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    O Jogo dos Tronos - Dayne

    Van Bash
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    Van Bash
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Van Bash Seg Abr 11, 2022 3:43 pm

    POST - RESPOSTA

    SOR. EYVON


    O cavaleiro Solar não iria mais tocar no assunto sobre Sor. Eyvon em participar das justas.  

    “Infelizmente ele não entendeu que quis protegê-lo e reforçar ainda mais a imagem da casa Dayne, cair na primeira ou segunda leva nas justas significa praticamente que você é muito inferior e isso é o oposto que queremos causar”



    -Agradeço seu conselho amigo. E sempre que precisar de mim estarei disponível.  - diz em tom amistoso  



    ======================================
    LADY YESSENYA

    -Me desculpe, minha Senhora. Mas quero desfazer esse mal entendido se parece que quero tirar alguma vantagem dessa situação está me entendendo errado. Vosso pai e vocês não tem dívida alguma com minha pessoa e tudo que faço é pra que se tornem uma casa grandiosa. Eu faço questão de ajudar com tudo que o sete me agraciou– diz de forma cortes e fazendo uma pequena reverencia para a lady

    -Eu apenas retribuo o que o sete me dá. Que a vontade da senhora seja feita – diz com um meneio respeitoso com a cabeça fazendo entender que o assunto estava encerrado e seria feito a vontade da Lady Yessenia

    -Se precisar de mim estarei as ordens. - fala cumprimentando o Meistre e a Lady e se retirando pra organizar o acampamento e seus contratados
    Alexyus
    Antediluviano
    Alexyus
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Alexyus Dom Abr 17, 2022 10:50 pm

    ALTO ERMITÉRIO, ANTES DA PARTIDA
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    YESSENYA

    Com algum trabalho, Yessenya reuniu quatro servas e começou a treiná-las nos modos cortesãos, o que deu ainda mais trabalho.

    — Muito bem, caso alguém pergunte a vocês em Porto Real quem seriam seus pais, usem a desculpa de quem são órfãs e a família Dayne as colocaram como minhas damas de companhia até que possam ter um dote ou até que eu me case, estamos entendidas?

    Lulwa, a mais confiante das escolhidas de Yessenya, tomou a liberdade de questioná-la:

    - Órfãs não inspiram muito respeito. Por que não dizer que somos bastardas, ou mesmo filhas legítimas de alguma casa nobre de pouca importância?

    As outras sussurraram considerando a proposta dela, a maioria em concordância.

    — E, por favor, não saiam de perto de mim durante o torneio. Ou se quiserem dar uma escapada… Que seja uma escapada inteligente. Não quero ter que dar explicações ao meu pai ou qualquer homem aqui da casa que ache que sabe sobre algo de honra.

    A calma e assanhada Numa indagou a Yessenya:

    - Milady vai então nos apontar quais cavalheiros seriam uma escapada inteligente? Pois para nós, qualquer nobre parece tão bom quanto outro...

    ARN

    Outro preparativo de Sor Arn foi comprar um corcel para torneios, chamando-o de Bucéfalo. Com isso, já eram mais de meia dúzia de equinos para embarcar no Sabre da Sapiência.

    CALLAHAN

    Metade dos servos do Alto Ermitério tinha dúvidas de que Callahan Sand fosse realmente filho de Allyria Dayne, e a outra metade simplesmente não acreditava em absoluto. Lorde Edmund não gostava de discutir esse assunto, e poucos dos servos estavam em Tombastela para conhecer sua pretensa mãe.

    Mas os homens de armas da casa, talvez devido a sua ligação com Lady Yessenya Dayne ou talvez por outro motivo, o tratavam bem e respeitosamente. Até mesmo o sombrio e impaciente Sor Gerold Dayne falava com ele de igual para igual, como fez quando Callahan o cumprimentou pela recuperação do saque.

    — Congratulações, Sir Gerold, por ter capturado tais homens. Gostaria de ter me juntado ao senhor em tal caçada. Mas como sabe, tenho obrigações tão importantes quanto.

    O cavaleiro do Alto Ermitério respondeu com olhar vagante:

    - Não capturei ninguém, apenas os matei. Se fossem feitos prisioneiros, alegariam inocência e teriam de ser julgados em Tombastela, já que meu pai não tem o direito do Fosso e da Forca. Às vezes, Callahan, a melhor defesa é o ataque. Inimigos mortos não revidam.


    SABRE DA SAPIÊNCIA, NA VIAGEM MARÍTIMA

    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 449ab49b1d4df05c23ea7822155a90ea4db93b9ev2_00

    YESSENYA

    Após embarcar seu próprio corcel no navio, Yessenya impôs suas condições ao meistre Querellon, garantindo que Callahan e suas servas ficassem na cabine de honra com ela, e o marujo guarda-costas do meistre ficasse postado do lado de fora.

    Durante a viagem, ela guardou sua privacidade, concentrando-se em reforçar o treinamento de etiqueta de suas acompanhantes.

    No jantar do quarto dia, Yessenya indagou a elas:

    — Muito bem. Muito bem. Hora de servir o chá: o que acharam das pessoas que estão conosco no navio? Os sores, o meistre, marujos, aquele bardo que parece que tem algum defeito na profissão, as outras mulheres e homens.

    Maryan, a mais jovem, teve preguiça de esperar as respostas das outras e respondeu distraídamente:

    - Os guardas são respeitosos, bem diferentes dos mercenários. As mulheres cozinham e limpam direitinho, então acho que tudo bem. Não prestei atenção nos outros.

    Lulwa falou em seguida:

    - A tripulação do meistre é de homens de ferro e gente mais miserável ainda; são bem treinados, mas é só isso. Como a Maryan disse, os soldados são dorneses das montanhas, então são mais confiáveis que aqueles mercenários vindo de lugares que só os Sete sabem. As moças da cozinha e a faxineira trabalham realmente bem, reconheço. O homem dos bichos e a outra menina, quase não os vi.

    Numa Aswad comentou lentamente:

    - O homem de Meereen é bem bonito, e o Áspide é fascinante de um jeito perigoso. Os soldados são de uma aparência mais comum. O mordomo é um velho que parece eunuco, mas o cavaleiro Valio é bem interessante, gentil e tem muitas histórias curiosas para contar. O senhor Obadiah, o bardo, é um tanto moralista, mas toca muito bem o que quer. O rapaz que cuida dos cavalos, Remo, é extremamente tímido, aposto que ainda é virgem.

    Bem próprios dela, os pensamnetos de Numa ignoraram totalmente as mulheres a bordo. A gentil e calada Lamya demorou-se para começar a expressar suas ideias, e quando as fez, foi numa voz cuidadosa e ponderada:

    - As coisas que vocês disseram são verdadeiras. Os mercenários são arrogantes e briguentos e não se dão bem com os guardas, deixando nossos cavaleiros em situações difíceis de mediar. Os demais contratados trabalham bem, e acho que isso se deve à direção do intendente Mendell, mas receio que o mestre Arn tenha pago valores muito altos a cada um. A tripulação é, obviamente, muito fiel ao meistre Querellon e parecem dominar bem suas tarefas. 

    QUERELLON


    Meistre Querellon tinha preparado bem sua embarcação e sua tripulação para a viagem, então não houve problemas durante a jornada.

    Aproveitando o vento que soprava para o leste e as correntes maítimas corretas, eles passaram pela Costa do Sal no segundo dia, sem precisar fazer paradas de emergência. O terceiro e o quarto dias exigiram atenção para passar pelo Braço Quebrado de Dorne e pelos Degraus de Pedra, onde havia muitos piratas, mas quando avistaram a ilha de Estermont, sabiam que tinham vencido mais uma etapa. No quinto dia, eles desviaram para nordeste para evitar o Cabo da Fúria e a Baía dos Naufrágios, virando apenas para encontrar a grande ilha de Tarth. Como ainda não havia incidentes, no sexto dia eles puderam costear o resto do caminho, contornando o Gancho de Massey e adentrando a Baía do Água Negra por volta do meio-dia.

    Durante a viagem, Querellon passou os três primeiros dias entre a tripulação. Com exceção do álcool e do sexo, participava de todas as outras atividades de lazer, em especial as jogatinas e cantorias, tendo inclusive incentivado Sor Eyvon a participar de um campeonato de carteado organizado por ele. Por outras vezes, podia ser encontrado na cozinha, arriscando uma ou outra receita, com a orientação das cozinheiras.

    A tripulação do Sabre da Sapiência de modo geral apreciava a presença e o interesse do meistre, gerando companheirismo sem perder o respeito pelo capitão.

    Foi durante uma reunião com a navegadora Jeanne que recebeu, com insatisfação, mas não surpresa, a informação do Alef sobre os conflitos entre mercenários e membros da sua tripulação. Eram dois grupos de homens distintos e com pouca familiaridade, então atritos já eram esperados. Querellon determinou que toda a tripulação passasse o resto do dia sem comida, advertindo que na próxima discussão acalorada, passariam o resto da viagem sem água. As medidas eram aplicados a todos, inclusive aos membros da casa Dayne.

    Essa medida disciplinar não mereceu nenhum sorriso da tripulação, mas como até os membros da Casa Dayne foram sujeitados ao regime, não se ouviram reclamações de parcialidade. Os homens de ferro eram duros e tinham ensinado seus companheiros o mesmo modo de agir, então a condução do barco não foi afetada.

    ARN

    Sor Arn Solares circulava pelo navio com frequência, supervisionando o trabalho de seus contratados. Ordo Mendell o chamava de "patrão", enquanto os mercenários o tratavam por "chefe". Os demais eram bem respeitosos, dirigindo-se a ele como "sor" ou mesmo "lorde", este último um tanto exagerado. Os modos gentis e educados do cavaleiro agradavam seus contratados, mantendo todos felizes.

    Até o dia da primeira punição.

    -Voces são uma extensão de mim o que fazem recai sobre minha pessoa. O próximo que fizer algo com alguém de dentro terá que se ver comigo. Aqui temos todos os mesmo objetivos, vocês sangram por mim e eu por vocês. Eu os alimento, trato bem com respeito. Mas vocês brigam com conterrâneos e irmãos de armas? Que tipo de serviço é esse? As vidas aqui não são moedas e a honra e respeito valem mais do que qualquer ouro. E a mesma punição que dou hoje a vocês eu a terei também. - diz inflamado aos seus homens de armas cortando pela metade a ração deles.

    Axel e Lancel aceitaram a punição estoicamente, mas Arn pôde ver o desagrado nos rostos de Marek e Naygel, mas ninguém disse nada. O mau humor deles com metade da ração persistiu durante todo o resto da viagem.

    Remo Repyt sabia bastante sobre animais e seus cuidados, e gostava de falar sobre os cavalos quase tanto quanto gostava de cuidar deles. Arn sempre o encontrava nas cocheiras improvisadas num dos porões do barco, e ele recebia bem o cavaleiro, respondendo suas perguntas com prontidão e fazendo observações pertinentes. Além dos animais, não falava muito sobre qualquer outro assunto.

    O restante dos servos se portava exemplarmente e não criava aborrecimentos para Solares.

    EYVON

    Sor Eyvon do Torentine, quando não estava apartando brigas entre soldados e mercenários, circulava pelo navio, observando a tripulação trabalhar e vez por outra aprendendo alguma coisa nova. A diferença entre estibordo e bombordo, por exemplo, embora fosse difícil lembrar-se de tudo depois.

    Nos jogos de cartas, ele aprendeu bastante sobre os tripulantes e os tripulados, ouvindo muitas histórias das vidas e das terras de cada um. O mercenário apelidado de Áspide tinha algum método de trapacear nos jogos que Eyvon não conseguia descobrir, mas suas muitas vitórias logo o fizeram ser evitado pelos outros. O outro guerreiro de aluguel, o meereenês Marek, trapaceava de um jeito mais óbvio, olhando as cartas de seus oponentes, distraindo-os, trocando cartas, truques eficientes mas pouco originais. Sor Valio não jogava, pois dizia que não tinha dinheiro para perder em jogos.  

