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    Guilda dos Aventureiros

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    Mensagem por Kether em Seg Jun 10, 2019 11:38 am

    Local destinado para registrar as fichas dos jogadores.

    Por favor seguir o padrão abaixo (está mais abaixo o código):

    Jogador: Kether

    Nome do Personagem: Elric
    Classe: Clérigo 4 | Paladino 6
    Raça: Humano
    Nível: 10

    Ficha: Ficha

    Imagem do personagem:

    Guilda dos Aventureiros 2eacb4af1c88679b108431f42755dfb3

    Background:

    Inserir o BG

    Informações adicionais (não obrigatório):

    Outras informações que desejar

    Código:

    [b]Jogador:[/b]

    [b]Nome do Personagem:[/b]
    [b]Classe:[/b]
    [b]Raça:[/b]
    [b]Nível:[/b]

    [b]Ficha:[/b] Link da ficha

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    Inserir a imagem do personagem
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    [spoiler="Background"]
    Inserir o BG
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    [spoiler="Informações adicionais (não obrigatório)"]
    Outras informações que desejar
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    Mensagem por Artorias em Seg Jun 10, 2019 1:04 pm

    Jogador: Artorias

    Nome do Personagem: Thomas Castle
    Classe: Paladino
    Raça: Humano
    Nível: 1

    Ficha: Ficha

    Imagem do personagem:


    Guilda dos Aventureiros A810a211


    Background:


    Thomas é o irmão do meio de uma das famílias fundadoras da região, possui uma irmã mais nova com pouca diferença de idade (Sarah Castle) e um irmão mais velho que tem praticamente o dobro da idade de Thomas. Ainda quando criança, a mãe falecera, o que entrelaçaria ainda mais a relação dos irmãos mais novos, já que o pai era distante devido às experiências de muitas batalhas vividas - que permitira ganhar respeito como um bom guerreiro nas redondezas - e o irmão mais velho não era apegado a eles, seguindo a vida com seus próprios propósitos.

    Sua irmã sempre sentira a necessidade de agir como a mãe de Thomas, que era imprudente e ingênuo, dando esporros e ataques de ciúmes, enquanto Thomas sempre sentira a necessidade de protegê-la e cuidar dela, talvez sem demonstrar tanto assim. Ambos se dão muito bem apesar das diferenças.

    Anos depois, após o pai falecer, o irmão mais velho herdaria todos os bens da família, como um meio de se livrar de seus irmãos, manda-os para igreja, para que se formassem paladino e clériga. Thomas ingenuamente veria isso como um gesto de carinho de seu irmão mais velho, seu sonho era ser um herói, enquanto sua irmã não teria exatamente esses planos, mas seguiria Thomas, pois era a pessoa mais importante na sua vida e jamais iria querer ficar distante dele, na sua formação clerical acaba enfrentando desafios de autocontrole emocional que ao longo do tempo terá de superar.


    Informações adicionais (Personalidade & Voz):


    Thomas Castle é inspirado nas grandes epopeias, assim, querendo ser um grande herói, mas é pouco vivido para lidar com as adversidades do mundo, ainda precisa amadurecer e compreender como são as pessoas. Possui um jeito abobalhado, apaixona-se fácil por qualquer moça bonita, confia demais nas pessoas, acreditando que ninguém mentiria para ele se não der motivos para desconfiar e possui um ímpeto de querer resolver as coisas, sem pensar muito nas consequências, apesar disso, é uma ótima pessoa, sempre disposta a ajudar, bem humorada e sua inocência talvez seja um defeito para muitos, mas para ele pode ser uma virtude, pois é capaz de ver que o mundo pode ser justo e bom, suas palavras podem ser reconfortantes para aqueles que são tomados pela raiva.

    ----

    Sua voz é do dublador Marcelo Campos em Shurato



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    Guilda dos Aventureiros Empty Re: Guilda dos Aventureiros

    Mensagem por gaijin386 em Seg Jun 10, 2019 1:27 pm

    Jogador: Gaijin386

    Nome do Personagem: Gabriel Blackwood
    Classe: Rogue (Ex-Pirata)
    Raça: Humano
    Nível: 1

    Ficha: Ficha

    Imagem do personagem:

    Guilda dos Aventureiros Ruyi-yuen-img-2135

    Background:

    Página rasgada do diário de Gabriel Blackwood...

    Maldito seja o capitão Cutler

    Gabriel franziu o cenho enquanto pensava no que havia testemunhado... Não era algo estranho o famigerado capitão Cutler entrar em uma taverna para recrutar novos membros para sua tripulação dentre os mandriões que não estavam inconscientes com o rum de qualidade duvidosa, pois não era fato novo que o navio “Dama do Oceano” por ele comandado possuir uma sinistra reputação o que assustaria muitos homens, porém não Gabriel Blackwood, ele havia deixado para trás a pequena Ultrech para ganhar ver o mundo e era um jovem que acreditava que o mundo em si era uma grande aventura.

    Após ser aceito e assinado os papéis ele reparou que outros veteranos do mar que na taverna estavam ou até mesmo aqueles por quais passava na rua faziam uma persignação com os dedos como que se isso os fosse proteger de alguma coisa e quando abordava alguém sobre isto as pessoas ignoravam e nada diziam... Porém isto já deixou o jovem Gabriel, ou Gabe para os amigos, uma impressão de que algo não estava certo por ali. Durante a primeira viagem nada aconteceu exceto que Cutler parecia muito animado, pois embora a tripulação fosse nova ele pretendia recuperar o saque armazenado em lugar só por ele conhecido.

