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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II

    Nightingale
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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Empty Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II

    Mensagem por Nightingale Seg Abr 04, 2022 7:53 pm

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Capitu12
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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II

    Mensagem por Nightingale Seg Abr 04, 2022 8:22 pm

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Irelia13


    Irélia despertava bem lentamente. Ela sentia uma enorme pressão sob seu corpo, mas apesar de sentir essa pressão ela não era incômoda. O motivo dessa pressão era porque ela estava no fundo do mar, ouvindo um som. Um som estranho que não tinha ouvido antes, um som de um chamado, o som de uma criatura a chamando e ecoando por todo o mar submerso.

    Som da criatura:

    Ela não precisava se preocupar com estar respirando debaixo dágua, ela estava bem. Era um vasto lugar escuro, apenas de água. Ela olhava para cima e via uma leve luz, a luz da superfície mas estava muito distante e não sentia o terrível afogamento para se preocupar em nadar rápido para fora. Ela via então ao longe uma criatura vendo em sua direção, com olhos brilhantes de luz, mas que não conseguia ver sua forma muito bem devido à escuridão da água, apenas via que a grande criatura vinha em sua direção, emitindo aquele cântico estranho.

    Criatura:

    Irélia não se mexia, ela apenas observava com uma leve sonolência a criatura se aproximar rapidamente, e ela era enorme. Quando a criatura começava a chegar muito perto, percebendo que seu corpo era quase do tamanho de uma pequena pedra se comparada à criatura, ela acordava de uma forma muito relaxada e tranquila.


    Trilha Sonora:

    Todos os seus companheiros estavam ali, o fogo ainda não tinha apagado. Estavam em um lugar seguro apesar de ser no campo. Todos estavam dormindo, muito cansados da longa viagem que estavam fazendo de volta à cidade natal de Katrina e Arthur, Joyfish.

    Local atual:

    Cada um deles tinha um saco de dormir, menos Anastasia, a Meia Vampira tinha uma tenda individual só pra ela, dormindo como uma lady na mata enquanto os outros dormiam tendo que aturar os mosquitos e outros incômodos do ar livre. Normalmente seria arriscado não ter ninguém de guardar revesando, mas felizmente Anastasia conseguia invocar animais noturnos e com a ajuda deles conseguiu confirmar que naquela área não havia animais ou outros transeuntes potencialmente perigosos ao grupo, então era seguro dormirem lá tendo apenas o fogo como proteção de outros animais.

    A poucas semanas a nomeação do companheiro Arthur como Paladino do Templo da Luz em Aeroth foi similar a um grande banquete, uma festa e um ritual sagrado. Inicialmente esse mesmo evento iria ser em Joyfish a pedido do próprio Arthur, porém o Festival da Chama Eterna iria acontecer nessa mesma época, então o pedido fora negado para ser feito no templo dos Dragões na cidade e o pedindo reencaminhado para Azeroth. Agora estavam voltando, os irmãos queiram passar em casa novamente antes de decidirem para onde iriam em seguida e era para lá que estavam indo, mas infelizmente, pelo que Arthur e Katrina disseram, o Festival já teria acontecido a poucos dias e provavelmente teriam perdido o final. Segundo eles, era um festival que eles mesmos passaram quando iniciaram sua vida adulta, todos os jovens eram atrações desse festival como iniciação para a vida adulta.

    Vendo que tudo estava bem, Irélia voltou a dormir e dessa vez só acordaria quando o fogo já tivesse consumido toda a lenha e alvorada estivesse no horizontante.

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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II

    Mensagem por Nightingale Seg Abr 04, 2022 8:59 pm

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Anasta10

    Trilha Sonora:


    Anastasia abria os olhos e se encontrava dentro de um caixão. A sensação de claustrofobia atacava imediatamente, o ar que não precisava para viver de repente parecia lhe fazer uma falta grandiosa. Ela socava o mesmo, era de madeira, uma madeira que nem era tão forte mas por algum motivo ele não parecia ceder. Ela perdia algum tempo em meio ao desespero da sensação horrível de uma prisão tão pequena tentando arrebentar de dentro para fora. Passou-se algum tempo de tentativas, até que o cheiro de terra começou a invadir seu olfato, foi quando ela sentiu que estava perto, e quando deu o ultimo empurrão a terra desabou em cima de Anastasia que sentiu o alívio de que ia conseguir agora cavar sua saída para cima. Assim ela o fez, muito rapidamente, cavou e cavou, o ar que antes lhe fazia falta agora parecia não fazer mais e a sede começava a ficar mais forte, mais intensa, de um jeito que nunca tinha ficado antes.

    Depois de algum tempo, num campo marrom de terra, um braço surgia debaixo. Um corpo se reerguia, Anastasia saía da mesma, suja de terra, roupas rasgadas e uma fome monstruosa. Seus olhos brilhavam vermelho como o sangue, presas saltaram ferinas de sua boca e ela sentia a louca vontade de beber. Ela não se sentia ela mesma, sentia como se um monstro estivesse pilotando seu corpo, mas ela não podia controlar, o monstro era muito forte, a fome era muito forte. Virando então um lobo, caindo em quatro patas, Anastasia seguia pelos cantos do terrível cemitério em que tinha brotado.


    Local atual:


    Ela percorria em forma de lobo, espreitando as lápides e os túmulos, até que via suas vítimas... Duas pequenas crianças... Dois pequenos cordeirinhos. O porque eles estariam ali? provavelmente perdidos, mas Anastasia não raciocinava motivos, só seguia o instinto da caça com uma boca cheia de dentes e saliva negra que escorria como água pegajosa.

    Lobo:

    As crianças então ouviam um uivo, um terrível uivo que lhes percorreu a espinha, fez seus olhos se arregalarem e a vontade de chorar ardia mais que tudo. Elas se abraçavam, olhavam na direção de dois glóbulos vermelhos que surgiram na escuridão atrás de uma das lápides e logo depois ficaram brancas. Elas se abraçavam, Anastasia caminhou alguns passos e logo em seguida trotou rapidamente seguindo seus instintos mais primais.

    Mais tarde, naquele mesmo cemitério, Anastasia carregava consigo dois corpos no colo, de uma menina e um menino, uma em cada braço como se estivessem apoiadas e dormindo em seus ombros. De sua boca, havia sangue escorrido. Um olhar calmo e saciado, tranquilo. Anastasia via o seu túmulo, não havia nada escrito na lápide, era apenas um túmulo. A cova estava aberta, seu caixão estava aberto. Anastasia se agaichava e entrava no caixão com as crianças no colo, ela se deitava arrumando a postura e deixando os corpinhos pálidos, quase azuis, das crianças sem vinda em cima de si, como uma mãe que dorme com seus filhos amados. Então, mãos cadavérias, magras e muito cumpridas surgiam debaixo do caixão e puxavam o caixão para baixo na escuridão profunda. Outras mãos cadavéricas também surgiam na terra ao lado, várias, e aquelas mãos começavam a pegar a própria terra e jogar em cima do buraco negro por onde o caixão de Anastasia havia descido com as duas crianças, as mãos cadavéricas preenchiam toda o buraco com terra até tapar por completo a cova e Anastasia voltar para seu túmulo com suas presas amadas, até que ela acordou.

