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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores

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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Empty Capítulo 1 - Festival dos Horrores

    Mensagem por Nightingale Ter Nov 03, 2020 12:32 pm

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Baraaz10

    Trilha Sonora:

    Após demorar cerca de mais duas horas no escuro labirinto, Baraaz e Sor Drammot conseguiram encontrar as alavancas que abriam a grande porta de pedra para a próxima câmara da cripta. Eles seguiram ambos para a próxima sessão. Sor Drammot estava com a espada em punhos e em alerta.

    Logo então, na nova passagem, anão e homem e encontravam mais um impasse. Havia dois caminhos, um para a esquerda e um para a direita. No caminho da esquerda eles podiam ver que se tratava de uma porta ao final do corredor, mas eles escutavam também choros e lamúrias vindo daquela porta, poderia ser qualquer coisa, desde uma criatura morta-viva ou até mesmo uma pessoa inocente precisando de ajuda, imergindo em dor e agonia.

    - Está de acordo a averiguar esta porta, anão? Se for uma criatura reanimada da morte, será nosso dever moral destruí-la, e se for um inocente necessitado, também é nosso dever moral e seu dever profissional ampará-la.

    BARAAZ GATHOL:
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    - Condição: OK
    - Resistências: N/A
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    Mensagem por Nightingale Qua Dez 16, 2020 8:50 am

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Solema12

    TRILHA SONORA:

    Fazia um dia que o Festival tinha iniciado e aquele festival tinha tudo haver com a historia da cidade. Ekat Joyfish era um cruzado e caçador de tesouros que servia Ultimuro no ano de 4515 4E. Ele lutava com distinção, mas logo percebeu que queria mais da vida e deixou os militares de Ultimuro para encontrar sua fortuna em outro lugar. Suas viagens o levaram para toda a região em volta do Lago Encarthan, e ele decidiu se estabelecer em 4522, após uma aventura bem lucrativa. Usando uma parte considerável de sua fortuna, ele saiu para dominar uma pequena área, fazendo com que o lugar fosse um ponto portuário. Pelos 10 anos seguintes, a cidade, agora conhecida como Domínio de Joyfish, cresceu e prosperou. Tudo isso mudou quando Asar Vergas veio a Domínio de Joyfish com um bando de mercenários sob seu comando. Asar era um antigo companheiro de Ekat, e os dois viajaram juntos por algum tempo antes de se separarem, pouco depois da última aventura de Ekat. Com o passar dos anos, Asar acreditava cada vez mais que Ekat tinha o traído naquela última aventura. Prometendo grandes riquezas a seus mercenários, Asar atacou a cidade impiedosamente por 2 meses. Finalmente, os cidadãos conseguiram achar o acampamento de Asar na antiga cripta nas profundezas da floresta, e Ekat em pessoa foi lidar com seu velho companheiro. A batalha foi terrivelmente sangrenta, e apenas alguns aldeões voltaram para contar a história. No fim, Asar foi morto e seus mercenários se dispersaram, mas Ekat sofreu um ferimento mortal. Ele morreu 2 dias depois, no 11º dia de Middas, 4535 4E. Em honra a seu amado fundador, os cidadãos enterraram Joyfish na antiga cripta, depositando seus ossos em um local de honra, acima do sarcófago simples usado para enterrar Asar, seus mercenários e os aldeões que perderam suas vidas na luta. Eles colocaram uma chama eterna acima do local de descanso final de Joyfish, para que todos que o visitassem encontrassem calor na mata selvagem. Com o passar dos anos, a Cripta da Chama Eterna se tornou uma parte importante da história da cidade, agora simplesmente chamada Joyfish. Os aldeões veem a cripta como um memorial para aqueles primeiros anos difíceis da história da cidade. Todo outono, alguns dos aldeões fazem uma peregrinação até a cripta para acender uma lanterna com a chama e trazê-la de volta à cidade, onde é preservada durante todo o inverno, um símbolo da resiliência da comunidade. Na maioria dos anos, o prefeito e um grupo de dignitários fazem essa busca. Em alguns anos, no entanto, alguns habitantes mais novos têm a honra de acender a lanterna. Muitos veem isso como a passagem para a fase adulta, um gostinho de aventura antes de se acalmarem num emprego e casamento. A busca começa como uma cerimônia solene na cidade, onde os habitantes se juntam para desejar boa sorte aos aventureiros, assim como foi quando o próprio Joyfish saiu para lutar contra os mercenários. Quando os aventureiros retornam alguns dias depois, a cidade faz uma grande celebração em honra a eles. Isso também marca a celebração final da colheita antes do longo inverno. A missão em si é relativamente simples. Os aventureiros devem viajar até a tumba, mais ou menos 2 dias de viagem fora da cidade, se aventurar dentro dela, acender a lanterna e voltar para casa. Com os anos, esse ritual ficou cada vez mais elaborado, agora alguns dos cidadãos vão lá com antecedência para armar algumas armadilhas simples, enigmas e monstros ilusórios para que os aventureiros os derrotem.

