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    Ecos da Eternidade

    Nazamura
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    Ecos da Eternidade Empty Ecos da Eternidade

    Mensagem por Nazamura Seg maio 20, 2024 8:51 pm



    PRÓLOGO
    Amanhece em Nova Aeternia, uma cidade que ostenta seu passado glorioso e a tradição de contar com gerações de superherois desde os anos 30 até o presente.

    Nova Aeternia viveu a ascenção e a queda de inúmeros super-heróis. Sobreviveu a supercriminosos, alienígenas, senhores da guerra e monstros mitológicos. Teve dimensões paralelas sobrepostas nas próprias ruas, visitas de viajantes do tempo de uma coleção interminável de possíveis futuros. Foi invadida, conquistada, defendida e libertada. E, apesar de tudo, a cidade persevera, mudando, se ajustando e se adaptando para enfrentar quaisquer ameaças ou desafios que possam surgir.

    Nova Aeternia Hoje
    A cidade é enorme, com mais de 10 milhões de pessoas vivendo nos muitos bairros e distritos. É uma cidade de imensa variedade, desde a grande ilha de arranha-céus de prata e vidro aos becos escuros à beira-mar, até a estranha arquitetura transposta de outros mundos. Uma variedade interminável de culturas enche as ruas, cada pessoa trazendo suas próprias crenças, tradições e práticas à mistura. A cidade está longe de ser perfeita, e ainda se vê muito preconceito e intolerância, sendo a maior confluência de atividades super-heroicas, meta-humanas, sobrenaturais e impossíveis de todo o mundo.

    Os super-humanos migraram para a cidade, juntando-se à comunidade crescente de meta-humanos. Alguns se envolveram de cara em atividades criminosas; alguns mergulharam de cabeça em heroísmo; e outros apenas viveram suas vidas. Mas, com todos juntos em um só lugar, Nova Aeternia tornou-se um centro de progresso tecnológico. As indústrias mudaram as suas sedes para a cidade, para ficarem mais perto dos maiores desenvolvimentos de cada área. E, com riqueza e sucesso cada vez maiores, veio a insanidade cada vez mais superpoderosa.

    Nesse cenário, os novos superherois adolescentes (vocês) são heróis da assim chamada Geração Moderna, que vivem em um mundo tecnológico e avançado, bastante acostumado com a ideia de indivíduos superhumanos. Dinossauros pisoteando a avenida principal é uma ocorrência comum; alienígenas invasores e criações insanas da ciência são tratados como problemas genéricos e atrações turísticas. Como os últimos super-heróis a chegarem em cena, essa geração tem uma compreensão mais forte e inata dos problemas super-humanos do que qualquer outra — embora isso nem sempre seja um ponto positivo.

    O mundo espera, ansioso e animado, para ver o que vocês se tornarão.
    ”As Gerações de Ouro, Prata e Bronze”:






    Nova Aeternia
    Ano 2000
    23 de Outubro - Segunda feira
    07:50h da manhã

    Naquela segunda-feira, o sol ainda estava nascendo, lançando raios de luz tímida através das janelas dos quartos dos jovens heróis. As primeiras luzes da manhã pintavam o céu com tons suaves de rosa e laranja, enquanto as poucas nuvens no horizonte se tingiam de dourado. A cidade de Nova Aeternia despertava lentamente, mas dentro do esconderijo dos heróis adolescentes, havia uma sensação de inquietação no ar, como nuvens pesadas prestes a desabar.
    No meio desse ambiente tranquilo, a porta da frente se abriu com um som suave, e Hyperwoman entrou carregando várias sacolas de compras. Seu rosto exibia um sorriso caloroso, apesar da tensão subjacente que só uma mãe de super-heróis pode entender. Ao seu lado, sua filha mais nova, Hypergirl, avançava com uma energia contagiante.

    “Alex, meu filho, trouxe essas provisões para você,” disse Hyperwoman, sua voz carregada de carinho e preocupação, enquanto colocava as sacolas sobre a bancada da cozinha. O ambiente parecia iluminar-se com a presença dela, uma combinação de autoridade e ternura. Hyperwoman, também conhecida como Belinda Hunter, havia abraçado o legado dos super-heróis com paixão e inteligência.

    Enquanto Hyperwoman organizava as compras, Hypergirl, ou Alethea Harper, correu até a sala de estar para ligar a TV. A energia juvenil de Alethea preenchia o ambiente, contrastando com a manhã tranquila. Alethea, embora mais animada que esperta, era uma figura adorada nas redes sociais, uma influenciadora que combinava sua vida de super-heroína com a de estrela online. Crescida sob a tutela cuidadosa de seus pais e ao lado de seu irmão prodígio Alex, Alethea demorou mais para assumir o manto de Hypergirl, preferindo observar e aprender antes de se aventurar. Ela idolatrava seu irmão, mesmo quando o provocava incessantemente, típica de uma irmã caçula.



    Cameron Parker: Bom dia, Nova Aeterna. Aqui é Cameron Parker.
    Elena Martinez: E eu sou Elena Martinez. Estamos ao vivo com as últimas notícias sobre a explosão catastrófica que abalou nossa cidade na noite do último sábado.

    (a imagem muda para tomadas aéreas e fotografias do local)

    Cameron Parker: Uma explosão devastadora em um laboratório desconhecido no Distrito Leste de Nova Aeterna deixou a cidade em estado de choque. O incidente resultou na morte de 13 pessoas e deixou 47 feridos, muitos dos quais estão em estado crítico. As autoridades estão agindo rapidamente para investigar o incidente e implementar medidas de segurança mais rigorosas.
    Elena Martinez: De acordo com informações preliminares, a explosão ocorreu em um laboratório clandestino cuja identidade ainda não foi revelada. O laboratório estava localizado no Distrito Leste, uma área conhecida por abrigar várias instalações de pesquisa e desenvolvimento tecnológico. As causas da explosão ainda estão sendo investigadas pelas autoridades competentes.

    Cameron Parker: Em resposta ao incidente, a Prefeitura de Nova Aeterna convocou uma reunião de emergência para discutir o impacto da explosão e as ações necessárias para prevenir futuras tragédias. Em declaração oficial, o prefeito afirmou: "Estamos comprometidos em garantir a segurança de nossos cidadãos e em investigar minuciosamente as causas desse trágico evento."
    Elena Martinez: A AEGIS, Agência de Governança e Investigação de Super-humanos, também está envolvida na investigação, colaborando com as forças de segurança locais para identificar os responsáveis e avaliar o risco de novas ameaças. Um porta-voz da AEGIS comentou: "Este incidente ressalta a necessidade de uma regulamentação mais rígida sobre as atividades de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias avançadas."




    “Foram vocês, maninho?” Hypergirl provocou com um sorriso travesso, enquanto fazia uma selfie, já imaginando sua próxima aparição no xTwitter. Sua risada cristalina ecoava pelo ambiente, misturando-se ao som da TV ao fundo.

    “Já falei pra não fazer filmagens no esconderijo,” Hyperwoman repreendeu com um tom firme, franzindo o cenho ao ver a filha capturando imagens. Sua irritação era clara, mas havia também uma nota de preocupação em sua voz. “Bem, é melhor vocês irem para a escola enquanto a gente cuida disso,” disse ela, tentando manter a calma. Seus olhos percorreram os rostos dos jovens heróis, lembrando-lhes da importância de manterem suas identidades e atividades em segredo.

    Com um último olhar de aviso para Hypergirl e um sorriso encorajador para Alex e os outros, Hyperwoman pegou as sacolas restantes e, junto com Hypergirl, saiu de casa. A porta se fechou suavemente atrás delas





    Após as duas se retirarem, a televisão, que ainda estava ligada, começa a transmitir ao vivo o grande evento do dia: o lançamento da Hyper-célula, uma nova e revolucionária fonte de energia. As câmeras mostravam uma multidão reunida, incluindo heróis da geração Prata e Bronze, que trabalhavam arduamente para garantir a segurança do evento.

    A imagem na tela focou no pai de Alex Harper (Hyperman), um herói respeitado, que estava entre os responsáveis pela segurança juntamente com outros superherois da geração prata e bronze. O anúncio em áudio gravado reverberou pelos alto-falantes, aumentando a tensão e a expectativa do evento.

    O evento era grandioso, com muitas câmeras e fotos sendo tiradas.  Era evidente que a humanidade havia dado um passo a mais naquela manhã de segunda feira
    mas a vida escolar em nova Aetérnia deve continuar...




    O que farão em seguida? Narrem o despertar em seus quartos (ou santuário), e o que fizeram ou pretendem fazer em diante.
    Como vocês reagiram ao noticiário da manhã?
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    Mensagem por shamps Seg maio 20, 2024 10:58 pm





    Ainda era estranho para Kima estar naquela casa, já que a poucos dias vagava pelas ruas de Nova Aeterneia e ser capturada por pessoas perigosas. Sair de lá não foi fácil e só foi possível com a ajuda de estranhos que estavam naquele lugar funesto. Ela viu a explosão e aquele som ronda seu sono nessas últimas noites, além das vozes dos estranhos da casa. Estranhos que a ajudaram, é verdade, mas ainda sim estranhos. As imagens daquela noite eram difusas em sua mente, mas se lembra bem de uma mão lhe oferecendo ajuda para sair daquele lugar.
    Mal conseguiu encarar aquelas pessoas no dia seguinte, mas explicações se fizeram necessárias. Kima esfregava as mãos raladas com força enquanto a desconfiança tentava se manter firme sobre ela. Mas ela não era mal agradecida e tentou agradecer e parecer uma moça normal. Foi salva e recebeu abrigo, o que mais ela poderia oferecer?
    Usou o domingo para montar as peças daquele quebra-cabeça e conhecer os demais, afinal, ela tinha um salvador. Era tão constrangedor estar ali, mas teve que agradece-lo pessoalmente... e outra vez. Quantas vezes já tinha agradecido? E a dona da casa também era adorável, o que a fez lembrar imediatamente de sua própria mãe, agora em outra cidade. Que saudades sentia dela, ela teria uma palavra amiga. Seria seguro ligar para ela? Melhor perguntar para a dona da casa.
    Tentou fazer amizades! Como faze-lo com aquela cara péssima?

    Que dia horrível!

    E como a segunda poderia ser melhor? Acordar cedo, ir para aula, ainda mais com olheiras e cortes. Maquiagem? É o jeito... mas nada escondia o band-aid na bochecha.

    - Que drogaaaahuaaaaaã... - bocejou ao terminar a maquiagem. Pelo menos o band-aid era bonitinho. A roupa emprestada não era seu estilo, mas é o que tinha para hoje. Aquela blusinha não estava apertada demais?

    Ao descer as escadas se lembrou de um ponto importante: estava sem o material escolar...

    - Droga! - quantas vezes já tinha dito aquilo naquela manhã?

    Ainda tentava se adaptar às roupas quando apareceu na sala. Estava sem jeito, mas Kima era educada e saudou os que ali estavam.

    - Bom d... dia - gaguejou. Que bom jeito de começar o dia: gaguejando e parecendo idiota diante deles... diante dele... Apertou os olhos e pensou em voltar para quarto, mas desistiu da ideia. "Apenas aja normalmente" "sorria" - tô com fome... vou para cozinha! - começou a caminhar e parou dando um soquinho na própria perna "Kima, você não pode agir normalmente?", ela lutava internamente.

