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    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS

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    Mensagem por Hellkite Dom Out 15, 2023 10:38 pm




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    PROLOGO - A SALA DE ARTEFATOS

    BAKHMUT

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    A contra-ofensiva ucraniana, iniciada no outono, agora se ve parada pela resistência russa. A esperança de retomada da cidade de Bakhmut foi frustrada pela surpreendente garra das forças russas defendendo prédios e instalações.

    Maxim sabia o porque desta garra... Bakhmut escondia dentro de si uma entrada de uma das escolas jujutsu da Ucrania, contendo poderosos artefatos... entre eles a lendaria casa móvel de Baba Yaga!

    Vestindo roupas do exercito russo, Maxim e seu time, formado pela techno-feiticeira Anekka e a mestra das maldições Eri, caminham pelas ruas da cidade. O cenário é de destruição, casas demolidas, prédios com buracos e janelas estilhaçadas, e muita fumaça...

    Os três portavam farda de oficial, e credenciais russas, providenciadas pela Guilda. Não havia saído barato. Felizmente os soldados, ao verem tal comitiva, se limitavam a fazer uma saudação e continuavam em seus caminhos.

    Maxim estava tenso, mas não podia deixar transparecer isto.

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_max10
    “Estamos chegando próximo do prédio... continuem caminhando com cara de poucos amigos, que ninguém ira parar a gente.”
    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_ane10
    “Continue com sua cara normal então, Maxim. Hihi.”
    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Elliot11
    “E como faremos para entrar? As credenciais permitem?”
    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_max10
    “Não... Vamos ter que improvisar...”

    Finalmente os três chegam ao destino... Era um prédio do governo, que ainda estava em boas condições, localizado numa esquina. Sua entrada era protegida por soldados armados, e havia um tanque leve de combate estacionado. Em uma rua lateral a vigilância era menor, mas o sinal de campo minado indicava o porque.

    Maxim indica com um rápido sinal para que entrassem em um prédio abandonado, do outro lado da rua.

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_max10
    “Podiamos entrar fácil, mas não podemos expor nossos poderes... Como de praxe. Anekka, preciso de Intel. Existe vigilância no teto do prédio?”

    Anekka acena com a cabeça, e de sua mão, surge uma pequena figura geométrica de liquido negro.

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Anneka10

    Mais leve que o ar, o mesmo sai pela janela e continua subindo, ate encontrar um dos inúmeros drones usados pelo exercito ucraniano. A feiticeira Techno conecta com o drone e começa a observar os prédios de sua visão no alto.

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_ane10
    “Não existe vigilância, Maxim”
    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_max10
    “Otimo! E o prédio em que estamos, ele é maior?”
    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_ane10
    “Sim, três andares mais alto.”
    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_max10
    “Certo! Agora só precisamos de uma distração...”

    Subitamente surge uma patrulha pela porta do edifício. Um dos soldados, um tanto quanto incomodado, pergunta,

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Intern10

    “Senhores oficiais! Por favor, poderiam nos acompanhar?”
    ?
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    Mensagem por Zireael Seg Out 16, 2023 9:02 pm

    Eri andava por aquele cenário. Andava e prestava atenção nas casas destruídas. Seu olhar era quase perdido. Sentia o cheiro das bombas no ar e a poeira que insistia em pairar na atmosfera. Seus passos eram firmes, mas não tanto sua convicção. Ela andava a alguns passos atrás de Maxim e Anekka. Seus olhos azuis observavam sim os prédios, mas rezava secretamente para não ver nada além de concreto. Todo aquele cenário lhe dava medo. Era tudo... Muito diferente. Isso é o que os Assassinos enfrentavam sempre? Por dinheiro?

    -.....

    Ouvia a conversa de Maxim e Anekka, mas Eri tinha a mente distante. Usava as credenciais russas e a história que a Guilda lhe dera: uma mestiça que lutava pelo exército russo. Tinha chegado ao ranking oficial por mérito e muito esforço. Na maioria das vezes, deixava Anekka e Maxim falarem, já que sentia que não conseguiria mentir como eles.

    Sentiu em seu pescoço dois cordões que usava. Suspirou e tentou não pensar nisso. Caminhou com ambos e observou o prédio que deveriam entrar. Ela correu junto com Anekka e Maxim até a entrada do próximo prédio. Observava os dois assassinos trabalharem enquanto olhava de relance pela porta.

    - Por que credenciais que não ajudam o nosso trabalho? Grande coisa, Guilda! – ela dizia em um russo perfeito, sem sotaque. Era impressionante para uma novata que acabara de chegar do Japão.

    Eri olhava as minas e o tanque:

    - Eu poderia dar um jeito neles facilmente, mas... – ela olhou Maxim, enquanto Anekka trabalhava. -... Você que manda, “senpai”.

    Eri dá um meio sorriso, coisa que quase nunca faz. Anekka a olha de relance, um tanto incomodada. Ela revira os olhos e continua trabalhando. Logo, volta com as informações que Maxim precisava.

    - Lembre-se, Maxim. Nada de sair jogando corrente em tudo e todos. Temos que buscar um alvo e matar só um deles, tá? O artefato deve estar com o alvo que devemos resgatar. – Anekka diz, um tanto seca.

    - Hmmm, o doutor Baka..? Aquele que fornece a vocês todo o arsenal que precisam, né?

    Anekka ri baixinho, simpática:

    - Bakkari, Eri. E sim, pra nossa sorte, o tenente Halina está com ele. Hihihi! Ele é um inimigo da Guilda. Ele trouxe o exército russo aqui para defender a escola Jujutsu, mas.... – ela levantou um dos dedos, chamando a atenção dos dois. – Ele quer mesmo é acesso à Sala de Artefatos. Safadinho! Hihihi! É bom que resgatamos o Bakkari e matamos ele. Dois coelhos em uma cajadada!

    Eri baixou a cabeça. Matar...? Ela teria mesmo que matar?

    “O que estou fazendo aqui...?” Ela pensava enquanto olhava o céu cinzento. Aquele não era o lugar dela, mas.... O que poderia fazer? Fechou o rosto e o coração.

    - Entendi.... – Eri respondeu baixo.

    Anekka já estava começando a subir as escadas quando os soldados aparecem na porta. Eri arregala os olhos e logo se recompõe, dizendo em voz firme:

    - O que vocês estão fazendo aqui? Não vê que estamos ocupados? É bom que seja um bom motivo.

    Ela olha para Maxim com um olhar frio.

    - Capitão Maxim, posso mandar esses caras darem o fora?
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    Mensagem por Hellkite Ter Out 17, 2023 6:10 pm




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    PROLOGO - A SALA DE ARTEFATOS

    BAKHMUT

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS 1684788783646bd62f53a77_1684788783_3x2_md

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Elliot11
    - Por que credenciais que não ajudam o nosso trabalho? Grande coisa, Guilda!
    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_ane10
    “Você pode ligar para o SAC da Guilda, Eri, quem sabe eles não dão um reembolso?”

    Maxim sorri brevemente. Nada como uma piada para descontrair o ambiente. Fazer o trabalho parecer fácil...

    Dentro do prédio, o grupo busca por informações. O destacamento do lado de fora não impressiona a novata.

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Elliot11
    - Eu poderia dar um jeito neles facilmente, mas... – ela olhou Maxim, enquanto Anekka trabalhava. -... Você que manda, “senpai”.

    O ucraniano sabia que a estrangeira falava a verdade... no começo tinha duvidado de suas habilidades, porem o corpo esguio e feminino de Eri escondia uma enorme energia amaldiçoada, que aplicado ao físico a pemitia fazer feitos sobre-humanos, como derrubar um helicóptero arremessando um carro. Porem o momento pedia por furtividade.

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_max10
    “Eu acredito Eri. Porem se virem voce arremessando pedras como uma gigante das lendas, os mestres de maldições dentro do prédio vao ficar em alerta. Quero manter o elemento surpresa, se possível.”
    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_ane10
    - Lembre-se, Maxim. Nada de sair jogando corrente em tudo e todos. Temos que buscar um alvo e matar só um deles, tá? O artefato deve estar com o alvo que devemos resgatar. – Anekka diz, um tanto seca.

    Maxim volta seu olhar para o lado, contrariado. Ver a cidade de Bakhmut destruída daquele modo pelos invasores havia criado um pequeno demônio dentro dele, que precisava ser saciado. Normalmente matava somente aqueles que tinha sido contratado para matar, mas os russos invasores poderiam ser exceção. Anekka olhava para ele, enquanto os nanoespiritos enchiam o reservatório que ficava no seu pulso.

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_max10
    “Heh! Posso estar puto com os russos, mas sei muito bem quem paga nosso salario. Fique tranquila... vamos resgatar o artefato. E o doutor.”

    Anekka balança a cabeça incrédula. Maxim ia massacrar quem estivesse no caminho.

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Elliot11
    - Hmmm, o doutor Baka..? Aquele que fornece a vocês todo o arsenal que precisam, né?

    Maxim viu que Anekka estava de bom humor. Até que sua amiga não estava pegando tanto no pé da novata, como no começo. Teria visto sua utilidade? Dificil saber embaixo do liquido negro do sarcasmo.

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_ane10
    - Bakkari, Eri. E sim, pra nossa sorte, o tenente Halina está com ele. Hihihi! Ele é um inimigo da Guilda. Ele trouxe o exército russo aqui para defender a escola Jujutsu, mas.... – ela levantou um dos dedos, chamando a atenção dos dois. – Ele quer mesmo é acesso à Sala de Artefatos. Safadinho! Hihihi! É bom que resgatamos o Bakkari e matamos ele. Dois coelhos em uma cajadada!.

    Maxim cerra os punhos, os nos das mãos aparentes. Tenente Halina.

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS 20-guren-ichinose-owari-no-seraph-anime

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_max10
    “Tenho contas a acertar com esse desgraçado... Fiquei sabendo que ele foi responsável pelo massacre de uma vila inteira... Somente para repor suas maldições... Uma guerra é um ótimo local para todo tipo de atrocidade.”

