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    Dry Well - Saloon & Goldfield

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    Mensagem por Ankou Ter Jul 20, 2021 6:40 pm





    Saloon & Goldfield

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    Saloon é uma das construções mais antigas da cidade, fundado em 1847 anterior a municipalidade de Brimstone, incendiado em 1848 no final da guerra México-Americana, passando por sua primeira reforma, a primeira de outras dez, a mais recente em 2013.

    Em anexo possui a destilaria Goldfield, datada da mesma época do Saloon, que produz o Helltaker Wiskey, famoso por sua potência e teor alcoólico muito alto.

    O bar é badalado e anima desde sempre as noites de Brimstone, com bebidas para todos os bolsos e muito wiskey barato e de boa qualidade, com um ambiente bem cuidado embalado em música country.

    Apesar de já ter passado pelas mãos de diversos donos, o negócio nunca deixou de ser uma empresa familiar.
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    Mensagem por thendara_selune Sex Jul 23, 2021 3:46 pm

    —Boletos, vida adulta e outras coisas que fazem parte dos perrengues rotineiros e você, como vão as coisas? — Mercedez falava, olhando o lugar desviando um pouco os sentidos da loira ali. Elas mantinham um contato amigável, mas não seria a pessoa que ela chamaria para contar segredos. Ao acabar de falar ela mantém um sorriso. O pensamento fica na louca armada, bem como o homem a observando na esquina enquanto ouvia Nina responder. Aquela cidade e suas linhas que traçam onde ela deve ou não ir gera um desconforto maior que o cheiro da mulher.



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    Mensagem por Ankou Dom Jul 25, 2021 6:48 pm





    Mercedez Flores


    - Mon Dieu! Você acredita que a Angelica tava desviando dinheiro do caixa?! - ela fala indignada e logo uma amiga do lado comenta - Safada! - entrando no assunto sem ser chamada, mas Nina parece nem ligar. - Você tem tanta sorte de ter o Johnnyzinho, é tão difícil conseguir funcionários bons esses dias. - ela diz obviamente com uma inveja branca. Ele era de confiança, abria e fechava a loja todos os dias, mas precisava de muito menos treinamento que um barista.

    As portas se abrem abruptamente e ficam balançando indo e voltando e os olhares se desviam, a mulher que tinha gritado pra ela na rua adentra e olha pra Mercedez antes de mais ninguém, ela ajeita a pistola na cintura como se fosse um cara coçando o saco e mostrando o tamanho do pau. Segundos depois as pessoas parecem não se importar mais, ou não perceber, mas ela continua olhando pra Rahu, isso até começar a andar a passos lentos passando por ela, aí os olhos parecem vidrar-se em Nina como se a mulher fosse algo que ela desejasse muito, a dona da cafeteria por sua vez aperta o braço de Mercedez e se encolhe.

    A Cahalith faz seu caminho até, o balcão sem dizer nada, dá um soco leve sobre a coisa - Wiskey, pode deixar a garrafa. - e por fim ela se senta.
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    Mensagem por thendara_selune Dom Jul 25, 2021 10:23 pm


    — É verdade?! — Ela replicava, soando espantada. — Nossa, não parecia ser desse tipo de pessoa.— O sorriso vem fácil ao pensar no cara que trabalha com ela porque se tinha uma coisa que ela gostava era poder confiar em alguém ao ponto de não conferir o caixa. — Dei sorte em ter alguém decente trabalhando comigo, muita coisa rolou em mais de um ano e parece que a cidade tem sempre uma carta na manga...— Mercedez dá um sorriso caloroso que daria a uma irmã mais velha, porque ninguém na face da terra podia substituir sua mãe, mas era inegável que Nina tinha dado um suporte enorme. —Mas, Nina você tem sido uma excelente amiga, então brindemos a isso!— Ela pega o suco que havia pedido e faz o velho tintin com a outra encontrado um momento descontração apesar de tudo que aconteceu com a chegada da mudança. — Vou tentar expandir ou ter uma loja maior, vai que acabo saindo em uma revista “ Pequena notável construiu império esportivo”. — Agora o sorriso era um gracejo divertido que sai alto sem preocupação alguma. Até que o vento parecia mudar o ambiente inteiro, sentia um os pelos eriçarem quando olhou para porta vendo aquela mulher entrar mirando Nina. A sensação de desconforto volta, Mercedez continha um rosnado que subia pela garganta buscando explosão. O aperto em seu braço só colabora para que sinta-se invadida em seu pequeno mundo. Não gostava da maneira que a mulher olhou a loira e sem perceber acabou a encarando, coisa da época que estourava fácil. Os olhos castanhos escuros de Mercedes ficam ali presos na outra, aquele ar ameaçador, estilo valentona a irritou. Sua mente traçava coisas, às vezes desejava sangue, carnificina, mas continham-se porque seu pai lhe dizia “ Não entre em uma briga sem a certeza que vai ganhar.” Porém os urathas tornam tudo mais complicado do que o necessário, ela pensa com um sorriso doce nos lábios bonitos tingidos de vermelho. Depois volta a olhar Nina tentando sondar a loira.
    — Você conhece a aspirante a pistoleira  selvagem ali?— A voz é baixa, mas ela sabia que um outro Uratha podia ouvir e sentia-se cada vez mais tentada a fazer uma grande confusão quando tivesse chance.

    Visual da Mercy:
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    Mensagem por Ankou Ter Jul 27, 2021 5:02 pm





    Mercedez Flores


    Nina meneia em positivo com um olhar nitidamente decepcionado, mas ela brinda e sorri junto de Mercedez e seja lá quem era a outra amiga que a Rahu nem sabia quem era.

    - Todas aquelas lojas pertencem ao Sr. Horvath sabia? Até a que você aluga, a do lado também, a empresa é dele, talvez eu consiga um dia comprar meu café dos Blackwood ou ter ações o bastante do mercadão pra chamar de meu. - ela diz animada com um brilho no olhar.

    --

    A Rahu olha de um lado pro outro, o cheiro de álcool é forte demais, a música ambiente atrapalha a audição, nem dá pra saber se a mulher está sozinha ou não, talvez o homem negro tenha vindo com ela, talvez estivesse esperando do lado de fora, mas no Saloon tinha uma câmera, única logo acima do caixa, ela com certeza devia pegar o caixa e boa porção das mesas.