    Foi a manchete que a prendeu na sala, a maldita explosão. Que horror! Esfregou os olhos com preocupação e soltou o ar com força.

    - Vão investigar... e se chegarem na gente? - sua frustração foi mais forte que a timidez inicial, ela esfregou os braços - que droga! - certo, ela falou um palavrão na frente do Alex. Droga de novo! Na frente da Mila sei lá o que... quem liga? Droga, tem as crianças ali, Alet e John... Hmmm Jack e Hana talvez não liguem - ah, foi mal! Alguém conseguiu dormir? - "certo, não mantenha contato visual".

    Alet e sua mãe tinham saído do recinto e a TV mostrava coisas mais amenas como uma inauguração.

    - Que coisa é essa? - perguntou ao ver a agitação no monitor - olha, os heróis ali - ela sorriu de leve, era bom saber que tinha gente que cuidava da população - é o seu pai ali? - perguntou ao se sentar ao lado Alex no sofá - que fo... que legal... Ele parece legal - ajeitou a frase antes que parecesse uma ogra do pântano - esse evento parece bem mais legal que a escola - bufou ao pensar na sua vida de estudante. Que saco! Preferia dormir ou até mesmo estar na inauguração do... do... O que era mesmo? - vocês vão pra aula? - talvez sua pergunta fosse mais voltada para a alienígena do que para os demais, mas falou de forma mais vaga - você tá em série, John? - ele parecia tão pequeno para estar ali - Hana, você vai pra escola? E ela? - apontou para Mila.

    Ela estava tentando se encaixar ali e estava falhando miseravelmente.

    - Vocês são daqui mesmo da cidade? - talvez um alien não fosse mesmo, mas perguntou para todos.

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    Mensagem por vontheevil Ter maio 21, 2024 9:18 am

    JOHN PABLO

    Domingo foi um dia estranho, depois do contato inicial com aqueles 5 heróis e apesar de saber que fez parte daquele grupo a sensação de adrenalina e animação foi passando e.... algumas dúvidas começaram a surgir na minha cabeça.
    "Que diabos está acontecendo" foi um pensamento estranho que me seguiu o dia todo, ria enquanto todos riam, e me encolhia para um canto quando todos estavam mais cabisbaixos.
    "Quem era aquele povo que parecia ser dar bem mesmo sem se conhecer direito? Todos eram bem de vida, roupas bonitas e de marca, e essa casa... olha essa casa! Muito diferente de onde eu morava com minha madrecita"

    Precisava escapar para lá, ainda durante a tarde de domingo, quando minha mãe fazia a faxina em algumas clínicas do centro para aproveitar que elas estão fechadas. Fui para casa pegar uma mochila com algumas roupas, a mochila da escola e alguns itens e deixei um bilhete colado na geladeira

    "Estou com uns amigos, pessoal da escola, temos um trabalho para fazer talvez eu passe a semana na casa de ... demoro para escrever e escolho o nome... Miguel - Beijos, não me envolvi em confusão, não se preocupe"
    Encaro o bilhete sabendo que ele parece uma confissão e o reescrevo rápido sem falar em confusão nenhuma

    Volto para casa e tento me enturmar com esse pessoal descolado que me admitiu entre eles. Será que vou parar de ter que almoçar com as pessoas isoladas e sem amigos na escola? Pensar que durante a semana poderia ser visto conversando com Kima ou Hanna parece algo irreal, será que eles me aceitarão entre eles? Volto para a mansão com uma sensação de aperto no peito

    ____________

    Durmo como uma pedra, sem a adrenalina inicial a cama bem cuidada e macia me derruba até que o despertador me acorde assustado. Mas o que me assusta mais é a notícia na televisão. O orgulho de ter realizado aquilo é destruído após a confirmação
    13 mortos e 47 feridos. Faço o sinal da cruz discretamente, 13 é um número mágico na minha cultura. Encaro meus colegas procurando sinal de culpa no rosto deles. Conseguir observar isso me deixa um pouco aliviado.
    Falar sobre investigação me deixa preocupado, sento em cima das mãos e encaro a televisão para não ter que falar com ninguém. Queria ser mais confiante, mais Fantasma e menos John Pablo, mas é cedo demais e estou confuso demais.

    Sigo Kima para a cozinha apenas para fazer alguma coisa, não sei se vou conseguir comer algo

    -Vamos matar aula e ir ver esse evento Kima? eu falo forçando para parecer mais confiante. Não por matar aula, mas por estar falando com uma menina mais velha. Eu estou no primeiro ano do ensino médio. Às vezes eu te vejo passar pelo corredor.


    - Vocês são daqui mesmo da cidade?
    Espero todo mundo responder e digo em voz baixa
    -Sim, moro no sul da cidade, em Pueblo Alto. Depois de falar me arrependendo de ter falado isso para não acharem que eu sou muito pobre para estar ali
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    Ecos da Eternidade Empty Re: Ecos da Eternidade

    Mensagem por thendara_selune Ter maio 21, 2024 9:39 am

    Hana.Ah, don't be afraid of the chaos.


    Falas
    Pensamentos/FalasNPCS






    Cena 1: A Linha Quebrada e a garota de Vênus.

    O mundo desmoronava em tons de cinza, e a moral se desintegrava como areia entre meus dedos. A linha entre o certo e o errado se tornava um emaranhado confuso, e tudo que eu mais queria era deter o Devorador, a força sombria que ameaçava consumir tudo em seu caminho.
    Cerrei os dentes, sentindo a raiva pulsar em minhas veias enquanto observava o caos diante de mim, um turbilhão de explosões e fogo que parecia saído de um pesadelo. Sem hesitar, corri para o centro da batalha, ajudando instintivamente os inocentes em perigo.
    Mas no meio daquela loucura, algo inesperado: uma nave espacial, majestosa e ameaçadora.

    "Então minha voz interior estava certa," murmurei, com uma mistura de medo e adrenalina correndo por minhas veias. "Algo grande está para acontecer, e tem tudo a ver com o Devorador! Isso vai ser... emocionante!" Logo depois, me vi no meio de desconhecidos, tentando impedir que uma criatura curvilínea de pele roxa esmagasse a cara do Hyperboy. Normalmente, sou adepta do caos, mas desta vez, não era a hora nem o lugar.

     @shamps e @Mellorienna "Segura essa vontade de bater aí, coleguinha..." pensei, racionalmente considerando lançar um dos destroços nela, mas me perguntando por que ela queria tanto bater no Perfect Boy. Horas depois, tudo se esclareceu e, mais uma vez, eu tinha certeza de que precisava me unir a eles.

    Cena 2: Finalmente livre?

    As correntes da Fundação, que por tanto tempo me prenderam, foram finalmente quebradas. A liberdade pairava no ar, trazendo consigo a responsabilidade de cuidar de mim mesma. Sem a proteção materna e a figura paterna distante, eu era agora dona do meu próprio destino.
    "Não havia mais a coleira da fundação me sufocando," pensei com um sorriso triunfante. "Mamãe e papai não podiam mais me controlar. Eles podiam rir à vontade, mas eu precisava acreditar com todas as forças que era capaz de detê-los."

    Cena 3: A Influenciadora Mascarada

    Escondia um segredo: uma vida dupla como influencer. Nas redes sociais, eu era a 'Hana', a musa digital que conquistava corações com sua beleza e carisma. Mas, por trás da máscara de perfeição, existia uma alma rebelde que ansiava por justiça e caos. "Um doce paradoxo," murmuro, enquanto tomo banho. Aquela casa não era a minha, mas era educada o suficiente, e agradeci a gentileza da família perfeitinha. Depois do banho, me arrumei, "Skincare é vida," eu dizia com um sorriso irônico, revelando que, apesar de tudo, adorava cuidar da minha aparência, afinal, é meu ganha pão. Tinha uma mochila com algumas coisas, após ficar apresentável, olhei minhas redes sociais; as hashtags se entrelaçavam e todo mundo falava do que rolou naquele dia.

    Cena 4: Aliados Improváveis

    Em meio ao caos, encontrei um grupo de heróis improváveis: @Alexyus  o "Perfect Boy",  @shamps  o tanque de guerra humanoide Kima,  @vontheevil John, que acabou virando meu confidente. Não sei se foi a adrenalina ou o fato de saber que meu futuro estava selado, mas contei a ele sobre o Devorador e como a minha morte traria essa entidade para nosso mundo, pedindo que ainda não revelasse isso a mais ninguém. Havia também o misterioso  @Dante delinquente juvenil  e a enigmática  @Mellorienna venusiana.

    Acho que posso morder ele um dia desses para saber se gosto do sabor, brinquei, revelando que, apesar da aparente frieza, eu tinha meus interesses como qualquer garota de dezessete anos.

    Mas nem todos eram amigos. A mãe do Hyperboy, com sua aura de autoridade e controle, representava um obstáculo para mim. 'Adultos nunca falam a verdade,' pensei, revelando minha desconfiança pelas figuras de poder. 'Eles enfeitam as coisas e complicam tudo.' O sorriso dela não colava, mas por agora era melhor fingir que me importo com o que ela diz.

    Cena 5: Unindo Forças depois do caos.

    Apesar das diferenças, me uni a Kima, reconhecendo sua timidez e potencial. "Será que tá de olho no 'Perfect Boy'?" o pensamento me deixou curiosa, um brilho travesso nos olhos. A possibilidade de ajudar a amiga a encontrar o amor me divertia.
    A manchete que ecoava pelo mundo e a pergunta de Kima me fizeram arquear as sobrancelhas delicadas: @shamps  "Vão, vai dar em nada..." Ela soltou dois "drogas" seguidos, de um jeito tão fofo que soava quase como um palavrão para ela. Com minha voz doce que escondia uma força interior, respondi com um sorriso: "Eu diria mais que merda do caralho..."  @vontheevil E servia um copo pra John. "Bebe pra ficar fortinho hein!" O leite ali ondula no copo caro, feito de algum material reciclavel de uma loja de marca. Pisquei pra ele, parecia tão frágil, mas não do tipo choramingão, mas do tipo que você vê como um irmaozinho que você quer colocar em um potinho.

    Cena 6:Quem sou eu e quem são vocês?

    Em um momento de confidência coletiva, revelei meu passado: "Sou de fora, da Inglaterra. Estudei em casa sob supervisão de tutores, mas tenho uma vidinha animada nas redes sociais, rende uma grana, produtos de graça e eventos... Meus pais nunca apoiaram isso, mas bem..." Dei de ombros, ainda olhando para Kima e depois para os outros. "Regras são limitadoras de ação e crescimento para seres como nós... Não éramos e nunca seríamos pessoas comuns, nossas vidas eram fadadas a lutas, dores, medos, violência e morte em algum momento. Limitar quem somos para uma falsa adaptabilidade não parecia certo para mim.

    Olhei para Vênus, questionando-me sobre o que ela achava de tudo, o que via em nós e por que achava que poderíamos dar certo juntos. John parece estar em busca de seu lugar ao sol, Kima continua perdida, então, para ela, o Hyper parece uma tábua segura de salvação. Quanto ao delinquente ali, bem, vai lá saber o que ele realmente quer, e é evidente que o 'Perfect Boy' quer ser o bom moço, igualzinho ao papai dele. Meus olhos verdes brilham, aguardando as palavras dele, mas no caso de Vênus, seria telepatia.



