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    Além do Plano Material

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    Mensagem por Dovahkiin Ter Maio 04, 2021 6:09 pm

    Metafísica: No universo onde se passam as aventuras de Nevriande, An’tè (To’en) seria O Ser Divino que originou a essência de todas as coisas e que, por isto mesmo, faz com que tudo queira imitá-lo para tentar se aproximar de sua perfeição.


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            A maioria das aventuras do jogo se passam no universo material (conhecido pelos sábios e filósofos do Culto de To’en como “Mundo sensível”). A outra realidade, onde residem An’tè, os Celestiais e Escolhidos seria o Plano Divino, Elysium ou “Mundo das Realidades Invisíveis” (como os filósofos o chamam), um plano de existência superior onde apenas aqueles que atingiram certo grau de perfeição nos princípios de An’tè podem alcançar.



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            Dizem que o mundo material seria uma cópia imperfeita do Plano Divino. Um mundo decaído em que os homens, elfos e anões se encontram, devendo galgar graus para ascender ao plano superior. Há muito tempo, ambos os planos se conectavam, sendo a interação entre os Seres Divinos e elfos muito mais comum.
            Todos os seres viventes do plano material são constituídos de matéria, mas também de essência (alma), porém, apenas as almas dos seres inteligentes como elfos, humanos, anões e Hobbits, são imortais. Logo, sua jornada não termina no momento da morte, apesar de seu corpo material falecer.

            A maioria dos seres inteligentes deseja que sua alma siga para o Plano Divino após a morte (algo que poucos conseguem de forma imediata, como a viagem à Elysium). Ao invés disso, as almas daqueles que permanecem fiéis aos Culto de To’en, mas que ainda guardam muitas impurezas em sua alma, são enviados a uma espécie de plano intermediário, denominado “kathartírio”, onde devem permanecer o tempo necessário até estarem prontos para seguirem ao Plano Divino.

            Ainda há um plano onde são mandados aqueles que estão “além da salvação”, denominado “O Abismo”. Seus primeiros habitantes foram os Celestiais Caídos e seu líder, Diafthorás.
            Dizem que O Abismo é dividido em nove camadas, sendo que os nove mais poderosos Caídos (agora denominados “Senhores do Abismo”) comandam cada uma delas. Além dos Caídos, aqui também é o destino das almas dos mortais que por livre e espontânea vontade se tornaram cultistas dos Senhores do Abismo, ou negaram intencionalmente o Culto de To’en.

            Dizem que cada uma das nove camadas do Abismo foi moldada à imagem do Senhor do Abismo que a comanda, mas em geral, o Abismo é um local de sofrimento eterno, onde o único desenfado dos prisioneiros é torturar os mais fracos que ele próprio, ou desejar que todas as almas mortais sejam também enviadas para lá.

            Conta-se que os Lordes do Abismo são Celestiais tão poderosos que, mesmo acorrentados ao Abismo, podem influenciar o Universo Material, seja através de “Sussurros” (sugestões que penetram a mente daqueles que deixam “portas abertas” para tal, como sentimentos negativos extremos e falhas de caráter aos quais não deseja combater) ou de formas mais diretas, como através de pactos. Conta-se ainda que os Caídos poderiam ser “libertos” de suas prisões, seja através de rituais extremamente complexos envolvendo grandes sacrifícios, seja na criação de um corpo material que pudesse conter todo o imenso poder do Caído em questão.

            Os Lordes do Abismo conhecidos são: Yaohbohlun o Senhor da Terra (Diafthorás), Gaya a Mãe Selvagem, Emirkol o Caótico, Chema o Corrupto, Levia’thullhu o Abissal da Loucura, Mammonth o Avarento, Mafometh o Precursor dos Assassinos, Akuma o deus de Jade e Belineal o Mestre dos Pactos.

            Estudiosos do tema também acreditam na existência de um plano chamado Limbo. Pouco se sabe sobre ele, mas é dito que almas dos chamados "pagãos virtuosos" (indivíduos que por alguma razão nunca ouviram falar do Culto de An'tè mas que nunca se entregaram à maldade ou ao culto de falsos deuses) vão para lá.
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    Mensagem por Dovahkiin Ter Maio 04, 2021 6:23 pm

    Cultos de Nevriande:

    O Culto de An'tè:



    O principal culto de Nevriande é o culto a To’en (An’tè). Aos adeptos do culto é exigido que se confessem regularmente a um clérigo e façam preces ao menos uma vez por semana a To’en. Além disso, os adeptos devem seguir os princípios de An’tè: Adorar To’en como única divindade, rechaçar a magia arcana e falsos deuses, não roubar, não mentir, ajudar aos mais necessitados sempre que puder. Quando um devoto falha com um destes princípios, deve procurar um clérigo de To’en e se confessar, pagando uma penitência equivalente (uma boa oportunidade para o início de uma quest) ou perderá para sempre a oportunidade de ser escolhido para Elysium (o objetivo maior de todos os praticantes do culto).

    Domínios: Cura, Bem, Ordem, Sol e Proteção.



