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    Prólogo - O Reino Sem Coroa

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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Bravos em Qui Jul 30, 2020 9:59 pm






    Aaron, o Mercador

    Percebeu que a gatuna estava um pouco pálida, então Aaron a tocou no ombro e lhe perguntou: - Violet, está tudo bem? Parece que você viu o deabo. - Deu uma sacudida na amiga, para ver se ela reagia. - Bebe aqui uma água. - Pegou seu cantil e ofereceu. Voltou-se então para a velha Lady. - Então essas frutinhas podem ser encontradas ao longo de toda a Floresta dos Sussurros? Já que a batalha aconteceu aqui? Ou apenas aqui na orla da floresta?

    Não estava satisfeito com a pouco informação que tinham. Mas a opção do caminho dos orcs também não parecia especialmente boa. - Lady, nos fale mais sobre esses sussurros. Eles são algo físico ou mágico? É possível se proteger deles através de tampões? - Aquela seria uma informação importante. Sobretudo para os peco-pecos que haviam parado de avançar. Ia ser problemático se eles decidissem ser não-cooperativos.

    Aaron murchou quando a velha falou sobre a magia de Whixa. Então eles estavam tentando engabelá-la à toa. - E você não me falou por quanto vende esse seu cachimbo. Ele parece valer 15 zenys.






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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Mystic Stranger em Sab Ago 01, 2020 4:42 pm






    Violet, a gatuna

    A jovem gatuna estava tentando pegar algo que antes não havia visto ao chegar ali. Seus olhos vagaram para além da pequena senhora e acabaram presos na floresta a frente. Sua visão encontrou em meio a escuridão olhos em um azul safira, mas tudo o que podia ser visto eram apenas eles. Hipnotizada por eles, a jovem começou a ouvir uma voz estridente e então um nome até então desconhecido e junto uma dor agoniante acontecia, fazendo com que ela levasse as mãos aos ouvidos e passou quando a voz doce da velhinha foi ouvida, como se a trouxesse de volta para o seu lugar.

    - Mas que merda de barulho foi esse? - Ainda se encontrava um pouco atordoada e pelo que Aaron havia agido consigo, ela não parecia estar bem. Aceitou o cantil de água e o bebeu em goladas rápidas. - Não sei se o coisa ruim tem olhos Safira, mas o que eu acabei de vê la dentro não parece ser normal. - Ela então olhou para a velha. - Quem é Senhor Vermilion?

    Escutaria a mulher falar a respeito disso, e se perguntava se Whixa já havia terminado com sua tarefa. O Que viu lá dentro não era normal e talvez nem fosse bom para o sua mente fraca. E se talvez eles se parecem, a fruta não daria para todos afinal. - Aaron, talvez fosse melhor seguimos separados e depois nos encontrar em um ponto mais a frente. Essa floresta não me desce. - falaria baixo para que só seu amigo a ouvisse. - Ou seguimos todos juntos pela vila dos Orcs, esse lugar me dá arrepios. Prefiro mil vez lutar contra um ser visível do que algo invisível.







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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Raijecki em Dom Ago 02, 2020 7:42 am






    Whixa Vaae, a Noviça Rebelde


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 QApfyp1

    ***

    Whixa ainda ouvia um pouco da história que a velha conhecida como "Lady" contava á seus companheiros de viagem antes de adentrar a carruagem para realizar seu feitiço do Santuário.

    "Valkyrias é? Talvez eu seja uma descendente delas, afinal de contas não há nada nem ninguém comparado a mim..." - Whixa utilizava de seu orgulho sempre que precisasse mascarar suas dores e angustias, e nunca saber de onde viera, suas reais origens, era algo que ainda a incomodava. "Bom, vamos começar logo o ritual!"

    Ela então se ajoelhava diante de seu altar improvisado para seu deus Odin e começava a orar mentalmente, invocando seu poder mágico através de um círculo de magia. O círculo tinha tons vermelho magenta e vários símbolos e hieróglifos religiosos, o que a ajudava a concentrar seu poder.

    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 DJWYjDy  

    Após invocá-lo com sucesso, algumas pequenas e breves faíscas parecidas com descargas elétricas pulsavam das bordas círculo, o que indicava a Whixa que seu feitiço talvez demorasse mais do que o previsto, mesmo que o motivo ela não soubesse ao certo. Ela precisaria confiar que seus companheiros de missão tivessem exito em ganhar tempo.

    Então com o foco voltado novamente para sua oração de invocação mágica, ela enfim começava a recitar vocalmente e melodicamente o verso de poder do Santuário:

    "O fogo no seu olho
    Me mantém vivo
    E o fogo em seu olho
    Me mantém vivo
    Tenho certeza, nela você encontrará
    O Santuário
    Tenho certeza, nela você encontrará
    O Santuário

    E o mundo
    O mundo gira em torno
    E o mundo e o mundo
    O mundo me arrasta
    E o mundo e o mundo e o mundo
    O mundo gira em torno
    E o mundo e o mundo e o mundo e o mundo
    O mundo me arrasta

    Tenho certeza nela você encontrará

    O Santuário!"

    Referência do verso:







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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Hylian em Ter Ago 04, 2020 2:19 pm








    O Reino Sem Coroa


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 08a200583794b674f04c6ce89109e6ea


    @Mystic Stranger @Raijecki @Bravos

    31 de Agosto de 1999 D.GH
    Estação: Outono, Temperatura: 14ºC, Previsão: Sem Previsões.
    Localização: Floresta dos Sussurros.

