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    Casa dos Algozes

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    Mensagem por Faor Seg Jan 25, 2021 11:32 am






    Casa dos Algozes - Página 4 268_2610



    Amy escreveu:"É assim que você se sente?"

    Fechando os olhos, tentando fazer a cabeça parar de girar para sintonizar em alguma coisa palpável, ele esfrega um pouco a mão na boca e pressiona o fio dos dentes. Incômodo. - Difícil saber o que sinto sobre o que eu vejo. - Ele dá de ombros. - Quando seu pai falou da marca de Fenris-Ur... bom, eu não vou negar, eu não escolheria outra presa. Eu sei que minha visão é estreita... eu não sei se gosto de tudo o que eu sinto Amy. - Ele parecia cansado, nada contrariado ou alterado de outra forma. Ele ainda olha para os lados, para as sombras, enquanto ela se encosta na parede, mas depois ele encurta a distância.

    O rosto dela tem outra expressão. Ela falando sobre o passado, passado que ela assassinou junto com Shaw. Ele sente o que ela diz mais que escuta e não se surpreende quando ela o puxa. Logo ele está negando, não aceitando as dúvidas dela. Até que ela fala sobre lições aprendidas e ele concorda. - Enterra essas dúvidas. Isso não serve pra porra nenhuma. Mas aprender alguma coisa é útil sim, não é? - Ele puxa o ar com força enquanto ela segue olhando e mexendo na corrente com uns enfeites pequenos. - Toda a bagunça na nossa cabeça é um bom sinal, sabe? Se a gente tivesse com isso aqui zoado... - ele cutuca a cabeça dela de leve. - ... seria fácil lidar com tudo isso. Ainda bem que dói.

    Ele ignora a lembrança sobre o pai dela, escuta em silêncio. Está mais interessado na correntinha. Shaw segura a mão dela com as lembranças das crianças e também o outro braço, que o puxou para perto. - Essa é a parte em que eu mais tenho dificuldade, Amy. - Ele solta a mão dela mas segura os pincéis e sorri olhando a fragilidade daquilo. - Acreditar que eu não sou só a porra do monstro lutando com carne e com espírito. - Soltando a corrente ele tira o cabelo que ela trouxe para o rosto e faz um carinho tentando prendê-los acimada orelha da rahu e segue mexendo no cabelo dela. - Eu preciso de ajuda com isso... - Apertando o braço de Amy, com a guarda baixa e sorrindo para ela. - Você quer um problema como eu?




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    Mensagem por GodsCorpse Ter Jan 26, 2021 12:49 am


        
           
           
        

               

               

           

               

    - Pssssshh... Tô tranquilo gata. O Ethan era para ser com quem a gente abre o coração? Aqui não tem isso. Papo de homem é reto. - Franco acaba caindo nas mesmas armadilhas próprias de "machão imbecil" que Asia menciona e demora um tempo até que ele olhe de cara a cara para ela para responder sério - É porra... Era para ter morrido. Só isso. - as palavras saem com dificuldade, como se estivesse engasgado nelas - Esse tipo de merda de tentáculo, espírito e tudo mais... Parece tão... Não fica velho, tá ligado. Não gosto dessa parte que ele me fez sentir: vazio. Impotente. Ter dado as costas para me meter lá no fundo do cu do bicho sem certeza que ia sair. É um nível diferente de incerteza saca.


               

    - Já tenho os sonhos com essa porra e eles vivem me mostrando como a gente vai morrer primeiro. Ninguém sonha com coisa que não faz sentido. Pode ser o Freud lá assombrando teu cu mostrando tu comendo tua mãe para contar que tu não resolveu o papo com a madrinha mas porra... Sabe porque as visões acabam? É porque tem que escolher... Vi num quadrinho uma vez essa bosta. A gente só consegue ver até onde tem o momento da escolha e ter que fazer essa escolha pelo resto... Viu que deu... É culpa minha esse caralho e... Porra, falei demais né. - o cahalith funga uma lágrima inexistente e vira o rosto novamente, logo tentando mudar o assunto, mas pronto para a resposta da guria - Quer uma ceva?


           

    Desculpa se ignorei alguém, tô atrasado
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    Mensagem por Bravos Ter Jan 26, 2021 8:47 am




    Axel Brown

    Lobo Partido aguentou o tranco. Sentia o toco da língua com horror e um misto de missão cumprida. Começar com um tropeço? Isso parecia muito a vida dele em retrospectiva. Depois que Connor o largou e trouxe a caixa com analgésicos, Axel quase não reagiu. Estava tentando lidar, tentando suportar.

    Simon falou com ele. Aquela palavra foi um conforto. Ele tinha exagerado, talvez? Axel era assim. O elodoth dos Algozes acenou com a cabeça para o Garra Sangrenta. Depois foi Amy. Axel juntou uma força de vontade imensa para amansar seu olhar, que voltava a ser cúmplice e para mandar uma piscadela para a rahu que o ensinou o que ele era. Enquanto ela e Asia se afastavam com Francis e Shaw, Connor saia para o lado de fora, Axel permaneceu onde estava.

    Quando juntou forças para sair, foi para o lado de fora. Chegou quando Olhar Curioso dizia que discutiria com Shaw e Amy o território. Connor falava que ele era intratável com isso. Era verdade. Ele queria estar a par de cada palmo. Deu duas batidas no tampo da mesa com os nós dos dedos. Com o indicador e o médio apontou para os próprios olhos e fez um gesto circular, dizendo que iria acompanhar tudo.

    Ele os seguiu em silêncio quando se afastaram. Connor se propôs a ser o primeiro a usar o disco. O elodoth observava.






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    Mensagem por Wordspinner Ter Jan 26, 2021 11:06 am

    Asia segura a mão de Francis quando ele fala da cerva e faz um sim com a cabeça. Mas não o solta. Também não o segura com força, os dedos fechados delicadamente nos dele. "A bebida por esperar se quiser me contar mais. Eu vejo o outro lado mais claro que vocês e é terrível. Eu te fiz tomar uma escolha dolorosa lá. Eu sei, eu tava lá. Eu tava puta, mas tava lá." Ela dá um leve aperto na mão do cahalith e imediatamente afrouxa sua pegada deixando ele saber que está livre para ir se quiser.

    --

    "Essa é uma boa pergunta Guardião Feroz, o que você acha? Se a resposta for não, vai arriscar sua alcateia ao solta-lo? Deixar a corrupção devorar a sanidade de vocês? Virar vocês contra os irmãos? Se o libertar ainda será um alfa depois disso?" Ele começa com um elogioso, mas logo cada pergunta é feita com mais entusiasmo. Mais energia que se reflete nos pés cada vez mais rápidos. Ele não olha para Connor quando fala, mas se move como se a importância das perguntas fosse algo impossível de conter em palavras. Mesmo assim não espera por uma resposta.