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    Cultos aos Senhores do Abismo: Todos os cultistas de deuses do abismo são conhecidos como Clérigos Negros (com exceção aos cultistas de Gaya). Todos os cultistas destas divindades precisam ser malignos. Existem diversas divindades cultuadas por eles, sendo as principais:

    Culto a Yaohbohlun, o Senhor da Terra:



    Diafthorás, o supremo senhor do abismo odeia a criação de An’tè mais do que tudo e exige constantes sacrifícios de seus servos. Crianças, virgens, e clérigos de To’en costumam ser os que mais o agradam. Seus servos são incentivados a pensar que são deuses em forma mortal, que são mais sábios que os seguidores de outras religiões e que Yaohbohlun os presenteará com conhecimentos há muito perdidos (muitos de seus praticantes também são adeptos da magia arcana). A maioria de seus cultistas são arcanistas, alquimistas e membros da alta sociedade que secretamente buscam conhecimentos ocultos ou formas antinaturais de prolongarem a própria vida.

    Domínios: Mal, Magia, Invocação e Conhecimento.



    Além do Plano Material Yaohbo10


    Culto a Emirkol, o Caótico:



    Segundo Emirkol, o caos é a ordem suprema. Os adeptos devem sempre se rebelar contra autoridades, derrubar governos legítimos, desobedecer leis e causar a destruição de templos de outras divindades, espalhando o caos pelo mundo. Seus cultistas são conhecidos por infiltrarem-se em meio à sociedade e incitarem rebeliões e conflitos sangrentos, passando-se por indivíduos bem intencionados que apenas desejam "libertar" o povo, mas que no fundo apenas desejam utiliza-lo como combustível em sua eterna guerra contra a ordem.

    Domínios: Destruição, Fogo e Caos.


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    Culto a Chema, o Corrupto:



    A vida deve ser vivida de forma extrema. “Viva intensamente, morra jovem”. Luxúria e devassidão são as palavras de ordem dos cultuadores de Chema. Hedonistas muito além de qualquer forma de escrúpulos, eles tendem a buscar formas cada vez menos ortodoxas de “prazeres” à procura de um ponto considerado por eles como transcendental, onde um indivíduo obtém uma sobrecarga sensorial tão potente que transcende as leis naturais da criação, onde eles seria teoricamente liberto de todas as amarras morais que a sociedade lhe impôs, tornando-se verdadeiramente livres. Os cultistas também são incentivados a corromperem o máximo possível de seres vivos que puderem usando todas as armas que disponham. Culto bastante praticado entre artistas itinerantes e nos cantos mais obscuros de todas as sociedades, onde boêmios, meretrizes e pessoas à procura de prazeres não naturais vagam entre as sombras.

    Domínios: Enganação, Mente e Dominação.


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    Culto a Levia’thullhu, o deus Louco:



    Culto adotado por muitos piratas. Seus adeptos acreditam que a criação de An’tè falhou, então as ondas da vingança devem destruir todo o Universo Material (que segundo eles, seria uma realidade criada apenas para punir os seres viventes). Um culto Niilista que acredita que a vida é vazia e sem sentido, e apenas através da morte (não apenas da própria, mas a de todas as criaturas vivas), os seres viventes da “maldita realidade” criada por An’tè (ou Demiurgo, como eles costumam se referir) serão libertos de sua prisão de carne. Eles também buscam trazer o desalento total aos de fora, de forma a enlouquecê-los a ponto de se juntarem à sua causa demente.

    Domínios: Água, Insanidade e Guerra.


    Além do Plano Material Levia_10




    Culto a Maphomet, o Comensal da Vingança:



    Culto praticado por aqueles que se julgam esquecidos, ostracizados, ou de alguma forma rejeitados, e que estariam dispostos a sacrificar tudo (inclusive a salvação da própria alma) para terem uma chance de vingança. Os cultistas seguem um código rígido rituais diários, na qual os que falhem em cumprir são assassinados. Seus seguidores devem sempre assassinar os inimigos e oferecê-los a Maphomet em um ritual mórbido. Dizem que todos aqueles mortos ritualmente pelos servos de Mafometh terão suas almas enviadas diretamente para o deus do Abismo caso não sirvam a outro deus ou não tenham sido batizadas. É dito também que seus seguidores precisam cumprir uma certa cota de assassinatos rituais para receberem as bençãos profanas de Maphomet. Principal divindade cultuada pelos Duergar e uma misteriosa ordem de assassinos no Deserto do Andarilho.

    Domínios: Morte, Misticismo e Peste.



