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    Taverna da Sereia Bêbada - offzão

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    Edu
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    Re: Taverna da Sereia Bêbada - offzão

    Mensagem por Edu em Dom Nov 12, 2017 2:18 pm

    Vou corrigir o erro do atributo.

    Q.I.:13
     Força:13
     Destreza:10
     Percepção;10
     Vitalidade:12
    Sedução: 1


    Pontos de vida: 37


    Afinidade com o Plano Espiritual Infernal
    Visão na penumbra
    Olfato ruim
    Características desagradáveis
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    Re: Taverna da Sereia Bêbada - offzão

    Mensagem por Leomar em Seg Nov 13, 2017 2:36 pm

    Ah, alguém lembrou que o Malak existiu. Só que quando vocês passam pelo portão, Quione e Malak já não estavam lá, por enquanto vocês nem sabem pra onde eles foram, já que ninguém perguntou.
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    Re: Taverna da Sereia Bêbada - offzão

    Mensagem por Exalted em Seg Nov 13, 2017 2:53 pm

    Oh djízaz, a nossa pressa era justamente pra levar o sujeito pro médico kkkk
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    Re: Taverna da Sereia Bêbada - offzão

    Mensagem por Leomar em Ter Nov 14, 2017 6:43 pm

    @Exalted eu não lembro se você pegou mesmo todos os livros que folheou, mas como não lembro de qualquer um dos outros reclamando de você levar livros demais (que poderia parecer inútil para eles) coloquei como se tivesse levado os doze e coloquei o resumo deles na sua ficha, para ficar mais fácil consultar quando quiser. Estes resumos serão aumentados quando ler um deles com mais calma.

    Como está na ribanceira, o semëk vai descer sem freio, quase arregaçando a carroça e você junto. O tempo para os demais chegar dará para ler sobre pelo menos duas freĉias, talvez até mais dependendo das ações deles.

    Os nomes das freĉias estão tipo:

    979 - Tintara Kalit - Súcubo
    985 - Desdêmona e Kapitulina - Súcubos
    966 - Viney Missira Granbezi - Humana
    966 - Bruna Diordorana - Humana
    966 - Libce Nikora - Outra
    1023 - Nirka - Diaba
    1024 - Sansaalea Suni - Súcubo
    1198 - Zaratkir Kievlla - Súcubo
    1224 - Juleanne Freto - Outra
    1352 - Cintia Wanabo - Humana
    1389 - Dradiska - Súcubo
    1420 - Hirana Gashnas - Diaba

    O número representa o ano em que a fêmea se tornou uma freĉia, depois o nome e depois o tipo de raça, que pode ser súcubo, diaba, humana e outra, sendo que a maioria é súcubo (mais de 60%), depois tem muitas diabas, algumas dezenas de humanas e pouquíssimas outras.

    979 é o ano mais antigo e 1420 o mais novo. Há centenas, talvez até perto de mil nomes, a maioria delas tem uma ou duas páginas por nome, mas há páginas com até três nomes.

    O livro fala de um histórico breve sobre os principais feitos de cada freĉia, alguns mais breves que outros. Ele também descreve fisicamente a maioria delas (pelos detalhes dá pra ver que aparência é algo importante para as freĉias, pois todas são descritas como de grande beleza, dá para ver que o livro foi escrito por algum macho), descreve o tipo de magia que costumavam usar, às vezes o ano em que morreram, etc.

    Aí você vê se vai folhear ao acaso, ou o que te interessa mais: anos, raça, tamanho da descrição, algum detalhe nas histórias que eu monto uma lista de nomes que podem parecer mais promissores.
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    Re: Taverna da Sereia Bêbada - offzão

    Mensagem por Exalted em Qui Nov 16, 2017 8:14 am

    O interesse inicial é na que pode (ou não) estar no nosso caminho em Dafodil, se eu não encontrar essa informação vou estar folheando atento à descrição (onde imagino ter informações de local).
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    Re: Taverna da Sereia Bêbada - offzão

    Mensagem por Kether em Qui Nov 16, 2017 11:54 am

    Uma pergunta simples... 

    O intuito do grupo é fugir deste lugar e ir para Farj Regno? E uma vez chegando lá o que farão?

    A ideia do meu personagem é viajar pelo continente de Farj Regno como um aventureiro na esperança de encontrar outros anjos negros, o que será quase impossível, mas talvez ouvindo lendas e outras informações. 

    Ele vai procurar pelo Templo de Ratnæl, que de acordo com as histórias contadas pelos anciões da cidade natal dele fica em Farj Regno, e pelo Templo de Piro que ele acredita que poderá encontrar mais informações sobre possíveis paradeiros de indivíduos da raça dele.
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    Re: Taverna da Sereia Bêbada - offzão

    Mensagem por Leomar em Qui Nov 16, 2017 5:18 pm

    @Kether escreveu:Uma pergunta simples... 

    O intuito do grupo é fugir deste lugar e ir para Farj Regno? E uma vez chegando lá o que farão?

    A ideia do meu personagem é viajar pelo continente de Farj Regno como um aventureiro na esperança de encontrar outros anjos negros, o que será quase impossível, mas talvez ouvindo lendas e outras informações. 