    Richard ouve atentamente o que Connor fala sobre Axel. Por um instante a sua resposta parece que vai ser apenas um "hunn" pensativo. Mas... "Guarda umas cervejas para eles. Discutir as fronteiras vai deixar um gosto amargo pra trás. Quanto mais justo, mais gosto de merda tem." Ele fala como se estivesse sentindo o gosto agora mesmo.

    --

    Shaw escreveu:...Ainda bem que dói.

    "Derrota" Ela diz na primeira língua. Rápido e baixo como um segredo. Como quando Shaw acertava algo no treinamento.

    Shaw escreveu:...monstro lutando com carne e com espírito.

    "Não é... precisa não ser." Ela fala baixo. Bem baixo. Mas estão tão perto que ele consegue ouvir claramente. Ela continua ouvindo as palavras dele. "Eu morderia problema feito você?" Ela aperta a corrente olhando para ele. "Num piscar de olhos..." Ela fecha os olhos, a boca entreaberta. Ela respira fundo.

    A voz de William pode ser ouvida lá de fora.

    --

    "Provavelmente vai." É tudo que ele diz antes de mostrar o disco. Parece que ele vai dizer o que fazer quando o disco explode em um luz cegante. A luz foi uma surpresa, mas o grito de Connor foi uma surpresa maior. Era como se seus nervos estivessem em chamas. Mas muito pior. O que ele via era luz da lua e ela cavava na sua carne fundo até os ossos. Mais fundo ainda.

    Os outros viam a luz, mas foi só um instante e logo ela era aceitável. Connor parecia brilhar. Vermelho sob a pele. Ninguém esperava ver a fumaça escura se movendo dentro dele. Ela se movia como se fosse um enxame de insetos, sem se incomodar com a luz da lua. Luz que se apaga sem aviso. O irraka deixa o disco cair e Richard o segura antes de cair no chão. Os olhos de Connor ainda brilham com a luz. O rosto ainda torcido com a dor inegável. William coloca a mão, ainda fumegando do disco, no rosto de Connor e o encara por alguns segundos.

    Connor:
    O rahu consegue ouvir as vozes. Muitas delas. Muito longe. Muito fundo dentro dele mesmo. O gosto de ossos na boca. A luz da era forte demais para ver qualquer coisa. O prateado muda de cor e se torna azul. Rápido como a cor muda a luz diminui. Ele vê os olhos na frente dele. Sente o cheiro de carne queimada. Ele sente uma curiosidade na sua mente, uma curiosidade que não é dele.


    "Nem uma gota da corrupção de fora do mundo. Tem alguma coisa definitivamente pior aí dentro." Ele assopra a própria mão fazendo uma careta. "É... doí um pouco. Quem é o próximo?" O sorriso está de volta no seu rosto. A mão queimada estendida para Richard. Amy olha para o pai como se tivesse acabado de provar um ponto. Mas sobre o que?

    --

    O disco queima cada um deles. Ninguém sofre tanto quanto Connor. Exceto Axel. A mesma sombra que viram em um dança na alma do outro. A loucura dos que Caçam nas Sombras impossível de se esconder. Mas ainda impossível de se combater. "Meia lua, eu posso tentar caçar isso. Mas vou precisar de um cahalith ótimo, que quer dizer alguém que eu posso confiar. Também vou precisar que vocês dois fiquem longe dessa caçada. Claro, se vocês sobreviverem aos puros..." Ele coloca a mão ainda fumegando no ombro de Axel. O ultimo tinha sido ele. O irraka falou baixo. Só para ele ouvir. Depois mais alto. "Obrigado Lobo Partido, por organizar isso tudo. Agora, posso roubar o irraka de vocês só um pouco? Pode ser depois que os convidados chegarem. Mas não queria adiar essa conversa. Estou passando todos dias atrás das linhas inimigas, posso acabar não voltando uma noite dessas." Ele sorri como se não pudesse acreditar nessa possibilidade.

    Depois do primeiro deles ser purificado, os outros urathas que não eram da alcateia esperaram assistiram de longe. Dando algum espaço para a alcateia ter conforto. Para que pudessem conversar. O único que não tinha essa opção era William que brandia o disco.


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    Mensagem por Ankou Ter Jan 26, 2021 2:16 pm






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    O choque, a luz e a dor vem sem aviso, o grito inevitável, com os dentes cerrados dava um mínimo de conforto pra encarar aquilo tudo, não fosse o muro ele certamente cairia pra trás, ele se escora como pode e toma a forma de dalu numa medida desesperada de aplacar alguma coisa da dor, o muro treme com o peso e seria uma questão de tempo cair se Connor continuasse forçando suas costas contra ele, por fim o susto dos olhos olhando pra ele, ele ruge de volta “pra ninguém pro nada”, cheio de violẽncia.

    Ele respira pesado quando a coisa passa, as palavras de William não são surpresa alguma. Ele sabia que não estava tudo bem, Os olhos se arregalam quando ele observa Axel naquele estado, a voz soa na primeira língua - Minha voz não fala da escuridão nos seus pensamentos. Isso vem de dentro. Lâmina da Profecia me falou sobre isso, que a escuridão vem de dentro... - Mentalmente se perguntava como aquela coisa podia ser tão sórdida de invadir o espírito deles sem eles ao menos terem nenhuma chance. - Lunos são confusos, mas às vezes claros, a cabeça dando mil voltas tentando entender o que era óbvio. - ele meneia em negativo frustrado.

    Ele volta a forma humana – Não é como se a gente fosse sair atacando ninguém igual loucos hoje, a gente precisa descansar e comer. - A frustração na voz mostrava que ele estava indisposto a conversar sobre o assunto, mas afinal o que poderia se conversado de qualquer forma?

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    Mensagem por Faor Ter Jan 26, 2021 2:54 pm






    Casa dos Algozes - Página 4 268_2610



    Dá para resistir à Amy? Bom, não tem ninguém tentando. Shaw interrompe a respiração profunda dela com um beijo demorado e cheio de desejo. Quando ele recua minimamente o rosto e ela o encara, flagra um sorriso espontâneo. - Mais cedo eu pensei em algo tipo "conectados pela merda", quando olhava para você. - Ele dá outro beijo mais carinhoso e rápido agora e alivia um pouco a pressão com o corpo. - Isso aqui é muito melhor.

