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    Irmão sol irmã lua- um conto de the witcher

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    ecologista
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    Irmão sol irmã lua- um conto de the witcher

    Mensagem por ecologista em Seg Maio 07, 2018 12:21 am

    James Bleda fazia suas poções em sua oficina em um porão em uma cidadela controlada pela grande cidade de nilfgard, enquanto isso ele alimentava um falcão que ele usa como auxílio em suas caçadas. Quando ele ouve passos descendo as escadas de madeira que levam a sua porta, então uma forte batida na porta ele ouve.
    -Abra em nome do império nilfigardiano.
    James abre a porta e pergunta:
    -O que os cavaleiros desejam?
    Eles entregam um envelope com o celo real de nilfgard e vão embora. James fecha a porta, se senta em sua escrivaninha e abre o celo e lê a carta, que era uma intimação para se apresentar com urgência ao departamento de estado de nilfigard falar com Sir Raymond de Rivia. James se vestiu e foi com seu cavalo até o castelo de Nilfgaard, lá foi dirigido para falar com Raymond.
    James entra em uma sala com rica tapeçaria e símbolos de nilfgaard por toda espada, Raymond entava sentado atrás de uma escrivaninha,não mostrou os dentes quando viu Bleda assim como o bruxo, olhou fixamente em seus olhos.
    -Puxe uma cadeira Bruxo vamos conversar.
    Bleda puxou uma cadeira e esperou pelo o que o nobre homem ia dizer
    -Sei que vcs vivem a base de contratos... Pois bem...
    Ele joga uma sacola cheia de Florins.
    -Ai tem 1000 PO, para vc entrar em um navio e ir até o destino sem fazer nenhuma pergunta, lá fale com o capitão Jefrey dahmer e ele dirá o que fazer; não posso falar mais nada. Pegue suas coisas e parta bruxo.
    Bleda acenou com a cabeça mostrando entender a situação, pegou os florins o que foi repreendido pelo nilfgardiano.
    -Receberá esse valor quando estiver abordo do navio e em alto mar, você tem 2 horas para pegar suas coisas e se apresentar no navio Andorinha, não se atrase.
    -Estarei lá fidalgo.
    Bleda dá as costas ao homem e volta a seu refúgio. Seus problemas mentais não estavam tão aflorados mesmo assim ele prepara seus rémédios pega um corselete de couro e sua típica capa amola sua espada de prata e aço e as embainha na cintura
    -Venha Rigel vamos fazer uma viagem.
    Fala Bleda ao falcão peregrino que pula em seu antebraço, bleda o desloca para seu ombro.
    Bleda se desloca para o pequeno cais da cidadela que tinha três grandes navios esperando por uma tripulação, o tamanho dos navios nilfgardianos contrastavam com o pequeno cais que era usado geralmente por pescadores. Tinha uma forte guarnição que via quem entrava, eles olharam para os olhos de bleda e ficaram esperando o que James diria.
    -Raymund me enviou aqui
    Eles confirmaram com a cabeça e mandaram Bleda entar dizendo que tinha um quarto só para ele. Bleda se dirigiu e entrou em seu aposento, ele era simples não tinha cama, deviam saber que bruxos não necessitavam dormir uma escrivaninha uma estande para colocar suas e um armário; o navio era enchido com mantimentos e com colonos que pareciam que estavam forçosamente ali, os 3 grandes navios zarparam eram bem defendidos por arpões, soldados e alguns magos, portanto não havia chance de piratas atacarem, bleda acreditava que seria uma viagem tranquila, alguns dias ele largou rigel seu pássaro para voar entorno do navio. Quando estavam em alto mar um homem se aproximou de James e falou:
    -Pegue seus Florins.
    Entregou tantos florins que Bleda nunca viuna vida
    -Acompanhe me por favor
    Eles entraram em uma cabine que seria a do capitão
    -Há 2 anos descobrimos um continente novo, estamos fazendo todos os esforços que nifgaard instale um posto avança naquelas terras e seja o primeiro reino a explorar aquelas terras. Quando os outros reinos descobrirem esse continente já estaremos a anos de vantagem, precisamos de vc para lidar com perigos daquelas terras e sabemos que são muitos. Pagamos um preço alto porque queremos aquelas terras limpas, quando chegarmos em terra firme fale com Dahmer ele lhe dará mais ingormações
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    Re: Irmão sol irmã lua- um conto de the witcher

