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    No templo

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    Mensagem por Leomar Seg Jan 17, 2022 7:10 pm

    off do off:

    Nadhull bate na mandíbula da serpente, enquanto isto Azriel faz uma prece, pequenos raios invisíveis (quer dizer, pra vocês pode até serem visíveis, já que tem mana branca) são emanados num círculo à sua frente, a cobra acaba relaxando (o apelo à Anĝelina era mais forte que a fome dela) e Nadhull consegue abrir a boca dela tirando os dentes de sua coxa. A cobra faz uma careta (será que foi só efeito da magia de Azriel mesmo, ou Nadhull tinha gosto ruim?) e se afasta alguns metros. Nadhull, também sobre efeito da magia de Azriel, também afasta um passo, apesar da dor, no momento ele não está sentindo (muita) raiva da serpente.

    Spoiler:
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    Mensagem por Pikapool Seg Jan 17, 2022 7:55 pm

    A alegria só pode brotar de entre as pessoas que se sentem iguais!
    Minha mana branca se mostrava efetiva para acalmar a serpente que acabava por facilitar a vida de Nadhull. Contudo, a reação peculiar da cobra fazia-me pensar se ela não estava a sofrer alguma influência do guardião.

    Peguei Nadhull pelo braço e o puxei para longe da cobra.

    - Você está bem? Consegue se curar ou precisa de ajuda? - Perguntei enquanto nos afastávamos.

    Outro ponto que chamou minha atenção foram as nuvens escuras. Nada antes indicava chuva, por isso mais uma vez o guardião veio a minha mente. Será que o guardião era um ser tão poderoso assim?
    Off do Off do Off:
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    Mensagem por Dycleal Qua Fev 02, 2022 5:40 pm

    Nadhull estava absorto pensando em como aconteceu o ataque do ofídio e volta a sí quando a sua amiga o puxa para longe do perigo e começa a olhar no entorno dele para rastrear perigo e pergunta para a amiga: - Estamos procurando algo em especial?
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    Mensagem por Leomar Dom Fev 06, 2022 8:35 pm

    Para não travar, vou dando pano de fundo caso queiram ir direto para a nave principal (que provavelmente é mesmo a ideia de vocês), perdoem por fazer meio no estilo off, mas eu também estou meio travado, este templo era pra ser só um entre-cenas.

    Bom, Azriel fica intrigada se o ataque poderia ser obra do tal "guardião", vocês nunca saberão ao certo, MAS não havia traços de magia influenciando ela, nem boa nem ruim, e ela soltou a presa na primeira oração (é possível até que a serpente seja descendente de alguma espécie criada por Anĝelina, muitos animais trazem uma porcentagem de mana de determinado elemento do deus que criou a espécie original, se bem que isto ajudaria Azriel mas ajudaria o guardião controla-la também, se ele tivesse por trás), então é bem possível que foi só um ataque normal de um animal que estava no ambiente dele. Tanto que depois que vocês se afastam ela ataca um macaco.

    Azriel também fica preocupada com as nuvens escuras, novamente pensa se pode ser obra do guardião, e novamente não tem como vocês afirmarem ou negarem com certeza, MAS se prestarem atenção, as nuvens praticamente cobriram a cidade, então ou o guardião é muito exagerado, ou novamente foi só uma coincidência.

    Vocês veem um clarão no céu, e depois um relâmpago, mas era um clarão azul (raios de chuva normalmente são brancos/amarelos, eu acho, mas não tenho certeza) e além disto o raio caiu bem longe, praticamente no extremo aposto da cidade. Nadhull deve ter lembrado de quando ele foi atingido por um raio mágico. Não tenho certeza se Azriel associaria isto ao incidente dela também.

    Nadhull está com uma puta dor na coxa, onde foi mordido. É possível qualquer um dos dois aplicar os primeiros socorros ou alguma magia branca para ajudá-lo, ou ambas coisas, se bem que ele ainda consegue andar, mesmo mancando um pouco, mesmo sem tratamento. Por enquanto não precisa rolagem ou eu faço r.oc. se precisar.

    Enquanto Nadhull é guiado por Azriel, ele está sobre efeito da paz da magia dela, depois que se afastarem alguns metros este efeito vai cair e ele pode até ficar irritado ou raivoso, embora provavelmente não deve chegar a dar chilique ou coisa parecida, mesmo saindo da area da magia, o efeito benéfico pode ajudá-lo a não perder a cabeça.

    O local, como já disse antes, apesar de estar em ruínas, preserva certa beleza. Isto porém serve mesmo só pra vocês admirarem, pois não tem muita coisa importante ali. O que havia de valor já foi roubado. Sendo assim, a menos que pensem em algo que poderiam procurar ativamente numa ruína, podem só descer as escadas e ir embora. Nadhull vai ficar mais desconfiado, mas de perigo grande só tinha a serpente mesmo. Vocês ainda conseguem ver animais menores, formigas, talvez cupins, aranhas e se pá até escorpiões, coisas que podem dar mordidas dolorosas, mas nada que duas pessoas minimamente atentas não evitem com certa facilidade.

    A nave do templo principal está tomada por plantas, ignorem o carinha na imagem:

    No templo - Página 2 D42037db63fa1812e8a6b3f0b4ad4748

    A parte do fundo, que é onde ficaria o altar, mas ele provavelmente era de mármore e foi furtado também, está mais destruída, mas assim como lá fora, a beleza da arquitetura, mesmo tomada pelas plantas, ainda pode ser notada. A concentração de mana, em especial a branca, mas Azriel pode sentir muito da vermelha também, é muito alta. Nadhull pode sentir um pouco estanho, pois não deve ter visto um lugar com tão pouca mana negra no mundo. Não chega a lhe fazer mal pois a mana branca não o afeta mais negativamente, mas é como estar num lugar cujo ar mudou drasticamente. Ele terá problemas se quiser manipular mana negra, fora isto a sensação é só de leve estranheza mesmo.

    Quando estiverem na nave principal, um pedaço do teto (não muito grande) acaba caindo. @Dycleal, rola destreza, se tirar 12 ou menos consegue não ser atingido. Mais uma vez, Azriel pensa se é perseguição do guardião, não tem como saber, mas desta vez a probabilidade de ser perseguição é um pouco maior, hehe.

    Bom, podem pesquisar as ruínas a vontade (rolem percepção se buscarem algo ativamente), caso não pensem em nada que poderiam querem nas ruínas (ah, gastem mais células cinzentas, vamos lá, este lugar já foi importante) então é bem provável que Azriel vá querer parar novamente para perceber os fluxos de mana, procurando algo incomum, como fez lá na praça.

    Se a ideia for mesmo esta e só esta, o local tem uma concentração muito densa, o que atrapalha diferenciar detalhes, e Azriel será capaz de sentir 21 fluxos diferentes (realmente muita coisa, lugares normais quando tem 4 fluxos diferentes e significativos do mesmo elemento já é muito), convergindo em várias partes da nave do templo. @Pikapool pode rolar 1d20 e o número tirado será o número de fluxos que conseguirá isolar e descartar como "comuns", tipo um fluxo de vento entrando pela porta principal, que é absolutamente normal e não leva a nenhum detalhe mais relevante, ou um fluxo no local onde seria o templo, que também é esperado mais energia ali.

    Nadhull, se Azriel pedir, ou mesmo se deduzir a intenção dela, pode fazer o mesmo, pois também tem percepção para mana branca, rola o mesmo 1d20 mas vou considerar só o maior número de vocês dois.

    @Christiano Keller não sei se ainda está atolado no trampo, mas como disse num resumo lá atrás, o Ka está para trás nas ruínas, ele pode tentar escalar uma parede que leva para onde os outros dois estão, pode pegar um caminho mais longo, porém seguro, ou pode deixar os dois pra lá e ver se tem algo que valha a pena explorar nas ruínas (mas por favor, diga que tipo de "algo" você pensaria em procurar)
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    Mensagem por Pikapool Seg Fev 14, 2022 9:02 pm

    A alegria só pode brotar de entre as pessoas que se sentem iguais!
    Considerando que Nadhull ignorou minha pergunta e respondeu com outra, julguei que ele estava bem e tudo não passara de um susto.

