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    O Jogo dos Tronos - Felinight

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    O Jogo dos Tronos - Felinight - Página 32 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Felinight

    Mensagem por Wordspinner Ter Mar 15, 2022 8:34 pm

    O bastardo não estava tendo um dia bom e o encontro com Krotalus não tinha melhorado nada.

    Lu Mei escreveu:mas receio que ele não seja muito atento a perigos disfarçados...

    "Bom, por isso mesmo tem dois de vocês. Ele está lá para chamar atenção dos inimigos da casa e ser agradável para os encontros das nossas ladies. Elas são importantes e os contatos e conversas que tem também são. Você? Você é a sombra eficiente que vai resolver esse problema e mostrar que é ainda mais valiosa que qualquer um poderia imaginar. Quero demais de você minha lady? Espero que não. " Poderia soar esnobe, mas ele realmente esperava que não. Não era um desafio. Era um desesperado pedido de ajuda.


    --

    Na manhã chuvosa o bastardo resolve não colocar suas melhores roupas. Na verdade usar o pior que tinha enquanto se enlameava pelo acampamento. "Não! Não, passe com a comida na chuva." Ele olha um dos servos estaria limpando o acampamento nesse momento. "Vocês! Montem um caminho aqui. Sim, sim, com estacas e lona. Claro. Eu sei que você vai ficar todo molhado, mas eu estou na chuva aqui com você então ande e me ajude." Ele olha em volta na chuva replanejando as rotas e pensando em qualquer outro corredor que teria de fazer.

    Depois de resolver a lomocoção no acampamento ele iria atrás de garantir que os animais estavam secos, ou quase. Pelo menos organizados. Assim que conseguisse seguraria Tasso pelo braço. "Como está garoto? Tá inteiro? Ninguém mecheu com você, certo?" Ele tira um doce que pegou da bandeja que iria para a mesa da Lady da casa, alguma coisa de limão e o entregada para Tasso. "Estou achando que as coisas estão muito quietas aqui e com você. Não reclamou de nada esses dias." Diz o bastardo sorrindo e sabendo que o menino era estoico e firme como uma rocha.

    --

    Saindo para a chuva inacabável de novo o bastardo tinha certeza do que tinha de fazer. Iria procurar Gaspar primeiro. Depois que aquele homem saia do acampamento era impossível achá-lo de novo.
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    O Jogo dos Tronos - Felinight - Página 32 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Felinight

    Mensagem por Dycleal Qui Mar 17, 2022 6:59 pm

    Henry Allafante se despedira, e já começava a se retirar, quando o coração de Arthur aperta e o constrange a chamar pelo seu ex-mentor e futuro sogro: - Harry por favor, volte. Tenho algo para confidenciar. O banqueiro se vira devagar e fitando o herdeiro, retorna com o olhar sério, porém com um sorriso solidário. Arthur o olha firmemente e diz: - Quero agradecer a franqueza com que discute o assunto comigo e prometo que vou conversar com Inês. Peça a ela que venha me ver amanhã o mais cedo que ela possa, quero acalmar qualquer dúvida que ela tenha do meu amor e da minha confiança que deposito nela. Respira fundo e continua um tanto emocionado e tenta usar aquele tempo para se recompor e continua: - Reconheço que nossa fortuna no momento é mais potencial, embora imensa e sei que o plano que a Inês me apresentou e que aperfeiçoamos juntos com minhas ideias vai fazer essa fortuna passar de potencial, para uma fantástica realidade. Sei também que nossa recomposição financeira ainda está lenta e é nesse ponto que reside a minha maior preocupação.

    O Herdeiro novamente ganha um tempo, com algumas caretas, verdadeiras, para ganhar um tempo visando escolher as palavras do que vai falar. Por fim, começa a expor a sua preocupação ao sogro: - Como bem disse, conheces meu caráter e sabes que gosto de cumprir a minha palavra, sendo para mim um ponto de honra esta atitude. Eu lhe prometi amar, honrar e proteger a sua filha, está lembrado? E é sobre esta promessa de proteger que estou preocupado, pois levo a sério a sua execução. Tenho certeza que já deve saber da morte do herdeiro dos Bolton, um jovem promissor que negociou comigo os termos do acordo onde conseguimos de forma definitiva as terras em volta do grande lago, uma terra estratégica para a nossa segurança e futuro escoamento das nossas commodites para a costa leste. A construção do porto, faremos de acordo com as nossas próprias condições, porém, a construção de um forte para defender a nossa posição, pois a morte desse herdeiro reacende o risco de novos ataques dos Boltons e esses ataques colocam em risco a nossa amada Inês, pois ela irá morar comigo na torre Myrella. Pergunto, Será que consigo, contigenciar 20% do valor do dote, para acelerar a construção do forte para defender e patrulhar a região do grande lago, sem prejudicar o projeto de modernização de Breakstone, projeto essencial para implementar as nossas riquezas serem devidamente exploradas e colocadas no mercado com valor agregado e não mais como meros insumos. Se na sua opinião não for possível separar 20% do valor do dote para proteger minha amada e nossas terras, estou disposto a me juntar ao senhor como pai da minha amada e dividirmos meio a meio esses custos e o pagaria com as primeiras commodites que vendermos no novo porto da costa leste, o que me diz? Essa preocupação agora que fiquei sabendo deste falecimento, quase agora, não tem saído da minha cabeça.  

    O herdeiro espera a opinião do seu tutor e amigo e para ganhar um tempo enquanto ele pensa ele fala: - Enquanto pensa sobre a minha preocupação, quero lhe agradecer a confiança que deposita em mim, entregando-me o seu bem mais precioso, a sua filha e herdeira. Sei que recebeu propostas muito mais lucrativas e estratégicas, mas agradeço por optar pelos desejos da sua filha e por confiar na minha capacidade de faze-la feliz. Isto vindo de um mestre dos negócios e da arte de avaliar, me deixa orgulhoso e feliz, de ter essa consideração do meu tutor e futuro sogro e sei que vai entender a minha preocupação com a segurança em equilibrio com o projeto de construir o nosso futuro e glória.
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    O Jogo dos Tronos - Felinight - Página 32 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Felinight

    Mensagem por Alexyus Sex Mar 18, 2022 8:47 pm

    NOITE DO TERCEIRO DIA

    ARTHUR

    Henry Allafante voltou-se, sentou-se e escutou tudo que Arthur tinha para falar, com sua postura analítica e atenta de costume.

    Quando o herdeiro Felinight terminou, Henry disse:

    - Creio que mesmo uma jovem apaixonada como Inês teria dificuldade de acreditar que a cidade de Breakstone Hill que fica ao oeste do Castelo dos Sussurros seria ameaçada por um ataque ao futuro porto no Lago Longo que fica ao leste do castelo. Entenda que minha filha não tem desejo algum pela guerra, mas sabe como criar defesas eficazes, Arthur, e as terras que os Felinight clamam como suas são extensas demais para serem defendidas em sua totalidade. O Castelo dos Sussurros fica bem localizado num estreito de montanha, assim como Breakstone, e suas defesas podem ser melhoradas com truques de guerra simples. Mas um forte no porto, apesar de economicamente importante para a casa em geral, é irrelevante para a segurança de quem estiver no castelo ou na cidade. Não, Arthur, esse argumento é fraco, não vai convencê-la assim. Minha filha é inteligente e obstinada, e não abriria mão do controle sobre parte do dote para algo que não lhe convém.

    Henry parou de falar de sua filha e ficou mais sério e profissional ao continuar:

    - Sua preocupação com os Boltons é justificada pelo passado, mas não pelo presente. A casa Felinight venceu a disputa pela região do Lago Longo e desde então as duas casas estão sob a paz do rei mediada pelos Stark. Criar meios de defesa em tempos de paz pode ser uma providência sábia, mas sua urgência é difícil de comprovar em tempos de paz.

    O banqueiro assumiu aquela postura de negociante ao se ater a proposta final de Arthur:

    - Sua proposta sobre a parceria no empreendimento do leste pode ser interessante. Mas você negocia em nome da Casa Felinight? Seu pai ainda é o chefe da casa e é o senhor de todas essas terras e o que há nelas. Se ele estiver disposto a isso, quero que você escreva um plano de negócios para essa proposta, discriminando os valores do capital inicial que você deseja emprestar e por quanto tempo. Isso  é importante para determinar a taxa de juros.

    Finalmente, Allafante se ergueu e disse antes de sair:

    - Eu confio em sua palavra, Arthur, tanto que pretendo pô-la por escrito com sua assinatura e a minha para a posteridade consultar. Não é nada pessoal, apenas negócios, como espero ter-lhe ensinado bem. Tenha uma boa noite, meu caro!


    ESDRES

    A conversa com as três aias estendeu-se por quanto tempo Esdres desejou, mas não havia mais informações úteis que elas pudessem lhe dar.

    Por fim, eles dormiram todos juntos, cansados e quase tranquilos.


    GYLEN

    Se Lu Mei se sentiu de alguma forma impactada pelas palavras de Gylen, não o demonstrou.

    Afastou-se como uma sombra silenciosa, desaparecendo na escuridão.



    MAEHRA

    - Desculpe minha intromissão, meu senhor. - Dirigi-me ao homem alto. - Mas, vejo que não pareceu agradar-se com nenhuma das meninas. Estaria atrás de alguém em especial? - Questionei. - Se quiseres posso ir atrás de madame Chataya. Garanto-lhe que ela poderá ajudar-lhe.

    O homem alto fez um sinal de negação, sorrindo com desprendimento. Seus olhos muito azuis, quase lilases, eram belíssimos, e seus cabelos muito negros brilhavam e tinham o perfume de terem sido lavados recentemente. MAehra achou que ele lhe lembrava alguém, mas não sabia quem.

    Spoiler:
     

    - Não se preocupe, querida violinista! Meu amigo anão aqui gosta de apalpar as mulheres e faria mais se tivesse tempo, mas essa noite não o temos, e ele sabe disso. Viemos beber um pouco num ambiente agradável, nada mais. 

    Ele entornou sua caneca e depois virou o resto do jarro. Era sua terceira dose, mas o anão bebera pelo menos o triplo disso.

