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    Brumas de Baróvia

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    Mensagem por Dovahkiin Ter Jun 22, 2021 9:45 pm

    OFF:  @Nightingale continuarei a história paralela neste tópico:

    https://www.novaerarpg.com/t6333-prologo-das-cinzas#233962

    Enquanto isso, o trama principal continua aqui.
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    Mensagem por Edu Sab Jun 26, 2021 8:03 pm

    - Eu estou bem, foi só uma mordida mesmo - Diz Saarth olhando para seu braço.

    - Eu acho melhor ir pela estrada e ponte, não tem como escalarmos, não com o peso das armaduras e o risco de cair é imenso. Não conheço nem truque de invisibilidade. Eu posso literalmente caminhar pelo ar até o castelo, mas não posso levar nenhum de vocês, parece não servir muito pra mim. Por isso prefiro a estrada - responde o clérigo a pergunta do anão paladino.
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    Mensagem por Dovahkiin Seg Jun 28, 2021 9:51 am



            Apesar da perda do elemento surpresa, o grupo concorda que o mais seguro a se fazer no momento era uma investida frontal, então eles contornam a colina e sobem pela estrada. Enquanto sobem, nuvens carregadas parecem se mover nos céus com uma rapidez pouco natural, como que protegendo o castelo da luz do sol. Então, trovões anunciam que em breve uma tempestade se iniciaria em torno do castelo.



    Brumas de Baróvia - Página 8 L3ozb09r4oh21

    OFF: Apesar da imagem, ainda é dia, mas o céu em torno do castelo está coberto por nuvens negras.


    Pátio do Castelo:
    Brumas de Baróvia - Página 8 9pe6nt3vtjc61

    Spoiler:
    Brumas de Baróvia - Página 8 B7fb47d5ec04a72bdb1b7f1a2bfd2ed81528225244


    Uma névoa espessa ronda este escuro pátio, mas incrivelmente, ninguém atacou o grupo em seu caminho (e nem eles perceberam guardas). A chuva começa a cair, e uma luz pálida emana de dentro das portas do castelo...que estão abertas... (E sim, a Hydra pode passar pela porta)

    O vento uiva pelo pátio e suas altas torres perfuram a névoa, tornando seu topo invisível ao grupo. Luzes tremulantes brilham de uma pequena torre redonda no lado sudoeste do castelo.
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    Mensagem por Sandinus Seg Jun 28, 2021 10:18 am

    Dalnur adentra o local desconfiado, era óbvio que Vlad já sabia que eles estavam chegando e já começara a preparar o terreno com as nuvens negras cobrindo os raios de Sol. Ele segue a frente do grupo junto com sua hydra e adentra os portões e o enorme pátio do local, ele lança um olhar ao redor com certa desconfiança. E observa as torres a procura de criaturas que poderiam ameaçar o grupo.

    -Eu tenho um objetivo aqui, há um artefato provavelmente em alguma dessas torres, pois An'tè me deu uma profecia através de meus sonhos, que dizia o seguinte:

    Dalnur, você foi escolhido para findar o reinado cruel daquele que já foi um de meus maiores servos. No castelo de Ravenloft a criatura reside. Porém, lá também está o que necessitas para derrotá-lo. O que procuras está em um local de altura vertiginosa, que todos abominam alcançar. A entrada dos ventos sempre o percorrem e as pedras choram lá. Porém, existe uma influência muito boa ali, uma luz nas trevas. Se você estiver lá, os poderes do bem o ajudarão! Não se preocupe, você não estará sozinho. No caminho, aliados improváveis se unirão à sua causa.

    -Tudo está acontecendo como o todo poderosos An'tè me falou, mas só poderemos derrotar Vlad caso tenhamos este artefato, talvez ele complete o cabo da espada que encontramos. Devemos buscar as torres mais altas que elas podem esconder a arma.

    Encerrava ele encarando o grupo.

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    Mensagem por Dycleal Seg Jun 28, 2021 1:36 pm

    Zoltan ouve o companheiro e diz: - Eu devo entrar nesta história ai, como os aliados improváveis, suponho. Conte comigo, Dalnur. E segue ao seu lado,rumo ao destino, da forma escolhida.
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    Mensagem por Alexyus Seg Jun 28, 2021 4:30 pm

    Loriel observou as nuvens com preocupação, mas a prenunciada tempestade não caiu até que o grupo chegasse às portas do castelo.

