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    Brumas de Baróvia

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    Mensagem por Dovahkiin Sab Jul 24, 2021 9:02 am

    Saarth quebrava o vidro da janela e adentrava o que parecia ser uma sala de tortura. Os anos combatendo criaturas das trevas lhe ensinaram a desconfiar de tais seres, então ele primeiramente ignorava o baú e olhava à volta à procura de inimigos. Ele não encontrava nada, mas o chão e os aparelhos de tortura estavam cobertos por centímetros de poeira e as paredes e o teto continham antigas teias de aranha. Ao que tudo indicava, apesar de ser um quarto de tortura, ele não era utilizado há anos, e a porta de saída dele estava trancada. Fora isso, a única curiosidade realmente era o baú, cuja luz interior parecia brilhar como o sol, atravessando o baú e iluminando toda a sala.




            No primeiro piso do castelo, o grupo era surpreendido por um morcego voando em sua direção, para em seguida se transformar em uma Drow. Seu cabelo branco estava levemente desgrenhado e suas roupas pareciam exalar cheiro de mofo e umidade.

    Dalnur desconfia da estranha e faz uma prece, tentando encontrar maldade no coração da criatura. Incrivelmente, ele não detecta nada.

            O restante do grupo permanece na defensiva. Até mesmo Suk'wana não parece hostil à criatura.
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    Mensagem por Sandinus Dom Jul 25, 2021 1:22 pm

    Dalnur arregala os olhos confuso, seu poder não detectou maldade na recém chegada. Ele lança mais uma vez e mais uma vez não detecta nada, ele observa a moça em todos os detalhes talvez achando que algum item mágico escondia sua real natureza, Mas Suk'wana também não parece reagir. Então dirigi suas palavras a moça:

    -Elfos negros não maldosos podem existir, mas vampiros não maldosos eu não lembro de ter visto ou ouvido falar...Meus poderes não detectam maldade em você e Suk'wana, minha Hydra parece tranquila com sua presença... Mas ainda assim não é uma garantia que você não seja uma ameaça para nós, afinal, existem itens mágicos que escondem a natureza do coração de quem os possui...

    Ele vira-se para os demais:

    -Algum de vocês pode analisar magicamente os equipamentos dela e identifica-los?
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    Mensagem por Dycleal Dom Jul 25, 2021 1:56 pm

    Zoltan, sempre prático, ouve o cinzento declarar que não achou maldade e externar a sua perplexidade e dúvida e ele, mesmo mantendo a atitude de proteção aos seus companheiro, brada: - Bem mocinha, acho que pode facilitar as coisas, soltar a língua e explicar para o meu camarada se você é boa ou má, ou seja lá o que for, nos diga as suas motivações... E encara a moça aguardando a sua resposta.
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    Mensagem por Nightingale Seg Ago 02, 2021 1:30 pm


    Dalnur escreveu:-Por favor, não nos tome como tolos, encontramos alguém estranho que tem todas as características de um vampiro, no castelo de um Lorde Vampiro que quer impedir de chegarmos a algum lugar que queremos ir... Pensava que vampiros eram mais espertos... Essa sua conversa não nos enganará! Não avancem ainda...


    Ventress não estava surpresa pela clara desconfiança do Duegar, na verdade, surpresa seria se ele tivesse simplesmente aceitado isso, surpresa e tolice. No momento em que ele então segurava o simbolo sagrado, Ventress deu um passo para trás por experiencias passadas já ter tomado aquilo como atos hostis para com ela, mas, surpreendentemente até para a vampira, nada acontecia, e então lembrou-se de Cipriano. O sacerdote de An´tè havia orado para ela e por ela, feito um simbolo sagrado em sua testa, no começo havia sido desconfortável mas depois fora como se tivesse se banhado no mais próximo que se lembrava do sol, talvez a benção que Cipriano fez em Ventress tivesse a expurgado de essências malignas ou máculas em sua alma. Talvez, todos os presentes estivessem surpresos, inclusive Ventress que realmente achou que levantar o simbolo sagrado a traria repulsa, mas não o fez.


    Dalnur escreveu:-Elfos negros não maldosos podem existir, mas vampiros não maldosos eu não lembro de ter visto ou ouvido falar...Meus poderes não detectam maldade em você e Suk'wana, minha Hydra parece tranquila com sua presença... Mas ainda assim não é uma garantia que você não seja uma ameaça para nós, afinal, existem itens mágicos que escondem a natureza do coração de quem os possui... -Algum de vocês pode analisar magicamente os equipamentos dela e identifica-los?


    Ventress nada respondeu, apenas aguardou que os demais se pronunciassem antes de iniciar seus argumentos de defesa, mas de todos, apenas o anão o fez.