    Ao mesmo tempo eles dão atenção ao que está acontecendo lá dentro e ele se afasta um pouco mais antes de entrarem. - Eu quero mais que isso, ok? - E não era só mais prazer e ela deve ter entendido.






    Paralizado enquanto Connor passa pelo teste, Shaw avalia o alfa e cada reação dele, como se pudesse e desejasse compartilhar a dor.


    Willian escreveu:"Nem uma gota da corrupção de fora do mundo. Tem alguma coisa definitivamente pior aí dentro."


    - Você está prestando atenção, não está? - As palavras de Loba sem Sombra rasgam a mente do irraka e mais uma vez ele sente que está falhando na sua caminhada. Parece possível que os irmãos todos enlouqueçam antes dele reagir ou perceber alguma coisa. Vaidade? Soberba? Ele não se move e vê Francis indo antes dele e Shaw baixa a cabeça lamentando por não viver o dia a dia com eles da mesma forma que vive cada caçada. Ele vai em seguida mas mesmo assim percebe toda a agonia que Axel sente quando é submetido ao teste.

    Ele se aproxima de Connor, perguntando sobre uma garrafa de whisky vagabundo que tinha trazido mais cedo. - Só pelo cheiro, o da Olena é outro nível, mas pra lembrar o meu velho não dá pra ser nada sofisticado... - O assunto definitivamente não era aquele e, com os olhos de todos em Axel já depois de todos enfrentarem o disco iluminado, ele fala baixo e sério pro alfa. - Cara, não tem o que entender ou conversar, mas todo mundo tem que saber a merda que o outro carrega, e como cada um carrega. - Não era nenhuma cobrança mas sim um convite, quase um pedido para os Algozes tentarem colocar tudo na mesa quando estivessem sozinhos.



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    Mensagem por GodsCorpse Qua Jan 27, 2021 6:11 pm


        
           
           
        

               

               

           

               

    - Pshh porra gata... Cê não pede para uma montanha chorar. E é isso que tenho que ser. - ele brinca com a mão dela, balançando o braço descompromissado como uma criança fazendo balanço com mão - Se não tivéssemos ido ia ser pior. As vezes só prefiro que tivesse morrido para que ninguém mais ter que pensar "Porra, cagaram né?"... Essa plaquinha da vergonha irrita pra porra mesmo... Lembrar que... Enfim. O que se faz? O que se faz para cuidar dos lados então gata? Ninguém ensinou heh...


               

    William puxa o disco e o grito do Connor assusta, Franco larga a mão e já sai na pernada para ver a cena - Que porra do caralho foi essa? - a face era do drogado que vive em um trailer, cheirado na metafetamina que corre jornalistas com taco de baseball. Assim que a situação é situada, imediatamente larga a pose e um - Ah bom pô. Nunca vi Connor chorando gritando tão alto desde que a Emily trouxe aquele strap. Hehehehehe... Zoas galera. Perdão... - O cahalith se envergonhou, as palavras eram sérias a do outro homem, viu novamente seus sonhos tomando outra forma...


               

    Ficou quieto e passou pelo teste. A ardência era tranquila e até confortadora quando passando pelas memórias da caçada, mas a preocupação com os Meninna era crescente. Recuou e esperou o restante dar espaço. Shaw foi na frente e Franco chegava na mucosa - Acho que todo mundo vai precisar de outra sessão "Sonhos do Franco". Para uma "Mãe Silenciosa", tá fazendo barulho essa porra. - o tom poderia soar zombador, mas de longe a intenção. Deu uma apertadinha nos músculos dos dois, um falso abraço, mas confortante.


           
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    Mensagem por Bravos Qui Jan 28, 2021 10:03 pm




    Axel Brown

    Connor brilhou e foi possível ver uma fumaça negra sob sua pele. Axel não deixou de arregalar os olhos. Ele tentava evitar aquilo na sua mente, mas era evidente que ele sabia do que se tratava. E ele sabia que em algum lugar nele, aquilo estava também. Até agora ele havia ignorado. Uma hora ele teria que lutar contra. Será que iria ganhar?

    Quando foi a vez dele de pegar o disco, sentiu o corpo arder. Não tinha certeza se havia sido pior ou mais brando que a faca de prata. - Irg... Shl... Fuc! - Parecia haver esquecido que estava pelo menos por algum tempo desprovido de língua. Quando se ergueu estava com raiva. Raiva daquilo que não sabia o que era e que, no entanto, o acossava contra a parede. Acenou com a cabeça para William. O gesto de Franco também havia sido bem recebido. Ele entrou sozinho em casa, pegar papel e caneta. Rabiscou um bilhete: "Você sabe o que é? Apenas me diga o que eu preciso fazer." - Voltou para a parte detrás.

    William queria falar com Shaw. Axel sentou-se e esperou. Assim que eles voltassem, iria até ele, mostraria o papel dobrado e colocaria no seu bolso. Ele não precisava responder agora. Só precisava responder. Enquanto isso, ficava ali sentado, forçava um sorriso para um ou para outro. Ele estava limitado no que poderia fazer.






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    Mensagem por Wordspinner Sab Jan 30, 2021 3:36 pm

    Connor escreveu: ...a gente precisa descansar e comer.

    "Você tá certo grandão. Uma boa festa é quase tão boa quanto uma caçada." Ele fala com um sorriso afiado

    --

    Shaw escreveu:Eu quero mais que isso, ok?

    Ela solta o ar pelo nariz com uma risada. "Cê nem sabe o quer." A rahu fica do lado de fora um instante a mais com a correntinha perto do rosto.

    --

    Francis escreveu:...As vezes só prefiro que tivesse morrido para que ninguém mais ter que pensar "Porra, cagaram né?"...

    "Claro que não, se tivesse morrido não tava aproveitando que tá mais alto pra olhar pros meus peitos..." Ela sorri com a própria piada. "O mundo é muito maior que o nosso juramento, todo resto muda. Tudo está, nada é. Eu sei, papo de tratador de bicho*, né? Ei, eu ensinei... Eu tentei... Cê tem a porra do meu telefone. Me liga quando tiver em dúvida." Ela finge estar irritada. Pega a placa e ajeita. "Fica bem em você."

    Quando Franco faz a piada do Strap on Amy e Asia riem alto e ao mesmo tempo. Como se tivessem ensaiado. Richard começa a mesma risada, mas a engole olhando para Connor. William dá um tapinha de leve no rahu obviamente tomando aquilo como verdade. A cara de pena do irraka suaviza o seu chamado para mais um deles.

