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    Shao Jun, o som do silêncio

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    Mensagem por Christiano Keller em Sex Maio 22, 2020 10:35 pm

    @Sailor Paladina
    Shao Jun,

           Nascida perto da fronteira de Khitai e Hirkania, estava agora na cidade de Wan Tengri, perto do Lago Ho. Suas missões até agora foram um sucesso para seu clã e Jun tinha um intervalo entre uma coisa e outra. Ainda não tinha uma reputação que julgava adequada para seus dons, mas tinha certeza que era superior a todas as pessoas que estavam ali. Uma pessoa letrada em meio aos inúteis que estavam limitados aos seus conhecimentos simples. Mas algo guiava Jun naquele momento, o prazer que sentia a coloca perto do seu climax. Alguns poderiam dizer que aquilo que ela fazia era o próprio climax. A boca cheia com a carne quente, os sucos escorrendo pelos lábios naquele momento de prazer. O sabor começou doce e agora estava meio azedinho, num ponto delicioso. Jun queria prolongar aquilo por mais tempo, mas não poderia. O sabor era muito melhor do que esperava pois aquilo também tinha um gosto de vitória no ar. Jun então engole tudo e mostra a língua para a platéia que vibra. Seu adversário ainda estava com a carne na boca.

    Imagem ilustrativa:
    Shao Jun, o som do silêncio 3016411-inline-s-14-see-130-of-your-favorite-funny-people-in-one-new-book

           Aquilo que foi uma vitória, um belo pedaço de carne com mostarda e mel para dar sabor. O melhor de tudo era que quem perdia teria que pagar pela comida. Todos na taverna estavam olhando para a vitoriosa Shao Jun. Uma bela vitória para começar a noite. De barriga cheia, Jun pensava em seu próximo feito para o clã. Enquanto o bigodudo ainda tentava comer.

           Perto de Jun nas mesas mais importantes do lugar estavam algumas pessoas. Algumas delas poderiam ser o passaporte para novas aventuras assim como para novos problemas. Nada que Jun não possa digerir pedaço por pedaço ou até alimentar seus prazeres mais secretos. Um deles poderia ser seu próximo alvo ou ajudar Jun a conseguir alguma coisa boa. Talvez obter informações novas ou perseguir um novo tesouro.
          Rumores na cidade falavam sobre um grupo chamado de irmandade do punho que crescia seu poder religioso na região. Eles já haviam se espalhado por várias cidades e procuravam por alguma coisa, em especial pessoas que banquem suas operações.

    Mapa:
    Shao Jun, o som do silêncio Vd_hyrkania3

    Pessoas na Taverna:

    Um tipo de sacerdotisa
    Shao Jun, o som do silêncio 20181113185543-4fd6385e-me

    Um guerreiro
    Shao Jun, o som do silêncio Conan-the-barbarian-2011-shutterstock-editorial-5883183u

    Uma mulher comum
    Shao Jun, o som do silêncio Rachel-nichols-tamara-film-cinema-movie-conan-the-barbarian

    Um homem estranho
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    Um mercador local
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    Mensagem por Sailor Paladina em Dom Maio 24, 2020 3:34 pm

    Em locais mais apropriados, Shaojun demonstraria sua educação limpando os lábios com um pano e levantando-se de seu lugar, agradecendo a refeição. Mas aquele não era o momento e nem lugar. Adorava ver seus oponentes a subestimarem por ser mulher ou por não tem um físico avantajado (ou mesmo obeso) pra disputas como aquela. E impressionar as pessoas ao seu redor era uma diversão que nunca a cansava. Especialmente quando tinha a oportunidade de humilhar seu adversário, não importa se isso arruinasse a reputação dele. A moça fita os olhos de seu rival e usa o polegar pra tirar um restinho do melado no canto da boca, antes de apontar o balcão onde o taverneiro esperava pelo pagamento de toda a fartura oferecida.
    - Depois vai lá pagar.

    provocação:
    Shao Jun, o som do silêncio MxApx0s

    Ciente dos rumores sobre a tal Irmandade do Punho, Shaojun desperta razoável interesse no assunto. Não que fosse lá muito religiosa. Tinha ouvido falar de Erlim e o Tarim Vivo, mas seus dogmas ultrapassados foram suficientes pra fazê-la não querer se aprofundar muito a respeito. Preferia confiar na reputação de seus ancestrais que foram vitoriosos em guerras passadas e se inspirar neles. Olhando ao redor na taverna pra aquela mescla de pessoas, Jun fica em dúvida em qual fitar diretamente nos olhos e se deveria de todo. A sacerdotisa certamente teria intenção de convertê-la ou usar sua inteligência pra esse tipo de coisa e se tinha algo que a fazia dormir era ouvir sacerdotes orando. A mulher e o homem também não lhe inspiram interesse a menos que estivesse a fim de sexo, mas isso podia ficar pra depois. O guerreiro tinha cara de poucos amigos. Seria um aliado bem-vindo se estivesse com alguma viagem programada em mente. Seus olhos param sobre o mercador. Parecia um homem boa-pinta e se tinha algo que Shao Jun apreciava eram homens e até mulheres de negócios. Dinheiro era o que movia as pessoas. Ela fitaria o mercador por instantes tentando pescar sua atenção e caso conseguisse iria até sua mesa (ou onde ele estivesse) pra conversar.
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    Mensagem por Christiano Keller em Seg Maio 25, 2020 12:51 pm

    Shaojun,

           A vitória realmente acabou com o rival, as pessoas não esperavam que a bela dama fosse alguém tão voraz. Alguns diziam que ela poderia comer seu próprio peso como um beija-flor, mas a bela, alta e magra dama estava satisfeita após a refeição. Mas algo dentro de Shaojun a preenchia de uma melhor maneira, a satisfação da vitória e a humilhação do rival.