    Zoltan escreveu: - Bem mocinha, acho que pode facilitar as coisas, soltar a língua e explicar para o meu camarada se você é boa ou má, ou seja lá o que for, nos diga as suas motivações...


    A vampira ainda mantinha-se em postura ereta, sem fazer menção que sacaria sua espada ou seu arco. E então começava a falar.

    - Minha história, aventureiros, é grande demais para ser contada aqui dentro de Ravenloft, tempo é algo que nenhum de nós possuimos. Mas posso lhes adiantar que minhas motivações são a a vingança e também a redenção. Estás certo, Daenor. Eu mesma não conheço um dos meus consanguíneos que sejam bons em essência, mas essa maldade que irradia comumente de nós é graças à fome maldita a qual muitos de nós foram forçados a ter.

    Ela então eleva a mão em direção ao grupo, não como se fosse lançar uma magia, mas como para demonstrar algo que estava em sua mão.

    - Este anel foi feito especialmente para mim, por uma amiga que não direi quem é, pois preso pela segurança dela. Devem já conhecer os famosos aneis de sustento, muito utilizado por Virtuosos e até mesmo magos viajantes. Ele nutre o seu usuário com alimento e bebida sem que o mesmo de fato o consuma. Para mim, este anel me sustenta com Sangue e portanto não sou escrava de minha fome. Não tivesse sido por Vlad, teria feito meses que não ingeri uma única gota de sangue de um ser vivo.

    Ela então desvia levemente o olhar com claro pesar em sua expressão.

    - Eu mesma sou uma cria de Vlad, o Conde deste castelo e pesadelo desta cidade e fiz muitas coisas terríveis com muitas pessoas, mas em algum momento eu tomei consciência de mim e fugi do castelo e procurei me alimentar apenas de animais e monstros de florestas. Coisas aconteceram, eu consegui este anel e controlei minha sede, por fim retornei para o berço de minha maldição e tentei assassinar Vlad sozinha, falhei miseravelmente. Conheço este castelo com a palma de minha mão, vivi muitos anos nele e por isso sei aonde estão, ou pelo menos originalmente estavam, as armadilhas deste lugar e também conheço um pouco como Vlad pensa e por isso sei que estão indo para uma armadilha. A poucos minutos eu consegui escapar do meu cárcere, com ajuda, Vlad retirou meu anel e me forçou a me alimentar dos vivos novamente, porém, eu consegui me conter apenas com quem me parecia ser inocente, dentre eles algumas crianças e mulheres.

    Ela então olhava para eles novamente, com mais firmeza no olhar.

    - Porém quando consegui escapar, estava sedenta e meu carcereiro, a quem me torturou e me humilhou enquanto estava incapaz, era a primeira coisa que surgiu e não mentirei para vós e posarei de santa, eu o rasguei e me alimentei de sua carne e seu sangue. Eu não me arrependo do que fiz, mas me arrependo de como fiz. Posso lhes dizer que estou bem alimentada de meu torturador, amanhã a sede voltará até que se passe uma semana e este anel ainda esteja em meu dedo, então não precisarei me alimentar de sangue novamente. Quanto a seu símbolo não funcionar em mim, Duegar, estou tão surpresa quanto você, mas tenho uma teoria de que o Sacerdote Cipriano, um sacerdote de An'té, possa ter tido sua parcela nisso. Antes de voltar ele me achou e me acolheu, coisa que ninguem mais teria feito, e então ele orou por mim e para mim antes de me aventurar de volta a este castelo. Essa é a única explicação que possuo para que An´té não ter posto contra mim, ainda assim não posso afirmar que seja isso.

    Ela então cuidadosamente diz.

    - Quero lhes mostrar uma coisa, se me permitirem.

    Ela então, espera eles consentirem e se consentissem ela cuidadosamente retira apenas um pouco da espada da bainha para revelar a espada de prata que possuía.

    - Possuo uma das ferramentas para matar Vlad de uma vez, porém, um confronto direto não irá funcionar. Vlad é aterrorizante, e a simples ideia de estar na presença dele é dantesca demais, irão congelar de medo antes que possam tentar atacá-lo, a não ser que vossa coragem seja hercúlea.

    Ela então embainha completamente a espada e diz:

    - Sei de outra coisa, que esta neste castelo, que pode dar a luz que é necessária para matar Vlad de uma vez. Não vou impedi-los de seguirem por conta própria, não vou atacá-los a não quer que me ataquem primeiro. Podem me ignorar se assim desejarem e seguirem seu rumo, porém vocês são a melhor chance que esta cidade já teve em acabar com Vlad e se falharem, não sei quando An'té enviará uma nova esperança para este lugar. Sei que é muito pedir para que confiem em mim, da mesma forma que também estou me esforçando para confiar em vocês, por medo. Tenho medo de que me traiam, que não acreditem em mim e me ataquem quando verem a melhor oportunidade, mas eu conheço a dimensão do que estamos enfrentando e posso lhes garantir que não vejo outra forma. Em outras palavras, estou desesperada.