    OS PROTAGONISTAS:


    Aaron


    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 16
    Armaduras 03
    Classe: Mercador
    Dano Base: 1D4
    Experiência: 03/10
    Nível: 01
    Carga Máxima: 14/14
    Zeny$: 150

    Aaron Digby


    Whixa



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 18
    Armaduras 02
    Classe: Noviço
    Dano Base: 1D6
    Experiência: 03/10
    Nível: 01
    Carga Máxima: 05/09
    Zeny$: 150

    Whixander Vaee


    Violet



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 19
    Armaduras 01
    Classe: Gatuno
    Dano Base: 1D8
    Experiência: 03/10
    Nível: 01
    Carga Máxima: 07/11
    Zeny$: 150

    Violet Hallan










    TODOS




    Lady parecia estudar cada um deles com muita cautela, como se estivesse criando e amadurecendo um perfil único de cada um deles, com exceção de Hergos que parecia não fazer muita diferença para a idosa e, inclusive, o tratava como se não existisse em realidade. – Os Frutos Valkyrias são extremamente raros no mundo dos humanos, somente surgem em locais onde outrora houvera uma guerra santa e, portanto, somente dois únicos lugares em Midgard são agraciados por tais frutos, mas respondendo a sua pergunta, é sim! Vocês podem encontra-la pela floresta, mas não será uma tarefa fácil!

    A velha curtia muito a sede de saber do jovem mercador e como suas perguntas eram muito importantes para aquele grupinho de aventureiros que pouco sabiam sobre o que o destino os reservara. A mulher dedilhou seu cachimbo que não estava aceso encaixando-o melhor por entre seus lábios envelhecidos. – Receio que não poderei responder a esta questão, jovem mercador... – ela suspirou ao sentir-se inútil – Uma guerra santa acontece quando dois povos seja de raça diferente ou não entram em guerra em nome de um ou mais deus, porém sem o consentimento de tais deuses, a guerra santa se torna falsa e o sangue derramado torna-se um pecado e o nosso grande senhor já não mais abençoa tais terras. Acredita-se que as Valkyrias só levam consigo os verdadeiros heróis, aqueles que lutavam pelo bem, os demais tragados por Niflheim, o mundo dos mortos onde lá recebem um castigo eterno. Niflheim é, também, o lar da profana deusa Hell que há muitos anos fora trancafiada em Nifheim quando perdera uma verdadeira guerra santa contra Odin. Acredita-se que tais sussurros sejam como “flashbacks” do que aconteceu aqui... A Única maneira de se proteger da Floresta dos Sussurros é não entrar nela, nem mesmo chegar perto, ou então ter a sorte de encontrar esses frutos milagrosos, queridos...

    A Velha ficara surpresa quando Aaron demonstrara interesse em seu velho cachimbo. Ela o retirou da boca, estudando-o como se buscasse algo de valor que explicasse o interesse de um jovem mercador, mas a único valor ali era puramente sentimental – Receio em lhe dizer que este cachimbo não está a venda, meu querido, ele me foi dado há muitos anos, em épocas vitorianas por um amigo que conquistara meu coração, um deles... – ela pigarreou parecendo mergulhar em lembranças – recebi este cachimbo logo após eu ter livrado ele de uma bruxa traidora... Mas, não se preocupe, pode ficar com ele... – ela oferecia o artefato feito de madeira polida e um metal diferenciado, talvez tivesse algum valor realmente. Arqueara a sobrancelha quando a gatuna lhe fizera uma pergunta – Senh..or... Ver..m...llion...? – A velha tivera uma crise de tosse naquele momento parecendo roxa de tanto tossir – Acho melhor vocês irem, busquem por Ulrich, ele saberá guia-los!

    Visivelmente atordoada a idosa com dificuldade começou a avançar pela orla da floresta até sumir entre as árvores e arbustos onde já não era mais possível enxerga-la.

    Que velha maluca, não? – Perguntou Hergos aproximando-se de seus amigos – Ouvi dizer que os Orcs possuem artefatos muito valiosos, poderíamos aproveitar... – Comentara o menino de forma maliciosa.

    SANTUÁRIO era conjurado não muito longe deles e o seu brilho incomum e divino clareava parte da orla da floresta sem muita dificuldade embora a magia tivesse sido feita do interior da carruagem. Pouco antes da velha atordoada deixar o lugar todos viram seu corpo ser parcialmente banhado pela luz do mesmo, mas nada era possível enxergar por parte da jovem Noviça, o que tudo levaria a crer que não havia quaisquer malicias de sua parte, porém o mesmo não acontecera com Hergos. Era difícil interpretar com veracidade, pois a magia de Whixa não havia sido tão bem feita, talvez por falta de experiência, mas as faíscas pareciam angustiadas e violentas quando o brilho banhava o espadachim. Whixa escutara a voz de Yuffaa em suas lembranças:


    “Haja com cautela e sabedoria, querida irmã Whixa. O mal existe e sempre irá existir para que um equilíbrio possa ser determinado em nosso mundo. Se algum dia estiver diante do mal, use-o para o bem, em benefício de todos nós...”.