           O mercador estava sentado à mesa sozinho, uma mesa de quatro lugares só que com dois bancos estofados de cada lado. A altura dos biombos oferece uma certa proteção da visão sobre as conversas naquele tipo de mesa. Certamente o local mais chique era reservado para quem tinha mais dinheiro mesmo. As vestes do mercador ficavam mais interessantes enquanto Shaojun o fitava. As peças pareciam caras e de boa qualidade, não que Shaojun soubesse dar valor para as mercadorias, mas sabia o que ou de quem roubar. Agora será que este marcador seria um bom alvo para roubos ou para oportunidades?
           Tudo aquilo vinha à mente de Shaojun ao fitar o homem que em instantes percebe o olhar que chama sua atenção. Com um belo sorriso o homem balança a cabeça num tom de respeito à vitória sobre o rival. Com um gesto da mão o homem oferece um lugar à mesa para Shaojun de maneira discreta, parece um "quer conversar" ou "venha conversar". Quando Shaojun caminha em sua direção um sorriso se abre. A cada passo mais perto da mesa mais detalhes sobre o mercador ficam claros. Ele também comeu pois havia um prato vazio sobre a mesa e um como de bebida pela metade. Aos seus pés estava um tipo de mala, talvez mochila ou daquelas de passar pelo ombro, junto com uma espada de boa qualidade com marcas de uso. Em sua cintura estava um tipo de machadinha, no pulso um pequeno bracelete que indicava que era membro da associação de mercadores de Wan Tengri e no peito um medalhão prateado com uma pedra verde que deveria ter outro significado.
           O olhar do mercador também era vivo e percorreu Shaojun. Os olhos que fitavam um ao outro desceram até os lábios, depois pela gola do capuz, passeia pelo belo corpo como que procurando algo além da espada curta que Shaojun levava. As habilidades de ocultamento não deixavam à mostra os shuriken, nem o kit de arrombamento ou as coisas para escalada. Apenas uma bolsa discreta que tinha algumas coisas básicas além da corda que ocupa um certo volume e espaço para levar seus furtos que não poderia ocultar pelo corpo ou nos bolsos secretos de sua roupa que parece colada à pele.

          Ao chegar ao alcance da voz sem precisar falar mais alto, o homem diz num tom cordial:
          - Olá bela dama, parabéns por sua impressionante vitória, sente-se.
    (escolha onde sentar)
          - Eu lhe ofereceria algo para comer, mas talvez prefira beber algo? O mercador fará sinal para o garçom caso deseje beber algo. Gostei de ver como lidou com a situação, os homens a subestimaram e você ganhou dele no seu campo de batalha. O olhar dele percorre o braço até as mãos de Shaojun e retorna aos olhos. Parece que além de ser uma bela dama também está habituada a usar a espada com mãos fortes. Talvez deva valorizar você por algo que vai me contar. Um sorriso maroto surge na face do mercador, talvez ele perceba o algo a mais de Shaojun que não é apenas uma bela dama. Desculpe os meus modos, me chamo Sunny, qual o seu nome? Sunny faz uma pausa para ouvir o que Shaoujun dirá e logo completa: Bem, então o que você tem de especial além de ser linda? Parece que Sunny gostaria de ouvir algo sobre Shaojun.

           Por outro lado a mente de Shaojun esta rápida e conseguia extrair detalhes sobre coisas não ditas. Se ele estava em uma mesa para quatro pessoas poderia esperar por mais alguém. Como ele já comeu, talvez a pessoa não tenha vindo? Se tinha as coisas consigo, parecia pronto para seguir para algum destino ou estava preparado para algo? Mercadores das associações sempre tem serviço para pessoas habilidosas como Shaojun.
           Quais seriam as próximas ordens de seu clã? Aquilo não importava agora. Em algum momento receberia seu próximo alvo para expandir a teia por Wan Tengri.

    OFF:
    O inventário para executar suas habilidades está disponível, nem se preocupe. No entanto coisas que não estão nas habilidades precisam ser mencionadas. Então tem primeiros socorros, tem o kit básico, escalada, tem kit básico, cavalga, tem cavalo em algum lugar, etc. Não tem escudo, não tem a habilidade, não tem arco e flecha, etc.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Seg Maio 25, 2020 10:48 pm

    Shaojun devolve o sorriso, pois via naquele homem uma oportunidade de negócios e ao perceber que podia se aproximar, ela chega mais junto e aprecia ainda mais o elogio recebido. Reparando os detalhes ao redor do homem, Shaojun segura a cadeira que fica diretamente a frente dele, mas pergunta antes de se sentar:
    - Está esperando alguém? Posso me sentar em outra cadeira se for o caso. Se a resposta fosse não, Shaojun se sentaria na cadeira em frente. - Acho melhor aqui pra podermos nós olhar diretamente... Diz com sua voz sensual. Quando ofertada uma bebida, certamente não nega. Aproveitava qualquer chance pra comer ou beber sem pagar. - Um vinho suave seria bom pra digestão. Responde com um sorriso faceiro. Quando o mercador volta a elogiá-la e comenta sobre suas habilidades com armas, Shaojun fica corada. - Eu sou a melhor no que faço. Os que me subestimam acabam percebendo o erro mais cedo ou mais tarde.

    Quando o homem se desculpa e se apresenta, Shaojun ri de leve, alegando que o Sunny não tinha nada o que se desculpar. Era uma mulher direta e que não gostava de rodeios, tanto nos negócios como na vida amorosa. - Meu nome é Shaojun e eu diria que sou uma mulher de muitas habilidades pra vários tipos de necessidades. Sei falar várias línguas, entrar e sair sem ser notada e em último caso também sei me defender. Mas diria que minha atividade favorita é me entrosar com pessoas que possam igualmente me trazer vantagens em troca de favores... Shaojun se ajeita sentando na ponta da cadeira numa posição mais relaxada, tamborila os dedos na mesa e olha ao redor até voltar sua atenção a Sunny, debruçando o busto sobre a mesa e esboçando um sorriso maroto. - Já fiz uns servicinhos pra mercadores antes. Não teria algo pra mim? Uma pessoa como eu não gosta muito de ficar parada, sabe? Shaojun diz que estava disponível no momento, exceto pra atividades que exigissem muito esforço físico. Seu diferencial não era a força bruta, mas dependendo do pagamento, algo podia ser negociado.

