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O Marlin Negro

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Elminster Aumar
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O Marlin Negro

Mensagem por Elminster Aumar em Sex Jul 27, 2012 4:59 pm

O Navio
O Marlin Negro é uma embarcação de dois mastros de velas negras, com um pequeno castelo de popa e um grande deque principal na frente. O marlin negro que dá nome ao navio foi esculpido na parte posterior da embarcação, com o seu focinho que muito se assemelha a uma lança despontando para o horizonte.

Deque do Castelo de Popa: Aqui em cima fica o timão do navio, junto com um pequeno guindaste para um único bote.

Deque Principal (Convés): O convés é um deque aberto que fica na parte da proa. Ele é comprido e bem espaçoso. Um dos mastros se ergue do centro, com o cesto da gávea para o vigia lá no alto. A tripulação passa a maior parte do tempo no convés, de olho no horizonte e cuidando das velas. A aparelhagem da âncora também se encontra aqui.

Cabine do Capitão: A cabine onde dorme o capitão preenche metade do espaço do castelo de popa. É um quarto razoavelmente confortável se comparado com os outros, com uma cama de penas, uma escrivaninha e um balde para suas necessidades.

Quartos dos Oficiais: Os aposentos preenchem a outra metade do castelo de popa. São quartos apertados, mas ainda assim bem melhor de se dormir do que no imundo deque inferior. O imediato, o contramestre, o músico e o mestre carpinteiro ocupam estes aposentos.

Deque Inferior: Duas escadas em forma de escotilhas descem do deque principal para este deque inferior. Aqui é o primeiro espaço reservado à carga do navio, com caixas, pacotes e barris espalhados pelos quatro cantos. Redes de dormir estão presas pelas paredes e além de dormir aqui é onde também a tripulação toma suas refeições, sentando em qualquer lugar que for conveniente.

Galé: A galé do navio fica na parte posterior do deque inferior. Ela tem um pequeno aquecedor e estante para todos os tipos de comidas. O cozinheiro e o seu assistente dormem aqui.

Gabinete do Navio: Toda a papelada da embarcação é mantida aqui, incluindo manifestos de carga, mapas de navegação e um baú com o dinheiro reservado à embarcação. O escrivão passa a maior parte do tempo sentado numa escrivaninha fazendo suas anotações e registros.

Paiol de Amarra: A corrente da âncora é armazenada neste local. Ela passa através de um buraco pelo castelo de popa e indo até o convés, onde a âncora é arremessada pro fundo do mar.

Deque de Carga: O último deque é também encarregado por armazenar mais carga do navio, como as provisões (incluindo muitos barris de água fresca e rum). Quando há prisioneiros, é aqui onde eles são deixados.

Paiol de Velas: Velas excedentes, lonas e equipamentos de costura são retidos aqui, assim como uma abundância de linhas, cordas, lenhas e diversas ferramentas pesadas.

O Código Pirata
O código vigente no navio Marlin Negro foi criado de comum acordo por todos os tripulantes, escrito e redigido pelo escrivão, e ele consta pregado com uma adaga em frente da porta da cabine do capitão para ser lido por todos.