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    Culto a Akuma, o Dragão de Jade:



    Muito pouco se sabe sobre este misterioso culto, exceto que é praticado por uma não menos misteriosa civilização que reside entre as matas de bambu do Vale dos Pandas. É dito que apenas o Imperador Amarelo pode prestar culto a Akuma, pois seus súditos não são dignos disso, porém, servindo ao Imperador eles servem indiretamente a Akuma. Acredita-se também que a linhagem do Imperador Amarelo descenda do próprio Akuma. O Culto a Akuma também engloba diversas divindades menores (conhecidos como Reis Yama), as quais os cultistas acreditam que libertarão do Abismo, então elas ressuscitarão os 10.000 Shinigamis (espíritos ancestrais dos antigos cultistas mortos), esmagando seus inimigos e libertando-os do plano das ilusões (como eles chamam o Plano Material). Seus cultistas também acreditam no carma e que se morrerem de forma "honrada" (de acordo com os princípios de seu culto) se tornarão membros do exército Shinigami. Aqueles que falham em seguir os ensinamentos do culto ou do Imperador devem cometer uma forma de suicídio ritual.


    Domínios: Terra, Energia e Força



    Além do Plano Material Akuma10



    Culto a Mammonth, o Príncipe da Avareza:



    Seguidores deste culto acreditam que o exercício de poder e o controle são as melhores ferramentas para atingirem seus objetivos. O controle de si mesmo e do mundo externo é o único objetivo que vale a pena buscar. Com esse objetivo, o cultista deve desenvolver suas habilidades, estender suas influências e movimentar seus peões. Toda forma de poder, influência ou controle pode ser usada para alcançar algum objetivo. Materialistas ao extremo, seus cultistas tendem a serem nobres, líderes políticos e indivíduos com algum poder, o que faz deste um dos cultos menos numerosos entre as divindades do abismo. Riquezas materiais quase sempre são o objetivo final de seus adeptos. Para agradarem Mammonth, seus servos costumam realizar rituais extravagantes envolvendo diversos sacrifícios, vestes sacerdotais repletas de joias caras, entre outras.


    Domínios: Sorte, Competição, Oráculo


    Além do Plano Material Mammon10



    Culto a Belinaal, o Mestre dos Desejos:



    Conta-se que Belinaal é o pai de todos os Djinn. Seu culto é pouco organizado e disperso, praticamente grupos de pessoas que realizam rituais para fazerem pactos com o mestre dos desejos. O que os cultistas têm a oferecer? Sua alma, e é dito que quanto mais valiosa, mais desejos a pessoa poderá realizar em troca dela.


    Domínios: Pacto, Sonho, Ar.


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            Além dos Nove Príncipes do Abismo, o Culto aos deuses Abissais também engloba "divindades menores" (Caídos mais fracos, que servem sob o domínio de um dos Nove) como por exemplo Lilith, a Viúva Negra (uma deusa aranha cultuada pelos Drow, serva de Chema) Gork e Magork (deuses gêmeos do caos e destruição, cultuados pelos peles-verdes, servos de Emirkol) e Orixú (deus menor do sangue, cultuado pela extinta tribo dos Maistincas, servo de Yaohbohlun), entre outros.
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    Mensagem por Dovahkiin Qui Maio 06, 2021 12:57 pm

    O Culto a Gaya, a Mãe Selvagem:



    Reza a lenda que alguns elfos e humanos se apaixonaram tanto pela natureza que a colocaram acima de An’tè. Gaya, uma divindade do abismo (que segundo os cultistas, foi condenada injustamente) se tornou patrona destes indivíduos. Para os cultistas, a civilização é a maior inimiga da natureza (segundo eles, todos os seres vivos nascem em comunhão com a natureza, logo, são bons, mas a sociedade os corrompe). A eles são exigidos sacrifícios regulares de animais em certas luas específicas, e em algumas ocasiões, de inimigos da sua fé. Os adeptos precisam adotar uma vida sustentável, evitando ao máximo a derrubada de árvores, caça desnecessária, tecnologia, objetos feitos de metal forjado e devem viver próximos da natureza. Seus sacerdotes (Druidas) são quase exclusivamente do sexo feminino (ou poucos homens que se tornam druidas precisam passar por um processo de castração ritual para serem aceitos). Diferente dos demais cultos a deuses do Abismo, seus sacerdotes não são considerados clérigos negros e não são necessariamente de tendência maligna, mas suas crenças e padrões de vida fazem com que dificilmente se deem bem com personagens oriundos de sociedades civilizadas ou de outras religiões. Dizem que os metamorfos se originaram de Druidas que abraçaram tão fortemente seu lado selvagem que deixaram sua humanidade para trás.




    Além do Plano Material Gaya11
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    Mensagem por Dovahkiin Qui Maio 06, 2021 1:41 pm

    Planos de Nevriande:

    Todos os seres vivos de Nevriande possuem uma alma viva, dada a eles por An’tè, através do Fogo Imortal da Criação. Porém, apenas criaturas mais complexas (como Elfos, Homens, Anões e semelhantes) possuem uma alma imortal. Esta alma imortal persiste existindo mesmo quando seus corpos materiais são destruídos, sendo enviados a outros planos de existência após suas mortes físicas. Reza a lenda que quando a alma deixa o corpo, ela é julgada por um Celestial enviado por An’tè, que decide para onde ela será enviada. A exceção são os “Escolhidos” pelos 13 Apóstolos, que deixam Nevriande e dirigem-se diretamente para o Elysium.
    Dizem que poderosos bruxos seriam capazes de criar “portais” para adentrar os reinos do além, mas essa prática ilícita é extremamente perigosa até mesmo para eles, pois os planos costumam ser extremamente hostis contra invasores, e como ainda possuem corpos mortais, eles estão suscetíveis à morte e aos perigos físicos dos reinos. Mesmo utilizando estratagemas para tentarem evitar esta vulnerabilidade, os senhores dos planos costumam serem entidades imensuravelmente poderosas para padrões mortais e portadores de uma sabedoria que bruxo algum poderia sequer imaginar (como Celestiais, Caídos e O Próprio An’tè), não sendo mais do que formigas invadindo a fortaleza protegida de um deus. Muitos dos planos abaixo possuem equivalentes em outros cenários de D&D, mas sofreram certas alterações para se encaixarem no cenário:



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    Nove Camadas do Abismo:




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    Um plano sem caridade, misericórdia ou piedade. O Abismo é uma dimensão onde foram aprisionados os Celestiais Caídos (e todos os mortais que decidiram segui-los). Apesar de sua geografia ser incompreensível para mentes mortais, o mais próximo que se pode imaginar é uma espiral descendente com nove divisões. Cada camada do abismo tem suas próprias características horrendas, moldadas pelo Senhor que o domina.
    Aprisionados em um abismo sem fim ou saída, sem esperanças, tendo como companhia apenas o ressentimento, o ódio e a dor da derrota, os nove mais poderosos Caídos tomaram para si seu próprio território no abismo, moldando-o à sua imagem deturpada. Caídos menores atuam como servos dos Nove, buscando abrigo e proteção contra outros Celestiais mais poderosos e uma posição como seus tenentes.
    Dizem que cada camada do abismo é mais populosa de almas mortais do que todo o Elyseo.

    Características:
    Gravidade: Normal.
    Tempo: Normal.
    Tamanho: Infinito.
    Morfologia: Divino.
    Tendência: Caótico (suave) e Mau (Suave). Personagens bons ou leais sofrem- 2 de penalidade em todos os testes de Carisma, cumulativo (chars bons e leais sofrem -4)
    Magia: Normal.

    Suplicantes Abissais:
    Almas mortais que tem a infelicidade de cair aqui, são absorvidas por uma das camadas, tornando-se suplicantes. Cada camada possui um tipo de suplicantes.
    Um rio chamado Stygian corre por entre as camadas. É impossível para almas mortais nadar por ele, e todos os que tentaram encontram-se permanentemente afogando-se em suas águas. Os Caídos criaram naus do caos para navegarem por Stygian, feitos com ossos esmagados, tendões e almas condensadas de Suplicantes de diversos reinos do Abismo. Cultistas de To’en ou mesmo batizados que por alguma razão acabam vindo parar aqui, são tratados com crueldade especial. As almas dos Suplicantes mantém seu status imortal, mas podem ser “devoradas”, “absorvidas”, ou “moldadas” nas camadas, passando a uma existência ainda mais perturbadora (por exemplo, um Suplicante devorado por um monstro de algum plano passaria a existir por toda a existência com seu corpo espiritual digerido, mas ainda assim “existindo” eternamente dentro da criatura que o devorou, incapaz de escapar ou mesmo se mover ou tomar qualquer ação, como uma mente sem corpo, eternamente presa a seu algoz, e permanecerá assim mesmo que este também seja devorado por outra criatura) Em alguns planos, como em Aqueronte, os Suplicantes podem passar por “mortes temporárias”, sofrendo novamente todas as dores de uma morte normal, apenas para renascer novamente no dia seguinte, em um eterno ciclo de tormento.

    Caídos: Os poderosos Celestiais rebeldes aprisionados no Abismo atuam como senhores do local, apesar de estarem presos a ele também. Cada um dos Nove Príncipes Abissais possui o poder equivalente a uma "divindade" de posto 16-20 (deuses maiores) do livro "Divindades e Semideuses". Já os Caídos menores (servos dos Nove) tais como Lilith, Gork e Magork, possuem uma classificação equivalente a 11-15 (divindades intermediárias) e não possuem nenhum reino sob seu comando (no máximo partes de uma Camada do Abismo onde seu senhor reine).

    Camadas:

    Thanatos: Um lugar gelado de atmosfera tênue e céu melancólico à luz da lua. O frio de Thanatos é tão penetrante que parece estar vivo. Lápides de todo o tipo espalham-se pela paisagem gelada. Ventos frios assolam constantemente o local, uivando eternamente como um lobo gigantesco faminto. Boa parte do reino é submerso e imensos tubarões abissais fazem com que o frio congelante e icebergs sejam apenas alguns dos problemas de se cruzar as águas. A Fortaleza da Indiferença é a principal cidade, comandada por Mafometh, esculpida na superfície de uma banquisa sob um oceano congelado. Uma frígida necrópole de altos mausoléus, imensos obeliscos, parapeitos de criptas e tapeçarias tecidos com os cabelos dos mortos. Seus suplicantes possuem pele branca cadavérica, garras e dentes cruéis, pouco cabelo e olhos brancos. É possível ver vermes rastejando por sua carne translúcida. Muitos suplicantes podem ser vistos tecidos no próprio metal das paredes como argamassa horripilante, gemendo constantemente. Além dos mortais que veneram Mafometh, também são enviados para cá assassinos, e pessoas que cometem pecados por inveja e/ou despeito.

