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    Not Alone - A Segunda Caçada.

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    Mensagem por Beaumont Sáb Jun 22, 2024 6:42 pm

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    Mensagem por Beaumont Sex Jul 12, 2024 11:20 pm

    O Epílogo


    Férias de Verão de 2024 – Acampamento Twin Lakes - Savannah, Geórgia
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    Voz de uma senhora: - Vamos crianças!! É hora de dormir! – A voz da senhora repercutia junto com as badaladas de um sino que tocava propositalmente para reuni-los em seus dormitórios. A grande casa de madeira possuía 50 quartos e mais alguns cômodos do que parecia ser uma antiga e grande mansão da era vitoriana. A madeira da casa era reconfortante e lembrava muito uma casa de interior, seu aspecto afável, pinturas infantis e brinquedos aos montes fazia qualquer criança adorar passar suas férias de verão de meio de ano ali. Meninos e Meninas dormiam em pavilhões separados. Meninos à esquerda, meninas à direita. 30 quartos onde as crianças se dividiam em beliches deixando 4 crianças por quarto. Todos enfileiradinhos como uma cadeia de patinhos seguindo a mamãe pato. As 8 professoras coordenavam cada uma com 15 aluninhos que variavam entre 5 a 11 anos.
      
    A tia Billie era uma professora esforçada e comprometida com seus aluninhos de 5 anos. Seus 15 aluninhos enfileirados seguiam pelas escadas devagar, pelo corredor devagar e para as portas de seus respectivos quartos. Meninos de um lado e meninas de outro. As portas de todos os quartos se fecharam exatamente as 21 horas como sempre. Fizeram a contagem e Madre Ursula, uma senhorinha de muita idade e olhos esbranquiçados pela catarata, ainda queria trabalhar até o ultimo dia de sua vida com as criancinhas. Ela chegou correndo segurando o peito em golfadas que pareciam querer tirar todo o ar de seus pulmões. Sua mão estava gelada e Tia Billie arregalou os olhos de surpresa.
    Madre Ursula: - A pequena Sylvie! Ela não está em lugar nenhum!!
    Sylvie era uma menina órfã de mãe e que vivia com o pai, um ocupado empresário no ramo de brinquedos, em especial as bonecas Barbies. A menina não era exatamente excluída das outras meninas do ensino fundamental, mas uma menina de onze anos que brincava de bonecas sempre sozinha era bem incomum. A madre Ursula e tia Billie correram pela grande casa com a ajuda de algumas outras professoras. Elas vasculharam no sótão, na cozinha e até mesmo em um porão velho que ficava trancado, mas que por algum motivo seria bom que elas procurassem. Não havia nenhum rastro de Sylvie Caroline Preston. As professoras começaram a entrar em pânico, as crianças já estavam dormindo, mas uma criança não estava lá. A pequena Sylvie ainda estava desaparecida. Todas se reuniram na sala de jantar no andar 1F da grande casa. As velas faziam um trabalho impecável na iluminação já que era melhor deixar tudo escuro para não acordar as crianças e também porque a Diretora Rachel Sexton, uma senhora integra e de muita classe, havia dito que depois das 23 horas nenhuma lâmpada elétrica deveria ficar acessa na casa por um motivo que ela não revelou além de não perturbar as crianças.
          Já sem esperanças, a idosa Madre Ursula se pôs a chorar. Tia Billie sentiu o coração apertado de saber que poderia ser ela a perder uma de suas crianças e ela não desejaria isso a ninguém, nem ao seu pior inimigo. O relógio da parede da sala de jantar marcou meia noite e todas as professoras começaram a se movimentar para seus quartos onde avisariam a diretora e também a polícia do sumiço da criança. Quando um grito agudo e desesperado parece atingir o tímpano de cada uma das professoras que estavam se preparando para subir as escadas. “O grito vem de lá de fora!” Gritou uma das professoras do primário enquanto todas corriam para o jardim da grande casa. Uma figura pálida estava de joelhos no chão de grama. Era Sylvie segurando sua boneca estranha, seus olhos arregalados lhe denunciavam o pavor. Madre Ursula a abraçou com ternura enquanto chorava, mas Sylvie parecia uma de suas bonecas, sem emoção, de olhos arregalados e nada a dizer. Desde então Sylvie não era mais a mesma garota. Agora, desprovida de sentimentos ele passava o resto de seus dias sozinha abraçada a sua boneca, de olhos arregalados cantarolando de boca fechada uma música de ninar que nenhuma professora havia lhe ensinado...
    San Diego - California - Andar B1 da residência de Daniel Dickinson - Dias Atuais 