    Nova Trilha Sonora:

    Local atual:

    Estava em sua tenda, ela imediatamente olhou para o lado de fora e viu que todos os seus companheiros estavam lá dormindo. Cada um deles tinha um saco de dormir, menos Anastasia, a Meia Vampira tinha uma tenda individual só pra ela, dormindo como uma lady na mata enquanto os outros dormiam tendo que aturar os mosquitos e outros incômodos do ar livre. Normalmente seria arriscado não ter ninguém de guardar revesando, mas felizmente Anastasia conseguia invocar animais noturnos e com a ajuda deles conseguiu confirmar que naquela área não havia animais ou outros transeuntes potencialmente perigosos ao grupo, então era seguro dormirem lá tendo apenas o fogo como proteção de outros animais.

    A poucas semanas a nomeação do companheiro Arthur como Paladino do Templo da Luz em Aeroth foi similar a um grande banquete, uma festa e um ritual sagrado, não que Anastasia pudesse comparecer, ela sabia que se o fizesse muitos problemas aconteceriam e se Arthur fosse visto com ela pelo clero provavelmente ele seria excomungado. Inicialmente esse mesmo evento iria ser em Joyfish a pedido do próprio Arthur, porém o Festival da Chama Eterna iria acontecer nessa mesma época, então o pedido fora negado para ser feito no templo dos Dragões na cidade e o pedindo reencaminhado para Azeroth. Agora estavam voltando, os irmãos queiram passar em casa novamente antes de decidirem para onde iriam em seguida e era para lá que estavam indo, mas infelizmente, pelo que Arthur e Katrina disseram, o Festival já teria acontecido a poucos dias e provavelmente teriam perdido o final. Segundo eles, era um festival que eles mesmos passaram quando iniciaram sua vida adulta, todos os jovens eram atrações desse festival como iniciação para a vida adulta.

    Vendo que tudo estava bem, Anastasia voltou a dormir e dessa vez só acordaria quando o fogo já tivesse consumido toda a lenha e incômoda alvorada estivesse no horizontante.
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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II

    Mensagem por Nightingale Seg Abr 04, 2022 9:36 pm

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Arthur10


    Trilha Sonora:

    Tudo ardia em chamas. As casas, as pessoas, os animais, os campos, as construções mais fortes. A noite era escura e cheia de terrores, a lua era brilhante e o som das ondas a acompanhava, Joyfish era uma cidade costeira afinal de contas.


    Local Atual:


    Ele matava tudo, ele matava a todos. Os gritos permeavam os ouvidos de Arthur, e ele via Ele... O mais terrível dos terríveis, a coisa que todo Paladino deve caçar, o mal supremo na terra. O Monstro Negro.


    Monstro Negro:


    O Monstro Negro erguia dois paladinos, um em cada mão. Ele encarava os paladinos derrotados facilmente e então os corpos dos dois começavam a enegrecer e uma aura preta começava a circular seus corpos como se fosse fogo escuro. O Monstro Negro era visto como metade lenda dos Paladinos, metade como o motivo deles existirem em Aetherion. O Mal supremo, o Monstro Negro havia nascido do coração do próprio Dari-el, o Dragão das Trevas, era uma criatura tão poderosa e tão avassaladora que era necessário todos os Paladinos de Kayla-el para derrotá-lo e bem... Todos foram chamados, mas todos foram derrotados.

    Muitos Paladinos viam a lenda do Monstro Negro como uma espécie de bicho papão para os Paladinos, seus instrutores e sacerdotes contavam a lenda para os Paladinos mais jovens para que eles se preparassem sem descansar para o dia que o mal supremo de Dari-el fosse aparecer para devastar todo o mundo. Alguns estudiosos assimilavam o Monstro Negro com os Apócrifas, mas a maioria frizava que o Monstro Negro era um mal filho direto do Dragão das Trevas, mas o Monstro Negro ali, parecia procurar alguma coisa, mas não dava-se para saber o que. Só sobrara Arthur para combater a criatura que já havia matado mais de 100 Paladinos sem sofrer um arranhão.

    Arthur, apesar de estar sabiamente com medo, era a definição de Coragem, e ele avançava num golpe pela luz da Divindade quando o Monstro Negro deixara de dar importância para ele e voltou a procurar o que queria procurar em Joyfish. Quando se aproximava para golpear o Monstro, o mesmo apenas se virava e então tudo tinha ficado escuro e Arthur acordou.


    Nova Trilha Sonora:

    Local atual:


    Todos os seus companheiros estavam ali, o fogo ainda não tinha apagado. Estavam em um lugar seguro apesar de ser no campo. Todos estavam dormindo, muito cansados da longa viagem que estavam fazendo de volta à cidade natal de Katrina e Arthur, Joyfish. Cada um deles tinha um saco de dormir, menos Anastasia, a Meia Vampira tinha uma tenda individual só pra ela, dormindo como uma lady na mata enquanto os outros dormiam tendo que aturar os mosquitos e outros incômodos do ar livre. Normalmente seria arriscado não ter ninguém de guardar revesando, mas felizmente Anastasia conseguia invocar animais noturnos e com a ajuda deles conseguiu confirmar que naquela área não havia animais ou outros transeuntes potencialmente perigosos ao grupo, então era seguro dormirem lá tendo apenas o fogo como proteção de outros animais.

    A poucas semanas a nomeação de Arthur como Paladino do Templo da Luz em Aeroth foi similar a um grande banquete, uma festa e um ritual sagrado. Inicialmente esse mesmo evento iria ser em Joyfish a pedido do próprio Arthur, porém o Festival da Chama Eterna iria acontecer nessa mesma época, então o pedido fora negado para ser feito no templo dos Dragões na cidade e o pedindo reencaminhado para Azeroth. Agora estavam voltando, os irmãos queiram passar em casa novamente antes de decidirem para onde iriam em seguida e era para lá que estavam indo, mas infelizmente o Festival já teria acontecido a poucos dias e provavelmente teriam perdido o final. O Festival da Chama Eterna era um festival que Arthur e Katrina passaram quando iniciaram sua vida adulta, todos os jovens eram atrações desse festival como iniciação para a vida adulta. O evento consistia em um grupo de jovens representando os guerreiros da historia da cidade e o próprio herói e fundador, Ekat Joyfish, fazendo uma peregrinação para o esconderijo do terrível Assar, a fim de libertar o povo das maldades do vilão mercenário. Os jovens iriam para a Cripta que ficava a dois dias de caminhada tranquila para resgatar uma Chama Eterna para a cidade para previnir um inverno rigoroso e cruel pra todos e enquanto os jovens estivessem fora a cidade toda estaria em feriado até eles voltarem. Dessa vez outros jovens iriam, era uma pena que eles não chegariam a tempo de ver tudo acontecer, a cerimônia, o teatro, o retorno glorioso, a festa do retorno.

