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    O Jogo dos Tronos - ON

    Claude Speedy
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    O Jogo dos Tronos - ON - Página 13 Empty Re: O Jogo dos Tronos - ON

    Mensagem por Claude Speedy Seg Jun 28, 2021 12:16 pm









    A noite havia sido extremamente improdutiva na visão bárbara de Gaspar...

    Além do contratempo de seu próprio anseio por relaxar depois de semanas de disciplina completamente inútil , o selvagem adormecia sem nenhuma pista do que houve. E o pior, ainda sabendo que atrapalhou sua mais fiel aliada nesse processo.


    Lu Mei, em compensação parecia não se importar. Assim como a luz solar o feria, também a jovem a despertou como quem acorda um animal hibernando.
    A comida não era tão saborosa quanto as informações que a jovem conseguiu, gentil como sempre ela chamava a empreitada na qual se enfiou praticamente sozinha de "nossas investigações"...Incluindo Gaspar na questão da ajuda em descobrir os fatos sobre o Raposa.

    Ao terminar de se aprontar, Gaspar saiu, procurando Daise... Lhe pediu desculpas por ontem à noite, dessa vez com cuidado e respeito.
    Cobriu sua cabeça com o capuz e a seguiu dali da tenda até aquela longa conversa sobre uma luta de justas ter virado uma fiel servidão ao rei louco derrotado.

    Um nome finalmente surgia ao invés da mera comparação com a Raposa.

    Ao que parecia, os ajoelhadores levavam muito a sério esses duelos de justas, mais do que Gaspar em sua juventude levava as arenas de Meereen.

    Foi só então, depois de Lu Mei oferecer dinheiro para fazer a coisa certa como uma nobre ajoelhadora faria, que Sor Landseer os questionou sobre seu parentesco com Beron...  












    O Jogo dos Tronos - ON - Página 13 _0b42edd8-ce8a-11e6-840e-04a97aefc7ba

    —Há algum problema com isso, Sor?

    Respondi de forma sussurrada, simplesmente sendo retórico e expondo que ele tinha razão sobre suas suspeitas.

    —Eu peço que você mantenha tal fato em segredo, pois minha família já tem sofrido já com as ações desse Raposa que parece que quer criar uma guerra com os Dannet... Provavelmente para derrubar ambos.

    Ao que parecia em suas palavras, o ódio por aquele "Raposa" era maior do que qualquer boato que tinham inventado até então. Com isso apostei que para o homem que Lu Mei encontrou era menos importante saber qual parentesco eu tinha do que capturar esse tal cavaleiro.




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    O Jogo dos Tronos - ON - Página 13 Empty Re: O Jogo dos Tronos - ON

    Mensagem por Dycleal Seg Jun 28, 2021 10:37 pm

    Arthur acorda um pouco antes do sol atravessar o horizonte, fica meditando sobre os fatos ocorridos e as possibilidades infinitas de perigos e riscos contra a sua família. Assim que amanhece ingere um desjejum saboroso, porém espartano e conversa com os primeiros homens do acampamento que acordaram e trocam falas sobre amenidades e impressões sobre os acampamentos vizinhos. Quando o dia aquece um pouco, um menino chega no acampamento procurando por seu nome e lhe entrega uma mensagem do seu pai e o herdeiro o dispensa entregando duas moedas de cobre. No bilhete, o seu pai lhe passa algumas instruções quanto a sua vontade quanto as inscrições nas competições. O velho lorde deseja que Ele, Esdres e Gylen sejam inscritos nas justas e que os soldados saudáveis sejam inscritos nas liças para mostrar o poder da casa. Quanto a arquearia, indica que os que desejarem sejam inscritos. Pensa um pouco e escreve uma missiva para sua amada irmã Lícia, solicitando saber se ela desejava representar a casa, juntamente com Lu Mei, nas provas de Arquearia, o que o deixaria bastante feliz e orgulhoso. Ainda teria seus dois ótimos arqueiros para compor a equipe de arqueiros com elas.

    Saí da tenda, após escreve a mensagem e vê seu irmão Gylen se preparando para sair junto com dois guardas e o chama para uma breve conversa. Sentam na tenda e ele compartilha o desejo do seu pai e lhe entrega o bilhete para que ele entregue a Lícia na cidade e revela o seu conteúdo. Pede ainda que ele envolva o Gaspar na organização das Liças conforme o critério do seu pai e as suas observações, delegando a ele a coordenação deste trabalho junto ao Gaspar. Ele termina a conversa dizendo: - Meu irmão, você sabe que confio em você e na sua habilidade de observar e avaliar, gostaria de ver o Gaspar mais envolvido nas atividades logísticas da família de forma a aproveitar melhor as sua habilidades e que ele se sinta mais valorizado nos seus serviços prestados, pois vejo muito potencial nele. E pede que no fim da tarde ele lhe relate os desdobramentos do seu pedido. E se despede dele, com um abraço efusivo.

    O primogênito dos Felinight continua inspecionando e conferindo todas as execuções de suas ordens, conferindo a integridade dos prisioneiros e reiterando as preocupações com a alimentação e a segurança no seu fornecimento, prevenindo possíveis envenenamentos e faz esse trajeto, sempre deixando comentários simpáticos e otimistas com todos, mostrando conhece-los profundamente e respeitando-os nas suas individualidades, era algo natural dele e o fazia sem esforço e senta-se com os seus comandados na frente da sua tenda, estabelecendo-se uma conversação animada e por volta do meio dia, Arthur observa se aproximando, um homem enorme, de ombros largos, braços poderosos sugerindo que seja um ferreiro, ainda vestido com o seu avental de couro e carregando seu grande martelo em uma mão e puxando uma bela moça com a outra. O jovem guerreiro alerta os seus interlocutores, mas deixa claro que será ele que resolverá aquele provável problema.

    O homenzarrão se aproxima vociferando: "- Você! Como Ousa tomar minha filha como amante?". Pouco antes o jovem nobre observa a moça apontando para ele, enquanto o pai a inquiria. O Ferreiro continua: "- Como se atreveu a tomar a virgindade dela em segredo." Ele continua falando sem parar, sugerindo leva-los para o Septo, para casar-se com a moça sob a benção dos sete e muitas outras coisa em uma cascata de palavras e Arthur o espera chegar, com calma e serenidade, ele entendia um pai nervoso e ultrajado e compreendia uma moça que precisava apontar alguém para tirar de sobre sí a ira do seu pai. O jovem Herdeiro finalmente fala assim que o homem, encerra esse primeiro ímpeto de raiva e diz: - Calma, meu senhor, sentemos na minha tenda e conversemos como dois homens honrados, você é meu convidado e aponta para a sua espaçosa tenda e indica para seus homens colocarem cadeiras e trazerem algo para beber. O homem fica atônito com a recepção e vendo a bebida, fica tentado, porém está focado em resolve-lo e agradece, porém não se serve.

    Arthur olha para o homem e diz, de modo a ser ouvido pelos que observam, próximo, porém sem gritar, apenas sendo firme: - Estou solidário a sua causa, não é fácil ter uma filha ultrajada desta maneira, porém cheguei ontem no início da noite e nem conheço a sua filha, não podendo assumir uma culpa impossível, mas acalme a sua filha, que podemos identificar quem é esse homem abusador, por favor a chame e vamos pedir que ela se acalmando e tente descrever esse indivíduo. Meu nome é Arthur e o seu, qual é, meu amigo? Vou procurar ajudá-lo.
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    O Jogo dos Tronos - ON - Página 13 Empty Re: O Jogo dos Tronos - ON

    Mensagem por DariusNovadek Ter Jun 29, 2021 10:28 am

    - Ah, os Dannetts, ou melhor, o Dannett, o jovem, parece ser o único capaz de cavalgar nas justas, os outros parecem guardas simples e rústicos. Eles só têm um cavalo de batalha, então mesmo o mestre-de-armas deles deve só assistir.

    - Quanto ao boato, não se preocupe tanto, Lorde Esdres! É muito comum essas rivalidades entre nobres, e ninguém dá muita atenção a isso. Mesmo que a sua casa fosse considerada culpada e condenada a pagar alguma compensação aos Dannetts, isso é irrelevante para o povo comum. A plebe respeita mais um nobre por sua riqueza, sua reputação pessoal, e pela glória que consegue nos torneios, claro! Se for bem no torneio, será aclamado pelas multidões sem que essas mesquinharias de nobres importem! Os cavaleiros errantes talvez se importem com isso para procurar trabalho a seu serviço ou de seu inimigo, mas mesmo eles não vão ficar pensando em sua reputação quando for melhor obedecer.

    Esdres não diz nada, mas em seu pensamento sabia que aquilo ali valeria apenas para os plebeus, mas se algo desse errado, ecoaria entre os nobres, e prejudicaria o crescimento de sua casa.

    ...

    Esdres teve uma ótima noite de sono, e desceu para tomar o desjejum com sua família, o que a muito tempo não acontecia. Seu pai estava muito ocupado e não o deu muita atenção como sempre. Então teve uma breve conversa com sua irmã, perguntando como passou a noite e combinando de se verem mais tarde para passear por Porto Real.

    Porém não se estendeu muito, Hallad e seus companheiros estavam na porta da taverna o esperando, e Esdres preferiria muito mais uma cerveja do que um pão no café da manhã. Se despediu brevemente de sua irmã e saiu em direção aos seus novos companheiros, cumprimentando-os amigavelmente.

    - Bom dia, Lorde Esdres! Espero que tenha dormido bem! O senhor tinha razão, a Fonte de Jade é um dos melhores bordéis de Porto Real, será um ótimo lugar para bebermos e nos divertirmos um pouco!


    - Bom dia Hallad! Dormi muito bem, obrigado pela indicação da taverna. Sobre o Bordel, não poderia levar meus novos amigos de Porto Real em qualquer lugar não é? Vocês merecem o melhor.

    Está pronto para ir?

    - Este é o meu segredo caro Hallad, estou sempre pronto!

