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    Antes-do-Amanhecer - Sunna Günnar Thorn

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    Mensagem por Alexyus Sex Jan 05, 2024 1:15 am

    A CANÇÃO DA GUERRA
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    Antes-do-Amanhecer - Sunna Günnar Thorn 800px-P1000125Antes-do-Amanhecer - Sunna Günnar Thorn 800px-BlackjackSpringsWilderness
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    "O Homem é parte da natureza e a sua guerra contra a natureza é, inevitavelmente, uma guerra contra si mesmo."
    Rachel Carson


    A seita Martelo de Pedra protegia o Caern do Martelo de Pedra, em Upper Clam Lake, um local no condado de Ashland, Wisconsin, Estados Unidos. Toda a área estava dentro da Floresta Nacional de Chequamegon, uma área de 860.000 acres (cerca de 6.500 quilômetros quadrados) espalhada pelo norte de Wisconsin. 

    Clam Lake era uma comunidade no sentido mais flexível da palavra. Situada perto das cabeceiras do Chippewa Flowage, a área abrangia vários lagos menores que abrigavam a principal pesca esportiva do estado. Clam Lake também era conhecida como o local da reintrodução de alces em Wisconsin com um rebanho de 25 em 1995 pela Universidade de Wisconsin–Stevens Point, que cresceu para cerca de 180. Isso tinha ocorrido por influência dos Fianna.

    Antes-do-Amanhecer - Sunna Günnar Thorn Fishing-report-map-Clam-Lake-Wisconsin

    Clam Lake era também o local de um transmissor de frequência extremamente baixa (ELF) da Marinha dos EUA, usado para se comunicar com submarinos profundamente submersos. Foi usado entre 1985 e 2004, mas agora estava desativado. A área do transmissor estava fora da jurisdição do Martelo de Pedra, pois havia uma seita de Andarilhos do Asfalto tomando conta do lugar, que contavam com a colaboração de Filhos de Gaia, Fúrias Negras e Roedores de Ossos. Apesar disso, as relações entre as duas seitas era razoavelmente boa, em muito por influência dos Filhos de Gaia.

    Antes-do-Amanhecer - Sunna Günnar Thorn Clam_Lake_ELF

    Muito mais perto, no Lower Clam Lake, ficava a Reserva Indígena St Croix Chippewa, onde um número considerável de uktenas e wendigos vigiavam os nativo-americanos que lá viviam. Essa seita era muito mais reservada e avessa a colaborações, com os bravos Wendigo se opondo a qualquer contato com os Fianna e os Crias de Fenris. Havia outras seitas com mais Crias de Fenris, mas estavam mais distantes que os dois vizinhos.

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    Antes-do-Amanhecer - Sunna Günnar Thorn UpperClamColorLight

    A seita Martelo de Pedra, como Sunna tinha aprendido no decorrer do seu Ano de Filhote, era parte Cria de Fenris, parte Fianna. O Caern do Martelo de Pedra era de nível 3, menos poderoso que os dois vizinhos, e fôra conquistado havia mais de um século ainda durante a época da guerra com os garous nativos da América. A extensão das terras da Divisa era formada por uma densa floresta de coníferas, com pinheiros e abetos em profusão até às margens do lago. Os pescadores e trilheiros não vinham para aquela região com frequência, e os que vinham eram desencorajados fortemente pelos garous e Parentes da seita. O centro do caern era uma gruta submarina num dos pontos mais recônditos da margem do lago. Havia espíritos animais na Penumbra como alces e peixes, além de árvores (Filhos das Clareiras) e elementais da água, terra, pedra e neve. O totem do caern era a Rainha da Neve.

    Rainha da Neve:

    Quando Skoll trouxe Sunna para a seita, ela teve que aprender toda a cultura fenrir e depois aprender a suprimi-la devido à convivência com os Fianna da seita. Os garous da seita usavam os termos comuns da Nação Garou, embora os termos fenrires fossem compreensíveis quase sempre para todos. Os garous e seus familiares moravam em cabanas quase ocultas em meio às árvores. Não havia mais de 40 pessoas na seita, incluindo as crianças. 

