Um fórum de RPG online no formato de PBF (Play by Forum).


    Ato I - Início

    Compartilhe
    Brujah Girl
    Mutante
    avatar
    Mutante

    Mensagens : 570
    Reputação : 16

    Khloe Sanders - Narração

    Mensagem por Brujah Girl em Qui Set 29, 2016 2:04 pm

    Khloe seguia prestando atenção em toda movimentação de Hara no comando do super jato. Admirada com as capacidades do Quinjet que era algo realmente assombroso e naquele momento invejava Hara que cuidava daquele “bebê” com grande facilidade. Parecia uma piloto muito experiente e pelo que diziam, uma verdadeira mestre marcial, o que para Khloe já era motivo para tirar o chapéu para a japonesa, especialmente após ouvir sua palavras, que, num primeiro momento, indicavam que Hara era humilde. Essa era uma qualidade que Khloe apreciava nas pessoas. Para ela, não era preciso alardear o que se sabia fazer, o importante era fazer sem necessidade de platéia e ponto final. Detestava pessoas que se achavam “super”, estas não tinham espaço na sua vida e se precisasse lidar com elas, era apenas por pura obrigação e mais nada.

    – Sim, nunca tive a oportunidade de conhecê-la pessoalmente, espero que seja em breve...

    Ia comentando quando Hara fala sobre Maria Hill, mas então se cala subitamente pois estava presenciado algo absolutamente impressionante para ela, mas certamente comum para Hara que demonstrava dominar o Quinjet.

    – Oh, my! 90 mil pés e Mach 5 num piscar de olhos?! Isso é deslumbrante! Absolutamente deslumbrante!

    Dizia Khloe admirada, com um enorme sorriso no rosto. Ok, velocidade supersônica não era novidade. Já tinha experimetado com os caças da RAF (Royal Air Force) no controle de um Tornado GR4 , um Typhoon FGR4, etc, mas o mais próximo que alcançara fora 1.8 Mach e um pouco mais de 50 mil pés, e pelos deuses aeronáuticos, se aqueles “bebês” já eram incríveis, imagine só como ela, uma apreciadora de tudo aquilo, estava se sentindo naquele exato momento?

    “Khloe, não seja boba! O que a Hara vai pensar de você?! Ah, que se dane! Aposto que na primeira vez dela, ela também se sentiu assim! Só quem não gosta é que pode ficar indiferente a este momento!”

    O que era o sonho de poder ter pilotado um MIG-31 ou um Lockheed SR-71 Blackbird comparado ao Quinjet? Difícil dizer... assim como era até difícil ouvir o resto da conversa de Hara sobre a equipe, mas ela ouvira e após alguns instantes respondia enquanto fazia alguns cálculos mentais:

    – E seguiremos em Mach 5 até o destino? Qual a autonomia de vôo do Quinjet? Ele consegue alcançar velocidade hipersônica?

    Se mantivessem Mach 5 e o destino estava a 1:30h de distância, Khloe calculava mais de 9 mil quilômetros percorridos neste curto espaço de tempo. Poderiam chegar em algum ponto do sul da África, América do Sul, Ásia... well, eram inúmeras possibilidades e Khloe tentava descobrir para onde rumavam, mas não questionaria sobre o destino deles agora. Acompanharia o vôo e descobriria por si mesma para onde seguiam.

    Até gostaria de poder passar o tempo com o pessoal lá atrás, mas era quase impossível para ela se afastar do cockpit agora. Era um pequeno mundo novo que estava desbravando e isso era realmente imperdível a um primeiro momento.
    Darkwes
    Mestre Jedi
    avatar
    Mestre Jedi

    Mensagens : 1390
    Reputação : 0

    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Darkwes em Qui Set 29, 2016 11:22 pm




    Espaço Aéreo. Londres - Reino Unido.

    Hara se mantém concentrada nos controles do Quinjet enquanto Khloe comenta a respeito de Maria Hill, a japonesa parece querer comentar algo, mas é interrompida por Sanders que faz um comentário mais enérgico a respeito das capacidades do jato fazendo com que Hara quase sorria, mas a agente parece se conter mantendo a seriedade, apenas lançando um breve comentário enquanto olha em direção à agente.


    Se almeja pilotar as melhores aeronaves, está no lugar certo. Quinjets são fascinantes, mas a S.H.I.E.L.D. possui outras aeronaves ainda mais impressionantes... como o Zephyr One, por exemplo. - afirma a agente parecendo relembrar da aeronave mencionada, que é utilizada atualmente pela equipe do agente Coulson - Uma pena ser inviável para esta equipe possuir algo do tipo no momento... mas quem sabe no futuro.


    Khloe certamente conhecia muito pouco a respeito das especificações do Zephyr One, mas pelo que provavelmente já ouvira a respeito, tratava-se de uma aeronave bem maior, inclusive com a capacidade de acoplar jatos menores como Quinjets em pleno voo, além de possuir poder de fogo consideravelmente superior. Enquanto faz novos questionamentos, Khloe nota que a aeronave seguia praticamente em linha reta em direção ao hemisfério sul, indicando que muito provavelmente estariam rumo ao continente africano ou uma região próxima. A boa notícia era a de que, se a rota não fosse alterada novamente, estariam rumando para alguma localidade de fuso horário semelhante ao de Londres, o que praticamente eliminaria a necessidade de adaptação ou algum efeito colateral negativo como jet lag.


    O Quinjet é uma aeronave extremamente econômica Sanders. - afirma Hara respondendo aos questionamentos - Enquanto permanece em voo supersônico as turbinas da aeronave funcionam de forma híbrida, fazendo uso do próprio ar que passa por elas para se impulsionar, permitindo horas de voo ininterruptas. As contribuições tecnológicas de Tony Stark para alcançar esse desempenho foram fundamentais. - informa a agente, pausando por um instante enquanto observa a reação de Khloe - Mach 5 é velocidade máxima recomendada de operação, mas este não é o limite real da aeronave... porém, ao se operar em velocidades maiores o consumo de combustível é ineficiente, resultando em uma grande redução no tempo de voo, além disso, os sistemas internos podem apresentar falhas se forçados a operar no limite... o que quero dizer com isso é: não tente operar acima de Mach 5 ou algo pode dar errado... - afirma a oriental arqueando levemente a sobrancelha esquerda, em seguida voltando a checar o painel de controle.


    Enquanto Khloe e Hara prosseguem compartilhando seu conhecimento a respeito de aeronaves, na parte posterior da aeronave Craig avaliava o desempenho de Andrew em seu teste diante das perguntas efetuadas pela doutora Helen Cho. Andy parecia ansioso para ouvir os resultados esfregando as duas mãos até que Craig começa a passar as informações, todavia, logo de início o salvadorenho demonstra não concordar com a avaliação.


    65??? 65 de um total de 100 pontos?! Tá me zoando?! - indaga o grande homem abrindo os braços - Olha acho que tu fez essa conta errada hombre... vê isso ae. Ou melhor, pode perguntar pra as mujeres que já tive!... Esse algoritmo aí tá me tirando! - afirma o agente enquanto Cho ri do valor informado e da reação de Andrew.


    Porém antes que Andy pudesse protestar de forma mais fervorosa, Craig passa a detalhar o teste, fazendo com que o salvadorenho fique atento a tudo que o norte-americano diz, coçando a barba e muitas vezes torcendo o nariz para as avaliações em relação ao seu próprio desempenho.


    Rapidinhas... humm, depende do humor... deixar escolher é ruim, tenho que lembrar de dizer isso pra minha ex... - pondera ele enquanto Craig vai explanando, até abrir um grande sorriso e apontar em direção a Cho - Estás vendo doctora? Soy quente na cama!... e não lembro de ter experimentado comida tailandesa então mexicana vale como a melhor!... de resto, certo, certo... Ei! - exclama o salvadorenho ao ouvir o comentário a respeito do sorvete - Ei! Eu disse que não gostava de sorvete! Se tivesse perguntado se preferia Uísque, Martini ou Cerveza seria mais fácil de responder! - por fim Andy ouve o comentário a respeito dos veículos o deixando intrigado - Calma aí, vai dizer que tu não gosta de uma boa pickup hombre? Quem não curte uma pickup?? Se tiver carregada de cerveza então... mas ainda prefiro motos! Onde motos se encaixam nesse teste aí? Como pode não ter motocicletas nesse teste??... esse teste aí, não sei não hombre...


    Andy balançava a cabeça parecendo tentar compreender sua própria avaliação até mesmo se esquecendo a intenção inicial do teste que era a de aplicá-la em um encontro para avaliar uma potencial parceira. O salvadorenho abria bem os olhos e passava a roer as unhas por algum tempo, nitidamente preocupado, até que pareceu ter algum tipo de ideia brilhante abrindo um sorriso, voltando sua atenção para a doutora que até então apenas se divertia diante as reações de Andy.