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    Mensagem por Sandinus Ter Ago 03, 2021 2:01 pm

    Dalnur apenas ouvia atentamente as palavras da vampira sem dizer nada, como se estivesse analisando-as. Ele vai pesando cada frase que ela falava, cada palavra tentando ver alguma brecha que possa revelar sua verdadeira natureza se má ou boa. Porém, sua convicção somado a o comportamento de Suk'wanna quanto a moça eram pontos positivos para ela. A menção ao anel também contou positivamente, Dalnur já tinha ouvido falar desse anel. E realmente ele nutre seu portador com tudo que precisa para sobreviver, mas não imaginava que isso caberia também quanto a necessidade de sangue de vampiros.

    -Uma cria se libertar do controle de seu mestre não é muito comum...as se o que diz que conseguiu inclusive resistir e não se alimentar de mulheres e crianças, talvez você tenha um força de vontade imensa e talvez esteja dizendo a verdade, apesar de achar a possibilidade de tudo isso que você falou ser mínima.

    O duegar para relembrando que a moça falou e continuou:

    -Essa questão do simbolo é algo que me intriga...Você sendo uma cria-vampírica sofreria as consequências do uso de meu símbolo sagrado, mas eu não usei como você está acostumada a ver, eu usei apenas para detectar maldade em você, com isso identificaria seu nível de maldade e me aproximaria mais de saber o quão poderosa você poderia ser para assim traçar estratégia adequada. Não vou arriscar usando de forma agressiva o símbolo sagrado de An'tè contra você, talvez você realmente possa ser útil e provar que não é o que aparenta ser.

    Quando a vampira saca sua espada o duegar já agarra seu símbolo se preparando caso ela os atacasse, mas logo se contém e ouve a explicação dela. De fato, ele sabia que apenas armas de prata ou com propriedades sagradas poderiam afetar severamente um vampiro.

    -Sabemos o que pode afetar Vlad, mas não sabíamos de que a simples presença dele fosse tão aterrorizante, porém eu tenho uma fagulha do poder de An'tè, que garante a mim e a Suk'wana não ser afetados por efeitos desse tipo e todos aqueles próximos a mim são banhados pelo calor sagrado e sentem-se muito mais corajosos para enfrentar estes efeito vil. Talvez isso não seja um grande problema.

    O paladino continua lembrando das palavras da moça e finaliza:

    -Pois bem, se sabe sobre tudo isso, podemos talvez aceitar sua presença, porém você irá na nossa frente um lugar onde possa se vista e contida de modo que também possa comprovar o que diz, revelando-nos essas armadilhas e evitando-as, bem como essa "luz" que diz saber onde se encontra. Alguma objeção?

    Indagava ele para os demais e para ela.
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    Mensagem por Dycleal Ter Ago 03, 2021 2:11 pm

    Zoltan ouve atentamente a moça vampira e acha razoável a suas palavras, pois já vira seres de povos malignos, fazerem atos bondosos e até grandiosos e olha para o colega que a interpela e depois indaga aos companheiros sobre a aceitação de cada um, sobre a companhia da moça que quer se juntar e ajudar. O anão pensa e decide seguir seu coração que acolhe as palavras da estranha e diz: - Por mim, estou satisfeito com a fala da moça, se veio para ajudar, então aja e ajude, estamos no mesmo barco... Se afundar, afunda todos, vamos em frente!
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    Mensagem por Nightingale Ter Ago 03, 2021 7:36 pm


    Ventress escutava as palavras do Duegar que parecia ser o líder daquele grupo. Ele tomava as decisões enquanto o anão apenas concordava com ele em palavras e os demais nada falavam deixando-o conduzir tudo.

    Duegar escreveu:-Uma cria se libertar do controle de seu mestre não é muito comum...as se o que diz que conseguiu inclusive resistir e não se alimentar de mulheres e crianças, talvez você tenha um força de vontade imensa e talvez esteja dizendo a verdade, apesar de achar a possibilidade de tudo isso que você falou ser mínima.

    - Felizmente o improvável não é impossível. Não o culpo pela dificuldade em acreditar, visto que nem mesma eu ouvi falar de outras crias que tenham tentado resistir os impulsos malditos a qual somos acometidos. Não sei se é simples forçda de vontade, ou algo mais, mas garanto que é algo muito difícil.

    Duegar escreveu:-Essa questão do simbolo é algo que me intriga...Você sendo uma cria-vampírica sofreria as consequências do uso de meu símbolo sagrado, mas eu não usei como você está acostumada a ver, eu usei apenas para detectar maldade em você, com isso identificaria seu nível de maldade e me aproximaria mais de saber o quão poderosa você poderia ser para assim traçar estratégia adequada. Não vou arriscar usando de forma agressiva o símbolo sagrado de An'tè contra você, talvez você realmente possa ser útil e provar que não é o que aparenta ser.

