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    Manhattan - Ruas Zona Leste

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    John Milton
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    Manhattan - Ruas Zona Leste

    Mensagem por John Milton em Seg 12 Set 2016 - 21:50

    Manhattan é o mais antigo e mais densamente povoado dos cinco boroughs que formam a cidade de Nova Iorque. Localizado primariamente na Ilha de Manhattan, que fica na foz do Rio Hudson, os limites do borough coincidem com os do condado de Nova Iorque, um condado original do estado de Nova Iorque. Manhattan e o condado de Nova Iorque consistem da Ilha de Manhattan e de várias outras pequenas ilhas adjacentes: Roosevelt Island, Randall's Island, Wards Island, Governors Island, Liberty Island, parte de Ellis Island,[2] e U Thant Island; assim como Marble Hill, uma pequena seção continental de terra, adjacente ao The Bronx. A cidade de Nova Iorque começou no extremo sul de Manhattan, se expandiu para o norte, e então, entre 1874 e 1898, incorporou terras dos condados ao seu redor.

    Manhattan foi fundado em 1683. Localizam-se em Manhattan dois dos três centros financeiros de Nova Iorque. O borough abriga os principais pontos de interesse da cidade, incluindo a Times Square, o Central Park, o Empire State Building, a Wall Street, a Broadway e a Brooklyn Bridge, a ponte que une Manhattan a Brooklyn

    John Milton
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    Re: Manhattan - Ruas Zona Leste

    Mensagem por John Milton em Ter 27 Set 2016 - 17:56

    Ronan Flynn aspira o ar noturno do borough mais metropolitano de Nova Iorque, sentindo o ar salgado bater sem seu rosto

    Aquela hora muitos homens ainda estavam pela rua. Senhores de familia impactados pela onda de desespero e desilusão que a queda da bolsa havia causado.

    Alguns comentavam sobre algum conhecido que, vendo-se na bancarrota havia se arremessado do Empire State Building.

    Um jovem rapaz anunciava pelas ruas as machetes noturnas, dando cores a triste história daqueles malditos que haviam se matado, lançando-se tal qual Icaro apaixonado pelo Astro Rei.

    Alguns jovens mais alvoroçados gritavam, num beco próximo, palavras de ordem enquanto um policial os ameaçava.

    O pandemonio havia se instalado na Ilha. Os animos refletiam isso

    Apreciando a sarjeta humana que instalava, o Brujah aguardava a chegada do bonde


    Melroc
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    Re: Manhattan - Ruas Zona Leste

    Mensagem por Melroc em Ter 27 Set 2016 - 22:48

    A primeira impressão de Ronan, foi que nada havia mudado nas camadas baixas do rebanho, mas como um predador das cidades, aprendeu que as aparências enganam e o caos, a insegurança e o medo poderia estar escondidos por trás de um tênue véu de falsa calmaria. Bastava o Brujah se aprofundar um pouco mais e prestar atenção no que acontecia a seu redor para entender melhor o que se passava realmente.

    Se aproximou do rapaz que anunciava as manchetes noturnas e pediu um exemplar, pagando o valor devido em seguida. Pensava em lê-lo no bonde que o levaria para a prefeitura de Nova York quando ouviu o alvoroço de jovens em confronto com o policial. Guardou seu jornal recém adquirido e se aproximou do tumulto para entender o que gritavam e porque.
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    Re: Manhattan - Ruas Zona Leste

    Mensagem por John Milton em Qui 29 Set 2016 - 16:20

    O garoto entrega o exemplar e pega o dinheiro, já gritando as matérias da primeira capa, prestando, praticamente, nenhuma atenção ao Brujah que já se afastava.

    Caminhando na direção do tumulto, Ronan percebe um policial tentando afastar um grupo de jovens que rodeavam alguma coisa.

    Eles gritavam palavras de ordem

    - Eles que são os culpados!

    -Malditos imigrantes!

    - Eles tomaram nossos empregos!

    O apito do policial tomava o ar, tentando, sem sucesso, suplantar a balburdia que se formava.

    Da onde estava o Brujah via muito pouco, mas seus sentidos mais apurados sentiam um frescor de vitae.

    Fosse o que estivesse no mesmo daquele circulo revoltoso, estava sangrando.
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    Re: Manhattan - Ruas Zona Leste

    Mensagem por Melroc em Dom 2 Out 2016 - 18:07

    Se antes o Brujah se aproximava da balburdia por curiosidade, agora o aroma adocicado de vitae derramado o fazia se sentir mais atraído. Não estava com sede, mas a besta sempre o manipulava a agir como um predador, mesmo inconscientemente fazia-o buscar sangue.

