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    Prólogo - O Reino Sem Coroa

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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Bravos em Qua Ago 26, 2020 6:05 pm






    Aaron, o Mercador

    Quando disparou, os ossos animados tremeram em suas bases e então Togemon se aproximou com toda sua agressividade e desceu um murrão que fez o esqueleto desabar. - Issaê, Togemon! Acaba com esse desgraçado! - Mas os ossos se desfizeram numa fumaça claramente violenta. Ainda bem que plantas não respiram como animais e, portanto, Togemon estava em perfeita saúde.

    Porém, assim como seus colegas, ele também se horrorizou com o tronco atravessado de Hergos. - Crendeuspai. - Falou em voz baixa. - Hergos, se explique, senão não iremos ajudá-lo. - Tinha que ser cauteloso, que ser do inferno era aquele? Antes que o guerreiro pudesse reagir, uma figura misteriosa apareceu envolta de corvos. Violet foi a primeira a perguntar quem era. Whixa passou para detrás de Aaron e avisou-o que iria conjurar novamente sua magia. - Tente não demorar dessa vez. - Cochichou de volta enquanto recarregava sua arma, que lhe ocupava algum tempo.

    Quando estivesse com ela carregada, ele apontaria para a figura estranha que ocultava seu rosto: - Ande, fale logo, quem és tu?






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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Raijecki em Sab Ago 29, 2020 12:39 pm

    Teste de lembrar (+2):

    Raijecki efetuou 2 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Dice10 (d6.) :
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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Mystic Stranger em Sab Ago 29, 2020 3:29 pm

    Teste de lembrar (INT+1)
    Mystic Stranger efetuou 2 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Dice10 (d6.) :
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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Hylian em Sab Ago 29, 2020 7:17 pm








    O Reino Sem Coroa


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 08a200583794b674f04c6ce89109e6ea


    @Mystic Stranger @Raijecki @Bravos

    31 de Agosto de 1999 D.GH
    Estação: Outono, Temperatura: 14ºC, Previsão: Sem Previsões.
    Localização: Floresta dos Sussurros.

    OS PROTAGONISTAS:


    Aaron


    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 16
    Armaduras 03
    Classe: Mercador
    Dano Base: 1D4
    Experiência: 05/10
    Nível: 01
    Carga Máxima: 14/14
    Zeny$: 150

    Aaron Digby


    Whixa



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 18
    Armaduras 02
    Classe: Noviço
    Dano Base: 1D6
    Experiência: 05/10
    Nível: 01
    Carga Máxima: 05/09
    Zeny$: 150

    Whixander Vaee


    Violet



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 19
    Armaduras 01
    Classe: Gatuno
    Dano Base: 1D8
    Experiência: 05/10
    Nível: 01
    Carga Máxima: 07/11
    Zeny$: 150

    Violet Hallan










    TODOS





    Hergos guardava sua espada de duas mãos encaixada a um suporte nas costas de maneira que lhe fosse muito fácil a sua retirada quando o perigo se aproximasse. O espadachim tão pouco parecia entender o que acontecia naquele momento e sentia uma estranha sensação como a de um vácuo em sua mente, como se as respostas que seus companheiros buscavam ao exigir uma explicação sobre sua ainda permanência em vida estivessem apagados de suas mais distantes e vagas memórias.

    Eu não entendo... – resmungou o jovem coçando a cabeça e incapaz de olhar o buraco formado em sua barriga, era aflitivo demais. – Por.. quê.. Eu não sangro? – ele perguntou de forma mais retórica do que realmente buscando uma resposta, mas sua atenção se virara quando a presença de um corvo incomum e uma mulher cuja identidade era oculta surgiram da penumbra. Sentindo-se levemente enfraquecido, o espadachim sacou sua espada novamente apontando-a em direção a silhueta da mulher que ele vira se aproximar pelo seu campo de visão periférica.

    As poucas lágrimas que escorriam do que era possível ver do rosto da mulher evaporaram rápido sem deixar vestígios. A mulher pairou diante de todos eles imóvel quase como se fosse uma miragem a frente dos quatro aventureiros e, então ao soar a exigência nada amigável de Aaron, o mercador, ela resolvera se pronunciar e dar fim aquele suspense – Marin... – Ela respondera com um tom de voz mais presente – Meu nome é Marin!

    Aquele nome Marin parecia ter pego o trio de protagonistas e até mesmo Hergos de surpresa, como se algo mexesse com o que existia de sentimentos e memórias obscuras que vagavam no mais profundo do esquecimento de cada um deles, mas a pergunta era clara no interior de cada um deles: “Quem era Marin?” e “Onde eu ouvi esse nome?”.

    Whixa sentira sua mente dar um estalo que lhe refletiu em uma leve dor de cabeça no ponto mais profundo que ela ainda podia sentir de seu cérebro. Sua mente parecia perturbada e ela podia ouvir vozes, gritos e correrias sem rumo para todos os lados. Lembrava-se de um momento muito curioso que havia esquecido de alguma forma. O céu estava revestido por um manto escarlate ainda mais potente do que o comum alaranjado do por do sol aos fins de tarde. Ela sentia um forte cheiro que mesclava com o sabor amargo da morte, era difícil não olhar para os lados sem que o olho se deparasse com cadáveres frescos que recentemente perderam seu bem mais precioso, a vida. Whixa sentia como se estivesse tonta em suas lembranças, cambaleava mal se mantendo de pé, trajava uma veste longa com cores vermelhas e detalhes dourados, exatamente como as da mulher que fora o gatilho para essas lembranças. A jovem whixa, ainda em suas memórias, ao não se aguentar mais em pé desabou nos braços de uma outra mulher. Ela tinha o rosto fino, olhos verdes com um olhar tristonho, porém que buscava a justiça. Com o peso de Whixa, a mulher segurando o choro ajoelhou-se para que a companheira repousasse sobre seu colo.

    Marin... Não chore... – murmurava Whixa quase sem forças para falar, levou sua mão ao rosto da garota e com o dedo indicador limpou as lágrimas que escorriam de Marin – A guerra está para acabar e você.. de...v...cont....for...t... Verm...llon....

    Tudo havia escurecido finalmente, e o último som que latejava na mente de Whixa eram os gritos de Marin desesperada por perder um ente querido. – IRMÃOZONAAAAAAAAAAAAA!!!!

    Aaron e Violet sentiram suam mentem buscarem lembranças tão profundas que suas cabeças latejaram quase tão forte quanto profundas eram as memórias que, por alguma razão, seus subconscientes preferiram esquecer. Sentiram-se ligeiramente perturbados e como se a temperatura de seus corpos mudassem drasticamente, sentiram suas cabeças quentes quase a explodir, o tronco frio e as mãos como se estivessem a ferver em brasa.

    Aaron e Violet se viram entre lembranças e devaneios, ajoelhados diante de um pedestal de mármore prateado cujo reflexo lhe mostravam que não estavam a sós, Whixa, Marin e outras duas presenças ilustres que eles não podiam ver-lhes o rosto jaziam igualmente de joelhos e cabeça baixa de forma paciente. Por mais que Aaron e Violet desejassem levantar a cabeça e descobrir a identidade de quem quer que estivesse sobre o pedestal, eles sentiam como se seus corpos se recusassem a obedece-los. Escutaram então uma voz onipotente soar quase como explosões tão próximas que lhe faziam ranger os dentes e, naquele momento, puderam ver pelo reflexo do mármore um símbolo avermelhado como sangue surgir sobre a testa de Aaron e o peito de Violet, como uma cicatriz herdada em outras guerras a tomar cor e forma e parecer queimar como se estivesse exposto ao fogo. De uma forma breve ambos puderam ver que o mesmo símbolo parecia surgir em Whixa, Marin e os demais cuja identidade era oculta.


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 BghAy2z
    Cicatríz Herdada/Símbolo


    O Transe do trio de protagonistas parecera levar bastante tempo, pois os três se sentiram exaustos emocionalmente e fisicamente quando ouviram a voz de Hergos chamando por eles, pareceram voltar de outro mundo e finalmente a floresta com iluminação neon, Hergos, o espadachim do corpo perfurado e Marin, a feiticeira de rosto oculto voltaram a fazer parte do campo de visão.

    –  Vocês estão bem? Deve ser os sussurros, imagino! – Comentou Hergos levantando a sobrancelha esquerda ligeiramente preocupado, mas sem baixar a guarda.

    Aaron, você nunca foi muito bom com magia, não é mesmo? – Perguntou Marin retoricamente sem esperança de que houvesse uma resposta para aquele questionamento. A feiticeira ajoelhou-se diante do espadachim de modo que pudesse enxergar pelo buraco feito em seu tronco – Humm... Muito interessante, muito engenhoso... – A feiticeira escarlate enfiou sua mão direita dentro do buraco de modo como se buscasse algo e não tardou muito em encontrar, enquanto que Hergos não demonstrara se quer quaisquer sentimentos de incomodo ou mesmo dor. Marin se levantar trazendo de dentro do espadachim um pergaminho intacto, tão amarelado que denunciava sua idade antiga. – Tome, Aaron! É para você! – Disse Marin estendendo seu braço na direção do homem “pistoleiro” com o pergaminho emporcalhado em sua mão cujo título era visível mesmo de longe:


    "Para Aaron Digby, o Mestre Criador, cuide bem de Hergos
    Abaixo deixo-lhe instruções detalhadas caso algo aconteça com Hergos,
    Esta carta eu escrevo somente a mim e ninguém mais, agora que entendi meu pecados e acertos, agora que quase não há mais esperança, deixarei este boneco para um de meus melhores amigos, ele irá precisar mais do que eu onde quer que ele esteja!

    PS: Hergos pensa que é um menino de verdade, por favor, deixe-o sonhar até você possa realizar esse desejo! Não conte a ele a dura verdade, não por enquanto!
    Ass: A.D”



    Infos - OFF escreveu:
    Graças a grande lembrança de Whixa e seus dadenhos, vocês recebem + 1 de Experiência! Muito bom! Agora vocês tem alguma ideia sobre a trama que envolve o trio protagonista e seus fiéis escudeiros (or not...)
    Aaron recebe vantagem caso queira consertar ou estudar o Hergos para descobrir mais sobre o Boneco!



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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Raijecki em Sab Ago 29, 2020 9:01 pm






    Whixa Vaae, a Noviça Rebelde


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 QApfyp1

    ***

    - Olha como fala com uma superior seu pirralho. Uma serva de Odin nunca demora, ela faz o necessário sempre no tempo certo. - Respondia ríspida e emburrada ao mercador - que não negociava nada -  Aaron.  Enquanto orava para invocar seu santuário, Hergos parecia bastante aflito e confuso com suas memórias. Isso ou ele realmente era um exímio ator.

    A mulher de vermelho se aproximava e então revelava sua identidade. "Marin? Marin.... Ma-ma-ma... acho que nunca vi mais gor- Não pera!" - Whixa sentia suas pernas entortarem de uma maneira que as faziam cambalear e acabar por se apoiar como conseguia nos ombros do mercador que estava mais próximo a ela.

    - Sangue, cheiro de sangue... - Ela murmurava, enquanto sua mente vagava por lembranças antes esquecidas. Estava em uma aparente batalha sanguinária. Trajava vestes parecidas com a da misteriosa mulher que se apresentava com tão afinco bem em sua frente. Sentia-se fraca e era socorrida por mãos calorosas e amigas. Era a própria Marin que vos segurava em seus braços, com os olhos marejados e com a raiva tomando conta de seus sentimentos, até gritar em desespero por sua irmã.