    E realmente Hallad estava certo, Esdres já tinha visitado vários bordéis no Norte, mas esse de longe era o mais elegante que já tinha entrado, com mulheres lindas em todos os lugares do refinado estabelecimento. Tinham garçonetes, mulheres tocando instrumentos e o que mais importava: as meretrizes. Ali parecia que toda aquela rincha de nobres e família ficava pra fora, eram apenas homens curtindo seu momento. E foi entrar na Fonte de Jade e todo o seu grupo de amigos se dispersou, cada um buscando o que mais lhe atraia. Esdres fez o mesmo, logo pegou uma cerveja e começou a farrear com os amigos. Sempre ficava mais perto de Hallad, pois era com quem tinha mais afinidade, e quem poderia lhe dar melhores informações também. Foi assim que Hallad o chamou a atenção, apontando uma bela mulher e dizendo:

    - Lorde Esdres, aposto que um nobre da sua estirpe consegue bancar aquela ali, hein?

    - Com minha estirpe quer dizer minha beleza ou minha fortuna? hahaha Acredito que os dois não é mesmo?

    Disse brincando ao amigo. Porém, de uma forma ou de outra, parece que Linda tinha ouvido a conversa dos dois, deixando os dois dorneses que a cortejavam pra trás, Esdres sentiu pena deles, mas era isso que garotos bonitos como ele fazia, não é?
    Ela veio até eles e se sentou na mesa, sedutoramente, disse:

    - Me disseram que você é um nobre do Norte. Não sabia que o Norte tinha homens tão bonitos assim...

    Esdres termina de tomar o seu copo de cerveja, e diz, com um sorriso confiante na cara:

    - E você sabe o certo, não existem homens bonitos como eu no Norte. E você vai me dizer se existe aqui no Sul.

    Esdres deixou o papo rolar, queria ver aonde chegaria.
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    O Jogo dos Tronos - ON - Página 13 Empty Re: O Jogo dos Tronos - ON

    Mensagem por Alexyus Qua Jun 30, 2021 7:11 pm

    GYLEN:

    GYLEN escreveu:"Meu bom e generoso nobre, temo ter que corrigí-lo. O nome é Gylen Snow, porém estou sim esperando meu nobre pai. " Ele usa a bengala para fazer uma longe e profunda reverência.
    Orten Lugus não pareceu se preocupar com a bastardia de Gylen, desprezando a informação com um sorriso e uma piscada marota:

    - Não se preocupe, meu caro! Nenhuma casa é realmente nobre sem ter bastardos! E as bobagens que dizem sobre bastardos são meras superstições e crendices, sem nenhuma dúvida!

    Pelo canto do olho, Gylen viu Sivon e Olac alertas na entrada do salão, com a atenção tanto no Lorde Beron quanto em Snow.

    "Eu aceito a gentileza de um lugar a mesa, especialmente uma mesa que recebe bem um braavosi." O bastardo s vira rapidamente para o homem de braavos e usa as palavras de sua terra. "Longe de casa, a terra aqui sido boa?" Dizer as palavras de sua casa para outro que não Sivon era um alívio.

    O braavosi teve uma agradável supresa ao ser abordado em sua língua nativa, e respondeu animadamente falando no mesmo idioma:

    - Mayo Vierro, ao seu dispôr, meu senho! Sou um humilde comerciante de especiarias, e nessa viagem para cá também trouxe uma bebida exótica que talvez não conheça. Chama-se cheldarro, é bastante forte e encorpada. Minha viagem coincidiu com esse torneio real, e devo admitir que estou animado em ver a competição, mas receio que ela afete negativamente meus negócios por aqui...

    "Os senhores, o que fazem aqui senão nos ofuscar com a melhor conversa daqui? Tem negócios? Prazer?" Ele faz uma imitação ruim de um dos golpes de cavaleiro que Aubrey o mostrou usando a bengala para matar um inimigo invisível em um lugar vazio. "Glória?

    Orten respondeu a primeira pergunta de Gylen:

    - Ah, sim, estamos em Porto Real por dois motivos, principalmente. Obviamente, meu irmão vai competir nas justas do torneio do Rei Robert. Quanto a mim, fui encarregado por meu pai de concluir as negociações do casamento de Marita com Langley Woods da Casa Woods. Ela ja foi casada duas vezes, mas seus dois maridos anteriores morreram cedo, de modo que esse acordo nupcial foi bastante complexo, mas devo dizer que sempre estive à altura do desafio!

    "É minha primeira vez na capital e os senhores tão a vontade." Ele olha para cada um do irmãos, um de cada vez.
    Naton foi o primeiro a responder, encorajado pelas palavras de Snow:

    - Você só precisa saber onde está e para onde quer ir! Um homem de verdade pisa em qualquer obstáculo que fique entre ele e o que ele quer! Hahaha!

    Enquanto o primogênito virava outra caneca de cerveja, Marita balançou a cabeça enquanto falava com Gylen, gesticulando com o cálice de vinho que tinha nas mãos:

    - É impossível saber tudo, querido! As pessoas apenas fingem que sabem, mas preferem ignorar tudo que não lhes interessa como se fosse irrelevante. Cuidam de seus assuntos e fingem que nada mais acontece. É assim que funciona, porque aposto que nem a Aranha Varys poderia saber de tudo que acontece.

    Numa voz mais moderada e discreta, Orten disse a Gylen, um pouco a parte dos outros:

    - Na verdade, é possível saber muita coisa, desde que você saiba a quem perguntar. Por exemplo, eu soube do que Adham Dannett está falando sobre sua casa. Muito desagradável mesmo, mas tenho certeza de que há algo estranho nessa história toda. Provavelmente foi algum bandido que fez o massacre e quer jogar a culpa em vocês. Já sabem o que vão fazer sobre isso?
       
    ASDULFOR:

    ASDULFOR escreveu:-Está faminto? Wilford, peça que preparem meu café junto com o café deste garoto. O velho após o pedido volta-se para o pequeno. -Eu já estou muuuito velho, minhas lembranças somem... Poderia descrever como seria sua mãe e o mensageiro que lhe entregou a carta e onde ele entregou?
    O garoto negou estar faminto com a cabeça, mas parecia óbvio que ele não se alimentara em abundância recentemente.

    Wilford saiu para providenciar o pedido da refeição de Asdulfor, e deixou-o com o garoto.

    Neil Rivers era um garoto tímido e com pouca desenvoltura oral, mas o velho meistre percebeu que ele tinha inteligência e determinação, embora o analfabetismo dele foi rapidamente percebido.

    - Eu e minha mãe moramos na Baixada das Pulgas, mas ela trabalhava para senhoras da nobreza. Ela era alta e tinha cabelos castanhos compridos, senhor, e emagreceu bastante nos últimos anos ela emagreceu bastante. Ela morreu há dois anos, quase três agora, senhor. Há uma semana atrás, um capa dourada foi na Baixada das Pulgas me procurando, e me entregou essa carta. Tive que quebrar o selo para ver o que era e pedir para alguém ler para mim. Eu não sei o nome dele, senhor, mas eu poderia reconhecer ele... se o visse de novo... talvez...
     

    GASPAR:

    GASPAR escreveu:—Há algum problema com isso, Sor? Respondi de forma sussurrada, simplesmente sendo retórico e expondo que ele tinha razão sobre suas suspeitas. —Eu peço que você mantenha tal fato em segredo, pois minha família já tem sofrido já com as ações desse Raposa que parece que quer criar uma guerra com os Dannet... Provavelmente para derrubar ambos.
    Jorys fez que não com a cabeça:

    - Não há problema. Nunca conheci Lorde Beron pessoalmente, mas ouvi sobre as façanhas dele durante a Rebelião de Robert. Dizem que é um homem valoroso, corajoso e honrado. Isso foi há anos, mas agora tempos sombrios caíram sobre Porto Real. Vocês deveriam preparar suas armas e afiar suas lâminas, pois algo terrível está prestes a acontecer. De qualquer forma, quando querem partir?

    Lu Mei já se recobrara da surpresa e disse:

    - O mais rápido possível, sôr.

    Ela entregou as moedas a Sôr Jorys e o cavaleiro se levantou, dizendo que ia apanhar seu equipamento.

    Enquanto ele estava fora, Lu Mei disse:

    - Ele parece honesto, mas algo da história dele com o Cavaleiro Raposa não parece certo.  Já que não queremos que povo desconfie dos Felinight, é melhor irmos só nós nessa caçada. Os outros soldados chamariam muita atenção.
     

    ARTHUR:

    ARTHUR escreveu:Arthur olha para o homem e diz, de modo a ser ouvido pelos que observam, próximo, porém sem gritar, apenas sendo firme: - Estou solidário a sua causa, não é fácil ter uma filha ultrajada desta maneira, porém cheguei ontem no início da noite e nem conheço a sua filha, não podendo assumir uma culpa impossível, mas acalme a sua filha, que podemos identificar quem é esse homem abusador, por favor a chame e vamos pedir que ela se acalmando e tente descrever esse indivíduo. Meu nome é Arthur e o seu, qual é, meu amigo? Vou procurar ajudá-lo.
    O homem realmente ficou surpreso com o tratamento respeitoso de Arthur e parecia bastante incerto de como agir na tenda do herdeiro Felinight.

    - Obrigado, senhor. Meu nome é Thomas Brazier. Sou ferreiro e trabalho na Rua do Ferro. Agora que o senhor disse, creio que tem razão, você é do Norte, não? Não está aqui há tempo suficiente para ter engravidado Alyse...

    Ele se virou para a moça e perguntou, sua raiva reacendendo:

    - Alyse!!! Você não apontou esse nobre como o seu amante???

    A moça parecia imensamente constrangida e respondeu numa voz altiva, quase sem nenhuma vergonha:

    - Oras.... Você ficou tão bravo que eu tinha que dizer alguma coisa! Tinha que dizer que era alguém!

    - Então quem é o pai dessa criança?

    - Bom... tenho alguns suspeitos... mas eles não vão admitir...

    O drama familiar parecia prestes a se desdobrar, mas Arthur notou a hesitação da moça quando perguntada porque fizera aquilo. Talvez não tivesse dito toda a verdade.