    Soldados da patrulha aparecem, atrapalhando a conversa e pedindo para que o trio os acompanhe.

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Elliot11
    - O que vocês estão fazendo aqui? Não vê que estamos ocupados? É bom que seja um bom motivo.

    Os soldados se desculpam, mas insistem que os acompanhem. Maxim ve que eles estavam seguindo ordens de um superior, pela insistência, porem não apontavam as armas, indicando que talvez fosse algo de rotina.

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Elliot11
    - Capitão Maxim, posso mandar esses caras darem o fora?

    Aqueles russos não mereciam viver, pela destruição causada ao seu pais! Mas Maxim olhou para o rosto de Eri... que embora seria, tinha ainda uma expressão diferente da dele e de Anekka.

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_max10
    “Não sera necessário capita Eri.”

    O olhar de Maxim foi então para o seu espirito amaldiçoado, que portava as correntes de Chernobyl. As correntes que prenderam os toneis de radiação e que agora eram parte do mundo espiritual da cidade fantasma. Ao seu comando mental, uma corrente se desenrolou, e conectado a corrente no corpo de Maxim se materializou, prendendo a patrulha em varias voltas e fixando-se no chão. O impacto foi grande o suficiente para desacorda-los e quebrar alguns ossos, que estalaram audivelmente.

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Revchi10

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_ane10
    “Sera que criou algum juízo, Maxim? Ou teve algum outro motivo?, disse desconfiada a tecnomaga.

    Maxim decidiu ignorar sua amiga. Ele voltou-se para Eri.

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_max10
    “Eri, logo vao notar a patrulha... Voce vai ser responsável pela distração, fingindo ser um comando ucraniano e combatendo eles e fazendo muito barulho. Mas não se exponha, mostrando poderes jujutsu ou coisas que uma pessoa normal não faria, ok? E depois suba ate o sétimo andar, próximo da janela. Nós avisaremos quando estivermos prontos. Ta com o seu celular ai?”

    ?
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    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Empty Re: JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS

    Mensagem por Zireael Qua Out 18, 2023 7:26 pm

    Eri fez um leve bico e colocou as mãos na cintura quando Anekka a respondeu daquela maneira:

    - Talvez eu faça isso mesmo, Anekka. Você não sabe quem eu posso conhecer dentro da Guilda. - Eri deu um meio sorriso. - Hehehehe!

    Anekka não gostou muito da resposta. Fez uma careta de desaprovação. 

    Eri olhou Maxim e sorriu também. Sorria mais para aliviar sua própria tensão do que realmente a vontade de sorrir. Não tinha porquê sorrir numa situação dessa. Ela levou a mão até um pouco abaixo do pescoço, como se quisesse sentir algum lá. 

    - Não se preocupe, Senpai. Nada de lançar carro nos outros ou qualquer alarde. 

    Eri cala-se. Sua expressão tornou-se uma incógnita. Ela observava Anekka e Maxim conversarem e reparava nas nuances dos tons e rostos dos dois. Eri não sabia muito bem o que falar ou fazer, mas era observadora. 

    -..... - Maxim parecia nutrir um rancor grande pelos russos. Entendia a raiva que ele sentia. Ele era ucraniano, jogado em um exército russo. Deveria estar a contragosto. 

    Porém...

    Sabia que assassinos fariam o que fosse preciso para conseguir dinheiro. Eri cerrou um dos punhos. Era assim que seu pai agia? Seu tio? 

    EM meio aos pensamentos, Anekka cortou o silêncio:

    - Não se preocupe, Maxinho. Você poderá detonar quantos russos quiser depois! - ela dizia enquanto sentia a gosma negra sair do que poderia ser suas próprias veias. Anekka parecia gostar da sensação. - Se quiser, eu arranjo alguns russos só pra você! Ou pode me detonar também.

    Ela disse e deu uma leve piscadela, sem nenhum tipo de rodeio. Eri desviou o olhar, sem graça. 

    Anekka sabia que Maxim assassinaria qualquer um que chegasse até ele. Era sua natureza. Anekka olhou Eri ainda com um sorrisinho. Depois, voltou a prestar atenção no que fazia. 

    Eri tentou contornar aquela situação estranha perguntando sobre o doutor Bakkari. Anekka abriu mais um sorriso felino. Ela explica sobre Bakkari e Halina. Eri apenas sabia os nomes dos alvos. Não quis saber muito sobre eles. para que querer saber mais sobre alguém que ela teria que matar? E daquela maneira? Porém, observadora como era, reparou em como Maxim se comportou.

    Observadora.

    "Eu ainda.... " Eri balançou a cabeça em negativo, tentando afastar a lembrança.

    - Era sua vila, Maxim? - Eri perguntou sem pensar. Queria logo desviar sua mente de.... Resolveu não pensar no nome que a assombrava. 

    Eri é interrompida pela patrulha que aparece. Ela tenta contornar a situação, levar na conversa. Olhou Maxim. Ele deveria tomar a decisão final.

    E sim, o rosto de Eri era... Diferente. Apesar de séria, ela parecia ter.... Ingenuidade? Era difícil saber exatamente qual era a diferença, mas Maxim podia sentir no ar que ela era diferente dele e de Anekka. Talvez aquele olhar estivesse implorando para ele não matar sem necessidade. Poderia ser isso ou apenas impressão de Maxim.  

    As correntes apareceram e foram implacáveis com os soldados. Os sons dos ossos quebrando eram horríveis!! Eri arregalou os olhos de leve, mas logo se recompôs. Suspirou aliviada, mas tomou cuidado para esconder aquilo. Porém,os olhos de Maxim estavam atentos. Ele sabia que a novata estava aliviada por não ter visto sangue. 

    Anekka, já começando a subir as escadas, vira-se para Maxim e Eri:

    - Que coisa, hein. Quero saber o que eles dirão quando acordarem! Que hora pra criar consciência, Maxim! Vamos logo subir! Temos muitos andares pra ir!

    Eri tinha a testa franzida enquanto acompanhava Anekka com os olhos. Sua atenção voltou-se para Maxim quando ele falou com ela. 

    - Entendi. Nos vemos lá em cima. - ela respondeu Maxim um pouco incerta. Porém, recompô-se logo. 

    Eri fez que sim com a cabeça:

    - Estou. Vamos nos falando. Tomem cuidado!

    Anekka sorriu e ergueu uma mão, acenando para a jovem:

    - Você também, Erizinha!

    Eri sorriu de leve e  virou-se para a porta. Andou até ela e olhou para fora, checando os dois lados da rua. Foi até um dos guardas caídos e pegou a arma e duas granadas. Sem olhar para trás, saiu do prédio e logo entrou em outro beco, saindo da vista de Maxim. 
    Anekka, ao longo das escadas, cruzou os braços:

    - Que gracinha! "Tomem cuidado!" Imagina se ela encontra o Halina antes de nós? Ele tem um fraco por mocinhas gentis e inocentes. - Anekka abriu um sorriso maldoso. -  Aliás...

    Anekka para de subir os degraus e olha para Maxim erguendo uma sobrancelha:

    - Por que não matou logo esses guardas? Vai dar problema. Decidiu virar padre? 

    Anekka e Maxim subiram os andares. Corriam pelas escadas, sendo orientados pelo drone que ia na frente. Anekka conseguia ver o que o eletrônico via. Era como uma extensão de sua visão. E aparentemente, não havia nada na frente. Anekka passava pelos lances sem se importar. 

    Entretanto, algo chamou a atenção de Maxim! Ele teve a impressão de ter visto um vulto passar pelas escadarias logo à frente. Um vulto ou dois? De qualquer forma, estavam logo no andar de cima. Anekka, um pouco à frente, não tinha visto e continuava subindo. 

    ***********

    Eri saiu pelas ruas, andando pela rua ao lado do prédio onde estavam. Ela viu mais uma patrulha de soldados russos que andavam pelo local. Era um grupo de 5 soldados.

    "Distração... Okay..."

    Iria andar até os soldados, mas.... Quanto mais gente teria que morrer? Não haveria um jeito mais fácil de causar confusão?

    "Desculpa, Maxim!!"

    Eri virou na direção contrária e correu pela rua, indo até o fim da mesma e dobrando a esquina. Estava agora perto do prédio vizinho. Parou rente à parede e viu, vindo em sua direção, a alguns metros uma patrulha de soldados que pareciam ser ucranianos. 

    "Espero que dê certo!"

    Eri certificou-se que não havia ninguém a olhando. Olhou para os lados e para cima.

    - Tá bom, "Eri".... Você consegue!

    Ela respirou fundo, soltou o pino da granada e jogou para dentro do prédio. Enquanto a granada estava no ar, ela estalou os dedos de sua mão e a fez aumentar. 

    O estardalhaço foi grande. Pegou a arma e atirou na direção dos ucranianos, sem intenção de atingi-los. Após chamar a atenção deles, correu pela rua deserta, escondendo-se entre alguns escombros. Será que morderam a isca?
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    Mensagem por Hellkite Sex Out 20, 2023 4:38 pm




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    - Não se preocupe, Maxinho. Você poderá detonar quantos russos quiser depois! - ela dizia enquanto sentia a gosma negra sair do que poderia ser suas próprias veias. Anekka parecia gostar da sensação. - Se quiser, eu arranjo alguns russos só pra você! Ou pode me detonar também.

    Maxim ergue uma sobrancelha, desconfiado. Anekka gostava de zoar com ele, mas aquilo que ela disse ao final era aquilo mesmo que ele entendeu? Depois da piscadela o assassino resolveu entrar na onda da amiga.

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    “Anekka, é claro que eu ia preferir te detonar... só não faço isso porque você iria querer toda hora...”, diz devolvendo a piscadela e sorrindo safado.

    ***

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Elliot11
    - Era sua vila, Maxim?

    Maxim queria esquecer, mas a pergunta o atinge em cheio.