    Ei, ei doctora... Helen, me passa essas perguntas aí... - diz ele gesticulando com a mão direita aberta, em seguida expondo sua ideia genial - Vamos fazer o inverso agora, eu pergunto e tu respondes! Daí vamos saber se esse teste é bom mesmo! - Afirma o quarentão mantendo o sorriso e dando uma rápida piscadela para Helen Cho.


    Nem pensar! - exclama a geneticista dobrando a anotação - Tem outras candidatas pra você fazer esse "teste"... eu passo. - afirma a sul coreana cruzando os braços enquanto faz uma careta tentando ignorar Andy - Tome aqui as perguntas, pode guardá-las, mas não tenho tempo para isso, pois estou... estou... tenho que desenvolver umas teorias mentais agora, ok? - desconversa a doutora arremessando a anotação para Andy, em seguida cruzando os braços e fechando os olhos, erguendo a cabeça para alto como se estivesse refletindo sobre algo.


    O salvadorenho apanha a anotação e relê as perguntas uma a uma em voz baixa enquanto coça a própria barba, em seguida, inclina o corpo à frente e apoia o cotovelo esquerdo sobre a perna e tampa parcialmente a face para cochichar algo com Craig, mantendo uma expressão mais séria no rosto.


    Ei, como é que se calcula isso aqui? - indaga o agente, em seguida completando com um novo questionamento, franzindo as sobrancelhas - Existe mesmo sorvete de café ou tu tava só zoando hombre??





    hitoshura
    Mutante
    avatar
    Mutante

    Mensagens : 521
    Reputação : 0

    Re: Ato I - Início

    Mensagem por hitoshura em Sex Set 30, 2016 9:24 am




    Craig Armstrong




    A reação de Andy era impagável, era como se ele tivesse recebido um golpe na sua masculinidade, mais que isso, era como se seu mundo tivesse desabado, de certa forma Craig ficou com pena do coitado, se soubesse que toda sua confidência girava em torno daquele tópico não teria feito a ferida, ele estava feito um cachorrinho desiludido olhando para a mesa enquanto ninguém dá comida.



    -- Para com isso, cara, você foi bem no teste, de 80 a 100 é uma incontrolável força da natureza... Eu mesmo só achei duas pessoas até hoje nessa faixa. *Dava tapinhas nas costas do mesmo tentando confortá-lo* -- Eu gosto de motos também. Quem não gosta?


    Ele olhava para Cho e fazia um sinal com as palmas da mão de "ooops". Quando ela entrava em posição meditativa ele se perguntava se ela estava só fugindo da conversa ou se era capaz de fazer isso mesmo, talvez ela fosse que nem Sherlock Holmes e tivesse um palácio de memória, ele sempre quis ter aprendido a usar isso, parece uma técnica super-legal. Ao término dos comentários de Andy, ele respondia:


    -- Tá de brincadeira, né? Você nunca tomou sorvete de café? É tipo, uma das melhores coisas do mundo junto com Bacon, mas eu sou suspeito para falar, eu ADORO tudo que é feito de café, eu sou o tipo de pessoa que compra café Gourmet e sabe 30 receitas diferentes de café, até café russo eu sei fazer.

    Ele parecia orgulhoso daquele fato por alguma razão, mas logo se arrependia de ter dito isso, em breve todos na próxima base saberiam disso e iriam explorar sua maestria culinária super-especializada. Ele imaginava que Andy sabia o que era café russo, afinal ele já havia manifestado sua paixão por vodka antes, e nada russo era sem vodka afinal, era a água deles quando eles não estavam perseguindo ursos ou algo assim.

    Ele então respirava fundo e continuava:



    -- Ok, vamos lá, cada pergunta tem um peso de 1, exceto a sobre musica e a sobre comida, que tem peso 2. Na primeira pergunta, quem come devagar recebe nota máxima, normal... *Ele então continuava explicando detalhadamente o algoritmo para Andy*

    Ele coçava o queixo, não queria deixar a conversa morrer, mas não queria atrapalhar "a concentração" de Cho puxando assunto com ela também, pelo visto ela queria esperar o assunto morrer antes de terminar sua "meditação".



    -- Sabe, se batermos com o Coulson podemos chamá-lo para sair pra beber cerveja qualquer dia de folga desses, nós três juntos seria diversão garantida... Conhece ele? *Ele ria de modo reconfortante*







    Darkwes
    Mestre Jedi
    avatar
    Mestre Jedi

    Mensagens : 1390
    Reputação : 0

    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Darkwes em Seg Out 03, 2016 12:53 am




    Espaço Aéreo. Oceano Atlântico.

    O Quinjet seguia em Mach 5 para o destino ainda desconhecido por Khloe e Craig, onde supostamente estariam se encontrando com a comandante Maria Hill, no intuito de se juntarem à uma equipe recém formada. Entretanto, passada cerca de uma hora de voo, o painel de controle do Quinjet acusa o recebimento de uma chamada não identificada. Hara inicialmente parece surpresa, hesitando para atender o chamado, a agente olha brevemente em direção à Khloe com as sobrancelhas franzidas e, após ponderar por mais alguns instantes, pressiona o botão para receber a chamada. Como Khloe estava com o comunicador podia acompanhar o que era dito.


    Agente Hara? Pode me ouvir? - diz a voz masculina.
    Agente Hara na escuta, identifique-se. - responde a oriental formalmente.
    Claro, desculpe, acho que só nos falamos brevemente uma vez, então é esperado que não reconhecesse minha voz... - responde a voz masculina de modo descontraído - Aqui é o agente Coulson. Estou fazendo contato a pedido de Hill. Nós temos uma "entrega" pra vocês. - afirmou a voz masculina deixando Hara visivelmente surpresa.
    Agente Coulson? Entrega? Não fui informada de nada disso. Você entrou em contato através de uma fonte não identificada e estamos no meio de um voo altamente confidencial, como espera que confie no que está dizendo? - indaga Hara claramente não confiando no homem que se identificava como Coulson.
    Sobre isso... eu não espero que confie apenas na minha palavra agente Hara. - afirmou o agente mantendo o tom descontraído - Eu apenas sugiro que reduza a velocidade pois estamos apenas algumas milhas à sua frente e a qualquer momento estará nos vendo em seu radar. Você terá de acoplar o Quinjet para pegar a "entrega"... mas não se preocupe, não vamos tomar muito do seu tempo, pois estamos rumando para outro destino.


    Hara fez menção de questionar algo, entretanto, antes que pudesse dizer qualquer coisa, o painel da aeronave acusa no radar a existência de uma aeronave à frente em velocidade reduzida, estando o Quinjet em rota de colisão com a mesma, o que faz com que Hara reduza a aceleração das turbinas abruptamente, forçando a aeronave a diminuir sua velocidade e assim, permitir que a oriental execute qualquer manobra que se faça necessária. Os agentes que se encontravam na parte traseira notam de imediato a redução na velocidade o que poderia levá-los a ponderar estarem chegando ao destino, entretanto, Hara faz uso dos alto falantes para informar da situação atual.


    Atenção todos, estamos reduzindo a velocidade pois há uma aeronave à nossa frente e vamos fazer contato. - informa a oriental, prosseguindo após uma pequena pausa - Nós vamos ancorar para receber uma entrega...


    Logo que Hara conclui o pronunciamento, Cho, que se ainda se encontrava em estado de introspecção após Andy pressioná-la, abre repentinamente os olhos e busca fazer contato visual com a cabine.


    Ancorar?... O que está acontecendo? - indaga a sul coreana - Isto estava previsto desde o início?


    Até mesmo Andy, que ainda demonstrava estar perturbado com o teste anterior, anotando as observações mencionadas por Craig, busca observar o que acontecia na cabine de comando, entretanto, devido a não conseguir visualizar nada, o salvadorenho solta os cintos de segurança e se levanta, em seguida, segurando nas alças superiores se aproxima da cabine para observar o que estava ocorrendo.


    Entrega?... alguém pediu pizza sem me consultar? - indaga o grande homem mantendo o bom humor, entretanto, sua expressão facial muda rapidamente. O salvadorenho arregala os olhos e solta um breve assobio, parecendo avistar algo de impressionante. - Mais que m... Parece que a festa vai começar mais cedo do que o esperado!


    Neste instante, todos que buscavam visualizar algo notam uma forma negra à frente, misturando-se com a própria escuridão exterior, todavia, conforme se aproximavam, era possível fazer sentido à grande aeronave que seguia logo adiante. Alguns dentre os presentes inclusive já começavam a ter ideia do que se tratava devido ao design que se destacava em meio à escuridão. Ao que tudo indicava, tratava-se de nada menos do que a base móvel do agente Phil Coulson, uma maravilha da ciência projetada por Leo Fitz, apelidada de Zephyr One.


