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    Mensagem por Leomar Dom Mar 07, 2021 7:49 pm

    Ka e Azriel tinham ajudado o corpo de Kate receber um pouco de energia, o que refletiu em seus fios de prata, uma projeção mística que liga o espírito ao corpo. Algo que a maioria não precisa se preocupar, a menos que esteja no plano astral, aí tudo que você não prestou atenção enquanto estudava misticismo no Plano Material começa lhe fazer falta.

    Kate se recuperava muito lentamente, apesar disto a galera de seja-lá-onde-for-aquele-lugar não parecia disposta a esperar sua recuperação, e estavam dispostos a ajudá-la, cortando seus fios de prata, para que ela pudesse morrer em paz, ainda que a ingrata não estivesse a fim de morrer.

    Mortalha então aparece. Com uma praticidade invejável ela logo deduz tudo que se passara: Kate, por algum motivo, estava no limiar da morte, sacerdotes tentaram chegar até ela, usando a erva de Arnzug, mas não conseguiram, pois ela devia estar muito longe, ou talvez os sacerdotes eram incompetentes mesmo. Eles devem tê-la deixado lá, esperando sua morte quase inevitável.

    Onde eles falharam, Ka parece ter conseguido, pois se mostrava em transe e pelo jeito estava usando a anjo de âncora. Estranho eles não fazerem o contrário, ou será que a anjo não quis se arriscar porque a alma da humana estava em algum inferno profundo? Provavelmente Ka tinha uma ligação muito mais forte com a humana, ou então tinha um potencial muito mais forte do que os sacerdotes que a atenderam. Talvez um pouco dos dois.

    Os dois pelo menos pareciam não ser totalmente ignorantes nas artes místicas, Ka ficava do lado de Kate com os chacras relativamente alinhados, embora seria melhor ficar atrás (ou no caso embaixo) dela, e Azriel segurava as mãos deles enquanto se concentrava de tal forma que nem viu Mortalha chegar, mas também não fazia direito, se fosse realmente uma boa anjo, canalizaria a magia dela diretamente para o sétimo chacra, ou pelo menos para o sexto. Se continuasse no grupo, em situação semelhante eles poderiam salvar Mortalha, mas ainda eram amadores.

    Mortalha solta um suspiro. "Quem quer algo bem feito, faz ela mesma". Jogando os dois novatos para o lado, Mortalha leva uma mão na direção do estômago de Kate, e a outra na garganta. Os Fios Prateados eram basicamente magia negra, misturados com outras manas, o estômago era o ponto de maior acumulação de energia, assim Mortalha aplica uma dose cavalar de mana negra no estômago de Kate. Se o corpo da humana fosse competente, ele transformaria aquilo na energia que ela precisasse, caso contrário Kate seria rapidamente envenenada. De qualquer forma aquilo acabaria rápido.

    Com a mão na garganta, o primeiro dos chacras superiores e mais fácil de controlar que os outros, Mortalha impede que a mana negra chegue muito rápido à cabeça de Kate e literalmente exploda com ela. Assim Mortalha consegue controlar o fluxo nestes dois pontos. Aquilo fortaleceria os Fios Prateados de Kate, prendendo o espírito ao corpo. O problema é que se prendesse demais, ou invés de voltar à vida, ela voltaria como morta-viva. Além disto a operação poderia ser dolorosa, mas não seria dolorosa para Mortalha, então tudo bem.

    Ela faz isto em poucos segundos, e de fato o espirito de Kate é arrancado do Plano Astral e lacrado novamente dentro do corpo dela. Arrancado violentamente... Se alguém pudesse ver os Fios Prateados de Kate no momento veria que eles não estão tão prateados, mas bem escuros, e duros.

    Com o quinto chacra (garganta) quase travado, o primeiro impulso de Kate é respirar, mas isto é quase impossível, então ela tem sensação de afogar no nada. Mortalha tinha feito a parte dela, então diz para Azriel que agora era falar pra outra respirar direito, ou o trabalho ia ser perdido. Com isto ela sai e deixa os outros se virando.

    Depois que algum tempo, que para Kate parecia eterno, ela finalmente reaprende a respirar, ainda com dificuldade. Então começa sentir dores horríveis no resto do corpo, principalmente no estômago. Ela chega a sentir algo de podre dentro dela, como se... bom, na verdade não teria alguma comparação fidedigna para descrever a sensação. Eu poderia dizer "como se tivesse comigo sopa de morcego estragada e fria", mas faria jus ao gosto rançoso que ela sentia? Kate quase sente falta do Inferno. Se é que estava mesmo no Inferno, apesar de sem graça, aquilo não parecia com a imagem dantesca que falavam que os Infernos teriam, tão pouco parecia ter o mínimo de conforto prometido nos Círculos Celestes.

    Enquanto isto, Nadhull corria pela cidade. Depois de tanto tempo tentando, finalmente conseguiu outra projeção astral funcional. Pena que as viagens eram muito curtas. Quando tivesse tempo, e precisava ser antes de dormir, anotaria as impressões que teve. Fios de Prata, um cortejo sinistro, o lugar meio tétrico, sua mana branca se apagando como um fósforo numa piscina, como o grupo o encarava... Pelo menos tinha ajudado um pouco a amiga, nem se fosse fazendo o cortejo dar um passo para trás.

    Depois de algumas peripécias, ele acaba encontrando a casa onde Vent'Kapo estava na frente, e eis que o grupo estava novamente reunido.

    Quando Kate consegue recuperar o mínimo de consciência, Azriel ajuda-a se vestir (a anjo não ia deixar pros amigos tarados esta parte), ela também tem que sutilmente questionar se os filhos dos artesãos da casa não tinham "por acaso" visto o colar de wibarita de Kate. Os donos da casa ficavam felizes de ver que a moribunda não morreu, mas não pareciam tão satisfeitos de ter que devolver o semëk. Não queriam ver a moça morrer, mas estavam com planos para sopa de lagarto caso o pior acontecesse. Mas é a vida...

    A amiga precisaria ainda de pelo menos mais um dia de cama, assim o grupo resolve voltar para o Q3, que por enquanto era o lugar mais seguro. Mais tarde, quem não tinha vocação para viver aquartelado, poderia procurar outro pouso na cidade. Eles aproveitam para trocar algumas impressões sobre o Plano Astral (basicamente Ka e Nadhull, Azriel fica só perguntando alguns detalhes, e Kate fala uma coisa aqui outra lá, mas ainda não tinha espírito suficiente para seguir a conversa a fundo, pelo menos ficava satisfeita em saber que o tal arquidemônio fodão que queria sua alma era apenas um truque de Nadhull).

    Ainda a caminho do Q3 são abordados por três soldados rasos (uma humana e dois humanos) a humana reconhece o grupo e avisa que a cidade acabou de ficar mais perigosa, pois reforços chegaram do outro lado. Os três eram lanceiros e nenhum deles tinha mais que 17 anos, praticamente crianças na idade do alistamento, que deviam viver em alguma horta ou oficina antes e que nem mesmo sabiam manejar uma espada, então davam lanças para eles e esperavam que, num combate eles conseguissem pelo menos segurar a arma na frente de si, com a ponta virada para o lado certo, e ter o mínimo de proteção (e quem sabe, com a bênção de algum deus, até derrubar um inimigo). Os recos escoltam vocês de volta.