    O pai de Sunna, Ossian Thorn, era o Grande Ancião da seita Martelo de Pedra, o theurge de posto 5 Ossos-de-Sal, a recebera na seita. Conhecido por sua habilidade em se comunicar com os espíritos da natureza e manter o equilíbrio espiritual na seita, Ossos-de-Sal tinha uma profunda conexão com os espíritos locais, inclusive os rebanhos espirituais de alces, vendo neles um símbolo da renovação e resiliência. Ele apresentou sua esposa, Freya Thorn, e seu filho de 13 anos, Isaac. Ossian sempre portava um Martelo de Ferro, além de outros fetiches menores, o que destacava seu poder e experiência. Embora Sunna fosse uma theurge, ele não a tommou como sua protegida e nem a trouxe para morar na cabana dele, deixando que ela ficasse na cabana que pertencera a Skoll.


    Spoiler:

    Em seu Ano de Filhote, Sunna foi supervisionada por Sussurros-da-Floresta, uma theurge lupina adren, que curiosamente era casada com um Parente hominídeo, Bjorn Halvorsen; aparentemente, naquela seita era bastante comum garous lupinos firmando laços com Parentes humanos e até tendo filhos. Sussurros foi bastante solícita com Sunna, ensinando-a tudo que era necessário para ser uma boa Godi. Ela guiou-a na familiarização com a Penumbra local e respondeu todas as perguntas de filhote que Sunna ainda tinha.


    Spoiler:


    Com o marido de Sussurros, Sunna aprendeu que havia uma dinastia dentro do caern, da qual ele era parte. O caern fôra conquistado por um ancestral chamado Halvor, e um de seus descendentes ainda mantinha o legado garou vivo: Erik Halvorsen, irmão de Bjorn, era o ahroun de posto 3 Martelo-da-Fúria. Ele era uma espécie de rival de Ossos-de-Sal, embora fosse menos experiente que o ancião. Ele era viúvo, sua esposa tendo sido vitimada por servos da Wyrm numa das caçadas de Erik, mas ele ainda tinha dois filhos, Mikkel e Maeve.


    Spoiler:


    Além desses Crias de Fenris centrais, ainda havia mais dois membros da tribo na seita: o Modi lupino de posto 4 chamado Braço-de-Ferro (que tinha uma filha humana, Astrid Ulvdottir), e o phillodox hominídeo de posto 3 Guardião-do-Limiar, cujo nome humano era Liam Lund (ele tinha uma esposa, Lisa, e uma filha, Linn). Braço-de-Ferro era o braço direito de Ossos-de-Sal, e Guardião-do-Limiar era o único phillodox da seita.


    Spoiler:

    Além deles, havia mais cinco garous fiannas e suas numerosas famílias, que Sunna ainda não conhecia bem, mas a maioria deles era de posto inferior aos dos Crias de Fenris, de modo que eram coadjuvantes na política da seita.

    A seita realizava rituais sagrados nos pontos energéticos da Floresta Nacional de Chequamegon para fortalecer a ligação entre os Garou e os espíritos da terra. Os membros da seita trabalhavam ativamente para proteger a fauna e flora locais, especialmente os alces que representavam uma ligação especial com a espiritualidade da seita.

    Manter o equilíbrio entre os interesses espirituais da seita e as ameaças físicas à Floresta Nacional de Chequamegon era um desafio constante. Os Garou deviam equilibrar a necessidade de defender sua terra enquanto respeitavam os espíritos locais.

    Por isso a apreensão era grande quando Ossos-de-Sal reuniu a seita em uma assembleia na caverna submarina à beira da densa floresta de Wisconsin. A luz do luar destacava os contornos de seus traços marcados pela idade, enquanto seu olhar sério refletia a sabedoria acumulada ao longo de muitas luas.
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    A seita se reuniu em um círculo, cada Garou ciente da gravidade na expressão de Ossos-de-Sal. Os murmúrios do lago serviam como som de fundo para a reunião, enquanto as sombras das árvores dançavam no chão sob a luz prateada da lua cheia.

    Com um gesto solene, Ossos-de-Sal ergueu a mão, silenciando a conversa entre os membros da Seita. Seus olhos percorreram cada rosto, refletindo a seriedade do aviso que estava prestes a dar. Um suspiro suave escapou de seus lábios antes de começar a falar, sua voz profunda ressoando na gruta.
    Antes-do-Amanhecer - Sunna Günnar Thorn Nintch11
    - Filhos e Filhas de Fenris, escutem-me atentamente. A Mãe Gaia nos enviou um aviso, um sussurro dos espíritos e um lamento das criaturas selvagens. Nossos irmãos e irmãs de quatro patas estão desaparecendo, sumindo nas sombras da floresta. Não podemos ignorar este chamado, pois a Wyrm pode estar tecendo seu veneno em nosso próprio quintal.

