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    Darius Novadek I - Darius Novadek

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    Mensagem por Sailor Paladina em Ter 22 Set - 17:15

    Prólogo
    As Ilhas dos Drakes como são conhecidas pelos seus nativos, trata-se na verdade de um arquipélago com dezenas de pequenas formações de terra, algumas habitáveis, outras nem tanto. Algumas formações rochosas já foram responsáveis pela destruição de muitos navios que ousam navegar por aquelas águas sem conhecer o território. Nativos das Ilhas dos Drakes possuem todos os trajetos gravados na cabeça, pois estudam os mapas desde crianças enquanto aprendem a ler, escrever e contar, conhecimentos básicos de qualquer habitante dali. A população é formada basicamente por todo tipo de profissional que trabalha com o mar: piratas, corsários, bucaneiros entre outros. Todos são subalternos da temida Rainha Capitã Risky Boots e seu exército de morcegos-vampiros que atendem todas as suas ordens sem pestanejar. A vida na Ilha dos Drakes é dura pra qualquer um que não tenha pelo menos uma habilidade útil. Os fortes dominam os fracos, os inteligentes controlam os idiotas e os ricos abusam dos pobres. Mulheres e futanaris possuem ainda mais dificuldade de se darem bem. Roupas são desperdício de pano pra vela de barco, enquanto adornos de ouro chamam bem mais atenção. Gente pelada ou orgias no meio da rua são extremamente comuns, mas também é possível ver coisas piores.

    Início da aventura
    Darius tinha uma vida de rei nas Ilhas dos Drakes desde que passou a aceitar contratos dos Almas Negras, como eram conhecidos os devotos de Shadowlady nas Ilhas. Não era um rapaz muito religioso, jamais participava das missas, mas era especialista em encontrar e interrogar hereges. Seus principais alvos costumavam ser os devotos de uma deusa rival de pouca importância na região. Os Velas Brancas adoravam uma tal de Mitz, deusa da luz e da bondade. Essa briguinha divina pouco interessava ao Nekojin, que no final do dia, só queria saber do conforto, do dinheiro e das mulheres em sua cama. Nu e esparramado em sua cama, Darius desperta com um susto ao ter a janela do seu quarto no andar de cima de um albergue a beira-mar quebrada com violência por um objeto arremessado. O nekojin percebe se tratar de um explosivo, visto que um pavio queimava rapidamente e rapidamente salta pela mesma janela de onde veio a bomba, segundos antes do seu quarto explodir em mil caquinhos. Graças ao seu instinto felino, o nekojin foi capaz de reagir a tempo. Pessoas começam a se aglomerar no local, algumas até olhando pra Darius, visto que ele tava pelado. Parecia até que nunca viram um nekojin nu na frente delas. Olhando ao redor, ele não consegue ver ninguém aparentemente suspeito, mas tinha lá alguma ideia de quem poderia querer vê-lo morto. Poucos tinham coragem de ameaçar ou tentar matar o 'Inquisidor' como Darius era conhecido.

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    A fim de evitar que as chamas se espalhassem pra outras casas, alguns feiticeiros conjuram mágicas elementais pra apagar o incêndio evitando que ele se alastrasse mais.  Com exceção do andar de cima, o albergue ainda estava em boas 'condições'. Precisaria de alguns dias pra se reparado, mas seria mais seguro Darius passar a noite na paróquia mais próxima, onde seria prontamente acolhido. Na manhã seguinte, um sacerdote diz que trouxe os pertences de Darius pra ele e que se encontravam em um baú no quarto ao lado. Também diz que o reverendo Arceus o esperava em sua sala pra discutir sobre o ocorrido. Arceus era um belo nekojin, como Darius, bastante devotado a Shadowlady e com certeza gostaria de por as garras em quem tentou matar amigo.