    Chegando lá, a Tenente Jihl Nabaat liga o modo sarcasmo do modo hard e fala com Ka: - Então acharam sua amiga? Que bom que você LEMBROU de mandar um garoto de recados para me avisar, tal como instruí, assim eu NÃO precisei mandar outros garotos para ver se conseguiam alguma informação!!

    Vocês passam um dia ali, para ver se Kate se recupera.

    Spoiler:
    Para não enrolar demais, vou rolar para o  @DariusNovadek a porcentagem de recuperação de Kate
    Leomar efetuou 1 lançamento(s) de dados Em Heséd D10010 (d100.) :
    57

    Se der menos de 25, então ainda está muito debilitada, com fortes dores de estômago e na garganta, parando em pé com dificuldades, alguém tem que ajuda-la tomar uma sopa rala pra ver se não morre desnutrida, e ela ainda tem alguns vômitos.

    Até 50, ainda está mais pra lá do que pra cá, consegue ficar de pé e comer alguma coisa, mas tá com o corpo todo dolorido, o corpo frio, e claro: está totalmente sem magia por mais alguns dias.

    até 70 ela já está boazinha, embora ainda sinta dores de garganta, acredita que com mais um dia pode recuperar as forças, mas já pode ajudar o grupo de alguma forma, porém ainda está sem magia.

    Até 80, tá quase boa, consegue até fazer alguns exercícios, embora ainda com alguma dor no estômago, costelas e pescoço, mas é algo suportável, se precisar consegue até lutar um pouquinho (embora seria bom se pudesse adiar isto por mais um dia), ela sente a energia mágica voltando aos poucos ao corpo. Talvez até conseguisse evocar alguma magia, embora sabe que não seria prudente gastar o pouco de energia que recuperou até agora.

    Se conseguir dar sorte de algo acima disto, então ela estará fisicamente quase perfeita, vai ser bom fazer uns exercícios ainda, mas pode acompanhar o resto de vocês independente do que decidirem fazer, sua energia mágica não está perfeita ainda, talvez ela sinta como se estivesse a "meio tanque", mas está se recuperando.

    A Tenente Nabaat passa as informações do dia: duas frentes estão para serem atacadas: uma no centro da cidade (o exército ainda tem um pouco de vantagem, pois é um pequeno planalto, e eles estão na parte alta) e o Q2 no norte, perto das minas. Se uma destas frentes cair, o próximo ataque provavelmente será no Q3, que é onde estão. Ela terá que ir para o Q2, e além disto separa dois grupos.

    Grupo Um tem: 1 arqueiro, 3 lanceiros, 2 soldados com espadas, 2 cavaleiros e mais um Tenente.
    Grupo Dois tem: 2 arqueiros, 1 lanceiro, 4 cavaleiros e mais 2 soldados de hierarquia média.

    Se der par o Grupo Um vai para o Q2, impar vai fortalecer as defesas centrais
    Leomar efetuou 1 lançamento(s) de dados Em Heséd D4_32x32 (d4.) :
    3

    Ela pergunta se um de vocês ou mais poderiam ajudar em um ou no outro ponto, o pagamento não seria muito grande, mas poderiam ver o que conseguiriam depois (vocês não são alistados, então podem escolher se vão ou não ajudar), fora isto ela diz que ainda precisarão de pessoas para defender este ponto onde estão (Q3) e muita coisa precisando ser feita ali mesmo, e tem um outro ponto seguro no sul da cidade onde muitos feridos estão precisando de ajuda médica ou mágica, caso a amiga de vocês ainda esteja muito mal vocês poderiam ver se é prudente levá-la para o sul, caso contrário podem ir lá só pra ajudar mesmo.
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    Mensagem por Srta. Moon Dom Mar 07, 2021 9:20 pm


    Mortalha Eu sou o Caminho...






    Quem eu sou?'
    Dona do Cusco...

     

    Não tinha onde ficar, na verdade tinha qualquer lugar para descansar, mas optou por seguir os demais e descansar no dormitório do quartel, continuou usando seu disfarce e ao longo do tempo gasto ali teve o ganho de um pouco de informação sobre o que estava acontecendo ao lugar, não traçou nenhum plano, pois não foi criada para batalhas, seguiria o restante do grupo em sua decisão em qual lugar ir, no mais tratou de voltar a suas anotações era o mínimo que poderia fazer, quanto a criação de sombras mais tarde criaria uma sombra ou vulto ainda não sabia muito bem como chamar aquilo, mas criaria uma inteligente para colher informações e espionar os inimigos era o máximo no momento que poderia fazer, vendo que estava muito limitada ao lugar em que estava.
        Por vezes gastava algum tempo acariciando o Cusco, gostava daquela criatura, pois ela não dava trabalho e até o momento.
     



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    Mensagem por Pikapool Seg Mar 08, 2021 10:10 pm

    A alegria só pode brotar de entre as pessoas que se sentem iguais!
    Por mim seguiria até onde encontravam-se os feridos, mas aguardei os demais se pronunciarem. Dependendo de suas escolhas, alguém teria que ficar de olho em Kate que ainda não estava totalmente recuperada.

    E em caso de decidirem ir para o fronte, eu precisava de no minimo pedir uma arma para a Tenente Jihl Nabaat. Já que eu não trazia minha cestus comigo.
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    Mensagem por Leomar Sex Mar 12, 2021 6:49 am

    Mortalha escreveu:continuou usando seu disfarce e ao longo do tempo gasto ali teve o ganho de um pouco de informação sobre o que estava acontecendo ao lugar

    Graças ao disfarce e também às atitudes caridosas de Mortalha com os feridos, os humanos demonstravam gratidão à "Mortalha dos Deuses" (apelido carinhoso que deram, já que ninguém ali entendeu "Mortalha" como nome). Qualquer olhar mais atento poderia ver as asas da súcubo disfarçadas pela magia, o que mostra que ninguém ali estava realmente atento. Eles focavam tanto na guerra lá fora que não percebiam um demônio no meio deles.

    E também, muitos dos "soldados" ali não eram mais do que crianças, alguns deviam ter lá por seus 15 anos, embora o alistamento em tese deveria ser só aos 17. E Fajr-Regno não poupava as mulheres, por isto o QG estava com várias meninas também. Apesar de Mortalha poder andar com bastante facilidade no meio daquele pessoal, a maioria das conversas ali eram crianças não querendo parecer covardes, pouca coisa aproveitável. Eles repetiam as ordens recebidas, nada mais. O pouco que Mortalha conseguia era algo tipo:

    - Espero que não nos mandem para a região central, ela deve estar mais desguarnecida, e seria mais perigosa! - Diz uma menina designada como lanceira.