    Mensagem por ecologista em Ter Maio 08, 2018 10:53 pm

    Após 3 longos meses de viagem, sem nenhum incidente por causa da nau fortemente protegida, em águas quentes James Bleda olha terra firme parecia uma terra tropica completamente intocada ele ouvia sons vindos da mata pássaros, felinos e outros animais como sons novos para ele, ao se aproximar do ponto avançado de nilfgard a devastação começou a ser mais evidente que o homem havia pisado naquele continente.
    Com o calor infernal, 40 graus mas a umidade do local dava uma sensação de sufocamento, Bleda e os outros homens se viram obrigados a tirar a camisa, James exibia seu corpo extremamente ripado e com várias tatooagens runicas, ele carregava suas duas espadas na cintura e usava tipo um saião para refrescar os países baixos.
    O povoado consistia em umas 20 casas usadas por camponeses uma grande guarnição com soldados de elite de nilfgaard, uma taverna e no lado da guarnição havia campos que era para ser plantações. O povoado era protegido por parte do que foi uma construção antiga de tempos imemoriáveis e de madeiras em forma de lança, um portão fortemente guardado que parecia levar para a selva.
    James Bleda andava pelo local e via os olhares que a população dava a ele e não eram nada bons, mas ele sabia que ele era necessário ali como ninguém e entrou sem medo na guarnição a procura do capitão Jeffrey Dahmer. Ele encontrou um homem alto em uma armadura real de Nilfgaard e ele tinha um tapa olho e cavanhaque
    -Sr Bruxo que bom vê-lo, seus serviços serão importante nesse novo continente, queremos que limpe os arredores de qualquer tipo de monstro por 1000 florins, não precisará trabalhar por um bom tempo, todo o progresso de seu trabalho reporte somente a mim ou a Roberval o mago que tornou isso possível e espera conversar com vc na sala de reuniões da taverna, no que vc diminuira primeira onda as milicias darão conta do resto. Agora deixe me com meus afazeres. E uma coisa só receberá o valor depois do serviço feito
    James sinaliza com positivo sua cabeça e se dirige a estalagem que estava bem organizada e com poucas pessoas, parecia um lugar mais civilizado que o comum, Bleda bate em uma forte porta antes de entrar e escuta um "entra" e lá estava roberval o archimago da escola arcana de nilfgard e seus mascotes e seus " mascotes. Ele tinha uma doença que o deixou cego e transferiu sua visão para 2 mastim de guerra e um pássaro Rouchinol ele via perfeitamente através daquelas criaturas.
    Ele parecia ser um homem idoso por causa de seus cabelos brancos e bastante simpático:
    -Sr Bleda que bom podermos contar com sua perícia, nosso reino civilizado está precisando de você. Sempre achamos que tinha mais de um continente e nossa procura foi frutífera, esse lugar trará riquezas incalculáveis para o nosso povo. Não podemos deixar vazar a existência desse novo continente. Sei que sairá para as suas caçadas e tem um favor que quero que você faça...
    -Essa região está sobre o que foi anos atrás o que parece ser um promissora sociedade quero que tu me traga informações de qualquer passagens subterrâneas que tu achares, e melhor que tu vasculhe, me informes de qualquer coisa de diferente que vc será bem recompensado. Pode ir. Podes- ir que o fogo eterno te guie.
    Bleda se despediu e seguiu para seu alojamento pegou seu falcão peregrino, o passaro mais rápido, seu vôo passa os 300 kmh conhecido e jogou ele no ar e o pequeno pássaro alçou voou e foi fazer sua ronda seguiu a portão que estava lacrado por uma pesada porta, os guardas abriram o pesado portão e lá já estava um carniçal parece que esperando alguém atravessar o portão, sem esperar os guardas fecham o portão e deixam o bruxo à propria sorte o carniçal pula em Bleda que se agacha saca sua espada de prata rapidamente e faz um corte transversal no carniçal que cai despedaçado a sua frente estava uma vultuosa paisagem tropical com coqueiros bananeiras o chão estava lamacento.
    Continua...
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    Re: Irmão sol irmã lua- um conto de the witcher