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    Arthur Fleck e Denis Wilson finalmente teriam o primeiro contato com a criatura que a célula do Doutor Dickinson capturou. A sala mais parecia um laboratório do doutor Frankstein. A luz fria azul, o clima refrigerado do que mais parecia um iglu do que uma sala de laboratório de tão frio. Os tubos de ensaio com dezenas de frascos contendo amostras de sangue entre outras coisas. Na parede dezenas de slides que mostravam de forma confusa para ambos, Fleck e Wilson, como funcionava a terapia de hematologia do doutor.  
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    Do outro lado de um vidro estava a criatura capturada. Seus braços e suas pernas presas por ligas de metal com uma alça que mais parecia um instrumento medieval de tortura. Em seu coração um pedaço grosso de madeira que mantinha inerte a criatura com olhos arregalados e olhar perdido no tempo. A visão da criatura era pavorosa. Wilson e Fleck nunca tinham visto uma criatura daquela de tão perto com calma, geralmente eles estavam correndo, explodindo ou queimando tudo que pudesse parecer hostil. 
    Doutor Dickinson estava segurando algumas tiras de raio X e pregando com pregadores em um varal quando notou a presença dos dois novos membros da célula. 
    (Esse momento vocês podem usar para se apresentarem, falar um pouco de suas habilidades e ou interagir como preferirem)
    Dr. Dickinson:

    Denis Wilson:

    Arthur Fleck:

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    Kwan estava em seu quarto, ouvindo musica alta e arremessando uma bola de tennis na parede como se esperasse o tempo passar. Subitamente ele se pegou lembrando de Alysson, de todas as meninas que ele já paquerou ela foi a única que não ficou com ele, mas mesmo assim eles se falavam bastante. Quando o telefone tocou ele pensou que fosse ela, mas logo se deu conta de que existia outra pessoa em sua vida... Seu pai... 

    Kwan Jo ao Telefone escreveu:- Fiquei sabendo que conseguiu, eu deveria lhe dar os parabéns, mas também soube que foi golpe de sorte, verifique seus materiais ANTES de cada caçada, pode não ter tanta sorte da próxima vez, O FBI esteve te procurando ultimamente, sugiro que use novos nomes da próxima vez que for caçar. Não se preocupe, a linha é segura, pode falar comigo sempre que quiser por aqui. Alias, tenho uma diga de quem levou John, fique atento aos "pássaros" esse é o código. 


    Kwan Beon:


       Férias de Verão de 2024 – Acampamento Twin Lakes - Savannah, Geórgia
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    Era outra noite que chegava, a tia Billie estava sentada no pé da cama contando uma bela história de ninar para seus alunos antes de dormirem quando ela ouve um bater na madeira oca de uma das portas. 

    Not Alone - A Segunda Caçada.  Madre_10
    Madre Ursula: - Jovem Bianca! Era você mesma quem eu queria encontrar. 

    A senhorinha sorria enquanto via as crianças no quarto pegarem no sono graças a habilidade de Billie. A senhora se aproximou e segurou com suas rugosas mãos, os dedos da tia Billie. 

    Madre Ursula: - Queria pedir-lhe um favorzinho se não for muito incomodo. Poderia colocar a pequena Sylvie para dormir outra vez desde aquele episódio você é a única quem consegue fazer descansar. seria muito incomodo pedir que a fizesse dormir esta noite também?  

    Desde o acontecido dias atrás Sylvie ficou muito mais distante de todas as crianças. A diretora ligou para o pai que alegou estar muito ocupado como sempre e disse que aquele comportamento era passageiro. A garotinha comia feito um robô, não brincava mais com sua boneca, apenas a segurava como um troféu que não podia ser largado. Bianca conseguia colocar Sylvie para dormir, mas a cada dia que passava era cada vez mais trabalhoso e demorado. 
    Not Alone - A Segunda Caçada.  Sylvie10
    Bianca "Billie" Calista:
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    Mensagem por Claude Speedy Dom Jul 14, 2024 10:40 am



     
         
         
     

             

                 
                 
                     
                 
             

         

             

                 



    Denis já tinha visto coisas estranhas na vida, parou e bebericando a chícara de café observou calmamente o "paciente" de Dickson...