    - Não seja tola, lá pelo menos temos vantagem de terreno. - diz um cabo um pouco mais velho. - No Q2 que a coisa vai ser realmente mais complicada: muitas forças querem aquela área, teremos mais soldados, mas teremos mais inimigos também, será um massacre!

    - Oh, que Anĝelina nos proteja! Você tem razão, o Q2 será muito mais difícil!


    Bom, então basicamente o que dava para saber é onde a coisa ia ficar mais feia.

    E em caso de decidirem ir para o fronte, eu precisava de no mínimo pedir uma arma para a Tenente Jihl Nabaat. Já que eu não trazia minha cestus comigo.

    - Você, soldado! Veja qual arma fica melhor para esta Guardiã, não podemos deixá-la desprotegida.

    Um reco pergunta à Azriel o que ela se adapta mais. Fajr-Regno era conhecido pelo seu trabalho em metal, armas era a pouca coisa que não faltava ali, Azriel podia escolher alguma espada, lanças, armas marciais... não tinha nenhuma obra de arte artesã, mas tinha quase tudo que precisasse, mesmo se fosse uma alabarda, ou outra cestus.



    @Christiano Keller como a maioria não quer decidir pelo grupo, vc vai ter que puxar. A Kate está 57% boa.
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    Mensagem por Christiano Keller Sab Mar 13, 2021 6:13 pm

    Ka,

           Agora que Kate estava recobrando sua saúde era a hora de retornar para o Q3. Antes de sair da casa, Ka confere se não faltou nada. Para os moradores da casa, Ka deixa uma recompensa, o valor de uma refeição para cada morador. Não era muito, mas era alguma coisa. Ka também poderia ter saído sem falar nada, mas as pessoas foram atenciosas. O colar de Kate era um pouco especial, então precisava ser encontrado.

           Quando retornam ao Q3, Ka escuta o recado da tenente e diz:
           - Obrigado Tenente. Seguimos o curso de ação mais rápido. Não haviam mensageiros dando sopa pela cidade a todo tempo. Ela precisa compreender a situação. Mas isso não era um problema, pois o combate será o desafio. Tenente, vamos ajudar a defender o centro, ao menos no Q2 os soldados terão sua experiência para o combate. Tentarei colocar armadilhas para ajudar a reduzir o avanço dos inimigos. Estou certo que tentarão emboscar nosso grupo. Ka então tentará falar com os soldados do grupo 1 que irão para o centro. Como havia um tenente ali, eles teriam alguma experiência e liderança para seguir. Se formos atacados enviaremos um mensageiro para avisar. Ka faz um sinal de obrigado para a Tenente e busca pelo grupo 1.

           O grupo 1 tinha um outro tenente, precisava conversar com o tenente, descobrir se ele havia presenciado combate ou algo similar. Também precisa falar com os seus colegas para irem para o posto no Centro. Para seus colegas, diz:
           - Azriel, Nadhull, Mortalha, vocês podem ajudar? Podem dar apoio aéreo e aumentar a vantagem do terreno elevado. Acho que será mais seguro para vocês. Para Kate que ficava no chão como Ka, a sugestão era diferente: Kate, o que acha de ficar no posto Q3? Você ainda está abatida e não sei o quanto poderia se arriscar em combate nessas condições. Talvez possa usar o Kapo para levar uma mensagem para o Q2 em caso de combate, o que acha? Ka aguarda para ver o que seus colegas irão falar. No entanto Ka seguirá com os soldados do grupo 1 para seu destino.
           Ao preparar a partida, Ka organiza parte da logística, suprimentos, quem e quando teria que levar novos suprimentos para eles lá, assim como mensagens. Essa parte era importante para que eles ao menos tenham comida para dois dias antes de uma outra remessa de suprimentos. Ka também pensa em como poderia fazer uma armadilha para se livrar de seus inimigos. Poderia fazer uma marcação para onde os disparos alcançam e uma forma de expor os inimigos ao disparo. Alguns obstáculos podem ficar no caminho das pessoas, o que faz com que subam por uma determinada direção, expostos aos disparos do arqueiro. Também poderia usar armadilhas para segurar pés, cordas para fazer derrubarem coisas, se tivesse aqueles do tipo ratoeira para ursos ou grandes animais seria ótimo.
           - Tenente, sou Ka, vou ajudar o grupo no centro. Creio que tem experiência de combate, certo? Se precisar de um ponto alto para o Arqueiro, posso ajudar a fazer uma barricada. Nossos lanceiros parecem verdes, o senhor considerou treinar o grupo? Podemos deixar os cavaleiros como batedores e os espadachins de guarda no turno do dia e noite. O que acha tenente? Além do mais pensei em fazer alguns obstáculos para direcionar a invasão para um caminho que facilite os disparos do arqueiro. Ka tinha muitas ideias, mas precisava saber so o tenente teria condições de fazer isso acontecer.
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    Mensagem por Dycleal Sab Mar 13, 2021 10:02 pm

    Ao ouvir o seu amigo Ka, perguntando se ele pode ajudar no apoio aéreo, ele sai dos seus pensamentos e pensa um pouco e diz, após alguns segundos:- Bem, tenho asas e magia negra e branca... Acho que posso fazer alguns estragos no inimigo e com um bom plano associado... Sim posso ajudar com certeza.
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    Mensagem por Srta. Moon Dom Mar 14, 2021 2:33 pm

    Acenou com a cabeça em aprovação, seguiria o plano, no entanto não voaria, faria algo mais simples para ela fazendo uso da mana abundante do território. Assim que solicitada a seguir com os demais criaria uma sombra inteligente o suficiente para avisa-las sobre os perigos, a sombra teria a forma de um corvo (poderia ser qualquer passarinho), e o mesmo voaria em áreas especificas demarcados por ela, no mais deixaria seus serviços a disposição de quem estava no comando o informando sobre o que poderia estar acontecendo no lugar em que andavam.




    OFF: Assim que possível, para realizar a tarefa de vigia, quando for possível vou conjurar uma sombra em forma de pássaro e inteligente para voar e observar o lugar, a comunicação ficaria em elo telepático ou qualquer outra forma que convém.
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    Mensagem por Leomar Seg Mar 15, 2021 9:45 am

    Para os moradores da casa, Ka deixa uma recompensa, o valor de uma refeição para cada morador. Não era muito, mas era alguma coisa.

    O pessoal agradece, sem taaanto entusiasmo, mas educadamente. O colar acaba aparecendo. Vida que segue. (obs.: falando em refeições, descontei da ficha de todos alguns poucos kons relativos ao dia que ficaram parados esperando a Kate melhorar, tirei um pouco mais da Azriel pq é apaixonada por doces)

    - Tenente, sou Ka, vou ajudar o grupo no centro. Creio que tem experiência de combate, certo? Se precisar de um ponto alto para o Arqueiro, posso ajudar a fazer uma barricada. Nossos lanceiros parecem verdes, o senhor considerou treinar o grupo? Podemos deixar os cavaleiros como batedores e os espadachins de guarda no turno do dia e noite. O que acha tenente? Além do mais pensei em fazer alguns obstáculos para direcionar a invasão para um caminho que facilite os disparos do arqueiro.

