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    Chloe Moore

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    Mensagem por Wordspinner Sab Out 09, 2021 1:45 am

    Ele não se move para evitar Chloe. Não a impede quando abre sua camisa. Na verdade as mãos calejadas a puxam pela cintura quando ela se assusta com a pele lisa branca sob a camisa. Os pelos retirados pela tricotomia marcam o trabalho dos cirurgiões. Mais nada.

    Ele não diz nada. Uma mão a segura contra a ele e a outra empurra o rosto de Chloe devagar para o rosto dele. Nenhum som. Os olhos azuis. A respiração de canela e hortelã quente contra o seu rosto. "Minha vez." Ela sente quando ele puxa um dos botões da sua camisa. Então outro mais baixo sem se preocupar com os dedos roçando os seios da ruiva. Mais um e é o ultimo. O polegar passa pelo umbigo até se apoiar na calça. Chloe consegue sentir o coração dele batendo com as mãos.

    --

    Ela nunca tinha pensado que algo tão pequeno seria tão absolutamente enlouquecedor. A porcariazinha gritando a todo pulmão e isso fazia os outros gritarem também. A vagabunda da enfermeira sorrindo para as banshees era pior ainda. Chloe sentia vontade arrancar a cara dela com o bisturi. Pena que não estava com ele.

    Maldita ideia de ir em um lugar desses, mas estava escrito. Nas estrelas a noite. Na chuva batendo no vidro do carro. Na maldita torrada do café da manhã. Nos cabelos do ralo do banheiro. No suor que escorria dela para ele. Até na lembrança do rosto de Asia cheio de brilho.

    Mas porque? O médico que ela tinha ido ver a chama e a pergunta é esquecida por um instante. Só um. Mas ela ainda ouvo o choro do bebê. O doctor fala com ela, porém as palavras são afogadas pelo berreiro. Ele fala de novo. Até se levanta e pergunta algo. Está escrito na tela a oleo no fundo do consultorio. "Venha ser" como ela sabe que era ali? Droga estava escrito. Ele fala de novo tenta escostar nela. O monstrinho berra outra vez. Mais alto. Ela se afasta das mãos frias dele.

    Mais alguém entra. Uma mãe. Uma harpia. A sua mãe com um bebê no colo. Ela vê os olhos amarelos. Os dentes de lobo. As garras afiadas tentando pegar. Ela sente o cheiro de sangue. Gosto de sangue. As paredes escorrendo vermelho escuro.

    A dor faz o corpo torcer. Os ossos partindo e ardendo como fogo. Os olhos puxando e rasgando. A pele esticada cedendo e abrindo. As cores são só vermelho. Ela não entende. Nada faz sentido. Exceto o sorriso prateado brilhando atraves do delicadissimo teto de vidro. Era fim de tarde. Ainda era dia. Ainda era dia.

    Já era noite quando o barulho para. As sirenes. A água. Os berros dos bebês. A fumaça. Era só isso que ela conseguir ver. Mas ela lembrava, tentava esquecer. Mas lembrava.

    Um cobertor nos ombros. A coisinha que a mãe tinha levado ao consultorio estava ali, coberto de sangue e dormindo feito... Um bebê. Impossível imaginar como algo tão frágil tinha sobrevivido. Ela lembrava de arrancar o rosto da mãe, lembrava o gosto do seu sangue. O cheiro. A lembrança fazia a barriga roncar. Lembrava do médico gritando debaixo da mesa do cheiro do medo. Da fúria sem fim que arrancou os ossos dele aos montes antes da enfermeira abrir a porta. Ela lembra de desejar que ela não fizesse. Ela tinha ouvido a mulher atrás da porta. Mas a verdade é que se ela tinha ouvido o monstro que ela também tinha. Muito antes de tocar a massaneta a mulher que sorria para os bebês estava condenada. Devia ter fugido quando ouviu os gritos. Devia ter fugido pela própria vida, mas tentou salvar as crianças. Condenou todas elas também.