    Vendo que tudo estava bem, Arthur voltou a dormir e dessa vez só acordaria quando o fogo já tivesse consumido toda a lenha e alvorada estivesse no horizontante.
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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II

    Mensagem por Nightingale Seg Abr 04, 2022 10:21 pm

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Katrin10

    Trilha Sonora:

    Katrina estava caminhando por uma estrada sozinha. Era uma manhã muito tranquila, calma, o céu estava cinza, estava tudo muito nublado.

    Local atual:

    Ela caminhava e caminhava tranquilamente, estava bem, não sentia fome nem cansaço, apenas a apreciação de um local tão calmo e pacífico. É então que algo acontecia e chamava sua atenção por completo. Um silvo cortando o vento acima de Katrina e fazendo um grande ventaval que quase lhe arrancou o capuz. Ela segurou o mesmo e olhou para cima e então viu algo altamente estranho e bonito ao mesmo tempo.

    coisa:

    Ela caía rápido, uma estrela cadente colorida, de cores estranhas e bonitas. Ela rapidamente caía em algum lugar lá perto de forma silenciosa, o que era estranho devido à velocidade que a estrela caíra. Katrina não conteu sua curiosidade, e até para saber se alguém tinha se ferido, ela corria em direção à queda e logo se deparava com uma fazenda. Ela se aproximava e no centro da fazenda onde parecia que a estrela tinha caído, e havia um poço, mas algo muito estranho também é que de repente parecia ter ficado de noite. Do poço, uma espécie de aura com aquelas cores emanava como se fosse fumaça e era algo muito bonito.

    Poço:

    Katrina não conteu a curiosidade e avançou, olhou dentro do poço se expondo à fumaça de cores estranhas e indistinguiveis. Ela mesma parecia não sentir nada da fumaça, mas então, ao redor do poço, as coisas começaram a pegar a cor da fumaça emanada pela estrela caída do poço, como se fosse uma espécie de contaminação as cores começaram a dominar a grama, os bichos em volta, e tudo começava a mudar e ganhar um aspecto.. pestilento... colorido e doente...

    Efeitos da fumaça no ambinte:

    Katrina parecia bem, apesar de tudo à sua volta começar a mudar, e então, pessoas os moradores da casa começavam a surgir, aparentemente doentes

    Aspecto das Pessoas:

    Uma delas saía dos celeiros, fazendo sons multiplos e estranhos, misturados, mugidos, relinchados, latidos, todos esses sons misturados numa unica coisa que saía do celeiro.

    Coisa saída do celeiro:

    E então, quando absolutamente tudo em volta de Katrina estava contaminado pelas cores, do poço um grande raio saía e do raio, nuvens abriam caminho para o céu e algo extremamente grande e absurdo saía do mesmo.

    Cena:

    Aquilo era simplesmente gigante, maior que 20 cidades, estava no céu e parecia que iria engolir o mundo, até que Katrina acordava.

    Nova Trilha Sonora:

    Cena Atual:

    Todos os seus companheiros estavam ali, o fogo ainda não tinha apagado. Estavam em um lugar seguro apesar de ser no campo. Todos estavam dormindo, muito cansados da longa viagem que estavam fazendo de volta à cidade natal de Katrina e Arthur, Joyfish. Cada um deles tinha um saco de dormir, menos Anastasia, a Meia Vampira tinha uma tenda individual só pra ela, dormindo como uma lady na mata enquanto os outros dormiam tendo que aturar os mosquitos e outros incômodos do ar livre. Normalmente seria arriscado não ter ninguém de guardar revesando, mas felizmente Anastasia conseguia invocar animais noturnos e com a ajuda deles conseguiu confirmar que naquela área não havia animais ou outros transeuntes potencialmente perigosos ao grupo, então era seguro dormirem lá tendo apenas o fogo como proteção de outros animais.

    A poucas semanas a nomeação de Arthur como Paladino do Templo da Luz em Aeroth foi similar a um grande banquete, uma festa e um ritual sagrado. Inicialmente esse mesmo evento iria ser em Joyfish a pedido do próprio Arthur, porém o Festival da Chama Eterna iria acontecer nessa mesma época, então o pedido fora negado para ser feito no templo dos Dragões na cidade e o pedindo reencaminhado para Azeroth. Agora estavam voltando, os irmãos queiram passar em casa novamente antes de decidirem para onde iriam em seguida e era para lá que estavam indo, mas infelizmente o Festival já teria acontecido a poucos dias e provavelmente teriam perdido o final. O Festival da Chama Eterna era um festival que Arthur e Katrina passaram quando iniciaram sua vida adulta, todos os jovens eram atrações desse festival como iniciação para a vida adulta. O evento consistia em um grupo de jovens representando os guerreiros da historia da cidade e o próprio herói e fundador, Ekat Joyfish, fazendo uma peregrinação para o esconderijo do terrível Assar, a fim de libertar o povo das maldades do vilão mercenário. Os jovens iriam para a Cripta que ficava a dois dias de caminhada tranquila para resgatar uma Chama Eterna para a cidade para previnir um inverno rigoroso e cruel pra todos e enquanto os jovens estivessem fora a cidade toda estaria em feriado até eles voltarem. Dessa vez outros jovens iriam, era uma pena que eles não chegariam a tempo de ver tudo acontecer, a cerimônia, o teatro, o retorno glorioso, a festa do retorno.

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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II

    Mensagem por Nightingale Seg Abr 04, 2022 10:57 pm

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Cristi10

    Trilha Sonora:

    Diferentemente de seus companheiros, naquela noite Cristina não teve sonhos estranhos e incertos. Talvez aquela noite fora ela a única pessoa que dormiu em paz, mas dormiu em paz por um motivo em específico. No dia em que Christina tinha decidido deixar sua vila para alçar seus horizontes ela pediu aos anciões de sua vila para que dessem suas bençãos à ela, para que tivesse boa jornada, para que a sorte do anjo Desna ventassem em suas trilhas e ela achasse o que precisava achar, mas os anciões não foram tão compreensivos e desaprovavam qualquer busca fora da vila. Mas Cristina Stormwinter é como o vento, você não pode prender o vento porque ele é eterno e é recorrente, ele caminha pelo mundo e não pode ser parado. Mesmo contra a vontade dos anciãos, mesmo contra todas as chances, Cristina decidiu deixar sua casa para procurar o que precisava procurar e ela não sabia exatamente o que procurava, mas ela rezou a Desna para que quando achasse tivesse discernimento para saber o que era.

