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[!ON!] Ato I: Uma Nova Comitiva

Felarhix
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[!ON!] Ato I: Uma Nova Comitiva - Página 2 Empty Re: [!ON!] Ato I: Uma Nova Comitiva

Mensagem por Felarhix em Ter Ago 13, 2019 11:12 pm


Bafur ouve atentamente o que aquele maldito elfo (sim, apesar de ter vivido um bom tempo junto com os beornings, e sua aversão aos orelhudos ter diminuído bastante, ela estava retornando com tudo, após quase ser alvejado por uma flecha e ter que ouvir tanta baboseira.) o anão continuava segurando seu machado, quando ouve o elfo dizer:

- Vão cansar os braços se continuarem segurando suas rústicas armas. Se eu fosse vocês, me pouparia desse vão esforço.

- Devo dizer que as armas dos anões são uma extensão do seu braço e com isso posso carregar meu machado em punho por dias e isso não me cansará. Mas não me espanta o fato de carregar armas cansar seus braços. Braços de elfos são feito gravetos, finos e quebradiços.

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[!ON!] Ato I: Uma Nova Comitiva - Página 2 Empty Re: [!ON!] Ato I: Uma Nova Comitiva

Mensagem por bcdomingues em Seg Ago 19, 2019 1:37 pm

@Felarhix escreveu:



Com um sorriso no rosto, Guilin mantinha-se calmo e sereno na presença de seus companheiros. Essa atitude contrastava fortemente com o restante de sua Comitiva, que ainda estava um tanto desconfiada de tudo. Porém, aos poucos, as coisas iam se acalmando. Não compartilhava do ar zombateiro dos outros elfos, mas também não encorajava nenhum outro comportamento. Preferia que as palavras ditassem o rumo das coisas.

capita escreveu:- Você é o primeiro que regressa depois que o seu grupo partiu - disse, causando preocupação em Guilin por seus companheiros. - Mandarei fazerem uma busca na área afim de que encontrem os outros que você disse que já deveriam estar de volta, mas muito nos estranha vê-lo na companhia destes anões e deste... hobbit? - Tanarath parecia pela primeira vez reparar em Robert, que ainda estava encolhido às costas de Guilin. - Sinceramente, seja lá o que vocês estejam fazendo ou para onde estão indo, acho que Thranduil não ficará muito satisfeito em tomar conhecimento disto.

Essas palavras fizeram com que Guilin franzisse a testa. Ora, será que seus companheiros foram interceptados? Fez um maneio com a cabeça sobre a busca dos elfos, mas sentia que isso não daria em nada. Um grande temor começava a tomar conta de seu coração e sua visão já se expandia para o horizonte, tentando penetrar nas sombras de sua amada Mirkwood. Sentia que ali havia uma relação e que precisava decifrar esse enigma.

- Também acredito que nosso rei não ficará satisfeito. - Disse, suspirando. - Mas devemos analisar isso com calma. - Enquanto pensava rapidamente o Hobbit tomou a frente, seu jeito presunçoso arrancando um meio sorriso dos lábios de Guilin.

robert escreveu:- Eu me chamo Robert, sou um amigo de Bilbo Bolseiro e um grande entusiasta das histórias que ouço falar de sua raça. Grandes canções criadas por vocês chegaram até a minha terra, no Condado. E Guilin me apresentou as deliciosas lembas

- Mestre Hobbit, como sempre a importância dos atos alheios está em seu conhecimento de comida. - Disse, olhando para os outros elfos que sorriam de modo automático. Talvez eles não tivessem tão acostumados com essa raça ainda.

capitaa escreveu:- Eu não sabia que vocês existiam até Bilbo Bolseiro passar por estas terras. Pensávamos que os hobbits não passavam de um mero conto de fadas. Em toda a minha vida, você é o segundo hobbit que vejo com os meus próprios olhos.

- Devo dizer que é muito fácil conhecer os hobbits, mas nunca podemos duvidar de sua coragem. Robert aqui terá a oportunidade de mostrar seu valor para todos nós. - Palavras ao vento, sabia, mas não se importava em entoar essas palavras ao grupo.

- Vão cansar os braços se continuarem segurando suas rústicas armas. Se eu fosse vocês, me pouparia desse vão esforço.

- Devo dizer que as armas dos anões são uma extensão do seu braço e com isso posso carregar meu machado em punho por dias e isso não me cansará. Mas não me espanta o fato de carregar armas cansar seus braços. Braços de elfos são feito gravetos, finos e quebradiços.

Guilin abanou a cabeça, descrente. Todos se remexeram inquietos com essas afirmações. Duas raças poderosas que podiam ganhar tanto ajudando uns aos outros e era assim que se tratavam. Ameaças vazias e inimizade. Enfim, preferiu não responder. Suas preocupações já estavam maiores que isso.

- Devo pressupor que você está só de passagem e que devo comunicar o nosso rei? Ou irá pessoalmente falar com Thranduil? Para entrar em nosso reino, você sabe que terei que pedir permissão ao rei sobre a entrada de seus... amigos.

- Não vejo outra escolha. - Disse, falando em Comum. - Meus companheiros elfos, aparentemente, não chegaram até aqui e, por isso, o Rei de Mirkwood não sabe de nossa chegada. - Falou para seu grupo. - Não é permitida a entrada de forasteiros sem a autorização de nosso senhor e não iríamos chegar muito longe caso não cumpramos essa obrigação. Teremos que viajar até a minha cidade, onde explicarei a missão de Bard e, então, continuaremos nossa caminhada.

Não era bobo. Conhecia seu rei. Sua visão de anões, hobbits e humanos pode ter melhorado nos últimos anos, mas não acreditava que seria tão fácil convencê-lo da importância dessa jornada. De qualquer modo teria que ir ao encontro do mesmo para explicar o que estava acontecendo. Só esperava que seu Capitão conseguisse encontrar algum traço de seus companheiros. Enquanto isso pensaria em uma boa desculpa para estranhos penetrarem nas sombras de Mirkwood.

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