    Este não é o jato do Coulson? - indaga o salvadorenho, em seguida olhando na direção de Craig e, abrindo um sorriso, complementa - Parece que vamos poder chamar ele pessoalmente pra aquela cerveza!






    ZEPHYR ONE:


    hitoshura
    Mutante
    avatar
    Mutante

    Mensagens : 521
    Reputação : 0

    Re: Ato I - Início

    Mensagem por hitoshura em Seg Out 03, 2016 9:09 am




    Craig Armstrong




    Craig estranhava toda aquela comoção, por que estavam desacelerando? Quando ele ouvia o comunicado de Hara e então o de Andy, ele pensou alguns instantes a respeito... Pizza era um assunto bem sério, ele não podia pedir de qualquer coisa, era uma lástima que não era sushi, ele adorava sushi, mas também não queria começar o dia seguinte com o peso na consciência de ter pedido uma pizza de bacon. Claro, ele sabia que era apenas uma brincadeira.



    -- Hey, quem escolheu os sabores? Eu quero de Pepperock! *Dizia se levantando também, apesar de não seguir Andy até o final*


    E então ele olhava para a frente e notava o Zephyr One, era uma vista majestosa, de fato era uma pena ele ter que trabalhar para Maria Hill e não Coulson, afinal aquele Quinjet era muito mais estiloso. Mas ele era jovem, ainda teria seu momento para atirar pratos para Coulson acertar com lasers saindo do seu braço cibernético.


    -- Aw, o Quinjet deles é tão mais estiloso que o nosso, é injusto. *Ele comentava com Andy e então fitava Cho* -- Oh, eu pensei que você estava no palácio da memória, meditando ou algo assim, bem vinda de volta.

    Ele então oferecia a mão para a mesma se levantar de modo a recepcionarem a visita.







    Brujah Girl
    Mutante
    avatar
    Mutante

    Mensagens : 570
    Reputação : 16

    Khloe Sanders - Narração

    Mensagem por Brujah Girl em Ter Out 04, 2016 12:48 pm

    Khloe seguia “curtindo o vôo” ao mesmo tempo que procurava absorver ao máximo o que pudesse sobre a parte operacional do Quinjet. Tecnicamente estava “fazendo uma aula de vôo”, assim como também aproveitava para ir se entrosando com Hara, pois seriam companheiras de equipe.

    Quando Hara fala sobre o Zephyr One, imediatamente Khloe pensa em um “palácio voador”, pouco sabia sobre o verdadeiro potencial desta aeronave, mas sabia que era um “bebê de grande peso”. Será que um dia conseguiria assumir o comando de um Zephyr?

    Pelo que notava, seguiam rumo ao continente africano ou arredores, pois mantinham-se dentro da linha do meridiano de Greenwich e se permanecessem assim, nem precisaria acertar o relógio quando chegassem ao destino final.

    Era possível atingir velocidade hipersônica, ultrapassando Mach 5, mas não era aconselhável. Uma pena para quem gostava de uma boa adrenalina, mas nada que talvez no futuro com o apoio de Tony Stark não pudessem alcançar, afinal, o tanto de excêntrico que ele tinha, também tinha de genialidade.

    Tudo seguia bem até que algo “diferente” acontece. Uma ligação não identificada que Hara parecia hesitar em atender. Pelo breve olhar de Hara, era evidente que aquela não era uma ligação aguardada. Hara atende e Khloe ouve a conversa que se desenrola. Tratava-se do Agente Coulson que apesar de se explicar, parece não convencer Hara que alegava não saber sobre a tal “encomenda” que seria entregue em pleno vôo. Khloe apenas pensa:

    “Oh my God! Vamos acoplar o Quinjet no Zephyr One? Fucking cool!”

    No instante seguinte já estavam deixando Mach 5 para não colidirem no “palácio voador” que logo avistariam:

    – Isso não é um jato! Isso é uma maravilha dos céus!

    Dizia com empolgação ao ver a magnitude da aeronave que apenas começava a vislumbrar:

    – Será que não podemos fazer um breve tour pelo Zephyr e aproveitar para conhecer o Coulson e sua equipe?

    Na verdade era mais um pensamento, mas que acaba saindo em voz alta. A noite parecia ficar melhor a cada instante!


    Darkwes
    Mestre Jedi
    avatar
    Mestre Jedi

    Mensagens : 1390
    Reputação : 0

    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Darkwes em Ter Out 04, 2016 4:16 pm




    Espaço Aéreo. Oceano Atlântico.

    No interior do Quinjet, os agentes podem observar o pequeno jato alinhando-se por sobre o Zephyr One, permitindo que começassem a compreender melhor a significativa diferença entre as dimensões das aeronaves. Ao se posicionar adequadamente e manter a velocidade constante acompanhando o Zephyr One, um braço mecânico se projeta do mesmo até encostar no Quinjet, puxando-o lentamente para próximo da grande aeronave até acoplá-lo adequadamente. O som de diversos mecanismos podem ser ouvidos no interior do jato, peças metálicas pareciam se encaixar até que Hara abre a escotilha traseira, revelando um pequeno túnel que interligava o Quinjet ao interior do Zephyr One.

    Hara então se levanta do assento e retira o aparelho de comunicação, fazendo um breve comentário em resposta ao questionamento involuntário de Khloe antes de se dirigir à outra aeronave.


    Vamos descobrir o que temos de coletar primeiro... mas eu não contaria com isso. - afirma a agente direcionando seu olhar à Khloe, em seguida se apressando em direção ao túnel - Coulson provavelmente tem outros assuntos urgentes a resolver, ou não estaria nos interceptando em pleno voo para realizar esta entrega. - apesar dos passos largos, antes de deixar o Quinjet Hara faz uma breve pausa, olhando na direção de Andy - Guarde suas excentricidades para outra hora agente Gutierrez, não quero que as 'escolhas' da comandante Hill sejam questionadas por Coulson...


    Assim que conclui seu breve alerta, Hara prossegue deixando Andy com uma expressão de incerteza, ao mesmo tempo, Helen solta seus cintos e aceita a ajuda de Craig para se erguer. A sul coreana tinha uma expressão indecifrável que poderia significar certa estranheza com a situação inusitada ou ainda estar incomodada com a brincadeira anterior.


    Estava meditando... ou melhor tentando. - afirma a geneticista, em seguida forçando um sorriso e olhando em direção à Andy - Mas vocês são muito barulhentos para me concentrar, além disso, não confiaria em me desligar completamente da realidade num ambiente com Andy...


    A sul-coreana inclina levemente a cabeça para frente, aparentemente agradecendo a gentileza de Craig, em seguida passa a caminhar na mesma direção de Hara. Ao notar que todos estão se dirigindo para a túnel, Andy também passa a caminhar, mas não sem antes fazer alguns comentários a respeito das palavras ditas por Hara anteriormente.


    Coulson questionar as escolhas de Hill?... - indaga o salvadorenho enquanto coça a barba - Não foi o Coulson que tinha um agente da Hidra na sua equipe, além de contar com a consultoria de um serial killer??... Acho que eu não sou lá uma escolha tão ruim... - afirma o agente enquanto caminha pensativo, cruzando os braços em seguida e parando por um momento, parecendo chegar a uma conclusão - Pensando bem... é, talvez seja.


    O pequeno corredor metálico que interligava as duas aeronaves tinha apenas cerca de três metros de extensão e dava acesso a outra área bem mais ampla, cerca de três vezes maior do que o espaço interno do Quinjet, mas visivelmente se tratava apenas de uma pequena porção do interior do Zephyr One. No ambiente haviam diversos assentos reclinados ao centro e outros nas laterais em frente a computadores. Junto à uma das extremidades havia um módulo de contenção branco, com uma pequena janela de material translúcido a qual permitia se visualizar o interior do mesmo. No interior do módulo havia uma jovem de feições orientais, cabelo curto negro e com mechas azuis. Porém, antes que os agentes pudessem comentar algo ou se aproximar mais, uma porta automática se abre próxima ao módulo, desta duas figuras masculinas se projetam para o interior do ambiente no qual os visitantes se encontravam, o primeiro, alguns logo podem reconhecer como o ex-diretor da agência secreta, trajando roupas sociais, mas sem o tradicional terno.


    Boa noite agentes, como têm passado? - indaga o homem com um leve sorriso - Vejo algumas faces conhecidas, outras nem tanto, pelo visto Hill está planejando algo realmente importante. - afirma Coulson se aproximando da agente Hara e cumprimentando-a com um aperto de mão - Agente Hara. Deve estar se perguntando que tipo de entrega tenho para vocês... bom ela está bem aqui. - informa Coulson direcionando o olhar para o módulo de contenção, em seguida orientando o outro homem que o acompanhava - Mack, por gentileza.