    *-Jargão pejorativo para Mestre do Ferro, normalmente usado por outras tribos.

    --

    "Eu sei, eu sou ambicioso e vai parecer impossível. Mas ouve com o coração." Amy olhava para o pai com muita seriedade. Uma das mãos dela estava em volta do braço de Shaw até agora. "Essas coisas que eu vou falar são segredo e eu só posso contar para alguém que eu vá convidar, o que você vai falar depois disso não tem a ver comigo. Mas é por isso que a gente tá longe dos seus amigos." Ele dá de ombros. "A Torre de Prata é um campo. Cê já sabe o que é um campo. Eu sei. Nós vemos nosso dever sagrado sento impedido. Os puros parecem nossa maior pedra no sapato, mas não seus corpos e sim suas ações. Não sua cultura. Nosso inimigo de verdade a porra da guerra." Ele fala um pouco mais baixo que o normal, mas as palavras são rápidas. Elas tem uma energia feita de convicção. "Eu sei o que você prefere caçar. Mas a Torre tem três inimigos Gurim-Ur, Hathis-Ur e Huzuruth-Ur. Parece impossível, mas não é. Eles são deuses, mas deuses já caíram antes. Não que destruí-los seja a única forma de vencer. A Torre de Prata não liga se eles existem ou não. Nós queremos que os puros parem de existir e eles são a raiz do problema. Qual nossa maior arma? Alianças." Ele olha para Shaw como se fosse impossível não entender.

    "Puros não são idiotas. Você tá querendo morrer ou ganhar a sua próxima luta? Eles querem vencer, mas como você vence uma alcateia de cinquenta lobos e dez totens?" Ele não espera Shaw responder. "Você não vence. Eles te despedaçam. A Torre faz isso. Ela fomenta a cooperação porque assim se ganha confiança e esse é o primeiro passo para uma aliança. Como aqui com o Protetorado de Dover. Demora... Tantos anos para conseguir esse momento e um golpe do destino tira Loba de Ferro de nós. Mas as alianças são o começo. Você é esperto. Já deve ter visto que uma aliança nunca ia derrotar um dos desses deuses. Mas nós podemos mudar o significado do campo de batalha e cada vitória faz a mudança ficar mais rápida." Ele se contém. Olhos dele voltam dos planos para o momento. "Mudar as regras do jogo é difícil, mas como isso soa para você irraka? Essa é uma guerra que você quer lutar?" Os olhos azuis dos dois fixos nos dele.

    A mão de Amy procura a dele. "Precisa ser honesto com você Shaw. Primeiro com você, depois com a gente."

    --

    O irraka de fora lê as palavras de Axel. "Garoto, isso sim parece uma presa boa, mas não sei. Isso deixa melhor ainda. Me deixa excitado só pensar." Ele passa a mão no cabelo e suspira. "Eu não sei nem por onde começar a procurar. Mas eu sei o ritual da caçada e com o cahalith certo do meu lado... A gente acha qualquer coisa. Matar pode ser difícil, mas fica melhor ainda, né?" Ele passa a língua nos dentes. "Cês tem um cheiro errado, mas não é algo que dê pra seguir. Vem de vocês... Eu sei que tu tá preocupado. Eu também estaria. Mas do fundo do meu coração... Não sei que porra você pode fazer além de tentar ir caçar essa porra sozinho ou resolver nosso problema com os Anshega para eu buscar um cahalith e caçar isso. Acho até que o seu tem alguma chance de apontar o caminho, só não apostaria em trazer ele de volta vivo..." Ele sorri no fim. Ele sorri em toda conversa. Ele fala dos riscos como se fossem cerejas num bolo delicioso e não pregos em um caixão.

    Ele se senta confortável do lado do elodoth. "Eu espero cê escrever, vai lá." Ele parece se concentrar só no elodoth e esquece a festa que começa a se aquecer.
    --

    O alfa logo começa a fazer a coisa acontecer. Algumas ligações. Algumas mensagens. A campainha começa a tocar. A carne começa a ficar pronta o bastante. Olena é uma das primeiras a chegar, ela trás Chloe e Laura. Millie chega logo depois com Silvia. Era uma festa então a policial tinha transformado a florista completamente. As duas estavam vestidas para matar. Joe e Judas chegam juntos com um monte de maconha e ninguém tem energia para reclamar. Muito pelo contrário. A erva acaba sendo bem popular entre os urathas, até Ash fuma e bem mais do que o esperado. Simon chega mais tarde, mas a coisa já saiu completamente do controle. Connor sentiu a festa tinha vida própria. Não uma onda de destruição, mas seguia seu próprio rumo. Brendan se mostra o melhor jogador de pong e só para quando começa a parecer bêbado. Hild e George chegam juntos. Assim como Jun e Sam. Chegam ao mesmo tempo e Hild e Jun começam uma discussão sobre suas motos que termina em uma estranha aposta com cerveja e sake.  

    Mas o que ele ia fazer? Mandar Judas parar de tocar? Impedir as pessoas de jogarem tiro ao alvo apostando peças de roupa? Pelo menos estavam dardos. Marco nunca pareceu tão feliz falando com não urathas, ele e Rebeca falavam sem parar alguma coisa em um espanhol rápido. James e Sebastian por outro lado não davam nenhum trabalho, ajudavam a conter a bagunça que os outros faziam e garantir que todos pudessem comer.

    --

    Olena fica chocada quando vê Axel. Ela fica brava e depois sente pena. Ela se revolta e "Você é um idiota cara. Que porra é essa!". Mas quando ela acha o Elodoth de novo a loira tem uma garrafa de cerveja e uma caneca personalizada e sorriso amarelo. "Eu que fui idiota. Me perdoa. Eu queria tanto conversar com você... só fui egoísta e eu não entendo o que você fez. Mas quando a gente faz merda é sempre bom um abraço... Quer um?" A caneca era de madeira escura com uma banda de ferro por fora com o nome dele, por dentro ela tinha uma camada de chifre e cheirava a cera de abelha. Bem no fundo o símbolo da tribo e dá lua marcados com fogo. Os olhos dela piscam bem rápido enquanto ela tenta não chorar.

    --

    "Sabe quantas vezes eu tentei esse mesmo truque?" Diz George perto da churrasqueira acompanhando os arremessos de pong. "Se alguém souber me diz porque eu perdi a conta de tanto beber." Ele ri alto e quase sozinho. "Qual foi, cês tão com pau no ouvido?" Ainda rindo inabalável.