    - Acho que uma passagem secreta ou um item mágico. - Ri ao proferir tais palavras. Dificilmente encontraríamos algo que algum saqueador já não tivesse levado. - Particularmente, estou interessada em algum pergaminho com alguma magia. - Disse em tom mais sério.

    Enquanto afastávamos da serpente, um relâmpago um tanto peculiar cortava os céus. No mesmo instante questionei-me se não se tratava de alguma magia. Mas não era hora para criar qualquer tipo de teoria.

    Sem mais, segui atenta a procura de algum galho resistente. Caso o encontrasse seguiria até o fundo da sala, onde ficaria o altar. E com o galho ia cutucando cada pedregulho da parede, batendo sobre eles na expectativa de ouvir um som oco ou um som que destoasse dos demais. Também aproveitava o galho para tirar as plantas da frente na tentativa de notar algo diferente.

    Enquanto seguia com minha procurar, o teto desabava sobre Nadhull. No mesmo momento, desconfiei do guardião. Porém, Nadhull mesmo manquitolando conseguiu evitar ser soterrado.

    Caso não encontrasse nada, mais uma vez tentaria entrar em comunhão com a mana branca. Contudo, desta vez, eu recorreria também para o meu elemento mais poderoso, visto que o fluxo de mana vermelha também era abundante no local.
    Off:
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    Mensagem por Leomar Dom Fev 27, 2022 12:10 pm

    Azriel continua tomando a dianteira, enquanto Nadhull ia olhando para os lados, para ver se não tinha outra serpente escondida por ali. Quando entram no que já fora a nave principal do templo, um pedaço do teto cai bem onde Nadhull estava, não o pegando só porque ele desviou.

    O tempo escurece um pouco, o raio chama atenção de ambos, e notam que uma chuva fina cai mais para o lado da cidade. Por estarem num lugar mais alto (não chega ser uma montanha enorme, mas é o ponto mais alto de Heséd) a chuva não chega até vocês, mas o ar esfria ainda mais. Como a visão de ambos é melhor que dos humanos, POR ENQUANTO não chegam a ter problemas com a diminuição da luz.

    Azriel vai arrastando escombros e galhos com uma vara, acaba descobrindo alguns ninhos de escorpiões, mas é o único perigo que encontra (fora outros insetos ou bichinhos que não compensa comentar).

    Sem mais muito o que fazer, a não ser admirar a arquitetura, imaginando como aquilo seria quando estava inteiro, os dois vão até onde dantes era o altar.

    Azriel sente fluxos de mana vermelha e branca, mas acaba se concentrando mesmo na branca. Nadhull também observa estes fluxos:

    - A arquitetura faz com que boa parte do ar de fora venha para cá, arrastando a mana junto!

    - Você também sentiu? Se eu fosse uma sacerdotisa, durante um culto, neste momento conseguiria receber energia de toda área.

    - Isto aqui deve ser frio até no mais bravo dos verões. - Nadhull se "embrulha" com as asas, como demônio ele não apreciava muito o frio.

    - Sim, é mesmo! O ar e a temperatura deviam se manter em fluxo ainda mais constante com as linhas-guia!

    Nadhull não tinha percebido o quão intrincado as linhas-guia eram nas ruínas, mas com o comentário de Azriel ele presta mais atenção. Normalmente estas linhas-guia são usada em armas ou talismãs, embora fizesse sentido usar em templos também, algo nesta escala ironicamente era ignorado, passando apenas por decoração.

    Nadhull e Azriel começam comentar sobre cada fluxo que percebiam separadamente, para ver se algo destoava ali. Nadhull consegue eliminar apenas os principais, mas Azriel consegue refinar mais, deixando apenas três pequenos fluxos sem explicação óbvia.

    Um parecia "escoar" pelo chão onde ficava o altar, já outro fluxo bem pequeno, quase imperceptível, parecia se perder em uma parede.

    Poderiam haver explicações simples para estes fluxos, como efeito de aterramento de energia, no primeiro caso, ou dispersão simples no segundo, mas fora isto, nada mais chamava atenção ali.




    Off:

    Mas, foi difícil pensar em algo e cutucar tudo com um galho foi o melhor que veio a mente.

    Tranquilo, não foi uma ideia ruim, se bem que, com uma rolagem de 8,9 e outra de 9,7 me deu uma vontade tão grande de fazer alguma maldade. Não era erro crítico, mas quase deu pra pedir para confirmar. Só que infelizmente (pra mim) fiz umas rolagens ocultas que te favoreceu, caso contrário a anjo ia entrar no doce veneno do escorpião.

    Bom, vocês chegaram num ponto onde, se realmente tiver algo escondido, só pode estar num destes pontos. A Azriel tem mecânica, o Nadhull não, mas se ele quiser jogar com modificador de dificuldade pode, vou rolar já pra Azriel para adiantar:

    Mecânica
    Leomar efetuou 2 lançamento(s) de dados No templo - Página 2 D10 (d10.) :
    8 , 6

    Se não conseguirem achar nenhum mecanismo pela mecânica, vão ter que usar a criatividade. A forma mais óbvia é rolando força (no caso o Nadhull pode rolar, pois a Azriel, com força 8 e 48Kg vai no máximo conseguir quebrar alguma unha No templo - Página 2 1f605

    Se tiver algum mecanismo mágico, ele só pode ser aberto com mana branca ou vermelha, de qualquer forma o Nadhull não conseguiria usar nada negro mesmo.

    Ele pode até tentar alguma solução com alquimia, é meio difícil preparar de improviso algo que faça cabum, mas vai que dá sorte! Ou pode tentar algo menos explosivo, vai da criatividade.

    Tentar desvendar os fluxos pelas linhas-guia (eu já falei delas en passant por aqui, mas todos estão mais ou menos cientes do conceito?) é teste de Q.I.

    Outras soluções vão depender da criatividade de vocês.
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    Mensagem por Pikapool Seg Fev 28, 2022 1:28 pm

    A alegria só pode brotar de entre as pessoas que se sentem iguais!
    Meu elo com a mana branca do local parecia mais forte a ponto de eu conseguir detectar vinte e um sinais distintos de fluxo de mana, a maioria com origem óbvia, mas não consegui seguir apenas três deles.

    Um deles, o mais sutil, parecia extinguir-se em uma parede. Enquanto o outro parecia infiltrar-se sob as ruínas de onde ficava o altar. Eram os lugares mais promissores que havia encontrado até agora. Imaginei que certamente haveria uma câmara secreta por debaixo do altar. Sem mais, tateei e bati no mesmo a procurar de algum local oco ou algum tipo de chave ou outro tipo de mecanismo.

    Enquanto rodeava o altar um forte estrondo chamou minha atenção. Ao voltar-me para a parede onde havia outra possível passagem secreta, vi Nadhull lançando pedras sobre a mesma. Não compreendi como isso seria útil. Pelo menos, eu acreditava que algum tipo de aríete improvisado seria de maior utilidade.

    Por algum tempo, fiquei ali estática tentando mais uma vez entrar em sintonia com a mana branca, mas agora não buscava identificar seu fluxo, mas sim, desvenda-lo. Não seria uma tarefa fácil. Ainda mais com Nadhull fazendo tanto barulho...

    Obtendo sucesso ou não, apenas dirigi-me a Nadhull na tentativa de utilizarmos uma solução mais viável do que apenas a pura força bruta.

    - Nadhull, eu pensei em duas formas de conseguirmos ter algum êxito aqui. - Levanto o indicador. - A primeira é usarmos nossa mana. Que tal imbuir mana na parede para implodi-la e assim abrir passagem? O mesmo penso em fazer sob o altar. Mas, minha ideia inicial ali é tentar gerar um tufão sob ele para fazê-lo voar pelos ares. - Sorrio sem jeito. Em seguida levanto o dedo médio junto ao indicador. - A segunda ideia já é mais arriscada. Considerei darmos um jeito de trazer o guardião até nos e usarmos o poder dele para por a parede abaixo. - Tomo uma postura mais seria. - O que você acha?