    Chloe não saberia explicar o que fez. O que viu. Nem porque ela nunca tinha se sentido tão feliz fazendo aquilo.
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    Mensagem por thendara_selune Sab Out 09, 2021 3:29 am

    Antes

    Quando o dedo dele se apoia ali, o corpo dela cola cada vez mais no dele. Chloe prendia a respiração por um instante, depois beija o machucado e sente aquela centelha de excitação queimando entre suas pernas. “Quero você. Quero isto!” Ela murmura pousando a mão na virilha dele sentindo o quanto aquilo a fazia se sentir bem. Num piscar de olhos ela o está beijando. E é o tipo de beijo que vai de zero a cem quilômetros por hora em um segundo. A língua invade a boca entreaberta num carinho ganancioso. Chloe ofega de prazer e o  beija cada vez mais, a língua enrosca na dele por alguns segundos estonteantes, então deixa uma trilha de beijos até o pescoço de James. Sentindo seus seios se entregarem a ele e o gemido que soltou foi baixo. Chloe se afasta e sussurra. “Você cheira tão bem”, e os seus lábios buscam os dele de novo.  
    Desliza uma das mãos para acariciá-lo sobre a calça. Não abre o zíper. Nem passa a mão por dentro da calça. O provocando ou esperando que ele se entregue mais. Solta um barulhinho, uma mistura de gemido e suspiro. Mas depois acaba nem se controlando mais. Os dedos dela trêmulos abrindo o botão da calça, estava nervosa, vermelha e com ele sentia-se diferente. Depois tudo seria pros dois se assim ele quisesse uma onda de excitação que a fazia ceder ao corpo dele sem amarras. Vai captando cada reação, o provocando e o fazendo sentir o quanto ela o desejava, mas diferente de outras situações como aquela, Chloe é carinhosa em cada instante com ele como se precisasse demonstrar a cada segundo o quanto precisava dele.

    OFF: Rolou de tudo nessa salinha,  só que diferente das outras vezes ela foi muito mais meiga, deixou ele conduzir as coisas e curtindo cada segundo mesmo que sinta uma boa dose de culpa depois.


    ***********

    Muito depois

    O mar vermelho inundando tudo, as gotículas de chuva cheiravam vermelho, uma fera espreitando tudo faminta. A mente conturbada, o som do choro, os rostos ao redor,  em algum momento Asia, em outro "ele" permeando sua mente e a sensação que algo se alinhava muito acima dela. A queda no escuro e o tudo explodindo ao redor. Depois a estranha convergência de coisas. O fio vermelho, a navalha de prata flutuando com um sorriso medonho aos olhos ferais e sua pele formigando como se algo lhe espetasse. Uma risada que se tornou um gemido no primeiro movimento de seus ossos.
    O excitante cheiro de morte, sangue e pavor encharcaram o ambiente por inteiro. A carne de seus braços borbulhou e suas pernas dobraram-se em uma nova forma. Ela dobrou-se assim que seus músculos do abdômen tiveram rápido espasmo, então fez uma careta macabra quando seus dentes afiaram-se e sua mandíbula se estendeu. Chloe sentiu a dor momentânea de sua espinha se quebrando e depois a doce libertação que sem saber já ansiava.
    Era uma criatura muito mais larga e forte que um lobo natural.  Depois tudo é uma cortina vermelha, densa e que a fazia tremer enquanto olhava aquele bebê. O monstro dela fez tudo com prazer, os olhos perdidos no que via e ouvia. Ainda escutava os gritos, dentro dela, uma felicidade que soaria cruel para antiga Chloe, mas agora era aquilo que tinha que ser.  Aquela criaturinha frágil e tudo ainda parecia carmesim enquanto olhava o bebezinho apertando em volta do corpo aquele cobertor como se fosse uma barreira gentil. Então sente um enjoo forte, como se tudo fizesse um caminho contrário, estava em pé então busca um canto para vomitar tudo como se as próprias vísceras fossem uma coisa alienígena demais para lidar com o que devorou em uma compulsão selvagem. Os olhos ardem, desespero e angústia se misturando com sentimentos que não conseguia nomear sem parecer um monstro cruel.
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    Mensagem por Wordspinner Ter Out 12, 2021 8:50 pm

    O botão resiste teimosamente alguns segundos. As mãos dele nem se preocupam em ajudar, elas tiram a camisa de manga comprida em um movimento lento e deliberado. Depois entram pela camisa dela puxam o sutiã para fora devagar deixando os braços de Chloe presos nele e na própria blusa por um momento breve. Ela a deixa se soltar sozinha, sem pressa. Uma mão volta a cintura e a aperta contra ele enquanto a outra explora os seios dela.

