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    Mistério de Colina Santa

    Christiano Keller
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    Mensagem por Christiano Keller Seg Mar 29, 2021 12:28 am

    @Brazen escreveu:Pessoal, eu já comecei a arrumar a mesa. O Keller não respondeu então eu liberei a vaga dele e abri mais uma. Estou só esperando o pessoal que estava na fila responder aqui com as fichas. ^^

    Achei, vocês.
    Ainda posso fazer a ficha?
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     Mistério de Colina Santa - Página 3 Empty Re: Mistério de Colina Santa

    Mensagem por Claude Speedy Seg Mar 29, 2021 10:04 am

    @Christiano Keller escreveu:
    @Brazen escreveu:Pessoal, eu já comecei a arrumar a mesa. O Keller não respondeu então eu liberei a vaga dele e abri mais uma. Estou só esperando o pessoal que estava na fila responder aqui com as fichas. ^^

    Achei, vocês.
    Ainda posso fazer a ficha?

    Pelo que entendi sim, além de que eu ganhei uma vaga.
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    Mensagem por thendara_selune Seg Mar 29, 2021 10:27 am

    Montando a ficha e o BG Very Happy
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    Mensagem por thendara_selune Seg Mar 29, 2021 3:41 pm

    Quem é Hanna?:

    Hanna Clarke

    Hanna não conseguia ser real, nunca conseguiu, havia uma necessidade imensa em fingir ser alguém que não era, talvez fosse efeito do que ele vivia dentro de casa. Sua mãe era incrível, uma viúva apaixonada pelo trabalho de editora no jornal local, casou com um homem aparentemente perfeito e que queria ser uma presença paterna para Hanna. Os olhos cinzas de seu padrasto Tom lhe causavam desconforto desde o primeiro dia que ele entrou na casa dos Clarke 's. Ela tinha treze anos, mas o que podia fazer? A mãe estava apaixonada demais para ler os sinais que aquele homem jamais deveria ter pisado ali. Quando casaram a rotina era de uma família feliz  e harmoniosa com uma adolescente cheia de vida.

    Na mesma rua moravam Daniel Holmes, um garoto calado que Hanna adorava provocar na escola. Sempre esbarrava em Abel Giardino e com seu sorriso simpático. Madelayne Carter era o oposto de Hanna em muitos sentidos. Sua mãe conhecia a mãe deles então vez ou outra ela transitava entre as casas para entregar algo que a mãe cozinhava ou simplesmente para avisar alguma coisa sobre a reunião de mães que sempre ocorria no final do mês. Para Hanna os três faziam parte do lado oposto da margem que ela estava. Maddy sempre parecia distante e algumas vezes as amigas de Hanna queriam mexer  com a garota, mas por algum motivo Hanna  nunca deixou. No fundo sentia inveja de Maddy e de sua vida pacata ou talvez sentisse uma pontada de ciúmes pela amizade verdadeira que a garota mantinha com Abel.  Com Daniel as trocas de palavras eram uma quebra na rotina de uma aula chata, às vezes um lápis emprestado ou uma provocação de cunho sexual que variava de um morder de lábios ou um esbarrão provocativo. Ela adorava causar terror sempre acompanhada pelas duas amigas Tiffany e Cristal. Um trio terrível, sempre andando com atletas ou em festas regadas a álcool. Hanna preferia isso do quê dizer a verdade, mesmo Noah sendo um namorado possessivo com quem aprendeu a beber em festinhas secretas em finais de semana nada puritanos. A menina bonita estava em frangalhos por dentro, mas ninguém notou, talvez a culpa fosse dela que começou a vida sexual aos catorze com um vizinho mais velho ou fosse o fato de agir como uma grande vadia má quando estava com as amigas, mas na frente da mãe agia como uma santa.