    Ouro... A promessa do ouro fácil o iludira e o deixara cego assim como os demais tripulantes novos e sendo assim ele acabou enterrando suas suspeitas e seguiu com a tripulação de Cutler... No meio da viagem ele apresentou uma nova personagem... Uma estranha mulher que muitos diziam ser sua amante, outros que era ela quem realmente comandava o barco... Gabriel viu que era bonita... Bonita demais e ele sentiu que ela era perigosa. A recém-chegada foi apresentada como Sihvet. Gabriel nunca soube muito sobre a mesma exceto que era uma sacerdotisa da divindade dos oceanos assim ela dizia, mas Gabriel nunca fora do tipo religioso então deixou o detalhe para lá.

    Para resumir os fatos Cutler tornou-se mal afamado por quê? Seu barco era visto como mau agouro por quê? Gabriel descobriu da pior forma... O navio chamado Dama do Oceano era um barco da morte... Onde vários entram, mas não saem e por que isso? O infame capitão fazia oferendas em conjunto com sua amante para divindade dos oceanos, o que mais tarde descobriu ser um demônio dos mares, em troca de boa sorte nos saques e pilhagens bastando o sacrifício de oferendas... e quais eram as oferendas?

    Gabriel descobriu estes funestos planos ouvindo uma conversa de Cutler com sua cúmplice e desesperado tentou dissuadir a tripulação, mas foi descoberto e durante o motim entre os leais a Cutler e os descontentes e a luta que se sucedeu acabou por gerar uma explosão que fez com que navio afundasse devido a uma explosão de parte da carga do navio... No meio deste caos Gabriel jogou-se no mar para não morrer, mas ouviu as maldições de Cutler e de Sihvet.

    Blackwood perdera a consciência durante a tempestade de mar revolto abraçado num pedaço de madeira e acabou sendo resgatado, porém desde então ele nunca mais botou os pés em um barco com medo da maldição que lhe fora rogada e de que o maldito demônio do mar viesse busca-lo seja da forma direta quanto de forma indireta por servos marinhos.

    Hoje ele retorna para o seu povoado natal, Ultrech, mas mantém o sonho da busca por novas aventuras desde que as mesmas não envolvam navegar.


    Informações adicionais (não obrigatório):

    Gabriel Blackwood ou Gabe para os amigos é um ladino extremamente preocupado com o bem comum o dele principalmente, embora seja um bom ladrão ele irá pensar nas consequências antes de pular em uma briga, porém tem um fraco e acaba por ajudar se seus amigos estiverem envolvidos.
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    Mensagem por Katerine Le Blanc em Seg Jun 10, 2019 1:33 pm

    Jogador: Katerine Le Blanc

    Nome do Personagem: Katarina MacMullan
    Classe: Ranger
    Raça: Humana
    Nível: 1

    Ficha: https://www.myth-weavers.com/sheet.html#id=1925328

    Imagem do personagem:

    Guilda dos Aventureiros 271fcd10

    Background:

    O pai das Gêmeas é Arthur MacMullan, um guerreiro aventureiro que na meia idade se aposentou e se tornou um prospero comerciante e após um tempo já com uma boa poupança veio para o povoado a procura de terras férteis e tranquilidade. Chegou junto com os fundadores da cidade, tendo bons vínculos de amizade com o sacerdote, com os caravaneiros e com o chefe da guarda, casou-se com Maegret Bhonet uma jovem fazendeira que se apaixonou pelo seu espírito aventureiro, seu caráter e as histórias que ele contava e a mesma com três anos de casada gerou as gêmeas, mas Maegret tinha saúde frágil e pegou tuberculose ainda amamentando as suas crias, ela era adoradora de Ehlonna e para agrada-la o velho Arthur, vendeu uma pedra preciosa que tinha guardado para o futuro, e achou que aquela era a hora de vende-la e fazer as mulheres da família felizes e mandou fazer três camafeus para a esposa e para as filhas, no da sua esposa tinha uma imagem da deusa Ehlonna montada em seu unicórdio e a mesma imagem era esculpida no lado de fora dos três camafeus, no camafeu das meninas tinha a mesma imagem em cada, a imagem das gêmeas abraçadas no colo da mãe que estava ao lado do pai. As meninas ficaram orfãs quando tinham 4 anos e o pai ainda as criou até os 8 ensinando a sua Katrina que o amava extremamente os princípios da sua profissão com a ajuda do comandante da guarde seu amigo e quando o velho Arthur sentiu o peso dos anos, pediu para que o sacerdote e a madame Alexia, uma das suas beatas e prima de Maegret, cuidassem das duas e elas rodiziavam entre a casa do sacerdote, onde elas tinham um amiguinho e os ensinos das letras e educação básica formal e a casa da Alexia que as ensinava as artes domesticas e os segredos de mulher e quando Katrina fez 14 anos, já uma mulher forte e destemida começou a trabalhar como mercenária paga nas rondas da milicia local mostrando-se uma guarda poderosa, hábil e truculenta, conhecida por ser destemida e habilidosa. Sua irmã queria seguir os caminhos de Ehlonna e seu pai alguns meses antes da sua morte, por velhice, fez uma última excursão até a cidade dos elfos com as suas filhas e Lá, próximo da cidade, foram a um chalé onde se encontrou com o Ranger Elfo Laucian, seu amigo da época de aventureiro e lhe pediu que ensinasse para a pequena Katarina a sagrada arte dos Ranger e durante um ano, após a sua morte, a menina viveu intensamente o treinamento do elfo, sob os auspícios e Ensinamentos de Laucian Meliamne, o centenário elfo rastreador e ao fazer 14 anos começou a servir como rastreadora da milicia procurando pessoas perdidas ou esconderijos de feras que assolassem o povoado servindo assim e pegando experiencia na sua pequena e prospera vila.