    Ele ouviu as palavras de Danlnur e Zoltan e comentou:

    - Eu acho que o senhor deste castelo já sabe de nossa presença, mas se este artefato é importante para nossa missão, iremos em busca dele!

    Preparando-se para a exploração daquele lugar tenebroso, Loriel conjurou sobre si mesmo Armadura Arcana.
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    Mensagem por Khaleesi Sex Jul 02, 2021 3:51 pm

    Sigo o grupo quando escolhem ir pela entrada da frente do castelo. Concordava que era a opção mais inteligente e já tinha decidido que os acompanharia para onde fosse, afinal precisava deles para derrotar Vlad. Quando Dalnur nos conta sua missão, não consigo evitar fazer um comentário sarcástico.

    – Parece que vamos acabar nos matando indo atrás de um objeto misterioso. Conte comigo, também.

    Caminho prontamente em frente aos outros, segurando meu arco junto ao corpo e uma flecha esticando a corda, com olhos atentos para não sermos surpreendidos.
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    Mensagem por Dovahkiin Sab Jul 03, 2021 12:22 pm

    Ao que tudo indicava, o "anfitrião" já tinha conhecimento da presença do grupo e tomava medidas prévias para evitar sua derrocada. Ainda assim, Dalnur enxerga entre as profanas artes de Vlad, os sinais de uma profecia com a qual havia sonhado anteriormente. Uma torre alta cujas pedras choram com a chuva possuía uma estranha iluminação. O cabo sem espada que encontraram na floresta, os "aliados improváveis", tudo parecia se encaixar.





            Assim, o grupo adentrava pelas portas entreabertas, mesmo sabendo que já eram esperados. A elfa ia na frente com o arco em riste, seus sentidos aguçados sempre à procura de perigos. O primeiro som que ouviam era a triste melodia de um órgão. Um pouco mais adiante, no corredor, quatro monstruosas estátuas de criaturas com chifres e asas observam firmemente para baixo, com seus olhos resplandecendo à luz das tochas.

    Brumas de Baróvia - Página 8 Surreal-gothic-spooky-haunting-scary-dark-gothic-gargoyle-on-pedestal-gargoyle-halloween-print-kathy-fornal

    Brumas de Baróvia - Página 8 968304b6c415767f19d5244b9b71a789 Brumas de Baróvia - Página 8 96418132-288-k422434 Brumas de Baróvia - Página 8 Castle-gargoyle-halloween-decoration-3-foot-tall-11387931905_620x

            Curiosamente, as estátuas não se movem enquanto eles se aproximam, embora elas pareçam mais "vivas" e realistas do que estátuas comuns. Mais à frente, eles podem ver algo como um grande hall:


    Brumas de Baróvia - Página 8 054bcd693eaa5dc01107e9d73e7812f6


            Teias de aranha se penduram nas colunas cobertas de pó neste grande corredor iluminado por tochas que tremulam em candeeiros de ferro. O pó e as teias de aranha parecem estranhas sombras movendo-se através dos rostos de gárgulas de pedra agachados na beira da cúpula do teto. Os afrescos do teto, rachados e enfraquecidos, são cobertos por séculos de decadência. Duas portas de bronze estão fechadas ao Leste. Ao Norte, uma longa escadaria larga sobe em direção à escuridão. O tempo todo, um triste e majestoso órgão toca suas notas de um corredor iluminado ao Sul.

    OFF: Vocês estão na área K7 do mapa, e podem ver ao fundo a área K8.
    Spoiler:
    Brumas de Baróvia - Página 8 Ravenl11
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    Mensagem por Sandinus Seg Jul 05, 2021 10:33 pm

    O som do órgão parecia um aviso de Vlad que ele sabia que estávamos ali. O durgar respira fundo, desconfiado Dalnur avançava lentamente com Suk'wala olhando as estátuas atentamente. Enquanto avançava para o salão a frente

    -Parece que a musica é nossa recepção por Vlad... É inevitável, ele já sabe que estamos aqui de fato. Vamos avançar e ir para a direita, que é onde provavelmente estão as maiores torres, quem sabe lá encontramos o que buscamos conforme a profecia, pois tudo parece se encaixar perfeitamente, talvez devêssemos temer quando o órgão parasse de tocar. Devemos aproveitar essa distração e tempo ganho para agir.