    --

    Connor olha de novo para a resposta de Rail no seu telefone "Ia ser ótimo, mas vou ter uma coisa com a galera do corre bem na hora." Quando Amy sai antes da festa começar não é nenhuma surpresa para ele.
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    Casa dos Algozes - Página 4 Empty Re: Casa dos Algozes

    Mensagem por Ankou Sab Jan 30, 2021 4:43 pm






    PThwhox.png

    Ele olha pra Shaw e não é nada animador, a face é quase luto, como um paciente com uma doença terminal – Eu vou irmão, eu vou. Sua garrafa deve tá no armário de primeiros socorros, tinha acabado o álcool. - E não aquilo não era uma piada.

    Logo ele meneia em positivo pra William como se realmente precisasse daquilo.



    A próxima hora ele passa trancado no quarto, fazendo as ligações chamando o pessoal e sabe-se lá mais o que. Logo tá de banho tomado, o cheiro neutro, na verdade quase nenhum não fosse o sabão de coco. Ele cumprimenta cada um dos convidados com um sorriso genuíno e feliz no rosto, alguns deles ganham abraços, Emillie um pouco mais que isso. - Devagar. - o tom carinhoso enquanto ele acaricia a barriga dela.

    -Cê trouxe o que eu te pedi?
    - ele pergunta a Silvia, um tapa olho de pirata de um dos “cosplays” dela, preto, simples e em couro, fazia ele ficar parecendo um militar veterano de guerra com aquela dogtag e a camiseta preta sobre o torso.

    Ver a mãe fumar bagulho é como se o ultimo estilhaço de normalidade dele fosse embora. - Foda-se! Faz um pra mim aí Judas! - era quase inimaginável aquilo, ele fuma metade de um dos grandes – Saporra não faz nada, nadinha! Porra nenhuma! - ele termina de fumar o treco todo – Caralho tem um buraco na minha cara véi! - gargalhadas enquanto ele levanta o tapa olho e bota no lugar depois que muita gente parece horrorizada com aquilo.

    Em algum momento ele cutuca Franco e aponta sutilmente com a cabeça pra Hild – Era dela que eu tava falando cara, mas chega com cuidado, ela consegue ser mais escrota que você. - Ele parece de muito bom humor e não faz questão nenhuma de esconder que fazia gosto de Franco na família.

    Ele passa perto do tio George e responde – No ouvido não, mas tá na mão! - ele gargalha com um outro baseado entre os dedos enquanto entrega pra ele um cacete de borracha enorme que ele não faz ideia de como foi parar pelos arredores.

    Ele passa por Sam, já tem gente pelada na festa por que perdeu no tiro ao alvo com dardos. - American Pie? Amadores… - Ele diz com um sorriso no rosto que não demora muito pra se apagar, alguma coisa seriamente fora do lugar, ele segue pros fundos, nos bolsos grandes internos da jaqueta quatro garrafas impossíveis de esconder, fora uma que já tá na mão.

    Ele se senta no tronco que levou o dia todo assando e defumando as carnes, nas sombras da parte mais profunda, a garrafa na mão sendo bebida como se fosse água, junto do olhar entristecido.

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    Mensagem por Bastet Sab Jan 30, 2021 7:45 pm



    Samantha
    Doiley

    Roupa pro churras:
    Casa dos Algozes - Página 4 PF0ZU5U

    Samantha realmente não tava esperando o que viu naquela festa. Seguiu até o local com Jun, com quem andava conversando bastante em sua estadia na vila dos Seis Uivadores, pensando que ia ser algo como a primeira reunião que fora... Mas, bem, era como na reunão, só que sem a parte tensa e com muita erva, bebida e nudez envolvida.

    Sam cumprimentou as pessoas que conhecia, observando todos ali que aproveitavam o momento. Foi até Chloe, Olena e Laura, passando boa parte do churrasco com elas. – Qual a mágica pra conseguir deixar esse pessoal doido só com cerveja...e erva? – perguntou para Olena, realmente curiosa. Logo chamou Chloe pra irem pegar algo pra beber. Sam pegou um pouco de suco pra si, pegando um copo a mais também. Deixou a ruiva decidir o que beberia... Possivelmente também teria acesso à erva se ela o quisesse.

    - A Asia me contou sobre a clínica, você deve tá muito animada, né? E cansada... Se precisar de ajuda em algo me avisa. – falava com Chloe, enquanto andavam entre as pessoas. Preferia se concentrar nas pessoas conhecidas... E não naquele bando de gente em volta. E Chloe era uma pessoa fácil de conversar.

    Quando passaram pelos meninos da Alcateia, ela parou, estendendo o copo de suco extra que tinha pego para Shaw – Ainda longe das bebidas? – perguntou, cumprimentando Axel e Franco, mesmo que o último ela tivesse tido bem pouco contato. Desde a praia tinha se proposto a tentar se aproximar deles, afinal, todos tinham sido legais com ela.

    ---

    Mais pro fim da festa, Connor passou por ela, fazendo uma brincadeira que lhe arrancou uma risada. Apesar disso... Ele parecia... Estranho? As atitudes animadas dele e os sorrisos não chegavam em seu olho bom... que apesar de vermelho, parecia sério.

    Após observar o grandão por um tempo, pediu licença pro pessoal que conversava e parou no loirinho e numa ruiva que entupiam o cu de erva.

    - Oi... Eu... posso pegar um desses? – perguntou, um pouco sem graça por não conhecê-los. Caso eles dissessem que sim, ela guardaria o baseado no bolso da jaqueta que usava e seguiria até onde Connor tava sentado.

    - Troco esse monte de bebida por isso aqui – pegou o cigarrinho, estendendo pra ele. Acreditava que a erva era melhor que aquele monte de garrafa que ele carregava. – Posso ajudar? – perguntou de forma geral, mas apontou para o olho, que ainda tava feio debaixo do tapa olho. Quem tinha um tapa olho hoje em dia?


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    Mensagem por Ankou Sab Jan 30, 2021 8:30 pm






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    - Não valeu… Nenhuma das duas funciona bem de qualquer forma. - Ele sorri, mas é amarelo, quase engana, ele parecia bom naquilo, mas a verdade é que parecia exausto, ele estava menos ferido que o dia em que se conheceram, apesar do olho, ainda assim ele parecia abatido, consternado.

    Quado ela aponta pro olho tapado o toque na mão é gentil e ele balança a cabeça em negativo, como se não houvesse nada pra ser feito, dá dois apertos leves na mão dela. - Vem comigo quero ir um pouco pro meu lugar favorito, talvez cê goste. - a voz não era animadora, mas ele parecia recobrar um pouco da vivacidade.