    Ela se livra da roupa que faz um som suave ao cair e esse som tão pequeno parece gritar na intensidade do momento. Dessa vez ela vence o botão e o ziper e o sente duro e quente contra suas mãos. James põe a mão direita sobre as dela e aperta, os olhos se fecham um instante e depois estão fixos nela de novo. "É isso que eu quero também." A voz rouca e baixa com excitação e proximidade. Ele a deixa brincar, mas puxa uma das suas mãos pela barriga firme e a leva até a boca. Um beijo leve e breve, quase casto. Mais um intenso e mais baixo. Outro sobre o pulso e ela sente os dentes e a língua. Ele beija de novo e outra vez e seus lábios estão nos ombros delicados de Chloe. O beijo no pescoço se torna uma mordida e ela sente ele descendo. Sugando e lambendo a sua pele. Impossível dizer quando o coração começou a bater tão rápido.

    A boca de James cobre seu seio e a língua percorre quente e molhada o circulo que ela tinha. Enquanto isso ele se tensionsa na sua mão. Um gemido grave, quase abafado escapa da garganta do homem.

    É a vez dele de se atracar com os botões da calça de Chloe. Porém com uma estrategia direfente. Ele enfia a mão esquerda entre a pele e o pano. Uma invasão temporaria. Segurando pela roupa a vira de costas. Ela o sente firme e quente contra a pele nua. As mãos grandes logo estão puxando a calça um calcanhar por vez. A barba por fazer arranha a nuca e desce pela lombar até passar entre as nadegas.

    Um beijo na coxa enquanto. As mãos subiam por fora das pernas. Um beijo entre as pernas, as mãos segurando com força e a abrindo lentamente. O rosto se afunda no espaço e logo Chloe sente a subindo pela virilha.

    --

    As luzes do caminhão dos bombeiros eram mais intensas que o fogo agora. Ela sente o pequeno se agitar quando vomita. Marrom e gosmento. Quente e acido. Aquilo queima a garganta e o nariz. A rua em frente clinica de fertilização e maternidade tinha sido fechada. Bloqueada pelos agentes de socorro e controle de danos. Até a policia estava ali, mas não davam qualquer bola para a ruiva. Só uma paramedica que ainda a assistia. Ou voltou a assitir quando o vomito saiu. "Meus deus menina, é comum essa nausea. Vem senta eu vou te trazer água pra lavar a boca. A gente precisa lavar você e o seu bebê, tudo bem?" A mulher aperta o cobertor em volta dela de novo e a devolve ao acento na cadeira de armar. O rostinho pequeno com sangue seco descascando olhava para ela sem nenhuma acusação. A água que trouxeram tinha um gosto horrível, tinha um gosto amargo de culpa. A limpeza mesmo precária e quimica demais a fez sentir melhor, mesmo sabendo que tinha sangue pelo corpo todo e não tinha como explicar as roupas rasgadas que roubou dos cadáveres. Ninguém perguntou. Ninguém perguntou muito depois que ela disse que não sabia o que aconteceu. Limparam a criança também. Os olhinhos verdes agora pareciam só inocentes e sonolentos e não mais esmeraldas macabras cercadas de sangue. Era uma criança gordinha e calma. O cabelo escuro e ralo. A mãozinha procurando o que segurar. Se esticando tentando pegar o cabelo ruivo e sangrento.

    "A senhora parece estar bem, mas vamos deixá-los em observação até amanhã. Tudo bem? Vocês respiraram muita fumaça e é melhor se acalmarem no hospital." A voz cheia de carinho e boa vontade.


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    Mensagem por thendara_selune Qua Out 13, 2021 1:00 pm

    Antes

    +18 :

    Ela fez um barulho, como se fosse um rosnado feminino repleto de desejo ao sentir uma das mãos dele explorando seus seios. A  respiração quente contra a pele dele. O coração acelerado, era diferente senti-lo perto daquele jeito. O rosto dela ficou suave e ao mesmo tempo  faminto. Quando ele também fala que queria aquilo, Chloe estremece. Colocou a mão em volta do pênis dele e ficou circulando a cabeça com o polegar, era uma provocação suave. As respirações sussurradas dela preenchendo o espaço entre eles.  O beijo de James desperta coisas eróticas e desenfreadas.