    CALLAHAN

    No início da viagem, Callahan trabalhou nas fechaduras das portas da cabine de honra que Lady Yessenya e suas acompanhantes ocupariam no barco, inserindo um segredo no trinco que impediria alguém de arrombar a porta ssem fazê-la em pedaços. 

    O próprio leito de Callahan ficava numa alcova anexa à câmara de Yessenya, permitindo-lhe vigiar cada movimento dela e de suas servas.

    Passadas as primeiras horas no mar, Callahan descobriu que não havia muito para ver além da paisagem costeira que passava à distância, sempre mutante e sempre distante. Checar seu belo cavalo no estábulo improvisado era um passatempo que lhe aprazia durante algumas horas, mas o contratado de Sor Arn, Remo Repyt, fazia um bom trabalho escovando, alimentando e mantendo o animal limpo tanto quanto era possível.

    Apesar de ser alvo dos olhares das servas, Callahan não sabia se era por sua beleza, por sua posição na casa ou por simples subserviência. Nenhuma delas o abordava de forma indelicada, e não trocavam mais do que algumas palavras com ele. Os tripulantes o tratavam com repseito, assim como os guardas também o faziam. Os mercenários o chamavam sempre de escudeiro, o que ele realmente era, mas o tom que usavam era um tanto pejorativo. Sor Valio Sand, por outro lado, era tão ou até mais respeitoso que Sor Arn, tratando-lhe de modo simples mas honesto.    


    PORTO REAL, NA CHEGADA À BAÍA DO ÁGUA NEGRA
    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 Portze10


    YESSENYA, QUERELLON, ARN, EYVON, CALLAHAN

    Por ocasião da chegada à capital, Yessenya já conhecia bastante suas novas acompanhantes e tinha lhes ensinado bastante sobre como se portar, então esperava que não fariam nada comprometedor tão cedo.

    Ao chegarem em Porto Real, Querellon não disfarçou o estresse ao ver o porto lotado. imediatamente solicitou que Alef, na companhia de outro marujo, fosse ao cais e conseguisse um lugar para atracarem, independente do preço.

    Enquanto Yessenya, Querellon e Arn discutiam sobre como aportar, e Sor Eyvon e Callahan aguardavam o momento de trabalhar, uma voz por trás do grupo, baixa e melodiosa, disse:

    - Não precisa se preocupar, meistre-capitão.

    Era Violet Poesy, a espiã que Sor Arn contratara. Ela explicou:

    - Sei tudo o que precisam saber. Uma vaga de navio aportado no cais normalmente custa um dragão de ouro por dia, mas durante o torneio estão pedindo cinco dragões por dia. Os serviços de descarregamento estão custando uma moeda de prata para cada carregador. Os cavaleiros que disputarão o torneio estão erguendo seus pavilhões numa área de acampamento a leste da cidade, perto da arena de liças e de uma feira de comerciantes, que fica à beira da estrada real e defronte com o Portão do Rei. Hoje é o último dia para os competidores fazerem suas inscrições no torneio. Hoje à noite, o rei oferecerá um banquete a todos os nobres e cavaleiros presentes no torneio. A cidade está lotada, com provavelmente o dobro de sua população normal. Lorde Tywin Lannister já chegou e está hospedado na Fortaleza Vermelha.

    Álef olhou para Violet com olhos arregalados e bastante desconfiado.

    - Como você pode saber tudo isso?

    Violet respondeu serenamente:

    - Meu trabalho é fornecer informações úteis, não explicar como as obtenho. Sugiro que ajam rapidamente.

    Era agora metade do dia, e a comitiva Dayne tinha poucas horas para aportar, montar acampamento, fazer a inscrição de seus competidores e preparar-se para comparecer ao banquete, caso desejassem.
    Van Bash
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Van Bash Seg Abr 18, 2022 1:55 pm

    ALTO ERMITÉRIO, ANTES DA PARTIDA  

    Remo foi um dos primeiros a ser contratado, Sor. Arn Alister sabe da importância de se ter um bom tratador de animais.  Bucefálo era bonito e bem treinado, mas o Sor. Sabia da importância de se ensinar alguns truques a mais para os equinos e sem perder tempo já incumbiu seu novo contratado a ensinar um truque novo.  



    -Remo cavalos inteligentes e ágeis sempre podem ajudar o cavaleiro a cavalgar melhor. Quero que você ensine ao Bucefálo a me dar equilíbrio quando for atingido. É um truque difícil e incomum, mas acho que é possível. Use a agilidade dele pra me ajudar a defender em uma justa. Depois que aprender esse truque quero que ensine a ele a ser independente que eu o controle em uma batalha. Sei que você vai se dar muito bem com ele – diz passando a mão no pescoço do animal e depois olha para o rapaz.  

    -O que você mais deseja rapaz? - fala em tom sereno e sério

    ===================================================================

    SABRE DA SAPIÊNCIA NA VIAGEM  

    Sor. Arn começa a perceber o que destoa de sua trupe é que está saindo mais caro para si. Tanto para moral como financeiramente. Em meio suas orações matinais e suas meditações (usa Astucia [logica] para avaliar os dois e tecer um perfil para cada um e como melhor proceder com os dois), percebe que tem que cortar o mal pela raiz antes que seja tarde demais para retomar, e a coisa mais difícil é controlar egos. Então pede para seu diligente mordomo chamar Marek e Naygel para seus aposentos ficando só com os dois.  

    Então quando os dois entram encara os dois sem dizer nenhuma palavra. Essa posição incomoda e constrangedora fica por tempo suficiente para os dois mercenários perceberem que seu chefe não estava contente com eles.  

    -Sabe eu tive meditando por todo esse tempo. E peço sempre ao Sete que me dê sabedoria e me ilumine para tentar entender quais motivos levam a vocês dois estarem descontentes. Meu pagamento é insuficiente? - pergunta sabendo que eles estão ganhando uma fortuna e ninguém mais pagaria tanto assim por dois mercenários. Então faz mais uma pausa prolongada esperando até que arrisquem responder.  

    Então prossegue independente se tem ou não respostas.  



    -Vocês discordam de algum julgamento ou a forma como os trato ou a alguém? - mais uma vez o silencio perturbador dava espaço para eles ficarem constrangidos.



    -Desaprovam o sete? - dessa vez olha fixo nos olhos de cada um (procura perceber o que eles estavam pensando)



    -Talvez me achem fraco e que não mereço o respeito de vocês? Se for esse o motivo eu sei muito bem como mostrar o contrário caso precisem testar a minha força e habilidades. Eu não consegui meu título de Sor de berço muito menos comprando ele. Já lutei em várias batalhas e sei muito bem o que é uma verdadeira luta. Sei que muitos valorosos guerreiros não seguem um líder fraco e que não esteja disposto a morrer por seus homens e seus ideais. Eu não sou esse tipo de homem, muito menos injusto. - Dessa vez a pausa não foi longa, mas apenas prepara o terreno para a próxima pergunta.  



    -Qual de vocês dois é o melhor combatente? - pergunta deixando claro qual seria a próxima ordem.  



    “Um bom guerreiro só é aceito por outro guerreiro. E se eles tiverem sido contratados pra me espionar ou me matar mostrarei que eles têm uma chance para seguir alguém que vale a pena a ser seguido. Ouro, gloria e honra é as coisas que eu posso oferecer”  




    Sor. Arn na noite que ocorreu a punição se junta no convés a Violet. Ele se certifica que não há ninguém por perto.  

    -Boa noite Violet. Como está sendo sua estadia? - pergunta entregando um bilhete para a moça e sorrindo. Mesmo dando uma missão a mais para ela realmente se importa com todos.




    ===============================================================

    PORTO REAL, NA CHEGADA À BAÍA DO ÁGUA NEGRA

    -Muito bem Violet. - Apesar de ser uma informação muito útil Violet compromete sua posição revelando suas funções reais e o cavaleiro Solares sabe que isso pode ser um perigo pra si e para própria Violet, e faz  

    Então retoma a palavra para sua senhora Yessenya



    -Senhora se me permite a palavra tenho uma sugestão para que consigamos executar seus planos sem que tenhamos muitos prejuízos. - diz de forma respeitosa –Afinal são no mínimo uns 10 a 12 dias só de torneio, mas temo que possamos prolongar ainda um pouco nossa estadia pra fechar contratos comerciais e vantajosos para vossa casa. - Finaliza de forma cortês  

    Sor. Arn aguarda lady Yessenya responder para prosseguir já que a primeira ordem dela foi que ela iria resolver só, mas com esse preço abusivo ele sentiu-se compelido a tentar ajudar, afinal 50 á 70 dragões de ouro era uma fortuna que os Daynes de Alto Ermitério não poderia se dar ao luxo de gastar sem fazer falta.  

    Após ter a resposta emenda outra pergunta

    -Enquanto descarregamos as bagagens, eu irei fazer a minha inscrição nas liças e na Justa. Minha intenção nas liças é formar um grupo apenas com os melhores do Alto Ermitério e queria solicitar Callahan para se juntar e para não ficar desprotegida deixarei meus homens responsável por sua segurança caso aceite que seu guarda pessoal participe nas liças. A ideia é fazer um time com cinco Eu, Sor. Eyvon, Sor Valio, Calahhan e (o melhor combatente entre os mercenários). Além desse pedido especial queria saber se a senhora irá participar dos arcos pois já faria sua inscrição liberando assim a senhora dessas burocracias chatas. - faz o pedido de forma educada  



    Após tratar sobre como iriam ficar e pagar as despesas procura seu amigo Sor. Eyvon

    -Então amigo chegou o dia de mostrar a todos os nobres daqui do que os Dorneses são feito – diz com um sorriso no rosto  

    -Estou indo com Sor. Valio fazer as inscrições você vem comigo? Deixei Mendell a cargo de coordenar o descarregamento e o início das montagens do nosso pavilhão. E você sabe que tem seus aposentos garantido se quiser ficar no meu pavilhão. - reforça seu convite novamente para ficar no pavilhão, agora seu tom era mais descontraído do que formal e cortês, já que estava falando com um amigo.  

    Após fazer as inscrições o proximo destino de Sor Arn seria o Alto Septão fazer todas as honras e rezas.
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por El Cabron Seg Abr 18, 2022 8:18 pm

    ~Ação~
    - Fala
    “Pensamento”
    ***



    ~A chegada à Porto Real foi aproximando-se de maneira vagarosa. O calor de Dorne foi dando lugar ao clima mais ameno e úmido, enquanto a brisa salina ia se despedindo conforme chegavam às docas.
    Sor Eyvon manteve-se apenas a observar os magnânimos navios, imaginando quais grandes lordes já teriam atracado suas embarcações, enquanto Querellon, Yessenya e Sor Arn decidiam os detalhes burocráticos para que, enfim, pudessem parar o barco no porto. ~


    - …

    ~ Percebeu, então, a aproximação de Sor Arn, que chegava de maneira bastante amistosa cumprimentando-o. ~

    - Sor Arn. - fez um leve aceno com a cabeça assim que o cavaleiro se aproximou. - Agradeço pelos convites. Irei acompanhá-los, claro. Pretendo também caminhar um pouco pelo lugar, conhecer o que tanto falam sobre Porto Real… - respondeu de maneira tranquila, indicando que estava em um bom dia, diferente de alguns dos quais tivera passado durante a viagem.

    ~ Assim, Sor Eyvon acompanharia os Sores Arn e Valio nas inscrições do torneio do Usurpador, para em seguida rumar pelas ruas e vielas de Porto Real, procurando conhecer tudo que fosse possível antes de voltar ao local onde ficariam instalados. ~

    Off: Sor Eyvon estará apenas com sua espada longa nesse momento de fazer as inscrições e andar por Porto Real. O seu martelo e escudo ficarão no navio/instalações da Casa Dayne.
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Xafic Zahi Ter Abr 19, 2022 4:08 pm

    Meistre Querellon.