    —Interessante...

    ...mas o que o deixava sem compreender era exatamente como aquele sistema funcionava, sem sangue pulsar, mas ainda assim se movendo. O que não compreendia bem, parecia ser onde não deveria comentar e sim no que lhe era pertinente mostrar-se útil, mesmo que em um detalhe mínimo. Como por exemplo uma alimentação balanceada para todos.

    —Preparei um café da manhã na sua cozinha, Doutor, caso esteja com fome. Quanto à criatura, parece um Caramazotz das lendas maias. Interessante que estamos em San Diego, que antes de ser tomada pelos americanos, era território maia... Parece que as crenças eram de certo modo reais

    Voltando-se para Arthur Fleck.

    —No Popol Vuh, a Bíblia dos Maia, os Camazots são os monstros parecidos com morcego encontrados pelo herois gêmeos Hunahpu e Xbalanque durante sua entrada no Inferno...Submundo chamado por eles de Xibalba. Os gêmeos entraram no submundo para se vingar da morte de seu pai, primeiro foram atacados por morcegos e então por um homem-morcego, o Camazotz.

    Virando de novo para o vampiro continuava.

    —Para eles os Caramazotz são descritos como criaturas aladas que se alimentam do sangue dos vivos. Dizem que são responsáveis por numerosos desaparecimentos e mortes inexplicáveis na região. Arthur, consegue dizer se... foi uma dessas criaturas que atacou sua família?

    E bebia o café de novo, aguardando que o ex-policial respondesse. Wilson sentia certa ironia em pergutar para um agente da força do estado se ele viu um suspeito.


             

         
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    Mensagem por Zireael Dom Jul 14, 2024 1:31 pm

    - E assim, o lobo e o carneiro, apesar de tudo, formaram uma amizade incomum!

    Billie fechou o livro fazendo um leve barulho, o que acabou por fazer as crianças rirem.

    - Fim! - ela sorriu e passava os olhos pelos rostos alegres e despreocupados de seus pequenos alunos. Mantinha aquele sorriso terno ao observar as expressões de alegria e cansaço nos pequenos. Sentia que cumprira seu dever.

    Já estava preparando-se para levantar-se quando ouviu as batidas na porta. Ela olhou para o rosto das crianças e colocou o dedo indicador na frente dos lábios, pedindo silêncio:

    - Muito bem, crianças! - ela dizia baixinho enquanto levantava-se para ir até a porta e, antes de abri-la, completou. - Hora de dormir! Até amanhã!

    Ao despedir-se, Billie abriu a porta e encontrou o rosto amigável da Madre Ursula.

    - Ah, oi! - ela disse ainda sorrindo. - Madre Ursula! Como posso ajudar?

    Billie observou a senhorinha pegar suas mãos e fez uma expressão confusa.

    Porém... Já sabia do que se tratava. Ela engoliu em seco e o sorriso foi desaparecendo enquanto lembrava-se de tudo o que havia acontecido com Sylvie. Billie detestava lembrar da sensação de perder uma de suas crianças. Aquilo fez seu coração ficar pesado. Ouvia a voz da Madre e esforçou-se para sorrir.

    - É claro, Madre. Eu vou conversar com ela e coloco a Sylvie para dormir.

    Ela apertou de leve a mão da senhora, em sinal de concordância e querendo deixá-la mais tranquila.

    - Pode ficar tranquila!



    Billie ia até o quarto onde Sylvie estava dormindo. Estava munida do livro que Sylvie agora gostava: "Meninas Malvadas". Ele contava a história de jovens que estavam começando a descobrir que tinham poderes diferentes, como lobisomens. Era moda entre a garotada. A menininha tinha tido a Billie que gostava do jovem Sean e que não entendia bem porque Boudicca o maltratava. Era engraçado e difícil explicar aquilo a uma criança. Talvez um dia ela entenderia.