    Ele vai procurar pelo Templo de Ratnæl, que de acordo com as histórias contadas pelos anciões da cidade natal dele fica em Farj Regno, e pelo Templo de Piro que ele acredita que poderá encontrar mais informações sobre possíveis paradeiros de indivíduos da raça dele.

    Terá que descobrir isto ON GAME, pois agora que os demais conhecerão o cenário.
    Vou dar dois ou três dias sem nada querendo matar vocês para conhecerem Dafodil. Aproveitem.
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    Re: Taverna da Sereia Bêbada - offzão

    Mensagem por Leomar em Qua Nov 22, 2017 8:34 pm

    Novo trabalho em andamento para o panteão:



    Como a Pana e a Calisto não se manifestaram, vou dar mais uma adiantadinha na história. O que acharam do mapa? Por enquanto é só um esboço, mas a partir de agora poderão acontecer coisas mais diferentes, Vamos começar a ter as decisões que definirão o(s) rumo(s) do grupo.
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    Re: Taverna da Sereia Bêbada - offzão

    Mensagem por comoassim71 em Sex Dez 01, 2017 8:52 am

    @Leomar escreveu:

    E Comoassim, eu tinha perguntado antes qual tipo de joia você presenteou a meio-demônio. Tipo, vocês não avaliaram ainda, mas embora não tenha perícia pra tanto, você sabe mais ou menos a diferença de um colar raríssimo para um só raro e um mais ou menos. Então você teria dado a ela um anel básico, alguma gema provavelmente média ou rara, ou algo bem generoso?

    Pana não é muito generosa não.. Deu uma das jóias que parecessem mais comuns, já que a criatura parecia viver na pobreza, não achou que isso ia fazer diferença

    Sumi pq meu computador quebrou... Logo volto a entrar mais de novo
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    Re: Taverna da Sereia Bêbada - offzão

    Mensagem por Leomar em Qua Dez 06, 2017 9:35 pm



    Colocando o mapa no off para não atrapalhar muito o on. O mapa não está bem escalonado e nem o número de casas está exato, algumas destas casinhas aí podem na verdade representar dois, três ou até quatro juntas, mas dá pra ter uma ideia da distribuição.

    Como podem ver, quase toda a cidade (esta parte) está entre duas ruas principais. Há poucas cabanas e casebres fora destas ruas principais. Vocês estão na partem ORIENTAL da cidade.

    O caminho pontilhado de branco é o que vocês andaram até a estalagem que pararam. Vocês estão andando rumo sul.

    As construções em branco são algum tipo de comércio (ou qualquer outra coisa não totalmente residencial) como taverna, estalagem, oficinas ou vendas diversas.

    As casas marcadas em vermelho parecem estar abandonadas e/ou terem sido atacadas a pouco tempo.

    As linhas vermelhas são ruas menores, vielas ou travessas. Dá pra ver que as ruas de Dafodil não são lá muito organizadas. Há ruas principais, outras pouco movimentadas, ruas sem saída, becos pouco iluminados... Há algumas casas com espaço entre as outras, enquanto em outros lugares elas foram construídas grudadas ou até em cima das casas vizinhas.

    Este alvo (bolinha amarela com outra bolinha dentro) representa uma praça, vocês passaram por ela, é a que eu falei que não tem muito movimento, mas alguns poucos comerciantes ambulantes de miudezas ainda circulam por ali. Mas quando a noite terminar de cair, ela ficará toda deserta.

    O alvo branco é outra praça mais ao sul. Esta é um pouco maior e mais movimentada. Também têm alguns ambulantes, mas tem mercadores um pouco maiores (e/ou mais suspeitos) também. Provavelmente ainda terão algumas pessoas circulando por ali quando já não tiver mais ninguém na outra. Caso queiram dar uma passeada por ali é provável que uma ou duas pessoas (humano, híbrido ou demônio) pareça se destacar. Se quiserem narrar a primeira impressão, podem por imagens de sugestão (UMA) de como seria esta pessoa que parece se destacar.

    Os alvos azuis representam três oficinas. Uma é serraria e/ou marcenaria, outra oficina de ferreiro e a outra uma oficina que não dá bem pra saber do que, talvez até uma de suporte para as outras duas. Estas três oficinas são as maiores construções desta parte norte da cidade. Estão para fechar, mas vocês percebem claramente que enquanto estão abertas, aquela parte da cidade vive em função destas oficinas, inclusive os trabalhadores de cada uma fica frequentemente falando com trabalhadores das outras. As casas ao lado destas oficinas também parecem levemente melhores que as outras, embora o mesmo não se possa falar das casas do outro lado da rua.

    Segundo referências de Ranëri, tanto o suposto médico quanto o templo estão ainda mais ao sul do que a praça marcada em branco. A própria praça, pelo que ela fala, parece ser uma referência para a tal Corte dos Milagres, aparentemente alguns representantes dela se reúnem nos entornos em algumas noites.

    Caso queiram procurar o templo, não é muito difícil achar mesmo sem o resto do grupo (lembrando que por enquanto, caso se separem, dá pra voltar a reunir na estalagem fácil), a construção do templo é grande, feita de pedra branca (o que já destaca das outras construções). Há sinais de ataque ao templo, uma das paredes e parte do teto foram derrubados e também há partes que foram parcialmente queimadas (o que seria uma ironia se o templo for mesmo de Piro), mas 2/3 do templo estão em bom estado.