    Mensagem por ecologista em Sab Maio 12, 2018 9:34 pm

    Apesar do calor insuportável começava a chover o que refrescava a mente do bruxo e deixava o terreno mais lamacento alguns metros afrente ele viu um grupo de carniçais eram 7 e estavam em volta de um ninho que foi destruido com uma bomba de dimetirium.
    Ele encontrou 3 bruxas do lodo que conseguiu despacha -las através do sinal yarden, ele achou estranho a quantidade de mortos vivos que ele estava enfrentando, para o primeiro dia estava de bom tamanho observou um Rouchinol observando ele em uma árvore, ao entrar em uma caverna ele tem só tempo de se esquivar de um ataque de um carniçal gigantesco era um carniçal atroz ele sacou sua espada de prata e se abaixou do salto do monstro que conseguiu cortar seu ombro com suas garras, Bleda usou igni no chão que deu um grande clarão ofuscando o monstro e com o bruxo um segundo de bobeira é a morte certa, o bruxo transpassou a cabeça do carniçal, 1 a menos, a cavern parecia estar vaga agora , James Bleda pega uns galhos toma seu remédio e espera a noite descer naquela região selvagem entra em transe e ouve alguns sons estranhos, mais estranho ainda é que ele só ouvia o rouchinol de bicho normal, o dia seguinte seria difícil naquela região amaldiçoada. O bruxo descansa até surgirem os primeiros raios de luzes, levanta-se e segue sua caçada implacável contra as criaturas, mais uma vez matou carniçais que pareciam já estarem mortos, assim como afogadores que pareciam estar mortos seu confronto final foi uma mantícora que estava já em decomposição, Bleda derrotou a criatura e passou mais dois dias parecia que tudo estava ok ele até vui um cervo e outros passos, pareciam que estavam tomando seu lugar de volta, então ele voltou aos portões que levavam a guarnição, os portões se abriram e ele viu o mago com o rouchinol em seu ombro e seus cães a seu redor.
    -Bom trabalho bruxo, não sinto a presença de monstros por enquanto, recolhe te a teus aposentos veremos se essas criaturas de fato foram derrotadas.
    O Bruxo se recolhe a seu quarto na taverna e fica ali por um mês sem sentir nenhum cheiro característico de algum monstro, parece que seu serviço havia acabado, em um dia seu gavião havia voltado de seu passeio de reconhecimento pelo novo continente. O bruxo se preparou para fazer um encantamento para ver o que o pássaro havia visto em sua viagem. Em uma sala vazia na taverna ele usou axii no passaro usou uns incensos fortes que com a fumaça envolvia James Bleda e o pássaro então o bruxo entrou em transe e conseguiu ver através dos olhos de Rigel. O pássaro voando a quase 400 km h fez uma boa varredura viu terras tropicais, sub tropicais e glaciais nesse novo continente viu novas criaturas nessaviagem viu 2 dragões o que é uma raridade,viu novas criaturas, viu ruínas do que seriam um antiga sociedade essas ruínas estavam espalhadas por todo esse novo continente, viu uma sociedade perdida que vivia nas árvores e era composta por elfos, já próximo para acabar seu passeio rigel viu uma figura ha alguns quilômetros da guarnição ele tinha a cabeça esqueletica e um manto fúnebre cobria seu corpo que parecia estar em decomposição ele parecia ressucitar alguns monstros, droga essa epidemia de monstros só iria acabar se Bleda acabar com aquela estranha criatura que não parecia nada fraca, o transe acaba e Bleda dá uns alimentos em retribuição a importante ajuda que Rigel lhe deu.
    Uns dias se passaram com James Bleda pulando da cama a gaurnição estava sendo atacada grifos mortos vivos e carniçais estavam em batalha com os soldados de nilfgaard e os outros camponeses, com a ajuda do mago de Bleda a invasão foi rechaçada
    -Seus monstros voltaram bruxo, e estamos em uma situação grave voê tem que acabar com a ameaça antes que ela acabe com a gente, vá e não volte pela cabeça dos que causaram isso ou nosso contrato não findará.
    James Bleda sabia onde devia ir e que não seria um combate fácil, pelo que Rigel revelou aquele era um mago necromante muito poderoso, mas não há nada mais mortal do que um bruxo preparado.
    Conforme Bleda com seu cavalo iam se aproximando do que seria uma ruína a vegetação ia ficando cada vez mais definhada com necroses preta por todas as árvoras como um visgo negro caindo de suas folhas a morte parecia que fazia morada naquelas ruínas antiquissimas provavelmente mais antigas que o império nilfgaardiano. James Bleda preparou uma solução que seu cheiro expulsava necrofagos de seu esconderijo ao mesmo que atordoava ficou a espreita atrás de uns blocos de pedra esperando sua presa se mostrar, alguns minutos se passaram e Bleda pode ver uma figura pavorosa era um ser em decomposição magro com roupas esfarrapadas que tinha mais de 2 metros de altura, James não exitou soltou de onde estava com incrível velocidade decepando a cabeça do monstro não dando qualquer chance de reação, a cabeça cai de um lado e o corpo cai de outro, Bleda pega a cabeça e pensa que foi fácil demais guarda seu troféu em uma sacola e já se imagina pegando seus 1000 florins e voltando para o novo mundo. De volta a guarnição Bleda se encontra com o mago cego e um guarda que pega a sacola que estaria com a cabeça ele olha para dentro da sacola e dá uma risada irônica
    -Oh seu monstro bruxos.
    O guarda esvazia a sacola e só sai da sacola pó.
    -Mas a criatura caiu diante de mim.
    O mago fala:
    -Vc não está fazendo seu serviço bruxo e sinto a presença crescente dessa ameaça para nosso império.
    continua...
    ecologista
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    Re: Irmão sol irmã lua- um conto de the witcher