    Mas, bem, Billie tentava distrair sua mente com a história. Pensar em tudo o que aconteceu com Sylvie a deixava nervosa. Ela parou na porta e levou a mão até a maçaneta.

    -....

    Respirou fundo e abriu a porta com seu sorriso meigo, indo até Sylvie.

    - Sylvie, querida! Vim te fazer companhia até dormir.

    Engoliu em seco e sentou-se ao lado da menina. Billie sentia seu coração apertado. Queria muito ajudar Sylvie, mas não sabia como.

    - Eu trouxe o livro que você gosta, lembra?

    Ergueu o livro para a menina ver.

    - A gente pode ler juntas por um tempo e depois, fico com você até você dormir. Que acha?


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    Mensagem por mitzrael Qua Jul 17, 2024 7:51 pm





    Kwan estava em seu quarto, ouvindo musica alta e arremessando uma bola de tennis na parede como se esperasse o tempo passar. Subitamente ele se pegou lembrando de Alysson, de todas as meninas que ele já paquerou ela foi a única que não ficou com ele, mas mesmo assim eles se falavam bastante. Quando o telefone tocou ele pensou que fosse ela, mas logo se deu conta de que existia outra pessoa em sua vida... Seu pai.

    -Alysson? será que é ela? o não e só o velho !! que saco
    bem que podia ser ela .


    - Fiquei sabendo que conseguiu, eu deveria lhe dar os parabéns, mas também soube que foi golpe de sorte, verifique seus materiais ANTES de cada caçada, pode não ter tanta sorte da próxima vez, O FBI esteve te procurando ultimamente, sugiro que use novos nomes da próxima vez que for caçar. Não se preocupe, a linha é segura, pode falar comigo sempre que quiser por aqui. Alias, tenho uma diga de quem levou John, fique atento aos "pássaros" esse é o código.


    -modo estranho de dizer tenho orgulho de você srsr
    -o que eu podia esperar desse cara não é mesmo?
    -bem pássaros sé o código? isso esta muito vago velho
    -espero saber usar isso ao meu favor quando chegar a hora
    .

    Kwan joga a bola com força na parede e da um mortal e pega a bola e ajeita seu cabelo

    -sorte é? eu sou pura sorte meu velho.
    -agora vou fazer uma nova identidade que tal
    -Jack bauer  lee srsrs  
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    Mensagem por bahamut Sex Jul 19, 2024 4:41 pm

    Fleck chegou e ficou olhando aquele ser pendurado. Enquanto olhava, imaginava a si mesmo ateando fogo ou colocando explosivos no corpo dele e assistindo ele explodir.

    Fleck não cuidava mais da aparência depois de perder seus entes queridos. Usava um casaco velho e empoeirado, o pouco cabelo que tinha ficava todo desgrenhado e a barba sempre malfeita. Ele carregava pouca coisa consigo. Sua carteira com um pouco de dinheiro, seu telefone celular e alguns componentes que o permitiriam pegar um galão de gasolina e transformar em bomba relogio em poucos instantes, para situações extremas.

    Fleck: Já faz um tempo que não vejo um de vocês. Na época vocês tinham vantagem. É bom ver você desse jeito. Não vejo a hora de terminar de analisar você pra poder te ver queimando.

    Fleck se vira para Denis que está olhando para o Dr. Dickinson. Dickinson pendurava alguns raios X e Fleck olha com desdém para tudo aquilo.

    Fleck: Precisa mesmo de tudo isso? Bombas e fogo não dão conta do recado?

    Fleck não tem muito trato com as palavras, não por ser rude, mas por não se importar mais. Ele achou um pouco de vontade de viver em sua vingança e faz o possível para não sucumbir às imagens do passado que invadem sua memória. Suas mãos começam a tremer pois ele já sente a necessidade de beber para afogar a tristeza de suas memórias e usa o humor ácido e a rispidez para mascarar tudo isso.

    Fleck: Também não precisamos dele inteiro, precisamos? Arranca um braço, uma perna, vamos ver como ele lida com isso. Podemos queimar partes dele também.
    Gsantos
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    Not Alone - A Segunda Caçada.  Empty Re: Not Alone - A Segunda Caçada.