    - Acho que compreendi a diferença do que quis dizer. Ainda assim, a mera visão dos símbolos de An`té já me acometeram a repulsa e a raiva. Ela desperta uma ameaça inquieta e institiva e acima disso, repúdio, um repúdio que é difícil esconder, tal como...

    Ela fazia uma expressão pensativa, claramente procurava palavras.

    - Comer limão sem fazer careta. Ainda me lembro do gosto. Essa tua criatura divina, se consegue detectar máculas como diz, e eu não ter sentido este repúdio ao simplesmente ver seu símbolo talvez queiram dizer algo, que ainda acredito, ter sido influência de Cipriano.

    Duegar escreveu:-Sabemos o que pode afetar Vlad, mas não sabíamos de que a simples presença dele fosse tão aterrorizante, porém eu tenho uma fagulha do poder de An'tè, que garante a mim e a Suk'wana não ser afetados por efeitos desse tipo e todos aqueles próximos a mim são banhados pelo calor sagrado e sentem-se muito mais corajosos para enfrentar estes efeito vil. Talvez isso não seja um grande problema.

    - Isso pode ser útil, com certeza. A influência de An´té é quase inexistente neste castelo, talvez tu sejas a maior influência dele aqui que se ouviu falar em... Séculos... Talvez... Provavelmente este será o teste supremo de sua Fé. Se ela vencer o horror de Vlad, então ela de fato será capaz de mover montanhas.


    Duegar escreveu:-Pois bem, se sabe sobre tudo isso, podemos talvez aceitar sua presença, porém você irá na nossa frente um lugar onde possa se vista e contida de modo que também possa comprovar o que diz, revelando-nos essas armadilhas e evitando-as, bem como essa "luz" que diz saber onde se encontra. Alguma objeção?

    Ventress fazia uma careta e dizia:

    - Na verdade, eu tenho. Vocês são em maior número e a minha desvantagem é clara, principalmente se resolvessem me trair e me atacar pelas costas. Torço para que sua fé em An´té seja também dotada da virtude da honra e não quebre tua palavra. Entretanto, não irei recusar a tua proposta. Tempo é precioso e não podemos nos dar ao luxo de ficar debatendo e negociando enquanto criaturas piores que eu espreitam este castelo, sendo o próprio Vlad a pior delas. Ficarei vigiando pelas costas, isso não impedirá de me atacarem mas pelo menos me sentirei menos desconfortável assim. Devo também lhe lembrar do que eu disse, as armadilhas deste castelo podem não estar mais nos mesmos lugares, como lhes contei eu parti e retornei, coisas podem ter mudado enquanto estive fora. Lá embaixo nas Criptas, houve mudança, não muita, mas houve, minha maior certeza é lhes guiar por este castelo em cada cômodo que existe nele e sem que fiquem perdidos. O que pode nos dar uma luz que mencionei, é o diário de Vlad. Vlad possui um diário que ele carrega consigo desde épocas antigas. Ele faz questão demais de não deixar que ninguém o leia e deve estar bem protegido, se me lembro bem, também nas Criptas. Lá deve haver segredos muito importantes não só para Vlad mas também sobre a própria maldição que ele carrega consigo e espalha, para a infelicidade de todos. Se houver algo que o próprio Vlad saiba que seja sua fraqueza, deve estar lá.

    Zoltan escreveu:- Por mim, estou satisfeito com a fala da moça, se veio para ajudar, então aja e ajude, estamos no mesmo barco... Se afundar, afunda todos, vamos em frente!

    Ventress discordava daquilo, talvez eles simplesmente morressem, nem que pelo menos fossem torturados algum tempo antes de finalmente sucumbirem, mas Ventress? Ela voltaria pra prisão e sua tortura eterna seria ainda pior do que já estava sendo, isso se fosse de fato possível. Todavia ela nada fala disso, nada de util traria essa fala. Ela apenas assente e diz:

    - Também sei aonde podem haver sobreviventes feitos prisioneiros, mas de nada vale abrir suas celas para que fujam, os monstros aqui não deixariam que eles escapassem. O melhor é vencer a ameaça primeiro para depois libertá-los. Já lhes digo isso, porque nas Criptas os gritos dos inocentes as vezes ressoam por todo o lugar, então não se sintam impelidos a ajudá-los agora. Nada podemos fazer de bom à eles enquanto não for possível sair do castelo sem a ameaça de monstros, a menos que seja apenas para lhes aliviar a dor e transmitir alguma esperança. Podemos?