    O padrasto de Hanna preencheu sua vida com coisas que a deixaram fora dos trilhos. Em uma noite quando a porta se abriu, a escuridão maldosa passou a ver o quarto dela como um território para fazer o pior. Quando a noite caia e a mãe dormia embalada por calmantes. Que eram o segredinho da mãe de Hanna, que via naqueles remédios seu nono céu que permitiam uma paz tranquilizadora, mas que por outro lado davam inconscientemente liberdade para outras coisas acontecerem ali. O comportamento de Hannah mudou, as amigas notaram, mas acharam que aquilo era efeito do namoro conturbado com Noah.
    Na noite do baile as coisas desandaram com o namorado, uma briga no corredor escuro, enquanto olhos cinzas espreitavam o casal adolescente e uma faca movida pela possessividade perfurou o corpo de Noah. Ele nem piscou, apenas cuspiu sangue na frente de Hanna que foi arrastada até uma sala e sentiu um tapa que fez seu rosto arder. Aquela noite foi uma melodia de horror que crepitava e cheirava a carne queimando que impregnava o ar. Depois dessa fatídica noite, Hanna ficou calada por dias, sua mãe ficou depressiva e se suicidou meses depois. Ela acabou indo morar com uma tia em uma badalada cidade, onde converteu a dor em uma vontade de atuar. Sua tia Susan tinha sido modelo quando mais nova e depois passou a atuar como produtora em seriados. Logo encaixou Hanna em pequenos papéis, depois ela conseguiu um papel importante e dai fazia fotos para campanhas de cosméticos. Até mesmo aprendeu a cantar, mas isso era muito mais um hobby que sua terapeuta indicou, mas trazia algum alívio pra ela quando estava sob pressão no trabalho. Seu rosto ficou bem conhecido, passou a viver em mundo frágil, em relacionamentos abusivos com homens mais velhos, mas sempre mantinha um sorriso no rosto, não importava o quanto tivesse surtado na noite anterior. Hanna era a perfeição em pessoa e mesmo que se sentisse louca na maior parte do tempo dissimulava isso muito bem. Quando chegou aos 40 já tinha se envolvido em alguns escândalos com homens e mulheres. Não conseguia se relacionar verdadeiramente, estava quebrada e assim acabou se afastando de tudo após uma crise de pânico em um ensaio fotográfico. Indo morar em um chalé, quando arrumava algumas coisas uma caixa com fotos da adolescência espalhou-se, ela jurava que tinha queimado aquilo, mas olhando uma imagem de Cristal e Tiffany ali sentiu calafrios. Não conseguia lembrar exatamente de tudo daquela noite, e com o passar dos anos parecia que aquela noite foi apenas um pesadelo distante. Depois viu recortes de jornais que não lembrava de ter guardado. Colina Santa estava ali assombrando sua mente, nesse momento o telefone tocou e caiu na secretária a voz de Maddy surgia falando sobre uma homenagem, Hanna não sabia se deveria ir, mas alguma coisa nela a fez desejar rever a cidade e encarar velhos fantasmas.

    Hanna já fez procedimentos que lhe garantem uma aparência atraente, mantém uma alimentação vegana e é naturalmente voluptuosa. Seus olhos castanhos claros sempre transmitem um ar afetuoso que contrasta com seu sorriso amigável. Tem seus 1,70 e sempre bem arrumada e pronta para provocar qualquer um que lhe tire de sua zona de conforto. Atualmente com 40 anos e afastada do trabalho.

     Mistério de Colina Santa - Página 3 740ful10





    Motivação: Hanna apagou aquela noite, mas movida por sentimentos desconhecidos decidiu voltar até a cidade e rever velhos fantasmas.


    Fraquezas : Segredo Sombrio e luxúria

    Medos: Ficar trancada sozinha.

    ATRIBUTOS:
    Força -2
    Destreza 0
    Constituição 0
    Inteligência +1
    Percepção -1
    Carisma +1

    PERÍCIAS: Atuação (CAR) - Canto (CAR)-Empatia (CAR) -Etiqueta (CAR)- Manipulação (CAR)

    POSSES: Um Jeep Cherokee, celular e um spray de pimenta que anda na bolsa.


    PONTOS DE VITALIDADE: 4 pontos iniciais
    PONTOS DE INSANIDADE: 0 pontos iniciais
    PONTOS DE FLASHBACK: 3 pontos iniciais


    Não sei se ta certinho ou se faz sentido, mas qualquer coisa da pra modificar e arrumar de outro jeito tongue
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     Mistério de Colina Santa - Página 3 Empty Re: Mistério de Colina Santa

    Mensagem por Claude Speedy Seg Mar 29, 2021 5:45 pm

    @Brazen, como me pediu.

    BG:


    Nome: Gláucio Gonzales (Glau)

    Aparência:


     Mistério de Colina Santa - Página 3 Hqdefault

    Gláucio Gonzales é um depressivo ex-lutador de Vale-tudo e ativista político do movimento punk destruído e marcado por ser seguido diretamente pela tragédia. Em um ano em que foi transferido devido às brigas que tinha na escola para morar com sua tia em Colina Santa se seguiu pela morte em chamas de quase todos na escola e outra foi no Rio de Janeiro, em uma viagem de férias que ele tentou fazer com o pessoal da universidade onde tentava o mestrado que terminou na morte por afogamento da jovem ruiva Lana...

    Aparentemente vaidoso e arrogante, Gláucio é extremamente desleixado com relação a sua aparência e quase o tempo todo esta com uma expressão irritada de um lutador pronto para entrar em um octógono. Apesar dos seus ter 40 anos, a atividade física constante (para não dizer quase psicótica) faz com que pareça ser mais jovem. Diante de seus extenuantes exercícios e brigas no "Grupo da Família do Zap" sobre política ele acaba relaxando descarregando uma fúria diante de algo que ele sequer sabe exatamente. Mas que pensa ter haver com algum aspecto religioso fanático e perigoso.

    Tem um queixo pesado dos golpes que levou na vida nele, olhos castanhos e cabelos da mesma cor que estão caindo aos poucos deixando entradas. Ele tem 1,8om de altura e pesa quase 100 kg.


    Histórico:

    Descedente de espanhóis e italianos chegados no Brasil durante a Guerra Civil Espanhola entre anarquistas e o general fascista Franco, ele teve grande parte de sua família convertida à igreja evangélica... O que fez uma briga interna entre os membros mais católicos da parte de sua avó.  Na infância, aos dez anos, sofria do que chamam hoje de "bullying" devido seu interesse por um estranho "jogo de interpretação" que foi até os doze anos, quando entrou no judô e depois no karatê no clube de sua cidade.

