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    Ato I - Início

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    Brujah Girl
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    Khloe Sanders - Narração

    Mensagem por Brujah Girl em Sab Out 22, 2016 5:37 pm

    Khloe continuava na dela, prestando atenção a toda a conversa e registrando em sua memória as informações, tinha uma grande facilidade em “guardar” tudo. Ela ainda tentava perceber qual seria o ponto de partida deles, porque até o momento, um desaparecimento, uma foto de uma porta estranha em um local desconhecido, não pareciam ser suficientes para dar o pontapé inicial daquela missão.

    Armstrong parecia que cuidaria da parte “tecnológica” do problema, ao menos, da forma que ele falava, parecia ser um expert nesta área, Andy parecia interessado apenas em um pouco de aventura que envolvesse músculos. Certamente Khloe também apreciava este tipo de aventura, mas não às cegas, tudo tinha que ser bem planejado, e certamente Hill não lançaria eles em algo às cegas.

    Hara fala sobre a esposa de Kussar e ao ouvir ex-modelo, Khloe redobra a atenção nas informações, pois embora o nome não parecesse familiar, talvez pudesse ser alguém que tivesse conhecido ou pertencesse ao círculo social de sua mãe, ex-modelo e atualmente atriz e professora de teatro. A questão do disfarce, se fosse aplicada, poderia ser algo com o qual Khloe pudesse lidar, e era algo que Hara questionava Yuka, sobre a idéia do interrogatório sob disfarce que a jovem das mechas azuis lançara.

    Na concepção de Khloe, todas aquelas informações poderiam ser obtidas de forma indireta, e ela diz após Yuka falar:

    – Eu concordo com a Yuka, o motivo da discussão pode ser um fator importante, se estiver relacionado ao portão desta foto. A agente Bekker não teria como obter informações mais precisas sobre esta discussão? Não entendo muito de questões tecnológicas, mas se o local em que eles discutiram é monitorado, não seria possível obter o áudio ou pelo menos as imagens para uma tentativa de leitura labial? Se eles falaram sobre este portão, podem ter soltado algo que possa servir de norte para nossa busca...

    Olha rapidamente para o agente Armstrong, pois isso certamente era área de expertise dele.

    Volta a abordar a questão da esposa de Kussar:

    – Sobre a senhora Kussar, é possível mostrar uma foto dela? Talvez possa ser alguém que eu tenha conhecido no passado, ou minha mãe, que também foi uma modelo. Se essa coincidência existisse, haveria uma abertura para uma possível abordagem de minha parte, se a Comandante achasse pertinente.

    E então conclui suas ponderações:

    – E recordo-me que a Comandante disse que a Agente Bekker não era exatamente qualificada para a operação, eu posso me oferecer para me infiltrar na SWART se for preciso. Quem sabe uma aproximação ao senhor Faust Swart não possa ser um caminho mais rápido para obtermos as informações que precisamos?

    E com certeza não precisaria dizer mais nada sobre porque se oferecia, a Comandante Hill, melhor do que ninguém, sabia das habilidades de espionagem de Khloe.

    hitoshura
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por hitoshura em Dom Out 23, 2016 4:46 am




    Craig Armstrong




    Craig ouvia as respostas de Hill, ela parecia ser uma pessoa bastante centrada, sempre parecia responder todos os questionamentos com total perfeição e coerência, e devia ser super-badass em ação, afinal era Maria Hill. Ele queria deixar toda aquela conversa enfadonha de lado e ir brincar com seu novo brinquedo de super-processamento, mas se limitava a bebericar seu café, que por sinal era uma delícia, mas tinha espaço para aprimoramentos aqui e ali.