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    - Louvada seja a Deusa, amigo Darius. Que ela seja impiedosa sobre nossos inimigos. Está pronto pra discutir sobre o incidente de ontem à noite? Creio termos pistas de quem poderia ter feito isso, mas faltam provas.
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    Mensagem por DariusNovadek em Qua 23 Set - 10:49

    A vida de Darius não era nenhum pouco pacata, sempre estava navegando por ai, encontrando e interrogando hereges, e abusando um pouco deles é claro, uma diversão nunca era demais. E nos tempos livres bebia e se divertia nas tavernas e bares espalhados pelas ilhas, acabava sempre indo deitar com alguma mulher, ou se metia no meio de alguma orgia por ai.

    Não tinha o que reclamar, mas mesmo essa vida tão agitada e desejada por muitos, acabou caindo na rotina, Darius não reclamava das orgias, bebedeiras, e até dos interrogatórios e torturas, gostava disso. Mas sentia que nada de novo acontecia em sua vida a algum tempo.

    Mas aquela noite tudo mudará, depois de uma noite de muita bebida e muita sacanagem, acabou escolhendo uma para subir até seu quarto e continuar a festa la, devido ao excesso de álcool, e também pelo empenho que os dois tiveram na cama, acabaram dormindo daquele jeito mesmo, pelados e "engatados". Porém este sono pós sexo e bebidas foi interrompido por um objeto lançado pela janela, quebrando-a. Darius logo viu que se tratava de um explosivo, e com seus instintos felinos conseguiu pular pela mesma janela, e cair em pé ao lado de fora, momentos antes de seu quarto explodir em pedacinhos.

    Logo a multidão começou a se aglomerar em volta dele, olhando para seu esbelto corpo nu. Ao invés de tampar suas partes intimas, Darius colocou a mão na cabeça, e balançou seu Falo.

    - Que foi? Nunca viram alguém bonito como eu não? Se não quiserem dar um uso pro meu pau, melhor continuarem andando.

    Depois de dispersar um pouco da multidão, entrou no albergue e perguntou a recepcionista se poderia fazer alguma coisa para ajuda-los, provavelmente não. Então seguiu para a paróquia mais próxima, onde saberia que poderia conseguir morada por alguns dias. Foi pelado mesmo, não se importando com os olhares, nem de esconder qualquer coisa.

    Na manhã seguinte, foi informado que seus pertences se encontravam no quarto ao lado, o que era bom, pois apesar de não ligar de ficar pelado junto aos outros, já estava a muito tempo nu, parecia até que era um indígena, então logo foi até o quarto se trocar e pegar seus pertences. Após isso foi até onde estava o Reverendo Arceus, ele era um bom amigo, e bem influente dentro da igreja de Shadowlady. Com certeza o ajudaria descobrir quem tentou assassina-lo, coisa que Darius não deixaria impune.

    Arceus escreveu:- Louvada seja a Deusa, amigo Darius. Que ela seja impiedosa sobre nossos inimigos. Está pronto pra discutir sobre o incidente de ontem à noite? Creio termos pistas de quem poderia ter feito isso, mas faltam provas.

    - Louvada seja.. *Darius não era um Nekojin dos mais devotos, mas seu amigo era, então sempre o tratava como também fosse.* - Tanto ela sera impiedosa como eu também, você sabe que não deixarei quem tentou me matar impune, não Amigo Arceus? Não descansarei até achar o maldito. Me diga as pistas, eu acho as provas.

    Achar alguém que poderia querer matar Darius não era algo tão difícil, mas poucos tinham cruzado a barreira do "querer" para o "tentar", e todos se arrependeram disso, com este, não seria diferente.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Seg 28 Set - 17:19