    - Uma última música antes de partirmos? Eu lhe darei três luas de prata por sua amabilidade quando acabar.



    MANHÃ DO QUARTO DIA

    ASDULFOR & LÍCIA

    O meistre Felinight seguiu tão rápido quanto pôde, apoiado por Isabella Locke

    -Me conte, o que ela esta sentindo enquanto seguimos?

    Ela falou rápido enquanto tentava apressar o passo do velho:

    - Ela sentiu tonturas ontem à noite antes de se deitar, e amanheceu sentindo dores no baixo ventre e dizendo-se incapaz de se levantar e quase até de se mexer.

    Quase ao mesmo tempo, Alyse Lake vinha com Lícia Felinight, e os quatro se encontraram às portas da tenda da senhora da casa.

    Tanto Asdulfor quanto Lícia sabiam da gravidade do estado de Maria Mallister-Felinight. A mulher ainda não tinha chegado aos 40 anos, mas fazia mais de uma década que não engravidava, e os gêmeos Esdres e Lícia tinham sido os últimos rebentos vivos que ela dera à luz. A gravidez naquela idade começava a apresentar riscos adicionais e crescentes. Qualquer coisa poderia levar a um aborto espontâneo ou acidental, e a viagem não era a melhor situação paara ela. E toda a tensão com o torneio, os assassinatos e a conspiração poderiam colocá-la num estado de tensão que poderia precipitar um desenlace trágico. E havia ainda mais coisas que apenas Lícia sabia... 


    ESDRES

    Esdres conduziu o cavaleiro visitante para a tenda de reuniões, que era a mesma das refeições, mas que estava vazia após o desjejum.

    Enquanto esperava que trouxessem o que pedira, ele ficou fitando o cavaleiro dornês, que também aguardou em silêncio respeitoso. Ele era alto e muito magro, mas uma camada de músculos rijos cobria seus longos ossos. Apesar de jovem, sua face bronzeada era dura, desgastada pelo sol e ventos de sua terra natal. Seus cabelos eram negros e ele ostentava uma barba de um dia ou dois. Mas seus olhos negros eram intensos e sinceros.
    Spoiler:
    Finalmente, o ajudante de cozinha Gareth Snyder trouxe uma chaleira fumegante contendo chá de erva do campo. Ele saiu e Esdres entabulou o assunto:

    - Então sor (insira o nome do cavaleiro aqui), o que te traz até aqui? Como posso te ajudar?

    O cavaleiro respondeu abruptamente, com pressa para fazer sair as palavras:

    - Sor Esdres, eu me apresentei perante todos aqui como Bryan Telson, um cavaleiro errante de Dorne, mas isso não é verdade. Embora não seja uma atitude muito cavalheiresca, há um bom motivo para ocultar minha verdadeira identidade. Meu nome verdadeiro é Tygor Wyl, e sou o último herdeiro de uma casa nobre de Dorne, depois que meu pai, Lorde Wayllar Wyl, foi morto numa emboscada durante uma caçada a foras-da-lei nas Marcas. Além da trágica morte dele, o assassino ainda tomou sua espada ancestral, o Ferrão do Escorpião, uma lâmina de aço valyriano.

    Esdres sabia o que aquilo queria dizer. Armas de aço valyriano eram raras e muito valiosas, e mesmo as casas maiores que a Felinight só tinham uma arma desse tipo. Arthur herdara a Último Sussurro de seu pai, que a recebera de seu avô, e assim até muito além da lembrança. Era dito que muitos senhores abririam mão mais rapidamente de suas filhas e mesmo seus herdeiros do que de suas espadas herdadas, pois sempre se podia ter mais filhos, mas não uma arma assim. A Casa Lannister, por exemplo, perdera sua lendária Rugido Brilhante, quando o Rei Tommen II do Rochedo navegou para Valíria e nunca retornou, e desde então os ricos senhores do Oeste não tinham mais uma arma dessa estirpe. 

    Tygor Wyl prosseguiu:

    - Após o funeral do senhor meu pai, eu jurei recuperar a Ferrão do Escorpião e parti de minhas terras, à procura de qualquer pista sobre uma espada valiriana na posse de alguém de menor status. Segui muitos indícios que levaram a nada. Mas finalmente ouvi falar de um cavaleiro Sor Gennady Shanin; dornês, um pouco velho mas ainda perigoso, com reputação ambiciosa e levemente suspeita. Eu o segui até Porto Real e descobri que ele tencionava participar do torneio, e por isso também me inscrevi. Esperava que talvez pudesse desmontá-lo e assim poder ver sua espada para conferir se era a de meu pai. Eu me aproximei dele naquele bordel, o Fonte de Jade, onde o senhor me viu lá.

    O jovem pareceu levemente encabulado ao falar do bordel.

    - Deixe que lhe diga, sor Esdres, aquele é um falso cavaleiro! Não o posso provar, pelo menos não ainda, mas o homem é imprestável! Ficou contando vantagem o tempo todo, falastrão, desprezando os homens que diz ter matado honrosamente, o que eu duvido... e ele até tentou flertar com uma... moça do bordel... por quem eu havia me interessado! Aposto que o fez de propósito! 

    A raiva do cavaleiro foi quase palpável.

    - E ele admitiu que tem uma espada de aço valyriano! Mas não me permitiu vê-la; as raposas são desconfiadas... De qualquer modo, sor, é por isso que  vim falar-lhe. Sua próxima justa será contra Sor Gennady, e tenho certeza que pode vencê-lo. Por isso vim lhe pedir, sor Esdres, que me conceda este favor: quando desmontar Sor Gennady, exija imediatamente o direito sobre suas armas e seu cavalo, e me permita dar uma olhada na espada dele. Se for a Ferrão do Escorpião, como eu desconfio, devolva-a ao seu legítimo dono, e me ajude a entregar Sor Gennady à justiça! 


    GYLEN & GASPAR

    O trabalho de replanejar as rotas do acampamento durante as chuvas que Gylen impingiu aos servos da Casa Felinight foi feito sob resmungos mormente ouvidos entre um trovão e outro. Ninguém ficara contente com a chuva, e menos ainda com as ordens do bastardo.

    Os animais estavam alojados sob uma tenda esticada como um teto, mas quando o vento batia, suas patas pegavam um tanto de água, e ali estava Tasso com uma vara, derrubando o excesso de água que se acumulava no tecido da cobertura.

    Assim que conseguisse seguraria Tasso pelo braço. "Como está garoto? Tá inteiro? Ninguém mecheu com você, certo?" Ele tira um doce que pegou da bandeja que iria para a mesa da Lady da casa, alguma coisa de limão e o entregada para Tasso. "Estou achando que as coisas estão muito quietas aqui e com você. Não reclamou de nada esses dias." Diz o bastardo sorrindo e sabendo que o menino era estoico e firme como uma rocha.

    O doce sumiu tão rapidamente da mão de Gylen que ele quase não conseguiu ver o movimento rápido da veloz mãozinha do garoto. Tasso já o enfiara na boca enquanto olhava para Gylen em desafio.

    - Ninguém mexeu comigo senhor, mas não sou de reclamar. Prefiro ficar quieto e resolver os problemas que aparecem.

    Depois dali, Gylen encontrou Gaspar numa tenda, com Linda Snow tirando-lhe as medidas. 

    MAEHRA

    Na manhã do quarto dia do torneio, Maehra desceu ao salão sob o som da tempestade que despencava do lado de fora, e encontrou alguns clientes ainda da noite anterior. Mas não os ilustres cavalheiros para quem tocara na noite anterior.

    A violinista encontrou a proprietária do estabelecimento, Chataya, andando pelos salões, ajudando na arrumação e parecendo um pouco decepcionada.
    Spoiler:
    - Ah, violinista Maehra! Hoje será um dia triste, o próprio céu está chorando em fúria. Ouvi que você vai partir hoje, então esse deve ser o motivo desse tempo horrível. Precisa de algo?
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    O Jogo dos Tronos - Felinight - Página 32 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Felinight

    Mensagem por Pikapool Sab Mar 19, 2022 1:32 am


       
           
           
       

               

               
    Informações

    • Mote: Sou a última da minha casa, e cabe a mim garantir que seus nomes se tornem lendas!

    • Itens Carregados: Adaga (oculta em meio as roupas), Gazua (oculta em meio as roupas), Traje de Viajante, Mochila, Traje de Nobre, Odre, Bolsa (Cinto) e Perfume.

    • Vestimentas: Vestido curto de seda preto, casaco com capuz preto, gargantilha, braçadeira de ouro, pulseiras de ouro e botas altas pretas de couro com salto alto.


           

               

                   

    Ao vê-lo sinalizando em negação, surpreendi-me a ponto de deixar transparece-la. Em todas aquelas noites ali, não sabia dizer se houve um homem que recusou a companhia das garotas de Chataya. Com a exceção de sor Aubrey e sor Krotalus.



    Durante suas palavras, eu apenas assentia sem conseguir tirar meus olhos dos dele. Algo neles pareciam me hipnotizar. Por algum motivo ele parecia familiar e por um instante considerei que deveria ter cruzado com ele no torneio, mas achava impossível não recordar-me daqueles olhos.



    - Então estas a dizer que se tivesses tempo, ainda sim, milorde não aproveitaria a companhia de uma das garotas? - Questionei curiosa enquanto ele bebia.



    Enquanto fazia minha pausa, aproveitava para afinar meu violino quando ouvi o pedido de uma ultima musica do homem de belos olhos azuis.



    - Mas mal pode apreciar minhas musicas, milorde. - Disse em um tom lastimoso. - Que tal mais uma bebida? Garanto que seu amigo adoraria mais um tempo com as as garotas. - Volto-me ao anão. - Não é mesmo, milorde?



    Esperava que o anão concordasse comigo e tentasse convencer-lhe a ficar mais um pouco.



    Logo repousei o violino sobre meu colo, reclinei-me em direção ao homem moreno apoiando meus cotovelos na mesa, entrelacei meus dedos e pousei meu queixo sobre eles.



