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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores

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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Empty Capítulo 1 - Festival dos Horrores

    Mensagem por Nightingale em Ter Nov 03, 2020 12:32 pm

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Baraaz10

    Trilha Sonora:

    Após demorar cerca de mais duas horas no escuro labirinto, Baraaz e Sor Drammot conseguiram encontrar as alavancas que abriam a grande porta de pedra para a próxima câmara da cripta. Eles seguiram ambos para a próxima sessão. Sor Drammot estava com a espada em punhos e em alerta.

    Logo então, na nova passagem, anão e homem e encontravam mais um impasse. Havia dois caminhos, um para a esquerda e um para a direita. No caminho da esquerda eles podiam ver que se tratava de uma porta ao final do corredor, mas eles escutavam também choros e lamúrias vindo daquela porta, poderia ser qualquer coisa, desde uma criatura morta-viva ou até mesmo uma pessoa inocente precisando de ajuda, imergindo em dor e agonia.

    - Está de acordo a averiguar esta porta, anão? Se for uma criatura reanimada da morte, será nosso dever moral destruí-la, e se for um inocente necessitado, também é nosso dever moral e seu dever profissional ampará-la.

    BARAAZ GATHOL:
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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores

    Mensagem por Nightingale em Qua Dez 16, 2020 8:50 am

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Solema12

    TRILHA SONORA:

    Fazia um dia que o Festival tinha iniciado e aquele festival tinha tudo haver com a historia da cidade. Ekat Joyfish era um cruzado e caçador de tesouros que servia Ultimuro no ano de 4515 4E. Ele lutava com distinção, mas logo percebeu que queria mais da vida e deixou os militares de Ultimuro para encontrar sua fortuna em outro lugar. Suas viagens o levaram para toda a região em volta do Lago Encarthan, e ele decidiu se estabelecer em 4522, após uma aventura bem lucrativa. Usando uma parte considerável de sua fortuna, ele saiu para dominar uma pequena área, fazendo com que o lugar fosse um ponto portuário. Pelos 10 anos seguintes, a cidade, agora conhecida como Domínio de Joyfish, cresceu e prosperou. Tudo isso mudou quando Asar Vergas veio a Domínio de Joyfish com um bando de mercenários sob seu comando. Asar era um antigo companheiro de Ekat, e os dois viajaram juntos por algum tempo antes de se separarem, pouco depois da última aventura de Ekat. Com o passar dos anos, Asar acreditava cada vez mais que Ekat tinha o traído naquela última aventura. Prometendo grandes riquezas a seus mercenários, Asar atacou a cidade impiedosamente por 2 meses. Finalmente, os cidadãos conseguiram achar o acampamento de Asar na antiga cripta nas profundezas da floresta, e Ekat em pessoa foi lidar com seu velho companheiro. A batalha foi terrivelmente sangrenta, e apenas alguns aldeões voltaram para contar a história. No fim, Asar foi morto e seus mercenários se dispersaram, mas Ekat sofreu um ferimento mortal. Ele morreu 2 dias depois, no 11º dia de Middas, 4535 4E. Em honra a seu amado fundador, os cidadãos enterraram Joyfish na antiga cripta, depositando seus ossos em um local de honra, acima do sarcófago simples usado para enterrar Asar, seus mercenários e os aldeões que perderam suas vidas na luta. Eles colocaram uma chama eterna acima do local de descanso final de Joyfish, para que todos que o visitassem encontrassem calor na mata selvagem. Com o passar dos anos, a Cripta da Chama Eterna se tornou uma parte importante da história da cidade, agora simplesmente chamada Joyfish. Os aldeões veem a cripta como um memorial para aqueles primeiros anos difíceis da história da cidade. Todo outono, alguns dos aldeões fazem uma peregrinação até a cripta para acender uma lanterna com a chama e trazê-la de volta à cidade, onde é preservada durante todo o inverno, um símbolo da resiliência da comunidade. Na maioria dos anos, o prefeito e um grupo de dignitários fazem essa busca. Em alguns anos, no entanto, alguns habitantes mais novos têm a honra de acender a lanterna. Muitos veem isso como a passagem para a fase adulta, um gostinho de aventura antes de se acalmarem num emprego e casamento. A busca começa como uma cerimônia solene na cidade, onde os habitantes se juntam para desejar boa sorte aos aventureiros, assim como foi quando o próprio Joyfish saiu para lutar contra os mercenários. Quando os aventureiros retornam alguns dias depois, a cidade faz uma grande celebração em honra a eles. Isso também marca a celebração final da colheita antes do longo inverno. A missão em si é relativamente simples. Os aventureiros devem viajar até a tumba, mais ou menos 2 dias de viagem fora da cidade, se aventurar dentro dela, acender a lanterna e voltar para casa. Com os anos, esse ritual ficou cada vez mais elaborado, agora alguns dos cidadãos vão lá com antecedência para armar algumas armadilhas simples, enigmas e monstros ilusórios para que os aventureiros os derrotem.