    Tártarus: Mais do que qualquer camada, é um plano de exílio. É onde os ostracizados planejam seu retorno. É a prisão dentro da prisão. É um lugar de escuridão e desespero, de paixões e venenos, e principalmente de traições. Aqui, o ódio flui como um rio profundo e lento. A própria natureza do plano gera desespero e autocomiseração. Seis ilhas-prisão gigantescas são divididas por oceanos de ácido e abismos infinitos. Os suplicantes deste reino estão ligados profundamente a ele e não poderiam sair nem se quisessem. Além daqueles que fizeram pactos com Belineal, estão aqueles que procuraram caminhos mais curtos para atingirem seus objetivos. Belineal diverte-se oferecendo pactos aos prisioneiros, mas é apenas uma diversão passageira.

    Hades: Um deserto cinzento de apatia e desespero infinitos. Os suplicantes daqui são como fantasmas cinzentos, tão drenados pelo deserto que perderam sua solidez. Espíritos particularmente egoístas e devassos tornam-se uma forma especial de suplicante chamada larva (semelhantes a vermes de tamanho médio com cabeças que lembram seu antigo rosto) e servem como moeda dentro do plano. A terra é cinza, o céu é cinza, os habitantes são cinzas. Isso não toca apenas a visão, mas também o emocional e afeta o coração de todos os que permanecem aqui por muito tempo. Aqui, Chema tenta se divertir com o sofrimento de seus súditos, mas o local permanece eternamente cinza, até mesmo para ele. A maior construção aqui é Morte da Inocência, onde fica a Torre Debilitante, uma torre de 35km (e 35km de profundidade) que se assemelha a uma coluna vertebral, onde podem ser encontradas salas de prazer/tortura de todos os tipos que a mente doentia de seu Senhor possa imaginar.

    Gehenna: Um local de fogo e dor, cheirando a enxofre e cinzas de sonhos perdidos. Montanhas vulcânicas flutuam sobre mares de magma eternamente quente, e o céu é coberto por nuvens sulfurosas. Construções esculpidas na rocha tendem a desabar. Seus suplicantes em vida foram arrogantes, soberbos, orgulhosos, mesquinhos e ambiciosos que procuraram meios não naturais para alcançar seus objetivos ou prolongar sua vida. Eles procuram o livre arbítrio completo, mas nunca o encontrarão. Uma das poucas cidades do local chama-se Esperança Perdida, uma cidade ardente de ferro com fileiras de edifícios incandescentes envoltos em uma névoa negra de fuligem. Seu maior edifício é o Palácio das Lágrimas de Yaohbonlun, perfurando a névoa que cobre a cidade onde dizem que ele esconde vastas pilhas de tomos de magia e esoterismo.

    Avernus: Montanhas de espinhos onde suplicantes são forçados a atravessarem descalços carregando enormes pedras. Além dos montes das agulhas, há mares salgados onde habitam Krakens e outros monstros marinhos. Os céus fervem em turbilhões de cores doentias onde monstros voadores cruzam predando aqueles que tentam fugir de seus castigos. Dizem que Akuma tem um gosto especial por mentirosos, difamadores e traidores. A maior cidade conhecida é a Cauda da Serpente, que se ergue sobre os picos das agulhas com uma beleza elegante, sombria e abissal. Ela é monstruosamente grande e seu Senhor mantém hordas de servos e suplicantes prontos para a batalha.

    Aqueronte: É onde exércitos ignorantes enfrentam-se na noite. É o plano-depósito de um milhão de rebeliões fracassadas. É um plano de ordem imposta, onde a conformidade é mais importante que o bem. Tudo o que existe no plano são guerras, conflitos e contendas. Revolucionários, terroristas, soldados sem honra, rebeldes com causas injustas, pessoas que se deixam levar pela ira e mercenários que viveram e morreram pela espada residem aqui. Eles morrem novamente, noite após noite e revivem para uma nova batalha. Não existem vencedores aqui, apenas uma batalha eterna e inimigos sem fim. Partes quebradas de itens espalham-se por toda parte. Vestígios de grandes navios, máquinas de cerco destruídas, armas gigantescas, carruagens e diversos tipos de entulho forram esta camada. Um deserto de planícies carbonizadas e repletas de entulhos. Legiões de Suplicantes permanecem perpetuamente em vigília e concentradas em eventuais incursões. Bolas de fogo cruzam o ar, às vezes com detonações terríveis. Riachos de sangue fluem, ocasionalmente desaguando no Rio Stygian. Dizem que este sangue é o de todos que passaram pela camada. Aqui se destaca o Bastião do Flagelo: uma cidadela de crânios, repleta de torres de vigia e máquinas de guerra. É onde o Lorde Emirkol reside. Seu interior mais parece uma enorme arena.