    - Parece que conheço, milorde de algum lugar. Mas, não recordo-me de onde. - Sorrio sem jeito. - Contudo, não creio que isso tenha ocorrido durante o torneio. Caso contrario, eu me lembraria muito bem de milorde. - Encarei-o gentilmente. - Também não imagino que tenha sido nas Cidades Livres. - Por um instante, desvio o olhar pensativa. - Sei que é pouco provável  que uma humilde violinista chame a atenção de milorde, mas talvez o senhor possa sanar essa minha incerteza? - Por fim, aguardei paciente pela resposta.






    Não admirava não ter encontrado o homem moreno e o pequenino. Só imaginava o tipo de carruagem que os devia ter levado debaixo de todo aquele pé d'água. Tudo indicava que possivelmente eles eram mais poderosos que os Felinight.



    Não demorou para que eu encontrasse Chataya, mas logo vi que a postura dela parecia um pouco diferente do normal. E suas palavras pareceram um mal pressagio. A principio considerei que algo de ruim havia acontecido. Porém, logo espantei-me quando ela citou minha partida.



    - Mas como a senhora já sabia sobre minha partida? - Indaguei pasma. - Iria lhe contar nesse exato momento sobre minha partida. - Completei.



    Não entendia como ela havia obtido tal informação, todavia, considerava que o sumiço de madame Chataya na noite anterior deveria ter algo a ver com isso.


               

           
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    O Jogo dos Tronos - Felinight - Página 32 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Felinight

    Mensagem por Wordspinner Sab Mar 19, 2022 2:27 am

    Tasso escreveu:Ninguém mexeu comigo senhor, mas não sou de reclamar. Prefiro ficar quieto e resolver os problemas que aparecem.

    "É bom agir assim. É bom cuidar de si mesmo. Mas somos aliados, não somos? Quando encontrar um problema que não pode resolver, talvez eu possa. Não hesite em falar comigo se for o caso." Ele olha para a chuva e os animais molhados. "Eu não hesito em pedir sua ajuda quando preciso. Então faça o mesmo." Então ele faz uma careta olhando para o chão. Precisaria de tabuas ou peles para cobrir os caminhos que as damas e o pai fariam. Gylen sai dali e repassa as instruções a um dos servos da casa antes de encontrar Gaspar.

    --

    "Gaspar, meu caro, finalmente vai ter uma bela roupa de ajoelhador como a minha?" A zombaria é fingida, mas a curiosidade real. O manco limpa o rosto e tira um pouco da água das roupas e cabelo. "Podemos conversar? Tenho novidades interessantes." Ele olha para Linda e sorri. "Uma bela manhã, não é, senhorita Snow?" ele achava engraçado porque também era um Snow.
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    O Jogo dos Tronos - Felinight - Página 32 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Felinight

    Mensagem por DariusNovadek Sab Mar 19, 2022 4:39 am

    Esdres conversa com suas aias mais um pouco, e logo vai dormir para repor suas energias para o próximo dia em que teria mais uma etapa do Torneio. Dormir com suas três aias, ainda que fosse simplesmente apenas dormir, era reconfortante para Esdres, que fazia isso com frequência em suas terras, porém com menos sono e mais ação.

    ...

    Ja na tenda de reuniões/refeições, Esdres serviu chá primeiro a Sor Bryan, depois a si próprio, e ouviu atentamente a história do dornês. Quando ele de mostrou chamar Tygor Wyl, e ser um nobre de Dorne, Esdres levantou as sobrancelhas em sinal de surpresa, mas não disse nada. Ouviu tudo o que ele tinha a falar, o rapaz se mostrava bem determinado a contar toda sua história, que Esdres ficou se perguntando se era uma verdade ou não. Tinha que ser inteligente naquele momento, e pensou em que o seu pai faria.. Colocando o copo de chá ne mesa, Esdres, com um sorriso, começou a falar.

    - Sor Brya... Me perdoe, Sor Tygor Wyl, realmente, apesar de ser uma atitude não muito cavalheiresca, você fez bem em ir atrás da espada de sua família, ela não é somente uma espada, é o legado de sua família. Digo isso com propriedade, pois sei como a Ultimo Sussurro é importante para nós Felinight. Então essas atitudes já foram justificadas.

    Esdres se remexe um pouco na cadeira, um tanto incomodado com o que iria dizer:

    - Porém, antes que comecemos, tenho que te dizer que minha família, desde o começo da nossa viagem até a Capital, vem sofrendo ataques, diretos e indiretos, de todas as formas. Por isso estamos um pouco "ressabiados" e mais preventivos. Dito isso, acredito que você entenda se eu te pedir algo que confirme que você é Lorde Wyl mesmo, não é? Sei que tem boas intenções para com minha família, lembro de você me desejando boa sorte no combate por justiça de minha família. Mas tem como provar que é você mesmo?

    Provavelmente ele teria como provar, caso fosse ele mesmo. Um brasão de sua família seria o suficiente.

    - Obrigado por comprovar, Lorde Wyl, e me perdoe mais uma vez por fazer você comprovar sua identidade, mas são as precauções..

    Agora Esdres se endireitou, por mais que fosse um pedido de ajuda, aquilo na verdade eram negócios. Esdres falava sempre com um sorriso no rosto.

    - Agora vamos ao que interessa, Lorde Wyl. Como disse anteriormente, para mim, não roubaram do seu pai apenas uma espada, mas sim o legado da família Wyl. E eu, Lorde Esdres, ficaria muito honrado em ter uma importante contribuição para o resgate desse legado. Tenho certeza que será um começo de uma ótima amizade entre a família Wyl e os Felinights.

    - Mas como eu disse, nós estamos enfrentando vários problemas desde que colocamos os pés aqui, e uma ajuda sempre é bem vinda. Posso contar com sua ajuda, caso conseguir retomar sua espada?


    Esdres não insinuava dinheiro, pois isso sua família tinha aos montes, mas estava falando de ajuda mesmo, cooperação. Uma casa nobre aliada sempre seria bom. Ele aceitando, Esdres ficaria bem mais a vontade na cadeira, e continuaria dizendo:

    - Bom, isso é só uma parte do plano, para ele dar certo, eu tenho que ganhar a Justa. Agradeço a sua confiança de que posso ganhar dele, e eu tenho plena convicções disso. Mas qualquer outra informação pode ser útil.. Na sua conversa com ele, ele acabou lhe confessando alguma fraqueza? Algo que me ajude a vence-lo hoje..

    Esdres confabulou com Lorde Wyl sobre como ganharia de Sor Gennady até encerrar o assunto, depois acrescentou.

    - Agora, mudando de assunto, vejo que é bem parecido comigo, Lorde Wyl. Mesmo em uma missão honrosa, não resistiu em se apaixonar por uma mulher *apaixonar era muito para Esdres, mas ele já tinha pensado em algo* - Se quiser, posso te ajudar nesse quesito também, não sei se vocâ sabe, mas tenho grande habilidade na arte de conquistar mulheres.
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    Mensagem por Sandinus Sab Mar 19, 2022 12:46 pm

    Asdulfor adentra o local preocupado e logo vai para em direção a Lady Maria, vai logo examinando-a com seus apetrechos ou vindo seus orgãos, analisando sua temperatura, examinando olhos, ouvidos e boca e indagando a lady.

    -Lady Maria, quais os seus sintomas? Quando começaram a serem sentidos? Hove algum estresse ou excesso de preocupação, além do que já sabemos? Vamos Lícia me ajude aqui! Isabelle e Alyse, por favor, peguém água quente e tragam água para Lady Maria beber um pouco e se hidratar.

    Encerrava os pedidos enquanto continuava a examinar a Lady Fenlinight.
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    Mensagem por Izanami Seg Mar 21, 2022 4:22 pm

    Estava realmente preocupada com a sua mãe, mas não demonstrou isso no momento. Logo que viu seu tio, foi tratar de fazer tudo que ele pediu, logo que pode foi sentar ao lado da cama apreensiva encarando sua mãe de forma pensativa. "O que estava acontecendo, bastou só colocar os pés naquele maldito lugar para sua família começar a cair em desgraça" foi o que ficava pensando. Queria ir embora e agora tinha um motivo, mas primeiro tinha que esperar sua mãe melhorar do seja lá o que ela tinha, e não queria acreditar que sua conversa na noite anterior tenha deixado sua mãe bastante chateada até esse ponto.

    Pelo caminho cogitou a possibilidade de um aborto.
    -O Senhor não teria alguma erva ou remédio para dar a minha mãe, na intenção de forçar um aborto, já que esta no inicio da gravidez acho que correria menos perigo do que um aborto espontâneo num estagio avançado da gravidez...E não me olhe assim, priorizo a vida da minha mãe e não o capricho de um filho que pode nem vingar e acabar matando os dois... Então quais seriam as complicações iniciais se fizer isso agora? Tente convencer minha mãe a isso se for o meio mais viável e seguro para ela continuar vivendo...
    Seguia seria seu tio, tinha um raciocínio logico e preciso, não gostava de correr riscos com 100% de certeza que vai acontecer no futuro.
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    Mensagem por Dycleal Seg Mar 21, 2022 11:25 pm

    Por fim o Banqueiro se foi, após Arthur dizer boa noite e até amanhã. O jovem herdeiro ficou pensando sobre suas palavras e tinha certeza que ele não entendia muito de estratégia militar ou da geografia das suas terras, mas confiava na sua sabedoria. Pensara muito sobre as palavras de Inês ao ponto de concordar em estabelecer uma fortificação no grande lago com intenções defensivas e não de ataque premeditado, ele refletiu muito e chegou a conclusão que a defesa ali, era o melhor ataque de fato, manteria a sua posição e poderia destruir o inimigo sem ser considerado o agressor, o que era brilhante, prático e conveniente. E se refletindo ele mudou seus conceitos, precisava pensar sobre essa perspectiva de prioridade que o sogro lhe apresentava e a manhã seguinte lhe daria esse tempo e com certeza, pai e filha conversariam esta noite e por certo como os deuses antigos guardam os Felinight, Inês estaria pela manhã refletindo o espirito da conversa com Harry e era sábio, esperar e ouvi-la antes de expor o seu pensamento.