    - Não chore... Marin...Irmã... - Falava baixinho mais uma vez, ainda perdida e confusa com tais revelações do fundo de sua consciência. Então se tudo já não fosse difícil de entender, de assimilar tantas informações de uma só vez, Marin ainda retirava de dentro de Hergos um pergaminho, uma carta envelhecida e a entregava a Aaron, como se a ele á pertencesse.      

    - Eu não entendo... Nós... Nós tivemos outra vida? - Ela perguntava a Marin. - Me lembro de você, de um campo de batalha, dessas vestes... Nós lutamos aqui? Pelo amor de Odin, explique-se!






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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Bravos em Ter Set 01, 2020 8:52 pm






    Aaron, o Mercador

    Memórias estranhas e doloridas assaltaram o mercador. Ele apenas pode assistir as coisas que passavam em sua mente. Sentiu uma marca estranha surgir em si e nos seus colegas. Inclusive naquela mulher que agora estava entre eles. Quando voltou a si, ouviu Whixa perguntar se eles haviam feito aquilo em outra vida. Olhou para a tal Marin, a fim de escutar uma resposta dela.

    O que aconteceu em seguida era ainda mais inesperado, pois ela enfiava a mão na cavidade torácica de Hergos e tirava lá de dentro um pergaminho. Entregou-o para Aaron. O mercador passou alguns instantes com um semblante abobajado e confuso, mas abriu. Era uma carta que parecia ter sido escrita por ele mesmo. - Quer dizer que eu...? - Olhou para Hergos. Era evidente que precisava de ajustes, principalmente na memória e inteligência, mas no geral era praticamente perfeito.

    Aproximou-se do guerreiro mecânico. - Hergos, eu vou ver sua... situação. Deite aqui no chão e tente abstrair. - E dizendo isso, pegou suas ferramentas de inventor e tratou de verificar o mecanismo daquela grande invenção.

    Acho que é o Movimento Botar para Funcionar, né isso?
    INT +2
    Bravos efetuou 2 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Dice10 (d6.) :
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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Mystic Stranger em Sab Set 05, 2020 2:04 pm






    Violet, a gatuna

    Como ja não se bastasse ter Hergos, ser totalmente estranho com eles. Lhe aparece uma outra pessoa e Violet só podia ficar preocupada com aquela situação. Nunca pensou que seria tão difícil aquela viagem. Estava atenta ao ser que fora ameaçada e intimada a dizer quem era e ao finalmente ouvir “Marin”, esse nome lhe trouxe uma sensação de já ter ouvido. Mas de onde ouvira esse nome?

    E ao mergulhar em suas lembranças a busca de quem seria essa pessoa, Violet foi tomada mais uma vez por dores e sensações terríveis. Que a levaram a breves momentos, cenas que se passava em sua mente. O que era aquilo? Um visão do passado, não tinha certeza e gostaria de saber o que significava aqueles simbolos. E apos aquele momento, estava de volta a floresta e de volta a si. Ouviu a voz de Hergos e sua visão estava agora na mulher de nome Merin, que se direcionava ao menino, que estava com o buraco no corpo.

    Violet levava a mão ao peito, onde tinha visto a marca surgir, aquelas lembranças lhe causou um certo desconforto. - Marin… Então, você fez parte de um passado distante. E por que esta aqui agora? O que aconteceu antes? - Ela tinha visto Marin, retirar algo de dentro de Hergos. Mas nada mais surpreendia Violet que já estava farta daquela floresta.







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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Hylian em Sab Set 05, 2020 5:06 pm








    O Reino Sem Coroa


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 08a200583794b674f04c6ce89109e6ea


    @Mystic Stranger @Raijecki @Bravos

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    Localização: Floresta dos Sussurros.

    OS PROTAGONISTAS:


    Aaron


    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 16
    Armaduras 03
    Classe: Mercador
    Dano Base: 1D4
    Experiência: 06/10
    Nível: 01
    Carga Máxima: 14/14
    Zeny$: 150

    Aaron Digby


    Whixa



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 18
    Armaduras 02
    Classe: Noviço
    Dano Base: 1D6
    Experiência: 06/10
    Nível: 01
    Carga Máxima: 05/09
    Zeny$: 150

    Whixander Vaee


    Violet



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 19
    Armaduras 01
    Classe: Gatuno
    Dano Base: 1D8
    Experiência: 06/10
    Nível: 01
    Carga Máxima: 07/11
    Zeny$: 150

    Violet Hallan



    OS VÍNCULOS:


    Hergos



    Saúde: Incomum
    Pontos de Vida: ---
    Armaduras ---
    Classe: Espadachim
    Dano Base: ---
    Experiência: 06/10
    Nível: ---
    Carga Máxima: ---
    Zeny$: 0


    Marin



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: ---
    Armaduras ---
    Classe: ---
    Dano Base: ---
    Experiência: 01/10
    Nível: ---
    Carga Máxima: 06/07
    Zeny$: ---










    TODOS





    Enquanto que os quatro aventureiros pareciam perdidos em sua memória e em busca de respostas para tantas lembranças e confusões, Marin, a mulher cujo rosto era tapado pela sombra projetada pelo seu capuz escarlate apenas os estudava como se também lhe viessem a mente lembranças de momentos que talvez fossem impossíveis de esquecer, a menos que...

    –  Um campo de batalha, um mar de sangue, guerreiros que perdiam a vida em questões de segundos, correrias e gritarias, sim... Estávamos assustados, perdidos, mas... – Marin hesitou em continuar por alguns instantes, enquanto que a esfera vermelha circulava sua cabeça como uma aureola – Proclamar o seu deus em terras profanas não irá funcionar por aqui, Whixa, eu realmente desejaria muito ajuda-los a entender este propósito, mas nem eu mesmo me lembro de tudo...

    Marin aproximou-se alguns passos de Violet e Whixa, enquanto que se distanciava de Hergos.

    Como eu disse, eu realmente não sei! – Disse a mulher oculta – Lembro-me que vaguei por vários anos em terras vazias, sem nenhum tipo de vida, era como se só existisse a mim nesse mundo – A voz da mulher por de trás de seu capuz parecia entristecida e angustiada a medida que forçava sua memória em busca de respostas para si e todos ali. –  Mas isso, por enquanto não é o mais importante.  Vocês estão indo para Geffen, a cidade dos magos, estou certa? Ao que parece devem entregar o tesouro que está com o mercador ali para o mestre Ulrich. Eu ficarei muito feliz em ajuda-los neste propósito, talvez encontremos algumas respostas com ele, talvez se vocês estiverem lá, possam fazer o velho contar o que sabe...

    Por que somente eu não fui atingido pelos sussurros? – perguntou Hergos ainda desconfiado.

    Marin olhou-o surpresa pela pergunta, como se a resposta fosse óbvia demais para se fazer tal questionamento tão tolo – Nenhum de nós pode sofrer os malefícios dos sussurros, espadachim – respondeu ela levando a mão ao queixo – Ao que parece para nós os efeitos são distintos, eles nos trazem memórias do que houve neste lugar há dois mil anos atrás... Mas não é nada bom ficarmos perdidos entre o que pode ser lembranças ou armadilhas de nossa própria mente, até os mais poderosos que já pisaram por estas terras ficaram malucos por enfrentarem este lugar, devemos ir!

    Hergos obedeceu ao pedido de Aaron, um tanto hesitante, mas deitara-se sobre o gramado luminoso daquela estranha floresta, enquanto que Aaron ajoelhava-se diante do espadachim com suas ferramentas para tentar entender o que era o jovem Hergos. – Vai doer? – Ele perguntara com a voz fraca, temendo por algo que nunca sentira antes. A complexidade com que fora criado e desenvolvido o corpo físico do espadachim era absurda e poderia se levar dias, talvez semanas ou até mais do que meses para que o jovem inventor pudesse chegar a uma resposta plausível, mas duas horas foram o suficiente para que ele descobrisse que Hergos de longe não era um “boneco” comum e tão pouco seu “combustível” eram apenas metais, circuitos e quaisquer outras engenhocas que ele pudesse fazer, havia uma verdadeira vida no interior daquele boneco. Antes mesmo que ele fechasse por fim o buraco no peitoral de Hergos ele encontrou na área esquerda do peitoral um dispositivo grande o suficiente como a palma da mão de um homem adulto, era estranho para não dizer surreal, já que aquela tecnologia nunca antes vista não existia ou pelo menos em quase duas décadas de vida, Aaron jamais havia visto algo como aquilo. Aaron notou que havia uma parte faltante que provavelmente encaixaria no vão circular maior. O inventor ainda percebe que o objeto faz, de alguma forma, parte crucial para o funcionamento de Hergos e que mantê-lo fora de seu corpo pode não ser uma boa ideia.



    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 EeyWZk5


    Interessante... – murmurou Marin aproximando-se de Aaron e puxando de dentro de sua vestimenta o que parecia ser uma lupa grande o suficiente para caber todo o objeto embaixo, tornando-o maior refletido em sua lente – Há uma frase escrita, mas parece ser algo antigo, nunca vi antes... –  comentou Marin pensativa –  Vamos para cidade mágica? Ela fica há poucas horas daqui, acredito que se nos apressarmos chegaremos lá até o jantar...

    A Floresta dos Sussurros era realmente muito intrigante, para não dizer extensa de maneira que era muito fácil algum desavisado se perder por ali. No caminho que o grupo resolveu seguir, não encontraram se quer nenhuma outra criatura, apenas a vasta escuridão que era corroída pelo brilho gerado pela floresta. De forma inconsciente ou talvez mais consciente do que eles imaginavam poder ser a intuição deles, os cinco aventureiros seguiam a passos largos e cada um assumia uma posição distinta entre defensiva e ataque caso precisassem, não era algo que estava claro em seus pensamentos, mas quando deram por si, Hergos e Aaron que dominavam a força do grupo se mantinham à frente, Violet cuja escuridão era como seu lar onde parecia poder se mover com agilidade, se mantinha atrás, enquanto que Whixa e Marin estavam entre eles.

    Foram longas horas em que apenas alguns espirros, comentários vagos de Hergos que mais parecia uma criança ingênua e bobona, ou mesmo vagas memórias que cada um deles pareciam curtir buscar dentro de si mesmos. Quando finalmente a floresta chegou ao fim, o primeiro indício eram as belíssimas borboletas rosadas que surgiam e suas asas brilhavam em cor-de-rosa-neon com a escuridão da noite estrelada e os primeiros pingos começavam a desabar um a um juntamente com uma explosão no mais longínquo do céu que avisava que a tormenta se avizinha.

    –  Olhem! – falou Hergos em voz alta apontando seu dedo indicador para uma grande e poderosa torre que havia mais à frente.

    A torre em questão estava muito longe deles, exatamente no centro da cidade e era a grandiosa atração da cidade mágica. No caminho para a entrada da cidade, encontraram também algumas outras criaturas comuns, como Chonchons, Fabres asquerosos, os famigerados Porings e os bonitinhos coelhos brancos Lunatics. Como de costume a entrada da cidade era guardada por dois integrantes do clã da cavalaria de Prontera que protegia toda a Midgard. Nenhum dos dois pareciam estar abertos a qualquer tipo de conversa, pelo contrário estavam imóveis, seus rostos pálidos e os olhos esbugalhados denunciavam que algo não estava bem.

    Quando Marin aproximou-se do guarda que mantinha posto à direita da entrada da cidade, ela o estudou há apenas um metro de distância, desejando chegar mais próximo, mas seu instinto lhe dizia que não – Está morto... – ela comentou mais para si do que para os outros.