    Ela espera a confirmação do grupo, e se eles consentissem ela começaria a caminhar na frente, de vez em quando olhando para tráz para vigiar sua retaguarda. Iria guiá-los até a Cripta de Ravenóia, onde se lembra que Vlad guardava seu diário. No caminho Ventress ficaria atenta às armadilhas e a cada lugar que ela sabia onde antes haviam armadilhas, ela automaticamente sempre comunica o grupo desse conhecimento.

    (OFF: Em outras palavras, o proprio narrador pode já botar na narrativa sobre as armadilhas locais que Ventress conhecia, considerando que ela está sempre os informando do que sabe, a menos que o narrador queira que eu interprete ela comunicando essas armadilhas)

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    Mensagem por Alexyus Qui Ago 05, 2021 10:47 am

    Enquanto os outros conversavam, Loriel discretamente invocou sua capacidade inata de Detectar magia sobre os itens em questão.

    Os olhos do Virtuoso brilharam discretamente enquanto ele enxergava os fios da energia arcana da criação, procurando nós neles que indicassem a concentração de magia em algum ponto ou objeto.

    Quanto mais os outros falavam, mais tempo ele tinha para se aprofundar em sua investigação, descobrindo a real natureza de qualquer feitio mágico na área.

    Sob a proteção dos anões e de sua irmã elfa, ele não receava a recém-chegada, e sua natureza confiante não o levava a desconfiar do que ela dizia. Ele buscava apenas mais informação e entendimento.
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    Mensagem por Dovahkiin Qui Ago 05, 2021 1:18 pm

    Enquanto o restante do grupo conversava com a vampira, Loriel sentia-se seguro para analisar a área. Não apenas do ponto de vista sensorial, mas também o que ia além disso. Ele percebe que a tarefa era um pouco mais difícil que o habitual, pois todo o castelo estava impregnado por alguma espécie de magia profana. Concentrando-se, ele sente a presença de auras mágicas ao seu redor. Esforçando-se um pouco mais, ele percebia que a maioria das auras vinha de objetos carregados pelos próprios membros do grupo, da Hydra de Dalnur, e da vampira à sua frente. Ao que tudo indicava, não haviam perigos imediatos dentro da sala, nem mesmo na misteriosa armadura no pedestal, mas algo chamava sua atenção nas auras envolvendo a Drow: Suas manoplas obviamente estavam imbuídos em algum tipo de magia, mas seu anel era sem dúvida intrigante. Muito semelhante ao seu, inclusive podia sentir traços da Chama Imortal da Criação nele.
            Mais interessante ainda era uma aura dourada aparentemente "acompanhando" a vampira, ele teria de se esforçar mais se quisesse decifrar o tipo exato de magia, mas por hora, ele podia reconhecê-la como uma magia divina (milagre) realizada por um clérigo de An'tè. Por trás da aura dourada, a própria aura da vampira era ainda mais difícil de se analisar. Ela possuía tons escuros como a aura de criaturas da noite, mas mais profundamente, ele podia detectar mais traços do que parecia ser... a Chama Imortal da Criação...
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    Mensagem por Edu Sex Ago 06, 2021 10:49 am

    O clerigo coçou o queixo olhando para o bau com brilho estranho. Saarth que estava com luvas pegou a sua espada com cuidado segurando pela lamina e encostou no bau com o cabo. Procurava estar a uma distancia do objeto para caso tivesse uma armadilha, pudesse evitar ser atingido por ela.
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    Mensagem por Sandinus Sex Ago 06, 2021 7:14 pm

    - Acho que compreendi a diferença do que quis dizer. Ainda assim, a mera visão dos símbolos de An`té já me acometeram a repulsa e a raiva. Ela desperta uma ameaça inquieta e institiva e acima disso, repúdio, um repúdio que é difícil esconder, tal como...

    Ela fazia uma expressão pensativa, claramente procurava palavras.

    - Comer limão sem fazer careta. Ainda me lembro do gosto. Essa tua criatura divina, se consegue detectar máculas como diz, e eu não ter sentido este repúdio ao simplesmente ver seu símbolo talvez queiram dizer algo, que ainda acredito, ter sido influência de Cipriano.

    O duegar para ouvindo atentamente as palavras da vampira para entender um pouco a situação, ele continuava medindo suas palavras.

    -Talvez...talvez você realmente tenha alguma proteção fornecida por este senhor, devo reconhecer que foi um bom trabalho, eu não seia tão tolerante para isso, se sentisse maldade em você, provavelmente suas palavras não funcionariam comigo.

    - Isso pode ser útil, com certeza. A influência de An´té é quase inexistente neste castelo, talvez tu sejas a maior influência dele aqui que se ouviu falar em... Séculos... Talvez... Provavelmente este será o teste supremo de sua Fé. Se ela vencer o horror de Vlad, então ela de fato será capaz de mover montanhas.

