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    Prólogo

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    Rum + Coca
    Cavaleiro Jedi
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    Cavaleiro Jedi

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    Prólogo

    Mensagem por Rum + Coca em Qui Jul 12, 2018 5:10 pm

    Dia 01, 26ºC, sol entre nuvens...
    ____________________


    Era pra ser um dia como outro qualquer, mas Levy sentiu-se angustiado como nunca antes. Sabia que não teria visitantes em sua morada, mas projetou-se no teto e olhou para o céu confirmando que os astros não se alinhariam neste século, e para sua surpresa, descobriu também que o solstício de verão ainda estava longe - aqui entre nós, ele sempre esquece datas - mas e então... o que é que estava acontecendo? O ser onipotente mais desinformado do continente pensou um pouco e não teve nenhuma intuição. Resolveu checar mais de perto retornando para seu corpo, e com um movimento fluído atravessou a catedral para retirar o manto negro de cima da orbe celeste que flutuava sob um rio congelado. Tocando aquele artefato Levy canalizou seu poder e o orbe respondeu a seu toque focalizando a Cidade de Ouro, ignorou o palácio e percorreu então os nove andares daquele emaranhado de construções realizadas em eras, uma rústica porém sólida civilização se estabeleceu ali em camadas semi circulares, e tudo isso foi ficando para trás quando chegou enfim aos portões principais. Olhou para o lado ainda na ponte levadiça e foi tentado a seguir uma estranha luz que vinha das enormes claraboias laterais do fosso, que levavam ar para o subterrâneo, a visão concedida pelo artefato o levou para um lugar conhecido como Andar Zero, a expressão serena abandonou sua face.

    ***

    O Andar Quatro é o centro da Cidade de Ouro, constituído por praças, comércios, tavernas, e templos também é onde se encontra o parlatorium, que nada mais é do que um teatro a céu aberto, com espaço de arquibancada para o público ficar em volta de um palco elevado, capaz de ser visto de qualquer direção. Durante a noite esse espaço vem sendo usado para apresentações, mas durante o dia se torna um ponto de encontro para integrantes de todas as guildas, já que lá também se afixam os decretos da família real, garantindo que todos os cidadãos comuns quem passam por ali todos os dias, saibam dos desígnios reais, é um lugar estratégico.

    Dyanna foi a primeira a acordar em seu alojamento, estaria um pouco nervosa por ser o seu primeiro dia na Guilda dos Sábios, seu mentor que a apresentou já havia lhe advertido que precisaria ganhar mais experiência para poder se envolver com assuntos internos e ter acesso a conhecimentos de alto nível, portanto era hora daquela ambiciosa maga procurar um trabalho, algo que certamente encontraria no velho ponto de encontro, talvez depois do café da manhã. Lá chegando através de uma das inúmeras escadarias que levam até o local, avistaria alguns aventureiros vasculhando o enorme edital dos novatos, mas alguns se destacavam para ela, Kinkle o kobold ladino estava sentado num dos bancos da arquibancada esperando pacientemente, mas não saberia ela, que o mesmo possuía informações privilegiadas da Guilda dos Mercenários sobre um ótimo trabalho de captura que pagaria muito bem. Envolto em seus pensamentos naquele momento, o perspicaz ladino chegou a conclusão óbvia de que Balrog, o saqueador, seria uma presa difícil demais para capturar sozinho.


    Do outro lado da arquibancada um guerreiro com ares de negociante da Guilda dos Mercadores tinha um plano em mente, lucrar através do escambo de mercadorias, mas pra isso Aphega precisaria montar uma caravana, ou ao menos, associar-se para seguir viagem até Corredor e lá trocar tudo que precisava. Um plano ambicioso e difícil, pois esta seria uma viagem longa e complicada até mesmo para um aventureiro como ele, e sair sem equipamento algum era simplesmente tolice, o jovem sabia disso. Ao final, quando a maioria dos novatos começou a dispersar-se surgiu Grom o bárbaro, junto a seu lobo. No momento ainda estava treinando a fera, mas ela já podia segui-lo sem ameaçar ninguém. Não havia trabalho na guilda das feras, mas os tempos são difíceis, e ainda que não fosse admitir, precisaria de ajuda mesmo se quisesse partir e capturar alguma criatura para vender em sua guilda. No fim haviam muitas razões, ou talvez nenhuma para que esses quatro conversassem entre si, ao entreolhar-se as reações e as expressões talvez não ficassem claras uns aos outros, mas por alguma razão estavam todos ali se encarando, quem seria o primeiro a romper o silêncio?