    Ele segue pela direita a passos acelerados.
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    Mensagem por Edu Ter Jul 06, 2021 6:19 pm

    Saath que estava parado ainda na entrada do castelo achava tudo muito estranho... Aquilo só podia ser uma armadilha. Os outros já tinha entrado dentro do lugar, mas ele mesmo ainda estava do lado de fora.

    O Sacerdote fez uma prece rápida e conjurou sobre si mesmo o poder de andar pelo ar. Ele começou a subir como se fosse por uma escada invisível, passou pelas muralhas e foi caminhando flutuando por cima do telhado rumo a uma das torres. Ali no meio do ar olhou por uma das janelas.

    - Aonde tu está sacerdote caído? - Disse ele retoricamente enquanto ia olhando pelas janelas das torres.
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    Mensagem por Dycleal Qui Jul 08, 2021 3:37 pm

    O anão guerreiro acha o som do orgão um tanto místico e até poderoso, mas seu coração é blindado pela dor e não deixa o medo ocupar lugar e segue o "cinzento", e seu estranho animal pelo corredor adentro e fica observando as estátuas, preparado para reagir a qualquer ação.
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    Mensagem por Alexyus Qui Jul 08, 2021 4:51 pm

    Loriel ouvia o som do áudio e ficou perturbado com aquilo. Era uma demonstração arrogante da prepotência do senhor do castelo.

    Apesar do Abreu ficar do lado de fora, o Virtuoso seguia na retaguarda do grupo, prestando o máximo de atenção.

    Ele estava relembrando todas as magias que conhecia, preparando-as para o momento certo, e procurava identificar a necessidade de cada momento.
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    Mensagem por Dovahkiin Sex Jul 09, 2021 9:20 pm




    Dalnur: -Parece que a musica é nossa recepção por Vlad... É inevitável, ele já sabe que estamos aqui de fato. Vamos avançar e ir para a direita, que é onde provavelmente estão as maiores torres, quem sabe lá encontramos o que buscamos conforme a profecia, pois tudo parece se encaixar perfeitamente, talvez devêssemos temer quando o órgão parasse de tocar. Devemos aproveitar essa distração e tempo ganho para agir.


            Ao proferir tais palavras, o Duergar percebe que elas ecoavam como sussurros ásperos e malignos dentro do castelo. Caso alguém mais se manifestasse, perceberia o mesmo. Era como um tipo de maldade palpável no ar, que gerava um efeito psicológico perturbador, como se até mesmo os aliados ao seu lado fossem inimigos.


            Enquanto o grupo seguia adiante, Saarth tinha outras ideias, se separando do resto. Conjurando uma prece sobre si, ele caminhava pelo ar em direção à torre que emanava a estranha luz. Enquanto a chuva molhava sua armadura ele passava por gárgulas nos telhados. Das janelas da torre era possível ver uma sala com diversas algemas com correntes pendendo das paredes e uma "cama" de madeira em seu centro.


    Brumas de Baróvia - Página 8 1


            Porém, a iluminação parecia vir de dentro de um baú fechado, cuja luz dourada parecia atravessá-lo.

    Brumas de Baróvia - Página 8 240px-Buried_Locked_Chest


            A janela parece trancada, mas um único golpe é suficiente para estilhaçar o vidro.


            Enquanto isso, o restante do grupo seguia para o Sul (Sala dos Convidados, K9). Tochas tremulam contra as paredes deste salão. Para leste, um corredor escuro e proibitivo choca-se com a escuridão. Ao lado deste corredor, uma armadura, lubrificada e brilhante, descansa em um velho pedestal, como se estivesse fazendo guarda. Para oeste, grandes portas duplas permanecem ligeiramente abertas, uma luz brilhante escapa pela sua abertura. A música do órgão aumenta por detrás das portas, derramando sua melodia do poder e derrota sobre o salão...


    Brumas de Baróvia - Página 8 9k=
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    Mensagem por Dovahkiin Seg Jul 12, 2021 8:52 pm


    +16:
           

            Ventress afastava as lembranças dolorosas de sua mente, apenas para olhar à volta e perceber que seu presente era tão ruim quanto o passado. Ela estava condenada a ser torturada e humilhada por Vlad por toda a eternidade. Quando de repente, uma lembrança que não era sua, invade sua mente:



           
            Então, a misteriosa figura quem lhe enviou a mensagem se mostrava.