    O tenente bate continência, ouve o que Ka tem pra falar, mas é meio frio na resposta: - Veremos o que pode fazer quando chegar lá.

    Ka se dá conta, pouco depois que as palavras tinham escapado de sua boca, que "provavelmente" não devia ter começado a conversa com "Creio que tem experiência de combate, certo?" Por sorte seu pequeno grupo tinha passado um boa primeira impressão antes.

    O caminho entre o Q3 e a área a ser protegida não era grande, difícil era passar pela cidade sem chamar muita atenção. Os cavaleiros iam na frente, mas frequentemente parando para mandar civis irem pra casa ou outro lugar; Os soldados com espadas iam sem uniforme, para tentar parecerem civis e os lanceiros iam com capas rústicas para tentar disfarçar um pouco. Mesmo não sendo um grupo grande, era bom evitar o máximo que qualquer movimento fosse observado pelo inimigo, e no meio da cidade nada mais era garantido.

    Em Heséd Th10

    A área em questão era um grande barranco. De "a" para "b" tinha aproximadamente 110 metros, a parte "a" era bem menos alta, já a "b" tinha uns 100 metros de altura da parte mais baixa "c".

    O exército de Gaja tinha conseguido tomar um portão da cidade que ficava logo ao oeste daquela área, e entusiasmados com a conquista, a primeira vez que tentaram conquistar ali também, cometeram o erro de tentar ir direto na parte fácil "a", achando de seria uma conquista sem muito esforço. Mas, obviamente a maior defesa de Fajr-Regno estava naquela parte e conseguiram segurar facilmente os invasores.

    A encosta não era muito difícil de ser escalada, mas obviamente os soldados de Fajr-Regno atacavam qualquer pessoa que chegasse à encosta. Alguns apoios improvisados foram feitos para alguns arqueiros nestes pontos azuis, com ênfase dupla ou tripla em "improvisados": por meio de cordas se desceu alguns metros a partir do topo e cravou-se cravos da parede de pedra, com três ou quatro cravos colocou-se um anteparo de madeira, e os arqueiros ficaram "envelopados" entre esta tábua e a parede de pedra, segurados por uma corda e com alguns cravos para por os pés, uma mistura nada confortável de rapel com arqueirismo. Com apenas uma tábua pra se proteger os arqueiros não durariam mais que um ou dois ataques, por sorte (muita mesmo) atirar para cima é muito mais difícil que atirar para baixo, e no primeiro ataque de Gaja eles não tinham muitos arqueiros, portanto nenhum dos de Fajr-Regno foram atingidos.

    Porém o exército do lado de vocês também não tem muitos arqueiros, e o grupo de reforço tinha só um a mais, o que não aliviava muito.

    Embora desde o primeiro ataque de Gaja a área tenha sido esvaziada, esta área é urbana, portanto ainda tem a possibilidade de se passarem pelo norte de "a" ou pelo sul de "b", e vários soldados e espiões de Gaja já fizeram isto se passando por civis, o que é bem mais lento que um ataque, mas não se sabe quantos conseguiram passar sem ser descobertos pelo exército de Fajr-Regno; Um fajrense médio é mais alto e mais magro que um gajanos, com pele morena e vários são negros, os gajanos são mais baixos e musculosos, de pele mais clara e rostos menos angulosos, porém as diferenças físicas não são o bastante para se impedir que um inimigo entrasse disfarçado na cidade, caso alguns deles falasse bem Tareno a ponto de não ser denunciado pelo sotaque (algo difícil), poderia dar desculpa de miscigenação de Fajr-Regno que é muito maior que continentes do sul.

    A parte "c" ao pé da encosta é uma área que tinha algumas casas bem pobres, uma micro-favela que abrigava umas dez famílias. Metade destas casas deve des sido destruídas do primeiro ataque até agora, ficando pouquíssimas pessoas ali, e os destroços ainda eram usados por alguns olheiros que faziam "bico" de espião para conseguir alguns trocados nesta luta. Por sorte o exército de Gaja não tinha usado esta área com o mesmo fim no primeiro ataque (invadir pelo caminho mais ao sul seria bem mais demorado para eles, tanto pelo terreno como pelo fato do porto e os reforços deles estarem no norte), mas já existem boatos de que soldados de Gaja estão negociando com alguns poucos sobreviventes daquelas taperas, falando que "o pessoal de Fajr-Regno nunca olhou muito por vocês mesmo, se o exército de Gaja ganhasse o controle da cidade, iam construir casas melhores para eles, principalmente os que ajudassem ativamente com informações ou contrainformações, nem precisariam lutar..."

    Sendo assim é possível que neste momento existam espiões dos dois lados, e se bobear agentes-duplos naquela área, alguns potenciais traíras de ambos os lados também (pois o pessoal de Fajr-Regno também prometeu melhorar a vida daqueles miseráveis, depois que ganhassem de Gaja).

    No primeiro ataque de Gaja, os soldados deles eram quase todos de infantaria, por isto levaram a pior, desta vez provavelmente tentariam algo diferente, mas ainda estava difícil saber o que seria.

    Do lado de vocês havia um grupo de (R.Oc.) 8 soldados meio-demônios que estavam dormindo "à força" no momento, pois, se conseguissem não ter um embate decisivo até a noite, a visão deles (pouco melhor que de humanos normais) seria fator importante naquela noite. Vocês estavam no penúltimo dia de verão, e na cidade que estavam isto significava que seria a última noite mais escura da temporada, pois em Akaŝa, que tinha duas estrelas principais, no verão as duas Hélius apareciam juntas de dia, mas no outono uma se levantava quando a outra se punha, garantindo quase um mês inteiro de dias-azuis, onde as noites nunca eram realmente escuras. Esta noite as duas luas estavam (R.Oc.) em dupla minguante, o que não era ideal, pois ofereceria um pouco de luz a vocês, mas também ao inimigo.

    O pessoal de Gaja tinha feito enormes biombos com tábuas e folhagem que colocavam na frente do exército para atrapalhar a visão de vocês do que acontecia lá, era um troço desengonçado, mas não deixava de ser eficiente.

    Quando vocês chegam, os dois exércitos já pareciam prontos para começar a investida, esperando só ver qual seria a primeira ordem. O exército de Gaja tinha recebido recursos e reforços recentes, e estava com a moral certamente alta. Os fajrenses teriam que contar com a estratégia, patriotismo e religião.

    O tenente, depois de posicionar os soldados que levara, pergunta ao responsável o que tinham conseguido sobre o outro exército. Não era muito, mas pelo que alguns espiões levantaram, era bem possível que Gaja contasse desta vez com algum apoio mágico. Isto seria quase certo que seriam magos verdes, embora havia alguma chance de terem magas azuis também, porém numa disputa entre água e fogo, Fajr-Regno sair-se-ia melhor. O tenente raciona rápido, e para o exército inimigo, tendo apoio de magos da terra, lutando na parte de baixo de um barrancão, a jogada mais esperada seria derrubar aquilo. Não seria muito fácil, pois o volume de terra seria enorme, e portanto o poder mágico teria de ser igualmente impressionante, além de que teriam de se preocupar em não atingir os próprios soldados quando tudo começasse cair. Porém, se fizessem mesmo algo assim, o exército de Fajr-Regno estaria em maus lençóis.