    Infos - OFF escreveu:
    Muitas revelações neste post. Como eu disse vocês podem ainda mudar o percurso para a Vila dos Orcs ou continuarem pela temida Floresta. Decidam logo, PORRA! brinqs... Raposo, escute as sábias palavras de sua superiora e haja com cautela hahaha, confio em vocês jovens aventureiros!

    Bravos - Se o Aaron aceitar o Cachimbo terá que rever os itens que carrega, pois você já está na carga máxima!



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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Bravos em Qui Ago 06, 2020 3:13 pm






    Aaron, o Mercador

    Então era possível encontrar mais daquelas frutas lá dentro, embora fosse difícil... - Humm... - E a velha não sabia se conseguiriam se proteger de forma mais física que mística. No fim das contas, ela havia apenas contado uma história muito interessante e não ajudado em quase nada.

    Aaron ficou surpreso quando a velha lhe deu seu cachimbo sem cobrar nada, ainda mais por ter dito que ele fora dado por alguém importante numa ocasião especial. - Obrigado... - Disse meio sem jeito enquanto observava melhor o cachimbo. Ele tinha um metal diferente ali, talvez valesse mais do que aparentava a primeira vista.

    Quando Violet falou sobre o tal Senhor Vermilion, a velha quase morre engasgada. - Ei! Está tudo bem com você? Bebe aqui uma água também! - Mas ela já se afastava e dizia que eles deveriam seguir em frente. O mercador olhou para a gatuna e disse: - Parece que esse Senhor Vermilion vai nos causar problemas. - A magia de Whixa funcionava, mas Aaron não sabia interpretá-la. Nunca fora versados nessas macumbarias. Porém, quando Hergos fala para ir para a Vila dos Orcs, ele retruca: - Hergos, você não dá uma dentro, então não iremos para a Vila dos Orcs nem a pau.

    Aaron caminhou de volta para a carroça enquanto explicava qual era seu plano: - Irei fazer uns tampões para nossos ouvidos com um pouco de cera de abelha que tenho aqui. Vamos torcer que isso nos proteja. Senão, temos a frutinha e talvez encontremos mais lá dentro. Whixa, pare de fazer a linha velha rezadeira e ajude com alguma coisa.

    Off: @Hylian algo tão pequeno quanto um cachimbo teria carga 0, não deveria afetar Rolling Eyes

    Ia usar um uso dos Equipamentos de Aventureiro pra ter cera de abelha e fazer os tampões. Pra isso usaria o movimento Fabricar +INT pq tem que ser sabido pra derreter a cera numa temperatura certa pra moldar ela nas orelhas sem queimar as pessoas. Vou rolar logo o movimento:

    Fabricar +3
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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Raijecki em Sex Ago 07, 2020 10:00 pm






    Whixa Vaae, a Noviça Rebelde


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 QApfyp1

    ***

    O santuário de Whixa era finalmente invocado, e ele revelava alguns sentimentos bem interessantes sobre os alvos da noviça. A velha não parecia exalar maldade ou algum elemento obscuro, mas o mesmo não se poderia dizer do aspirante a cavaleiro Hergos. Ela então logo se levantava e dissipava seu círculo mágico. Ajeitava suas coisas de volta no seu cantinho e então colocava a cabeça para fora da carruagem, gritando em seguida á seus colegas de viagem:

    - E então pessoal? Já se decidiram por aonde vamos?! - Ouvia então a resposta áspera do mercador, que indicava que seguiriam a dica dada por ela, e passada a mesma pela velha do estábulo. - Rezarei por sua alma a Odin por tal insolência, mercador. Venha até mim e me entregue este objeto que nos ajudará a ignorar os sussurros da floresta. Depois mande o idio... Digo, o Hergos para guiar a carroça, pois precisamos conversar, nós três.

    A noviça então aguardava dentro da carruagem de pernas cruzadas a chegada dos outros dois para que então pudesse lhes passar o que havia descoberto com seu feitiço e também ouvir o que eles tinham de contar sobre o encontro com a velha da fruta.

    "Hum... Como será que podemos nos livrar daquele Hergos..." - Pensou, mas no fim das contas precisaria do aval dos dois para avançar com seus planos. - GASPAR! - Ela sussurrava em tom autoritário, invocando seu familiar fantasmagórico.

    - Fique de olho naquele cavalheiriço, e em qualquer sinal de desconfiança, por favor me avise. Tá bom queridinho da mamãe? - O ordenava e então passava suas mãos na cabeça de Gaspar, em sinal de carinho, mesmo que não fizesse muito diferença já que o familiar não sentiria nada.






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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Mystic Stranger em Sab Ago 08, 2020 11:27 pm






    Violet, a gatuna

    A jovem gatuna está cagando para todo aquele blablabla de guerra, estava começando a ficar com sono quando por fim conseguiu algo de interessante, mas ao perguntar sobre quem seria Vermilion, a velhinha se engasgava violentamente. Violet pensou em bater em suas costas, mas talvez a velha se desmontaria, a velhinha já começava a sair. - Ei, volte aqui! Você não me respondeu! - Violet ficou revoltada por não ter tido sua resposta. - Velha desgracenta! Falou falou e quando pergunto algo, quase morreu engasgada.

    Então sua atenção volta para Aaron que lhe fala o óbvio e ela revira os olhos para ele. - É, pelo jeito seguiremos adiante. - aquela floresta lhe dava calafrios, mas se era o que eles queriam. Não seria ela a arregar e sair correndo. Ignorou o que Hergos disse e se aproximou de Aaron. - Será que esses tampões vão servir? Se eu tiver que quase mor… - sua fala foi interrompida pela voz de Whixa que finalmente havia terminado sua bruxaria. - Há finalmente!