    Informações adicionais (não obrigatório):

    Katarina sempre teve o espírito livre, e uma certa rebeldia em relação a regras sociais. Mas a natureza sempre a acalmou e quando estava com a irmã nadando ou cavalgando nas florestas e campos ela estava em paz e feliz. É digno de nota o seu amor pela irmã Katrina, uma irmã superprotetora e que na ausência da mãe, tomou para si a responsabilidade de educar e liderar pelo exemplo a irmã. É uma moça boa e que gosta de ajudar se achar que a causa é justa, porém sempre perseguindo o mal e a injustiça, duas coisas que aprendeu com a irmã a não tolerar e ama a natureza, os animais e o perfume das plantas lhe embriaga e gosta de estar bonita quando pode e isto aprendeu com a irmã também, que é a pessoa mais importante para ela.
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    Mensagem por Sandinus em Seg Jun 10, 2019 1:56 pm

    Jogador: Sandinus

    Nome do Personagem: Eldon Highhill
    Classe: Druida
    Raça: Hafling
    Nível: 1

    Ficha: https://www.myth-weavers.com/sheet.html#id=911839

    Imagem do personagem:

    Guilda dos Aventureiros Bc332fb39bd4eca053fc37f1039a10ee

    Background:


    Era uma vez um jovem e pequenino hafling chamado Eldon Highhill, ele gostava que sua mão contasse história de guerras e batalhas antigas e históricas, algo estranho para uma criança, mas o que ela não sabia bem é que todas as noites ele sonhava com essas guerras, não com a violência real, mas uma batalha eivada de coisas coloridas e belas onde ele se destacava no centro montado numa bela águia.

    O pequenino vivia feliz morando em sua humilde casa no pequeno Utrecht. Um povoado pequeno com uma população de mais ou menos duzentas e cinquenta pessoas. Lá ele morava com sua mãe a dona de casa Irina Highhill e seu pai, o pedreiro Dimble Highhill. Era uma vida pacifica, pacífica de mais como era de se esperar de um povoado rural. O pequeno povoado possuía uma taverna, um salão comunal, uma igreja, uma casa de um velho sábio. Nada mais de destaque.... Ah sim, como pude me esquecer? A milícia com alguns poucos soldados que possuíam armas e armaduras compradas de comerciantes pela própria população.

    Claro, nada é tão pacífico como falei antes...bandidos e algumas criaturas como lobos, goblins e kobolds as vezes apareciam no local, mas não eram uma ameaça, sempre em pequenos números que os soldados junto com os homens da cidade e algumas mulheres mais corajosas armados com garfos, inchadas e foices conseguia expulsar, e claro, Eldon corria como podia com suas pequena pernas para a janela ou a porta de sua casa para ver a "grande marcha" de soldados e pessoas para espantar as ameaças, porém, morria de pena quando eram lobos famintos ou javalis tentados a devorar as plantações. O jovem sempre teve um grande apreço para com os animais.

    O pequeno foi crescendo e admirando cada vez mais esses corajosos homens e mulheres que iam arriscar sua vida para proteger a cidade, mas se assustava, quando alguém acabava infelizmente perecendo, afinal, era uma profissão de risco. Mas as mortes não abalavam o pequenino porque todos os que caiam eram homenageados com muita honra, tinham estátuas esculpidas em madeira com heróis e eram dispostas espalhadas pela cidade. Não que tivessem muitas mortes, uns três ou quatro apenas.

    Conforme cresceu mais, ele começava a sair com com seu pai para ajuda-lo para ajuda-lo com seu ofício de pedreiro. Mas não era isso que o pequenino queria, mesmo seu pai sendo o líder da guilda dos artesões. O que dava orgulho a seu filho, mas não o atraia, na verdade, todas as manhãs ele acordava mais cedo e corria para a casa do velho sábio e lá a pedido de seu pai e sua mãe virou aprendiz.

    O Sábio era um velho humano simpático de nome Arkus, amigo antigo de Dimble e Irina, ele adorava quando os aprendizes chegavam todos os dias, sempre no mesmo rígido horário buscando implantara disciplina nas crianças, afinal, era um homem solitário, viúvo e sem filhos.

    Eldon sempre se interessou mais pelas matérias voltadas a magia da natureza, o estudo sobre os animais, plantas e meio-ambiente, além do tratamento de feridas e sobrevivência na mata. Esta era de longe a preferida do pequeno, eles sempre iam a campo a procura de ervas  e frutas, além é claro de caça.

    A mais ou menos quatro anos atrás, quando procuravam ervas o hafling encontrou um filhote de um pássaro que provavelmente tinha nascido a pouco, mal ele tinha penas, ele tinha alguns ferimentos e algumas formigas já se aproveitavam da situação e devoravam o pobre animal vivo, ao lado, mais a direita, uma cobra não venenosa e uma Águia jaziam mortas.

    Elas estavam entrelaçadas e provavelmente travaram uma batalha até a morte, sem sobreviventes. Rapidamente o pequenino pegou o bebê pássaro, tirou as formigas de cima do animal e o levou até o sábio, seu professor. Ele disse que se tratava do filho de uma águia e que se não fosse cuidado ele iria morre.

    Eldon e Arkus levaram o animal para o vilarejo e começaram a cuidar dele, ficando a responsabilidade do cuidado por parte do hafling que nomeou o animal de "Ventania". O Tempo passou e o animal se recuperou, começou a crescer rapidamente sob os cuidados do pequenino, formando um grande vínculo, foi aí que o hafling percebeu que seu sonho poderia se realizar, ser um herói que chegava depois de uma guerra montado sobre uma águia sendo ovacionado por todos.