    Cada toque, beijo e os dentes raspando em sua pele a entorpecem mais. Sentia seu corpo inteiro pulsando. O olhou nos olhos e o que viu a fez mordiscar o lábio inferior dele em um novo convite.  Havia fome nele, fácil de sentir em cada investida que vinha daquele corpo másculo. Nem sabia como conter os gemidos que subiam pela garganta. Alguém os ouviria? Aquilo a faz corar, mas logo se perde na sensação da língua dele serpenteando daquele jeito. O gemido que se desprende dele é uma onda provocante que faz seu clitóris inchar, seus mamilos ficam tensos e arfou violentamente. Não demorou para se derreter de vez  quando já estava despida.

    Os beijos na sua pele pareciam brasas e depois um gritinho abafado aflorou a fazendo morder os dedos em total excitação. Aquilo era tão erótico e devasso. Chloe inspira fundo por entre os dentes. Ao vê-lo perdido entre suas pernas.  -O gosto deve ser bom?- Murmura com a voz carregada de volúpia selvagem.  Depois o corpo inteiro de Chloe se contorce e implora por mais. -James...Eu o quero dentro de mim agora!- Uma súplica carregada de entrega, o rosto vermelho e corpo suando em contato com a pele dele. Ela joga a cabeça para trás, as unhas vão arranhando as costas de James. Seu mundo explodiu de forma tão poderosa, um medo que ela nunca teve passou por suas veias e se agarrou à única coisa que poderia mantê-la segura naquele momento. Não tinha mais controle algum sobre o próprio corpo. -Por favor...Agora...Quero você agora!- Grunhiu com os lábios entreabertos, corada e o encarando. Estava implorando com os olhos fixos nele. - Dê tudo para mim, James! – Arfou perdida em um lugar quente. Os lábios se curvaram e deixou um gemido sair sem pudor algum na expectativa de senti-lo por inteiro.


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    ************


    Muito depois


    Uma dezena de emoções pulsam sob a membrana partida do seu autocontrole. A morte parecia estar rodopiando de maneira travessa e a ruiva podia jurar que usava um manto vermelho enquanto aplaudia o terrível feito que Chloe realizou em meio ao caos da mudança.

    As chamas lambiam famintas tudo, o corpo dela estremece e a mente lhe pregava peças. Podia ouvir dentro dela uma voz tortuosa dizer “Minha pequena besta faminta...Lhe agradeço a bela oferenda!”.

    A garganta arde, sentia o mundo girar rápido e o corpo inteiro tremia. A paramédica está cheia de boa vontade, dando assistência a Chloe. Mesmo assim, a água oferecida tem sabor de pecado, azedume e tristeza. A breve sensação de se sentir melhor a faz então se dar conta das palavras da mulher que a ajudava. Achavam que o bebezinho era dela, afinal o tinha salvado, que loucura era aquela que se emaranhava a Chloe? Difícil de responder, o rostinho inocente, aqueles olhos verdejantes a encarando em um engano instintivo talvez fosse o tal instinto materno ou a necessidade de se sentir humana que a fizeram segurar a mão dele. Os dois estavam entrelaçados por um fio vermelho ou aquilo foi um ato de uma entidade psicopata acima dos dois? Não tinha como saber, talvez fosse melhor não ter respostas.

    -Obrigada...Precisamos descansar…- Respondia com a voz trêmula. Os olhos vermelhos, funga uma ou duas vezes olhando a paramédica. Segurando a vontade de chorar. Depois os olhos ficam presos naquela cena cheia de labaredas, sirenes e luzes tumultuando sua mente. As lágrimas surgem. “ Eu sou a porra de um monstro?!” A pergunta foi feita em meio a cenas de horror que se repetiam dentro dela O rosto da ruiva era uma coisa cheia de dor, medo e abandono. Tudo aquilo era demais para lidar.  Pensa na criança em seus braços, no sangue em seu corpo que  é como uma segunda pele e o coração dela começa a pesar uma tonelada tão opressiva que a faz chorar compulsivamente. Abraçar o bebezinho era como abraçar a Chloe inocente que se foi para dar espaço a uma fera que se escondia sob a pele humana.
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    Mensagem por Wordspinner Seg Out 18, 2021 5:45 am