    A noite foi pequena para o descanso, Arthur acordou algumas vezes para fazer suas necessidades e por vezes ficava olhando o mapa das suas terras no norte e medindo mentalmente distâncias, rotas de fuga, de reforço e de estrangulamento de forças e memorizou essas posições para futuramente discuti-las com seu pai, um ás na estratégia militar. A tempestade, com o rebombar dos trovões lhe acordou algumas vezes, mas o cansaço cuidou de faze-lo voltar a dormir, até que os primeiros raios de sol, o fizeram levantar e se lavar e aprontar-se para receber as visitas com dignidade e se recostou de forma confortável e iniciou a leitura de um livro militar sobre como manter a defesa de uma posição ampla e aberta, capítulo interessante naquele grosso compêndio.

    E foi assim que recebeu Inês, que equilibrava temerariamente uma bandeja, uma garrafa de vinho e alguns rolos de papel que pareciam mapas e projetos... Ela estava alegre e logo acha espaço para arrumar uma mesa com pão, mel, copos e vinhos e algumas guloseimas interessantes. Após comerem e sorrirem com uma conversa leve, ela novamente rápida, recolhe os insumos que distribuíra na mesa e aproveita o espaço para abrir os seus rolos de papeis e os olhos atentos de Arthur se maravilham com o que vê, um projeto bem elaborado e detalhado, da reforma da cidade de Breakstone. Reforma não era um nome adequado, era uma revolução espacial e arquitetônica o que ele via diante de si. Ele dedica tempo a observar cada detalhe do projeto e com o dedo aponta alguns pontos que destaca e vai pontuando comentários para cada um, com explicações ou confirmações, de Inês conforme ele pergunta sobre cada ponto que ele destaca. Ele comenta sobre a mina: - Muito interessante a ideia da mina ter sua entrada contornada e ter ficado completamente incluída no forte Arthur e sua grossas muralhas. Alto fator positivo para a segurança da população e das nossas riquezas. Aponta para as pontes "Henry" e "Allafante" e sorrindo diz: - Meu pai vai reclamar do fato do seu pai ganhar dele no número de pontes, sugiro destinar uma delas para o meu tio Meistre, que ai pode aplacar a ciumeira. Aponta para uma construção ou grupamento de belas estátuas na divisa norte da cidade com um nome escrito com uma bela letra "Corte de Pedra", ele olha demoradamente e alternadamente para o mapa e para Inês e diz: - Isto vai emocionar papai e mãe, é um tributo maravilhoso aos nossos valores, mas gostaria que acrescentasse uma das nossas árvores sagrada com seus rostos, é possível? Nossas famílias ficarão gravadas na rocha por milhares de anos e as pessoas pagarão para ver isso, podemos fazer uma estrutura de visitação e comercio de consumo para os visitantes e muitos poderão daí tirar seu sustento, meu amor...

    Arthur continua olhando os bairros, as projeções de sombra e comenta sobre os detalhes de temperatura e distribuições, a localização da grande praça e do comercio e finalmente conclui: - Este projeto responde algumas das minhas dúvidas e satisfaz alguns dos meus anseios, na verdades soluciona a maioria deles na verdade, é um projeto caro, com certeza demorado, porém é alto sustentado financeiramente, gastaremos na implantação, porém logo ele renderá frutos que por si financiarão o projeto, trará riqueza no curto prazo, população autosuficiente com pouco tempo e um sistema de defesa que fará inveja em todo os sete reinos, fazendo com que a demanda de um grande forte no grande lago, possa ser satisfeita por um forte menor, que serviria de atalaia e uma primeira defesa, enquanto o poderoso contingente do forte Arthur chegaria rapidamente, devido as ótimas estradas que construímos, para liquidar com o confronto. Com isso, a construção do forte e espias no grande lago, será rápido e cinco vezes mais barato, sobrando recursos para acelerar a construção do porto leste como planejamos.

    Inês conhece Arthur a algum tempo para saber que tinha um "mas" e aguarda para que ele verbalize o restante da sua fala e após um tempo estudado, ele finalmente comenta: - O projeto está perfeito e eu vou apoia-lo integralmente. Porém você sabe que quero uma contra partida da sua parte, e se você confia em mim eu lhe peço o seguinte, que o dinheiro do dote, seja passado integralmente para mim, que minha família veja que o gestor sou eu, pois aqui no norte e deste lado do mar, as coisas funcionam assim e si não for deste jeito, eu não terei o respeito do meu povo, a quem me cabe liderar. Mas lhe dou a minha palavra de honra que não desviarei um senti sequer do projeto original e que liberarei dinheiro com folga para cada etapa, da construção e o dinheiro não usado, ficará contigenciado no banco do seu pai rendendo o devido juro, pois já me pertence, ou seja, Minha honra fica protegida e o projeto garantido, é o que proponho, pois a partir de hoje, o projeto não é mais só seu, mas é nosso. Espero estar vivo, com nossos filhos e você ao meu lado, na última inauguração do complexo, pois será um grande dia de glória e riqueza. O que me diz? Confia no seu futuro marido, a ponto de confiar na palavra dele?
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    O Jogo dos Tronos - Felinight - Página 32 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Felinight

    Mensagem por Alexyus Qua Mar 23, 2022 4:57 pm

    NOITE DO TERCEIRO DIA

    MAEHRA

    - Então estas a dizer que se tivesses tempo, ainda sim, milorde não aproveitaria a companhia de uma das garotas? - Questionei curiosa enquanto ele bebia.

    O homem alto apenas sorriu, enquanto o anão riu e disse:

    - Se tivéssemos tempo, eu aproveitaria cada uma das garotas de Chataya!

    O sorriso do moreno abriu-se mais e ele fitou profundamente os olhos de Maehra:

    - Se tivéssemos tempo, eu aproveitaria muito mais de tudo...

    - Mas mal pode apreciar minhas musicas, milorde. - Disse em um tom lastimoso. - Que tal mais uma bebida? Garanto que seu amigo adoraria mais um tempo com as as garotas. - Volto-me ao anão. - Não é mesmo, milorde?

    O anão concordou:

    - Isso não seria nada mal...

    O homem grande sacudiu a cabeça negativamente:

    - Não é possível. A hora já é avançada, e ao amanhecer haverá mais um dia de torneio. Temos que voltar o quanto antes.

    O vinho não parecia ter afetado o juízo do homem mais alto.

    - Parece que conheço, milorde de algum lugar. Mas, não recordo-me de onde. - Sorrio sem jeito. - Contudo, não creio que isso tenha ocorrido durante o torneio. Caso contrario, eu me lembraria muito bem de milorde. - Encarei-o gentilmente. - Também não imagino que tenha sido nas Cidades Livres. - Por um instante, desvio o olhar pensativa. - Sei que é pouco provável  que uma humilde violinista chame a atenção de milorde, mas talvez o senhor possa sanar essa minha incerteza? - Por fim, aguardei paciente pela resposta.

    O anão gargalhou:

    - Ela é curiosa, meu caro! E não nos reconheceu mesmo!

    O homem mais alto sorriu e disse:

    - No entanto, eu me lembro dela. Você é difícil de esquecer, querida violinista. Primeiro a vi no Banquete do Rei, e depois notei-a entre o povo que assistia as justas do torneio. Presumo que não me notou no banquete por causa do rei e de todos aqueles nobres barulhentos, e se o fez, não me reconheceria no torneio por causa do elmo. Estou tentado a não lhe dizer o meu nome e deixá-la na curiosidade...

    O anão loiro protestou:

    - Ora, não seja malvado, Renly!

    O moreno alto ergueu-se e disse:

    - Bem, meu amigo anão já estragou o mistério. Sou o Baratheon mais jovem, mas não precisa espalhar isso por aí. Aqui estão suas luas, querida, obrigado por suas músicas.

    Ele virou-se e pagou pela bebida, saindo em seguida, com o anão correndo para acompanhá-lo e tropeçando duas vezes antes de passar pela porta.



    MANHÃ DO QUARTO DIA

    ASDULFOR & LÍCIA

    -Lady Maria, quais os seus sintomas? Quando começaram a serem sentidos? Hove algum estresse ou excesso de preocupação, além do que já sabemos? Vamos Lícia me ajude aqui! Isabelle e Alyse, por favor, peguém água quente e tragam água para Lady Maria beber um pouco e se hidratar.

    As damas de companhia correram para trazer o que o meistre pedira, enquanto ele examinava a senhora Felinight.

    Asdulfor percebeu que Maria tinha febre e seus braços e pernas estavam inchados. Os olhos dela estavam um pouco fora de foco, mas ela estava consciente o suficiente para responder, embora com voz trêmula.

    - Dores na barriga... dores no estômago... Fui deitar ontem sentindo tonturas... as dores começaram de madrugada...

    Lícia estava próxima e notou algo algo estranho: no penico de Maria, a urina era espumante.

    Com todos esses dados, Asdulfor soube o que estava acontecendo: os meistres chamavam aquilo de pré-eclâmpsia, uma doença hipertensiva. A pressão do sangue nas veias de Maria estava muito alta por causa da gestação.

    Asdulfor pensou em formas de controlar a pressão arterial de Maria: evitar aumento de peso, o consumo de sal e bebidas alcoólicas e qualquer estresse. A comida dela deveria passar a ser à base de plantas, e se fosse possível fazâ-la caminhar. 

    De imediato, Asdulfor poderia dar-lhe um pouco de leite de papoula para amenizar as dores, mas em pequena quantidade. O meistre teria que acompanhar as condições médicas dela para ter certeza que não piorasse.

    Os efeitos de piora no quadro clínico passaram pela mente de Asdulfor sem que ele conseguisse evitar: eclâmpsia total, envelhecimento da placenta, parto prematuro, morte do feto e da mãe.

    Agora Asdulfor tinha dois pacientes, Arthur e Maria. Seria bom que não houvesse mais tão cedo... 


    ARTHUR

    MECÂNICA:

    Inês apreciou o interesse de Arthur e comentou as impressões dele sobre cada ponto do plano.

    - Muito interessante a ideia da mina ter sua entrada contornada e ter ficado completamente incluída no forte Arthur e sua grossas muralhas. Alto fator positivo para a segurança da população e das nossas riquezas. 