    ESDRES:

    ESDRES escreveu:- E você sabe o certo, não existem homens bonitos como eu no Norte. E você vai me dizer se existe aqui no Sul.
    A moça riu e respondeu com outra pergunta:

    - Talvez, mas será que sua gentileza se equipara a deles?

    Ela sentou-se à mesa dele, dando um gole sedutor na bebida de Esdres. Linda era realmente bem-humorada, encantadora e mais inteligente do que  maioria das garotas com aquela ocupação, tanto que ela identificou o brasão nas vestes de Esdres.

    - Felinight, não? Dizem que depois dos Manderly, vocês são a casa mais rica do Norte, quase igual os Starks? Como é que as mulheres do Norte ainda não o agarraram, milorde?
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    O Jogo dos Tronos - ON - Página 13 Empty Re: O Jogo dos Tronos - ON

    Mensagem por DariusNovadek Qua Jun 30, 2021 11:33 pm

    - Talvez, mas será que sua gentileza se equipara a deles?

    - Bom, depende de qual gentileza estamos falando aqui. Mas garanto que as duas são bem grandes. haha

    - Brincadeiras a parte, verá que a minha gentileza também é um dom meu, sou um homem agradável de conversar, não é verdade meu caro Hallad?


    Linda era uma mulher muito inteligente, além de linda. Devia realmente tirar muito dinheiro dos nobres que ali vinham, Esdres era libertino, mas não era burro, sabia que as meretrizes gostavam quase sempre muito mais do seu dinheiro do que de seu corpo, por mais que seu corpo fosse um prêmio muito valioso.

    - Felinight, não? Dizem que depois dos Manderly, vocês são a casa mais rica do Norte, quase igual os Starks? Como é que as mulheres do Norte ainda não o agarraram, milorde?

    E suas suspeitas se confirmaram, Linda ja sabia quem Esdres era, e o tamanho de sua fortuna, seria ela merecedora de uma parte dela? Esdres solta um risada descontraída.

    - haha! Sim, fico feliz em ser reconhecido, alguém aqui fez sua tarefa de casa. Mas sim, graças a algumas mentes brilhantes nossa família goza de um tanto bom de dinheiro. Eles juntam dinheiro, eu gasto.

    - Aahh e eu te digo Linda, muitas me agarraram sim, mas alguém conseguiu me segurar? Eis a pergunta.

    - Mas você sabe muito de mim, e eu pouco de você, me diz sobre você, deve ser muito concorrida aqui, pelo visto cheguei tarde, tinham dois cavalheiros atrás de você.
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    Mensagem por Wordspinner Qui Jul 01, 2021 4:17 am






    Gylen Snow


    Gylen fica imediatamente mais confortável com o comentario sobre os bastardos e as supertições. "Certo, o senhor está absolutamente certo, mas não espero que todos pensem assim." Orten parecia desprezar regras e talvez etiquetas também. Um homem a se observar.

    Mayo escreveu: Mayo Vierro, ao seu dispôr, meu senho! Sou um humilde comerciante de especiarias, e nessa viagem para cá também trouxe uma bebida exótica que talvez não conheça. Chama-se cheldarro, é bastante forte e encorpada. Minha viagem coincidiu com esse torneio real, e devo admitir que estou animado em ver a competição, mas receio que ela afete negativamente meus negócios por aqui...

    "Meu bom homem, um mercador de bebidas fortes tem medo de não vender em Westeros? Vá ao pavilhão dos Felinight meu senhor e diga que Gylen Snow o enviou para ver Lícia Felinight, somos uma casa do norte e no norte sempre há demanda para bebidas fortes. Se tem uma pessoa que pode ajudá-lo a escoar sua produção é ela, acredite em mim. Se não quiser, Sivon ali é um conterrâneo e um grande apreciador dos fortes espíritos e ele pode confirmar cada uma das minhas palavras. " Ele diz com alegria genúina e entusiasmo incontido. "Perdão pela língua estrangeira meus amigos, não é um bom jeito de retribuir tal gentileza. Meu senhor Vierro, me permita mais tarde apresenta-lo a um ou outro de meus irmãos." Ele faz uma pequena mesura para os presentes.

    "Vai ter a chance derrubar meus irmãos. Meus nobres irmãos no caso, eu..." Ele bate a bengala ao lado da perna ruim. "Nunca poderia guiar sem as mãos e um homem na justa precisa de escudo e lança." O bastardo prefere não exagerar suas fraquezas para não ficar óbvio demais. "Não consigo entender a dificuldade, Lorde Wood deveria estar grato pela chance que os deuses deitaram em seu caminho. Poucas damas tem tamanha desenvoltura e porte. Me perdoe ser lisonjeiro, afinal é uma mulher comprometida. Meus pêsames pelo luto no seu passado." Ele diz pegando um copo para si.

    Naton escreveu:Você só precisa saber onde está e para onde quer ir! Um homem de verdade pisa em qualquer obstáculo que fique entre ele e o que ele quer! Hahaha!

    O bastardo se deixa levar pela risada e bebe um pouco para aliviar a garganta.

    "Me perdoe a ignorância, Aranha Varys? É um mito local? Pouco sei dessa terra, mas o que diz se parece com homens de todos os lugares. Sempre fingindo confiança e se agarrando a ignorância como um manto sagrado." Porém as palavras sussurradas do outro irmão fisgam a atenção e interesse de Gylen. "Os Felinight..." Ele sorri afiado lembrando do jovem nobre do dia anterior, o que ele estária fazendo? "Usar a verdade e defender a honra das duas casas mesmo que os Dannet não vejam que estão sendo usados..." a voz ainda mais baixa e grave. Tensa e fria. "Infelizmente a justiça de Westeros é muitas vezes decidida com ferro afiado em uma dança teatral, a casa Felinight nunca estaria errada de qualquer forma." Ele dá de ombros no final e bebe o ar sinistro com um gole do seu copo. Um sorriso se estica no rosto depois disso. "Gostam de apostas? Como se fazem apostas aqui?" Ele olha de novo para Sivon e Olac antes de olhar Beron.

    --

    "Meu irmão, não posso ir para a competição de justas. Só serviria para me aleijar ainda mais. Se quiser eu me coloco disfarçado na liça para facilicar a vitória dos Felinight ou até mesmo de um de vocês. Esdres e você seriam ótimos campeões para a liça. Vitoriosos sobre um campo de homens derrotados. Não parece bom? Melhor do que me ver humilhado e quebrado na Justa somente para envergonhar nosso pai? Nossa casa?" Ele engole um copo de uma vez sem nem saber o que tinha ali. Montar nunca daqueles garanhões é assustador, ver um deles correndo para você com um brutamontes em cima... pavor. "Gaspar é um homem esperto, mas teimoso e orgulhoso. Aposto que ele está trabalhando pela casa exatamente nesse instante. Na verdade você o viu? Onde ele está?" O bastardo olha de um lado para o outro. "Porque não o envia para me buscar quando nosso pai terminar com o banco? Vou deixar Tasso esperando com uma mensagem para que ele me espere." E é isso que faz.

    "Tasso, meu garoto. Por favor, quando Gaspar aparecer aqui diga que desejo muito que ele fale comigo. Que ele me espere ou vá até mim. Ou que faça o que quiser, mas peça mesmo assim. Tudo bem?" Ele diz tudo bem sério e então sorri para o menino. "Como estão essas mãos? Afiadas? Me mostra como faria para me matar. Vamos, não seja timido. Aponte e seja rápido."






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    O Jogo dos Tronos - ON - Página 13 Empty Re: O Jogo dos Tronos - ON

    Mensagem por Alexyus Qui Jul 01, 2021 5:38 pm

    ESDRES:

    - Brincadeiras a parte, verá que a minha gentileza também é um dom meu, sou um homem agradável de conversar, não é verdade meu caro Hallad?
    Do outro lado da mesa, Hallad respondeu imediatamente, erguendo o copo que tinha nas mãos:

    - Isso é assim como diz! Mesmo sendo um nobre, Lorde Esdres é bem diferente dos nortenhos sérios e carrancudos que se vê por aí! Ouso dizer que não há em todo o Norte homem mais simpático ou generoso que Lorde Esdres! 

    Linda sorriu dos louvores tecidos pelo capa dourada ao nobre, e pareceu ficar ainda mais relaxada e à vontade do que antes.

    - Mas você sabe muito de mim, e eu pouco de você, me diz sobre você, deve ser muito concorrida aqui, pelo visto cheguei tarde, tinham dois cavalheiros atrás de você.
    Com um sorriso brincalhão, ela respondeu novamente com uma pergunta:

    - Tem medo de concorrência, meu lorde? rsrs Assim como o senhor, sei do meu próprio valor, e ele também não é pequeno. Os cavalheiros de Dorne têm seus encantos, mas achei sua companhia mais promissora. Será que acertei?

    GYLEN:
    Manhã no Acampamento

    "Tasso, meu garoto. Por favor, quando Gaspar aparecer aqui diga que desejo muito que ele fale comigo. Que ele me espere ou vá até mim. Ou que faça o que quiser, mas peça mesmo assim. Tudo bem?" Ele diz tudo bem sério e então sorri para o menino. "Como estão essas mãos? Afiadas? Me mostra como faria para me matar. Vamos, não seja timido. Aponte e seja rápido."
    Tasso assentiu, aceitando a tarefa que Gylen lhe dava.

    Diante do pedido de Snow, Tasso pensou por menos de um momento e acertou uma dedada na parte interna da perna deficiente de Gylen. Ele explicou enquanto se endireitava:

    - Aqui. Cortar essa veia o faria sangrar muito, e você morreria em poucos minutos sem ser socorrido. Aliás, mesmo se fosse socorrido, a morte ainda seria muito provável.