    Ossos-de-Sal fixou o olhar em cada membro da tribo presente na reunião, buscando conexão visual. A gravidade em suas palavras foi acompanhada pela serenidade de quem aceitava o fardo da responsabilidade.
    Antes-do-Amanhecer - Sunna Günnar Thorn Nintch11
    - Aguardem as mensagens dos espíritos, observem os sinais na Umbra e mantenham vigilância sobre os animais da floresta. Nossos Parentes dependem da preservação deste equilíbrio, e é nosso dever como Cria de Fenris e Fianna proteger essa harmonia. Que o uivo dos lobos ecoe em resposta ao chamado de Gaia, e que cada um de nós esteja preparado para agir quando a hora chegar.

    A gruta ficou em silêncio por um momento, absorvendo as palavras de Ossos-de-Sal. A noite ao redor parecia responder ao chamado, e a Seita Martelo de Pedra se preparava para enfrentar a escuridão que se aproximava, com a certeza de que sua união e determinação são a chave para preservar a Mãe Gaia. Cada um dos garous presentes parecia já saber o que faria sem precisar ser ordenado, mas Sunna ainda era nova naquilo.


    OFF: Finalmente começamos,  @Rosenrot! Descrevi bastante sobre a seita para você se ambientar mas ainda há muito mais para explorar! Sunna tem liberdade agora para fazer o que achar melhor (até perguntar a alguém o que deve fazer se quiser). O curso da história vai ser decidido pelas suas escolhas. Espero que se divirta e tenha um ótimo jogo!
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    Mensagem por Rosenrot Sáb Jan 06, 2024 7:24 am



    Sunna Günnar

    "Eu ouço suas vozes. A terra cresce quente e com raiva. O vento está frio e com desprezo. Eles estão ao nosso redor, aguardando meu chamado."


    Após o Ano do Filhote, os dias eram mais tranquilos, apesar de boa parte deles serem dedicadas ao aprendizado. A relação com seu pai continuava distante, Ossos-de-Sal não era exatamente um homem sentimental e tão pouco carinhoso e Sunna não esperava por isso de qualquer forma, em verdade, sentia mais falta do irmão com quem criou um vínculo, mas agora Sköll estava longe dali e ocupado com sua nova matilha e sua futura família, já que se casaria em breve com uma das filhas de seu outro avô.

    Diferente da maioria dos Crias de Fenris, Sunna não via muitos problemas em ter uma Seita multitribal, apesar de saber dos conflitos entre os Fenris e Fiannas serem antigos e ancestrais; ela até conseguia se divertir um pouco com os celtas e suas histórias - que às vezes achava exageradas -, mas no fim, todo mundo gostava de contar vantagens, não?

    De certa forma, tinha a personalidade reservada do pai e apesar de conhecer algumas pessoas na Seita, Sunna preferia se manter à distância, observando e absorvendo; seu nome Garou refletia parte do seu rito de passagem, onde fora enforcada em uma árvore e precisou sobreviver até "antes de amanhecer", quando se tem seu ar sendo tomado de você e alucinações com espíritos em sua cabeça, você aprende a observar mais e falar menos, pensava ela.

    Enquanto não fazia oficialmente parte de uma matilha, ela ajudava no que era preciso; a matilha que faz a ronda precisa de alguém para ajudar? Ela iria. Os Parentes precisam de alguém para acompanhar em alguma coisa? Sunna se dispunha, eram oportunidades de aprendizado, pensava ela. no resto do tempo, ela praticava as receitas de ervas de um livro antigo que havia pertencido a sua bisavó deixado por Sköll.

    Quando o chamado veio e a Seita se reuniu no local para as assembleias, Sunna atendeu ao chamado e em silêncio ouviu. Sunna sabia que fosse o que fosse, provavelmente não seria algo bom, quando o Ancião finalmente terminou de falar ela aguardou para ver se mais alguém se pronunciaria, quando isso não aconteceu, a Godi se levantou e voltou-se ao Modi.