    Considerações:
    Turno livre...
    Lyvio
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    Re: Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Qui Jul 12, 2018 7:30 pm

    Kinkle estava lá, sentando num dos bancos do parlatorium, pensativo após ler sobre Balrog, O saqueador e o alto valor que pagariam para quem conseguisse, e claro, a primeira coisa que ele pesou foi em tentar capturar o criminoso sozinho para não ter que dividir os lucros com ninguém, no entanto, isso exigiria muito mais que suas habilidades de ladinagem ainda pouco desenvolvidas. O pequenino observa toda a movimentação do local e analisa todos os que ali passam, observando suas aparência para formar uma equipe boa o suficiente para essa missão, de preferência uma versátil que tenha muitas habilidades diferentes e que sirvam para a maioria das circunstâncias que poderiam acontecer nessa empreitada.

    Pode até não parecer, mas Kinkle é mais esperto, inteligente e carismático que a grande maioria dos membros de sua raça, até do que outros membros de raças consideradas "superiores". Seu pai e mestre Siano o treinou muito bem desenvolvendo suas habilidades mentais e as físicas ele desenvolveu normalmente quando passou um longo tempo com uma tribo Kobold.

    O tempo ia passando e o local ficando cada vez mais vazio e o pequenino ainda não sabia quem escolher. Os que o observassem percebiam que ele sussurrava algo enquanto discretamente apontava para as pessoas.

    Ele olha ao redor e percebe, uma jovem, era um Alta Elfa que rapidamente ele identificou que se tratava de uma das novatas da guilda dos sábios.

    "Uma Elfa novata, não usa armadura alguma...Interessante, um membro da guilda dos sábios sem armadura, só pode ser um mago...Acho que já tenho a responsavel pela magia do grupo! Vamos ver, ainda tem mais..."

    Do outro lado mais dois chamam a atenção de Kinkle um grande orc, muito alto e robusto seguido por um lobo, algo incomum, a não ser que você faça parte da Guilda das Feras. Os olhos do kobold se arregalam:


    "Esse pode ser a nossa maquina de matar..."


    Próximo a ele um humano também robusto, não tanto quanto o orc, sem armadura mas de alguma forma chamou a atenção de Kinkle:

    "Quem será esse...parece útil, pelo menos tem músculos..."

    O pequenino então decide levantar-se e dirigir-se até a moça, ele se aproxima dela e faz uma leve reverência, quem observava percebia que ele talvez nem fosse do tamanho das pernas da moça.

    -Senhorita...eu costumo ser um kobold bem informado e pelo que sei você é uma das novatas na Guilda dos Sábios, estou certo? Veio a procura de trabalho não é?

    O kobold dirigi-se até o decreto colado na parede e aponta para ele:

    -Esse paga bem e eu estou pensando em fazê-lo, mas... preciso de ajuda e assim como você, precisamos ganhar experiência para crescermos em nossas guildas. O que me diz?


    Kinkle parece apontar para o decreto, mas ele estava bem acima de sua cabeça e não poderia o kobold ser preciso quando apontava, restava a moça procurar ou perguntar a ele de qual se tratava.

    Enquanto ouvia a resposta da moça ele observava de canto de olho os demais, para não saírem de vista.
    Necromancer Ignaltus
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    Re: Prólogo

    Mensagem por Necromancer Ignaltus em Qui Jul 12, 2018 10:13 pm

    Kss estava checando as ordenações de trabalhos, pensativo o quanto das possibilidades em obter novos ingredientes para o seu ofício, abater criaturas estranhas e colher ingredientes raros, assim como adquiri-los com negociantes distantes é uma tarefa com que ele teve de se habituar após sair da Acadêmia. Existiam muitas formulas e muito a ser descoberto,. além de novas formas de se utilizar o que já o haviam instruído na Acadêmia. Contudo, embora adorasse se fechar num quarto, ou num laboratório improvisado, ou mesmo uma oficina alugada, ele precisava se aventurar para descobrir mais segredos, mais mistérios. Só quem sabe assim ele poderia viver mais do que os trinta anos máximos previstos por todos os curandeiros e médicos que o pai pode pagar para que ficasse na cama o resto da vida.

    Não.

    O "Nox Hydrox" da Acadêmia não morreria numa cama, mas trilhando o próprio caminho escolhido.

    Ele fitou o que carregava: um bom conjunto de armas caras para qualquer iniciante. Um bom investimento da guilda.

    Infortúnio.