    Ecos da Eternidade Post_i10






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    Ecos da Eternidade Empty Re: Ecos da Eternidade

    Mensagem por Mellorienna Ter maio 21, 2024 5:00 pm









    ☆A FORASTEIRA☆
    Mi'larhys
    ☆VÊNUS☆
    Mila Rhys






    Tão rápida, mais uma noite os deixava e a Nerestelë se erguia no horizonte de Nova Aeternia. "Sol" era como a chamavam ali em Mi'wan. Uma palavra bonita. Diferente de "Terra" — que tinha um som estranho e um significado meio bobo, considerando que Mi'wan era um planeta praticamente recoberto por água.

    Inteiramente desperta no instante em que abriu os olhos, Mi'larhys suspirou sem emitir nenhum som. Ergueu o braço direito, onde o bracelete k'voth brilhou à luz alaranjada da manhã. O "Sol" era bem mais acobreado quando estava próximo ao horizonte de Mi'wan, onde se concentravam os gases de efeito estufa produzidos pelas cidades, perdendo gradualmente a intensidade até um amarelo pálido no zênite. Por isso, era nos nascentes e poentes que todas as cores pareciam familiares para Mi'larhys — e, por alguns tiks, era como estar de volta em casa.

    Exceto que havia muito barulho ao redor.
    Sempre.

    Os mi'wanish não tinham disciplina mental — como era de se esperar de uma raça sem telepatia. Então, gritavam seus pensamentos e emoções em enxurradas constantes. E criavam teorias malucas sobre lei da atração e segredos para explicar o que não conseguiam compreender. Faltava a eles um sentido — e Mi'larhys não os culpava por isso. Mas por que razão, sendo surdos para a mente uns dos outros, eles gritavam mentalmente o tempo inteiro?

    E vocalizavam também. Demais. Ela sabia que seria assim — tinha assistido filmes. Mas estar imersa num mar de conversas paralelas vocalizadas era uma experiência impactante. A garota que havia tentado atacá-la na saída da instalação científica — e agora dormia num dos quartos daquela mesma casa — tinha feito um barulho que parecia um grunido. E tinha havido muitos gritos. "Segura essa vontade de bater aí, coleguinha...", a outra garota havia falado. E Mi'larhys segurou. Não porque uma tentou agredi-la ou a outra havia interferido. Mas porque a mente do garoto com a b'rel no peito parecia genuinamente confusa e potencialmente inocente das acusações que lançava sobre ele.

    Era a primeira vez que ele via uma lynnish, Mi'larhys teve certeza. Havia choque na mente dele, comparações correndo rápido sobre a aparência dela assemelhar-se a das fêmeas da espécie humana, dúvidas sobre o que ela estava dizendo. Antes de encontrar o garoto com a b'rel no peito e as duas garotas, Mi'larhys já havia se deparado com outros dois jovens machos humanos — os primeiros que ela via de perto em toda sua vida. Um era alto e parecia recém-chegado à idade reprodutiva — o que os mi'wanish chamavam de adolescência. O outro, era dundi — ou ao menos assim pareceu aos olhos dela, no primeiro momento. Jack e John Pablo, os únicos que responderam ao chamado telepático. Eles eram dignos, eram heróis — e Mi'larhys sabia, sem espaço para incerteza. Enquanto isso, Kima, Hana e Alex eram adolescentes com habilidades superiores: mas não heróis, pelos parâmetros dela.

    Escaparam da instalação científica no cruzador raptor, que os vilões tentaram apreender sem sucesso. Pousaram nas coordenadas fornecidas por Alex, numa casa em uma região bastante arborizada. Mi'larhys voou sob as estrelas estranhamente deslocadas, percebendo que sentia falta do brilho azul da "Terra" para se guiar. A nave entrou em repouso assim que desembarcaram, mimetizando-se à paisagem e sumindo dos olhos humanos. Eles eram seis naquela casa e estavam nervosos, preocupados, famintos e cansados, em diferentes proporções.

    Após a transmissão telepática inicial, Mi'larhys permaneceu em silêncio. Passaram-se alguns tiks, talvez suknas, e uma fêmea adulta chegou ao local. Era a mãe de Alex. Assim como o filho, nunca havia visto uma lynnish antes, mas conhecia os ke'tanish — e, assumindo corretamente que povos de outros planetas poderiam ser telepatas, como são os filhos de "Marte", falou com Mi'larhys da maneira educada: chamando-a com a mente. Foi um alívio. Conversaram por uns tiks, durante os quais a confusão sobre o DNA do inimigo apontar para Alex foi esclarecida — ele era sobrinho do vilão. Mi'larhys se desculpou com a mulher, que garantiu que tudo ficaria bem. E perguntou se podia chamá-la de Mila.

    Foi assim que, no rápido dia seguinte, Mi'larhys recebeu documentos com o registro de Mila Rhys. Cada período de luz em Lynn durava cerca de 60 dias terráqueos, assim como duravam os períodos de escuridão. Ela precisava entrar em contato com seu povo a cada novo rakna (o "dia") e no início de cada dekna (a "noite"). Por isso, naquele primeiro domingo na "Terra", acionou os sistema da nave para ampliar o alcance das comunicações e cumprir sua parte no acordo. Mi'larhys-dena estava bem, mas havia encontrado os mi'wanish com habilidades superiores logo de cara. Aquilo foi tratado com naturalidade pelo seu povo, que já imaginava que sua presença atrairia os expoentes da raça. Enviaram um bracelete k'voth, apenas como precaução, especialmente se houvesse encontros com mestiços de outras galáxias. E Mi'larhys não reclamou da boa-sorte.

    Passou o restante do breve período de luz do domingo deleitando-se com o que certamente era o maior luxo de Mi'wan: longos banhos. Chuveiro, banheira — era tudo maravilhoso. Mal podia esperar para nadar no mar e entrar sob cachoeiras, mergulhar nos rios e lagos, e desfrutar da maior extravagância de todo o Sistema Solar: as piscinas.

    Estava feliz de estar em Mi'wan e seu bom-humor não combinava com os pensamentos nebulosos dos outros cinco habitantes permanentes daquela casa. Manteve-se quieta, mas sorria das piadas de Jack e interagia com John Pablo por gestos de cuidado: levava água para ele, com frequência, achando maravilhoso poder oferta-la livremente. Ficou distante de Kima, que não parecia amigável. Estava curiosa sobre Hana e as diferenças físicas que apresentava em relação aos padrões mi'wanish: tinha cabelos brancos, mesmo sendo jovem, e íris vermelhas, incomuns na raça humana. Contudo, não se aproximou. E de Alex, acima de todos, manteve a maior distância possível.

    Arroxeava quando seus olhos se cruzavam e sentia-se desconfortável na presença dele. Perdia o ar sem motivo quando o ouvia vocalizando e (escandalosamente!) olhava para a boca dele enquanto falava. Para completar, não conseguia negar a pontada de tristeza que sentia toda vez que o via olhando para Kima.

    Kima que, naquela segunda-feira de manhã, havia falado dela como se ela não estivesse bem ali. "Hana, você vai pra escola? E ela?" — e APONTOU para Mi'larhys, que respirou fundo, estreitando os olhos para garota. Não valia a pena, ela sabia. Estava feliz de estar ali e não deixaria que nada mudasse isso, dizia para si mesma. Mas teve vontade de agarrar a mente de Kima e quebrar como um ovo.

    O que não fez.
    É claro.

    (Telepatia) — Não foi sua culpa, dundundi. — ela tinha visto a expressão de tristeza de John Pablo diante da notícia sobre as mortes no sábado a noite. Tinha empatia pelo fim precoce de vidas, mas não sabia bem o que pensar sobre a morte de vilões. Eles eram vilões, certo?

    A preocupação de Kima sobre uma investigação levar a eles não recebeu resposta. Mas compartilhava dessa inquietação. Se as autoridades mi'wanish descobrissem a presença dela na "Terra"... Bem, não adiantava pensar nisso agora. Lidaria com o problema quando ele aparecesse. Porém, não teve a mesmo facilidade em afastar do pensamento a imagem da hypercélula — aquilo era tecnologia lynnish! Mas ninguém ao redor pareceu perceber.

    Havia uma questão ainda mais urgente: a Hyperwoman queria que fossem para a escola. A mulher havia aceitado não divulgar que havia uma lynnish vivendo em sua casa no subúrbio, mas Mi'larhys deveria fazer a parte dela — manter as aparências, ir para a escola e não arrumar problemas. Os documentos de matrícula estavam prontos e havia materiais rudimentares de escrita à disposição. Cadernos e canetas. Ela havia se divertido com eles por horas na noite anterior.

    Ignorou a pergunta sobre ser da cidade, porque era evidente que não se destinava a ela. Kima a estava excluindo da conversa, talvez de propósito. John Pablo havia embarcado na ideia de que era uma medida inteligente não ir à escola e tentar investigar quem os estaria investigando. Vindo de uma raça que se intoxicava com venenos por lazer — como álcool, por exemplo — não deveria surpreender. Mas Mi'larhys esperava mais de um dos heróis dignos. Ainda que ele fosse dundi.

    E então, Hana falou que regras são limitadoras de ação e crescimento para seres como nós. O que ela queria dizer com "nós"? Achava que estavam em patamares iguais entre si? Ou que isso os tornava diferentes dos outros mi'wanish?

    (Telepatia: TODOS) — "Ela" vai para a escola. — poderia dar explicações e argumentar, mas não o fez. Eles se sentiam desconfortáveis com a telepatia. E ela se sentia como se fosse forçada a dançar nua diante de estranhos quando a forçavam a vocalizar.

    Simplesmente mudou de forma, alterando o tom de pele para o rosado humano, os cabelos e olhos para os tons terrosos comuns entre eles. Em formato, continuava igual. Qualquer um deles a reconheceria. Mas parecia uma nativa daquele planeta, agora.

    (Telepatia: TODOS) — "Ela" imagina que não possa ir voando. Então, já vou indo. — e pegando de cima do balcão da cozinha uma maçã, mordeu a fruta e foi se encaminhando para a porta da casa, ajeitando a mochila no ombro e colocando os fones de ouvido.



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    Ecos da Eternidade Empty Re: Ecos da Eternidade

    Mensagem por Alexyus Ter maio 21, 2024 9:33 pm

    Cena 1

    Alex Harper passou o domingo deitado na cama e olhando para o teto de seu quarto no esconderijo improvisado por sua mãe de última hora para abrigar ele e seus novos companheiros. Enquanto seus novos amigos descansavam dos eventos bombásticos do dia anterior, ele estava com um sentimento conflitante entre a empolgação pelo início de algo que prometia ser divertido e o senso de culpa pela explosão do prédio que feriu e matou pessoas inocentes. 

    Alex Harper sempre desejara estar entre iguais, sem ser apenas o filho ou neto de seus antepassados famosos, e sentira-se à vontade ao encontrar Hana e Kima; mesmo quando Mila tentara agredi-lo sem explicar nada, ele viu um espírito semelhante ao seu; ao encontrar Jhon Pablo e o Sombra, Alex se sentiu à vontade lidando com jovens super seres com a mesma idade que ele. Mas o desfecho de sua primeira aventura tinha sido terrivelmente trágico. 