    Talvez ela não precisasse pensar muito quando o sujeito com cheiro de uratha cruza a porta que balança pra trás e pra frente, ele e uma jovem mulher, ambos muito bem vestidos, ela com perfume doce de rosas que se misturava ao álcool, a mulher a olha como se a conhecesse, mas tem uma mágica no olhar algo como admiração e nenhuma hostilidade.

    A mulher no balcão por sua vez nem se mexe, ela permanece bebendo o whisky como se fosse água e em silêncio.






    Morgan Blackwood


    Vindo: Blackwood Manor

    Ela dá de ombros, sobre o que ele fala do horário comercial, mas respondeu logo em seguida - O queijo é ótimo, não é como se fosse francês, mas é o melhor nacional que eu já comi. - ela falava aquilo como se fosse algo muito comum acostumada a vida de alto padrão assim como Morgan.

    - Eu adoraria desenhar, e transferir meu curso pra cá, mas eu nem posso decepcionar minha mãezinha, quem sabe depois de eu terminar arquitetura, por hora eu só queria uma prancheta nova. - ela diz com um sorriso cristalino, parecendo contente - Além do mais todo mundo sabe que desenho e pintura só dão dinheiro se você for um velho branco e morto. - ela ri como se aqui fosse uma piada muito engraçada.

    Logo ela abre o porta luvas encontrando o cartão de crédito mencionado, ela coloca na bolsinha que ela carrega sem fazer maiores comentários - Melhor nada de carros, eu não sei dirigir eu entro em pânico - ela ri meio sem graça - A não ser que venha um motorista junto. - a afirmação quase soa como um apelo, mas ela não chega a se dobrar tanto.

    Finalmente o carro estacionado numa vaga, um pouco distante, a casa parece mais cheia que o habitual, um verdadeiro saloon do velho oeste não fosse a luz elétrica e a bebida gelada.

    Morgan já podia sentir o cheiro de bebida forte da destilaria Goldfield há pelo menos um quarteirão atrás, ali era bem mais forte, de dar água na boca se whisky fosse uma bebida elegível pro uratha.

    Anastácia olha pra ele e parece se aconchegar mais, ela busca sua mão, ela olha o lugar inteiro com nítido encanto - Isso é real? - ela nem acredita, ninguém acreditaria muito que aquilo havia sobrevivido com todos aqueles prédios em volta e ruelas de Dry Well.

    Ao entrar o cheiro de comida e bebida são ainda mais fortes, whisky e algo apimentado, a primeira pessoa conhecida que Morgan nota é sua quase amiga no balcão, silenciosa com a inseparável pistola na cintura, direito constitucional Inquebrável diria, a casa cheia, casais e amigos nas mesas, um monte de rostos conhecidos do mercadão ali, happy hour com gente que ele não se misturava normalmente além dos negócios, entre eles a mulher, idêntica ao desenho de Anastácia.
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    Mensagem por JTaguchi Ter Jul 27, 2021 6:49 pm





    Vento de Inverno


    Morgan Blackwood
    Elodoth  |  Senhores da Tempestade


    “Cada época é salva por um
    punhado de homens que têm
    a coragem de não serem atuais.”

    _______________________________________________________________________



    Anastácia escreveu:- Eu adoraria desenhar, e transferir meu curso pra cá, mas eu nem posso decepcionar minha mãezinha, quem sabe depois de eu terminar arquitetura, por hora eu só queria uma prancheta nova. Além do mais todo mundo sabe que desenho e pintura só dão dinheiro se você for um velho branco e morto.

    "Bem, você não precisa se preocupar se algo vai te render dinheiro ou não", responde. "Você está numa posição em que pode se dar o luxo de fazer algo simplesmente porque gosta. Não é nenhum crime ter um hobbie, se você gosta."

    Anastácia escreveu:Melhor nada de carros, eu não sei dirigir eu entro em pânico. A não ser que venha um motorista junto.

    Ele dá um sorriso de lado, imaginando a cena.

    "Podemos providenciar isso", conclui, pensando que vai precisar negociar alguma coisa para que ela aceite pelo menos tentar aprender a dirigir. "Mas, em algum momento, você pode precisar ir a lugares onde não convém levar um motorista. Nesses casos, seria importante saber dirigir. Acredito que você pode aprender, se ir com calma. Eu mesmo posso ensinar, se você quiser. Em troca, aceito aprender francês com você."

    Não demora muito e ele estaciona próximo ao Saloon. O vento frio do deserto passa pelos dois, fazendo a garota se encolher de frio. O cheiro de bebida o faz se lembrar da época em que podia beber - uma época em que ele fazia questão de apreciar do melhor whisky da casa. Agora, parece algo que aconteceu numa vida passada já distante. Nem parece que a Mudança tem poucas semanas.

    O Saloon está cheio quando ele entra, os sentidos carregados de impressões bem mais fortes que o normal. O cheiro de comida, pessoas e Uratha presentes. O cheiro misto e estranhamente familiar, parecido com o de Anastácia. A própria Inquebrável no balcão, bebendo como se não houvesse amanhã - e caso ela o note, ele a cumprimenta com um aceno de cabeça discreto. Morgan segura a mão de sua noiva, passando segurança. A pele dela é macia e perfumada e o faz pensar em terminar a noite distribuindo mordidas em toda extensão que o vestido cobre. Então empurra o pensamento para longe e a leva para uma mesa, onde puxa a cadeira para ela e espera que se acomode.

    Anastácia escreveu: - Isso é real?

    "Totalmente", responde, sorrindo. Sente-se satisfeito por conseguir o efeito desejado. "Foi construído em 1847 e passou por todas as reviravoltas políticas da época e alguns desastres. Já passou por várias reformas, mas se mantém bastante fiel ao que era originalmente."

    Ele passa os olhos pelo recinto, procurando por um cheiro estranho que sentiu. Então a vê, sentada numa mesa com pessoas que ele conhece de vista por causa dos negócios - a garota do desenho. A Rahu. Ele ajuda sua noiva a fazer os pedidos e enquanto esperam, decide que a oportunidade é boa demais para ser desperdiçada.

    "Parece que o dia está cheio de surpresas", ele comenta, e faz um gesto com a cabeça na direção da garota da loja. "E por mais que eu só quisesse jantar com a minha noiva, parece que vamos transformar a noite num jantar de negócios. Prometo compensá-la por isso depois, Anastácia. Com licença."

    Morgan se levanta e vai até a mesa da moça, passando por todos os clientes, funcionários e outras mesas no caminho. Anda devagar e com calma, mas a passos firmes de alguém que está acostumado com situações sociais.