    Um berro alucinante como um pedido de ajuda assustado e em completo terror soou de entro da cidade.

    Tomem cuidado, meus amigos... A partir do próximo passo que dermos estaremos todos nos domínios da magia de Midgard. Força bruta, ou coragem exagerada não irá salvar suas vidas... Devemos ir até a Academia de Magia e Feitiçaria Geffênia, ou, como é comumente conhecida A TORRE DE GEFFEN!


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 O6JKRiA
    Geffen A cidade dos Magos

    Infos - OFF escreveu:
    Vocês recebem +1 de EXP pelo bom feito de Aaron no teste, parabéns aventureiros!

    Durante as 2h que Aaron ficou perambulando pelo corpo de Hergos (sorry n resisti), vocês tiveram ai um tempo bom para fazer algo, se quiserem buscar mais coisas na floresta ou apenas ignorar e seguir a diante, fica a critério de vocês!

    Vocês chegaram pela entrada representada pelo canto inferior direito da imagem da cidade.

    Lista de NPC's devidamente atualizada com as informações até agora descobertas...



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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Raijecki em Dom Set 06, 2020 10:26 am






    Whixa Vaae, a Noviça Rebelde


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 QApfyp1

    ***

    Marin parecia estar tão perdida quanto eles, o que deixava Whixa com a pulga atrás da orelha ao ouvir da mesma detalhes importantes sobre a missão em que estavam. Mas sua confusão mental e dor de cabeça não a animavam para mais questionamentos, apenas gostaria de sair daquele lugar sujo e decrepito o quanto antes, e acabava concordando com a sugestão de Marin para partirem de uma vez.

    - Sim, por favor... Não me sinto bem aqui, em terras tão profanas.

    Whixa passou o resto do caminho para fora da floresta em silêncio, mergulhada em seus pensamentos e memórias e acabava por não entender mais nada, apenas se estressando a ponto de rogar pragas ao finalmente avistar a grande e majestosa torre logo ao horizonte.

    - Graças ao bom Odin... - Então eles enfim chegavam a Geffen e Whixa já se dirigia puxando Aaron e o baú em direção a torre antes mesmo que Marin pudesse falar mais alguma coisa óbvia.

    - Anda gente, quero terminar isso logo e tomar um banho, meus pés estão doendo, quero ver se vocês conseguiriam atravessar aquela floresta de salto alto com eu!






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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Mystic Stranger em Qui Set 10, 2020 3:06 pm






    Violet, a gatuna

    Tinha lembranças de um passado que não sabia se era seu ou de outra pessoa e nenhuma explicação do que ali acontecia. E cada vez que a estranha mulher de face ainda desconhecida, revelava saber sobre a missão que eles estavam fazendo, isso só lhe causava ainda mais desconfiança. - Como sabe o que estamos a fazer? - “Tenho certeza se ela sabe o  que estamos fazendo, outros também sabem.” Violet se aproximou de Whixa para poder lhe segredar - Eu não confio totalmente nessa mulher, ela se quer nos mostrar sua face. - olhando de forma desconfiada para mulher que estava agora perto de Hergos e Aron.

    E quando essa falou sobre sair daquela floresta, concordou prontamente. Enquanto se encaminhavam para fora daquela floresta, cada um fazia sua parte. Violet seguia mais atrás do grupo, guardava a retaguarda do grupo e tinha a visão do belo bumbum do Aron, mas esse perdia para a bunda da Whixa que hipnotizava com seu andar. E após uma longa e completamente desgastante caminhada pela floresta que ainda os conseguia surpreender com sua estranha beleza, eles finalmente chegaram ao fim dela. De baixo de uma tempestade, mas finalmente havia passado por ela sem muitos problemas.

    - Como se tivesse passado 84 anos la dentro, ja estava farta daquele lugar. - Violet usava seu capuz para se proteger da chuva que caía sobre eles. Olhou para Whixa que reclamava sobre seus pés e o quanto queria chegar na torre. Violet deu uma bela olhada na torre antes de continuar e ao se aproximar dos portões da cidade, observou Mirian analisar os guardas e ouviu dizer que estavam mortos. - Parece que estamos vendo gente morta o tempo todo! - Violet seguiu seu próprio caminho para dentro do local, entre as sombras e telhados, procurava alguma coisa estranha ao entrar na cidade.

    OBSERVAR (PER)
    Quando inspecionar algo cuidadosamente, diga o que procura descobrir e role +PER. Com
    10+, você descobre a resposta do que queria saber. Com 7-9, você não descobre o que
    estava procurando, mas obtém alguma informação útil. Seja como for, receba +1 adiante
    para agir de acordo com a informação obtida.

    [PER+1]
    Mystic Stranger efetuou 2 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Dice10 (d6.) :
    2 , 3




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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Bravos em Sab Set 12, 2020 12:08 am






    Aaron, o Mercador

    Averiguava a situação de Hergos e notava que a coisa era muito mais complexa do que ele imaginava. Se aquilo realmente foi feito por ele, foi feito numa situação em que ele conhecia e dominava muito mais coisas. Marin aproximou-se com uma lupa e era possível notar uma inscrição naquilo que parecia o coração mecânico que dava vida ao autômato. Aaron se esforçou para lembrar o que queriam dizer aquelas palavras, pois elas pareciam importantes.

    - Acho bom descobrir o que quer dizer... - Ele repôs as peças de Hergos e lhe disse: - Vai ficar tudo bem com você, Hergos. Você tem uma fisiologia... peculiar. Mas isso é bom. - Concluiu. Eles seguiram então para o objetivo deles, que era o mais importante. Marin os seguiu e aquilo era ao mesmo tempo estranho e confortador, pois ela parecia saber quem eram. Enquanto caminhavam, Aaron se sentiu observado. - Nossa, parece que tem alguém me secando o tempo todo. - Disse consigo mesmo, sem imaginar os motivos por trás daquilo.

    A cidade que buscavam, porém, parecia imbuída de uma energia sinistra. - Pelo visto as coisas também não parecem ir muito bem. - Viu que Violet observava com atenção e esperou o diagnóstico da moça antes de tomar qualquer ação precipitada. Marin já havia feito o favor de impor o temor no coração dos aventureiros. - Nossa única opção é seguir em frente mesmo?

    Lembrar (INT)
    INT +2
    Bravos efetuou 2 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Dice10 (d6.) :
    3 , 2






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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Hylian em Sab Set 12, 2020 3:44 pm








    O Reino Sem Coroa


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 9nWk34K


    @Mystic Stranger @Raijecki @Bravos

    31 de Agosto de 1999 D.GH
    Estação: Outono, Temperatura: 10ºC, Previsão: Tempestade
    Localização: Geffen - A Cidade dos Bruxos.

    OS PROTAGONISTAS:


    Aaron


    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 16
    Armaduras 03
    Classe: Mercador
    Dano Base: 1D4
    Experiência: 00/12
    Nível: 02
    Carga Máxima: 14/14
    Zeny$: 150

    Aaron Digby


    Whixa



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 18
    Armaduras 02
    Classe: Noviço
    Dano Base: 1D6
    Experiência: 00/12
    Nível: 02
    Carga Máxima: 05/09
    Zeny$: 150

    Whixander Vaee


    Violet



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 19
    Armaduras 01
    Classe: Gatuno
    Dano Base: 1D8
    Experiência: 00/12
    Nível: 02
    Carga Máxima: 07/11
    Zeny$: 150

    Violet Hallan



    OS VÍNCULOS:


    Hergos



    Saúde: Incomum
    Pontos de Vida: ---
    Armaduras ---
    Classe: Espadachim
    Dano Base: ---
    Experiência: 00/10
    Nível: --- +1
    Carga Máxima: ---
    Zeny$: 0


    Marin



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: ---
    Armaduras ---
    Classe: Feiticeira
    Dano Base: ---
    Experiência: 05/10
    Nível: ---
    Carga Máxima: 06/07
    Zeny$: ---










    TODOS





    –  Eu sou discipula do mestre Ulrich... – respondeu Marin demonstrando profundo orgulho no tom de sua voz ao responder Violet. E então ela se virava para Aaron que terminava de estudar Hergos, o boneco estranho. – Tenho certeza que meu mestre pode saber nos explicar, lembro-me de que ele estudava idiomas estranhos, símbolos e culturas de povos que já não existem mais para entender o nosso mundo e demais!


    ***


    Quando bem os cinco aventureiros tomaram os primeiros passos a dentro da cidade rodeada por grande muralha, Violet havia subido sobre o telhado de uma casa nada distante, enquanto os demais pairavam próximos a mesma casa há não muitos passos dos portões de entrada. Com um barulho como o de várias barras de ferro pesada desabando que poderia ser ouvida de longe, eles notaram que os grandes portões de ferro se fecharam todos quase que ao mesmo tempo. O barulho fora tanto que parecia ecoar em suas mentes ainda pelos próximos minutos.

    Apenas naquele momento o grupo percebeu que estavam em uma cidade parcialmente destruída. Vários edifícios estavam a baixo, e haviam vários corpos mutilados que cobriam as várias estradas de pedra, manchas de sangue já seco decorava os locais onde parecia ter havido grandes batalhas pela vida. O cheiro de carne humana exposta e apodrecida pairava no ar de tal maneira que o grupo podia se sentir como se estivesse em um matadouro clandestino.

    Violet que subira no telhado tivera ainda uma visão muito mais ampla e distante do que os demais podiam ter. Seus olhos que pareciam poder enxergar ainda com mais clareza do que o normal, puderam ver duas multidões muito estranhas com dezenas, talvez centenas de pessoas que caminhavam aos tropeços, e todas elas pareciam como mortos vivos com seus corpos mutilados a dentadas, muitos ainda já não possuíam um pé ou ambos e se rastejam com a força dos braços, entre eles muitas crianças e ambas as hordas se aproximavam dos dois lados contornando a grande muralha.

    –  São zumbis! – Exclamou Hergos da forma mais óbvia possível. Violet nem mesmo percebera quando o espadachim subira telhado acima – Olhe! – chamou ele a atenção da gatuna – O caminho para a Torre de Geffen parece estar vazio, podemos correr pra lá!

    De alguma forma estranha todos ali no grupo se sentiam peculiarmente atraídos por aquela ideia, Whixa, Aaron e Marin sem ainda saber a situação em que estavam olhavam para a Torre que na verdade era o destino daquela missão desde o início, como havia reclamado a noviça pouco antes de entrarem na cidade dos bruxos.  





    Aaron



    Aaron estava em um grande e circular hall de entrada, tão imenso que era impossível ver o teto, ou ele era enfeitiçado para que parecesse infinito. A Academia de Magia e Bruxaria Geffênia era bem maior por dentro, do que o diâmetro da torre acusava ser. Não era estranho que ali a maioria fossem do clã dos magos e Bruxos. Aaron bebericava um uísque fervilhado que era a bebida típica das terras mágicas, enquanto esperava a quem ele viera visitar, mas não tardou muito para que essa pessoa surgisse entre as dezenas de corredores que levavam a quase-infinitos caminhos.

    Aaron Digby! Meu bom e velho criador, aquele que vem de terras tropicais, do grane porto de Alberta! – Uma voz amigável e muito convidativa soou em seus ouvidos e ela vinha de um homem que vestia longas vestes branco e preto, o que era atípico para o clã dos mágicos. Possuía grande barba expeça e um bigode e cobria quase metade de seu rosto. – Vamos, vamos a um lugar mais reservado, meu querido, há quanto tempo eu não te vejo? O que? Desde o casamento da Arcebispa de Glast Heim?