    Querellon ficou surpreso com os detalhes revelados pela Violet. Durante alguns segundos, pensou por quais meios a mulher teve tido acesso as informações, cogitando o envio e recebimento de corvos durante a madrugada, quando todos repousavam. Mas quais corvos? Nenhum havia sumido dos seus aposentos. Depois, repreendeu a si mesmo por pensar tão além, concluindo que Violet conseguiu as informações ainda em Alto Ermitério, antes da partida.

    Dando por certo que ficariam no porto, restando apenas Lady Yessenya e Sor Arn acertarem os detalhes quanto ao pagamento, Querellon requisitou à navegadora, Jeanne, que manobrasse até o caís e que a tripulação preparasse o navio para aportar.

    Ao ouvir o pedido de Sor Arn dirigido à Lady Yessenya, Querellon fez a seguinte sugestão:

    - Milady, caso decida por aceitar o pedido do Sor Arn e liberar o jovem Callahan para participar do torneio, também coloco à sua disposição uma das Mulheres de Armas do Sabre da Sapiência, da minha confiança, para lhe acompanhar em terra firme - Querellon frisou o gênero feminino, recordando o quanto a garota havia ficado incomodada com Hank no início da viagem, e que podia se sentir mais a vontade com uma guarda mulher. No mais, esperava que Lady Yessenya percebesse a ênfase dada na palavra confiança. Ter a própria vida colocada na mão de mercenários enquanto a Casa Dayne passava por dificuldades financeiras, podia ser motivo de tirar o sono.

    Por fim, chamou Alef e deu ordens para que enquanto ficassem em Porto Real, oportunidades comerciais fossem aproveitadas, em especial o transporte de mercadorias para pontos que passariam durante a viagem de volta para Alto Ermitério. Referidas transações já eram feitas em Dorne, pois era a principal forma de sustento do Sabre da Sapiência e da tripulação, mas o meistre-capitão fez questão de tratar sobre o assunto na frente de Lady Yessenya, para haver o máximo de transparência.


    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 Images?q=tbn:ANd9GcRTaRIQ1SmwlTUnwSGfM_ewIIYkbqi4pyXUqA&usqp=CAU


    Somniatis
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Somniatis Qua Abr 20, 2022 11:27 am

    Somniatis escreveu:
         
             

             
    Informações

    • Mote: O Escudo das Areias, fiel a aqueles que sangram e que lutam para o bem

    • Itens Carregados: Todos meus pertences.

    • Vestimentas: Armadura de couro macio negro, sob vestes típicas Dornenses.


         
         
             

    Prioridades



    Por mais que os acontecimentos antes em Tombastela percorriam sua mente, pelas suposições que havia descoberto de sua possível Mãe e sua ligação com a casa dos Dayne, ele ficaria ali no Porto seguindo todos os outros de forma tranquila, mas atenta para quaisquer coisas que poderiam acontecer nas redondezas. Por mais que confiasse naqueles que estavam ali, sejam contratados, sejam pessoas que viviam nas terras dornenses que eram comandadas pelo pai de sua Lady. Ele próprio tinha suas preocupações…



    “Se eu for filho dela mesmo, porque Lord Edmund não diz? O que ele poderia ganhar com isso e bem.. Deixamos isso de lado.”



    De qualquer forma, sua mente vagava do momento que estavam ali aos ocorridos ainda na viagem, onde ficava mais tranquilo por que as jovens que Yessenya havia escolhido mantinham o respeito e trocado palavras, mesmo que poucas consigo. Afinal, querendo ou não era tímido e gostava de manter-se calado. Mas a forma pejorativa que os outros tripulantes o chamavam de “Escudeiro” o fazia pensar e lógico também ficar com raiva dos mesmos e tentava manter o decoro e a tranquilidade enquanto caminhavam pouco a pouco nas terras de Porto Real. Respirando lenta e pausadamente. Até que a ouviu as palavras daqueles que os acompanhavam, tirando-o de seu mundinho de pensamentos e o trazendo de fato para a realidade.



    — Eu… Agradeço a proposta…— Ele tinha o desejo de participar do torneio, sim. E por isso a voz tímida do Guerreiro e Guarda Pessoal de Lady Yessenya se elevava. — Mas tenho de recusar. Eu posso ser o homem que protege a milady aqui presente. Mas mesmo que ela me libere, eu não quero participar de tal torneio, para manter em segurança aquilo que me é mais importante.— Disse tais palavras em alto e bom som, deixando naquele momento a timidez até mesmo de lado, ele tinha uma fidelidade para com aquela mulher, não era apenas seu Guarda Pessoal. Também era seu companheiro, nos momentos mais problemáticos e amigo antes de tudo. Era nítido para todos ali que o jovem Sand estava totalmente inerte perante a situação e decidido a ficar ao lado de Yessenya mesmo contra os seus desejos como qualquer guerreiro poderia sonhar. Ele tinha sua prioridades e a mesma antes de seus desejos eram e sempre seriam mais importantes. — Não que não acredito que seus homens, Sor Arn, assim como a Dama de Guarda que o senhor Querellon disponibilizam para fazer a Guarda de milady Yessenya sejam capazes. Essa é uma decisão minha, eu não vou participar e protegerei minha senhora a todo momento que estivermos nessas terras.





    Ele a conhecia, sabia que a mesma queria o seu bem e quem sabe reconhecia seus talentos como guerreiro que era para trazer um pouco de Glória para a casa. Mas, bem. Era óbvio que ele não arredaria o pé daquela decisão, não facilmente …



             

         
     
    Van Bash
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Van Bash Qua Abr 20, 2022 12:21 pm

    POST RESPOSTA  

    Sor. Arn abre um meio sorriso e era nítido seu orgulho, mas agora era a hora do garoto começar a enxergar além. Para ele se tornar um dos melhores protetores ele teria que pensar de forma estratégica. Então tentando mostrar do que realmente se tratava as liças.

    -Lutando conosco nas liças você estará protegendo ainda mais a sua senhora. Callahan se a espada da manhã fosse vivo, você venceria um combate contra ele? Aposto que ninguém nesse reino em um embate de um contra um sairia vivo contra Sor. Arthur Dayne o melhor espadachim que vi lutar, no qual tive a honra de ser seu escudeiro e aluno.  E uma coisa que aprendi é que muitas lutas são vencidas sem ao menos ter um combate. Você mostrar para todos que é um excelente combatente é um aviso é uma forma ostensiva de dizer a todos o destino que terão caso tentem fazer algo contra nossa senhora. Vão pensar duas vezes ou até mais em entrar em um embate com o escudo da areia. - diz em um tom categórico como se fosse uma lição de um pai pra filho.  



    -Lembra da minha primeira lição? - diz se aproximando de Sand e praticamente parafraseando Arthur Dayne quando chegou para ser seu escudeiro – Primeiro use sempre isso... – aponta para a cabeça - ...isso aqui – aponta para Aurora – ...apenas em último caso, mas quando for usar tenha sempre um propósito e clareza que irá vencer, e essa certeza só temos quando analisamos todos os fatores envolvidos. - faz uma pequena pausa lembrando que essa foi uma das principais lições e que Arn usa em todos os aspectos de sua vida.  

    -Vamos mostrar a todos a nossa força, nossa unidade e fazer todos repensarem se vão nos querer como inimigos. E outra, ninguém seria doido o suficiente para atacar a Senhora Yessenya nas arquibancadas. Os Daynes de Alto Hermitério não têm inimigos declarados aqui, não estamos em guerra e o pior canto para tentar atacar uma lady seria nas arquibancadas. Não vamos lutar pelo prêmio como a maioria. Temos um proposito aqui e as liças fazem parte da mensagem que queremos passar a toda Westeros. Você sabe quando teremos essa oportunidade novamente? As coisas não são simplórias e tudo que fazemos aqui as principais casas estão vendo. - Sor Arn faz questão que seu aluno lutasse ao seu lado nas liças e conhecendo seu aluno sabia que ainda mostrando todos os fatos ele poderia ainda assim recusar espera a Lady se pronunciar.  

    -Então minha lady a decisão é sua. Sua palavra é a final – sabia que se ela ordenasse que ele participasse, Callahan não desacataria uma ordem de sua protegida além de saber que ela tinha inteligência suficiente para ter a ciência que o melhor para a casa dela é que todas as glorias recaíssem sobre cavaleiros e guerreiros jurados para sua casa, não nas mãos de mercenários. Isso traria uma mensagem clara para todos.
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Samantaluc Qua Abr 20, 2022 6:01 pm





    Yessenya Dayne - Capitulo I.c


    ALTO ERMITÉRIO

    As escutava com tranquilidade, gostava de manter seu tom normal, algo como se fosse lido com certa passividade, apesar de que não gostava quando a tomavam por tola devido a sua personalidade aparente.

    — Se quiserem tomar essa história, acredito então ser melhor serem filhas de nobres pouco importantes… Em meus dias nos Jardins, nunca vi um estrangeiro sequer ter calças o suficiente para respeitar bastardos, sejam outros ou deles próprios.

    Comentava aquilo com um certo asco ao falar dos estrangeiros. Era um defeito de personalidade? Sim, mas via aquilo como prevenção.

    — Irei apontá-los sim. Mas caso alguém chame o interesse de vocês, podem me avisar tranquilamente. Existem os honrados e os que viram pó de areia assim que põe um bebê na barriga, estes últimos são os que devem evitar, ao menos, gerarem crianças. Sem ofensas.


    O MOMENTO DA FOFOCA DURANTE A VIAGEM

    Escutava as quatro falarem com certa atenção aos detalhes. Era isso que gostava em ter uma certa relação com servos: eles eram os melhores abutres para saber de certos assuntos e isso já a deixava bem mais atenta a quem devia ou não notar com melhor facilidade.

    Ambos os lados de sua face ficavam levemente corados com os comentários de Numa, mas ainda assim ria com o que ela dizia. Era óbvio que uma das quatro iria se ater mais aos machos da tripulação.

    — Pelo visto os mais problemáticos estão sendo os mercenários realmente… - fazia uma cara pensativa. Possivelmente viria a ser um assunto a ser tratado depois de alguns dias, mas precisava averiguar mais. — Só tomem cuidado com eles então, caso se separem de mim em algum momento futuro.

    MOMENTO ATUAL

    — 5 DRAGÕES DE OURO POR DIA?! MAS QUE ME…

    Assim que “reparava” que haviam outras pessoas a mais perto, dava uma leve tossida com a mão na frente dos lábios, tentando recobrar a sua compostura. Respirava fundo, escutando o que lhe era dito então.

    — Muito bem… Acredito então que possam ser pagos de forma a se dividir… Devem ver os custos também para a participação nas competições e… - mesmo querendo participar, sabia um pouco de decoro. — Não tenho certeza que irão aceitar a participação de uma mulher em uma competição desse… Lugar.

    Escolhia muito bem as palavras para não proferir mais bobagens em relação a estarem em Porto Real, quase arfando durante suas pausas na fala. Sabia que se ela tinha preconceito com estrangeiros, os estrangeiros tinham preconceito com outras coisas.

    E lá estava presenciando mais uma “discussão” entre homens em menos de um mês. Logo começaria a apostar mentalmente quando seria a próxima, além do motivo se bem que… Seria um bom entretenimento a se ter com as suas damas.

    Os olhares passavam de Sor Arn para Querellon, para Callahan então para Sor Arn e, por fim, novamente para Callahan. Querendo ou não, era um bom modo de massagear o seu próprio ego.