    Mesmo se os inimigos tentassem algo mais sutil, como jogar projéteis de terra mágica, os arqueiros fajrenses que estivessem no paredão já estariam em posição suicida.

    O tenente pergunta se o exército tinha magos negros o bastante para criar uma zona de obliteração. Haviam cinco, se posicionassem pelo menos três daria pra fazer um zona de obliteração, mas não era garantia de que fosse muito eficaz, ou não por muito tempo. Se fizessem isto, o pessoal de Gaja ficaria sem poder usar poderes mágicos, mas o lado de vocês também não poderia usar. Como os fajrenses tem poucos magos do lado deles, o tenente se sente bem tentado a usar este tipo de estratégia.

    Em termos de negociações, desde que receberam reforços, o pessoal de Gaja parece disposto negociar apenas se houver chance de Fajr-Regno propor rendição. Por enquanto o lado de vocês tem buscado ganhar tempo.




    Ainda falta o @DariusNovadek definir o que Kate vai fazer. Mas se ela permanecer no Q3 ou buscar outro lugar seguro pra se recuperar (como o sul da cidade ou uma área não-militar) posso narrar a parte pra ela depois, e se seguir vocês mesmo sem seus poderes mágicos, a situação inicial já foi apresentada.
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    Mensagem por Srta. Moon Ter Mar 16, 2021 7:42 pm

    Apenas perguntou ao Ka, quando era o momento em que ela voaria para procurar os inimigo.
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    Mensagem por DariusNovadek Qua Mar 17, 2021 2:27 pm

    Kate acompanha o grupo, mas quando falam sobre ir a combate teve que se controlar ao máximo para não ceder a sua impulsividade.

    Kate, o que acha de ficar no posto Q3? Você ainda está abatida e não sei o quanto poderia se arriscar em combate nessas condições. Talvez possa usar o Kapo para levar uma mensagem para o Q2 em caso de combate, o que acha?

    - Sim.. Minha vontade é grande de acompanhar vocês, mas do jeito que sou, não conseguirei me controlar enquanto estiver em combate, preciso estar melhor pra fazer isso.. A impulsividade ja quase me matou uma... quer dizer, mais do que uma vez.. Não posso permitir isso de novo.

    Então se vira para a Tenente Jihl Nabaat e diz:

    - Tenente, sei que ainda vou fazer muita diferença nessa guerra, principalmente aqui em Hesed, mas infelizmente ainda não estou em condições pra isso. Mas se não for ajudar fisicamente, vou ajudar pelo menos espiritualmente.. Sabe onde tem um templo de Piro aqui por perto? Vou rezar para Piro nos abençoar nessa batalha. Caso necessitem de alguém para avisar o Q2 para defender de um possível ataque, só me encontrarem no templo que estarei a disposição para esta tarefa.

    Após todos irem para seus caminhos, Kate chama Ka de lado e diz para ele:

    - Ka.. Acho que posso ajudar de maneira indireta nesse combate.. Em minha jornada, por algumas vezes consegui me conectar com Kevla por telepatia, conseguimos nos comunicar mesmo estando longe uma da outra.. As vezes por você ter me ajudado a voltar a vida, teremos facilidade em fazer isso.. Só digo que fique esperto com qualquer intuição que possa surgir em sua mente, pode ser que seja eu te dando alguma informação que eu obter.

    Quando Kate chega no templo, se apresenta como pupila de duas Frecias ( não lembro se escreve assim ), e pede para que fiquem emanando mana vermelha sobre ela enquanto ela meditava.

    Meditando e pedindo para que Piro a abençoasse e abençoasse o exército também, Kate tenta ver, por linhas de mana, se tinha alguma movimentação estranha vindo do exército de Gaja, talvez pelas linhas de mana, pelo menos conseguiria identificar por onde eles iam atacar antes, ou pelo menos como iriam atacar.
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    Mensagem por Leomar Qua Mar 17, 2021 7:18 pm

    - Tenente, sei que ainda vou fazer muita diferença nessa guerra, principalmente aqui em Heséd, mas infelizmente ainda não estou em condições pra isso. Mas se não for ajudar fisicamente, vou ajudar pelo menos espiritualmente.. Sabe onde tem um templo de Piro aqui por perto? Vou rezar para Piro nos abençoar nessa batalha. Caso necessitem de alguém para avisar o Q2 para defender de um possível ataque, só me encontrarem no templo que estarei a disposição para esta tarefa.

    - De qualquer forma, ainda precisaremos de pessoas aqui também, pois se perdermos mais algum ponto, a guerra pode chegar até aqui... Estaremos perdidos se isto acontecer!

    Ainda tem vários templos de Piro em pé na cidade:
    - Nabaat explica quais são os dois mais pertos e seguros, alguns templos de Piro não eram muito seguros pois o pessoal de Gaja já atacou vários deles preferencialmente, ela também comenta que tem um templo da Escola Izete (vermelha e azul) perto do porto, não era um lugar muito seguro, mas eles se mantinham corajosamente, e que o templo dos Atemenses (vermelho e branco) tinha sido destruído e saqueado a muito tempo, mas ficava no sul. - Devemos partir agora. Não sou muito religiosa, mas espero que os deuses de cada um de vocês os protejam, com toda verdade de minh'alma! - Ela levanta as mãos com palma para cima e dobra a coluna em 45°, um gesto usado em vários cultos religiosos.

    Ela parte com o grupo dela, o outro grupo vai para oeste. Nadhull dá uma olhada em suas coisas, talvez precisaria fazer algumas compras no meio do caminho, mas conhecia o planalto que estava sendo disputado pois já morou na cidade, e garante que mesmo que atrasasse um pouco chegaria rapidinho lá.

    (o ponto de defesa já descrevi no post anterior, bem como primeiras observações, quem foi direto pode partir disto, mesmo quem tem alguma coisa rápida pra fazer na cidade pode partir deste ponto, pois o tenente vai esperar anoitecer para fazer o primeiro movimento, já que vocês ganharam na iniciativa por muito, o grupo de Gaja deve estar esperando os dias-azuis para atacar).

    - Estejam todos preparados! Colocarei o grupo dos demônios para tentar uma investida logo na primeira hora em que Hélius Blua se porá, e, não queiram os deuses, mas se pá! Se eles não conseguirem uma abertura discreta, estejam todos preparados para dar carga a noite. Aproveitem para rezar e fazer o desjejum nestes próximos minutos, alguns de nós não veremos mais Hélius Flava, mas não esmoreçam, alguns se levantaram como HOMENS ou como MULHERES! Raaey!