    - É preciso formar uma guilda de mineiros, homens especializados e treinados, que possamos identificar e controlar o acesso às minas.

    - Meu pai vai reclamar do fato do seu pai ganhar dele no número de pontes, sugiro destinar uma delas para o meu tio Meistre, que ai pode aplacar a ciumeira.

    - Ah, o nome Felinight está sobre toda a terra, e Lorde Beron terá uma ponte só dele, então uma ponte Allafante homenageando a família de sua nora não há de ser nada. Mas talvez possamos fazer alguma outra homenagem a ele na Via Maria. Quanto ao seu tio meistre, pensei em nomear o hospital em homenagem a ele. Sabe o que é um hospital? É uma casa de curandeiros para cuidar da boa saúde da população antes que fiquem doentes. Também teremos uma escola, que pode levar o nome dele, se você quiser.

    - Isto vai emocionar papai e mãe, é um tributo maravilhoso aos nossos valores, mas gostaria que acrescentasse uma das nossas árvores sagrada com seus rostos, é possível? Nossas famílias ficarão gravadas na rocha por milhares de anos e as pessoas pagarão para ver isso, podemos fazer uma estrutura de visitação e comercio de consumo para os visitantes e muitos poderão daí tirar seu sustento, meu amor....

    - Sim, toda essa região entre a praça, o mercado e a Côrte de Pedra deve abrigar estalagens, tavernas, teatros, sedes administrativas das guildas, até bordéis, mas você vai ficar bem longe deles depois do casamento, ouviu?

    Ela riu ao dizer as últimas palavras.

    - Eu não sei se o solo da cidade comportaria um bosque sagrado, mas o centro da praça pode ser preparado para isso, ficar bastante ornamental.

    - Este projeto responde algumas das minhas dúvidas e satisfaz alguns dos meus anseios, na verdades soluciona a maioria deles na verdade, é um projeto caro, com certeza demorado, porém é alto sustentado financeiramente, gastaremos na implantação, porém logo ele renderá frutos que por si financiarão o projeto, trará riqueza no curto prazo, população autosuficiente com pouco tempo e um sistema de defesa que fará inveja em todo os sete reinos, fazendo com que a demanda de um grande forte no grande lago, possa ser satisfeita por um forte menor, que serviria de atalaia e uma primeira defesa, enquanto o poderoso contingente do forte Arthur chegaria rapidamente, devido as ótimas estradas que construímos, para liquidar com o confronto. Com isso, a construção do forte e espias no grande lago, será rápido e cinco vezes mais barato, sobrando recursos para acelerar a construção do porto leste como planejamos.

    Inês ainda completou animada:

    - Seria melhor não cobrar impostos durante um ano ou dois, até que nossos habitantes possam ver as vantagens de morar lá. As guildas de construtores e pedreiros que nós precisamos formar vão trabalhar tanto nas casas quanto nas nossas construções, e eles podem diminuir os custos das outras construções.

    - O projeto está perfeito e eu vou apoia-lo integralmente. Porém você sabe que quero uma contra partida da sua parte, e se você confia em mim eu lhe peço o seguinte, que o dinheiro do dote, seja passado integralmente para mim, que minha família veja que o gestor sou eu, pois aqui no norte e deste lado do mar, as coisas funcionam assim e si não for deste jeito, eu não terei o respeito do meu povo, a quem me cabe liderar. Mas lhe dou a minha palavra de honra que não desviarei um senti sequer do projeto original e que liberarei dinheiro com folga para cada etapa, da construção e o dinheiro não usado, ficará contigenciado no banco do seu pai rendendo o devido juro, pois já me pertence, ou seja, Minha honra fica protegida e o projeto garantido, é o que proponho, pois a partir de hoje, o projeto não é mais só seu, mas é nosso. Espero estar vivo, com nossos filhos e você ao meu lado, na última inauguração do complexo, pois será um grande dia de glória e riqueza. O que me diz? Confia no seu futuro marido, a ponto de confiar na palavra dele?

    Inês fez um muxoxo:

    - Você quer a minha mão em casamento, a associação com a minha família, o dote do meu pai, esses projetos que a minha mente arguta desenvolveu, e ainda quer o controle? Escute, Arthur Felinight, você e eu somos iguais, e eu me recuso a ser uma esposa decorativa e passiva. Se eu tenho que ir morar no Norte de Westeros com você, que seja, mas há coisas que eu desejo fazer lá, e ficar sentada enquanto você faz o que quiser não é uma das coisas da minha lista!

    Ela respirou e continuou desabando sobre ele:

    - Sua família e seu povo podem pensar o que quiserem, já que nenhum deles precisa saber os detalhes do nosso contrato de casamento. O dinheiro do dote vai para Westeros integralmente, e não vai ficar parado no Banco; é melhor investir o dinheiro do que guardá-lo, e há muita coisa para ser investida nesses projetos. Além de Breakstone Hill, ainda há as estradas para construir, e à beira das estradas eu tenho um projeto de agricultura sob estufas que pode criar vilas-satélites no caminho para o porto do oeste. Se está preocupado com sua honra, eu posso lhe dar uma saída honrosa: nosso casamento deverá acontecer em seis meses, e até lá eu quero que você dê início a esse projeto para a minha chegada, investindo metade do dote. Quando eu chegar, se você tiver feito como eu lhe disse, eu me casarei com você e te darei a outra metade do dote para completar o projeto. Mas se eu conferir os gastos e perceber que você desviou o meu dote da finalidade que eu desejo, você terá que me devolver a metade que tiver sido gasta, e não haverá casamento! Aceita essa proposta?   


    ESDRES

    - Porém, antes que comecemos, tenho que te dizer que minha família, desde o começo da nossa viagem até a Capital, vem sofrendo ataques, diretos e indiretos, de todas as formas. Por isso estamos um pouco "ressabiados" e mais preventivos. Dito isso, acredito que você entenda se eu te pedir algo que confirme que você é Lorde Wyl mesmo, não é? Sei que tem boas intenções para com minha família, lembro de você me desejando boa sorte no combate por justiça de minha família. Mas tem como provar que é você mesmo?

    Tygor Wyl assentiu, suspirando.

    - Tem razão em desconfiar, Sor Esdres. Eis aqui.

    Ele enfiou a mão num bolso e retirou algo. Ao abrir a mão, havia um anel de sinete em sua palma. O símbolo dele tinha uma perna humana com uma serpente enrolada nela.

    Spoiler:

    - A Casa Wyl tem sua sede no Castelo Wyl, às margens do rio Wyl, na região chamada de Caminho dos Ossos. Nós Wyls lutamos por séculos contra os demais lordes das Marcas Dornesas ao norte. Minha família fez túneis sob o castelo Wyl para ligar cavernas para maior defesa. Wylla de Wyl foi uma donzela-guerreira que lutou ao lado de Yoren Yronwood contra o rei Durran o Jovem na Batalha da Lagoa Sangrenta mas falharam. Durante a Primeira Guerra Dornesa, os Wyl de Wyl emboscaram e derrotaram as forças de Orys Baratheon que tentavam atacar pelo Caminho do Espinhaço, como os homens da Tempestade o chamaram. O ato mais infame da Primeira Guerra Dornesa foi cometido por lorde Wyl, quando ele apareceu no casamento de Sor Jon Cafferen e Alys Oakheart, castrando o noivo, ordenando que seus homens estuprassem a noiva e depois vendeu ambos como escravos. Em seguida, ele matou o lorde Oakheart e a maioria dos convidados do casamento. O filho de Wyl, Walter Wyl, lutou ao lado do Rei Abutre durante o reinado de Aenys I Targaryen. Em 133 d.C., Wyland Wyl matou Sor Steffon Connington nas Marcas Dornesas. Durante a parte final da Conquista de Dorne, o rei Daeron I Targaryen foi atacado e morto durante um encontro sob uma bandeira falsa de paz e o príncipe Prince Aemon Targaryen foi aprisionado pelos Wyls.  Lorde Wyl forçou o rei Baelor I Targaryen a cruzar um terreno cheio de cobras venenosas para salvar o Cavaleiro de Dragão. Essa é a minha casa.

    - Mas como eu disse, nós estamos enfrentando vários problemas desde que colocamos os pés aqui, e uma ajuda sempre é bem vinda. Posso contar com sua ajuda, caso conseguir retomar sua espada?

    Tygor respondeu de pronto:

    - Vai descobrir que não sou ingrato, Sor Esdres.

    - Bom, isso é só uma parte do plano, para ele dar certo, eu tenho que ganhar a Justa. Agradeço a sua confiança de que posso ganhar dele, e eu tenho plena convicções disso. Mas qualquer outra informação pode ser útil.. Na sua conversa com ele, ele acabou lhe confessando alguma fraqueza? Algo que me ajude a vence-lo hoje..

    Dessa vez, Wyl pensou antes de responder:

    - Tenho que admitir que ele é um bom cavaleiro, sor. Cauteloso, começa na defesa, mas é capaz de passar rapidamente para uma postura agressiva. Ele não será um páreo fácil, Sor Esdres...

    - Agora, mudando de assunto, vejo que é bem parecido comigo, Lorde Wyl. Mesmo em uma missão honrosa, não resistiu em se apaixonar por uma mulher *apaixonar era muito para Esdres, mas ele já tinha pensado em algo* - Se quiser, posso te ajudar nesse quesito também, não sei se vocâ sabe, mas tenho grande habilidade na arte de conquistar mulheres.

    A pele morena de Tygor corou com aquele assunto:

    - Não é sobre conquistar mulheres, sor... mas aquela mulher não é uma... moça de bordel... comum. Ela tem algo que eu não sei explicar, mas há algo diferente nela... Algo estranho e especial...


    GYLEN

    "É bom agir assim. É bom cuidar de si mesmo. Mas somos aliados, não somos? Quando encontrar um problema que não pode resolver, talvez eu possa. Não hesite em falar comigo se for o caso." Ele olha para a chuva e os animais molhados. "Eu não hesito em pedir sua ajuda quando preciso. Então faça o mesmo."

    Tarso acenou positivamente com a cabeça.