    Enquanto conversava com Sunny, Shaojun sempre olhava pra ele enquanto ele falava, mas quando a própria falava, preferia observar ao redor. O homem estranho, o guerreiro e a sacerdotisa haviam minimamente chamado sua atenção e seriam possíveis segundas opções, caso Sunny decepcionasse. Também não estava muito interessada em sexo. Não no momento.
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    Mensagem por Christiano Keller em Ter Maio 26, 2020 1:58 pm

    Shaojun,

           Sunny percebe os olhares de Shaojun para as pessoas ao redor.
           - Eu esperava alguém, mas talvez não venha pois já está tarde. Será bom poder conversar com você diretamente. Com um sinal o garçom vem. Um vinho suave para a dama. Quando o garçom vai embora ele diz: A melhor no que faz. Após esse show, certamente parece ser boa. Sunny encosta para trás mais relaxado.
    Shaojun escreveu:- Já fiz uns servicinhos pra mercadores antes. Não teria algo pra mim? Uma pessoa como eu não gosta muito de ficar parada, sabe?
           - Eu entendo você perfeitamente. Que tal algo simples? Talvez até pareça fácil, mas confiança é algo que se oferece, mas descobrir a lealdade de alguém é algo que acontece aos poucos. Sunny debruça sobre a mesa assim como Shaojun e a olha nos olhos para dizer baixinho: Preciso de uma informação, um competidor tem um depósito de vinhos sob sua casa e ele segue alguma divindade que não sei o nome. Preciso saber sobre o altar antigo no seu porão ao redor do qual ele guarda o vinho. Até onde entendi as pessoas que o apoiam são da mesma religião e eles sabem ganhar dinheiro. Ao descobrir isso creio que poderei identificar quem são seus aliados secretos. Entrar, encontrar, sair. Sunny olha para Shaojun já sabendo que iria perguntar qual era o problema. O problema que sei é que apenas os membros da família abrem a porta do porão sozinhos, um outro colaborar que tenho não conseguiu passar pela porta e os empregados que carregam os barris não sabem ler o que chamaram de letras nas paredes. Sunny olha ao redor para ter certeza de que não havia ninguém escutando. Então há algum truque para passar pela porta, não sei se a chave é muito difícil de abrir ou se eles tem alguma cópia que carregam consigo. Uma vez vi um jogo de chaves que precisava ser montado para funcionar. Não sei se é o caso. Sunny olhava para Shaojun intrigado com a oferta de trabalho. O que eu te ofereço em troca é um favor, novos serviços e acesso aos mercadores de Wan Tengri. Certamente seu futuro estará garantido se conseguir mostrar o que tem de especial além de ser linda. A oferta de Sunny não parecia boa, mas o contato com as pessoas mais ricas e associadas da região era tentador, era uma forma de entrar para um tipo de clube de gente importante.

           Por sua vez Shaojun observa a sacerdotisa conversando com dois homens que chegaram. O estranho foi conversar no balcão com o bartender e bebe algo laranja. O guerreiro conversa com seu rival que ainda tentava comer a carne que sobrou.

          Se Shaojun aceitar o serviço, Sunny indicará o local e dirá mais detalhes sobre o alvo. Onde fica a casa, quantos são na família e outras coisas que perguntar.

          Minutos depois chega um homem e senta na mesa ao lado do Sunny:
          - Antes tarde do que nunca heim meu velho?
          - Bajie demorou. Agradeça à bela dama aqui, Shaojun por conversar comigo se não teria ido embora.
          Bajie olha para Shaojun e presta atenção melhor:
          - Agora sim Sunny! Obrigado Shaojun por entreter esse safado. Agora nós precisamos conversar, certo Sunny? Sunny olha para Shaojun e revira os olhos num sinal de que teria que falar com o Bajie.
          - Estou aqui na taverna Shaojun caso precise falar comigo novamente.
          Parece que Bajie estragou ou ofereceu uma saída para aquele momento com Sunny, mas Shaojun era dona de seu destino até o momento.

    Bajie:
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    Mensagem por Sailor Paladina em Qui Maio 28, 2020 8:37 pm

    Shaojun saboreava o vinho devagar enquanto conversava e fica bastante atenta a todas as informações sobre o serviço proposto, demonstrando estar interessada no trabalho, afinal estava livre. Qualquer informação extra que pudesse oferecer, melhor. Ela pergunta se havia alguma urgência. Não que tivesse outros assuntos pra resolver, mas quem tem pressa, come cru, e ela preferiria fazer um serviço bem feito. Ao ver a sacerdotisa conversando, Shaojun faz um sinal com mão pra Sunny pedindo um tempinho e tenta entender o que ela dizia, lendo seus lábios. Não tinha conhecimento profundo sobre religião, mas já vira alguns símbolos sagrados antes e tenta lembrar qual divindade a mulher seguia com base em suas memórias. Havia a pequena possibilidade dela estar envolvida de alguma forma no caso. Shaojun não revela que sabia ler lábios e portanto apenas finge que tava prestando atenção na mulher. Quando Baije chega de súbito, ela o olha com um sorriso inocente e alegre pra então engolir o resto do vinho numa virada só, levantando-se e agradecendo a Sunny pela bebida. - Nǐ hǎo xiānshēng Baijie. Shao Jun apenas fazer companhia. - Diz a moça fazendo uma reverência com as mãos juntas, mas seus olhos fitando Sunny com um sorriso de canto de boca.

    O assunto que Sunny tinha a tratar com Baijie provavelmente não era de seu interesse, portanto Shaojun começaria a trabalhar no contrato recebido. Dependendo do que descobrisse sobre a sacerdotisa, poderia qualificar se a informação era importante ou podia ser descartada. O guerreiro certamente não seria de utilidade no momento e o cara estranhou podia ser simplesmente, um estranho. Precisava de foco. Com a informação de seu trabalho em mente, Shaojun decide visitar o local designado. Se tivesse facilidade de acesso, iria ler o que os tais empregados eram incapazes de fazê-lo. Se encontrasse um ou mais deles fazendo alguma pausa pra descanso, utilizaria de suas habilidades sociais pra puxar assunto, alegando ser boa conhecedora de bebidas e quem sabe não poderia ajudar de alguma forma. Esperava não ter que carregar nenhum barril pesado, mas se pudesse fazer companhia aos rapazes, já era um passo.
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    Mensagem por Christiano Keller em Sex Maio 29, 2020 5:35 pm