    - Raaey!
    - Raaey!
    - Raaey!
    - Raaey!

    Mortalha cogita fazer uma sombra espiã para ver como estaria o outro grupo, porém sua sombra não consegue ir muito longe naquela ribanceira. Para fazer uma sombra semi-ciente teria que fazer um ritual, e gastar de sua energia pessoal para que a sombra pudesse ir mais longe por conta própria, e ela não tinha um interesse tãããoo grande assim para ajudar aquelas pessoas no momento.

    Se o tenente de vocês estivesse mesmo pensando em fazer uma zona de obliteração, isto poderia ser outro problema, caso Mortalha não quisesse ser bloqueada por esta zona, teria de saber como ele pretendia posicionar os magos negros, e pelo que ele disse, tinham cinco ali.




    Enquanto isto, no templo:

    (off: narrando como se estivesse num templo de Piro ou talvez no dos Izete, por enquanto o começo seria igual nas duas ocasiões. O templo Atemense, como foi dito, não está mais em funcionamento, tem só algumas poucas pessoas patrulhando as ruínas para ele não ser mais destruído do que já foi. É pouco provável que a curiosidade de Kate a leve a querer verificar estas ruínas, até porque ela não tem relação forte com Atemenses, mas nunca se sabe até onde a curiosidade dela vai, alguns aventureiros não podem ouvir a palavra "ruína" que já ficam atiçados.)

    Kate chega quando estavam terminando um sermão sobre a Ira Divina, provavelmente o tema estava sendo recorrente nestes dias. O sacerdote pregava sobre como a ira, apesar de ser um erro nos dias de paz, pois nublava a razão, era plenamente justificada quando direcionada para invasores. Ele enfatizava que os cidadãos que matassem mulheres ou crianças que estivessem invadindo a cidade, teriam perdão de Piro, pois não foram vocês quem começaram a agressão, e sim os invasores. O sermão seguia por esta linha...

    Não havia muitas pessoas ouvindo. Nestes dias de guerra o templo fazia cultos a semana toda, de Iniciadora à Iniciadora, sem importar com os dias de folga ou normais, pois não se sabia quando alguém teria um tempinho de visitar o templo. Eles até deixavam a bacia de ofertório quase na entrada, e estava com umas moedinhas bem michas, além de que pelo jeito estavam precisando de mais voluntários para manutenção, pois Kate repara uma fina camada de poeira na maior parte do templo.

    Depois do culto ela se apresenta. Qualquer um podia se dizer protegido por alguma freĉia, mesmo assim Kate não deixa de chamar um pouco atenção ao se dizer pupila de duas freĉias. (vou fazer dois rolamentos sociais para dois sacerdotes, usando a tabela, saiu 4,5)
    Em Heséd Smile10

    - É mesmo? - diz o mais desconfiado dos dois. - Então deve ser uma guerreira em formação! Parece que a maioria das freĉias foi para Burnabad, será que não sobrou nenhuma aqui em Heséd?

    Kate pede para emanarem mana vermelha enquanto ela meditava, o sacerdote não entende bem, questiona se ela queria que acompanhasse numa oração ou numa bênção. Kevla, apesar de muito religiosa, passou para Kate muito sobre a história, dogmas e escrituras, mas ela não perdia muito tempo com a questão ritualística, então nisto Kate ainda era meio crua. Ainda no banco do templo Kate começa sua meditação (os devotos só tinham permissão de tocar o altar antes do primeiro culto ou depois que as Hélius se pusessem, como o templo ia fechar antes disto, Kate só poderia chegar no altar no dia seguinte).

    (off: você deixou implícito misticismo, mas como não rolou, joguei aqui, e por enquanto não deu nada, Kate pode até sentir que suas intenções foram ouvidas, mas por enquanto não teve nenhuma revelação mais especial).




    Qualquer um de vocês pode fazer o próximo movimento, vocês têm duas ou no máximo três horas antes de anoitecer. A noite será curta, e no dia seguinte começará o outono e terão dias sem noites.
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    Mensagem por DariusNovadek Qua Mar 17, 2021 11:54 pm

    Kate faz suas orações, mas não parece ter obtido muitos resultados, pelo menos não o suficiente para ajudar na batalha e seus amigos.. Realmente era uma mulher de campo e não de oração.

    Então deve ser uma guerreira em formação! Parece que a maioria das freĉias foi para Burnabad, será que não sobrou nenhuma aqui em Heséd?

    - Sim, ja lutei ao lado de três Freĉias, e aprendi muito com ela, fui mandada aqui por uma delas para ajudar a dar um fim nesta guerra, mas meu poder está muito debilitado ainda. *Obviamente pra eles não falaria como ficou debilitada* - Não sei se tem alguma Freĉia aqui em Heséd, mas te digo que uma possível futura está aqui. *Sim, isso ja passou pela cabeça de Kate, justamente porque todas as Freĉias que conheceu eram extremamente poderosa.*

    - Fui muito instruída na arte do combate e do misticismo, mas os rituais não são o meu forte.. Vamos tentar de novo, mas vamos fazer os ritos dessa vez, o próprio Piro virá até nós hoje, ou pelo menos enviará seu poder através de mim.

    Seguiria os ritos que os sacerdotes a ensinassem e instruíssem. Kate nem sabia se aquilo era possível ou não, mas falava com confiança. Isso era o mais importante não era?

    Quando Piro foi testar seu poder e acabou causando uma destruição em massa, não sabia que aquilo era possível, mas fez pra ver até onde iria. Se um Deus fez isso, porque Kate se limitaria aos seus conhecimentos?

    OFF: sim, quis rolar misticismo, mas rola benção também, se puder.
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    Mensagem por Dycleal Qui Mar 18, 2021 2:02 am

    Nadhull teste os seus fluxos energéticos e fica preocupado pela quantidade ínfima de mana branca. Ao que parece, tinha gasto quase toda ela na experiência mística que tivera e sabendo não ter muito tempo para gastar, se aproxima de Mortalha e lhe pede o favor de procurar uma poção potencializadora de mana branca para lhe restaurar a mana gasta e diz para ela que pode pedir uma ajuda para o Ka, de modo a acelerar o processo comercial da compra, visto o tempo para isso estar exíguo. Ele dá 40 k0ns para Mortalha, de modo que possa obter uma poção de boa qualidade e agradeça a Súcubo pela ajuda naquele momento crucial.
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    Mensagem por Srta. Moon Qui Mar 18, 2021 8:44 am

    Comprou o que tinha que comprar devolvia o troco e seguiu para fazer o que tinha que fazer em relação ao grupo em defender ou atacar os inimigos, no mais estava esperando ordens.
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    Mensagem por Dycleal Qui Mar 18, 2021 5:39 pm

    Nadhull confiara na pessoa certa e antes que se desse conta, a Súcubo voltou com o produto e ainda trouxe troco. Ele sorriu para ela e agradeceu sinceramente e disse: - Te devo uma.