    Ele precisava das armas padrão que desenvolveu e nas quais é mais refinado, não este monte de tralha de guerreiros brutamontes, ou assassinos que se escondem nas sombras. O quanto antes se livrasse delas e assumisse a sua tecnologia habitual se sentiria melhor. Relembraria o outro apelido infame que os soldados uma vez o deram: vaga-lume, por surgir inflamado no meio da noite, obra do puro azar e inexperiência. Que se deixe de lado, hoje são outros tempos.

    Agora, ele olhava para dentro do parlatorium. Habilidades sociais nunca foram o seu forte. Tudo seria mais fácil se alguém o abordasse, mas ele já via que um diminuto kobold vestido como manda a profissão já abria conversa com uma elfa em trajes leves. Quem sabe, talvez isso formasse um grupo para um trabalho. Assim, Kss resolveu observar o desenrolar para só então se oferecer como membro.



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    Re: Prólogo

    Mensagem por TheDuck em Sex Jul 13, 2018 6:50 pm

    Grom entrou no parlatorium devagar e acompanhado de seu amigo Cão, por um momento Grom é firme com Cão e ele chega e se senta ao lado do corpo do meio-orc quando parou.

    - Bom garoto.

    Disse Grom ao Cão.

    -Uff.

    Resmungou cão ao chegar.

    - Então é aqui que se reúnem? Entendi.

    Dizia Grom coçando a cabeça com a unha de seu dedo por fazer.

    Grom olhou em volta e viu muitas figuras diferentes, achou estranho tudo aquilo, mas deu de ombros e foi se sentar na arquibancada, parecia que Grom não estava muito animado com aquela nova empreitada. Chamou Cão com um assobio que titubeou, mas logo veio ao seu lado e ficou alerta ao espaço. Grom ficou pensativo e observava os seres perambulando por ali, não era fácil achar pessoas com mente aberta para amansar feras e não mata-las. Coçava o queixo e afagava Cão de vez em quando.

    Viu um pequenino falar com uma mulher alta, mas sem dar muita trela, seu olhar estava meio vago perante a multidão.
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    Re: Prólogo

    Mensagem por Sayd em Sex Jul 13, 2018 8:19 pm

    OFF:
    Só dois comentários breves: Dyanna é uma alta elfa, mas ela não é alta. Ela tem algo entre 1,5m e 1,6m. Ela traja um manto vermelho, o que provavelmente facilita a identificação dela como maga.

    É com um certo aborrecimento que sigo as orientações do mentor que me colocou na guilda. É verdade que sou uma iniciante, mas não é assim que me enxergo após anos praticando magia na torre de Abramelin. Porém meu humor vai melhorando conforme me aproximo do anfiteatro. Afinal eu deixei a torre para viajar e viver aventuras... esse parece mesmo um bom lugar para começar.

    Me chama a atenção um kobold que já estava lá quando me aproximo. Para minha surpresa o pequeno se aproxima e começa a falar comigo.

    Fanzindo o cenho respondo "Sim... acabo de ingressar na Guilda dos Sábios. E acredito que a maior parte dos que estão aqui estejam a procura de trabalho... então não tenho certeza se você é realmente bem informado ou apenas é capaz de enxergar nas entrelinhas e ligar os pontos."

    Minha intenção era soar de maneira espirituosa, e até elogiosa, mas como de costume, pareço mais rude do que qualquer coisa. O kobold então indica um anuncio para capturar um saqueador chamado Balrog. O prêmio era mesmo bastante atrativo.

    Olho para o kobold de alto abaixo, avaliando-o. "Bem... esse trabalho parece tão bom quanto qualquer outro. Por que não?", eu respondo a ele de maneira um pouco ríspida, ainda que essa não fosse a minha intenção. "Porém, embora eu seja uma maga bastante capaz, tenho minhas dúvidas de que nós dois sozinhos seremos suficientes para a missão. Você parece ágil e esperto... isso vai servir. Mas creio que precisaremos de mais um ou dois acompanhantes capazes de lutar de um modo mais... tradicional, eu diria."

    Com essas palavras olho ao redor e percebo o bárbaro com seu lobo e o estranho guerreiro que estão por perto.

    "O que você acha desses dois?", eu pergunto ao Kobold, já assumindo que somos um grupo. "Eu sou Dyanna, conhecida como A Vermelha; a propósito."

    E em seguida, sem esperar a resposta do ladino, eu chamo atenção dos demais. "Ei, vocês dois. Sabem lutar? Estão procurando trabalho?"


    Magias Preparadas:
    Minhas magias preparadas no momento são: armadura arcana, escudo arcano, mísseis mágicos e sono.