    "Boa noite", cumprimenta educadamente assim que chega na mesa, olhando diretamente para a garota do desenho. "Peço desculpas por atrapalhar uma reunião pessoal. Meu nome é Morgan Blackwood e eu gostaria de convidar a senhorita para se juntar a mim e à minha noiva em nossa mesa. Quero tratar de negócios com a senhorita. É de seu total interesse."

    Para gente de fora, Morgan fala de um jeito meio antiquado, quase inglês. A boa educação e a posição privilegiada são visíveis na forma como se porta - assim como a firmeza de alguém que está acostumado a dar ordens. Apesar da clara polidez, é evidente que ele espera que ele a siga para a mesa.

    ***

    Caso Mercedez aceite se juntar aos dois, ele a conduz para a mesa e a apresenta para Anastácia.

    "Senhorita, esta é Anastácia Levesque, minha noiva", diz, e puxa uma cadeira na mesa para ela. "Por favor, fique à vontade. Vou chamar um garçom para recolher seu pedido."

    Ele dá um tempo para que a garota se apresente e se acomode. Enquanto os pedidos chegam, ele a olha nos olhos e decide ir direto ao ponto.

    "Acredito que saiba por que está aqui", começa. "E devo perguntar se a senhorita tem... amigos próximos na região. Fiz certas descobertas muito recentemente e ainda me encontro sozinho, se me entende. Mas estou à procura de novas amizades neste mundo."
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    Mensagem por thendara_selune Ter Jul 27, 2021 10:40 pm

    Mercedez ouvia a outra, mas tentava observar tudo, o mundo que vivia fazia os sons, cores, cheiros e sensações alcançarem de maneiras novas. Olhou para a “pistoleira”, mas não tinha como sondar as intenções dela ali. Consegue notar a câmera, mas nenhum sinal do cara que estava na esquina. — Um dia quem sabe você consiga isso…— Ela abria um sorriso e dava um tapinha no ombro da outra em sinal de apoio. — Imagina ser dona de ações? — Faz uma cara de boba pensando nisso. —Essas pessoas estão em um patamar diferente, mas não duvido que você possa conseguir o mesmo Nina. A gente pode pensar em alguma coisa e quem sabe entrar nesse mundo de ações e coisas assim. — Ela bebe um gole do suco, percorrendo mais uma vez o ambiente como se apenas quisesse ouvir a música até que nota um casal entrando. Os dois se destacam aos olhos dela.  Uma loira elegante do tipo que você vê em revistas de moda e homem ao lado dela um uratha como Mercedez isso a faz observá-los sem discrição alguma. A loira olhou para ela e Mercedez sorriu como uma menina inocente. Até que passaram indo para uma mesa e ela se voltou para Nina com um sorrisinho. — Eu acho que hoje vai ser uma noite proveitosa, a gente precisa marcar mais noitadas assim.— A risadinha sincera imaginando porque havia dois urathas ali e se aquela mulher com cara de pistoleira assassina pretendia algo.  Enquanto conversava com Nina, o sujeito aproximou-se cheirando a vida de alto padrão os modos polidos e  se apresentou deixando Mercedez com um olhar divertido. —Prazer em conhecê-lo senhor Blackwood.— Ela se levantava educadamente, olhando depois Nina como se aquilo fosse uma surpresa divertida demais para se dispensar. — Então realmente podemos falar de negócios?!— Tentava fingir que aquilo tinha um fundo de verdade. — Nina você me dá licença, prometo que ainda volto, não vai embora sem mim por favor!— Mercedez segura a mão da loira entre as dela com um sorriso amistoso. Depois sussurra de maneira divertida. Sabendo que ele podia ouvir. — Olha que você tem uma boca santa, imagina se aquilo que você tava dizendo acontece pra gente agora ou pelo menos vou fazer ele pagar todas as bebidas da mesa da gente miga?!- Dá uma abraço na mulher e segue Morgan. Ela se mantinha ao lado dele os passos tranquilos, embora soubesse da presença da “pistoleira” tentou manter-se calma. Quando ele apresenta a mulher, Mercedez estende a mão para apertar a da outra.  —Mercedez, mas pode me chamar de Mercy se quiser.— Os modos dele são interessantes, parece um cara saído dos livros que a mãe lia. Ela se senta e observando os dois abre um sorrisinho cheio de provocação juvenil. — Vocês são um casal tão bonito que dá vontade de morder! —  Ele menciona as coisas, Mercy assentiu ouvindo tudo e depois falava com um tom calmo. — Ela sabe do tipo de negócio que estamos falando?— Os olhos escuros de Mercedez então ficam na moça. Sentindo o cheiro dela invadindo os seus sentidos de novo. Anastácia  não causava a mesma sensação que Nina causou minutos antes, mas todo aquele mundo de sentidos mais intensos deixava Mercedez inebriada.       — Ela é uma coisinha adorável, deve ter sabor de creme…— Ela ri divertida olhando a Anastácia que parecia uma boneca Barbie. — Sou mais pra caramelo ou chocolate amargo dependendo do dia.— Uma risada cheia de humor sem esperar a reação dele  ou dela a garota prossegue. — Hã, tenho certeza de que “ esse negócio” pode ser uma boa pra gente, senhor Blackwood! — Fez uma cara de falsa tristeza. — Também estou sozinha e procurando amigos divertidos para brincarem no escuro comigo ou quem sabe morder algo macio no deserto. — O riso era cheio de deboche, rebeldia brilhando nos olhos escuros ela não se continha, não seria fingida e nem ia esconder como ela era.— Você pode ser novo nisso, mas cê sabe que isso aqui não é brincar de casinha, não é grande família feliz e essa coisinha linda parecendo uma ovelhinha precisa de proteção que só um grupo unido pode dar.— O olhar era predatório como se ela fosse um filhote querendo um osso maior ou quem sabe que o negócio que ele fosse oferecer significasse virar “gente grande” na cidade.

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    Mensagem por Ankou Ter Jul 27, 2021 11:18 pm





    Mercedez & Morgan


    - Mas nunca vou poder decepcionar a mãezinha. - ela diz aquilo com um carinho especial - Não é como se eu não gostasse do curso, eu gosto, mas também gosto de desenhar só isso. - não dava pra saber as intenções reais, mas ela parecia pelo menos conformada.

    A resposta sobre dirigir que vem em seguida é bem diferente - Não definitivamente não. - ele diz rindo, de vergonha ou nervoso - Se você quiser aprender Francês tudo bem, nada de volantes pra mim. - ela parecia aversa o bastante pra não ceder a aquilo.