    Ao intender do que se tratava, a intervenção de Ronan não tardou. Não deixaria o rebanho brigar consigo mesmo, os poderosos não iriam manipular a população desviando o foco dos verdadeiros culpados pela crise mortal, não em seu turno, pensava o cainita da ralé.

    - Rapaziada, a culpa não é do estrangeiro – falava alto para chamar atenção para si, demonstrando seu sorriso confiante -  ele é um coitado como todos nós, só está na América porque fugiu de uma guerra causada pelo mesmo tipo de gente que contou essas mentiras pra vocês! – Para Ronan Flynn, não interessava se estava falando a verdade, a primeira grande guerra havia acabado á uns 10 anos, mas a existência da guerra era um fato conhecido por todos.

    – Não sejam manipulados pelos verdadeiros culpados. São os bancos, os poderosos, os senhores de grandes corporações e os políticos os verdadeiros culpados dessa situação. – Ronan inflama seu discurso - Foi a busca pelos seus próprios interesses e a incompetência deles que colocaram nosso pais nessa situação. – Com um tom mais apaziguador,  colocava o estrangeiro e os jovens agressores no mesmo patamar - Os estrangeiros apenas buscam melhores condições no país das oportunidades, outra mentira contada para enganá-los e colocar vocês contra eles – Apontava para o pobre coitado que estava prestes a ser linchado.  

    Seu discurso procurava colocar o pensamento daqueles jovens na direção certa, tentava mostrar o verdadeiro alvo por trás dos interesses dos poderoso. Como bom Brujah, conhecia o poder da população mortal unida. Era um verdadeiro caos de pensamentos, culturas e necessidades diferentes, mas se colocados na direção certa, se tornava uma arma contra seus inimigos. Ronan sabia que tinha que alterar o pensamento coletivo para alcaçar suas ambições.

    - Deixem o pobre coitado em paz, tudo que ele quer é o mesmo que todos nós queremos, trabalhar e dar melhores condições de vida para nossas família. – Tentava apaziguar os jovens e enquanto fazia seu discurso, vagarosamente se colocava entre os agressores e o agredido. Se seu discurso não funcionasse, já estava demonstrando que iria lutar pela integridade do estrangeiro agredido.
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    Re: Manhattan - Ruas Zona Leste

    Mensagem por John Milton em Qua 5 Out 2016 - 23:38

    RONAN FLYNN




    O Brujah enchera o peito e, num ataque verborrágico, sem ser chamado para aquela batalha, ele começa a defender seu ponto de vista.

    No entanto, já no meio do seu discurso, começa a perceber que sequer uma sobrancelha dos integrantes daquela turba havia se levantado para si... Eles não estavam considerando em nada o que ele estava falando

    A frustração tomava conta do Brujah Niilista quando ao termino de seu inflamado discurso uma onda de descaso se formou...

    E, do meio da turba, um projetil vermelho fora lançado...

    O Bujah só percebera aquilo tarde demais e, no momento seguinte a polp de um tomate meio apodrecido sujava-lhe o rosto e escorria por sua roupa.

    O vermelho do tomate se misturava com o urro da besta que sacudia a jaula de seu auto controle...

    Se se deixasse levar, o Brujah entraria em um frenesi de ódio por aquela humilhação

    Rolagem de Dados:
    Ronan flin rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 8 para convencimento que resultou 4, 3, 4 - Total: 0 Sucessos
    Jogador rolou 1 dados de 10 lados com dificuldade 1 para iniciativa que resultou 9 - Total: 1 Sucessos
    Ronan flin rolou 1 dados de 10 lados com dificuldade 1 para iniciativa que resultou 5 - Total: 1 Sucessos
    Ronan flin rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 7 para esquiva do tomate que resultou 1, 3, 5, 8 - Total: 0 Sucessos
    Ronan flin rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 6 para resistir frenesi que resultou 10, 5 - Total: 1 Sucessos

    Melroc o Ronan Precisa acumular 5 sucessos pra resistir ao frenesi ou sucumbir a merda toda rsrsrs
    Voce pode gastar 1 fdv pra fugir por 1 turno ou ficar e suportar os testes
    John Milton
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    Re: Manhattan - Ruas Zona Leste

    Mensagem por John Milton em Qui 6 Out 2016 - 0:04

    Mikhaela Dragunova


    O frescor daquela noite beijava a fronte delicada da Ventrue.