    Cristina carregou suas coisas e com anciões desaprovando nos portões ela partiu, ela caminhou por quilômetros nos portões sentindo o peso da desaprovação nas suas contas quando algo chamou a atenção dela e de todos.

    O que chamou a atenção:

    Havia uma lenda dentre o seu povo que dizia que bem aventurado era aquele que via o anjo Desna carregar os ventos de sua Sorte pelos céus para espalhá-lo pelo mundo, pois dele era a benção do Vento e da Sorte, pois ele era quem o Vento observava dos céus. Naquele dia, não só Cristina via Desna subir aos céus detrás das montanhas de suas terras espalhando fortes ventos por toda a região, mas também toda a sua vila e os anciões viam que acima deles que não aprovavam essa jornada, havia o Anjo da Sorte, que dava sua primeira bençãos a alguém de seu povo, algo que não ocorria a mais de 2 eras, a ultima vez foi no inicio da Campanha Dracônica.

    Trilha Sonora nova:

    Local atual:

    Diferemente dos seus companheiros, Cristina fora a única que tivera um sono initerrupto pois ela sabia que possuía a benção do anjo Desna consigo. Cristina tinha acordado de manhã com a fogueira já queimada e alvorada no céu em seu saco de dormir. Cada um deles tinha um saco de dormir, menos Anastasia, a Meia Vampira tinha uma tenda individual só pra ela, dormindo como uma lady na mata enquanto os outros dormiam tendo que aturar os mosquitos e outros incômodos do ar livre. Normalmente seria arriscado não ter ninguém de guardar revesando, mas felizmente Anastasia conseguia invocar animais noturnos e com a ajuda deles conseguiu confirmar que naquela área não havia animais ou outros transeuntes potencialmente perigosos ao grupo, então foi seguro dormirem lá tendo apenas o fogo como proteção de outros animais.

    A poucas semanas a nomeação do companheiro Arthur como Paladino do Templo da Luz em Aeroth foi similar a um grande banquete, uma festa e um ritual sagrado. Inicialmente esse mesmo evento iria ser em Joyfish a pedido do próprio Arthur, porém o Festival da Chama Eterna iria acontecer nessa mesma época, então o pedido fora negado para ser feito no templo dos Dragões na cidade e o pedindo reencaminhado para Azeroth. Agora estavam voltando, os irmãos queiram passar em casa novamente antes de decidirem para onde iriam em seguida e era para lá que estavam indo, mas infelizmente, pelo que Arthur e Katrina disseram, o Festival já teria acontecido a poucos dias e provavelmente teriam perdido o final. Segundo eles, era um festival que eles mesmos passaram quando iniciaram sua vida adulta, todos os jovens eram atrações desse festival como iniciação para a vida adulta.

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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II

    Mensagem por Agata Allein Ter Abr 05, 2022 5:17 am

    Eu admiro o mar, dançar à beira das águas foi algo que eu apreciava em minhas terras antes da guerra, as ondas, o vento, o calor do sol tocando a pele enquanto ouvia os sons do mar desenhando a música para meus passos.

    Mas não era isso que sentia ali, a pressão era grande, agora estava dentro das águas, mas profundo do que jamais imaginei que estaria em minha vida, percebo que respiro normalmente, o que é estranho.

    A sonolência ainda era grande, ouço barulhos/cânticos mas me pergunto se isso pode ser algo de minha cabeça que ainda poderia se encontrar no mundo do sono, era difícil dizer agora, tudo escuro, sons e um feixe de luz que me mostra que eu só poderia estar muitos metros abaixo, talvez quilômetros.

    O desespero não vem, assim também como a prontidão, uma criatura se desenhava em minha visão, talvez estivesse sonhando, era o que parecia mais razoável ali, ou talvez há muito já estivesse ido encontrar minha família em um paraíso estranho.

    Ela se aproximava enquanto parecia me chamar de alguma forma, aquela coisa não falava, mas ainda sim era estranho pensar de como aquilo me chamava, estava cada vez mais perto, vindo rápido, mesmo assim a sonolência não ia embora.

    O chamado era substituído pelo sons da fogueira, meus olhos pesavam ainda o que parecia um despertar no meio da noite, um sonho, como imaginei, abria os olhos e via a mata que fechava quase totalmente os céus, me levanto usando minha mão para apoiar meu tronco, minhas+ costas doíam um pouco, como de praxe, a vida na estrada não era gentil pra maioria de nós.

    Aquilo era uma sensação boa, desde que entrou em um grupo de viajantes eu sinto que posso dormir mais calma, pelo menos um pouco, após viver em um campo de batalha, sobrevivendo dia após dia é difícil dormir, um sorriso de canto escapa de minha boca, posso sentir na hora, era bom poder ter um pouco de descanso.

    Mexo a mão para invocar umas das minha lâmina em forma de água na minha frente, talvez olhar aquilo me desse maior entendimento sobre meu sonho, poderia ser só um sonho, mas sua cultura não deixava sonhos serem ignorados, aquilo me dizia algo, só não sabia o que ainda, Yuchuan faz falta nesses momentos.

    Era hora de dormir, amanhã era um novo dia e logo ele começaria.

    Como se tivesse sido um rápido cochilo, meus olhos já abriam e era novamente dia, o fogo já tinha consumido toda a lenha ali, levantar era um pouco difícil devido a dor nas costas, dormir assim jamais seria algo em que me acostumarei.

    - Ela via os outros acordando ao mesmo tempo

    Mais uma noite e ainda estamos vivos, parece que a vida vem sendo gentil

    As piadas trágicas nunca param de sair dali, um hábito difícil de perder, estalo minha costa e me sento à frente do resto que sobrou da fogueira.

    - Alguém mais com fome ou só eu ?