    O agente que acompanhava Coulson, tão alto quando Andy e de bom porte físico, se vira em direção ao módulo de contenção e pressiona um botão fazendo com que a porta do mesmo se abra, fazendo um breve comentário direcionado à jovem que se encontrava em seu interior, até o momento sentada sobre a cama.


    Baixinha você pode sair agora... desculpe te deixar a viagem toda aí dentro, mas sabe como é, não podíamos deixá-la circulando livremente pelos corredores enquanto atendíamos a outros assuntos... - afirma o homem com sua voz rouca em um tom amigável, concluindo em seguida com um leve sorriso - Bom, não acho que tenha sido tão ruim, quando chequei há dez minutos atrás você parecia estar dormindo inclusive!


    Yuka havia recebido o mesmo chamado de Maria Hill dias atrás (off.: ver post inicial), entretanto, ao contrário de Craig e Khloe, não fora orientada a seguir ao ponto de encontro em Londres, pois estava colaborando em um caso na Califórnia, chegando a trabalhar brevemente com a equipe de Coulson nos últimos dias quando os mesmos foram enviados ao local na tentativa de encerrar o caso mais rapidamente. Maria Hill teria orientado Phil de última hora para trazer Yuka em sua aeronave, pegando inclusive a jovem agente desprevenida. No interior do Zephyr One, Yuka fora orientada a se acomodar no interior do módulo de contenção, onde poderia descansar até interceptarem o Quinjet. Entretanto, Yuka não fora informada que ficaria "aprisionada" no interior do módulo como medida preventiva durante a viagem que durou algumas horas.

    Enquanto Mack abria o módulo e interagia com Yuka, o agente Coulson ia cumprimentando todos os presentes um a um com um aperto de mão, mantendo seu sorriso amistoso característico.




    *Off.: @Gakky vc pode postar a partir daqui, qualquer dúvida é só usar o off-topic.
    ZEPHYR ONE E QUINJET:


    Gakky
    Mestre Jedi
    avatar
    Mestre Jedi

    Mensagens : 1396
    Reputação : 74
    Conquistas :
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/311.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1112.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1011.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1811.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1413.png

    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Gakky em Ter Out 04, 2016 8:44 pm

    No começo, Yuka havia se sentindo desconfortável com a situação em que lhe colocaram, ficar trancada em um módulo de segurança não era a forma como esperava viajar, ainda mais sendo tão de repente. Chegou a se sentir irritada, detestava quando desconfiavam dela. Mas se esforçou para manter a calma, enquanto meditava dentro do módulo, se conformou ao pensar que era apenas as regras a serem seguidas e não algo pessoal, embora não fosse definitivamente o melhor jeito de viajar. As horas lá demoraram a passar, se soubesse tinha trazido um livro ou algo do tipo, talvez estudar. As coisas só melhoraram quando conseguiu pegar no sono, quanto isso, foi bom descansar antes da próxima missão. A rotina da S.H.I.E.L.D. era bastante pesada e fazia pouco tempo que havia se tornado agente.

    Quando enfim a libertaram, Yuka saí módulo de contenção e endireita suas mechas azuis, pois o cochilo havia bagunçado seu cabelo, e era bom estar apresentável em vez de parecer meio biruta. Ela está usando uma regata básica preta e calça multi-bolso solta de cor azul quase cinza, que assemelhava-se as calças de um uniforme de mecânica. Nos pés usava coturnos pretos. Yuka olha para todos ao redor e responde ao agente fortão:

    -  Daijoubu. Não é a melhor forma de se viajar, mas é um bom lugar para pensar, obrigada pela carona.

    Yuka sorri serenamente, faz uma reverência leve com a cabeça para o agente e em seguida caminha até o Quinjet, quando vê seus novos parceiros de missão, sente um frio no estômago. Sempre que conhecia novas pessoas, era quase impossível para ela não pensar na possibilidade de estarem lhe julgando pela aparência, odiava ser julgada, mas era um sensação pessoal, um tipo de mania. Por isso, não gostava dos começos, mas sim quando já era o meio da missão, onde todos já se conheciam o bastante ao menos. Yuka sabia que isso era um defeito seu, e que era normal fazer deduções pela aparência de alguém.

    Ela cumprimenta os agentes do Quinjet com um outra reverência leve e um sorriso simples, mas não ultrapassa até onde o agente Coulson foi. Com voz ainda contida e sotaque japonês, ela os cumprimenta falando:

    - Olá, sou Yuka Fukuhara.

    Enquanto espera por respostas, ela observa as pessoas com quem iria trabalhar, fica interessada ao saber que duas ali eram orientais, logo percebeu que uma delas era coreana pelo formato do rosto. As duas pareciam ser o oposto uma da outra pela aparência, mas não podia saber ainda. O grandão de trancinhas também era interessante, pois era um pouco diferente dos que já tinha visto, parecia um tipo de motoqueiro metido a machão. Também notou a mulher bonita loira, que parecia ser uma boa agente pelo menos a primeira vista, para Yuka, suas feições davam impressão de alguém seguro de si, é claro que não poderia provar, mas achou o olhar dela confiante. Por último havia o rapaz loiro e de barba mal feita, apesar de Yuka não gostar de barba, pela aparência dele não conseguiu teorizar nada sobre sua personalidade, mas tudo bem, pois aparências não diziam quase nada, assim como a dela.
    hitoshura
    Mutante
    avatar
    Mutante

    Mensagens : 521
    Reputação : 0

    Re: Ato I - Início

    Mensagem por hitoshura em Ter Out 04, 2016 11:30 pm




    Craig Armstrong




    Craig achava curiosa a relação que havia entre Cho e Andy, pelo visto os dois não se batiam muito bem e já se conheciam há um bom tempo, por alguns instantes ele teve um pouco de ciúmes disso, era chato ser o "Estranho no Ninho", especialmente por que o filme  não tem um final feliz. Por isso que a chegada de Coulson ali o deixava bastante aliviado, pelo menos teria um rosto familiar para olhar nos olhos. Ele ria sobre as palavras de Cho e então dizia:



    -- Heh, não se preocupe, trabalho em equipe é fundamental para agentes afinal, eu manterei o "Big Bad Andy" sob controle, pode bater um cochilo se quiser. *Ele obviamente tinha um tom de brincadeira, mas suas palavras pareciam esconder sinceridade atrás delas. Ele era muito bom em conquistar a confiança das pessoas, talvez fosse sua maneira boba e brincalhona?*


    Ao comentário de Andy sobre o histórico de Coulson, Craig ficava pensativo por alguns instantes, ele estava certo, havia muitos erros de decisões do mesmo, mas quem não erra? Uma pessoa em posição de líder sempre vai cometer erros, o importante é não perder o espírito de equipe e terminar a missão... No fim ele se notava admirando o homem, ele era uma referência para o mesmo, ao contrário de seu pai, cujas conquistas e falhas não lhe eram do conhecimento. Diabos, ele não queria pensar no seu pai naquele instante, tratou de rir antes de dizer:


    -- Não tente se comparar com um ciborgue que sobreviveu ao cetro de um deus no estômago, Andy. Não é uma batalha que você possa vencer. Mas você ainda é legal. *Ele dava tapinhas nos ombros do mesmo, como se estivesse tentando consolá-lo após colocá-lo para baixo*

    E então ele chegava, o grande Coulson, e por alguns instantes Craig se sentiu malvestido, se ele soubesse que teriam visitas sociais ilustres teria colocado pelo menos seu sobretudo limpo... Espera, ele estava limpo? E então havia aquele afrodescendente (AKA Negão) desconhecido. É claro, Craig não era preconceituoso, mas woah, por que a SHIELD tinha tantos brutamontes? Era mesmo necessário um daqueles em cada Quinjet? E além de ser um armário ainda por cima era alto, Andy pelo menos era humilde e usava camisas GG, mas aquele homem parecia usar camisa P para colar no corpinho sarado. Yep, Craig estava totalmente com inveja. Mas logo deixava o assunto para lá enquanto fitar Coulson, dizendo:



    -- Hey Coulson! Há quanto tempo, hein? *Ele sorria para o mesmo e seguia até ele oferecendo sua mão para ser apertada* -- Então, você considerou aquela minha proposta de colocar dedos-laser? E o gancho? E o leitor biométrico? E o Raio-X? *Ele parecia uma criança, mas logo recuperava sua compostura* -- Ahem, é bom revê-lo.

    Por alguns instantes ele parecia nem ter notado a pobre Yuka, mas obviamente quando ela se apresentava, Craig interrompia seu raciocínio para dar-lhe a devida atenção que merecia, ele gostava dos detalhes azuis no cabelo, lembravam sua ex-namorada, que era loira, mas pintava os cabelos das mais variadas cores, normalmente preto ou azul-marinho. Ele, entretanto, já tinha atingido sua cota de asiáticos, por que logo três? Cadê os americanos? Cadê as francesas? Cadê um russo Putin para colocar ursos para correr? Talvez tudo aquilo fosse uma conspiração asiática para tomar conta da SHIELD. Talvez Hara fosse dar um golpe em Maria Hill, ou talvez ele estivesse imaginando coisas demais. Ele saía dos pensamentos de sua mente para finalmente dizer:



    -- Duas mulheres com sotaque bonito, vocês querem me matar... *Ele dizia coçando a cabeça embaraçado* -- Eu sou Craig Armstrong, seja bem vinda, Yuka... Embora eu seja um novato nesse grupo, acho que posso falar isso por todos, heh.







