegar no Instituto. Seus antigos colegas de escola apontavam e riam para ela. Ela colocou os óculos escuros e resolveu passar de olhos fechados pelo jardim. Chegou numa sala onde havia outros jovens. Uma delas lhe disse para escolher um lugar para se sentar e, com grande alívio, viu que havia um sofá de dois lugares vazio. Olhou discretamente para cada um dos presentes, à medida que Paige lhes apresentava. Sentada ao seu lado, Alice percorria o olhar por todos os cantos da sala, enquanto Diana encarava o tapete e seus sapatos.  

    - Agora faltam você e Zoe. Quem quer se apresentar agora? - disse a monitora.

    "Zoe", pensou Diana de imediato. Era melhor alguém tomar à frente para que ela pudesse se inspirar; ter ideia de como passar uma boa impressão.

    "Eu fui picada por uma viúva negra radioativa, agora minha vagina é tóxica"

    O olhar inquisitivo de Diana se voltou para a aranha que tecia uma mandala no canto superior direito da sala. “Não fui eu”, disse a aranha com seus olhos negros e esbugalhados. A garota jamais desconfiaria da honestidade de uma aranha. “Eu sei”, tirou os óculos para encarar os pequenos olhos que brilhavam como sementes de girassol. Zoe continuou:

    "Dá pra fazer várias coisas com isso, mas acho que prefiro deixar vocês por fora dessa parte, pelo menos por enquanto"

    Para Diana, a ameaça não fazia muito sentido e nem adiantava procurar a resposta nos olhos de uma aranha desorientada. Do lado do sofá, o coelho branco girava um spinner, cujo som convocava um exército de abelhas confusas preparadas para proteger a colmeia. Diana bateu na pata do coelho, que desapareceu junto com o spinner e as abelhas. O movimento chacoalhou a caixa em seu colo, onde sua gata Dinah dormia até então. Quando ela acordou com um miado, a atenção das pessoas se voltou para Diana.

    - Então…

    Levou alguns segundos para se recompor e tirar a gata da gaiola.

    - O meu nome é Diana e essa daqui é a minha gata Dinah. Eu tenho… hmmm… vou fazer 15 anos, eu acho, e meu poder é…

    "Não, não diga pra eles", ouviu a voz do Tempo.

    - Bom, eu consigo projetar algumas ilusões.

    "Eu vi, sim, no futuro, isso vai arruinar tudo, tudo, tudo", concluiu o Tempo.

    - Quer dizer, eu faço uns pequenos truques, nada muito sofisticado.

    Tic, tac, tic, tac, tic, tac...

    Ela procurou por um relógio, mas logo percebeu que eram os passos do Tempo subindo uma escada em direção ao céu.
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    Mensagem por scorpion em Dom Maio 17, 2020 12:42 am

    Paige ouviu a explicação de Zoe e esbugalhou os olhos. Ela havia tomado notas de todos, mas com o discurso de Zoe ela talvez tenha achado mais prudente não falar nada, além de rir meio que sem jeito.

    Paige: hahaha.... Bem, isso... foi... inusitado. Inusitado... pra não dizer outra coisa... hahaha. Diana...?

    Disse pedindo que Diana falasse.

    Então, Diana falou sobre si. Pouco, muito pouco... dava pra perceber que a garota era bem tímida. Quando terminou de falar, Paige tocou na mão dela.

    Paige: Hey... está tudo bem. Aqui é um local seguro e nunca julgaremos você pelos seus poderes, mas sim pelo que faz com eles.

    Foi nesse momento que um outro jovem entrou na sala. Ele tinha os olhos claros e o cabelo meio espetado pra cima. Usava uma jaqueta de moletom com a logo em "X" do Instituto Xavier e tinha um sorriso largo no rosto.

    [LOCAL] LOBBY DE ENTRADA 606b1eef9b3a362cd7a892429e533456

    Sam: Ora, ora... Veja só o que o gato vomitou! Hahaha!

    Paige pareceu reviraros olhos.

    Paige: Você se importa? Eu estou preenchendo os formulários dos novatos e vou levá-los até os seus dormitórios. Não venha encher a paciência agora.

    Sam: O que é isso, maninha...? Eu só vim dar as boas-vindas aos novos alunos e me apresentar.

    O jovem deu uma piscada de olho descarada para Zoe (sorteei as reações de vocês já).
    Paige se levantou e foi meio que conduzindo o irmão para fora do lobby.

    Paige: Vai saindo fora, Samuel! Isso aqui é sério e você não vai me avacalhar como da última vez!

    Ele foi saindo a contra-gosto e gritou do corredor, com tom de voz zombeteiro.

    Sam: Me liga, loirinha!

    Paige voltou, ajeitou a franja, bufou.... recobrou a pose e o sorriso, enquanto apertava um botão no celular.

    Paige: Me desculpem.... esse inseto acéfalo que acabaram de conhecer é o meu irmão inconveniente. Bom, eu acabei de ser informado que têm mais dois alunos novos chegando em alguns minutos. Vamos esperá-los, enquanto isso, eu vou explicando algumas regras a vocês. Posso passar para eles por email depois.

    Paige ativou o celular e começou a dar algumas informações.