    Brumas de Baróvia - Página 8 Picture-7


            Tais seres não lhe eram estranhos. Espíritos descarnados, seres que morreram das formas mais terríveis, que sofreram tanto, que seu espirito ainda não estava pronto para seguir adiante. Vlad lhe disse no passado que estes são seres não naturais, "criados" apenas em ambientes onde fluem magias arcanas malignas.

            O espírito translucido se aproximava dela e falava com uma voz que parecia uma brisa.

    - Você não é como ele, não é?! Assim como eu, está presa entre a vida e a morte, incapaz de atravessar a barreira para o outro lado, e igualmente incapaz de viver novamente. Um sofrimento eterno. Por acaso ele lhe transformou contra sua vontade?

    Após ouvir a resposta, ele continuava:

    - Entendo. Bom, não posso dizer que sou seu amigo. Mas ainda assim, estamos presos na mesma sina. Eu não poderei ser liberto até que aquele desgraçado seja destruído, então vamos fazer um trato? O castelo do maldito está sendo invadido. Na verdade, talvez invadido não seja o termo correto pois ele sabe dos invasores e está brincando com eles. Mas talvez você possa virar a maré contra ele. O que me diz, eu lhe ajudo a escapar e você promete que irá destruir aquele desgraçado?

            Assim que Ventress concorda, o fantasma desaparece. Por longos minutos nada acontece e Ventress se pergunta se não era apenas mais um truque de Vlad, lhe dando esperanças apenas para lhe tirá-la novamente, até que algo estranho acontece. Uma chave enferrujada flutua para fora da água, encaixa-se na fechadura dos grilhões e Ventress e gira como que por telecinese.

            Com um click, os grilhões eram abertos e Ventress estava solta. Então a voz do espírito surgia novamente, desta vez, parecendo vir de lugar nenhum e ficando mais fraca.

    - Seu equipamento está no armário aqui ao lado. Rápido, antes que Vlad mate todos eles... a propósito, tem alguém descendo!

            O espírito então sumia e Ventress podia ouvir alguém caminhando pela água por alguns momentos, até a porta finalmente abrir.

            Brumas de Baróvia - Página 8 Corcunda-1

            Era Victor Medak Fasano, um dos capangas de Vlad. Um dos poucos que o servia por livre e espontânea vontade. Um homem que nasceu com terríveis deformidades físicas e foi atraído pelas promessas de vingança de Vlad. Um maldito sádico que ocasionalmente descia para torturar Ventress e satisfazer seus prazeres sujos na vampira acorrentada.
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    Mensagem por Nightingale Ter Jul 13, 2021 2:34 pm


    As emoções e o corpo de Ventress eram quase que anestesiadas para suprimir tamanha dor física e psicologica que passava na mão do monstro dos monstros. Ventress mal sabia se mesmo o amor que antes que sentira por Vlad ainda estava ali em algum lugar. Se ele ainda existia era apenas uma pequena fagulha lutando para sobreviver, procurando forças e motivos para existir, cintilando desperadamente como um verme rastejante no meio da escuridão querendo engoli-lo. Talvez, finalmente o amor que Ventress sentia por Vlad já tivesse sido completamente convertido em ódio e aquele assunto ficava cada vez mais pessoal e as palavras de Cipriano sobre vingança começavam a ficar cada vez mais sem sentido. Mas ela tentava não alimentar mais sentimentos, mesmo o da vingança, porque eles lhe davam esperança e esperança era a pior tortura que sofria nas mãos de Vlad com frequência.

    Foi quando teve aquela visão, sua consciência transferida para uma alheia, aquém de seu conhecimento e alcance. Sua cabeça tombava para trás e ela fitava o teto com os olhos vermelhos fluorescentes e as presas ferinas saltadas, mas fitando o nada, fitando na verdade, uma realidade em que ela experimentou toda a ansiedade, medo e cansaço daquela pessoa que teve a infelicidade de entrar em um dos únicos lugares que An'tè não tinha influência. Foi apenas ao final daquela experiência aterrorizante que surgiu a aparição, uma vítima da eterna morte em vida, como ela, mas de outro medio. Ela olhava para a aparição com um semblante cansado, mas o cansaço era emocional e não físico pois seu fator de cura já havia regenerado todo o seu corpo morto-vivo.



    Fantasma escreveu:- Você não é como ele, não é?! Assim como eu, está presa entre a vida e a morte, incapaz de atravessar a barreira para o outro lado, e igualmente incapaz de viver novamente. Um sofrimento eterno. Por acaso ele lhe transformou contra sua vontade?