    Então seguiria para dentro da carroça, empurraria Whixa um pouco pro lado e se sentaria ao lado dela de modo confortável, subindo os pés para o outro acento.








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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Bravos em Qua Ago 12, 2020 9:48 am






    Aaron, o Mercador

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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Mystic Stranger em Qua Ago 12, 2020 6:43 pm

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    Mensagem por Raijecki em Sab Ago 15, 2020 2:40 am






    Teste de resistir Whixa Vaae:

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    Mensagem por Hylian em Sab Ago 15, 2020 3:13 pm








    O Reino Sem Coroa


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 08a200583794b674f04c6ce89109e6ea


    @Mystic Stranger @Raijecki @Bravos

    31 de Agosto de 1999 D.GH
    Estação: Outono, Temperatura: 14ºC, Previsão: Sem Previsões.
    Localização: Floresta dos Sussurros.

    OS PROTAGONISTAS:


    Aaron


    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 16
    Armaduras 03
    Classe: Mercador
    Dano Base: 1D4
    Experiência: 03/10
    Nível: 01
    Carga Máxima: 14/14
    Zeny$: 150

    Aaron Digby


    Whixa



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 18
    Armaduras 02
    Classe: Noviço
    Dano Base: 1D6
    Experiência: 03/10
    Nível: 01
    Carga Máxima: 05/09
    Zeny$: 150

    Whixander Vaee


    Violet



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 19
    Armaduras 01
    Classe: Gatuno
    Dano Base: 1D8
    Experiência: 03/10
    Nível: 01
    Carga Máxima: 07/11
    Zeny$: 150

    Violet Hallan










    TODOS



    A velha Lady Brynna não havia ido muito longe, não que ela não pudesse, afinal, conhecia aquela estranha e pavorosa floresta como a palma de sua mão, ao menos era o que ela recordava em sua mente envelhecida. Não desgrudou os olhares dos quatro aventureiros nem por um segundo até que eles não pudessem ser mais visíveis ao adentrarem a área sombria da mesma.  A Floresta dos Sussurros era também conhecida por ser um lugar onde a luz solar não penetrava. Angustiada e visivelmente abalada com o simples menção do “Senhor Vermillion”, ela tomou alguns minutos para se recompor e então seu olhar vago, distante e completamente assustado  disparou para a maior torre do grandioso castelo de Prontera, por maior que fosse a torre ela estava há quilômetros de distância era no mínimo surreal que um ser humano qualquer pudesse enxergar quaisquer detalhes além do enorme edifício de pedra. Mas havia dentre uma das janelas um ser que a vigiava de longe e no segundo instante que ambos os olhares se cruzaram, a criatura desaparecera...

    “Que Odin tenha misericórdia de nós... humanos...”


    Aaron havia fabricado bons tampões, mas não o suficientemente bons para os fins que desejava, ainda sim eram melhores do que nada. Cada um deles encaixou o artefato macio sobre as orelhas sentindo quaisquer sons da natureza ou produzidos por eles mesmos abafarem de imediato. A noite havia chegado com um sopro seguido de um uivo de um coiote velho qualquer das montanhas, ou talvez, um estúpido animal fronteiriço o suficiente para caçar no interior daquela Floresta, pobre canino...

    O Quarteto fantástico adentrara a floresta, bravos guerreiros que, por mais que cultivassem profundo terror sobre aquele lugar, não se acovardaram, seguiriam com o plano inicial e levariam o baú real seja as dificuldades que forem. Era impossível ver o céu, salvo algumas frestas tão ínfimas que os quatro tinham dificuldade de decidir se era uma miragem ou realmente a o céu estrelado. A falta de luz na floresta não era absoluta, pois algumas plantas e insetos haviam se adaptado ao habitat produzindo luz própria de dentro de seus corpos, o que criava um fenômeno surreal, porém muito belo. Enormes cogumelos esverdeados quase que do tamanho de uma mesa se erguiam brilhantes destacando-se entre outros brilhos menores. Era possível enxergar aproximadamente até três metros à frente.


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 SB8uAAk


    Somente naquele momento era que Aaron, Violet e Whixa sentiram uma brisa gélida percorrerem por seus corpos como se estivessem completamente pelados, sem qualquer vestimenta que os protegesse. Com a distância que percorreram já não era mais possível enxergar a orla da floresta, tão pouco qualquer indício de luz ou vida externa, com exceção do próprio brilho que era produzido pela vida interna.

    Violet tivera a impressão de ver uma mulher de longos cabelos negros, ela trajava uma roupa muito característica ao clã dos Assassinos, de cores que camuflavam na profunda escuridão. Trazia nas mãos um par de katar sujos com o que parecia ser pingos e restos de sangue que percorriam por ambas as lâminas. A mulher desferira um golpe certeiro em sua vítima, perfurando uma criatura a sua frente que era difícil de identificar devido a sua forma distorcida. Quando por fim a criatura tombou para o lado, tendo seu cadáver escorrendo até próximo os pés de Violet fora que a mulher-assassina se virou. Uma sequência de gritos e correrias pela floresta invadiram a mente da gatuna e já não era mais possível enxergar a mulher, nem mesmo o cadáver, se não um amontoado de ossos podres comidos pelo tempo e bacterías... Quando Violet voltara a si e pudera finalmente ver seus companheiros, estava sobre tais ossos.