    Ele entendia as dificuldades enfrentadas por sua recém-descoberta prima Hana, e também a ilusão doentia que Kima tinha experimentado obrigada pelo próprio pai, e se compadecia delas (e claro que Kima era uma gatinha também, com a vantagem de ser tão forte quanto ele!). A inadequação de Vênus no planeta Terra parecia com o de todos os adolescentes no mundo dos adultos, e principalmente com o papel de Alex dentro de sua própria família. A juventude ingênua do Fantasma era algo que sensibilizava o jovem Harper. E mesmo o comportamento transgressor do Sombra era uma coisa que muitas vezes Alex tinha tido vontade de fazer, mas se refreara devido aos altos princípios que seus pais lhe incutiram.

    Agora tinha que resolver o que fazer com eles.
    _______________________________________________
    Cena 2
    23 de Outubro - Segunda feira
    07:50h da manhã

    O domingo foi de poucas palavras trocadas entre os novos companheiros, mas a segunda chegou implacável, exigindo que a inatividade do fim de semana desse lugar à ação. O nascer do sol enchia Alex de energia, fortalecendo ainda mais seus incríveis poderes. Ainda era bem cedo, mas um dia agitado se anunciava, e Alex saiu voando da cama e se enfiou em suas roupas civis, preparando-se para o que viria.

    Foi dando um bom dia protocolar aos companheiros que acordavam e chegavam à área comum da casa. Ele se segurou para não fazer uma pergunta idiota para Kima ao reparar como ela estava bonita naquela manhã. Também não quis ser invasivo com Hana, Mila, John e o Sombra, e deixou que amanhecessem como preferissem.

    Ele não se surpreendeu quando sua mãe, Belinda Hunter Harper, a Hyperwoman, entrou pela porta anunciando:

    Hyperwoman“Alex, meu filho, trouxe essas provisões para você,

    - Obrigado, mãe! O pessoal vai gostar de comer um pouco de comida de verdade antes de começar o dia.

    Alex foi ajudando a mãe a desempacotar as coisas, como um filho dedicado e obediente. Mas sua barulhenta irmã veio junto, senão para ajudar, para atrapalhar, pois não podia deixar de participar. E Alethea correu para ligar a TV, algo que Alex tinha evitado durante todo o domingo. E claro, o noticiário estava justamente falando da explosão no distrito leste.

    “Foram vocês, maninho?” Hypergirl provocou com um sorriso travesso, enquanto fazia uma selfie, já imaginando sua próxima aparição no xTwitter. Sua risada cristalina ecoava pelo ambiente, misturando-se ao som da TV ao fundo.

    Alex bufou, tentando conter a irritação.

    - Não, Thea! Nós estávamos lá, mas não foi exatamente isso que a gente pretendia. Era uma missão de resgate, mas acabou... saindo do controle...

    Hyperboy não ia apontar dedos para seus novos companheiros. Se ele não poderia evitar que cometessem erros, então os erros eram sua responsabilidade também. E deixar os heróis mais experientes condenarem os novatos seria como condená-los logo de cara. Alex não faria isso.

    “Já falei pra não fazer filmagens no esconderijo,” Hyperwoman repreendeu com um tom firme, franzindo o cenho ao ver a filha capturando imagens. Sua irritação era clara, mas havia também uma nota de preocupação em sua voz. “Bem, é melhor vocês irem para a escola enquanto a gente cuida disso,”

    - Sim, mamãe, vamos sair daqui a pouco - respondeu Alex, feliz pela mãe ter disciplinado a irmã e levado-a embora logo em seguida. Ele gostava de Alethea, mas ela não estava ajudando naquele momento delicado.

    Kima- Vão investigar... e se chegarem na gente? - sua frustração foi mais forte que a timidez inicial, ela esfregou os braços - que droga!

    Sentindo o olhar de Kima convergindo para ele, Alex respondeu, tentando parecer maduro:

    - Isso pode acontecer, mas não precisamos nos preocupar. Estávamos tentando fazer a coisa certa, e os caras maus lá não éramos nós. Nós éramos os mocinhos combatendo os caras maus. Se alguma coisa acontecer, eu assumo a responsabilidade, mas acho que vão entender que não matamos ninguém a sangue-frio e vão concluir que não foi exatamente um crime. - ele falou demais, e isso mostrava como estava nervoso. Ele queria confortar Kima e os outros, mas ele mesmo não estava totalmente seguro do que dissera.

    Kima- Que coisa é essa? - perguntou ao ver a agitação no monitor - olha, os heróis ali - ela sorriu de leve, era bom saber que tinha gente que cuidava da população - é o seu pai ali? - perguntou ao se sentar ao lado Alex no sofá - que fo... que legal... Ele parece legal - ajeitou a frase antes que parecesse uma ogra do pântano - esse evento parece bem mais legal que a escola

    Alex sentiu a presença de Kima no sofá ao lado dele e se esforçou para não olhar para nenhuma parte do corpo dela além do rosto. Ele ouviu o que ela disse e comentou:

    - Sim, é o meu pai, junto com um zilhão de outros heróis. Deve ser um negócio bem importante, mas com certeza eles não querem gente estranha por perto, e isso inclui adolescentes iguais a gente... Quer dizer, não que sejamos estranhos, mas... pessoas não autorizadas! Sim, é isso, não temos autorização para estar lá...- De novo, ele se enrolava com as palavras, o que era incomum para ele. Mas estava tentando ser um exemplo para os colegas, e estava descobrindo que isso era mais difícil do que pensara.

    JP-Vamos matar aula e ir ver esse evento Kima?
    Hana"Regras são limitadoras de ação e crescimento para seres como nós...
    Mila(Telepatia: TODOS) — "Ela" vai para a escola.

    Alex viu o grupo desmoronando e soube que tinha que sustentar a união.

    - São vilões que não seguem as regras, nós temos de ser diferentes. Conviver com as pessoas comuns que tentamos proteger vai nos manter próximos a elas e nos lembrar de por quem somos heróis. Para alguns de nós, vai ser o primeiro dia na escola, e se estivermos todos juntos, podemos nos apoiar mutuamente. E não é bom sairmos sozinhos depois do que houve no sábado, aqueles caras podem aparecer para tentar nos pegar de novo, e juntos teremos mais chances.

    Mila(Telepatia: TODOS) — "Ela" imagina que não possa ir voando. Então, já vou indo.

    Alex pegou a chave do carro e disse:

    - Espera, Mila! Lembre-se de falar com a boca com os terráqueos e não com a telepatia. Vamos todos juntos, eu levo vocês de carro!
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    Ecos da Eternidade Empty Re: Ecos da Eternidade

    Mensagem por Dante Qua maio 22, 2024 12:32 am

    Nova Aeternia, Ano 2000

    23 de Outubro - Segunda feira, 07:50h da manhã.


    Fazia um bom tempo que Jack não ia à escola. Ele tinha resolvido ir naquele dia. Não sabia exatamente o motivo. Talvez fosse o receio de não ser reprovado por faltas, mas ele lembrou que não liga muito para a escola. Talvez ele só não quisesse ouvir as reclamações de sua mãe de novo.

    Apesar disso, Jack foi a escola, porém, não foi pra aula. Subiu para o teto do prédio e ficou lá deitado, olhando para as nuvens pensando em quanto tudo é problemático e ali ele estava em paz. Infelizmente, por pouco tempo.

    Nico, uma colega de classe, apareceu já passando o sermão padrão de que ele não devia cabular aula de novo porque todo mundo já fala mal dele, que todos tem medo dizendo que ele é um delinquente e blá blá. Jack resolveu descer para a sala apenas para Nico calar a boca.

    Enquanto descia ouviu uns valentões batendo em um garoto. Eram três valentões bobocas como sempre. Ele interferiu. Apenas se aproximou chamando a atenção deles para ele. Todos o olham meio que esperando o que ele iria fazer, especialmente o garoto que estava sendo alvo da gangue. Ele imaginava se Jack também pretendia lhe bater.

    Jack estava de cabeça baixa, mãos nos bolsos da calça. O garoto menor, com roupas mais caras e com aparência um pouco mais esperta que os dois brutamontes que lhe acompanhavam parecia ser o líder deles. Ele esbravejou sem muita certeza do que estava fazendo que era melhor Jack não se meter, que não era assunto dele. Jack riu.

    Ele sabia o que acontecia nessas situações, só ainda não sabia muito bem como. O fato é que os garotos logo começaram a ficar apavorados. Um deles sussurrou algo para o líder sobre o Jack ser um temível líder de gangue e já ter matado pessoas etc. Era um boato comum sobre o Jack. Ele não ligava. Os garotos ficaram cada vez mais assustados. Suas emoções estavam à flor da pele e tudo que queriam era sair dali imediatamente. Um deles acabou se urinando, o segundo não conseguia se mexer e o “líder” apenas chorava soluçando. Jack deu um passo à frente, mas foi interrompido.

    Andrew, um professor chegou. Olhou para os quatro garotos em estado deplorável. Depois olhou para Jack e parece que, de alguma forma, algo fez sentido em sua mente.

    - Saiam daqui! - Falou para os garotos que, agora sem a influência de Jack, obedeceram e conseguiram se mover para sair dali imediatamente o mais rápido que podiam. - E você… Outra suspensão. Desapareça daqui seu delinquente e se continuar com isso não vou só lhe expulsar da escola como vou fazer com que a polícia lhe prenda.

    Por um momento o sangue nas veias de Jack parecia ferver. Encarou o professor por um tempo, mas logo se controlou. Ele já estava acostumado com isso. Percebeu que realmente tinha sido uma má ideia ir à escola. Deu as costas e caminhava para saída da escola se perguntando por que diabos resolveu ajudar aquele garoto. Acabou se metendo em ainda mais confusão.

    Assim que saiu da escola sentiu um chamado telepático e teve o dia mais emocionante e interessante que já teve nos últimos dias. Resolveu ficar um pouco com aquele pessoal — ninguém iria sentir sua falta mesmo.  Além disso, uma ou duas pessoas daquele grupo despertaram seu interesse…

    De manhã ele é um dos últimos a levantar, não estava acostumado a levantar cedo. Se reunia com os demais com roupas casuais (a roupa que ele dormiu na verdade) e fazia piadas com todos. Ao ver o noticiário apenas falou - Não se pode fazer uma omelete sem quebrar alguns ovos.

    Disse que não iria à escola, afinal estava suspenso. E finalizou demonstrando intenção de fazer algo mais interessante no dia de hoje. - Muito trabalho e pouca diversão, fazem de Jack um bobão.




    O Sombra.

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    Ecos da Eternidade Empty Re: Ecos da Eternidade

    Mensagem por Nazamura Qua maio 22, 2024 9:29 am

    O sol já havia subido no céu, pintando o esconderijo com uma luz suave e dourada. Os jovens heróis estavam reunidos na área comum da sala, todos com expressões variadas de incerteza e desconforto. A TV ainda exibia notícias sobre o evento de lançamento da hypercélula, aumentando a tensão no ambiente.

    De repente, um som leve de passos no telhado chamou a atenção de todos. Em um movimento ágil, uma figura entrou pela janela da claraboia, pousando suavemente no chão. Ele era um herói mais velho, mas ainda jovem, com a confiança de alguém que já tinha experiência e independência.