    Ventress não responde, ela olhou para baixo com tristeza e fraqueza, ela não sabia dizer se fora obrigada ou se queria de fato a vida eterna achando que era uma benção quando na verdade era uma maldição. Ela não respondeu a pergunta do fantasma, deixou que ele tirasse suas próprias conclusões e não tentaria dissuadi-lo independente de qual fosse sua intenção.


    Fantasma escreveu:- Entendo. Bom, não posso dizer que sou seu amigo. Mas ainda assim, estamos presos na mesma sina. Eu não poderei ser liberto até que aquele desgraçado seja destruído, então vamos fazer um trato? O castelo do maldito está sendo invadido. Na verdade, talvez invadido não seja o termo correto pois ele sabe dos invasores e está brincando com eles. Mas talvez você possa virar a maré contra ele. O que me diz, eu lhe ajudo a escapar e você promete que irá destruir aquele desgraçado?


    Ela erguia a cabeça para o fantasma e em seu olhar havia a insistência absurda da esperança, nunca acreditou que alguém além dela fosse burro o suficiente para entrar naqueles domínios de livre e espontânea vontade, mas sentiu uma graça e influência de An´tè naquilo, pois só mesmo um milagre daria coragem para que alguém fizesse aquilo de livre e espotânea vontade. Ela apenas assentiu com a cabeça, temendo que estaria sendo tola para cair em mais uma armadilha de Vlad para destruir seu psicológico, dar uma nova esperança para só então destruí-la novamente. Ela ficou esperando e nada acontecia, lágrimas de sangue começavam a brotar novamente de seus olhos quando então a chave magicamente flutuava e a libertava dos grilhões. Ventress caía no chão espalhafatosamente sem resistência alguma, sentisse fraca e sua fome era avassaladora. Seus cabelos longos caíam sobre seu rosto cobrindo toda a face, apenas um brilho avermelhado no fundo deles podia ser visto, o olho de Ventress que denunciava sua fome destruídora e assassina ansiando para ser saciada.


    Fantasma escreveu:- Seu equipamento está no armário aqui ao lado. Rápido, antes que Vlad mate todos eles... a propósito, tem alguém descendo!


    Ventress ouvia, o som dos passos...




    Ela sentia o cheiro, ela começava a deixar a Besta comandar... Não conseguia mais segurar, começava a emitir grunhidos agudos de um bicho das trevas. As duas pequenas esferas vermelhas luminosas por debaixo da cabelereira descolorida e maltratada fitavam a criatura entrar. Quando batia os olhos em sua presa, ela se erguia em um grito voraz e agudo de animal ferido e faminto. Ela olhava aquela criatura horrenda que ela tanto odiava e desprezava por tanto humilha-la e torturá-la, uma criatura desprezível que não merecia perdão algum, ela deixava sua Besta comandar suas ações, ela precisava, e o mundo estaria muito melhor sem aquela coisa por aí, mas não era como se ela racionalizasse aquilo exatamente, estava na fome tão poderosa e sendo quem era que entrava, não era como se tivesse motivos para segurar a Besta de agir.

    Ventress se arremessou numa velocidade e ferocidade que nunca tinha se arremessado antes e que a poucos segundos qualquer um diria que ela era incapaz de fazer.

    - GREAAAAAARRRHHHHHHHHH!!!!!

    Ventress pulou em cima da criatura com garras e presas mais afiadas do que nunca, com as garras ela finco nos ombros da vítima e com as presas ferinas desferiu uma mordida violenta e poderosa no ombros de Victor, a criatura mais desprezível e indigna de pena que esse mundo já viu. Ela arrancava a carne e os nervos e os músculos de Victor como se fosse um bife duro sendo partido por dentes de um tigre, puxando-o violentamente. Suas garras fincadas puxavam destroçando o corpo dele, multirando e rasgando pele e músculos como se fosse borracha mole. Ela mordida por onde tinha feito o primeiro rasgo com a mordida e puxava o sangue com sua lingua e presas com um poder de sucção tão grande que todo o sangue de Victor era drenada imundando sua boca de vermelho e até vazando por entre as frestas da boca. Ela se deliciava e sentia um prazer tão grande que nunca pensou que sentiria, um prazer e uma satisfação, uma pitada da vingança que lhe trazia luxuria, luxuria que o maldito tivera com ela contra a sua vontade. Não satisfeita, porque a Besta queria sangue, mas também queria dor, ela continuava rasgando e destroçando o corpo de Victor, abrindo seu peito e sua barriga, puxando seus órgãos e visceras, gritando agudamente como um bicho raivoso e violento, arrancando todos os interiores do capataz, rasgando o intestino, arremessando o estômago na parede, devorando o fígado com apenas uma mordida e atirando o resto na outra parede. Ela se levantava e pisava no meio do corpo aberto puxando o braço que era deslocado porque a corcunda não permitia que ele se esticasse tanto naturalmente. Ela abocanhava o pulso e vertia o restante do sangue por ele, puxando o mesmo enquanto o corpo era segurando pelo seu pé, arrancando o braço do corpo aberto e destroçado enquanto ainda grunhia como um bicho. Já saciada mas como a Besta ainda odiosa, Ventress se agachava e terminava de multilar todo o corpo, separando membros e orgãos os arremessando, pedaços por pedaços contra a parede até que com o tempo, a Besta se sentia mais calma.