    Para isso el ansiava para montar a criatura.

    Ele aprendeu algumas magias muito básicas da natureza, teve um pouco de aulas de combate mas se dedicou bastante no treino com funda, uma arma simpática aos haflings. Vendo o esforço de seu filho seus pais fizeram uma economia durante um anose quando o jovem estava prestes a completar quatroeze anos o velho Dimble viajou a capital e voltou com o melhor presente que o jovem hafling poderia ter. Eram Armas, Armaduras e melhor, uma armadura inclusive feita excepcionalmente para a Ventania despertando uma alegria imensurável nos olhos do garoto.

    Percebendo que seu pupilo estava pronto e por suas aptidões, Arkus o sábio, foi até os pais do pequeno e lá tentou convence-los a permitir que o jovem fosse aperfeiçoar suas habilidades com um amigo seu da Floresta de Carvalhos de Erwin, lá, ele seria entregue ao elfo Ignis Sunfield o auto-druida local que Arkus conheceu em suas viagens e estadias para pesquisas e estudos de magia, onde aperfeiçoaria suas habilidades e oficialmente se tornaria um druida.

    Foram várias tentativas durante um mês até que percebendo a tristeza nos olhos do filho por vários dias, por sentir seus sonhos escaparem Dimble e Irina cederam as tentativas do sábio e entregaram o garoto aos quinze anos. Três anos depois, hoje, aos 18 anos ainda um hafling adolescente o garoto voltou ao vilarejo sendo recebido com uma festa de seus pais e amigos próximos, ganhando de presente uma Mula pequena e gorda que chamou de "Bola".

    No dia seguinte foi até a Milícia e pediu para trabalhar junto com eles e ajudar na defesa da cidade.

    Era o início de seu grande sonho!

    Informações adicionais (não obrigatório):

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    Mensagem por Dycleal em Seg Jun 10, 2019 1:59 pm

    Jogador: Dycleal

    Nome do Personagem: Katrina MacMullan
    Classe: Guerreira
    Raça: Humana
    Nível: 1

    Ficha: https://www.myth-weavers.com/sheet.html#id=1925408


    Imagem do personagem:

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    Background:

    O pai das Gêmeas é Arthur MacMullan, um guerreiro aventureiro que na meia idade se aposentou e se tornou um prospero comerciante e após um tempo já com uma boa poupança veio para o povoado a procura de terras férteis e tranquilidade. Chegou junto com os fundadores da cidade, tendo bons vínculos de amizade com o sacerdote, com os caravaneiros e com o chefe da guarda, casou-se com Maegret Bhonet uma jovem fazendeira que se apaixonou pelo seu espírito aventureiro, seu caráter e as histórias que ele contava e a mesma com três anos de casada gerou as gêmeas, mas Maegret tinha saúde frágil e pegou tuberculose ainda amamentando as suas crias, ela era adoradora de Ehlonna e para agrada-la o velho Arthur, vendeu uma pedra preciosa que tinha guardado para o futuro, e achou que aquela era a hora de vende-la e fazer as mulheres da família felizes e mandou fazer três camafeus para a esposa e para as filhas, no da sua esposa tinha uma imagem da deusa Ehlonna montada em seu unicórdio e a mesma imagem era esculpida no lado de fora dos três camafeus, no camafeu das meninas tinha a mesma imagem em cada, a imagem das gêmeas abraçadas no colo da mãe que estava ao lado do pai. As meninas ficaram orfãs quando tinham 4 anos e o pai ainda as criou até os 8 ensinando a sua Katrina que o amava extremamente os princípios da sua profissão com a ajuda do comandante da guarde seu amigo e quando o velho Arthur sentiu o peso dos anos, pediu para que o sacerdote e a madame Alexia, uma das suas beatas e prima de Maegret, cuidassem das duas e elas rodiziavam entre a casa do sacerdote, onde elas tinham um amiguinho e os ensinos das letras e educação básica formal e a casa da Alexia que as ensinava as artes domesticas e os segredos de mulher e quando Katrina fez 14 anos, já uma mulher forte e destemida começou a trabalhar como mercenária paga nas rondas da milicia local mostrando-se uma guarda poderosa, hábil e truculenta, conhecida por ser destemida e habilidosa. Sua irmã queria seguir os caminhos de Ehlonna e seu pai alguns meses antes da sua morte, por velhice, fez uma última excursão até a cidade dos elfos com as suas filhas e Lá, próximo da cidade, foram a um chalé onde se encontrou com o Ranger Elfo Laucian, seu amigo da época de aventureiro e lhe pediu que ensinasse para a pequena Katarina a sagrada arte dos Ranger e durante um ano, após a sua morte, a menina viveu intensamente o treinamento do elfo, sob os auspícios e Ensinamentos de Laucian Meliamne, o centenário elfo rastreador e ao fazer 14 anos começou a servir como rastreadora da milicia procurando pessoas perdidas ou esconderijos de feras que assolassem o povoado servindo assim e pegando experiencia na sua pequena e prospera vila.