    Paige: Algumas regrinhas, pessoal. Primeiro... meninos e meninas têm as suas alas. Meninas ficam na ala Oeste e os meninos na Leste. Até as 18h podem transitar entre as alas, mas depois disso, cada um em sua ala. É terminantemente proibido o...

    Fez um gesto com a mão.

    Paige: "Fuco-fuco entre os alunos, tendo em vista que todos aqui são adolescentes e isso é uma escola. As aulas acontecem de 2ª a 6ª feira e todos os novatos participarão das mesmas. O nosso diretor é o Professor Xavier e ele inclusive deve estar chegando já já, tendo em vista que ele foi buscar um dos novatos. Acima de tudo, usar seus poderes nas dependências do Instituto é terminantemente proibido, especialmente se for em outro aluno, podendo resultar até em uma expulsão. Acho que é mais ou menos isso... Café da manhã de Sete às oito, almoço ao meio dia e o jantar às dezoito. As salas de jogos e de TV são livres para todos os alunos. Alguma pergunta?

    [OFF]: Podem interagir agora. Escreverei a introdução do @Claude Speedy e do @Morpheus . Aí depois retomo.
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    Mensagem por Pikapool em Seg Maio 18, 2020 1:16 am

    Sonhe como se fosse viver para sempre, viva como se fosse morrer amanhã!
    Apertei a mão de Joel e ri de suas palavras.

    - Que tal chamarmos de dons? - Repliquei.

    [...]

    As apresentações seguiam-se quando a porta novamente anunciava a chegada de alguém. Desda vez era uma loira deslumbrante que passava por ela. Atras da loira uma jovem que parecia tímida. No entanto, não conseguia parar de olhar para a loira. Fiquei paralisada observando aquela figura e mesmo quando ela nos cumprimentou, apenas acenei com a mão ainda sem muita reação.

    Logo seguia as apresentações e a garota punk a principio apresentava um poder que surpreendia a todos ali. Rapidamente inclinei-me até Joel e cutucando-o prossegui.

    - Hey Joe. Melhor ficarmos longe da cama dela! - Sorri maliciosamente observando a reação de Joel.

    A próxima foi Diana que prosseguiu apresentando também sua gata de estimação. E quando Paige tentava passar segurança para a garota um cara entrou na sala perturbando toda calmaria de Paige.

    Depois de botar seu irmão para fora, Paige prosseguiu com as regras do lugar. Assenti e apenas ouvi tudo com atenção.
    [/quote]
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    Mensagem por Khaleesi em Seg Maio 18, 2020 11:35 am

    Zoë Marie Aagard Ørsted
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    Depois de mim se apresenta Diana. Bem interessante a habilidade dela, na verdade, mas ela fez questão de ser curta se apresentando. Não a culpo, sei na pele a insegurança que crescer do jeito que somos pode causar.

    Um garoto estranhamente parecido com Paige entra na sala. Eles se provocam de um jeito inocente e chego até a pensar que são namorados antes de Samuel a chamar de irmã. Ele pisca para mim e retribuo o flerte, já que não dá pra negar que ele é bem bonitinho, mas quando sai da sala se exibindo não consigo evitar revirar olhos. A personalidade me lembra um pouco os atletas lá da escola e eles geralmente não são muito legais de brincar, principalmente porque a coisa termina bem rápido, justo quando começa a ficar boa, quem dirá então pensar se a menina está se divertindo. A proibição de Paige interrompe meus pensamentos, o que me faz rir, já que estava literalmente considerando transar com o irmão dela.

    Quando ela parece terminar, me viro para falar com Diana, senti que estava na hora de trabalhar os outros quarenta por cento do meu tempo diário, já que ela parecia um pouco deslocada.

    – Então, sei que é chato falar sobre isso, mas eu tenho que perguntar. Que história é essa de ilusões?
    – chego a lhe dar um segundo, como se para ela responder, mas volto a falar
    –  Tipo, eu só consigo pensar naqueles mágicos fazendo coelhos e pombos aparecendo do chapéu, mas acho que a sua brisa deve ser bem mais legal.

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    Mensagem por GodsCorpse em Seg Maio 18, 2020 4:37 pm






    Beatrix escreveu:- Que tal chamarmos de dons?


    - Porra, isso mesmo. Uma merda que tua cura não tira dor né? Ai seria perfeito.





    E eu achando que super-força seria um diferencial...


    - Mas nenhum deles vai usar como eu. - escapou da minha boca, bem mais rancoroso do que eu queria soar. Mas eu eles vieram até mim e não eu até eles, então não pedi desculpas. Só me sentei.






    Mais uma garota entrou para o grupo, acompanhada por uma loira que poderia sentar na minha cara, até comentando para Beatrix - Acho que nem as Kardashians tem tanta gente bonita numa mansão.. Meio corado, meio surpreso, respondi ao ríspido "Bom dia jovens".


    - Bom dia senhori...tá... - ela saiu de nariz empinado, nem dando bola. "Que bixo mordeu ela hein?"






    Então a gótica. Cuzona. Gostei disso.



    Beatrix escreveu:- Hey Joe. Melhor ficarmos longe da cama dela!