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    Re: Prólogo

    Mensagem por Necromancer Ignaltus em Sex Jul 13, 2018 10:42 pm

    Na sua vigília, Kss vê que a abordagem do kobold foi efetiva e a maga e ele se voltam para a sua direção, assim como para um sujeito de ares órquicos, já perguntando se sabiam lutar e se desejam por trabalho. Nisso, o guerreiro alquimista ergue um sinal positivo com uma das mãos e já começa a se aproximar da dupla, dando uma olhada de lado para ver se o outro sujeito, muito (muitíssimo) musculoso também atendia em concordância. Em verdade, agora notará, ele é tinha um ar bestial e é realmente bem grande.

    Nisso, ele se apresenta:

    - Aphega Kss, também conhecido vulgarmente como Vaga-lume. Eu sou "Ô" guerreiro alquimista da Guilda dos Mercadores, a vossos serviços, se chegarem a precisar, diz ele com a voz não muito doce, pois não possui o mesmo tino carismático ou manipulador dos demais colegas da guilda dos mercantes. Nesse momento de apresentação, o acadêmico relembra que o seu odor pode não estar dos melhores, devido aos químicos que manipulava, bem como a da origem destes.

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    Re: Prólogo

    Mensagem por TheDuck em Sab Jul 14, 2018 1:28 pm

    Grom estava meio desligado, talvez a cabeça cheia de preocupações ou nos métodos utilizados para adestramento que utilizava passava por sua cabeça. Ouviu uns chamados, e uns assobios, mas em meio ao salão nem ligou, ficou ali encafifado com seus pensamentos enquanto sua mão direita acariciava a cabeça de Cão.

    Cão levantou as orelhas mesmo em meio aos afagos, virou para Grom e arfou para seu amigo mostruoso, Grom olhou para o amigo dizendo.

    - Calma camaradinha, as coisas vão melhorar.

    E voltou a se perder em pensamento.

    Cão não satisfeito, lambeu e deu uma leve mordida na mão de Grom, feito para chamar a atenção.

    - Eeeei rapaz, calma lá.

    Disse Grom com a testa franzina, olhou para Cão e ele habilmente apontava com o focinho onde as pessoas tinham lhe chamado. Grom olhou e acenou com uma das mãos e apontou sobre seu próprio peito, como se perguntasse se era com ele que estava falando. Olhou para trás para ver se havia alguém, e olhou novamente para os pequenos seres que tinham se reunido em volta de um cartaz.

    Grom então olhou para Cão com um sorriso no rosto dizendo

    - Bom Garoto, eu sabia que seus instintos falariam mais alto do que aqueles truques fajutos que ensinam em sala de aula.

    Grom disse isso dando um pedaço de uma fruta redonda que tinha guardado em seu bolso para Cão. Cão comeu alegremente e acompanhou Grom, que se levantou e foi em direção aos seres pequenos, se apresentando.

    - Olá, eu sou Grom. Chefe bárbaro da tribo de DuroMartelo e o último dos seus. Este é Cão. (acenou para o cão selvagem que parava ao seu lado com olhar desconfiado), é meu amigo.

    - Uuuf.

    Disse Cão em resposta ao aceno de Grom.

    - O que diziam?
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    Re: Prólogo

    Mensagem por Necromancer Ignaltus em Sab Jul 14, 2018 7:37 pm

    - A senhorita diz ser Dyanna, a Vermelha, para ser uma maga da Guilda dos Sábios, o senhor kobold aqui eu não sei ainda. Eu sou Aphega Kss, da Guilda dos Mercadores, Grom, o alquimista responde rapidamente a questão do bárbaro.

    - A dama deseja saber se nós dois sabemos lutar, Grom. Eu respondi que sim, e penso que tu olhas como alguém que sabe se cuidar num combate, ele acrescenta apontando de si para ele. Logo, ele aponta também para o cartaz de trabalho e prossegue falando.

    - Ao que parece estes dois desejam seguir atrás da recompensa do conhecido Balrog, o saqueador. Eu não tenho nada contra participar de uma captura, desde que eu saiba aonde eu estou indo. Por isso, nós deveríamos todos tratar com quem dispôs o anúncio para conhecer a presa, depois de fizermos todas as apresentações para sabermos com quem estamos trabalhando juntos, claro, diz o acadêmico, já adiantando as coisas sem antes saber direito com quem estava.
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    Re: Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Dom Jul 15, 2018 8:27 pm

    "Sim... acabo de ingressar na Guilda dos Sábios. E acredito que a maior parte dos que estão aqui estejam a procura de trabalho... então não tenho certeza se você é realmente bem informado ou apenas é capaz de enxergar nas entrelinhas e ligar os pontos."