    Seu refugio se localizava em uma área mais abastada de Manhattan, onde novos ricos e profissionais autonomos coexistiam, mas, ainda assim, ali os efeitos do Crack eram sentidos...

    Não só Dragunova sentira na pele, ao olhar em volta via alguns vizinhos chegando com pastas pesadas e ombros caidos.

    Enquanto percebia a sua volta, um taxi para junto ao meio fio. Era um daqueles famosos taxis amarelos...

    De dentro, um não tão mau afeiçoado motorista questiona

    -Para onde Princesa?

    Motorista:
    Aparencia 3

    Eleonor
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    Re: Manhattan - Ruas Zona Leste

    Mensagem por Eleonor em Qui 6 Out 2016 - 1:01

    Eu sentia solidariedade para com aqueles pobres mortais e sabia que eu mesma estaria em situação igualmente problemática se não fosse por William. Era ironia que uma criatura como o primogênito estivesse salvando alguém de um destino tão terrível, o que me fez lembrar que a oito anos atrás não havia como ele saber que aquela quebra ocorreria. Havia sido apenas uma coincidência do destino aquela situação, nada mais que isso. Quando o táxi parou no meio, fio olhei para o homem e percebi que poderia me ser mais útil do que servindo apenas como um motorista para mim. Talvez valesse a pena tentar seduzi-lo em algum momento e conseguir tomar um pouco do sangue dele daquela forma... Com toda certeza meu 'pai' não ficaria nem um pouco satisfeito se descobrisse como eu havia me alimentado. Com gestos perfeitamente ensaiados e passos calculados, me aproximei do carro e abri a porta traseira. Entrei o mais graciosamente que podia com um sorriso nos lábios, que umedeci naquele instante. Tinha a total consciência de que era maravilhosa e não hesitava em usar aquilo a meu favor quando lidava com mortais. Procurei sentir todos os odores do carro e tentar identificar o estado emocional do taxista enquanto tentaria conversar com ele. Sentada na beirada do banco traseiro, me inclinei para frente e coloquei as delicadas mãos brancas em ambos os bancos da frente. Para aumentar ainda mais as minhas chances, apelei para uma Disciplina de meu adorado clã que eu tão bem conhecia: Presença. Agora bastava falar com ele, permitindo que minha voz combinada as minhas habilidades naturais e sobrenaturais fizessem o serviço "sujo" para mim.

    -- O senhor pode me levar para o centro da cidade, por favor? Podemos negociar o preço que você quiser pela corrida, desde que me deixe onde eu queiro. -- Enquanto falava, procurei olha-lo e tocar delicadamente no ombro dele. Não havia nenhum indicio de ansiedade ou desespero em minha voz, mas sim uma sutil indicação de que ao dizer "negociar o preço" estava me referindo a qualquer coisa e não só a dinheiro. Procurei deixar a voz o mais sedutora possível quando sussurrei para ele. Já que havia começado a usar uma habilidade sobrenatural e começado a falar, era melhor fazer todo o trabalho de uma única vez. -- Posso lhe dar um adicional se você fizer mais dois desejos meus, mas naturalmente você pode se recusar a fazer qualquer um deles... Apenas não receberá nada a mais.

    Depois de falar tudo o que eu queria falar para ele, me afastei do banco da frente e recostei-me de modo a projetar sutilmente meus seios para frente, colocando o cinto de segurança e olhando-o pelo retrovisor. Mordi meu lábio superior e ajeitei o vestido, de modo a não criar pregas onde o cinto estava ou mesmo revelar o que eu usava por baixo. Meu amado senhor não havia dito se eu poderia usar tudo o que eu tinha a minha disposição ou não, mas julgava que para o sucesso daquela empreitada poderia fazer o que precisasse, mesmo que isso inclui-se seduzir ou manipular mortais. Sabia perfeitamente que William usava tanto a mim quanto a outras pessoas como peças de um jogo de xadrez... Por que eu não poderia usar elas do mesmo modo? Eu ainda era uma predadora, mas, acima de tudo, uma predadora com uma forte pré-disposição a comandar. Poderia ser submissa ao primogênito Ventrue, mas nunca seria submissa aos outros, nunca aceitaria ficar tranquilamente abaixo de alguém que eu poderia manipular.