    - Fale por você. - sorri, mas controlar o sangue me preocupa mesmo. Hellraiser me veio em mente. Caralho... Então veio Diana, totalmente diferente de Zoe. Tímida, fofa. Gosto de fofas. Paige fala para ela se sentir segura e não julgar pelos poderes, mas porra, eu posso partir um cara ao meio sem esforço e a guria controla sangue... Tem níveis diferentes. Acho que deixei transparecer um pouco uma cara de "Que porra to fazendo aqui".


    Samuel entrou e metade de mim quis quebrar a cara dele e outra de pegar ele. Nojo desses putos atirados. Olhei para reação da Zoe e estava para me levantar quando Paige tirou-o da sala. Mais um segundo disso... Respira. Respira. Saco.


    Paige põe as regras na mesa.


    - Fuco-fuco, Lero-lero, rola-rola... - dou uma risadinha, mas não falo alto para interrompê-la. Então ela entra nos poderes e não me engole.


    - E se alguém não controla os poderes? Ele é expulso? Parece meio falho isso aí. Tipo, a ideia é aprender controlar aqui, mas não dá para usar os poderes. Quem tem esse problema é separados ou expulso? E tipo, a gente pode sair daqui?

           





    OFF escreveu:Mas que raiva, praticamente nada do meu CSS ta pegando mais.
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    Mensagem por ayana em Ter Maio 19, 2020 1:41 am

    Diana Crawford

    "Onde eu estava com a cabeça?", era um questionamento recorrente que surgiu, dessa vez, por Diana ter se esquecido tão rápido da recomendação do Tempo. Justiça seja feita, menos de uma hora atrás, ela estava guiando Emma Frost pelo País das Maravilhas. Mas antes de chegar ao Instituto, o Tempo havia lhe aconselhado a não revelar seus poderes. Disse que poderia ser perigoso, que a tornaria mais vulnerável; bem como se sentia agora, olhando para as escadas na expectativa de vê-lo descendo do céu. Decepcionado, com certeza, mas ainda assim disposto a protegê-la, voltando alguns minutos no passado antes de ela começar a se apresentar.

    De repente, Diana levou um pequeno susto quando Paige tocou em sua mão e disse:  

    - Hey... está tudo bem. Aqui é um local seguro e nunca julgaremos você pelos seus poderes, mas sim pelo que faz com eles.

    As palavras alcançaram o efeito esperado e agora ela se sentia mais calma. Sua resposta foi acenar de leve a cabeça. Até poderia haver espaço para um sorriso, se ela não estivesse encaramujada enquanto acompanhava a transição de ilusões intempestivas para mais moderadas. Agora estava claro que a escada levava para o segundo andar, e ela pediu aos céus que não voltasse a ver tão cedo outra grandeza física convertida em imagem personificada.

    Sam, o irmão de Paige, apareceu na sala dizendo: "Ora, ora... Veja só o que o gato vomitou!"

    Se o rapaz tinha usado uma metáfora, Diana não conseguiu entendê-la. Segurou Dinah de frente e olhou ao redor à procura de uma bola de pelos. Abraçou a gata, sentindo os pelos em seu rosto, e continuou ouvindo a conversa entre irmãos.

    "É terminantemente proibido o fuco-fuco", disse a monitora e, mais uma vez, Diana ficou confusa.

    - Hey, Alice - ela se virou para o assento vazio ao seu lado e perguntou baixinho. - Fuco-fuco é aquilo que tô pensando que é?

    A ilusão concordou.

    - Hmmm… - levou a mão no queixo.

    Sempre excluída da convivência com pessoas de sua idade, Diana nunca se envolveu em experiências mais íntimas. Só havia beijado na boca uma única vez, e a consequência foi um grande arrependimento. Beijou o principal alvo de bullying na sala, um garoto rechonchudo com um leve problema de incontinência urinária. Algumas colegas viram - não por coincidência, aquelas que a convenceram a beijá-lo - e logo a sala inteira estava rindo da cara deles.

    Felizmente, tal recordação não passou pela cabeça de Diana, pois ela estava muito surpresa com a ênfase na proibição de sexo. Por mais fértil que fosse sua imaginação, em momento algum se aproximou, mesmo remotamente, da ideia de fazer aquilo na escola. Bom, pelo menos até a monitora dizer que não era permitido...

    Paige abriu espaço para as dúvidas e embora tivesse algumas, Diana ficou em silêncio, com vergonha de perguntar. Sentia-se deslocada e talvez por isso Zoe foi conversar com ela. Foi bom porque, do contrário, Diana não se aproximaria, já que a colega parecia o tipo de garota que causava problemas.

    -  Então, sei que é chato falar sobre isso, mas eu tenho que perguntar. Que história é essa de ilusões? Tipo, eu só consigo pensar naqueles mágicos fazendo coelhos e pombos aparecendo do chapéu, mas acho que a sua brisa deve ser bem mais legal.

    Primeiro ela arregalou os olhos, admirada por uma garota tão descolada ter sido legal com ela. Sentindo um frio na barriga, abriu um pequeno sorriso e disse como se contasse um segredo:

    - Eu também sei fazer mágicas.

    Pegou um baralho na bolsa, entregou para Zoe e pediu que escolhesse uma carta.

    - Eu não tenho certeza qual carta você pegou, mas eu acho que foi um… - fez uma pausa para pensar. Atrás de Zoe, o Chapeleiro e a marmota espiavam a carta.

    - Treze de espadas.