    Whixa sentira naquele mesmo momento, ao lado de Violet, seu coração acelerar, era como se ela estivesse correndo por entre os arbustos e árvores daquele lugar. Então, de repente agora enxergava uma mulher de longos cabelos volumosos e loiros, ela trajava vestes clássicos de um clã que Whixa não compreendia, ou mesmo que buscasse em sua mente não poderia se lembrar. Whixa se dera conta de que tudo não passara de, talvez uma alucinação, quando seu nariz se espremia diante de uma árvore onde ao abrir seus olhos ela pode ver sete letras mal desenhadas no tronco de casca seca e envelhecida. A árvore era tão grande que era possível caber um carro no interior de seu tronco.


    “M W A V H T G L”

    Pela primeira vez Hergos parecia sério e seus olhos preocupados com a situação, pois para ele e Aaron, Violet e Whixa pareciam pálidas e moviam-se de forma a avisarem que não estavam bem.  O espadachim aproximou-se de Whixa com o olhar fixo no tronco diante do nariz espremido da noviça. Ele então tocou o dedo indicador sobre a letra L e, por um momento, Whixa pudera ter a impressão de que o colega estivesse para romper em choro, mas se realmente estivesse, não teve tempo para tanto. Naquele momento os protagonistas ouviram um som característico como o de uma espada grossa e pesada perfurando o corpo de Hergos de trás para frente e Whixa pode ver a ponta da espada quase tocar em sua barriga, porém, não havia sangue e nem mesmo qualquer sentimento de dor por parte do espadachim.


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 DtN8wH0


    Atrás de Hergos um esqueleto vivo munido de uma longa espada grossa e enferrujada, um escudo bem feito e reforçado que possuía o símbolo outrora visto em Prontera, pouco antes de Yuffaa, a líder do clã dos Sacerdotes e Noviços, sussurrar “Glast Heim” ... A criatura puxou sua espada com violência, brandindo-a de forma a escolher sua nova vítima. O furo no corpo de Hergos continuava de um lado a outro.





    Infos - OFF escreveu:
    O Tio Esqueleto atacou e agora é a vez de vocês agirem!



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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Raijecki em Ter Ago 18, 2020 7:12 pm






    Whixa Vaae, a Noviça Rebelde


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 QApfyp1

    ***

    Whixa segurava o braço da gatuna com um sorriso ameaçador em seu rosto, a impedindo de empurra-la para o lado como era a intenção da mesma. - Cada uma com seu espaço queridinha, não devemos faltar com a educação com os colegas, concorda? - Ela repreendia Violet mas a gatuna não parecia se importar, visto que erguia seus pés com total desleixo aos bons modos. - E ajeite-se por favor, você não está em casa, aliás, até me pagarem pela carruagem, estão em minha casa.

    Após chamar a atenção dos colegas aventureiros, a noviça então lhes contava tudo o que percebera durante o ritual de seu santuário, quando sentia que era Hergos poderia ser uma ameaça, ao invés da velha caduca e seu cachimbo mal cheiroso.

    - Precisamos ficar de olho nele e se possível, nos livrarmos o quanto antes. Até onde sabemos, ele pode ser um espião. Um espião burro, caso não seja na verdade, um exímio pantomimeiro.

    Após a breve reunião, todos decidiam adentrar a floresta a pé, pois a carruagem não conseguiria ultrapassar a vegetação fechada. Whixa bufava diante de tal situação, não gostava nem um pouco de ter de caminhar e ainda mais por uma floresta densa e misteriosa.

    - Espero que você tenha algum repelente aí com você mercador! - Esperneava irritada a Aaron. Quando a brisa gélida atingia o corpo de Whixa, ela reclamava mais uma vez, porém era de outro objeto que precisasva. - Aaron, me arrume também um casaco!

    O tampão de Aaron não se mostrava tão útil quanto o mesmo o vendera a todos, mesmo que não fosse surpreendente a noviça, visto que conhecia bem o tipo do colega. "Na hora de apresentar a propaganda é uma maravilha divina, mas na prática é sempre a mesma porcaria..."

    - Ai aiii! - Ela então despertara de uma espécie de visão ou sonho estranho ao dar de cara com uma árvore. No casco da mesma ainda haviam algumas letras talhadas de qualquer forma, letras essas que a noviça não fazia ideia do que se tratavam. Após isso, tudo acontecia muito rápido. Hergos se aproximava dela e tocava a primeira letra e então era atacado por um esqueleto munido de espada e escudo e o ferimento dava a entender de ter sido fatal.  

    Não havia tempo nem para respirar e a noviça sabia bem disso, afinal de contas o esqueleto provavelmente atacaria a pessoa mais próxima, que no caso era ela mesma. Girou rapidamente seu cajado a modo de deliberar uma distancia do inimigo e então com a mão livre apontava seu medalhão de Odin em direção do esqueleto. Gritava a pleno pulmões a invocação de seu feitiço sagrado contra mortos-vivos:

    "O coração partido de outra mãe é tomado
    Quando a violência causa silêncio
    Nós estamos enganados!!

    Na sua cabeça, na sua cabeça
    Zumbi, zumbi, zumbi
    O que está na sua cabeça, na sua cabeça
    Zumbi, zumbi, zumbi!!"