    Dizem que em algum tempo , passou de oprimido a opressor, como se vingando de todos os garotos mais velhos que batiam nele um ano antes. Mas o que assustou seus professores é quando ele se juntou com um grupo de uma gangue de jovens chamado "Los Brujah"... E em meados dos anos noventa foi "convidado a sair da escola" e transferido para a Colina Santa e deixou seus pais e irmão mais novo para morar com sua tia.

    Sua família e alguns amigos que tentam irrita-lo o chamam de "Glau" enfatizando uma fragilidade que ele não quer demonstrar nunca. Mas é fato que essa sanidade se mostrou quase nenhuma quando ele foi condenado a ser internado depois do corrido em um hospital psiquiátrico em Barbacena.

    Ele se recuperou em algum tempo, mediante um intenso processo de treinamento e dizem que de fuga e roubo da própria ficha. Mas é fato que seja o que tenha acontecido naquele colégio mexeu profundamente com ele.

    Cada vez menos empático com as pessoas, ficou mais fácil se enfiar nas artes marciais, não mais como um caminho filosófico de aperfeiçoamento e sim como um lutador pronto para violência mais brutal... Como se buscasse algum meio de penitência para ser ferido de alguma forma como culpa pelo que aconteceu.

    A razão real de ter optado pela faculdade de Ciência Política no começo dos anos 2000 e não Educação Física, não foi diferente, ele desejava ser ainda mais cruel e passivo agressivo, ampliando a raiva contra tudo e todos que estavam a sua volta.  Como um cão raivoso pedindo para ser sacrificado.

    Quando ele fez vinte e cinco anos tinha um histórico de lutas quase imbatível... Começou também a enfrentar até mesmo os melhores alunos do jiu-jitsu. Isso enquanto se tornava um graduado em política. Era como se quisesse organizar a tomada de força de alguma coisa que sequer ele entendia...

    Quando já estava com mais de trinta e cinco, só então percebeu que era velho e velho demais para voltarà lutar e então resolveu finalmente fazer um mestrado... E parecia estranho pensar que já havia passado tanto tempo, quando as sensações daquela tragédia em chamas... Mas pelo visto havia um karma ainda eram tão presentes em sua vida, é por isso que ele pensa que há dois anos quando foram até uma mera excursão ele possa ter matado a jovem Lana.

    Quando o corpo foi encontrado afogado dias depois, ele virou o principal suspeito e mais uma instituição educacional o dispensou. Era culpa do que aconteceu naquele incêndio! Depois veio a água... Será que ele quem fez isso para a salvar de ser carbonizada? Ele é o culpado?  Os demais colegas nunca foram achados.

    Mais um tempo "de férias" em um sanatório. Lá ele acreditou estar diante do próprio Deus encarnado enquanto alucinava com os medicamentos que recebia...Acreditou ter morrido com Lana e os jovens que estavam com ele. Todos afogados...

    Entrou em relacionamentos complicados... Com mulheres ainda mais confusas... Ele se lembrava da franzina e frágil Mady que conheceu naquela escola. Quem sabe se ele pudesse fazer ela aprender a se defender.

    Insuportável tudo isso. Esta havia nada de bom. Água e fogo... Luz e Trevas... Yin e Yang.
    Ele se lembra que um grupo de alunos saiu dessa com vida.

    Mady poderia ser uma das boas recordações de Colina Santa, assim como alguns amigos que se interessavam igual ele por lutas em ficas cassete que hoje são encontradas em toda parte. Sua tia era bem severa com ele, mas de vez em quando sua mãe e seu pai ligavam.

    Ele tem saudades do irmão mais novo, um jovem empresário responsável. Com família... Filhos...Coisas que ele sabe em seu íntimo que não poderá ter.
    Algo nesse lugar o chamou e algo nesse lugar tenta ser seu dono.

    Vinte cinco anos se passaram depois daquela tragédia e era como se lhe fosse um segundo chamado... Certamente era estranho que alguém se lembrasse dele, afinal ele não é um nativo dessa cidade. É um estrangeiro seduzido como uma mariposa por chamas.

    Aproveitando para fugir do julgamento pela morte da ruiva, ser homenageado seria a mais irônica forma de estar longe de qualquer câmera ou da polícia nesse meio tempo, justamente se expondo. Sim, quem iria prender um herói local?

    Alguma coisa naquelas chamas o convidavam novamente para Colina. Alguma coisa precisava ser oculta de vez...

    Que esses malucos estavam pensando?

    Ele se lembra de ter estado com um casal de nerds aquele ano, os atormentando o quanto podia. Eles também sobreviveram... Ou será que era um nerd solitário e um cara que estava junto... Ah, ele nunca se lembraria. Mas é fato que uma tragédia chama outra...

    Colina Santa tinha de esquecer aquela tragédia, igual ele esqueceu. Será que foi ele quem fez isso também?

    Durante a noite, reuniu algumas peças de roupa e fugiu da cidade em direção ao local que sua tia tinha como lar. A velha estaria certamente cheia de gatos pra cuidar e ele não recusaria se esconder ali e ser recebido como cidadão exemplar até a poeira baixar.