    -- Shelena Bekker... *Ele fazia uma busca rápida no computador que estava operando.* -- Eu posso sempre mandar para ela já ir estudando no caminho. *Dizia de modo casual*


    E ao passo que a discussão sobre o cofre começava, Craig só fazia rir, Andy era muito sem noção, isso era bom, geraria diversas situações divertidas, era quase uma certeza. E o pior de tudo é que precisava de alguém assim para fazer as tarefas mais impossíveis, e vez ou outra elas davam certo. Quando começava-se a discussão sobre a esposa do mesmo, Craig dizia:


    -- Hum, não sei não, seguir pelo ângulo de modelo me parece uma má escolha, modelos possuem rivalidades, jogos de poder, aparência, nesse ambiente ela vai estar mais alerta. PETA me parece muito mais acessível e amigável, é um ambiente onde ela provavelmente vai estar mais relaxada. *Ele abanava os ombros* -- Na pior das hipóteses conseguimos um mascote *E então ele ria com a clara brincadeira*

    Ao passo que a conversa continuava, Yuka questionava sobre obter mais informações ao passo que Claire entrava mais no ângulo da discussão entre os irmãos.



    -- Huh, ninguém levantou essas coisas ainda? Levantar o histórico do cartão de crédito dos envolvidos não deve ser muito difícil, as redes sociais vocês nem de mim precisam. Sobre a gravação da discussão isso me parece bem complicado sem saber o local e o horário específicos. Sabendo, talvez... Mas esse tipo de invasão corre o risco de deixar rastros, e não vai ser algo simples ou rápido considerando que eles devem ter tecnologia de ponta. É mais fácil achar alguém que ouviu a discussão e perguntar.









    Darkwes
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Darkwes em Dom Out 23, 2016 2:05 pm




    Base de Operações Medusozoa. Oceano Atlântico.

    Diante das últimas informações apresentadas, Craig, Khloe e Yuka ponderam a respeito de uma aproximação da esposa de Kussar levantando diversas possibilidades. Ao ser questionada a respeito de uma fotografia de Jasmine, Hill olha na direção de Hara e acena positivamente demonstrando acordar com a relevância de se aprofundar nas informações a respeito da mulher. Hara então ergue o pulso esquerdo e pressiona a lateral do aparelho que carregava consigo, fazendo com que uma pequena tela holográfica surja. A agente pressiona alguns comandos até fazer com que o aparelho sincronize com o telão holográfico, fazendo com que uma imagem da esposa de Kussar seja apresentada. Ao mesmo tempo, a oriental complementa as informações que havia iniciado anteriormente.


    Jasmine Kussar:



    O nome de solteira é Jasmine Msomi van Wyk, aparentemente ela possui alguma descendência europeia. - afirma Hara pressionando novamente a lateral de seu computador de pulso, aparentemente fazendo o upload de uma nova imagem - Sua carreira como modelo se estendeu entre o início da década de 80 e o final da década de 90 quando se casou com Kussar. Após o casamento, Jasmine deixou de ser uma figura pública por cerca de uma década, só retornando após protagonizar uma campanha do PETA em 2011.


    Quando Hara conclui o que dizia, surge na tela uma nova imagem de Jasmine em uma propaganda típica do PETA com os dizeres "I'd rather go naked than wear fur", acompanhada da imagem da sul-africana completamente nua, numa posição sensual que encobria apenas parcialmente os seios e região genital, demonstrando que a mulher mantinha a boa forma apesar da idade. Observando a fotografia de Jasmine, Khloe tem a nítida impressão de já ter visto a ex-modelo em capas de revistas antigas e seu nome já havia sido mencionado algumas vezes por sua mãe quando Khloe ainda era uma criança. Por mais obscura que fosse a informação, Sanders sabia que sua mãe e Jasmine haviam se cruzado algumas vezes no mundo da moda e mais, se recordava de um fato ainda não mencionado a respeito da mulher, Jasmine teria se envolvido no início de sua carreira com o então primeiro ministro do país gerando um escândalo sexual que propulsionou sua carreira, posteriormente o fato teria sido encoberto pela mídia, mas o mesmo era comentado nos círculos sociais que a mãe de Khloe frequentava, proporcionando que a informação fosse de seu conhecimento.