    Informações adicionais (não obrigatório):

    Katrina é caótica e boa, porém se você ganhar a sua confiança, terá uma amiga voluntariosa e fiel, porém sendo muito desconfiada e extremamente protetora da irmã, não é fácil conseguir isto, tem um humor acido e sarcástico, sempre tem uma resposta pronta para responder ao insulto e a única coisa que lhe dá freio, é o temor de perder ou prejudicar a sua irmã, a ranger do arco Katarina MacMullan, a guerreira gosta de dançar, beber e uma boa briga, e apesar de tocar mal, insiste em tocar o seu alaúde, que a deixa zangada se lhe dizem que toca mal.  
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    Guilda dos Aventureiros Empty Re: Guilda dos Aventureiros

    Mensagem por Caelestia em Seg Jun 10, 2019 3:14 pm

    Jogador: Caelestia

    Nome do Personagem: Sarah Castle
    Classe: Clériga
    Raça: Humana
    Nível: 1

    Ficha: Ficha

    IMAGEM DO PERSONAGEM::
    Guilda dos Aventureiros Cleric_by_joshcalloway-d7za0ya

    BACKGROUND::
    Sabia que o treino havia acabado e que ele provavelmente ainda estaria ali. Ele sempre ficava ali mais um tempo, sentado à sombra do velho carvalho, depois que os treinos acabavam.

    Sarah se aproximou e sentou no chão, ao lado do seu querido irmão Thomas Castle. De onde estavam eles podiam ver a sede do mosteiro um pouco ao longe.

    - Então, preparado para voltar para casa? – Ela perguntou sem, no entanto, realmente esperar que ele fosse responder.

    Sarah recosta a cabeça no velho tronco e fecha os olhos. Voltar para casa trazia um misto de sentimentos a ela.  Afinal teria que enfrentar novamente a ausência dos pais, principalmente de sua mãe, e a notória falta de interesse do irmão mais velho por eles.

    Ela era a filha caçula de uma das famílias mais importantes da região. Única menina, ela era cerca de um ano e meio mais nova que Thomas, o irmão do meio, e dezessete anos mais nova que Filiph, o irmão mais velho, que tinha exatamente o dobro de sua idade.

    A mãe deles havia morrido quando os dois ainda eram muito pequenos. O pai deles quase não parava em casa, sempre envolvido em alguma batalha. E por sua vez Filiph estava envolvido com os arranjos de seu casamento com uma jovem de uma família nobre vizinha.

    Esse cenário fez com que os dois irmãos mais novos acabassem crescendo muito unidos e fizeram com que Sarah fosse diferente das meninas mimadas da idade dela.

    Sarah sempre foi uma menina disciplinada e alegre. Bastante responsável para a sua idade, ela também era bastante espontânea, por vezes agia sem pensar, que o lhe rendia alguma bronca.

    Mas o fato é que a perda precoce da mãe a ausência e desinteresse do pai e irmão mais velho, fizeram Sarah se sentir, em algum grau, responsável por apoiar Thomas. Ela sentia que precisava de alguma forma estar sempre perto dele, ainda mais que sabia, pois sua mãe mesmo dizia, que Thomas tinha um coração enorme e que essa bondade dele poderia colocá-lo em encrencas.

    E ela teve certeza disso, quando após a morte do pai deles, Thomas ficou agradecido pelo irmão mais velho os enviar para um mosteiro. Pois ao contrário de Thomas, que achava que Filiph havia feito isso para agradar os irmãos, uma vez que não era segredo que Thomas pensava em ser um paladino quando mais velho, Sarah sabia que o irmão mais velho havia feito aquilo para que não tivesse problemas com a reivindicação da herança dos pais.

    Mesmo assim, foi de bom grado que Sarah acompanhou Thomas ao mosteiro dedicado ao Deus Heironeous, já que sabia que isto fazia seu irmão feliz.

    Ficou óbvio para ela, logos nos primeiros dias, sua inaptidão para se tornar uma paladina. Mas não demorou muito para que se encantasse pela posição que os clérigos ocupavam e isso foi fácil para ela decidir.

    Com o passar dos anos e o treinamento, a amizade dos irmãos cresceu. Para Sarah não era mais só uma questão de proteger. Ela amava o irmão e admirava a alegria, a bondade e o senso de justiça dele. Chegava mesmo a ser ciumenta com relação a ele, o que causava atrito as vezes.

    Voltando para casa ela sabia que teria de se controlar com relação ao irmão.

    Ela abriu os olhos e sorriu para Thomas.

    INFORMAÇÕES ADICIONAIS (NÃO OBRIGATÓRIO)::
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    Guilda dos Aventureiros Empty Re: Guilda dos Aventureiros

    Mensagem por einherji em Ter Jun 11, 2019 1:31 pm

    Jogador: @einherji

    Nome do Personagem: Ja'har Orelha-Cortada
    Classe: Bardo
    Raça: Meio Orc
    Nível: 1

    Ficha: Ficha do Personagem

    Imagem do personagem:

    Guilda dos Aventureiros LOqJdTt

    Background:

    A noite era inesperadamente fria, chovia e os tambores que precediam o ritual podiam ser ouvidos com clareza. Essa noite, os tambores iriam tocar a noite toda. Aquele som o incomodava, as batidas estavam descompassadas e a pele do tambor não estava suficientemente esticada. Era um som de guerra, para se misturar com os passos pesados e tilitar de ferro, mas com o barulho da chuva, não combinava. O filhote consegue distinguir sons diferentes desde muito pequeno e sempre se incomodava com seu povo quando estes faziam qualquer tipo de música.

    Isso era importante e tinha em âmago de que podia fazer melhor, mas não era tão importante quanto o que aconteceria quando o dia surgisse.