    "Braço-de-Ferro-rhya." - Começou ela, do jeito que havia sido ensinada a chamar os Fenris acima de seu posto. "- No que posso ser útil?"


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    Mensagem por Alexyus Qua Jan 10, 2024 5:10 pm

    Sunna foi falar com o Vigia da seita Martelo de Pedra, o ahroun adren Braço-de-Ferro.
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    Sunna escreveu:"Braço-de-Ferro-rhya." - Começou ela, do jeito que havia sido ensinada a chamar os Fenris acima de seu posto. "- No que posso ser útil?"

    O lupino olhou para Sunna e dissse:
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    - Antes-do-Alvorecer, hum... vá ajudar Sussuros-da-Floresta a fazer suas coisas de theurge!

    Apesar da ordem um tanto ou quanto displicente do Vigia, restava a Sunna obedecer.

    Sussuros-da-Floresta já estava se concentrando para começar sua exploração quando Sunna se acercou dela.
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    - Braço-de-Ferro te mandou vir trabalhar comigo? Muito bem, enquanto os outros vão correr atrás de qualquer coisa que acharem estranho, nós vamos atrás de quem sabe o que houve de estranho, os espíritos. Vamos esperar a chegada de Som-do-Luar, a cliath dos fianna que também é theurge. Vamos ver se ela aprende alguma coisa com a gente...

    As duas crias de Fenris esperaram na clareira nevada com o luar brilhando nas superfícies ao redor delas, até que uma lupina de pêlo malhado de castanho-avermelhado e branco-prateado e olhos verdes grande e inocentes se aproximou cautelosamente delas.

    Com uma voz suave e melodiosa, ela falou:
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    - Sussurros-da-Floresta-rhya, vim para ajudar você. O que vamos fazer? 

    Com seu tom grave e ponderado, Sussurros respondeu:
    Antes-do-Amanhecer - Sunna Günnar Thorn 31750370-288-k554975
    - Vamos para a Penumbra caçar espíritos. Um deles vai saber o que aconteceu.

    Seguindo o plano da theurge mais experiente, as três garous passaram para a Umbra, percorrendo atalhos para uma clareira umbral bem semelhante à versão física. As formas preferidas das duas lupinas para caçar eram as de Hispo, mas Sunna poderia escolher a que preferisse. Elas ficaram de tociaia somente por alguns minutos antes que farejassem um espírito animal e começassem a perseguição.


    OFF: @Rosenrot , faça um teste de Destreza+Sobrevivência para determinar como Sunna se saiu na caçada.
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    Mensagem por Rosenrot Qui Jan 18, 2024 11:44 am



    Sunna Günnar

    "Eu ouço suas vozes. A terra cresce quente e com raiva. O vento está frio e com desprezo. Eles estão ao nosso redor, aguardando meu chamado."


    Roll:

    A jovem Godi sorriu quando Braço-de-Ferro falou seu nome de maneira errada, não iria corrigi-lo, claro, mas era incomodo de qualquer maneira, como se de alguma forma não fosse interessante o suficiente para o Garou saber o nome daqueles que lhe cercavam, isso não era bom de muitas formas, Sunna achava, liderar era uma tarefa difícil, mas o que seria de um líder sem aqueles que os seguissem?

    Ela moveu a cabeça em positivo, quando ele falou sobre "coisas de Theurge", achou engraçado como a maioria dos outros Augúrios não faziam ideia do que os Theurge eram realmente capazes, não era atoa que seu pai se chamava Ossos-de-Sal, era? E ela conhecia a história de muitos outros, ferozes guerreiros de Gaia.

    Enquanto esperava com Sussuros-da-Floresta, Sunna meditava, os olhos bem fechados e a cabeça tão longe quanto podia, tendo a concentração apenas quebrada quando ouviu a voz da jovem Fianna e achou estranho quando ela chamou Sussurros-da-Floresta de "rhya", aquilo era algo dos Crias de Fenris, não sabia que as outras Tribos usavam disso.

    Passar para a Umbra era uma tarefa relativamente fácil para a Theurge, como se o véu fosse tão fino quanto uma neblina, mas Sunna não gostava de caçar os espíritos, sua abordagem era... Diferente. Mas não podia também deixar a ordem de lado, então assim o fez.