    O Incubo se recolhe a um canto oculto da visão dos outros olhares e tome o conteúdo do produto e se entrega a um período curto de meditação e concentração, Logo irá precisar de toda a sua atenção e percepção aguçada.
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    Mensagem por Christiano Keller Sex Mar 19, 2021 7:16 pm

    Ka,

           Talvez com alguma vantagem sobre os inimigos por conta do terreno elevado, Ka tem uma ideia louca. Como o martelo poderia bater em pedras, bolas ou barrinhas de metal para as arremessar longe como se fosse um jogo. Uma boa marretada poderia lançar a peça no ar com bastante força, mas ainda tinha dúvida sobre a eficiência e eficácia disso. Pedras poderão ser partidas em pedaços no impacto e talvez bolas de metal sejam muito pesadas para voarem com força. Ka pensa nos volumes e escolhe algo como uma bola de gude. Talvez do tamanho usado para fundas, com a distância, Ka espera ter algum tempo para acertar alguém se a oportunidade surgir. Uma bolota mágica ou com a força aplicada na marreta para lançar a bolota no alvo com uma destruição maior. Parecia loucura, mas Ka tentar encontrar algumas delas. Provavelmente cinco delas serão mais do que o suficiente para Ka lançar em seus inimigos a distância.
           Ka procura sua munição e depois monta um tipo de cobertura melhor para o arqueiro. Aquela porcaria na beirada da montanha era para morrer logo. Se aquela era a experiência de combate que eles tinham, Ka pensa em mudar de lado. Será que dava tempo? Aqueles soldados seriam massacrados mesmo com a vantagem do terreno.
           Na beirada do morro, Ka escolhe o local em que colocará suas bolas. Com uma pedra faz um disparo de teste para ver como funciona. A pedra se desfaz no primeiro impacto. A segunda se parte em pleno ar, mas a terceira essa sim fez um bom voo. Ka agora tinha uma vaga ideia de como aquilo poderia funcionar.
           Ao ficar ali na beirada também era possível imaginar onde o arqueiro poderia obter cobertura de uma forma melhor. Poderia oferecer uma cobertura para ele usar parte da montanha como escudo, assim toda a terra poderia servir de proteção. com algumas hastes de proteção e as mesmas placas que tinham, Ka oferece uma segunda cobertura para o arqueiro que agora poderia escolher como aparecer do meio da rampa para atacar ao solo. Aquilo também era um sinal para quem passe por ali do ponto que terão maior cobertura contra os alvos lá para baixo.

           Para os colegas ali, Ka comenta instruções de combate simples. A formação de ataque, como poderão se portar. Como Ka usa uma arma de combate desbalanceada sua ideia era seguir com os espadachins. Se eles não puderem cortar, Ka pode esmagar e se os alvos forem mais rápidos, eles podem ajudar Ka compensando suas fraquezas. Ka ainda avalia a possibilidade de uma emboscada ou ataque surpresa como o tenente planejava. Aquilo parecida uma bobagem, poderiam ser mortos com facilidade, porém com magos da terra, a vantagem atual poderia ser desfeita em segundos. Precisavam de alvos importantes para garantir que a batalha seria ganha. Cortando a cabeça do inimigo o resto poderia fugir.
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    Mensagem por Pikapool Sab Mar 20, 2021 12:18 am

    A alegria só pode brotar de entre as pessoas que se sentem iguais!
    De imediato agradecia pela cestus que traziam-me. Ouvi tudo atentamente e apenas assenti positivamente para cada instrução. Aproveitei desse tempo para tentar analisar tudo e refletir sobre alguma solução. Infelizmente, a falta de experiencia fazia-me frustrar por mão pensar em nada.

    Nesse meio tempo pude notar que Kate parecia ter tomado um pouco de juízo e resolver abrir mão da batalha. Mas, confesso que fiquei intrigada quando notei a conversa particular dela com o ferreiro. Nadhull também chamou Mortalha de lado. Não sei ao certo o que era, contudo depois que retornou, apenas lhe entregou algo e, como sempre, se manteve indiferente. Por outro lado, era inspirador ver Ka concentrado analisando tudo e tentando engendrar um plano.

    Enquanto todos ali pareciam planejar e se preparar para um confronto, eu, mais uma vez, ficava sem saber como proceder. No entanto, eu sabia que os inimigos não possuíam poder aéreo e que tinham algum respeito pelos anjos. Aproveitei que todos estavam dispersos e sai às escondidas. Acreditando que ninguém havia me visto sair, talvez Mortalha, mas ela não iria se importar, alcei voo e fui checar o lado inimigo. Mesmo que a distancia, talvez eu pudesse ver algo que pudesse servir para preparar nossas tropas contra algo inesperado. Afinal, três horas eram mais que suficientes para eu fazer um reconhecimento.
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    Mensagem por Leomar Sab Mar 20, 2021 8:40 pm

    As luas já podiam ser vistas bem claras no firmamento. Psikê, a grande lua vermelha (que hoje estava alaranjada) estava quase cheia, enquanto Ânima, a lua esbranquiçada estava pela metade. Para Nadhull e Mortalha isto era bom, Azriel também conseguiria se guiar com a luz da lua, embora seria mais fácil se Ânima não tivesse em quase nova, mas nem tudo era perfeito. Pra Ka, que era humano, que o bicho ia pegar.

    Se tudo desse certo, os primeiros movimentos seriam no escuro, até tochas seriam evitadas enquanto o inimigo não estivesse sido alertado, o tenente contava com um ataque surpresa.

    Mas um dos problemas era que os magos negros (cinco humanos) não conseguiam um alinhamento favorável, para criar uma zona de obliteração, teriam que aproximar um pouco das linhas inimigas para triangular, mas quando alguém tentava descer o paredão, o inimigo dava sinais de que tinham visto o movimento, e tinham que recuar. Isto poderia ser um problema, se todos os magos negros ficassem em linha reta no paredão a zona de obliteração também seria basicamente uma reta, e daria margem pro inimigo atacar com magia.

    Enquanto não achavam uma brecha, a única coisa que podiam fazer era esperar a noite cair e o grupo de meio-demônios agir no escuro. Para o exército, não contar com uma proteção mágica era preocupante, para o grupo de vocês nem tanto, pois uma grande área de obliteração poderia prejudicá-los também.

    Azriel consegue uma noção mais ou menos sobre posições dos oponentes durante o voo, mas as próximas horas podem depender de se ela vai ou não arriscar abordar o oponente. Seria difícil fazer isto discretamente, mas ela contava com a sorte.



    off: tipo, é só isto por enquanto já que o Pika sugeriu que talvez fale com os outros vou ter que esperar ele postar de novo, enquanto isto vou fazendo experimentos de mapas aqui pra ver como fica melhor, o resto vai se reorganizando agora que provavelmente sabem que é quase certo que a zona de obliteração não irá funcionar. O grupo dos meio-demônios devem sair a noite, buscar uma brecha meio lateral no exército oponente para enfraquece-los de lá. Pelas rolagens já sabemos que vai funcionar, mas vou ter que atrasar este momento para a Azriel fazer o movimento dela.