    Shaojun,

           A conversa com Sunny é simples e ele sabia alguns detalhes sobre o local. Talvez mais detalhes que Shaoujun esperaria. Ele mostra um pequeno desenho do local. Há referências para algumas coisas em alguns espaços, mas ele não tem completa certeza sobre tudo, apesar de fazer referências aos tanques de bebida maiores. A passagem fica no estoque.
           O produtor de bebida é chamado de Puri (48 anos), pois sua bebida é dita como pura. A marca de bebida dele é a D3, destilada três vezes como falavam, mas era filtrada. Uma bebida comum na região e meio famosa para um tipo de vodka. Só que os vinhos ele não preparava, comprava e escondia no porão. Sunny não menciona nada, mas Shaojun sabia que barris de vinho eram bons lugares para fazer contrabando de coisas. Há volume, o liquido esconde muita coisa dentro do barril e o fato de ficarem escondidos é que dava um sinal de que poderia haver algo ali. O segredo pelos barris de vinho podem ser sobre alguma coisa diferenciada. Esse segredo pode ser o segredo que Sunny busca, mas não contou.
           Sobre Puri, ele tem uma família simples com três filhos: Levi (24), Eli (23) e Naomi (18). Não há uma esposa e é dedicado ao trabalho. Os filhos trabalham também com as coisas da venda de bebidas, sendo que eles trabalham bastante. Durante o dia qualquer um deles pode atender aos pedidos, durante a noite, talvez um dos empregados também pode atender.

    Mapa:
    Shao Jun, o som do silêncio River.north.blueprint
    Imagem ilustrativa:
    Shao Jun, o som do silêncio UHKXEPCM4II6VFT34B2NGAWH2Q

            Ao se espreguiçar e prestar atenção nas palavras da Sacerdotisa, Shaojun percebe que ela fala sobre a Katar e Derketo:
            - ... as azuis escuro são melhores que as negras pois estão passadas. Como representantes de Derketo vocês poderão passar muito bem pela região. Seu problema será ao cruzarem com os representantes de Katar. Os representantes dos Khari sempre acham que eles são os mais importantes. Um dos outros homens responde algo para Sacerdotisa mas ele está de costas e Shaojun não pode ver seus lábios. Lembre-se de ser respeitoso e tratar bem. A formalidade é comum para os representantes de Khitai, também são comuns as multas para aqueles que se vestem acima de sua posição social. A conversa com a Sacerdotisa se estende de alguma forma e Shaojun não consegue capturar todas as partes. No entanto: há uma discussão de alguma receita que leva frutas mais azul escuras, talvez alguma variedade de uva ou mirtilo (blueberry); os homens tem alguma missão para o leste na direção de alguma cidade estado, todas elas acham que são representantes dos Khari, mas nenhuma delas é; Dekerto é uma representante da Luxúria e Katar deusa da morte, ao que tudo indica elas não estão fazendo as pazes.

           Shaojun deixou Sunny e Bajie conversando para seguir até a destilaria. O local era perto apenas alguns minutos de caminhada e poderia ver as coisas. Eram cerca de oito da noite e muita gente ali dorme com a luz do sol, então há chances de que alguns já vão dormir para acordar entre quarto e cinco da manhã. Shaojun relembra as áreas da construção que tem diversas portas e vê uma carroça chegar para pegar algo e uma pessoa faz a entrega. Pelo horário parece que só tem uma pessoa acordada fazendo a recepção. Os outros não estão a plena vista.

    Dados:
    Leitura labia 14 = 10
    Lábia 14 / Diplomacia 13 = 11
    Trato social 14 = 12
    IQ 14 = 10
    Percepção 14-4 escuridão = 10

    Quem você viu que está no plantão hoje, vou deixar pro dado escolher, cada um tem uma abordagem:
    1 - Puri
    2 - Levi
    3 - Eli
    4 - Naomi
    5 - Empregado comum
    6 - Empregado comum
    Christiano Keller efetuou 1 lançamento(s) de dados Shao Jun, o som do silêncio Dice10 (d6.) :
    6


    Se optar por mudar o horário, ir durante o dia, etc, avise para fazer ajustes.
    A opção de entrar e sair de forma silenciosa parece mais fácil neste momento, apenas preciso da rota que deseja fazer. Se houver conversa posso chamar no discord para um chat rápido e depois transcrever a cena.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Qui Jun 04, 2020 11:33 am

    Shaojun já havia se metido em contratos anteriores onde seu contratador não tinha exatamente um perfil moral elogiável e por algum motivo desconfiava que Sunny não era diferente. Porém, naquele ramo de negócios, não se ganhava reputação colocando a moralidade no meio. Precisava matar um inocente? Uma pena. Precisava ferrar os negócios de alguém? Vida que segue. Só não admitia traição. Se seu contratador a traísse, então o contrato podia ser revisado. Gostava de manter isso sempre em mente de modo a evitar distrações. Shaojun fica razoavelmente interessada na conversa da sacerdotisa. Bebida nunca era um assunto ruim, Talvez devesse conversar com ela quando terminasse seu trabalho. Com as informações recebidas e o horário a seu favor, a ladina resolve entrar em ação. Ao ver que só havia uma pessoa recepcionando, Shaojun acha melhor evitar essa opção. Seria muito mais simples ser lembrada se fosse falar com o homem. Hm. Talvez seja melhor eu procurar uma entrada diferente. Não creio que estejam esperando um invasor... só preciso ter cuidado. Shaojun avalia o mapa e tenta formular o menor trajeto possível entre ela e seu alvo. Caso encontrasse gente demais lá dentro, poderia repensar sua estratégia, mas idealmente preferia terminar com aquele assunto naquela noite e ficar livre pro próximo dia. - Com sorte uso o favor do Sunny pra me colocar em contato com aquela devota da luxúria. Parecia o plano perfeito. Bebida e sexo a troco de pão. A ladina sorri em antecipação. Adorava fingir ser focada, mas confiava demais no próprio sucesso.
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    Mensagem por Christiano Keller em Qui Jun 04, 2020 7:23 pm