    Brujah Girl
    Mutante
    avatar
    Mutante

    Mensagens : 570
    Reputação : 16

    Khloe Sanders - Narração

    Mensagem por Brujah Girl em Qua Out 05, 2016 11:26 am

    O Zephyr era realmente um palácio voador, Khloe estava deslumbrada e não perdia nenhum dos movimentos da acoplagem. Era a primeira vez que vivenciava aquilo. Pelo visto aquela noite era uma surpreendente noite de “primeiras vezes”. Quando tudo termina, ela ouve o comentário de Hara que não contava com um “tour” pelo Zephyr, e logo se põe a seguir a Cyborgue e o restante do grupo que seguiriam pelo túnel para o interior do Zephyr. Como ela estava ansiosa para “ver” o máximo que pudesse do Zephyr, não perde tempo para ouvir a conversa dos restantes agentes, e segue acompanhando Hara.

    E uau! Só aquele pequeno “hall” do Zephyr já deixava o Quinjet no chinelo, e sua atenção se volta para o módulo de contenção e para a jovem que estava lá dentro.

    “Será que vamos levar uma prisioneira?”

    É então que Coulson e mais um outro agente surgem. Khloe meneia a cabeça e um cumprimento silencioso para ambos quando os olhares se cruzam. Khloe nunca vira Coulson pessoalmente, mas sua imagem era conhecida. Ele falava com Hara informando que a encomenda era a jovem no módulo de contenção. Ele parecia alguém simpático em um primeiro contato, e logo todos se apresentariam. Quando aperta a mão de Coulson, Khloe comenta:

    – É um grande prazer, agente Coulson. Sou Khloe Sanders. Que bela aeronave o senhor tem!!!

    E se pudesse teria emendado um: “Será que eu posso fazer um tour rapidinho por aqui? Dar um pulinho na cabine???” , mas achou mais prudente não bancar uma adolescente deslumbrada.

    A jovem oriental é liberada do módulo e vem cumprimentá-los. Khloe faz um meneio de cabeça com um sorriso para ela, mas antes que pudesse falar alguma coisa, Armstrong começa a falar, e mantendo a educação inglesa que recebera, ela fica quieta até que o “tagarela” terminasse. Deus, ele era realmente do tipo que parecia nunca se calar, pelo visto ele já conhecia Coulson, e também já ia dando as boas-vindas para Yuka, mas, por que ele estava dando as boas-vindas se eles nem sabiam ainda o propósito da “encomenda”? A menos é claro, que ela estivesse tão deslumbrada com o Zephyr e não tivesse ouvido direito.

    Quando tem oportunidade, Khloe cumprimenta Yuka e também Mack, que não fora devidamente apresentado, mas não deveria ser ignorado. Ela oferece a mão para um aperto aos dois:

    – Boa noite e muito prazer! Khloe Sanders.


    Darkwes
    Mestre Jedi
    avatar
    Mestre Jedi

    Mensagens : 1390
    Reputação : 0

    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Darkwes em Qua Out 05, 2016 10:33 pm




    Espaço Aéreo. Oceano Atlântico.

    Mack mantém o bom humor e sorri ao ouvir o comentário de Yuka, em seguida se aproximando dos demais. Quando Yuka conclui a breve apresentação, Mack aproveita a deixa e cumprimenta o time de Hill da mesma maneira que Coulson havia feito instantes atrás. Todavia, antes que Coulson pudesse explicar melhor o que se passava, Craig se aproxima do agente disparando diversos questionamentos que fazem Phil abrir um sorriso um pouco maior do apresentado anteriormente.


    Agente Armstrong, é bom revê-lo também e, apesar do tempo, eu me lembro bem da nossa conversa... só não me lembro quantas rodadas de bebidas tivemos... - afirma o agente confirmando o que acabara de dizer movendo levemente a cabeça em sentido afirmativo enquanto ergue as sobrancelhas, parecendo acusar ter feito algo questionável - Mas sim, os dedos laser! Bom, Fitz está trabalhando nisso... fizemos um protótipo mas estava superaquecendo, além de ter aberto um buraco no Zephyr One ao acionar o comando por engano... já o gancho... hmm, digamos que não é tão útil quando soa. - completa Phil erguendo levemente os ombros enquanto dá um sorriso forçado, mas rapidamente muda sua expressão para a anterior - Mas o leitor biométrico e o raio-x já estão funcionando! E são realmente muito úteis, você estava certo.


    Apesar de em alguns momentos Phil demonstrar mais empolgação, durante todo o seu diálogo seu tom de voz permanecia o mesmo, demonstrando que não se exaltava em nenhum momento, transmitindo uma sensação de serenidade constante. Logo em seguida, o ex-diretor ouve o comentário de Khloe ao cumprimentá-lo, concordando com a agente britânica.


    Oh sim, é realmente uma bela aeronave. Eu realmente era apegado à anterior, mas confesso que adoro este novo 'brinquedo'. - afirma Phil mantendo o sorriso - E se me recordo bem agente Sanders, você é uma excelente piloto... pelo visto Hara terá uma dura concorrência! - complementa o agente olhando em direção à oriental.


    Apesar da afirmação de Coulson, Hara não demonstrava se importar com a "concorrência" de Khloe, aparentando até mesmo estar distraída até o momento, olhando na direção do módulo de contenção fixamente, só se virando ao ouvir seu nome ser pronunciado.


    Não importa quem conduz a aeronave. - afirma a agente mantendo a feição de seriedade - O que realmente importa é o trabalho ser concluído. Mas não sou piloto... após a agente Sanders realizar alguns treinamentos, tenho certeza de que poderá conduzir qualquer aeronave melhor do que eu. - afirma Hara sem fazer rodeios, em seguida dando um passo em direção à Yuka, estendendo a mão direita para cumprimentá-la - Agente Fukuhara, é um prazer recebê-la. Já sabia que se juntaria à equipe, mas não sob estas circunstâncias... o que não importa na realidade. O que realmente interessa é que você é uma importante adição ao time.


    Logo após Hara cumprimentar Yuka, a doutora Cho fez menção de se aproximar, mas antes que pudesse fazê-lo, Andrew deu um grande passo à frente, estendendo a mão direita para cumprimentar a jovem de mechas azuis. Ao contrário do usual, entretanto, Andy tinha uma expressão séria no rosto, olhando fixamente nos olhos de Yuka.


    Soy Andrew Gutierrez, mas pode me chamar de "Andy" señorita. - afirma o agente já segurando a mão da japonesa, balançando a mão da mesma por um longo período enquanto complementava - Sabe, tenho a impressão de que você curte uns carros maneiros, não sei, acho que é essa tua calça... por acaso você prefere carros de Luxo, Esportivos, Pickups ou Monster Trucks?!...


    Andy mantinha uma expressão séria aguardando a resposta de Yuka ao mesmo tempo em que Helen levava a mão direita à própria testa por um instante demonstrando reconhecer a indagação do salvadorenho e não acreditar que o mesmo aproveitava a oportunidade descaradamente. A doutora então olha repreensivamente em direção à Craig enquanto cruza os braços, claramente condenando o norte-americano por ter ensinado o teste ao colega.

    Apesar das reações, Helen se limita a questionar Coulson, visando encerrar a conversa antes que algo mais embaraçoso ocorresse.


    Bem Coulson, foi um prazer te ver e entrar em seu super-jato dez vezes maior do que o nosso, mas há algum outro motivo para este encontro ou podemos retornar ao Quinjet?... - indaga a sul coreana checando o horário em seu relógio de pulso - Tenho certeza de que Hill não vai gostar se nos atrasarmos, né Emily? - complementa a geneticista com um questionamento direcionado à Hara.


    Apesar de não responder diretamente, era perceptível na troca de olhares entre Cho e Hara a reação negativa da japonesa ao ouvir seu primeiro nome ser pronunciado, em contrapartida, Helen forçava um sorriso e desviava o olhar, voltando novamente sua à Coulson, que abre os braços por um instante, em seguida juntando as mãos em frente ao próprio corpo.