    O segundo plano sem duvidas era arriscado, principalmente para Nadhull. Também havia a possibilidade do ferreiro nos dar uma força. Contudo, tudo se devia do que acontecesse primeiro.
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    Mensagem por Leomar Ter Mar 01, 2022 2:34 pm

    Nadhull começa usar o cabo da espada contra a parede, procurando algum som "oco" ou algo que o valha, enquanto Azriel prefere procurar no chão. Nadhull até percebe que, pelo som, deveria haver uma câmara atrás daquela parede, mas dando toques em vários cantos, ele não consegue encontrar nenhum ponto especificamente promissor. A parede parecia ser realmente uma parede, ou seja: inteiriça.

    Já Azriel não consegue encontrar nenhum som diferente. Ela tatei o chão em busca de alçapão, alavanca ou algo assim, mas não encontra. Os dois ficam um tempo pensando.

    Como Nadhull não achou nenhuma falha aparente na parede, ele deduz que o meio dela deveria ser o ponto mais fraco, já que os cantos se juntam com os cantos de outras paredes, do chão ou teto. Azriel ainda estava dando voltas no local com antigo altar, quando é surpreendida por Nadhull jogando pedras na parede.

    Bem, o templo já estava mesmo em ruínas, então fazer um buraco a mais numa parede não seria muita heresia. Ou seria? De qualquer forma, será que não havia forma mais eficiente de encontrar esta câmara, que não fosse a força bruta?

    O templo possuía várias linhas-guia, boa parte delas "disfarçada" junto com decoração. Porém, para qualquer um que tivesse o mínimo de noção de linhas-guia (isto eram 80% de todas as pessoas em Akaŝa) aquilo não era nenhum "grande segredo":

    Linhas-guia são linhas, normalmente em baixo-relevo, mas podem ser em alto-relevo ou mesmo pintadas, que conduzem pequenos (ou não muito pequenos) fluxos de mana para um lugar específico. São normalmente gravadas em armas ou talismãs, não em prédios, mas tendo sido aquele lugar um templo, não há nada de surpreendente que ele possuísse várias linhas-guia.

    exemplos em armas:

    Círculos servem para conter a energia, círculos concêntricos [como no segundo cabo da img] são então bons para acumular a magia em certos lugares. No chão perto do altar haviam vários padrões de espirais que terminavam em círculos concêntricos. Portanto, os sacerdotes que transitavam principalmente naquela área recebiam um fluxo mais forte de mana.

    Padrões espirais [como no primeiro cabo] serviam para direcionar fluxo de um ponto concentrado para outro menos concentrado. No cabo de uma arma, as linhas-guia espirais levam a mana da mão do mago que a manipulava para a lâmina (se fosse um quieto usando, a linha-guia não serviria para nada, ou poderia até levar um pouco de mana da lâmina para a mão do usuário). No templo as pilastras eram cobertas de padrões espirais: o ar entrava pelas janelas, e percorria as pilastras em espiral, fazendo assim o ar circular sempre, a qualquer hora e em qualquer estação.

    O ar ali estava seco, mas Azriel viu muitos espelhos d'água do lado de fora, e, no tempo que o templo funcionava, aqueles espelhos, junto com as linhas-guia, deviam manter o ar, além de circulando, mais úmido o tempo todo.

    As linhas-guia podiam convergir e divergir também. Na img, a primeira lâmina pega mana de dois pontos da lâmina e espalha para toda área da lâmina, já na segunda faz o contrário, convergindo tudo para a ponta.

    Havia linhas-guia na parede que Nadhull queria derrubar também, mas o fluxo não era grande ali. Devia ser um ponto divergente. Porém nem Azriel nem Nadhull eram grandes especialistas em linhas-guia para poderem "ler" aquelas ali*.

    *
    Spoiler:

    - Imbuir a parede? Acha que, com energia suficiente, poderia colapsar a estrutura?

    - É uma teoria... Não sei se funcionaria. Para dar certo, seria bom usar mana da terra, mas nenhum de nós tem este dom. Porém elementos divergentes poderiam enfraquecer a matéria, se ela não for muito pura. Na teoria... Não sinto fluxo de mana chegando a este ponto, apenas saindo, e muito fraco, então talvez, com uma carga forte, poderia funcionar. O que acha?

    - Mm... Mas este templo anula meu dom negro. Eu poderia usar apenas mana branca, e você vermelha. Não são elementos divergentes.

    - É, não são. Mas este ainda é um templo Atemense. Usar fogo e ar teria alguma lógica...

    De fato, havia alguma lógica na teoria de Azriel, embora também pudesse haver um erro nesta lógica: sendo um templo Atemense aquilo poderia ser especialmente feito para aguentar justamente fogo e ar. Mas o que os dois tinham a perder?

    Bom, eles poderiam perder TODA a mana reserva no corpo, mas fora isto? Até o momento, os perigos ali eram cobras e escorpiões, e não era preciso muita mana para lutar contra animais.

    Nadhull vai pra um lado da parede, Azriel para outro, e concentram suas manas em ondas. Por um tempo nada parece ocorrer.

    - Consegue sentir o fluxo? Será que a parede está absorvendo toda a energia?

    - É possível, mas acho que o fluxo está indo para o chão. - Diz meio desanimada. Se a energia fosse aterrada, tudo seria inútil.

    Nadhull se deita e põe o ouvido no chão.

    - Parece ter uma vibração extremamente sutil. Tire as botas! - Ele também tira as dele.

    - É verdade, algo parece se mover embaixo! - Talvez o mecanismo não tivesse uma chave, mas fosse mágico. - Tentamos novamente?

    Eles se concentram novamente na parede, pequenas vibrações são sentidas no chão, em direção ao lugar do altar. Nadhull demorou um pouco a percebe-las no começo porque o chão estava cheio de folhas e poeira. Depois de alguns segundos, com um barulho baixo demais para algo feito na pedra, um pequeno desnível surge entre os pedestais que seguravam o altar. Se o mármore ainda estivesse lá, alguém poderia sumir pelo alçapão quase sem ser visto. Era mesmo uma maravilha arquitetônica aquilo.

    Os dois têm que forçar um pouco para o mecanismo terminar de abrir, mas então se veem num corredor abaixo do chão. Logo depois do alçapão, ele alarga um pouco, mas não muito, porém era largo o bastante pra quatro pessoas andar lado-a-lado.

    A primeira coisa que chama a atenção de vocês são dois pedestais de ferro cru, e em cima deles, na altura de seus peitos, tinha uma esfera de cristal em cada. (Nota) Não achei uma imagem exata do que queria, mas visualmente não é muito impressionante, são dois pilares bem simples, e duas esferas de cristal pouco maiores que uma bola de basquete, uma branca outra vermelha.

    Eram Esferas de Energia ou Esferas de Mana, basicamente cristais de grande pureza (mais comumente quartzo, mas teoricamente poderiam ser feitas com qualquer gema) minuciosamente lapidados em forma esférica para que magos pudessem acumular mana nelas. A forma de se lapidar e canalizar uma esfera de energia não era um conhecimento incomum (Nadhull como tem alquimia deve saber como faz), porém preparar uma de verdade era bem trabalhoso e poucos conseguiam. Uma Esfera de Energia é basicamente um acumulador de energia, serve para quando um mago precisa de energia urgente ou pode também servir como parte de um mecanismo mágico. A parte mais difícil era infundir mana dentro do cristal, um mago mediano poderia demorar um ano para canalizar uma esfera do tamanho de um punho.

    Aquelas ali eram maiores que uma bola de basquete, portanto precisariam de uns mil magos para terem infundido-as, mas como estavam num templo Atemense havia uma boa possibilidade de terem sido preparadas pelos próprios Piro e Anĝelina, ou no mínimo por um Gran-Elemental como Æno ou Ignos (criados respectivamente por Anĝelina e Piro). Se uma Esfera de Mana pequena já era capaz de manter a energia por mais de ano, aquelas duas poderiam durar milênios.

    Talvez por isto estavam em pilares de ferro cru, e não de mármore. O mármore é isolante mágico, e normalmente usado para carregar esferas de mana, para que elas não percam o mana acumulado; O ferro cru não é um bom condutor, mas também não é um isolante, sendo assim parte da mana delas ia se perdendo o tempo todo, mas demoraria tempo demais para fazer diferença.