    A elfa pareceu aceitar a proposta do kobold mas sua resposta soa um pouco rude. O kobold não parece se surpreende, apenas se incomoda um pouco:

    "Elfos como sempre metidos e com ar de superior. Criaturinhas enjoadas! Mas não importa! hehehe, ela aceitou a proposta e vai me ajudar bastante. Juntando os demais assim que eu chama-los sem dúvidas vamos capturar o pote de ouro! ah sim ouro, belas coisas douradas e brilhantes!"

    Kinkle ouve a moça atento prestando atenção em suas palavras e conclusões:

    "Bem... esse trabalho parece tão bom quanto qualquer outro. Por que não?" "Porém, embora eu seja uma maga bastante capaz, tenho minhas dúvidas de que nós dois sozinhos seremos suficientes para a missão. Você parece ágil e esperto... isso vai servir. Mas creio que precisaremos de mais um ou dois acompanhantes capazes de lutar de um modo mais... tradicional, eu diria."

    Aquelas palavras agradam o pequenino, principalmente quando "Maga" é pronunciada. Ele acertou em suas conclusões e uma maga no grupo seria de grande valia e como ela disse faltam os combatentes de forma "tradicional".

    -"Tradicional!?" Ahahahahaha, você quis dizer brutamontes!? Sim, sim, precisamos deles, sem dúvidas eles nos garantirão neste sentido!

    O kobold já virava-se para os demais e iria indicar o outros dois que estavam em vista, mas antes que ele se pronunciasse a elfa já adiantava as coisas:

    "O que você acha desses dois? "Eu sou Dyanna, conhecida como A Vermelha; a propósito."

    Kinkle já levantava seus dedos para apontar e preparava-se para falar quando a moça se adiantou e chamou os demais que se aproximaram rapidamente. primeiramente veio o homem mais "franzino" se comparado ao Orc e chega rapidamente se apresentando:

    - Aphega Kss, também conhecido vulgarmente como Vaga-lume. Eu sou "Ô" guerreiro alquimista da Guilda dos Mercadores, a vossos serviços, se chegarem a precisar.

    "Vaga-Lume!?" O kobold dá uma olhada ao redor do homem tentando entender os motivos, ele procura alguma luz ou algo assim. E logo o indaga curioso.

    -Interessante! Vaga-lume!? O porque desse apelido?

    Enquanto aguardava a resposta o Orc se aproxima após parecer conversar com seu lobo.

    - Olá, eu sou Grom. Chefe bárbaro da tribo de DuroMartelo e o último dos seus. Este é Cão. (acenou para o cão selvagem que parava ao seu lado com olhar desconfiado), é meu amigo.

    - Uuuf.

    Quando ove a palavra "tribo" o kobold aregala os olhos curiosos, sem dúvidas a primeira coisa que pensou foi tentar levar a tribo dlee junto para a missão, quem sabe seria mais efetivo, o problema é que o dinheiro diminuiria. O pensamento então foge de sua mente, para logo em seguida ele ouvir que o Bárbaro é o ultimo de sua tribo.

    -Ultimo da tribo? Mas você só é chefe por isso ou conseguiu esse posto antes? Porque virar chefe de uma tribo depois que todos morrem sobra apenas um é fácil...

    Não era tom de deboche, mas apenas curiosidade, porém, temendo um entendimento errado o pequenino decidiu se justificar rapidamente.

    Num sobre salto o Kobold completa:

    -Ah sim, sim, não entenda como um desmerecimento de forma alguma, hehehe não foi minha intenção. Eu passei alguns anos numa tribo Kobold e sei como as coisas funcionam. E a propósito, me chamo Kinkle o Traiço... cof cof, Traço rápido!


    O kobold pigarra tentando mudar o apelido dado a ele porque talvez não soe bem.

    "Traiçoeiro talvez não soe bem para eles..."

    A conversa continua entre o humano e o orc. E de modo perspicaz o humano indaga sobre informações extra de Balrog. Um leve sorriso malicioso se via na face do kobold, afinal, ele tem informações preciosas sobre o alvo.

    -Ah sim, sim, não se preocupem! Eu tenho informações privilegiadas sobre ele...

    As palavras são postas propositadamente para deixar o suspense e a curiosidade no ar.
    Sayd
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    Re: Prólogo

    Mensagem por Sayd em Seg Jul 16, 2018 1:59 pm

    "Muito bem. Então somos Dyanna, Kinkle, Grom e Aphega. Acho que isso deve ser suficiente, todos de acordo? Nesse caso podemos começar a nos organizar para partir", eu digo, satisfeita por ter resolvido rapidamente a questão de arrumar um trabalho e impaciente para colocar logo o pé na estrada.