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    Mensagem por Alexyus Ter Jan 30, 2024 10:15 am

    Sunna conseguiu acompanhar muito bem a caçada aos espíritos de Sussurros-da-Floresta.

    A godi mais experiente se movia tão silenciosamente quanto os sussurros de seu nome, e alcançou o espírito-alce rapidamente, com Antes-do-Amanhecer logo atrás dela. Som-do-Luar ficou mais retardatária, e só chegou quando as fenrires já tinham dominado o alvo. O método de investigação de Sussurros era bater em todos os espíritos até que dissessem o que ela queria saber, e combater aqueles animaes era bem fácil para a cria de Fenris.

    O espírito-alce não opôs grande resistência depois de ser derrubado, mas disse que não sabia nada sobre isso. Após mais algumas pancadas, ele indicou um outro espírito animae que talvez soubesse. Sussurros só não colocou o alce em Modorra porque Som-do-Luar intercedeu a favor de deixá-lo seguir seu caminho já que tinha colaborado com elas.

    O espírito-coelho requereu uma corrida bem mais intensa das três theurges, mas finalmente foi capturado e intimidado. Sussurros sabia que não poderia bater nele tão forte quanto no alce ou ficaria sem respostas. O esquivo coelho falou rápido enquanto tremia que sabia sobre os desaparecimentos mas não sabia onde tinham ocorrido, mas conhecia alguém que dissera saber. Depois de ser devidamente intimidado por Sussurros para confirmar se não estava mentindo, o espírito-coelho saiu correndo velozmente para longe das garous.

    Infelizmente, a dica do coelho era sobre um espírito-pássaro da espécie Colheireiro-Róseo, uma espécie raramente avistada em Wisconsin ou em qualquer estado do norte dos Estados Unidos. A presença de um deles ali no mundo físico poderia indicar um desvio em suas rotas migratórias, mas os espíritos raramente se perdiam tanto assim. As três theurges tiveram que espreitar as margens dos lagos por vários dias até encontrarem o único espírito do tipo que estava na região.

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    Ele quase escapou do trio, mas Sussurros estava muito concentrada e focada para perder a oportunidade. Agarrou o pássaro pelas pernas e o forçou a ficar no chão e responder as perguntas. Eventualmente, o espirito parou de se debater e respondeu:

    - Eu estava conversando com outros espíritos aves perto do que vocês chamam de Cat Island quando percebi. Meus companheiros alados não reconheceram, mas eu já vi coisas assim nos mares do equador e do sul. Uma corrente no lago, lenta mas constante, numa espiral descendente, um sumidouro. Eu sobrevoei a área e percebi a armadilha. Muitos animais podem ser atraídos para esse tipo de armadilha e morrerem afogados. Mas foi estranho não ver nenhum corpo deles, por isso me pareceu antinatural.

    Apesar do interrogatório furioso de Sussurros, não se pôde arrancar mais nada do espírito e Som-do-Luar fez questão de que ele seria libertado depois de lhes mostrar o lugar.

    Quando chegaram lá, as três theurges compreenderam melhor a situação. Cat Island era uma ilha de Wisconsin no Lago Superior, uma das Ilhas Apóstolos e parte do Lago Nacional das Ilhas Apóstolos. Ela formava uma corrente de ilhas junto com as ilhas Willow e Bass, mas o conjunto das três era chamado de Cat Islands. Elas já tinham sido um berçário reprodutivo para várias espécies de aves, mas tinham sido degradadas e foi apenas em anos recentes que se iniciou um projeto de restauração do habitat, construindo uma passarela sobre um quebra-mar para impedir o assoreamento total da ilha, o que trouxe as aves de volta, agora protegidas pelos humanos. 

    Spoiler:

    Mas ali, em algum lugar sob a água, havia uma armadilha submersa, um sumidouro mortal para vários animais.

    Sussurros foi prática:
    Antes-do-Amanhecer - Sunna Günnar Thorn 31750370-288-k554975
    - Muito bem, vamos ter que avisar a seita sobre isso. Mas alguém vai ter que ficar por aqui e vigiar o lugar. Quem vai ficar?