    Meio-dia na Estalagem Árvore Verde


    "Meu bom homem, um mercador de bebidas fortes tem medo de não vender em Westeros? Vá ao pavilhão dos Felinight meu senhor e diga que Gylen Snow o enviou para ver Lícia Felinight, somos uma casa do norte e no norte sempre há demanda para bebidas fortes. Se tem uma pessoa que pode ajudá-lo a escoar sua produção é ela, acredite em mim. Se não quiser, Sivon ali é um conterrâneo e um grande apreciador dos fortes espíritos e ele pode confirmar cada uma das minhas palavras. " Ele diz com alegria genúina e entusiasmo incontido. "Perdão pela língua estrangeira meus amigos, não é um bom jeito de retribuir tal gentileza. Meu senhor Vierro, me permita mais tarde apresenta-lo a um ou outro de meus irmãos." Ele faz uma pequena mesura para os presentes.

    Mayo Vierro fez uma simpática mesura reverente e respondeu na língua comum:

    - Terei prazer em fazer como deseja, meu senhor.

    "Não consigo entender a dificuldade, Lorde Wood deveria estar grato pela chance que os deuses deitaram em seu caminho. Poucas damas tem tamanha desenvoltura e porte. Me perdoe ser lisonjeiro, afinal é uma mulher comprometida. Meus pêsames pelo luto no seu passado."

    Marita recebeu a lisonja de Gylen com um gesto de saudação com o cálice preto em suas mãos.


    - Nenhuma ofensa foi feita, meu querido, nem há qualquer razão para pesar por quem você nem conheceu. A verdade é que as mulheres nobres são ainda mais limitadas em suas liberdades do que os bastardos e devemos nos casar com quem quer que nossos lordes ordenem. Não tive filhos com meus finados e breves maridos, e portanto minha lealdade ainda é com a casa do meu pai. Apenas espero que Langley não me aborreça até a morte! Hehe

    Todos na mesa riram e brindaram a isso, entornando mais uma rodada.

    "Me perdoe a ignorância, Aranha Varys? É um mito local? Pouco sei dessa terra, mas o que diz se parece com homens de todos os lugares. Sempre fingindo confiança e se agarrando a ignorância como um manto sagrado."

    Marita Lugus pareceu lembrar-se de algo e comentou:

    - Ah, é claro, você é do Norte, e não conhece todas as intrigas da côrte! Lorde Varys é o Mestre dos Sussurros do Rei Robert, e também era do Rei Louco Aerys. Ele ganhou o apelido de Aranha porque supostamente suas teias se estendem por todos os lados. Também já ouvi que ele recebe informações de passarinhos. Como você disse, a ignorância das pessoas é algo incrível!

    "Usar a verdade e defender a honra das duas casas mesmo que os Dannet não vejam que estão sendo usados..." a voz ainda mais baixa e grave. Tensa e fria. "Infelizmente a justiça de Westeros é muitas vezes decidida com ferro afiado em uma dança teatral, a casa Felinight nunca estaria errada de qualquer forma."

    Orten Lugus acenou afirmativamente com a cabeça:

    - Sim, compreendo muito bem isso. Esperamos que tudo isso não acabe em derramamento de sangue, e que mais ainda, se esclareça em breve!

    "Gostam de apostas? Como se fazem apostas aqui?"

    Todos na mesa riram, e Orten explicou:

    - Apostas são o passatempo preferido tanto da nobreza quanto da plebe, meu amigo, e elas são feitas de todos os modos que você puder imaginar! 

    Naton perguntou incisivamente:

    - Quer fazer uma aposta de quem bebe mais?

    Marita balançou a cabeça:

    - Não é uma boa ideia, as chances não são boas...

    Falando novamente em voz baixa, Orten falou com Gylen:

    - Certamente, meu irmão é grande e forte, mas tende a exagerar um pouco suas capacidades. Se tivesse de apostar, eu apostaria contra ele. Não que eu seja um perito em justas, pois nunca participei de uma, ma sei o básico. Sei que até mesmo você, meu amigo, teria boas chances de vencer Naton se mantiver um bom equilíbrio e uma postura firme... 
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    Mensagem por Sandinus Qui Jul 01, 2021 7:27 pm

    Asdulfor ouve as palavras do garoto ao mesmo tempo que atenta-se a sinais de que ele esteja mentindo, até uma criança em Westeros pode ser uma ameaça. Ele percebe também que não lembrava dessa mulher e vai conversando com o garoto para senti-lo e aguarda chegar os pratos, assim que ambos comem ele levanta-se e volta sua atenção para o garoto:

    -Bem, eu não sei ainda se realmente sou seu pai...preciso de mais informações para ter certeza... E claro posso precisar de sua ajuda por enquanto. Mas me diga, você sabe mais ou menos onde encontra-lo?

    O velho olha para o Sol para ter noção do horário:

    -Wilford... Qual suas atividades nas próximas horas? Talvez eu precise de você...
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    O Jogo dos Tronos - ON - Página 13 Empty Re: O Jogo dos Tronos - ON

    Mensagem por DariusNovadek Qui Jul 01, 2021 7:37 pm

    - Isso é assim como diz! Mesmo sendo um nobre, Lorde Esdres é bem diferente dos nortenhos sérios e carrancudos que se vê por aí! Ouso dizer que não há em todo o Norte homem mais simpático ou generoso que Lorde Esdres!

    Até Esdres se surpreendeu com tamanho elogio do companheiro. Esperava um elogio, mas não um tão grande assim. Mas isso foi bom para que Linda ficasse ainda mais relaxada. E parece que ela era boa não somente na sua profissão, mas também em identificar como melhor tratar seus clientes na conversa. Finalmente Esdres tinha achado alguém a altura.

    - Tem medo de concorrência, meu lorde? rsrs Assim como o senhor, sei do meu próprio valor, e ele também não é pequeno. Os cavalheiros de Dorne têm seus encantos, mas achei sua companhia mais promissora. Será que acertei?

    - Medo da concorrencia? Esdres Ri - Eu tenho é dó deles. Na verdade, só não quero ser descortês com os cavalheiros.

    Assim como o senhor, sei do meu próprio valor, e ele também não é pequeno. Os cavalheiros de Dorne têm seus encantos, mas achei sua companhia mais promissora. Será que acertei?

    Ai ela mostrou confiança.

    - Agora sim ouso dizer que mulher mais inteligente que você aqui em porto real não existe! Sobre os cavalheiros de Dorne, está correta, mas saiba que está mudando o sol pela noite, sabe se aventurar na escuridão?
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    Mensagem por Dycleal Sex Jul 02, 2021 6:36 pm

    Arthur ouve atentamente as observações do seu meio-irmão, compreendendo os seus motivos de não participar das justas e lhe diz: - Concordo contigo, quanto ao inconveniente de você participar nas justas, principalmente quanto a utilização de cavalos, afinal, aposto mais em sua participação com os dois pés no chão. Porém é um pedido do nosso pai, e mostra o bilhete do lorde Beron. Pensa um pouco e continua: - Quanto ao Gaspar, concordo com sua avaliação que ele apesar de esperto e pró-ativo, também é extremamente teimoso e orgulho, trazendo muita instabilidade nos seus resultados. Não sei onde ele está no momento, porém deixo com você a decisão final de usá-lo ou não nesta tarefa, pois a coordenação desta ação é sua. Mais tarde, nos falamos e você me relata os desdobramentos. Tentarei demover nosso pai dessa ideia de você ir as justas e que os deuses antigos te protejam no tu caminho e na execução das tuas tarefas. E se despedem.


                                                             -  -  -  X -  -  - X -  -  - X -  -  -


    O Herdeiro ouve um homem mais calmo, reconhecer a impossibilidade da acusação da sua filha, era um bom homem e Arthur conseguia se colocar no lugar de um pai que luta com dificuldade para criar uma filha e sua natural resposta e passa a observar a filha e a sua reação as inquirições que se sucedem de pai para filha sobre "porque apontara para o nobre" e "Quem era de fato o seu amante". A moça responde de forma altiva e aparentemente sem apresentar vergonha dos seus atos. Ela afirma que precisava apontar para alguém para satisfazer seu pai e que os possíveis amantes, provavelmente não confirmariam a paternidade.

    Arthur observa um reaquecimento na irritação do ferreiro, porém agora voltando-se para outro alvo e observa uma hesitação na moça quando o pai pergunta porque fizera aquilo e o Nobre astuto relembra que ela apontara para ele de forma abrupta e pensada como se ele já fosse um alvo a ser apontado e percebe uma oportunidade de descobrir mais uma teia na rede de intrigas contra a sua família e procura acalmar o pai de modo a melhor investigar aquela forte possibilidade e diz: - Calma senhor Brazier, não cometamos novos erros por perdemos a calma, já prometi que vou ajuda-lo a descobrir a verdade por trás desses tristes eventos, deixe-me inquirir a moça se o senhor puder me permitir, saberei extrair a verdade e quem sabe levamos tudo isso a bom termo. E olhando para a garota diz: - Não tema por nada, vocês estão sob a minha proteção, se for alguém poderoso que a aflige terá que se ver comigo, só me diga toda a verdade, não ficarei com raiva de você, pois entendo suas razões, só me diga a verdade e tudo ficará bem.E Arthur usa todo o seu poder de sedução e carisma que aprendeu como um herdeiro de uma grande casa.
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    O Jogo dos Tronos - ON - Página 13 Empty Re: O Jogo dos Tronos - ON

    Mensagem por Alexyus Dom Jul 04, 2021 3:39 pm

    ASDULFOR:

    -Bem, eu não sei ainda se realmente sou seu pai...preciso de mais informações para ter certeza... E claro posso precisar de sua ajuda por enquanto. Mas me diga, você sabe mais ou menos onde encontra-lo?

    O menino pareceu envergonhado da resposta que daria:

    - Hã... não, senhor... A guarda da cidade não vai muito até a Baixada das Pulgas... e eu nunca tinha viso esse soldado antes... não que eu veja os soldados muitas vezes...

    Apesar do constrangimento de Neil, Asdulfor percebia que isso se dava mais pela vergonha de não poder dar informações úteis do que por estar ocultando ou mascarando a verdade. O menino parecia estare realmente dizendo a verdade.

    -Wilford... Qual suas atividades nas próximas horas? Talvez eu precise de você...