    Diana usou a ilusão para alterar o valor. A marmota em cima da cartola do Chapeleiro, desconfiada se estava enxergando bem, esticou o pescoço para ver a carta mais de perto. O Chapeleiro estava com a mão direita levantada mostrando o número dois. Por ter faltado em todas as aulas de matemática, só conseguia fazer cálculos contando nos dedos. Agora só a mão esquerda estava disponível, porque sabia que o resultado seria vinte e alguma coisa...

    - Ou seria um vinte e dois de copas?

    Agora a carta era um vinte e dois de copas. A marmota começou a bater palmas e o Chapeleiro, bem menos desnorteado, apontou para sua cartola.

    - Na verdade, acho que essa carta aí deve ser de um mágico.

    A ilusionista amadora fechou os olhos e respirou fundo. Na carta, apareceu um coelho branco de capa e cartola. Após uma saudação, ele mostrou que a cartola estava vazia. Colocou-a no chão, fez um sinal mágico com as patinhas e começou a tirar de dentro dela uma peça branca de xadrez maior do que ele próprio. Era a rainha que, quando colocada no chão, sorriu para a Zoe e levantou de leve o vestido para comprimentá-la. Depois os dois pularam dentro da cartola e a carta voltou ao normal.

    Uma hora, Diana resolveu manifestar sua total ignorância sobre os poderes da colega.

    - Não sei se entendi direito esse seu poder. Tipo, o que dá pra fazer controlando o sangue das pessoas?  
    [/quote]
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    Mensagem por Khaleesi em Qua Maio 20, 2020 10:34 am

    Zoë Marie Aagard Ørsted
    blood & cigarettes
    Presto atenção na demonstração de Diana. Primeiro, fico surpresa com a escolha de um truque tão simples, mas nem comento nada. Depois, quando o ás de ouros que eu segurava começou a mudar de valor para cartas que eu nem conhecia, fiquei surpresa. Por fim, vieram as aparições do coelho ilusionista e da rainha branca, que trouxeram uma memória engraçada de quando fiz um brisadeiro em casa e decidi que ia assistir Alice no País das Maravilhas. Claro que passei o resto da noite jurando que Chess, o gato listrado, estava falando comigo, o que não foi muito divertido.

    – Não sei decidir se isso é muito legal ou muito creepy.
    – digo, devolvendo a carta.
    – Mas sei que tenho que te levar pra próxima rave que tiver, isso é uma trip foda. Fora que você deve ser demais em festas...
    – me inclino para terminar a frase sussurrando perto o rosto dela
    – Principalmente porque mal pensou antes de quebrar uma das primeiras regras que ela deu pra gente.
    – aponto para Paige.

    Percebo que ela está sendo questionada e rapidamente me junto com Joel, tanto por concordar com o questionamento que o garoto faz, já que minha habilidade esteve fora do meu controle por mais vezes do que gostaria, quanto pelo prazer de colocar mais lenha na fogueira.

    – É, o marrento tá certo, também não gostei dessa regra.
    – dou uma piscada para Diana.

    A menina então me pergunta sobre meu “poder”. Gostei dessa palavra. Prossigo tentando explicar da melhor forma possível.

    – Olha, se o sangue não só corre pelo seu corpo inteiro, como também faz tudo aí dentro funcionar, então difícil mesmo é pensar o que eu NÃO poderia fazer, né? Tipo, dá pra brincar de marionete com uma pessoa.
    – sinalizo com as mãos, imitando um titereiro
    – Ou explodir uma veia aqui e ali, já imaginou que problemão isso seria?
    – dou um sorriso torto, em minha melhor tentativa de manter um clima legal enquanto falo sobre algo que considero incômodo
    – Sendo sincera agora, ainda estou descobrindo o quão longe meu “poder” pode chegar, mas parece que só serve pra machucar os outros, o que é meio pesado e tal...

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    Mensagem por scorpion em Qua Maio 20, 2020 4:15 pm

    @Claude Speedy:


    Cristiano tinha acabado de chegar no dojô de "jujutsu" para mais um treino. Estava tudo normal com exceção de um "novo" aluno ali. Tratava-se de um baixinho bem peludo, fumando um charuto que vestia um kimono e uma faixa branca. Parece que o tal gringo canadense estava ali para fazer uma aula experimental. Quando inquirido pelo sensei, ele disse nunca ter lutado na vida inteira e que estava procurando o jiu jitsu brasileiro por uma questão de saúde e problemas respiratórios... o que fazia total sentido tamanho era o cheiro de charuto daquele cara.
    Porém, parece que o baixinho havia escondido o jogo. Nem mesmo os mais graduados faixa pretas conseguiam derrubá-lo. Além de ser muito baixo e ter um centro de gravidade que valorizava a defesa, ele era pesado como 5 homens. Nem mesmo o sensei conseguiu derrubá-lo e o treino meio que se tornou uma fila para quem daria conta do novato. Ele mesmo fez questão de lutar com todos, inclusive por ultimo com Cristiano.
    Cristiano, por sua vez, conseguiu derrubá-lo duas vezes seguidas, porém, Cristiano sabia que não fora por pura habilidade, mas sim por um escorregão do cara no tatame, o que era bem impossível. A segunda vez foi um extintor de incendio que caiu no pé do cara quando estavam segurando os kimonos. Porém, o cara sequer gemeu quando o extintor caiu... a capacidade de aguentar dor daquele cara era mesmo incrivel. Foi quando ele acabou sem querer nocauteando Cristiano.
    Quando acordou, Cristiano viu que todos os seus colegas estavam derrubados. Mais ou menos 17 alunos estavam todos nocauteados e o baixinho estava sentado no parapeito que separava o tatame da arquibancada, fumando.
    Ele perguntou se o "guri" havia acordado e quando inquirido, explicou que o professor não gostou dele ter mentido sobre não saber lutar e ter nocauteado Cristiano... e foi pra cima dele. Quando nocauteou o sensei, mais dois vieram, depois três e por fim a academia toda numa tentativa frustrada de linchar o baixinho. Ele explicou que sabia que entre eles ali havia um mutante mas não sabia quem era, apenas um controlador de probabilidades... então ele teve de testar todos os alunos pra ver qual seria o tal manipulador da sorte que Chuck havia chamado. Ele se apresentou como Logan e falou sobre mutantes e sobre como Cristiano era um.... que isso dele não tinha nada a ver com talento e habilidade,mas sim como um diabo de manipulação de probabilidades. Então, ele perguntou se Cristiano gostaria de conhecer a escola e fazer parte de uma nova turma de jovens mutantes... Cristiano conversou com sua mãe e após algumas apresentações e mentiras sobre bolsas de estudos, bla bla bla de intercâmbio, eles partiram.
    Na viagem de volta, Cristiano foi levado a um avião que estava pousado e camuflado na mata. Logan disse que antes de irem ao Instituto teriam de passar em um lugar.

    @Morpheus + Claude:


    Edgar de todos foi o que teve menos cerimonias. Ele estava dormindo após 2 dias sem pregar os olhos, no abrigo para orfãos em que vivia, quando finalmente acordou e encontrou ao seu lado um senhor careca em uma cadeira de rodas, que se apresentou como Charles Xavier e dizia ser o diretor de um Instituto para jovens como ele. Xavier parecia saber sobre as capacidades do jovem e inclusive as descreveu em muitos detalhes... detalhes o suficiente para Edgar saber que ele falava sério. Ele comentou com ele sobre mutação genética e que havia conhecido o pai dele, mas não revelou mais que isso, apenas que era um antigo amigo e que há muito não se falavam.
    Xavier sabia que aquele lugar era perigoso para o jovem ficar ali, sozinho, sem orientação... e a mercê de quem quer que fosse, então ele fez a proposta para Edgar. Um lugar novo, com jovens como ele, alimentação, segurança, amigos.... uma família. Era algo que Edgar quase nunca teve e aquilo assustava tanto quanto seduzia. Daquela maneira, após conversarem por horas, Edgar topou ao menos conhecer tudo aquilo e tirar as suas conclusões.
    O professor então entrou em contato com um colega e pediu que o buscasse. Ambos se afastaram um tanto da zona povoada da cidade até que um enorme jato negro brotou dos céus e pairou até pousar. Quando a comporta abriu, Xavier pediu que Edgar subisse e lá ele encontrou um baixinho peludo que fumava charuto e um jovem rapaz com uma baita cara de latino.
    Os dois jovens tiveram a oportunidade de conversarem, se quisessem... e em poucos minutos, eles estavam sobrevoando o instituto. Eles desceram no jardim e o baixinho disse que iria "estacionar" o jato... então, entraram.


    Paige estava respondendo a pergunta de Joel sobre os poderes.

    Paige: Bem, acidentes acontecem e sabemos disso. Acreditem... temos alunos aqui que poderiam ser considerados verdadeiras "armas vivas" pelo governo e existem também outras escolas que preferem ensinar como lucrar ou tirar proveito dos humanos com isso... mas este não é o nosso caso. Não precisa se preocupar.... desde que estou aqui a escola só expulsou 1 aluno... mas era alguém mal intencionado e que já sabia controlar seus poderes. O que estamos falando não é sobre vocês manifestarem sem querer.... não, por Deus! Estamos falando de usarem seus poderes para atacarem outros alunos ou professores, ou para algum tipo de atitude irresponsável que coloque em risco a vida de alunos. Fora isso, tudo é conversável.

    Paige também olhou quando Diana fazia um truque inofensivo e sorriu. Aquele era o espírito da coisa.... aceitar o seu ser!

    Paige: Bravo, Diana! Tenho certeza que aqui aprenderá a desenvolver mais ainda essa sua habilidade. Eu vou até marcar aqui para você ter aulas com a Srta. Frost.

    Ela também ouve o comentário de Zoe sobre o poder dela só ser voltado a machucar os outros, e deu sua opinião.

    Paige: Não pense assim, Zoe. Tudo é para como você usa as coisas... Se você diz que consegue controlar os outros, você poe usar isso pra fazer alguém lhe entregar a sua grana, ou pra fazer um bandido soltar a arma e não matar a refém que tem filhos em casa. É tudo uma questão de perspectiva.

    Foi quando um enorme barulho meio que se fez e pela janela eles podiam ver um enorme avião jato negro pousando no quintal. Dele desceram um velho careca numa cadeira flutuante e dois jovens.