    Vejam, eu não sou uma pessoa boa ou ruim... Apenas tive que aprender a utilizar todos os artifícios que eu podia para meu próprio beneficio. Se eu tiver que seduzir aquele homem para que ele me levasse onde eu queria, esquecesse que havia me deixado lá e ainda me dar um pouco do sangue dele, eu ia usar sem o menor ressentimento. Havia alguma coisa que eu queria e podia extrair dele. Havia aprendido o suficiente com Will para saber como aqueles jogos de sedução e poder funcionavam e eu sabia que ter o que eu desejava e exatamente como desejava poderia fazer toda a diferença para o sucesso e minha tarefa.
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    Re: Manhattan - Ruas Zona Leste

    Mensagem por John Milton em Sex 7 Out 2016 - 22:09

    Mikhaela Dragunova


    O humano, mesmo sem perceber, seguira cada movimento da Cainita, quase que numa sugestão hipnótica.

    Tal qual uma leoa ela adentrou no veículo.

    Sua aura emanava um misto de sedução e poder com um que de fera selvagem que só aqueles que tinham a Besta dentro de si poderiam se portar.

    Dragunova, antes de tudo, era uma predadora, uma dominadora, uma Ventrue. E como tal ela se dirigia ao motorista.

    Ele a chamara de "princesa" sem, nem mesmo, imaginar quão perto estava da verdade. Noblesse oblige. A nobreza do sangue da Cainita a obrigava, mesmo que sub inconscientemente, a subjugar seus inferiores.

    O veículo cheirava a charuto barato.

    Os restos do fumerigeno no cinzeiro confirmava as suspeitas.

    O humano mostrava certo desconforto quando Dragunova tentou forçar sua vontade de maneira sobrenatural, mas ouvia com atenção suas palavras e, mais de uma vez se perdeu no decote da Ventrue.

    Abaixo do volante, uma rápida olhadela denunciaria o membro intumescido do motorista. Para um observador cuidadoso, seria fácil observar até que o condutor tinha começado a suar.

    E a Cainita era esse tipo de observadora. Parecia que seus dons mundanos tinham sido mais eficazes.

    Ele gaguejava

    -Cla.. Claro... Pa.. PA... Para um bibelo como você iria a qualquer lugar... Aonde no Centro minha Princesa?

    E com isso dava partida à viagem


    Rolagens:
    Dragunova rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 5 para presença 1 que resultou 2, 10, 1 - Total: 0 Sucessos
    Dragunova rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 7 para sedução que resultou 7, 8, 10 - Total: 3 Sucessos
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    Re: Manhattan - Ruas Zona Leste

    Mensagem por Eleonor em Sex 7 Out 2016 - 23:14

    Havia conseguido, pelos meios mundanos mais havia conseguido. Com um delicado sorriso, cruzei as pernas e mantive o olhar nele pelo retrovisor. Uma suposta princesa e certamente uma dominadora, certa de que teria o que quer que eu desejasse ter. Para onde eu iria a partir dali? Peguei duas notas de cem dolares e projetei meu corpo para frente para colocar no banco ao lado dele. Duzentos dolares era mais que ele ganharia normalmente naquela corrida e eu sabia perfeitamente daquilo. Não havia trânsito ou algo que atrapalhasse e o caminho não era tão longo assim. Ajeitei meu decote para que ele visse melhor. Sabia que meu mestre odiaria saber o que eu estava fazendo ali. Com um sorriso, mordi o lábio inferior e falei com uma voz doce e suave para o homem.

    -- Onde há as pessoas mais desesperadas ou drogados, querido. Tenho o interesse de que eles façam umas coisas para mim. Quanto a você, quero pedir o máximo de discriminação possível e o outro favor irei informa-lo depois.

    Tentei imitar a aura de confiança de meu amado mestre e também sua forma de pedir coisas de forma que não pudesse recusar. Não queria abusar da boa vontade dele ou das minhas capacidades de torna-lo favorável a mim. Confiante de que tinha a atenção ao menos parcial do homem, continuei.

    -- Parece nervoso, querido. Há alguma forma de eu ajudar a te ajudar? Compreendo se não for possível fazer nada. Podemos conversar sobre qualquer coisa ou pode me ignorar.

    Depois de falar, mantive minha postura tranquila. Não pediria de cara para ele sangue ou qualquer outra coisa a menos comum. Eu mantive a velha postar que combinava a postura autoconfiança de William e meus próprios modos felinos. Havia seduzido ele antes com aquilo e não estava disposta a parar até ter tudo o que queria. Olhei com calma para ele por um tempo e depois pensei mais um pouco se deveria continuar a provocar, mas achei melhor não.