    Ele sabia muito bem o que ia acontecer quando o sol começasse a surgir no horizonte e isso o manteve acordado durante toda a noite, não teria mais como fingir ou se apoiar em seus parentes para que pudesse sobreviver na tribo. Seria jogado para fora e teria que sobreviver sozinho por cinco anos, era a lei, só então seria permitido seu retorno - teria sido provado como um membro digno de compartilhar o mesmo espaço com a tribo. Os demais que seriam jogados para fora junto com ele não o aceitariam de forma alguma, já tinha ouvido falar em histórias sobre Orcs que se juntavam em um bando e tinham uma vida mais fácil fora de suas sociedades, mas isso não aconteceria com ele - não participava das mesmas brincadeiras e sempre era xingado e chutado pelos outros, vivia com feridas no rosto por conta das brigas que arrumava e também das que não arrumava, mas que eram arrumadas para ele. E por fim, era um sangue ruim. Tinha bicho homem misturado nele.

    Não se sentia em casa naquele lugar, mas acreditava que aquele lugar era melhor do que ser caçado e morto do lado de fora. Sem a proteção dos guerreiros, ou mesmo de seu pai - que era distante, mas era - ainda - um pai.

    - Ja'har!

    Ouviu o rugido e conhecia bem o portador da voz de trovão. Era seu pai. Talvez teriam uma última conversa sobre como deveria se portar naqueles últimos instantes, quais armas deveria levar e como sobreviver esses cinco anos sozinho. Talvez até aconselhasse procurar os demais e formar um bando, forçar uma relação com outros de idade próxima e garantir seu retorno. Uma coisa era certa, sabia que não teria traços de misericórdia na voz de seu pai, ele não era o melhor dos filhos e sabia que não importava o quanto se esforçasse, jamais seria. Sua predileção por ficar sentado perto dos anciões, ouvindo histórias antigas ao invés de brincar os jogos de guerra com outros filhotes era um grande incomodo para Ulfgar, seu pai.

    - Ja'har! Responda agora!

    Jogou o manto de pele que cobria sua cabeça de lado e respondeu, conforme solicitado. Levantou-se também e de pé, ficou totalmente em silêncio, com os braços juntos do corpo, segurando-os próximos das pernas. Não ousaria desafiar o pai, não considerando o que estava por vir. Mesmo em qualquer outra situação e apesar do tratamento rígido, tinha muito respeito pelo pai, também admiração - era um guerreiro forte e admirado até mesmo por outros guerreiros, em diversas oportunidades era desafiado para que outros pudessem se provar fortes, sempre em vão.

    - Sim senhor...

    O pai, pele escura esverdeada, olhos amarelos e lupinos, já tinha traços prateados em sua barba e cabelos trançados. As presas saim de sua boca em duas lanças de marfim. Afastou as tiras de couro que separavam a entrada da cabana e o pequeno aposento no qual estava. O rosto fechado se aproximou do jovem orc, sem palavras e sem qualquer indicação prévia, agarrou o braço de seu filho e o arrastou para fora, seus pés mal conseguiam acompanhar e se arrastavam na lama do pátio. Foi menos de 2 minutos, mas parecia que estava sendo arrastado por horas, então parou.

    - Vá.

    Apontou para o portão de tora de madeira. A saída da tribo.

    - Pai?

    O questionamentou foi o que bastou, a pesada mão de seu pai desceu de cima para baixo e marcou seu rosto. Já havia apanhado antes, mas sentiu uma dor diferente dessa vez. Os tambores descompassados deixaram de importar nesse momento. Não entendeu o que estava acontecendo, só seria mandado embora pela manhã, junto com os outros filhotes e depois do ritual. Por qual motivo seu pai estava fazendo isso justo agora? Não queria passar essa vergonha na frente de toda a tribo?

    - Vá.

    Apontou novamente, a mesma mão que lhe acertou, para o portão de toras de madeira. A saída da tribo.

    - Pai, eu não entendo... O ritual é amanhã.

    Ulfgar ergueu a mão novamente, mas não o golpeou. Segurou o jovem orc pelo pescoço e por pouco não o ergueu por ali mesmo - embora ficasse bastante clara a facilidade na qual poderia fazer isso. Aproximou o rosto e o encarou nos olhos, disse com firmeza, mas sem raiva.

    - Você não nasceu para a tribo. Vá embora. Não volte, não tente passar em nenhum teste. Sobreviva.

    Ulfgar o soltou de repente. Ja'har caiu no chão e se arrastou pela lama molhada da chuva, tomando alguma distância. Ele sabia o que o pai falava - as palavras eram verdadeiras, mas doíam da mesma forma. Não imaginou que seu pai nem mesmo esperava que ele se esforçasse para retornar à tribo. Então, ajoelhado no barro, usou as mãos e se ergueu com as forças que restavam do choque - daí, correu o mais rápido que pode para fora da tribo, deu uma última olhada para trás e lembrou-se do rosto de seu pai. Não eram lágrimas, era só a chuva. Também não era seu coração, eram os tambores.

    ---

    O primeiro ano foi bastante difícil. Mas aprendeu a viver, caçou pequenos animais e comeu frutas, folhas e casca de árvore. O seu maior problema era a solidão. Frequentemente tinha sonhos com sua tribo e com os tambores que tocavam em seu último dia lá, sempre acordava desesperado e com o som dos tambores em compasso com seu coração de ritmo acelerado.

    ---

    Acostumou-se com a floresta e com a solidão depois de mais quatro anos, tinha cumprido o seu tempo e o ritual, mas lembrava do dia que deixou a tribo e não voltaria nunca mais. Aquela não seria mais a sua vida e embora acreditasse que tivesse cumprido o ritual por ter sobrevivido todo esse tempo, ainda assim, se escondeu e não teve nenhum combate realmente que provasse a sua força. Talvez, nos olhos dos demais, isso não tenha sido digno como o cumprimento do ritual.