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_max10
    “Não Eri, sou de Chernobyl... mas eu tinha conhecidos que moravam ali, e agora estão todos mortos. Vingança é a única coisa que lhes trará paz.”

    Uma patrulha russa vem interpelar o grupo, e logo são neutralizados. Maxim e Anekka começam a subir as escadas.

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    - Que coisa, hein. Quero saber o que eles dirão quando acordarem! Que hora pra criar consciência, Maxim! Vamos logo subir! Temos muitos andares pra ir!

    Maxim suspira, soltando o ar pela boca ruidosamente. Sabia que Anekka estava certa, tinham que ser cuidadosos... Vendo que os soldados russos estavam desacordados, Maxim faz um gesto de cancelamento, fazendo as correntes desvanecerem no ar. Pelo menos não ficariam provas materiais.

    O chefe do grupo então volta-se para Eri, e se despede com um aceno de cabeça. Ao subir as escadas, Anekka continua a implicar com a novata.

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    - Que gracinha! "Tomem cuidado!" Imagina se ela encontra o Halina antes de nós? Ele tem um fraco por mocinhas gentis e inocentes. - Anekka abriu um sorriso maldoso. -  Aliás... Por que não matou logo esses guardas? Vai dar problema. Decidiu virar padre?

    Normalmente Maxim acompanharia o humor acido da amiga, mas por algum motivo a implicância com Eri não tinha lhe caído bem. Com a cara seria, ele diz,

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    “Não diga isso, Ane... jamais permitiria algo de ruim acontecesse a ela ou a você, amiga. Quanto aos guardas...” Maxim parou por alguns instantes, tentando organizar sua linha de pensamento e tentar entender a si mesmo. “Foi por causa da Eri. Ela não tem as mãos manchadas de sangue como a gente... e quis poupa-la disso. Sei, é idiota, mas as vezes a gente faz coisas idiotas sem motivo algum.”

    Anekka e Maxim subiam pelas escadarias, a assassina a frente, talvez irritada com a resposta do companheiro. E por causa disto, não percebeu o vulto mais acima! O mestre de maldições conjurou algumas correntes a frente de Ane para barrar sua subida.

    Antes que ela começasse a despejar a habitual torrente de palavrões, Maxim faz um sinal para que fique quieta e aponta para cima.

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_max10
    “Eu vi algo passando... Sabe de nossa presença. Vamos aguardar por aqui, por enquanto não ouvi nada que indique que Eri foi bem-sucedida, então temos tempo.”

    Maxim olha para ela. Ane era bonita... sera que tinha algo de verdade naquela brincadeira? Bah, não é hora de pensar nisso.

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    “Ane, use seu drone para investigar. E se tiverem câmeras de segurança nos corredores deste predio, tente usar.”

    ***

    Eri ainda nao tinha muita ideia do que seria criar uma distração… Correu de encontro a uma patrulha de soldados russos, mas como não queria massacra-los, voltou pela rua, onde encontrou nova patrulha, dessa vez de soldados ucranianos.

    A novata, decidida a criar confusão sem querer matar ninguém, lançou uma granada aumentada para dentro de um prédio. A explosão foi forte, tendo a carga explosiva triplicado a potencia do artefato. Isto não somente chamou a atenção dos ucranianos, mas também de todos os russos da vizinhança. O inicio dos disparos provocados por Eri criou então um efeito dominó, com ucranianos e russos se enfrentando em uma batalha pela rua.

    Eri estava escondida nos escombros, não somente ucranianos morderam a isca, como os russos. Infelizmente os russos estavam com reforços por perto, e o tanque ao lado do prédio que os assassinos deveriam entrar acabou por se deslocar para prestar auxilio.

    ***

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    “Hmm, estou vendo com o drone la de fora, que está havendo um combate entre russos e ucranianos, depois daquela explosão. O tanque esta deixando o prédio.”
    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_max10
    “Ótimo! Até que a Eri sabe fazer bem as coisas, hein, Anekka?”

    ***

    A entrada do tanque em combate, junto com mais alguns soldados do prédio, fazem com que o lado ucraniano pedisse por ajuda, na forma de um míssil HIMARS lançado a quilômetros de distancia.

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Im-638681?width=2000&height=1333

    A explosão faz derrubar um prédio.

    ***

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    “Hmm, aquele outro barulhão que a gente ouviu foi de um prédio que foi ao chão.”
    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_max10
    “...”

    Maxim pega o celular e manda um zap para Eri.

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    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Empty Re: JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS

    Mensagem por Zireael Sex Out 20, 2023 10:43 pm

    Anekka ri diante do comentário de Maxim. Ela dá um sorriso meio malvado e apenas comenta:

    - Adoro sua autoestima!! Homens serão homens, não é? Hahahaha!


    Diante da conversa de Maxim e Anekka, Eri apenas revira os olhos. Sai de perto dos dois e vai até a porta checar novamente se estavam sendo seguidos. Estava sobrando naquela conversa....

    ****
    Eri apenas observa Maxim enquanto ele responde sua pergunta. Percebe que não deveria ter feito a pergunta.

    -.... Eu não devia ter perguntando. Desculpe. – disse sem muita emoção na voz.

    Entretanto, com os olhos afiados, Maxim consegue perceber que há certa melancolia no rosto da jovem.

    Se Eri ia falar mais alguma coisa ou não, eles logo foram interrompidos pela patrulha russa. Maxim rapidamente os nocauteia. Anekka observa aquilo com curiosidade. Em todas as vezes que trabalhara com Maxim, em pouquíssimas o vira poupar vidas, principalmente de russos. Não deixou de comentar sobre o fato.

    Já Eri novamente fechou-se e não comentou sobre o ocorrido. Novamente, ela parecia sentir-se um tanto deslocada naquele pequeno grupo. Talvez fosse porque Maxim e Anekka já se conheciam há tempos. Porém, estando mais próximo, Maxim pôde reparar que ela relaxou um pouco mais os ombros.

    Por fim, Eri pegou as armas e olhou para os colegas uma última vez antes de sair do local. Ela correu pelas ruas e logo saiu do campo de visão dos companheiros.

    Em meio a sua respiração desregulada, Eri corria e corria. Sabia o que tinha que fazer e para onde ir. Então, por que sentia-se perdida?

    ****

    Anekka subia as escadas com Maxim. Ela ouvia o que o líder do pequeno grupo dizia. Parou por um segundo e estreitou os olhos, curiosa com o comentário de Maxim. Ela o encarou e fez uma leve careta:

    - Claro, claro, Maxinho. Eu sei disso. Você nos defende e blá blá blá! Só não esquece que você normalmente é o vilão da história. E provavelmente, pra ela também. - Anekka o provocava. Tinha um sorriso maldoso no rosto. Sempre o tinha.

    E ela deu os ombros, fazendo um bico, mas logo rindo:

    -  Só achei engraçadinho! Hihihi! Se eu não te conhecesse, acharia até que era nobre.

    Anekka continuaria a subir, mas novamente parou e olhou Maxim do alto. Colocou uma das mãos na cintura, ainda de uma forma brincalhona.

    - É, ela é inocentizinha. Não sei o que está fazendo aqui, sinceramente.

    Por fim, ela deu os ombros e virou-se para subir.

    - Por isso o Halina ia gostar dela! Hihihihi! E sim. Foi bem idiota não matar os guardas, mas se te faz bem... Quem sou eu pra julgar?

    Anekka parecia achar aquela situação engraçada. De onde estava, Maxim não conseguia ver seu rosto. Realmente Maxim não tinha muito como saber se a amiga estava irritada ou se realmente a situação era divertida para ela. Anekka sabia esconder muito bem o que pensava e sentia. Ela subia e cantarolava alguma música típica de seus tempos mais jovens.

    As correntes subiram e impediram o caminhar de Anekka. Ela parou de repente e virou-se na direção e Maxim com a boca já aberta, pronta para descer a enxurrada de palavrões. Porém, ela calou-se com o pedido do amigo. Ela suspirou e cruzou os braços. Foi para mais perto dele e disse baixo:

    - Nada que a gente poderia resolver. Se for civil, a gente apenas acaba com ele. Se for militar, a mesma coisa. E se for maldição, nada que a gente já não tenha visto. Vamos logo!

    Anekka deixou a cabeça pender para o lado ao reparar Maxim a examinando.

    - O que foi? Tem alguma coisa na minha cara? Eu sei que sou linda, mas não é hora pra isso!

    Ela cruzou os braços e bufou quando ele solicitou a ajuda dos drones.

    - Ai, tá tá!!! Mas duvido que consigamos alguma coisa! Nem tem luz direito aqui!

    Ela apontou o dedo para o drone e fez um rápido movimento. Enquanto seu dedo se mexia, o pequeno drone o acompanhava. Ele subiu mais as escadas. Anekka via conseguia enxergar pela máquina e ia relatando o que via a Maxim:

    - Realmente não tem luz. As câmeras estão desligadas.

    O drone passou pelos corredores e subiu mais um andar:

    - Portas destruídas em sua maioria. Apartamentos vazios, demolidos por causa das bombas. Nada que não tenhamos visto já!

    Ela falava de forma entediada, até que:

    -Maxim! Vi uma movimentação! Dois andares acima! Uma mulher e uma criança e logo depois delas, mais uma coisa! Não consigo ver direito!

    Anekka fez o que parecia ser um esforço para o drone mover-se. Ela arregalou os olhos e olhou Maxim. Ela engoliu em seco.

    - Um Drekavac! – Anekka bufou.

    Era algo sério. Maxim sabia que um Drekavac era uma maldição de grau alto: vinha em diversas formas, desde um híbrido de cão e homem até um soldado alto e totalmente ferido e quase em decomposição.

    – Afe, mais uma coisa pra gente lidar! Civis e uma maldição! Que merda! – Anekka disse com algum pesar na voz.

    Anekka olha Maxim com uma expressão um tanto sem ânimo:

    - E aí, líder? Vamos subir e acabar com tudo? A sombra do Drekavac vai pegar as duas lá cima....