    Me preocupa o fato de que não tenho os componentes necessários para a invocação de um familiar, que poderia ser de grande ajuda nessa primeira aventura. Ainda preciso de 8 peças de ouro para adquirir os materiais, mas não me sinto confortável de pedir dinheiro emprestado a estes desconhecidos. Por sorte tenho alguns pertences duplicados, como vidros de tinta e facas... talvez seja possível vender esses ou outros itens e juntar o dinheiro que preciso. Decido arriscar e compartilhar minha preocupação com o grupo.

    "Já que vamos embarcar nessa juntos vou compartilhar uma questão que está martelando em minha cabeça", eu digo, um pouco desconfortável. "Eu conheço meios de invocar um animal familiar que pode nos acompanhar e ajudar na missão, servindo como batedor ou vigia, por exemplo... mas preciso de alguns componentes que não posso comprar agora, pois me faltam 8 moedas de ouro. Eu pensei em tentar negociar um pouco os itens que tenho e com sorte resolver esse problema... isso é claro se não se importarem em adiar a partida em alguns minutos. Poderíamos ir todos juntos até os comerciantes..."

    Preparo-me para uma resposta negativa dos outros três, mantendo uma expressão de poucos amigos.
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    Re: Prólogo

    Mensagem por Necromancer Ignaltus em Seg Jul 16, 2018 8:44 pm

    -Interessante! Vaga-lume!? O porque desse apelido?

    - Resumindo, um acidente infeliz com minhas próprias, quando eu ainda era inexperiente, e dai eu virei piada para os soldados presentes. A coisa só se espalhou depois, disse o alquimista encurtando o fato, meio desgostoso pela desventura de outrora.

    "Já que vamos embarcar nessa juntos vou compartilhar uma questão que está martelando em minha cabeça."

    "Eu conheço meios de invocar um animal familiar que pode nos acompanhar e ajudar na missão, servindo como batedor ou vigia, por exemplo... mas preciso de alguns componentes que não posso comprar agora, pois me faltam 8 moedas de ouro. Eu pensei em tentar negociar um pouco os itens que tenho e com sorte resolver esse problema... isso é claro se não se importarem em adiar a partida em alguns minutos. Poderíamos ir todos juntos até os comerciantes..."[/justify]

    - Hum... entendo. Felizmente isso é fácil de se arranjar. Eu já estava indo ver uma conhecida minha da Guilda, mais ou menos. Vamos juntos reunir o meu e o vosso equipamento e podemos fazer um grande negócio antes do dia acabar, disse Kss com um olhar sério, mas vítreo para o horizonte, como se fitasse um objetivo.

    Nisso, ele começou a se mover para a saída, mas se deteve, votando para os outros três e perguntou:

    - Aonde estão os vossos pertences? Quem quiser trocar algo a oportunidade será está, ele disse ao bárbaro, o ladino e à maga, ficando em espectativa para seguir afora logo que dessem a resposta positiva.
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    Re: Prólogo

    Mensagem por Sayd em Qua Jul 18, 2018 2:31 pm

    "Alguma objeção?", eu pergunto a Kinkle e Grom, antes de acompanhar Aphega.
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    Re: Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Qua Jul 18, 2018 3:51 pm

    - Resumindo, um acidente infeliz com minhas próprias, quando eu ainda era inexperiente, e dai eu virei piada para os soldados presentes. A coisa só se espalhou depois, disse o alquimista encurtando o fato, meio desgostoso pela desventura de outrora.

    Ah sim, trágico, meus sentimentos!

    Respondeu o kobold realmente sincero.

    Aonde estão os vossos pertences? Quem quiser trocar algo a oportunidade será está!

    -Ah sim, sim, meus pertences já estão comigo, um kobold deve sempre estar preparado!

    "Alguma objeção?"

    -Nenhuma, afinal, se fomos para uma missão devemos ir com toso os recursos que temos!

    O kobold afirma apressadamente e parecia bastante empolgado.

    "Pronto, agora é só capturar o maldito e receber a recompensa!"





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    Re: Prólogo

    Mensagem por Necromancer Ignaltus em Qui Jul 19, 2018 8:27 am

    -Nenhuma, afinal, se fomos para uma missão devemos ir com toso os recursos que temos!

    - Porém, não sabemos aonde encontra-lo.