    Wilford respondeu para Asdulfor:

     - Estou de guarda por pelo menos mais meia hora, meistre Asdulfor. Depois só tenho que render outros sentinelas no fim da tarde.



    ARTHUR:

    O ferreiro Thomas Brazier parecia estar se contendo pela presença de Arthur, que impunha uma formalidade à ocasião e o impedia de fazer o que realmente tinha vontade com a filha rebelde.

    - Desculpe, senhor,  realmente agradeço sua ajuda... minha esposa morreu há três anos, e tenho certeza que ela saberia lidar melhor com Alyse... eu não sei bem o que fazer... Só queria proteger minha filha da humilhação...

    olhando para a garota diz: - Não tema por nada, vocês estão sob a minha proteção, se for alguém poderoso que a aflige terá que se ver comigo, só me diga toda a verdade, não ficarei com raiva de você, pois entendo suas razões, só me diga a verdade e tudo ficará bem.E Arthur usa todo o seu poder de sedução e carisma que aprendeu como um herdeiro de uma grande casa.

    Arthur era um excelente negociador, e sua posição social também o colocava em vantagem significativa em relação à Alyse. Com ele, ela não poderia bancar a sabichona. Na verdade, ela ficou bastante impressionada com as palavras dele, respirou fundo e pareceu desmoronar, numa torrente de palavras rápidas e quase desesperadas:

    - Me perdoe, milorde, não queria acusá-lo! A minha barriga está começando a aparecer e eu não sabia mais o que fazer! Um homem na taverna me ofereceu dinheiro se eu acusasse o senhor de ser o pai da criança, e me ameaçou caso eu não aceitasse! Eu só estava pensando nesse bebê, no que eu podia fazer para o bem dele!

    Seguindo a esperada pergunta de Arthur, ela se antecipou:

    - Sinto não poder ajudá-lo mais! Eu nunca tinha visto esse homem antes, mas tenho certeza que poderia reconhecê-lo se o visse de novo! Me perdoe, por favor, milorde!

    A moça estava prestes a se lançar de joelhos aos pés de Arthur.



    ESDRES:

    - Agora sim ouso dizer que mulher mais inteligente que você aqui em porto real não existe! Sobre os cavalheiros de Dorne, está correta, mas saiba que está mudando o sol pela noite, sabe se aventurar na escuridão?

    Linda sorriu sagazmente:

    - Muitos homens que entraram aqui já perderam a noção de dia e noite comigo. Se tiver o suficiente para me satisfazer, posso mantê-lo ocupado por todo o tempo que quiser. Se não tiver medo de se atrasar para o torneio do rei, garanto que posso lhe dar prazer como nunca sentiu em sua vida, meu lorde.

    A expressão erótica no belo rosto de Linda, prometendo deleites inenarráveis, era extremamente excitante.

    Do outro lado da mesa, o soldado Hallad disse:

    - Isso sim seria dinheiro bem gasto!

    Esdres estava ciente do preço de Linda, que não era nada desprezível. De fato, parecia ser a mais cara das garotas da Fonte de Jade. Mas Esdres achava que talvez ela valesse aquela grande quantidade de prata.
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    Mensagem por Wordspinner Dom Jul 04, 2021 6:32 pm






    Gylen Snow

    Gylen suspira ao ouvir a resposta de Arthur. "Você faz o melhor que pode irmão. Obrigado. Se preciar ir as justas, já sabe em quem apostar." Ele sorri sem nenhuma vergonha. "Gaspar é um desafio de mais de uma tarde, mas vai valer a pena todo esforço." Ele diz com bastante certeza.


    "Parabéns, estou morto." Ele diz com satisfação real. "Se cuida, afie as facas e guarde suas moedas." Ele pega uma moeda de prata e joga de uma mão para a outra e depois para o garoto. Sorrindo satisfeito de novo com o garoto.

    --

    "Senhor Vierro não teria uma garrafa com o senhor para abrir em homenagem a doce noiva?" Ele diz com um sorriso largo no rosto.


    Marita escreveu:Apenas espero que Langley não me aborreça até a morte! Hehe

    "Não me parece o tipo de pessoa que se deixa aborrecer, parece o tipo que cava algo interessante para se fazer com a vida. Westeros tem muitas injustiças e mesmo assim mulheres impressionantes." Ele pensa por um instante na sua própria mãe exilada para Braavos.

    Marita escreveu: Ele ganhou o apelido de Aranha porque supostamente suas teias se estendem por todos os lados. Também já ouvi que ele recebe informações de passarinhos. Como você disse, a ignorância das pessoas é algo incrível!

    "Então estamos andando em teias? Puxados por fios em caminhos que só achamos que estamos escolhendo? Um homem perigoso aquele que sabe demais, mais perigoso ainda se ele lembrar que não sabe de tudo." O bastardo move eu copo de um lado para o outro na mesa, Westeros era mais complicado que parecia. "Ignorância realmente pode ser um manto protetor." Os dedos tamborilando na borda do copo.


    Orten escreveu:Sim, compreendo muito bem isso. Esperamos que tudo isso não acabe em derramamento de sangue, e que mais ainda, se esclareça em breve!

    O bastardo faz que sim com a cabeça. "Infelizmente pelo pouco que vi até aqui sangue será derramado, só espero que os Dannet não sangrem no lugar dos verdadeiros culpados. " Ele olha para o outro homem tentando tirar a seriedade da voz. "Nosso povo adora ver homens sangrando por honra ou desonra ou qualquer outra coisa. Especialmente ouro." Ele leva o copo a boca e lança um olhar na direção do pai e dos guardas, era um bastardo, mas tinha uma missão. "Estão tentando incriminar os Dannet e tentando incriminar nossa casa também. Alguém cheio de subterfúgios. Alguém como o próprio Varys se me permitem a comparação, mas muito menos competente." Ele bate de leve o copo na mesa com cuidado e demonstrando satisfação.

    "Se acha que eu poderia vencer alguém na justa é porque não m viu em um cavalo. Adoraria a aposta da bebida, mas até certo ponto estou trabalhando e preciso manter a sobriedade." Ele diz olhando ostensivamente para o pai com um suspiro profundo. "Os senhores vão apostar nas liças? Eu apostaria a favor dos Felinight, nosso Krotalus é um guerreiro imparável. Vocês o viram aqui mais cedo, tenho certeza." Ele diz balançando a cabeça. "Ninguém vai vencer aquele homem. Já nas justas eu poria meu dinheiro em Arthur ou Esdres. Já que não poderia apostar em mais ninguém, mas pelo modo que vende seu irmão tenho certeza que seria uma aposta segura." O bastardo termina com um sorriso torto.

    Subitamente o seu rosto se ilumina. "Lorde Langley vai competir? O nobre noivo?" Ele pergunta olhando para os três irmãos.








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    Mensagem por DariusNovadek Dom Jul 04, 2021 11:49 pm

    - Muitos homens que entraram aqui já perderam a noção de dia e noite comigo. Se tiver o suficiente para me satisfazer, posso mantê-lo ocupado por todo o tempo que quiser. Se não tiver medo de se atrasar para o torneio do rei, garanto que posso lhe dar prazer como nunca sentiu em sua vida, meu lorde.

    Bom, não tinha muito o que falar, terminando a cerveja que estava em seu copo, disse:

    - Não tenho só o suficiente para te satisfazer, tenho muito mais que isso. Apesar de você provavelmente estar falando da minha fortuna.. bem, tenho isso de sobra também.

    Se levantando de sua cadeira, disse:

    - Terei as justas para competir, acho melhor começarmos logo então.. Não tem como eu ganhar o torneio se eu não estiver la. Vamos Linda, ta na hora de conhecer o melhor homem do norte que você ja provou. Hallad, aproveite em minha ausência, acredito que não seja uma indelicadeza minha ter que abandona-lo, tenho negócios de grande valia a se tratar.

    E acompanhou Linda, rindo.
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    O Jogo dos Tronos - ON - Página 13 Empty Re: O Jogo dos Tronos - ON

    Mensagem por Claude Speedy Seg Jul 05, 2021 11:24 am









    Ao que parecia, Lu Mei havia pensado em tudo...

    Na mente de Gaspar era muito estranho que mesmo tentando convencer de que o cavaleiro deveria seguir os seus juramentos dos quais tanto se gabam os homens nascidos além da muralha, que seja uma porção de moedas de ouro que sejam a razão profunda de sua fidelidade.

    Só que isso é visto com bons olhos por um instante por ele. Afinal, no momento em que aquele guerreiro recebeu para servir se tornou temporariamente escravo de ambos na luta contra o Raposa.

    A discrição seria conseguida a partir disso, sem qualquer receio.
    Uma pessoa alugada , não comprada.
    Essa prática de alugar pessoas era comum em Westeros enquanto Essos as comprava.












    O Jogo dos Tronos - ON - Página 13 _0b42edd8-ce8a-11e6-840e-04a97aefc7ba

    —Há algum problema com isso, Sor?

    Aceno sim com a cabeça.

    —Vamos pedir que ele nos guie, mas que nós entremos em contato com ele. Penso que temos como agir contra o Raposa com astúcia, pois a força de um Leão pode ser difícil de passar entre as frestas das armadilhas.

    Pensei na casa Lannister, que ouvi dizer que era a mais rica, mas que fariam tropas com suas armas caras diante de um único cavaleiro entre as árvores retorcidas...?

    Nisso concordo, não só em irmos apenas os três como também exigir que sejamos deixados diante do Raposa sozinhos.

    —Deixe conosco depois de nos levar até lá, sir Jorys. Precisaremos de sua cobertura, mas temos de descobrir quais são as extensões dos planos do Raposa. Temos de captura-lo com vida, ou pelo menos o convencer a falar antes mesmo de uma batalha. Temos de ir apenas nós... Se puder se preparar para nos dar o paradeiro dele, talvez consigamos nos salvar de uma guerra entre casas.