    Pandemônio: Um lugar de ventos uivantes e ruidosos (em alguns casos ensurdecedores). Um reino de escuridão eterna. Um local onde a sanidade é cercada por loucura infinita. Uma grande massa de matéria viva trespassada por inumeráveis túneis escavados pelos ventos uivantes do plano. É ventoso, barulhento e escuro. Cada palavra, brado ou grito é sufocada pelos ventos cortantes, gélidos e malcheirosos do plano. Olhos vivos salpicam as “paredes” do reino como pedras preciosas de uma mina e veias podem ser vistas bombeando sangue negro como se o reino todo fosse o corpo de um imenso ser vivo. Os suplicantes do reino são muito parecidos com o que eram em vida, embora emagrecidos e completamente insanos. Aqui é a principal casa de Niilistas, pessoas amarguradas com tudo e todos por não terem seus desejos realizados e indivíduos que se entregaram propositalmente à loucura por preferirem-na à Criação. Dizem que o plano inteiro na verdade é o imenso corpo de Levia’thullhu.

    Hellheim: Repleta de cidades arruinadas e abandonadas. Sob o céu cor de sangue coagulado, suplicantes extraem pedras, entalham e constroem novas cidades para seu Senhor. Os suplicantes são semelhantes a humanoides pequenos com estômago inflamado, sempre famintos, não importa o quanto comam. Minas, pilhas de escória e canais poluídos cobrem a terra como feridas. Suplicantes usam os escombros das cidades para fugirem de seus torturadores. Avarentos, gananciosos e pessoas que fazem tudo por dinheiro acabam vindo parar aqui. Mammonth nunca está satisfeito com as cidades, sempre mandando abandoná-las e criar uma nova.

    Sheol: Um imenso pântano fétido e enevoado de lodo onde vermes de até 3m rastejam, cercado por infindáveis matas de natureza irrefreável onde a luz não penetra e predadores noturnos espreitam. Chuvas ácidas, ventos amargos e granizo capazes de cortar a carne dominam o charco. Em algumas regiões, suas águas são congelantes, em outras borbulham e fervem de calor infernal ou podem ser paradas, escuras e repletas de podridão e limo malcheiroso. O clima tende a ser sempre extremo e caoticamente selvagem. Insetos enormes e nojentos depositam suas larvas em outras criaturas para que eles as devorem de dentro para fora e plantas carnívoras se utilizam de meios estranhos para atraírem suas presas de sangue quente. Terríveis criaturas sem nome nadam nas águas turvas e rastejam pelas matas fechadas do reino de Gaya. Para cá vêm aqueles que substituíram An’tè pela natureza, misantropos que odiavam seus iguais e preferiam a companhia dos animais, selvagens que se isolaram da civilização. Aqui o medo está sempre à espreita e o forte devora o fraco na eterna lei da natureza. Seus suplicantes são semelhantes a homens das cavernas selvagens e animalescos de pouco intelecto.







    Kathartírio: Plano transitório de purificação onde são enviadas almas de pessoas que cultuaram a An’tè, mas que ainda carregam impurezas que os tornam indignos de prosseguirem para Elysium. Não sendo pessoas necessariamente más, mas ainda apegadas a algum tipo de pecado ou falha de caráter (mas que ainda desejam vencer tais tentações).


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    Um plano de fantasmas e procura por redenção. Um local vazio e estéril de noite eterna e desolada. É uma dimensão enevoada semelhante ao plano material, mas de aparência mais decadente, desbotado e preto-e-branco, para frisar aos habitantes seus pecados. Uma espécie de energia melancólica preenche todos os lugares aqui. Em alguns locais, os habitantes podem ver o plano material como através de um vidro distorcido e embaçado (normalmente seus parentes e conhecidos, embora estes não possam vê-los ou ouvi-los).
    O céu é sempre uma abóbada negra sem sol ou estrelas, apesar de ter sua própria iluminação opaca. A geografia é semelhante à do plano material, mas de certa forma distorcida e quase sempre coberta de névoas rodopiantes. A água parece sempre parada e sem vida,

    Características:
    Gravidade: Normal.
    Tempo: Normal.
    Tamanho: Infinito.
    Morfologia: Divino.
    Tendência: Neutro (suave)
    Magia: Desativada (apenas magias Naturais ou Divinas funcionam)







    Limbo: Um local de caos bruto e primevo. Onde tudo é possível, assim como o nada. Local aonde vão as almas de crianças mortas antes de nascerem, intencionalmente ou não, sem ter a oportunidade de escolher entre o bem e o mal. Também dizem ser o lar do que chamam de “Pagãos Virtuosos” (pagãos que nunca tiveram contato com o Culto de To’en, mas que não se entregaram à maldade ou ao culto de deuses do Abismo).