    Solemar veio para assistir a esse festival, e ele o fez. O mesmo deu-se inicio e ele, como todos os espectadores sejam moradores ou estrangeiros, vestiram mantos negros de cultistas como parte do espetáculo e assistiram o discurso da prefeita Uptal para que os jovens dessem inicio na sua aventura e então a cidade entraria em recesso, com exceção de serviços essenciais, até os jovens retornarem com a Chama Eterna.

    Solemar acordara no dia seguinte ao inicio do evento, a despedida dos aventureiros. Não estava na cabana de Olmira Cantárvore, a druída que era sua colega. Orcs estavam andando ao redor da cidade, ou assim era dito. Os chamados Mercadores da Morte não eram só bandidos, eram nefastos e crueis e estavam a solto pela região. Fora recomendado a todas as pessoas evitarem saírem da cidade sem proteção adequada, e assim Olmira e Solemar foram obrigados a deixarem a cabana para trás por um tempo e se hospedarem no Sete Pratas, uma estalagem que muitos viajantes se instalam. Apesar de os Mercadores da Morte serem uma ameaça pelas redondezas isso não impediu Joyfish de celebrar sua tradição pondo guardas para vigiar a rota de forma que não impactasse no desafio do ritual. Solemar sabia que a estalagem era chefiada por um sujeito viúvo e sua filha Asina, uma jovem de 13 anos e é assistida por "Trocados" um Halfling que tinha a fama de ser um "mão leve" apesar de ninguém nunca ter perdido nada de fato com ele. Quando Solemar colocou suas roupas e ia saír para tomar seu café da manhã, vira de baixo da porta, uma carta de Olvira.

    "Meu caro Solemar, sinto muito mas uma urgência surgiu e precisarei me ausentar nesses tempos difíceis. Se tudo der certo, então não haverá com o que se preocupar, se não receber notícias minhas até o final de Loreddas desta semana, então tudo deu errado e deixo à você todas os meus pertences como Herança, visto que nunca tive filhos, minha família além de Ophelia me rejeita e não tenho amigos muito próximos além de você. Até lá, preciso que me faça um favor. A prefeita Uptal necessitou de minha assistência essa madrugada mas eu estava de partida. Recomendei você para assisti-la em meu lugar, assim que puder vá para a prefeitura, ela lhe dirá o que precisa.

    Atenciosamente e carinhosa: Olmira Cantárvore"


    Avatares e Imagens:
    OLMIRA CANTÁRVORE

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    Mensagem por Nightingale Qua Dez 16, 2020 9:33 am

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Ranki_10


    TRILHA SONORA:


    Fazia um dia que o Festival tinha iniciado e aquele festival tinha tudo haver com a historia da cidade. Ekat Joyfish era um cruzado e caçador de tesouros que servia Ultimuro no ano de 4515 4E. Ele lutava com distinção, mas logo percebeu que queria mais da vida e deixou os militares de Ultimuro para encontrar sua fortuna em outro lugar. Suas viagens o levaram para toda a região em volta do Lago Encarthan, e ele decidiu se estabelecer em 4522, após uma aventura bem lucrativa. Usando uma parte considerável de sua fortuna, ele saiu para dominar uma pequena área, fazendo com que o lugar fosse um ponto portuário. Pelos 10 anos seguintes, a cidade, agora conhecida como Domínio de Joyfish, cresceu e prosperou. Tudo isso mudou quando Asar Vergas veio a Domínio de Joyfish com um bando de mercenários sob seu comando. Asar era um antigo companheiro de Ekat, e os dois viajaram juntos por algum tempo antes de se separarem, pouco depois da última aventura de Ekat. Com o passar dos anos, Asar acreditava cada vez mais que Ekat tinha o traído naquela última aventura. Prometendo grandes riquezas a seus mercenários, Asar atacou a cidade impiedosamente por 2 meses. Finalmente, os cidadãos conseguiram achar o acampamento de Asar na antiga cripta nas profundezas da floresta, e Ekat em pessoa foi lidar com seu velho companheiro. A batalha foi terrivelmente sangrenta, e apenas alguns aldeões voltaram para contar a história. No fim, Asar foi morto e seus mercenários se dispersaram, mas Ekat sofreu um ferimento mortal. Ele morreu 2 dias depois, no 11º dia de Middas, 4535 4E. Em honra a seu amado fundador, os cidadãos enterraram Joyfish na antiga cripta, depositando seus ossos em um local de honra, acima do sarcófago simples usado para enterrar Asar, seus mercenários e os aldeões que perderam suas vidas na luta. Eles colocaram uma chama eterna acima do local de descanso final de Joyfish, para que todos que o visitassem encontrassem calor na mata selvagem. Com o passar dos anos, a Cripta da Chama Eterna se tornou uma parte importante da história da cidade, agora simplesmente chamada Joyfish. Os aldeões veem a cripta como um memorial para aqueles primeiros anos difíceis da história da cidade. Todo outono, alguns dos aldeões fazem uma peregrinação até a cripta para acender uma lanterna com a chama e trazê-la de volta à cidade, onde é preservada durante todo o inverno, um símbolo da resiliência da comunidade. Na maioria dos anos, o prefeito e um grupo de dignitários fazem essa busca. Em alguns anos, no entanto, alguns habitantes mais novos têm a honra de acender a lanterna. Muitos veem isso como a passagem para a fase adulta, um gostinho de aventura antes de se acalmarem num emprego e casamento. A busca começa como uma cerimônia solene na cidade, onde os habitantes se juntam para desejar boa sorte aos aventureiros, assim como foi quando o próprio Joyfish saiu para lutar contra os mercenários. Quando os aventureiros retornam alguns dias depois, a cidade faz uma grande celebração em honra a eles. Isso também marca a celebração final da colheita antes do longo inverno. A missão em si é relativamente simples. Os aventureiros devem viajar até a tumba, mais ou menos 2 dias de viagem fora da cidade, se aventurar dentro dela, acender a lanterna e voltar para casa. Com os anos, esse ritual ficou cada vez mais elaborado, agora alguns dos cidadãos vão lá com antecedência para armar algumas armadilhas simples, enigmas e monstros ilusórios para que os aventureiros os derrotem.

    Raki tinha já assistido ao Festival, assim como todos, ela tinha vestido um manto de cultista para assistir a cerimônia celebrada pela Prefeita Uptal. A ladina feiticeira ainda não tinha ido conhecer sua família, porque descobriu que era um momento inapropriado. Um dos seus primos, Elliot, era um dos participantes desse festival, um dos heróis representados pelos companheiros de Joyfish e portanto, soube que seu tio Jorgun e seu outro primo Macalister estavam todos corridos demais o ajudando a se preparar e a preparar o festival também. Descobrirem uma parente nova seria uma coisa conturbada de se lidar no momento. Achando mais prudente não incomodá-los agora, Raki se hospedou no Sete Pratas, uma hospedagem que os viajantes normalmente se inseriam e por tanto era bem popular. Raki, porém não tinha um tostão no bolso, mas a Sub gerente da estalagem, a garota Asina, era uma jovem generosa e permitiu que Raki passasse a noite como funcionária da estalagem para pagar as despesas enquanto precisasse. Raki então trabalhava de garçonete para pagar essa dispesa até decidir deixar a Sete Pratas ou então conseguir dinheiro para pagar a sua hospedagem. Raki conheceu também, Jimi "Trocados", um Halfling de mão leve que nunca de fato roubou pertences pois sempre deixava-os à vista para seus donos acharem. Ela sabia que o Sete Pratas era gerenciado pelo pai de Asina, mas ele raramente estava presente na estalagem sendo a chefe mesmo a garota de 13 anos.

    Raki tinha acordado um pouco mais cedo aquela manhã, precisava servir as mesas, a cozinha tinha funcionários então ela não precisou acordar tão mais cedo, mas precisava estar no salão antes dos hospedes para caso precisassem de algo a mais no café da manhã. Raki sabia que agora a cidade estava em recesso até os heróis voltarem com exceção dos serviços excenciais, ela viu seu primo Elliot no festival, mas como ele era a atração principal, junto com os outros participantes, ela não podia chegar até ele. Agora, talvez fosse o melhor momento para ela ir até sua família, eles estariam relaxados e mais abertos à notícia.
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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Hosped11


    RAKI SIAHO:
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    Mensagem por Alexyus Sex Dez 18, 2020 7:03 pm

    Solemar estava frustrado com aqueles Mercadores da Morte sitiando os arredores da cidade. Além de ameaçar a cerimônia do festival, isso o impedia de surfar!!!

