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    Prólogo - Marin

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    Gakky
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    Prólogo - Marin

    Mensagem por Gakky em Qui Out 27, 2016 10:11 pm

    Prólogo - Marin



    Estava frio, Marin começa a acordar lentamente. Ainda não abriu os olhos, mas ouve as vozes de pessoas conversando, eram vozes masculinas:

    - É só um Evo com uma prótese feia. Vamos ter problemas se os nobres encontrarem ele aqui na cerimônia.

    - Mas por que colocariam em uma capsula? Será que é perigoso?

    - Olha, ele está se mexendo. Leve ele para um lugar um discreto.

    - Mas se eu fizer isso vou perder a cerimônia.

    - Foram as ordens do conde, ele mandou que você cuidasse disso.

    Marin consegue abrir os olhos, seu corpo parecia ter levado uma surra, estava dolorido e lento. Seus olhos ardem com a luz, mas logo se acostumam e podem ver que estava deitado sobre uma cama de metal. Seus braços e pernas estavam presos na cama por braceletes de aço. Todo o cômodo era branco e iluminado por cristais azuis.  Havia dois homens na mesma sala.

    - Ele abriu os olhos – Disse um dos homens, este usava um jaleco branco.

    O outro tinha cabelos quase azuis, era alto, jovem e vestia uma farda bonita. Ele se aproximou de Marin com um olhar intrigado e disse:

    - Então você está vivo. A abertura da capsula deve ter te tirado do seu sono. Não se assuste, só está preso por segurança. Antes de ser liberado precisa responder algumas perguntas.

    O homem fardado pega uma prancheta holográfica e começa a digitar na luz azulada da tela suspirando:

    - Vou perder a cerimônia. Eu sabia que iam fazer isso comigo.

    Depois se vira novamente para o Evo e pergunta:

    - Tenha calma, ok? A calma vai tornar tudo mais rápido. Encontramos sua capsula hoje de manhã. Não sei quem fez isso com você, mas não fomos nós. Lembra-se de algo? Sabe o seu nome?
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    Re: Prólogo - Marin

    Mensagem por Pallando em Sex Out 28, 2016 11:16 pm

    Sentiu frio, como um sopro gélido espalhando-se por todo seu corpo e trazendo-o de volta do estado de inexistência que se encontrava, um convite para acordar mais uma vez. Detestou aquilo com todas as suas forças, sentindo seu coração apertar como se ainda sentisse a mesma mágoa que sentira naquele dia. Seu último dia. Ou ao menos atualmente desejava que tivesse sido.

    Ouviu vozes masculinas e de imediato tentou reconhece-las, infelizmente sem sucesso. Manteve-se atento ao que elas diziam e começou a tentar agir, fazer alguma coisa, qualquer coisa que não fosse ficar parado. E com isso não demorou para que fosse surpreendido com as dores pelo corpo e uma lentidão que denunciava seu estado debilitado. Quase entrou em desespero total.

    Conseguiu abrir os olhos, finalmente capaz de tentar reconhecer o lugar onde estava, mas foi instantaneamente retardado pela luz em sua tentativa. Seus olhos arderam e então, agora sim, sentiu a raiva crescer junto de uma enorme pressa para dar um fim àquela maldita luz e descobrir o que diabos estava acontecendo.

    Obviamente perceber que estava preso à uma cama não ajudou a acalma-lo. Se perguntado não saberia responder o porquê, mas acabou por sentir-se insultado por estar preso, acreditando seriamente que aquilo era um absurdo, algo inaceitável. E sendo assim, tratou de identificar os "responsáveis" por isso: dois homens em uma sala branca, um usava jaleco branco, assim como muitos nas instalações que conhecera, e o outro trajava um belo uniforme.

    Ambos pareciam intrigados, principalmente o uniformizado que tratou de aproximar-se, falando diretamente com o alvo de suas curiosidades. Queria fazer perguntas, fato que não agradou o rapaz preso à cama, e logo começou a digitar em uma prancheta holográfica, aparentemente decepcionado por perder algum compromisso ou acontecimento interessante.

    De qualquer modo, àquela altura Marin já havia trocado a raiva pela curiosidade e já começara a se acalmar. Ainda estava irritado, provavelmente devido à toda a confusão que compreensivelmente sentia, mas não enxergava aqueles dois como inimigos. Até então haviam sido educados. Desleixados mas educados.