    A sombra do Drekavac, quando cobria alguém, trazia doenças e, por fim, a morte.

    - Do jeito que está, eu diria que você iria tentar salvar as duas pessoas lá em cima.

    Anekka deu os ombros:

    - Que merda de guerra.... O Drekavac vai pegá-las logo logo.... Então?

    Maxim precisava decidir qual o curso de ação que iria tomar. E não havia muito tempo.

    ****
    Já Eri parecia não saber muito bem o que fazer. Corria pelas ruas e escondia-se nos escombros daquela paisagem horrível. Desde que concordou em ir até aquela zona de Guerra, sentia-se perdida. Tudo que queria era voltar para casa, mas...







    - As memórias que os outros, inclusive você, tem de mim, vão sumir. – a mulher sem um braço e com uma cicatriz que nascia no canto de um dos lábios e ia até a orelha dizia. – Então, vou te contar antes que seja tarde: Vá a Bakhmut. Vá encontrar Yamino.

    Elliot estreitou os olhos e depois os abriu bem. Ouviu direito? Ela achou que Yamino havia sumido junto com seu pai...

    A mulher pegou o braço de Elliot com força. Parecia aflita.

    - Vá agora, antes que tudo relacionado a mim suma! Ele fará sumir! Inclusive esta conversa. Ele achou que lá, ninguém iria encontrar, mas eu ouvi e sei! Anda logo! Antes que seja tarde!








    As memórias daquele dia pareciam começar a ficar confusas. Quem era mesmo aquela mulher? Eri... Não! Elliot começava a ter que se esforçar para lembrar.

    “Eu tenho que conseguir ela de volta!” Focou-se nesta promessa!

    “Achar...!!”

    Quem?

    “Yamino!!”

    Agindo sem pensar, Eri pegou uma das granadas e a usou como forma de distração. O que não contava era que ambas as patrulhas iriam se interessar pelo barulho e consequentemente, acabariam se encontrando e lutando entre si.

    “Eri, mas você é uma burra mesmo!!”

    Eri tentava esquivar-se dos soldados russos e ucranianos. Jogou-se sob escombros e tampava a própria boca para não causar nenhum som. Ouvia seu próprio coração. Esperava as vozes e sons ficarem mais longe e repetia o processo até avistar o prédio de onde saíra.  

    De forma habilidosa, Eri conseguiu por afastar-se da zona de luta. Quando estava para virar a esquina, viu o tanque se aproximar. Conseguiu tirá-lo do caminho! Escondeu-se rapidamente e deixou o veículo e os outros soldados passarem.

    “Droga!!!”

    Ela olhou por cima do ombro, de onde vinha. Ouvia os gritos dos homens e mulheres que combatiam, assim como ouvia também os sons dos tiros e dos gritos de dor de todos. Respirou fundo algumas vezes, tentando recompor-se. Não podia desistir agora. Nem pensar que aquelas mortes poderiam ser culpa dela.

    Ou eram? Lembrou-se do dia em que seu pai sumira. Aquilo tinha sido culpa dela? Eri respirou fundo e assim que viu o tanque e o exército russo que estava antes na frente do prédio que entrariam passarem por onde estava escondida, ela saiu de seu esconderijo e correu na direção do prédio onde Maxim e Anekka estavam.

    Um dos drones de Anekka acompanhava tudo. Ela podia ver um pouco menos nítido com aquele drone. Era difícil controlar dois e a visão tornava-se confusa.

    - É, parece que ele sabe o que fazer mesmo! Ponto pra nossa Erizinha!

    Anekka arregalou os olhos ao ouvir o prédio cair.

    -Err.... Talvez seja melhor chama-la de volta. Ela vai destruir a cidade assim.

    Eri corria na direção do prédio enquanto tossia devido à fumaça das explosões. Ela pegou o celular e xingou baixinho.

    “´SÉRIO QUE É SUFICIENTE??”

    Seguiu na direção do prédio, indo ao encontro de Maxim e Anekka.
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    Mensagem por Hellkite Dom Out 22, 2023 2:55 pm

    Hellkite escreveu:



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    COM ERI

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    - Adoro sua autoestima!! Homens serão homens, não é? Hahahaha!

    Maxim apenas sorri de volta, sua amiga tinha sempre uma resposta para tudo.

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    ***

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Elliot11
    -.... Eu não devia ter perguntado. Desculpe. – disse sem muita emoção na voz.

    Entretanto, com os olhos afiados, Maxim consegue perceber que há certa melancolia no rosto da jovem. O líder sabia que Eri tinha alguma coisa do passado que a atormentava, a ponto de traze-la para o meio de uma guerra. O que poderia ser? Ele sentiu sua curiosidade despertar.

    ***

    MAXIM E ANEKKA

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    - Claro, claro, Maxinho. Eu sei disso. Você nos defende e blá blá blá! Só não esquece que você normalmente é o vilão da história. E provavelmente, pra ela também. - Anekka o provocava. Tinha um sorriso maldoso no rosto. Sempre o tinha.

    A provocação de Anekka deixou Maxim pensativo. Havia verdade nas palavras dela, e o que tinha feito naquele momento não apagaria as dezenas de outras missões em que teve que matar pessoas, tivessem ou não culpa de algo. Apesar disso, não se arrependeu.

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    “Voce pode estar certa, mas nunca é tarde para mudar. E desde que a gente cumpra a missão, você vai receber do mesmo jeito, Ane. Não vai fazer diferença nenhuma pro seu bolso se eu for o mocinho desta vez.”
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    -  Só achei engraçadinho! Hihihi! Se eu não te conhecesse, acharia até que era nobre.

    Para variar, Ane escondia bem suas emoções, então Maxim não sabia se sua resposta a tinha afetado. Estava ficando irritado com aquilo, e ao invés de dar uma resposta acida, limitou-se apenas a alçar os ombros.

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    - É, ela é inocentizinha. Não sei o que está fazendo aqui, sinceramente. Por isso o Halina ia gostar dela! Hihihihi! E sim. Foi bem idiota não matar os guardas, mas se te faz bem... Quem sou eu pra julgar?

    A Anekka tava de brincadeira! Não sabia que tem um limite para provocação?

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    “Olha, parou com isso, ta? Se achou idiota, dane-se!”, disse, fechando a cara irritado.

    Sem parecer afetada, a amiga começa a cantarolar uma musica ucraniana, que fala sobre a continua luta e a continua perda das terras... A visão de Maxim se interioriza, imaginando as pessoas que abandonaram suas casas por causa da guerra. Abandonaram inclusive este próprio edifício! Sera que ele, Anekka e seu povo nunca viveriam em paz? Se bem que se tivesse a amiga do lado, não teria paz nem em tempos de paz!

    ***

    O DREKAVAC

    Depois de deixar Maxim sem graça comentando sobre seu olhar apreciativo, Anekka vasculha os corredores com seu drone, finalmente encontrando a ameaça: um Drekavac que iria devorar uma mae e uma criança.

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    – Afe, mais uma coisa pra gente lidar! Civis e uma maldição! Que merda! E aí, líder? Vamos subir e acabar com tudo? A sombra do Drekavac vai pegar as duas lá cima.... Do jeito que está, eu diria que você iria tentar salvar as duas pessoas lá em cima. Que merda de guerra.... O Drekavac vai pegá-las logo logo.... Então?

    Maxim tinha que decidir rápido, e a pressão de Anekka não ajudava em nada. Avaliando sua ação contra a patrulha russa, em que deteve sua fúria para não impressionar a novata, seguir caminho sem prestar auxilio aos dois civis seria incongruente. Não agia por nenhum sentimento nobre, será que poderia ainda ser considerado um herói por isto? Não lhe parecia heroico salvar alguém sem ter essa intenção, mas provavelmente quem seria salvo não iria brigar com ele por causa disso!

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    “É, você me conhece, Ane, ate quando eu estou fazendo alguma cagada... De qualquer maneira, a Eri nao esta aqui, então encare como passatempo... Me diga exatamente em que corredor estão e sua posição! Vou tentar atravessar o chão com as correntes para criar um muro para atrasar o Drekavac ate a gente chegar. Já vai chamando seu drone assassino, estou achando que vou precisar dele.”

    ERI E A DISTRAÇÃO

    Se fossemos avaliar o plano de Eri, ele foi eficaz em 50%... falhou totalmente em evitar a morte de soldados, mas foi um sucesso total em criar uma distração. Soldados russos e ucranianos foram mortos durante os combates, especialmente quando o míssil HIMARS atingiu as fundações de um dos prédios e caiu, soterrando o tanque e soldados próximos.

    Por outro lado o embate mobilizou mais tropas de ambos os lados, transformando a vizinhança próxima o novo ponto de batalha entre as forças russas e ucranianas da cidade de Bakhmut. O que foi perfeito como distração.

    E como Eri iria voltar ao predio inicial? A mestra de maldições tinha um truque de aumentar a densidade de sua pele, que embora não pudesse cobrir o corpo todo, pelo menos protegia suas partes vitais, caso fosse atingida por alguma bala perdida. Com esta confiança ela conseguia se movimentar por entre a troca de tiros, desde que não se expusesse demais seu corpo.

    Finalmente ao chegar ao prédio onde estavam Maxim e Anekka, Eri pode verificar seu celular. Tinha uma mensagem de voz, de Maxim!

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    “Ei, quando chegar, sobe ate o sétimo! Estamos enfrentando uma maldição, e se puder ajudar, agradecemos!”
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    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Empty Re: JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS

    Mensagem por Zireael Dom Out 22, 2023 9:54 pm

    Anekka parecia não dar muita bola para o que Maxim dizia. Maxim estava já há um tempo trabalhando com Anekka e conhecia os trejeitos da moça. Era difícil perceber as reais intenções por trás de suas falas, mas agora, depois de algum tempo juntos, ele notou um certo grau de impaciência em sua voz. Ela fez um leve bico, um que era quase imperceptível para olhares normais. Mas Maxim não tinha olhos normais. Estava acostumado a detalhes. Detalhes salvavam vidas. Algo havia deixado a mulher incomodada.