    Aaron sabia quem era ele, era o homem mais importante para o clã dos bruxos, o Arquimago Leones, talvez para o entendimento de Aaron, Leones era o homem mais justo que ele tivera a chance de conhecer. Ao finalmente chegarem a um estreito aposento amontoado de livros e pergaminhos de todos os tipos, Leones ofereceu ao amigo mais um uísque fervilhado, enquanto já bebericava o seu pequeno copinho de um litro do mesmo líquido.

    Aaron, meu amigo! As coisas não vão bem em Midgard, mas isso eu sei que você já sabe há muito tempo! E tudo parece piorar, tudo parece uma conspiração contra algo ou alguém que eu ainda não pude identificar, entende? – Leones finalmente parecia sério de uma maneira que Aaron nunca o vira antes – Geffen está pronta para declarar guerra contra Morroc e o rei dera apenas vinte e quatro horas para que eles entreguem Marin com vida, você me entende? Mas, ainda parece que há algo mais absurdo...

    A voz de Leones parecia ficar mais distante, e mais distante até que Aaron só podia ver um zumbido e finalmente voltar a si e ter um desejo ainda maior por adentrar aquele lugar que já existia em suas memórias.





    TODOS



    Violet e Hergos não demoraram nada em contar para o resto do grupo sobre o perigo que haviam se metido e, naquele momento a atitude mais sensata em se fazer era buscar abrigo no maior edifício e mais importante da cidade dos bruxos. A julgar pela distância e velocidade em que aqueles que voltaram a pseudo vida se aproximavam, eles tinham tempo o suficiente para correrem até o grande portal de quase doze metros de altura feita de madeira muito antiga que parecia a cada passo mais próximo.

    Era estranho, era surreal a energia que eles podiam sentir em seus corpos a cada passo que se aproximavam da torre. Nenhum deles se lembrava de fato se algum dia eles se sentiram daquela maneira, mas por alguns lapsos de minutos eles sentiram uma emoção dominar-lhes de tal forma, um sentimento tão forte e poderoso que parecia ferver em seus corações, até mesmo o “coração metálico” de Hergos parecia funcionar, naquele  momento, diferente e com mais vigor.

    Whixa que estava correndo próximo demais de da soleira de uma casa pode ver, ou talvez até pressentir quando um pequeno grupo de quatro mortos vivos avançavam por de trás desta casa em sua direção. Assustada, mas tomada por uma energia sem igual que estalava em seu corpo como uma águia feroz, ela sentiu um brilho incomum escarlate ferver de seu corpo como se seu próprio organismo emitisse aquela luz que a aquecia por dentro. Num piscar de olhos os quatro mortos vivos que não estavam mais do que um metro e meio de distância começaram a queimar até que seus corpos se transformassem em tochas-humanas e um a um desabar no chão sobre as suas próprias cinzas.

    Violet que sentia que seu corpo respondia antes mesmo do que seu cérebro era capaz de enviar o comando, era como mágica? Talvez estivessem sofrendo algum efeito produzido por terras encantadas? Novamente sentiu que sua visão não era dificultada pela escuridão que pairava a noite e pode ver que o caminho até o grande portal da torre estava praticamente vazio, só teriam que pular alguns corpos, mas nada que fosse um real problema, mas ao assistir Whixa quase sendo morta por quatro mortos vivos, Violet não vira um morto zumbi de mais idade, aparentava ser um senhor, usava uma regata que não lhe cobria o barrigão formado pela quantidade de chopp que consumia e ele parecia ter “morrido” há pouco tempo, pois seu corpo ainda estava quente e fresco, ainda que seus olhos detonassem a falta de vida e parte de seu corpo estivesse mutilado a mordidas. Com um golpe mais rápido do que o normal, Violet decepara a cabeça do velho bebum.

    Marin corria como lhe era possível, porém se mantinha atrás de todos como alguém que parecia se preocupar e desejava estar na retaguarda, caso algum deles precisasse de suas habilidades ocultas. O rosto ainda parcialmente coberto pela penumbra provocada por seu capuz vermelho-escuro, todos notaram que havia um brilho curioso que emergia de dentro de seu capuz e, um a um deles começaram a notar o mesmo brilho cobrir seus corpos, assim como Whixa, depois Marin, então Violet, Hergos e porfim Aaron.

    Aaron corria ao lado de Hergos naquele exato momento em que Violet e Whixa recém salvavam as suas vidas do perigo eminente, porém criador e criação não estavam imunes de sofrerem quaisquer perigos e, com o susto por suas amigas de tanto tempo, Aaron e Hergos notaram que alguns mortos vivos corriam mais do que os outros e saiam cada um de um lado de dois becos formados entre os edifícios no caminho para o destino tão buscado por eles. Sentindo uma energia tomar seu corpo, uma aura vermelha cobri-lhe dos pés a cabeça, assim como os demais. Aaron puxou seu bom e velho mosquete, enquanto que Hergos brandiu sua espada como um leão faminto e era hora do show. Um BANG e um arremessar de uma espada longa e aparentemente pesada demais para ser arremessada foram o suficiente para abater os dois mortos vivos na cabeça, sendo que um deles ficou pendurado sobre uma parede quase destruída pregado pela espada fincada.

    Hergos aproximou-se do corpo inerte pendurado de sua vitima e puxou sua espada que estava suja por um sangue gosmento quase seco. Ele limpou na própria roupa suja do cadáver que agora dificilmente se moveria novamente. E quando se virou novamente para o grupo, de espada para o alto ele gritou – VERMILLION! MOTHA FÓCKAR!

    O grupo voltou a si naquele momento quando ouviram a multidão de mortos vivos se aglomeram atrás deles há poucos metros de distância, se não agissem com rapidez, seriam pisoteados pela quantidade de pessoas que avançavam sem dificuldades maiores. Marin berrou para que todos se juntassem e por fim guiou os companheiros até a entrada da torre que jazia entreaberta.


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 739fe4d393ad3d0c761c339819ed8db1
    Academia de Magia e Feitiçaria de Geffênia - O Grande Hall
    A Torre de Geffen


    O Grande Hall de Entrada era exatamente como Aaron se lembrava, com exceção de que naquele momento estava quase tudo escuro e não havia se quer ninguém aparentemente vivo ali, em realidade não parecia haver ninguém ali além deles. Marin fechou o grande portal que ecoou ao ser trancafiado atrás do grupo. Todos perceberam mais pelo cheiro do que pela própria visão que havia sangue fresco pingando do teto e ao olhar para cima lá jazia um homem pendurado pelo pescoço e de aparência idosa, longos cabelos brancos como a neve que combinavam com sua barba de mesma cor. O homem vestia longas vestes típicas do clã dos bruxos e sua barriga estava mutilada com o coração pendurado por vísceras e de lá vinham a quantidade de sangue necessária que cobria o centro do hall. No chão desenhado com o sangue do bruxo aparecia um símbolo estranho em forma de uma árvore ramificada e com oito estrelas ao seu arredor. Quando o grupo se aproximasse daquilo as oito estrelas que antes feitas de sangue agora pareciam oito feches de luz emergiam do sangue e cada uma delas avançava tão rápido de encontro a eles que nem mesmo era possível acompanha-las.


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 O1IaDTh
    Símbolo de sangue no chão


    –  Q-e-rido U-lr-i-ch... – Lamuriou Marin segurando sua raiva e o choro caindo sobre seus joelhos diante daquela cena horrível. Naquele momento o capuz de Marin finalmente caíra de lado e seu rosto era visível como de uma moça com aparência jovial que não parecia ser mais velha que nenhum deles e nem mais nova. Aqueles que olhassem com um pouco de atenção a mais veriam que seu rosto era muito parecido com o de Whixa, quase como se fossem... Mas se olhasse por outra perspectiva, veriam as semelhanças com Violet também. Seus longos cabelos negros e ondulados e volumosos ainda escondiam sua tristeza ao recair sobre parte de seu rosto.


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 JYWejsn
    Marin, a Feiticeira!


    Aaron notara pelo reflexo do chão espelhado que uma das estrelas agora jazia como uma espécie de tatuagem em sua testa. Violet notara um brilho incomum em um de seus peitos e ao abaixar parte de sua vestimenta pode ver a estrela tatuada em seu corpo. Whixa sentira algo na região de seu ventre, mas aquela não era exatamente o momento para explorar tal região de seu corpo. Todos notaram que a mão direita de Hergos também tinha a mesma estrela e, por fim, a barriga exposta de Marin também possuía o mesmo símbolo da estrela.

    Todos voltarm a si quando o grandioso portal de madeira da torre recebera um golpe etão forte que a eles entenderam que a porta não aguentaria muito tempo.

    Vamos! – Disse Marin decidida – Se ficarmos aqui, iremos morrer... Ulrich está morto, mas talvez possamos invadir seu escritório e buscar por qualquer coisa que nos ajude a entender tudo isso.

    Marin guiou todos para os andares superiores, mais especificamente o sétimo andar. Onde entre os corredores eles encontraram um pequeno aposento não muito diferente daquele que Aaron se lembrava ter estado com Leones. Quando todos adentraram o lugar e novamente Marin trancafiou a porta atrás de si, fora que todos notaram um grande quadro de talvez um metro e meio de altura. Nele jaziam todos eles em grupo, mas com vestimentas muito antigas, estranhas que eles nunca viram antes. Whixa abraçava alguém, mas o quadro estava incompleto e não era possível ver-lhe o rosto, exceto que trajava uma armadura importante. Violet e Aaron estavam de mãos dadas e Marin sorria como uma menina alegre, ao lado de um casal cujo rosto também não existia ali. Abaixo do quadro riscado na parede rochosa havia os dizeres “Vermillion”.

    O aposento era estreito, mas cabiam todos com folga naquele lugar. Além do quadro, existia dois armários repletos de livros e pergaminhos e, também, alguns frascos repletos de líquidos e outros aparentemente vazios. Havia um sofá coberto por poeira, algumas cadeiras estofadas e também próximo a única janela existia uma mesa de madeira coberto também por uma espessa camada de sujeira sobre alguns livros e artefatos estranhos. Pela janela, era possível ter uma ampla visão da cidade do lado leste.




    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 O6JKRiA
    Geffen A cidade dos Magos

    Infos - OFF escreveu:
    Vocês recebem +2 de EXP pelo bom feito de Violet e Aaron em ter tido sucesso em seus testes. Também ganham + 2 de EXP como bônus por terem encontrado um grande marco importante, o primeiro alias! Isso avança vocês para o nível 02, abaixo uma explicação sobre subir de nível.

    A Academia de Geffênia está aparentemente vazia, mas as aparências enganam, portanto quero que rolem novamente o teste de "Evitar o Perigo" usando modificador de FOR ou DES somente.

    Já no escritório do tio Ulrich, vocês  podem fazer um teste de Observar para ver se encontram algo por ali, ou Lembrar caso queiram reagir a algo ali referente as suas mentes obscuras!

    Lista de NPC's devidamente atualizada com as informações até agora descobertas...

    Observar - movimento escreveu:OBSERVAR (PER)
    Quando inspecionar algo cuidadosamente, diga o que procura descobrir e role +PER. Com 10+, você descobre a resposta do que queria saber. Com 7-9, você não descobre o que estava procurando, mas obtém alguma informação útil. Seja como for, receba +1 adiante para agir de acordo com a informação obtida.