    Foi montado um acampamento do lado do templo aproveitando um pátio. São várias barracas de lona daquelas que só cabem uma pessoa. Provavelmente estão lá vítimas do ataque recente que ou esperam atendimento médico ou não tem para onde ir. As pessoas do acampamento estão num silêncio muito disciplinado, e ouve-se aqui e ali gemidos e resmungos. Já dentro do templo há certo movimento, incluindo algumas pessoas que já estão tentando arrumar alguns estragos mesmo noite a dentro.
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    Re: Taverna da Sereia Bêbada - offzão

    Mensagem por Leomar em Sex Jan 19, 2018 3:54 pm

    E ai? Todo mundo esperando o carnaval pra começar o ano?
    Se alguém estiver com dificuldades, pode me procurar por MP, facebook, skype, whatsapp...
    E tipo, o tópico A cidade de Dafodil tá liberado para quem quiser começar o dia seguinte, a desbravação por si mesmo, etc.

    Bem, enquanto isto, outro trabalho do @JPVilela o que acham?



    Iconografia:

    Grande Rochosa: ponto mais conhecido de Fajr-Regno, com suas enormes paredes de 90º, representa também a riqueza mineral do continente.

    Presença humana: de todos os deuses, contando ou não os supostamente falsos e/ou mortos, Piro é o deus mais fácil de se encontrar no plano material. Algumas pessoas com mais sorte já o encontraram até em vilas sem nenhuma importância participando de comemorações totalmente mundanas, como casamentos de civis comuns, onde ele inclusive faz papel de sacerdote, músico, cozinheiro, convidado e se bobear até amante da noiva.
    Dos deuses verdadeiros, sua religião é a com menos número de adeptos, mas devido esta "disponibilidade" (na falta de palavra melhor), ele têm adeptos de todas as raças, de demônios (várias sub-raças) a anjos. Claro que ele é conhecido por dar mais atenção às fêmeas, tendo amantes diabas, súcubos, humanas, sereias e até anjos, dizem algumas línguas maldosas que mesmo algumas centaurinas já passaram em suas mãos. Porém ele também aparece para adeptos masculinos de todas as raças.
    Não apenas fisicamente ele se aproxima dos "mortais", mas ele foi o primeiro (e único até onde se sabe) deus a tentar exaurir voluntariamente sua quase infinita reserva natural de mana para ficar fisicamente mais parecido a outras raças. Para quem gosta dele, isto foi uma demonstração de bondade, fraternidade ou até humildade (se é que podemos usar estas palavras para um deus), para quem não gosta foi apenas uma das maiores burrices feitas por um deus irresponsável e que gerou teorias e consequências catastróficas não só na sua religião, mas na fé de todos os deuses e em todos os deuses de várias formas.

    Características físicas: Sua característica mais fácil de se notar são os quatro braços, até os animais com patas "demais" estão relacionados, pois as aranhas só surgiram depois do seu nascimento, e os escorpiões foram criados por ele, numa tentativa falhada de criar uma formiga (um presente pra sua mãe, que foi a primeira a ser picada por um escorpião). Piro é destro nos braços superiores e canhoto nos inferiores (motivos de especulações para magicistas chatos) e é o único violinoloncelista do mundo, já que toca ambos instrumentos simultaneamente. Dizem até que é melhor artista (ou pelo menos músico, já que há quem diga que humanos normais o superam muito em artes plásticas) que guerreiro, se bem que é praticamente impossível ter parâmetros válidos para comparar um deus com guerreiros.
    Sua pele originalmente clara se tornou bronzeada, efeito da aproximação física comentada acima, ele chega a permitir sofrer efeitos físicos, como a luz de Hélius Flava bronzeando sua pele.
    É considerado extremamente atraente (mesmo se não levássemos em conta sua aura de poder absurdo) na opinião de muitas fêmeas principalmente por sua barba e bigode, grossos mas sempre curtos, embora sua característica considerada mais sensual seja o sorriso. (Claro que também não faltam fêmeas fantasiando o que ele poderia fazer com todas suas quatro mãos nos corpos delas.)

    Elmo com chifres: de longe seu símbolo de maior controvérsia. Pode tanto simbolizar força, virilidade, desenvolvimento espiritual, sensualidade, como instintos (no bom ou mau sentidos), animalidade, vergonha (de afastar-se da Sagrada Conduta de Anĝelina), limitação (não ser bom como um deus mas também não compreender toda a efemeridade dos "mortais"). Para alguns magicistas (como tem magicista que adora especular!) os chifres podem representar também o sentido ascendente das energias das manas vermelhas e portanto o próprio fogo. Esta simbologia mágica que PARECE chifres já era presente no seu brasão antes mesmo de Piro usar o elmo com chifres.
    É um símbolo claro de sua, se não predileção, pelo menos tolerância em relação aos demônios. Ele passou usar o elmo depois que sua relação com sua divina mãe, Anĝelina, já estava complicada, servindo de especulação se o elmo é mais um símbolo de rebeldia ou apenas mais um dos muitos pontos que fizeram os dois deuses se distanciar ainda mais.
    O elmo pode ser considerado realmente um elmo como sua referência guerreira, uma coroa como referência tando divina como política, uma vestimenta mística, uma representação demoníaca ou, para seus opositores, um instrumento de tortura psicológica para lembrá-lo de seus fracassos.