    ---------

    Motivação: A competição faz o cérebro criativo dele trabalhar, não em prol de superação,mas como forma de distração que anule tantas dores e fraquezas que sofreu. Toda dificuldade que tem de saber o que sentem as outras pessoas vem de sua própria inutilidade.

    Personalidade: Gláucio se tornou uma pessoa amarga, rancorosa e com um humor ácido e sem graça desde o segundo trauma. O primeiro trauma causado pelo incêndio sequer é lembrado por ele. Mas desde a tragédia, sua vida ficou marcada por um excesso de violência como modo de vida e passou de um praticante zen de artes marciais para um "pit boy piorado".

    Pelo menos na aparência...

    Apesar do cinismo tradicional com que trata tudo, em sua mente um desejo de aceitação amplia seu desejo por aceitação. Quando pegava no pé de Daniel Holmes por não praticar esportes ou incomodava a pequena Mady era justamente para os motivar... Afinal foi isso que o tornou mais forte, não?

    Enquanto as pessoas se encolherem em seus cantos resmungando, como é que vão progredir e se fortalecerem?

    Ele só estava querendo fazer um favor.

    Fraquezas: Procurado - Há uma recompensa por sua cabeça seu rosto e nome são conhecidos.

    Medos: Ele tem medo de não ser aceito pelos colegas, o que devido sua falta de tato e modos é quase sempre o que acontece.

    ATRIBUTOS:
    Força: +1
    Destreza: +1
    Constituição: 0
    Inteligência: 0
    Percepção: -1
    Carisma: -2

    PERÍCIAS:
    - ARTES MARCIAIS MISTAS (DES)
    - ATUAÇÃO (vinda do RPG) (CAR)
    - CIÊNCIA (Política) (PER)
    - FURTIVIDADE (PER)
    - FURTO (DES)

    POSSES: Palito de Fósforo, roupas de couro, mochila de academia, celular

    PONTOS DE VITALIDADE: 4 pontos iniciais
    PONTOS DE INSANIDADE: 0 pontos iniciais
    PONTOS DE FLASHBACK: 3 pontos iniciais.
    POSSES: Palito de Fósforo, roupas de couro, mochila de academia, celular.


    PONTOS DE VITALIDADE: 4 pontos iniciais
    PONTOS DE INSANIDADE: 0 pontos iniciais
    PONTOS DE FLASHBACK: 3 pontos iniciais.


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     Mistério de Colina Santa - Página 3 Empty Re: Mistério de Colina Santa

    Mensagem por Brazen Seg Mar 29, 2021 6:16 pm

    @Christiano Keller escreveu:
    @Brazen escreveu:Pessoal, eu já comecei a arrumar a mesa. O Keller não respondeu então eu liberei a vaga dele e abri mais uma. Estou só esperando o pessoal que estava na fila responder aqui com as fichas. ^^

    Achei, vocês.
    Ainda posso fazer a ficha?

    Fala Keller! Pode mandar sim.

    Iam ser 4 agora temos 6. Mais gente pra assustar...
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     Mistério de Colina Santa - Página 3 Empty Re: Mistério de Colina Santa

    Mensagem por Pikapool Seg Mar 29, 2021 10:45 pm

     Mistério de Colina Santa - Página 3 Ledger10

    Nome: Abel Giardino

    Aparência: Apesar da idade, Abel envelheceu bem. Isso se dá muito pela vaidade do mesmo. Abel mantem seus cabelos loiros escuros sempre ajeitados e uma barba barba por fazer. Seus olhos castanhos claros sempre transmitem um ar afetuoso que contrasta com seu sorriso amigável. Ele é um homem alto medindo 185cm e sempre se mantem em forma mantendo seu peso por volta dos 84kg.

    Histórico: A infância de Abel foi uma infância normal. Pais amorosos, vários colegas e uma boa amiga. Pelo menos até aquele acidente trágico no Colégio Santa Trindade. No entanto, o garoto pareceu não se abalar com tal evento. O sorriso fácil e toda sua amabilidade pareciam intactas. E mesmo após um tempo de terapia, tudo o que foi concluído era que por um mecanismo de defesa, Abel havia esquecido de tudo o que havia passado naquela noite. Isso era verdade até certo ponto, mas o que ninguém percebeu era o inicio de um individuo torturado.

    Esse tormento aos poucos só aumentava, conforme cada um dos sobreviventes deixava Santa Colina atrás de um novo começo. Mas o maior golpe foi ver Mady seguindo por esse mesmo caminho. O cara legal se manteve forte, pelo menos tentou, até que pudesse se afastar de tudo aquilo. Isso veio com a faculdade de Ciências Contábeis. Não demorou para conseguir um estagio em uma corretora e logo se tornar amigo de todos e quando menos espera, já galgava sua posição dentro da empresa.

    Embora tivesse seguido em frente, nada mais era como um dia havia sido. Vez ou outra ainda acordava no meio da noite sem saber o porque. Por mais que tentasse recordar seus pesadelos a unica imagem que lhe vinha a mente era dele segurando a mão de Mady do lado de fora da escola. Apesar da perturbação e desespero de seu sonho, Abel sempre achava reconfortante lembrar-se de tal cena. Sentia-se bem por saber que Mady realmente estava bem e por um instante ainda podia sentir como se segurasse a mão da garota.