    Lembrar - movimento escreveu:LEMBRAR (INT)
    Quando consultar seu conhecimento acumulado a respeito de algo que você saberia, role +INT. Com 10+, o Mestre lhe dirá alguma coisa interessante e útil a respeito do assunto. Com 7-9, o Mestre lhe dirá apenas alguma coisa interessante e caberá a você torná-la útil.

    Evitar Perigo - movimento escreveu:EVITAR O PERIGO (FOR, DES OU CAR)
    Quando houver um perigo iminente e você precisar reagir, diga como lidará com a situação e role...
    • +FOR, se usar sua força.
    • +DES, se contar com sua habilidade e agilidade.
    • +CAR, se depender de seu charme e tato social.
    Com 10+, você evita a ameaça. Com 7-9, você não evitará o perigo completamente ou o Mestre lhe oferecerá uma escolha difícil.

    Avançar de Nível - movimento escreveu:AVANÇAR DE NÍVEL
    Quando acampar e possuir uma quantidade de XP igual ou superior ao dobro do seu nível atual + 8, você poderá refletir a respeito de suas experiências e subir de nível. Faça o seguinte:
    • Gaste o dobro do seu nível atual +8 de XP.
    • Aumente seu nível em 1.
    • Escolha um atributo e o aumente em 1. Em seguida, se for o caso, ajuste o modificador.
    • Pegue uma habilidade avançada de sua classe, raça ou genérica.

    Raijecki
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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Raijecki em Seg Set 14, 2020 3:30 pm






    Whixa Vaae, a Noviça Rebelde


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 QApfyp1

    ***

    - Sim, está tudo muito estranho, mas eu senti algum vinculo emocional com ela, então talvez você devesse ficar de olho por mim, pois minhas memórias começaram a me trair de algum modo. - Respondia a noviça para sua colega gatuna.

    Então durante a viagem para fora da floresta, Whixa reparava que Violet a observava - e também a Aaron - até demais. "Hum, deve estar com inveja por ser uma tábua sem bunda e peito e aí fica pensando se tem chances com o mercador, pobre coitada..."

    Então ao chegar na cidade, a noviça não notava de inicio - estava muito ansiosa para encerrar aquela missão e voltar a "pregar" par o bem de Odin - que a cidade não era o que se esperava. Violet e Hergos subiam em um telhado de uma das casas e então voltavam com as noticias que Whixa mais temia. A cidade estava destruída e mortos vivos tomavam conta das ruas.

    - Não! Não! Malditos sejam os inimigos de Odin! - Ela vociferava, com o rosto vermelho  e as veias pulsando por seu pescoço de tanta raiva. - Estávamos quase lá! Porque não dá para termos uma missão normal como os outros?!

    Então decidiam correr até a torre, lugar onde parecia ser a única salvação daquela mar de mortos vivos. O problema era chegar até, Whixa já estava cansada e com fome, e seus pés doíam devidos ao sapatos de salto alto que utilizava para aumentar seus "dotes" de beleza. No caminho a noviça fora atacada por alguns zumbis, e teve de contar com a confusa sorte - sentia uma energia estranha emanando de si e queimando os inimigos, talvez uma benção de Odin - e com a competência de sua amiga Violet e dos demais para escapar. Deu graças a Odin ao enfim adentrar aquela torre e então se sentou por um momento ao chão, ofegante e massageando seus pés doloridos.

    "Vai faltar é cabeça para tanta praga que rogarei contra aquela vaca da Yuffaa!!" - Pensou, já começando a rezar para que os seios da mulher caíssem até seus pés, já que a praga dos cabelos já havia sido feita. Seus olhos acompanhavam os movimentos de Marin até algumas marcas de sangue ao chão, que quando Whixa reparava melhor, vinham de mais um corpo pendurado e mutilado. Ela tampava sua boca com a mão diante de tal horrenda cena, pensando em como havia se metido naquilo tudo. Marin então revelava sua aparência, e apesar dos cabelos negros, tinha uma certa semelhança física com a noviça rebelde.

    - Ele está mor..Morto!? Mas que merda ta acontecendo aqui!? EU VOU MATAR A YUFFA! - Berrava á todos com os olhos pegando fogo tamanha ira e raiva que sentia. - Nada de bom aconteceu comigo desde que ela me passou essa missão! E desde que conheci você Marin! O que você é de mim?! - Então uma forte batida nos portões da torre revelavam que não teriam tempo para conversas, e então seguiam como podiam até os andares superiores da construção, onde encontravam um grande quadro, pintado com o que pareciam ser eles mesmos, mas de muito tempo atrás, e Whixa até abraçava uma outra pessoa e Aaron e Violet davam as mãos.

    - E isso fica cada vez pior, daqui a pouco vou descobrir que sou filha da Violet com o Aaron... - Whixa então seguia - ainda pisando com cuidado devido aos calos de seus pés - para investigar melhor os documentos bem como o resto das coisas do comodo, e no mesmo tempo tentava se lembrar do que podia daquela suposta "outra vida".

    - A gente faz o que agora? Voltamos com a encomenda á capital e dizemos que não tinha ninguém para receber!?

    Testes:


    EVITAR O PERIGO (DES+0):

    Raijecki efetuou 2 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Dice10 (d6.) :
    2 , 4

    OBSERVAR (PER+1):

    Raijecki efetuou 2 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Dice10 (d6.) :
    2 , 3

    LEMBRAR (INT+2):

    Raijecki efetuou 2 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Dice10 (d6.) :
    4 , 6

    AVANÇAR DE NÍVEL:
    Aumentar Carisma de 7 para 8, e modificador para (+2).

    Habilidade avançada nova:

    ESCOLÁSTICO
    Receba +2 constante para lembrar sobre assuntos religiosos.






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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Mystic Stranger em Qui Set 17, 2020 9:57 am






    Violet, a gatuna

    Ao subir e se posicionar de uma forma que desse para ver o que tinha mais além, Violet, ouviu o som de portas se fechando atrás de si. -Merda, caímos em uma armadilha. - disse baixou, já colocando sua máscara deixando agora apenas seus olhos a mostra. Sua visão parecia está de algum jeito aprimorada demais, e por isso pode ver a situação da cidade e não era nada boa. “São muitos, não teremos como passar sem ser percebidos” e enquanto continuava a procura de um brecha, Violet não esperava pela presença do espadachim.

    Mas que merda! Quer me matar do coração, seu energumeno! Não, são caralhinhos voadores. Claro que são zumbis! - Violet havia posto as mãos no peito e depois deu um soquinho no ombro de Hergos. E depois de lhe apontar um local que parecia o mais seguro, ela o olhou emocionada. - Finalmente uma dentro rapaz! Agora vamos descer e falar com os outros.

    Ja la no solo, onde todos se encontravam Violet pode dizer o que viu la do telhado. Bolando assim uma estratégia antes de prosseguirem até a torre. Whixa reclamava do o quanto aquilo era injusto e todo aquele drama de patricinha. - Whixa, agora não é hora de dar seus chiliques de menininha. - Ela olhou para a amiga, com aqueles olhos de ladra e continuou a falar- Se fosse tão fácil, não seria divertido.

    Com o plano de serem mais rápidos do que os mortos vivos e correrem até a torre. Eles seguiram em frente. Violet seguia com seus pés leves, correndo como se pudesse voar, sentia uma certa energia fluir pelo seu corpo e seus movimentos eram mais rápidos do que podia pensar. Como era alguém para feita para lutar, ela seguia mais atrás, vasculhava o caminho com atenção a qualquer mudança. E então quatro mortos-vivos surgiram em cima de Whixa e quando Violet pensou em ajudar, outro aprecia dessa vez em cima de si. E como estivesse no automático, ela não hesitou em arrancar a cabeça do moribundo. Com todos se livrando dos seres que ali apareciam, voltavam a correr quando Marin deu a ordem para todos irem direto para a torre. Violet ficou com o que Hergos havia gritado quando esse ergueu sua espada. “Ele sabe de algo?”

    Quando finalmente alcançaram a torre e conseguiram entrar, fechando a porta para então poderem ver o que tinha ali. E encontraram mais morte e também um símbolo no chão. Marin então finalmente se revelava para todos, quando essa se lamentava pela morte de seu mestre. E Whixa reclamava e atirava maldições para sua mestra, Violet continuava séria e atenta a qualquer coisa. Enquanto observava de longe a mulher, sentiu em seu peito algo brilhar e quando afastou um pouco do pano que lhe cobria,  pode ver o mesmo símbolo. E mais uma vez um barulho vindo da porta os despertava. Marin, tomava a frente e os levava para o andar de cima. Após um tempo subindo, eles chegaram ao setimo andar. Encontrando um pequeno aposento, agora dentro deles se podia ver um grande quadro. Violet, ficara espantada com a visão daquilo. Ela enrugou sua testa para a visão dela e de Aaron de mãos dadas e olhando mais abaixo, havia mais “Vermillion”....

    Ouviu a doce voz de Whixa reclamar mais um pouco, e teria certeza que se ela abrisse mais um pouco aquela linda boca. Violet, iria mostrar um pouco do seu lado obscuro para a noviça. - Deus me livre eu me deitar com esse ai - Ela olhou Aaron dos pés a cabeça e continuou.- Somos irmãos das sombras, embora ele tenha pulado fora quando a coisa ficou preta.

    Violet, deixou o quadro de lado e se pôs a andar pelo lugar, a procura de mais informação. Algum manuscrito ou uma carta antes da morte de Ulrich. Aproveitou para se esgueirar para perto de Hergos e lhe perguntar sobre o que ele havia gritado lá fora, quando ergueu sua espada. - Que maldição era aquela que você gritou?



    Teste:
    Evitar perigo (DES+2)

    Mystic Stranger efetuou 2 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Dice10 (d6.) :
    4 , 1

    Observar (PER+2)

    Mystic Stranger efetuou 2 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Dice10 (d6.) :
    2 , 1

    Lembrar (INT+1)

    Mystic Stranger efetuou 2 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Dice10 (d6.) :
    6 , 6

    Avançar de Nivel:
    Percepção/PER de 7 para 8 modificador para (+2)

    TRUQUES SUJOS
    Quando usar um truque sujo contra um adversário durante uma luta, receba +1 adiante contra ele. Quando ajudar usando distração ou trapaça, receba +1.






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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Bravos em Dom Set 20, 2020 11:58 am






    Aaron, o Mercador

    A lembrança que teve era estranha. Um arquimago conversava com ele... Será que eles haviam construído juntos aquele que viria ser Hergos? Talvez ele fosse um investidor... Naquele momento, porém, não teve muito tempo para pensar naquilo, pois logo estavam correndo às pressas para a grande torre. Whixa e Violet se defenderam agilmente contra os mortos-vivos e quando os últimos apareceram, ele e Hergos estavam preparados para revidar. O boneco gritou um nome recém conhecido: Vermilion!

    Aaron ficou cabreiro com aquele nome. De onde Hergos conhecia-o? Alguém que havia assustado a velha na floresta? Entraram na grande torre para darem de cara com Ulrich morto e pendurado sobre um desenho trevoso feito com seu sangue. Whixa tapava sua boca de surpresa e Aaron arregalava seus olhos realmente assustado. Uma trilha de morte parecia segui-los e, às vezes, adiantar-se diante deles. Pelas suas lembranças, Leone já estava preocupado com aquilo, sem no entanto ter descoberto exatamente como se prevenir.