    Dalnur maneia a cabeça positivamente:

    -O todo poderosos An'tè fornece sua proteção a seus paladinos e essa proteção garante que evitemos ser corrompidos pelo mal e coisas advindas do mal, não só a mim, mas a todos os que estiverem comigo, inclusive você. Quanto a Vlad, ele á a vergonha de minha fé, é meu dever extermina-lo e encerrar sua profanação neste mundo, salvando as pessoas da vila de suas criaturas malignas. De fato, talvez seja até agora a maior provação de minha fé.

    O paladino ouve a explicação da moça sobre castelo, suas mudanças e o desabafo quanto ao medo de ser alvejada pelas costas. Dalnur franze a testa e quase interrompendo a moça decide falar, era perceptivel que ele tinha sido ofendido por Ventress, mesmo sem ela perceber.

    -Jamais atacaria ninguém pelas costas, nem meu pior inimigo! É uma desonra para a legalidade e a justiça de An'tè, não farei isso com você e nem permitirei que nenhum de meus companheiros faça, mesmo que você use de artimanhas e tente nos trair.

    - Também sei aonde podem haver sobreviventes feitos prisioneiros, mas de nada vale abrir suas celas para que fujam, os monstros aqui não deixariam que eles escapassem. O melhor é vencer a ameaça primeiro para depois libertá-los. Já lhes digo isso, porque nas Criptas os gritos dos inocentes as vezes ressoam por todo o lugar, então não se sintam impelidos a ajudá-los agora. Nada podemos fazer de bom à eles enquanto não for possível sair do castelo sem a ameaça de monstros, a menos que seja apenas para lhes aliviar a dor e transmitir alguma esperança. Podemos?

    Dalnur ia concordando com as palavras da moça e logo as ratifica em parte:

    -O que você diz tem fundamento, não podemos salvar ninguém que possa nos atrasar ou que possa ser pego de surpresa pelas criaturas desse castelo, faremos como você sugere, porém, não iremos para a cripta e sim para a forte luz que vi em uma das torres. Nos guie até ela, posteriormente iremos a cripta.

    O Duegar seguia mais próximo da moça aguardando ela guiar o grupo.
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    Mensagem por Nightingale Dom Ago 08, 2021 9:56 am


    Dalnur escreveu:-Talvez...talvez você realmente tenha alguma proteção fornecida por este senhor, devo reconhecer que foi um bom trabalho, eu não seia tão tolerante para isso, se sentisse maldade em você, provavelmente suas palavras não funcionariam comigo.

    A vampira respondia:

    - Não foram palavras que persuadiram Cipriano a me acolher, foi outra coisa, mas sim, Cipriano é uma figura rara nesse mundo, não acho que outro sujeito seria igual à ele. Tu me pareces ser um Paladino, visto tua armadura e teus poderes de Fé. Treinamentos militares não são do feitio da conversa, por outro lado, paraste para me ouvir antes de me atacar, o que te torna ainda assim uma figura... Parecida com ele, em um aspecto. Cipriano é um Clérigo, a violência é menos do porte dele todavia, ele estava mais intrigado comigo e curioso do que se sentindo ameaçado.

    Dalnur escreveu:-Jamais atacaria ninguém pelas costas, nem meu pior inimigo! É uma desonra para a legalidade e a justiça de An'tè, não farei isso com você e nem permitirei que nenhum de meus companheiros faça, mesmo que você use de artimanhas e tente nos trair.

    Ventress sentia que talvez tivesse ofendido o Duegar, mesmo sem intenção, questionando a sua honra, ela não se sentia culpada por tê-lo ofendido sem querer pois como poderia ser preconceituosa e julgar alguém honroso só com o olhar? Todavia, não havia motivos para ser rude ou desagradável.

    - Sinto muito pelas minhas palavras duras, Duegar. Não foi minha intenção questionar tua honra de forma difamatória, espero que compreenda meu lado também e aprecio tuas palavras de reforço para com teu comprometimento de paz e o incentivo a isso com os teus aliados. A propósito, acho desagradável nos tratarmos por nossas raças, visto que somos pessoas, para reforçar essa sensação de paz, se concordares, podemos nos tratar por nomes, mesmo que nomes inventados por essa noite. O que achas?

    Ventress pensou em dizer "liderados" ao invés de aliados, mas não sabia exatamente como era a relação daquele grupo entre si, mas as palavras de protagonismo do Duegar só reforçavam que ele era o líder.

    Dalnur escreveu: -O que você diz tem fundamento, não podemos salvar ninguém que possa nos atrasar ou que possa ser pego de surpresa pelas criaturas desse castelo, faremos como você sugere, porém, não iremos para a cripta e sim para a forte luz que vi em uma das torres. Nos guie até ela, posteriormente iremos a cripta.