    Ela se pegava já mais mansa, mais revigorada, tanto em corpo quanto em alma, se sentia plena, ela precisava disso, precisou muito daquilo, era monstruoso e na verdade a vampira estava espantada olhando para as próprias mãos. Estavam um pouco trêmulas, ela olhou para os restos de Victor espalhados pela câmara de tortura, ela não sentia remorso por como o desgraçado morreu, mas sentia algo ruím por ter agido como um monstro daquela forma. Não podia negar para si mesma que tinha gostado, mas aquilo só a alertava do perigo que ela era com fome e principalmente com a raiva andando de mãos dadas e era por isso que ela olhava para o anel flutuante em sua frente como se fosse sua alma, porque para ela, ele era. Ela então pegou o seu anel e imediatamente pôs no dedo, iria demorar uma semana para que ele começasse a nutri-la então nesse tempo teria de viver isolada na mata caçando animais e monstros para se alimentar. Olhou para o balde de água que ali estava e imediatamente se lavou tirando todas as manchas de sangue que tinha em seu corpo e lavando seu cabelo também se fosse possível.




    Se fosse rápida talvez conseguisse chegar nos invasores antes de Vlad e se ela aparecesse encharcada de sangue dificilmente eles confiaram nela, embora ela já esperasse que não fossem confiar de toda forma, ainda assim precisava tentar e ainda de quebra, devia isso ao fantasma que a libertara. Ela então pego suas coisas, se armou adequadamente, olhou ali naquela câmara, se houvesse algo que parecesse útil por ali ela pegaria para levar consigo. Ela então foi até a porta e da porta seu corpo começou a se encolher rapidamente assumindo a forma de um morcego.


    Com o bater das asas ela subia direto mantendo-se numa altitude vantajosa para passar por qualquer obstáculo que viesse a ter até chegar no térreo. Não queria entrar em nenhum embate e por isso voaria pelas sombras.


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    Mensagem por Dovahkiin Qua Jul 14, 2021 2:31 pm



    Finalmente livre, mas antes mesmo que pudesse recuperar suas posses, Ventress sentia alguém se aproximar. Ela se recolhia no escuro, à espreita. Sua fome a impelia e quando a porta se abre, quem passa por ela era a segunda criatura a qual Ventress mais odiava neste momento. Um ser desprezível que se deleitava no sofrimento dos prisioneiros, incapazes de fugirem ou se defenderem.

    Ele entrava feliz, com seu sorriso torto mostrando dentes apodrecidos e mal formado. Porém, ele percebe que os grilhões estavam abertos e a prisioneira não estava lá. Assustado, ele olha para os lados, mas antes mesmo que pudesse gritar ou fugir, ele vê dois pontos vermelhos brilhando na escuridão. Como uma predadora faminta e irracional, o vulto salta das sombras sobre o homem e a carnificina começa.




    Sua visão fica vermelha. Com garras e presas ela dilacera a carne do homem como papiro, seu sangue encharcando-a e atiçando ainda mais seus instintos. Ela sugava com tanta força que os vasos sanguíneos da presa estouravam, mas isso não era o suficiente, ela o eviscera com as próprias mãos, espalhando suas entranhas por toda a sala.

    Assim que o frenesi passava, sua presa estava completamente irreconhecível e sua fome saciada. Ventress então sacava logo seus equipamentos, lavava-se do sangue e voava como um morcego para fora da sala.