    Ecos da Eternidade Sentinel

    "Beleza, galera," começou ele, olhando para o grupo com uma expressão meio cínica. "Me mandaram aqui para garantir que vocês vão para a escola. Só tem cinco lugares no carro, então quem não couber vai comigo. Vamos lá, vamos mexer isso aí."

    Ele olhou diretamente para Alex (Hyperboy), a desdém clara em seu rosto. "Sério, cara? Sua liderança é uma bosta! Você nem consegue convencer esse pessoal a ir para a aula. Que decepção pro Legado hein? não tá vendo a guria chorar ali não? uma tá até com a mão machucada" - disse referindo-se a Mi'larhys e Kima.

    Com um salto rápido, ele se acomodou no parapeito de uma janela, observando todos com um olhar crítico. "Vocês são um bando de adolescentes merda" provocou, sua voz carregada de sarcasmo. "Tô aqui de babá e vocês nem conseguem se decidir sobre uma coisa simples. Vamos, mandaram vocês para a escola, então se movimentem." - Ele olha pra Hana Choi e dá uma piscadela.

    "E você ai - falando para Jack Dawnson - Você tá liberado pra ir pra escola belê? A Hyperwoman já mecheu uns pauzinhos, mantenha um low profile meu camarada

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    Ecos da Eternidade Empty Re: Ecos da Eternidade

    Mensagem por Dante Qua maio 22, 2024 10:11 am

    Ecos da Eternidade 780fded54959ba83de00822a7db9709d

    Nova Aeternia, Ano 2000

    23 de Outubro - Segunda feira, 07:50h da manhã.


    Jack pareceu não acreditar no que ouvia. Quem essa camarada pensa que é pra falar com ele desse jeito?

    - Quem você está chamando de “merda” aqui seu merda? Quem você pensa que é pra chegar dando ordens em mim? Quem mandou você afinal? Quer saber? Vá se foder seu babaca! - Jack deixou se levar pelo momento, nem pensou nos seus colegas ou mesmo no vocabulário. Estava cego de raiva e só esperava que o garoto lhe desse um motivo




    O Sombra.

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    Ecos da Eternidade Empty Re: Ecos da Eternidade

    Mensagem por thendara_selune Qua maio 22, 2024 3:09 pm

    Hana.Ah, don't be afraid of the chaos.


    Falas
    Pensamentos/FalasNPCS






    Cena 7

    A falta de tato é um saco! Enquanto Alex falava, meus olhos vagavam dele para Kima, depois para Pablo e finalmente para Mila. Os olhos dela se encheram de lágrimas no exato momento em que ele disse: “— Espera, Mila! Lembre-se de falar com a boca com os terráqueos e não com a telepatia.” Ele não percebeu, mas eu notei o quanto aquilo soava como um soco no estômago para ela. A telepatia era a forma natural de comunicação no mundo de onde ela vinha, e toda a turbulência elétrica em nossas vozes devia ser desconfortável. Vai levar tempo para ela nos entender, e nós a ela.

    @Alexyus “Hey, garotão, cuidado com as palavras, hein...” Minha voz era doce, mas carregava aquele tom de provocação e rebeldia. Quando me aproximei de Mila, meus olhos vermelhos brilharam com empatia. (Olha aí ela falando via telepensamento com a Mila.) @Mellorienna “Os garotos são geralmente insensíveis... tipo, incapazes de perceber emoções mesmo que elas estejam bem na superfície. Pode ficar brava...” Minhas palavras foram transformadas em pensamentos para que ela as lesse à vontade, acompanhadas pelas minhas expressões faciais, especialmente quando revirei os olhos ao dizer "bobos". “Depois você pode dar um soco nele e...”

    Foi então que percebi a presença de Jack. Seu visual despojado era uma coisa meio “Acordei assim.” Ele parecia simpatizar com  @vontheevil Pablo e  @Mellorienna Mila, mas em relação ao resto de nós, era impossível dizer o que ele pensava, se é que pensava algo.  @Dante “Bom dia pra você também...” Minha voz soava gentil para ele, mas logo voltei minha atenção para Mila. Fiquei perto dela, até que, do nada, aquele outro cara apareceu, me lembrando um pouco o Asa Noturna. Ele provocou o Hyperboy, e se estava ali, era com a permissão da família do Alex e isso se confirmou quando falou da Hypermamãe. Fiquei curiosa com Sentinel, e nesse momento recebi uma notificação no meu celular, do gracinha do Jason Brooks. Soltei uma risadinha e dei um coração ao comentário dele.

    Então voltei a falar mentalmente com Mila. @Mellorienna  “Viu? Garotos são bobos, mas às vezes é divertido de ver...” Inclinei a cabeça, como quem diz “Gostosinho versus gostosinho rebelde...”
    A piscadela do Sentinel me fez expressar um sorriso sem mostrar os dentes. Claro que ele fazia meu tipo, mas deixar ele saber disso era outra história completamente diferente. Adoro o caos. Era como se o cara ali fosse um teste para o Alex; tem muitos heróis assim por aí, e saber lidar com eles é um desafio comum para heróis mais jovens. Já para o Jack, aquilo deve ter soado como um chute no saco. Era evidente que ele era o bad boy que sabia bater, se impor e tudo mais dentro do rótulo de  @Mellorienna "Ui, sou rebelde e não fale merda pra mim."

    O olhei pra eles por um momento e depois meu semblante ficou indecifrável. Me custava a crer que fosse rolar uma briga, mas se rolasse, eu seria a primeira a jogar as notas no ar e gritar: @Mellorienna  “Hora da brincadeira, gatinhos... Quem vai ficar sem roupa primeiro?!" Aquele pensamento deve ter alcançado Mila, e tive que me conter para não rir alto. @vontheevil Observei Pablo, também conhecido como Fantasma, e imaginei que a escolha desse codinome ia além de suas habilidades. Ele parecia ser o único entre os rapazes a manter um equilíbrio notável, sem desvios irracionais, embora eu pudesse estar enganada. @Alexyus Quanto ao "Hyperboy... Para mim, meu primo era a personificação do equilíbrio, mas havia momentos em que me questionava: ao puxar a corda certa, ele poderia se revelar tão rebelde quanto eu? A imagem que eu tinha dele era a de alguém que se reprimia demasiadamente dentro dos limites familiares, e eu temia que, mais cedo ou mais tarde, ele explodisse. E, de alguma forma estranha, eu secretamente ansiava por esse momento, mesmo que soubesse que poderia trazer consequências imprevisíveis. Quanto @shamps a Kima, estava pronta para agir contra o Sentinel no instante em que se aproximasse do Hyperboy, e isso eu tinha que admirar pra caramba. Será que minhas percepções estavam corretas, ou eu estava enganada?



    Visual da Hana do dia: Adoro montar um outfit em toda a mesa que jogo HAHA.:


    Informações sobre a Hana:

    OFF:  @Alexyus ,  @Dante ,  @Nazamura ,  @Mellorienna ,  @vontheevil ,  @shamps Onde eu marquei um de vocês, é porque deduzi que fossem coisas que vocês poderiam ler, quem sabe até gere aquela coisa de "Hum, entendi porque a Hana me olha assim ou porque ela revirou os olhos." Ou simplesmente para garantir que não esqueci de reagir a ninguém. Temos uma telepata, então minhas falas estão em verde claro, mesmo que não estejam marcadas para você, @Mellorienna. A depender da situação, a Mila vai acabar captando elas ou não. Depois ajusto se errei em algo Cool


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    Ecos da Eternidade Empty Re: Ecos da Eternidade

    Mensagem por Mellorienna Qua maio 22, 2024 3:36 pm









    ☆A FORASTEIRA☆
    Mi'larhys
    ☆VÊNUS☆
    Mila Rhys




    A minha dor é um convento. Há lírios
    Dum roxo macerado de martírios,
    Tão belos como nunca os viu alguém!

    Nesse triste convento aonde eu moro,
    Noites e dias rezo e grito e choro,
    E ninguém ouve... ninguém vê... ninguém...


    (Florbela Espanca)

    Alex/Hyperboy escreveu:— Lembre-se de falar com a boca com os terráqueos e não com a telepatia.

    O pulso de dor atingiu a todos quando, por uma fração de segundo, Mi'larhys perdeu o controle da própria mente. E todos experimentaram a sensação terrível de algo precioso partindo-se diante dos olhos, enquanto tudo que podiam fazer era observar, impotentes. Durou menos de meio segundo, mas todos sabiam que havia vindo dela: tinham partilhado um sentimento da Forasteira. E os que já tivessem experimentado a dor de um coração partido poderiam facilmente reconhecer a emoção para a qual a própria Mi'larhys não tinha um nome.

    Já tinha dado as costas aos outros, mas parou, com a mão na maçaneta da porta, sem se virar na direção da voz de Alex. Ouviu o tilintar das chaves do carro dele. Mas havia um zumbido crescente em seus ouvidos, tão ensurdecedor que, pela primeira vez desde que chegou àquele planeta, silenciava qualquer outro ruído.

    Sentiu os olhos embaçarem e percebeu que a mão sobre a maçaneta tinha o tom violeta com que nasceu e cresceu. Não havia pensado conscientemente em retornar à sua forma, às suas cores, mas era isso que havia acontecido. "Lembre-se de falar com a boca". Ele não pediria para Kima tirar a blusa e sair pela rua exibindo os seios, pediria? Também não pediria isso de Hana. Mas ele não queria saber sobre como Mi'larhys se sentia sobre falar com a boca — só não queria ter que lidar com a dose de estranheza que ela adicionava àquele grupo. Nem se preocupou em saber se a espécie dela era capaz de vocalizar ou se seu aparelho fonológico conseguia reproduzir sons humanos. Não ligou a mínima.

    O calor havia se espalhado por todo o rosto de Mi'larhys, que estava púrpura, ainda de costas para os heróis reunidos na cozinha. Sentiu as lágrimas e já esperou algum comentário xenofóbico sobre não serem humanas o suficiente: eram transparentes, como as do mi'wanish, mas tinham iridescência, como bolhas de sabão.

    E eram lindas.
    Como ela.
    Gostasse ele ou não.

    Largando a maçaneta, girou no ar, sem secar o rosto, pairando a um palmo do chão (o que a deixava quase da altura do Hyperboy). Ia confrontá-lo. Mas, para sua surpresa, Hana estava ali, bem diante dela. Falando com ela, de forma educada, empática e telepática. Falou sobre os garotos serem bobos e insensíveis. Parecia solidária. Mi'larhys estava fervendo de raiva e a garota de olhos vermelhos compreendia isso. Disse até que poderia socar Alex, se quisesse.

    (Telepatia: Hana) — Ele quer que eu "fale com a boca? Ótimo, então! — pela mente da outra garota, Mi'larhys deixou que transparecesse seus pensamentos: de que Alex não era bobo, mas sim cruel.

    Voando até estar a um palmo do nariz do Hyperboy, sem secar o rosto, ela deu um sorrisinho ameaçador.