    — Acredito que essas liças sejam de certo modo perigosas e não confio muito na hombridade e honra de certos… Indivíduos. Desse modo, é um provável risco para Callahan e ele decide se quer ou não brincar de bater espadas, lanças ou seja o que for com outros homens. - então, os olhos púrpuros iam em direção para Sor Arn. — Se o quer tanto em seu grupo, o convença com veemencia, Sor Arn. Já o aviso logo que é mais fácil pegar um peixe com as próprias mãos.




    VESTES NOBRE x4 MOCHILA x1 SACHÊ x1 PERFUME x1 ALFORJES x1 CINTO/BOLSA x1 CORCEL DE AREIA x1 PAVILHÃO x1
    ODRE x4 ÓLEO x4 LAMPIÃO x1 PEDERNEIRA x5 CORDA x3 ESTACAS DE FERRO x6
    FACA x2 BESTA LEVE x1 MUNIÇÃO x3 (conjunto) ARMADURA ACOLCHOADA x1
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Alexyus Dom Abr 24, 2022 2:37 pm

    ALTO ERMITÉRIO, ANTES DA PARTIDA


    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 EoFx1JfUUAAIwfZ

    ARN

    Remo cavalos inteligentes e ágeis sempre podem ajudar o cavaleiro a cavalgar melhor. Quero que você ensine ao Bucefálo a me dar equilíbrio quando for atingido. É um truque difícil e incomum, mas acho que é possível. Use a agilidade dele pra me ajudar a defender em uma justa. Depois que aprender esse truque quero que ensine a ele a ser independente que eu o controle em uma batalha. Sei que você vai se dar muito bem com ele – diz passando a mão no pescoço do animal e depois olha para o rapaz.

    Remo era um rapaz tímido, mas sabia bastante sobre animais:


    - É mesmo um truque difícil, sôr, mas é possível, sim. Mas isso exigiria uma semana de treinamento pelo menos, talvez duas, e não será possível treinar a bordo do barco. Posso tentar treinar lá na capital, mas vai deixar o animal um pouco cansado. Pode atrapalhar suas justas ou não. O truque de batalha é mais complicado ainda, mas com um tempo apropriado, dá pra fazer, sim...

    -O que você mais deseja rapaz? - fala em tom sereno e sério

    Remo pareceu intimidado pela pergunta:


    - E-eu, sôr? O que eu desejo? O que quer dizer isso?

    YESSENYA

    — Irei apontá-los sim. Mas caso alguém chame o interesse de vocês, podem me avisar tranquilamente. Existem os honrados e os que viram pó de areia assim que põe um bebê na barriga, estes últimos são os que devem evitar, ao menos, gerarem crianças. Sem ofensas.

    Todas as servas promovidas a falsas damas de companhia respeitavam a lady Dayne e concordaram em informá-la de tudo que lhes acontecesse  durante a viagem.


    SABRE DA SAPIÊNCIA, NA VIAGEM

    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 Fzria10

    ARN

    Solares convocou os dois mercenários, Marek e Naygel, aos seus aposentos. Os dois vieram, entrando com seu passo confiante mas olhos desconfiados para o ambiente.

    -Sabe eu tive meditando por todo esse tempo. E peço sempre ao Sete que me dê sabedoria e me ilumine para tentar entender quais motivos levam a vocês dois estarem descontentes. Meu pagamento é insuficiente?

    Marek disse tranquilamente, um pouco zombeteiro:

    - O pagamento é o combinado. O que foi insuficiente foi a comida de hoje...

    -Vocês discordam de algum julgamento ou a forma como os trato ou a alguém?

    Novamente, foi Marek quem falou:

    - Pode tratar seus escravos como quiser, não faz diferença para mim. Mas se me deixar sem comida, não estarei forte o bastante para lutar pelo senhor quando for necessário.

    -Desaprovam o sete?

    Marek de Meereen mais uma vez respondeu:

    - Respeito todos os deuses igualmente, até gosto do seu Guerreiro, mas os outros me são indiferentes.

    O Áspide apenas deu de ombros.

    -Talvez me achem fraco e que não mereço o respeito de vocês? Se for esse o motivo eu sei muito bem como mostrar o contrário caso precisem testar a minha força e habilidades. Eu não consegui meu título de Sor de berço muito menos comprando ele. Já lutei em várias batalhas e sei muito bem o que é uma verdadeira luta. Sei que muitos valorosos guerreiros não seguem um líder fraco e que não esteja disposto a morrer por seus homens e seus ideais. Eu não sou esse tipo de homem, muito menos injusto.

    - Mercenários seguem o ouro, sôr, não importa quem seja seu dono...

    -Qual de vocês dois é o melhor combatente?

    Dessa vez foi Marek que deu de ombros com incerteza, mas Naygel respondeu prontamente:


    - Eu sou.

    *****

    Quando Sor Arn entregou o bilhete a Violet, ela o pegou, e como não havia ninguém à vista para presenciar qualquer encenação, ela apenas assentiu com a cabeça, sem dizer mais nada.

    YESSENYA

    — Pelo visto os mais problemáticos estão sendo os mercenários realmente… - fazia uma cara pensativa. Possivelmente viria a ser um assunto a ser tratado depois de alguns dias, mas precisava averiguar mais. — Só tomem cuidado com eles então, caso se separem de mim em algum momento futuro.

    O aviso de Yessenya foi acatado com prontidão pelas suas novas damas, mas elas passavam bastante tempo ao redor dela, recebendo tanto treinamento que era raro que tivessem qualquer momento livre para interagir com os demais tripulantes. Mas os poderes de observação de algumas delas eram bastante desenvolvidos, como convinha a criadas eficientes.


    PORTO REAL, NA BAÍA DO ÁGUA NEGRA

    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 736699553
    Enquanto Yessenya, Querellon, Arn, Eyvon e Callahan debatiam, um dos marujos do meistre deu um aviso:

    -  Navio vindo em nossa direção! Uma galé de guerra! Estibordo, quatro horas! Tem uma bandeira amarela com um veado coroado negro! O nome no casco é Portorealense!

    Entre Meistre Querellon e Sor Arn, Violet Poesy disse:

    - As autoridades do porto. Vão perguntar seus propósitos, talvez revistar o navio, e recolher as taxas do rei.

    De fato, poucos minutos depois, dois soldados com mantos dourados escoltaram um homem menor e mais magro, que segurava alguns livros e se apresentou rapidamente:


    Spoiler:


    - Bem-vindos a Porto Real, sou Vincent Blackstone, intendente do porto de Vossa Majestade. Quem são vocês? Quais seus propósitos em Porto Real?

    Depois de ouvir as respostas e receber o pagamento do primeiro dia do navio aportado, cinco dragões de ouro, Vincent deu ao capitão um papel selado com o contrato para usar os serviços do porto e indicou uma doca para que Querellon levasse o Sabre da Sapiência.

    Spoiler:


    O cais estava fervilhando com mais gente que qualquer um dos tripulanttes já vira na vida. Havia navios grandes e médios, de nobres e mercadores, decarregando grandes quantidades de carga sob os ombros dos estivadores do cais. Parte do piso era de pedra, apropriado para tantas cargas, mas mais adiante o solo era composto de cascalho batido, e nos limites da vista parecia tornar-se mais lamacento.

    Assim que aportaram, Sor Arn, Sor Eyvon e Sor Valio Sand desembarcaram rapidamente, para procurar o local do torneio, deixando que os demais cuidassem de descarregar o Sabre da Sapiência.

    YESSSENYA, QUERELLON & CALLAHAN

    Conforme a espiã de Sor Arn informara, cada carregador do porto cobrava umma moeda de prata, e vários deles se reuniram ao redor do navio assim que a prancha desceu sobre o cais. Todos pareciam homens igualmente rústicos, acostumados a trabalho braçal, e ansiosos para oferecer seus serviços. Também havia carroças para alugar, ao custo de dez moedas de prata cada, a fim de transportar as bagagens para onde os donos quisessem ir.

    As bagagens de Lady Yessenya eram fáceis de descarregar, e a tripulação podia manter seus pertences a bordo já que não se esperaria que dormissem fora do navio. Porém, as montarias dos cavaleiros, os pavilhões e outras cargas mais volumosas eram de complexa movimentação e exigiriam realmente mão de obra especializada.

    O meistre-capitão e a lady Dayne podiam decidir quantos carregadores iriam contratar, mas a impressão era que quanto mais contratassem, mais rápido o serviço seria feito.

    OFF: Podem fazer os arranjos que quiserem para se estabelecer em terra ou permanecer alojados no barco.

    ARN & EYVON

    Os três cavaleiros desceram andando para o cais e tentaram ultrapassar a multidão que trafegava pelas docas em todas as direções.

    Havia alguns soldados da patrulha da cidade, usando mantos dourados, que respondiam (muito a contragosto) às perguntas dos forasteiros. Por meio deles, Sor Valio Sand descobriu algumas informações úteis e contou a Arn e Eyvon:

    - Estamos aqui no Portão do Rio, um dos sete grandes portões das muralhas que cercam Porto Real. O povo da cidade o chama de Portão da Lama, e já posso ver o porquê. Estamos no centro da muralha sudeste, e se passarmos por ele chegaremos à Praça do Peixeiro. De lá, temos que seguir pela Rua do Rio até sair de novo no Portão do Rei, que dá acesso aos terrenos dos torneios.

    Portão do Rio:

    O cheiro pungente no cais de peixes e outros pescados misturava-se a outras cargas e ao estrume de cavalo, suor humano e do próprio rio que deseguava ali. Mas na Praça do Peixeiro, os frutos do mar dominavam terrivelmente o ar, e as centenas de pessoas passando por ali não ajudavam a melhorar. Foi com alguma dificuldade que os três cavaleiros acharam o caminho da Rua do Rio, uma via larga e calçada com pedras, mas tão apinhada de gente que o fluxo da movimentação quase conduzia os três mesmo sem esforço. A cidade Porto Real era tudo o que uma capital dos Sete Reinos deveria ser: grande, lotada, fedida e movimentada.

    Com pouco menos de uma hora, eles chegaram ao imponente Portão do Rei e saíram do interior das altas muralhas para uma imensa área verde, colorida com um mar de pavilhões e bandeiras coloridas dominando um amplo terreno mais ou menos dividido em trilhas entre os acampamentos. Nas margens da estrada principal e suas adjacências erguera-se uma feira com várias dezenas de barracas de mercadores e comerciantes que ofereciam uma miríade de produtos, desde comida até equipamentos para o torneio, além de roupas e artigos comemorativos da ocasião do torneio.

    Portão do Rei:

    A via principal terminava no campo de justas, um complexo com arquibancada, pistas de cavalos, campos de arquearia, cercados com liça, uma das maiores arenas concebidas para o esporte favorito dos Sete Reinos. Ali, um trio de intendentes sentado a uma comprida mesa de madeira atendia uma fila de cavaleiros que queriam fazer sua inscrição no torneio. A inscrição para os cavaleiros era gratuita, pela graça do Rei Robert, e houve poucas perguntas sobre o status genuíno dos três cavaleiros. Eles também foram informados que as inscrições para as competições de arquearia e corpo-a-corpo estariam abertas até o penúltimo dia do torneio, mas o dia presente era a última data disponível para os cavaleiros se alistarem nas justas.

    Quando os três cavaleiros terminaram sua inscrição para as justas, o ocaso da tarde já coloria o céu com um laranja avermelhado intenso, anunciando a noite vindoura, e vários servos já acendiam grandes tochas para iluminar os caminhos entre os acampamentos. A área para os pavilhões tinha sido loteada de modo a reunir cavaleiros de mesmo reino juntos, mas havia poucos cavaleiros de Dorne, de modo que esses raros dividiam espaço com os cavaleiros andantes sem origem definida.

    OFF: Podem decidir o que farão após a inscrição.   
    Van Bash
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Van Bash Seg Abr 25, 2022 3:49 pm

    ALTO ERMITÉRIO, ANTES DA PARTIDA

    Sor Arn sabe que ainda iria levar um tempo até conseguir agariar todos os recursos e contratar mercenários ali. E complementa.