    --

    Ele segue na frente passando por aquela farra incólume, na garagem da casa ele abre uma porta que foi nitidamente feita pra ninguém saber que estava ali, afrente um túnel cumprido e mal iluminado, acima da cabeça dava pra ouvir o som dos carros, mas de longe, era certeza de que aquilo ia terminar num calabouço ou num lugar muito pior, mas termina numa pilha de galhos secos que ele empurra sem muito problema, quando ele repõe a camuflagem da entrada ela parece que nem nunca existiu, acima no céu escuro a lua cheia, afrente centenas de árvores. - A gente não chegou lá. - foi a primeira coisa que ele falou em minutos de puro silêncio.

    - Já andou a cavalo, tenho certeza, ainda mais que você cuida deles, sobe e segura forte, se deitar é melhor - as palavras pareciam fazer ele soar como maluco, nenhum cavalo andaria numa floresta, ou naquele terreno.

    Afrente dela o corpo dele se retorce, ossos e tendões parecem se partir e se juntar em novas formas, agora ele não era mais uma pessoa era um lobo gigantesco talvez até um pouco maior que um cavalo. Dá pra ver um olho faltando, um olho inteiro que deixava um buraco enorme na fuça, ele se agacha ficando baixo pra ela subir mais facilmente.

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    Mensagem por Bastet Sab Jan 30, 2021 10:31 pm



    Samantha
    Doiley

    Samantha olha pra mão que ele apertava e pra ele... Mas o toque não se prolongou tanto a ponto de ela se incomodar muito. Guardou o baseado novamente e suspirou, ouvindo aquela proposta dele.

    - Ir pra onde? – perguntou, mas a curiosidade falou mais alto e começou a o seguir. Estava em silêncio também, andando até uma porta “escondida”. Parou ali antes de entrar – Cara, eu não tenho uns fetiches estranhos não, tá? Talvez deva chamar outra pessoa pro seu calabouço... – a voz tinha humor e um pouco de apreensão.  Quando sentiu uma brisa vinda do outro lado, percebeu que aquilo não era um esconderijo e sim uma saída/entrada.

    Andou com ele até lá fora, ficando confusa com a fala de Connor.
    - Vocês tem cavalo aqui? – perguntou, procurando em volta, não achando que aquele era um local propício pra um cavalo doméstico andar, devido à vegetação, animais peçonhentos e pouca visibilidade naquela hora.  

    Logo ele começa a se contorcer.... E muda de forma. - Puta que pariu... – Sam fala, colocando a mão na boca pra não gritar. Apesar de já ter visto um tipo de transformação, mas era pra Dalu, algo mais suave aos olhos, até então, humanos.

    Se aproximou do lobo, erguendo a mão para tocá-lo, sem acreditar que era real.  Acariciou o pelo, andando até a frente dele e tocando sua cabeça. – Você me entende assim? – perguntou,  esperando qualquer gesto afirmativo. Passa a mão em volta do olho ferido, com cuidado, no focinho... Se ele permitisse, olharia os dentes e xingaria qualquer outro palavrão pelo tamanho dos caninos.

    Ela sorriu, realmente encantada com o animal. Ficaria o analisando por algum tempo, caso ele não tivesse se abaixado. Se lembrou que Connor tinha pedido para ela subir nele.

    -  Eu não vim vestida pra isso hoje - puxou o vestido um pouco, pra ter mobilidade e subiu - Se você me derrubar eu torço seu rabo – disse, com um pouco de receio, mas realmente parecia saber montar. Ele era consideravelmente mais forte que um cavalo, mas se manteve firme ali, quase deitada... Observando a floresta passar quase como um borrão em seus olhos.


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    Mensagem por thendara_selune Sab Jan 30, 2021 10:59 pm

    Roupinha

    Roupinha:
    Casa dos Algozes - Página 4 8d838b12


    ( Ela nunca foi a esse tipo de reunião festiva antes, mas era notório que as pessoas ali não tinham formalidade, não havia a pressão irritante de se manter uma postura tida como correta e isso a fez sorrir com satisfação enquanto transitava pelo ambiente. Quando seus olhos cruzaram com os de Sam que aproximava-se ficou feliz em ver que ela estava perfeitamente bem)


    — Ainda é muito cedo para avaliar se vai dar certo, mas com toda ajuda que tive acho que não tem como dar errado...(Ela ri como se a mente dela estivesse em outro lugar quando Sam fala da clínica) Desculpa estou ansiosa com tudo e minha mente não anda bem(Chloe pegou uma cerveja e depois andava ao lado de Sam com um sorriso tranquilo) —  A propósito, se você se sentir à vontade, gostaria que seu parto fosse assistido por mim e se você quiser pode fazer todo o acompanhamento conosco, sem  precisa pagar nada, ficarei imensamente feliz em ajudar você nesse momento, evidente que respeitando como quer fazer as coisas. (Chloe falou tudo com aquele tom de cumplicidade e após isso ficou ao lado de Sam  parecendo sempre muito zelosa com quem chega perto dela como se achasse que ela poderia quebrar, mas era evidente que Sam era muito mais forte do que aparentava. Ela estava enfrentando uma realidade assustadora e ainda assim estava ali tentando se enturmar. Seu cumprimento é um sorriso educado e um aceno de mão suave para os membros da Alcateia) — Parece que vocês criaram uma afinidade, vai e fale com ele(Chloe fala baixinho no ouvido de Sam quando percebe a intenção dela de ir atrás de Connor) vou dar uma volta por aí e depois nos esbarramos de novo...Quero explorar possibilidades (Ela pisca com uma certa malícia que apenas uma mulher entenderia)

    Pensamentos  e ação entre parênteses

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    Mensagem por Ankou Sab Jan 30, 2021 11:09 pm






    PThwhox.png

    O Sorriso pelo comentário do calabouço talvez tornasse a caminhada mais amena, mas o túnel não era pequeno, devai ter levado mais de cinco minutos.

    Ele ri outra vez com o comentário dela, dessa vez relaxado, como se ela tivesse falado alguma brincadeira juvenil, a reação que vinha em seguida era esperada, principalmente por que os sons eram pura agonia, levava tempo pra se acostumar.

    Ele sente as mãos dela lhe tocando o pelo, ele não reage, acena em positivo quando ela pergunta se ele pode compreendê-la, ele era tão real quanto a respiração acariciando o rosto dela, a falta do olho também. Quando ela o ameaça ele trota só pra ver ela entrar em desespero, ele riria se pudesse, mas ele não deixa ela cair, se jogando pra trás e forçando o ponto de equilíbrio dela de volta pras costas dele.