    Darius era definitivamente o nekojin mais durão do lugar. Até mesmo outras figuras casca grossas invejavam o gato ou se inspiravam nele. Passado aquele momento de tensão e voltando a dormir, no dia seguinte Darius segue pra se encontrar com seu amigo Arceus. O reverendo diz que embora a suspeita mais óbvia fosse alguns dos membros das Velas Brancas, afinal Shadowlady e Mitz sendo antagônicas, nada mais natural que seus servos também se bicassem, mas havia um porém: Da mesma forma que devotos da Deusa Negra não eram desonestos, os da Deusa da Luz não eram assassinos. Com essa informação em mente, Darius risca essa opção da lista de suspeitos. A ironia de se viver num antro de piratas e criminosos: como não havia agentes da lei, cabia a própria vítima, caso sobrevivesse, investigar e punir quem quer que cruzasse o seu caminho, usando de quaisquer meios necessários. Darius iria iniciar pelo local do crime, sua antiga casa em busca de algo que pudesse lhe ajudar a descobrir o que foi aquilo. Ao retornar pro local do incidente, o cheiro de fumaça e objetos queimados continuava forte, o que mantinha a maioria das pessoas afastadas, porém Darius tinha o 'equipamento' necessário pra respirar normalmente pelo local. O nekojin observa os arredores da casa, observando os detalhes, passa pela 'porta' agora inexistente e vê que nada mais podia ser salvo ali, afinal até o teto da casa havia sido destruído, sobrando apenas os alicerces e algumas partes da parede, além de alguns móveis queimados e o começo da escada.

    Offtopic: Resultado dos seguintes testes feitos durante a investigação:
    Percepção (passiva): Percebe que há resíduos de pólvora em vários locais barris despedaçados. Também nota que a direção de onde o explosivo atravessou sua janela vinha das docas.
    Investigação (passiva): Pelo tamanho da explosão a casa estava preparada com objetos inflamáveis pra aumentar o alcance do fogo. Seria possível que houvesse testemunhas por lá.


    Magia não foi usada e a força com a qual o objeto entrara na casa poderia assumir que foi disparado do canhão de algum navio, ou simplesmente alguém muito forte. Darius olha na direção das docas e vê o pelourinho onde mulheres de várias raças eram diariamente estupradas servindo de balde de porra para qualquer um que tivesse a fim de passar a rola na boca delas ou em seus orifícios sexuais. Só teria que decidir como seria sua aproximação. Escravas eram totalmente acostumadas ao abuso. Chicotadas, penetrações, cuspidas, mas não eram muito de abrir a boca exceto pra chupar um pau. Precisariam de muito convencimento pra entregar um potencial assassino.

    pelourinho:
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    Mensagem por DariusNovadek em Ter 29 Set - 10:51

    Na conversa com Arceus, o mesmo sugere que o atentado possa ter originado de algum membro das Velas Brancas, mas Darius logo faz-se notar de que eles não eram assassinos, e com isso riscam essa possibilidade dos suspeitos. Sem muitas outras provas em mãos, Darius acha melhor achar essas provas, já estava acostumado a ir atrás de quem ousada ataca-lo, e atrás de outras pessoas também, mesmo que não tivessem nada a ver com ele.

    Vai então ao local do crime, o cheiro de fumaça e objetos queimados continuava forte, o que mantinha a maioria das pessoas afastadas, o que era bom, porque provavelmente as provas ainda estariam intactas, e Darius tinha o 'equipamento' necessário pra respirar normalmente pelo local.

    Ao adentrar no local, além da destruição causada para explosão, Darius percebe que há resíduos de pólvora em vários barris despedaçados, o que leva a crer que tudo já tinha sido planejado, o que o faz ficar mais alerta, a própria proprietária da estalagem poderia estar muito bem envolvida no atentado. Pela força que foi arremessada a bomba, ou seria disparada de um canhão, ou alguém muito forte a teria arremessado, de qualquer forma, não seria um meio muito discreto, alguém teria visto.

    Olha pela janela, e calcula o trajeto da bomba, ela teria vindo das docas, ao passar o olho pelas docas, procurando alguma possível testemunha, Darius vê o pelourinho. Com certeza teriam visto algo, e seriam a testemunha perfeita, pois como eram escravas, muitos nem se tocavam que estavam ali.

    Darius então vai até elas, e escolhe a que parecia estar mais recente ali, porém que estivesse na noite do crime. Provavelmente ela estaria ainda um pouco mais desesperada com a situação, e não tão calejada como as outras. Todo mundo chegava e fodia elas, simples assim. Darius mesmo já tinha feito isso com várias la, e nem saberia reconhecer elas se as visse na rua. Chegou e se pôs a altura da cabeça delas, não muito perto, não queria sentir o cheiro de porra dos outros saindo da boca delas.