    Ela pergunta se o gosto é bom, em resposta ele sobe a língua lentamente até a nuca dela. Os beijos são a única resposta para o que ela diz depois. "É isso?" Ele diz pressionando ela contra o próprio corpo se enfiando entre as pernas. Uma das mãos da a volta descendo pela cintura e empurra o membro contra a umidade dela. "O gosto é bom." Ele sussurra na orelha da ruiva enquanto a penetra devagar. Uma mão forte segurava a sua cintura, definindo a posição dela, empurrando as costas para baixo e puxando o quadril para cima. A outra mão entre as pernas da ruiva, os dedos dois de cada lado do clítoris circulando devagar.

    Ele continua se empurrando contra ela, dentro dela. A mão que prendia a cintura sobe para o ombro e a aperta, a puxa contra ele. Chloe sente o homem focado nela, procurando o prazer dela. Sem parar. A respiração dele acelerada na pele da das costas até ela só perceber ela mesma. Dentro dela. O calor. A eletricidade. As contrações. O clímax que a deixa fraca.

    James a segura no colo e beija o seu rosto. Sua boca. Terno. Suave. Depois o pescoço. Então ele a levanta e beija os seios enquanto a coloca na mesa. Ele da a volta e se coloca de novo entre as suas pernas. Pesado e duro em cima dela. As pernas são apertadas uma na outra, os dois pés dela do lado do rosto. O homem se move para frente e para trás. Uma das mãos segurando os tornozelos, a outra indo para o rosto de Chloe, tocando seu pescoço, seu cabelo e seus lábios.

    Os olhos azuis intensos fixos nos dela. "Quer mais?"



    --

    O cheiro alerta Chloe. Tarde demais, quando ela percebe a paramédica já saiu. Um homem negro aparece do lado da porta da ambulância. Calças jeans e jaqueta de couro fechada. O cabelo e a barba grandes, a expressão cuidadosa. "Tudo bem, cara?" Ele se surpriende quando ela o olha. "Te conheço, né? Quer uma carona? Teus caras resolvem isso?" A voz era áspera, os movimentos ficaram imediatamente mais relaxados, menos cuidadosos. Ele não se aproxima. "Minha colega tá segurando a atenção, sacou? Se quiser sair meu pessoal segura aqui e eu te levo pros seus." Ele fica olhando para ela sério. Mas sem pressa.
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    Mensagem por thendara_selune Seg Out 18, 2021 12:57 pm

    +18:
    - Sim...Isso e tudo mais que estou sentindo agora!-  A resposta era um ronronar baixo. Estava sentindo a língua dele, apreciando o momento e sentindo o corpo todo arrepiado. A voz dele causa uma nova onda de excitação.
    -Ah... James...- eu gemido sai mais alto do que o esperado. Depois aquela aquela invasão lenta. A respiração acelerou e o corpo de Chloe não resistia a nenhum desejo dele. O golpe maldoso veio quando os dedos circularam pelo seu clitóris e não demorou para seu corpo inteiro corresponder cada vez mais sedento. Nenhuma vergonha, nem um resquício de pudor ou contenção. Sinergia pura, o  sentia tão duro, tão potente dentro dela e aquilo a fazia sentir-se viva.  Estava o deixando fazer o queria, em nenhum momento tentou tirá-lo do comando. Queria observá-lo por inteiro, cada expressão lhe encantava.

    Depois aquela sensação conhecida surgia a fazendo tremer, o corpo fica letárgico  e sorriso felino nos lábios. Ela retribui o beijo, era diferente estar com ele, talvez estivesse sendo idiota, mas porque não poderia tê-lo? Então parecia que um alerta surgia dizendo que o homem era proibido para ela por vários motivos que sua racionalidade conseguiria apontar se conseguisse parar de olhar pra excitação dele tão pesada contra seu corpo. Preferia então só pensar nele e esquecer qualquer aviso que a faria parar.

    O sentido dentro dela de novo, a dominando daquele jeito era o que mais gostava. Os olhos da ruiva estavam luxuriosos e a boca estava aberta em um beicinho sem fôlego. Morde o dedo dele com suavidade, o suga antes de soltá-lo e cheia de um apetite voraz.