    Na sequência, os agentes questionam a respeito da discussão entre os meios-irmãos, assim como também da agente infiltrada na sede da mineradora em Johannesburgo. Hill dessa vez toma a palavra dando alguns passos à frente enquanto mantinha os braços cruzados e o olhar compenetrado.


    Estamos mantendo o mínimo contato possível com a agente Bekker para reduzir os riscos de sermos expostos. - afirma Hill olhando na direção de Craig - Acreditamos que existem agentes da Hidra infiltrados na mineradora e qualquer deslize pode colocar Shelena em grande risco, além de comprometer nossa investigação. Sendo assim, a agente tem se comunicado conosco apenas através de recados deixados em pontos estratégicos... e, apesar da agente Bekker ter nos repassado a informação a respeito da discussão entre os irmãos, esta não conseguiu maiores detalhes, como havia dito, Shelena não é especialista em infiltração e não tem o conhecimento técnico para extrair maiores informações dos sistemas internos da SWART... a não ser que lhe entreguemos algo que faça o serviço de forma automatizada...


    Hill inclina levemente a cabeça ainda olhando em direção à Craig, dando a entender que o agente poderia tentar elaborar algo que pudesse ser usado caso desejasse, em seguida, a comandante se volta à Khloe, complementando o que dizia e argumentando a respeito de uma das sugestões da agente britânica.


    Quanto a se aproximar de Faust, não é algo tão simples. - afirma Hill, em seguida olhando brevemente para Hara antes de prosseguir - Como devem imaginar ele é um homem de negócios e, como tal, tem diversos compromissos dentro e fora do país. Além disso, está sempre rodeado de seguranças... Hara observou quinze seguranças na parte externa de sua residência e ao menos outros oito o acompanham o tempo todo em dois veículos.


    Enquanto os demais argumentavam a respeito de outros assuntos, Andy observava a imagem de Jasmine para a campanha do PETA enquanto coçava a própria barba com uma expressão de seriedade no rosto, aparentemente ponderando consigo mesmo algumas possibilidades enquanto menciona algumas palavras.


    Sabe... acho que não é uma má ideia conversarmos com essa señora aí... - argumenta o salvadorenho fazendo uma breve pausa enquanto olha na direção dos demais - Eu tenho inclusive um método infalível de fazer ela falar tudo que precisamos ouvir... se me permitirem, é claro... - completa o agente abrindo um sorriso, demonstrando alguma intenção a mais com a afirmação.





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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por hitoshura em Seg Out 24, 2016 9:33 am




    Craig Armstrong




    O mesmo achava engraçada a reação de Andy, no fim ele achava que era a pessoa mais qualificada para interagir com Jasmine, mas gostava de manter esse aspecto meio que em segredo por hora, deixaria que os outros mostrassem seu valor afinal queria conhecê-los também, e talvez no fim das contas houvesse alguém melhor que ele naquela área, nunca se sabe quando se lida com tantos asiáticos ao mesmo tempo.




    -- Hum, um vírus para infiltrar na vigilância da empresa? Okay, mas eu vou precisar de um computador bom... E muito café. *Respondia a Maria Hill com um tom de que não parecia ser nada demais*


    Quando Andy comentava sobre seu método de obter informações, Craig imediatamente olhava para o mesmo com outros olhos, então ele era o James Bond e Jasmine seria sua Bond Girl? De alguma forma isso o fazia parecer muito mais legal agora. Por alguns instantes ele conseguia visualizar o mesmo na cama pós-coitus com a coroa... Pensando bem, não, isso não parecia mais tão legal.