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    O Jogo dos Tronos - ON - Página 13 Empty Re: O Jogo dos Tronos - ON

    Mensagem por Sandinus Ter Jul 06, 2021 5:18 pm

    - Hã... não, senhor... A guarda da cidade não vai muito até a Baixada das Pulgas... e eu nunca tinha viso esse soldado antes... não que eu veja os soldados muitas vezes...
    O velho olha para o menino com atenção mas era bem claro que se ele tivesse mentindo o velho saberia, o garoto era jovem demais para saber mentir o suficiente para enganar alguém como Asdulfor. Com um expressão preocupada Asdulfor volta suas palavras para o garoto:

    -Eles nunca vão e esse soldado foi apenas para lhe entregar essa carta? Você sabe como os soldados se vestem já que disse que já o viu algumas vezes não é? Esse soldado que você fala, estava com ou sem seu capacete? Você viu seu rosto, afinal você disse que podia reconhece-lo se o visse?

    - Estou de guarda por pelo menos mais meia hora, meistre Asdulfor. Depois só tenho que render outros sentinelas no fim da tarde.

    -Entendo...sei que talvez fosse seu descanso, mas você sabe pelo que estamos passando...vou precisar de um esforço extra seu. Você irá com esse garoto para ver se encontra o capa dourada que ele diz ter entregado esta carta a ele. Talvez ele tenha recebido algumas moedas para fazer esta entrega, apenas o observe um pouco para saber onde é seu posto. E me diga assim que eu voltar do Conclave de Meister e do almoço com o Rei. Me diga mais uma coisa, algum outro soldado também sairá igualmente com você? Se sim, vou precisar que me escoltem até o conclave e depois até o castelo.
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    O Jogo dos Tronos - ON - Página 13 Empty Re: O Jogo dos Tronos - ON

    Mensagem por Srta. Moon Qui Jul 08, 2021 10:29 pm

       Assim que se despediu de seu irmão esperou para ver a reação dos presentes na hospedaria ao seu brasão e não teve tanta sorte assim, não gostou da falta de reação, e isso poderia dizer que o inimigo não estava ali naquele momento, mas se estava brincando com sua família saberia agora quais lugares eles poderiam estar. Na manhã seguinte acordava preocupada com sua mãe que estava "doente", não sabia muito bem o que estava acontecendo temia que ela estivesse envenenada ou algo do tipo, com suas servas ajudou sua mãe no que pode. Na refeição da manhã esteve junto a poucos familiares, tentou perguntar ao sei pai a falta de atenção dada a sua mãe em relação a seu estado estranho. Naquela mesma manhã ao ajudar sua mãe pediu a um dos poucos soldados entregar uma carta a seu tio, requisitando sua presença na estalagem, pois sua mãe parecia estar doente e ela temia que a mesma não poderia estar envenenada, tinha uma preocupação fora do comum em relação a sua mãe e não dava importância em incomodar seu tio-avô, coisa que não fazia muito e sem motivos sérios.

        Seguiria a cuidar de sua mãe, mas obedeceu a seu pai assim que ele pediu para ela ficar ao seu lado, pois começaria a realmente inteirar-se as administrações da família, sentou -se ali e ficou a esperar o sócio do seu pai, como praxe apresentou-se formalmente demostrando a educação que o povo do norte tem a seus convidados, mas não gostava da ideia de tratar de negócios ali , naquele lugar perigoso.

      Não bebeu nada alcoólico, pois estava prestando bastante atenção no que estava acontecendo e realmente não estava nada contente em tratar das finanças de sua família em uma pocilga coberta de ladrões a sua volta, certamente estava tronando-se um alvo em potencial para ser roubada ou virar um ganho pessoal para algum nobre que queira aumentar suas terras e ganhar um bom dote. Ao pegar e guardar os dragões de ouro escondendo a bolsa, já pensava em uma forma de duplicar aquele ganho. Normalmente investiria em algo além de guardar metade no banco aos cuidados do bom senhor Henry.

    Com o sócio do seu pai, deixou bem claro que futuramente entraria em contato com ele para pequenos e futuros investimentos, além de guardar um pouco seu ouro. Ajudou seu no que pode, cortava ele quando começava a falar demais, não por temer o seu sócio e sim para a proteção de todos naquele ambiente, vai que alguém estivesse muito interessado na conversa daquela mesa, por fim ficou mais pensativa sobre possíveis ataques que ao curto prazo começaria a acontecer em suas terras e pior que isso com carregamentos de valores de sua família.

    -Senhor Henry, receio que deveríamos conversar sobre isso em uma outra hora com mais calma na segurança de minha casa, pois aproveitaríamos a estadia de ambos a casa de meu pai, lá vamos resolver sobre os ataques, se possível mandarei até mesmo um dos meus irmãos a fazer a segurança pessoal dos nossos comboios até o Porto e a segurança do escoamento de suas pendencias por nossas terras, mas entenda que não poderíamos atuar no domínios dos Boltons...
      Por fim apenas avisou para  a Inês que poderiam encontrar seu Irmão Arthur no acampamento de sua família, pois deveria ir lá mais tarde. Tendo a manhã toda perdida, ela pode ver pouco seus irmãos, queria ter com eles uma reunião para coletar as informações, não gostava de agir na adivinhação. Viu seu irmão acompanhado de pessoas estranhas e o que pode fazer foi apenas ver o brasão de cada família presente naquela manhã deixaria eles agindo por conta.
     Foi em direção ao Gylen, usou da boa etiqueta ao chegar a mesa apresentou-se como filha mais nova do Lord Beron Felinight, esperou todos se apresentarem trocou alguns elogios rápidos e educados, pra não prolongar muito a conversa, por fim chegou a seu objetivo primário. Tocando no ombro do seu irmão, já que sua mãe não estava ali poderia ser um pouco mais livre em suas ações e no que poderia falar.
    Perdoe minha intromissão, assim irmão, mas precisava avisar que mais tarde devemos nos encontrar com os demais no acampamento então não beba muito...
    Sorria novamente tocando no ombro do seu irmão.
    - Perdoe a minha falta de educação, terei que me ausentar no momento, pois tenho outros afazeres que provavelmente ocuparam boa parte do meu dia, assim que puder me reunirei a vocês em uma outra ocasião... No entanto espero que apreciem a companhia do meu irmão...
     se despedia educadamente de todos e de seu irmão saindo para catar o Esdres e seguir para o acampamento, queria ver seu tio, e precisava que ele viesse para aquele lugar ver o estado de saúde de sua mãe.


    OFF: Ir na casa de tolerância, buscar meu irmão, não vou comer ainda vou comer algo assim que chegar no acampamento. Quero ver os brasões de todos na estalagem , até do trio amigo do meu irmão.
    Vou por partes, não tem como ir descrevendo cada cena que já aconteceu...Como o convite para participar da arquearia.
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    Mensagem por Alexyus Sex Jul 09, 2021 11:42 am

    ASDULFOR:

    ASDULFOR escreveu:-Eles nunca vão e esse soldado foi apenas para lhe entregar essa carta? Você sabe como os soldados se vestem já que disse que já o viu algumas vezes não é? Esse soldado que você fala, estava com ou sem seu capacete? Você viu seu rosto, afinal você disse que podia reconhece-lo se o visse?
     
    Neil Rivers estava cada vez mais desconfortável com a própria ignorância enquanto procurava responder o que Asdulfor queria saber:
     
    - É verdade, senhor, os capas douradas quase nunca vão para a Baixada das Pulgas, a não ser para procurar algum fugitivo. Qualquer pessoa da cidade consegue ver os capas douradas de longe, os uniformes deles são difícies de confundir com qualquer outra coisa. Eu mesmo fiquei bem assustado quando descobri que tinha um deles atrás de mim, e ele só conseguiu me alcançar já de noite quando eu estava dormindo. Ele era alto e estava usando um capacete. Eu vi o rosto dele quando estava escuro, mas acho que posso reconhecer ele se eu encontrar de novo... principalmente a voz dele, disso eu lembraria!
     
    -Entendo...sei que talvez fosse seu descanso, mas você sabe pelo que estamos passando...vou precisar de um esforço extra seu. Você irá com esse garoto para ver se encontra o capa dourada que ele diz ter entregado esta carta a ele. Talvez ele tenha recebido algumas moedas para fazer esta entrega, apenas o observe um pouco para saber onde é seu posto. E me diga assim que eu voltar do Conclave de Meister e do almoço com o Rei. Me diga mais uma coisa, algum outro soldado também sairá igualmente com você? Se sim, vou precisar que me escoltem até o conclave e depois até o castelo.
     
    Wilford respondeu já um pouco desconsolado:
     
    - Minha escala é junto com Anthony Arrow e acaba ao mesmo tempo que a dele, senhor. Se entendi bem a missão, meistre, eu devo acompanhar o garoto para procurar um certo capa dourada dentro de Porto Real, sem nenhuma pista de onde procurar? será uma tarefa bem longa e difícil, senhor. Quando pretende partir para o conclave, meistre Asdulfor?
     
    ESDRES:

    ESDRES escreveu:- Terei as justas para competir, acho melhor começarmos logo então.. Não tem como eu ganhar o torneio se eu não estiver la. Vamos Linda, ta na hora de conhecer o melhor homem do norte que você ja provou. Hallad, aproveite em minha ausência, acredito que não seja uma indelicadeza minha ter que abandona-lo, tenho negócios de grande valia a se tratar.
    Esdres levantou-se e acompanhou Linda para um dos quartos mais privativos da Fonte de Jade, com uma ampla cama e paredes recobertas por tecidos vermelhos e dourados, num ambiente aconchegante e sensual.
     
    O jovem Felinight tinha ampla experiência com meretrizes, mas descobriu que além de linda e inteligente, Linda era uma amante incrivelmente habilidosa. Ela envolveu Esdres com beijos e abraços que o levaram rapidamente ao limite do desejo. Deitado sob o escultural corpo da prostituta, o jovem Felinight delirava a cada suave movimento dela, e foi conduzido prazerosamente ao orgasmo mais intenso que já experimentara.
     
    Apesar de estar ofegante, Esdres sentia o desejo de possuir Linda de novo e de novo. Enquanto ele se recobrava da emoção extrema, Linda deitou com a cabeça sobre o peito dele, num gesto carinhoso e cômodo.  
     