    Shaojun,

           A porta mais próxima fica do lado leste (direito) do prédio e era ao lado do armazém onde Sunny disse que estava a outra passagem. Shaojun não tem problemas para chegar até lá perto coberta pela construção de resfriamento do lado de fora. No entanto a porta precisava ser arrombada com jeitinho. Os dedos mágicos de Shaojun passam sobre o couro de sua rouba a procura da ferramenta ideal. Algumas são mais finas outras são mais grossas, mas em segundos estão nas pontas dos dedos. Com cautela para não fazer barulho Shaojun introduz delicadamente cada peça no buraco e click, destranca a porta. Porém ela não abriu, uma barra de segurança deve bloquear a passagem pelo lado de dentro. Logo Shaojun levanta e caminha seguindo a parede em busca de outra porta. A parede do armazém é longa, mas como queria evitar a porta da frente, tinha que buscar uma passagem pelos fundos.
          A outra porta tinha o mesmo sistema de trancas e foi fácil de abrir. Uma vez dentro do armazém era possível ver os tanques de destilar do lado direito e uma ampla sala do lado esquerdo. A pouca iluminação na área dos tanques mostra que ela é bem cuidada e limpa. Mais a frente era possível ver o empregado trabalhando com algumas garrafas na outra sala onde ficava o bar. Furtivamente Shaojun caminha até a porta do armazém que estava encostada, era certo que as pessoas não trancam as portas do lado de dentro das casas, apenas do lado de fora.
          Dentro do armazém estava a tal porta.
    A porta:
    Shao Jun, o som do silêncio Old_door_door_gate_lock_access-601650
           A porta tinha várias fechaduras, mas Sunny havia mencionado um truque. Shaojun sabia abrir portas e ao encontrar a barra de proteção na outra porta sabia que alguém ali era meio preocupado com a segurança, a barra era um sinal de que não confiavam apenas na tranca. Com o olhar atento para as trancas, Shaojun resolve pensar que o truque não estava ali, mas em outro lugar. Então olha para a parede, no canto esquerdo há um pequeno detalhe com um furo. Era uma tranca escondida. Em segundos Shaojun abre a porta e do lado de dentro a rampa para o andar inferior está escura. Não há tochas acesas nem lamparinas iluminando o local. Com cuidado Shaojun pega uma das lamparinas do armazém e usa para acender uma do lado de dentro. Agora tinha como caminhar por ali. A porta é delicadamente encostada para preservar sua identidade enquanto procura o que ler lá embaixo.
           O andar inferior é amplo com quarto fileiras de barris de vinho e três passagens. Até dá vontade de experimentar um deles e o cheiro era bom. O depósito é frio e seco, o que passa um sensação estranha na pele exposta. O calor da lamparina pequena na mão esquerda é a única fonte de luz ali. Com passos cautelosos, Shaojun passa entre os barris pela passagem da esquerda, assim deixa a mão livre e a área da direita aberta para defesa. Porém o local está vazio. Com a ponta do dedo, Shaojun prova alguns vinhos direto do barril, mas aquilo era parte de seu prazer pessoal. Entrou no local que outro não conseguiu provando mais uma vez que era muito competente.
           Ao fundo havia uma mesa com alguns papeis mas do outro lado estava as palavras que Shaojun buscava. Eram textos em uma mistura de línguas, algumas parecem receitas mas outras são referencias ao Khari, os imperadores de Khitai. Os Khari desapareceram há muitos anos e muitas das cidades estado de Khitai dizem ser os reais líderes. Parece que o tal Puri tem informações sobre os Khari ou algo que pode tornar seus poderes maiores. Não estava muito claro por conta de algumas palavras em um idioma que  Shaojun não conhecia, mas alguém estava presa no Oeste, uma tal Cenobita e seu item de poder estava no leste, separados ao extremo. Eles tinham a intenção de encontrar os dois e a irmandade do Punho servia para os Khari. Parece que são dois grupos diferentes ali trabalhando juntos. Sunny certamente poderia ser da irmandade ou até de um terceiro grupo.
           A informação dizia apenas leste, mas boa parte da carga de Puri vem de Wuhuan, uma cidade de nômades no deserto. Talvez lá esteja seu contato fornecedor de mercadorias, Lewin.

           Ao deixar a destilaria, Shaojun percebe que poderia levar alguma lembrança ou mesmo deixar o local sem perceberem que esteve lá. Porém para onde iria agora? Talvez ao templo de Dekerto a procura da Sacerdotisa? Comunicar Sunny sobre o achado ou ainda era muito cedo para isso? Talvez procurar mais informações sobre a irmandade do punho ou outras coisas com alguém do submundo de Wan Tengri?
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    Shao Jun, o som do silêncio Empty Re: Shao Jun, o som do silêncio

    Mensagem por Sailor Paladina em Qua Jun 10, 2020 8:55 pm

    Enquanto realizava a missão, aproveitando se tratar de um serviço trivial, Shaojun se perguntava o que tinha de tão especial naquele lugar. Não estava bem protegido e até um ladrão mequetrefe talvez conseguisse cumprir a tarefa. Porém ao ver a barra de segurança e vendo que teria que encontrar outra entrada, ela chega a se irritar. Odiava ter que gastar mais esforço do que o necessário e pelo visto subestimou o alvo. Ao ver o empregado a distância, a ladina se escora e observa sua trajetória, enquanto sem se dar conta dedilhava sua genitália por sobre a roupa. O medo de ser pega lhe excitava, mas aquilo não era hora e nem lugar pra isso. Seguindo na direção do seu objetivo, ela encontra a tal porta com segredo e consegue passar. Já lá embaixo ela lê os documentos e tenta decorar as partes mais importantes. Contudo não poderia deixar de experimentar alguma coisa dali e ainda levar uma garrafa consigo. - Quando derem por falta eu já vou estar bem longe hihihi!. A ladina deixa a destilaria e traça seu caminho de volta para a taverna, em meio a passos tortos. - Porra, já tou meio grogue. Vou terminar logo esse serviço e beber pra Khitai hoje! Hahaha!. Ao ver que um fulano estranha a moça falando sozinha, Shaojun rebate estirando a língua com uma careta: - Que foi? Nunca viu uma mulher falando sozinha?