    -Comece hoje já, eu o ajudarei e até partimos tentaremos ter ensinado algum truque para para ele. - fala dando uns tapinhas carinhosos em Bucefálo  



    Então já voltando toda a atenção para o garoto comenta.  



    -Quer dizer que não acredito em acasos, e agora você está aqui por um proposito garoto. Quando olhamos para os sinais que Sete nos dá podemos realizar todos nossos desejos. - então coloca uma mão em seu ombro – Eu te prometo que você for fiel será muito recompensado – diz com o duplo sentido, como se dissesse ao garoto que Arn irá recompensa-lo tanto quanto o Sete se ele o seguir fielmente.  



    SABRE DA SAPIÊNCIA, NA VIAGEM



    O cavaleiro ungido começa a perceber um perfil nos mercenários.  

    “Naygel é perigoso. Quem pouco fala faz!”



    O paladino do Sete apenas abre um sorriso cínico quando Marek diz que sete são vários, muitos cometem esse equívoco, quando na verdade o cavaleiro sabe que todos são um único Deus e essas são suas emanações.  



    -Então, acho que vocês estão entendendo errado das minhas necessidades. - faz uma pausa – Eu não preciso de proteção. Se o que você segue é apenas o ouro, quero saber quanto custa uma vida?  - mais uma pausa um pouco mais prolongada e estratégica  



    -Melhor, quanto vocês acham que vale a vida de vocês? - diz já elucidando onde quer chegar

    Sor. Arn iria falar a língua que eles sabiam falar, estava decidido independente da resposta. Como bom estrategista estava medindo ali eles e a capacidade de cada um, observa cicatrizes e que armas eles usam. Essa também era uma oportunidade para revelar a todos a gloria de seu Deus.  

    -Pois amanhã iremos ver a quem sete vai agraciar eu desafio vocês dois para um duelo até a morte, se são tão superiores assim irão me vencer facilmente e se ganharem podem ficar com todos meus pertences que não é pouco. Se eu vencer vocês prestarão conta com Sete e terei provado que aqui ninguém é superior a ninguém a não ser que o Sete assim deseje  – diz sem medo e com uma confiança inabalável.  



    A real intenção de Arn é provar que é um homem santo para todos e que vale a pena a ser seguido. E que ouro nenhum compra isso e nem a vida.  

    Após dispensar os dois pede uma conferência com o Meistre para explicar a situação.  



    -Meistre Querellon, gostaria de comunicar que acabei de desafiar os dois mercenários insubordinados. E você pode mediar e ser o juiz do embate. Não quero mais criar nenhum mal estar perante os outros e o mau deve ser cortado pela raiz antes que ele cresça. Não se preocupe comigo não serão esses dois que irão me levar para o Sete, ainda tenho muito a fazer aqui – sorri serenamente, sabia que pelo treinamento que teve era mais fácil os dois serem derrotados afinal ele tinha certezas de suas capacidades marciais e boa parte aprendeu com o melhor guerreiro de Westeros, o espada da manhã.  



    Depois Procura um canto no barco que seria feito o duelo, inspeciona e quando os ventos ficam fortes tenta ver como fica o balanço e por quanto tempo dura o “balanço do mar”. (A ideia é quando vir uma rajada de ventos dê um redutor de 1D em lutas)  

    Após fazer a inspeção de onde seria a batalha vai até Lady Yessenya.  

    -Minha senhora.  - fala respeitosamente pedindo a permissão para falar  

    -Amanhã eu irei duelar com os homens que estão trazendo a desordem para a tripulação e causando um péssimo ambiente para todos. Não posso permitir que essa desordem afete nossos objetivos e pretendo resolver o incidente o mais rápido possível. - fala com tanta convicção de quem tem a verdade e sabe o que está fazendo. Afinal ele já “conquistou” muito respeito através da força e esse seria mais uma vez que conseguiria isso ou pelo menos iria morrer tentando.  

    ================================================================
    DIA SEGUINTE

    Durante toda a manhã Sor. Arn estava em orações no convés, então fica em silêncio repassando toda a estratégia que usaria para vencer de forma fácil e mais rápido possível para potencializar ainda o seu “milagre”.  

    Espera que todos estejam reunidos no convés para se preparar.  

    “O manejo da distância e a eficiência do controle dessa distância são fundamentais para a vitória. Principalmente quando se combate contra vários inimigos”  

    O conselho de Arthur Dayne parecia ser uma memória recente, e se mostrava muito útil. O Espada da Manhã sempre o atacava com mais dois homens como forma de treinar a verdade de um combate real onde quase sempre se enfrenta mais de um inimigo ao mesmo tempo.  

    Sor Arn estava sentado em um banquinho com o pé em seu capacete e já vestido com a armadura que Sor Valio o ajudara a colocar. Atrás de si está Sor Valio segurando sua lança, a Facho Solar, que tinha sua ponta uma liga metálica amarelada e bem talhada parecendo um verdadeiro facho de luz. Ela tinha alguns ornamentos do Guerreiro e do Ferreiro mostrando que essa era uma ferramenta divina também, próximo de sua ponta havia um contra peso em formato de sol vermelho que distraia o inimigo e revela que o dono dela era pertencente da casa Solares e de lá que saia a luz que aniquilaria seus inimigos.  

    Então aguarda o Meistre se pronunciar sobre o duelo e que ele seria o juiz regente já que era o capitão do navio.  

    Após o Meistre acabar as cerimonias ele enfaixa bem suas mãos coloca a luva fica de costas para seus inimigos e se ajoelha em um sinal de oração. Ficaria assim até que os ventos começassem a soprar e a balançar o navio, então se levanta pega o capacete com determinação segura seu escudo com ajuda de Sor. Valio e pega a Facho Solar. O seu olhar se transforma ficando em sua posição defensiva apenas com as frestas de seus olhos pra fora da proteção de seu escudo e a ponta de sua lança por cima de sua cabeça escondendo qual a distância real que conseguiria atingir seus inimigos. Então o duelo iria começar


    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 Posizz10


    OFF: (Aqui Sor Arn se posicionara 1 metro a mais que a distância de sua lança, deixando os dois no alcance se andarem um metro pra frente. Assim se eles continuassem seus movimentos teria direito a um ataque livre em cada acertando até defesa de combate 21 mesmo com o redutor de 1D, isso mesmo se tiver perdido a iniciativa. Caso eu tenha ganho Uso a manobra Contra Ataque e ganho 1 de fadiga para dar mais um ataque em quem ainda esteja em pé)



    ====================================================================
    PORTO REAL, NA BAÍA DO ÁGUA NEGRA

    Após ter controlado seus homens o restante da viajem transcorreu bem.  E agora esperava que esses assuntos de insubordinação tenham ficado pra trás. O navio “cobrador” estava logo ali e já viria recolher as taxas. Sor. Arn deixaria sua Senhora tratar com o oficial. Após ver que ela o tratava com um certo desdém e não dava a mínima importância para a missão que seu pai deixou incumbido.  

    “Uma pena ela achar isso”

    Apenas acena com sua cabeça mostrando respeito pela decisão dela, mas fica claro que ficou desapontado e não voltaria a tocar novamente no assunto.  

    “Ela não quer conselheiros e sim súditos”  

    Sor. Arn percebe que ela era mais mimada que seu irmão e não iria novamente oferecer sua opinião se não fosse requisitada. Inclusive aceitou a decisão dela de bancar metade dos custos, quando seu plano era, juntos não terem custos algum com a estadia. Mas se manteve polido, porém desgostoso. E esse incidente o fez pedir licença e se retirar com Sor. Valio e Sor Eyvon fazer as inscrições.  



    Com sua cabeça concentrada em seus objetivos montar em Bucéfalo o ajuda a assimilar o desdém que sua lady tem para si, por mais que ele dê tudo de si para ajudar não era suficiente.  

    -Então Sor Eyvon, após as inscrições irei comprar as lanças para o torneio você virá comigo? - fala sabendo que seu amigo não tinha tanta experiência em justas e poderia deixar de última hora a compra dessas armas ou pior ficar com as piores e de péssima qualidade.  

    Além de que iria começar a colocar seu plano de investimento em pratica e sair com uma pequena fortuna do torneio mesmo se não fosse vencedor.  

    Então faz sua inscrição (só coloca o nome de Calahan nas liças se ele decidiu por ir, se não complementa com Naygel)

    Depois das visitas nos armeiros por fim Sor. Arn mandaria Sor Valio ao acampamento e sondar quais as casas Dorneses estão participando do torneio e avisar a todos que iria passar essa noite de vigília no Grande Septo de Baelor. Aparecendo apenas para o desjejum.
    Xafic Zahi
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Xafic Zahi Seg Abr 25, 2022 4:47 pm

    Meistre Querellon.


    SABRE DA SAPIÊNCIA, NA VIAGEM. CONVERSA COM SOR ARN.

    Dentro da cabine do capitão, Querellon se mostrou solicito ao pedido do Sor. Arn para uma reunião e o recebeu com frutas e vinhos sobre a mesa. Ao ouvir o que o cavaleiro pretendia, permaneceu em silêncio por algum tempo até que, com a voz tranquila, mas assertiva, respondeu:

    - Duelos são proibidos neste navio, Sor. Arn. Creio que deverá resolver o impasse com seus contratados em terra firme.

    Querellon tinha inúmeras razões para vetar a luta, desde convicções pessoais até motivos racionais.

    Depois que a reunião com Sor. Arn terminou, o meistre-capitão requisitou a presença de seu imediato, Alef, e informou que caso uma tentativa de duelo ocorre no dia seguinte, ambos os participantes deviam ser levados às celas no porão do navio.

    PORTO REAL

    Querellon ficou satisfeito quando chegaram na doca e entregou o papel selado com o contrato para Alef, garantindo que o documento ficasse seguro.

    - Milady - dirigiu-se à Yessenya - Considerando o interesse em procurar possíveis investidores para as minas, minha sugestão é que tomemos alguma estalagem como estadia. Ao contrário de um acampamento ou até mesmo do navio, uma estalagem fornecerá o conforto necessário para receber e tratar com possíveis comerciantes interessados.

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    El Cabron
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por El Cabron Seg Abr 25, 2022 6:49 pm

    ~Ação~
    - Fala
    “Pensamento”
    ***

    ~ Assim que o barco aportou no cais, Eyvon tratou de organizar sua descida do mesmo. Não era um homem do mar. Aliás, estava bem distante disso. Podia contar em uma das mãos o número de viagens em mar aberto, e ainda lhe sobrariam dedos. Era nítida a grande movimentação do local. Procurava observar tudo e todos que estavam por ali: desde os típicos vagabundos até aqueles que traziam consigo algum “ar” nobre. Ainda assim, não perderia tempo ali. Sentia falta de terra firme e tratou de caminhar, juntamente com Sor Arn e Sor Valio, para o local de inscrições do torneio. ~

    ***

    “Esse lugar fede”

    ~ Cada caminho, viela, rua, beco ou o que fosse, trazia a Sor Eyvon uma fustigante náusea e sensação de aprisionamento. Aquilo lhe incomodava. Ainda que estivesse em um local aberto, sentia como se uma caixa o prendesse com outras centenas de pessoas. E parecia ser um trajeto sem fim aquela caminhada até o acampamento do torneio. Eyvon, por fim, esperando que de alguma forma aquilo o ajudasse a ocupar a cabeça, toca o ombro de Sor Arn, falando-lhe em alto e bom som, já que estavam em meio à multidão. ~

    - Seu antigo escudeiro não veio, Sor Arn? Ah, não me diga que ele preferiu ser a Dama de Companhia de Lady Yessenya?!? HAHAHA - falou com certo deboche, antes de concluir. - É como diz aquele ditado que corre entre cavaleiros; ou você nasce cavaleiro ou você serve um cavaleiro.