    - Então, milorde? Eu o agradei?
     
    GYLEN:

    GYLEN escreveu:"Senhor Vierro não teria uma garrafa com o senhor para abrir em homenagem a doce noiva?" Ele diz com um sorriso largo no rosto.
     
    Mayo Vierro levantou-se com um sorriso, dizendo:
     
    - Vou providenciar isso agora mesmo, meu senhor!
     
    Ele saiu rapidamente para pedir uma garrafa vazia ao taverneiro e depois saiu do salão.
     
    Os irmãos Lugus ouviram as considerações de Gylen com níveis variados de atenção:
     
    Naton Lugus ostentrava um sorriso debochado no rosto, que acentuou-se quando Snow falou de Krotalus. Gylen não sabia se as habilidades de combate de Natorn eram como Orten as descrevera, mas a índole do irmão mais velho parecia corresponder perfeitamente.
     
    Marita ouvia as palavras do bastardo Felinight com um meio sorriso nos lábios que não davam nenhuma pista do que ela estava realmente pensando. Ela era sem dúvida muito gentil e inteligente, mas também terrivelmente direta e deliciosamente irônica.
     
    Já Orten não fazia questão de esconder sua inteligência e sagacidade acima da média, mas também era discreto e atencioso. Ele não fazia bravatas como seus irmãos, e cada palavra dele saía perfeitamente balanceada de sua boca.
     
    Subitamente o seu rosto se ilumina. "Lorde Langley vai competir? O nobre noivo?" Ele pergunta olhando para os três irmãos.
     
    Marita riu com gosto, e Orten explicou com um sorriso:
     
    - Certamente que vai! Algumas vitórias nas justas é tudo de que ele precisa para melhorar alguns termos do acordo nupcial e nos obrigar a aumentar o dote de Marita. Não que ele seja um grande cavaleiro, mas deve ser capaz de chegar ao terceiro dia.
     
    Nesse momento, Vierro voltou com a garrafa vazia que pegara, mas agora ela estava cheia. Ele pegou os copos, canecas e taças de cada um e serviu um líquido denso e prateado, enchendo apenas três dedos de cada recipiente.
     
    - Vamos brindar, meus amigos, e então me digam o que acharam do cheldarro!
     
    Todos falaram ao mesmo tempo enquanto erguiam os copos em brindes tão alegres quanto confusos. E então todos entornaram suas doses.
     
    O mercador braavosi riu de prazer ao terminar seu gole. Naton deu um grito e balançou a cabeça, sorridente. Marita olhou para o teto por alguns instantes, piscando, e depois corrigiu a postura, sem aparentar mais nenhum efeito do álcool. Orten bebeu seu gole lentamente contraindo o rosto e depois fez uma careta.
     
    O próprio Gylen Snow sentiu o forte efeito etílico da bebida braavosi, diferente de qualquer coisa que já provara. Era levemente doce, com notas cítricas e apimentadas discretas que formavam uma combinação bastante exótica. Aquela pequena dose pareceu fazer a cabeça de Gylen girar e suas orelhas fumegarem.
     
    Snow ainda tentava se recobrar quando Orten levantou tropegamente e anunciou:
     
    - Eu sinto ter que deixá-los, mas há compromissos que requerem minha atenção agora. Senhor Snow, senhor Vierro, espero encontrá-los mais tarde, mas peguem leve nessa bebida, ou encontrarão o Estranho mais cedo do que esperam!
         
     
    ”GASPAR”:

    ”Gaspar” escreveu: —Vamos pedir que ele nos guie, mas que nós entremos em contato com ele. Penso que temos como agir contra o Raposa com astúcia, pois a força de um Leão pode ser difícil de passar entre as frestas das armadilhas.
     
    Lu Mei assentiu, concordando com o plano de Gaspar. Melchior percebeu que a jovem oriental planejara bem como descobrir informações, mas não tinha imaginado como seria a caçada contra o Cavaleiro Raposa.
     
    Sor Jorys Landseer voltou trajando suas vestes de combate e carregando uma pesada mochila que parecia prestes a estourar com a superlotação de itens em seu interior.
     
    - Vamos, meus jovens, vamos caçar o malfeitor!
     
    —Deixe conosco depois de nos levar até lá, sir Jorys. Precisaremos de sua cobertura, mas temos de descobrir quais são as extensões dos planos do Raposa. Temos de captura-lo com vida, ou pelo menos o convencer a falar antes mesmo de uma batalha. Temos de ir apenas nós... Se puder se preparar para nos dar o paradeiro dele, talvez consigamos nos salvar de uma guerra entre casas.
    Sor Jorys olhou para Gaspar com certa piedade. Enquanto os guiava para fora da taverna e para o fluxo intenso da Rua do Aço, ele comentou:
     
    - A Mata do Rei é uma floresta que já abrigou muitos criminosos durante a História. O próprio Sor Clayton Archay já se escondeu por lá várias vezes. Se ele está atrás da casa de vocês, então com certeza estará por lá, pois ele não arriscaria entrar em Porto Real com tantos súditos e soldados leais ao Rei Robert. Mas estejam prontos, jovens, trata-se de uma floresta bem grande, então teremos que procurar bastante!
     
    O velho cavaleiro parecia contente e animado com a caçada. Mas Lu Mei pareceu notar algo nas palavras dele e comentou:
     
    - Se é uma floresta tão grande, então deve ser bem difícil encontrar alguém lá dentro, não?
     
    Enquanto abria caminho entre a multidão, Landseer assentiu para ela:
     
    - É verdade, bela donzela! Não é nada fácil, até porque se assim fosse, já o teriam pegado há muito tempo! Conheço alguns esconderijos prováveis dentro da mata, e mesmo se ele não estiver lá, deve estar perto de algum deles. Mas precisaremos ficar bem atentos!
     
    O velho cavaleiro guiou Gaspar e Lu Mei para fora de Porto Real, de volta à Estrada do Rei, mas seguiu nela rumo ao sul, na direção oposta de onde os Felinight chegaram. Conforme avançavam, as multidões de pessoas iam diminuindo gradativamente enquanto se afastavam da capital.
     
    Sor Jory explicou:
     
    - A Estrada do Rei continua até Ponta Tempestade, mas para chegar lá, ela cruza a Mata do Rei. Vamos seguir por ela e escolher alguns pontos onde salteadores poderiam se esconder para adentrarmos na floresta.
     
    Já passava bastante do meio-dia quando eles avistaram o horizonte arborizado que anunciava o destino deles. O sol do Verão irradiava acima das cabeças deles gloriosamente, incomodando Gaspar e Lu Mei, que já suavam em profusão com aquela caminhada. Sor Jorys foi bondoso e compartilhou alguns cantis de água para ajudá-los a se refrescar, mas a sombra das árbvores da Mata do Rei parecia ser um alívio muito ansiado por eles.

    Mas a noção de tempo de Gaspar já indicava que em breve o sol começaria a descer no céu, e a noite poderia chegar enquanto estavam dentro da floresta ou ainda na estrada caso quisessem voltar antes.
      
     
    ”LÍCIA”:
    A preocupação de Lícia para com sua mãe, que era compartilhada com Alice e Isabella, era menosprezada tanto por Lorde Beron quanto pela própria Lady Maria. Apesar de não ter comido quase nada no desjejum, e da quase indiferença do Lorde Felinight quanto a isso, Maria dizia à filha:
     
    - Não se preocupe tanto, Lícia! São apenas coisas próprias de mulheres. Não precisamos incomodar seu pai ou o meistre com coisas tão pequenas...
     
    Mas ela não conseguia convencer Lícia sobre isso.
     
    Lícia abordou Aubrey e Krotalus para pedir que levassem uma mensagem convocando o meistre para cuidar de sua mãe, mas Krotalus Khant apenas fez um muxoxo enquanto Abyss explicou:
     
    - Só há nós dois para fazer a escolta de Lorde Beron, lady Lícia, e ele nos ordenou a ficar em nossos postos até segunda ordem. Tenho certeza que logo chegarão outros soldados para reforçar a guarda, e então poderemos ter mais homens à sua disposição. Mas se for urgente, pode mandar um garoto de recados avisar o meistre.
     
    A reunião com Henry Allafante era bastante técnica e suas estratégias comerciais não eram fáceis de entender para leigos, mas a mente lógica e matemática de Lícia conseguia acompanhar perfeitamente o que estava sendo discutido. Tanto quando falavam de números quanto quando se referiam a transportes, produção, população, logística, a jovem Felinight não ficava nem um segundo longe do cerne de cada questão. Ela chegou mesmo a propôr algo:
    ”Lícia” escreveu: -Senhor Henry, receio que deveríamos conversar sobre isso em uma outra hora com mais calma na segurança de minha casa, pois aproveitaríamos a estadia de ambos a casa de meu pai, lá vamos resolver sobre os ataques, se possível mandarei até mesmo um dos meus irmãos a fazer a segurança pessoal dos nossos comboios até o Porto e a segurança do escoamento de suas pendencias por nossas terras, mas entenda que não poderíamos atuar no domínios dos Boltons...

    O olhar desaprovador de Beron para Lícia não passou despercebido por ela, mas o senhor Allafante respondeu bondosamente:
     
    - Infelizmente, eu tenho outros compromissos que me impedem de ir ao Norte neste momento. Já faz alguns anos que não tenho o prazer de desfrutar da hospitalidade Felinight. A maioria dos negócios com Lorde Beron têm se dado por carta e mensageiros, mas eu quis aproveitar a ocasião para encontrá-lo pessoalmente aqui. O meu alerta sobre os Bolton é porque isso pode rapidamente se desdobrar num bloqueio das suas rotas comerciais, e isso traria não apenas um prejuízo como já ocorre, mas poderia isolar as terras Felinight dos recursos no banco de Braavos.
     
    Beron atalhou:
     
    - Não adianta adiar más notícias, minha filha! Com a cidade lotada durante o torneio, não haverá muitos lugares em que possamos falar com muito mais privacidade. Mas se nos der a honra, podemos tratar do resto dos assuntos mais tarde no meu pavilhão no campo do torneio, Henry.
     