    - Ei.. Tudo bem? Qual é o seu nome?

    Teria que ter uma abordagem diferente se quisesse ter algo a mais além de sexo. Decidiu se fazer de bonzinho, pelo menos no começo. Não era tão bom isso, então não ia durar muito.

    - Sei que normalmente não abre a boca a não ser pra chupar um pinto. Mas posso mudar o rumo da sua vida, ja ouviu falar em Darius Novadek? Sou eu.. Enfim, preciso saber se você viu um navio ou um homem forte jogar algo parecido com uma bomba na estalagem aqui perto ontem a noite. Espero que contribua comigo, ou vai desejar ter contribuído, pode ter certeza disso

    Caso ela não fale nada:
    Caso ela não abrisse a boca pra nada, Darius apenas ia fazer uma cara de decepcionado, e diria:

    - Eu avisei.. E olha que não sou de fazer isso..

    Darius então coloca seu pau pra fora, manda ela abrir a boca para chupar (agrediria ela se fosse necessário), e ao colocar o pau na boca dela, enfiaria até o talo de uma vez, de modo que ela se engasgasse, mas não tiraria, ia forçar seu pau na boca dela até ela começar a ficar sem ar, para ajudar, ia tampar o nariz dela. Forçava tanto que a cabeça dela batia na madeira que a aprisionava.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Sex 9 Out - 17:12

    Darius tenta uma aproximação diferente com uma dos baldes de porra (ou Cum Dumpsters como eram mais conhecidas na língua élfica), e fala de maneira educada, apenas pra ser recebido com silêncio e uma boca aberta. Pelo visto nem a nekojin e nem a humana queriam abrir a boca pra falar, só pra chupar. As promessas que o gato oferece são prontamente ignoradas. Não foi por falta de aviso: a cum dumpster escolhida por Darius logo paga o preço pela ousadia, sufocando no pau dele até desfalecer. Um homem do lado chama a atenção do inquisidor, dizendo que essas piranhas não se dobravam facilmente e que se ele quisesse conseguir alguma informação delas, teria que torturá-las por meio da dor. O algoz puxa um chicote da cintura causando certo desespero por parte da mulher e começa a chicotear a bunda dela. Na vigésima cipuada, já implorando pra que a surra parasse, a humana resolve falar. Uma nekojin ao seu lado diz pra que a humana não falasse, mas a dor era excruciante e a companheira não aguentava mais. Obviamente a ousadia não fica por menos. O açoitador pergunta a Darius se devia punir a nekojin igualmente, enquanto ele fazia perguntas pra cum dumpster inicial. Com permissão de Darius, ele daria vinte chicotadas na Nekojin e prosseguiria pra enrabá-la em seguida, caso contrário, contentaria-se em apenas foder a buceta dela enquanto enfiava o cabo de seu chicote no cu dela.
    - *choro* não foi um homem... nem mulher... Era uma "coisa de metal" que podia andar. Parecia um monstro... *choro* não sei de mais nada. Por favor, me liberte!

    Uma elfa próxima xinga a humana, chamando a de traidora. Depois olhando pra Darius diz que os seus dias estão contados. Que a fúria da deusa cairá sobre ele e os escravagistas. E não havia surra que a fizesse falar o que sabia. O algoz aceita o desafio e amordaça a elfa, partindo pra açoitá-la várias vezes e comer o cu dela sem cuspe.