    Imediatamente Ventress sessou seus passos e olhou apreensiva para o Duegar. Ela o fitou por alguns instantes com a cabeça virada pra traz mas o corpo ainda pra frente, ela então virava todo o corpo e dizia:

    - Aquele lugar é... Perigoso... Não sei exatamente o que tem lá, porém sei que é... perigoso, pelo menos para mim. Posso guiá-los até a torre mais alta da luz, mas irei esperá-los a um corredor de distância, uma distância segura. Vlad já me contou que lá, há algo perigoso, me alertou para nunca subir lá e por mais que ele seja uma víbora, quando olhei para a janela daquela torre e vi a luz, me lembrei do medo que possuo do sol e então eu começo a imaginar os perigos que me aguardam naquele lugar. Não posso assegurar se o perigo que me aguarda lá é perigoso também para teu grupo. Tem certeza que desejar seguir para lá primeiro?

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    Mensagem por Alexyus Seg Ago 09, 2021 3:36 pm

    Loriel não sabia ao certo o que estava vendo, mas focou sua atenção.

    Os planejamentos referentes ao avanço na exploração daquele lugar ele deixou por conta dos mais experientes, como o paladino anão, enquanto mantinha-se próximo da sua irmã elfa.

    As palavras de Ventress pareciam ainda mais suspeitas, mas Angelus gostava de dar chances para as pessoas mostrarem seu melhor lado, então não verbalizou suas desconfianças.

    A aura mágica dela era interessante, e Loriel continuou a analisá-la detidamente até que o grupo se pusesse em marcha novamente.
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    Mensagem por Dovahkiin Seg Ago 09, 2021 5:11 pm

    Sem dúvida era um encontro estranho. Loriel não sabia exatamente o que isso significava, mas o grupo optava por confiar na vampira. Ela pretendia descer direto para o subsolo, mas o grupo preferia antes disso subir na torre mais alta e certificarem-se da estranha iluminação que irradiava de seu topo, e assim eles seguiam.


    ...


            No alto da mesma torre, Saarth cutucava o baú com a espada... e nada acontecia. O que fazer a seguir?


    ...


            O grupo finalmente adentrava o portal da torre e subiam. Um piso coberto de mosaicos estendia-se na escuridão. Era uma vasta torre vazia e a maioria dos membros do grupo podia ver apenas alguns metros acima. Uma estranha sensação apossava-se deles, como se a fria torre estivesse diminuindo, uma sensação claustrofóbica, e aparentemente ilusória... ou será que não?!


    Brumas de Baróvia - Página 9 028ddbc76a4c21eaee4eb575c2555076



            Subitamente, todos os personagens presentes na torre podem sentir (incluindo Saarth) o chão a seus pés tremendo levemente, como se estivesse vivo. Ventress talvez já tivesse passado por aqui no passado, mas não se lembrava de nada semelhante a isso.






           Além dos leves tremores abaixo de seus pés, Saarth parecia ter visto com o canto do olho, a si mesmo saindo da torre pela mesma entrada a qual havia entrado.

            Nos degraus abaixo (Onde os outros PJs estão) a própria torre pulsa e sacode (os personagens só podem caminhar seguramente metade de seu deslocamento, ou passar por um teste de Reflexos 15 para não caírem).


    Luna (e qualquer personagem com alguma graduação em ouvir) pode sentir o que parece o som de um grande coração batendo muitos metros acima.


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    Mensagem por Alexyus Qui Ago 12, 2021 5:43 pm

    Loriel não questionou a sabedoria estratégica dos outros ao preferirem subir na primeira torre antes de vasculhar o resto do castelo.

    Ele manteve-se na retaguarda logo atrás de Lúnathêl, esperando que os demais que estivessem melhor armados confrontassem qualquer ameaça primeiro para que pudesse auxiliá-los com sua magia.

    Graças a seus ouvidos élficos, herança de sua mãe, Loriel ouvia algo acima, e chamou a atenção dos companheiros para o som.

    - Isso é... um coração batendo?
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    Mensagem por Dycleal Qui Ago 12, 2021 8:45 pm

    Zoltan gostava da luz, sempre que saia dos subterrâneos e via a luz, mesmo machucando os seus olhos ele ficava feliz e a decisão de ir primeiro em busca da luz era uma opção para ele agradável e ia em frente dos companheiros mais frágeis, os protegendo com sua atitude defensiva e escudo.
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    Mensagem por Nightingale Sex Ago 13, 2021 5:55 pm


    Ventresse seguia com o grupo sem ainda ter uma resposta do Daenor, mas isso não era problema para ela. Preferiam a torre que poderia lhe ser perigosa mas ninguém havia protestado sobre ela escolher parar de perseguir o local alguns corredores antes e nem poderiam. O aviso estava dado. Quando chegaram na escadaria estranha, ela sentia como se aquele lugar estivesse se mexendo, como uma armadilha, paredes se encolhendo para expremer as pessoas ali presentes e então, ela começou a escutar o som de um coração batendo e o elfo que até então estava quieto mostrou que também percebeu.