    A ladina tinha várias opções, mas prefere terminar logo o que tinha em mãos antes que esquecesse. Além do mais, o tal Sunny foi bastante cavalheiro. Se tem uma regra que Shaojun seguia a risca era: "nunca decepcione quem paga a sua bebida!". Voltando pra taverna, a moça procura em volta por Sunny. Esperava que ele já tivesse sozinho ou pelo menos não muito ocupado, caso contrário, iria ao balcão e flertaria com alguém a fim de lhe pagar uma bebida. Se não aparecesse alguém, tudo bem, ela já tinha trazido sua própria garrafa. Ao encontrar Sunny, Shaojun sorriria com uma piscadela de olho e se aproximaria dele, caso chamada. Já na mesa, ela pede pra Sunny se aproximar a fim de falar baixinho no ouvido dele. - Eu li umas coisas sinistras nos planos deles. Deu até vontade de "penetrar" mais no assunto, se é que me entende... Talvez fosse melhor a gente conversar numa cama mais reservada... depois de mais algumas bebidas, que tal, hihihi.. Shaojun passa a língua pelos lábios com um olhar sedutor pra Sunny. A noite estava ótima, mas podia ficar ainda melhor. Se Sunny alegasse ser casado, Shaojun diria não ter ciúmes, mas se mesmo assim não rolasse com ele, a ladina suspiraria e marcaria novo encontro com ele pela manhã pra entregar toda a informação. Já estava meio grogue e queria ficar totalmente. "Uma noite produtiva não é perfeita sem muito bebida!".
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    Shao Jun, o som do silêncio Empty Re: Shao Jun, o som do silêncio

    Mensagem por Christiano Keller em Qua Jun 17, 2020 7:44 pm

    Shaojun,

           A taverna estava vazia, apenas Sunny estava lá vendo o garçom lavar a louça de longe enquanto bebia algo. O sorriso de Sunny ao ver Shaojun com uma garrafa do Puri era muito revigorante. Quando Shaojun sentou na cadeira ao lado de Sunny o calor de que alguém acabou de sair ainda estava ali. Talvez Baije tenha deixado o local a pouco.
           - Claro, quero beber você e iremos a fundo nestas descobertas. O jogo suave de palavras de Sunny foi simples e ele pediu mais uma bebida. Como Shaojun tinha uma garrafa, era mais fácil escolher o tipo da bebida. Sunny ainda cheira o hálito de Shaojun de perto inclinado a beijar ali mesmo para descobrir o sabor da bebida ou até o sabor dos seus lábios. Ao que parecia o sex appeal de Shoujun era uma forma de dominação mais forte que o esperado.

    (Sex appeal x Will = +4)
           Sunny parecia seduzido por uma Shaojun que havia bebido duas garrafas de vinho, mas mantinha seu discernimento forte. Controlando suas escolhas de forma provocante, Shaojun subiu guiada até o quarto de Sunny que levou uma garrafa com azeite de oliva. Assim que entram no quarto, Sunny fecha a porta e beija Shaojun forte
          - Sabe, tenho uma ideia sobre como te fazer falar antes de "penetrar" no assunto.

    +18, escolhas para Shaojun:
    Beijos gentis:
    Os beijos de Sunny percorriam os lábios com uma mistura de mordidas para despertar as sensações na boca. As mãos percorriam o corpo de Shaojun, mesmo sobre o tecido de suas roupas as mãos fortes buscavam pela carne sem pudor. A boca de Sunny passa pelo maxilar em busca do pescoço para atiçar os desejos pela luxúria. Com uma pegada forte sobre a carne os lábios de Sunny apenas dizem:
           - Pode começar a falar quando quiser. Beberei suas palavras e gemidos por horas. Até ali o atrevimento de Sunny parecia contido, apenas queria despertar os sentidos pelo corpo de Shaojun.

    Beijos intensos:
    As mãos habilidosas de Sunny procuram uma forma de contornar o tecido das roupas de Shaojun. A pele áspera da mão do mercador chega nas fronteiras entre a calça e a blusa. A pele macia e sedosa de Shaojun poderia se arrepiar com a pele seca de Sunny. Talvez o desejo pelo azeite fosse este, lubrificar a pele para deslizar com facilidade. Sunny levanta a camisa de Shaojun e seus lábios percorrem a pele exposta ao ar da noite. Os beijos pela barriga e o contato dos lábios com o seio é quente, sensual. Os lábios de Sunny sugam a pele de Shaojun em direção aos mamilos. Sunny termina de retirar a blusa de Shaojun e retira sua própria blusa entre um chupão e o outro. Com o torso nu, os dois se abraçam para o contato da pele esquentar a situação.

    Mas as mãos de Sunny não param e descem no vão entre o tecido e a pele para segurar a bunda. O tecido da calça de Shaojun aperta suavemente a mão de Sunny contra sua bunda enquanto esquentam tudo. As mãos logo abaixam as calças de Shaojun e retiram tudo. Os beijos nas coxas servem apenas para atiçar o momento com Sunny ali abaixado.

    Beijos proibidos:
    O calor no corpo de Shaojun talvez ainda queira algo mais intenso, mas Sunny queria escutar mais. Sendo assim os lábios de Shaojun deveriam ficar livres para o prazer. Com a mão esquerda, Sunny busca a perna direita de Shaojun e a puxa por sobre seu ombro. Apoiada apenas na perna esquerda e com as costas na parede, a visão de Sunny entre seus seios e beijando a coxa parecia provocante. Sunny não tinha pressa, mas estava cheio de desejo com cada beijo. Ao chegar na vulva, a língua parecia querer explorar cada dobra de pele. As lambidas molhadas percorriam a pele macia de Shaojun com diferente intensidade apenas alterada pela luxúria do momento. Sunny queria provar o sabor original de uma linda mulher e este desejo se concretizava naquele instante. Com lambidas de cima até embaixo, Sunny acompanha as reações de prazer de Shaojun. Com determinação de um explorador, Sunny queria desbravar aquela área desconhecida. Se não bastasse a língua, Sunny começa a usar os dedos da mão direita para atiçar o momento. Ele não descansaria até conseguir beber os gemidos de prazer de Shaojun.