    Vocês conseguem sentir a aura da esferas pulsando mesmo há um metro de distância. Todo chão e paredes ali irradiava energia mágica E espiritual. Azriel, sendo alvi-rubra pode até tocar as esferas, se quiser (ou se for curiosa demais pra isto). A esfera vermelha, como esperado, emana também um pouco de calor, não o suficiente para queimar a pele, mas se encostar nela vai estar bem quentinha. Já Nadhull, embora ainda sinta o calor e boa parte da aura da esfera, consegue sentir só metade do poder que Azriel sente perto dela. De qualquer forma, se ele quiser, também poderia tocá-la.

    Já a esfera branca, ela não causa dano direto em Nadhull, mas à medida que se aproxima a menos de um metro e meio, sua pele vai ficando gelada; Se chegar a dez centímetros, gotículas de gelo se formarão em sua pele, e se encostar nela, seus dedos vão congelar (se a tocar com os dedos, senão é outra coisa que congela). Isto acontece pois, embora a aura dela possa fortalecer sua mana branca, ela ao mesmo tempo expulsa o restinho de mana negra de seu corpo. Mesmo se encostar nela, isto não lhe mataria, mas sabe-se-lá o que faria com seu dom negro.

    Por falar em temperatura, o corredor está ainda mais frio que o templo. Para Nadhull, o frio que até então era só um incômodo leve, agora fica realmente irritante. Não é algo POR ENQUANTO que vá lhe matar, mas Nadhull começará no mínimo a ficar preocupado com o frio.

    Quanto às esferas, elas EM SI não são um problema (fora o que já falei), a menos que tentem quebrá-las, mas nenhum dos dois é estúpido de sequer pensar em algo assim. Talvez um dos dois, ou até os dois, já ouviram rumores que uma esfera de mana também não poderia encostar em outra esfera de mana, principalmente de elementos diferentes, mas como já não é tão comum se encontrar uma, ainda mais duas, ainda mais duas daquele tamanho, vocês não tem nem ideia se algo de fato pode acontecer. PORÉM elas podem ser parte de um mecanismo mágico, que neste caso poderia ser qualquer coisa. Mas não é preciso gastar muita inteligência para deduzir que, se fosse uma armadilha, vocês já estariam mortos, pois a energia de apenas uma delas numa armadilha já causaria morte instantânea sem qualquer chance de defesa. Também não precisam medo de encostar nos pilares, eles também irradiam energia, mas se encostarem neles, nada além do que já falei vai acontecer.

    Sendo assim, apenas Nadhull pode ter receio de continuar, mas se insistir, é só passar mais do lado da esfera vermelha que não será congelado (por enquanto), já Azriel está de boa.

    O corredor é escuro, possui lugares de apoiar tochas, mas não tem nenhuma ali (se tiver é só resto de madeira podre pelo tempo). Vocês possuem visão na penumbra, mas ela não funciona no escuro total, sendo assim é o bastante para enxergarem as paredes do corredor em preto e branco, mas sem muitos detalhes. Depois de passado a curiosidade pelas esferas de mana, vocês forçam um pouco a visão, e reparam, no fundo do corredor havia algumas estátuas, uma pela silhueta das asas obviamente de um anjo, e na laterais tinham duas estátuas com armaduras; Talvez fossem estátuas esculpidas com armaduras, talvez fossem armaduras mesmo, montadas pra ficarem em pé, que nem se viam em muitos castelos. (Nota) na imagem as armaduras estão no centro, mas elas estariam na verdade uma em cada lateral, a imagem representa bem aproximado a visão de penumbra de vocês, que como veem, não é perfeita, mas dá pra se virar bem mesmo sem tocha.

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    Mensagem por Pikapool Ter Mar 01, 2022 10:18 pm

    A alegria só pode brotar de entre as pessoas que se sentem iguais!
    - Eu sabia que ainda havia segredos ocultos no templo Atemense! - Exclamei ao ver a passagem se abrir.

    Apesar de termos que usar a força quando o mecanismo emperrou, eu já via aquele pequeno esforço como uma vitória. Afinal de contas, após todo esse tempo era até admirável que o mecanismo ainda funcionasse.

    Sorri animada para Nadhull antes de tomar a frente e descer correndo.

    Mal adentrei ao corredor e fiquei fascinada ao ver aquelas esferas de cristal. Sem nem ao menos tomar qualquer precaução para com armadilhas, apenas voei até elas e antes mesmo que desse por mim, já estava com a mão sobre a esfera branca. Ela parecia emanar uma brisa gélida ou talvez ela só estivesse canalizando o ar frio do corredor.

    - Creio que encontramos um grande tesouro perdido, Nadhull. - Disse indo em direção a outra esfera.

    Já a esfera vermelha irradiava calor. Logo após por a mão sobre ela, debrucei-me sobre ela encostando minha face sobre aquela esfera quentinha. Por fim, a abracei. Apesar de reconfortante, não me prolonguei. Recordei-me de quando estava a dominar a mana vermelha e por vezes acabava tendo febre como consequência. Era melhor não me expor a um artefato que tudo indicava ter uma enorme quantidade de mana contida em si. No mesmo momento que isso veio a minha mente, outro pensamento me fez esboçar um leve sorriso sagaz. Retornei até a esfera branca cerrei o punho esquerdo e encostei meu anel para ver se isso resultaria em alguma reação.

    Já considerava guardar as esferas na bolsa e retornar quando notei três figuras ao fundo. Devido a falta de iluminação, não conseguia discernir. Mas, certamente eles nos viam com perfeição. Ao forçar um pouco a visão, notei a silhueta das asas. No mesmo momento fiquei apreensiva. Talvez o guardião estivesse de volta e agora com reforços...

    A inércia do trio me fazia crer que talvez fossem só estátuas e que talvez devesse dar um descanso para minha paranoia.

    - Nadhull, logo à frente. - Aponto para elas. - O estamos diante de um excitante enigma que envolve essas esferas e aquelas estátuas... - Sorrio entusiasmada com a ideia. - ...ou essas são aqueles tipo de estátuas que atacam aventureiros desatentos. - Invoco um circulo mágico de fogo para ajudar na identificação.

    Caso ainda não seja o suficiente para identificar se os três são estátuas ou não. Dou um toque no centro do circulo fazendo-o seguir vagarosamente em direção deles. A intenção é fazer da forma mais calma possível. Não quero lançá-la com força e acabar descobrindo que são mais guardiões e agora estão "p da vida" querendo briga.
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    Mensagem por Dycleal Qua Mar 09, 2022 12:57 am

    Nadhull fica surpreso da ideia dar certo e ao descer para o corredor abaixo do altar, sente um frio incomodo quando aproxima da bola de mana branca e percebe que se toca-la pode ter sugada sua mana negra e tenta passar do lado da bola vermelha, que está mais quente e confortável. A sua amiga chama atenção dele para três figuras no corredor mais a frente e elas parecem estatuas e a anja conjura uma magia de fogo para ilumina-las melhor e o demônio fica atento a uma reação adversa e inesperada, pronto para uma necessária reação.
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    Mensagem por Leomar Qua Mar 09, 2022 6:15 pm

    Com o cuidado de um gato largado numa loja de louças, Azriel vai direto para as esferas. (Que bom que ela é que tem a perícia de mecânica [/sarcasm])

    Azriel pensa (ou esperamos que ela tenha pensado) que, se forem o que ela acha que são, as esferas são apenas um tipo de bateria. No caso duas baterias de energia de tamanho descomunal.

    Ao tocar a primeira, sente a energia percorrer seu corpo, arrepiando-lhe os pelos. Logo depois ela esfrega a cara na segunda esfera. Algo não muito sensato para se fazer em uma fonte tão grande de energia. O fluxo de energia da esfera harmoniza com seu fluxo interno (por sorte), revitalizando-a. Os cabelos de Azriel se arrepiam todos com a eletricidade, ela tenta arrumá-los, mas os fios se afastam mutuamente.

    Spoiler:

    Depois de ficar brincando, ela chama Nadhull.

    - Olha só! Estas duas... - Ao chegar perto, um pequeno raio sai da ponta dos dedos de Azriel, em direção ao braço de Nadhull, um pequeno estouro e os dois sentem um choque. - AAAIIIEEE

    - Você está cheia de estática!