    Logo Marin os levava para o sétimo andar. Uma sala bastante assemelhada a que ele esteve bebericando uísque com o arquimago. - Marin, onde fica a sala do arquimago Leones? Creio que devemos procurar algo por lá. Ele estava desconfiado de tudo que está acontecendo agora. Talvez lá pudéssemos encontrar algo. - Disse, não sem antes verificar os livros do finado Ulrich, buscando as palavras que havia visto no coração metálico de Hergos.

    Quando Violet perguntou para Hergos sobre o nome 'Vermilion', Aaron imediatamente se aproximou. - Diga, Hergos, de onde você conhece esse nome 'Vermilion'? - Disse, olhando para ele e depois para a ladra. Olhou também o quadro. Ele sabia que ela desejava seu corpo nu. Talvez uma hora ou outra a coisa tivesse que acontecer.


    Vou subir Percepção de 7 para 8, daí o modificador passa para +2.

    Vou pegar a Habilidade Engenharia Reversa

    ENGENHARIA REVERSA
    Quando passar um tempo estudando um mecanismo, o Mestre lhe dirá o que ele faz e você receberá +1
    adiante para fabricar outro igual.

    Observar (PER)
    PER +2
    Bravos efetuou 2 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Dice10 (d6.) :
    2 , 4






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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Hylian em Dom Set 20, 2020 7:14 pm








    O Reino Sem Coroa


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 9nWk34K


    @Mystic Stranger @Raijecki @Bravos

    31 de Agosto de 1999 D.GH
    Estação: Outono, Temperatura: 10ºC, Previsão: Tempestade
    Localização: Geffen - A Cidade dos Bruxos.

    OS PROTAGONISTAS:


    Aaron


    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 16
    Armaduras 03
    Classe: Mercador
    Dano Base: 1D4
    Experiência: 00/12
    Nível: 02
    Carga Máxima: 14/14
    Zeny$: 150

    Aaron Digby


    Whixa



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 18
    Armaduras 02
    Classe: Noviço
    Dano Base: 1D6
    Experiência: 00/12
    Nível: 02
    Carga Máxima: 05/09
    Zeny$: 150

    Whixander Vaee


    Violet



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 19
    Armaduras 01
    Classe: Gatuno
    Dano Base: 1D8
    Experiência: 00/12
    Nível: 02
    Carga Máxima: 07/11
    Zeny$: 150

    Violet Hallan



    OS VÍNCULOS:


    Hergos



    Saúde: Incomum
    Pontos de Vida: ---
    Armaduras ---
    Classe: Espadachim
    Dano Base: ---
    Experiência: 00/10
    Nível: --- +1
    Carga Máxima: ---
    Zeny$: 0


    Marin



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: ---
    Armaduras ---
    Classe: Feiticeira
    Dano Base: ---
    Experiência: 05/10
    Nível: ---
    Carga Máxima: 06/07
    Zeny$: ---










    TODOS





    Quando todos estavam acomodados no interior do pequeno escritório do bruxo Ulrich, e diante do grande e notável quadro incompleto sobre a parede com o dizer “Vermillion” escrito em sua base. Aquela era, em realidade, a primeira vez que Marin se atrevia a adentrar o escritório de seu mestre, isso porquê, por alguma estranha razão ele nunca havia dado permissão a quem quer que fosse. Pelos próximos minutos que se seguiram, que pareceram talvez horas, o aposento mergulhou em um extremo e incomodo silêncio, onde o único som que era possível ouvir era a respiração ofegante de cada um deles, exceto Hergos que não fazia se quer um único pio.  

    Naquele momento, os cinco mergulharam na mais profunda e obscura parte de seus esquecimentos que ainda persistiam em algum lugar de suas mentes, era como se as quatro cabeças trabalhassem em dobro para conseguir reagir sobre o quadro. Sentiram uma frágil dor estalar em parte da cabeça até que foi ficando mais suave e suas visões embaçarem e de repente sentirem-se como se estivessem de fato mergulhando num mar de silêncio, um lugar íntimo que nenhum deles poderia compartilhar naquele momento.





    Whixa


    Spoiler:

    Whixa estava dentro do que parecia ser a cabine de uma bela carruagem e pela pequena janela ao seu lado ela assistia o final de sua viagem se aproximando diante da majestosa fortaleza de Morroc, a cidade do deserto. Diante dela estava uma garota adolescente com trajes típicos do clã dos noviços, porém era uma vestimenta um tanto incomum, de cores preta e possuía um símbolo distinto ao de Odin. Whixa notara que seus trajes eram um tanto mais estilosos que o da garotinha, o que concluíra que pertencia a um nível mais alto do que o dela, porém vestia as mesmas cores. A carruagem enfim parou diante da grande escadaria de pedra marrom coberta por uma fina camada de areia e quando a portinhola se abriu e um cavaleiro estendeu a mão para ajudar a Whixa sair, ela pode ouvir seu nome sendo anunciado. Um soldado de Morroc que claramente guardava a entrada do palácio a frente se aproximou.

    Boa tarde, Arc...

    No momento em que o soldado se inclinava para beijar a mão de Whixa, essa se esquivou dele, sentindo profundo asco. – Onde está Konan?

    Então suas lembranças pareceram deturpar-se, e sua cabeça voltou a doer, ainda uma frágil dor...

    Whixa adentrou a um grande salão com uma tapeçaria amarela que a guiaria até três grandes poltronas reais no fim do aposento, porém só uma única poltrona estava ocupada por um homem alto, com barba e cabelo grisalho e que vestia roupas típicas do clã dos assassinos.

    Eu imaginei que você estaria aqui... Whixa...

    Konan, você me conhece! – disse Whixa em tom autoritário encarando o homem a sua frente com profundo desprezo – E me conhece muito bem, o que está fazendo é um absurdo! E eu não serei o elo fraco somente por você ser pai de minha irmã menor, você me entendeu? Solte, Marin! Ou as consequências serão inimagináveis!

    Eu sei que todos estão tramando contra o meu império... – respondeu Konan levantando-se profundamente incomodado com aquela conversa – Não irei libertar Marin, até que Leones, seu marido confessem o paradeiro do criador...

    Não seja estúpido! – Vociferou Whixa revoltada – O que quer com Aaron Digby, se o seu atrevimento for tamanho a ponto de tocar naquele homem, enfrentara não somente problemas com Geffen, Glast Heim, mas o império de Aberta e você não se esqueça que a maior parte dos armamentos produzidos em Midgard vem de lá, uma vez que Alberta declare Morroc como inimigo, você estaria acabado! Isso sem contar que Violet jamais te perdoaria...

    VIOLET É MINHA FILHA E DEVE FAZER O QUE EU MANDO – Berrou Konan.

    Naquele momento Whixa e Konan se viraram para uma grande janela, onde havia um pequeno pombo preto, tão preto que parecia ser apenas sua própria sombra. Whixa sabia o que aquilo queria dizer, era uma mensagem divina de seu deus. O pombo sobrevoou próximo de Whixa deixando cair em suas mãos um pergaminho e logo o pássaro se desfez em cinzas sobre a tapeçaria amarela. O pergaminho possuía o símbolo divino, mas nem de longe poderia ser o de Odin. Whixa sorrira ao ler a pequena frase que havia, e logo depois curtiu o pergaminho pegar fogo e se desfazer em suas mãos, um fogo divino que obviamente não a machucava.

    Você está avisado, Konan, solte Marin...

    Whixa virou-se e deixou o rei do deserto perdido e sua mais profunda curiosidade, mas por mais que desejasse prender a dama, ele não se atreveria, se atreveria? No caminho de volta para a carruagem, a jovem noviça ao seu lado perguntava a sua mestra o que havia acontecido.

    Pequena Brynna, parece que chegou a hora de minha doce irmãzinha se tornar Rainha de Morroc, uma pena que... bem... sacrifícios devem ser tomados...






    Violet


    Spoiler:

    Violet sentia em sua cabeça leves latejos e uma dorzinha que a incomodava em meio ao silêncio. Sentia-se triste, tão triste quando se era possível ficar em uma noite bela como aquela. Violet estava deitada de bruços sobre sua cama, vestia um longo vestido real, seus cabelos cobriam sua face naquele momento e a jovem parecia soluçar, enquanto expelia suas mágoas. Mas então ela ouvira um barulho que vinha de fora, de sua grande varanda circular. Um rugido potente ecoou pelo grandioso quarto ao seu lado e com passos leves um felino alaranjado aproximou-se da varanda com cautela, seguido pela própria Violet.

    O que foi, quem está aí? – perguntou Violet – Eu exijo que se revele, em nome da princesa!

    Uma cabeça muito conhecia assomou-se sobre o parapeito da varanda, trazendo consigo uma flor de jasmim.

    Ouvi dizer que são as suas favoritas, não? – perguntou a voz do homem que vestia uma espécie de turbante engraçado.

    Principe Kjaack... – Exclamou Violet tentando segurar sua fera alaranjada – O que faz aqui? E como...? – Ela se aproximou curiosa de como ele poderia estar para fora da varanda, o que seria uma queda de pelo menos quarenta metros.

    O homem finalmente surgiu sobre a varanda montado no que parecia ser um corcel, majestoso, branco como a neve com longas asas que pareciam ser o dobro do comprimento de seu corpo.

    Você confia em mim? – Disse Kjaack estendendo-lhe a mão para que Violet subisse.

    Violet olhara com curiosidade, como se naquele momento, aquela frase fosse o suficiente para que ela soubesse quem realmente era Kjaack, com um sorriso ela dera a mão ao homem e o cavalo mergulhou na imensidão do céu.

    Kjaack entregara a violet que estava a sua frente a flor de jasmin, que para os morroquianos, era uma flor rara, com um aroma especial, e que significava a prosperidade, o futuro, o amor...

    Olhe eu vou lhe mostrar, como é belo este mundo, já que nunca deixaram o seu coração mandar... Eu lhe ensino a ver, todo encanto e beleza que há na natureza em um corcel a voar, um mundo especial... – Violet ouvira a voz grossa de Kjaack soar como canto em seus ouvidos, enquanto ela respirava o aroma da flor com prazer.

    Uma incrível visão, neste voo tão lindo, vou planando e subindo para o imenso azul do céuuu, um mundo especialll!! – Completava Violet, levantando as mãos para os lados como se fossem asas.

    De repente a musica parecia ser apenas um zumbido no mais longínquo de sua memória e eles estavam sobre o telhado alto do que parecia ser uma estalagem no meio do deserto, um lugar típico para viajantes poderem passar a noite e se abastecerem de suas viagens, até o dia seguinte. Os pombinhos sentavam-se próximos e Violet desejou quebrar o silencio encantador que se instaurava no momento.

    Que noite, não é? – Disse ela e Kjaack assentiu com movimento de cabeça – E como está o Toge? Em alberta?

    Ahhh, o Toge está com Marin, em Geffen, morrendo de sauda...

    Por um momento, Kjaack fizera uma careta.

    O que? Ah, não...! – resmungou ele aborrecido por ter sido descoberto.

    Você não é o príncipe Kjaack! – Concluiu Violet revoltada – Então quem é você a final? Mais um idiota contratado pelo meu pai para me fazer apaixonar?





    Aaron


    Spoiler:

    Aaron mergulhava em seus maiores sonhos, ou talvez pesadelos novamente. Era como se algo ou alguém o levasse exatamente de volta a sala de Leones, como anteriormente ele havia se lembrado. O arquimago olhava para Aaron com uma profunda preocupação em seu rosto.

    Aaron, você está bem? – perguntou o bruxo arqueando a sobrancelha esquerda – Bem, como eu ia dizendo, há algo mais absurdo do que isso...  Eu consegui interceptar uma mensagem dos deuses, SIM, EU SEI, que se eu for pego posso ser castigado, mas eu receio que há algo além do nosso conhecimento que está acontecendo por aqui... Olhe você mesmo!