    Detalhe azul: Piro sempre veste algo com algum detalhe azul, seja um cinto, capa, colete ou qualquer coisa bordada. Embora possa ser mera questão de gosto, a maioria duvida disto e vê um sinal de reverência a sua tia Jara, seja por simples admiração ou uma tentativa de se aproximar ainda mais dela. Isto parece bem óbvio pois ele também usa muito dourado (e usava ainda mais no chamados Anos Dourados) em referência a sua mãe e até usa algumas roupas com detalhes verdes nas poucas vezes que é representado ao lado de Tamuz.
    As relações entre ele e Jara são realmente boas, embora não seja exclusividade já que Jara sempre foi generosa (ou pelo menos tente) com todos os três deuses verdadeiros. Em Fajr-Regno, uma das capitais, Mahijar, é praticamente considerada uma "cidade de Akvlando dentro de Fajr-Regno".
    Mas talvez a referência não seja só à sua tia, mas ao elemento mágico dela. Piro sempre foi fascinado pela magia não só do fogo, mas de todos os demais elementos e até da magia negra. Alguns opositores inclusive vêem isto como um dos sinais de fraqueza que ele não apenas demonstrou, como comprometeu os demais deuses mostrando em mais de uma situação que nem mesmo os deuses são capazes de dominar totalmente a Prana. Não que os outros três deuses também não fizeram isto em episódios muito discretos, quase considerados lendas... A diferença é que se falar isto dos outros deuses você corre o sério risco de ser morto por heresia.

    Kratak do Poder: As espadas "Kratak" são curtas, retas e de lâmina chata, parecendo mais estiles do que espadas de verdade. Mas muitos já pagaram com a vida pela falsa aparência de frágil, pois feitas normalmente com  o lendário aço-14, suas lâminas tem um corte violento e dureza que ninguém imaginaria numa lâmina tão fina; não é a toa que são chamadas também de "bisturi das espadas".
    E o Kratak do Poder obviamente é muito mais poderoso que as Krataks dos maiores mestres-ferreiros. Como todas as demais armas espirituais dos deuses, ela não é feita com metal, mas com fluídos espirituais materializados.
    Talvez justamente pela aparência pouco importante, Piro tenha moldado sua arma assim, sem nem mesmo grandes adornos. Uma pessoa que não saiba que AQUELA é a arma de Piro, jamais imaginaria que uma arma com aparência tão medíocre é uma das mais poderosas do mundo.

    Instrumento musical: não é a toa que, depois de deus do fogo, Piro seja mais conhecido como deus da música. Nas diversas imagens que foram feitos, os instrumentos musicais normalmente têm um destaque maior que sua Kratak, sendo mais representado sem arma do que sem instrumento. Seus instrumentos preferidos são o violino e o violoncelo, mas ele toca no mínimo 14 instrumentos com certa frequência, como a harpa (igual sua mãe), a flauta (que às vezes é relacionada com Jara que gosta muito de seu som), a cítara, o piano, o saxofone e até o didgeridoo.
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    Re: Taverna da Sereia Bêbada - offzão

    Mensagem por Kether em Sex Jan 19, 2018 4:58 pm

    Muito phoda!

    Só faltou falar da Ratnæl.
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    Re: Taverna da Sereia Bêbada - offzão

    Mensagem por Leomar em Sex Jan 19, 2018 6:01 pm

    @Kether escreveu:Muito phoda!

    Só faltou falar da Ratnæl.

    Quem sabe ainda terei grana para mandar fazer dela também.
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    Re: Taverna da Sereia Bêbada - offzão

    Mensagem por Leomar em Ter Jan 23, 2018 3:39 pm

    Nada mais de importante ocorrerá durante este fim de noite, quando quiserem prosseguir postem no tópico da Cidade de Dafodil.
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    Re: Taverna da Sereia Bêbada - offzão

    Mensagem por Leomar em Sab Jan 27, 2018 12:41 pm

    Bom galera, mês de janeiro é meio osso, faz tempo que @Exalted @Comoassim73 e @Natalie Ursa não falam nada. Dá para ir jogando com os personagens de vocês meio solo nesta etapa, mas vou abrir outras vagas também.

    Minha ideia era deixar vocês uns três ou quatro dias explorando Dafodil ou qualquer outra coisa do cenário, depois ir para a fase três. Esta fase poderia tanto continuar aqui mesmo, quanto fechar este jogo e abrir outro que seria, para vocês a continuação deste, e para jogadores novos, um novo jogo.

    Do jeito que está, creio que o melhor será a segunda opção, mas não se preocupem vou dar até o fim de janeiro para os outros reaparecerem, e quem quiser continuar explorando o cenário pode, pois de um jeito ou de outro, o jogo não vai acabar.

    Para quem quiser entrar, eu preparo para vocês um resumo sobre o que já aconteceu e mando por MP, não fiquem preocupados, gostamos de novatos e não tem nada que seja muito complicado. Vocês NÃO precisam esperar a próxima fase, pois no momento meus jogadores estão numa fase de descobrir mesmo o cenário e o que eles já descobriram eu passarei para vocês.