    -- Posso dar mais dinheiro a você e aliviar seu volume, desde que fique apenas entre nós. Talvez seja possível ajudar você de alguma forma...
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    Re: Manhattan - Ruas Zona Leste

    Mensagem por Eleonor em Sab 8 Out 2016 - 16:04

    Off:
    Errada: -- Onde há as pessoas mais desesperadas ou drogados, querido. Tenho o interesse de que eles façam umas coisas para mim. Quanto a você, quero pedir o máximo de discriminação possível e o outro favor irei informa-lo depois.

    Correta: -- Onde há as pessoas mais desesperadas ou drogados, querido. Tenho o interesse de que eles façam umas coisas para mim. Quanto a você, quero pedir o máximo de discrição possível e o outro favor irei informa-lo depois.
    John Milton
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    Re: Manhattan - Ruas Zona Leste

    Mensagem por John Milton em Sab 8 Out 2016 - 16:58

    O motorista acompanhava o falatório de Dragunova pelo retrovisor, prestando atenção ao transito a sua frente.

    O Centro Civico não estava longe, mas a Ventrue questionava outras coisas e dava outras insinuações...

    Insinuações estas que levaram o taxista a parar em um beco, nao muito distante da onde Dragunova saira, e, então, se virar para responder

    -Sim senhora... Sei onde conseguir alguns desesperados para o que quer que a Princesa queira... Mas, já que comentou... To meio duro aqui em baixo...

    Ele indica com a cabeça o seu membro que latejava

    - Podia me relaxar e, então, te ajudaria melhor
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    Re: Manhattan - Ruas Zona Leste

    Mensagem por Eleonor em Sab 8 Out 2016 - 17:54

    Primeiramente, gostaria de dizer o quanto eu me odiava pelo que faria, mas poderia manipular aquilo para não ser tão ruim quanto pareceria ser. Soltei o sinto que me prendia e olhei para fora pela janela, avaliando a situação ali fora. Enquanto fazia isso, passei para o banco da frente de modo que a parte de trás do vestido se erguesse o suficiente para que eu pudesse mexer na bolsa presa ao cinto, de onde eu tirei as luvas e coloquei-as nas mãos. Inclinei-me para ele com um sorriso malicioso e os olhos com um brilho de quem estava planejando algo terrivelmente errado. Levei minha mão ao rosto dele e toquei o pescoço dele com os lábios, beijando-o no lugar enquanto com a outra mão desci até a calça dele para abri-la.

    -- Eu sei que está e farei algo para ajuda-lo... Sei uma forma de você com certeza ter um enorme prazer, irei mostrar-lhe enquanto resolvo seu problema. Não queremos que as pessoas vejam isso, não é? Quem sabe, no futuro, possamos nos ver.

    Minhas presas cresceram e ergui os olhos para ele, avaliando-o. Podia sentir o olhar reprovador de William, mesmo na ausência dele, o que me deixava verdadeiramente mal. Quase hesitei em fazer aquilo e por um instante pensei em recuar e desistir. Mas o objetivo voltou a minha mente e o quão irritado o primogênito ficaria se não fizesse o que era preciso. Levei a mão agora enluvada ao membro dele, me xingando de vadia e coisas piores em minha mente e comecei a masturba-lo, mas só usaria minha própria mão até morde-lo, quando trocaria pela dele. Quando ele estava distraído o suficiente com minha mão, abri a boca e lambi o lugar onde morderia antes de fincar as presas. Não esperei ele ter tempo o suficiente para ver os dentes ou reagir, mordendo logo após. Sabia como era a sensação de ser mordida e ter o sangue drenado, conhecia bem aquela forma de obter "prazer". Ia soltar o membro dele e usar a mão dele para continuar, mas ponderei: ele poderia perceber e talvez aquilo desse uma chance de resistir a mordida... Tinha certeza que era possível, apesar de desconfiar que um humano não fosse capaz. Então a imagem de Will voltou a minha mente e decidi largar o membro, pegar o pulso dele e fazer com a mão dele e não com a minha.

    Em relação ao sangue, beberia apenas uma quantia que me alimentasse sem mata-lo ou causar danos sérios a ele, depois lambendo o lugar que havia mordido para fechar o ferimento causado pelas presas. Anotei mentalmente que NÃO deveria contar aquela parte em momento nenhum para Will, no máximo dizer que havia me alimentado no caminho e ainda sim talvez nem isso falasse. Assim que a cota de sangue máxima que pudesse pegar fosse atingida - e eu acho que em oito anos já havia aprendido quando parar -, tiraria os dentes e lamberia o lugar que mordi para curar a ferida e, sorrindo, daria um beijo no canto da boca dele.