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    Supondo que a primeira escrava dizia a verdade, seu depoimento ajuda muito pouco. Coisa de metal que se movia, poderia indicar uma máquina, mas o assunto era alienígena pra Darius. Ele teria que procurar alguém na cidade que pudesse entender algum significado disso. Talvez um engenheiro. Sobre a fúria da Deusa que a outra comentou, também não faz muito sentido. Apenas Shadowlady e Mitz são cultuadas abertamente e dificilmente Shadowlady teria qualquer raiva de Darius. Será que a fúria viria dos seguidores de Mitz? Mesmo após o que o reverendo Arceus dissera? Seria o caso torturar clérigos de Mitz pra arrancar uma confissão ou eles eram mesmo inocentes nisso tudo? Esperar um novo ataque não era a melhor opção. De repente um sino começa a tocar alertando pra chegada de um navio. Novas escravas haviam acabado de chegar e como de praxe são açoitadas no seios como um aperitivo de como será a vida delas nas ilhas dali por diante. Um mercador até pergunta se o inquisidor não tava a fim de comprar uma escrava nova pra ela. Tavam em promoção.

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    Mensagem por DariusNovadek em Qui 22 Out - 12:29

    Darius tenta uma aproximação amigável com as Cum Dumpsters, mas logo se lembra o porque quase nunca era amigável com estranhos. A primeira teve o que merecia, e agora Darius podia se gabar pros outros que já tinha feito alguém desmaiar só com seu pau. Mas nada tinha sido resolvido ainda, precisava de informações. Vendo Darius de longe, o algoz diz que elas precisavam sofrer pra dar qualquer tipo de informação. Darius se culpa mentalmente por já não ter usado essa alternativa logo de cara. Agora bastava olhar ele torturando elas, coisa que ele poderia estar fazendo.

    Após uma série de chicotadas, a humana diz que finalmente falará, o sangue escorria pelas nádegas da mesma. Uma Nekojin diz para a humana não falar, e o algoz pergunta se deveria punir ela igualmente, Darius diz:

    - Igualmente não, pior! E deixe que essa eu mesmo puno.

    Enfiou seu pau na bunda dela sem dó, pegou o chicote do algoz, e começou a chicotear as costas dela, puxava o seu rabo até não poder mais, pra dar a impressão de que iria arranca-lo de sua bunda. Quando terminou sua região pélvica estava toda suja de sangue da Nekojin.

    Porém, o que a humana não ajudou muito, deu uma descrição meio.. nada haver.. Uma elfa próxima xingou Darius, dizendo que a fúria da Deusa iria cair sobre ele, Darius cai na risada, enquanto o algoz se põe a tortura-la. Enquanto Darius vê aquilo, chega perto da cara da elfa, coloca o pau pra fora de novo e começa a se masturbar, vendo o algoz tortura-la, chegando ao seu estase goza na cara da mesma. Após isso fica cara a cara com ela e diz:

    - O que você disse?? Não consigo entender, tem muita porra na sua cara.. *E diz após uma breve risada* - Minha filha, Mitz pode ficar puta da vida, sua fúria nunca chegará aos pés da minha.

    Após isso olha bem nos olhos da mesma, citou o nome Mitz, pra ver se era realmente dessa Deusa que ela falava. Queria ver se a reação dela mostrava alguma coisa.

    Depois de tudo isso um navio de escravas chega no porto, o mercador pergunta se Darius quer comprar uma, e Darius pede pra ele mostrar as opções, dependendo das opções, aproveitaria a promoção e compraria uma, gostou de abusar das outras.

    Após a compra seguiria até Arceus de novo, falaria o que descobriu e perguntaria se ele conhecia algum engenheiro de confiança.

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    Mensagem por Sailor Paladina em Seg 2 Nov - 19:25