    ***

    ~ Após as respectivas inscrições, Sor Eyvon ainda observou por um tempo o acampamento, enquanto a noite aproximava-se vagarosamente. Ao ter sua atenção chamada por Sor Arn, voltou-se ao cavaleiro. ~

    - Não, Sor Arn. Aceitei sua sugestão e fiz minha inscrição apenas para as liças. Poderá representar a Casa Dayne nas justas tranquilamente. - Fez uma breve pausa antes de abrir um sorriso de canto de boca. - Além disso, quero conhecer mais da Capital…

    ~ E assim Sor Eyvon iria, sem um objetivo definido, desbravar o que estivesse ao seu alcance em Porto Real; mercados, lojas de ferreiros e estalagens, além do desejo de conhecer também as bebidas e moças da Capital.
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Somniatis Qua Abr 27, 2022 2:19 pm


         
             

             
    Informações

    • Mote: O Escudo das Areias, fiel a aqueles que sangram e que lutam para o bem

    • Itens Carregados: Todos meus pertences.

    • Vestimentas: Armadura de couro macio negro, sob vestes típicas Dornenses.


         
         
             

    Em alto mar…



    Mesmo sabendo que mal existia espaço em alto-mar. Digamos, para caminhar, fugir ou até mesmo digamos de passagem, lutar no barco. Era óbvio que a informação de alguém que se mantém atento as informações para iria chegar sobre o dito duelo de Sor Arn e algum mercenário. Lógico que torceria para seu primeiro treinador das espadas. Mas, no fundo ele esperava que aquilo não acontecesse no navio.



    “Me pergunto o que possa ter movido ao acontecimento desse duelo. Tenho de descobrir onde e quando irá acontecer, primeiro para evitar problemas e estar preparado para manter Yessenya em segurança, mesmo confiando na lança de Sor Arn…”



    E quando ainda estavam no barco, usou mesmo com sua timidez, buscar ouvir e quem sabe conversar com alguns ali para saber o que motivou o duelo e o que seria acertado devido a tudo. Onde ocorreria, onde poderia ser um local afastado para manter sua protegida, caso acontecesse no navio. E de qualquer forma, bem… Se fosse acontecer em terra e torcia para que assim fosse, esperava que não tivesse problemas, para que não precisasse livrar a mesma de algum perigo advindo daquele duelo.



    Conversa em terra sobre a participação do torneio.


    — Obrigado pelo elogio, milady. Mas para mim, não acho que é tão difícil para mim pegar um peixe com as próprias mãos….— Disse, claramente em um tom de brincadeira ali na conversa de com Yessenya e Sor Arn, durante o convite. Mas de qualquer forma, logo caminhou para próximo a senhora Dayne que ali se encontrava e ficou ao seu lado. — Não que eu tema a morte, apenas não quero dar margens a possibilidades para que algum mal acontessa com você, Lady Yessenya. E é por isso Sor Arn, que eu não irei participar das Liças, espero que não tente insistir. Pois, o senhor é um homem de palavra, segue os sete e tenho certeza que entende o poder da mesma. Eu tenho um juramento, que é manter nossa Lady em total segurança. E peço que respeite minha decisão. .— E torcia para que suas palavras fossem o suficiente para acabar com aquele assunto, de forma que logo voltou a sua rotina, ajudando Yessenya, com o que precisava e até mesmo ajudaria no carregamento das coisas que ela e ele precisariam para as carroças. Conhecia a jovem que o acompanhava, sabia que ela não iria se alojar no barco, então teriam que encontrar um bom local para que não ficassem longe da região do torneio, nem de onde poderiam ser os negócios. — Desculpem me intrometer, milady Yessenya, Meistre Querellon… Mas também não poderíamos ficar muito longe da área do torneio. A meu ver, as melhores estalagens poderiam ser aqui no porto, mas teria alguma forma de descobrir se há alguma entre os locais? Assim poderíamos nos locomover entre ambos os locais com mais facilidade e menos tempo.





    Se perguntava se era uma boa ideia. Afinal, não conhecia a região, mas era algo óbvio para a locomoção e distância, se conseguissem alguma estalagem em uma região entre ambos os locais que precisariam estar, seria a melhor das coisas… Mas nunca deixou de prestar atenção aos arredores, para manter a segurança tanto de Yessenya, quanto de Querellon, pois na visão dele era alguém de grande importância para a casa Dayne, além de parecer alguém que poderia confiar.



             

         
     
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    Mensagem por Samantaluc Qua Abr 27, 2022 7:27 pm





    Yessenya Dayne - Capitulo I.d


    DURANTE A VIAGEM

    Dificilmente ficava sozinha, desse modo que, ao receber as notícias de um suposto duelo entre Sor Arn e os mercenários lhe era avisado pelo próprio cavaleiro, o fato era presenciado por ela, seu guarda pessoal e as damas de companhia.

    — Já bateu com um pedaço de madeira nas grades de uma jaula com um animal furioso, Sor Arn? É o que me parece fazer com esses mercenários os desafiando. - Os olhos púrpura o encaravam de forma cansada. Não era muito adepta ao modo de se enfiar com brigas, lutas ou qualquer tipo de violência que não fosse prazerosa. — São homens pagos. Ou aumenta o valor que irão receber ou diga que incidentes serão cortados de seus pagamentos futuros.

    MOMENTO DO NAVIO/COBRANÇA

    “Homens velhos são tão engraçados.”

    O seu pensamento lhe fazia sorrir de forma divertida, afinal gostava de ver o limite de algumas pessoas. Que os deuses lhe perdoassem.

    Mas assim que o cobrador e os guardas se mostravam ali, o seu rosto se fechava completamente, ainda mais tendo que lidar com aqueles estrangeiros.

    — Lady Yessenya Dayne. Nobre da casa Dayne de Alto Ermitério. Estamos participando dos eventos do torneio aqui em Porto Real.

    Se apresentava e explicava o motivo de estarem ali, ao menos o principal, lhe entregando as moedas para o pagamento inicial, afinal os custos seriam divididos.

    DISCUSSÃO SOBRE ONDE SE ALOCAREM

    — Meistre Querellon, Callahan… Eu sei que seria ótimo ficarmos em uma estalagem mas… Se para ficarmos no porto já está sendo esse valor e essa confusão, imaginem como estão as estalagens.

    Comentava para com ambos, pondo os braços para trás. Era um bom ponto enquanto também tinha outro pessoal: queria ter que lidar o quanto menos com estrangeiros possivelmente.

    — Acredito que a montagem de meu pavilhão separando ao menos por nível de intimidade e gênero no acampamento seria o suficiente.


    Caso concordassem, seriam contratados os homens para realizar o serviço rapidamente além das carroças, sendo levada de sua parte o baú com suas coisas além do das servas/damas. Caso tivesse alguma discussão sobre aquilo, seria conversado melhor.




    VESTES NOBRE x4 MOCHILA x1 SACHÊ x1 PERFUME x1 ALFORJES x1 CINTO/BOLSA x1 CORCEL DE AREIA x1 PAVILHÃO x1
    ODRE x4 ÓLEO x4 LAMPIÃO x1 PEDERNEIRA x5 CORDA x3 ESTACAS DE FERRO x6
    FACA x2 BESTA LEVE x1 MUNIÇÃO x3 (conjunto) ARMADURA ACOLCHOADA x1
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    Mensagem por Xafic Zahi Qui Abr 28, 2022 6:52 pm

    Meistre Querellon.


    Querellon viu com bons olhos a aproximação de Calahhan e prestou atenção na sugestão do guerreiro. Logo em seguida, Lady Yessenya fez suas considerações, cuja resposta do Meistre foi um aceno positivo com a cabeça.

    - Como preferir, milady.

    Em seguida, ergueu a mão, chamando por carregadores.

    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 Images?q=tbn:ANd9GcRTaRIQ1SmwlTUnwSGfM_ewIIYkbqi4pyXUqA&usqp=CAU


    Alexyus
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    Mensagem por Alexyus Seg Maio 02, 2022 8:27 pm

    ALTO ERMITÉRIO, ANTES DA PARTIDA

    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 Main-qimg-d71220b9078a63491a8e016dd92bc6ae-lq

    ARN

    -Quer dizer que não acredito em acasos, e agora você está aqui por um proposito garoto. Quando olhamos para os sinais que Sete nos dá podemos realizar todos nossos desejos. - então coloca uma mão em seu ombro – Eu te prometo que você for fiel será muito recompensado – diz com o duplo sentido, como se dissesse ao garoto que Arn irá recompensa-lo tanto quanto o Sete se ele o seguir fielmente.

    Remo respondeu baixinho:

    - Eu apenas queria sair de Dorne, sor, para ver os animais do resto do mundo...

    Repyt trabalhou o quanto pôde com Bucéfalo antes da partida, mas para que o cavalo se acostumasse com Sor Arn era preciso que o cavaleiro acompanhasse as sessões de treino, e Solares não teve muito tempo para isso pois estava ocupado com todos os outros preparativos.

    Quando embarcou para Porto Real, Bucéfalo ainda não fazia o que Sor Arn queria.


    SABRE DA SAPIÊNCIA, NA VIAGEM

    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 95cb4381fbe77d7c81b1275febdba8d3

    ARN

    -Então, acho que vocês estão entendendo errado das minhas necessidades. - faz uma pausa – Eu não preciso de proteção. Se o que você segue é apenas o ouro, quero saber quanto custa uma vida?  - mais uma pausa um pouco mais prolongada e estratégica  

    -Melhor, quanto vocês acham que vale a vida de vocês? -

    Marek pareceu contrariado com aquilo, protestando:

    - O senhor nos contratou sob algumas condições e nós colocamos nosso preço. Lutaremos quando mandar e protegeremos quem o senhor apontar durante todo o tempo em Porto Real. Mas se houver alguma coisa importante que não nos contou, isso seria quebra de contrato, e nós vamos partir com o que já recebemos.

    -Pois amanhã iremos ver a quem sete vai agraciar eu desafio vocês dois para um duelo até a morte, se são tão superiores assim irão me vencer facilmente e se ganharem podem ficar com todos meus pertences que não é pouco. Se eu vencer vocês prestarão conta com Sete e terei provado que aqui ninguém é superior a ninguém a não ser que o Sete assim deseje

    Até Naygel arregalou os olhos dessa vez, e o queixo de Marek despencou e ainda demorou alguns momentos para que ele se recompusesse.

    - Sor, se o matarmos, nosso contratante, não teremos garantia nenhuma de receber o prometido. O resto da tripulação vai se voltar contra nós e mesmo que matemos a maioria deles, não podemos ter esperança de vencer tantos homens ao mesmo tempo. Sem falar no dano à nossa reputação, já que mercenários que matam quem os contrata terão dificuldade para conseguir outro empregador...

    Naygel respondeu:

    - Má ideia, sor. Você morreria à toa.  


    CHEGADA A PORTO REAL

    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 E262541e38fdee5250c50c4a871fddebeb5a7784v2_00

    YESSSENYA, QUERELLON & CALLAHAN

    Com os três cavaleiros partindo para fazer a inscrição no torneio, sobrou para Callahan e os servos orientarem os carregadores no descarregamento da bagagem do Sabre da Sapiência para as carroças que as levariam até o local do acampamento.

    Meistre Querellon acenou para os estivadores do cais e contratou uma vintena para ajudar os homens de sua tripulação com a operação de mover os volumes de bordo do Sabre da Sapiência para a doca do porto.

    A bagagem de Lady Yessenya e suas servas ocuparam uma carroça inteira, e os pertences de Callahan e do meistre Querellon ocuparam parte de uma segunda. Para transportar inteiramente os pertences dos servos que Sor Arn contratara foi necessário ainda um terceiro veículo.

    A operação toda durou pouco mais de uma hora e custou 20 veados de prata para os carregadores e mais 10 moedas para cada carroça, totalizando 50 veados de prata.