    -Você tão fodidamente incrível!-
    Murmurou com o rosto vermelho e soltou um novo gemido. Nem tinha como se controlar e gemia toda vez que o sentia invadindo-a. Chloe mordeu os lábios com força, as mãos deslizaram pelos braços dele, o arranhando devagar e sem desviar os olhos dos dele. Então o respondia como se quisesse garantir que ele a possuísse por mais alguns minutos, mas falharia no quesito controlar os impulsos do próprio corpo em breve.

    -Por favor, quero mais de você!- Chloe se deixava ser levada, não queria desviar o olhar e lutou para não fechar os olhos. O novo gemido baixo e o sentindo cada vez mais  duro dentro dela. Então fechou os olhos e enquanto novos  tremores rolavam através dela como se fossem uma onda quente. Abre os olhos com um cara de provocação, ficou manhosa o sentindo ainda dentro dela e cheia de expectativa para que o corpo dela o satisfaça por completo.  

    -Minha vez de ser gentil…- Ela sai da mesa sem dar tempo que ele a segure. A ruiva o empurra devagar e coloca contra a mesa os olhos cheios de malícia até que as mãos trabalham nele, uma massagem suave, pressão delicada e devagar vai observando-o até que o engolem lentamente. Estava faminta, os dentes raspam na pele propositalmente, ela era maldosa, o suga forte por um tempo, mas depois usa a língua em toda aquela pele quente. Brinca com a língua o lambendo da base do membro até a ponta e para baixo novamente. Queria dar-lhe tudo que podia, aquilo dura um tempo onde as mãos revezam com os lábios para cima e para baixo. Só para por um breve segundo apenas para dizer cheia de provocação na voz. - Puxa meu cabelo com força!- Ele certamente sabe o que ela pretendia fazer. Depois Chloe vai mais fundo até fazê-lo atingir o próprio clímax. Beberia cada gota dele e depois aquela sala seria um pequeno corte no tempo no qual se aninharia a James e quando todo o calor cessasse ficaria ali apenas ouvindo o coração dele bater tão vivo quanto o dela.



    Chloe  Moore - Página 10 Debby-ryan-sexy



    ********************

    Estava segurando o bebê. Era estranho como seus sentidos pareciam em conflito, a mente tinha um zumbido distante e quando nota o homem o observa com um olhar apreensivo. O corpo tinha ainda uma dose de adrenalina, mas era a criança nos seus braços que a fazia olhá-lo como um intruso, ela meneou a cabeça tentando afugentar aquela outra coisa ruidosa que causou o inferno vermelho em sua vida.

    -Quem é você?- Ele poderia ouvir a tensão na voz dela.  Depois Chloe parecia visivelmente inclinada a ir com ele, talvez uma coisa dentro dela apontasse como o mais sensato a fazer. Ela se levanta devagar, o corpo cansado e olhos fixos nele. - Carona? Pra onde...O senhor tem nome?- Havia uma tentativa inútil de manter os modos e educação. Era a mente dela se desprendendo da velha vida e brigando com a outra parte que queria sentir algo mais, que queria devorar o mundo em uma bocada, que queria correr através das escadas luminosas acima deles ali e abocanhar a lua tornando-a parte de seu corpo de um jeito alienígena. Um sorriso surgiu nos lábios dela que fecha os olhos para abri-los depois.

    -Eu fiz algo ruim...Mas no fundo foi como beber de uma fonte antiga, primitiva e tentadoramente doce...Se você me disser que posso confiar em você vou acreditar…- Chloe parecia agora desprendida do papel de vítima e dentro dela duas coisas brigavam. Uma delas a fazia pedir por mais, como se seu estômago roncasse alto, faminto e audível demais para continuar naquela cena. A outra a mandava fugir, correr para longe, deixar tudo para trás, atravessar um nevoeiro escuro, caminhar sob uma ponte de sombras e se perder em um lugar que sussurrava seu nome. "Abandone tudo e me siga…” Podia pintar em sua mente um farol e sua luz era pura prata que aquecia a pele, fervia sua alma e quando piscava de novo estava ainda presa naquele momento onde o homem a olhava sério.  A voz suplicante e embargada por muitas emoções confusas. - Me leve daqui...Por favor!- Não importava mais o nome, apenas a sensação de familiaridade nele que a fez dar passos na direção de uma possível carona pra longe do pesadelo vermelho que protagonizou.

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