    Darius mostra que não tinha bom humor com escravas e as faz entenderem seu lugar no mundo. O algoz até fica inspirado com sua atitude, elogiando o rapaz. Após humilhar a elfa, gozando na cara dela, ele fala o nome de Mitz esperando alguma reação específica, mas não vê nada de especial em retorno. Era sabido inclusive que a maioria das escravas dificilmente eram religiosas. algumas até mesmo adoravam Shadowlady mesmo que minimamente, com o intuito de apaziguar a ira de seus donos. Contudo era intrigante como todas ali pareciam estar em conluio com algum plano secreto. O algoz pega uma garrafa no canto, tira a rolha e mela um pequeno cabo de vassoura com o conteúdo. Era molho de pimenta vermelha, o qual ele prossegue pra penetrar nas vaginas e ânus das escravas arrancando berros de suplício, devido a ardência que sentiam. Até mesmo as que não tinham dito nada até o momento, foram castigadas de modo a servirem como exemplo e também ficarem com ódio daquelas que as submeteram a esse castigo sem terem culpa. Alguns homens e até mulheres se aproximam pra assistir a cena e rir sadicamente, até ajudando o algoz com ato. Nada muito diferente da rotina diária em Scuttle Town. Sem muito o que aproveitar das vadias, Darius consegue um desconto numa escrava de pele morena e cabelos vermelhos que parecia ser devidamente domesticada pra obedecer seus mestres. A mulher humana já vinha com acessórios na boca e no cu e uma coleira apropriada. Embora pudesse dar o nome que quisesse, a escrava já atendia por Mitula.

    escrava:
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    De volta a Arceus, Darius comenta o que (não) descobriu na sua investigação, mas para a sua surpresa, o pouco que pudera informar ao reverendo fora suficiente. Pelo menos era o que Darius imagina ao ver a expressão de preocupação surgir na face do clérigo alguns instantes depois ele mencionar "coisa de metal".
    - Creia-me amigo Darius, a coisa parece mais séria do que imaginei. Não queria acreditar a princípio, mas devido as circunstâncias de você ter quase sido morto, prefiro não arriscar mais...

    Arceus diz que precisariam muito mais do que um engenheiro, caso suas suspeitas se concretizassem. Era possível que o tal culto a deusa do metal realmente existisse por aquelas bandas. E ao contrário dos clérigos pacíficos de Mitz, devotos de Fenrir podiam ser verdadeiros lunáticos quando queriam e com potencial bélico respeitável. O reverendo iria designar um guarda-costas pra acompanhá-lo em qualquer lugar da cidade e pergunta a Darius se ele tinha alguma predileção quanto ao sexo do mesmo, afinal teria que andar com ele ou ela ao seu lado 24 horas do tempo. Arceus desconfiava que um novo ataque poderia acontecer em breve e eles deviam estar preparados.
    - Preciso ter uma conversa com o prefeito local pra que investiguemos todas as casas em busca de símbolos de Fenrir. Adoradores dessa deusa devem ser questionados sobre seu conhecimento envolvendo o incidente.

    O reverendo diz a Darius que de um jeito ou de outro, eles precisariam esperar um novo passo do inimigo antes de saberem como reagir e esperava que tal ataque não fosse tão grave a ponto de atrair a ira da Rainha Pirata.
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    Mensagem por DariusNovadek em Ter 17 Nov - 12:12

    Darius da uma analisada na escrava que conseguiu um bom desconto, passa a mão por toda ela, medindo os peitos e tudo o mais.

    - Vejo que quis ter um rabo que nem eu. *Diz isso se referindo ao acessório que ela tinha em seu anus* - Tomara que saiba gemer bem, essas que eu acabei de comer não sabem apreciar um bom pau. Mas isso verei depois, quando realmente você precisara usar a sua boca. *com isso nem tirou o acessório da boca dela, só pegou em sua coleira e seguiu caminho*

    Meio que decepcionado, Darius volta até Arceus e diz o fiasco que descobriu. Mas para sua surpresa, a reação do Arceus foi outra, Darius até gostou quando ele disse que a coisa poderia ser mais séria do que ele imaginava, precisava de alguma emoção. Após ouvir as explicações de Arceus, Darius complementa:

    - Você sabe o que vou fazer com essa Deusa e seus adoradores né? Vou comer o cu de todos eles.. Ninguém tenta matar o Inquisidor e sai ileso.

    Arceus escreveu: O reverendo iria designar um guarda-costas pra acompanhá-lo em qualquer lugar da cidade e pergunta a Darius se ele tinha alguma predileção quanto ao sexo do mesmo, afinal teria que andar com ele ou ela ao seu lado 24 horas do tempo. Arceus desconfiava que um novo ataque poderia acontecer em breve e eles deviam estar preparados.