    Ela ouve ele falando do lugar visivelmente encantada até a porta.

    --


    - Ele é dono do mercado cheri, você sabe que ele é montado na grana né? - Nina por sua vez não faz a menor ideia de que ele pode escutar, mas ela não parece querer forçar nada pra cima de Morgan.

    Morgan pode sentir o corpo de Anastácia se encolher de leve quando a uratha fala de sabor de creme, um misto de apreensão e medo, mas a sensação dela não dura muito, ele sente o corpo dela pular quando a garrafa de whisky bate em cima da mesa, Inquebrável, com os óculos no lugar, ela parecia ainda mais perigosa, a arma na cintura nem ajudava a situação a melhorar. - Já falei que vai dar merda Blackwood. - a voz gelada assim como o resto do corpo que parecia feito de gelo e aço. - Isso mesmo vão brincando de casinha, ou o que diabos vocês quiserem, vocês deviam ir embora. - ela não se alonga, como sempre ela nem parece querer conversar, a garrafa fica em cima da mesa pela metade e ela continua indo pra direção da saída, mas Mercedez sabe que os olhos dela não desgrudam de Nina até ela sair de vista.
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    Mensagem por JTaguchi Qua Jul 28, 2021 8:45 am





    Vento de Inverno


    Morgan Blackwood
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    “Cada época é salva por um
    punhado de homens que têm
    a coragem de não serem atuais.”

    _______________________________________________________________________




    Mercedez escreveu:— Vocês são um casal tão bonito que dá vontade de morder! Ela sabe do tipo de negócio que estamos falando?


    "Sim", ele responde. "Anastácia é de minha total confiança. Esta conversa só está acontecendo por causa dela, inclusive. Vamos dizer que ela tem a capacidade de enxergar talentos escondidos."

    Ele fala sem tirar os olhos da garota, dando leves tapinhas nas costas da mão de Anastácia, mostrando que a situação está sob controle e que ele confia na sua capacidade de se portar em situações como esta.

    Mercedez escreveu:— Ela é uma coisinha adorável, deve ter sabor de creme… Sou mais pra caramelo ou chocolate amargo dependendo do dia.

    Morgan olha de soslaio para sua noiva, observando sua reação. Mercedez se comporta como uma típica garota sem refinamento, mas ele não está ali para avaliar sua capacidade de seguir a etiqueta. O que quer é saber se ela está disposta a trabalhar em equipe ou não. A moça que a acompanha, Nina, engata com ela uma conversa animada em francês, e ele agradece por Anastácia estar com ele para mantê-la distraída. Assim, ele pode se concentrar totalmente em sua possível nova amiga.

    Também é bom para tirar da cabeça a vontade de descobrir se Anastácia realmente tem gosto de creme.

    Mercedez escreveu:— Hã, tenho certeza de que “ esse negócio” pode ser uma boa pra gente, senhor Blackwood! Também estou sozinha e procurando amigos divertidos para brincarem no escuro comigo ou quem sabe morder algo macio no deserto.

    Então ela não tem uma alcateia. Seja lá quem a encontrou, provavelmente agiu da mesma forma que Inquebrável e a impediu de fazer parte do grupo. Se existem dois Uratha recém saídos da Mudança no mesmo lugar, sua mente é rápida em pensar que formarem um grupo é melhor do que qualquer outra idiotice que façam sozinhos.

    "É bom saber disso", responde, transparecendo confiança. "Existe uma máxima que diz que um homem que tem amigos, tem tudo. Eu gosto de saber que vou ter companhia para um acampamento no deserto, como nos dias de escoteiro. Até porque, quem brinca demais no escuro pode acabar sendo mordido ao invés de morder."

    Mercedez escreveu:— Você pode ser novo nisso, mas cê sabe que isso aqui não é brincar de casinha, não é grande família feliz e essa coisinha linda parecendo uma ovelhinha precisa de proteção que só um grupo unido pode dar.

    Ela claramente gosta de falar e de ser debochada. Também é transparente e sem muita paciência para situações sociais. Direta, simples e honesta, como uma camponesa. Morgan aprecia tais características, mas não gosta muito de ver sua noiva sendo tratada em termos tão vulgares. Talvez seja bom estabelecer alguns limites em nome da boa convivência.

    "De fato, Anastácia é uma joia rara", ele concorda, num tom leve e bem-humorado. Os olhos ficam fixos nos seus."E eu teria sérios problemas com alguém que tentasse fazer algo com ela ou que não a tratasse com a dignidade que ela merece. Porque, você sabe, um homem que não cuida da família não merece respeito. E um homem que valoriza seus amigos, menos ainda. Fico me perguntando se você pensa da mesma forma."

    O objetivo é simples: ver até onde ela está disposta a se comprometer. Mercedez já deu a entender que vê com bons olhos a formação de uma alcateia, mas está claro que quando o assunto é política e negociação, ela não se sente em casa.

    Então aparece Inquebrável, batendo a garrafa na mesa numa demonstração ridícula de força e superioridade. Morgan a encara surpreso, segurando a mão de Anastácia para que ela não se assuste. É claro que ela não vai fazer nada idiota dentro do bar cercada de câmeras.

    Inquebrável escreveu:Já falei que vai dar merda Blackwood. Isso mesmo vão brincando de casinha, ou o que diabos vocês quiserem, vocês deviam ir embora.

    Ele a acompanha com o olhar enquanto ela vai embora, sem dizer uma palavra. A verdade é que a grosseria típica de Inquebrável, misturada com a mania de nunca dizer nada de forma clara o irritam. No fim das contas, Morgan pensa apenas que a falta de palavras é fruto de um vocabulário naturalmente limitado.

    "Chloe Decker, caso você não tenha tido a honra de conhecê-la", ele diz, assim que ela sai de vista. "Ela foi a responsável por me guiar nos primeiros passos nesse mundo novo. Mas o temperamento é detestável."

    Dá um gole na água e checa os pedidos. Então retoma a conversa, no mesmo tom de antes. Como se nada tivesse acontecido.