    — Mi'wanish traupt. — ela enunciou pausada e claramente cada sílaba, mesmo que soubesse que Alex não entenderia nada. A voz que sai pelos lábios dela era idêntica a que ecoava em telepatia, porém ela nunca havia falado no próprio idioma com eles. E, apesar de ser bastante evidente que aquele deveria ser um xingamento de algum tipo, o som era melodioso e encantador.

    Havia uma luz fantástica dançando nos olhos rosados dela (a iridescência das lágrimas, que se moviam neles como rastros de cometas), parada ali a centímetros do Hyperboy, como se pudesse agredi-lo a qualquer momento. Se não fosse a interferência de Hana, talvez o tivesse feito. O calor já tinha tomado o corpo dela inteiro, como uma onda, e emanava por sua pele púrpura. Queria matá-lo. Mas uma parte mais densa de sua mente, maravilhada com tanta volatilidade emocional, dominou-a novamente. E, ao invés de lançar-se para eliminar o garoto mi'wanish, ela se fez a pergunta que vinha adiando nos últimos dois dias.

    Por que ela se importava?

    Mas antes que pudesse formular uma hipótese, um mi'wanish entrou pela janela, passando um sermão e limpando o chão com a cara de Alex Harper — figurativamente. E Jack Dawnson parecia disposto a pagar essa gentileza limpando o chão com a cara do recém-chegado — literalmente.

    Mi'larhys secou o rosto com as mãos e deixou os pés tocarem o chão novamente. Deu uns dois passos na direção da confusão, mas sem sair de perto de Hana, percebendo que o coração dava uns saltinhos peculiares. Os mesmos saltinhos que dava quando via Alex sorrindo ou ouvia falar daquele jeito protetor (com Kima, normalmente).

    Hana/A Amaldiçoada escreveu:“Viu? Garotos são bobos, mas às vezes é divertido de ver...”
    “Gostosinho versus gostosinho rebelde...”
    “Hora da brincadeira, gatinhos... Quem vai ficar sem roupa primeiro?!"

    Então era isso. Atração sexual. A mente densa de Mi'larhys ia, aos poucos, tomando o controle do seu corpo. Ainda havia uma parte da sua consciência que trovejava e gritava em ultraje, porém aquilo era interessante demais para deixar de ser apreendido por inteiro. Olhou para trás, por sobre o ombro, na direção de Alex. Estava atraída por ele. Por isso ele a deixava desconfortável. Por isso ela queria arrancar a cabeça dele simplesmente por achá-la aberrante. Porque ele não a queria e isso feria seu orgulho como fêmea.

    Notável.
    Nem sabia que tinha um orgulho de fêmea a ser mantido.

    Em seu mundo, não se via como fêmea — a divisão binária em sexos não fazia sentido para os lynnish. Mas, em Mi'wan, eram uma guria. Olhou para o recém-chegado, que havia brigado com Alex por fazê-la chorar. E sentiu a falta de ar — que agora sabia o que era! Seus olhos rosados foram para Jack. E veio um arrepio engraçadinho, como cócegas. Mas agora ela sabia que não eram! Aparentemente, demonstrações de força eram atraentes para ela — como o eram para as nativas daquele planeta, caso os filmes românticos a que teve acesso pudessem ser considerados fontes confiáveis.

    (Telepatia: Hana) — Qual deles você quer ver sem roupa primeiro? Eu fico com o outro.

    Aquilo poderia soar lascivo para Hana, mas Mi'larhys estava genuinamente curiosa.
    Não havia machos entre os lynnish. Até onde iriam as diferenças entre suas espécies?




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    Ecos da Eternidade Empty Re: Ecos da Eternidade

    Mensagem por vontheevil Qua maio 22, 2024 5:02 pm

    Todo mundo junto na casa, ainda parece estranho para mim, Hana e Mila estavam me cuidando de uma maneira que ninguém nunca fez… me servindo coisas? Eu não queria reclamar de ser servido ainda mais quando eu consigo desviar o rosto rapidamente e encarar algum decote ou algo assim, me forçando para não ficar corado eu decido que não vou assumir papel de criança.

    Não foi sua culpa, dundundi a voz da Mila veio na minha cabeça, será que ela me escuta? Ou pior percebe o que estou olhando? Agora sim eu me sinto culpado. Desculpe, eu penso em resposta cheio de vergonha.

    - São vilões que não seguem as regras, nós temos de ser diferentes. Conviver com as pessoas comuns que tentamos proteger vai nos manter próximos a elas e nos lembrar de por quem somos heróis. Para alguns de nós, vai ser o primeiro dia na escola, e se estivermos todos juntos, podemos nos apoiar mutuamente. E não é bom sairmos sozinhos depois do que houve no sábado, aqueles caras podem aparecer para tentar nos pegar de novo, e juntos teremos mais chances.
    Ir para a escola com os caras legais ou matar aula? Eu já tinha matado aula mais de uma vez, tinha vários primos em Pueblo Alto e nem todos eles seguiam as regras da sociedade. Embora eu às vezes ficasse ouvindo música com eles, os via fumar maconha ou falar de pequenos atos de delinquência eu nunca tinha realmente participado de nada mais grave. Uma vez fui em uma festa, porém fui ignorado o tempo todo até que a música alta e a falta de companhia me obrigou a ir pra casa sem trocar mais que uma palavra com ninguém.
    Uma coisa era ser herói, outra era obedecer todas as normas cegamente. Meus primos eram boas pessoas, faziam o que precisavam para se virar.


    Um cara pouco mais velho que a gente chegou voando pela janela do telhado da casa(como é que limpam esses vidros? Eu penso distraído) enquanto o babaca late algumas ordens para a gente. Encaro a menina delicada de roupas rosa. Se a Kima for matar aula vou junto com ela.
    Ele acha que o Hyperboy tem a obrigação de cuidar da gente como se fossemos pirralhos? eu tomei a decisão: não só iria matar aula, como tentaria convencer Kima a ir comigo ver o que estava acontecendo!



    - Quem você está chamando de “merda” aqui seu merda? Quem você pensa que é pra chegar dando ordens em mim? Quem mandou você afinal? Quer saber? Vá se foder seu babaca!


    Quase rio com essa fala, louco para ver se Jack realmente tentaria bater no Sentinel. Com o coração pulando no peito eu engulo o medo e faço a cara de super herói que eu deveria ter mantido, não vão me tratar como criança nessa casa. Chego ao lado de Jack e o cumprimento pondo uma mão no ombro dele. Um cara de coragem, não vai deixar ninguém tratar a gente como criança.
    Ver a Mila chorando somente aumenta minha raiva e meu senso de rebeldia. Ninguém vai tratar mal meus novos amigos!
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    Ecos da Eternidade Empty Re: Ecos da Eternidade

    Mensagem por Alexyus Qua maio 22, 2024 5:39 pm

    Continuação da Cena anterior

    Jack escreveu:- Muito trabalho e pouca diversão, fazem de Jack um bobão.

    A recusa de Jack já era algo que Alex esperava, então apenas deu de ombros e disse:

    - A escolha é sua!

    Mas Vênus pareceu ter se ofendido com algo que ele não entendia, mas a chegada de um herói que ele já conhecia acabou tirando sua atenção disso.

    Sentinel escreveu:"Beleza, galera," começou ele, olhando para o grupo com uma expressão meio cínica"Me mandaram aqui para garantir que vocês vão para a escola. Só tem cinco lugares no carro, então quem não couber vai comigo. Vamos lá, vamos mexer isso aí."

    Ele olhou diretamente para Alex (Hyperboy), a desdém clara em seu rosto. "Sério, cara? Sua liderança é uma bosta! Você nem consegue convencer esse pessoal a ir para a aula. Que decepção pro Legado hein? não tá vendo a guria chorar ali não? uma tá até com a mão machucada" - disse referindo-se a Mi'larhys e Kima.

    Alex já conhecia Aiden de vista, mas nunca simpatizara com ele. Apesar da autoridade que ele alegava ter, Alex respondeu com um resmungo:

    - Você não sabe do que está falando...

    Mas o Sentinel não tinha acabado.

    Sentinel escreveu:Com um salto rápido, ele se acomodou no parapeito de uma janela, observando todos com um olhar crítico. "Vocês são um bando de adolescentes merda" provocou, sua voz carregada de sarcasmo. "Tô aqui de babá e vocês nem conseguem se decidir sobre uma coisa simples. Vamos, mandaram vocês para a escola, então se movimentem." - Ele olha pra Hana Choi e dá uma piscadela.

    "E você ai - falando para Jack Dawnson - Você tá liberado pra ir pra escola belê? A Hyperwoman já mecheu uns pauzinhos, mantenha um low profile meu camarada

    Alex protestou com aquelas palavras de Aiden:

    - Ei, cuidado com a boca suja aqui!

    Mas Jack já tinha reagido com uma fúria que era pelo menos justa.

    Jack escreveu:- Quem você está chamando de “merda” aqui seu merda? Quem você pensa que é pra chegar dando ordens em mim? Quem mandou você afinal? Quer saber? Vá se foder seu babaca!

    Apesar de concordar com a reclamação do Sombra, Hyperboy já ia cobrar pra maneirarem o linguajar, mas não teve tempo, pois as meninas estavam concentradas em seu próprio drama.

    Hana deu um conselho enigmático.

    Hana escreveu: “Hey, garotão, cuidado com as palavras, hein...”

    - Mas o que foi que eu falei de errado?

    E nesse instante, o rosto molhado de lágrimas iridescentes de Mila Rhys estava diante dele, com ela flutuando para alinhar os olhos dela com os dele.

    Mila escreveu:— Mi'wanish traupt.

    - Você sabe que eu não entendo venusiano! Mas seja o que for que eu disse, me desculpe...

    Mas nesse instante o Fantasma já estava com a mão no ombro do Sombra, encarando o Sentinel em dupla.

    Colocando uma mão gentil no braço de Vênus para tirá-la do caminho, Hyperboy voou na direção do Sentinel, agarrando-o pelo colarinho e alçando-o no ar.

    - Muito bem, chega disso! Vamos conversar! Sombra e Fantasma, contenham-se por um momento! E quanto a você, Sentinel...

    Alex encarou Aiden com seriedade. Apesar de mais jovem, ele era da mesma altura do babá desastrado, e nem caberia uma comparação de poderes.

    - Você criticou a minha liderança, mas parece que a sua é pior. Eu e a Hyperfamília acreditamos em liderar pelo exemplo! Eu não dou ordens a nenhum deles, eles são livres para tomarem suas próprias decisões! E não vou permitir que você entre aqui ofendendo os meus amigos! Então é melhor você sair fora agora, ou o Guardião vai ouvir um relatório meu sobre o seu desempenho pífio com essa "missão"... 

    O Hyperboy poderia ser bonzinho na maior parte do tempo, mas agora estava colocando toda a sua força de vontade naquela disputa contra o Sentinel.
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    Ecos da Eternidade Empty Re: Ecos da Eternidade

    Mensagem por shamps Qua maio 22, 2024 8:26 pm





    A manhã foi movimentada naquela casa estranha para Kima, mas como foi bem recebida e usou o domingo para se recuperar, ela podia considerar aquele primeiro momento como sua primeira interação com aqueles jovens. A maioria se mostrou receptivo à ela, o que a fez agradecer mentalmente. Era a primeira vez em muito tempo que não precisou se esconder de alguém, já que seu último ano foi vagando de cidade em cidade até deixar seu passado para trás. Ao menos por pouco tempo, já que seu pai a encontrou e a capturou. Aquelas lembranças a machucavam por dentro, partiam seu coração.
    Tentou se mostrar uma garota normal, mas isso era possível diante de estranhos, daquelas notícias estranhas e das sensações estranhas que sentia?
    Hyperboy começou a falar sem parar diante da dúvida exposta pela jovem, deixando Kima admirada de inicio, mas perdendo o foco com tanta palavra. Não sabia se era pelas noites mal dormidas, se pela preocupação ou se por estar diante do garoto que a salvou e a tirou daquele inferno... E como ele era bonito!