    Novamente ela passava pelas masmorras cobertas de água. Nas salas próximas, mais lamúrias, mas no momento ela precisava encontrar aqueles que invadiam o castelo. Ela voa pelo túnel, até as escadas, subia voando e ao longe, podia captar com seu sonar um grupo de quatro pessoas e uma besta enorme andando cautelosamente até o Salão de Convidados.


    OFF: Aqui você decide o que fazer a seguir, se vai interagir com o grupo, como irá fazer para que confiem em você, etc...
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    Mensagem por Edu Sab Jul 17, 2021 11:48 pm

    Saarth puxou a espada da bainha e com um golpe do cabo da arma quebrou o vidro. Caminhando pelo ar ele adentrou na torre. O clerigo olhou desconfiado pro bau e não o tocou, começou a procurar ao redor por algum sinal de Vlad. O clerigo lembrava muito bem da floresta e sabia muito bem que esse tipo ser gostava de joguinhos com as presas.
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    Mensagem por Nightingale Seg Jul 19, 2021 11:01 am



    Após conseguir, com seu sonar, localizar o grupo de 4 invasores mais uma criatura estranhamente bonita que estava em sua companhia, parecendo um dragão divino, Ventress se faz presente e o grupo podia ver um morcego voando em direção à eles às claras. O morcego entretanto, não ia em ofensiva, pelo contrário ele se aproximava e pousava no chão cerca de 10 metros de distância na frente deles ficando entre o salão que eles se dirigiam e eles. Quando o morcego pousa no chão ele tomava a forma de uma mulher, uma elfa de pele escura e olhos vermelhos como sangue. Ela tinha um arco nas costas, uma bolsa de itens e uma espada embainhada, porém não representava numa clara ameaça. Ela apenas ergue a mão em sinal de paz e uma sinalização para impedi-los de passar.

    - Alto, invasores do castelo de Vlad. Não sou tua inimiga, muito pelo contrário, sou uma aliada que busca acabar com o maldito Conde de Ravenloft, porém devo impedi-los de encontrá-los diretamente, estão indo para uma armadilha. Posso ajudá-los a destruir a origem do mal deste Castelo.

    Ela então aguardava a resposta dos sujeitos os observando, não seria uma ameaça pra eles mas também tentava observar se eles seriam uma ameaça pra ela.

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    Mensagem por Sandinus Seg Jul 19, 2021 2:19 pm

    - Alto, invasores do castelo de Vlad. Não sou tua inimiga, muito pelo contrário, sou uma aliada que busca acabar com o maldito Conde de Ravenloft, porém devo impedi-los de encontrá-los diretamente, estão indo para uma armadilha. Posso ajudá-los a destruir a origem do mal deste Castelo.

    Dalnur seguia com o grupo quando estranhamente um morcego veio voando e pousou encarando o grupo. O Paladino cerra os olhos e observa o morcego se tornar uma mulher, ele cerra os olhos e percebe algo estranho nela. Saca sua falcione e sua Hydra Suk'wanna abre as patas em posição de ataque e com três de suas cabeças encaram a mulher e duas delas se mantém olhando ao redor.

    O Duegar encara a moça desconfiado e se pronuncia:

    -Por favor, não nos tome como tolos, encontramos alguém estranho que tem todas as características de um vampiro, no castelo de um Lorde Vampiro que quer impedir de chegarmos a algum lugar que queremos ir... Pensava que vampiros eram mais espertos... Essa sua conversa não nos enganará! Não avancem ainda... Dizia ele falando para os demais.

    Dalnur segura seu símbolo sagrado de An'tè e conjura Detectar o Mal, queria sentir através de seu poder o quão poderosa era a aura maligna daquela criatura que estava a frente deles, para traçar alguma estratégia de combate.

    Mecânica:]
    Dalnur usa Detectar o Mal.
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    Mensagem por Dycleal Seg Jul 19, 2021 3:36 pm

    Zoltan segue logo atrás do cinzento e sua montaria, quando de repente um morcego atravessa pelo grupo e se transforma em uma mulher que levantando a mão de uma forma conciliadora, evoca uma advertência de forma incisiva, parece muito com uma drow caída, com olhos vermelhos, mas o anão, não sente uma ameaça nela e por ser mulher, prefere se colocar em atitude defensiva visando proteger Loriel e Lunathel, seres mais frágeis e fica de arma em punho, porém com o escudo direcionado a proteção, deixa para o cinzento e sua montaria, o diálogo e a primeira ação.
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