    Os outros ainda estavam sonolentos enquanto eu  invocava umas de minhas lâminas de ar, eu a movo pela floresta adentro, estendo meus sentidos a ela, seria bom comer algo fresco naquela fogueira pela manhã.
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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II

    Mensagem por Kether Ter Abr 05, 2022 11:11 am

    Kether escreveu:






     Arthur Dragunborn
    "Revele a verdade, puna os culpados, corrija os errados e sempre seja verdadeiro e justo em suas ações. Leve a Justiça aos culpados em nome daqueles que não podem realizá-la." - fragmento da oração a Kayla-El.
    Arthur Dragunborn




    Trilha Sonora:
    Arthur olha ao redor, a vila queima... o cheiro acre dos corpos em chamas adicionado com as plantas e a fumaça das casas já era o suficiente para afastar muitos... mas não aqueles que devotaram sua vida para combater o mal e tudo aquilo que se levanta contra a vida...

    Gritos... o crepitar das madeiras envoltas pelas chamas... o som das ondas quebrando ao longe... O desespero daquelas almas perdidas... O medo dos que ainda estavam vivos... Arthur sentia o mal, como nunca havia sentido antes. Seus sentidos que sempre perceberam as mínimas nuances do mal, não o preparam para aquela sensação.

    Antes mesmo de poder ver a fonte do mal, ele a sentia e sabia que podia ser sentido também. Outros Paladinos passam por Arthur correndo na direção da fonte do mal, a brisa marinha dissipava a fumaça e foligem e então surge a criatura, o mal puro personificado. A antítese do que era um Paladino, seu algoz, sua antinomia o maior e final opositor... O Monstro Negro, era assim que as pessoas comuns o chamavam.

    A criatura ignorava a nossa presença e avançava, os que chegavam perto eram derrotados com apenas um golpe. Aquele monstro não se importava com as vidas que ele ceifava, somente sua busca importava. O rastro de destruição e morte... Os asseclas da criatura ou jaziam, ou haviam fugido após atearem fogo em Joyfish.

    Arthur vê dois cavaleiros serem despedaçados pela criatura sem o mínimo esforço. Então ele se vê sozinho contra a personificação do mal... Toda sua vida ele se preparou para aquilo... ou não.

    Arthur não pensava em mais nada, ele não era uma das crianças da profecia naquele momento. Ele era o Cavaleiro de Kayla-El, o Cavaleiro da Luz, o Cavaleiro Protetor da Vida... Ele aperta a empunhadura de sua espada, sua velha companheira e leal espada.

    "Vamos mais uma vez minha companheira... Por Kayla-El!" Pensou se pondo de guarda e partindo para combater a criatura.

    Ele se aproximava em carga para desferir o golpe mais poderoso que ele podia...

    Por uma fração de segundos, foi como se Arthur olhasse diretamente para a dentro de si mesmo. Ele olhou dentro das trevas e as trevas olharam para ele. Naquele tempo nada mais existia... apenas o escuro...

    Trilha Sonora:
    A escuridão é tomada pela luz, o calor e o cheiro da fumaça da fogueira traziam ao agora desperto paladino a percepção de que fora um sonho.

    O som do crepitar da fogueira, a permanente sensação maligna presente explicavam o mal presságio. Mas e o mal encarnado? Ele olha na direção de sua irmã dormindo ao seu lado e sorri.

    "Aquelas pessoas que a maldiziam não a conhecem para pensar isso dela!" - pensava.

    Ele se levanta, se afasta do acampamento o bastante para poder ouvir se alguma das jovens companheiras passassem por problemas e longe o suficiente para que pudesse se aliviar de maneira reservada. Ao retornar, ele fica deitado por um tempo contemplando as estrelas e se ajeita para retornar a dormir.

    Já era dia quando ele acorda, Irelia já estava acordada e ao reparar que os outros acordavam pergunta:

    - Alguém mais com fome ou só eu?

    Arthur estica o corpo preguiçosamente ainda. Faz seus agradecimentos e preces a Kayla-El em silêncio e então responde enquanto se levanta:

    - Seria bom comer algo mesmo. Ainda tenho algumas provisões da minha ração diária. Mas queria mesmo um bom chá com leite, frutas, carne e pães frescos.

    O Paladino, sacode o saco de dormir e o enrola para amarrar na mochila. Joga um pouco da água do cantil no rosto para concluir o despertar, e bebe um gole.

    - Então meninas dormiram bem?





    Arthur Dragunborn @Aeroth, The Dragon Wars Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Espada11
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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II

    Mensagem por Convidado Qua Abr 06, 2022 11:03 am

    Anastasia Vallerus


    Os olhos de Anastasia se abriram, era estranho como sua capacidade de sentir havia mudado depois da sua transformação final. Após um pesadelo como aquele, um pesadelo que trazia traumas que fariam qualquer pessoa a se jogar de um precipício, era para estar nervosa, ofegante e pingando de suor. O que sentia, naquele momento, era uma angustia profunda.


    Ela sentou-se, estava em sua tenda, ouvia o trepidar constante da fogueira mesclando-se ao som da noite, um som que ela estava acostumada. Pela fresta da entrada da tenda, ela podia ver seus colegas de viagem deitados em seus sacos de dormir, aparentemente estavam seguros dos perigos da noite, incluindo dela mesma.


    Deixou a tenda de forma que não acordasse a todos, olhou em volta, demorou um pouco para seus olhos vampírico se acostumarem com a escuridão, a luz da fogueira não ajudava muito. Olhou para Alex, apesar de sua compreensão ainda tinha receio do que a fé poderia fazer na mente de uma pessoa o quanto de livre arbítrio ele teria a ponto de tolerar uma criatura como ela ao seu lado por tanto tempo.


    Havia ainda sua irmã, uma garota tão estranha quando ela própria. Falava pouco, era reclusa e por alguma razão evitava estar perto das pessoas. Havia um trauma alí, isso era certo. As outras duas era uma garota jovem, porém forte, de trejeitos brutos e sem trato social. Diferente da outra de traços exóticos e jeito suave, ela era como uma obra de arte se movendo ao seu lado.


    Todas aquelas almas diferentes, unidas por um objetivo em comum, restava saber se esse objetivo seria forte o suficiente para garantir essa união e quão forte a mente deles eram antes de se quebrar e essa harmonia ser destruída. Por mais que um jardim seja lindo e bem cuidado, basta uma faísca para destruir tudo.


    Amanheceira em breve, seria difícil para ela se alimentar, principalmente na frente de todos. Ninguém sabia sobre sua natureza vampírica, apenas Alex compreendia comum tipo de maldição. Andar sob a luz do sol afastava as suspeitas, mas em algum momento os olhos atentos iriam perceber e temia pela reação que se seguiria. Então caminhou pela escuridão da mata, caçando pequenos animais, aquilo seria o suficiente para garantir o dia seguinte sem transtornos


    Retornou para a sua tenda, deitou-se, mas o sono não retornava. Temia fechar os olhos e ver aquelas cenas novamente, ou algo pior. Reviver uma memoria traumatizante não era algo que esperava tão cedo e via aquilo como um sinal, restava apenas decifrar os enigmas que sua mente criava para ela. Quando o sol surgiu e ouviu as vozes do lado de fora deixou a tenda, tendo sua isão ofuscada pela luz, mesmo que amena.



    whatever
    Eu despertei faz algum tempo e estou alimentada, não precisam se preocupar comigo.