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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Gakky em Seg Out 24, 2016 2:56 pm

    Yuka presta atenção em toda a conversa e se sente satisfeita por pelos menos seus questionamentos levantarem outros questionamentos. Quando vê a imagem de Jasmine semi nua, Yuka não compreende porque as pessoas gostam tanto de se embelezar, essas fotos de revistas tinham tanto retoque, não era realidade. Embora soubesse que as pessoas tinham gostos diferentes, ser modelo definitivamente não era o gosto dela. Quando Maria Hill fala sobre os segurança de Faust, Yuka não deixa de comentar:

    -  Ual, ele deve estar mesmo com medo de ser atacado. Essa gente rica pode ter de tudo, mas precisam ter segurança para ir em todo lugar. Eu não conseguiria viver com tantos olhares em mim.

    Após perceber que estava fazendo um comentário pessoal, Yuka muda de assunto rapidamente:

    -  É claro, claro, será difícil passar por quinze seguranças sem sermos vistos.

    Logo Andy fala e Yuka começa a imaginar que métodos seriam esses, a única coisa que consegue pensar é no mexicano dando em cima da mulher, o que poderia dar muito errado ou certo, dependia da carência dela. Porém mulheres são complicadas, não era um terreno fácil de se introduzir.

    -  Andy, mulheres são complexas, cuidado com seus métodos ou pode por tudo a perder. Será que não tem alguma festa de pessoas ricas em que esse Fausto esteja? Ou essa mulher? Alguém de nós como a Khloe poderia se infiltrar e tentar buscar informações. Andy poderia ir de jardineiro, garçom, ou algo assim... Se não estou muito maluca para dizer isso... Esse Fausto deve se divertir de alguma forma. Se formos como convidados ou trabalhadores, os seguranças não devem desconfiar se tivermos identidades falsas. Depois poderemos antes de sair, roubar as câmeras de segurança com jeitinho usando nossas habilidades furtivas ou o cérebro e atacar pelo sistema. Assim limparíamos qualquer informação de nossos rostos. Também acho que devemos traçar o perfil desses envolvidos para sabermos o que fazer, já que não temos ideia de onde esse portal fica.

    Yuka apoia as costas em algum corrimão se tiver, ou armário ou parede se tiver perto, se não tiver nada perto, ela não apoia em nada.

    -  Bom, vamos ver também o que o Craig consegue. Qualquer pista que nos dê alguma direção, já vai ajudar muito.


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    Khloe Sanders - Narração

    Mensagem por Brujah Girl em Seg Out 24, 2016 5:10 pm

    Khloe olhava para a imagem de Jasmine tentando se lembrar daquele rosto... Van Wyk poderia ser um sobrenome holandês ou quem sabe nórdico? Não fazia muita diferença... Mas ao ver a foto da última campanha de Jasmine é que Khloe se lembra! Não que já tivesse visto a sra. Kussar nua anteriormente! Mas sim, aquele rosto... ela conhecia, ao menos, por fotografia. Ela inclusive se lembrava de ter ouvido falar no escândalo do affair que Jasmine tivera com o primeiro ministro, algo que embora abafado pela imprensa, continuara nas línguas ferinas dos círculos sociais “refinados” que sua mãe frequentara.

    Bem, aquilo era alguma coisa, mas na verdade não era nada, porque embora sua mãe e Jasmine pudessem ter se conhecido no passado, Khloe era apenas uma criança e sinceramente não via grandes aberturas apenas com algo tão limitado.

    Ela comenta sem grande animação:

    – Eu conheço a sra. Kussar... não pessoalmente! De fotos dos tempos que ela era modelo. Provavelmente minha mãe conheceu, pois eu me recordo de ter ouvido esse nome algumas vezes lá em casa quando era criança. Parece que o nome dela também esteve ligado a um escândalo sexual envolvendo um primeiro-ministro... Não sei se isso seria o suficiente para uma aproximação casual... a menos que ela e minha mãe tenham sido mais ligadas, algo que posso verificar se for o caso.

    Depois Hill falava sobre como o contato com Bekker estava acontecendo e as limitações em obter informações mais precisas. E sobre Faust, era o tipo que vivia cercado de muitos seguranças. Ela então ouve o comentário de Andy, que apesar de ter surgido puramente por “segundas intenções” tinha sua validade. Ao que Khloe questiona:

    – O senhor Swart é casado? Tem filhos? Talvez uma aproximação menos profissional e mais “casual” possa ter mais resultados... Homens ou mulheres com algum tipo de interesse em alguém, geralmente são bem manipuláveis... Nisso até tenho que concordar com o Andy...