    - Vas e visváviva vói, é? - Ela fala com o dedo na boca.

    - Bom que PELO MENOS você não colocou as mãos nas duas esferas ao mesmo tempo. Isto poderia fritar você. - Era uma possibilidade com certa lógica, embora não desse pra ter certeza sem testar.

    O choque e o estampido foram apenas um susto, e Azriel já estava com novas ideias na cabeça, lembrando de seu anel, que até o momento apenas emanava uma aura quase imperceptível que lhe fortalecia levemente. Ela encosta o anel na esfera de mana branca. Gradativamente a aura da joia se torna um pouco menos imperceptível, pulsando suavemente e seu dedo. Azriel fica alguns segundos assim, esperando. Não demora muito para o anel estabilizar (ou ela assim achar), afinal a resistência da joia não era tão grande.

    - Mm... Alguma coisa aconteceu! Não sei ainda como usar, mas meu anel está carregado.

    Nadhull também se aproxima, com muito mais cuidado que a anjo, ele sente a esfera branca pulsar junto com seu próprio fluxo, porém, enquanto o poder da fonte pura harmonizava com seu dom branco, fazendo-o sentir este poder mesmo a algumas dezenas de centímetros, sua mana negra parecia ser empurrada para o fundo de seu corpo.

    Seria mais um mecanismo para afastar demônios? Nadhull calcula que não: um mago negro humano teria o mesmo problema, e é bem possível que mesmo um mago da água sentiria a opressão de uma fonte de energia de fogo tão pura. Acabava que o mecanismo de fato afastaria algum demônio que por acaso aparecesse por ali, mas o objetivo fundamental era fortalecer as energias alvi-rubras e não enfraquecer as outras. A condição de Nadhull era novamente um ponto fora da curva.

    Azriel já pensava até em guardar as esferas na bolsa, mas, em primeiro lugar ia ser difícil carregar, eram esferas de vidro, maiores que uma bola de basquete, portanto, embora não fosse impossível para Azriel carregar UMA delas, o peso era considerável, em segundo lugar, ao olhar mais atentamente para o fim do corredor, ela fica mais preocupada com algumas figuras.

    Não ia dar para Azriel fingir que não estava ali, pois o que quer que fosse que estivesse do outro lado, já teria ouvido o tanto de barulho que ela fez, então ela observa por um tempo, mas nada se mexe. Talvez fossem mesmo apenas estátuas.

    Talvez...

    - Nadhull, logo à frente. O estamos diante de um excitante enigma que envolve essas esferas e aquelas estátuas...  ...ou essas são aqueles tipo de estátuas que atacam aventureiros desatentos.

    Ao invocar uma magia de fogo, a esfera vermelha aumenta o brilho perto dela. Azriel sente que usa apenas a mana do ambiente, e não a sua própria. Sente até um pouco de energia ENTRAR e não sair do corpo. Bom, então pelo menos UMA das funções daquelas gemas era para isto!

    Ela consegue iluminar o fundo do corredor, e consegue uma visão melhor das estátuas. Elas ainda permaneciam imóveis, porém um tipo de neblina fina começa se mover pelo corredor, envolvendo as duas armaduras que estavam nas laterais. Aos poucos, a pedra escura das estátuas que estavam com armadura vão assumindo uma aparência similar a pele, e os dois não chegam ficar totalmente surpresos quando enfim as estátuas começam deixar a inércia.

    Um som de pedra raspando pedra é ouvido quando as estátuas dão os primeiros passos, mas em pouco tempo seus movimentos ficam mais naturais, parecendo duas humanoides comuns (não dava para dizer duas humanas apenas porque viram elas "desvirando" pedra).

    No templo - Página 2 B55b7910

    Elas começam tomar posição, e no começo até elas parecem um pouco confusas.

    - ... Elebiçä? ...Maslike tebetèkéto? Dumabylos vrê Àêtani mavibraënû ýê vrê.
    TOBER! gologarca, taberën ke vrê Atem fibrolus tidar fibrulagrá àêfu zasdrët ioynkashar! Te-nevus diki dolemenus gûv.


    Isto era Yrdok antigo. Desde que Piro nasceu (há 1426 anos) o Yrdok começou ficar um pouco mais fácil para humanos, mudando inclusive o alfabeto, embora ainda fosse um idioma dos mais complexos e complicados. Mesmo entre os anjos não se falava mais de forma tão antiga, portanto Azriel não consegue ouvir bem as primeiras palavras.

    Só para Azriel que fala Yrdok:

    Azriel fala algo na língua dos anjos, tentando usar a forma mais antiga.

    - Despê ýê-Atem Bekanpès! Ýê macerati vrê ifrige zarava morante?

    novamente, só para Azriel:

    Elas se posicionam entre o corredor, a que está mais à frente manipula a espada de um lado para o outro, depois a mantem de forma meio laterisada para vocês. Azriel percebe uma gota vermelha como sangue percorrendo a lâmina dela, até ir parar na ponta da lâmina.

    novamente, só pra Azriel:
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    Mensagem por Pikapool Seg Mar 14, 2022 7:24 pm

    A alegria só pode brotar de entre as pessoas que se sentem iguais!
    Só voltei a minha razão e sensatez após meus cabelos ouriçados me lembrarem do quão descuidadas eram minhas atitudes com relação aqueles orbes. Contudo, apesar de tudo, sentia-me reenergizada e a estática e o choque mostravam-me ser mais literal do que eu realmente imaginava.

    Senti-me poderosa ao ver minha magia fluir com grande força, ainda mais quando ela consumia a mana do ambiente ao invés da minha. Certamente, aquele era o meu ambiente. Se pudesse conseguir de alguma formar reerguer aquele templo...

    Enquanto me perdia em meus pensamentos, uma das minhas brincadeiras se mostravam verdade. Alguma forma de magia circundava as estátuas e davam-lhes vida. Tal fluidez nos movimentos das estátuas faziam-me questionar se realmente eram estátuas vivas ou pessoas que eram libertas de sua prisão rochosa.

    - Considerando que és malquisto pelo guardião. Acho melhor ficares aqui, Nadhull. - Disse ao vagarosamente seguir na direção das estátuas.

    Levantei os braços demonstrando não ter a intenção de começar um confronto. Embora, a magia de fogo que iluminava o local ainda pairasse sobre minha mão.

    - Sou uma adepta da Escola Atemense e não uma intrusa. - Disse em Yrdok. - Peço desculpas por adentrar a esse local sagrado desta forma. Só estava curiosa com tamanha energia que emana desse templo visto que estas a muito abandonado. - Sorrio gentilmente. - Poderiam contar-me mais sobre esse Templo Atemense?

    Parei ao ver uma delas manusear a espada e meu sorriso gentil dava lugar há um sorriso de inquietação. Senti meu sangue gelar ao ver a gota de sangue passar ao longo da lamina. Aquela gota poderia indicar varias possibilidades, mas ao estar sobre uma lamina fazia-me não ver aquilo com bons olhos. Ainda sim, prossegui:

    - Estou disposta a submeter-me a sua prova de vento e fogo para provar que pertenço aos Atemenses. - Volto a seguir em direção delas. - Que comece minha provação! - Conclui em tom mais firme.
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    Mensagem por Leomar Ter Mar 15, 2022 9:44 pm

    Azriel segue confiante, enquanto Nadhull não entende nada do que elas falam. Ele vê a "estátua" balançando a espada de um lado para outro, mas não era um ataque (por enquanto), seria movimentos ritualísticos ou algo para intimidar? De onde estava Nadhull não percebe que tinha uma substância na lâmina que

    Azriel não parecia temer as estátuas vivas, mas também não seria a primeira vez que ela ia tentar conversar com um potencial inimigo...

    - Considerando que és malquisto pelo guardião. Acho melhor ficares aqui, Nadhull. - Disse ao vagarosamente seguir na direção das estátuas.

    As outras permanecem em posição, enquanto Azriel se aproxima.

    - Sou uma adepta da Escola Atemense e não uma intrusa. - Disse em Yrdok. - Peço desculpas por adentrar a esse local sagrado desta forma. Só estava curiosa com tamanha energia que emana desse templo visto que estas a muito abandonado. - Sorrio gentilmente. - Poderiam contar-me mais sobre esse Templo Atemense?