    OFF:  @Rosenrot, fiz um skip time na caçada ao pássaro, mas você pode narrar conversas em flashback durante esse tempo se quiser. Sunna pode ficar para vigiar ou deixar a fianna lá e voltar com a Shakira pra seita, cada caminho terá um desafio diferente.    
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    Mensagem por Rosenrot Sáb Fev 03, 2024 9:22 am



    Sunna Günnar

    "Eu ouço suas vozes. A terra cresce quente e com raiva. O vento está frio e com desprezo. Eles estão ao nosso redor, aguardando meu chamado."


    Sunna acompanhou como foi solicitado, mas não se envolvia muito nos métodos de Sussurros-da-Floresta - até porque não tinha sido pedido que o fizesse -, mas a Theurge não gostava tanto assim do modo da outra de interrogar os espíritos. Sabia bem que os Crias de Fenris viviam pela força, mas aprendeu com o próprio pai que havia mais de um tipo de força.

    Junto com o Som-do-Luar, a Theurge ficou de espectadora enquanto a outra fazia seus interrogatórios e aproveitava até mesmo para prestar mais atenção as detalhes da Umbra nos locais em que estavam, guardando mentalmente os tipos de espíritos que via.

    Quando finalmente acharam o pássaro, Sunna aguardou enquanto a outra interrogava o espírito.

    ...

    Sunna observou o lugar com curiosidade e interesse, sempre muito observadora a Theurge queria não apenas ver, mas também entender o lugar em que estavam, saiu de seus devaneios quando ouviu a voz de Sussurros.

    - Eu posso ficar. - Disse a jovem, olhando paras as outras duas.

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    Mensagem por Alexyus Ter Fev 20, 2024 8:47 pm

    - Eu posso ficar. - Disse a jovem, olhando paras as outras duas.

    Sussurros-da-Floresta e Som-do-Luar assentiram, concordando com a sugestão de Sunna.

    A fenrir disse:
    Antes-do-Amanhecer - Sunna Günnar Thorn 31750370-288-k554975
    - Fique atenta e tenha cuidado, irmã! Aja se necessário, mas mantenha-se vigilância! Voltaremos assim que pudermos!

    Sunna Gunnar, a garou Antes-do-Amanhecer, permaneceu atenta e vigilante na Cat Island, uma das Ilhas Apóstolos em Wisconsin, EUA. Seus dias foram permeados por uma mistura de atividades e momentos de contemplação.

    Ao amanhecer, ela se levantava, aproveitando a calma da manhã para inspecionar os arredores da ilha. Observava os movimentos da natureza, atenta aos mínimos detalhes que pudessem indicar qualquer presença ou atividade suspeita. Seu instinto aguçado a mantinha alerta para qualquer sinal de perigo iminente.

    Durante o dia, ela podia explorar os recantos da ilha, familiarizando-se com cada pedra, cada árvore, cada canto escondido. Conhecer o terreno era essencial para sua missão de proteção. Ela também utilizava esse tempo para se conectar com a natureza ao seu redor, fortalecendo seus laços com o espírito da ilha e buscando orientação nas energias que a cercavam.

    À medida que o sol se punha, Sunna tinha que intensificar sua vigilância. A escuridão trazia consigo um novo conjunto de desafios, mas também lhe concedia uma vantagem, permitindo-lhe mover-se com mais liberdade e discrição. Nas noites silenciosas, ela se mantinha atenta aos sons da floresta, discernindo entre o comum e o incomum, entre o perigoso e o inofensivo.

    Entre seus deveres de vigilância, Sunna encontrava momentos de descanso e reflexão. Ela aproveitava esses intervalos para meditar sobre sua missão, sobre o papel dos garous na proteção da natureza e sobre o equilíbrio delicado entre o mundo dos humanos e o mundo espiritual.

    À medida que os dias passavam, a solidão da ilha era mitigada pela presença reconfortante da natureza ao seu redor. Cada amanhecer e cada entardecer eram testemunhados com reverência, lembrando-a da importância de sua missão e do vínculo sagrado que compartilhava com o lugar que jurara proteger.

    E assim, dia após dia, Sunna Gunnar mantinha sua vigília na Cat Island, aguardando a chegada dos outros garous para reforçar suas defesas e continuar a luta pela preservação da harmonia entre os mundos humano e sobrenatural.

    Enquanto Sunna estava em sua vigilância na Cat Island, ela avistou ao longe a chegada de uma excursão escolar. Notou que se tratava de um grupo de estudantes, provavelmente de um colégio de freiras.

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