    Aquela forma é sim muito rápida, dava pra sentir os músculos se movendo abaixo dela como se fosse uma máquina, a floresta vira um borrão, o lugar era completamente macabro, dava pra ter certeza de que se via fantasmas em meio a ele, mas eram só troncos brancos perdidos na escuridão. Lobos correm ao redor juntos, outros saindo do caminho apavorados, ainda assim é nítido que ele desacelera e tampouco está perto de alcançar a velocidade que poderia.



    Quando ele finalmente para ele se abaixa pra ela descer, os lobos ficaram pra trás, mas não muito, a reserva era lotada deles, centenas. Ele se agacha de novo pra Sam descer.

    Pedra da Raposa era o destino, uma pouco usual formação de calcário com um semblante que lembrava uma raposa gigantesca e avermelhada, num mar de rochas negras, o processo se reverte, agora ele é o mesmo cara que sempre foi, ele tira a jaqueta e depois a camiseta, dá pra ver o suor minando, escorrendo pelo corpo, brilhando sob a lua, sai fumaça tanto da respiração quanto da pele e dá pra escutar ele arfando. - Vem. - ele chama sem a menor cerimônia, pegando a trilha segura pro topo do lugar.

    - Quinze quilômetros pra lugar nenhum – mas qualquer pessoa que nasceu em Dover saberia daquilo, não era o lugar mais turístico da reserva, o acesso era uma merda, coisa de trilheiro. - Ainda assim é a vista que eu mais gosto. - Dava pra ver as luzes da cidade distantes, após uma imensidão de puro pretume de árvores cobertas pela noite, no entanto ele se senta de costas pra cidade e olha na direção completamente oposta, dá pra ver o olho que ainda resta tomar a mesma cor amarelada vibrante igual na noite na praia, mas ele logo volta ao normal.

    - Você disse que nasceu órfão aquele dia comigo, eu vim aqui pra te provar que não. - dá pra ver ele olhando pra cima agora pra lua, o uivo que vem a seguir é profundo e longo e qualquer pessoa vendo aquilo viria um maluco uivando em cima de uma pedra, mas o que vem depois é mais assustador, dá pra ouvir os lobos respondendo, uns mais perto outros mais longe, como se fossem amigos dizendo um olá. - Sua vez. - ele diz se sentando de volta em um relevo da rocha, logo pegando uma das garrafas da jaqueta, arrancando a rolha com um dos dentes e dando umas cinco ou seis longas goladas.

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    Mensagem por Bastet Dom Jan 31, 2021 12:28 am



    Samantha
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    ~No churrasco~

    - Cara, quem ficaria 100% das ideias com tudo isso acontecendo? – indicou o entorno delas – Mas é só isso mesmo? – parecia preocupada, olhando pra ruiva. Logo sorriu com a proposta dela – Cê tá falando sério? Meu médico é um cuzão, sabe... Mas a Anne usou de uns favores pra me conseguir assistência numa clínica aqui na cidade... Bem, de qualquer forma prefiro mãos femininas e conhecidas em mim quando essa criança resolver nascer. Posso passar lá um dia que você tiver tranquila, pra entender toda essa coisa de parto e afins. Ainda nem tive tempo de pesquisar... Com meus bichos é só enfiar a mão e ver se já tá tudo pronto... Espero que com a gente tenha outras opções  - Sam dá uma risada, feliz por aquele convite. Curtia o pessoal da área de  acompanhamento da clínica, mas o obstetra dava raiva nela. – Posso te ajudar nos dias mais cheios... Ou com os pacientes mais perigosos, pra retribuir o favor...

    Ao se separarem,  Sam dá um sorriso como quem tinha entendido o que a outra queria “explorar”.

    ----
    ~Na pedra da Raposa~

    A mulher se agarra no pelo do lobo quando dá aquele pinote. Connor podia ouvir o coração dela disparar com aquilo... – Cê tá doido? Sabe que tô grávida né? – pergunta, entre uma arfada e outra pelo susto. Tava puta, mas achando aquilo legal demais. Em outra época da sua vida, provavelmente, aproveitaria aquele passeio demais... Mas tinha mais alguém por quem temer.  Foi toda a viagem agarrada nele, vendo os borrões da floresta por entre os pelos grossos e negros de Connor.

    Só se ergueu um pouco mais quando ouviu outras patas correndo pela mata. Lobos... Muitos lobos. Corriam por todo lado, como que guiados por Connor. Aquilo era... Demais. Não conseguiu falar... Nem pensar direito, apenas observava, com o encanto no olhar de uma criança que vai a primeira vez no carrossel.

    Ao chegarem, ela precisa de uns segundos pra comandar que as pernas destravassem do homem. Tava com medo, é claro... Mas a adrenalina nem tinha deixado ela perceber. Logo que saiu, ajeitou o vestido, observando enquanto ele voltava à sua forma humana, com um olho amarelo olhando em volta.  Sam o seguiu para o topo, sem nem responder às primeiras afirmações dele, um tanto desnorteada pela experiência surreal. Tira a jaqueta, sem saber se tava com calor ou tendo um pequeno infarto. Anda até a borda da pedra, pra poder ver a altura e o mar lá em baixo. Adorava essa sensação de vertigem que altura costumava trazer.

    Logo olha pra trás, ouvindo o que ele dizia. Por que estava sem camisa???

    Fez uma cara de “nem fodendo” quando ele pediu para que ela uivasse.  Negou veementemente  sobre aquilo... apesar de a cara dela mostrar que queria. “Depois de montar em um lobo sua noção de ridículo deve diminuir”, ela pensou consigo mesma, voltando a olhar pro mar.

    - auu...ela disse baixinho, como se tomasse coragem pra fazer aquilo... E pigarreou – Ah, foda-se – logo olhou pra lua como ele tinha feito e soltou o melhor e mais alto  AUUUU que podia, levando em conta que não era um lobo.

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    Mensagem por Ankou Dom Jan 31, 2021 12:54 am






    PThwhox.png


    Ele se larga sobre a pedra, descansando, deixando a respiração voltar ao normal, a pele ainda molhada, o cheiro de suor ainda perceptível mesmo por narinas humanas, o cheiro de alcool junto ajuda.

    - Vamo lá você consegue. - ele insiste pra ela uivar, e parece satisfeito quando ela faz, mesmo que não seja perfeito, ele não ri, ele parece em êxtase quando ele ouve os lobos responderem.