    - Esta fenestra deveras só pode ser aberta mediante magos detentores de poderes do vento e do fogo, ou mediante um mago detentor ambos dons. - continuam com a forma arcaica do Yrdok, Azriel na verdade queria era destruir a parede, então realmente deu sorte de ter acionado o mecanismo de forma certa, pelo motivo errado. - Por que andas tu em companhia de um maldito, e por que falas na línguas dos malditos? - Azriel tinha se dirigido a Nadhull em Esperanto, embora ela poderia ter falado em Tareno que é um idioma que os dois falavam, mas nem se deu conta, já que eles achavam mais fácil falar em Esperanto entre si. Ao chamar o Esperanto de língua dos malditos as "guardiãs" acreditam que é algum idioma demoníaco. Provavelmente elas nem sabiam do idioma por ele ser relativamente novo, ainda que este "relativamente" tivesse mais de cem anos, como confirmará em breve.

    - Desculpem, mas o Esperanto não é uma língua dos demônios, pelo contrário, é um idioma que busca ser universal, tanto que TODOS os anjos atualmente falam Esperanto, bem como é o segundo idioma em Ajros, e o próprio Piro fala em Esperanto para seus devotos, aliás, o Nadhull, que está junto comigo, mesmo sendo um demônio, é um devoto de Piro.

    - Impossível!

    Nadhull ainda não entendia nada, mas ao ouvir seu nome e de Piro deduz que a amiga disse ser ele um devoto, e as "estátuas" pelo jeito duvidaram.

    Com a próxima pergunta Azriel confirma que elas deveriam estar desatualizadas em mais de um século, antes do Esperanto e antes de Piro reconhecer cidadania para demônios, antes disto ele quase não tinha mesmo devotos entre os demônios.

    - Em que anos estamos?

    - Estamos em 1426 jar-Piro ou... (faz contas) 11545 jar-Anĝelina.

    Elas não tinham muita expressão facial, e até seus olhos eram sem íris, mas Azriel percebe uma mudança sutil na voz quando uma "estátua" comenta com a outra.

    - Tanto tempo assim, irmã?

    (resmungos)

    Azriel não entende as primeiras das próximas palavras pela forma arcaica, mas a outra retoma o assunto:

    - Ainda se esteja o templo em abandono, esta câmara de saber é sagrada, apenas para devotos Atemenses fiéis às origens...

    - Estou disposta a submeter-me a sua prova de vento e fogo para provar que pertenço aos Atemenses. - Volto a seguir em direção delas. - Que comece minha provação! - Conclui em tom mais firme.

    Ela estende a espada em direção à Azriel, embora não tenha sido um gesto de ataque, porque foi relativamente lento, Nadhull ainda não entendeu nada do que era falado, então só viu o gesto.

    Azriel supõe que deveria tocar na substância cor de sangue, e estende a mão e os dedos em direção à lâmina, mas quanta a toca, a outra puxa a espada, fazendo a anjo cortar a ponta do dedo.

    - Aaii! - Ela recolhe a mão instintivamente, mas o corte em breve será o menor de seus problemas, pois Azriel sente os dedos queimando por dentro. - AAAAIIIIII!!!

    Um calor horrível vai subindo dos dedos para as mãos, até tomar seu braço direito, neste momento Azriel ajoelha de dor. Será que falhara no teste?

    Como a pele dela é muito branca, em segundos ela está toda vermelha, quase como o vermelho da pele de alguns demônios, Azriel começa suar em bicas, seu coração dispara e seu corpo entra em febre, ela sente também pontadas de dores na cabeça e por pouco quase esquece que precisa respirar.

    Aquele com certeza era o teste do fogo, mas cadê o teste do vento? Azriel soprava inutilmente a ponto dos dedos. Seu pensamento ai se turvando, começa ficar triste pensando que não tinha sido aceita como uma Atemense verdadeira.

    Só então ela lembra de respirar, e foca em não desesperar.

    Se aquele era um teste de fogo, então aquela gota de sangue era mesmo de seu deus, então aquilo que sentia não era efeito de veneno, e sim... poder! Pensando nisto ela para de resistir à magia do sangue de Piro, e busca sintonizar com a energia.

    A sensação de ardor não diminui, mas ao invés de sentir dor, Azriel agora sente poder, e consegue se levantar, até com um leve sorriso.

    "Se é um teste dos dois elementos, o sangue de Anĝelina também estaria misturado? Não! Não a a menor menção de que a deusa tenha sangrado uma única vez que seja, e este tipo de teste faz apenas o estilo de Piro, nunca o de Anĝelina!"

    "Então não há nada aqui para emanar o poder do ar... Neste caso eu mesma tenho que emanar!"


    Pensando nisto ela faz os exercícios de sintonia entre os elementos de ar e fogo que aprendeu. Ela se acostuma com sua nova temperatura e pulsação, o disparo no coração era para fluir uma energia muito maior do que estava acostumada e não voltaria ao normal tão cedo. Se quisesse evitar a dor, e possíveis danos, teria que usar a própria energia curativa da mana branca dentro de si mesma.

    O poder que tomara seu braço, agora já se distribuía no corpo todo. Seu pensamento volta ficar claro, talvez até mais do que antes. Ela então encara aquelas guardiãs, que se afastam alguns passos, abrindo passagem.

    - Não deverias tu teres resistido tanto. Demorastes a aceitar a energia, mas fostes aceita como Atemense. Tens permissão para continuar.




    Se passar o corredor, a próxima sala possui duas grandes estantes, uma em cada parede, com grandes portas de vidro, e dentro vários tomos, cerca de vinte ou trinta em cada estante, e tem outra sala igual ao lado, e talvez outras salas além.

    Se Nadhull pensar em seguir Azriel, as outras não o deixarão passar, ou bem provável que sugiram o mesmo teste que Azriel fez. Enquanto não fizerem nada diferente, as duas permanecerão em posição de alerta no corredor.
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    Mensagem por Dycleal Qua Mar 16, 2022 12:58 am

    Nadhull tudo vê, confuso e sem entender, pensa várias vezes em interferir, mas parece ser um teste ou ritual da igreja delas e quando Azriel se recupera e segue em frente com a permissão das duas mulheres de pedra, ele pergunta: - Azriel, devo ficar aqui e espera-la ou precisa do meu apoio?
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    Mensagem por Pikapool Qua Mar 16, 2022 11:33 pm

    A alegria só pode brotar de entre as pessoas que se sentem iguais!
    Após a agonia do teste, eu finalmente superava a provação e finalmente era vista como como Atemense e podia enfim seguir adiante.

    - Obrigada, guardiãs! - Reverenciei-as antes de prosseguir.

    Estendi o braço a minha frente para que a chama iluminasse o caminho e segui adiante pelo corredor. Ao fundo ouvi os dizeres de Nadhull.

    - Não creio que elas de deixarão passar. - Bradei. - Certifique-se em se manter seguro até que eu retorne! - Conclui.

    Ao chegar a nova sala, fiquei admirada ao observar as estantes. Cheguei a apertar minha face contra as portas de vidro contemplando os tomos. Sem mais delongas, abri as portas e comecei pelos tomos da parte debaixo das estantes. Estava impaciente para descobrir o que continha naqueles tomos.
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    No templo - Página 2 Empty Re: No templo

    Mensagem por Leomar Dom Abr 17, 2022 8:38 pm

    Só nas três salas que Azriel entra já haviam vários tomos e pergaminhos. Até haviam ainda mais portas que poderiam (ou não) continuar sendo exploradas, até porque ali deveria ser relativamente seguro, mas devido questão de tempo, por enquanto ela entra só nestas três mesmo.

    Infelizmente nem todo livro tinha o título escrito com letras garrafais na capa (em especial pergaminhos e papiros, pois eles ficam embrulhados, então muitos só dá para saber o que é depois de desenrolado, pois quem organizou aquilo ali imaginava que qualquer um que procurasse algo ali, saberia o que e onde procurar) mas estavam bem organizados, como tudo que devotos de Anĝelina fazem, embora Azriel tenha que folear e abrir alguns para entender a lógica da organização.