    A carta de Olviria foi uma nova surpresa, e Solemar ficou pensativo com aquilo.

    Depois de muito ponderar, Ondiniel decidiu aceitar a terceirização da missão de Oliviria e saiu da estalagem onde estava hospedado para encontrar a prefeita Uptal.
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    Mensagem por John Milton Sab Jan 02, 2021 9:52 am

    O anão enfim encontrara o caminho naquele labirinto infernal. Sua paciência já se exauria quando, enfim, o ar nauseabundo daquele lugar melhorará ao menos um pouco indicando que um novo caminho se desvendava diante dos seus seus olhos.

    Outra bifurcação... Maldição, mas aquilo ali não era de se assustar, no entanto a porta lhe causava curiosidade. O que estaria escondido naquele cômodo?

    Só havia uma forma de descobrir

    -Deveras Sor Drammont. Pode ir na frente
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    Mensagem por Nightingale Sab Jan 02, 2021 10:42 am

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Solema12


    TRILHA SONORA:


    Solemar descia as escadas da hospedagem passando pelo corredor do segundo andar e chegando ao térreo. Ao chegar lá, Solemar via todo o Buffet do café da manhã pronto para os hóspedes. Asina e Jimmy Trocados estavam à esperada dos hóspedes que passariam por eles e tomariam o café da manhã servido. Asina e Trocados cumprimentavam o Elfo que ao, cumprimentá-los ou não, passava para a saída ignorando a refeição matinal e indo direto para o seu objetivo. Na cidade, ele só tinha um objetivo por agora, ir para a prefeitura. A manhã estava gostosa e aconchegante, calma, levemente fria devido à noite ter sido muito recente. Solemar ouvia o som das ondas a uma certa distância e ficava chateado por impor-se a restrição de surfar, pelo menos por enquanto. Não havia muitas pessoas na rua, afinal a cidade estava de recesso pelo festiaval. Não sabendo onde era a prefeitura, pois ele era muito novo na cidade, mas facilmente encontrado o caminho perguntando para guardas ou transeuntes moradores, Solemar encontrava a ponte para caminho da prefeitura que era vigiada por dois guardas que bloqueavam com suas lanças fazendo um X em frente ao portão:

    - Alto, Elfo! Identifique-se e declare seus assuntos na prefeitura.


    PREFEITURA - GRANDE SALÃO

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    GUARDAS

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Joyfis11

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    Mensagem por Nightingale Sab Jan 02, 2021 10:49 am

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Baraaz10

    Trilha Sonora:

    O Paladino assentia com a cabeça e juntos, porém com o guerreiro leal à frente, eles avançavam lentamente e de forma cautelosa pela porta em que ouviam aqueles gemidos. Sor Drammot ia com sua grande espada até a maçaneta e lentamente a girava e a empurra porém... Trancada. O som dos gemidos lamuriantes, em conjunto, sessavam por completo. Dor Drammot então olhava para o Anão e diz em voz baixa:

    - Podemos tentar arrombar essa porta à força, ou tentar abri-la, tal como os gatunos.

    Ele olhava para o Anão aguardando a decisão, afinal, Baraaz que na verdadera era o dono daquele trabalho.


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    Mensagem por Alexyus Sab Jan 09, 2021 10:18 am

    Solemar desceu as escadas da estalagem até o salão pensativamente. 

    Ele estava tão imerso em pensamentos que respondeu aos cumprimentos de Asina e Jimmy apenas superficialmente, resmungando qualquer coisa em voz baixa, naquele seu jeito amigável e distraído.

    Deixou de lado o desjejum e encaminhou-se para a rua, pretendendo resolver aquela questão de Olmira o mais breve possível.

    A cidade não era seu habitat natural, seu lugar preferido era em meio à natureza, destacadamente a natureza marinha, onde podia relaxar, nadar, se refrescar... e surfar! Sentia falta de pegar umas ondas.

    Acabou por achar finalmente o prédio da prefeitura.

    - Alto, Elfo! Identifique-se e declare seus assuntos na prefeitura.