    Mensagem por ecologista em Dom Maio 13, 2018 11:10 pm

    Roberval oarchmago de nilfgaard diante dele fala:
    -Bruxo vc lida com um necromante ancião.
    James Bleda ponderando sobre o perigo de sua situação ele pede para cancelar o contrato o que é reprendido por Roberval que tem seus mastins rosnando para Bleda:
    -Não pode meu caro, se enviarmos nossos homens lidar com essa ameaça é provável que todos morram e nosso trabalho aqui seria em vão, você é a única esperança de trazer ordem a esse caos. É o seguinte esse mago é imortal, ele só morrerá se tu achares a gema que está com sua alma e destruir ela, um confronto direto contra ele é inútil. Confio em sua perícia Bruxo senão não o teria trazido a outro lado do mundo. Vá e só volte com essa ameaça estirpada.
    O bruxo sem escolha se ele fugisse provavelmente seria caçado por todo império nilfgaardiano durante sua vida resolveu se embrenhar no mato, chegando perto do esconderijo do estranho mago ele se muniu com todo tipo de poção contra mortos vivos, embebeu sua melhor espada de prata em uma solução que agrava o dano causado a mortos vivos, ele tinha que achar a gema que continha a alma do mago que estava dentro daquele gigante complexo subterrâneo de ruinas. James Bleda esperou a noite cair pois ele é melhor a noite ativou ao máximo seus sentidos e foi se esgueirando por aquele lugr que era desconhecido para qualquer pessoa do velho continente, ele esperava ver tudo corcomido pelo tempo mas achou salas limpas como se as eras não haviam passado por ali, haviam pergaminhos que Roberval daria sua vida para vê los, armaduras e armas em um tom esverdeado, nisso Bleda sente uma presença atrás dele que o ataca era um golem de pedras acerta ele que faz voar contra as estandes de livros, atravessando duas e se chocando contra uma estande que estava de encontro com a parede que foi estilhaçada, se bleda não tivesse ativado o quen na hora esse golpe poderia ser bem danoso. O golem avança com grande velocidade para seu grande corpo contra bleda que rola se esquivando, sacando sua espada de prata e golpeando na altura da pélvis o golem não sente muito, após isso ele usa o sinall aard e empurra o golem contra um armário quebrando-o em mil pedaços, bleda aproveita o desequilibrio do grande golem e solta desferindo dois poderosos golpes em seu rosto, nisso o golem acerto o abdomen de james cortando-o e jogando contra um armário de armas, com o impacto ele se separou de sua espada o golem investe com uma cabeçada, bleda se desvia e o golem quebra a parede, sem perder tempo bleda pega um machado que havia caido do armário de por trás do golem acerta encheio sua nuca o monstro parece sentir e em seguida acerta outro que explode a cabeça do monstro, bleda venceu mas estava ferido, achava que aquele machado pode ter ajudado na vitória contra o golem, por isso ele pegou o machado e pendurou nas costas e guardou sua espada de prata na cintura, ele imaginou que o archmago já tinha ciência de sua presença por isso foi mais precavido o chão abriu-se aos seus pés em questão de segundo ele pulou uns 8 metros sem pegar impulso e se segurou na borda do buraco, so reflexos de um bruxo permitiam que ele sobrevivesse a essa armadilha, caminhando varias estacas pontiagudas saíram das paredes ele acionou o Quen e algumas setas passaram a defesa e furaram o bruxo sem causar grandes danos, outros bruxos de outras escolas que não a do grifo, que não tem o sinal forte provavelmente morreria nessa armadilha, ele ouviu um barulho estranho que devia ser a pedra ele entrou em uma grande sala bem iluminada e ornamentada, que povo viveu ali pensou o bruxo ele olhou para os lados e não viu nada só uma linda gema encima de uma pedra, Bleda se dirige para quebrar a gema e atrás dele ele ouve:
    -Por que querei fazer isso homenzinho?
    James se vira e vê o homem cadavérico de mais de 2m de altura que flutua a uns 20 cm do chão, o bruxo que é acostumado a ver cenas dantescas gelou seu sangue.
    -Queres me matar só porque sou "feio"?
    -Hã... Você é um necromante que ameaça uma vila pacata.
    Nisso Bleda se vira para dar o golpe derradeiro na joia com seu mahado, mas uma energia flui do corpo do zumbi que atinge as armas de JamesBleda e elas se transformam em pó.
    -E então vai destruir a gema a soco? Sua vila pacata invadiu meus domínios, sou Ninrod o último ancião do império Halux que se extinguiu há 10000 anos atrás, meu sono foi interrompido por esses homens glutões que querem destruir a nossa terra e tomar nosso conhecimento, não deixarei isso acontecer.
    - Vc é um necromante e se faz de bonzinho isso é surreal!
    - Por que? A vida é maligna caro bruxo, a vida é comandada por um Deus que demanda destruição, não há vida sem destruição mesmo o mais santos dos homens tem que destruir para viver, ele destrói vida vegetal para viver. Vcs honram druidas que usam animais inocentes para defende los, clerigos que usam seres puros que sãocontra a guerra para defendê los, seus capitães que usam pessoas que fazem parte de uma família destruindo uma pessoa e consequentemente uma família e consequentemente uma sociedade inteira, a forma mais pura de viver é através da necromancia, não nos alimentamos pois já estamos "mortos" não ferimos ninguém apenas usamos de vez enquando lacaios que sabem de suas funções e fazem de bom grado ao contrário dos demonologistas.
    Bleda se senta no chão e coloca as mãos na cabeça sem saber o que fazer.
    - Me ajude a me desfazer desse cancer que se estabeleceu em minhas terras e poderá ficar por aqui por um tempo novas pessoas chegarão, não por aqui, enquanto isso vc aprenderá sobre essas terras e deixarei vc viver.
    Bleda concorda com a caveira e os dois seguem para a guarnição, enquanto Ninrod passa pela vegetação ela murcha mas não tudo
    -O nada é tudo campeão.
    Fala Ninrod para Bleda. Os dois ao chegarem nos portões Vêem as madeiras aprodecerem e se desmanchar, os arqueiros se apavoram e atiram flechas nos dois que ao entar em uma área são esfareladas, Ninrod da uma baforada e os homens em questão se segundo envelhecem até virar pó, Roberval evoca uma imensa bola de fogo e ao chegar perto de Ninrod ela se dissipa
    -Tudo que vem a mim se perece.
    Ninrod toca o chão e em segundos são evocados centenas de espectros que matam os que restaram, Bleda então coloca fogo na guarnição e nos navios Nilfgaardianos.
    -Bom homem, venha temos muito que conversarmos.
    Diz Ninrod a Bleda e os dois se distanciam daquele lugar diabólico.
    Fim
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    Re: Irmão sol irmã lua- um conto de the witcher

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      Data/hora atual: Dom Maio 27, 2018 12:37 pm