    - Como eu disse, achei engraçadinho só. E pro nosso bem, espero que a gente receba mesmo. É que ter cuidado pra não machucar os outros dá mais trabalho ainda. Queria só resolver as coisas facilmente!

    Anekka continuava com seus comentários ácidos, mesmo Maxim não gostando muito daquilo. Ela parecia querer levar o amigo até o limite de sua paciência.

    - Nossa, só fiz um comentário! Eu hein! – Anekka falou em tom um tanto quando debochado, mas havia mais um pouco daquela estranha irritação em sua voz.

    Ao invés de continuar aquela discussão, ela subiu as escadas assobiando a música. Uma música tipicamente ucraniana. Talvez ela quisesse lembrar a Maxim quem eles eram, de fato. E que eram, desde algum tempo, apenas ela e ele. Eles é que eram os sobreviventes das guerras e foram jogados para fora de suas casas.

    Subiam mais as escadas e agora, havia um complicador a sua frente. Anekka olhava de forma impaciente para Maxim, de braços cruzados, esperando a decisão do líder do grupo. Ele sabia qual era a opinião da mulher em relação àquilo. Maxim de novo fala de Eri e Anekka ergue bem de leve uma sobrancelha. Ela rapidamente disfarça e concorda com a cabeça.

    - Tudo bem, vamos jogar esse jogo de salvar civis. Acho que vai ser divertido mesmo! Testar nossas habilidades! Quero ver se vamos conseguir mesmo ser os mocinhos como você quer ser, Maxinho!

    Ela descruzou os braços e agora tinha um sorriso em seu rosto. Gostava do desafio. Olhou para cima, como se olhasse na direção de seu drone. Estreitou os olhos.

    - Dois andares acima.

    Anekka, com cuidado, subiu o restante das escadas para o corredor. Apontou para Maxim, mais a frente.

    - Logo acima daquele ponto, na frente daquela porta, mais ao final.

    Ela apontou para outra direção, mais próxima das escadas.

    - Elas estão a duas portas a frente, encolhidas entre os escombros da entrada do apartamento. Claro que não podem ver a maldição. Porém, quando subirmos, elas nos verão!

    Anekka virou-se para Maxim.

    - Você consegue criar as correntes entre eles. Feliz, chefinho? – deu um sorriso debochado e depois jogou os cabelos para o lado, satisfeita com seu trabalho.

    Anekka assente com a cabeça:

    - Vou criar o drone de ataque. Para isso, saiba que vou desligar o outro do lado de fora. Não consigo fazer mais do que dois por agora. Ficaremos sem notícias do exterior.

    Anekka soltou mais do líquido preto pelas veias dos punhos. Deu um sorriso de satisfação e o drone começava a se formar.

    *****
    Eri corria pelas ruas. Enquanto esgueirava-se para o prédio principal, o combate seguia entre as tropas ucranianas e russas. Eri tinha feito mais do que deveria e amaldiçoou sua sorte. Não queria ter causados mais mortes, mas podia ouvir os gritos de ambos os lados. E afinal, era uma guerra. O que ela queria??Sua adrenalina não a deixava sentir o peso na consciência que normalmente sentira naquele momento. Tinha que avançar.

    Respirando rapidamente, escondeu-se nas paredes de um prédio. Olhou pela lateral e via as tropas avançando e os tiros sendo disparados. Com a confiança em sua técnica, ela colocou a cabeça para fora e ia começar a correr, mas...

    -!!!!

    Eri caiu para trás, sentindo um impacto forte ao lado de sua testa. Gemeu de dor e quando se deu conta, um projétil estava amassado de seu lado. Ela o pegou e observou-o, sem entender o que aconteceu.

    Ficou um tempo tentando assimilar o que houve, mas então, sentiu o sangue escorrer de sua têmpora e uma dor de cabeça alucinante. Ela levou a mão até lá e sentiu um local de impacto. Foi então que entendeu o que houve!!

    De olhos arregalados, Eri larga o projétil no chão e levanta-se, correndo mais rápido na direção do prédio onde estavam. Correu como não se lembrava de correr na vida! Ao entrar, olhava sua mão suja de sangue, tremendo. Aquela bala iria atravessar o crânio de uma pessoa normal. Ela estaria morta se não fosse uma Mestra de Maldições.

    Ela fechou a mão, tentando fazê-la parar de tremer. Pegou seu celular e quase o derrubou. Leu a mensagem de Maxim e olhou para as escadas. Fez um esforço para digitar a palavra “Subindo”. A tela ficou suja de sangue. Começou a subir as mesmas até encontrar com Maxim e Anekka.

    Eri limpou o machucado, tirando o sangue de seu rosto. Porém, o sangue desceu até a gola da farda e sujou de leve seu cabelo.

    Maxim podia ouvir os passos de alguém subindo a escada. Anekka estava muito concentrada na montagem de seu drogn de combate que não ouviu a novata chegar até Eri dizer:

    - Maldição? Logo aqui. Bem, tava demorando, não? Qual será o plano?
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    Mensagem por Hellkite Qua Out 25, 2023 11:33 pm




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    MAXIM E ANEKKA

    Enquanto Anekka cantarolava a musica ucraniana, Maxim pensava no que poderia estar incomodando sua amiga de verdade... Embora dissesse que era apenas o tratamento delicado dos inimigos, parecia haver algo por tras, mas ele não sabia identificar exatamente o que seria. Seria por causa de Eri? A novata era misteriosa, mas dedicada em suas tarefas, algo que era importante nas missões... talvez a inexperiência dela estivesse irritando Anekka. Seria bom ter uma conversa com Ane sobre ser mais tolerante, mas tinha certeza que não iria mudar em nada a situação.

    Maxim então começa a cantarolar também junto com Anekka... afinal eram sobreviventes de guerras e companheiros de miséria... mas acima de tudo companheiros.

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    - Tudo bem, vamos jogar esse jogo de salvar civis. Acho que vai ser divertido mesmo! Testar nossas habilidades! Quero ver se vamos conseguir mesmo ser os mocinhos como você quer ser, Maxinho!

    Maxim sorri para dentro. Ane gostava de um desafio.

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    “É bom treinar mesmo, pois acho que você anda meio enferrujada... desse jeito a Eri logo logo vai estar melhor que você!”, provoca, prestando atenção se a menção ao nome da novata tirava a amiga do serio, conforme tinha notado antes.

    O DREKAVAC

    Anekka como sempre faz um bom trabalho de scouting, informando sobre a situação na area.

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    - Você consegue criar as correntes entre eles. Feliz, chefinho? – deu um sorriso debochado e depois jogou os cabelos para o lado, satisfeita com seu trabalho.
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    “Com você sempre, druh!”, sorri erguendo uma sobrancelha. Deboche com deboche!
    *druh = amiga

    Ao ter as posições corretas, Maxim ergue dois dedos da mão direita fazendo um movimento de subida, guiando as correntes da maldição para cima, perfurando o teto e brotando do chão. Mae e filha se assustam com aquilo, tanto quanto com a presença de algo maligno próximo a elas. Porem aquilo era o que as separava do terrível Drekavac.

    A chegada de Eri enquanto Anekka preparava o drone de ataque tornou o time completo, para satisfação de Maxim. Ele avalia rápido a situação e da um resumo para a americano-japonesa, enquanto com uma bandagem cobria o ferimento da cabeça da novata.

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    “Voce foi ótima Eri... Criou uma boa distração... Só me deixe cobrir este seu machucado, mulher. O que acontece é que agora temos que salvar estas duas pessoas de um Drekavac. A criatura possui um poder de projetar uma sombra maligna, então devemos nos manter afastado dele enquanto o exorcisamos. Já criei uma barreira de correntes para protege-las, e assim que elas tiverem em segurança, começaremos nosso ataque!

    Não era bom ficar demorando demais, pois o monstro poderia achar uma maneira de contornar a barreira. Logo após subirem todos, Maxim diz em ucraniano para mae e filha que deveriam sair do prédio, pois o mesmo estava com a estrutura danificada e que poderia cair a qualquer momento, sendo as correntes usadas como emergência pela “construtora”, mas que não poderiam aguentar muito tempo.

    Depois que elas tivessem saído, confirmaria a presença do Drekavac com Anekka, e desfaria a muralha de correntes para aprisionar o monstro e torna-lo um alvo fácil para o drone assassino. Enquanto isto Eri pegaria um pedaço da parede para servir de escudo, caso o monstro quisesse usar a sombra para algum mal... e se houvesse a necessidade, também macetar a cabeça do monstro com esse mesmo pedaço!
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    Mensagem por Zireael Sex Nov 03, 2023 5:26 pm

    Anekka deu um leve sorriso quando Maxim começou a cantarolar a música. Maxim não soube dizer exatamente porque ela ficou feliz com o fato dele cantarolar também. Apesar de andarem juntos há um tempo, às vezes Anekka era muito difícil de ler.


    Subiram as escadas e finalmente Maxim trouxe um desafio! Alguma coisa para deixar a situação mais interessante. Maxim sabia que Anekka não se interessava muito por salvar a vida de civis.


    "É uma guerra. Gente morre." Ela sempre dizia. E o pior: Maxim sabia que ela queria dizer exatamente aquilo. Não havia nenhuma preocupação inerente escondida em Anekka. Ela vivia verdadeiramente como um feiticeiro e assassino deveria viver. Preocupava-se apenas com ela mesma. E é claro, com Maxim. Talvez ele fosse a única pessoa que Anekka tinha alguma consideração. Ela já havia deixado isso claro. Era reconfortante, mas também assustador. Quanto a seus outros aliados, se fossem úteis, ela ficava feliz. Senão, morrer também fazia parte. Simples. O estranho era que isso jamais impediu que Anekka se afeiçoasse a pessoas. E isso não era diferente com Eri. Apesar de parecer irritada, Anekka nutria um carinho pela novata. 

    Anekka era, realmente, estranha.