    Quando as perguntas começaram, a expressão do rapaz, que até então havia mantido-se com a face estática sem se dar conta, mudou. Estreitou os olhos e arqueou a fina sobrancelha em sinal de estranhamento, reconhecendo que se tratavam de perguntas simples, mas que entretanto era incapaz de responder com facilidade.

    Respirou fundo pela primeira vez até então, acordando definitivamente. Hesitou em buscar as respostas em sua memória, pois inconscientemente ainda temia seu curto passado, mas esforçou-se para cumprir com aquilo que lhe foi pedido.

    "Guarde-a, Marin..."

    - Marin...é meu nome.- Respondeu baixo, quase sussurrando, ainda confuso e especialmente intrigado com a voz da lembrança que lhe pedia para guardar...

    Ergueu mais a cabeça em um movimento repentino. Suas mãos moviam-se sem muita força em uma tentava de livra-lo dos braceletes, com principal foco em encontrar aquilo que a voz da jovem lhe pedia para guardar. Tais esforços não duraram muito, pois logo percebeu que seria mais eficiente tratar o assunto de maneira direta.

    - Eu tenho uma espada...sei que tenho.- Encarou o homem fardado, inicialmente com a mesma calma e ingenuidade que lhe eram naturais, e então cerrou os olhos. A voz, antes sussurrada, agora era firme e com um leve tom de ameaça.- Eu a quero de volta.
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    Re: Prólogo - Marin

    Mensagem por Gakky em Sab Out 29, 2016 12:05 am

    Os dois homens na sala olham ainda mais intrigados para Marin. O fato dele ter mencionado a presença de uma arma, fez com que eles ficassem receosos. Segurança era muito importante onde estavam. O homem de jaleco pegou uma seringa de seu bolso e enquanto a enchia com o conteúdo de uma ampola cheia de líquido amarelo, disse para o de farda:

    - Acho melhor acalmarmos ele... Acha que o enviaram para eliminar alguém?

    Porém o homem fardado fez sinal com a mão, mostrando a palma para o de jaleco, suas sobrancelhas franziram, parecia pensativo. O de jaleco então guardou a seringa. Depois de um suspiro, o de farda voltou a falar com o Evo:

    - Então Marin, sou o comandante Rosso. Hoje sou responsável pela segurança desse lugar, não posso permitir que carregue armas.

    Rosso se aproxima ainda mais de Marin e parece falar sinceramente:

    - Você veio em uma capsula, o encontramos há poucos minutos. Não sei de onde você veio. Agora imagine um estranho entrando em um lugar que você deve proteger, daria uma arma para ele? E se ele for mandado por inimigo? Eu desejo cumprir com o meu dever.

    Depois o fardado se afastou e voltou a teclar em sua prancheta:

    - Eu vi a espada, está comigo. Pode conseguir ela de volta se colaborar, ok? Por enquanto as pessoas daqui dependem que eu verifique qualquer desconhecido que apareça estranhamente... Então se passar no teste de perguntas, eu irei te liberar. Pode explicar porque está aqui? Sabe em que lugar está? Quem te enviou aqui?

    Enquanto aguardava pelas respostas, o homem de jaleco não parecia muito satisfeito. Seu olhar era de desaprovação para com o comandante, tanto que solta um comentário breve e baixo:

    - Outro não agiria assim...

    Mas logo Rosso rebate:

    - Eu sou comandante Rosso, não outro. Por favor, faça silêncio, deixe Marin se concentrar.

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    Re: Prólogo - Marin

    Mensagem por Pallando em Dom Out 30, 2016 8:57 pm

    Marin acompanhava cada movimento da seringa com atenção enquanto ouvia o homem de jaleco falar ao uniformizado como se ambos estivessem a sós. Manteve um semblante sério, como se não tivesse se intimidado, mas por trás das aparência sentia-se incomodado com a ideia de ser colocado para dormir de novo. Respirou um tanto aliviado quando o homem uniformizado fez o sinal com a mão, impedindo o outro com a seringa.