    Assim que estavam prontos, o cortejo avançou para dentro da cidade, seguindo a Rua do Rio. Felizmente, os condutores das carroças sabiam o caminho para o campo de torneios, e a presença de soldados e mercenários armados escoltando a comitiva fazia com que as pessoas da cidade abrissem caminho mais facilmente.

    Querellon já estivera em Porto Real, mas a maioria dos membros do séquito de Yessenya nunca tinham visto uma cidade tão grande, lotada, m
    movimentada e fedida quanto a capital dos Sete Reinos. O cheiro forte de peixe da Praça dos Peixeiros foi ficando para trás conforme  eles se afastavam do porto, mas uma miríade de outros odores, sons e visões chegava às narinas, orelhas e olhos dos dorneses, sobrecarregando os sentidos deles. Apesar de ainda ser verão, a temperatura ali era mais baixa que nas montanha de Dorne, não chegando a ser frio mas longe de ser tão quente quanto eles estavam acostumados.

    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 Transformacoes%20na%20Sociedade%20Feudal%20-%20BRESCOLA

    O povo de Porto Real olhava para os dorneses com certo receio, alguns chegando a demonstrar desconfiança, sem que ninguém fosse abertamente agressivo. Pelas ruas, várias patrulhas de homens com mantos dourados patrulhavam tudo, inibindo crimes grandes e desordem em geral. Nas áreas mais abertas, era possível ver as três famosas colinas da capital: a Colina de Visenya à direita deles, praticamente no centro da cidade, coroada pelo Grande Septo de Baelor; no extremo leste da cidade, a terrível e imponente Fortaleza Vermelha dominava a Colina de Aegon; e no nordeste distante via-se os contornos da Colina de Rhaenys, encimada por uma enorme construção em ruínas, o Fosso dos Dragões, destruído havia séculos durante a Dança dos Dragões.

    Após vencer o trajeto pela Rua do Rio, o que exigiu mais de duas horas para ser completado, o cortejo de Yessenya atravessou o Portão do Rei, saindo para a área de torneios, um grande descampado verdejante atravessado pela Estrada do Rei onde tinha sido erguida uma cidade de panos de seda, formada pela colorida profusão de pavilhões grandes e pequenos que ostentavam brasões de todos os tipos, famosos e desconhecidos. Às margens da estrada, também formara-se um distrito comercial, com centenas de comerciantes tendo erguido suas barracas ao longo do limite do campo, vendendo feltros e frutas, cintos e botas, peles e falcões, artefatos de barro e cerâmica, pedras preciosas, utensílios de peltre, temperos, penas, e todo tipo de mercadorias. Também havia malabaristas, titereiros, mágicos e outras variações de artistas, vagando por entre a multidão e executando seus ofícios... assim como as putas e os punguistas.

    Spoiler:

    Um intendente estava à entrada do que parecia ser um loteamento de terrenos para os pavilhões, tentando manter a ordem na área de acampamentos. Ele viu as carroças e saudou os condutores das carroças.

    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 2Q==

    - Dorneses? Não vi muitos dorneses por aqui até agora, e certamente nenhum lorde... Bem, há uma área no ponto mais ao sul do acampamento onde vocês podem erguer seu pavilhão. Os poucos cavaleiros dorneses que vieram estão por lá, assim como muitos cavaleiros andantes. Podem ir para lá!

    A área de acampamento tinha sido dividida de modo a ajuntar os cavaleiros e senhores de uma mesma região próximos de si, criando assim pequenos guetos de compatriotas. Algumas dessas áreas estavam superlotadas, como as dos homens das terras da Coroa, os senhores das terras da Tempestade e os lordes e cavaleiros da Campina. Havia bem menos homens das Terras Fluviais e do Norte, e quase nenhum das Ilhas de Ferro.

    Spoiler:

    A área de Dorne realmente tinha poucos representantes genuinamente dorneses, apenas alguns raros cavaleiros, e a maioria era de cavaleiros andantes sem origem definida. A maioria tinha pavilhões pequenos e humildes, ocupando pouco espaço do terreno às margens do rio Água Negra. A proximidade com o rio poderia parecer uma vantagem, mas a água escura dele não era convidativa para ser bebida, e muitos senhores e servos vinham àquele local para descarregar seus cueiros e penicos. Apesar de distantes, os poços e cisternas que a boa rainha Alysanne mandara construir eram uma fonte de água potável bem mais garantida.

    Os condutores das carroças terminaram a viagem no ponto onde foram indicados a parar, uma faixa de terreno razoavelmente distante dos demais acampamentos, e coube aos servos dos Dayne fazer o descarregamento das carroças e posteriormente iniciar o processo de erguer os pavilhões de Lady Yessenya e dos demais membros de sua comitiva. Essa tarefa foi especialmente exigente, requerendo que até mesmo as servas contratadas por Solares também colocassem mãos à obra.

    O pavilhão de Yessenya, o maior, foi o primeiro a ficar pronto, servindo de referência para todo o acampamento. Ao lado dele, foi erguido o de Callahan, que era ladeado pelo de Remo, bem próximo de onde os cavalos tinham sido amarrados. À frente do pavilhão da Lady Dayne, foi colocado o pavilhão do Meistre Querellon, entre os dos sores Arn e Eyvon. Os pavilhões menores que Solares comprara para os servos foram montados de modo a formar um círculo com os pavilhões maiores, mantendo os homens à direita e as mulheres à esquerda do pavilhão de Yesssenya. A única exceção foi a tenda de Obadiah, que ficou no centro do acampamento, bem perto da fogueira.

    mapa do acampamento:

    Os tons alaranjados e avermelhados do céu já tinham desaparecido quase totalmente, e a escuridão predominava no firmamento, pontuado apenas pelas estrelas que comneçavam a aparecer, quando o acampamento finalmente ficou pronto.

    Devido ao avançado da hora, não havia mais tempo para que Yessenya comparecesse ao Banquete do Rei, mas a Lady Dayne não estava muito preocupada com essa formalidade inicial.

    ARN & EYVON

    Arn e Eyvon separaram-se, deixando também Sor Valio Sand por sua própria conta.

    O cavaleiro andante foi na direção dos acampamentos, procurando a área onde os Dayne estariam montando seus pavilhões.

    Sor Arn voltou à cidade e rumou para a Colina de Visenya, procurando pousada no Grande Septo de Baelor. Mesmo chegando lá a altas horas da noite, Sor Arn foi acolhido hospitaleiramente, já que era um cavaleiro sagrado próximo do Alto Septão. O líder da Fé não o recebeu naquele horário, pois estava ocupado alhures, mas Arn foi alojado numa cela modesta como eram todos os dormitórios dos septões.

    Sor Eyvon vagou em busca de conhecer as atrações da capital e do torneio do rei. Na feira do festival, havia muitas barracas servindo comida, vendendo artigos úteis e bugigangas, oferecendo serviços, além de artistas e meretrizes oferecendo seus préstimos a quem se interessasse. Também havia a possibilidade de ir à cidade e conhecer os renomados bordéis da capital, referenciados como os melhores dos Sete Reinos, além das tavernas e lojas que continuassem abertas durante a noite.

    OFF: El Cabron, pode escolher o que pretende fazer. Há muitas opções de diversão e negociações tanto no festival quanto na cidade, então vai depender do direcionamento do foco do personagem para seguir com as cenas da noite.


    MANHÃ DO PRIMEIRO DIA DO TORNEIO
    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 Cavalos-medievais-dos-cavaleiros-74385645
    O primeiro dia do torneio amanheceu ensolarado.

    Um intendente passou logo cedo gritando pelos acampamentos, avisando que todos os cavaleiros que fossem competir no torneio deveriam se reunir na área reservada atrás da arena para se apresentarem perante o rei.

    Sor Eyvon não se inscrevera para o torneio de justas, mas Sor Valio Sand sim, bem como Sor Arn Solares.

    Os nobres e os plebeus também poderiam procurar seus lugares na assistência para testemunharem o que transcorreria no primeiro dia do evento comemorativo.
    El Cabron
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    Cavaleiro Jedi

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    Mensagem por El Cabron Seg Maio 09, 2022 1:47 pm

    ~Ação~
    - Fala
    “Pensamento”
    ***


    ~ Sor Eyvon não tardou em perambular pela feira do festival. Conheceu iguarias que jamais havia experimentado na vida, bem como figuras no mínimo curiosas. No entanto, seu foco naquele momento, era conhecer a cidade. Queria sair dali, afinal, sabia que nos próximos dias ficaria envolvido pelos eventos do torneio em si.
    Sua primeira parada seria nas tavernas da cidade. Se algum lugar teria histórias e figuras exóticas, seria ali. Provaria o que fosse de seu agrado e seu alcance. Mesmo sendo do tipo mais “calado”, a bebida sempre o ajudou a deixar esse lado introspectivo de lado e a fazer amizades. ~


    ***

    MANHÃ DO PRIMEIRO DIA DO TORNEIO

    ~ Ainda que não fosse participar das justas, Sor Eyvon não deixaria de acompanhar a participação dos Sores Arn e Valio no torneio. Iria procurar um local onde pudesse acompanhar de perto seus compatriotas, afinal, a honra da Casa Dayne estava à frente dos olhos de todo o reino. ~
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    Mensagem por Xafic Zahi Seg Maio 09, 2022 10:01 pm

    Meistre Querellon.


    CAMINHO DO PORTO ATÉ O ACAMPAMENTO

    A primeira providência tomada por Querellon assim que as carroças foram carregadas e deram início ao trajeto, foi redigir algumas cartas. A primeira foi endereçada ao Lorde Edmund, cujo teor era o relato da viagem marítima bem sucedida, a chegada em Porto Real e a localização que dos pavilhões dos Dayne. A segunda correspondência teve como objetivo informar sua presença na capital e requisitar participação no conclave de meistres. Por fim, a terceira e última carta foi destinada ao Grande Mestre da Guilda dos Alquimistas. Nela, o meistre teceu elogios à ordem e solicitou, de forma gentil, um contato inicial com os sábios. A primeira carta Querellon guardou consigo, pois seria enviada por ele assim que os pavilhões fossem montados. As outras duas, porém, contratou mensageiros encontrados no caminho.

    Durante o resto da viagem, caso Lady Yessenya, Callahan e o resto da comitiva tivessem demonstrado interesse, Querellon indicou pontos interessantes da cidade. Não somente aqueles renomados, mas também pequenas lojas, tavernas e residências que tinha conhecimento serem úteis.

    Depois de atravessarem o Portão do Rei, Querellon não disfarçou a expressão de tédio com a maioria dos comerciantes na beira da estrada. Os artesanatos não eram do seu agrado, bem como a maioria das vestimentas, e achou os mágicos e titereiros desprezíveis. No entanto, demonstrou ânimo e pulou da carroça quando passaram por uma barraca de temperos. Ali ficou por um bom tempo, escolhendo aqueles que as cozinheiras do Sabre da Sapiência haviam comentado em outras oportunidades, bem como outros que despertaram o seu interesse. Logo depois, dirigiu-se às barracas de frutas, hortaliças e carnes frescas. Estava disposto a preparar o jantar da comitiva naquela noite. Ao terminar as compras, correu para alcançar a carroça e subiu no veículo.

    ACAMPAMENTO

    A medida que se aproximaram da área do acampamento, Querellon fez uso do seu conhecimento sobre heráldica e prestou atenção nos emblemas e brasões expostos. Queria saber exatamente perto de quem ficariam e em que local os representantes da casa Dayne de Tombastela poderiam ser encontrados. Ajudou a erguer os pavilhões, com certo ressentimento por aquela tarefa não estar sendo feita pelos cavaleiros da Casa.