    Andava tranquilamente e sem medo pelo local que viveu, mesmo sendo ainda muito novo. Faziam anos que não via ninguém, não trocava nenhuma palavra com nenhum outro ser sentiente, a não ser sua própria cabeça e quaisquer outras coisas da natureza. Aprendeu o tempo de tudo, das plantas e dos animais e sempre que podia, cantava. Seguia o som dos tambores e cantava. Era o que mais fazia, aproveitava os sons da região, os sons que tinha em sua cabeça e cantava.

    "Na quilha virada
    Na brisa gelada
    A barca afundada
    E vai um irmão
    E vai um irmão
    E todos de-"

    Foi um baque surdo e seco, a canção foi interrompida.

    Piscou os olhos, com a visão ainda embaçada, piscou mais algumas vezes e os abriu - logo sentiu uma dor latejante dos lados da cabeça. Sentia algo quente escorrendo pela lateral do rosto. Estava em uma estrada e ouviu risadas. Tinham três homens. Bichos homens. Já tinha ouvido falar deles, mas era a primeira vez que os via. Sua mãe tinha sido uma deles, mas nunca a vira e jamais ela seria aceita na tribo. A sensação de descoberta foi interrompida pela voz aguda de um deles, os tons eram bastante diferentes dos tons que se ouvia na tribo. Saiam em estalos na garganta, ao invés de golpes de ar, vindos dos pulmões.

    - Ô seu vermezinho, tava com merda no ouvido? Cantando igual um retardado! A gente deu um jeito pra limpar a sujeira que entupia os buracos de merda da sua cabeça, agora você vai ouvir bem as merda que canta!

    Um deles disse, tudo embolado e de repente. Todos riram ao mesmo tempo. E foi essa a resposta da dor do lado da sua cabeça. Tinham feito algo com suas orelhas. E ele logo descobriu o que foi, o mesmo que falou primeiro apareceu na frente dele com um fio de corda e duas orelhas costuradas nesse fio, não queria acreditar, mas sabia que eram suas orelhas. Tinha a cor de sua pele ao fundo, misturadas com o forte e grosso carmesim de seu sangue.

    - Vocês têm esses nomes doidos, né? Mandibula-de-Ferro, Cabeça-de-Bagre, você vai ser o Orelha-Cortada!

    - Ei, Orelha-Cortada!

    Outro chamou, com um chute em seu estômago. Estava amarrado e mesmo que quisesse, não poderia reagir. Passou algumas horas apanhando, até que cansaram e o abandonaram na estrada. Amarrado e entregue à morte. Fraco e sem forças, ferido e derrotado, qualquer animal poderia se aproveitar da situação e o devorar. Se entregou, somente esperando que a fosse o consumisse e tudo acabasse o mais rápido possível, chegaria enfim ao seu destino final então. Desmaiou, deixando todo o mundo para trás.

    ---

    Sentiu um balanço, estava sendo carregado. Ouvia vozes e o cavalgar de cavalos. Ainda tinha dores fortes na sua cabeça, mas também no resto do corpo - tentou se mover, mas desistiu rapidamente, tudo lhe doía como nunca tinha sentido antes. Ficou quieto e ouviu. O que tinha lhe mentido vivo até então foi ouvir e foi o que ele fez, na esperança de sobreviver mais um pouco.

    - Será que o velho salva?

    - Rapaz, eu não sei nem se devíamos levar isso aí pro vilarejo. Vai sobrar pra gente... E não chama o Arkus de velho.

    - É uma criança. Não deve ser mais velho que o Leifar.

    - Bom, criança ou não, não sei como vai ser.

    ---

    Ja'har foi acolhido pelo sábio do vilarejo, Arkus. E usou tudo o que podia para ajudar como pode em troca dos cuidados e ensinamentos que recebeu. O sábio o incentivou a seguir o caminho pelo qual Ja'har tinha mais apreço, recebeu dois tambores simples com couro de vaca, os usava amarrados no pescoço. Flertava com outros intrumentos, mas gostava muito dos tambores e também de cantar, principalmente para cantar - tinha diversas canções em sua cabeça, canções que corriam o ouvidos do povo do vilarejo e quando pronunciadas pela boca de Ja'har, tinha efeitos incríveis. Ele possuía uma relação profunda com os sons e os usaria para a vida.

    Informações adicionais (não obrigatório):

    Countersong:

    Pássaro na sarça, pássaro na sarça.
    Canta forte, canta bravo.
    Manda de volta o mal...
    E cobre nossos ouvidos.

    Fascinate:

    Quente arde tu, fogo!
    Ferozmente ao longe,
    Apaga-te agora, chamas!
    O manto está queimado,
    E sobra apenas minha pele,
    Para tua atenção!

    Inspire Courage:

    Sou tua terceira casa,
    Um lugar de prata e fogo!
    Pelas mãos de Pelor e sua graça,
    Sois carne de prata e fogo!
    Sois deuses para si mesmos!
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    Guilda dos Aventureiros Empty Re: Guilda dos Aventureiros

    Mensagem por Brazen em Qua Jun 12, 2019 8:47 pm

    Jogador: @Brazen

    Nome do Personagem: Aaron StormBorn
    Classe: Feiticeiro
    Raça: Meio Elfo
    Nível: 1

    Ficha: Ficha do Personagem

    Imagem do personagem:

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    Background:

    O povo do condado Irmish não consegue lembrar da última vez que uma tempestade tão poderosa havia rugido como aquela que aconteceu 17 anos atrás. A força do vento foi capaz de arrastar telhados embora, ruas encheram de água que caiu sem parar do céu e até mesmo um raio foi capaz de abrir uma cratera no antigo castelo do príncipe Valys. Aquela havia sido uma noite de fúria e todos concordavam que os deuses estavam em revolta...ou em comemoração.