    Anastasia possuía um tom de voz sereno, como o da sua mãe com um timbre mais grave, como o do seu pai. Jogou o capuz sobre a sua cabeça para diminuir o desconforto da luz e começou a desmontar sua tenda enquanto os demais faziam suas necessidades e obrigações matinais.




    whatever
    Logo teremos que parar em alguma vila ou cidade.



     


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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II

    Mensagem por Katerine Le Blanc Qua Abr 06, 2022 5:49 pm


    Four Horseman


    Eu estava caminhando sozinha por uma estrada e o céu estava nublado algo normal para um dia chuvoso pelo menos era o que se parecia enquanto caminhava, porém, conforme caminhava senti um forte vente que quase arrancou meu capuz ao qual segurava com força para não descobrir a minha cabeça. Quando olhei para cima pude ver algo estranho e maravilhoso ao mesmo tempo já que aquilo parecia uma estrela cadente caindo de forma rápida, do jeito que era curiosa percebi que ela havia caído em um pouco em uma fazenda e logo fui até o local.

    Com rapidez pude ver que havia um fumaça saindo do poço e logo olhei através do mesmo enquanto tentava me conter em curiosidade, porém, era impossível e sendo assim observava que a minha volta começava a mudar mesmo que eu não sentisse nada. Será que era aquela fumaça do poço que estava fazendo aquilo com os animais e as plantas ou seria outra coisa, me questionei enquanto observava uma pessoa saindo de suas casas e logo percebi que elas estavam doente.

    Meus olhos então se viravam para o celeiro e pude perceber que algo estranho saía dele parecendo mais algum animal e filme de terror como se fosse vários animais ou pessoas em uma só coisa, porém, logo percebia que algo gigantesco saia do poço a minha frente me fazendo lembrar de meus poderes de alguma forma e antes que conseguisse fazer algo acordava um pouco assustada enquanto observava o local a minha volta percebendo que ainda estava no acampamento finalmente me sentindo mais segura ao ver meu irmão ali logo me fazendo sorrir e com rapidez eu voltei a dormir.

    ---

    Quando finalmente o dia chegou eu acordava ainda meia sonolenta me sentando ainda dentro de meu saco de dormir, ouvia meus companheiros falarem e perguntarem se alguém estava com fome e foi quando balancei a cabeça positivamente ainda meia sonolenta. — Eu acho que não dormi muito bem, tive um sonho estranho que acabou se tornando um pesadelo, mas ninguém precisa se preocupar comigo eu vou ficar bem. — Eu ainda tinha medo de contar ao meu irmão o que eu havia feito e talvez aquele sonho fosse as minhas lembranças mais horríveis. — Meu irmão ainda bem está aqui comigo... — Dizia a ele com um largo sorriso de alivio em meu rosto, logo ouvia a vampira enquanto me levantava me despertado de vez. — Com tanto que eu não tenha que voltar no lugar ao qual eu era feita de cativeiro por mim tudo bem. — Falei tentando demonstrar que estava melhor, porém, ainda tinha pensamentos horrível daquele lugar e também medo de ficar sozinho no escuro novamente.
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    Mensagem por Dycleal Qua Abr 06, 2022 6:14 pm







     Cristina Stormwinter
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    Cristina Stormwinter




    Trilha Sonora:
    Cristina ao chegar no ponto escolhido para passar a noite, procura um lugar para montar a cozinha e preparar o alimento. Separou um pequeno barril de cinco litro de uma agradável cerveja anã e começou a assar um grande pedaço de lombo de porco selvagem que matara e um bom pedaço de embutido que ganhara de um admirador que perdera uma quebra de braço na última estalagem.

    A noite estava estrelada e após comer e beber muito bem, fica deitada, após fazer suas necessidades fisiológicas em uma moita distante o suficiente para manter a sua privacidade e não comprometer o ar com o odor resultante, deita-se no seu saco de dormir e fica olhando as estrelas, seu passatempo favorito e traçando linhas entre as estrelas, enxerga a sua patrona Desna, que habita o centro da sua vida de dos seus pensamentos.

    Ela logo mergulha no mundo dos sonhos e se vê dançando em uma taverna com sua amiga lutadora e dançarina e elas dançam de formas diferentes, mas em harmonia e tem um resto de sono tranquilo e na saída da taverna, o sonho se estica ao ver a sua avó um pouco a frente e ela corre para alcança-la e corre muito mais não alcança e finalmente acorda com o sol queimando os seus olhos.

    A bárbara tenta abrir lentamente os olhos e sua voz está como que pesada do álcool da noite anterior e em silêncio se levanta cambaleando procurando por comida. Após satisfazer a barriga, vai novamente satisfazer as suas necessidades em uma moita distante e procura um curso de água para se refrescar e ajudar a despertar. Sem se enxugar muito, volta a se vestir e retorna para o acampamento pegar suas coisas e diz para todos: - Dormir como um boi bravo, e tive ótimos sonhos, dancei muito e vi vovó que correu e não consegui alcançar, que velha poderosa... Olha para Arthur e diz: - Será que chegamos ainda hoje? Vamos apressar o passo.





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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II

    Mensagem por Kether Qui Abr 07, 2022 2:20 pm







     Arthur Dragunborn
    "Revele a verdade, puna os culpados, corrija os errados e sempre seja verdadeiro e justo em suas ações. Leve a Justiça aos culpados em nome daqueles que não podem realizá-la." - fragmento da oração a Kayla-El.
    Arthur Dragunborn





    Arthur observava a irmã despertando, como se fosse um gatinho se alongando.

    - Eu acho que não dormi muito bem, tive um sonho estranho que acabou se tornando um pesadelo, mas ninguém precisa se preocupar comigo eu vou ficar bem.  Meu irmão ainda bem está aqui comigo...

    Confessava Katrina quando Anastásia com sua voz rouca e grave lhe chama a atenção.

    - Eu despertei faz algum tempo e estou alimentada, não precisam se preocupar comigo. - Anastasia arruma seu capuz enquanto continua - Logo teremos que parar em alguma vila ou cidade.

    - Com tanto que eu não tenha que voltar no lugar ao qual eu era feita de cativeiro por mim tudo bem.

    - Dormir como um boi bravo, e tive ótimos sonhos, dancei muito e vi vovó que correu e não consegui alcançar, que velha poderosa... - respondia Christina, que se vira para Arthur e complementa - Será que chegamos ainda hoje? Vamos apressar o passo.