    Paige: O professor Xavier chegou! E bem na hora... pois já vai dar a hora do jantar e eu tô faminta!

    Poucos minutos depois os três entraram na sala.

    Paige: Pessoal, este é o nosso diretor, o Professor Charles Xavier.

    Professor X: Bom dia a todos. Peço perdão pela demora em nos conhecermos. Fico muito feliz de ter todos vocês aqui e quero que saibam que o Instituto fará tudo para ajudá-los com esta nova fase da vida de vocês. Eu gostaria de poder falar mais, mas teremos muito tempo para conversar em nossas aulas e consultas particulares. Por favor, o almoço estará pronto em breve, então gostaria de apresentar Cristiano e Edgar. Estes são os últimos dois desta turma, srta. Guthrie. Se puder fazer as apresentações com eles rapidamente antes de irmos todos jantar.

    Paige: Sim... Nós teremos depois a apresentação dos professores e então a escolha dos mentores e depois vocês irão conhecer seus alojamentos.

    O Professor saiu acenando para todos enquanto Paige continuou.

    Paige: Certo, não queremos nos atrasar, então... Cristiano e Edgar, por favor... rapidamente, se apresentem pro grupo. Vocês ficarão na mesma mesa neste jantar, então depois poderão conhecer os seus colegas.

    [OFF]: Vou dar mais um tempinho de interação - ingame seria algo de 7 minutos no máximo - e aí vou avançar a cena para o jantar de recepção de vocês.
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    Mensagem por GodsCorpse em Qui Maio 21, 2020 1:38 am














    Quase como um reflexo, já respondi Zoe - Não me chama de marrento. - Ela vem com toda sua atitude "foda-se o que você pensa" m, já vi bastante dessas ai durante minha escola, só brigando por atenção. Vai arranjar um apelido para cada um para ficar escondendo que ela quem se julga mais.


    E fica mais claro quanto mais ela fala do próprio poder. Porra, essa merda assusta. É por esse tipo de coisa que estamos aqui. Sabe, tipo, eu consigo NÃO bater em alguém com muita força. Eu posso controlar isso... Eu sei disso... Não matei ninguém nem quero fazer isso, diferente dessa "marioneteira".


    Diana parece fofa, mas fora da casinha. Não prestei muita atenção no truque de magia dela. Não gosto dessas coisas, não gosto de ser enganado.













    - [...] Acreditem... temos alunos aqui que poderiam ser considerados verdadeiras "armas vivas" pelo governo e existem também outras escolas que preferem ensinar como lucrar ou tirar proveito dos humanos com isso... mas este não é o nosso caso. Não precisa se preocupar.... desde que estou aqui a escola só expulsou 1 aluno... mas era alguém mal intencionado e que já sabia controlar seus poderes.







    - Porra... - passei a mão no rosto - Mas, por quê? Tipo, quem era? E já teve acidentes aqui? Alguém já morreu?


    Não vou mentir, comecei a ficar assustado. Paige pôs uma luz positiva para Zoe, mas se aquela guria quisesse apagar um aqui, é só ela querer... Caralho, eu se quiser posso estourar a cabeça de alguém como fosse um balão.


    Gelei. Eu sempre pensei nisso quando era mais novo, com as pessoas que eu tinha ódio. Poder quebrar eles ao meio. E agora que eu posso... e se eu for abraçar alguém? Ou tiver trepando e for muito forte? Instintivamente me abracei e me apertei um pouco. Eu não tentei e acho que nem conseguiria me fazer força suficiente de me machucar, o corpo nem deixaria... Mas porra, abracei as pessoas e não deu ruim.


    Antes do meu próximo "E se?", entrou mais gente na sala. O cara tinha uma "fucking" cadeira flutuante. Me laventei na hora do sofá - Uma cadeira flutuante?! What the fuck? - Me precipitei muito mas tava muito animado. Porra, tem super-heróis lá fora mas não tinha visto algo assim de perto. Onde eu morava, eram só histórias, nada dessas coisas passavam por perto até eu me despertar mutante, mas ainda assim, era tudo muito novo. E eu queria mexer nessa cadeira... Que foda. Depois que ele saiu, me sentei de novo


    O professor deixa os rapazes com Gutherie e acenei para os dois. - Eu estava começando a pensar que eu seria o único rapaz da nova turma.






    Aeeee voltou a funcionar
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    Mensagem por Morpheus em Sab Maio 23, 2020 1:05 pm

    Edgar Heybourne


    Como pinturas de Pollock, gotas de infindas cores, que se moviam em intervalos de milésimos de segundos, similares às edições de um stop motion, mutavam-se, então, de abstrações puras a formas surrealistas, como algo entre Salvador Dalí e Vladimir Kush, via livros batendo suas capas como asas de pássaros, o céu virando o mar e o mar virando céu, elefantes com cabeças do instrumento musical tuba e... pessoas sendo sombras de suas próprias sombras, pude observar como suas formas sombrias apresentavam uma expressão bestial e incontrolável de satisfação de tomarem às rédeas, carregando em suas mãos armas e violência. Eles atacavam uns aos outros, sem qualquer motivo para tal. Eu podia ver seus corpos originais chorando sangue, eles não queriam isso, entretanto foram sucumbidos pelo instinto animalesco da escuridão, nada podiam fazer, apenas observar e acompanhar seus movimentos como sombras de suas sombras.