    - Afe, lá vem você com Eri de novo. Qual é a sua, hein? Por que fala tanto dela? E é claro que eu vou ganhar. Ela fede a leite nesse mundo, Maxinho.

    Anekka disse com seu habitual sorriso. Novamente, Maxim não conseguiu ler os segredos dele. Era apenas um sorriso zombeteiro que ela sempre dava nessas situações.





    - Anda! Faz sua mágica com os dedos.. Hehehehehe!!

    Anekka disse enquanto ria de forma maldosa. Ouviu o das correntes no andar de cima e através do drone viu a mãe e a filha se encolherem mais quando, do nada, correntes passam do chão e param no teto, presas de forma firme. 

    - Aaah, a garotinha começou a chorar. Perdeu pontos, Maxinho. - Anekka disse enquanto dava uma leve risada. - Eu conseguiria fazer com mais esmero e cuidado. Acho que eu ganharia esse desafio! Nem adianta ficar bravo porque você sabe que é verdade!

    E olhou para Maxim com meio sorriso:

    - Eu e sua Erizinha! Será que ela é delicada? Algo me diz que não. - Havia um tom irritado em sua voz, desta vez. Era quase como se a menção de Eri a deixasse fora de seu eixo normal. Quase.

    Porém, ela disse de forma largada. Seu drone de combate estava quase pronto e ela agora se concentrava na criação dele. Anekka não ouviu Eri subir as escadas. OU talvez tivesse escolhido não ouvir.
    Eri não pareceu muito feliz com o elogio de Maxim. Ela suspirou discretamente, disfarçando sua frustração. Aquele elogio soou quase como zombeteiro, visto que ela queria evitar ao máximo perdas de vida.

    - Ah, não foi nada... - Eri disse com um tom um pouco baixo, enquanto olhava para o lado. Novamente, havia aquele tom melancólico na voz de Eri, como se ela não estivesse feliz com o trabalho que havia feito, por mais que Maxim a tivesse elogiado. 
    Eri ergueu de leve as sobrancelhas quando sentiu o primeiro toque de Maxim. Ela primeiro o olhou com espanto. Não esperava aquilo. Depois, relaxou o olhar, como se desse permissão para ele continuar seu trabalho. Ficou calada e desviou o olhar. Deixou que Maxim terminasse seu trabalho e depois,um pouco vermelha, agradeceu. 

    Eri e os outros subiam as escadas enquanto Maxim explicava a situação. Eri concordou com a cabeça. Anekka terminou de fazer seu drone de ataque e assim que Maxim chegou ao andar, pôde ver a mãe e a menina encolhidas. Quando o viu, a mulher agarrou mais ainda  a menina, implorando para serem deixadas em paz. Porém, quando as duas moças apareceram em seu campo de visão, a mãe pareceu mais calma e ouviu Maxim. Eri reforçou as palavras de Maxim e Anekka, da escada, apontou o caminho para as duas descerem.

    As duas civis saíram correndo debaixo do olhar frio de Anekka:

    -Grande coisa. Vão morrer na rua. Ou pior....

    Eri a encarou com um olhar bravo:

    -Pelo menos demos uma chance a elas. 

    Anekka revirou os olhos e os três foram para a frente de onde havia as correntes de Maxim. Do outro lado, podiam ouvir o som assustador da voz do Drekavac. Anekka, mais atrás, preparou seu drone. 

    -Tudo certo. Só seu comando, Maxinho! - Anekka disse sorridente.

    Eri tocou de leve o braço de Maxim e o encarou.

    - Concentrem-se em matar a maldição. Eu não vou deixar que ela chegue perto de vocês.

    Eri pegava uma pedrinha e via seu formato. Fez isso duas ou três vezes até achar uma de seu agrado. Quando a fez, olhou para Anekka e depois, para Maxim:

    - Pode liberar as correntes, Maxim. E fiquem atrás de mim! - disse com confiança enquanto dava alguns passos à frente de Maxim.

    Assim que Maxim liberou as correntes, todos os três viram o Drekavac. Anekka abriu a boca e sentiu o coração ir até a garganta. Maxim arregalou os olhos e sentiu o sangue parar de correr pelas veias. Eri sentiu vontade de gritar e quase deu um passo para trás.

    A primeira vista, era difícil descrever o que era um drekavac: o corpo, esquelético, estava curvado, como um animal encurralado. Ele se desdobrava sobre ele mesmo e a coluna começava a ficar ereta, mostrando a altura da maldição: quase chegava ao teto. O corpo era coberto em um piche negro, mas, em alguns momentos, era possível perceber a carne podre presa aos ossos, que tinham um aspecto mórbido e doentio. Era uma ameaça clara, um grito de perigo. O rosto era completamente negro, com esferas sem vida onde deveriam ser os olhos e o nariz era apenas uma sombra de cartilagem. Havia pouco cabelo no couro cabeludo e ele vestia o que parecia ser o resto de uma farda.. Ucraniana? Russa? Japonesa? Difícil dizer. Sobre ela, um poncho molhado e sujo. Os coturnos estavam sujos e molhados e suas pegadas eram o que parecia sangue espesso e pegajoso.

    O Drekavac abriu bem a boca: um buraco que parecia não ter fundo. O local começou a ficar mais escuro e quando ele ameaçou gritar....

    Eri lançou a pedrinha e estalou os dedos. A mesma ficou maior e caiu na frente do Drekavac! 

    Um som horrível preencheu o ambiente! A pedra tremia e quase foi arrancada do lugar.

    Eri e Maxim sentiram um medo angustiante subir por suas espinhas. Maxim lembrou-se dos horrores da guerra e sentiu vontade de gritar enquanto tinha certeza que morreria. Conseguia ver sua morte, seu rosto e olhos sem vida! O corpo caído no meio de escombros, sem qualquer chance de fazer qualquer coisa por seu irmão. Ao longe, sons de gritos e de bombas sendo estraçalhadas próximo.

    Eri abafou o grito enquanto sentia as moscas pousarem em seus olhos abertos, mortos e sempre na direção para os horrores do cenário da guerra. A parte superior de seu corpo caída uma vala. O céu cinza de ferrugem de metais pesados e sons de choro e risadas macabras.

    Anekka... Maxim e Eri não puderam ver, mas a companheira caiu em um choro medonho, recheado de medo. Ela caiu sentada no chão e chorava e gritava, berrava por nomes que eram impossíveis de se entender. Ao ver o Drekavac se aproximar, ela arrastou-se para as escadas. O drone de ataque caiu ao chão, imóvel.


    O Drekavac, com uma das mãos com dedos longos como cordas, afastou a pedra ao lado e seguia com a boca aberta, agora com dentes enormes, para Maxim e Eri, que estavam mais à frente. Era o fim....

    Porém...

    Maxim e Eri não estavam ainda derrotados! Maxim sentiu a respiração voltar e lembrou-se que estava vivo! Voltou a consciência e viu-se naquele corredor, de frente com seu inimigo! Eri, a seu lado, um passo à frente, balançou a cabeça e por um segundo, ele pôde ver marcas brancas nos antebraços. Elas logo sumiram. 

    Eri correu na direção do drekavac e a maldição ergueu as garras para acertá-la. Eri aparou o golpe e vendo que o Drekavac iria abrir a boca novamente para gritar, Eri saltou e socou-a na face. O Drekavac curvou-se para trás, mas não saiu do lugar. 

    Entre Maxim e a maldição, Eri gritou:

    - Maxim! Agora!!
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    Mensagem por Hellkite Sáb Nov 04, 2023 5:19 pm

    Hellkite escreveu:



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    MAXIM E ANEKKA

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    - Afe, lá vem você com Eri de novo. Qual é a sua, hein? Por que fala tanto dela? E é claro que eu vou ganhar. Ela fede a leite nesse mundo, Maxinho.

    Maxim presta atenção na expressão de sua “druh”, mas pelo visto seu rosto havia se tornado a costumeira mascara de zombaria. E então ele percebe que realmente falava muito da Eri! O tiro havia saído pela culatra. Ele leva a mão ao pescoço e esfrega fazendo uma careta.

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    “É mesmo? Eu falo? Não tinha percebido... Mas só porque ela é novata, não vai se achando... se está aqui por indicação, é que tem algo para oferecer... Não va ficar para tras, druh.”

    **

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    - Aaah, a garotinha começou a chorar. Perdeu pontos, Maxinho. - Anekka disse enquanto dava uma leve risada. - Eu conseguiria fazer com mais esmero e cuidado. Acho que eu ganharia esse desafio! Nem adianta ficar bravo porque você sabe que é verdade!
    Max faz um bico e solta o ar pelo nariz. Essa Anekka, papuda desde a Crimeia!
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    “OK, da próxima vez eu faço com correntes cor-de-rosa... ah, vai... para, Ane! Se fosse depender de você, as duas já tinham virado comida de Dreka! E a Eri não fica me zoando toda hora... Pelo visto você esta precisando mesmo de umas palmadas!”, diz, mostrando a palma da mão e fazendo o movimento.
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    - Eu e sua Erizinha! Será que ela é delicada? Algo me diz que não!
    Minha Erizinha? Maxim arregala os olhos por um instante. Era essa impressão que estava passando? De protegida? O assassino leva a mão ao queixo pensativo. Bem, talvez estivesse sendo um tanto quanto cuidadoso, pois novatos não tem muita noção de quão perigosa é a vida neste ramo... e Eri realmente parecia delicada, se bem que depois de arremessar um carro contra um helicóptero, tivesse mudado um pouco sua percepção.
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    “Ei, Ane, você acha que estou exagerando com a Eri? Protetor demais?”

    O DREKAVAC

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Elliot11
    - Pode liberar as correntes, Maxim. E fiquem atrás de mim!

    A liberação das correntes era fácil, bastava apenas um comando mental, e tanto a parte material como a espiritual se desvanecia como se nunca tivesse existido.

    Porem a visão do Drekavac havia surpreendido Maxim!