    Bom, isto é só para mantê-los informados, e sempre lembrando, se tiverem qualquer crítica ou com dificuldade em algum tópico, podem me procurar, seja por MP, Facebook ou zapzap, eu gosto sempre de feedbacks.
    Paloma
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    Re: Taverna da Sereia Bêbada - offzão

    Mensagem por Paloma em Dom Jan 28, 2018 8:18 pm

    Olá, faz tempo que eu queria e não queria escrever sobre o feminismo no RPG e queria a opinião de vocês antes de publicar na wiki. Sei que é um tema que tem dado dor de cabeça a muitos, inclusive a mim também, portanto peço opinião sincera.




    Faz um tempo que o Léo tem me pedido para escrever este texto, mas eu estava enrolando, pois estes temas só tem me aborrecido e com certeza a maioria não irá gostar de minha opinião, mas já que ele insistiu, resolvi escrever sobre o que acho de RPG e feminismo.

    Eu era conhecida como Chapeuzinho Vermelho quando jogava RPG e junto com outros três amigos (só eu de mulher) começamos o projeto Akaŝa. Na época eu era também militante de esquerda e feminista, e pelo tempo verbal vocês já devem deduzir o que direi, portanto, se espera só mais do mesmo, peço que nem termine de ler esta página.

    Vou tentar não enrolar muito nos porquês do projeto, pois já tem histórico disto em outros lugares, mas resumo dizendo que: Éramos estudantes de psicologia e filosofia e queríamos um sistema mais interpretativo do que estratégico. Não que eu tenha nada contra um bom duelo cheio de porrada.

    Acreditávamos e ainda acreditamos que o RPG pode ser uma ferramenta maravilhosa e divertida para se trabalhar com psicologia, didática, filosofia, de várias formas e contextos. Eu mesma, numa época em que passava por uma grave depressão, usava o RPG como uma tentativa ou de fuga ou de terapia, e por um tempo jogar RPG era quase a única coisa que me dava um mínimo de alegria e me fazia não pensar em suicídio.

    Para resumir, acabei descobrindo algo meio óbvio num momento em que não estava bem e que não pensava direito nem para enxergar o óbvio: Por mais que o RPG possa sim ser uma ferramenta maravilhosa ATÉ MESMO de forma terapêutica, ainda somos meros humanos lidando com outros humanos, e num momento que eu precisei, acabei desanimada com a humanidade, e também parei de jogar RPG.

    Com a militância de esquerda e o feminismo se deu mais ou menos o mesmo: quanto mais eu conhecia, mais percebia como tinha me enganado, e mais me decepcionava. Ingenuamente acreditei que éramos pessoas que lutavam por um mundo melhor, mais solidário, mais honesto, ou como diz o grande Renato Russo: “Deve haver algum lugar / onde o mais forte não consegue escravizar / quem não tem chance”.

    Porém quando mais deixávamos de ser oposição para nos tornar situação, mais eu via como estes movimentos estavam cheios dos mesmos defeitos que jurávamos combater. Percebi que justiça, honestidade, equidade, democracia eram meros discursos que estes movimentos não tinham a menor intenção de seguir. Eles queriam apenas trocar uma ditadura por outra e nos usar como massa de manobra.

    Eu vi, da noite para o dia, pessoas que criticavam com veemência a corrupção não apenas se tornarem mais corruptas do que as pessoas que elas criticavam, mas se aliarem a estas mesmas pessoas que tanto criticaram.

    Vi pessoas que antes pregavam que o feminismo lutava pelo direito de TODAS as mulheres, independente de raça, credo, condição social falando hoje que “o feminismo negro não se mistura com o feminismo branco” ou que “mulheres cristãs e hétero devem ajudar o feminismo apenas ouvindo e divulgando, mas não devem dar palpite pois não fazem parte da verdadeira parcela injustiçada” ou ainda pior, dizem que “estas mulheres deveriam ter vergonha de não se libertar totalmente de seus verdadeiros opressores”.

    Poderia citar um livro de exemplos de como estes movimentos mentiram para mim e continuam mentindo para milhões de mulheres. É até difícil selecionar o que mais me fez sentir-me traída e ter nojo de tudo que eles realmente representam.

    Hoje digo sem medo que o feminismo não tem mais nada a ver com igualdade de direitos para mulheres, mas sim com pura ideologia de esquerda. Se você for uma mulher que luta contra a violência, por direito e deveres iguais, contra o machismo, que busca devolver às mulheres a autoestima e autoconfiança que lhes foram negadas [s]mas[/s] não for esquerdista, para o feminismo você não passa de lixo.

    Por outro lado já vi muitos homens com comportamento claramente machistas e outros meramente vitimistas serem aclamados como heróis, só por serem esquerdistas.

    Basta ver: se um homem dissesse que um grupo que estuprou coletivamente uma mulher por cinco dias e depois a matou não deveria ser julgado com muito rigor, pois eram menores e não tinham muita consciência de seus próprio atos, você diria que este homem é machista? Misógino? Que ele defende a cultura do estupro? Você defenderia um homem assim?