    A maioria dos volumes estava escrito em Yrdok, e uns poucos em Tareno. Não tinha nenhum escrito em Esperanto porque 99% dos livros ali foram escritos há mais de 100 anos, muitos há mais de 500...

    Haviam muitos escritos com o alfabeto antigo de Yrdok, algo que Azriel já não vi há muito tempo, mas que não lhe causa dificuldades. Entre o Yrdok antigo e o novo, além do alfabeto, haviam algumas diferenças entre palavras, como a palavra "desenir", que atualmente tinha sido dividida em "aadesen" e "desenïrie", então, para estudiosos muito ortodoxos e/ou muito detalhistas, isto gerava debates sobre se o sentido do texto original deveria ser traduzido por uma ou outra palavra sem perder o significado original. Azriel até se lembra de uma ou outra aula/sermão/palestra destas, mas aquilo não era importante agora.

    Nas estantes haviam alguns textos básicos que ela já conhecia, como o Anĝelina Sutra, escrito em Yrdok antigo e Yrdok novo e também em Tareno. Não era de se estranhar que um texto básico estivesse num lugar tão secreto, pois a Sagrada Conduta mantinha textos originais trancados em vários lugares sagrados para que, se acontecesse algo que pusesse em dúvida a autenticidade de um texto básico, houvessem várias cópias originais para se comparar, e se houvesse a diferença de uma letra que fosse entre os textos, se caracterizaria a fraude (poderia ser também uma tradução mal feita, mesmo que não de má-fé).

    Azriel não precisava perder tempo lendo os volumes que já conhecia, embora podia dar uma ou outra passada de olho só para ver se o texto era aquele mesmo (ou pra matar "saudade" do Yrdok antigo, que como dito antes, nem os anjos falavam mais com tanta tradição). Haviam textos sagrados de Anĝelina e Piro, e mesmo entre os que eram teoricamente comuns (ou pelo menos não tão raros), havia um ou outro que Azriel ainda não tinha lido, mas conhecia de nome (afinal era MUITA coisa para se ler). Só por curiosidade, ela dá uma olhada procurando se teria uma cópia de "A Inimortalidade", que era provavelmente o livro mais questionável de Piro... questionável principalmente para os Atemenses... e tinha um exemplar. Mas ela não perde tempo lendo ele ali, pois, mesmo sendo um livro questionável, ela poderia achá-lo em outros lugares quando quisesse ler com calma. Mas se tinha um exemplar ali, então ele foi colocado quando a Escola Atemense já tinha começado seu declínio.

    Graças a energização que sentiu com as gemas de mana, e também no teste com o sangue de seu deus (a esta altura Azriel já está confiante que o teste foi mesmo com uma gota do sangue de Piro para ter tanto poder; Ou no mínimo com o sangue de Ignos, seu filho; tecnicamente poderia ser o sangue de sua filha Varma, mas é pouco provável que Varma tenha dado o sangue dela [ela é meio egoísta, ou dizem]) Azriel conseguia ler tudo com muito mais rapidez. Seria bom anotar algumas coisas, mas ela não tinha tempo para isto, porém, além de ler mais rápido sua memória absorvia tudo que lia sem problemas, e provavelmente não esqueceria uma única palavra pelos próximos dois ou três dias, então poderia fazer anotações depois, mas antes do poder do sangue de Piro passar.

    Um dos trechos aleatórios que ela vê é do Livro da Sabedoria, um texto que alguns julgam sagrado, mais muitos acreditam ser apócrifo:

    Spoiler:

    Em outro pergaminho aleatório, Azriel lê:
    Spoiler:

    Ela já tinha ouvido algo parecido em algum lugar, mas era a primeira vez que lia a passagem integral



    Bom, tem vários outros textos aleatório e semi-aleatórios que Azriel pode dar uma lida neste interim, depois ponho mais exemplos aqui. Tudo que ela ler, mesmo que eu ou você não coloquemos aqui, poderá ser resgatado com um teste de História e Geografia depois, qualquer teste de H&G que fizer (os próximos 3) terão modificadores positivos se tiver o mínimo de relação com a Escola Atemense. Vale para qualquer magia ou alquimia. Vou abrir este grande parenteses entre a postagem só para fechar ainda hoje.



    Azriel acaba passando mais de hora ali, era muita coisa, e se pudesse ficava ainda mais, mas tinha mais coisa para fazer de fora, a talvez Nadhull já estivesse preocupado.

    Ela não tinha tempo para fazer anotações, e não poderia tirar nenhum livro dali (nem chega a pensar em pedir para as sentinelas se poderia levar um, pois aquilo é propriedade dos atemenses, mesmo que o templo esteja em ruínas. Mesmo que ela provavelmente tenha sido a única a pisar ali em décadas, outro atemense poderia ainda encontrar aquela sala, e tirar qualquer volume dali seria como se estivesse roubando seus deuses, então ela jamais faria isto (não desta vez, pelo menos) mas nos próximos dias ela poderia passar tudo que leu para o papel sem esquecer nada. Além disto, agora que conhecia a sala, provavelmente ela poderia voltar ali uma outra vez, com mais tempo talvez. De qualquer forma, quando saía da biblioteca ela pergunta às sentinelas:

    - Eu posso voltar aqui outras vezes, para ler um pouco mais?

    - Você provou que é digna de ser considerada uma atemense.

    Então quer dizer que ela poderia voltar sem problemas a qualquer horário. Mais precisamente enquanto as pedras de mana estivessem irradiando poder, mas pelo tamanho e poder delas, durariam mais de milênio ainda.

    Durante todo o tempo que Azriel esteve lá dentro, as sentinelas não saíram da posição de alerta, quase parecendo novamente duas estátuas, embora ficassem o tempo todo falando uma com a outra naquela língua que Nadhull não entendia. Ele chega até admirar um pouco a disciplina das duas.

    Perto das pedras de mana, embora Nadhull não pudesse (ou não achasse prudente) tocar a esfera branca, ele sentia o poder irradiando dela, e mesmo sem tocá-la aquilo preenchia sua própria mana interna. Além disto ia aos poucos curando qualquer dor que tinha, até mesmo da mordida da serpente que levava a pouco ou a incômoda dor no braço, quebrado a pouco que já estava se recuperando antes de chegar ali, mas ainda incomodava um pouco, a agora não mais. Sentia-se revigorado depois de um tempo.

    Depois que Azriel volta pelo corredor, podia se ver as duas sentinelas resignadamente apenas assumindo suas antigas posições, e suas peles simplesmente voltando a parecer pedra, como se nunca tivessem sido outra coisa além de estátuas vestidas com armaduras.

    Azriel comenta sobre a biblioteca com Nadhull (não tinha nenhuma regra que dizia que ela não poderia falar do que viu lá dentro, até onde ela sabe) e os dois voam de volta para onde estava Ka, que ainda rondava pelas ruínas, se admirando com uma coisa aqui ou ali, mas sem ter feito muita coisa até agora.

    Escureceria em poucas horas, mas a noite duraria apenas minutos entre o por de uma Hélius e o levantar da seguinte, então eles precisariam deste tempo exato, sendo assim Ka propõe que eles já vão caminhando todos para o sul.

    Quando ainda estava descendo o monte, podem ouvir toques de didgeridoo ao longe. Era típico dos templos de Piro usarem enormes didgeridoos para chamar a população da cidade para as orações. Mas não era horário de nenhuma das oração tradicionais (até onde Azriel e Nadhull sabiam), o que poderia estar acontecendo então?

    off: se o  @Christiano Keller não puder mesmo continuar, vou assumir o personagem dele como PdM até o fim do resgate.
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    Mensagem por Dycleal Dom Abr 17, 2022 9:00 pm

    Nadhull olha para Azriel quando ela volta e comenta: - Admirável a disciplina das mulheres vigilantes, e o que viu por lá? Algo interessante? Aqui é tudo maravilhoso, a esfera de mana Branca encheu minha mana até o topo e me sinto ótimo. Aguarda sua resposta e se ela falar dos livros perguntará se pegou algo para ele e se pode voltar depois e continua após a fala: - Bem, acho melhor procurarmos e encontrarmos o Ka. E sai e quando estiver fora da construção alçará voo.