    Na verdade não há nada mais. - afirma o agente com um certo ar de frustração por não ter nada mais a oferecer aos agentes - A não ser que queiram fazer um tour pelo Zephyr One... mas acredito que não tenham tempo para isso. - completa Phil expressando novamente um sorriso amigável - Bom, de qualquer modo não podemos seguir nesta direção por muito tempo... pois não estamos indo em direção à base super secreta de Hill... por acaso ela mencionou que não me contou a localização exata da base?... Não, não deve ter mencionado. - afirma o agente respondendo ao próprio questionamento enquanto inclina levemente a cabeça mantendo o sorriso.


    Enquanto Phil mantinha um certo ar de sarcasmo após a última afirmação, Mack apoia a mão esquerda sobre o ombro de Andy chamando a atenção do salvadorenho que ainda segurava a mão de Yuka aguardando sua resposta.


    Ei cara... acho que você já a cumprimentou o bastante... isso já está começando a ficar... estranho. - afirma o agente franzindo as sobrancelhas até que Andy finalmente solta a mão de Yuka.





    Brujah Girl
    Mutante
    avatar
    Mutante

    Mensagens : 570
    Reputação : 16

    Khloe Sanders - Narração

    Mensagem por Brujah Girl em Qui Out 06, 2016 3:55 pm

    Armstrong realmente já conhecia Coulson e pelo que percebera, Armstrong era ligado a tecnologia ou ciência. Quando Coulson comenta que Khloe era uma excelente piloto, um sorriso de satisfação molda-se em seus lábios e ela agradece com um meneio de cabeça, enquanto ouvia Hara responder sobre a “concorrência”, ao que a oriental logo coloca os pontos nos “is”, dizendo que ela não era piloto e além disso não se importava sobre quem estaria no controle do manche das aeronaves. Well, uma coisa era fato, gostaria de poder pilotar sempre que estivessem em deslocamento aéreo.

    Pelo que podia perceber dos diálogos de Coulson e Hara, a Cyborgue parecia não simpatizar muito com Phil... ou será que ela sempre era assim com todo mundo? Se bem que, do pouco tempo que estiveram juntas, Khloe não tinha achado a Cyborgue antipática, apenas bastante profissional, assim como Khloe também era... influência da rotina militar.

    Os restantes das apresentações entre equipe e nova integrante acontecem, com Andy lançando o seu “charme latino” para cima de Yuka. Aquele ali pelo visto adorava um rabo de saia e não perdia uma oportunidade sequer.

    Pelo visto o encontro já estava chegando ao fim, pois a “encomenda” já tinha sido entregue e Khloe realmente lamentava não terem tempo de fazer o “tour” que Coulson sugeriu.

    Bem, não teria sorte nisso esta noite. Talvez numa outra oportunidade.
    Gakky
    Mestre Jedi
    avatar
    Mestre Jedi

    Mensagens : 1396
    Reputação : 74
    Conquistas :
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/311.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1112.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1011.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1811.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1413.png

    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Gakky em Qui Out 06, 2016 9:02 pm

    Yuka solta um sorriso discreto para o cumprimento de Craig e abaixa a cabeça um pouco para cumprimentá-lo. Ela percebe que Craig parecia ser um tipo bastante carismático. Quanto ao cumprimento de Khloe, ela retribui o aperto de mão, embora não fosse seu costume apertos de mãos.

    Depois ela fica ouvindo a conversa de Coulson com os outros, concordava que ele era irresistível quando se tratava de realizar missões. Para Yuka era bom trabalhar ao lado de Coulson, porém era muita pressão, ele sempre requeria muito de seus agentes, mas tinha um coração grande. Yuka também sorri discretamente para o cumprimento de Hara e diz com um reverência leve de sua cabeça:

    - Arigatou gozaimasu.

    Como ela era oriental, Yuka arriscou agradecer em seu idioma materno, não foi um agradecimento comum, era a forma polida de falar, pois Hara ainda uma desconhecida e provavelmente estava em um nível superior ao dela.

    Ao ter sua mão pega pela mão grande e áspera de Andy, Yuka fica incomodada, japoneses não gostam de tocar ao cumprimentar, ainda mais desconhecidos. Mas já tinha convivido o suficiente com os estrangeiros para aceitar o gesto como algo gentil. Porém as perguntas de Andy e o seu jeito galante de falar lhe deixaram confusa, Yuka acredita que ele está realmente falando de carros, então responde pensativa:

    - Ahn... Obrigada... Eu gosto de mecânica, e já trabalhei em uma oficina, agora sobre carros acho que prefiro os Monster Trucks...

    Yuka queria tirar sua mão pequena das mãos daquele salvadorenho, sentia que estava aprisionada, a mão de Andy parecia as presas de crocodilo abocanhando sua mão, mas não sabia como se livrar disso sem parecer indelicada. Para sua sorte, Marck a salvou dessa situação estranha. Ela sorri sem jeito logo em seguida. Apesar de seu trabalho e de suas habilidades, Yuka conservava gestos delicados ao falar se mover. Praticamente não gesticulava e mantinha os pés juntos e a postura reta. Ela olha para todos esperando pela despedida de Coulson.
    hitoshura
    Mutante
    avatar
    Mutante

    Mensagens : 521
    Reputação : 0

    Re: Ato I - Início

    Mensagem por hitoshura em Qui Out 06, 2016 10:16 pm




    Craig Armstrong




    Os olhos de Craig pareciam brilhar quando ele dizia que seu braço tinha sensor biométrico e raio x, por alguns instantes ele se pegou perguntando se Coulson não se aproveitava daquela mão para espiar as mulheres sem roupa, mas se ele fizesse aquilo ali, Hara provavelmente o partiria em dois, então estavam seguros... Por alguns instantes ele pensou em todas as maneiras que poderia perder seu braço para colocar um mecânico, mas no fim concluiu que era uma péssima ideia, ia doer demais.



    -- Woah! Acho que nós paramos na décima rodada? Foi quando agente mudou para Vodka. Espera, não, foi quando decidimos fazer aquele campeonato de coquetel. Ninguém vence seu Havaí Azul... *Ele coçava o queixo, pensando a respeito, mas de fato suas memórias eram vagas sobre aquele dia* -- Hey, vamos fazer aquilo outra vez, agente leva o Andy, é festa garantida *Ele ria para Coulson*


    E então começava o troca troca de elogios "Oh, a britânica é famosa, eu também conheço", e então o "Oh, eu confio nela para pilotar um Quinjet mesmo tendo acabado de conhecê-la", e depois disso já estava com abuso da loirinha bonitinha, quanto maior o salto maior a queda, sempre havia sido alvo de bullying das "celebridades" em Quantico, mas por hora ia ficar calado sobre isso, eventualmente a ilusão ia se dissipar e iam notar que Craig estava ali, e era loiro também... Espera, por que isso é importante?

    E então Andy atacava, perguntando sobre veículos para a novata. Craig engoliu a risada e fez cara de pastel para Cho, sem entregar o jogo. No final ela havia escolhido Monster Trucks, se continuasse falhando no questionário ia acabar com a nota "frígida", talvez ele devesse fazer interferência nas próximas perguntas que surgissem. Quando Coulson oferecia um passeio pelo Zephyr One, Craig fez praticamente um "Eu Eu Eu, me leva" antes de tornar isso verbal:



    -- Um passeio pelo Zephyr One? Só se for agora! *Ele tinha um sorriso animadíssimo, quando Hara negasse a requisição, provavelmente seria de partir seu coração, seria tipo dizer para uma criança que Papai Noel não existe*

    Ele então ria do que havia acontecido entre a garota de cabelos azuis e Andy, ela parecia ser o tipo de pessoa mais tímida e na dela, talvez fosse uma especialista ao invés de um agente de campo? Nesse aspecto ele tinha a vantagem de ter tido um bom treinamento de espião em duas organizações de prestígio, apesar de que ele normalmente era mais o I.T. Guy.



    -- Você também não viu muito do Zephyr One, né? Ikou! *Ele dizia animadamente um "Vamos lá" em japonês, demonstrando que era um idioma com o qual era familiarizado* -- Hey, Coulson, é verdade a história que vocês tem uma hacker super-bonitinha na equipe?







    Darkwes
    Mestre Jedi
    avatar
    Mestre Jedi

    Mensagens : 1390
    Reputação : 0

    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Darkwes em Sex Out 07, 2016 6:34 pm




    Espaço Aéreo. Oceano Atlântico.

    Enquanto o Zephyr seguia em movimento, no interior da aeronave os agentes escolhidos por Maria Hill continuavam interagindo com Phil Coulson e o agente Mackenzie. O ex-diretor da S.H.E.I.L.D. mantinha o bom humor e sorria ao ouvir Craig relembrar os detalhes da noite em que exageraram nas bebidas, não apenas numa competição para ver quem aguentava mais, mas também de quem melhor preparava um coquetel. Phil aponta na direção de Armstrong ao mesmo tempo em que confirma o ocorrido, em seguida dá um tapinha leve sobre o ombro esquerdo de Craig de certo modo agradecendo ao elogio pela bebida.