• Artigo 1 – Todos devem obedecer a todas as ordens.
• Artigo 2 – Todos os tripulantes tem o direito a voto nas decisões mais importantes.
• Artigo 3 – Os despojos devem ser divididos da seguinte maneira: uma parte para cada membro da tripulação; uma e meia para o imediato, o contramestre e o mestre carpinteiro; e duas partes para o capitão. Esta divisão pode ser alterada de acordo com a situação.
• Artigo 4 – Qualquer um que não mantenha suas armas limas e prontas para o combate ficará sem a sua parte do botim, e poderá sofrer outras punições de acordo com a decisão do capitão.
• Artigo 5 – Qualquer um que ataque outro membro da tripulação em alto mar receberá quarenta chibatadas do contramestre. Disputas entre os tripulantes deverão ser resolvidas em terra, cada um com uma arma na mão, e será o vencedor quem aplicar o primeiro corte no adversário.
• Artigo 6 – Qualquer homem que quebrar sua arma, fumar tabaco no porão ou carregar uma vela acessa sem qualquer proteção, deverá sofrer as mesmas chibatadas do artigo anterior.
• Artigo 7 – Qualquer um que tentar deserdar ou guardar segredos da companhia será abandonado numa ilha deserta com apenas uma garrafa d’água e uma arma.
• Artigo 8 – Qualquer um que tentar introduzir à bordo uma mulher disfarçada, será punido com a morte.
• Artigo 9 – Qualquer um que roubar um companheiro da tripulação terá seu nariz ou orelha cortados, de acordo com a decisão do contramestre. Se o marujo cometer o mesmo erro, será abandonado numa ilha deserta na mesma condição do artigo 7.
• Artigo 10 – Os músicos (se tiver algum a bordo) poderão descansar no último dia da dezena, mas não receberão quaisquer outros favores durante os nove dias e noites restantes.
• Artigo 11 – Se o navio do seu capitão afundar, a tripulação promete permanecer até que estejam de posse de um novo navio. Se o próximo navio for de comum propriedade da tripulação, a primeira embarcação capturada deverá ser do capitão.
• Artigo 12 – Qualquer um que retirar a adaga que prende este pergaminho terá como punição a morte imediata.

A Tripulação
Luke Roosevelt, o Mammon (Capitão): O capitão usa um chapéu negro e um sobretudo maior do que deveria ser com as mangas ultrapassando suas mãos. Possui longos cabelos negros, assim como a barba, e em ambos são feitas tranças presas por várias cordas de cores diferentes. Todas as manhãs ele pinta sua cara de branca, o que o fez adquirir o apelido de Mammon. Seu aspecto é assustador, como haveria de ser um capitão de um navio pirata. Ele pouco sai de sua cabine e a maioria das ordens é transmitida através de seu imediato.

Scrum (Imediato): Scrum é um gigante de dois metros de altura tão simplório quanto o seu nome. Ele possui uma barba ruiva desgrenhada como a quem não cuida dela desde que nasceu. Scrum é o responsável por transmitir as ordens do capitão Roosevelt, o que ele faz com a autoridade de quem está prestes a mandar o insolente aos cuidados nada generosos do contramestre. A tripulação o teme quase tanto quanto ao capitão, embora reconheçam que Scrum não possui nenhum pouco da sagacidade de seu mestre.

Lewellin (Músico): Lewellin, ou simplesmente Lew, é um jovem de cabelos bagunçados e olhos verde-mel. Com um dom para a coisa, mulher nenhuma resistia aos cortejos de Lew. A história de como esse franzino rapaz viera a entrar no navio é longa, mas basta saber que um músico para alegrar os tripulantes era sempre bem-vindo, até mesmo entre os piratas. Lewellin também trabalha na limpeza do navio como todos os outros marujos, mas no décimo dia da dezena ele ganha uma folga, onde Lewellin aproveita para se trancar em seu quarto pessoal e escrever novas canções.

Frac’Eido (Contramestre): O cruel contramestre possui uma barba mal feita, porta uma adaga presa a cintura e suas expressões faciais são quase sempre inexistentes. Preso ao seu pescoço existe um colar com vários dentes de diferentes formatos e tamanhos, todos eles arrancados de marujos mortos por quebrarem o código pirata. Dizem que se rearranjarem as letras de seu nome consegue-se formar a palavra Ceifador. Como a grande maioria dos piratas são iletrados, ninguém tirou a prova.