    - O que importa irmã é que não passou de um sonho ruim, nada mais que isso. Essa nossa viagem, e tudo pelo que você passou e acabou nos privando de vivermos como uma família pode ter causado isso. Talvez o medo de nos perdermos novamente... Mas estou aqui agora e sempre estarei.

    O paladino que olhava com ternura para a irmã, corre o olhar pelas companheiras de viagem. Enquanto tirava um terço da sua ração para aquela refeição enquanto a parte maior ele volta a embrulhar.

    - Anastasia, como a Christina falou, precisamos retornar ao caminho. Mas ainda precisamos terminar nosso desjejum. Acha que haverá algum problema para você. - ele olha para o céu. - Parece que este dia será um dia de sol brilhante.

    Então ele se levanta e segue em direção de Irelia e lhe estende a porção da ração com um sorriso afável e voz baixa.

    - Para você. Pode comer.




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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II

    Mensagem por Dycleal Qui Abr 07, 2022 2:50 pm







     Cristina Stormwinter
    "."A Natureza é suprema, os elementos são o verdadeiro poder. Sendo nossa mãe, cuida, mas no seu tempo! O Vento rege a sorte, a aventura, o renovar e esta benção é dada para os seus escolhidos e estes escolhidos são meus e são protegidos para cumprir os seus propósitos, que são os meus incorporados nele. - fragmento da oração a Desna.
    Cristina Stormwinter





    Naendra ouve Arthur falar com a gentileza de sempre e diz: - Acho que comer de novo não vai fazer mal... Sabe-se lá o que pode acontecer na estrada. E senta-se e come outro porção generosa, regada a cerveja e quando está na metade da nova refeição, bate na barriga musculosa e diz olhando para Irélia: - Precisamos treinar uns passos para me ajudar na digestão, que você acha? E volta a comer com afinco.




    Cristina Stormwinter@Aeroth, The Dragon Wars
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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II

    Mensagem por Convidado Qui Abr 07, 2022 8:40 pm

    Anastasia Vallerus


    Anastasia se mantinha sob a sobra de uma árvore enquanto observava o desjejum dos demais e ouvia as conversas. Estranhou quando Katrina falara sobre um pesadelo, ela também havia tido um pesadelo e permaneceu pensativa por alguns segundos. Não entendia seus poderes ainda, como não entendia sobre como a trama da magia e a influência dos dragões afetava cada ser vivo, se aquilo era um sinal, não deveria ser um dos bons.


    Tão estranho quanto a fala de Katrina sobre pesadelos e cativeiros era a reação de Arthur, Anastasia abaixou levemente  cabeça fazendo seus olhos serem cobertos, balançou negativamente pensando como não era prudente fazer promessas que não poderia cumprir, o futuro era incerto principalmente vivendo em uma realidade tão cruel, a morte poderia vir a qualquer momento e a promessa de estar sempre presente seria quebrada como um cristal e como todo cristal não seria capaz de remontar.




    whatever
    Ficarei bem!



    Comentou ao ver Arthur falar sobre a claridade, para sua sorte não havia herdado a fraqueza dos vampiros para com a luz do sol, porém aquela claridade dificultava sua visão o que poderia colocá-la em situações de perigo sem perceber. Ela poderia utilizar de suas formas animais para subjugar essa deficiência, porém não desejava se acostumar com aquilo e acabar passando mais tempo como animal do que como pessoa.



    whatever
    Não tenho o poder de escurecer o sol, então devo me submeter a ele.



    Anastasia tinha suas razões para não passar tanto tempo na floresta, era mais fácil nutrir suas necessidades nas vielas das cidades, não era algo que gostava de fazer, mas os efeitos da falta de sangue a deixava exausta, não apenas isso, os demais não possuíam seus poderes e ela não tinha as mesmas necessidades mortais, comer e dormir ao relento tornaria insalubre com o tempo e todos precisariam de uma estalagem e boa comida para conseguirem seguir viagem com todas as energias renovadas.




    whatever
    Tomem o tempo que precisarem.



    Agata Allein
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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II

    Mensagem por Agata Allein Sab Abr 09, 2022 4:09 pm

    Parecia para mim que o paladino queria algum tipo de refeição majestosa, eu não poderia discordar, muito tempo na estrada lhe faz ter esse desejos o tempo todo

    - Gosto do seu jeito de pensar Arthur, eu já volto, vamos tentar comer algo mais decente hoje.

    Minha lâmina já fazia o trabalho enquanto entrava mato adentro, já tinha visto coelhos, pássaros e alguns outros bichos por ali que poderiam dar um bom café da manhã, finalmente talvez. Assim, pouco a pouco vou recolhendo os animais mortos que seriam nossa refeição hoje, além disso também consigo ouvir as conversas ao longe, parecia não ser a única que teve pesadelos durante a noite, aquilo era muito estranho, Yuchuan fazia mais falta do que ela pensava.

    Carregando os animais eu chegava no acampamento.

    - Escolham os seus, eu já separei o meu, vamos comer como filhos da terra que somos.

    Um sorriso sai de minha boca, via que Cristina lhe dirigia a palavra

    - Apressar o passo tambem nao seria ruim, mas não deixemos nossa barrigas de lado

    Ela observava os outros conversando enquanto preparava sua comida, todos ali haviam sonhado alguma coisa, todos eles com coisas que não gostariam de ter sonhado, eu não sabia dizer o que foi exatamente, sonho ou pesadelo, mas por enquanto resolve ficar em silêncio sobre isso, precisava refletir um pouco mais.

    - Não se preocupe Cristina, faremos assim que o tempo não for um problema.

    Respondi satisfeita enquanto comia aquele coelho. Estava melhor do que ela esperava
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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II

    Mensagem por Dycleal Sab Abr 09, 2022 6:07 pm







     Cristina Stormwinter
    "."A Natureza é suprema, os elementos são o verdadeiro poder. Sendo nossa mãe, cuida, mas no seu tempo! O Vento rege a sorte, a aventura, o renovar e esta benção é dada para os seus escolhidos e estes escolhidos são meus e são protegidos para cumprir os seus propósitos, que são os meus incorporados nele. - fragmento da oração a Desna.
    Cristina Stormwinter





    Cristina come sua vitela com afinco e pega alguns animais para preparar e comerem mais tarde e remexendo os quadris, caminha até a fogueira e no caminho responde para sua amiga: - Tempo? O que seria o tempo? Para mim é uma aferição das prioridades... E deixa sua fala como se fosse apenas uma reflexão perdida no interior dos seus pensamentos. E continua caminhando até a fogueira e coloca as carnes para cozer nas chamas.