    O fardado parecia disposto a faze-lo entender pacificamente a situação, sendo direto e sincero no que dizia e isso Marin compreendia. Tudo ainda lhe era estranho, novo, mas não lhe faltava tanto bom senso a ponto de continuar portando-se como uma criança emburrada. Afinal, aqueles homens realmente não pareciam ter ligação com o lugar onde estava antes e não era preciso ser um gênio para saber que tinham seus próprios problemas, como o fardado bem tratou de explicar.

    Parou de remexer as mãos para dar total atenção para as perguntas que poderiam livra-lo daquilo tudo e então, mesmo que não soubesse nem por onde começar, poderia resolver suas questões pessoais. Já sentia-se muito mais disposto ao diálogo por saber que o tal Rosso tinha sua espada e que a entregaria. Ao menos prometera faze-lo.

    Sua maior preocupação agora era, comicamente, responder as simples perguntas do comandante Rosso. Era deveras frustrante ouvi-las e perceber que não tinha boa resposta para nenhuma delas. Marin possuía malicia suficiente para considerar mentir, inventar as respostas, mas sabia que não tinha informações o suficiente para elaborar uma mentira convincente.

    Assim como o comandante, Marin optou pela sinceridade, mesmo sendo-lhe desagradável dizer em voz alta que não sabia de nada sobra si mesmo.

    - Não tenho respostas para essas perguntas.- Retornou a voz ao tom calmo de antes, relaxando o rosto também. Deitou a cabeça na cama onde estava e olhou para o teto, momentaneamente conformado com sua desgraça.- Sei que fui ferido...muito ferido.- Pausou, olhando para sua prótese.- Depois me colocaram na capsula e me descartaram. Não sei quem o fez e nem o porquê também. Só lembro de ser chamado pelo nome Marin.

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    Re: Prólogo - Marin

    Mensagem por Gakky em Seg Out 31, 2016 8:44 pm

    O comandante ficou surpreso com as respostas de Marin, ergueu suas sobrancelhas com uma expressão confusa. Em seguida, digitou mais um pouco em sua tela holográfica e a fechou enfim. Depois suspirou, olhou as horas eu seu relógio e soltou uma reclamação:

    -  Essas coisas só acontecem comigo...

    Em seguida respondeu ao Marin:

    - Isso é muito incomum... Também não sei porque você veio parar aqui.

    - Talvez estivessem jogando ele fora - Comentou o de jaleco - Não deviam querer mais os trabalhos dele e descartaram.

    - Não, acho que não  - Respondeu Rosso pensativo- Geralmente Evos assim vivem por ai soltos, não em capsulas. Se queriam se livrar dele, era só expulsar para rua. Isso me cheira a algum experimento... Mas não posso afirmar nada. Bom, vou levá-lo para o quartel. Eles tem um computador que pode rastrear a identidade dele. Só não pode ficar aqui.  

    Comandante Rosso se aproxima de Marin e coloca um tipo de colar metálico em seu pescoço, algo como uma coleira. Em seguida o fardado apertou um botão na cama e os braceletes que te prendiam foram abertos. Enfim, Marin estava livre. O homem de jaleco ficou surpreso e discordou:

    - Já?

    Rosso respondeu:

    - Queria o que? Não posso transportá-lo na cama  - Virou-se para o Evo e disse -Então Marin, você vai ter que me acompanhar até fora do prédio, lá fora eu devolvo seus pertences. Mas se sair de perto de mim ou tentar algo agressivo, esse dispositivo em seu pescoço irá te apagar. Sei que é preocupante, mas são as ordens. Não leve isso como pessoal...Vou  te encaminhar para o quartel, lá podem descobrir um pouco de você e ver se pode ser liberado para o convívio com os outros da cidade. Eu acho que sim, não parece estar mentindo. Não é incomum ver Evos por aí... Embora alguns finjam que não os veem. O problema é o modo como chegou aqui hoje. Ah, e não use sua arma quando eu te entregar, se não será detido.

    - Não esqueça de ir pelos corredores que os nobres não passam - Alertou o de jaleco -  sabe como eles odeiam encontrar esse tipo... Agride seus olhos...

    - Eu sei... E então Marin, vamos? Quem sabe eu ainda pegue o resto do cerimônia.
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    Re: Prólogo - Marin

    Mensagem por Pallando em Qua Nov 02, 2016 2:52 pm

    Não voltou a encarar os dois homens ali após sua resposta, mas sabia que ambos provavelmente estariam surpresos e insatisfeitos com as informações dadas. Ainda assim, não sentiu-se nervoso ou pressionado a tentar se lembrar de algo mais, isso por que duvidava que lhe fizessem dormir só por aquilo.