    - Bom dia! Eu vim em nome de Olmira Cantárvore para atender a um chamado da prefeita. Me chamo Solemar Ondiniel, e vocês?
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    Mensagem por Katerine Le Blanc Sab Jan 09, 2021 12:27 pm

    A cidade realmente estava movimentada, eu apenas havia acabado de chegar e em minha mente apenas queria ver meus familiares, porém, ao conversar com algumas pessoas eles me informaram que eles estavam ocupados com os preparativos do festival.

    Como eu não tinha dinheiro me ofereceram uma proposta para trabalhar como garçonete para ter algo para comer e uma cama para dormir, além do mais eu não tinha tanta pressa para querer encontrar com meus familiares naquele dia.

    O barro ali me fazia ficar cada vez mais relaxa e logo pedia a moça de cabelos castanhos algo para comer, seu sorriso era como música para mim e sendo assim apenas sorria de volta.

    Quando terminei de trabalhar e comer eu me dirigi a um dos quartos da estalagem indo me deitar logo em seguida, acabei descansando depois de uma longa viagem e de um ótimo dia de trabalho, sendo assim dormi tão bem que só fui acordar na manhã seguinte.

    -x-

    Era bem cedo quando eu acordei enquanto eu me arrumava para sair da estalagem, eu já estava bem desperta e meu sorriso demonstrava que o local era muito bom.

    Ainda sorrindo agradeci ao dono da estalagem por ter me deixado ficar mesmo que eu tivesse que trabalhar, com rapidez e alegria me despedi saindo do local pronta para encontrar com meus familiares, agora eu precisava saber onde eles moravam e logo comecei a andar pela cidade um pouco perdida.
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    Mensagem por Nightingale Sex Ago 06, 2021 8:56 pm

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Solema12



    TRILHA SONORA:



    Após a fala do Elfo o guarda respondia:


    Guarda escreveu:Capítulo 1 - Festival dos Horrores Joyfis12

    - Meu nome é Thomas, e este é Gario! Sua presença era aguardada, senhor Ondiniel! Me acompanhe!

    Assim, o guarda abria o portão duplo principal e permitia a passagem de Solemar. Ele vira- para o outro guarda e diz:

    Guarda escreveu:Capítulo 1 - Festival dos Horrores Joyfis12

    - Gario, não me demoro! Fique a postos.

    Gario apenas assentia e Thomas guiava Solemar pela ponte que dava acesso a uma ilhota muito pequena, tão pequena que apenas a prefeitura cabia naquele lugar. As águas que passavam por baixo da ponte, eram águas do mar que vinham agitadas devido ao vento. Não havia prédios ou outros impedimentos para que o vento viesse forte do horizonte. Naquele momento Solimar podia sentir desgosto porque olhando para o outro lado, por onde o vento empurrava o mar, ele podia ver a praia sem ninguém, completamente vazia, e as ondas fortes ao fundo que chegavam a se arrastar até as areias. Estava um ótimo dia para surfar, não fosse um grupo de Orcs psicóticos nas redondezas.

    Ele chegava até a outra ponta da ponte até a ilha e consequentemente até a porta da prefeitura. Na porta haviam outros dois guardas mas nada falavam pois Solimar estava acompanhado de um deles. Eles entravam e o ambiente da prefeitura era bem limpo e aconchegante, com moveis bem entalhados e de boa qualidade para uma cidade de porte médio. Ele passava por alguns halls, via alguns aristocratas, humanos, elfos e até gnomos de roupas bem apessoadas indicando que tinham bastante dinheiro. Eles chegavam até uma porta no final do hall onde o guarda batia e uma voz feminina do outro lado dava permissão para entrar. O guarda abria a mesma dando passagem para Solemar observar e entrar no gabinete da prefeitura.

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Grande12

    Havia uma mulher do sentada no centro da mesa, as duas cadeiras a frente estavam vazias.

    Guarda escreveu:Capítulo 1 - Festival dos Horrores Joyfis12

    - Senhora, este é Solemar Ondiniel.

    Assim que o guarda Thomas apresentava Solemar, a prefeita esboçava um sorriso de satisfação, se levantava e contornava a mesa até a entrada para cumprimentar Solemar com um aperto de mão formal.

    Uptal escreveu:Capítulo 1 - Festival dos Horrores Prefei11

    - Solemar, é um prazer conhecê-lo, meu nome é Josephine Uptal, sou a prefeita de Joyfish. Olmira me falou bem de você. Por favor entre e sente-se, fique a vontade.