    Mas e se o mesmo fosse dito por uma deputada de esquerda, isto muda tudo?

    Pois uma das coisas que me fez definitivamente não querer mais saber do feminismo foi como os grandes grupos de feministas tentavam relevar, disfarçar ou pior, até defender a Maria do Rosário, enquanto a verdadeira vítima, Liana Friedenbach, era simplesmente ignorada por estas “defensoras das mulheres”. Será que era porque Liana era branca e de classe média?

    Mas muitos podem dizer que são pouquíssimas feministas que fazem isto, mas não são. Já contei o caso em grandes páginas feministas como “feminismo sem demagogia”, “moça, você é machista”, “não me kahlo”, “coerência feminina” e várias outras, até a “quebrando tabu” e nem uma única vez nenhuma feminista se mostrou indignada ou teve coragem de mostrar indignação contra a deputada Maria do Rosário.

    E mesmo se desconsiderássemos todos os casos em que o feminismo se misturou com a política, para não dizerem que estou apenas com indignação seletiva, ainda a “igualdade” pela qual as feministas dizem lutar não passa de discurso de fachada.

    Já vi várias feministas pregando que “homem é tudo igual”, mas quando pergunto qual é a diferença desta afirmação e da afirmação que “mulher é tudo igual” elas ficam histéricas, ofendem, ameaçam, se juntam com as amiguinhas para decidir como retalhar, mas claro NUNCA conseguem dialogar. O mesmo acontece quando se questiona outros slogans como “todo homem é estuprador em potencial” que pela lei da igualdade pode ser comparado com “toda mulher é uma pedófila em potencial”. Ou ainda “nenhuma mulher mente quando diz que foi estuprada” é tão verdadeiro quanto “toda mulher mente quando diz que foi estuprada”.

    Sempre fui, e sempre serei contra a violência, não só contra a mulher mas contra qualquer ser humano; sempre considerei o estupro um dos mais hediondos crimes; sempre defenderei que a mulher deve ter os mesmos direitos E DEVERES, tanto jurídicos como “filosófico-abstratos” tipo “toda mulher tem direito de gostar de sexo, assim como os homens”. Se quiserem me chamar de feminista por causa disto, eu não me importo.

    Mas também sempre fui contra o aborto, que no fim é apenas mais uma forma de violência contra a mulher; sempre fui contra qualquer tipo de cota especial para mulheres, pois isto nada mais é que migalhas que só mascaram verdadeiros motivos de inequidade contra as mulheres; jamais concordei ou vou concordar que uma besteira qualquer seja menos besteira porque foi dita por uma mulher bem como jamais senti a mínima obrigação de ser solidária ou ter “sororidade” com qualquer mulher só porque ela é mulher; bem como jamais admiti que uma verdade fosse menos verdade por ter sido dita por um homem. Se quiserem me chamar de anti-feminista por causa disto, eu também não me importo.

    Já sofri demais por importar quando diziam que eu não era cristã de verdade, ou feminista de verdade, ou mulher de verdade, ou filósofa de verdade, ou que não sabia de um assunto que falava, ou não tinha lido de verdade algo que disse que li... perdi muita coisa e muito tempo, perdi amizades, perdi a paz, a vontade de viver... hoje eu simplesmente não importo. Pode me chamar de feminista, anti-feminista, fanática, ateia, puritana, puta, traveca ou o que quiser. Se sua verdade depende do que eu sou, ela não se sustenta por si mesma, e portanto não é uma verdade que me interessa.

    Estou fazendo de tudo para não me alongar, mas é deveras difícil. Por muito tempo quis acreditar que “é possível ser feminista sem ser radical, que apenas algumas poucas feministas radicais pregam estas mentiras e sujam o movimento, etc.” mas sinceramente eu não consegui. Estes dias uma feminista me disse que “é sim possível ser feminista e anti-abortista, pois a mãe dela era”, só pude dizer que PARA MIM foi impossível, pois tudo que recebi do movimento feminista foi hostilidade. E não fui a única, a cada dia mais mulheres tem deixado de ser feministas, até algumas bem conhecidas como Sara Winter, que há menos de dois anos atrás era uma feminista radical (femen), e depois de cansada de tanta hipocrisia escreveu o livro “Vadia não! Sete vezes que fui traída pelo feminismo” (recomendo). Ou seja, toda vez que uma mulher realmente luta pelas mulheres, e não pelo esquerdismo por trás do feminismo, ela é hostilizada e traída.

    Mas e sobre especificamente o feminismo e o RPG? Para não ser muito repetitiva, gostaria de deixar um vídeo da Factual Feminist que busca separar o feminismo verdadeiro do feminismo mentiroso, podem ler com legenda em:



    Há um slogan esquerdista que diz que: “Você não precisa ser negro para ser contra o preconceito, não precisa ser gay para ser contra a homofobia e não precisa ser mulher para ser contra a violência contra a mulher”. Isto é verdade, e acrescento mais: “Você também não precisa ser feminista para ser contra nada disto”.

    Eu, e todos meus amigos que jogaram RPG comigo, em especial os que estavam no começo do projeto Akaŝa, sempre fomos a favor de direitos iguais para homens e mulheres e todos nós repudiamos o machismo, homofobia, racismo e qualquer tipo de discriminação. Ainda assim somos tratados como fascistas ou nazistas por esta massa que não percebe que seus movimentos sociais não têm nada a ver com direitos de minorias e sim tudo a ver com doutrinação esquerdista.