    "Então, Mercedez", começa. "Conte mais sobre você. Quero saber como você chegou até aqui."
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    Dry Well - Saloon & Goldfield Empty Re: Dry Well - Saloon & Goldfield

    Mensagem por thendara_selune Qua Jul 28, 2021 11:37 am

    -Deixa comigo!- Mercedez piscou pra Nina e seguiu com Morgan.
    ***********
    Mercedez se divertiu com a reação de Anastácia, mas logo o som da garrafa batendo na mesa faz ela olhar para tal mulher como se estivesse vendo um prego torto insistindo em segurar um quadro velho. A voz dela é fria, Mercdedez a observa com curiosidade agora, mesmo com vontade de pegar a garrafa e enfiar na cara da outra não podia negar que a mulher passava uma coisa predatória inquietante demais para ignorar. Dava pra notar que estava diante de um predador maior e isso fazia a loba dentro dela ficar rebelde. Ela foi escutando o aviso saindo dos lábios da desconhecida.  Quando ela se vai Mercy não deixou de observá-la, tinha coragem o suficiente para dar as costas e sair sem se preocupar que fosse pega lá fora ou que a jovem Rahu quisesse tomar dores pelo jeito que olhou Nina antes de sair.
    **********

    Morgan a conhecia e a rahu olhou pra ele com curiosidade. -Ela não tem cara de Chloe, mas minha educação não me deixar dizer o que realmente penso sobre ela ou sobre esse temperamento, mas pensando bem é coisa da lua.- A última parte a fez sussurrar. Depois  os dedos dela batem na mesa o olhando. - Estou disposta a fazer negócios com você.- Ela olhou Anastácia em sua conversa com Nina imaginando os talentos escondidos da loira delicada. -  Mas antes me diga uma coisa,você sabe morder ou prefere que mordam?- Ela riu e fingiu ficar envergonhada e o tom de provocação ignorando as mulheres ali. -Oh, meu Deus, fiz de novo, desculpa não consigo controlar minha língua quando fico animada e acabei me expressando do jeito errado.- Ela não tirou os olhos dele e suspirou mordendo o lábio inferior. - Tão engomadinho assim, custo acreditar que você saiba mesmo morder, acho que a adorável Isolda ali, colocou você na coleira e que você vai acabar sendo mordido por ela até não sobrar nenhum pedacinho.- Provocação na voz se vai quando ele fala sobre amigos. - Sou estourada, mas melhorei depois da morte dos meus pais, aprendi muito com eles, e compreendo perfeitamente que boas relações devem ser cultivadas de maneira honesta, não vou fazer nada contra a dignidade de sua noiva e muito menos vou encostar um dedo ou garra em você.- Os lábios vermelhos se curvam em sorriso felino. Ela levanta puxando a cadeira sem fazer barulho para sentar ao lado dele. - Meu coração parece sempre pronto pra explodir quando imagino o que sou...É incrível e tão certo que às vezes é como se sempre tivesse estado na coleira, mas agora é tudo diferente, tão límpido, claro e posso sentir tudo pulsando dentro de mim.- O canto da boca dela, se curva num leve sorriso. Ela balança a cabeça para trás, e então sussurra perto do ouvido dele em uma invasão inocente. - Se quer saber mesmo, a lua é tão perfeita, que acho que às vezes podia correr até ela e morder uma estrela com minhas presas ou quando sinto o cheiro de alguém interessante é elétrico, parece que podemos despir as pessoas só sentindo o cheiro que elas tem...Meu pulso até bate acelerado, puta merda!- Ela se afastou dele e riu depois de novo. - Mercedez é isso, se quiser saber mais sobre mim vai levar tempo senhor Blackwood , mas sei que sua família é conhecida e você deve estar acostumado a lidar com coisas racionais, lógicas e gente pomposa...Não sou assim, nem quero, mas sei que pra gente sobreviver aqui temos que fazer as coisas do jeito certo pra gente e isso é algo que estou disposta a fazer. - Ela segura o rosto com uma das mãos e fica ali olhando o carinha que parecia ser do tipo que gostava de ter controle nas coisas. - Pode me chamar de Mercy, é curtinho, fofinho e intimo.- O sorriso felino surgiu de novo, mas não havia malícia ou maldade. O cabelo escuro é volumoso, solto até a cintura, ela deve ter seus 1,70m corpo bem delineado e o rosto deixa evidente que era uma mistura interessante que complementava-se em uma personalidade intensa. Os olhos escuros ficam sondando o outro uratha que era seu oposto em todos os sentidos. Assim como Morgan era uma faceta totalmente diferente de "Inequebravel", mas tinha algo gélido que o cercava assim como a uratha que tinha ido embora como se fosse uma lufada de inverno que deixou Mercy inquieta.

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    Mensagem por JTaguchi Qua Jul 28, 2021 12:49 pm





    Vento de Inverno


    Morgan Blackwood
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    punhado de homens que têm
    a coragem de não serem atuais.”

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    Mercedez escreveu:- Estou disposta a fazer negócios com você. Mas antes me diga uma coisa,você sabe morder ou prefere que mordam? Tão engomadinho assim, custo acreditar que você saiba mesmo morder, acho que a adorável Isolda ali, colocou você na coleira e que você vai acabar sendo mordido por ela até não sobrar nenhum pedacinho.

    Enquanto ouve, Morgan começa a fazer pequenas anotações mentais sobre sua nova amiga. Mercedez é órfã, jovem, provavelmente desmiolada e imprudente. Existe um resquício de responsabilidade ali, se levar em conta que a garota dirige uma loja - de resto, sobra só a espontaneidade selvagem e vulgar de uma garota sem berço. Tem sua beleza, claro, mas é barulhenta demais. Provavelmente herança do sangue latino.

    "Camuflagem, senhorita", responde, num gesto indiferente. "A natureza está cheia de exemplos de predadores que parecem inofensivos. E ser perigoso é o mesmo que ser uma dama: se você precisa afirmar ser, é porque não o é."

    Tudo isso é dito num tom amigável, como se a conversa fosse a mais inofensiva do mundo. Ele não pretende intimidar a garota ou entrar em seu joguinho de provocação vulgar - principalmente se levar em conta o fato de Anastácia estar presente. Mesmo assim, ela lhe parece alguém que pode ser útil nos planos de formar um grupo mais próximo.

    Mercedez escreveu: - Mercedez é isso, se quiser saber mais sobre mim vai levar tempo senhor Blackwood , mas sei que sua família é conhecida e você deve estar acostumado a lidar com coisas racionais, lógicas e gente pomposa...Não sou assim, nem quero, mas sei que pra gente sobreviver aqui temos que fazer as coisas do jeito certo pra gente e isso é algo que estou disposta a fazer.

    Pela primeira vez desde que começaram a conversar, ele dá um sorriso discreto de lado e gira o copo de água nos dedos.