    Cristina Stormwinter@Aeroth, The Dragon Wars
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    Mensagem por Katerine Le Blanc Sab Abr 09, 2022 9:28 pm


    Four Horseman


    Quando finalmente recebi o que comer abria um sorriso largo no rosto, com rapidez pegava algo para comer sem tocar em ninguém enquanto ouvia meus companheiros. — Sim meu irmão vamos cuidar um do outro e também o tempo que estávamos separados foi o que me deu esse sonho e agora não seremos separados mais. — Falava para meu irmão enquanto terminava de comer e logo suspirava e continuava a ouvir meus companheiros até que resolvi falar novamente.

    — Pessoal precisamos ir, não podemos ficar parados aqui e deixar que a noite caia novamente. — Dizia enquanto começava a arrumar as minhas coisas pronta para partir assim que todos estivessem prontos.

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    Mensagem por Dycleal Ter Abr 12, 2022 2:02 am







     Cristina Stormwinter
    "."A Natureza é suprema, os elementos são o verdadeiro poder. Sendo nossa mãe, cuida, mas no seu tempo! O Vento rege a sorte, a aventura, o renovar e esta benção é dada para os seus escolhidos e estes escolhidos são meus e são protegidos para cumprir os seus propósitos, que são os meus incorporados nele. - fragmento da oração a Desna.
    Cristina Stormwinter






    Cristina empacota as carnes preparadas, já partidas em pequenos pedaços, para mordiscar, e deixa as sua coisas prontas para partir encostadas em uma árvore e segurando em um galha, que alcançou com um pequeno pulo, diz para todos: - Estou pronta, vou me exercitar enquanto vocês se aprontam! E fica fazendo sua série de flexões para se manter em forma e afugentar o tédio.





    Cristina Stormwinter@Aeroth, The Dragon Wars
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    Mensagem por Nightingale Ter Abr 12, 2022 4:07 pm

    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Irelia13Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Anasta11Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Arthur11Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Cristi11Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Katrin11


    Trilha Sonora:


    Depois de algum tempo desferindo um desjejum, preferindo economizarem na ração de viagem para comerem carne extraída da floresta, o grupo ia empacotando suas coisas e se aprontando para seguir viagem. O Fogo que precisou ser acesso novamente para assar a comida caçada e esfolada consumiu tempo de procura de lenha, todo o preparo e por fim o consumo demorou um bom tempo para se ajeitar e depois o empacotamento. No final, a lenha teve de ficar acesa, ou não, qualquer um poderia ter apagado, mas o rastro do acampamento havia sido deixado para trás, não que aparentemente aquilo teria sido um problema em uma região florestal tão tranquila.

    O grupo então tomou novamente a estrada, ela era longa, todos sabiam que era necessário mais um dia de marcha para chegar ao local, passaram por lagos, riachos, árvores e campos. Nenhuma carroça ou pessoa passava nas estradas ou fora delas, pelo menos não que o grupo via. De todos a mais desconfortável era Anastasia com seu gorro cobrindo a cabeça, o dia estava lindo e quente e não seria anormal os companheiros uma hora começarem a questionar os estranhos hábitos da mulher que não comia, nem bebia na frente deles e odiava ficar na claridade. Se não vissem ela andando de dia achariam que fosse uma vampira, isso é fato.

    Eles continuavam a marcha, precisaram parar novamente um pouco mais tarde para descansarem os pés cansados e comer mais, beberem água e encherem novamente seus cantis em algum poço que acharam. Não era incomum em lugares um pouco mais civilizados terem poços de água para viajantes, pelo menos essas regiões eram mais gentis com eles pois era comum pessoas indo e vindo das cidades do Estado de Ophelia. Quase todos eram turistas naquela região, principalmente Irelia e Cristina que tinham vindo quase que do outro lado do mundo para aquele lugar tendo que atravessar a citadela do Império de Volotia, mas o restante deles conhecia essa região e Anastasia apesar de não ser de Ophelia já recebeu visitantes na sua antiga taverna, a Presas de Prata, que diziam que vinham de lá, inclusive era a primeira vez que visitava a região Natal de Arthur e consequentemente de Katrina também.

    Referência de paisagem:

    A noite finalmente começava a cair, todos podiam ver o céu alaranjado no final, Anastasia ficava mais aliviada pouco a pouco com o maldito sol caindo e a lua surgindo, chegando a sentir que podia até levantar o capuz. Arthur e Katrina já reconheciam muito bem a região que estavam, sentiam o gosto de estar longe de casa a mais de uma semana e finalmente chegar para serem bem recebidos por amigos e família. Eles continuavam caminhando já muito cansados e ao longe todos menos Anastasia, Cristina e Arthur, não conseguiam enxergar muito além pois o escuro já estava começando a cobrir os campos com o anoitecer.

    É quando os três que podiam ver na escuridão conseguiam ver o vilarejo mas...

    Nova Trilha Sonora:

    Estava tudo apagado e até mesmo destruído. A cidade estava apagada e abandonada, Arthur, e apenas Arthur começa a sentir seu corpo tremere por dentro da armadura. Uma sensação de formigamento e estranheza, uma gota de suor bortada do lado da orelha descendo de seus cabelos. Aquela sensação... Ele conhecia muito bem aquela sensação e o medo, não um medo de sobrevivência, mas um medo por aqueles que ele amava começava a imundar seu coração.

    Nova Trilha Sonora:

    Arthur sentia a presença do mal no vilarejo, sua casa, seu lar, as pessoas que ele amavam, ele sentia todo o vilarejo emanando uma aura maligna e nefasta. Ele não via com seus olhos nada além de um vilarejo escuro atacado e abandonado, sem tochas e lanternas para iluminar ou civilização para compor a paisagem, tudo o que ele e aqueles que podiam ver no escuro viam, era um lugar vazio como uma cidade fantasma, mas apenas Arthur sentia o mal latente vindo da sua cidade natal, a certeza de que alguma coisa muito ruím ainda estava lá, ou pelo menos o resquício dessa coisa ruím. Irelia e Katrina apenas viam um local muito escuro, mas poderia ser qualquer coisa, poderiam ser ruinas, montes de arvores e arbustos


    Apenas Cristina, Arthur e Anastasia podem ver:
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    Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II Empty Re: Capítulo 1 - Festival dos Horrores - Parte II

    Mensagem por Dycleal Ter Abr 12, 2022 4:34 pm

    A feiticeira robusta toca o ombro de Arthur e pergunta baixinho: - Tem algo errado aqui, né? Ou ainda não é sua cidade? Se for, temos problemas... E abaixa a cabeça, triste pelos irmãos amigos e torcendo para que aquela cena horrorosa não seja o destino da trupe.
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