    A cama:
    A cama confortável para dois estava ali, arrumada e pronta como quem pede para ser bagunçada. Quando Sunny coloca o corpo nu de Shaojun no tecido de algodão, ele diz:
    - Usarei o azeite para a pele deslizar melhor. Depois podemos nos lavar. Sunny joga azeite nas mãos e as fricciona para espalhar um pouco. Logo passa no peito para que brilhe de forma sensual e provocante para Shaojun. As mãos ásperas de Sunny agora deslizam pelo corpo de Shaojun e agarram ambos os seios antes dele se debruçar entre as pernas à procura de um beijo nos lábios molhados. Enquanto os beijos sobem em direção à boca as mãos percorrem o corpo com certa força num tipo de massagem para despertar os sentidos. Durante o beijo que mais parecia um duelo entre línguas o membro duro toca a entrada da vulva. Devagar e lentamente Sunny penetra em Shaojun, não que pense que era uma virgem, mas era apenas um homem gentil ou experiente que sabe que para uma boa relação é melhor quando o corpo se adapta. Devagar com movimentos suaves Sunny sente se Shaojun está mais confortável antes de começar a foder com força. Os beijos fortes com um pouco de chupões são uma maneira gulosa de Sunny agir. Já as estocadas fortes e até barulhentas são mais um reflexo do prazer. Sunny então ergue o torso abrindo uma certa distância da boca de Shaojun para observar o corpo. Seu olhar passeia pelas curvas de cima até embaixo, mas seus dedos da mão direita tocam a vulva em busca da junção dos lábios, um ponto mais inchado. Ali estava o centro de prazer que poderia levar Shaojun à loucura.

           Os momentos de prazer foram intensos e ficaria a cargo de Shaojun escolher o final. Poderia querer um filho ou fazer um agrado diferente, mas também poderia terminar com alguns movimentos da mão para o lado.

           O sono tranquilo de Shaojun foi revigorante, os sonhos repletos de luxúria e prazer a carregaram durante a noite toda. Por diversos momentos Shaojun lembra de dedilhar o cabo da espada em seu sonho para escolher seu destino. Na manhã seguinte ao acordar, Shaojun dedilhava o membro de Sunny que estava ao seu lado meio acordado.
           - Ora, vejo que acordou bem. Está disposta? A pergunta não era clara se falava sobre a bebida ou sobre o sexo com o dedilhar em Sunny. Então, estive pensando aqui que ainda tenho muito que descobrir sobre eles. Lewin em Wuhuan parece muito pouco para determinar uma jornada tão longa. Sunny parece sorrir e então diz: Em três dias haverá uma pequena festa de mercadores aqui na cidade de Wan Tengri, você pode ir até a festa para fazer seus contatos ou se quiser mais um serviço, agora desejo saber quem é o tal Lewin, se alguém vai para Wuhuan para compartilhar a caravana. Eu sei que os membros da irmandade do punho vão pagar muito se a gente descobrir sobre o tal objeto. Acredito que Puri e seus amigos o guardam para que a irmandade não o encontre. Não tenho certeza de que a irmandade serve aos Khari, talvez Puri entenda assim mas eles não servem ninguém. Sunny aparentemente não servia à irmandade nem ao grupo dos Khari, talvez ele seja justamente um comerciante em busca de uma oportunidade que bate à sua porta.

           Shaojun repara em um pequeno desenho de meia lua escondido na mão direita de Sunny. Ele usava um tipo de maquiagem suave para cobrir o desenho mesmo com luvas.
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    Shao Jun, o som do silêncio Empty Re: Shao Jun, o som do silêncio

    Mensagem por Sailor Paladina em Sab Jun 20, 2020 3:44 pm

    Shao Jun, o som do silêncio MSe7I4d

    Era uma pena que a taverna já estivesse quase vazia, pois gostava de um ambiente lotado e barulhento. Ao ver Sunny lhe aguardando, um sorriso vem ao seu rosto e a ladina vai até ele. Na tentativa do homem de beijá-la, Shaojun tambéem se aproxima, mas apenas pra um selinho rápido. Diz o que tinha pra dizer no ouvido dele e fica satisfeita ao ter seu convite pra cama aceito. Ela o segue de mãos dadas e ao entrar no quarto, troca um beijo de língua mais quente, tocando suas intimidades enquanto tinha a bunda apalpada. Enquanto se beijavam nas preliminares, Shaojun diz o restante do que descobrira na destilaria. Enquanto removia as roupas e era tocada pelas mãos ágeis pelo seu corpo, a ladina incrementa a história contando detalhes da invasão no local e como conseguiu enganar os vigias. Tudo pra parecer que foi um pouco mais complicado do que pareceu. Àquela altura já estava parecendo que Sunny nem prestava atenção no que lhe era dito, apenas apreciando ouvir sua voz. Shaojun lhe dá o que ele tanto procura e geme enquanto o acariciava no peito, nos ombros e na cabeça. Sua voz implorando pra que ele a possuísse realmente funciona em deixar Sunny ainda mais excitado. - Eu sou o copo e você é a garrafa... agora despeja seu vinho em mim....

    Shaojun estranha um pouco o método de Sunny de transar lambuzados, mas a excitação de ambos já permitia qualquer loucura. Ela aprecia a delicadeza do parceiro no início, mas faria questão ao longo da noite que tentassem várias posições e de maneiras um pouco mais rudes. Fazia questão de ouvir um "essa foi a melhor transa que tive na minha vida". Como bem dissera: "era a melhor no que fazia". Já no dia seguinte, Shaojun acorda, coçando os olhos e como sempre depois de uma noite tórrida de bebida e sexo, estava meio tonta, esquecida de onde dormiu. Ela ouve a voz de Sunny e fica um pouco mais calma, até aproveitando pra acariciar a genitália dele e o olhar com interesse. Os dois trocam beijos enquanto Sunny falava sobre futuros planos e ao ouvir que haveria uma festa em breve, seus olhos brilham de alegria. Se tinha uma coisa que melhorava seu humor era saber de algo do tipo. Com certeza estaria lá, afinal uma festa não estava completa sem a sua presença. Sunny diz que queria saber mais sobre Lewin e Shaojun diz que se descobrisse mais coisas sobre o homem, iria informá-lo. - Vou visitar o templo pra ver se descubro alguma coisa por lá também..