    Depois que ela pedia para ele entrar, o guarda Thomas simplesmente fechava a porta e a prefeita complementava enquanto o acompanhava até a cadeira e contornava a mesa para se sentar no seu lugar atrás, mas não sem antes perguntar:


    Uptal escreveu:Capítulo 1 - Festival dos Horrores Prefei11

    - Posso lhe servir uma chicará de chá, café?

    A prefeita era cordial e muito simpática.


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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores

    Mensagem por Nightingale Sex Ago 06, 2021 9:23 pm

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Ranki_10



    TRILHA SONORA:



    Raki não conseguiu encontrar o dono verdadeiro da estalagem que é o pai de Asina. Raki se lembrava na noite anterior quando conversando com a garota enquanto ajudava a limpar a cozinha, que o pai dela era o dono da estalagem mas ele quase nunca estava na estalagem. Ela dizia que ele trabalhava fora embora não tivesse dito o que ele fazia e aonde ele ia. A ladina feiticeira então se despediu da própria Sub Gerente, Asina, a garota de 13 anos e também de Trocados, o Halfling. Tudo parecia ter ficado acertado visto que Raki pagou sua hospedagem com trabalho e não ficaria mais uma noite, então não precisaria trabalhar no período da manhã. Ela saía se despedindo dos novos conhecidos, quem sabe até novos amigos pro futuro, e assim rondou a cidade por um tempo a procura da casa de seus familiares, o que não foi muito difícil visto que seu primo Elliot agora era bem famoso, afinal ele e outros três jovens foram a atração principal do evento de ontem.


    Primo Elliot

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Elliot11

    Ela então chegou finalmente a uma casa média e bonita, bem aconchegante por sinal, o melhor lugar que Raki de fato podia viver.

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Jorgun11

    Ela se aproximava e batia na porta, demorava alguns segundos até alguém finalmente atender.

    Macalister escreveu:Capítulo 1 - Festival dos Horrores Macali10

    - Olá, em que posso ajudar?

    Aquele era seu primo Macalister, porém ele claramente não conhecia Raki, mas ela se lembrava de ter visto ele e o pai dele, seu tio Jorgun no festival de ontem.


    Tio Jorgun

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Jorgun10
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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores

    Mensagem por John Milton Sab Ago 07, 2021 12:28 pm

    O anão caminhava com seu machado em punho. Sua respiração cortava o ar nauseabundo e agora ouvia lamúrias vindas de nalgum lugar para então perceber que vinha por trás de uma porta.

    Ele ouve o que o Humano ao seu lado conjectura e concorda
    .
    -Vamos ver o que tem de trás dessa porta Sor....

    Ele da uma passada para trás preparado para combater o que quer que saltasse dali
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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores

    Mensagem por Katerine Le Blanc Sab Ago 07, 2021 12:45 pm

    Quando finalmente eu cheguei na
    casa de meus familiares e bati na porta alguém me atendeu, ele tinha cabelos castanhos e uma barba mal feita. Eu estava com um pouco de medo e sendo assim fiquei um pouco sem palavras para responder, porém, logo fechava meus olhos e respirava fundo tomando coragem para falar.

    — Olá, estou procurando Jorgun, bem eu tenho algumas cartas que ele mandou para meus pais Nhondor e Talla, eu sou a filha deles Raki. — Dizia antes que eles me perguntassem quem eu era, ainda estava com medo do que viria a seguir e mesmo assim não tinha como voltar atrás.
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    Mensagem por Nightingale Sab Ago 07, 2021 5:57 pm


    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Baraaz11

    Trilha Sonora:


    O gemido lúgubre aumentara a cada passo que Baraaz e Sor Drammont davam em direção à porta no final daquele corredor bolorento . Havia vários ossos espalhados pelo chão ali, muitos deles rachados e quebrados.


    Sor Drammont escreveu:Capítulo 1 - Festival dos Horrores Sir_dr10

    - Já que deixas a decisão na minha mão, abrirei à força. Não sou dotado de habilidades de arrombamento e não é do meu feitio tais atos.


    Assim que Sor Drammont enfia o pé na porta, a mesma balança fazendo um grande estrondo, porém era claro para o anão que o outro lado estava bloqueado, trancado, porém pelo visto, eram possível quebrar a porta se insistissem, porém o anão chega a escutar algo logo após o chute do Paladino ter feito seu estrondo, ele escuta o som de uma besta sendo armada do outro lado da porta bloqueada. Sor Drammont já se preparava para dar o outro chute. Era claro que se Baraaz ajudasse o Paladino, aquela portaria abriria mais rápido.
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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores

    Mensagem por Nightingale Sab Ago 07, 2021 6:16 pm

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Ranki_12

    TRILHA SONORA:


    Macalister esperava calmamente a moça dizer ao que vinha, ele observava principalmente a Besta e o Arco que ela carregava mas não parecia intimidado por tais instrumentos. Quando ela falara por fim que ela era sua parente, ele não esconde a cara de surpresa, confusão e até suspeita.