    Ao se dirigirem para o sul. ouve os toques de didgeridoo e estranha o horário do toque e olha para os companheiros com olhar inquisidor e pergunta: - O que está acontecendo agora? Fiquem alerta.
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    Mensagem por Pikapool Qui Abr 21, 2022 6:02 pm

    A alegria só pode brotar de entre as pessoas que se sentem iguais!
    Havia muito conhecimento a ser obtido daquela biblioteca Atemense, mas eu não detinha do mais precioso dos bens. O tempo.

    Após poucos, mas proveitosos, minutos, me via compelida a retornar para junto de meus amigos para podermos seguir com a missão. Retornei tudo ao seu devido lugar e então retornei até onde as estátuas gêmeas se encontravam.

    E depois de um breve dialogo, peguei as anotações que traziam comigo e fiz um ultimo questionamento:

    - Saberiam algo sobre essa profecia? - Mostrei-lhes as anotações do mago negro.

    Assim que me respondessem, seguiria até Nadhull.

    - Esse lugar deveria ser uma das maravilhas de Fajr-Regno. - Disse animado. - A biblioteca é incrível. Mal posso esperar para retornar e continuar a ler todo aquele arsenal de conhecimento. - Era evidente a excitação em minhas palavras. - Não, tirar algo do templo seria sacrilégio. - Respondo Nadhull.

    Por fim, assenti as palavras de Nadhull e segui logo atrás dele a procura do ferreiro e dos outros.

    Ao som do didgeridoo, olhei ao redor confusa.

    - Será que não é outro ataque decorrente da guerra? - Disse em tom preocupado.
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    Mensagem por Leomar Qua Maio 18, 2022 9:42 pm

    - Saberiam algo sobre essa profecia?

    Ela olha, e diz:

    - Abembaring, capítulo 53, versículo 15. Esta outra é do livro do sábio Enoti, terceira prateleira dos livros sagrados de Piro, segundo livro da esquerda para a direita, capítulo 10.

    Azriel já conhecia o Abembaring, mas dá mais uma corridinha rápida lá pra dentro para folear este livro do Sábio Enoti.

    O Abembaring é o último capítulo do livro principal de Anĝelina (Anĝelina Sutra), e é basicamente um livro de profecias. Embora Azriel já tenha lido todo o Anĝelina Sutra pelo menos umas duas vezes, o Abembaring não é o seu preferido (suponho), tanto que ela só lembrou desta parte do número na testa da besta depois que viu a profecia na casa do mago negro.

    Interpretar profecias é algo espinhoso, pois algumas são totalmente abstratas, e as pessoas só ficam sabendo que elas realmente aconteceram quando já é tarde. Há profecias mais simples e outras mais difíceis, esta do número da besta é uma das que, até hoje NINGUÉM chegou em um consenso, nem mesmo os sábios dedicados ao Abembaring ou os Arcanjos, nem mesmo o Gran-Elemental Æno se pronunciou sobre ela. Tem profecias que são tão complicadas de saber o que significam que até mesmo Piro diz "não ser capaz de interpretar as profecias de sua mãe".

    Azriel nunca tinha ouvido uma teoria como a do mago negro, que o número da besta equivaleria ao seu nome. Teria fundamento ou era só um delírio como de muitos lunáticos que diziam saber de "coisas ocultas" dos quais Akaŝa está cheia? Azriel teria que ver isto com alguém que tivesse mais conhecimento sobre a numerologia sagrada para tirar esta dúvida.

    Já os livro sagrados de Piro, quando têm profecias (que são bem menos que outros deuses), costumam ser mais literais, portanto "o anjo" pode significar realmente um (ou uma) anjo, "martelo" pode significar realmente um martelo e "esmagar a cabeça" pode significar realmente esmagar a cabeça. O problema é que tudo que pode ser, também pode não ser.

    Humanos considerados santos, são às vezes chamados de anjos, embora Piro não costume usar este tipo de expressão, sendo a menos improvável delas, mas não é impossível que a profecia seja referência a um santo e não um anjo, apenas improvável.

    Os deuses as vezes são simbolizados por suas armas, falar de "leque" pode ser se referir a Anĝelina; Falar "tridente" pode ser referência a Jara; Falar "Kratak" (tipo de espada curta) pode ser referência a Piro. E Tamuz pode ser simbolizado com "machado" ou "clava". Nenhum porém é simbolizado com "martelo", mas o mais próximo disto seria Tamuz, e não Piro (uma maça também é chamada de martelo, uma clava poderia ser um tipo de maça? Ou algo intermediário entre machado e clava?).

    Apesar de todas as diferenças e guerras entre Piro e Tamuz, nos livros de Piro, ele ainda se refere de forma respeitosa a seu primo Tamuz (a recíproca não é verdadeira), sendo assim não seria impossível que esta arma divina seja um presente de Tamuz, mas neste caso, porque Tamuz usaria um anjo? Se bem que seria de esperar mais que Piro usasse um demônio que um anjo...

    Este martelo divino pode ser também (e talvez até mais provável) uma arma feita por um deus ou abençoada por um deus e dada a este anjo. Se bem que Piro, quando dá alguma arma, normalmente prefere uma espada ou um cetro. Mas um martelo não seria tão diferente de um cetro, e também poderia ser uma arma já usada pelo anjo, então seria preferência do anjo, e não do deus. Azriel sentiu um grande poder ao tocar apenas uma gota de sangue de Piro, que também foi usada numa arma, portanto um martelo divino que tivesse algumas gostas do sangue de Piro já seria uma arma espetacular, ainda mais se fosse empunhada por alguém especial.

    "Esmagar a cabeça" também pode ser literal ou não. "Esmagar a cabeça" é usado em muitos textos (não apenas de Piro) com o sentido de tirar o poder. Dizem que Jara esmagou a cabeça do Rei Abiss, embora ela tenha o matado por desidratação, e não esmagando a cabeça. Há também, no norte de Fajr-Regno contos sobre como camponeses simples esmagaram a cabeça de um tirano senhor de terras e escravista, mas ele foi na verdade enforcado. Uma outra referência é à Abdarian, que foi uma pessoa relativamente importante na história de Ajros, mas que era muito arrogante, e só começou fazer algo de bom "um dia que sentiu sua cabeça esmagada por anjos", mas a expressão obviamente não é literal, pois ele não morreu, apenas perdeu o orgulho.

    E por fim, 77 anos de tirania também pode ser algo ligado à numerologia, assim como o 270 ou o 325. As Guerras de Reconquista, que são as que estão ocorrendo agora de todo o mundo, já duram 99 anos, e começaram por causa das mudanças causadas pela destruição que Piro gerou no Ragnarök, MAS como o texto se refere a uma "besta", esta guerra de 77 anos não deve estar ligada a estas Guerras de Reconquista, e sim a uma guerra espiritual, muito provavelmente causada por um general de Ades, que aproveita que os humanos já estão se destruindo em suas próprias guerras para dominá-los também.

    Fazendo as últimas anotações (por enquanto mentais, mas ela anotaria em um papel depois) sobre estas profecias, Azriel finalmente vai embora com Nadhull. Junto com Ka (que acabou não vendo muita coisa interessante no templo) vocês descem novamente o morro.

    - Será que não é outro ataque decorrente da guerra?

    Ka comenta: para ir para nosso destino, teremos que passar mesmo pelo portão sul, embora seja possível pular o muro, caso queiram evitar problemas...

    No portão, o que estava acontecendo era uma invasão de insetos e diabretes (no cenário diabretes não são muito diferentes de outros cenários, mas podem representar mais de um tipo de raça de demônios, tendo em comum que são normalmente pouco inteligentes e de tamanho que não passa dos 30-35 centímetros). Soldados e aventureiros já estavam combatendo os enxames, e tecnicamente eles poderiam resolver o problema (que era difícil só por causa do número, mas eram coisas fáceis de matar) sem vocês, mas devido ao número, qualquer ajuda seria bem vinda, só que também não é garantido que vocês ganhariam algo com isto, pois não é uma missão, as pessoas estão ajudando só porque não querem este tipo de problema na cidade delas.

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