    Então ele faz uma careta olhando para o chão. Precisaria de tabuas ou peles para cobrir os caminhos que as damas e o pai fariam. Gylen sai dali e repassa as instruções a um dos servos da casa antes de encontrar Gaspar.

    Mary Snow e Daise Wull estavam próximas dali e foram as destinatárias das ordens de Snow. Mas elas não as acataram sem reclamar. Daise disse:

    - Gylen, isso é inútil! Não temos tábuas disponíveis a menos que você queira desmontar as mesas dos senhores, e jogar as peles nessas poças de lama vai apenas enlamear as peles e criar armadilhas escorregadias para quem pisar nela. 

    Mary acrescentou:

    - As damas não vão querer sair hoje. Além da chuva, a senhora Felinight não passa bem. E os senhores vão pisar na lama de qualquer jeito se forem ao torneio de hoje...


    MAEHRA

    - Mas como a senhora já sabia sobre minha partida? - Indaguei pasma. - Iria lhe contar nesse exato momento sobre minha partida. - Completei.

    Chataya sorriu como se falasse com uma criança:

    - Ora, por que mais faria as malas? Mas espero que tenha escolhido um bom lugar para ir. E fale com o seu contratador, ou ele ficará ofendido pela sua atitude...

    Ela se afastou como uma borboleta em passeio, e Maehra se deu conta de que Chataya sempre aparecia e desaparecia sem ser notada, além de parecer estar sempre ciente do que acontecia em sua casa.
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    O Jogo dos Tronos - Felinight - Página 32 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Felinight

    Mensagem por Izanami Qua Mar 23, 2022 9:55 pm

      Aquilo tudo, desde o primeiro dia em que colocou os pés naquele lugar, havia entrado em um ciclo de azar provavelmente alimentado por seus novos inimigos. Ver sua mãe naquela situação não era algo fácil para a jovem, apenas ficou calada. Sentia uma sensação ruim, parecia que alguém havia arrancado um pedaço de sua alma ou essência. Sentada ao lado de sua mãe apenas prestou atenção no que seu tio por vezes comentava e aos comandos dados as servas.
      Lícia não tinha forças para falar, estava muito seria e olhando fixamente para sua mãe, estava muito fora do seu habitual com cuidado pousava a mão suavemente na mão de sua mãe e ficava pensativa, teria que mudar sua atitude, provavelmente viver mais pelo bem estar de sua mãe, reorganizava sua vida de forma a mais trabalho e cuidados com Maria.
      Tinha que rever tudo com calma, sabia que seus irmãos tinham suas próprias ambições fora o que estava acontecendo recentemente com sua familia, ela deveria se afastar de tudo e focar na sua mãe, ter a certeza que este problema não chegue a ela. Não sabia mais o que fazer olhava pela sala em desespero e era pega na ironia de ser uma criatura medíocre no qual não podia fazer nada para ajudar a sua mãe, isso teria que ser corrigido deveria começar a praticar e estudar mais sobre ervas e a medicina, de que adiantava todo o seu conhecimento em economia naquele momento, não queria mais passar por aquilo novamente junto a seus pensamentos vinha a pressão da preocupação em forma de dor de cabeça, mas se manteve ali sentada ao lado de sua mãe.

    OFF: Dar assistência em alguma rolagem para o  @Sandinus se ele fizer algum teste. No final Lícia esta ali de forma inútil apavorada com a situação, mas sofrendo calada é melhor deixar ela quieta na dela.
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    Mensagem por Pikapool Qua Mar 23, 2022 11:12 pm


       
           
           
       

               

               
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    Ruborizei com o olhar e as palavras do moreno. Mas infelizmente ele estava comprometido com seus afazeres e recusava estender vossa visita a casa de Chataya. E o anão não era de muita ajuda para auxiliar-me em convencer o amigo. Pelo contrario, parecia que o vinho havia deturpado seus pensamentos.



    As próximas palavras do moreno alto e a intenção de deixar-me no escuro só aguçavam ainda mais minha curiosidade a ponto de debruçar-me sobre a mesa na direção dele e quase derrubar meu precioso violino. Enquanto agia rápido para evitar o pior para meu violino, o pequenino dava com a língua nos dentes e revelava a identidade de seu amigo. Apesar que ainda sim, era um nome vago que não despertava me minha mente qualquer conexão. Isso até ele proferir seu sobrenome.



    - B-Baratheon!! - Sussurrei boquiaberta. - Me desculpe por minha indelicadeza, milorde. - Disse toda embaraçada e sem jeito.



    Ainda atônita, apenas recebi meu pagamento e permanecia ali estática até que Renly pagou a bebida e deu seus primeiros passos em direção a porta. Sem pensar duas vezes corri até ele e segurei sua mão impedindo que deixasse o recinto.



    - Espere, Lorde Baratheon! - Sorri amavelmente. - Meu nome é Maehra, Lorde Baratheon. Estarei no torneio e se puder identificar-se sob o elmo, eu ficarei feliz em poder torcer por milorde. - Solto sua mão.



    Após a resposta de Renly, prossigo:



    - Desejo-lhe uma boa noite, Lorde Baratheon. Contudo, antes que milorde parta, tenho que dizer-lhe que estas em divida para comigo. - Olho em seus olhos. - Milorde não ouviu minha ultima canção... - Faço uma breve pausa. - Espero que possa sanar tal divida em breve, Lorde Renly Baratheon. - Completo com uma piscadela.






    Ainda não compreendia como madame Chataya já tinha ciência de tais fatos. Havia arrumado minhas malas à pouco e a porta do quarto estava fechada. Por um instante considerei que poderia haver alguma forma espiar através das paredes. Afinal de contas, em tal ambiente era de se esperar todo tipo de fetiche estranho por parte de seus clientes.



    - Fui contratada pela casa Felinight. - Digo esboçando um sorriso. - Apesar da postura rígida, eles parecem ser boas pessoas... - Faço uma pausa e logo concluo. - Pelo menos, a maioria deles. - Meu sorriso toma um tom desajeitado.



    O conselho de madame Chataya mostrava-se de extremo valor. Estava tão empolgada em ir para a casa Felinight que nem havia cogitado avisar Will sobre minha mudança. Mas certamente seria minha prioridade assim que chegasse no local do torneio.



    - Queria agradecer-lhe por toda sua gentileza, madame Chataya. - Disse reverenciando a mesma. - Se tiver algo que eu possa fazer para retribuir-lhe um pouco de sua cortesia, não hesite em dizer-me.



    Madame Chataya possuía as mesmas habilidades necessárias para fazer dela uma assassina eficiente. Me perguntava o que se escondia entre os véus de seu passado. Sem mais, despedi-me de Alayaya e de todas as meninas e aguardei pela minha carruagem.


               

           
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    O Jogo dos Tronos - Felinight - Página 32 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Felinight

    Mensagem por Claude Speedy Qui Mar 24, 2022 9:32 am

    Gyllen escreveu:
    "Gaspar, meu caro, finalmente vai ter uma bela roupa de ajoelhador como a minha?" A zombaria é fingida, mas a curiosidade real. O manco limpa o rosto e tira um pouco da água das roupas e cabelo. "Podemos conversar? Tenho novidades interessantes." Ele olha para Linda e sorri. "Uma bela manhã, não é, senhorita Snow?" ele achava engraçado porque também era um Snow.

    —Na verdade eu penso que você deve usar uma também, a roupa não é um adorno e sim é uma cópia do manto dos sacerdotes vermelhos de R´lhor... Penso que é fundamental que formemos uma aliança para derrubar esses sujeitos, antes que eles matem toda família. Especialmente nós que não somos exatamente ajoelhadores, mas somos apenas "Neve" ou "Selvagens"... Não vão prestar atenção em nós enquanto nossas antigas identidades, podemos nos deslocar por entre eles antes que fiquem distantes demais para nos alcançar.

    Falava isso tanto para convencer Snow a colaborar com sua tramoia quanto para empolgar seu jovem amigo.

    —Me diga, que novidades conta?

    Falava enquanto Daisy o media.
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    O Jogo dos Tronos - Felinight - Página 32 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Felinight

    Mensagem por DariusNovadek Qui Mar 24, 2022 11:45 am

    Esdres pegou o anel e o analisou, era um ótimo anel de família, mas mentalmente Esdres agradeceu pelo brasão de sua família ser um gato das sombras sobre raios lunares de uma lua de sangue e não uma cobra abocanhando o calcanhar dos outros, parecia desonroso.. E enquanto ele analisava o anel, o Lorde Wyl começou a contar os feitos de sua casa, talvez fosse uma forma de reafirmar para Esdres que ele era mesmo um nobre da família Wyl.

    Enquanto ele falava, Esdres devolveu o anel a ele, e logo pegou o chá e deu mais algumas goladas, um pouco demoradas, principalmente quando ele falava de algumas ações um tanto.. cruéis e desonrosas. Tinha certeza que ele estava falando isso para ganhar a confiança de Esdres, mas tinha na verdade criado uma pulga atrás da orelha dele. De forma risonha e descontraída, fez apenas um comentário.

    - Bom Lorde Wyl, me fez não querer convidar o senhor para o meu casamento, hehe.. *ria "timidamente" enquanto num gesto protegia as partes baixas.*

    Quando Tygor diz que não era ingrato, Esdres rebateu:

    - Assim espero, Lorde Wyl, a família Felinight também é bem generosa para com seus aliados, especialmente minha pessoa.

    A esse ponto do torneio, diante de tudo que tinha visto, Esdres já tinha percebido o quanto era bom criar aliados para a família, e mais do que isso, criar aliados para ele próprio também. Depois disso Esdres perguntou se ele sabia de alguma fraqueza Sor Gennady Shanin, mas Lorde Wyl deu uma resposta um pouco mais abrangente que Esdres gostaria, porém, ainda sim era uma pequena ajuda. Esdres saberia então que ele começaria em posição defensiva, porém ficaria atento a uma mudança de postura repentina, nisso, Sor Gennady não o pegaria de surpresa.