    Seu sorriso convidativo e o jeito legal poderiam atrair pessoas para dividir noites mais quentes, mas nunca dividir sua vida. Mas era isso que ele queria de inicio? Era isso que o jovem Abel havia planejado para seu futuro? Ele tinha quase certeza que não. No fundo ele queria se abrir. Deixar as pessoas se aproximarem dele de verdade. Tirar a mascara e mostrar o que ele realmente era e como realmente se sentia. Mas não conseguia e o vazio de uma vida "insuficiente" o consumia com dor e culpa, que eram devidamente afogados em copos de bebidas alcoólicas das mais variadas. Numa busca desenfreada por anestesiar o vazio, preenchendo ele com sensações mundanas que sempre iam embora na manhã seguinte quando a ressaca lhe dava bom dia E junto vinha aquela bola de neve da sensação de culpa por beber para tentar ser algo que sóbrio já não sabia mais como sentir.

    Certa manhã, Abel recebeu um convite para uma homenagem às vítimas. Convite que Abel nem chegou a abrir, mandando-o direto para o lixo. Porém, poucas horas depois reconsiderou a ideia. Não porque gostaria, mas sim por que Mady iria e não se sentia bem em deixar sozinha naquele lugar. Horas mais tarde Abel se via jogando a bolsa no banco de trás do carro e pronto para ir buscar Mady para que ambos pudessem retornar a Santa Colina.

    Motivação: Certamente Abel nunca mais voltaria à Colina Santa. Mas ao saber que sua amiga de infância Mady iria, algo dentro dele despertou dizendo para não deixá-la ir sozinha.

    Personalidade: Sempre com um sorriso no rosto e uma atitude positiva, Abel é o tipo de pessoa que parece se encaixar em qualquer lugar. Se preocupa somente em viver os prazeres da vida na tentativa de encontrar no fundo de uma garrafa ou em uma noite voluptuosa algo que preencha seu sentimento de vazio. Mas apesar de por fora tudo está tão bem, por dentro a tristeza não tem fim. Os únicos momentos que lhe trazem paz, são os momentos com Mady. Sente que ela é a unica pessoa que possa compreendê-lo. Porém, não se sente pronto para compartilhar seus sentimentos sobre aquele fatídico dia.

    Fraquezas: Luxuria, Vaidoso

    Medos: Desde a tragedia, Abel desenvolveu uma aversão a fogo.

    ATRIBUTOS:
    Força -2
    Destreza 0
    Constituição 0
    Inteligência +1
    Percepção -1
    Carisma +1

    PERÍCIAS: Condução (DES), Contabilidade (INT), Furtividade (DES), Impressionar (CAR), Lábia (CAR)

    POSSES: Celular, mochila com algumas roupas, notebook, cantil de bolso com whisky,  carteira com os documentos, agenda, caneta, Ford Mustang.

    PONTOS DE VITALIDADE: 4 pontos iniciais
    PONTOS DE INSANIDADE: 0 pontos iniciais
    PONTOS DE FLASHBACK: 3 pontos iniciais
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     Mistério de Colina Santa - Página 3 Empty Re: Mistério de Colina Santa

    Mensagem por Brazen Qua Mar 31, 2021 6:47 pm

    Pessoal, o tópico de Regras já está pronto. Acho que ficou bem simples e explicadinho sobre o que a gente vai usar no jogo. Vou dar uma olhada nas fichas que faltam em breve e a gente começa. Smile
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     Mistério de Colina Santa - Página 3 Empty Re: Mistério de Colina Santa

    Mensagem por Faor Qua Mar 31, 2021 6:50 pm

    @Brazen escreveu:Pessoal, o tópico de Regras já está pronto. Acho que ficou bem simples e explicadinho sobre o que a gente vai usar no jogo. Vou dar uma olhada nas fichas que faltam em breve e a gente começa. Smile

    Achei tudo bem claro sim. Estou olhando o que a turma já escreveu e está bem bacana! Até vou ver se invisto mais no bg do Daniel, mas estou pronto.
    Christiano Keller
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     Mistério de Colina Santa - Página 3 Empty Re: Mistério de Colina Santa

    Mensagem por Christiano Keller Sex Abr 02, 2021 4:31 pm

    @Brazen, veja se fiz isso certo:

    Nome: Arthur Doyle

    Aparência: altura de 1,70, uma boa constituição física mas não é fora da média, mais atlético e perceptivo, com cabelos curtos escuros, com cerca de 70 kg.
     Mistério de Colina Santa - Página 3 Owen_s10