    -- Foi extremamente gentil de sua parte... Espero que esteja gostando...

    Passei o indicador na cabeça do membro dele, delicadamente e calculei se dava para sentar no colo dele ou não. Pela localização do membro dele em relação ao volante, julguei que não. Troquei a mão que masturbava-o e aproximei os lábios da orelha dele, beijando o lóbulo e mordiscando de leve, mas sem presas dessa vez. Assim que sentisse a pulsação aumentar, tomaria o cuidado de sair da reta dos jatos de sêmen. Se conseguisse lança-los para o chão, ótimo. Se não, deixaria cair no vestido mesmo, já que ia joga-lo fora depois mesmo. Poderia simplesmente desmaia-lo ali, mas não queria causar o mal dele ou colocar a vida do homem em risco mais do que já estava se Will descobrisse aquilo. Quando terminasse, sairia do carro e tiraria o vestido, enrolando-o e jogando na primeira lixeira que encontrasse. Poderia comprar outro depois mesmo e já havia chegado a conclusão que nem eu e nem meu mestre morríamos de amores por ele mesmo.

    Verifiquei se as armas estavam no cinto ou na bolsa e, ao percebe-los no cinto, troquei para dentro da bolsa com o máximo de cuidado que poderia. Não queria que fossem vistos pelas pessoas sem necessidade, pois chamaria atenção demais para mim e poderia causar problemas com a policia local. Ao terminar aquele "serviço", diria ao homem com meu melhor sorriso e um tom calmo.

    -- Tens sorte... É um tanto grandinho aqui em baixo. Deve fazer muito sucesso com as mulheres. Infelizmente, tenho que ir... Tenho alguns compromissos agora. -- Depois disso, sairia do carro e deixaria mais uma nota em cima do banco antes de fechar a porta e tirar o vestido e, como planejado, jogar em uma lixeira. Depois, procuraria os meus futuros "empregados" para o trabalho que eu queria. Depois, iria para o refúgio.
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    Re: Manhattan - Ruas Zona Leste

    Mensagem por Melroc em Dom 9 Out 2016 - 17:19

    Já era tarde quando percebe que todo seu discurso rendeu apenas um tomate em seu paletó. Aquilo ergueu sua ira, não queria que sua besta interior tomasse o controle, mas ela era forte em seu sangue. Usou de toda a sua força de vontade para não cair na tentação de se tornar o monstro predador que ele realmente era.

    Quando se acalma, invoca seu pode de sangue e como forma de intimidação começa a aterrorizar seus agressores com seu olhar aterrorizante – Crianças cretinas, vão embora ou acabarei com a laia de vocês! – Se não funciona na conversa, deve funcionar com a intimidação. Seus olhos ficam vermelhos vivos, suas feições se tornam demoníacas e suas presas proeminentes.

    OFF:
    Vou usar um ponto de força de vontade para evitar o frenesi.

    Ativo o Olhar Aterrorizante para intimidar a molecada:

    Segue o teste:

    Carisma + Intimidação = 7 dados
    Melroc rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 6 para olhar aterrorizante que resultou 3, 8, 1, 8, 8, 5, 1 - Total: 1 Sucessos

    (dadinho ruim esse heim!!!!  Mad )
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    Re: Manhattan - Ruas Zona Leste

    Mensagem por John Milton em Ter 11 Out 2016 - 1:23

    Mikhaela Dragunova


    Dragunova sentia o extase e o estupor do motorista em seus braços quando lhe enfiara as presas.

    Seu coração batia junto com o fluxo de vitae que brotava das feridas cuidadosamente calculadas pela Ventrue.

    Não estava faminta... Apenas um pouco do sangue do mortal seria necessário para saciá-la, mas aquilo fora o bastante para o homem chegasse ao climax sobrenatural

    Ele ejaculara no mesmo momento em que fora mordido...

    Tonto de prazer e satisfação, o homem nem se deu conta de que fora masturbado e gozara uma vez mais... Aquela era uma foda de que não se lembraria por completo mas que contaria aos seus netos

    Dragunova fora diligente, nem uma gosta manchara suas vestes e, agora deixava para trás um homem meio morto de prazer naquele beco, ganhando as ruas da movimentada Manhattan, tendo a leve ideia de que próximo dali havia um clube de jazz onde poderia arrumar alguns incautos, mas não tinha certeza de seu endereço.