Raggeti (Mestre Carpinteiro): Raggeti desempenha um papel de extrema importância em qualquer embarcação. A de um mestre carpinteiro. Além de ser responsável pelos constantes reparos que são precisos fazer no navio devido às condições climáticas e batalhas, Raggeti é conhecido pela sua habilidade no manejo da espada. É um dos melhores espadachins à bordo e segue fielmente às ordens do capitão. Ele usa um tapa-olho para tampar o seu olho de vidro. Quando alguém descobre e pergunta como ele perdeu seu olho direito, Raggeti conta uma história totalmente nova.

Dyke “Lampreia” Smythe (Timoneiro): O responsável pelo leme da embarcação adquiriu esse apelido de lampreia devido aos seus pais ter sido pescadores desses peixes com forma de enguia. Descontraído, Dyke gosta de fazer apostas dos mais variados tipos com os marujos, e ele normalmente ganha ou se faz ganhar através de alguma trapaça. Ele usa duas argolas de ouro como brincos com seu nome escrito, e acredita que elas lhe trazem bons ventos.

Hymma (Vigia): O vigia passa todo o tempo de trabalho no cesto da gávea e muitas vezes acaba dormindo lá no alto. Em função disso, Hymma é um pouco corcunda pelas noites mal dormidas. Ele não tem mais do que vinte e cinco anos e possui uma voz grave, fazendo-se ouvir por todo o navio. O timoneiro Dyke é com quem ele mais conversa, mesmo com a distância que os separa.

Salaman (Cozinheiro): Salaman veio de terras longínquas e possui um sotaque estranho. Suas técnicas de culinária aprendidas em terras estrangeiras agrada a maior parte da tripulação. Salaman cuida da galé do Marlin Negro com a ajuda de seu assistente. A tripulação não costuma conversar com ele além do básico, pois o seu sotaque é muitas vezes difícil de entender.

Sean Dorean (Assistente do Cozinheiro): Sean é o mais jovem de toda a tripulação do Marlin Negro. Ele acabara de completar seus 15 anos e de se tornar um homem de verdade. Sean é curioso e ao mesmo tempo destemido pela sua tenra idade. O rapaz é ávido por aprender e está sempre importunando os outros marujos para que eles lhe ensinem ou mostrem alguma coisa nova. Este seu jeito atrevido já lhe rendeu alguns inimigos no navio.

Oriun (Despenseiro): Oriun não é nada confiável e possui várias cicatrizes levadas por chibatadas de alguns contramestres. O próprio Frac’Eido foi o responsável por cortar a língua de Oriun quando este mentiu para o capitão. Em virtude disso ele não consegue mais formular frases que façam sentido, mas isto não o tornou nenhum pouco menos perigoso. Apesar de tudo, sua habilidade furtiva e combativa ainda o faz ser um membro valoroso. Mas ele está de sobreaviso de Roosevelt: Mais um passo em falso, ele será abandonado numa ilha deserta.

Albett e Royce (Trinqueiros): Estes dois irmãos de bom porte físico estão constantemente no convés ajeitando as velas. Quando uma vela se rasga, os dois logo tratam de consertá-la. Voluntariosos, Albett e Royce estão em alta conta com Roosevelt, que sempre trata de chamá-los quando precisa de algum trabalho secundário.

Jolly Roguer (Escrivão): Jolly já passou de seus 70 anos de idade. Ele já vivenciou muitas coisas em sua extensa vida e já esteve à bordo de mais navios do que toda a tripulação conseguiria contar utilizando os dedos de ambas as mãos e de ambos os pés. Ele é respeitado pela sua inteligência e sabedoria. Quando alguém procura por um conselho ou auxílio, é a ele que se dirigem. Jolly Roguer é o único que não tem a incumbência de ajudar nos saques ou de defender o navio. Nem mesmo o músico e o jovem assistente de cozinheiro estão livres dessa obrigação. Atualmente o escrivão pouco sai de seu gabinete, onde realiza todas as anotações pertinentes às viagens marítimas, controla os mapas de navegação e faz a contabilidade do ouro recolhido.
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