    Solemar veio para assistir a esse festival, e ele o fez. O mesmo deu-se inicio e ele, como todos os espectadores sejam moradores ou estrangeiros, vestiram mantos negros de cultistas como parte do espetáculo e assistiram o discurso da prefeita Uptal para que os jovens dessem inicio na sua aventura e então a cidade entraria em recesso, com exceção de serviços essenciais, até os jovens retornarem com a Chama Eterna.

    Solemar acordara no dia seguinte ao inicio do evento, a despedida dos aventureiros. Não estava na cabana de Olmira Cantárvore, a druída que era sua colega. Orcs estavam andando ao redor da cidade, ou assim era dito. Os chamados Mercadores da Morte não eram só bandidos, eram nefastos e crueis e estavam a solto pela região. Fora recomendado a todas as pessoas evitarem saírem da cidade sem proteção adequada, e assim Olmira e Solemar foram obrigados a deixarem a cabana para trás por um tempo e se hospedarem no Sete Pratas, uma estalagem que muitos viajantes se instalam. Apesar de os Mercadores da Morte serem uma ameaça pelas redondezas isso não impediu Joyfish de celebrar sua tradição pondo guardas para vigiar a rota de forma que não impactasse no desafio do ritual. Solemar sabia que a estalagem era chefiada por um sujeito viúvo e sua filha Asina, uma jovem de 13 anos e é assistida por "Trocados" um Halfling que tinha a fama de ser um "mão leve" apesar de ninguém nunca ter perdido nada de fato com ele. Quando Solemar colocou suas roupas e ia saír para tomar seu café da manhã, vira de baixo da porta, uma carta de Olvira.

    "Meu caro Solemar, sinto muito mas uma urgência surgiu e precisarei me ausentar nesses tempos difíceis. Se tudo der certo, então não haverá com o que se preocupar, se não receber notícias minhas até o final de Loreddas desta semana, então tudo deu errado e deixo à você todas os meus pertences como Herança, visto que nunca tive filhos, minha família além de Ophelia me rejeita e não tenho amigos muito próximos além de você. Até lá, preciso que me faça um favor. A prefeita Uptal necessitou de minha assistência essa madrugada mas eu estava de partida. Recomendei você para assisti-la em meu lugar, assim que puder vá para a prefeitura, ela lhe dirá o que precisa.

    Atenciosamente e carinhosa: Olmira Cantárvore"


    Avatares e Imagens:
    OLMIRA CANTÁRVORE

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Olmira10


    PREFEITA JOSEPHINE UPTAL

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    ASINA PRATAS - SUB GERENTE DO SETE PRATAS

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    JIMI "TROCADO" IGGINS - FUNCIONÁRIO DO SETE PRATAS

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    JOYFISH COAST TOWN

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Joyfis10


    POUSADA SETE PRATAS

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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Hosped11


    SOLEMAR ONDINEL:
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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores

    Mensagem por Nightingale em Qua Dez 16, 2020 9:33 am

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Ranki_10


    TRILHA SONORA:


    Fazia um dia que o Festival tinha iniciado e aquele festival tinha tudo haver com a historia da cidade. Ekat Joyfish era um cruzado e caçador de tesouros que servia Ultimuro no ano de 4515 4E. Ele lutava com distinção, mas logo percebeu que queria mais da vida e deixou os militares de Ultimuro para encontrar sua fortuna em outro lugar. Suas viagens o levaram para toda a região em volta do Lago Encarthan, e ele decidiu se estabelecer em 4522, após uma aventura bem lucrativa. Usando uma parte considerável de sua fortuna, ele saiu para dominar uma pequena área, fazendo com que o lugar fosse um ponto portuário. Pelos 10 anos seguintes, a cidade, agora conhecida como Domínio de Joyfish, cresceu e prosperou. Tudo isso mudou quando Asar Vergas veio a Domínio de Joyfish com um bando de mercenários sob seu comando. Asar era um antigo companheiro de Ekat, e os dois viajaram juntos por algum tempo antes de se separarem, pouco depois da última aventura de Ekat. Com o passar dos anos, Asar acreditava cada vez mais que Ekat tinha o traído naquela última aventura. Prometendo grandes riquezas a seus mercenários, Asar atacou a cidade impiedosamente por 2 meses. Finalmente, os cidadãos conseguiram achar o acampamento de Asar na antiga cripta nas profundezas da floresta, e Ekat em pessoa foi lidar com seu velho companheiro. A batalha foi terrivelmente sangrenta, e apenas alguns aldeões voltaram para contar a história. No fim, Asar foi morto e seus mercenários se dispersaram, mas Ekat sofreu um ferimento mortal. Ele morreu 2 dias depois, no 11º dia de Middas, 4535 4E. Em honra a seu amado fundador, os cidadãos enterraram Joyfish na antiga cripta, depositando seus ossos em um local de honra, acima do sarcófago simples usado para enterrar Asar, seus mercenários e os aldeões que perderam suas vidas na luta. Eles colocaram uma chama eterna acima do local de descanso final de Joyfish, para que todos que o visitassem encontrassem calor na mata selvagem. Com o passar dos anos, a Cripta da Chama Eterna se tornou uma parte importante da história da cidade, agora simplesmente chamada Joyfish. Os aldeões veem a cripta como um memorial para aqueles primeiros anos difíceis da história da cidade. Todo outono, alguns dos aldeões fazem uma peregrinação até a cripta para acender uma lanterna com a chama e trazê-la de volta à cidade, onde é preservada durante todo o inverno, um símbolo da resiliência da comunidade. Na maioria dos anos, o prefeito e um grupo de dignitários fazem essa busca. Em alguns anos, no entanto, alguns habitantes mais novos têm a honra de acender a lanterna. Muitos veem isso como a passagem para a fase adulta, um gostinho de aventura antes de se acalmarem num emprego e casamento. A busca começa como uma cerimônia solene na cidade, onde os habitantes se juntam para desejar boa sorte aos aventureiros, assim como foi quando o próprio Joyfish saiu para lutar contra os mercenários. Quando os aventureiros retornam alguns dias depois, a cidade faz uma grande celebração em honra a eles. Isso também marca a celebração final da colheita antes do longo inverno. A missão em si é relativamente simples. Os aventureiros devem viajar até a tumba, mais ou menos 2 dias de viagem fora da cidade, se aventurar dentro dela, acender a lanterna e voltar para casa. Com os anos, esse ritual ficou cada vez mais elaborado, agora alguns dos cidadãos vão lá com antecedência para armar algumas armadilhas simples, enigmas e monstros ilusórios para que os aventureiros os derrotem.