    Histórico: Arthur não era lá o mais inteligente dos alunos da escola e sempre se esforçou para fazer as tarefas. Não era o centro das atenções e alguns até poderiam fazer chacota sobre ele pois era pouco carismático e não media as palavras. O dia do incêndio deixou um vazio grande em sua vida e por isso Arthur buscou a carreira de bombeiro. Parecia importante saber lidar com aquela situação, preencher aquele vazio ou até estar preparado para algo que estava ausente.
    Arthur conseguiu passar na prova para bombeiro estadual e assim pode trabalhar em diversas situações de risco. Seu objetivo era lembrar mas depois que não conseguiu mais lembrar passou a ficar preparado. Os exercícios com fumaça e fogo foram importantes para sua profissão. Arthur passou a dirigir o caminhão dos bombeiros para levar a equipe para a ocorrência. No local das ocorrências usava o machado para abrir passagens, cortar madeira e usar para fazer ações corta fogo. Uma das coisas que aprendeu a duras penas foi que durante um incêndio havia uma tralha pendurada que Arthur cortou a machadadas para abrir um caminho de fuga, só que aquilo era uma obra de arte inestimável. Com isso Arthur acabou fazendo um curso para ajudar a entender o valor dos objetos durante os incêndios e assim escolher melhor o que salvar ou o que destruir.
    Com poucos vínculos pessoais, um usuário excêntrico do tinder que gosta de dominar e fazer bondage como Dom, Arthur tenta preencher o vazio da sua falta de habilidade com as pessoas e o carisma degradante.
    Agora com uma oportunidade para voltar para a cidade e ver como as coisas estão por lá, Arthur ainda acha mais importante descobrir o que houve no incêndio do que encontrar as pessoas.

    Motivação: Aconteceu algo naquele dia, Arthur parece mais preparado para tentar voltar e descobrir o que aconteceu. Pode ser apenas um pequeno fogo que saiu do controle mas esse evento precisa ser encerrado devidamente na memória de Arthur.

    Personalidade: um homem direto, meio grosso e pouco carismático que prefere fazer coisas a ficar conversando. Conversas que muitas vezes ele não compreende.

    Fraquezas: Arthur acha que como bombeiro deve ajudar as pessoas, mas ainda tem uma queda pelo sexo no qual gosta de dominar.  

    Medos: Arthur tem medo de falhar para com as pessoas que deve salvar, ver pessoas queimando ou quebrar coisas caras, pois são ações que podem colocar sua simples carreira, mas tudo o que tem, em risco.

    ATRIBUTOS: Distribua os seguintes bônus : -2, -1, 0,0,+1,+1
    Força 0
    Destreza +1
    Constituição 0
    Inteligência -1
    Percepção +1
    Carisma -2

    PERÍCIAS:
    Avaliação de objetos (PER)
    Armas Brancas (DES)
    Escalada (FOR ou DES)
    Condução (DES)
    Natação (DES)


    POSSES: Isqueiro (combate de fogo com fogo) mas serve para oferecer para uma pessoa que fuma, Canivete Victorinox Super Tinker Vermelho 14 Funções, celular Samsung A30, carteira, carro Peugeot 207 1.4 Active 2014 – R$ 25.000, bota, calça jeans, camisa, 20 metros de cordas para bondage (Paracord de 10 metros e com 7 filamentos, resistente até 250kg) e chicote (no porta mala). Outras mudas de roupas com básico pessoal (em mala ou malas) no porta mala do carro para passar os dias lá na cidade.

    PONTOS DE VITALIDADE: 4 pontos iniciais
    PONTOS DE INSANIDADE: 0 pontos iniciais
    PONTOS DE FLASHBACK: 3 pontos iniciais. Vou explicar como usar mais tarde.
    Caelestia
    The Watcher
    Caelestia
    The Watcher

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     Mistério de Colina Santa - Página 3 Empty Re: Mistério de Colina Santa

    Mensagem por Caelestia Seg Abr 05, 2021 2:55 pm

    Estava devendo o BG atualizado... Não estou mais Very Happy


    Histórico:

    Madeleyne, Mady como gostava de ser chamada, estava de pé em frente a janela de seu apartamento, olhando a tímida movimentação das pessoas na rua, sem, no entanto, prestar realmente atenção ao que via.
    Ainda segurava o aparelho de celular e, involuntariamente, o apertou entre as mãos quando pensou na mensagem que havia acabado de deixar na caixa postal de Abel pedindo para que ele retornasse a ligação.
    Pela manhã havia recebido um convite, em nome de sua antiga cidade, para participar de uma cerimônia em homenagem aos mortos do incêndio do Colégio Santa Trindade e desde então não tivera um minuto de paz.
    Ela respirou fundo.
    Vinte e cinco anos. Parecia estranho pensar que já havia passado tanto tempo, quando as sensações daquela tragédia ainda eram tão presentes em sua vida.
    Se não fosse pelo incêndio, Mady poderia dizer que tinha boas recordações de Colina Santa, onde passou toda sua infância e parte da adolescência.
    Lembrava com carinho dos seus pais a ensinando a andar de bicicleta na calçada em frente a casa. E dos almoços especiais aos domingos, quando toda a família podia compartilhar a refeição com calma, sem a correria dos agitados dias de semana.
    Nesse momento ela olha para o celular e sorri. Outra lembrança boa de Colina Santa eram os vizinhos.
    A família de Abel havia sido vizinha da sua por anos e ao reunirem os moradores em uma confraternização, ela o conheceu quando tinham seis anos de idade.
    Embora Mady tivesse sido uma criança quieta, que preferia brincar sozinha, por algum motivo ela gostou dele e logo fizeram amizade.
    No início da adolescência a diferença de comportamento entre os dois ficou mais acentuada.
    Enquanto ela gostava de ficar sozinha em algum canto da escola desenhando, Abel estava sempre rindo e brincando com os amigos. E mesmo sendo tão diferentes, ele não havia mudado seu jeito com ela, tentando sempre convence-la a se juntar a “galera”.
    E foi esse jeito alegre e amigo que aos poucos foi conquistando Mady e ela percebeu que havia se apaixonado pelo amigo de infância.
    Tímida e com medo de estragar a amizade que tinha com ele, Mady nunca falou nada para o amigo. O máximo que fazia para expressar seus sentimentos era dar para Abel alguns dos desenhos que fazia dele, quando estava distraído com alguns amigos. Isso era fácil, pois ela sempre usava a desculpa que estava aprimorando suas técnicas de desenho, para que ele pudesse ver a evolução entre um desenho e outro.
    Mas a verdade é que Mady não sabia se um dia teria tido coragem de se declarar, pois meses depois de perceber o sentimento por ele, Colina Santa viveria sua pior tragédia, quando o colégio em que estudavam foi consumido pelo fogo, ceifando a vida que praticamente todos os alunos e professores.
    Tragédia da qual ela participou, sendo uma das sobreviventes junto com Abel e mais quatro alunos da escola.
    Daniel, que dos quatro era de quem ela era mais próxima se assim poderia dizer, era um rapaz quieto e calmo com quem ela gostava de conversar nos tempos vagos da escola. Ela sabia que ele gostava de animais e sempre que tentava desenhar algum usando uma técnica nova de desenho e gostava do resultado, acabava dando o desenho para ele. Ela nunca soube se ele gostava de receber esses desenhos, mas ela se sentia bem ao fazer isso.
    Hanna, com quem ela tinha pouco contato, era uma garota popular, tão diferente dela própria. Se conheceram quando, vez o outra, a garota ia entregar alguma encomenda que sua mãe fazia a dela. Mady admirava o jeito como Hanna parecia ser segura, embora muitas vezes parecesse que ela tinha um olhar triste. E sabia que mesmo parecendo ser durona, Hanna tinha um bom coração. E se sentia feliz por ela ter aceitado manter contato mesmo após se tornar famosa.
    Arthur, na época de escola eles praticamente nunca se falavam e ela tinha o contato dele apenas para mandar mensagens casuais de feliz aniversário ou nos natais. Era nítido que ele preferia ficar na dele sem ser incomodado, mas ela não desistia de manter contato e não o deixar se isolar.
    Por fim, Gláucio. Ele não era de Colina Santa e durante algum tempo parecia deslocado entre os alunos. Por um desses acasos da vida, em uma das aulas eles sentaram próximos e ele se interessou por seus desenhos. Assim como fazia com Daniel, ela chegou a dar alguns desenhos dos personagens preferidos dos jogos de luta para ele. O contato entre eles depois da tragédia não era tão frequente, mas ela deixou um recado na caixa postal dele avisando que os demais também voltariam a Colina Santa.

    Pensar em voltar lhe causava arrepios.
    De verdade ela não tinha lembranças daquele dia e sua terapeuta dizia que essa havia sido a forma que sua mente havia encontrado para protegê-la do trauma, mas isso incomodava.
    Não havia lembranças, mas havia sensações... e pesadelos.
    Vinte e cinco anos depois e Mady vez ou outra ainda tinha sonhos estranhos que atribuía ao dia do incêndio.
    Nesses sonhos ela sempre estava em algum lugar quase totalmente escuro, cheio de corredores. Ouvia sons de gritos ao longe. Cheiro de carne queimada. Ela corria tentando encontrar saída e por vezes parecia que mãos saiam da parede e tentavam agarrá-la.
    As vezes esses sonhos a remetiam ao passado, mas algumas vezes ela sentia como se algo a chamasse, como se fosse algo que não aconteceu, como se ela estivesse retornado ao colégio.
    Ela sempre acordava perturbada desses sonhos e três coisas eram certas nesse momento, ligar para conversar com sua terapeuta, desenhar o que pudesse se lembrar no fichário que tinha apenas para essa finalidade e que ela apelidara de “Death note”, como alusão a uma mangá que ela adorava ler na adolescência. E por último, uma prática que era mais recente, ligar para Abel e contar o que havia sonhado para saber o que ele achava.
    Menos de um ano depois da tragédia, com dificuldade de estabelecer uma rotina normal, a família de Mady se mudou de Colina Santa.
    Anos depois, já formada na faculdade, Mady conseguiu um emprego como ilustradora em uma importante editora e por coincidência acabou se mudando para a cidade vizinha a de Abel, o que acabou por facilitar o contato entre os dois.
    Mady tinha uma grande nostalgia pelas lembranças da época de infância e adolescência ao lado dele, mas não podia dizer que ainda nutria por Abel os mesmos sentimentos que um dia sentira. Fato que tinha um enorme carinho e amizade especial por ele, mas a vida os havia afastado e mesmo se falando com alguma frequência por celular, se viram muito pouco no decorrer dos anos
    A verdade é que Mady nunca havia perdido o contato com nenhum de seus amigos sobreviventes do incêndio. Fazia questão de falar com eles ao menos uma vez ao ano, para saber se estavam bem.
    A dedicação ao trabalho e o estilo de vida não muito sociável de Mady a havia afastado não só dos amigos, mas da família. Não havia tido muitos relacionamentos, preferindo não se casar ou ter filhos.
    Ansiosa, volta a se concentrar no momento presente e destrava a tela do celular, abrindo um aplicativo de mensagens, digitando e enviando rapidamente um texto para Abel onde falava sobre o convite e perguntava se ele poderia acompanhá-la até Colina Santa. Ela pretendia falar com ele sobre esse detalhe por telefone, mas estava ansiosa demais.