    Se fôssemos usar o conceito bonitinho de feminismo da wikipedia, podemos dizer então que nós somos feministas e nosso projeto é que era realmente feminista, mas desculpe a repetição mais uma vez: o discurso destes grupos não corresponde à realidade.

    Qualquer pessoa que não seja um total escroto repudia por exemplo: um cara que tenta agarrar uma jogadora na mesa usando a desculpa que é tudo uma brincadeira. Sei que há imbecis que são mesmo capazes disto, mas se for numa mesa que eu estou eu corto o cara na hora, mesmo que não for comigo, e tenho certeza que meus amigos homens fariam o mesmo, pois nenhum deles é um doente mental de achar que um comportamento nojento deste é aceitável. E ninguém precisa ser feminista para ver que este tipo de machismo é nojento.

    Outro relato que já li: “Era a primeira vez que jogava RPG, fiz uma sacerdotisa, e além de me tratarem mal a seção toda, ficaram me xingando porque eu não dava cura, mas ninguém me explicou que a função de sacerdotisa era dar cura”. Este também é outro relato que mostra como jogadores de RPG podem ser escrotos. E não é só questão de machismo, pois mesmo que não fosse uma jogadora ou uma personagem feminina, se você tem um novato na mesa, seja mulher ou homem, negro ou branco, ou seja um cara com três doutorados, e você não explica como o jogo funciona, então você é um escroto. Ninguém tem obrigação de nascer sabendo.

    Uma coisa é você estar numa aventura e um dos personagens do mestre dizer que só ajudará sua personagem em troca de favores sexuais, isto pode acontecer na vida real e pode acontecer na aventura, desde que você tenha outras formas de resolver seu problema. Outra coisa totalmente diferente é se a única forma da aventura andar é se você tiver obrigatoriamente que se prostituir. Não entendo como tem pessoas tão tapadas que não percebem isto.

    E é ruim que às vezes tenham personagens machista na aventura? Nem um pouco. É até divertido quando sua personagem feminina é subestimada no jogo e acaba no final humilhando todos que a subestimaram. Eu não me cansava de fazer isto. Isto é saber a diferença entre o que é real, os jogadores, e o que é fantasia, os personagens.

    Um outro exemplo, a última vez que eu tive paciência de falar com uma rpgista feminista era por sinal sobre Akaŝa que ela estava criticando, a mesma feminista tinha antes falado que queria fazer cosplay mas não fazia porque estava acima do peso (percebam a referência dela e pensem se ela não criticava padrões de beleza só por não se encaixar neles), e ela foi falando os mesmos argumentos que elas sempre usam sobre os jogos, incluindo o RPG ser machistas, objetificar a mulher, etc. Já sabendo onde ia dar, perguntei sobre o funk, e não deu outra, como boa doutrinada ela respondeu que o funk podia ser bom ou ruim, que muitas funkeiras mostravam a “libertação da sexualidade feminina” e é claro que não precisei de nada mais do que isto para ter certeza que ela não passava de mais uma doutrinada que não tem coerência nenhuma.

    A pessoa que critica objetificação da mulher mas apoia o funk como “libertação da sexualidade feminina” é igual um negro que apoia o nazismo ou um gay que tem Che Guevara como herói. Qual diferença entre uma mulher escrota como esta e um machista escroto citado acima?

    Em outra ocasião um “amigo” feministo (pois não basta ser homem feminista, elas tem que tentar ofender até quem está do mesmo lado delas) estava falando que não via diferença entre as letras de funk e a Madonna por exemplo. Nem me dei o trabalho de contra-argumentar. Se estas pessoas não sabem a diferença entre erótico e degradação humana, então é melhor mesmo que jamais queiram jogar nas mesmas mesas que eu. O ideal seria que ninguém aceitasse pessoas assim nas suas mesas.

    Muitos argumentam: há, mas tem algumas letras que não são ruins. Eu fui procurar numa lista “top 40 do funk” que eram só as mais conhecidas, nem eram as do “proibidão”, e destas 40, 29 denegriam não só as mulheres, mas até os homens pois colocavam todos nós numa situação de sub-humanos; 9 delas, sendo generosa, eram apenas vazias, músicas que não falavam nada com nada, ou usavam clichês pobres tipo: “eu sou poderosa porque sim”; e apenas 2 tinham uma letra que pelo menos tratavam quem canta e quem escuta como seres humanos, ambas da MC Ludimilla.

    Aí alguém me fala: “tá vendo, pelo menos tem 2!”. 2 em 40, ou seja, 5% é seu argumento de que o funk não é uma forma de degradação humana? E como você pode apoiar uma coisa ridícula desta e dizer que o RPG que é machista?