    Off:
    EXPULSAR MORTOS-VIVOS (INT)


    Quando erguer o símbolo sagrado de seu deus em busca de proteção contra os mortos, role +INT. Com 7-9, enquanto continuar brandindo seu símbolo sagrado em oração, nenhum morto-vivo poderá se aproximar de você. Com 10+, mortos-vivos fracos fogem da sua presença e a primeira pessoa que agir contra eles recebe +1, enquanto que mortos-vivos poderosos ficam momentaneamente ofuscados e a primeira pessoa que agir contra eles nesse estado recebe +1.






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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Raijecki em Ter Ago 18, 2020 7:13 pm

    TESTE DE EXPULSAR MORTOS-VIVOS (INT +2):

    Raijecki efetuou 2 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Dice10 (d6.) :
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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Mystic Stranger em Ter Ago 18, 2020 9:04 pm






    Violet, a gatuna

    Violet segurou o riso ao vê a cara de poucos amigos da Whixa, e continuou lá completamente a vontade. - Oras, pare de ser tão rabogenta. Sou tão pequena que mal ocupo espaço aqui. - e agora tinha toda sua atenção voltada para a carola que tinha algo de importante para dizer. E ao ouvir sobre o que era, suas penas logo voltaram para o chão e ela se aprumou em seu lugar. - Sabia que aquele maldito cheirava a algo podre, e juro que se ele fizer algo que nos meta em uma enrascada…- ela fez um sinal de que cortaria sua garganta.

    Eles finalmente adentravam a tal temida floresta, já havia anoitecido e já se podia ouvir os sons dos bichos noturnos. Que logo foram abafados pelos tampões que seu companheiro Aaron havia feito, antes de entrarem. Violet ajeitava-os em seus ouvidos, mas por algum motivo aquilo lhe causava coceira. - Droga, Aaron! Isso está me dando alergia. Não tinha nenhum material hipoalergênico, não? - ela mexia toda hora nos tampões, quase os jogando longe. - Espero que isso funcione mesmo. - falo irritada, enquanto seguia mais a frente.

    Enquanto caminhava pela floresta podia ver as diferentes vegetações, sentiu uma brisa fria passar por si, a fazendo se arrepiar dos pés a cabeça. Seu instinto foi levar sua mão a sua arma, presa em sua cintura. - Fiquem atentos, essa floresta é traiçoeira.

    Dito isso, teve a impressão de ter visto uma mulher de longos cabelos pretos, atacar um ser que não podia identificar. A mulher parecia pertence ao clã de assassinos e quando deu por si, gritos de novo eram ouvidos e agora se viu em cima de restos mortais já apodrecidos pelo tempo. - O que foi isso? - ela falou mais para si do que para os outros. Já de volta a si, sua atenção voltou para seus colegas, procurando saber se estavam bem. Mas ao ver como Whixa se encontrava de cara com uma árvore e Hergos ao seu lado, olhando algo. Não notou quando um esqueleto apareceu apunhalando Hergos. Sua reação foi rápida, puxando sua adaga para lançar em direção ao esqueleto, mas Whixa havia sido  mais rápida em seu movimento. E  aproveitando a deixa, se moveu com uma raposa a procura de sua vítima, atacando o ser pelas costas.  
    ***
    APUNHALAR PELAS COSTAS (DES)
    Quando atacar um oponente surpreso ou indefeso com uma arma precisa, role +DES. Com 7-9, cause dano e escolha um. Com 10+, cause dano e escolha dois:
    • Você causa +1d4 de dano extra.
    • Adicione o rótulo penetrante 2 ao ataque.

    Caso eu tire 7 a primeira opção, caso eu tire 10 ou mais, as duas opções.

    Mystic Stranger efetuou 2 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Dice10 (d6.) :
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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Bravos em Qui Ago 20, 2020 9:55 am






    Aaron, o Mercador

    - Eu sabia que ele tinha cara de meliante... - Disse sobre Hergos. Logo em seguida já estavam entrando enquanto Whixa falava uma pá de baboseiras. - Whixa, eu sou mercador e não seu mordomo. Você nem teria dinheiro pra pagar o que você está querendo. - Botou os tampões. A gatuna e a clériga pareciam falar alguma coisa, mas ele não escutava nada. - O que é, Violet? Seu tio é vesgo?! - Fez uma cara confusa.

    Porém, a ladra pareceu ficar pálida enquanto olhava para um ponto vazio. Aaron já puxou o cantil de água mais uma vez e ofereceu: - Violet, você está muito estranha, tem comido feijão todo dia? - Antes que ele pudesse acudir a colega, Whixa estava batendo a cara contra uma árvore. - Whixa! Você bebeu, porra?! - A explicação era óbvia: elas não haviam posto o tampão direito e estavam sendo enganadas pelas ilusões macabras da floresta.

    Hergos se aproximou e tocou uma das letras talhadas na árvore. De longe Aaron não conseguiu ver do que se tratavam. Nem poderia porque imediatamente um esqueleto morto-vivo surgiu do nada e atravessou Hergos com sua espada. Violet voltou a si e aproveitou aquele instante para golpear a vil criatura sem que ela se desse conta.

    Aaron puxou seu trabuco e disse para Togemon: - Vamo deitar esse desgraçado! - E enquanto Togemon fazia surgir seus espinhos atrozes e avançava agressivo contra o esqueleto, o mercador mirou seu pipoco no morto-vivo. - ACENDE, LAMPIÃO! - PEI!