    - Sim, também escuto. Algo está diferente aqui... Não... Não era assim... Era mais simples do que parece agora. Esta... Esta escadaria parece estar... Encolhendo. Fiquem atentos, pode ser que esta seja uma nova armadilha.

    É então que Ventress e todos sentiram o tremor no chão, imediatamente ela parou e procurou se equilibrar.

    -AUTO!!!

    Disse ela querendo que os acompanhados dela parassem aonde estavam para precaver cairem em qualquer armadilha. É então que viram que o chão estava estranho, tremulo e dificutando a subida.

    - Vou voar até lá em cima, ver se algo está acontecendo e averiguar também este estranho barulho de coração. Tomem cuidado, se resolverem vir subindo tentem manter o equilíbrio.

    Assim a vampira se transformava em um morcego vampiro em poucos segundos no chão, encolhendo de tamanho e logo subindo em um bater de asas, tomando cuidado com coisas que poderiam vir lá de cima e também observando as paredes, se estavam mesmo encolhendo e se haviam algum novo dispositivo como uma trava, botão, ou lavanca.
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    Mensagem por Sandinus Sex Ago 13, 2021 7:59 pm

    Dalnur seguia com o grupo para a torre mais alta em busca do item que ajudaria a exterminar Vlad e as palavras da Vampira apenas deram mais certeza a ele de que deveriam ir para lá, o Paladino já estava desconfiado pois tudo parecia calmo de mais, adentraram o castelo sem resistência nenhuma. P grupo seguia e durante a subida da torre algo estranho aconteceu, tudo parecia tremer e o som de um grande coração batendo era ouvido acima. O tremor só piorava atrapalhando o equilíbrio dele e dos demais.

    Mas Dalnur não se deixaria intimidar por isso, outro indício de que estavam indo para o lugar certo.

    -Sim....ao que parece é um coração...mas isso não importa, cada vez mais tenho a convicção de que estamos no caminho certo, tudo se encaixa e essa tentativa de nos atrapalhar só corrobora com isso! Vamos, agarre-me em algo devemos subir com cautela, mas não podemos parar!

    O Duegar agarra-se onde pode e decidiu subir com cautela enquanto a vampira sugeria algo como voar para averiguar algo. Ele desconfia da atitude mas iria por enquanto observar, ela poderia ter levado o grupo para uma armadilha apesar dele bater o pé e escolher o caminho oposto que ela queria ir. mas esse fato ameniza um pouco a desconfiança, porém não muito, afinal, o castelo parecia ter uma armadilha em cada esquina.

    -Pode ir...mas espero que volte!

    Encerrava ele em leve tom de ameaça.
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    Mensagem por Dovahkiin Sab Ago 14, 2021 4:56 pm



            Ventress assumia a forma de um morcego e subia para o alto em busca de alguma forma de se livrarem desta "armadilha". Quase no mesmo instante, frestas nas paredes pareciam se abrir exatamente ao lado de onde estavam os personagens, como se a parede fosse líquida, e destas frestas, alabardas golpeavam Dalnur, Luna, Loriel e Zoltan.



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            Lunathel é atingida de raspão no braço, Zoltan consegue bloquear por muito pouco com seu escudo, assim como Loriel que se esquiva em cima da hora, mas Dalnur é gravemente ferido, com a lâmina maior da arma atingindo-o diretamente no rosto, partindo seus óculos e ferindo profundamente o lado esquerdo de seu rosto e seu olho.

    OFF: A cada rodada, os ataques continuarão até que o problema seja resolvido.


            Logo acima, Ventress continuava subindo por vários metros. Estranhos flashes de luz vermelha a iluminavam vindo do topo da torre, pulsando juntamente com o som que ouvira anteriormente. Algumas dezenas de metros acima, ela percebia a origem dos flashes e do som pulsante:


    Brumas de Baróvia - Página 9 MGH


            Algo semelhante a um coração de vidro pulsava com uma luz vermelha. Suas "artérias" presas ao pináculo oco da torre.
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    Mensagem por Edu Dom Ago 15, 2021 8:49 pm

    O clerigo sacudiu a cabeça após ter tido a estranha visão de se ver caindo fora da torre.

    - O que ocorre nesse lugar? - Afirmava em voz alta enquanto sentia o chão tremer sob os seus pés.

    O clerigo não quis perder muito tempo e foi até o baú para abri-lo e tirar o que havia dentro.
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