    - E alguma lesão ou ferimento, sabe se ele teve? *Essa informação seria útil também.*

    - Aproveitando que estamos falando de pessoas de Dorne, fiquei sabendo nesse torneio que meu tio esta defendendo a casa de alcanceleste, Sor Cornel. O senhor o conhece? Qual a relação de sua família com essa casa?

    Quando falou sobre a mulher, Lorde Wyl ficou todo ruborizado, pelo jeito ele não tinha a mesma "manha" que Esdres tinha. Esdres sorriu e disse:

    - Tem toda razão Lorde Wyl, vi você conversando com ela na Fonte de Jade, e pelo pouco contato que tive com ela, vi que ela não é comum mesmo. Faz certo em estar fascinado por ela. Mas.. Tenho certeza de que você não é qualquer um também, não é?

    Sim, ela não era comum, era uma espiã safada contratada por alguém maior para causar um dano a família de Esdres. Obviamente não iria falar pra ele que dormiu com ela, não seria legal. Iria fazer aquele Lorde se aproximar dela, e assim fazer ela dar informações a ele, e ele a Esdres. Se ajeita um pouco na cadeira, e coloca seu tronco para a frente, apoiando os cotovelos na mesa.

    - Vou lhe ajudar nisso pois sou um homem romântico, se você realmente está apaixonado por ela, deve investir nisso.

    - Você deve estar indo visita-la com frequência, mas te digo uma coisa: Não fique querendo conversar com ela la no saguão. Querendo ou não, ela depende daquele trabalho para sobreviver, e caso você a segure muito tempo no saguão só para conversar com ela, vai só estar fazendo ela "perder dinheiro". Então não perca tempo, peça um quarto com ela, e converse com ela lá dentro.

    - Já la dentro, não a trate como um objeto, e não fique fazendo piadinhas para descontrair o ambiente, tenha em mente que pra ela não é legal ter que dormir com homens para sobreviver, e fazer piadinhas não vai melhorar isso. Tome cuidado com palavras ambíguas também.. Não queira já dormir com ela já de cara, e se não o fizer, talvez seja melhor. Converse sobre assuntos aleatórios, mas sempre demonstre sua admiração sobre ela. Aproveita esse tempo e pergunta sobre Sor Gennady, as vezes ela te da uma informação útil pra você, como ela ficou conversando com ele um tempo, ele pode ter se gabado pra ela e contado coisas importantes.

    - Só depois se declare pra ela, diga quem você é e que quer tira-la dessa vida que ela tem, diga que vai dar a ela muito mais dinheiro que ela tem hoje, mas mais do que isso, dará amor. Enfim, essa parte de declaração você vai saber o que fazer não é?

    - Então faça isso, se declare para ela, e depois venha até mim e conte tudo o que ela disse. Talvez não será hoje que tomará ela como sua, mas comigo te assessorando, com certeza esse dia chegará. Depois, vá até a guarda Dourada e procure por Sor Hallad, diga a ele que eu estou pedindo para que ele me encontre logo após minha justa. Diga que tenho uma informação importante sobre um delito.


    Depois se despediria de Lorde Wyl, e procuraria suas aias, dizendo:

    - Meninas, mudança de planos. Eu ja sei quem eu vou enfrentar, será Sor Gennady Shanin, de dorne. Então, preciso que vocês busquem informações sobre ele, estilo de luta, erros, ferimentos, qualquer coisa que me ajude a vence-lo. Acho que Anya, que já é mais interessada em combate, pode ser a melhor para fazer isso. Mas as três podem ajudar, o que me dizem?
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    O Jogo dos Tronos - Felinight - Página 32 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Felinight

    Mensagem por Sandinus Qui Mar 24, 2022 12:59 pm

    Asdulfor ia analisando os detalhes e as informações e cada vez mais sua preocupação aumentava. Ele ia ficando sério e sua preocupação aumentava a cada sintoma que vinha em sua mente e seus estágios avançado. Após a análise e as palavras de Lady Maria, bem como, com a volta das ayas o velho meister levanta-se e guarda seus instrumentos de análise.

    -Precisarei ir até minha carruagem par fazer Leite de Papoula com as medidas corretas para diminuir as dores de Lady Maria e consultar alguns livros. Quero que uma de vocês fique com a lady e a outra faça um suco de beterraba com clara de ovo também para ela. Ela está com a pressão arterial muito alta...  E não exitem em buscar a carruagem me chamar caso aconteça algo antes que eu termine o leite. E Lícia, por favor, preciso que venha comigo...

    O velho volta-se para a senhora Fenlinight:

    -Assim que voltar e enquanto você estiver bebendo o leite de papoula eu explico seu problema, Lady Maria,  enquanto isso bêba um copo do suco de beterraba com clara de ovo, farei umas consultas em meus livros para confirmar o que você tem,, não se preocupe.

    O velho acena e segue com Lícia e assim que saem da tenda de Beron ele indaga Lícia:

    -Você, sabe que sua mãe está grávida não sabe? Se não sabe, fique sabendo agora. Mas o problema não é esse e ao mesmo tempo é. Os sintomas de Lady Maria são de pré-eclâmpsia, uma doença hipertensiva. A pressão do sangue nas veias de Maria está muito alta por causa da gestação. É uma doença séria e deve ser acompanhada de perto, toda a rotina da Lady deve ser refeita, bem como a sua alimentação deve mudar, primeiro a proibição dela comer coisas que contenam Sal e segundo, basear a alimentação dela exclusivamente a base de plantas, a carne animal não é boa para quem tem esse problema. E para viocê ficar ciente, se tudo que falei não for seguido a risca, infelizmente a Lady pode vir a óbito...-Asdulfor respira fundo enquanto olhava para o vazio-

    -Como você sabe, você depois de mim é a mais habilidosa em nossa casa quanto ao estudo de ervas e medicina, mas não é o suficiente para cuidar de sua mãe. Por este motivo devo reforçar a necessidade de um outro mesiter, mais jovem do que eu para ter força e energia para atender os poblemas que virem a ocorrer conosco de modo mais rápido e menos cansativo do que eu. Lembre que ainda tenho seu irmão Arthur para tratar, as feridas dele forma sérias e ee está longe de estar completamente recuperado.

    O velho segue caminhando em silẽncio por mais alguns segundos e depois continuou:

    -Sei pai me pediu sigilo quanto a gravidez de sua mãe, mas com esse problema não acho que poderemos esconder dos demais, fale com ele para saber sua opinião e me informe, afinal, estarei cuidando de sua mãe. Ela precisa de muita atenção e cuidado.

    Com isso ele adentra sua carruagem com Lícia, monta seus materiais e prepara o Leite de Papoula, voltand a tenda de Beron e dando um pouco a Lady Maria.
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    O Jogo dos Tronos - Felinight - Página 32 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Felinight

    Mensagem por Wordspinner Qui Mar 24, 2022 10:27 pm

    Daise: , isso é inútil! Não temos tábuas disponíveis a menos que você queira desmontar as mesas dos senhores, e jogar as peles nessas poças de lama vai apenas enlamear as peles e criar armadilhas escorregadias para quem pisar nela

    O bastardo revira os olhos. Já que Bater a bengala respingaria lama. "Nada é pior que lama para se andar. Acreditem..." Então Mary fala sobre a saude da madrasta.

    "Certo, prioridades. Mandem ter uma carruagem pronta, garantam que nada está no caminho da carruagem do velho meister e mande preparem dois cavalos. Alguém vai precisar. Se ainda não pediram água fresca, lenha nova e uma bebida forte, levem isso para a senhora."
    Ele parecia ter desistido. Mas só por um instante. "Façam o maldito caminho começando pelos aposentos da senhora e do meister. Se algum dos dois cair na lama e quebrar alguma coisa vai ser responsabilidade de vocês." Agora ele estava com pressa. Seu humor tocado pela paranoia. Veneno? Coincidência? Ele não espera as respostas.

    --

    O bastardo da uma risadinha contida quando o outro fala dos sacerdotes.

    "Um manco é fácil de perceber. Acho que não poderia ajudar." Mas fica intrigado. O que eles tem com Gaspar e, mais importante, o que Gaspar quer deles.

    Gylen limpa a lama o melhor possível com a bengala e depois limpa a bengala na tenta o melhor que pode.

    "Tenho noticias soturnas demais para tal bela e delicada dama ouvir. " Ele sorri para a menina que está a medir o ex-selvagem e agora sacerdote. Ele esperaria com calma e voltaria ao assunto real depois. "Não se apressem. Nada vai acontecer hoje." Ele pensava no torneio e nos Lugus e por fim em Linda. Qual seria o seu nome de verdade?


    Quando a finalemente estão a sos. "Acho que ela mediu bem mais do que precisava. Especialmente abaixo da cintura. " Ele ri, mas queria mesmo ver a reação do outro.

    "Estavamos sendo espionados provavelmente ainda estamos. Uma dama de casa de entretenimento. Linda o nome que usa no trabalho. Não parece ser a violinista. Isso ou esfregaram Linda na minha cara para eu achar que era ela. Pouco provável, a voz era a mesma." Ele sorri orgulhoso tentando esconder a tristeza de não ter conseguido nada na conversa com ela. Quase nada.

    Ele começa andar Pelas bordas do lugar enquanto fala. Queria saber se estavam sendo ouvidos ou observados.

    "Não é muita coisa. Eu sei. Sei também que os Lugus estão envolvidos com a gravida que Arthur não engravidou. Sabe dela? Foi um deles que a mandou. Não confie nela para nada além de respirar. Pelo menos não antes de ter certeza que ela consegue." Ele manca mais um pouco em volta.

    "Me conte mais e depois eu termino. Porque essa dança com R'hlor?" Ele estava intrigado e não escondida nem um pouco.