    Aaron que parecia completamente receoso em olhar o pergaminho, como se fosse a maior afronta e desrespeito que um ser humano pudesse chegar, sem se quer qualquer tipo de perdão, ao ouvir o nome de Marin, Violet, Morroc e Geffen, ele não teve dúvidas, sucumbido por sua própria curiosidade, agarrou o bilhete. Ele possuía um símbolo estranho na cor preta que nem de longe era o de Odin ao qual o Aaron do presente poderia se lembrar. Abaixo do símbolo uma única frase parecia queimar em sua vista...


    “A última das princesas deve tornar-se Rainha e dar fim ao próprio Rei de Morroc, é hora de o Deserto ajoelhar-se sobre um novo comando, os da Rainha”.


    Mas isso... Ela jamais faria uma coisa dessas! – retrucou Aaron incapaz de acreditar que o próprio deus exigiria algo assim.

    É a lei de nosso mundo, Aaron, você sabe muito bem disso! – Respondeu Leones – Até mesmo o império de Hetrian, o rei de Gast Heim, está desgostoso com as atitudes de Konnan. Isso sem falar que ele quer matar você!

    Aaron se levantou ainda indignado com à proporção que tudo aquilo estava se transformando. Dando passos em círculos, como a buscar pela mente uma resposta, uma maneira que pudesse resolver tudo aquilo. Ele diria a princesa de morroc quem ele realmente era, ou manteria seu segredo? Mas uma coisa ele sabia, e era a única certeza que lhe viera à mente. Não apenas por amizade, mas para evitar uma grande guerra desnecessária, ele teria que ajudar Leones e os outros no resgate de Marin e tinham menos de vinte e quatro horas para que ela chegasse sã e salva até a torre de Geffen....

    Onde está Tartan? – perguntou Aaron misterioso.

    Payon, é claro! – respondeu Leones – Mas o que quer com aquela criatura insuportável?

    Se há alguém que pode se infiltrar entre os assassinos e ladinos, este alguém é o maior arqueiro que conhecemos, não é?





    Todos



    Todos voltaram a si quando ouviram alguns livros caírem sobre o chão. Marin e Hergos buscavam nos dois armários da sala repletos de livros antigos, quase todos cobertos por uma fina camada de poeira.

    Aaron, aqui! – chamou Marin trazendo consigo um livro grosso com capa feita de couro pigmentado com tons de roxo e amarelo, o livro era dos únicos que não estava coberto por poeira – Este livro parece ser interessante, olhe a capa – ela disse mostrando-o ao mercador. Aaron notou que a capa havia sua própria assinatura, intitulado “O pecado que me corrompeu...”.

    Ao folhear o livro cheio de páginas, Aaron notou que quase todas estavam em branco, exceto por um brilho curioso que emergiam de cada folha. Uma única página que não possuía o brilho e também não estava em branco. Ela continha uma escrita diferenciada, talvez antiga ou futurística, os símbolos não eram descritos com o mesmo alfabeto conhecido pelos humanos de Midgard, mas Aaron reconheceu que muitos daqueles símbolos eram iguais aos que ele e Marin viram no objeto estranho dentro de Hergos. Uma assinatura no final da página chamou a atenção do mercador e ela dizia “J.D”, que Aaron lembrava-se muito bem de quem pertenciam aquelas iniciais, John, o cervejeiro de Alberta.

    Violet e Whixa que também haviam voltado a si juntos de Aaron, também buscaram por algo, mas não encontraram nada que pudesse lhes ser útil. Quando Aaron resolveu perguntar a Marin sobre Leones, ele notou que a feiticeira parecia profundamente hipnótica por aquele nome, como se estivesse mergulhando novamente em suas lembranças e ele quase poderia ouvir os ecos da mente da bruxa, se isso fosse possível.

    Leones... – murmurou Marin o rosto emocionado e os olhos ligeiramente vermelhos – Eu não sei porquê este nome me causa tanta angustia, eu não me lembro de ninguém que tivesse esse nome, mas sempre que escuto, eu...

    Violet perguntava a Hergos sobre o nome que ele gritara quando corriam por suas vidas até a torre de Geffen e o mesmo fazia Aaron aproximando-se dos dois.

    Eu não sei! – respondeu ele confuso – Naquele momento, eu senti uma forte vontade de berrar este nome, era como se viesse algo dentro de mim, entendeu? Eu não entendo muito... Mas acho que todos nós estamos interligados em algo além do que possamos imaginar – dizia o boneco ansioso.

    Tenho um palpite sobre onde vamos encontrar o escritório desse tal Liones, talvez agora que Geffen está destruída, a magia que protege aquele lugar... – Murmurou Marin – Não, Whixa, não voltaremos a Prontera! Mestre Ulrich era o único homem que poderia resolver isso, eu acho, mas sinto que a cada passo que damos parece surtir efeito em nossas memórias... Vamos sa...i...

    Naquele momento, todos ouviram o que parecia ser uma grande explosão ecoar por cada canto da torre. As grandes paredes de rocha estremeceram-se como se quisessem ruir, talvez não aguentariam muitos mais golpes como aquele. Aaron, Violet, Whixa e os demais notaram pela janela que os mortos vivos usavam uma espécie de catapultas para lançar grandiosas esferas de ferro contra a torre.

    Malditos, vamos de uma vez! – disse Marin.

    O barulho que era possível ouvir pelos corredores distantes, mas principalmente o forte fedor de carne podre denunciou aos viajantes que a torre teria sido, enfim, invadida pelos mortos vivos que agora invadiam andar por andar atrás de carne fresca. Marin guiou o grupo pelos corredores do sétimo andar. Ela sabia muito bem como andar por ali, afinal, nascera estudara sua vida toda naquela academia prestes a ruir de vez. Finalmente tomaram uma curva e adentraram um novo corredor, onde pararam diante de uma grande porta dupla de ferro pesado em tons dourados e vermelhos, entreaberto. Marin chamou a todos e novamente fechou a porta atrás de si.

    Essa porta não vai aguentar por muito tempo, e temos um forte cheiro de carne fresca, essas criaturas malditas vão nos encontrar logo... – lamuriou a feiticeira.

    Quando todos se deram conta, estavam sobre um mezanino, diante do que parecia ser um mar de estantes e mais estantes repletos de livros e objetos dos mais estranhos possíveis. Não havia um acesso direto aquelas estantes, já que o mezanino parecia ficar suspenso há muitos metros acima.


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 76821d5b233de735f42e54f07b053d12
    A Biblioteca de Geffênia


    Uow... – exclamou Hergos que era a primeira vez que estaria ali.

    Com exceção de Hergos, todos os outros já haviam estado ali em algum momento, mas suas memórias eram vagas demais para se lembrarem com firmeza. Marin se aproximou da beirada do mezanino de frente ao mar de grandes estantes abaixo deles. A feiticeira parecia incomoda e hesitante em fazer o que deveria naquele lugar e momento, era como se ela sentisse algo ruim, como um sexto sentido ou algo do tipo. – Le-leones... – gaguejou o nome e por alguns minutos seguintes novamente todos mergulharam em silêncio total.

    Então um estrondo e mais outro ecoou no grande salão sem fim. Ali não havia teto, nem chão, e muito menos o fim de tantas estantes. As estantes começaram a se mover em velocidade baixa até finalmente chegarem a uma velocidade tão alta que pareciam apenas borrões a frente do grupo. O mezanino estremeceu e degraus começaram surgir um a um até onde parecia ter chão lá embaixo e as estantes formavam um caminho até uma área circular central. O lugar era iluminado parcialmente por algumas tochas mágicas que se acendiam automaticamente. Marin olhou para todos e resolveu que ela seria a primeira a descer a escadaria e todos os outros a seguiram um a um.

    À medida que seguiam pelo caminho estreito formado por entre as estantes, podiam sentir novamente um gosto amargo em suas bocas, algumas estantes estavam parcialmente destruídas como se aquele salão tivesse sido exposto a uma grande explosão em algum momento. Vários livros e pergaminhos chamuscados eram perdidos por ali. Finalmente, adentraram a pequena área circular onde jazia um homem alto pálido, o corpo já havia se deteriorado com o tempo, estava morto era claro. Aaron não tinha dúvidas, era Leones quem estava lá. O homem estava pendurado sobre uma parede com pelo menos 8 adagas perfurando seu corpo em oito pontos específicos e não era preciso ser muito inteligente para saber que o mais poderoso Arquimago morreu agonizando daquela forma. Havia um aroma incomum que exalava do corpo do homem e não era o de podridão, parecia ser um cheiro específico e Violet sabia bem ao que aquele cheiro se referia, era o mesmo veneno que ela se especializara, o veneno que corroeu o corpo do bruxo.

    A longa veste preta de Leones tinha o mesmo símbolo de Glast heim que os protagonistas viram na praça central de Prontera há pouco.

    Todos voltaram a si quando ouviram fortes golpes estremecerem a grande porta ao qual usaram para entrar na biblioteca de Geffenia. Marin aproximou-se de Leones, como se estivesse hipnotizada por um misto de sentimentos. O grupo notou que eones segurava em uma das mãos um pedaço de papel sujo.


    “A vossa Majestade, O Príncipe de Payon, Tartan!

    Escrevo-lhe esta carta, pois em conjunto com meus maiores amigos, Whixa, Aaron, Hetrian e mesmo Violet, suplicamos que você nos ajude. Marin precisa de nós, e você não pode se negar a isso, por favor...

    PS: Não contei a Aaron sobre o meu pecado, pois temo que ele jamais me perdoaria. Só o nosso grande deus pode saber o que me aconteceria se Marin descobrir. Tartan, salve a minha Marin, por favor!"


    Isso responde a sua pergunta, Whixa... – Disse Marin de forma séria como nunca antes vista – Devemos ir a Payon, Tartan faz parte disso tudo! E eu receio que... Algo muito grande e perturbador está para acontecer....

    Naquele momento o grupo não tivera muito tempo para se decidirem, pois a grande porta atrás deles, sobre o mezanino, havia sido de fato rompida e um grupo de cinco mortos vivos avançava sedentos, enlouquecidos pelo cheiro de carne fresca do grupo.



    Infos - OFF escreveu:

    Vocês recebem 2 XP cada pelo bom teste feito por Violet e Whixa.

    Vamos lá, vocês agora devem achar um jeito de sair do lugar. Há cinco mortos vivos que conseguiram romper a porta e avançam contra vocês, um para cada um. Podem lançar um teste de lembrar ou observar caso queiram descobrir uma forma de sair do lugar, antes que o resto dos mortos vivos comam vocês!



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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Raijecki em Seg Set 21, 2020 4:54 pm






    Whixa Vaae, a Noviça Rebelde


    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 QApfyp1

    ***

    - Eu dou chilique quando eu quiser sua gatuna fedida! Olha como fala com uma serva de Odin! - Respondia com as veias de seu pescoço saltadas e uma face vermelha e irada de raiva para Violet.

    - Divertido é a minha mão na sua cara sua maluca! Me segurem se não EU VOU DAR NELA!!!! - Após os berros esquizofrênicos de Whixa e sua vexatória reação, ela tentava se manter mais calma, visto que as peças começavam a se encaixar naquela trama repleta de mistérios.