    Por fim, quando seu pavilhão ficou pronto, enviou um corvo para Alto do Ermitério, com a correspondência destinada ao Lorde Edmund. Depois, preparou o jantar da comitiva. O meistre se esforçou para colocar em prática o conhecimento adquirido com as cozinheiras durante a viagem e reparou na expressão das pessoas quando elas comiam. Durante o resto da noite, permaneceu à disposição dos membros da Casa e aguardou possíveis respostas das suas cartas enviadas no começo do dia.

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    Mensagem por Alexyus Sex Maio 13, 2022 10:39 pm

    NOITE DO DIA DA CHEGADA


    EYVON


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    Sor Eyvon do Torrentine vagou primeiro pelo festival, comendo algo aqui e ali, até ficar satisfeito a ponto de não poder experimentar mais nada do que era vendido, embora ainda houvesse muitas opções disponíveis.

    Eyvon reparou que havia muitos nobres, escoltados por seus próprios soldados, incluindo até mesmo esposas e filhas de grandes senhores, todos circulando pelas vias do festival. As barracas de comida estavam em plena atividade e eram muito procuradas, mas os vendedores de outros produtos estavam mais recolhidos, provavelmente dando por encerradas as negociações do dia. As apresentações dos artistas também eram bastante apreciadas, reunindo grandes círculos de espectadores, fosse para truques de mágica, espetáculos de fantoches, bardos cantando, dançarinas se requebrando ou qualquer outra forma de entretenimento popular. Também havia muitas meretrizes, belas como nenhuma outra mulher pareceria ao lado de outras nem tanto assim, todas vestidas com trajes mínimos, reveladores e transparentes.

    Ainda no início da noite, Sor Eyvon se cansou daquela multidão e foi vagar pela cidade, cruzando o Portão do Rei à procura de alguma taverna. Existiam centenas de tavernas em Porto Real e o cavaleiro de Torrentine teria até dificuldade em escolher uma se conhecesse todas, mas como não conhecia, suas opções eram mais limitadas. Eyvon poderia seguir a Estrada do Rio pela qual viera e procurar estalagens naquela região próxima ao porto; também seria possível desviar para o centro da cidade, onde os frequentadores seriam outros, com informações diferentes; e ele também poderia ir na direção oposta ao Portão do Rei, ao extremo oposto da cidade, nos arredores da Colina de Aegon, onde a Fortaleza Vermelha sediava um banquete para o qual os dorneses de Alto Ermitério não compareceriam, mas talvez conseguissem informações sobre os nobres dali.

    OFF: @El Cabron, se for em direção ao porto, poderá fazer testes para descobrir sobre recém-chegados e carregamentos marítimos. Se for em direção ao centro, poderá testar para informações sobre a cidade e seus assuntos atuais.  Se for para a Colina de Aegon, os testes serão para os nobres reunidos. De qualquer modo, já pode fazer 2 testes de Percepção.   


    QUERELLON

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    Escrever cartas enquanto as carroças se movimentavam era uma tarefa complicada, mas o meistre Querellon perseverou em sua intenção. As carroças eram veículos com mais solavancos do que o navio do homem de ferro, mas havia outras distrações ao redor, que o meistre esforçava-se em ignorar. Mas por fim Querellon conseguiu terminar antes que chegassem ao seu destino.

    Por poucos cobres, Querellon encontrou mensageiros dispostos a levar suas cartas, uma para o Grande Meistre Pycelle e outra para o Grande Mestre da Ordem dos Alquimistas, guardando consigo apenas a que deveria enviar para o Alto Ermitério através de um dos poucos corvos que trouxera.

    Os servos contratados da comitiva, que nunca tinham estado em Porto Real estavam estupefatos, impressionados e assustados com a capital dos Sete Reinos, e reagiam com admiração e assombro a tudo que o meistre apontava como curiosidade. Tanto as damas de companhia de Yessenya quanto as servas mais humildes que Sor Arn admitira a seu serviço ficavam enlevadas por qualquer fração de informação que Querellon transmitia. Os soldados, entretanto, estavam mais alertas para com a multidão, e mantinham-sse de prontidão para evitar furtos e roubos.

    Quando saíram da cidade e cruzaram as barracas do festival, o único tema que chamara a atenção de Sor Eyvon foi os ingredientes culinários, tanto os temperos quanto a imensa variedade de frutas, hortaliças e outros vegetais disponíveis, quase todos nunca vistos na aridez das montanhas dornesas. Querellon interessava-se pelo que os vendedores poderiam dizer sobre cada produto e debatia os preços com tanta avidez que várias vezes ficou para trás das carroças que não paravam quando ele saltava, obrigando-o a correr atrás delas ao concluir suas compras; não chegava a ser difícil, já que a evolução dos veículos em meio às multidões do festival era sofrível.

    Ao finalmente chegarem ao ponto em que deviam armar seu acampamento, Meistre Querellon percebeu que nenhum grande nobre de Dorne viera ao torneio, denotando a desconfiança dos homens do reino mais sulista contra o atual ocupante do Trono de Ferro. 

    Perto da área em que acamparam havia apenas pavilhões pequenos com brasões desconhecidos ao meistre, provavelmente pertencentes a cavaleiros ordinários. Além da área reservada aos dorneses, ficava o acampamento dos homens das terras da Tempestade, esses sim em grande número, e seus pavilhões eram cheios de risos, brados e piadas enquanto eles bebiam e se divertiam. Depois deles, havia uma área pequena reservada aos homens das terras da Coroa, que, embora fossem tremendamente numerosos, preferiam ocupar casas e estalagens na cidade, afinal conheciam melhor a região e suas características.

    O terreno dos senhores das terras da Coroa eram seguidos pelos também numerosos cavaleiros da Campina, pelos senhores do Oeste, pelos nobres do Vale de Arryn, pelos homens das Terras Fluviais e por fim por alguns nortenhos que tinham se disposto a fazer a longuíssima viagem desde o Norte.

    Mais tarde, o meistre poderia circular por essas áreas para olhar de perto e identificar cada brasão famoso que conhecesse, mas nesse momento exigiam-lhe a atenção para ajudar com a montagem dos pavilhões no acampamento. Os soldados, os mercenários, e até algumas servas tiveram de se empenhar para encurtar ao máximo a árdua tarefa, e o meistre não foi poupado desse esforço conjunto. O cavaleiro andante, Sor Valio Sand, chegou no meio desse trabalho e ainda pôde unir suas forças às dos outros.

    Mas ao cair da noite, todos os pavilhões tinham finalmente sido erguidos e estavam prontos para abrigar os Dayne e sua comitiva durante os dez dias do torneio em honra do décimo segundo dia do nome do Príncipe Joffrey. 



    PRIMEIRO DIA DO TORNEIO

    QUERELLON

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    Nas primeiras horas da manhã, um dos mensageiros que Meistre Querellon pagara para levar as mensagens retornou com uma carta de resposta, esperando naturalmente mais pagamento pela tarefa cumprida.

    A carta dizia:

    Caro Meistre Querellon,

    O Conclave dos Meistres é aberto a todos os irmãos da ordem, e naturalmente isso o inclui.

    Será um prazer recebê-lo na Torre do Meistre para participar de qualquer um dos dias do conclave.

    Cordialmente,
    Grande Meistre Pycelle

    A missiva estava assinada com o nome do Grande Meistre, mas Querellon já tinha visto a letra do líder da ordem, e aquela parecia bem diferente do que ele se lembrava.


    EYVON


    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 2 World_Tournament


    Sor Eyvon foi acompanhar o primeiro dia do torneio, com toda a pompa e circunstância que o Rei Robert Baratheon, primeiro de seu nome, adorava ostentar, e o fazia sempre que podia.

    Findas as cerimônias (tediosas até para o rei, Eyvon notou), começaram os duelos de justas. O primeiro foi um julgamento por combate entre um certo nobre nortenho chamado Felinight contra outro, um tal Addam Dannett. Os dois eram jovens, mas o Felinight era mais forte que o mirrado Dannett, e derrotou-o ao quebrar a terceira lança. O garoto precisou ser carregado enquanto o vencedor celebrava.

    Depois disso, sete combates ocorriam de cada vez, com quatorze cavaleiros galopando ao mesmo tempo, fazendo o solo tremer com o tropel de suas montarias.

    Eyvon notou que os competidores do primeiro dia eram todos cavaleiros humildes, sendo que nenhum nobre pisou na arena para competir. Até mesmo Sor Arn Solares só lutaria no segundo dia, afinal era um cavaleiro de certa fama. Por outro lado, Sor Valio Sand teria que lutar, e foi confrontado por um outro cavaleiro andante chamado Sor Nyke Justyn, um jovem com cara e jeito de inexperiente.

    OFF: @El Cabron, pode rolar o ataque do Valio Sand: Luta 5 (Lanças 1B) = 6 dados para o ataque, e Lidar com Animais 3 (Cavalgar 2B) = 5 dados para resistir ao ataque.
    Van Bash
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    Mensagem por Van Bash Sex Maio 13, 2022 10:42 pm

    ALTO ERMITÉRIO, ANTES DA PARTIDA

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    Arn olha admirado com os desejos do garoto e a simplicidade do mesmo.
    -Então em parte você já está realizando um sonho Remo. Se me servir bem como vem fazendo ganhará não apenas um bom patrão e sim um amigo em que pode contar. – diz colocando a mão em seu ombro com um sorriso sincero.

    Apesar de bucéfalo ainda não fazer o que queria ele usaria nesse estágio inicial dos torneios seu cavalo de guerra deixando Bucéfalo treinando no acampamento sempre que possível.


    SABRE DA SAPIÊNCIA, NA VIAGEM

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    Marek pareceu contrariado com aquilo, protestando:


    Sor Arn analisa bem sério os dois.
    - Estão vendo amigos me parece que não é só o ouro que Importa. Não é?l – tenta construir uma linha de raciocínio pra esclarecer os reais motivos e conquistar a confiança deles.


    -Eu não morreria a toa, e esse combate seria muito injusto com vocês, afinal tenho certeza que o Sete está ao meu lado enquanto sou fiel a sua causa. Mas minha intenção não era mata-los e sim provar pra vocês que a vida não tem preço. Sete a dá e somente ele a requisita novamente para seu salões. E vejo que se importam com a honra e reputação de vocês e isso é bom. Se me derem a honra de ter a lealdade de vocês garanto que terão dinheiro, fama e um irmão em armas. Mas preciso que vocês sigam fielmente minhas ordens e ela são pra proteger nossa comitiva, não atrapalhar ou arrumar confusão. Se entenderem isso vocês tem muito a ganhar. – fala de forma transparente para os dois.
    (Tenta ganhar a confiança deles e a amizade e quero fazer teste de intriga para isso)  


    CHEGADA A PORTO REAL

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    Após fazer a inscrição, Sor Arn da as ordens para Sor. Valio avisar que iria demorar e que não o esperassem para o Jantar. Que ele supervisionasse a montagens das tendas com seu mordomo.
    Após se despedir o último descendente da casa Solares vai nas Ferrari as e armeiros. Ele agora iria iniciar procura de materiais, espadas e armaduras que fossem uma pechincha e facilmente restauradas para revender obtendo lucro. (Começar a usar a habilidade Ofício pra conseguir fazer dinheiro e a partir desse momento sempre vai em seus momentos livres executar isso)
    Após algumas hora Sor Arn se dirige ao grande Septo faz suas orações e vigília e passa sua primeira noite no Septo.

    MANHÃ DO PRIMEIRO DIA DO TORNEIO
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    O primeiro dia do torneio amanheceu ensolarado.

    Antes mesmo que o intendente passasse acordando os cavaleiros Sor. Arn já estava de pé montado e preparado para o primeiro dia de justas. Estava contente havia feito as vigílias e orado para que Sete trouxesse a glória para si, e para a casa Dayne.
    -Bom dia minha senhora – fala cortês –Bom dia senhores – diz aos outros
    Então acompanha sua senhora e os outros membros de Alto Hermiterio até os locais das justas.
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