    Raki tinha já assistido ao Festival, assim como todos, ela tinha vestido um manto de cultista para assistir a cerimônia celebrada pela Prefeita Uptal. A ladina feiticeira ainda não tinha ido conhecer sua família, porque descobriu que era um momento inapropriado. Um dos seus primos, Elliot, era um dos participantes desse festival, um dos heróis representados pelos companheiros de Joyfish e portanto, soube que seu tio Jorgun e seu outro primo Macalister estavam todos corridos demais o ajudando a se preparar e a preparar o festival também. Descobrirem uma parente nova seria uma coisa conturbada de se lidar no momento. Achando mais prudente não incomodá-los agora, Raki se hospedou no Sete Pratas, uma hospedagem que os viajantes normalmente se inseriam e por tanto era bem popular. Raki, porém não tinha um tostão no bolso, mas a Sub gerente da estalagem, a garota Asina, era uma jovem generosa e permitiu que Raki passasse a noite como funcionária da estalagem para pagar as despesas enquanto precisasse. Raki então trabalhava de garçonete para pagar essa dispesa até decidir deixar a Sete Pratas ou então conseguir dinheiro para pagar a sua hospedagem. Raki conheceu também, Jimi "Trocados", um Halfling de mão leve que nunca de fato roubou pertences pois sempre deixava-os à vista para seus donos acharem. Ela sabia que o Sete Pratas era gerenciado pelo pai de Asina, mas ele raramente estava presente na estalagem sendo a chefe mesmo a garota de 13 anos.

    Raki tinha acordado um pouco mais cedo aquela manhã, precisava servir as mesas, a cozinha tinha funcionários então ela não precisou acordar tão mais cedo, mas precisava estar no salão antes dos hospedes para caso precisassem de algo a mais no café da manhã. Raki sabia que agora a cidade estava em recesso até os heróis voltarem com exceção dos serviços excenciais, ela viu seu primo Elliot no festival, mas como ele era a atração principal, junto com os outros participantes, ela não podia chegar até ele. Agora, talvez fosse o melhor momento para ela ir até sua família, eles estariam relaxados e mais abertos à notícia.
    Avatares e Imagens:
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    ASINA PRATAS - SUB GERENTE DO SETE PRATAS

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    JOYFISH COAST TOWN

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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Hosped11


    RAKI SIAHO:
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    Mensagem por Alexyus em Sex Dez 18, 2020 7:03 pm

    Solemar estava frustrado com aqueles Mercadores da Morte sitiando os arredores da cidade. Além de ameaçar a cerimônia do festival, isso o impedia de surfar!!!

    A carta de Olviria foi uma nova surpresa, e Solemar ficou pensativo com aquilo.

    Depois de muito ponderar, Ondiniel decidiu aceitar a terceirização da missão de Oliviria e saiu da estalagem onde estava hospedado para encontrar a prefeita Uptal.
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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores

    Mensagem por John Milton em Sab Jan 02, 2021 9:52 am

    O anão enfim encontrara o caminho naquele labirinto infernal. Sua paciência já se exauria quando, enfim, o ar nauseabundo daquele lugar melhorará ao menos um pouco indicando que um novo caminho se desvendava diante dos seus seus olhos.

    Outra bifurcação... Maldição, mas aquilo ali não era de se assustar, no entanto a porta lhe causava curiosidade. O que estaria escondido naquele cômodo?

    Só havia uma forma de descobrir

    -Deveras Sor Drammont. Pode ir na frente
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    Mensagem por Nightingale em Sab Jan 02, 2021 10:42 am

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Solema12


    TRILHA SONORA:


    Solemar descia as escadas da hospedagem passando pelo corredor do segundo andar e chegando ao térreo. Ao chegar lá, Solemar via todo o Buffet do café da manhã pronto para os hóspedes. Asina e Jimmy Trocados estavam à esperada dos hóspedes que passariam por eles e tomariam o café da manhã servido. Asina e Trocados cumprimentavam o Elfo que ao, cumprimentá-los ou não, passava para a saída ignorando a refeição matinal e indo direto para o seu objetivo. Na cidade, ele só tinha um objetivo por agora, ir para a prefeitura. A manhã estava gostosa e aconchegante, calma, levemente fria devido à noite ter sido muito recente. Solemar ouvia o som das ondas a uma certa distância e ficava chateado por impor-se a restrição de surfar, pelo menos por enquanto. Não havia muitas pessoas na rua, afinal a cidade estava de recesso pelo festiaval. Não sabendo onde era a prefeitura, pois ele era muito novo na cidade, mas facilmente encontrado o caminho perguntando para guardas ou transeuntes moradores, Solemar encontrava a ponte para caminho da prefeitura que era vigiada por dois guardas que bloqueavam com suas lanças fazendo um X em frente ao portão:

    - Alto, Elfo! Identifique-se e declare seus assuntos na prefeitura.


    PREFEITURA - GRANDE SALÃO

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Grande11

    GUARDAS

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Joyfis11

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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores

    Mensagem por Nightingale em Sab Jan 02, 2021 10:49 am

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Baraaz10

    Trilha Sonora:

    O Paladino assentia com a cabeça e juntos, porém com o guerreiro leal à frente, eles avançavam lentamente e de forma cautelosa pela porta em que ouviam aqueles gemidos. Sor Drammot ia com sua grande espada até a maçaneta e lentamente a girava e a empurra porém... Trancada. O som dos gemidos lamuriantes, em conjunto, sessavam por completo. Dor Drammot então olhava para o Anão e diz em voz baixa:

    - Podemos tentar arrombar essa porta à força, ou tentar abri-la, tal como os gatunos.

    Ele olhava para o Anão aguardando a decisão, afinal, Baraaz que na verdadera era o dono daquele trabalho.

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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores

    Mensagem por Alexyus em Sab Jan 09, 2021 10:18 am

    Solemar desceu as escadas da estalagem até o salão pensativamente. 

    Ele estava tão imerso em pensamentos que respondeu aos cumprimentos de Asina e Jimmy apenas superficialmente, resmungando qualquer coisa em voz baixa, naquele seu jeito amigável e distraído.

    Deixou de lado o desjejum e encaminhou-se para a rua, pretendendo resolver aquela questão de Olmira o mais breve possível.

    A cidade não era seu habitat natural, seu lugar preferido era em meio à natureza, destacadamente a natureza marinha, onde podia relaxar, nadar, se refrescar... e surfar! Sentia falta de pegar umas ondas.

    Acabou por achar finalmente o prédio da prefeitura.

    - Alto, Elfo! Identifique-se e declare seus assuntos na prefeitura.

    - Bom dia! Eu vim em nome de Olmira Cantárvore para atender a um chamado da prefeita. Me chamo Solemar Ondiniel, e vocês?
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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores

    Mensagem por Katerine Le Blanc em Sab Jan 09, 2021 12:27 pm

    A cidade realmente estava movimentada, eu apenas havia acabo de chegar e em minha mente apenas queria ver meus familiares, porém, ao conversar com algumas pessoas eles me informaram que eles estavam ocupados com os preparativos do festival.

    Eu não tinha escolha a não ser ir até um bar onde eu passaria a noite, além do mais eu não tinha tanta pressa para querer encontrar com meus familiares naquele dia.

    O barro ali me fazia ficar cada vez mais relaxa e logo pedia a moça de cabelos castanhos algo para comer, seu sorriso era como música para mim e sendo assim apenas sorria de volta.

    Quando terminei de comer pagava a comida e pegava um quarta na estalagem e logo fui me deitar, descansar depois de uma longa viagem era o que eu precisava e sendo assim dormi tão bem que fui só acordar na manhã seguinte.

    -x-

    Era bem cedo quando eu acordei e paguei novamente pela hospitalidade, eu já estava bem desperta e meu sorriso demonstrava que o local era muito bom.

    Assim que agradeci e me despedi me retirava do local pronta para encontrar com meus familiares, agora eu precisava encontrar onde eles morava e logo comecei a andar pela cidade um pouco perdida.
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