    Ele vira a garrafa mais uma vez, a coisa parece ter quase ou nenhum efeito, qualquer sujeito já teria tido um treco com pelo menos uma garrafa e meia pra dentro do organismo, a corrida longa ajudou a tirar aquilo ainda mais do sistema.

    Ele se levanta, parecia mais descansado – Você tá pronta. - ele diz sério dessa vez – O Caminhante Noturno provou seu medo durante a corrida, ele gosta de você, ele te acha digna e eu também. - Em seguida dá pra ver ele se transformando numa parede, parecia o Hulk, gigantesco, garras negras afiadas nas pontas dos dedos, músculos densos que nenhum humano poderia conseguir.

    Ele tira a dogtag do pescoço, uma plaqueta fica bem visível sob a luz da lua, o símbolo da Griffith e do outro lado escrito Cap. C. Mcleary, fácil de ler, a outra plaqueta não tinha nada e é essa que ele tira do cordão, provavelmente estava ali porque o fabricante só vendia em pares, ele marca fundo com as garras, símbolos de ambos os lados, dá pra jurar que eles brilham a luz da lua, mas pode ter sido só um reflexo. As marcas não são legíveis, não parecem ter significado algum, são apenas dois tribais distintos.

    Eles faz barulhos com a boca, parecem ferais e sem sentido, mas ele meneia em positivo como se tivesse tido uma resposta ou concordasse com alguma coisa, dá pra sentir a aura de medo vindo “dele”, igual na reunião, não tinha propósito ou motivo, era puro medo e só isso.

    Ele estende a mãozorra em direção a ela e abre logo afrente com a pequena plaqueta marcada na palma da mão. - É só dizer sim. - A voz é gutural e grossa a um nível inumano, ele se mantém agachado e ainda assim é quase do tamanho dela, ele só espera em silêncio.

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    Mensagem por Bastet Dom Jan 31, 2021 1:49 am



    Samantha
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    ~Na pedra da Raposa~

    Quando Samantha ouve os lobos respondendo seu “uivo” ela fica incrédula. Olha pra Connor com um sorriso grande, sentindo os pelos dos braços se arrepiarem com a sensação. Ia comentar algo sobre ele tá bebendo demais naquela noite, mas logo o homem se levantou, falando aquelas coisas e ficando...Enorme.

    - Porra, Connor – murmura, vendo algo se mexer atrás do homem lobo. Estica o pescoço... vendo* aquela mesma criatura que vira na reunião.  O Caminhante Noturno, entre as árvores da floresta logo atrás dele.  A criatura que naquele momento, fazia Sam se arrepiar e sorrir com o sentimento, com seus dentes que eram capazes de dar medo na maioria dos humanos (mesmo que inconscientemente).

    Observa ele rasgando os símbolos no aço, curiosa. Não entendia... Não entendia uma só palavra do que ele e o caminhante diziam. Olhou pra plaqueta em frente ao seu rosto, muito pequena em uma mão grande demais. Olhava vidrada pra ela e depois pra Connor.

    - Você tem certeza que quer uma pessoa como eu correndo com os seus? – perguntou, sincera. Não se ofenderia se ele negasse... Depois de não se encaixar em muitos grupos, prezava por não se esforçar com aquilo que não se esforçaria também. Se ele assentisse, ela puxaria o cabelo desabotoando um colar dourado que usava com um pingente de patinhas, pegando a plaquinha na mão dele e passando a correntinha e entregando de volta. Se virou, deixando que ele colocasse nela.

    - Sim... – disse, assim que ele prende o colar, e se vira pra ele, sentindo que o coração ia pular pela boca, de medo, de animação, de adrenalina e desejo. Tudo misturado àquele momento surreal.


    _____________
    *Levando em conta que ela tem Piercing Eyes
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    Mensagem por Ankou Dom Jan 31, 2021 2:20 am






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    Quando ela se assusta ele parece sorrir, o Caminhante parece sorrir, se é que ele podia, não é bonito, nenhum dos dois são, quando ela pergunta ele só estende a mão mais pra perto sem falar nada.

    É um piscar de olhos entre ela pegar a plaquinha e ele voltar a forma humana, ele trava o feixe sem problemas, mesmo tendo apenas a luz da lua, ele sabia o que vinha agora, ele toma o rosto dela com as duas mãos e cola testa com testa como ele já havia feito com os companheiros, era a maior saudação de respeito que existia pra ele, ele conhecia todas as sensações que ela estava pra sentir ao se ligar o totem e lembrava das próprias sensações e de como elas eram incríveis, ele fica ali parado conforme a ligação acontece, mas dá pra sentir a respiração dele aumentar junto com a dela.

    Ele puxa o corpo dela todo pra perto, a respiração dele falha, dá pra ouvir um rosnado baixo do fundo da garganta, ele a aperta contra o corpo mais forte do que deveria, ele era exatamente tão forte e musculoso quanto parecia ser, o corpo treme e luta excitado pra não mudar de forma pra soltar o lobo dentro da reserva, ele quer comemorar, ele quer fazer o que os lobos fazem. Quando ele olha em volta como se tentasse achar uma saída ele ve a lua e parece ficar pior ainda, Sam pode sentir da maneira mais carnal e crua possível.

    Ele olha pra baixo e deixa ela se descolar dele, o olho que resta dilatado e vidrado nela. Ele estende o braço e pega o que sobrou da garrafa, ele bebe mais um pouco e nem quando ele vira o olho se descola, mas ele não se move.

    Bastet
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    Mensagem por Bastet Dom Jan 31, 2021 2:49 am



    Samantha
    Doiley


    ~Na pedra da Raposa~

    Sam fecha os olhos quando sente as mãos dele em seu rosto.  Estava sentindo coisas que não estava nem um pouco familiarizada... Uma ligação... Pertencimento. Poder... E tesão. Sentia que podia explodir, queria colocar tudo aquilo pra fora... Gritar.

    Não liga pro toque, naquele momento. Gosta dele. Talvez fosse o mais próximo que uma Sangue de Lobo podia sentir daquilo que eles sentiam após uma caçada vitoriosa. Quando sente Connor a puxar pra mais perto, ela abre os olhos.  Sentia que ele também queria extravasar naquele momento. Sentia pelo olhar e por aquilo que roçava em seu corpo, sob o pano da calça do lobo.

    Quando ele estende o braço pra pegar a bebida, ela para o movimento dele. Não queria dividir a atenção com a garrafa. Puxa a mão de Connor de volta para o seu corpo e empurra seus os ombros, para que o corpo agachado dele fosse pro chão. Caso ele colaborasse, subiria em seu colo... E se entregaria aos instintos que nem ela sabia ter.

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