    E já que estamos falando de funk e feminismo, veja que interessante estava vendo enquanto escrevia isto, a mais nova indignação é contra uma tal letra chamada “surubinha de leve” que faz apologia ao estupro. Como todo funk, realmente é um lixo e a pessoa tem que ser muito escrota para gostar que algo assim. Mas compare, a letra diz:

    “Surubinha de leve com essas filha da puta / Taca bebida depois taca pica / E abandona na rua”

    Se eu achar, como acho, isto um lixo, eu sou uma feminista? Mas vejam esta letra das “empoderadas” gaiola das poposudas:

    “Mozão, traz aquela bebida? / Aquela que pisca / Traz a bebida que pisca! / Se levantar a garrafa / A minha buceta pisca”

    Não é a mesma glamorização da bebida, o mesmo pensamento de embebedar uma mulher para transar com ela? E se eu for feminista não deveria ter a obrigação moral de repudiar as duas letras? Onde está a “igualdade” que o movimento prega? Se uma mulher glamoriza as drogas e ensina darem bebidas em troca de sexo ela é uma heroína lutando contra opressão enquanto um homem que diz o mesmo é um criminoso opressor?

    Para finalizar, já que usei estes exemplos, um parecido que aconteceu numa mesa. Estava um jogador homem com uma personagem feminina, ela vê um PdM na rua que tinha visto num cartaz de procurado, ou seja: sabia que era bandido.

    Ele resolve segui-lo e jogar SEDUÇÃO em cima dele tentando enganá-lo. Até aí não era incoerente com a personagem dela, mas ele começa fazer besteira na hora de interpretar, ele jogou um kaô de “falsa ingênua” e ficou dizendo coisa tipo “como você é bonito”. O problema é que o personagem já tinha sido descrito quase como o Jafar do filme Aladim, ou seja, era feio pra burro, só que não era tão burro, então isto não funcionaria nem se ele tirasse acerto crítico.

    Mas os dados felizmente NÃO ajudam ele, e o mestre ainda descreve que o PdM mandou a personagem dele sumir dali, ir caçar problema em outro lugar, ou seja, era óbvio que ele não caiu nem um pouco.

    O que o jogador faz? INSISTE e tenta de toda forma conquistar a confiança do PdM. É preciso ter muita inteligência para ver que isto ia dar merda?

    Vendo a personagem grudar no cara que não queria nada com ela, o PdM então pegou duas bebidas e ofereceu uma pra ela. O jogador fez a única coisa inteligente no momento, pegou a caneca que ele não tinha oferecido, pois tinha uma chance de 120% da outra caneca ter drogas. Para piorar a personagem dele ainda sugere o cara ir para um lugar reservado, pensando em subjuga-lo lá fora, um bandido procurado, ela resolver ir pro beco sozinha com um bandido.

    É claro que, chegando lá, ela começa passar mal, pois o cara tinha posto droga nas duas canecas. Aí então ele rouba a espada mágica dela, o escudo, o dinheiro e até leva a calcinha dela de troféu. Só não a estupra porque o mestre estava com pressa.

    Portanto, seja no jogo ou na vida real, nada justifica a violência, mas se você tem TODOS os indícios claros que uma ação é estúpida e faz assim mesmo você tem que sofrer as consequências.

    E uma das muitas coisas que o esquerdismo, com o feminismo como braço vem fazendo, é justamente glamorizar o comportamento estúpido e querer que não haja consequências.
    Kether
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    Re: Taverna da Sereia Bêbada - offzão

    Mensagem por Kether em Dom Jan 28, 2018 11:49 pm

    Eita! 

    Olá Chapéu!

    Coerente e concordo com os argumentos. Mas uma sociedade como a nossa que não tem a maturidade para debater estes e muitos outros temas.

    Realmente fica complicado.

    Leo e Chapéu forte abraço para vcs.
    Kether
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    Re: Taverna da Sereia Bêbada - offzão

    Mensagem por Kether em Sex Fev 02, 2018 10:35 am

    Desculpem o flood.

    @Leomar, acho que não seria necessário abrir uma nova mesa. Mas criar novos tópicos uma vez que seria a continuação do que já vem sendo jogado. E ficaria legal para os jogadores poder buscar referências do passado sem precisar procurar outra mesa, muita das vezes já fechada pela administração do fórum.
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    Re: Taverna da Sereia Bêbada - offzão

    Mensagem por Leomar em Sex Fev 02, 2018 9:56 pm

    @Bubblegum Bitch escreveu:com a esperança de que um plano do que fazer caia do céu.

    Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil

    Pensando bem, tomara que nada mais caia do céu perto de mim

    Evil or Very Mad Evil or Very Mad Evil or Very Mad Evil or Very Mad

    Mmmm, já estou atualizando minhas ideias de mestre malvado.
    Leomar
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    Re: Taverna da Sereia Bêbada - offzão

    Mensagem por Leomar em Qua Fev 07, 2018 5:56 pm

    Quero dar boas vindas a nossos novatos. Se tudo der certo, em breve teremos também @Naara nos honrando com sua presença.

    @Dycleal pode postar sua ficha já no tópico de fichas, creio que já tá tudo ok, mas se não tiver a gente vai ajeitando.

    Desculpem a demora, ontem eu quis postar para os três de uma vez e já viu, fazer muitas coisas ao mesmo tempo é pedir para não fazer nenhuma direito. Mas estamos aí. É um prazer jogar com vocês. Que venham os dados!
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    Re: Taverna da Sereia Bêbada - offzão

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      Data/hora atual: Sab Jul 21, 2018 1:12 am