    Rolagem de Dados:
    Dragunova rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 6 que resultou 10, 9, 1 - Total: 1 Sucessos
    John Milton
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    Re: Manhattan - Ruas Zona Leste

    Mensagem por John Milton em Ter 11 Out 2016 - 1:40

    RONAN FLYNN


    A besta sacudia e tentava entortar as barras que a agrilhoavam dentro do âmago do Brujah, mas aquele round ele havia vencido pela sua força de vontade de não sucumbir.

    Mas a guerra não estava ganha, ainda.

    Aquele tomate não só o humilhara, mas, também o fizera perder o o juízo. Decidira usar seus dons sobrenaturais na frente de vários humanos...

    Ronan podia sentir cada musculo do seu corpo morto vivo se ativando, se preparando para externar a aparência viva da sua Besta e não só intimidar aqueles que o ridicularizaram, mas também assinar sua sentença de Morte Final.

    No entanto, no ultimo instante, em que começava a sentir o movimento reflexo que fazia com que suas presas crescessem, sentiu algo lhe tocar o braço e, toda aquela fúria meio contida se desfez como nuvens assopradas pelo vento...

    Ao seu lado um estranho homem negro de cabeça raspada e reluzente o olhava com cara de poucos amigos

    - Você esta louco, ele sussura e continua

    -Quer foder com todo mundo? Fica quieto e me deixa resolver essa burrada!

    Ronan conhecia aquele rosto... mas não sabia de onde...

    OFF:
    Melroc está sob o jugo de Animalismo 3, tendo sua besta aplacada, pode continuar a cena

    Eleonor
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    Re: Manhattan - Ruas Zona Leste

    Mensagem por Eleonor em Ter 11 Out 2016 - 12:20

    Eu havia ajudado o motorista de alguma forma... Além de ter lhe dado algum dinheiro, havia feito ele gozar duas vezes. Sabia o quanto estaria difícil obter algum dinheiro devido ao crash e, ainda, ter uma boa foda. Tudo bem que eu havia feito parte dela com a mão dele, mas talvez nem se lembrasse daquele detalhe. Meus olhos vasculhavam a área ao meu redor, conforme eu procurava qualquer indicio de confusão ou mesmo das pessoas que poderiam me fornecer alguma ajuda tanto para encontrar o lugar que eu queria ou mesmo para fazer os trabalhos sujos que eu planejava. Um sorriso que mesclava ansiedade e medo formou-se em meus lábios. Enquanto andava, acabara percebendo que talvez houvesse feito aquilo também em decorrência do meu lado ninfomaniaco que eu sabia existir. Mesmo que fosse, não podia negar também que aquele homem dificilmente encontraria alguém com a minha aparência por ai e ainda disposta a prestar alguns favores a ele. Não era comum a Realeza prestar favores a reles mortais, mas não me custava nada deixar aquele homem ter uma noite agradável e também fornecer algum dinheiro a ele para não morrer de fome e, quem sabe, até mesmo comprar charutos melhores do que aqueles baratos que ele usava. Vejam, não é que eu me julgava superior aos mortais de quem me alimentava e nem nada... Mas com aquela crise, as pessoas teriam dificuldades para se alimentar e, apesar de não achar que charutos faziam bem a saúde deles, aqueles baratos provavelmente seriam os piores para aquele homem. No final das contas, mesmo tendo usado ele para chegar ali e ter um pouquinho de vitae, eu estava até tendo algum cuidado com ele. Havia sido um cuidado do meu jeito, é claro, mas não podiam negar que havia cuidado.