    Ao mesmo tempo, Andy solta a mão de Yuka ao ser alertado por Mack e franze as sobrancelhas ao ouvir a resposta da jovem oriental, parecendo refletir a respeito por alguns instantes, em seguida, com uma postura mais descontraída o grande homem coça a própria barba enquanto faz uma nova colocação direcionada à engenheira.


    Hmm.. monster trucks, entendi... que pena. - afirma o agente parecendo decepcionado, na sequência, ao ouvir o comentário de Craig, se vira em direção ao novo colega - Se tiver bebidas pode contar comigo hombre! Mas não pense que aguenta mais doses do que eu, pois fui criado à base de cerveza e Tick Tack desde cabrito! - exclama Andy abrindo um sorriso.


    Enquanto Andy se distraía respondendo à Craig, Cho vai de encontro à Yuka e posiciona-se atrás da jovem japonesa, apoiando ambas as mãos nos ombros da mesma e passando a andar em direção ao túnel que levava ao Quinjet, claramente afastando-a do salvadorenho enquanto comenta em voz baixa.


    Prazer Yuka, sou Helen Cho, agora venha comigo... - diz a sul coreana que é visivelmente em torno de quinze centímetros mais alta do que Yuka - Deixe esses dois conversando e vamos indo antes que te perguntem mais coisas estranhas! É para o seu próprio bem!


    Enquanto Cho praticamente empurrava Yuka para longe de Andy, Craig expressava a intenção de fazer um passeio pelo Quinjet, mas logo é trazido de volta à realidade por um comentário mais ríspido de Hara que permanecia imóvel e de braços cruzados.


    Coulson está certo. Não temos tempo para isso... Hill está nos aguardando e já passam das vinte e três horas. - afirma a oriental mantendo o olhar firme - Não é uma boa ideia deixar Hill aguardando mesmo que ela tenha conhecimento deste encontro. Além disso, não estamos indo a passeio. Temos um trabalho a fazer... - afirma a agente, em seguida fazendo uma típica reverência oriental formal em direção à Coulson demonstrando respeito, complementando em seguida - Agradeço a "entrega" agente Coulson, até outra ocasião.


    Após se despedir de Coulson, Hara ainda olha em direção a Mack inclinando a cabeça para frente brevemente, despedindo-se silenciosamente do agente, se virando em seguida e rumando para o Quinjet sem alterar sua expressão facial. Phil também se despede de Hara, mesmo que esta não o aguarde concluir tudo que dizia.


    Até breve agente Hara, foi um prazer... - logo após a afirmação Coulson ergue levemente os ombros, lamentando não realizarem o "tour" mencionado, o agente então responde a indagação de Craig a respeito de uma de suas agentes após uma breve hesitação - Skye... na verdade Daisy. Você deve estar se referindo à Daisy. Bom... no momento é difícil afirmar que ela esteja na minha equipe... houveram algumas... complicações. - informa o agente com um ar de frustração em seguida olhando em direção a Mack que também demonstra se incomodar com o assunto.


    Um silêncio toma conta do ambiente após a colocação de Coulson, apenas sendo quebrado por Mack alguns instantes depois, claramente tentando mudar de assunto.


    Bom, acho que Hill deve estar ansiosa para se encontrar com seus agentes... parece que ela tem algo realmente importante para vocês, então... - comenta o agente, em seguida balançando os braços por um instante parecendo procurar as palavras que gostaria de usar - Bom, tenho certeza de que deve ser algo urgente! Então boa sorte à todos e tenho certeza de nos veremos em breve, certo?





    Gakky
    Mestre Jedi
    avatar
    Mestre Jedi

    Mensagens : 1396
    Reputação : 74
    Conquistas :
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/311.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1112.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1011.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1811.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1413.png

    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Gakky em Sab Out 08, 2016 3:40 pm

    Yuka fica um pouco surpresa por Craig entender japonês, isso significava que não poderia usar seu japonês se quisesse esconder alguma conversa dele. Ela sacode os ombros para cima concordando com a frase de Craig sobre não ter visto o Zephyr One. Mas vendo que ele continuava empolgado com Coulson, não quis interromper com outro assunto.

    Além disso, Yuka nota que Andy parecia decepcionado com sua resposta sobre carros. Talvez ele fosse algum fanático por carros, pelo menos era o que parecia para ela, ou odiava Monster Trucks. Só não compreendia como alguém poderia odiar carros tão maneiros quanto os Monster Trucks. Para sua sorte, sentiu as mãos de Cho em seu ombro a levando para dentro do Quinjet.

    - Obrigada - diz a Helen, em seguida comenta também em voz baixa - Entendi, perguntas estranhas... Vou lembrar disso...

    Enquanto Hara começa a falar, Yuka volta novamente a realidade da missão. Ela estava ansiosa por conhecer Maria Hill pessoalmente. Porém não gosta do tratamento ríspido que Hara dá ao Coulson. Yuka acha até que Phil estava um pouco triste quando falou de Daisy, provavelmente alguma coisa ruim tinha acontecido. Percebeu que devia estar certa quando o silêncio tomou conta do ambiente. Era realmente embaraçoso, Yuka não tinha nem um ano completo na Shield para saber de tantos detalhes, mas sentiu-se curiosa. Depois que Mack quebra o silêncio constrangedor, ela se despede:

    - Obrigada Mack, certo, nos vemos em breve.

    Yuka olha para Coulson e diz com um sorriso discreto:

    - Obrigada pela carona.

    E por fim, Yuka faz mais uma reverência, era o seu costume. Então espera ainda de pé até que eles fossem embora. Yuka se sentia perdida, uma novata naquele grupo, Maria Hill não havia dito qual seria o seu papel na equipe e ela não conhecia os outros agentes. Teria que gastar um tempo se organizando, conhecendo seus parceiros. Mas talvez nem desse tempo para isso. Enquanto esperava a saída do Zephyr One, Yuka solto um comentário para quebrar a tensão:

    - Não consigo imaginar o que a comandante planeja, vocês já conseguem imaginar o que seria?

    Em seguida lança uma pergunta para Craig, errando o nome dele sem querer enquanto fala:

    - Nihongo ga hanasemasu ka. Omoshiroi desu!... Gosta de ir ao Japão, senhor Aminstronge? Ou aprendeu o idioma apenas por ser útil?

    Spoiler:
    (*Você fala japonês? Que interessante!)
    hitoshura
    Mutante
    avatar
    Mutante

    Mensagens : 521
    Reputação : 0

    Re: Ato I - Início

    Mensagem por hitoshura em Sab Out 08, 2016 9:20 pm




    Craig Armstrong




    Craig por alguns instantes imaginava um parente alimentando seus filhos com álcool e tick tacks, pelo menos não era coca cola e mentos, senão era crueldade demais, mas ele sabia que normalmente quem mais se gabava era quem mais perdia no final.



    -- Pelo contrário, meu nobre amigo, quem mais bebe menos resistência tem aos efeitos de álcool, você vai estar revelando todos seus segredos antes da competição acabar, ou então sapateando enquanto diz "se eu estivesse bêbado eu seria capaz de fazer isso?". *Ele dizia com um tom de desafio e brincadeira*


    Quando Hara dizia "não" sobre visitarem o Zephyr One, Craig olhava para a mesma quase com lágrimas nos olhos, a típica carinha do gato de Shrek quando quer alguma coisa. Mas no fim não teve jeito, aquela mulher era muito barra-pesada e muito... Responsável? Ele odiava quando queria xingar alguém, mas só pensava em palavras boas. De certa forma ela estava certa, não queria ficar com a fita queimada com senhorita Hill no primeiro dia trabalhando com a dita-cuja. Ao final, estava apenas ele, Andy, Coulson e o Negão.