    Distante dali, na única e pequenina capela do povoado de Utrecht, o velho padre Willis se refugiava da tempestade próximo ao altar e rezava para que os deuses fossem misericordiosos com o povo sofrido que ali vivia. Foi quando ouviu batidas desesperadas em sua porta e, temendo que fosse algum vizinho machucado ou em busca de abrigo, foi correndo para atendê-la.

    Surpreendeu-se ao encontrar uma desconhecida jovem, sozinha e com idade para ser sua filha, claramente nos últimos momentos de sua gravidez a julgar pelo tamanho da barriga e a pela expressão de desespero e dor que trazia ao sentir as dores do parto.

    - Eu não sobreviverei a esta noite. Mas pelos deuses, salve meu filho. - ela disse em élfico, apesar de ser humana.

    Willis ajudou como pode mas nem mesmo sua fé nos deuses foi capaz de impedir a morte da jovem após ela dar à luz um menino. Ele lhe deu o nome de Aaron StormBorn, e prometeu cuidar da criança e ensiná-lo a reverenciar os deuses para, futuramente, continuar seu trabalho de cuidar da capela e da fé do povo de Utrecht.

    Mas cuidar de Aaron não era fácil. Embora fosse bom em sua essência, o jovem tinha um temperamento arredio, inquieto e contestador desde muito cedo e isso influenciava até mesmo no aprendizado da fé nos deuses. A cada ano que se passava, Willis tinha certeza de que "StormBorn" era um nome mais do que apropriado para o jovem Aaron.

    O rapaz, entretanto, tinha um outro apelido que havia ganhado dos amigos que fez em Ultrecht, originado graças ao seu temperamento: O Noviço Rebelde. E ele o adotou, apesar de nunca ter tido certeza de que realmente gostaria de passar sua vida cuidando de um antigo e decrépito templo em um povoado no meio do nada. Aaron era grato ao povo de Ulttrecht e principalmente a Willis por tudo, mas ele de alguma forma sabia que o mundo era muito maior do que isso e ser um sacerdote recluso era pior do que a morte para o jovem.

    Desde os 10 anos de idade, nos momentos em que precisava acalmar sua mente em constante movimento, Aaron vagava para além das fronteiras de Ultrecht, sozinho, e ia até um lugar chamado "Pico do Dragão", onde diziam as lendas ser um antigo covil de um dragão de bronze. Nenhum dos poucos moradores de Ultrecht chegou a ver o dragão mas o lugar era conhecido pela vista impressionante de diversas tempestates ao longe. Para o jovem, por mais perigoso que aquilo parecesse, ver tal espetáculo o acalmava. Aaron, de alguma forma, se identificava com os show de luz e poder que se desenrolava e isso lhe trazia lembranças de uma família que nunca conheceu.

    Havia sido um dia conturbado. Aaron havia tido uma discussão feia com o velho Willis sobre assumir o compromisso de cuidar da velha igreja. Aaron fugiu e buscou abrigo no Pico do Dragão uma vez mais. Sentado no pico, abrigado pelas pedras ao redor e olhando uma temprestsde que se formava no horizonte, seu queixo caiu ao ver o farfalhar de asas enquanto uma criatura reptiliana e de brilho mtálico dançava no ar em meio as nuvens e trovões que rugiam com força.

    - Ele existe...- Aaaron sussurrou para si mesmo, incapaz de tirar os olhos de tal visão maravilhosa.

    - Ah sim, ele existe sim. Ele não vive mais aqui, há muitos séculos ele decidiu explorar o mundo...mas sente falta de dançar entre aquelas nuvens, como fazia quando era jovem. Então volta uma vez a cada 300 anos, mais ou menos.

    Aaaron olhou para o seu lado, onde agora havia uma elfa, a mulher mais linda que já viu na vida. Ele não sabia para onde olhar, para o evento mais raro que provavelmente presenciaria na vida ou para a aqueles olhos azuis hipnóticos.

    Aaaron sentiu eletricidade por todo o seu corpo quando a elfa tocou seu rosto e se aproximou, dando-lhe um beijo ardente após dizer as palavras:

    - Você nasceu da tempestade, Aaron StormBorn, e ela agora reclama você.

    Aaaron precisou fechar os olhos ao sentir seu corpo inteiro ser afetado por algo que só poderia definir como "puro poder". Os abriu ao ouvir um rugido soando por todo o céu e percebeu que tanto a elfa quanto o dragão haviam desaparecido. Em seu peito, havia uma marca, a marca que ele usaria sempre que precisasse chamar o poder da tempestade.

    Quando voltou para casa, Willis se desculpou com o rapaz. Disse que não poderia escolher o destino por ele, pois os deuses haviam dado liberdade às pessoas para trilharem seus próprios caminhos. E Aaron havia escolhido o seu há muito tempo.

    Nos últimos meses, Aaron tem se preparado para deixar Ultrecht. O chamado do mundo é forte e ele é indomável como a tempestade que o reclamou.

    Informações adicionais (não obrigatório):

    - Possui um sapo azul chamado Arthyss, que apareceu no seu quarto após o encontro com a elfa, o dragão e a manifestação de seus poderes; tentou várias vezes se livrar do bicho mas ele sempre voltava. Até que um dia simplesmente o aceitou como copanheiro e o carrega pra todos os lados;
    - Não tolera ações de tirania ou qualquer coisa que interfira na liberdade das pessoas;
    - Gosta de beber...as mais do que oconsiderado saudável (e longe da vista do coitado do Willis).
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