    Shaojun se levanta da cama procurando suas roupas, mas decide tomar um banho antes de se vestir. - Aguarde notícias minhas.... Diz soprando um beijo antes de sair. Shaojun deixa o quarto com um sorriso no rosto. Teve uma noite produtiva sem ter que pagar nada, nem mesmo pelo quarto e agora tinha um leque de opções a sua frente pra trabalho. O símbolo na mão de Sunny era interessante e ela manteria essa informação pra si, pra o caso de voltar a ver imagem similar em outro lugar. Na taverna pediria algum petisco leve pra passar a fome. Sunny com certeza não se importaria de pagar por isso, afinal ainda estava em seu serviço. Seu próximo passo era o templo na cidade. Se possível também iria atrás de informações sobre a tal festa.
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    Shao Jun, o som do silêncio Empty Re: Shao Jun, o som do silêncio

    Mensagem por Christiano Keller em Sab Jul 18, 2020 8:49 pm

    Shaojun,

           Deixar a taverna e seguir para o templo de Derketo ainda de manhã era algo bom, o Sol já estava alto e aquece a cidade. O ar seco do deserto faz um certo contraste com a umidade do lago deixando o vento agradável, o movimento do ar ajuda a disfarçar o cheiro da cidade grande. Talvez o perfume de Shaojun possa ser percebido com mais facilidade pois o banho foi importante para uma sensação de superioridade. O fato era que Shaojun era superior.
           Shaojun pensa sobre o templo tentando chegar preparada para sua investigação. Derketo, a Deusa da Luxúria, é uma serva de Set. Ela representa a natureza sedutora da carne e o desejo pela vida que Set oferece manter eternamente. O culto a Derketo é comum entre os camponeses da Stygia, ali não era Stygia, que acham as exigências contemplativas de Set muito restritivas. As sacerdotisas de Derketo podem aprender mágicas de Controle do Corpo como se fossem magos, logo isso era importante ter em mente. Controle do corpo e luxúria parecem ser temas bastante interligados.

           O templo de Derketo não era muito grande, mas tinha suas marcas claras. A curiosidade sobre o local era clara, mas Shaojun tinha uma certa experiência, não iria chegar ali assim chegando,  um pouco antes para encostada em uma parede de uma esquina e inspeciona o local. Os dedos batem sobre a parede enquanto espera. O local é um pouco áspero enquanto dos dedos tem a pele macia e sensível, o tato superior de Shaojun é relevante para muitas de suas habilidades. O templo é simples, tem um formato retangular com cerca de 50 metros de profundidade e 20 de fachada. O local tem uma porta do lado direito, o que pode fazer uma entrada mais discreta para filtrar os interessados. Uma fumaça sobe no fundo, o que é comum, alguém deve fazer comida ou chá. O sabor do desjejum desapareceu da boca há alguns minutos, mas apenas os sabores dos prazeres da carne que poderiam entorpecer a mente.

           Mais preparada para ir ao templo, Shaojun caminha para a porta e logo ao entrar vê a mesma mulher com cara de sacerdotisa deitada sobre algumas almofadas e outras duas fazendo algum tipo de costura. A sala é ampla, tem 5x5, um guarda está perto da cabeça da sacerdotisa e no centro da sala tem um incenso que trás um aroma de lavanda para o local. Em uma prateleira alguns brinquedos sexuais estão expostos, como plugs e consolos. A sacerdotisa olha para Shaojun num olhar de aprovação por sua beleza e diz:
           - Bem-vinda ao templo de Derketo linda dama. Quer participar dos prazeres do mundo? O sorriso maroto da sacerdotisa mostra que ela está feliz com a presença de Shaojun. Shaojun por sua vez tem uma reação também positiva, a sacerdotisa é atraente e tem uma voz charmosa além de se comportar com a etiqueta local.
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    Shao Jun, o som do silêncio Empty Re: Shao Jun, o som do silêncio

    Mensagem por Sailor Paladina em Seg Jul 27, 2020 3:01 pm

    Shaojun não tinha conhecimento detalhado sobre as religiões e suas regras, mas já tinha ouvido falar do clero a Derketo e suas práticas, fato que a deixa com receio de entrar naquele prédio. A ladina se escora na parede, pensativa e alisando o próprio ombro antes de tomar sua decisão. Após um pesado suspiro ela entra. Esperava não ser reconhecida por quem quer que fosse, afinal, alguém como ela provavelmente já tinha dormido com meio mundo. Ver a sacerdotisa que encontrara na taverna lhe dá um certo alívio, pois a ajuda a manter o foco, lembrando do que viera fazer. Antes que ela pudesse dizer algo, a mulher já lhe faz um convite direto, o que faz Shaojun estremecer nas bases. Era esperta o suficiente pra perceber quando estava sendo seduzida, mas força de vontade não era o seu forte. A ladina se aproxima, o cheiro do incenso invadindo suas narinas, dando-lhe uma sensação de calma e desejo. Shaojun se ajoelha diante da sacerdotisa e diz seu nome. Sua face estava corada enquanto ela olhava pro chão. - Eu me chamo, Shaojun. Pra ser sincera, não sou estranha aos prazeres do mundo. Eles fazem parte do meu dia-a-dia... - Shaojun encara a sacerdotisa devolvendo o mesmo olhar de malícia com que fora recebida.

    Shaojun respira profundamente, olhos fechados e elogia o aroma do incenso, então olha pra todos os objetos de diversão próximos, mas tenta mudar de assunto do melhor jeito que consegue. - Eu fiquei sabendo que em breve teremos uma festa na cidade. Sua igreja está envolvida? Creio que eu tenha visto a senhora ontem na taverna conversando com o taverneiro...- Shaojun não havia se dado conta, mas estava com a mão esquerda por dentro da gola de sua camisa, acariciando o seio direito enquanto falava. - Eu sou "provedora de serviços especializados", se é que me entende e eu apreciaria por demais se pudesse ajudar de alguma forma nesse evento.. A ladina se senta numa posição mais relaxada como a própria sacerdotisa e aguarda sua resposta.
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    Shao Jun, o som do silêncio Empty Re: Shao Jun, o som do silêncio

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