    - Ah... - foi só o que conseguiu falar. "Sério que isso é a melhor coisa que você consegue falar?" Voltou a olhar para frente e suspirou, ardendo de vergonha.

    Diferente de HB, a moça de cabelos claros já achava que não daria em nada.

    - Como pode ter tanta certeza disso, Hana? - aquilo a ajudou a mudar de foco que esquecer aquele garoto - eles podem nos achar... Eles sempre nos acham - uma leve apreensão se manifestava na voz de Kima. Nesse instante tornou a olhar para Alex e desviou o olhar novamente.

    Ele foi gentil ao responde-la mais uma vez e ela agradeceu mentalmente por aquilo e achou engraçado a resposta sobre adolescentes intrometidos. Foi impossível um sorriso não aparecer em sua face, forçando-a a esconder o riso, cobriu a boca com a mão e baixou a cabeça.

    O menino com um ar mais infantil demonstrou preocupação com a tragédia, assim como ela. A ideia dele de ir para o evento foi preocupante para Kima, pessoas estranhas, muitas pessoas, ela nunca esteve em um evento real, mas não achava certo faltar aula.

    - Mas Pablo, a senhora Hunter foi tão amável em nos ceder um teto para descansarmos... Não queria ser mal agradecida. Olha, tinha até maquiagem no meu quarto - fazia tanto tempo que a garota não via um blush ou um pó. Uma vida de fuga não era nada fácil - e faz tanto tempo que não vou para a escola. Ah, você me viu lá? Puxa... isso é legal - e sorriu para ele.

    Jack não parecia nada animado para ir à escola e Kima não tinha como impedi-lo, no máximo falar o que sentia em relação àquilo.

    - Creio que a escola seja mais seguro para nós agora se a senhora Hunter se envolveu nesse assunto. No evento há muita gente, somos fugitivos... talvez?... - engoliu em seco - eu não posso ser vista lá... - a ideia de ser capturada novamente pelos capangas de seu pai ainda pairava sobre sua cabeça, o medo a esmagava com força.

    Para Kima não tinha muito mais discussão, certamente ela preferia ficar em casa, mas acreditou que na escola estaria segura. Já estava decido a acompanhar Alex quando viu Mila voar até o garoto. "Ah não, aquela fubanga xexelenta vai fazer aquilo de novo?" Kima levantou imediatamente pondo-se ao lado de Hyperboy, não deixaria aquela alien dos quintos dos infernos atacar seu salvador. Ela era tão alta quanto Alex e olhou para a venusiana que falou coisas estranhas. Pensou em afasta-la com a mão, mas evitou toca-la, não queria provocar ninguém, tampouco brigar, mas não mediria esforços para defender quem quer que fosse. Ela era forte e sabia disso, mas não tinha plena noção da extensão de seus poderes, bem diferente de Hyperboy, que até uniforme usava, certamente não precisaria de ajuda. Ai daquela exibida se arranhasse o rosto de anjo de Alex.

    - De novo isso! Acalme-se, Mi'larhys. Por que quer tanto bater nele?

    Sem entender nada, ela apenas viu a alienígena se afastar. Ele se desculpou com ela mesmo ela querendo espanca-lo. "Ele é demais!"

    Por que as pessoas estavam exaltadas tão cedo? Era só para irem para escola. Ela ouviu passos no teto e se assustou, seriam bandidos atrás dela? "Droga, Kima, pare com isso... está tudo bem!" Ela precisava se livrar daquela sensação, daquele medo. Era mais um herói, conhecido de Hyperboy, porém, não tão querido por ele.

    - Li... liderança? - ela olhou subitamente para Hyperboy - por que precisamos de liderança? - para ela ainda não existia a ideia de equipe. Eles não estavam ali apenas para se recuperarem de suas feridas? Ela nem os conhecia direito. E se não fossem de confiança? Ela apertou as mãos e deu um passo para se afastar do garoto - o que está acontecendo aqui?

    Sentinel era grosseiro e ofendeu a todos, mas Kima se surpreendeu ao ver que ele tinha notado as lágrimas de Mila e suas mãos ensanguentadas. Mas como? Ela colocou luvas para esconder os ferimentos de suas mãos, marcas feita na tentativa de sua fuga, socar paredes não era algo agradável e indolor. Jogou imediatamente as mãos para trás.

    - Eu estou bem! - e evitou olhar para Aiden.

    A tensão aumentava naquela sala, o que preocupava a bruta, Jack pareceu querer enfrentar o recém-chegado e Pablo simpatizou com a ideia, enquanto Mila e Hana riam. O que tinha de engraçado ali? Ela não teve muito tempo para se preocupar com elas já que Hyperboy pareceu puxar a responsabilidade toda para ele. Alex disse que eles eram amigos? Não era hora para suspirar de amores, mas Kima não conseguiu deixar de pensar que ele, ao menos, a considerava uma amiga. Seria isso bom ou ruim?

    - Vocês não vão brigar só por causa de um colégio, né? Tá tudo bem, Alex - ela segurou em seu braço, não queria que os dois brigassem - a gente vai pra escola... né? Pessoal...? - depois ela perguntou baixinho para Alex - E quem é Guardião? - depois encarou Sentinel - E olha quem tá falando, você também é um adolescente! - encarou o Sentinel. Quem ele pensa que é para falar assim com eles? "Bem que esse aí podia levar a Mila voando... é mais seguro... claro..."

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    Ecos da Eternidade Empty Re: Ecos da Eternidade

    Mensagem por Nazamura Qua maio 22, 2024 9:25 pm



    Aiden olhou para Jack Dawnson (Sombra) @Dante com um sorriso de canto de lábio que claramente identificava desprezo - Hã, quer tentar a sorte bonitão? - provocava sem sair da janela, mantendo a atitude de deboche contra o Delinquente - Me chama de azulzinha e tenta a sorte.

    Ele percebeu que sua piscadela mexeu com Hana Choi (Amaldiçoada) @thendara_selune e reclinou o peitoral dilatado, ficando mais largo e praticamente ocupando toda area da janela como alguem que veste um colete a prova de balas e não tem medo de crianças que rosnam contra ele.

    - Dois contra um? isso tá ficando interessante! - comenta quando ve Jhon Pablo (Fantasma) @vontheevil se aliar a Jack, ficando lado a lado.

    Foi nesse momento que Alex Harper (Hyperboy) @Alexyus falou pra ele ter cuidado com "boca suja" o que só fez que Sentinel garalhasse de maneira exagerada - Você é idiota por acaso ou fez curso? tssff... você desonra o que o Legado está tentando proteger, eles estão lá fora tentando limpar o rabo com a cagada que vocês fizeram, e no fim eu que desonro minha familia?

    Mesmo que Kima Brown (Titânia) @Shamps tentasse segurar Alex Harper pela mão não adiantou. Ao perceber que HB voava em sua direção ele entrou em posição de luta - Vamos lá hyperidiota! mostre-me o que vc sabe fazer. - desafiou, seu tom carregado de sarcasmo e desprezo.

    Após Hyperboy voar na direção dele, agarra-lo pelo colarinho e fazer o discurso...

    Sentinel se desvencilhou e simplesmente jogou no garoto uma granada de concreto para derrubar Alex Harper e gruda-lo em uma parede. O impacto da granada explodiu em uma massa de concreto endurecida, que rapidamente começou a se expandir e solidificar ao redor de Hyperboy, tentando imobilizá-lo.


    OFF:
    As rolagens de dados serão feitas aqui: https://www.novaerarpg.com/t7114-combate-vs-aiden
    @Dante, embora Sentinel te provocou, por ele tambem ser adolescente e não ter influencia sobre vc, isso não destravou nenhum rejeitar influência, foram só rosnados.
    @Alexyus, para se libertar/evitar a granada de concreto, você deve fazer um teste de Liberar Poderes (o que inclui tambem receber a granada no peito e libertar-se dela usando a força bruta) - encaixando na categoria de SUPERAR UM OBSTÁCULO.
    Liberar Poderes:
    Em caso de sucesso, você continua o movimento na direção dele, mas se tentar pega-lo ele vai revidar com o bastão retratil dele e vocês podem começar a trocar golpes (movimento "Enfrentar diretamente a ameaça") jogue primeiro no forum de dados o primeiro movimento de Liberar Poderes e em seguida eu entro com mais detalhes.
    Enfrentar Diretamente a Ameaça:
    Sentinel está nesse momento como se fosse um vilão, ele tem 3 estágios que são ativados toda vez que ele recebe uma condição - o que faz com que ele rapidamente aja denovo fora da "ordem" de postagem de vocês - afinal ele é um heroi bem treinado!
    E por falar em ordem, não existe uma ordem, só se vocês optarem por usarem a pilha pra ajudar o Alex a ter sucesso em uma rolagem ou quiserem usar o ponto da pilha para si mesmos Smile
    usando a pilha:

    Todos que quiserem atacar o Sentinel usarão o movimento correspondente dependendo da intenção, NPC's não rolam dados nesse sistema, eles reagem ao resultado deles.
    Por isso q eu disse q os combates nesse sistema são rapidos Smile

    Cada um de vocês pode agir e declarar suas intenções tambem.
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    Mensagem por vontheevil Qui maio 23, 2024 10:16 am

    - Vocês não vão brigar só por causa de um colégio, né? Tá tudo bem, Alex
    eu penso: "não é só por causa do colégio... é pelas ordens, que cara metido"

    inspiro fundo e tomo coragem e corro na direção dele ja me imaginando derrubando ele para fora da janela e vendo a admiração de meus colegas ao olhar para mim enquanto eu fecho os vidros com ele para fora

    mas algo se engata no meu pé, perco o equilíbrio e caio antes de tocar no Sentinel
    Não sei onde enfiar minha cara de tanta vergonha, rolo e pulo para ficar de pé novamente e fingir que nada aconteceu? na dúvida continuo caído no chão tentando não encarar meus colegas
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    Ecos da Eternidade Empty Re: Ecos da Eternidade

    Mensagem por Alexyus Qui maio 23, 2024 11:34 am

    Kima escreveu:Vocês não vão brigar só por causa de um colégio, né? Tá tudo bem, Alex

    Mas já era tarde.

    O Sentinel se desvencilhou da pegada de Hyperboy e lançou uma provocação junto com uma granada de... alguma coisa.
    Sentinel escreveu:- Você é idiota por acaso ou fez curso? tssff... você desonra o que o Legado está tentando proteger, eles estão lá fora tentando limpar o rabo com a cagada que vocês fizeram, e no fim eu que desonro minha familia?