    Darius coloca a mão no ombro de seu amigo.

    - Meu amigo, agradeço sua preocupação comigo, mas sabe que sei me virar muito bem.. Agora, se quer dispor alguém, mande uma mulher, faz tempo que não ando na companhia de duas mulheres o tempo todo.

    Arceus escreveu:O reverendo diz a Darius que de um jeito ou de outro, eles precisariam esperar um novo passo do inimigo antes de saberem como reagir e esperava que tal ataque não fosse tão grave a ponto de atrair a ira da Rainha Pirata.

    - Bom, então que ação melhor do que fingir que desisti da busca? Vou participar de alguma suruba hoje a noite, com certeza vão achar que vão me pegar desprevenido ali.. vou ter que lutar de pau duro..

    Com isso sai a busca de uma suruba na ilha, o que não seria tão difícil.. Leva sua escrava e também sua nova guarda-costas junto.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Dom 22 Nov - 19:54

    Darius puxa sua nova escrava pela coleira e percebe marcas de surra que ela levou. Com a cabeça, ela tenta responder um não ao que ele dissera sobre ela querer ter um rabo. Lágrimas ressecadas escorriam por sua face, demonstrando que ela estava morrendo de vergonha, porém o seguia sem atrasá-lo. Cabeça baixa e olhos semicerrados, ela chorava baixinho. Era bem provável que não fosse bem treinada assim e que chorava demais, não era a toa que tinha uma mordaça na boca. Pela aparência e comportamento, certamente era de proveniente de outro reino, não estando acostumada a cultura local. Já na capela de Shadowlady, Darius relata suas descobertas e deixa Arceus curioso com a escrava dele. A julgar pelas tranças no cabelo e tatuagem, ela provavelmente seria originária de Shalana, um reino selvagem ao do continente. Piratas do reino vizinho de Prahna faziam muito dinheiro capturando escravos desse reino e os vendendo nas Ilhas dos Drakes. Eram difíceis de domesticar ao contrário das mulheres nascidas nas ilhas. Ao ouvir o nome do seu reino de origem a escrava de Darius se exalta e tenta se comunicar aos gritos com Arceus, porém a mordaça a impedia de falar e ela rapidamente irrompe em novo choro. Tal atitude provoca imediata ira do reverendo que a estapeia com as costas das mãos usando tal força para afastá-la de perto dele, que faz a moça cair. Não obstante, tira da cintura um chicote de três pontas e passa a surrá-la para que "aprendesse" a se comportar, dando pelo menos quinze chibatadas, parando apenas quando sente o braço meio dormente.
    - Você conseguiu essa  daí com desconto não foi? Espero que goste de domesticar escravos, eu não sou muito paciente, como acabou de ver.

    Arceus fita Mitula e diz a ela que independente do que ela quisesse dizer, não importava mais. Estava condenada a viver como escrava pro resto da vida nas Ilhas e que se acostumasse com as humilhações e maus tratos que receberia dali pra frente. Mitula apenas baixa a cabeça ainda chorando e gemendo baixinho com a dor das chicotadas. Darius fala sobre a guarda-costas e por um instante Arceus arregala os olhos meio nervoso achando que o colega iria dispensar o presente, mas logo ri aliviado quando o Nekojin diz o tipo que queria. Recompondo-se em seguida, o reverendo pigarreia, meio corado e chama uma escrava como se chamasse um animal "pssst psst psst". Um miado longo e doce é ouvido enquanto uma nekojin surge de detrás de uma pilastra, coleira apropriadamente presa ao pescoço e posição submissa.
    - Venha Catra, você agora vai obedecer ao Darius aqui. Ame-o como você me ama. Defenda-o com sua vida se necessário...