    A poça de sangue torna-se em um oceano, meus pés banham-se de carmesim. Olho para baixo e vejo meu reflexo, meu rosto borrado pelas ondas toma forma de um demônio e ele diz a mim — Você é responsável por isso! Não adianta procurar mentiras, a verdade sempre virá a tona, você matou-os! —, então sua voz ecoa, repetidas vezes ressoa a frase "você matou-os", eu enlouqueço de dor e grito em desespero.

    Então acordo.

    Era mais um pesadelo.

    "Droga! Dormi novamente!" reclamo em meus pensamentos. Passo a mão na testa e vejo que suei bastante. Ainda estava naquele jato, acompanhado por um jovem rapaz e um homem baixinho. Gostaria de conhecê-los melhor, mas minha inabilidade social era forte demais, a timidez falou mais alto e acabo pegando meus fones de ouvido e boto para ouvir Portishead.




    "Through the glory of life
    I will scatter on the floor
    Dissappointed and sore
    And in my thoughts I have bled
    For the riddles I've been fed
    Another line is over
    "


    Enquanto isso, pego-me pensando no que aquele senhor cadeirante me disse, falando sobre conhecer meu pai. "Será que ele é um bom homem?", penso. Minha mãe dizia que eu tinha seus olhos... "Será que eu irei conhecê-lo em algum momento?", tremo de nervosismo, sinto como se isso não fosse ser bom, apesar de ser a única pessoa da minha família que restou.

    [...]

    Chegamos.

    Era um lugar incrível, que enchia meus olhos, mas não esboçava tanto essa reação para quem fosse reparar.

    Paige: Pessoal, este é o nosso diretor, o Professor Charles Xavier.

    Professor X: Bom dia a todos. Peço perdão pela demora em nos conhecermos. Fico muito feliz de ter todos vocês aqui e quero que saibam que o Instituto fará tudo para ajudá-los com esta nova fase da vida de vocês. Eu gostaria de poder falar mais, mas teremos muito tempo para conversar em nossas aulas e consultas particulares. Por favor, o almoço estará pronto em breve, então gostaria de apresentar Cristiano e Edgar. Estes são os últimos dois desta turma, srta. Guthrie. Se puder fazer as apresentações com eles rapidamente antes de irmos todos jantar.

    [...]

    Paige: Certo, não queremos nos atrasar, então... Cristiano e Edgar, por favor... rapidamente, se apresentem pro grupo. Vocês ficarão na mesma mesa neste jantar, então depois poderão conhecer os seus colegas.

    Falar em público para tantas pessoas presentes, gente que nem conheço... sinto um forte frio na barriga. "Será que eu pareço um cara legal? Como eu devo falar?" começo a pensar nisso e em várias outras coisas, acabo falando apenas um — Oi, sou Edgar Heybourne! —, falo de uma maneira pouco apresentável, com pouca presença e talvez melancólica, fico frustrado com isso.

    Alguém fisgava a minha atenção no meio daquele grupo, uma menina com visual meio Coco Chanel, meio alternativo (falo da personagem Diana), não sabia o porquê, mas algo dizia-me que éramos parecidos. Quando percebo que estava olhando demais para ela, tento disfarçar, coço a cabeça e passo a olhar para o teto e a decoração da casa.

    Joel escreveu:— Eu estava começando a pensar que eu seria o único rapaz da nova turma.

    Sorrio sem jeito e então pergunto-lhe — Todos vocês são novos aqui também?

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    Mensagem por ayana em Dom Maio 24, 2020 8:08 pm

    Diana Crawford

    O Chapeleiro e a marmota se despediram de Diana antes de desaparecerem. Agora que seu truque havia dado certo, a garota estava se sentindo mais à vontade. Claro que não a ponto de aceitar um eventual convite para uma festa rave, conforme sugestão de Zoe. Ela mesma lhe apresentou uma boa justificativa:

    - Principalmente porque mal pensou antes de quebrar uma das primeiras regras que ela deu pra gente.

    A ficha caiu depois de alguns segundos. A regra de não usar poderes dentro do Instituto deveria estar fresca em sua mente, caso ela não tivesse se distraído com tantas ilusões. Consistia em um primeiro indicativo de que não seria fácil se adaptar à nova realidade. Sem saber o que responder, preocupada em receber a primeira advertência na frente dos novos alunos, ela se virou para Paige com um pedido de desculpas na ponta da língua, mas foi surpreendida com uma reação entusiasmada.

    - Bravo, Diana! Tenho certeza que aqui aprenderá a desenvolver mais ainda essa sua habilidade. Eu vou até marcar aqui para você ter aulas com a Srta. Frost. - disse a monitora e Diana não pôde evitar as bochechas ficarem vermelhas.

    Em seguida, perguntou sobre os poderes de Zoe.

    - Olha, se o sangue não só corre pelo seu corpo inteiro, como também faz tudo aí dentro funcionar, então difícil mesmo é pensar o que eu NÃO poderia fazer, né? Tipo, dá pra brincar de marionete com uma pessoa - disse sinalizando com as mãos os movimentos de um titereiro.

    Diana viu de relance um dos bonecos de Punch & Judy suspenso no ar pelas linhas amarradas nos dedos de Zoe. Começava a se perguntar se realmente queria se aprofundar nas habilidades da colega.