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    Áreas abandonadas aparecem como uma mescla agitada dos quatro elementos básicos e todas as suas combinações. Bolas de fogo, bolsões de ar, blocos de terra e ondas de água batalham pelo predomínio até serem derrotadas por mais uma explosão de caos. Entretanto, paisagens semelhantes às do Plano Material vagueiam pelo miasma.
    Seus principais habitantes são seres semelhantes a “fadas” e “fogos fátuos” que seriam as almas de crianças mortas antes do nascimento e/ou do batismo. O Limbo também é repleto de maravilhas incontáveis. Explosões monumentais de fogo elemental iluminam o plano. Não há dia ou noite no Limbo.

    Características:
    Gravidade: Direcional subjetiva: ela existe, mas cada indivíduo escolhe qual a direção da atração.
    Tempo: Normal.
    Tamanho: Infinito.
    Morfologia: Mutável: o plano está constantemente em mudança.
    Tendência: Caótico (forte). -2 em testes de carisma, sab e int para personagens não caóticos.
    Magia: Confusa: Funcionam de forma completamente diferente no Limbo.








    Elysium: É a terra da perfeição e esplendor, meditação e paz, onde as leis são formuladas para o bem supremo. É o plano onde nasce a harmonia e bondade. É a ordem e o bem, a compreensão e a misericórdia.




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    Pomares de árvores perfeitamente alinhadas com frutas belas de todas as cores e sabores, riachos de água pura e cristalina como jamais se viu desde a criação do mundo, campos verdes extensos e floridos com colorações harmoniosas, montanhas intocadas pela erosão. Conta-se que o que sobrou dos Jardins de Enoch se encontram entre os campos infinitos desta região. Aqui, nada se opõe à harmonia e uma existência impecável, e assim também precisam ser seus habitantes. Aqui habitam animais pacíficos semelhantes aos do Mundo Material, mas muito mais belos e perfeitos (raposas de pelo dourado, ovelhas de lã prateada, etc...), convivendo harmoniosamente entre si. As almas mortais enviadas para cá tornam-se um tipo especial de Celestiais, conhecidos como Anjos. Seus novos corpos são semelhantes aos que possuíram em vida, mas muito mais perfeitos e gloriosos, uma versão idealizada do que eles foram.
    Aqui, as cores se tornam mais brilhantes e vívidas que no Plano Material, os sons, mais melodiosos e suaves. Diz-se que tudo aqui é o ápice da perfeição. Entre um imenso mar de água benta, ergue-se o imensurável Morro de Celéstia, dividido em sete camadas, cada uma preenchida por almas em graus mais próximos de An’tè, que residiria na última camada, que ultrapassa as nuvens prateadas do céu de Elysium. Aqui, as almas vão ascendendo para camadas superiores na medida em que evoluem espiritualmente. Porém, cada camada é tão bela e perfeita, que muitos acabam decidindo “estacionar” nelas ao invés de continuarem sua ascensão à graus superiores de santidade. De alguma forma, cada aclive conduz à camada seguinte, que brilha como o sol na camada inferior. Via de regra, suas cidades não possuem (e nem precisam de) muralhas de proteção. A cada camada que os ascendidos sobem, seus poderes celestiais aumentam, refletindo seu grau de santidade. O clima tende a ser ameno e as estações regulares e benignas. A tranquilidade parece infiltrar-se nos ossos e na alma dos abençoados que ali ingressam.

    Camadas:

    Lúnia, também conhecida como Paraíso de Prata, é a primeira camada. Chamada assim pela proximidade com o oceano de água benta (O Mar de Prata, que não é salgado e possui todos os tipos de formas de vida aquática). Seu céu é escuro, mas iluminado por diversas estrelas prateadas, que refletidas no mar de prata iluminam toda a camada. Sua costa é pontilhada de cidades de pedra branca polida, com construções geométricas e agradáveis de olhar. É um local relativamente pacífico, mas também existem aqui diversas oportunidades para ajudar aos outros e demonstrar bondade: Ainda existem alguns infortúnios nesta camada (como barcos que naufragam), mas eles parecem existir apenas para demonstrar o poder coletivo da bondade, além de testar os presentes. Seus habitantes são ocasionalmente assediados por pequenas missões e tarefas, mas se as completam, encontram verdadeiros amigos e podem inclusive ascender para a próxima camada. É para cá que vêm as almas recém purificadas do Kathartírio. Em termos de poder, as almas mortais vindas para cá tornam-se anjos que correspondem a uma "divindade" de posto zero como vista no livro "Divindades e Semideuses).

    Valínia é a segunda camada, também chamada de Paraíso de Ouro. Um lugar de atmosfera tênue e esperanças elevadas, onde uma luz dourada permeia tudo. Encostas suaves, vales exuberantes e riachos velozes preenchem sua paisagem. Platôs e desfiladeiros proporcionam espaço para pequenas colônias de Anjos. Aqui há quatro estações, mas elas são tão tímidas que mal podem ser notadas (não é quente demais no verão, nem frio demais no inverno, e raramente chove sem que um belíssimo arco-íris surja). As almas que morreram em estado de graça, mas por alguma razão, não foram capazes de embarcar com os 13 Apóstolos, costumam vir para cá após a morte. Nesta camada os Anjos ganham suas asas e em termos de poder, podem ser consideradas "divindades" de nível 1-3 (semideuses).