    “Oi, recebeu o convite? O que vc acha? Vc vai né? Então... Vc poderia ir comigo? Tipo me encontrar aqui ou eu vou até ai, sei lá... Mas queria que fossemos juntos... Sabe, eu quero ir, mas não sei que consigo fazer isso sozinha”

    Ela fecha o aplicativo e abre a agenda, procura pelo nome do Daniel e ao encontrar, liga para ele. Iria perguntar do convite, dizer que ela iria e saber se o encontraria em Colina Santa.
    Faor
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    Faor
    Mutante

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     Mistério de Colina Santa - Página 3 Empty Re: Mistério de Colina Santa

    Mensagem por Faor Qua Abr 07, 2021 11:48 am

    Olá pessoal

    @Brazen, eu vi e achei ótimo o tópico das fichas. Não aprofundei o histórico do Daniel, mas pelo menos estou adicionando uma imagem. Entre as perícias, eu tinha postado 06, em dúvidas, e eu preferi descartar outra, então tem uma mínima diferença em relação ao que você colocou.

    Atualização:

    Ficha de Personagem



     Mistério de Colina Santa - Página 3 1000_510




    NOME: Daniel Holmes 

    MOTIVAÇÃO:  O terapeuta o incentivou a voltar e enfrentar seus medos.

    PERSONALIDADE:  Prefere a companhia e a opinião dos animais irracionais às das pessoas. Não chega a ser desagradável, mas é naturalmente mais reservado e um pouco desconfiado dos demais, principalmente para se proteger. Se concentra rapidamente em uma tarefa e pode parecer desatento ao seu entorno. Raramente retira seus discretos fones de ouvido.

    FRAQUEZAS:  Compulsivo - o tempo todo escutando alguma música em um de seus mp3 player (!).
    MEDOS: Ficar em um lugar silencioso e fechado sozinho.



    HISTÓRICO

    Historico:

    Saudável mas nada atlético, Daniel chegou bem aos 40 provavelmente por sua boa alimentação. Ele aparenta ser mais jovem do que é, até começar a compartilhar seus pensamentos e seu humor já desgastado.

    Antes da tragédia, nenhum destaque relevante no tímido Daniel, que evitava esportes e outras exposições. Após a tragédia, a família se mudou para o outro lado do país e ele demorou a se reinserir na sociedade, com constantes crises de pânico e ansiedade. Com o tempo aprendeu que estar ao ar livre e em locais mais tranquilos favorecia bastante seu estado de espírito. Voltou aos estudos e após um breve estágio passou a trabalhar em um zoológico estadual, na recuperação de animais silvestres, onde a companhia dos animais trouxe ainda mais qualidade de vida. Mesmo assim, não se afastou do acompanhamento psicológico regular, que vem servindo de norte para suas decisões. A música que o terapeuta inseriu em sua rotina já nas primeiras conversas foi fundamental para sua estabilidade emocional. Com uma vida praticamente normal e independente, o afastamento dos animais, da música ou o isolamento em locais fechados e silenciosos são seus principais temores, que podem desencadear crises importantes.

    Buscando sustentar uma evolução em sua recuperação e autoestima, sua psicóloga o incentivou a se reaproximar dos antigos amigos e ele recebeu há pouco um convite para voltar à sua cidade natal e homenagear as vitimas fatais do terrível incêndio.





    FORÇA: -2
    DESTREZA: +0
    CONSTITUIÇÃO: -1
    INTELIGÊNCIA: +1
    PERCEPÇÃO: +1
    CARISMA: 0

    PERÍCIAS: Armadilhas (INT), Culinária (Per), Primeiros Socorros (INT), Rastreio (PER) e Veterinária (INT)

    POSSES: Mochila pequena impermeável, canivete, squeeze, 03 mp3 players idênticos (fone bluetooth, bateria de longa duração, conjunto à prova d'água, cartões de memória idênticos e quase cheios de músicas muito variadas), 01 fone de ouvido com fio sobressalente, caderno de anotações, 02 lápis, 02 canetas, 01 barra de chocolate, 01 amuleto (pingente com um dente de víbora).




    PONTOS DE VITALIDADE ATUAIS: 0000
    PONTOS DE INSANIDADE ATUAIS:
    PONTOS DE FLASHBACK ATUAIS: 000

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    Mensagem por Christiano Keller Sex Abr 09, 2021 11:03 am

    Pessoal, o tópico de fichas ficou bem legal.
    Gostei do fundo com o incêndio. Ele coloca o contexto do jogo de forma marcante.
    Conteúdo patrocinado


     Mistério de Colina Santa - Página 3 Empty Re: Mistério de Colina Santa

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      Data/hora atual: Qua Abr 14, 2021 4:53 am