    Então diante de tantas revelações, Whixa sentia sua mente mergulhar no mais profundo abismo oceânico de sua própria existência. Ela agora estava em uma carruagem com outra noviça, porém seus uniformes eram de cor negra, bem diferentes do vermelho vivo que ela tanta admirava pela graça de seu deus caolho. A garota então revelava ser Brynna, e ela estava sobre os cuidados e ensinamentos de Whixa, que parecia deter uma posição extremamente elevada entre os religiosos, o que a deixava com um sorriso bobo de satisfação por alguns segundos.

    Ela adentrava um palácio como se não fosse nada e tratava de fazer exigências com um tal de Konnan, que supostamente seria o rei antigo de Morroc e - para seu total espanto e surpresa - pai de sua irmã mais nova, a princesa daquela reino de ladrões, assassinos e algozes. Se elas detinham a mesma mãe, quem era o pai de Whixa?

    Konnan parecia ter raptado Marin e dado assim, início a uma guerra contra Geffen, onde ela ela era a Rainha, casado com o arquimago Leones. Então um pombo preto surgia e passava uma mensagem a Whixa, uma mensagem de seu deus, que para ainda mais incredulidade da noviça, não era Odin.

    "Eu.. EU ERA HEREGE!!!!????" - Ela pensou, ainda presa em suas memórias. Então tentando entender, ela refletia e chegava a conclusão de que se ela recebia ordens diretas de um deus, ela era a entidade máxima de seu reino, a Arcebispa. Reino este que, pela época talvez fosse o esquecido em ruínas, "Glast Heim".

    No fim da memória ela ainda entendia que estava envolta em um plano para depor Konnan de seu posto de Rei e coroar sua irmã mais nova como Rainha, e isso só significava uma coisa. Ela estava armando para assassinar Konnan junto á outros membros do alto escalão de Midgard.

    Voltando a si, ela ainda tentava investigar mais o cômodo junto a Violet, e aproveitava para se desculpar - do jeito dela - perante sua exagerada atitude anterior.

    - Me desculpe por ter agido daquela forma Violet, eu... Eu não estou me sentindo bem desde que saímos de Prontera. - Ela então puxava alguns objetos enrolados em panos que cheiravam doces e calmantes e os estendia á gatuna. - Toma, você pode se banhar com eles se quiser... - Era a primeira vez em sua vida - que ela se lembrava, é claro - que compartilhava suas coisas com outra pessoa.

    Então a noviça ouvia Aaron questionando Marin sobre Leones, e ela sabia bem o motivo da maga sentir algo perante aquele nome.

    - Eu sei o porque, eu me lembrei de algumas coisas, e uma dessas era de que você Marin, era casada com Leones, sendo assim Rainha de Geffen. Lembrei também que um tal de Konnan era Rei de Morroc e pai de minha irmã mais nova, porém não o meu. De que Aaron era Criador e soberano de Alberta, o que explica como ele cri, digo, explica Hergos. Lembrei que era devota de outro deus que não Odin, o que me envergonha profundamente, e que era Arcebispa de Glast Heim, provavelmente casada com o Lorde de lá... - Ela então apontava para a figura sem rosto no grande quadro em frente a todos e depois para a escrita "Vermilion". - Pode ser apenas um devaneio meu, mas eu acredito que essa palavra é- - Então a conversa reveladora era interrompida por um barulho forte, o que indicava que os zumbis inimigos tinham invadido a torre.

    - Vamos! - Ela concordava com Marin, e sentia que a maga era a pessoa mais qualificada para guiá-los, visto que deveria conhecer sua casa como a palma de sua mão. Chegavam a um mezanino tão alto que não pareciam conseguir enxergar o chão. Marin então dizia o nome de seu antigo marido e várias estantes flutuavam ao alto, revelando uma escadaria e uma passagem para que pudessem escapar dali. Passando pelo caminho, avistavam um corpo já aos trapos, envelhecido pelo tempo, que provavelmente era do antigo arquimago Leones. Ele havia sido pendurado sobre uma parede com oito adagas em oito pontos, o que fazia Whixa ligar imediatamente com o símbolo encontrado junto ao corpo de Ulrich na entrada da torre.

    - Oito estrelas, oito adagas... Oito letras... Violet me ajuda aqui um pouquinho... - Whixa então se escondia de qualquer jeito atrás de Violet e olhava em seu baixo ventre para ver se aquilo que sentira antes também era uma das marcas que seus amigos possuíam. - Nada é coincidência, eu vi oito letras talhadas em uma arvore naquela floresta que passamos, eram elas, M de Marin, W de Whixander, A de Aaron, V de Violet, H de Hergos, T que não sei, e L de Leones. Eu acho que nós oito somos Vermilion, não se foi um reino que criamos ou uma sociedade secreta, mas a julgar pelo quadro em questão, acredito que irritamos algo ou alguém, talvez um Deus, e agora estamos sendo cobrados por isso. - Então havia uma carta junto ao corpo de Leones, esta que revelava mais dois nomes, bem como o próximo passo a seguirem, a cidade de Payon.

    - Hum, então o H pode ser de Hetrian também, e o T deve ser de Tartan! - Whixa parecia uma investigadora nata, principalmente agora que decidia se focar no que importava ao grupo, e não somente a voltar a sua zona de conforto na capital. Ela então puxava Aaron, Violet e Marin para um canto longe de Hergos e então continuava. - Se você Aaron, era um Criador que bem, criou vida, mecânica eu sei, mas ainda assim vida, que limites você teria? Isso pode nos dar algumas pistas sobre o que está acontecendo, talvez você se tornou um deus de certa forma, e isso pode ter irritado o panteão tanto quanto esse Kannon, afinal de contas, se você fez um, porque não faria milhares e os utilizaria como exercito para dominar tudo? - Whixa então hesitava um pouco, mas então balançava a cabeça e decidia encarar aquilo que mais a atormentava. - E Violet, se você se casou com Aaron, provável que era uma nobre. E por eliminação só poderia ser filha de Kannon, sendo assim... Minha ir- - Então novamente eram interrompidos, e agora deveriam batalhar por suas vidas, mais uma vez.

    - Marin! Se você souber alguma magia de teletransporte ou saiba alguma saída secreta, que aja agora! - Whixa então erguia seu cajado e se projetava para encarar seus algozes famintos por carne humana. Ela então erguia com a mão livre o símbolo de Odin e orava para invocar seu feitiço contra os mortos-vivos.


    Testes::
    Vou invocar minha magia de:

    EXPULSAR MORTOS-VIVOS (INT)

    Quando erguer o símbolo sagrado de seu deus em busca de proteção contra os mortos, role +INT. Com 7-9, enquanto continuar brandindo seu símbolo sagrado em oração, nenhum morto-vivo poderá se aproximar de você. Com 10+, mortos-vivos fracos fogem da sua presença e a primeira pessoa que agir contra eles recebe +1, enquanto que mortos-vivos poderosos ficam momentaneamente ofuscados e a primeira pessoa que agir contra eles nesse estado recebe +1.

    E quero realizar o movimento "Lembrar" com +2 do "Escolástico" para ver o que consigo lembrar da minha antiga religião de Glast Heim.

    Teste de EXPULSAR MORTOS-VIVOS (+2 INT)

    Raijecki efetuou 2 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Dice10 (d6.) :
    2 , 6

    Teste de "Lembrar" (+2 INT +2 Escolástico):

    Raijecki efetuou 2 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Dice10 (d6.) :
    6 , 4







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    Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Empty Re: Prólogo - O Reino Sem Coroa

    Mensagem por Mystic Stranger em Ter Set 22, 2020 4:04 pm






    Violet, a gatuna
    Os chiliques da serva de odin, ja estavam deixando Violet irritada. Mas apenas achou melhor ignorar e seguir em frente. Mas em sua face, se podia encontrar uma sombra de algo nada bom.

    Violet voltava a ter lembranças de um passado completamente desconhecido por ela naquele momento. Se encontrava chorando por algum motivo e não sabia dizer se sentia raiva por isso ou se sentia uma tola. Sua lembrança seguiu encantadora até um certo ponto. Até então voltar para o momento em que estavam. - Uma princesa? - sussurrou em voz baixa, não acreditando no que havia lembrado.  Sua mente ficava cada vez mais confusa com aquelas lembranças.

    Ela vasculhava a sala atrás de algo importante para eles, mas nada foi achado. E quando tentou perguntar a Hergos sobre o que ele havia gritado, Aaron veio e se meteu, mas esse também se encontrava curioso sobre “Vermilion”. Só não entendera a olhada que esse lhe deu, resolvendo apenas ignorar. Mas nada que Hergos dissera serviu para alguma coisa, aquilo só dava voltas e mais voltas. E todas levavam a um caminho de mortes e mais mortes.

    Nesse meio tempo, quando Aaron fora para perto de Marin, Whixa veio se aproximar. Violet permaneceu séria e com olhos a procura de algo, até ouvir a voz doce e mais calma de sua companheira. E ao ouvir suas desculpas e o que ela lhe ofereceu em forma de paz, fez a gatuna rir daquilo. - Serio mesmo? Panos e sais que cheiram… Só está confirmando que sou uma gatuna fedorenta. - Disse essa ultimas palavras se aproximando perigosamente da noviça, seu rosto agora estava a centímetros do seu. - Guarde isso para você, se quer mesmo se desculpar… - Sorriu sapeca pra Whixa.- Seja a mulher forte que eu sei que você é, e não de mais chiliques! - sua voz havia saído seria e seus olhos estavam profundos como o mar revolto.

    No tempo que procuravam e não achavam resposta alguma, a noviça revelava suas lembranças, deixando as coisas ainda mais estranhas. Um estrondo era ouvido e assim que saiam em busca de outro lugar se podia sentir o cheiro de morte. Entrando em uma outra sala, eles agora se encontravam em um  mezanino, dentro de uma biblioteca.  E lá acharam mais morte, mas esse tinha um cheiro conhecido para Violet. E ao constatar o que havia ocorrido ali, sua mente deu voltas. - Não, não pode ser. - sua voz saiu horrorizada. - Isso é trabalho de alguém de Morroc. - “Mas quem?” sua mente se voltou até seu mestre Iruga, não pode ter sido ele.

    Violet despertar de seus pensamentos, quando Whixa pediu ajuda para escondê-la. E o fez, apesar de se pequena, a outra conseguiu fazer o que pretendia. Ouvi Whixa dizer e montar o quebra-cabeças dos momentos até chegarem ao que realmente importa. Mas não lhe descia que ela tinha algo haver com Aaron, e imaginá-lo como algo a mais era assustador. - Minhas lembranças não me levaram a nada, apenas a mais confusão. - Disse para os outros. - Se sou uma Princesa, como que isso interfere em algo? É certo, que tivemos uma sociedade, e estávamos lutando contra algo. Mas parece que esse algo conseguiu nos destruir de algum momento la tras. E agora estamos tentando destrui-lo de novo. - Violet olhou com a testa enrugada para Whixa, quando essa pareceu dizer que eram irmãs.

    Agora com uma direção, eles apenas tinha que dar um jeito de sair daquele lugar a salvos. Violet se prepara para atacar seu adversário, dessa vez tinha em sua mão, sua pequena espada de nome Agulha.- Rápida com uma corça! - e desfere seu ataque contra seu inimigo.

    teste:
    Vou rolar DES(+2) para atacar o inimigo.  
    Mystic Stranger efetuou 2 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Dice10 (d6.) :
    4 , 6

    E PER(+2) para ver se consigo achar alguma saída dali
    Mystic Stranger efetuou 2 lançamento(s) de dados Prólogo - O Reino Sem Coroa - Página 3 Dice10 (d6.) :
    5 , 5







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