    - Mestre kobold, tu disseste que possui informações privilegiadas a este respeito? Nós precisamos saber aonde vamos para escolher o melhor equipamento, pois nossos recursos, assim como meus contatos, são finitos
    , perguntou Aphega à Kimble.
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    Re: Prólogo

    Mensagem por TheDuck em Dom Jul 22, 2018 10:09 am

    - A senhorita diz ser Dyanna, a Vermelha, para ser uma maga da Guilda dos Sábios, o senhor kobold aqui eu não sei ainda. Eu sou Aphega Kss, da Guilda dos Mercadores, Grom.

    - A dama deseja saber se nós dois sabemos lutar, Grom. Eu respondi que sim, e penso que tu olhas como alguém que sabe se cuidar num combate,

    - Uhum. Sabemos sim. Eu e CÃO.

    Grom enfatiza a presença de Cão.

    -Ultimo da tribo? Mas você só é chefe por isso ou conseguiu esse posto antes? Porque virar chefe de uma tribo depois que todos morrem sobra apenas um é fácil...

    -Ah sim, sim, não entenda como um desmerecimento de forma alguma, hehehe não foi minha intenção. Eu passei alguns anos numa tribo Kobold e sei como as coisas funcionam. E a propósito, me chamo Kinkle o Traiço... cof cof, Traço rápido!



    - Sim, último. Todos os demais morreram. Foram mortos na verdade. Grom fala com ar de tristeza sobre o fato. - Sempre será desmerecimento, Grom sendo ou não chefe não importa, se estou vivo é por eles e a vergonha que carrego sempre será lembrada. Estou vivo para mostrar o poder da minha tribo.

    - Mas isso não importa agora, e este é CÃO.

    Grom estava visivelmente incomodado de que todos haviam se apresentado mas ninguém se atentou ao fato de responder sua apresentação ao seu melhor amigo.

    "Alguma objeção?"

    - Sim, e este é CÃO.


    Grom aponta severamente a seu amigo sentado ao lado dele.


    - E estamos prontos, é só pegar minha mochila. Não é CÃO?

    - Auuuf. Bufou Cão com desdém aos demais após ter sido ignorado.
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    Re: Prólogo

    Mensagem por Necromancer Ignaltus em Dom Jul 22, 2018 2:58 pm

    - Então, sigamos. Se houver mais alguém que precise apanhar algo, nós podemos fazer qualquer parada pelo caminho. Agora, nós iremos nos dirigir ao estabelecimento da Senhorita Trocatudo Coda, uma colega gnomida pertencente a Guilda de Mercadores como eu. Ela é bem caseira, e meio mesquinha, mas é jovem e muito sociável.

    - O plano é este: Como ela faz parte da mesma guilda será mais fácil para ela trocar os itens que eu apresentar-lhe, seja por moedas seja o que for que aquela cabecinha conseguir arquitetar. Membros mercadores podem adquirir qualquer item na cidade do ouro pela metade do preço. Normalmente equipamentos revendidos valem a metade do preço, mas como ambos temos o benefício isso deve compensar. Não que ela não vá pechinchar, ela é maliciosa quanto a isso. Por último, nós não iremos gastar moedas, mas apenas cambiar nosso itens, que ela deve avaliar, obviamente. A minha ideia é que assim possamos adquirir os itens que ela possuir na loja
    , o jovem mercador explicou a ideia aos demais enquanto mostrava o caminho.
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    Re: Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Dom Jul 22, 2018 9:57 pm

    - Mestre kobold, tu disseste que possui informações privilegiadas a este respeito? Nós precisamos saber aonde vamos para escolher o melhor equipamento, pois nossos recursos, assim como meus contatos, são finitos

    O kobold ouve a preocupação do homem enquanto a cada palavra balançava a cabeça positivamente, como se tivesse concordando com tudo:

    -Ah, sim, sim...Sei de informações importantes, mas não tão detalhadas a tal ponto de ter certeza que tipo de equipamento devemos usar, portanto, sugiro que peguem os mais flexiveis e genéricos, evitem especificar de mais. Já quanto as informações, contarei quando nos afastarmos desse monte de ouvidos curiosos...

    Kinkle observava desconfiado a todos a seu redor que não fossem do grupo, ele queria evitar que as informações vazassem e prejudicassem seu trabalho.

    Assim que termina Grom se pronuncia, respondendo sua pergunta.

    - Sim, último. Todos os demais morreram. Foram mortos na verdade. Grom fala com ar de tristeza sobre o fato. - Sempre será desmerecimento, Grom sendo ou não chefe não importa, se estou vivo é por eles e a vergonha que carrego sempre será lembrada. Estou vivo para mostrar o poder da minha tribo.