    Bora lá, atacando junto com o Togemon, ele dá +2 de dano, igual a sua ferocidade. Meu mosquete dá +1 de dano.

    DISPARAR (PER)
    Quando atacar um adversário à distância, role +PER. Com 10+, você conseguiu um tiro
    certeiro, cause dano. Com 7-9, cause dano e escolha um:
    • Você está ficando sem munição. Gaste um uso de munição.
    • Você teve que se mover para atirar, colocando-se em perigo.
    • Você não mirou muito bem. Role o dano base uma vez extra e fique com o pior resultado.

    Se ficar entre 7-9 vou escolher me colocar em perigo. Minha PER é +1

    Bravos efetuou 2 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Dice10 (d6.) :
    4 , 3

    Possível dano: 1d4+3
    Bravos efetuou 1 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 D4_32x32 (d4.) :
    3






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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Mystic Stranger em Qui Ago 20, 2020 3:20 pm

    Dano de Ataque:
    Mystic Stranger efetuou 1 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 D8 (d8.) :
    8

    Dano extra:
    Mystic Stranger efetuou 1 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 D4_32x32 (d4.) :
    1
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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Hylian em Sex Ago 21, 2020 12:20 pm

    Hegos

    Golpear: + 2
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    Dano:
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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Hylian em Sex Ago 21, 2020 1:02 pm








    O Reino Sem Coroa


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 08a200583794b674f04c6ce89109e6ea


    @Mystic Stranger @Raijecki @Bravos

    31 de Agosto de 1999 D.GH
    Estação: Outono, Temperatura: 14ºC, Previsão: Sem Previsões.
    Localização: Floresta dos Sussurros.

    OS PROTAGONISTAS:


    Aaron


    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 16
    Armaduras 03
    Classe: Mercador
    Dano Base: 1D4
    Experiência: 04/10
    Nível: 01
    Carga Máxima: 14/14
    Zeny$: 150

    Aaron Digby


    Whixa



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 18
    Armaduras 02
    Classe: Noviço
    Dano Base: 1D6
    Experiência: 04/10
    Nível: 01
    Carga Máxima: 05/09
    Zeny$: 150

    Whixander Vaee


    Violet



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 19
    Armaduras 01
    Classe: Gatuno
    Dano Base: 1D8
    Experiência: 04/10
    Nível: 01
    Carga Máxima: 07/11
    Zeny$: 150

    Violet Hallan










    TODOS





    Surreal talvez fosse a melhor palavra para descrever aquela cena tão absurda. Hergos, o espadachim, estava diante de Whixa com um arrombo em seu peito que era possível enxergar o outro lado quando a espada fora violentamente retirada de seu corpo. Não havia sangue, carne ou qualquer vestígio de que ali existia um corpo vivo ou até mesmo humano, mas o aspirante a cavaleiro não parecia temer ao perigo, ou mesmo sentir qualquer dor ou desconforto. Tinha uma mão firme segurando sua espada longa e seu corpo estava imóvel, enquanto que seu rosto trazia um ligeiro sorriso carismático – não era falsidade.

    Enquanto que Whixa conjurava seu primeiro feitiço contra mortos-vivos, Hergos virou-se o mais rápido que pode ficando de frente para grande esqueleto de quase três metros de altura. O espadachim avançou com bravura, cultivando uma valentia anormal que percorria seu corpo debilitado, brandindo sua espada longa como se fosse arremessa-la ele disparou desferindo um golpe certeiro no corpo da criatura que com movimentos rápidos e violentos lançou o espadachim para longe por pelo menos uns três metros e sua espada ficara cravada entre os ossos do peitoral do esqueleto que, naquele momento, parecia atordoado com o golpe para continuar o que quer que fosse. Hergos havia ganhado tempo para que seus companheiros pudessem agir.

    Whixa finalmente havia conjurado a magia que a mantinha longe de quaisquer mortos vivos, como um escudo invisível que repelia criaturas do tipo, mas isso não ajudava muito os seus companheiros. Todo aquele momento que não levou nem dez segundos até o atordoamento eficaz de Hergos deu tempo mais do que necessário para que Violet, a gatuna, pudesse agir entre as sombras e sorrateira ela percorreu a pouca distância que tinha entre seu ponto inicial até o destino golpeando a criatura pelas costas, dando-lhe um golpe duplo o suficiente para que os ossos do esqueleto trincassem e até arrebentassem, mas ele se mantinha de pé ainda impossibilitado de agir.

    Aaron, o mercador, não demorou muito para agir e avançou em direção ao seu golpe arremessando sua arma contra criatura que fumegou quase de forma explosiva, queimando os ossos que causara danos igualmente arrasadores. A criatura soltara um guincho imponente como um último suplico a sua falsa vida amaldiçoada e os ossos trincados cederam finalmente rompendo-se um a um. A grande espada e o escudo caíram com um baque surdo sobre o gramado iluminado e os ossos se desfizeram evaporando-se em uma nuvem purpura cujo o odor não mentia sua toxidade.

    Vencemos, amigos! – disse um Hergos caído sobre o gramado e o corpo arrombado literalmente. O jovem espadachim levantou-se sem dificuldades ajeitando sua vestimenta e guardando a espada nas costas como era de costume. – Mas teremos que dar um jeito nisso aqui, não minha força pode enfraquecer com esse golpe... – Lamentou-se o aventureiro tocando com a mão direita sobre o buraco que fizera a espada do esqueleto vencido.