    "Aprecio sua franqueza", diz. "E acho que podemos trabalhar juntos, principalmente agora. Eu diria que nosso próximo passo é saber se existem mais novatos como nós pelas redondezas e tentar ir atrás deles. Se vamos unir forças para cuidar dos nossos, ter mais uma ou duas adições seria ideal. O que me diz?

    Morgan sabe que os dois possuem diferenças gritantes. A mania de falar demais e ser direta pode ser inconveniente, mas também significa que a garota vai ser uma pessoa fácil de entender com o tempo, o que torna sua vida mais fácil. A rebeldia, por outro lado... talvez precise de um pouco de direcionamento. Quanto à vulgaridade, paciência. Talvez um de seus parentes goste do sangue quente que vem do outro lado da fronteira. Se entender uma forma de mantê-la feliz, ativa - e de preferência, calada -, vai se sentir no paraíso.
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    Mensagem por thendara_selune Qua Jul 28, 2021 2:14 pm

    -Camuflagem…- Os olhos ainda fixos nele e o sorriso no canto dos lábios ainda ali. Ainda ao lado dele fala baixo observando as duas mulheres perdidas em seu momento.- Você pode se camuflar em situações sociais, mas não pode esconder o predador dentro de você por muito tempo, você é aquilo que é!- Respirou fundo passando a mão no cabelo e o prendendo em um coque desalinhado. O tom baixo perto do ouvido como se fosse uma conversa íntima demais a divertia. - É evidente o quanto você sabe usar as palavras, transitar por lugares humanos, mas nesse mundinho que você acordou o terno não combina com as coisas que tem por aí espreitando a gente e muito menos se conter diante da violência que chama você a cada segundo ou as obrigações que precisa manter por causa delas ou de si mesmo- Ela olha séria por dois segundos, para depois encostar-se na cadeira sem se importar com a etiqueta e esticar as pernas por baixo da mesa se espreguiçando manhosamente. - Você sabe onde me achar, sabe o meu nome e que não tenho medo de encarar o que for pra manter as coisas funcionando do jeito certo e encontrar os outros como nós vai ser um trabalho danado ou com sorte em tanto.- Olhou depois para Nina intrigada pela sensação que sentiu e depois pra noiva de Morgan ainda mais curiosa. - Eu estou em um momento de descontração essa noite, se você quiser pode continuar no seu jantar fofinho, com sua noiva lindinha, mas essa moça aqui vai voltar até onde estava e rir até não aguentar…- Observou as duas naquele papo e respirou fundo como se quisesse que todo o ar daquele lugar lhe preenchesse os pulmões. -De coisas cinzas, gente séria e mundo torto basta o que ando tendo...Se quiser apareça na loja que podemos conversar melhor.- Mercedez levanta-se se despedindo do casal. - Aproveitem a noite de vocês, os negócios ficam pra um outro momento,vamos Nina a gente pode continuar rindo ali, ta na hora de deixar o casalzinho lindo aproveitar bem os momentos que a vida oferece sem as velas aqui!- Aquele tom de provocação volta cheio de rebeldia enquanto ela passa o braço por dentro do Nina para que possam sair dali. Mercedez tinha tanto pra pensar e torcia que o outro uratha se mostrasse forte o suficiente para que pudessem abocanhar um pedaço de território na cidade.

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    Mensagem por JTaguchi Qua Jul 28, 2021 3:08 pm





    Vento de Inverno


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    Mercedez escreveu:- Camuflagem… Você pode se camuflar em situações sociais, mas não pode esconder o predador dentro de você por muito tempo, você é aquilo que é! É evidente o quanto você sabe usar as palavras, transitar por lugares humanos, mas nesse mundinho que você acordou o terno não combina com as coisas que tem por aí espreitando a gente e muito menos se conter diante da violência que chama você a cada segundo ou as obrigações que precisa manter por causa delas ou de si mesmo

    Enquanto Mercedez tagarela sem parar, ele apenas a ouve fazendo mais algumas notas. Por mais que entenda as mudanças sensoriais que a Mudança causa em alguém, não consegue entender como a indiscrição pode ser um efeito colateral.

    "Concordo com você", responde. "Mas sair por aí distribuindo evidências também não é a melhor medida. Atrai atenção indesejada. Aprendi desde cedo que a melhor forma de se vencer desafios é manter seus oponentes ignorantes a respeito da sua força. Lembre-se, Mercedez: você vai ser realmente temida quando for capaz de demonstrar força sem precisar mostrar as presas."

    Mercedez escreveu:- Você sabe onde me achar, sabe o meu nome e que não tenho medo de encarar o que for pra manter as coisas funcionando do jeito certo e encontrar os outros como nós vai ser um trabalho danado ou com sorte em tanto.

    Ela se levanta, pronta para voltar para a mesa. Morgan se levanta e aperta a mão das duas.

    "Foi um prazer conhecê-las", diz, e entrega seu cartão de visitas para cada uma delas. "Este é o meu contato, não hesitem em me chamar em caso de necessidade. Aproveitem."

    Ele chama um garçom e manda que entreguem uma bebida para as duas na mesa. Então se vira para Anastácia e acaricia sua mão.

    "Parece que temos novos amigos", diz, num tom descontraído. "E isso se deve a você, Anastácia. Em reconhecimento aos seus talentos, eu ofereço atender um pedido seu. Diga, minha noiva, o que eu posso fazer por você."

    Morgan espera curtir a noite e passar mais tempo com Anastácia. A conversa com Mercedez ainda ecoa em sua mente e o perfume de sua noiva satura seus sentidos. Por mais cavalheiro que seja, não pode dizer que vai reclamar se ela se oferecer para terminar a noite em seu quarto.
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    Mensagem por thendara_selune Qua Jul 28, 2021 7:52 pm

    — Vejo  você depois Morgan.— Ela acenou se despedindo quando a bebida chega, ela erguia uma sobrancelha e olhou Nina. — O que achou do sujeito?— Ele sente o cheiro do álcool, mas não bebe, afinal voltaria pra casa de moto. — Cá entre nós, é bonitinho, mas esnobe e muito sério.— Mercedez observou o casal por mais um minuto. Então realmente dava para manter as coisas amenas com um sangue do lobo, isso a fez olhar pra Nina curiosa, mas não costumava ser do tipo que faz perguntas intimas. — Ei, falando em bonitinho como andam as coisas do coração? — ela brincava. — Não achei ninguém que fizesse meu coração sair pela boca, na verdade nem tempo ando tendo pra isso, mas você toda bonitona, com esse charme francês deve arrasar corações...Me conta alguma novidade quente pra me causar inveja?— Mercedez fica na expectativa de ouvir a outra e emenda sem vergonha alguma. — Aquela mulher parecia querer arrancar um pedaço seu.—

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    Mensagem por Ankou Qui Jul 29, 2021 10:14 pm





    Mercedez & Morgan


    - Nada disso, é que você é jovenzinha cheri, quando você chegar na minha idade vai descobrir que estabilidade é muito mais sexy que um homem bonitão e selvagem. - Nina ri parecendo nostálgica. - Mas Anastácia é uma jovem muito bem direcionada, e o Francês dela é ótimo, nem perguntei, mas tenho certeza que ela pratica há muito tempo. - Nina tece seus elogios de um lado do salão, enquanto no outro.