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    O Jogo dos Tronos - Felinight - Página 32 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Felinight

    Mensagem por Izanami Sex Mar 25, 2022 10:43 am

    Lícia só atendeu a seu tio depois de muita insistência, não queria sair do lado de sua mãe, mas também por respeito aos mais velhos foi seguindo seu tio até sua carruagem. Ficou calada o escutando, até o presente momento não sabia que sua mãe estava gravida e o tal perigo que ela estava correndo por causa disto.
      Pensava para si mesma que não queria ter filhos se tivesse a oportunidade de escolher algo na vida, vendo como estava sendo muito controlada por seu pai, pensava como seria sua vida casada, provavelmente agora pensaria com muita calma sobre sua vida. Ficava chocada com as coisas que seu tio falava, por sua vez teria que dobrar o cuidado com sua mãe, não gostou quando seu tio falou em óbito.
    -Nunca mais diga algo deste tipo, minha mãe vai ficar bem, pelos antigos ela tem que ficar bem... Não imagino minha vida... Não terminou a frase, não queria atrair a energia negativa para seu acampamento naquele momento delicado em que sua mãe se encontrava.
      -Não quero falar com meu pai, ele é muito irresponsável, como pode engravidar minha mãe sabendo dos perigos que ela poderia ter, já não bastava ter quatro filhos? Vou ficar ao lado da minha mãe e cuidar dela pessoalmente e ampliar meus conhecimentos agora em medicina e herbalismo, por isso vou pegar alguns livros seus para começar a estudar...
    Ajudou seu tio no que ele pediu, prestou atenção no que ele fazia, mais que o normal estava realmente focada em aprender suas habilidades curativas tanto em sua pratica quanto a teórica em livros. Por fim o ajudou a sair da carruagem e serviu de apoio até a tenda de sua mãe.

    OFF: No mais ficar dando assistência para o  @Sandinus

    Vou esperar o  @Wordspinner  pelo caminho e resolver logo isso da Linda o mais rápido que der se  possível no máximo 2 posts para resolver a compra dela.  

    Vou ter que acresce conhecimento medicina e herbalismo a minha lista de evolução futura o gancho para seu aprendizado é sua mãe e lendo os livros
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    O Jogo dos Tronos - Felinight - Página 32 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Felinight

    Mensagem por Claude Speedy Sex Mar 25, 2022 10:46 am

    Gyllen escreveu:
    "Acho que ela mediu bem mais do que precisava. Especialmente abaixo da cintura. "

    —Quem me dera, os dias andam solitários com tanta tensão, mas eu creio que seu irmão Esdres está fornicando por todos nós juntos...
    Ria junto com o amigo.

    Escutava sobre espionagem atentamente e isso reforçava o que ele suspeitava.

    —Eu imaginei da espionagem desde que o Corvus escapou da Taverna mesmo comigo, Lu Mei, um Gato das Sombras, um cão e dois guardas o vigiando na lareira e em seguida sermos atacados. Se a "esposa de aluguel" é a espiã precisamos saber se ela esteve de olho em nós desde aquele momento.

    Se sentou e começou então a falar sobre as perguntas sobre o Deus Único da Luz.

    —Quando jovem eu e meus amigos fugimos da Arena de Meereen e passamos a... tomar dos mais ricos mestres da cidade para sobreviver... O nosso principal alvo era constantemente o povo do templo de R´hlor. Eu achei que tinha conseguido me livrar deles, mas nós os vimos se esgueirando pela floresta em que eu estava caçando o Raposa. E à frente deles estava o sacerdote que jurou nos pegar com ajuda dos Mestres da cidade. Foram bem sucedidos em partes... Eu agora pensei em tomar deles o fator mais importante, o aspecto da sua própria religião. Ela mais é formal nas regiões da Arena por conta da religião Ghiscari e das Harpias, estão aos poucos tentando tomar todas religiões ao seu redor. Sabe, ouvi dos adeptos da Casa do Preto e Branco nas Arenas que há apenas um Deus, a morte...Essa ideia de tentar tornar todos os deuses o deus de seu brasão é uma estratégia política poderosa. Pode ver como seu pai, irmãos e irmã estão ansiosos por agradar o povo parecendo religiosos.  

    Gaspar sorria e continuava.

    —Minha ideia é transformar os Fellinight em algo tão sagrado que nos verão como os destinados a vencer os inimigos do Senhor da Luz. Eu penso que podemos registrar oficialmente nosso nome nos livros aqui tanto como sacerdotes regentes de R´hlor quanto senhores sobre o Deus Afogado... que certamente sei que não estão registrados aqui ao Sul também. Me diga então... que pensa em fazer sobre essa espiã? E que informações falsas podemos testar em lhe passar para ver se conseguimos começar a reagir aos ataques? Penso que Lídia poderia ser a mais útil nessa ação.
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    O Jogo dos Tronos - Felinight - Página 32 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Felinight

    Mensagem por Wordspinner Sab Mar 26, 2022 1:16 am

    Gaspas: Quem me dera, os dias andam solitários com tanta tensão, mas eu creio que seu irmão Esdres está fornicando por todos nós juntos...

    Gylen ri sem conter. "Esse sim vê bastante ação. Não sei como se aguenta no torneio." Era realmente adimirável. Como ele não ficava cansado?

    "Não esquece esse corvus, não é? Conseguiu alguma coisa? Além de suspeitas, é claro." O manco manca mais um pouco. "Lu Mei viu alguém seguindo a Lady ontem. Não sei de onde vem esse interesse na casa. Isso me deixa perdido. Eu não sei qual o motivo. Quais os motivos..." Ele suspira. Gaspar tinha dito muito.

    "É uma juventude estranha essa. Você lutou em arenas em Meeren? Não consigo imaginar. Devem ser memórias que não vão embora." Ele não imaginava. Não tentava. Só lutava para não afundar nas memórias que carregava.

    "Então você roubou dos sacerdotes e eles não esqueceram e vamos converter a casa? Beron sabe disso?" Ele adorava um bom truque. Enganar o oponente era o que ele amava fazer, mas não estava disposto a desagradar o pai e acabar na muralha ou coisa que equivalha.

    "Temos carta branca para agir?"


    Gaspar: Minha ideia é transformar os Fellinight em algo tão sagrado que nos verão como os destinados a vencer os inimigos do Senhor da Luz. Eu penso que podemos registrar oficialmente nosso nome nos livros aqui tanto como sacerdotes regentes de R´hlor quanto senhores sobre o Deus Afogado... que certamente sei que não estão registrados aqui ao Sul também. Me diga então... que pensa em fazer sobre essa espiã? E que informações falsas podemos testar em lhe passar para ver se conseguimos começar a reagir aos ataques? Penso que Lídia poderia ser a mais útil nessa ação.


    "Me desculpe não entender da religião dos sete reinos. Por acaso também sou ruim com espionagem. Eu confrontei a mulher para ter certeza. Mas só isso. Não informed nada. Exceto que a descobrimos. Gostaria de ajuda, na verdade. Acha que Lícia saberia o que fazer?" O bastardo pensa no assunto e reconsidera Maehra, será que as duas tinham alguma ligação? Servas do mesmo senhor? Rivais? Talvez não...
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    O Jogo dos Tronos - Felinight - Página 32 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Felinight

    Mensagem por Sandinus Seg Mar 28, 2022 12:43 pm

    -Não quero falar com meu pai, ele é muito irresponsável, como pode engravidar minha mãe sabendo dos perigos que ela poderia ter, já não bastava ter quatro filhos? Vou ficar ao lado da minha mãe e cuidar dela pessoalmente e ampliar meus conhecimentos agora em medicina e herbalismo, por isso vou pegar alguns livros seus para começar a estudar...

    Uma leve centelha de alegria é estampada na face de Asdulfor, apesar da situação, alguém seguir o estudo medicinal de sua família o alegra um pouco.

    -De toda forma, quem terá que falar serei eu...sua mãe terá que seguir a risca minhas recomendações e além disso caminhar periodicamente, e evitar estresse... Tudo isso até o final da gestação. Sei que essa segunda parte é um problema, devido ao que estamos pasando, mas seria idela não contar a ela os acontecimentos. Ou seja, ela terá um risco grande durante nove meses. Mas tem a opção de tirar feto... Mas quem pode decidir sobre isso é seu pai. Ele terá que decidir logo, quanto mais demorar mais arriscado para a vida dela e da criança será. Assim que cuidar um pouco de sua mãe terei que ir falar com ele sobre essa situação. A vida dela está nas mãos dele, conforme a Lei de Westeros... E não culpe seu pai, não tem como prever essa doença, ela pode vir simplesmente do nada e eu não me lembro de histórico de sua mãe quanto a isso. Talvez a idade dela esteja atrapalhando.

    Assim que termina o Leite o Meistre sai com Lícia em direção a tenda de Lady Maria e adentrando o local ele agradece as m,oças mas pede que se retirem por um momento, assim que eles saem ele se dirige a Lady:

    -Tome um pouco de leite de Papoula Lady Maria, vai ajudar a diminuir a dor. Assim que ela termina ele fala qual o problema:

    -Bom, Beron pediu segredo, mas algo assim não poderia passar incólume por Lícia, afinal, depois de mim, ela é que tem o maior conhecimento em medicina em nossa cas. Revelei que você estava grávida e esse seu problema é devido a gravidez. Os seus sintomas Lady Maria são de pré-eclâmpsia, uma doença hipertensiva. A pressão do sangue nas veias está muito alta por causa da gestação. É uma doença séria e deve ser acompanhada de perto, toda a sua rotina da Lady deve ser refeita, bem como a sua alimentação deve mudar, primeiro proibida de comer coisas que contenam Sal e segundo, basear a alimentação exclusivamente a base de plantas, a carne animal não é boa para quem tem esse problema, além disso asim que melhorar seria bom uma leve caminhada aqui no pavilhão mesmo. Porém, há uma solução...um pouco arriscada, mas existe. Funcionando, você terá a saúde de volta. -Ao Mesitre para um pouco pensativo por algusn segundos-

    -A solução seria tirar o bebê... Deixe-me esclarecer a sua situação, Lady Maria: Primeiramente, tirar o bebê não é plenamente seguro, há riscos de você ficar com sequelas... Segundo, manter a gestação aderindo todas as minhas recomendações e seguidno elas estritamente, inclusive sem procurar informações sobre os problemas da nossa casa, você não pode se estressar Lady... Mas correndo o risco de perder a criança... Sei que no final a decisão vai caber ao Beron, mas eu gostaria de ouvi-la antes e conversar com ele. Mas não se preocupe e não se estresse mais, por favor lady.

    Asdulfor aguardava a resposta da Lady.
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