    Mensagem por Gsantos Ontem à(s) 12:01 pm

    Not Alone - A Segunda Caçada.  Dr_dan11

    DR. DANIEL DICKINSON



    Daniel havia estava absorto, em suas pesquisas.
    A criatura estava presa em uma maca para pacientes com disturbios mentais violentos adaptada, uma chapa gorssa de aço, e no lugar das tiras que predem pacientes correntes foram colocadas nos pescoço, punhos, tronco e pes.
    Próximo a criatura uma maquina de hemodialise antiga adaptada por Daniel, retirava o sangue do vampiro de sua artéria no pescoço e retornava para por outra artéria, simulamdo a circulação.
    O banquinho de rodinhas ao qual Daniel estava sentado, corria do computador para o microscópio e do microscopio para algumas pequenas jaulas onde cobaias serviam de esperimento recebendo doses do sangue do vampiro.

    —Preparei um café da manhã na sua cozinha, Doutor, caso esteja com fome. Quanto à criatura, parece um Caramazotz das lendas maias. Interessante que estamos em San Diego, que antes de ser tomada pelos americanos, era território maia... Parece que as crenças eram de certo modo reais.

    Daniel vira sua cadeira aos recem chegados.

    - Me perdoem, estava checando alguns resultados , voces devem ser Arthur e Denis certo? diz o doutor retirando seus oculos. - Fiquem a vontade, sou Daniel Dickinson, so pediria que voces se limitem as instalações no laboratório,tenho alguns funcionarios la em cima e não gostaria que eles levantassem duvidas sobre nossa " ligação".

    -Bem, embora eu estivesse distraido em minhas pesquisas, não pude deixar de ouvir seu comentario.Sim estamos diante de uma criatura citada em varias mitolgias e povos assim como as dos Maias muito bem citada por voce.Ao que parece nem tudo que os povos antigos relatavam eram supertições.

    Levantando da cadeira, Daniel pega uma chicara de café e joga um pouco de uisque dentro.

    -Venham vou mostrar um pouco da minha pesquisa caso interesse a voces. Este sistema bombeia o sangue da criatura simulando algo como nossa circulação,com ele consigo retirar amostras de sangue que uso em pesquisas nestas cobaias.- Diz Daniel apontando para algumas pequenas jaulas.

    As cobaias eram ratos de laboratorio, quatro delas existiam ali, uma sem uma das patas, e as outras aparentemente saudáveis.

    - Estas cobaias, esta recebendo pequenas doses do sangue da criatura. Na cobaia numero 1 quero ver o nivel de regeneração que existe no sangue e ver se é capaz de regenerar um membro inteiro, pequenas lesões tiveram resultado positivo.Na cobia numero 2 estou medindo o nuvel de regeneração a doenças comuns e o resultado foi positivo. Na numero 3 estou testando os resultados fisicos, tenho os parametros de antes e agora estou vendo quantas voltas e quanto tempo ele faz na rodinha após receber exposição a uma dosagem do sangue e numero 4 foi infectada com a doença da qual Sarah, minha esposa, foi acometida .Minha pesquisa busca saber se o sangue do vampiro é capaz de curar a doença de Sarah e quais mais habilidades pode se ganhar com ele, ainda não cheguei na fase de testes em humanos, onde testaremos se existem colaterais e talvez eu seja o primeiro protótipo.

    Fleck: Também não precisamos dele inteiro, precisamos? Arranca um braço, uma perna, vamos ver como ele lida com isso. Podemos queimar partes dele também.

    -Sim, isto tambem fara parte dos testes e acredito que nesta fase precisarei da ajuda de voces, pretendo sim deixar o especime so com o tronco e cabeça,evitando assim uma possivel ameaça, entretanto estava com medo de me precipitar e perdermos o especime antes que eu pudesse terminar a pequisa.Em algumas horas vai sair o resultado dos testes da cobaia 4 que ao que tudo indica sera positivo, assim podemos retirar algumas bolsas de sangue e iniciar o processo de desmembramento.

    - Ja com relação a destruição do membro precisamos nos reunir para decidir, uma vez que de acordo com os resultado das pesquisas seu sangue pode ser capaz de nos ajudar em caçadas futuras.
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      Data/hora atual: Seg Jul 22, 2024 9:13 pm