    O kobold arregala os olhos surpreso com a história.

    -É uma pena... Dizia ele educadamente. -Mas agora você os representa e deve mostrar sua honra e orgulho! Esse trabalho será o começo de tudo! O pequenino parecia bastante empolgado.

    No fim da fala do orc o largatinho bípede percebe que ele dá muita ênfase a seu lobo de estimação. parece se incomodar com os modos de ignorar o canino.

    -Cão é? Ele é Bravo? Como ele é grande...eu poderia até monta-lo hahaha! como será cavalgar em um lobo? Indagava visivelmente pensativo o pequenino.

    Aphega então toma a palavra e já tinha um plano em mente para adquiri os equipamentos. O plano soa interessante para o kobold, ele coça sei queixo, pensativo e responde:

    -Hummmmm...parece um ótimo plano, sim, sim parece sim! estou de acordo, mas..se você quiser posso conseguir alguns sem custo...digamos assim...hehehehehehe...


    Estava claro a proposta do Kobold.


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    Re: Prólogo

    Mensagem por Necromancer Ignaltus em Seg Jul 23, 2018 11:20 am

    - Hum... melhor nós não tomarmos ações que coloquem nossas cabeças à prêmio também, acautela o jovem aventureiro enquanto o grupo caminhava.
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    Re: Prólogo

    Mensagem por Rum + Coca em Ter Ago 07, 2018 2:47 pm

    Dia 01, 18ºC, clima desconhecido... Perdendo a noção do tempo...
    ____________________


    Em meio ao parlatorium àquele predestinado grupo que se formava jamais poderia imaginar algo tão surreal quanto o que estava para acontecer, Dyanna, Grom, Kinkle, Kss e Cão sentiram-se estranhos e subitamente transpassaram o chão caindo rapidamente para dentro das pedras que formavam aquele solo, o desconforto de ocupar o mesmo espaço que o solo e ainda ver tudo isso se mover diante de seus olhos era sufocante, mas rapidamente todos atravessaram saindo do outro lado do chão... Sim... O teto... E assim o grupo avistou o Andar Três e os aquedutos que sobrepunham-se às vigas de sustentação rodeadas pelas escadarias. Sua plenitude e esplendor de engenharia não poderia ser admirada de cabeça para baixo infelizmente, mas nossos heróis agora entenderam que desde antes estavam caindo e ainda despencavam por mais de cem metros de encontro a uma fonte de uma pequena praça. A sensação de morte iminente começou a percorrer seus corpos e permeou seus espíritos instalando-se em suas mentes, isto certamente iria sobrepor qualquer ato mais racional, no entanto, quem sabe qual filme passaria diante de seus olhos.

    Tudo durou apenas um instante e todos pensaram que era o fim quando chegaram a centímetros de se chocar com a rasa fonte daquela singela praça, mas foi só nesse momento que um portal se abriu lançando a todos num túnel. Foram desacelerando em uma espécie de limbo, mas antes mesmo que alguém pudesse questionar, a viagem terminou com o baque em um chão duro, e no escuro o cheiro acre de sangue fresco permeava o lugar em que todos se encontravam, parece que a primeira aventura não seria bem da forma que os aventureiros esperavam. A pergunta no ar agora é que lugar é esse? E possivelmente... que raios estava acontecendo? Aqueles que fossem abrindo os olhos e se levantando perceberiam a escuridão total limitando sua visão. Seus pertences menores estariam espalhados, e talvez quebrados ou inúteis por várias razões. Mas ainda que todos fossem novatos, certamente perceberiam de que se tratava de uma dungeon, algo que os mestres de guilda já haviam advertido, já que nesse mundo mágico dungeons perdidas aparecem a toda hora e em qualquer lugar.

    Caso alguém acenda alguma espécie de luz poderão ver certos detalhes do lugar... mas todos estão enxergando dentro de seu campo de visão normal, situem-se ao centro:
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    Re: Prólogo

    Mensagem por Necromancer Ignaltus em Ter Ago 07, 2018 10:11 pm

    "Detestável!", foi tudo que Kss pode regurgitar sobre a armadilha armada, propositalmente para testá-los, ou coisa semelhante, pois não havia como uma coisas dessas estar ali sem conhecimento dos figurões.

    - Agora precisarei matar alguém por isso, disse o alquimista num tom calmo, mas que demonstrava a sua insatisfação. Ele agia tomando uma das suas dez tochas e tentando sacar a caixa de fogo para acender uma luz para o grupo.
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    Re: Prólogo

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      Data/hora atual: Dom Ago 19, 2018 10:34 am