    Discutiram sobre uma possibilidade válida, que era completamente descartada pelo comandante Rosso, mas o que chamou a atenção de Marin foi a possibilidade de rastrearem sua identidade sugerida por Rosso. O comandante então aproximou-se e colocou um colar metálico no pescoço de Marin, que de imediato encarou-o com surpresa e incomodo. Já estava farto de acessórios metálicos em seu corpo.

    Em seguida Rosso o surpreendeu mais uma vez ao apertar o botão que o livrou dos braceletes que o prendiam a cama. Seus olhos foram do comandante para sua mão, agora livre, e de volta, tão surpreso com a ação quanto o homem de jaleco, que não demorou para expressar sua discordância mais uma vez.

    Marin estava controlando a agitação que sentia se espalhar, ansioso para sair dali e apreciar sua inédita liberdade. Havia hesitação, o natural medo do desconhecido junto das várias incertezas que tinha quanto ao mundo que conheceria, mas não seria isso a para-lo. E em um movimento rápido Marin tirou as costas da cama e praticamente saltou com os pés no chão, sendo mais uma vez incomodado pelas dores no processo.

    Sua mente estava distante naquele momento, imaginando o que viria a seguir enquanto parecia ainda se acostumar com o movimento livre da prótese. Aquela porcaria realmente o incomodava a ponto de quase querer arranca-la. Só despertou de seus devaneios ao ouvir seu nome ser chamado.

    - Sim.- Respondeu com ânimo contido. Sua expressão ainda era estática, mas agora havia brilho no olhar ingênuo e mais "vida" em seus movimentos.- Vamos.
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    Re: Prólogo - Marin

    Mensagem por Gakky em Sex Nov 04, 2016 3:03 pm

    Comandante Rosso e Marin saíram da sala em que estavam e caminharam por alguns corredores. Marin sempre seguindo Rosso como haviam combinado. As paredes eram feitas de mármore branco e a iluminação provinha de cristais azuis. No piso havia um tapete contínuo por todos os corredores, este possuía desenhos circulares. Rosso parecia estar atento durante todo o caminho, como se tivesse tentando se prevenir de encontrar alguém. Ele parou ao chegar em frente a uma porta, onde entrou e pegou a arma de Marin. Porém não devolveu ainda, e explicou:

    - Como combinado, mas só depois que sairmos daqui.

    Os dois continuaram até que algo inesperado aconteceu. Um tremor fez os dois quase caírem no chão, as paredes começaram a rachar e havia poeira para todo lado. Depois de um estrondo alto, o alarme tocou:

    - Alerta intruso! Alerta Intruso! Não entrem em pânico, sigam para as saídas de emergência antes que o sistema de proteção se ative.

    Comandante Rosso estava perplexo, depois de tossir por causa da poeira, falou perto de seu relógio para se comunicar com alguém:

    - Comandante Rosso na linha, o que está acontecendo aqui?

    - É uma invasão - Responde uma voz vinda do relógio de Rosso, provavelmente era um comunicador.

    - Invasão? De quem? - Questionou o comandante- Estava tudo limpo, nenhum radar percebeu? Como isso é possível? Como esta a princesa?

    - O resgate já foi enviado comandante, em 5 segundos chegará até a princesa. Também há um resgate próximo, siga para ele comandante.

    Rosso não parecia satisfeito com a situação. Lançou um olhar para Marin e disse:

    - Mudança de planos, vamos passar pela área nobre. Venha!

    Os dois mudaram o caminho e passaram por outros corredores, tomando cuidado para uma parte do teto não cair em suas cabeças. Porém pararam ao ver em seu caminho um homem de cabelos verdes sendo cercado por criaturas estranhas. O homem tinha os cabelos arrumados com gel para trás e usava uma túnica elegante de cor branca e vermelha.

    Fim do Prólogo

    ''O que a humanidade mais teme é ela própria.'' (Neo Genesis Evangelion)
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    Re: Prólogo - Marin

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      Data/hora atual: Dom Dez 17, 2017 12:30 am