    Não é que ele nunca tivesse visto maldiçoes horripilantes, e somente ele sabia que tinha que fazer um grande esforço para controlar a sensação de medo que lhe apertava a bexiga! Mas pouco podia fazer quando o próprio poder da maldição era baseado em provocar o horror! Ela removia o filtro de medo do amago das pessoas, e as deixava vulneráveis as próprias reações!

    E a forma daquele monstro não ajudava em nada, naquele corredor com luz intermitente... Maxim sentia o peito apertando, e seu coração mal podia bater naquela pressão imaginaria. Queria forçar a mão para que sua maldição lançasse as correntes, mas os comandos mentais para movimentar seus membros não surtiam efeito.

    E então veio o som ensurdecedor!

    **

    Maxim estava na Crimeia, e o tanque havia atirado contra o hospital! Por que? A estrutura ruiu a sua volta, e por um milagre estava vivo! Vivo? Por que então via agora sua propria imagem, queimada pela explosão e semi-soterrada, o rosto e olhos sem vida? Gritos! Gritos por socorro! Era seu irmão, que tinha uma pedra esmagando sua perna, e outro bloco de pedra que iria cair sobre ele! Maxim tenta mover sua mão, mas as correntes não saem, sua maldição parada com um olhar distante, perdido...

    O desespero tomou conta! E com ele a loucura!

    Estou fudido mesmo!!!

    Maxim voa para cima de sua maldição e pega uma das correntes e começa a enforca-la!

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Th_max10
    “Não quer me ajudar, seu porra? Então morre!!!”

    A maldição não resiste e morre espiritualmente... as correntes Maxim as toma e as lança contra as pedras, e com a força da loucura, as arrebenta e as transforma em pó!

    Ele então vai ate o irmão ferido, e o abraça, protetivamente. O menor sussurra em seu ouvido, “volta irmão... o Drekavac!”

    **

    O aviso do irmão faz a mente retornar para a realidade, onde ele sente seu corpo retornar a seu comando. Eri é rápida na reação, correndo e enfrentando o monstro. Ela primeiro bloqueia um golpe com a mao esquerda, e acerta um jab na face do monstro, fazendo voar uma chuva de dentes para cima! O impacto havia sido impressionante, mas o Drekavac se recusava a cair.

    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Elliot11
    - Maxim! Agora!!

    Não havia tempo para planejar, era somente agir!

    Maxim olhou para o teto e lançou uma corrente para prender acima. Com ela fixa e usando uma combinação de encurtamento e impulso, ele segurou na mesma para balançar ate ficar por sobre a cara do Drekavac.

    Neste momento, no ar, com os pés envoltos em correntes para deixa-los pesados, lançou mais duas correntes de sua mão, que depois de se fixarem no chão, puxou com força, visando com o seu próprio peso e o impulso das correntes retraindo afundar a cabeça do Drekavac contra o piso!
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    Mensagem por Zireael Ter Nov 07, 2023 5:33 pm


    Anekka colocou uma das mãos na cintura. Ela arqueou uma sobrancelha e dessa vez, não sorriu.


    - Não percebeu que fala muito nela, é? Sei.


    Anekka deu os ombros e cruzou os braços, com a expressão neutra.


    - É claro que eu não vou ficar pra trás. Acabo até com ela, se quiser.


    Com uma expressão de poucos amigos, Anekka virou-se e continuou a subir as escadas.


    *****


    Anekka tinha um sorriso debochado e divertido em seu rosto, como se gostasse de ver Maxim ficando irritado e dando algum tipo de resposta atravessada. Talvez fosse o jeito de Anekka se divertir: tirar os outros do sério.


    - Nem uma corrente rosa ia adiantar! Hahaha! Você consegue passar uma corrente, daqui, no pescoço do Drekavac? Por que não enforcou logo ele, bobinho?


    Diante da acusação de que ela deixaria as civis morrerem, Anekka apenas levantou os ombros, revirou os olhos e sorriu de forma despreocupada. Sim. Ela deixaria que o Drekavac se alimentasse delas. Seria menos trabalhoso para eles e teriam um Drekavac que provavelmente estaria mais lento por conta da alimentação.


    Mas não foi isso que deixou Anekka com um sorriso no rosto maior. Foi o que Maxim disse dedois:


    - Palmadas? Em mim? Você quer me dar umas palmadas, é, Maxinho? - Anekka parou de repente e virou-se para Maxim. Abriu um sorriso maior e ajeitou o cabelo. - Só me dizer quando e onde. Hehehehe!


    Anekka olhava Maxim de uma maneira predatória. Era quase....Amedrontador. O que ela planejava?


    Aos poucos, porém, seu sorriso foi diminuindo. Maxim comentava de Eri e ela continuou a subir as escadas. Seu tom, porém, continuava brincalhão.


    - Mas acho que não é bem em mim que você quer dar umas palmadas.


    E ela parou de novo quando Maxim perguntou de Eri, olhando por cima dos ombros. Arqueou uma sobrancelha.


    - Essa pergunta é séria?


    *************


    Eri também demorou um pouco mais do que gostaria ter para reagir contra o primeiro ataque do Drekavac. Porém, a visão daquele tipo de maldição a paralisou por um tempo precioso. Estava acostumada a lutar contra diversos tipos de monstros e maldições,mas o cheiro e o horror da guerra fizeram Eri sentir o peso de suas decisões e o medo que invadiu seu coração.


    Será que voltaria a ver seu querido Megumi? Será que encontraria o que procurava? Não sabia dizer. Só sabia que, agora, não tinha certeza se sairia viva daquela situação. Estava completamente sozinha. Não haveria Megumi, Nanami ou seu pai para ajudá-la.


    - !!!


    Quando deu por si, o Drekavac já tinha aberto sua enorme boca, um buraco sem fundo, e deu um grito estremecedor. Eri levou as mãos até os ouvidos, mas foi impossível isolar o som. Junto ao grito do Drekavac, Eri gritou, mas não sabia se seu grito seria ouvido.


    Quando abriu os olhos, estava a alguns metros de seu próprio corpo. Ou parte dele. Via seus olhos abertos e sem brilho. Moscas passavam por eles. Estavam para sempre focados nos horrores do cenário que se distanciava a sua frente: morte, dor e muito fogo. Um fogo que vinha das bombas que explodiam perto.


    Teve vontade de gritar e não soube o que fazer! Olhou em volta, desesperada, mas ninguém podia ouvir sua voz. Estava, realmente, completamente sozinha.


    Baixou os olhos e viu perto de seu pé um pequeno pingente de texugo e um anel presos em uma corrente.


    "Me... Megumi-chan!!"


    Isso fez com que Eri abrisse seus olhos e recuperasse a consciência. Partiu para cima da maldição a sua frente e defendeu seu primeiro ataque, logo deferindo o golpe que fez o Drekavac ir para trás!


    Maxim pendurou-se em suas correntes e conseguiu acertar um golpe em cheio no rosto da maldição. O Drekavac tentou gritar, mas foi impossível! Correntes saíram do chão e prenderam a criatura: cobriam sua boca e a puxavam na direção do chão. Ela tentava mexer seus braços, mas mais correntes brotavam e o seguravam. Eri arregalou os olhos e deixou uma exclamação escapar:


    - Ae, Maxinho. Foi bem legal, hein!


    O Drekavac tentava gritar, mas o som era abafado pelas correntes de Maxim! Ele tentava, desesperadamente, mexer seus membros, mas a cada sinal de tentativa, uma nova corrente brotava e segurava-o ainda mais! A sensação era de que, a cada movimento, mais a maldição era puxada para baixo, como se sugada para o chão.


    Eri olhava aquilo impressionada. Por um momento, lembrou-se de seu antigo amigo Hirotaka falando sobre correntes e maldições, e de como ela pensava que jamais veria algo assim...


    "Eri!! Vai!!!" Eri ouve a voz de Maxim gritar para que ela avançasse! Eri acorda e avança contra o Drekavac acorrentado. Maxim pode ver o brilho escuro amaldiçoado percorrer o braço e punho de Eri. Ela iria afundar sua mão no rosto da maldição, mas....


    O ambiente parece ficar mais escuro e uma sombra brota de um canto da parede. Ela avança rapidamente contra Eri, que agora estava na área coberta pela sombra.


    -Droga!!!


    A sombra cobriu Eri. Maxim pôde ver que a jovem começou a tomar um aspecto doentio: os lábios começavam a ter uma tonalidade roxa, azulada. Abaixo dos olhos azuis, grandes olheiras apareciam. Eri começou a respirar com dificuldade e seus passos na direção da criatura começaram a ficar mais lentos, como se fosse uma grande dificuldade andar ou fazer qualquer movimento.


    Maxim via que Eri cambaleava, mas...


    Novamente as marcas brancas no antebraço de Eri apareceram e agora Maxim podia ver uma estranha marca na testa da jovem. Seus olhos ficaram completamente brancos e ela deu um grito.


    Saltou na direção e agora, seu pulso estava brilhando em uma estranha energia amaldiçoada - branca e quente - envolvia a mão de Eri. Assim que ela tocou no Drekavac, um pequena explosão começara, mas Eri logo a controlou. Era como ver uma estrela quase explodir.


    Ainda tentando soltar-se, o Drekavac tinha agora Eri por cima dele, deferindo diversos golpes com aquela estranha energia branca. A maldição gritava. Maxim podia reparar que Eri começava a ficar cansada. A energia, antes branca, agora falhava e algumas vezes era puramente a força física da jovem que acertava sem piedade o rosto da maldição. As marcas brancas sumiram agora de seu corpo e Eri, suando, mantinha-se firme sobre o inimigo, que esforçava-se para soltar-se das correntes e atacar sua atacante.


    Enquanto Eri a esmurrava, aos poucos a criatura levantava novamente sua sombra e suas garras pareciam ficar maiores.
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    Mensagem por Hellkite Qua Nov 08, 2023 10:46 pm

    Hellkite escreveu:



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    MAXIM E ANEKKA

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    - É claro que eu não vou ficar pra trás. Acabo até com ela, se quiser.
    Maxim sabia que esse era o momento para parar de irritar a amiga, pois era capaz de sobrar ate para a Eri. Ele apenas acena com a cabeça, e segue subindo as escadas, apoiando a mão no corrimão.