    Alex poderia ter tentado se esquivar da coisa, mas não era seu instinto agirr assim; ele preferia se colocar entre o perigo e outras pessoas para protegê-las com sua resistência superior. Além do mais, ele estava tão surpreso e irritado que mal teve tempo de reagir.

    Era concreto. Uma bomba de concreto.

    Sentinel escreveu:- Vamos lá hyperidiota! mostre-me o que vc sabe fazer. 

    - Você pragueja como um vilão e acha que eu desonro a minha família? Meus pais têm orgulho de quem eu sou! E isso é mais do que o Guardião vai pensar de você quando ele souber o que rolou aqui...

    Fantasma correu na direção do Sentinel, colocando o ombro na frente, visando derrubá-lo para fora da casa. Mas tropeçou em algo e caiu, fazendo Aiden rir. Isso enfureceu Alex.

    Quebrando cuidadosamente o bloco de concreto, Alex olhou para o Sentinel com ferocidade.

    - Não ria dos meus amigos! Acha que esses brinquedos que você usa são suficientes?

    Alex destruiu o invólucro de concreto, espalhando inúmeros pedaços pelo chão (que ele precisaria limpar depois!).
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    - Você já conhece a extensão dos meus poderes, e sabe que, se eu me soltar, você morre antes de saber o que te atingiu. E você nem imagina os poderes que os meus amigos têm. Acha mesmo que consegue sobreviver a um minuto contra todos nós? Em que mundo você vive?

    Alex estufou o peito e sacudiu o corpo ligeiramente para se livrar da poeira do concreto.

    - Você já tinha me irritado com a sua boca suja, depois ofendeu e riu dos meus amigos, e ainda aprontou toda essa bagunça pra eu limpar... Você está abusando da sua sorte, Sentinel! Por que não leva esse seu traseiro murcho para fora daqui antes que eu o chute até a lua?
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    Ecos da Eternidade Empty Re: Ecos da Eternidade

    Mensagem por Nazamura Qui maio 23, 2024 11:53 am

    Aiden sorria a cada demonstração de poder do Hyperboy
    - Quer saber - ele disse ainda mantendo a expressão debochada no rosto - Eu não tenho que ficar aturando essas bobagens todas. Me mandaram vir aqui pra certificar que vocês vão a escola e é o que eu fiz

    Aiden fica em pé. A provocação de Hyperboy pegou
    - Mas você rapaz, você vem comigo pra explicar pro Legado a bosta que rolou aqui e isso não é negociavel - ele deu um leve sorriso - Vai ter que se explicar diretamente para Bruce e Clint a vergonha que você fez o Legado passar hoje. Vambora garoto

    Ele olha para o resto da equipe e diz
    - E vocês, limpem essa bagunça antes de ir pra escola

    E rodopia acrobaticamente pela janela indo em direção ao seu carro.
    --
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    Ecos da Eternidade Empty Re: Ecos da Eternidade

    Mensagem por Dante Qui maio 23, 2024 12:07 pm

    Jack não parece entender a ironia nas palavras de Hana. — Bom dia cherry, o Jack gostou da paisagem daqui pela manhã. – e da uma piscadela para a garota. — O Jack está contente, o Jack está feliz, só não pergunte ao Jack onde ele põe esse nariz..

    Depois algo se desenrolou ente Hana, Vênus e Alex que Jack não se importou muito a não ser pela preocupação contida com Vênus. Bem ele não teve tempo de pensar muito a respeito. O almofadinha chegou tocando o terror. O cara era mais certinho que o Alex. Jack tira a camisa e fala para o seu amigo. — Fica de boa JP, vou ensinar a esse merdinha que pé de ouvido não se vende em farmácias.

    Jack até que torceu pelo escoteiro quando viu a reação dele. Ficou tão distraído que não conseguiu segurar o Fantasma. “Garoto impulso, eu hein!” e ele já usa seus poderes sem pensar. Vai fazer o moleque se borrar agora e começa a recitar enquanto encara o animal. — Um, dois, Jack vai te pegar. Três, quatro, fecha a porta do quarto...

    Mas alguma coisa estranha aconteceu. Não houve nenhum efeito. Seus poderes teriam falhado? Ou teriam sumido? Ou o cara era de alguma forma imune a eles?

    Jack ficou apenas parado. Por sorte, Alex conseguiu controlar a situação e Jack manteve sua pose. — Muito bem. Pode latir o quanto quiser enquanto sai com o rabinho entre as pernas. – Depois se volta para JP, ainda sem camisa, e o ajuda a levantar. — Viu só como se faz? Tem que se impor.
    😉





    O Sombra.

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    Ecos da Eternidade Empty Re: Ecos da Eternidade

    Mensagem por thendara_selune Qui maio 23, 2024 4:02 pm

    Hana.Ah, don't be afraid of the chaos.


    Falas
    Pensamentos/FalasNPCS





    Ainda cena 7

    @Dante

    Um sorriso travesso acompanhado daquela piscadela do Jack me arranca um sorriso hesitante. "Se tá tudo bem, ótimo." Ah, lá vai ele com suas piadas... intrigante, com certeza. Quem sabe em outra ocasião eu me deixe levar por essa onda, mas agora, meu foco é a Mila.

    —---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    @Alexyus


    Alexyus escreveu:Continuação da Cena anterior
    - Mas o que foi que eu falei de errado?



    "Ela não se sente confortável ainda com vocalização e você falou de um jeito grosso demais, HB… Pela amor viu…",
    eu disse, revirando os olhos. Mas antes que eu pudesse continuar, Mila já estava se defendendo sozinha das palavras do Alex.

    —-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    @Mellorienna com tua personagem a Hana se esforça pra falar via telepatia e gesticular tentando mostrar mais coisas.


    Mellorienna escreveu:


    (Telepatia: Hana) — Ele quer que eu "fale com a boca? Ótimo, então! — pela mente da outra garota, Mi'larhys deixou que transparecesse seus pensamentos: de que Alex não era bobo, mas sim cruel.


    Concordando com ela, percebi que as palavras de HB, embora sem má intenção, feriram Mila. Sua fala brusca soou como espinhos que atingiram a sensibilidade dela.


    Mellorienna escreveu:




    (Telepatia: Hana) — Qual deles você quer ver sem roupa primeiro? Eu fico com o outro.

    Aquilo poderia soar lascivo para Hana, mas Mi'larhys estava genuinamente curiosa.
    Não havia machos entre os lynnish. Até onde iriam as diferenças entre suas espécies?



    A pergunta dela me faz rir, mas luto para conter a empolgação. "Eu adoraria ver os dois sem nada, mas o HB é certinho demais." Meus gestos tentam descrever o quão reto ele é, uma linha reta demais para o meu gosto. "Preferia o Sentinel ali," aponto para ele, "deve ser divertido mexer com a cabeça dele de todas as maneiras possíveis." Um turbilhão de cores escuras, vermelhas e cintilantes toma conta dos meus pensamentos. "Mas claro que não me importo em compartilhar nada..." Pisco para ela. "Você pode ficar com o HB se ele te faz ver tudo em rosa..." Desenho um coração no ar com os dedos, esperando que ela entenda o que quero dizer. Afinal, sou jovem demais para declarar que já amei, mas tive minhas paixões. Diversas ficadas divertidas, alguns joguinhos pontuais, coisas bobas. Mas até agora, nenhum super envolvido. Será que isso seria diferente o suficiente para me tirar o fôlego e me deixar sem energia por semanas?

    Minha mente projeta algumas cenas vívidas, de um cara com quem fiquei. É evidente que eu o achava um gato. Ela pode vislumbrar isso como se fosse uma memória, meu rosto na imagem parecendo sem ar, ruborizado, ofegante, com tudo ao redor em um vermelho brilhante, até que a memória pisca mais de uma vez e desaparece, deixando a imagem do   @Dante Jack ondulando ao redor dela com brilhos rosados. O sorriso dele é algo que me atrai imensamente. Agora, minha mente escurece; há algo mais que tento manter só para mim, talvez um desejo secreto. E então surge  @vontheevil Pablo, sua imagem é como a de um gatinho perdido que quero segurar no colo, isso me acalma, me tranquiliza. Ela sente que o respeito, as palavras dele pesam pra mim assim como as do  @Alexyus HB. Minha mente deve ter dado um nó nessa confusão e a deixado perdida.

    "Bem, vamos ver no que dá..." Depois, tudo se torna explosivo. HB não aceita desaforo, nem o Jack, e até o Pablo tentou uma chance. Acreditava que Kima tivesse sucesso, mas também não rolou pra ela. Meus olhos se estreitam; o Sentinel nos testa, suas provocações não me atingem. Sou filha de quem sou, então estou meio blindada para essas coisas. Mas isso me faz pensar em como será nosso futuro. HB seria um bom líder? Eu o admiro, mas, ao mesmo tempo, ainda o acho muito contido e inocente. Mordo o lábio inferior enquanto escuto o Sentinel soltar mais farpas e dar ordens. Não digo nada; gastar energia por nada? Bem, tenho que concordar com isso.

    Cena 8


    Olhando ao redor, a bagunça me faz revirar os olhos. Apesar de conhecer minhas habilidades, sei que devo ter cuidado com o que faço. Um deslize e posso abrir uma porta para a perdição, não quero ir até lá, não quero ver a Hana que vive nessa parte obscura de mim.
    Me aproximo de  @vontheevil Pablo e  @Dante  Jack  dando um sorriso. "Tem coisas que fogem do nosso controle, mas achei um arraso você ter essa atitude, gatinho." Dou um selinho na testa de Pablo. "Mas agora, vamos parar, há energia demais sendo desperdiçada em algo que não adianta..." Lanço um olhar para a janela por onde o Sentinel se foi, esperando o HB segui-lo para levar um sermão hyperpower.

    Quando estamos só nós, uso telecinesia para tentar mover o entulho para fora, para onde deveria haver uma caçamba de lixo grande, antes de chamar alguém para ajudar. Uma mecha de cabelo cai e eu a afasto com um sopro. Concentrada na tarefa, meu semblante assume uma seriedade leve enquanto minha mente impõe sua força sobre a realidade ao meu redor. Objetos se movem sem a necessidade de gestos, um pequeno teste de controle para mim mesma. Meus poderes são como uma bomba-relógio, mas pelo menos este ainda é controlável. O outro... bem, tenho que ter muito cuidado ao decidir usá-lo. Não quero machucar ninguém que não mereça.

    @Dante "Cê gosta de filmes de terror, lindinho?" Digo olhando para o Jack, meus olhos vermelhos brilhando interessados.


    Visual da Hana do dia: Adoro montar um outfit em toda a mesa que jogo HAHA.:


    Informações sobre a Hana:

    OFF:  @Alexyus ,  @Dante ,  @Nazamura ,  @Mellorienna ,  @vontheevil ,  @shamps Onde eu marquei um de vocês, é porque deduzi que fossem coisas que vocês poderiam ler, quem sabe até gere aquela coisa de "Hum, entendi porque a Hana me olha assim ou porque ela revirou os olhos." Ou simplesmente para garantir que não esqueci de reagir a ninguém e tem a questão das influências e escolhas que colocamos na ficha Cool . Temos uma telepata, então minhas falas estão em verde claro, mesmo que não estejam marcadas para você, @Mellorienna. A depender da situação, a Mila vai acabar captando elas ou não. Depois ajusto se errei em algo Cool


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