    Macalister escreveu:Capítulo 1 - Festival dos Horrores Macali10

    Raki? Mas... Não pode ser, minha prima Raki morreu a uns... 30 anos.

    Depois que a ladina mostrava as cartas que ela possuía, Macalister as pegava e as analisava, ele lia com atenção as mensagens e demorava um pouco e enquanto isso, a ladina feiticeira podia ver Achiles voando discretamente sob o céu e pousando no teto da casa de um ponto de ângulo que Macalister não conseguiria enchergá-lo. A feiticeira podia sentir que seu familiar estava curioso. Embora ela não tinha um vinculo forte o suficiente com Achiles ainda para se comunicar, os dois ainda podiam sentir suas emoções e vontade de forma intuitiva. Achilles observava Raki e Macallister em silêncio apenas mexendo a pequena cabeça curioso. Raki podia ver na face dele que ele estava incrédulo, ainda era dificil dizer se isso era bom ou ruim. Ele levava alguns minutos, não lia todas as cartas mas lia pelo menos três delas e ao final, ele abaixava a mesma e olhava Raki como se fosse um fantasma.

    Macalister escreveu:Capítulo 1 - Festival dos Horrores Macali10

    É... É você mesmo? Eu... Não dá pra acreditar, depois de tantos anos... Essa... Essa é a letra do meu pai, eu reconheço algumas das coisas...

    Macalister realmente estava pasmo, sem saber o que dizer, e por fim ele final consegue:

    Macalister escreveu:Capítulo 1 - Festival dos Horrores Macali10

    - Aqui, pode entrar. Acho melhor falarmos aqui dentro, o meu pai não está em casa e não sei quando ele volta.

    Assim que Raki adentrava, ela podia ver o interior da casa. A mesma era um pouco bagunçada, os moveis eram simples e não tinham nenhum estilo específcio de entalhação. Os tapetes eram claramente peles de animal sem nenhum tipo de refinamento para luxo, requiente ou estilo. Havia janelas de modo que todo o lugar era bem iluminado, uma grande cozinha ao lado, sala grande ao centro sem sofás mas com três poltronas e era bem clara a distinção da hierarquia visto que havia uma poltrona maior, uma média e uma menor. Macalister fechava a porta quando Raki entrava.

    Macalister escreveu:Capítulo 1 - Festival dos Horrores Macali10

    - Venha, eu vou pegar uma cadeira pra você.

    Ele pegou a cadeira da cozinha e trouxe pra sala pondo a mesma na frente da poltrona média. Ele se sentava e sua espantada e curiosa face ainda não se dissolvera.

    Macalister escreveu:Capítulo 1 - Festival dos Horrores Macali10

    - Você... É incrível, nunca recebemos notícias suas! Pensavamos que tinha morrido, nunca encontraram seu corpo. Achamos que os desgraçados que mataram seus pais tinham te sequestrado.

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    Mensagem por Katerine Le Blanc Sab Ago 07, 2021 7:28 pm

    Meu estava com a mesma cara que eu quando meu avô havia contado que tinha outros parentes, além das cartas que havia em minhas mãos e sendo assim apenas esperava que ele me convidasse a entrar.

    Achiles estava ali comigo e eu poderia sentir que ele estava confuso e curioso, meus olhos eram discretos e mesmo assim deixava que ele sentisse minhas emoções. Finalmente quando fui convidada a entrar eu rapidamente dei um passo adiante, parecia que meu tio não estava ali e mesmo assim me sentia em casa.