    -- Hey! Pelas caras que vocês fizeram ela é família, família sempre acaba voltando. *Ele sorria, dando dois tapinhas nos ombros de Coulson* -- Se precisarem de um hacker para encontrar outro hacker basta me contactarem, foi um prazer revê-lo, Coulson, vamos tentar marcar a próxima noitada! *Ele sorria para o mesmo e então voltava para seu Quinjet, sentando-se ainda no mesmo canto de antes*

    Ele então notava Yuka falando com ele, era tããããão bonitinho como ela o chamava que ele nem quis corrigir, Aminstronge, owwwnnnnnn... Se bem que havia um Armstrong em Full Metal Alchemist, será que era um nome comum no japão? Provavelmente não, mas ele não ia começar a chamá-la de "Fuk Yu" só por causa disso:



    -- Watashi wa sū-kai ikimashita ga, watashi wa intānetto Nihon to Chūgoku no ikutsu ka no yūjin ga imasu. Soshite, watashi wa manga o yonde kudasai! *Ele respondia á mesma, e dessa vez era ele quem tinha um sotaque levemente engraçado, ele falava devagar, parecia meio bobo* -- Kare ni nani no chūi o haratte inai, kare wa on'nanoko no kuruma ga suki. *Ele dizia apontando para Andy com o polegar e rindo*






    Spoiler:

    --  Eu fui algumas vezes, mas eu tenho vários amigos no Japão e na China pela internet. E eu leio mangás! *Ele respondia á mesma, e dessa vez era ele quem tinha um sotaque levemente engraçado, ele falava devagar, parecia meio bobo e extremamente concentrado em não dizer nada errado* -- Não dê atenção para ele, ele gosta de carros de garotinhas. *Ele dizia apontando para Andy com o polegar e rindo*


    Brujah Girl
    Mutante
    avatar
    Mutante

    Mensagens : 570
    Reputação : 16

    Khloe Sanders - Narração

    Mensagem por Brujah Girl em Dom Out 09, 2016 9:51 am

    Khloe mentalmente agradece o “falador” Armstrong por ter se “voluntariado” ao tour pelo Zephyr, mas com a resposta já esperada de Hara, ela agradece por ter ficado de boca fechada. As despedidas são feitas, e Khloe deixa-se ficar para trás, dizendo para Coulson e Mack antes de retornar ao Quinjet:

    – Agente Coulson, tenho pena de ir sem poder conhecer o interior do Zephyr, mas se nos esbarrarmos em uma outra oportunidade em que tivermos algum tempo livre, eu aceito seu convite!

    Dá um sorriso de menina marota que muito queria um “presente” como aquele e finalmente se despede:

    – Foi um prazer conhecê-los agentes. Até breve!

    E então apressa-se em retornar ao Quinjet reassumindo seu lugar na cabine. Que chegassem logo ao destino final. Estava pronta para ação!

    Darkwes
    Mestre Jedi
    avatar
    Mestre Jedi

    Mensagens : 1390
    Reputação : 0

    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Darkwes em Seg Out 10, 2016 1:17 pm




    Espaço Aéreo. Oceano Atlântico.

    Após o breve momento delicado, os agentes de Hill seguem o conselho de Hara, se encaminhando para o Quinjet e Coulson vai se despedindo de cada um dos agentes de forma cordial, retomando a compostura e o bom humor de antes.


    Espero que possamos nos encontrar em circunstâncias diferentes no futuro, quando tiver toda minha equipe a bordo, e assim, podemos quem sabe fazer uma confraternização no interior do Zephyr, por que não? - Sugere o agente com um sorriso, complementando em seguida - Assim poderemos fazer o tour e termos aquelas bebidas Armstrong!... ah e obrigado pelas palavras, Daisy realmente é como parte da família para nós. - afirma Coulson mantendo o sorriso amigável, concluindo a despedida ao final - Até breve agentes e boa sorte.


    Após despedirem-se de Coulson e Mack, os agentes retornam ao interior do Quinjet, retornando aos seus lugares. Antes de prosseguirem, entretanto, Hara pede para que Yuka deposite quaisquer aparelhos eletrônicos que possua em uma maleta prateada. Na sequência, Hara se senta na cabine de comando e fecha a abertura traseira, em seguida, as travas mecânicas que mantinham as aeronaves em contato vão se soltando. O braço metálico que havia trazido o Quinjet de encontro ao Zephyr One se alonga, afastando as duas aeronaves enquanto Hara aciona as turbinas do pequeno jato até que este se solta e passa a se impulsionar por conta própria novamente, deixando o Zephyr One para trás.

    No interior da pequena aeronave, Yuka e Craig iniciam um diálogo em japonês, concluindo com Armstrong apontando em direção à Andy. O salvadorenho, que estava apenas observando de braços cruzados até o momento, fica visivelmente intrigado arqueando as sobrancelhas e questionando a respeito do diálogo.


    O que? - indaga o agente olhando em direção à Craig e em seguida para Yuka - O que esses dois estão dizendo?? - indaga novamente Andy, dessa vez olhando na direção da doutora Cho e apontando na direção dos outros dois.


    A geneticista, que não demonstrava prestar atenção ao diálogo até o momento, força um sorriso e, após olhar brevemente na direção de Craig e Yuka, volta sua atenção à Andy, respondendo seu questionamento de forma irônica.


    Oh, estão dizendo que você é o mais sábio do grupo! Um exemplo a ser seguido!... - afirma a geneticista abrindo um sorriso falso, em seguida fazendo uma expressão de tédio ao complementar - Não sei se notou com toda a sua perspicácia Andy querido, mas não sou japonesa... Então não tenho obrigação de saber o que estão dizendo. Chame Hara se quiser uma tradução simultânea ou algo do tipo.


    Após a afirmação Helen sorri novamente, em seguida recostando em seu assento e cruzando as pernas, deixando Andy visivelmente insatisfeito com a resposta. Enquanto isso, na cabine de comando Hara impulsiona o jato em Mach 5 por cerca de trinta minutos, quando reduz a velocidade e começa a diminuir a altitude gradativamente. Ao lado da japonesa, Khloe nota que os sensores internos da aeronave param de funcionar misteriosamente, deixando de mostrar a localização exata da aeronave, enquanto isso Hara direciona o jato fazendo semicírculos descendo cada vez mais. Passados alguns segundos, Khloe pode ver o oceano logo abaixo, dando a impressão de que Hara guiaria a aeronave de encontro ao mar, o que certamente não aparentava ser uma grande ideia.

    Todavia, antes que Khloe pudesse protestar, Hara aciona o comunicador da aeronave, pedindo permissão para aterrissar cerca de cinco mil pés de altura, passando a descer de forma mais lenta.


    Aqui é Q-01, Agente Hara pedindo permissão para aterrissagem. - informa a oriental aguardando a resposta enquanto mantém a aeronave praticamente suspensa a cerca de três mil pés.


    A oriental parece checar khloe, olhando para a mesmo por alguns instantes enquanto aguardava a resposta e, passados alguns segundos, a agente recebe um retorno através do rádio comunicador.


    Q-01 você tem permissão para aterrissar.


    Logo após a confirmação, Hara movimenta os controles da aeronave fazendo-a descer e, de imediato, Khloe nota que estavam atravessando algum tipo de barreira luminosa, semelhante a mesma manifestada no Hyde Park em Londres. Num piscar de olhos a vista do oceano se modifica, revelando a grande construção que se encontrava diante da pequena aeronave. Tratava-se de uma plataforma off-shore semelhante à plataformas de extração de petróleo, porém, de grandes proporções e design tecnológico, com diversos andares interligados, assemelhando-se à edificações em alto mar. Do alto, enquanto circulavam a base de operações se aproximando, aqueles que observassem podiam notar agentes patrulhando os arredores, além de equipamentos diversos que aparentavam servir de proteção e monitoramento do local.

    O Quinjet vai de encontro ao heliponto localizado na parte superior da plataforma, aterrissando no local. Andy já havia se levantado e tinha um grande sorriso no rosto, observando toda a aterrissagem atentamente enquanto se segurava em uma das alças superiores no interior do jato, já Helen aguardava a conclusão da descida, apenas soltando os cintos de segurança quando Hara conclui o movimento.




    BASE DE OPERAÇÕES:


    Brujah Girl
    Mutante
    avatar
    Mutante

    Mensagens : 570
    Reputação : 16

    Khloe Sanders - Narração

    Mensagem por Brujah Girl em Seg Out 10, 2016 6:38 pm

    Coulson havia deixado uma boa impressão e seria bom revê-lo no futuro, especialmente se fosse para fazer o tour no Zephyr. Eles seguem seu rumo e não demora para “aparentemente” chegarem. Estranhamente o painel de instrumentos deixa de responder, ocultando assim a localização precisa enquanto iam perdendo altitude e então alarma-se ao ver o águas do oceano a “um pulo de distância”.

    “Ops! Não vai me dizer que o Quinjet tem modo aquático também!”

    Ela olha assustada para Hara, mas neste instante ela começava a falar com uma “invisível” torre de comando pedindo permissão para pousar. Khloe ainda olhava, tentando encontrar algum vestígio de um local adequado para pousarem, mas nada era avistado por ela, que lançava um olhar curioso para Hara enquanto dizia:

    – Aterrissar onde??? Um porta aviões? Mas eu não estou vendo nada!

    A permissão vem e voilà! Assim como no Hyde Park, havia algo ali! A base de operações era uma plataforma em pleno oceano Atlântico, com um “big modo stealth”.

    – Wow! This is huge!!!

    Um sorriso estava estampado em seu rosto e tão logo o pouso é concluído, Khloe se levanta. Estava pronta para conhecer a base de operações em alto mar!

    OFF::

    OFF: A título informativo, a última info de localização que ela teve enquanto acompanhava o GPS, era que estavam paralelos ao continente africano?
    Conteúdo patrocinado


    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Conteúdo patrocinado


      Data/hora atual: Dom Ago 20, 2017 2:16 pm