    Naquele exato momento, sons de corvos e o bater de asas surgiram ao norte e um corvo ligeiramente maior e mais robusto do que o normal, de bico acinzentando, olhos amarelo-canário, e uma penugem brilhante pousou sobre uma árvore diante dos quatro aventureiros. Uma imagem do que parecia ser um alguém emergiu da penumbra de trás da mesma árvore. Não era possível ver-lhe o rosto, estava coberto pela escuridão provocada pelo capuz de tom vermelho, assim como sua veste longa de mesmo tom avermelhado ia dos pés a cabeça. Diante de sua cabeça, a pelo menos meio metro acima havia uma esfera carmesim com um brilho incomum, cintilava ainda mais entre a escuridão da floresta.


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 LjcSlcC


    ... um esqueleto amaldiçoado, soldado de terras profanas... – a voz feminina e séria saia de dentro do capuz. A mulher cuja identidade era protegida aproximou-se do que restava do esqueleto, apenas sua espada e o escudo enferrujados que eram deixados para trás – Não existem muitos malucos que invadem a floresta e conseguem sair vivos daqui, vencer um soldado amaldiçoado – ela comentava mais para si do que para os quatro e parecia ignorar a situação de Hergos. – ... a menos que vocês fossem...

    A mulher virou-se finalmente de frente para os quatro, ainda com sua identidade escondida na escuridão de baixo de seu capuz era possível sentir em seu pouco semblante visível que ela parecia impressionada, como se tivesse se assustado ao ver os quatro aventureiros. Ela parecia estremecer, como se uma das pernas lhe falhasse a era possível enxergar sua boca mexer, mas parecia que a voz lhe faltara também.

    Não posso acreditar, vocês estão vivos, por fim! Violet, Aaron, Whixa... Hergos...

    O trio de protagonistas não podiam ver a identidade da moça, mas tiveram a absoluta certeza de que um pingo de lágrima cintilou veemente diante da escuridão de seu rosto e percorreu o rosto até finalmente cair e se desfazer com a brisa gélida.




    Infos - OFF escreveu:
    Yay! Vocês venceram o tio esqueleto, parabéns! Todos ganham + 1 XP pelo bom feito. Mas agora surgiu um novo "alguém" cujo rosto é impossível ver, divirtam-se pimpolhos!



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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Raijecki em Seg Ago 24, 2020 9:23 pm






    Whixa Vaae, a Noviça Rebelde


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 QApfyp1

    ***

    A magia da noviça acabava por não surtir muito efeito contra o esqueleto guerreiro. Talvez a falta de preparo diante de uma situação tão direta teriam a impedido de conjurar de forma eximia e certeira aquela tão segura magia. Após aquilo, tudo acontecia muito rápido. Hergos, que mesmo com um grande ferimento, que por algum motivo bizarro não sangrava ou causava dor, avançava contra o inimigo junto da gatuna, e após eles, Aaron o mercador disparava com seu mosquete um projetil que finalizara de uma vez por todas o esqueleto.

    - Mas que merda foi essa?! - Berrava Whixa, esfregando os olhos e tentando entender e absorver os recentes acontecimentos. - Como você ainda está vivo?! - Ela perguntava então para o cavaleiro, que agora jazia enfraquecido por aquele duro golpe.

    Um corvo maior do que o normal batia forte suas asas perto dali e uma figura misteriosa, escondendo sua face diante de um capuz escarlate surgia, os dizendo que os conhecia e que não era qualquer um que conseguiria sair vivo daquela floresta.

    Whixa prontamente se colocava por trás do mercador, e então sussurrava em seu ouvido:

    - Vou conjurar meu santuário de novo, qualquer movimento dela você atira...

    Off:


    Teste de feitiço "Santuário" +2 (INT):


    Raijecki efetuou 2 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Dice10 (d6.) :
    2 , 4

    Se der 7-9 escolho o rótulo demorado.






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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 2 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Mystic Stranger em Ter Ago 25, 2020 9:08 am






    Violet, a gatuna

    Violet respirava aliviada por finalmente conseguirem da cabo do esqueleto. Aquela coisa surgiu do nada e precisava ficar mais atenta ao que poderia acontecer ali. Ouviu Hergos falar e algo na sua cabeça estalou, "como que esse energúmeno ainda se encontra vivo, depois de ter sido atacado brutalmente?"

    -Com-como você ainda está de pé? - ela o olhava horrorizada.- Que bruxaria é essa? O que é você? - ela perguntava ao rapaz, que agora a assombrava.

    Sons de corvos foram ouvidos e sua atenção voltou-se para o corvo que fazia sua pausa em um dos galhos da árvore, sua reação foi se armar mais uma vez, estaria pronta se fosse necessário. E agora sua atenção era focada em uma figura que saia das sombras e parava diante do que sobrará do esqueleto. O ser que estava diante deles parecia surpresa com o que tinha acontecido ali.

    -Quem é você? E como sabe quem somos? - disse, em uma voz firme. Suas feições eram sérias demais, como se sentisse tensa e pronta para atacar. - Revele-se! - como ja não bastasse ter a companhia de um completo desconhecido e ter que enfrentar aquela maldita floresta, agora tinha aquele ser a sua frente.







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