    - Ou explodir uma veia aqui e ali, já imaginou que problemão isso seria?

    Diana negou, balançando a cabeça com os olhos arregalados.

    - Sendo sincera agora, ainda estou descobrindo o quão longe meu “poder” pode chegar, mas parece que só serve pra machucar os outros, o que é meio pesado e tal...

    - Isso não é verdade… - murmurou, sem conseguir conectar outra frase para lhe dizer que aquele poder seria de muita utilidade para ajudar pessoas feridas. O silêncio que pressupunha o tempo para organizar as ideias logo foi interrompido pelo comentário de Paige, com o qual Diana concordava acenando com a cabeça.

    Um barulho muito forte veio do lado de fora. Como nunca tinha ouvido um jato pousar a poucos metros de distância, logo ela se convenceu de que se tratava de mais uma alucinação. Preferiu não olhar pela janela, porque da última vez que viu o jardim, seus antigos colegas de escola estavam lá.

    Logo entraram três pessoas, uma delas em uma cadeira de rodas flutuante. “Uma cadeira flutuante?! What the fuck?”, disse Joel. Se não fosse por isso, Diana apostaria que estava vendo coisas imaginárias como de costume. O professor Xavier lhe passou uma ótima primeira impressão, talvez porque ela estivesse na expectativa de que ele pudesse dar um jeito nas ilusões persistentes e incontroláveis.

    A apresentação do recém-chegado foi ainda mais concisa que a de Diana, o que por si só despertou sua curiosidade. Estava evidente que ambos partilhavam o desconforto em chamar atenção. Enquanto era observada por Edgar, a garota olhava ao redor à procura de sua gata, que saiu de trás do sofá para dar as boas-vindas para os novos estudantes. Quando estava se aproximando de Edgar, Diana foi buscá-la.

    - Acho que ela gostou de você - disse para Edgar, segurando a gata no colo.
     
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    [LOCAL] LOBBY DE ENTRADA Empty Re: [LOCAL] LOBBY DE ENTRADA

    Mensagem por Morpheus em Seg Maio 25, 2020 3:55 pm

    Edgar Heybourne


    Estava distraído quando sentia alguma coisa envolta de minha perna, quando olhei para baixo, vi que era um gato.

    Diana escreveu:— Acho que ela gostou de você.

    Ouvia uma doce voz feminina, era como música para meus ouvidos, que já eram viciados em música. Levantando o nariz, vejo ser aquela garota por quem já estava olhando "Será que ela reparou nas minhas olhadelas?", pego-me pensando rapidamente. Fiquei suando, não sabia o que dizer, acabo apenas movendo a cabeça correspondendo a afirmação dela. "Droga! Deveria dizer alguma coisa, o que eu digo? Vamos, diga alguma coisa!", abro a boca, mas não sai uma palavra, ela percebe isso e isso deixa-me mais nervoso, digo a primeira coisa que me vem em mente — Eu sou Edgar! —, reparo que me apresento, novamente. Fico sem graça e começo a passar a mão no cabelo, constrangido — Acho que você já sabe disso, não é? —, rio, tentando quebrar o gelo. — Qual é o seu nome?



    Khaleesi
    Neófito
    Khaleesi
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    Mensagem por Khaleesi em Seg Maio 25, 2020 3:58 pm

    Zoë Marie Aagard Ørsted
    blood & cigarettes
    A reação de Joel não é nenhuma surpresa. Complicado seria escolher se o que ele mais deixa aparente com essa atitude é sua insegurança ou impaciência. Claro, os caras com pavio curto sempre foram mais o meu tipo, então deixo ele escapar dessa sem inventar outro apelido que menos agradasse, como esquentadinho ou cabeça de vento.

    O elogio de Paige, por outro lado, é uma surpresa. Vejo que Diana fica envergonhada quando falo que ela fez merda, mas no fim acaba sendo encorajada.

    Quando deixo minha preocupação sobre minha habilidade escapar, também recebo algumas palavras de apoio, que fazem eu me sentir melhor por um breve segundo, mas que não apagam as pessoas que já machuquei.

    Não me dou o trabalho de responder e nem preciso, já que logo em seguida mais dois alunos fazem uma chegada digna de filme, saindo de um jatinho com um cadeirante. Professor Xavier, como é chamado por Paige, nos lembra do tal almoço e nomeia os dois novos garotos. O primeiro que se apresenta, Edgar, é um tipo estranho, até bonitinho se for olhar de perto, me pergunto se continuaria tão quieto entre quatro paredes. Interrompo meu pensamento quando percebo a faísca clara entre ele e Diana. Já me diverti bastante disputando homens com outras meninas, mas acho que prefiro deixar esse passar.

    – Que gatinha esperta...
    – comento ironicamente quando Diana se levanta para buscar seu animal de estimação.

    Agora que a baixinha foi oficialmente perdoada e tecnicamente não infringiu nenhuma regra, ainda tinha espaço para alguém bater esse recorde e quebrar a primeira. E é óbvio que a regra de não levar ninguém pra cama era a mais atrativa, mas tá cedo demais pra pensar nisso. Por enquanto, decido ficar ali, de braços cruzados, esperando a próxima surpresinha acontecer.
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