    **

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    - Palmadas? Em mim? Você quer me dar umas palmadas, é, Maxinho? Só me dizer quando e onde. Hehehehe!

    Maxim da um sorriso safado para Anekka. Sabia que ela adorava este tipo de conversa, de duplo sentido. Queria anima-la um pouco, estava muito sombria ultimamente.

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    “Claro, druh... Já tem varias acumuladas... Quando sairmos de Bakhmut, você não me escapa!”

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    Como sempre, eram sempre promessas não-realizadas, já que brincadeiras como essa não eram para serem levadas a serio...

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    - Mas acho que não é bem em mim que você quer dar umas palmadas.

    Isso Maxim já achou estranho... O ucraniano era um pouco devagar quando o assunto era relações pessoais, mas aquilo até ele entendeu! A imagem dele dando palmadas em Eri cruzou rápido em sua cabeça, e fez questão de balançar ela varias vezes para faze-la sumir. Não era hora de ficar pensando nessas coisas... Porem o sorriso diminuindo da boca de Anekka ficou em sua memoria. Será que ele estava dedicando tempo demais para Eri, e pouco para Ane?

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    “Ei, Ane, você acha que estou exagerando com a Eri? Protetor demais?”
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    - Essa pergunta é séria?

    Pelo visto Ane estava com a pá virada naquele dia. Por outro lado, Maxim estava agindo de uma maneira estranha também... desde quando começou a se preocupar tanto assim com os outros? Era algo que tinha perdido aos poucos, pois quando se começa a matar por dinheiro, você acaba ficando egoísta e deixa de se importar com os outros.

    Algo tinha mudado com a chegada da Eri.

    E provável que sua druh não iria entender isso.

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    “Claro que não! Imagina! Só to zoando...”

    O DREKAVAC

    Após o contra-golpe de Eri no Drekavac e o salto por cima de Maxim, afundando seus pés protegidos por correntes na boca do montro, tudo parecia resolvido para os assassinos.
    JUJUTSU WORLD - ASSASSINOS Elliot11
    - Ae, Maxinho. Foi bem legal, hein!

    Maxim ergue as sobrancelhas por um instante, e depois sorri. Gostava do apelido carinhoso que Ane tinha dado a ele, e aquilo surpreendeu o ucraniano. Ficou feliz que a novata tenha gostado de seu golpe e o chamado assim.

    Só que não estava nada resolvido. O monstro ainda se mexia, e Maxim com um salto se afasta, conjurando novas correntes para manter o Drekavac incapaz de agir, para mante-la presa ao chão, onde seria alvo fácil para os golpes furiosos de Eri!

    Porem o Drekavac ainda tinha suas surpresas... uma sombra envolve Eri, e Maxim da um aviso, porem é tarde demais... A americano-japonesa começa  a ser tomada por uma maldição debilitadora, e o assassino já espera pelo pior. A sombra do Drekavac era inescapável.

    Só que Eri também tinha sua própria maneira de surpreender, fazendo uso de uma energia desconhecida diferente, algo que Maxim jamais tinha visto antes! A aura luminosa branca era... o oposto da energia amaldiçoada! Como isso era possível? Com seus socos ela castiga o monstro, e definitivamente daria cabo dele, não fosse o visível cansaço da feiticeira...

    Maxim tinha que ajuda-la, senão seria tudo em vao!

    A criatura era das sombras não era? E do que uma sombra não gosta?

    O assassino olha para tras, para as janelas que deixavam entrar parte da luz do sol. Que tal fazer uma reforma no apartamento para iluminar melhor o local?

    Novas correntes surgem para atingir as laterais da parede próximo da janela, e puxando com força, abre caminho para que a luz do sol invada o recinto. Sem alcançar a criatura, isto de nada valia... então Maxim decide que tinha que arriscar! Soltaria o monstro do chão, para puxa-lo em direção das luzes do dia!

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    Mensagem por Zireael Ter Nov 14, 2023 10:24 pm

    Anekka manteve seu sorriso nos lábios por algum tempo, ouvindo a resposta de Maxim. Era um sorriso predatório que Anekka sempre tinha quando ele correspondia a suas brincadeiras.

    - Quero só ver. Quem sabe quando acabarmos essa missão, não vou deixar você esquecer. Hehehe!

    Maxim não sabia se aquilo era realmente uma simples brincadeira ou Anekka esperava por aquilo. Porém, o outro comentário da amiga veio sem nenhum filtro e ela falava sem se preocupar com o efeito que teria em Maxim. Talvez, quisesse até ver como ele agiria. Ela olhou por cima do ombro, esperando sua reação. Anekka ergueu uma sobrancelha quando Maxim balançou a cabeça em negativo algumas vezes.

    - Hmm...... – ela disse sem sorrir. Pareceu não perceber muito bem porque ele havia feito aquilo. - Só não deixa isso atrapalhar a missão, hein. Preciso dessa grana.

    Anekka virou as costas e continuou a subir as escadas.

    - Deixa ela se virar. Você mesmo disse que ela parece saber fazer as coisas e foi indicada, né. Vai saber quem é ela. Ela disse que conhecia gente da Guilda Japonesa.

    Anekka pareceu um tanto curiosa. Estreitou os olhos.

    - Quem será?

    Talvez Eri fosse um mistério para Anekka também.


    Ela também estranhou o comportamento de Maxim, mas aparentemente, não desconfiava das dúvidas que o homem tinha agora. Anekka apenas voltou sua atenção para as escadas que subia. Maxim não viu nenhum sorriso em seu rosto.

    - Bem, não que eu me importe. Desde que faça o que tem que fazer. Né, Maxinho?


    ****

    Eri ficou com as bochechas levemente vermelhas quando Maxim sorriu.

    - Er, quer dizer, Maxim. Desculpa aí! É quase o mesmo som! – disse, imaginando que ele não havia gostado ou achado graça demais dela ter chamado ele assim.

    De qualquer forma, não teve tempo para pensar nisso: assim que Maxim prendeu o Drekavac no chão, Eri saltou sobre ele e deferia golpes fortes. Sentia, a cada acerto, a sua própria energia espiritual segurar e controlar o Fogo de Amaterasu, que lutava para ser liberado.

    Spoiler:

    A imagem de seu professor vinha a sua mente a cada golpe que acertava o rosto desfigurado do Drekavac. A cada golpe, um esforço duplo: liberar apenas o necessário do Fogo e controla-lo.

    Eri acertava e sentia o rosto de seu inimigo amassar-se sob suas mãos. Porém, foi pega pela sombra do Drekavac. Eri deixou que o Fogo percorresse seu corpo e impedisse que a maldição fizesse efeito. Conseguiu evitar os maiores danos, mas sentia-se esgotada. Deferia seus golpes e sua energia amaldiçoada aos poucos falhava. Usava toda sua brutalidade para esmagar o Drekavac. Sua expressão era de puro esforço e raiva!

    Eri voltou a si quando sentiu que a claridade do local aumentava. Ergueu os olhos quando Maxim abriu mais as janelas. Ela percebeu a intenção do assassino e em um rápido movimento saiu de cima do Drekavac, deixando que Maxim o acorrentasse e arrastasse o Drekavac até onde havia luz.

    Mais uma vez, o som ensurdecedor pôde ser ouvido. Anekka estava subindo as escadas para ajudar Maxim e Eri, mas ao ouvir o som, congelou na entrada do andar, tampando os ouvidos.

    A face do Drekavac, com a boca coberta pelas correntes de Maxim, se contorceu. Os olhos, antes dois buracos negros, agora tinham glóbulos oculares de cores diversas. Maxim viu os olhos de seu irmão, que implorava por socorro. Eri, de olhos arregalados, via os olhos verdes de seu querido Megumi.

    Maxim sabia que Drekavacs podiam estar na luz do sol, mas aquela luz, de forma tão direta, parecia ter atingido em cheio a criatura. Talvez fosse porque já estivesse fraco. A maldição tentava erguer os braços para soltar-se e abrir a boca para gritar, mas era em vão. A Maldição de Maxim era poderosa! Suas correntes não se moveram e mantiveram-se firmes em seu propósito.

    Aos poucos, os membros já decompostos do Espectro começavam a derreter. A cada movimento, o Drekavac perdia mais e mais sua velocidade e força. Ele sacodia seus pés enquanto, aos poucos, sua forma se derretia ao que parecia ser uma poça de piche. Tentava gritar, mas novamente, as correntes de Maxim o impediam.

    Eri pensou em avançar para terminar o serviço, mas a criatura já estava praticamente decomposta no chão. Ela olhava aquela cena impressionada. Era... Assustadora.

    Aos poucos, o corpo do Drekavac, fraco e já surrado por Eri e Maxim, ia sumindo, tornando-se apenas uma poça negra. Presas pelas correntes estavam apenas as roupas que ela usava: a farda irreconhecível e o poncho sujo.

    -.... Nossa.... – Eri sentiu as pernas falharem. Sentou-se onde estava e encostou-se na parede, enquanto recuperava o fôlego. – Acho que conseguimos, né? Então... Isso é um Drekavac. Maldição de nível 2. – imaginou como seria uma maldição de nível 1 ou especial.

    Ela ergueu os olhos para Maxim:

    - Foi esperto esse lance da luz! Suas correntes são bem maneiras também!

    Anekka subiu finalmente as escadas, olhando para Maxim e Eri:

    - Conseguiram?... – ela disse, amedrontada ainda.

    Chegou até onde o Drekavac estava deitado, chutando de leve as roupas sujas. Fez uma cara de nojo e depois, ergueu os olhos a Maxim:

    - E agora? Atrás de Halina e Bakkari?
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    Mensagem por Alexyus Ter Jan 16, 2024 10:14 am


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