    Quando ele pegou uma cadeira e colocou em frente a poltrona me sentei na cadeira de modo delicado ainda meia tímida, porém, logo ao ouvir ele falar sobre a morte de meus pais fiquei um pouco triste me lembrando ainda daquela cena. — Não sou nada incrível, só tenho muita sorte, quando meus pais morreram eu me escondi embaixo da cama, por sorte os saqueadores não procuraram por lá. — Dava uma breve pausa enquanto o encarava por alguns minutos. — Depois eu passei a vida nas ruas aprendendo a sobreviver como podia, até que por um acaso do destino encontrei meu avô com o qual estou morando atualmente. — Terminei de falar sem dizer sobre a sua escolha de devoção e sendo assim apenas o observava por alguns minutos.
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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores

    Mensagem por John Milton Sab Ago 07, 2021 7:37 pm

    Baraz assistia o Paladino chutar a porta sem sucesso.... Seres humanos não foram feitos para esse tipo de trabalho. Se precisasse de força vc precisaria de um anão.
    No entanto aquilo será tempo de perceber o engatilhado de uma besta. Talvez fosse uma armadilha ou alguém do outro lado mas se preocupava em avisar Sor Drammont.

    - Talvez devêssemos tomar mais cuidado ao abrir essa porta.... Ouvi uma armadilha se armando ou algo parecido... Talvez eu deva arrombar usando meu escudo.... Me de cobertura

    Dito isso, Baraz prende sua arma no cinto, e coloca todo seu esforço em derrubar a porta com seu escudo, forçando sua passagem
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    Mensagem por Nightingale Sab Ago 07, 2021 7:51 pm

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Ranki_12


    Macalister escreveu:Capítulo 1 - Festival dos Horrores Macali10

    - Seu avô... Você diz, Natanael? Nosso avô Sheppard faleceu a 10 anos, então deve estar se referindo da parte da família da tia Talla. Ninguém mais soube dele depois do que houve na batalha da Trincheira Vermelha. Ouvi coisas horríveis sobre ele mas nunca o conheci. Também achei que devia ter morrido. Pelo menos chegaram a pegar os desgraçados que matou os seus pais? Você sabe?

    OFF: Como em prelúdio foi deixado aberto o motivo exato da expulsão do avô Natanael do exército de Aeroth, estou dando aqui um inicio de aprofundamento do que houve. A jogadora pode inventar agora o que ela sabe sobre esse ocorrido de forma livre. Da mesma forma, você pode também inventar se os culpados pelo crime foram pegos e punidos ou se até hoje ninguem nunca os pegou, fica a seu cargo.
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    Mensagem por Nightingale Sab Ago 07, 2021 8:20 pm

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Baraaz11


    Assim que Baraaz dava sua ideia e se preparava, Sor Drammont dizia:

    Sor Drammont escreveu:Capítulo 1 - Festival dos Horrores Sir_dr10

    - Estarei logo atrás de você anão.

    Quando Barraz bota seu escudo e depois se lança em um impulso correndo em direção à porta, ele imediatamente se choca com a mesma fazendo um estrondo que abriu uma fresta, mas ainda não havia sido o suficiente para que ele arrombasse a porta de uma vez. Logo depois, os dois escutavam gritos:

    - SAIAM DAQUI!!! AAHHHH!!!! MONSTROS MALDITOS, ME DEIXEM EM PAZ!!!!

    Os gritos vinham da porta bloqueada que a fresta foi aberta graças ao impacto de Baraaz. Logo em seguida um virote de Besta voava de dentro da fresta para acertar Baraaz, porém a mesma acabava acertando o escudo do anão que estava bem em sua frente não sendo um impecilho.

    Sor Drammont escreveu:Capítulo 1 - Festival dos Horrores Sir_dr10

    - Acalma-te, homem desesperado! Somos ajuda! Abaixa tua arma!!!

    - NÃO!!! VOCÊS NÃO ME ENGANAM, MONSTROS DESGRAÇADOS, VÃO EMBORA AGORA!!! VOU ATIRAR!!!

    Logo Sor Drammont desferia um outro chute na porta e isso fazia finalmente com que a mesma cedesse de uma vez, fazendo um grande estrondo e tirando todos os moveis que faziam a barricada do lugar que na verdade era um quarto vazio. Baraaz e Sor Drammont viam um sujeito que estava claramente descontrolado, ele tinha olheiras e estava pálido, totalmente descabelado. Ele começava a armar a besta novamente para atirar em Sor Drammont que estava na frente, mas claramente aquele sujeito não estava em si, estava em pânico.

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores Roldar10
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    Mensagem por John Milton Sab Ago 07, 2021 8:29 pm

    A porta era arrombada e Baraz fazia a contenção do ataque que ele previra... O virote voara diretamente para o escudo do Anão e ele continuava sua carga. Ele desarmaria o homem no encontrão.

    Ele era de poucas palavras mas para Sor Drammont poder lidar com o homem era melhor que ele estivesse desarmado
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