    Enquanto andava, mexi nos cabelos soltos e deixei meus olhos e ouvidos captarem qualquer coisa esquisita ao meu redor. Não que eu tivesse sentidos muito aguçados ou alguma Disciplina que fizesse isso, mas eu raramente confiava que não havia nada para ser notado e preferia manter-me sempre alerta a tudo ao meu redor. Havia Jonathan que poderia sempre estar na espreita para fazer algo contra mim ou a meu mestre, afinal Will havia me roubado dele ou algo assim, ou mesmo outros vampiros que poderiam não gostar de mim... E sempre haviam humanos que poderiam me causar problemas. Por fora, tentava demonstrar calma e certa despreocupação. Por dentro, estava certamente agitada e nervosa com aquilo tudo. Quase por um momento quis ir correndo atrás de William pedir orientação e dizer que não fazia ideia de como resolver aquilo tudo. Mordendo meu lábio inferior, continuei minha busca tanto pelo lugar quanto por pessoas que pudesse fazer me auxiliarem. Não confiaria a eles revelar o meu plano e nem algo assim, mas com certeza era possível desviar a atenção da Policia, no minimo, e talvez alguns carniçais e/ou outros imortais. Não queria que o Príncipe soubesse e não sabia quem poderia estar informando-o ou não. Arriscaria com drogados e pessoas desesperadas porque esse não me parecia ser o tipo de pessoas que Garlow se envolveria e tão pouco seriam pessoas que achariam que eu ou meu mestre nos envolveríamos. Durante o percurso, tentei ser o mais discreta possível para não atrair a atenção desnecessária para mim - o que julgava ser difícil considerando as minhas condições.
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    Re: Manhattan - Ruas Zona Leste

    Mensagem por John Milton em Qui 13 Out 2016 - 23:12

    RONAN FLYNN


    Quem era aquele cara para se meter na sua briga? Ronan se questionava...

    Aqueles caras o insultaram mas, agora, ele não senti mais a mesma raiva... Mas aquilo era pior... Sentia raiva só de um alvo...

    O Negro...

    Agora se lembrava dele... Ele era um Brujah irmão do Irlandes, seu Senhor.

    Se ele estava ali significava que o Irlandes não confiava na sua Cria. E ele não podeia aceitar aquilo... Era um Rebelde... Não um bebe chorão...

    No mesmo instante em que o Negro acalmava os humanos com suas técnicas de Animalismo, Ronan sucumbe, mais uma vez, ao frenesi.

    Agora ele era so dentes, garras e furia. Uma máquina Brujah de matar e tinha escolhido seu alvo

    O Negro...

    Mas ele parecia ter previsto aquilo... No mesmo instante que ele acalmava os demais ele se esquivava como uma cobra em areia quente.

    A Besta Brujah lançou-se mais uma vez, mas ali não era lugar e a dança deveria ser preterida.

    Invocando todo o poder de sua vontade o Negro força sua vontade, controlando o Ronan que aos olhos dos Humanos subservientes tomava uma bronca maiuscula de um superior.

    No instante seguinte um carro para próximo aos brujahs e Ronan e jogado no banco do carona junto com o Negro, visivelmente cansado pelo uso reiterado das disciplinas.

    O carro dispara pela rua e ninguem ve quando uma estaca de madeira reflete a luz dos postes e delega a Ronan a paralisa dos mortos....
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    Re: Manhattan - Ruas Zona Leste

    Mensagem por John Milton em Qui 13 Out 2016 - 23:18

    JONAS MCALUM


    O motorista se chamava Hissan Habbib e sua autorização para dirigir estava vencida.

    Enquanto dirigia ele responde ao Brujah

    - Essa noite esta estranha senhor... Um acidente grave não muio distante daqui e um tal maluco atacando as pessoas no Central Park... Acabei de ouvir no radio... Estão aconselhando a não passar por lá

    O Pistoleiro sabia que para chegar a Prefeitura deveriam contornar o Central Park
    John Milton
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    Re: Manhattan - Ruas Zona Leste

    Mensagem por John Milton em Qui 13 Out 2016 - 23:27

    Mikhaela Dragunova



    Aquela hora os homens de bem já haviam se esgueirado para suas mulheres de bem, em suas casas de bem, para viver sua hipócrita vidinha do bem. Mas não eram aqueles o alvo de Dragunova.

    A Ventrue caminhava a esmo, mas sabia que não tardaria chegar ao Clube de Jazz. Mulheres suspeitas começavam a brotar dos becos... Uma nova vida ganhava as ruas de Manhattan

    Prostitutas e malandros... Cafetões e batedores de carteira... Apesar de Manhattan ser um local rico, ela tinha se dirigido à Baixa Manhattan e ali proliferava todo tipo de coisa... E todo tipo de coisa reparava na Ventrue...

    Mas não se metiam com ela... Um misto de poder e desconfiança a seguia...

    Quando começava a se sentir perdida ela, enfim, encontra o que procurava... O Clube de Jazz

    O Coco Bongo se assomava diante dos seus olhos...

    Não havia leão de chacara ou qualquer outro tipo de segurança ela poderia entrar e caçar o que quisesse.
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    Re: Manhattan - Ruas Zona Leste

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