    Edenya é a terceira camada, também chamada de Paraíso de Pérolas. Um ambiente cultivado e pastoril. Suas encostas são antigas, erodidas e por vezes, cobertas de neve. Os riachos correm mornos e límpidos, embora frequentemente se forme gelo em suas margens, o mais conhecido é o Lago de Vidro, aninhado entre três picos. Dizem que quando um fiel atira algo realmente importante e valioso no lago em oferenda a An’tè, uma luz se ergue das profundezas, e ao atingir a superfície, toma a forma de uma profecia envolvendo o devoto. Campos e bosques belíssimos e sempre verdes crescem de forma ordenada mesmo sem cultivo, em um clima ameno, gerando sempre colheitas fartas. O mais belo de todos é o Bosque dos Unicórnios, situado na base de um grupo de grandes sequoias de centenas de metros, que como o nome diz, é habitado por Unicórnios Celestiais, dentre outros animais fantásticos. As almas que embarcam com os 13 Apóstolos costumam vir para esta camada (ou alguma superior, dependendo de seu grau de santidade). Anjos desta região possuem poder equivalente a uma "divindade" de nível 4-5.

    Solânia é a quarta camada, chamada de Paraíso de Cristal. Um céu que cintila com o brilho de prata polida estende-se sobre as encostas tranquilas de Solânia. Névoas luminescentes e aromas revigorantes revestem os vales. Existem geleiras imponentes acima das encostas, ricas em minerais preciosos. Seus picos abrigam monastérios, catedrais e locais sagrados, contendo inumeráveis bibliotecas de conhecimentos benévolos e mistérios da Criação, muito além do que qualquer mortal de Nevriande seria capaz de catalogar. Seus anjos possuem poder equivalente a uma "divindade" de nível 6-8 (deuses menores).

    Asgardia é a quinta camada, conhecida como Paraíso de Platina. Suas encostas são suaves, aplainando-se em grandes planícies dominadas por cidades e domos. O próprio ar parece carregado de expectativa e emoção. É um lugar de heróis e glória. Em volta da camada, ilhas de terra flutuam, com cachoeiras derramando águas límpidas sobre Asgardia. Aqui residem heróis falecidos e guerreiros santos. A principal ilha é Ysgard, de terrenos montanhosos e ventos cortantes onde os heróis do passado testam sua perícia, para em seguida comentarem sobre seus feitos nos salões dourados de Valhalla (Também chamada de “Fortaleza do Sol” ou “Bênção da Luz”, uma cidadela revestida de ouro, visível mesmo à noite como um farol dourado, cercada por pomares, videiras e campos cultivados por Kms), onde as celebrações nunca cessam e banquetes homéricos sempre ocorrem. Aqui, os anjos atingem o poder equivalente a uma "divindade" de nível 9-10.

    Olympia é a sexta camada, o Paraíso Brilhante. Suas encostas são semeadas com grandes rubis e granadas cintilando com uma luz tão bela que tira o fôlego à primeira vista. Aqui, hostes de anjos perambulam pelo campo de joias, perdidos na contemplação das glórias de suas vidas anteriores. Perênia, a Cidade Celestial, pode ser vista de qualquer ponto de Olympia. Trata-se de um zigurate de sete níveis, composta de joias valiosíssimas, todas brilhando com uma luz interior. No terraço mais baixo situa-se o Erário das Almas, um edifício de mármore negro com arcos graciosos e cúpulas decoradas com ouro e prata. Aqui, anjos poderosos julgam as virtudes de anjos subordinados, elevando os dignos a formas superiores. O Arsenal Radiante no quarto terraço é um edifício longo e estreito, de teto abobadado. Aqui são armazenadas armas mágicas de imenso poder, para serem usadas por Anjos que viajam a outros planos para combater o mal. O sétimo terraço é um facho de luz cegante. Ela é o portal para o Sétimo Paraíso, Hyperurânion, sendo guardado por um poderoso Celestial que recusa a entrada de indignos. Anjos que tenham chegado a tamanho grau de perfeição recebem o poder equivalente a uma "divindade" de nível 11-15 (divindades intermediárias).

    Hyperurânion, por fim, é a última camada, o Paraíso Iluminado. É um mistério, embora saiba-se que aqui está localizado o Trono de An’tè, sendo também a morada dos Celestiais mais sábios, poderosos e puros (de poder equivalente a uma "divindade" de poder 16-20, e também poderiam ser considerados "deuses maiores", apesar de reconhecerem An'tè como única divindade.) Já O Próprio An'tè está acima de qualquer categoria numérica, pois seu poder não pode ser mensurado, estando acima da compreensão mortal.

    Características:
    Gravidade: Normal.
    Tempo: Normal.
    Tamanho: Infinito.
    Morfologia: Divina. An’tè pode alterar sua geografia com apenas um aceno.
    Tendência: Bom (forte) e Leal (suave)
    Magia: Magia arcana não funciona aqui, as outras normalmente.


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