    - Não, tá tudo bem Morgan. - Ela diz com um sorriso no rosto, o rosto corado nitidamente se sentindo apreciada - Eu quero que tudo isso funcione, vôzinho disse que sem “amigos” nós somos fracos, e sabe, ele tem razão, eu quero que essa coisa toda funcione sabe? - ela aproxima mais o rosto e fala baixinho - Mesmo que seja com gente meio doida. - ela sorri e um risinho se segue enquanto ela olha discretamente pra Mercedez do outro lado do salão.

    Da porta Mercedez pode ver Willy aparecer, a cara fechada, a barba por fazer, o colete de motoqueiro, nada ajuda ele a parecer agradável ou menos agressivo, ele acena pro barman e dá um sorriso que faz ele parecer ainda mais assustador, pelo menos era assim que a maioria das pessoas viam ele, de perto ele nem era tão ruim.

    Ele se aproxima de Mercedez e faz todo mundo das mesas olharem pra ele, a maioria com medo ou receio, outros poucos com admiração, é impossível até mesmo pra Morgan ignorar a presença dele no salão - Mercynha? Tudo em riba? - ele diz parecendo de bom humor, ou dando bandeira de que queria algo. - Vou ser rápido, nem vou sacanear seu momento relaxante. - O garçom passando por perto e ele pega uma longneck da bandeja do sujeito jogando uma nota de dez pratas amassada, o sujeito meio assustado nem parece querer reclamar. - Aí vai ter churras amanhã, horário de almoço, leva um quilo de alimento não perecível, antes que você reclame é pro asilo sua sacaninha - ele vira a garrafa e dá umas boas goladas, dá pra sentir a satisfação vindo dele e logo a garrafa tá pela metade - Pode levar seu amiguinho engomadinho, a gente vai precisar dele também. - Morgan não faz ideia do que o sujeito alto e magrelo tá falando com Mercy, mas em algum momento ele tem certeza que tem algo haver com ele, o sujeito o olha com uma cara de sonso e faz um joínha com a mão livre diretamente pra ele.

    Willy funga no ar e sai andando até o balcão, ele parece conhecer bem o atendente- Nossa que cheiro de vagabunda nesse lugar, quando foi que isso virou quengaral? - ele parece rir e se senta no balcão cumprimentando o barman, Mercedez tinha certeza que ele tava falando de outra pessoa e ela podia deduzir quem.

    Anastácia por outro lado parece distraída com o sujeito alto e magrelo ao ponto dela nem parece perceber quando a comida chega na mesa, ela rabisca o guardanapo, Morgan consegue compreender o símbolo "Sabedoria" - Nunca vi tantos assim longe de casa. - ela resmunga sem perceber que ele podia escutar a uma distância maior que uma pessoa normal.
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    Mensagem por thendara_selune Sex Jul 30, 2021 12:48 am

    Ela riu das palavras de Nina. — Oh, Nina, sou do tipo que não quer rolo com ninguém, sem tempo pra isso, mas você devia aproveitar, a vida é curtinha e às vezes a estabilidade pode ser um tédio, sei lá quem sabe passar o resto dos dias nas praias do pacifico pudessem ser uma ideia incrível o que você viu nessa cidade?— O tom de Mercedez era divertido enquanto bebia seu suco esquecendo-se de Morgan, então sua atenção vai para home que entra um tempo depois. Ela franze o cenho, uma coisa era lidar com uratha recém chegado, outra era ver o “sr.intimidação” atrapalhando uma noite rara de sossego. Ele veio até a mesa delas, Mercy recosta-se olhando pra ele e quando ele encerra ela diz olhando pra ele com um sorriso contido em um curvar de lábios. — Eu levo meu amigo.— Ela dizia com um sorriso mais aberto.— E não atrapalhou nada e essa aqui é a Nina uma boa amiga. — Mercy olhou Morgan em seu jantar depois que Willy se vai, ainda escuta o uratha mais velho fazendo um comentário e pensou que se tratava de Chloe. Aquilo não era algo que Mercy diria, mas os velhos que se entendam. Deu com ombros e pega o celular mandando uma mensagem para Morgan, informando o endereço, bem como para levar o alimento não perecível e diz que se encontram lá. — Nina, vou embora, pra mim a noite já deu, mas acho melhor você chamar um táxi, eu fico com você até chegar um, não é bom andar sozinha com uma louca armada por aí!— Havia preocupação genuína na voz de Mercedez.


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    Spoiler:
    @JTaguchi ela mandou mensagem pro teu Darcy urbano uhahuauhuahuh
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    Mensagem por JTaguchi Sex Jul 30, 2021 9:15 am





    Vento de Inverno


    Morgan Blackwood
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    Anastácia escreveu:- Não, tá tudo bem Morgan. Eu quero que tudo isso funcione, vôzinho disse que sem “amigos” nós somos fracos, e sabe, ele tem razão, eu quero que essa coisa toda funcione sabe? Mesmo que seja com gente meio doida.

    Morgan estranha a reação. Como uma garota criada na alta sociedade e ciente de seus deveres, ele imaginava que ela estaria pronta para receber qualquer agrado da parte dele. Afinal de contas, ele a está cortejando justamente para que ela saiba que será tratada com toda honra que merece.

    "Tudo isso vai funcionar, Anastácia", responde, depois dá um gole na água. Seu tom é calmo e gentil. "Entendo seu desejo de contribuir e pretendo permitir que faça isso, mas você não está aqui somente para trabalhar para mim e meus futuros amigos, como se fosse uma serviçal qualquer. Você foi escolhida para, junto comigo, manter vivo o legado dos Blackwood, e quero honrá-la por isso. Então, não me impeça de dar à minha futura rainha aquilo que ela merece.