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    Arceus diz que Darius não se deixasse enganar pelas aparências. Catra propositalmente se portava como uma gatinha mansa e dócil, mas era uma assassina letal e rastreadora competente. Sua pele escura a tornava uma oponente formidável a noite. No mais, até que ela era jeitosinha pro alto padrão de Darius. Catra logo demonstra interesse em Mitula, subindo por cima da moça, beijando-a na boca contra a vontade dela, enquanto suas unhas cortavam de leve os seios da escrava. A nekojin se delicia ao lamber as lágrimas da humana. Com tudo organizado e com Darius dizendo qual seria seu plano, o reverendo se despede com uma cena inusitada. Ele vai até atrás da mesa, despindo-se emite alguns miados bem suspeitos enquanto se ajoelha. Uma porta se abre e surge um Nekojin enorme e musculoso vestindo apenas joias com seu falo bem ereto. O "escravo" toma Arceus em seus braços e o leva pro quarto, enquanto beijava o reverendo na boca e o mesmo dava um tchauzinho pra Darius. Darius já desconfiava que Arceus preferia por trás, mas o reverendo normalmente era mais reservado. Aparentemente estava mais excitado que o de costume hoje. Se Darius passasse mais do que um minuto ainda ali ouviria os miados de Arceus de quem tava sendo estuprado e gostando. A porta estava meio aberta e a cena podia ser espiada também. Ter conhecimento disso poderia ser útil mais tarde. Era óbvio que Arceus tinha uma queda por machos e podia ser facilmente coagido a oferecer favores em troca de prazer.

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    Darius segue na rua, já era quase noite e a periferia não era lá muito iluminada. O que Arceus falara de Catra era realmente sinistra de noite, de fato as vezes parecia que ela não estava nem junto com eles, pois sua pele aparentemente podia ficar ainda mais escura conforme ela quisesse. A nekojin adorava perturbar Mitula, puxando a cordinha enfiada no cu da outra ou puxando o cabelo dela. Catra muito docilmente sugere que seu mestre removesse a mordaça da humana. Qual era a graça de fazê-la sentir dor ou passar vergonha, se não podiam ouvi-la lamentar e implorar? O trio chega até uma taverna movimentada onde música alta podia ser ouvida de longe, muita gente bebendo e fodendo sem se importar onde estavam. Nada fora do habitual, embora o conceito ainda fosse muito estranho pra Mitula. Darius encontra alguns amigos que elogiam suas escravas e o convidam pra beber e jogar dados com eles. Caso aceitasse, uma serviçal rapidamente providenciaria uma cadeira pra ele. Catra ficaria encostada ao seu lado, sorriso maroto, mas sem desviar sua atenção de todos ao redor como um cão de guarda. Mitula por outro lado já havia desistido de esquivar das passadas de mão e dedadas que levava na bunda e nos seios, restringindo-se apenas a chorar baixinho e rezar pra deusa dela. Darius nunca ouvira falar de Solaris, mas Catra diz que essa deusa não passava de uma divindade comum no reino de Prahna, adorada por estudiosos de magia e criaturas mágicas. Uma deusa "do povão" por assim dizer.

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    Se Darius permitisse, alguns de seus amigos até pedem pra currar Mitula, ao invés dele ter que pagar quando perdia alguma aposta. Após muita bebida, jogatina e sacanagem, o inquisidor já bastante bêbado, reserva um quarto pra si onde poderia transar com Catra mais a vontade. Isso enquanto Mitula era obrigada a assistir de pé, ou mesmo participar de algum modo, caso Darius assim quisesse. Mesmo no escuro a pele de Catra brilhava como a lua no céu noturno e sabia rebolar como ninguém no pau de seu dono, sua buceta bem molhada. Darius repara na pequena esmerada entocada no ânus da nekojin. Devia valer uma fortuna e com certeza era um sinete que pertencia ao reverendo Arceus.

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    Enquanto fodia com suas escravas, Darius ouve barulho de briga na rua. Nada fora do convencional, provavelmente gente bêbada brigando. Ele podia ignorar ou interromper sua noite de lazer pra impor sua autoridade. Dificilmente era algo relacionado a ele ou que precisasse de seu envolvimento.
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