    Henry assentiu com a cabeça, e Inês abriu um amplo sorriso, feliz por um motivo que não disse.
     
    Logo após, Allafante e a filha se retiraram, e Beron subiu para o quarto, o que deu a oportunidade de Lícia abordar Gylen, que tinha chegado com mais soldados e agora estava bebendo com outros nobres hospedados na Árvore Verde.
     
    ”Lícia & Gylen”:
    Lícia se acercou da mesa dos nobres vizinhos onde Gylen estava. Enquanto se aproximava, ela pôde notar o brasão da casa deles, gravado em suas vestes. Tratava-se de um cálice cinzento decorado com três gemas sobe um fundo preto.
     
    Foi em direção ao Gylen, usou da boa etiqueta ao chegar a mesa apresentou-se como filha mais nova do Lord Beron Felinight, esperou todos se apresentarem trocou alguns elogios rápidos e educados, pra não prolongar muito a conversa, por fim chegou a seu objetivo primário. Tocando no ombro do seu irmão, já que sua mãe não estava ali poderia ser um pouco mais livre em suas ações e no que poderia falar.
    Perdoe minha intromissão, assim irmão, mas precisava avisar que mais tarde devemos nos encontrar com os demais no acampamento então não beba muito...
    Sorria novamente tocando no ombro do seu irmão.
    - Perdoe a minha falta de educação, terei que me ausentar no momento, pois tenho outros afazeres que provavelmente ocuparam boa parte do meu dia, assim que puder me reunirei a vocês em uma outra ocasião... No entanto espero que apreciem a companhia do meu irmão...
     
    Os ocupantes da mesa dos Lugus saudaram Lícia com efusividade, e Orten fez as apresentações:
     
    - A senhorita é irmã deste meu caro amigo? Filha do Lorde Felinight também? Seja bem-vinda, sente-se conosco! Vamos comer juntos, pois os Sete sabem que precisamos comer bastante para aguentar esse licor mortal de nosso amigo Vierro! Mas prove por si mesma, apenas um gole, eu insisto!
     
    Os esforços de Lícia para recusar a hospitalidade dos Lugus teriam de ser consideráveis, e Gylen poderia ajudar ou apenas assistir tudo.
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    Mensagem por Srta. Moon Dom Jul 11, 2021 4:03 pm

    Não entendia o descontentamento de seu pai, era mais que certo não tratar de negócios em meio a uma hospedaria qualquer, pior ainda ficar falando o nome de outra família a mesa com acusações, por fim alguém poderia escutar e inventar uma outra mentira, contra a sua própria família.
    -Prejuízo que já ocorre? Seu comentário realmente ganhou minha atenção agora. Mais tarde devemos ver com mais calmo sobre isso, não gosto de desperdícios, e pelo visto se realmente estiverem me dando prejuízo, eu pessoalmente cortarei este mal pela raiz em definitivo...
    Aproveitou a deixa de seu pai e assim que se despediu dos convidados, percebendo algo em relação a Inês, será que ela gostava do seu irmão.
    Já a mesa recusou o convite cordialmente, além de não ser do tipo de pessoal que bebia muito, só em ocasiões no qual tinha que o fazer.
    -Como mencionei antes é um prazer conhece-los, mas devo dispensar o licor, por hora tenho assuntos de negocio a tratar e preciso estar com a mente limpa, sou um pouco fraca para bebidas e isso prejudicaria meu raciocínio nos cálculos e acordos financeiros... Teremos uma outra oportunidade mais tarde em confraternizar de forma bem mais produtiva e satisfatória...
    Permanecia com a mão no ombro do irmão o apertando sutilmente em socorro.
    -Creio que meu irmão será de uma boa companhia aos senhores e senhorita, mas peço que ele beba com moderação, pois mais tarde assim que possível preciso de sua presença no acampamento para acertamos sobre as apostas que faremos na justa... Se precisar de algo é só me pedir irmão... Enquanto isso tenho que encontrar meu outro irmão que provavelmente caiu na boa hospitalidade e diversão disponível pela cidade...
    Ainda assim permaneceu de pé esperando mais algum convite, caso a deixassem ir embora, teria mais uma vez que incomodar sua mãe, a deixando aos cuidados da Alice Lake, explicou a sua serva que teria que sair e confiava nela para ajudar a sua mãe no que for preciso, preferiu sair com a Isabella por ela ser mais velha e provavelmente mais experiente com as pessoas do mundo, coisa que Licía não era muito boa a não ser apenas sentar a uma mesa e negociar sobre ganhos e perdas nas finanças, mas lidar com as pessoas era algo complicado não conseguia discernir muito o que elas queriam socialmente e Isabella poderia fazer esta parte por ela.
    Pegaria uma das carruagens da família para deslocar-se até onde estava seu irmão e mais tarde assim que o encontrar seguiria para o acampamento de carruagem, pensava no brasão a família na mesa, teria que conferir outros e ver quais eram seus vizinhos ou que tinham alguma rivalidade com sua família.



    OFF:
    usar uma das carruagens para ir primeiro a taverna onde esta Esdres e depois seguir para o acampamento. Deixar que o Gylen use da boa lábia dele para arranjar uma desculpa e me tirar daquele lugar, pode até dizer que não tenho tempo naquela hora para desfrutar de um descanso, pois estaria tratando de algum negocio...

    Assim que eu parti o Gylen pode comentar que nossa família estaria ali para um noivado, a união da nossa família com os Danoninhos e que por mais que eles estejam falidos diga que Licia em menos de um mês poderia fazer as terras renderem rios de dinheiro, por isso nosso pai não estaria preocupado. Então sutilmente diga que alguém não está interessado em ver o Adham Dannett casado com ela, fale que não sabe se é pq a pessoa quer comprar as terras falidas dos Danoninhos ou pq a pessoa quer a Licía, diga até mesmo para o vendedor de bebidas que se ela colocar as mãos no produto dele e revende-lo o mesmo poderia se jogar nas cordas pois ficaria rico com o status de um nobre por ter tanto Dragões de Ouro em menos de um ano, diga que tudo que ela colocar as mãos e for possível comercializar ela teria êxito. comente que o nosso pai deixa ela administrar boa parte das finanças da nossa família por capricho a treinando para isso, pois viu que ela tem um Dom para o mesmo fora do normal, e ainda assim nesta brincadeira que ela não percebeu e tratou como mesmo, vem aumentando o lucro mensalmente da nossa família.


    Assim quero ver até onde vai essa fofoca e se ela se torna um alvo, ou nossa mentira sobre o noivado morre ali com o trio.
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    Mensagem por DariusNovadek Seg Jul 12, 2021 9:53 am

    O momento com Linda superou as expectativas de Esdres, que ja eram altas. Esdres pareceu um menino em loja de doces naquele quarto, e ao terminar, ficou deitado na cama, recobrando o folego, com Linda deitada em seu colo, com aquele corpo escultural.

    - Então, milorde? Eu o agradei?

    Esdres tentava segurar a animação em elogia-la, mas era quase impossível.

    - Se me agradou? Se todas as mulheres de Porto Real são que nem você, não sei o que eu estava fazendo no Norte!

    E era real aquilo, por mais que tivesse experiências com meretrizes, Linda conseguiu (e muito) surpreender Esdres.

    Esdres até a chamou pra "mais um round", queria aproveita-la mais um pouco.

    Depois, quando tivesse se arrumando (ou mesmo se não tiver segundo round), falaria com Linda:

    - Tão linda e tão boa como você é, deve ter uma coleção boa de nobres na sua cama.. Só nesse torneio, com quem mais dividi você?

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    Mensagem por Wordspinner Seg Jul 12, 2021 4:05 pm






    Gylen Snow


    Gylen sorri com a chegada providencial de sua irmã enquanto espera o pai. "Minha irmã Lícia!" Ele imediatamente se levanta para recebé-la. "Tenho certeza que seus compromissos podem esperar alguns minutos." Ele diz puxando uma cadeira para a irmã com a bengala. Claro que ele logo continua as apresentações que seu amigo parou. "Esse é Mayo Vierro de Braavos, um comerciante com um licor exótico e forte que combina bem com o frio. Quando nosso pai terminar, eu lhe acompanho nos seus compromissos. Mas no momento, porque não falar de números com nosso amigo braavosi?" Ele diz sorrindo a vontade demais com a bebida.

    "Minha irmã, Lorde Langley, pelo que eu ouvi, adoraria começar seu caminho nas justas contra Esdres e Arthur, não é? Acha que poderíamos arranjar isso?" O bastardo usa sua bengala para não cambalear com o álcool. "Tenho certeza que seria um começo lucrativo para todos." Ele diz lucrativo pois imagina que essa palavra pode chamar a atenção de sua irmã. Uma aposta fácil nos irmãos pode levantar alguns dragões e até ganhar um pouco de boa vontade dos novos amigos.

    Lícia escreveu: Enquanto isso tenho que encontrar meu outro irmão que provavelmente caiu na boa hospitalidade e diversão disponível pela cidade...

    "Temo que não seja adequado sair por aí sozinha, minha irmã. Aguarde só meu Lorde pai terminar e vamos juntos atrás de nosso irmão. Isso e uma bebida tão boa precisa ser pelo menos provada." Ele olha em volta ansioso para que o pai termine seu compromisso e não o encontrando... "Acredito que deveríamos nos encontrar de novo para comemorar o resultado de nossos campeões no primeiro dia da justas. Seria uma honra recebê-los." Ele cumprimenta os nobres um a um e também o comerciante braavosi. Ele leva o copo até perto da irmã para que ela sentisse o cheiro da bebida primorosa.

    "Onde foi nosso pai?" Ele pergunta com dúvida no olhar.



    OFF:

    Os npcs vão todos embora irmã. Foram espantados pela Licia HAHAHAHAHAHAHAHHA

    Vamo buscar o Esdres que é mais divertido, sabe que história de mensagem de arqueira é essa??







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