    Então aparece o motoqueiro. Morgan reconhece o cheiro de longe, mas não sabe quem é - certamente não é parte do pessoal de Inquebrável. Ele acompanha com o olhar discretamente enquanto ele vai até Mercedez e fala com ela de uma forma muito mais descontraída do que Decker costuma ser com ele. Fica surpreso quando o motoqueiro o cumprimenta de longe e faz um leve aceno de cabeça.

    Anastácia escreveu:- Nunca vi tantos assim longe de casa.

    Ele arqueia uma sobrancelha e olha para o guardanapo, onde ela desenha mais uma runa: Sabedoria. Trata-se de um Ithaeur, mestre dos espíritos e vidente. Balança a cabeça e come tranquilamente, pensando em quantos mais Uratha ele vai encontrar na cidade.

    Deixando um pouco o assunto Uratha de lado, Morgan aproveita o jantar e conversa sobre trivialidades. Fala do trabalho, de pequenas curiosidades da  região, de coisas da família. Também faz muitas perguntas sobre sua vida antes da mudança e mostra interesse em saber quem é de fato sua noiva. Depois da sobremesa, eles se retiram para voltar para casa. É nessa hora que ele percebe a mensagem de Mercedez falando de um compromisso para o dia seguinte.

    Uma vez dentro do carro, ele relaxa mais um pouco e decide entender melhor como funciona a estranha habilidade de identificar as runas.

    "Me mostre as runas de quem você conhece em Nova Orleans", pede, curioso. "Eu só tive a oportunidade de conhecer seus pais. Espero conhecer o resto da família em breve."

    Ouve a resposta com calma e balança a cabeça conforme entende como as coisas funcionam.

    "Acabei de receber um convite para um evento amanhã", conta. "É um churrasco, aparentemente com outros como eu. Mercedez me mandou o convite depois que aquele sujeito passou por nós. Gostaria de vir comigo? É uma boa oportunidade para conhecer mais pessoas."

    Quando chega em casa, Morgan a acompanha até a porta do quarto em silêncio. É o momento mais constrangedor da noite, como o final de um encontro. O cheiro dela parece ficar mais intenso na medida que o tempo passa e ele respira fundo, tirando certos pensamentos da mente.

    "Obrigado pela noite", diz. "Foi um momento muito agradável. Espero que tenha gostado tanto quanto eu."

    Ele pega gentilmente sua mão e deposita um beijo nela, sem esperar muito mais. É um jogo de paciência, e ele está disposto a cumprir todas as etapas.

    "Boa noite, Anastácia. Até amanhã."

    Antes de dormir, ele lê novamente a mensagem de Mercedez novamente e digita uma resposta rápida.

    Estarei lá. Até amanhã.

    ***

    No dia seguinte, Morgan acorda cedo. Depois de toda sua rotina matinal, ele toma café com a família e passa uma mensagem para o pessoal do mercado preparar um caminhão com doações para o asilo. Além de alimentos não perecíveis, ele acrescenta produtos de limpeza e alguns remédios que não necessitam de receita, como simples aspirinas. Caso Anastácia aceite acompanhá-lo, ele a espera ficar pronta e passa no mercado para comprar alguns barris de cerveja para todos e ruma para o endereço.

    Ele chega junto com o caminhão, procurando por rostos conhecidos no lugar. Assim que encontrar Mercedez, aperta sua mão animado.

    "Bom dia, Mercedez", cumprimenta. "Você sabe me dizer onde o pessoal pode colocar as doações? Eu trouxe um pouco a mais que um quilo."

    E faz um gesto para atrás dele, mostrando o caminhão.
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    Mensagem por Ankou Sab Jul 31, 2021 10:43 pm





    Morgan Blackwood


    Indo: Cães Sortudos MC

    Anastácia fica atenta às palavras de Morgan - Morgan, dinheiro nunca foi um problema, nem mesmo antes… Da gente... E eu sei onde fica meu papel nisso tudo, eu só quero honrar com a minha parte. - a voz dela soa macia, mas só por que ela sabe fingir muito bem, não o bastante pra passar batida pelo olhos de um Elodoth, no entanto o temperamento dela parece melhorar bem rápido, a voz toma um tom, mais baixo - Você quer me honrar, então junta uma alcateia e faz a gente ficar forte e protegido. - a voz continua macia, mas toma uma seriedade enorme, dá pra ver que ela sabe exatamente do que está falando, dá pra ver que ela conhece a dimensão do problema, talvez melhor que ele.

    Após a comida ela parece contente e satisfeita, tudo era bastante gostoso, simples, comida tradicional do oeste americano, mas bem feito, ela limpa a boca e retoca o batom. - Elas sempre apareceram pra mim com um brilho prateado, não é como se eu pudesse evitar de ver, eu acho que conheço todo mundo que tem pra conhecer de lá, pelo menos de vista. - Ela continua falando do avô, um tio, dois agregados, e algo que parecia ser uma outra alcateia, mas dá poucos detalhes.

    Logo ela nega o convite pra comparecer no churrasco - Eu prometi acompanhar sua mãe ao salão amanhã. - ela responde com dúvida nenhuma na voz, mas Morgan tem certeza que Willy desagradou tanto quanto ele achava que devia.

    Morgan tem certeza que deu um passo importante em direção a uma relação saudável com Anastácia naquela noite principalmente quando ela faz uma carícia em seu rosto e lhe dá um beijo na bochecha, fazendo o momento menos ou nada estranho.- Boa noite até amanhã.






    Mercedez Flores


    Indo: Cães Sortudos MC

    - Cheri, meu tempo já foi, você é quem devia procurar por essas aventuras e não ficar arrumando desculpa que não tem tempo - ela faz uma expressão de pena e esfrega a mão em um ombro de Mercedez num gente de carinho.

    Nina parece pouco ou nada intimidada com Willy que trocam cumprimentos com apenas um menear de cabeça, tampouco parece incomodada com a ideia de topar com Chloe fora dali.

    - Lindinha! - ela sorri como se Mercedez fosse um pouco ingênua. - Você mora em Brimstone - Nevada, um fuzil é mais barato que um Iphone e todo mundo tem um. - ela gargalha mostrando que a quantidade de álcool provavelmente já tinha se excedido de leve - Mas com certeza eu vou chamar um Uber. - ela diz pouco antes de virar o copo e bater ele na mesa.

    A despedida dos amigos e do pessoal do mercadão é calorosa, Nina dá um adeus a amiga enquanto segura o celular com a outra mão.
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