    Kate meditava no templo, era bom ter um momento de paz e até ouvir um pouco dos sermões, mas não tinha muito que fazer ali. O templo era pequeno (os maiores certamente foram os primeiros a serem atacados), isto não era necessariamente um problema para devotos "padrão", mas Kate sente que precisa de alguma outra coisa. Na verdade ela precisava repousar para terminar de se reestabelecer, mas isto ela não queria.

    Havia uma base do grupo Izete na cidade, a tenente tinha dito mais ou menos como achar, mas era um lugar perigoso, pois estava perto do porto, e o porto era o lugar mais vigiado pelos invasores. Na verdade a base deles tinha sido movida um tanto para o leste de sua posição original. Não era muito fácil encontrar membros da Escola Izete, mesmo sendo uma maga rubro-celeste Kate ainda não deve tempo de procurá-los, sua vida em Dafodil era sair de uma problema para outro, e em Burnabad não foi muito diferente, só teve mesmo períodos de folga em Ĵevurá, mas não tinham células da Escola Izete na outra cidade. Ela tinha estudado um pouco sobre a Izete, mas estudar por livros não era a mesma coisa.

    Kate chamaria menos atenção sozinha, se passando por uma civil qualquer, embora o pessoal do Yüksek Kan provavelmente ia perseguir qualquer civil que quisesse ir para uma célula da Izete, o Kan tinha rixas tanto com a Corte dos Milagres quanto com a Escola Izete.

    Andar de semëk era tão rápido quanto andar a cavalo, embora Vent'Kapo não pudesse ir a todo seu galope, já que Kate ainda estava meio moída, mas ele ficava satisfeito em andar na cidade, depois de ficar preso um dia e no outro ter que esperar Kate se recuperar no Q3.

    Poucas pessoas nas ruas, a maioria que podia evitar sair, evitava. Kate também evitava caminhar perto de onde tinham bandeiras verdes, buscando onde tivesse as vermelhas e às vezes encontrava algumas azuis também, eram mais difíceis de ver, mas o Kan provavelmente respeitaria mais àqueles que fossem devotos de Jara. Provavelmente...

    Chegando numa barricada que separava a cidade da parte norte, Kate sabia que a base deveria estar por ali, já que da barricada pra lá tudo estava dominado. Desce do Vent'Kapo e tenta discretamente pedir informações para uma ou outra pessoa que não parecesse suspeita demais por ali. A maioria se afastava quando Kate perguntava dos Izete, dando desculpas vazias. Ela fala com dezenas antes de que uma moça lhe desse uma primeira dica, esta dica acaba levando a um rapaz que pergunta o porquê ela queria encontrar com as pessoas na Escola Izete. "Preciso de cura" foi basicamente o que ela pensou no momento.

    Ela é posta para esperar numa cadeira, dentro de uma sala muito mal iluminada já que não tinha nem janelas, e o cara que a leva lá não acende nem uma vela, certamente de propósito. Ela tem permissão de deixar o Kapo ficar do lado dela, desde que mantivesse-o quieto. Passado um tempo, cerca de meia-hora, uma mulher entra na sala.

    Ela usava um lenço no rosto que tampava a maior parte de seu rosto, e também escondia os cabelos, usava uma bata de uma cor pesada, cinza-azulada, um cor muito específica feita apenas para algumas específicas sacerdotisas da Igreja Central, a Igreja de Jara; havia também o símbolo da Igreja Central bordado em suas roupas.

    - Mantenha os olhos baixos! - instrui ela aproximando - Você disse que busca cura. - Ela observa o rosto de Kate, leva a mão até seu pescoço enquanto conversa. O chacra da garganta era especialmente fácil de ser manipulado, Kate sabia pois enquanto ainda estava aprendendo controlar seu fluxo, Zaratkir e Velora bloqueavam e desbloqueavam-na várias vezes, usando aquele ponto. - Você está pálida e flácida, mas aparentemente isto é desnutrição e desidratação, não precisaria buscar alguém da Escola Izete.

    Ela também coloca um ovo na mão de Kate, instruindo como segurá-lo com os dedos das mãos entrelaçados e a certa altura, e diz para não deixar cair, e que, se ela falasse alguma mentira, o ovo quebraria, indicando a falsidade.

    - Não sinto um grande fluxo mágico em você. Por que procura a Izete? Quais seus interesses?
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    Mensagem por DariusNovadek Dom Mar 21, 2021 12:03 pm

    Kate sai a busca da célula do grupo Izete, sentia uma certa ansiedade misturada de curiosidade. Nunca tinha conhecido algum mago como ela, talvez poderiam ajudar ela muito mais do que ela mesmo imaginava.

    Não foi fácil, mas Kate consegue achar alguém que o leva até uma sala escura, depois de meia hora entediante alguém entra, pelas roupas, parecia uma sacerdotisa da igreja Central, a Igrea de Jara, aquela provavelmente era uma maga azul.

    Você está pálida e flácida, mas aparentemente isto é desnutrição e desidratação, não precisaria buscar alguém da Escola Izete.

    A palavra flácida dói dentro de Kate, sempre foi magrela, ser chamada de desnutrida, puro isso, siriema, era normal pra ela.. Mas Flácida? Seu instinto feminino fica magoado, mas ela nada diz..

    A mulher coloca um ovo na mão de Kate, um tipo de máquina da verdade.. Kate pensa bem antes de responder,  sabia o que dizer sem mentir nada.

    - Como você disse, não preciso de cura física, mas a verdade é que preciso é de cura mágica, você não sente um grande fluxo mágico porque pela minha imprudência eu gastei todo ele, mas sou uma grande maga vermelha e azul..

    - Acredito que Piro vem guiando todas as minhas ações, e me guiou até aqui.. Procuro a escola Izete a tempos,  preciso retomar minha magia, e preciso conversar com Piro


    A parte de Piro poderia não ser verdade, mas era o que Kate realmente acreditava, então provavelmente nao quebraria.
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    Mensagem por Pikapool Dom Mar 21, 2021 2:02 pm

    A alegria só pode brotar de entre as pessoas que se sentem iguais!
    Procurando por aqueles que traziam consigo alguma identificação de superioridade, desci em meio aos soldados (centro).

    - Saudações nobres combatentes. Gostaria de falar com seus superiores, por favor. - Dizia reverenciando a todos.

    Assim que o superior se manifestasse eu prosseguiria:

    - (Nível hierárquico), gostaria de saber o seria necessário para cessar os confrontos? Mas antes que responda a tal questão. Gostaria de saber vossa versão de tudo que se passa. Cheguei a pouco na cidade e a vi em ruínas e o povo passando por dificuldades. O povo está confuso e diverge sobre o ocorrido, mas uma opinião é igual entre eles. Falam sobre uma invasão. - Uno as mãos em suplicar e completo. - Peço em nome de Anĝelina, que me deixem tentar entrar em contato com os lideres rivais para uma resolução diplomática. Devemos evitar mais derramamento de sangue. - Sem mais, só restava-me aguardar por uma resposta positiva.
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