    Olha para Andy e dá um pequeno sorriso.

    – Mas é claro que esse tipo de abordagem também traz os seus perigos, especialmente com pessoas comprometidas. Neste ponto, uma inserção “profissional” é mais segura, se houvesse alguma maneira possível...

    A ideia de Yuka também era interessante. Um evento social poderia abrir portas:

    – A Agente Fukuhara tem razão, um evento social sempre pode abrir muitas portas, fornecer contatos, e além do mais, dentro de um ambiente mais descontraído, é mais fácil o predador se aproximar de sua presa. Infelizmente sem um norte para a procura do portão da foto, temos trabalho mais que dobrado, mas acho que devemos começar por eliminar possibilidades antes de começarmos a traçar algum plano de fato. O ponto mais importante no momento, na minha opinião, é: temos como descobrir, apenas com o que temos até momento, a localização do portão desta foto? Não? A partir daí, o próximo ponto é: quais os meios mais seguros de obtermos essas informações sem nos expormos desnecessariamente?

    As opções eram inúmeras e se não tivessem um foco, iriam andar em círculos. Na opinião de Khloe, a prioridade era dinamizar excluindo alternativas que ao invés de ajudar acabassem por atrapalhar o objetivo principal.

    Darkwes
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Darkwes em Ter Out 25, 2016 3:22 pm




    Base de Operações Medusozoa. Oceano Atlântico.

    Maria Hill volta novamente sua atenção à Craig quando o agente comenta a respeito de criar um vírus para invadir os sistemas da SWART e, assim, obter maiores esclarecimentos a respeito da discussão entre Faust e Athol.


    É uma possibilidade, mas se achar problemático, podemos tentar uma aproximação mais direta. - responde a comandante enquanto se aproxima novamente do painel luminoso que comandava o telão holográfico. - A agente Bekker nos forneceu algo que pode facilitar uma infiltração na empresa, caso prefiram esse tipo de abordagem. - afirma Hill enquanto pressiona alguns comandos, até que uma relação com diversos horários surge na lateral do telão - Estes horários são referentes a empresas terceirizadas que prestam serviços diversos para a SWART, amanhã, por exemplo, temos serviço de restauração de pisos no segundo andar e manutenção de aparelhos de ar condicionado no vigésimo primeiro.


    Na sequência, Yuka e Khloe argumentam a respeito de realizarem uma aproximação de Jasmine ou Faust em um ambiente mais casual, onde teriam uma facilidade maior em tentar dialogar sem levantar maiores suspeitas. Após as colocações, Hill olha brevemente na direção de Hara que parecia ter maiores detalhes a respeito das agendas dos alvos em questão. A oriental, que ainda pressionava alguns botões em seu bracelete eletrônico, parece consultar algo no aparelho, em seguida repassando a informação aos demais.


    Bom... há uma possibilidade. Em três dias terá início uma exposição de moda no Brooklyn Mall em Pretória, cidade vizinha de Johannesburgo. O evento contará com a presença de Jasmine Kussar... se trata de uma exposição de trajes matrimoniais... - informa a agente visivelmente desinteressada no teor da exposição - Além disso, Faust Swart é um dos patrocinadores do evento que deve contar com trajes e acessórios com diamantes, havendo uma chance não confirmada do empresário comparecer na abertura... e Swart não é casado, mas tem um filho que atualmente está fora do país.


    Após expor a possibilidade, Hara desliga o aparelho que carregava acoplado ao seu pulso, passando a observar a reação dos demais agentes diante do que acabara de dizer. Entretanto, antes que um dos novatos se pronunciasse, Hill faz uma nova colocação, complementando o que havia sido exposto.


    Bom, como podem notar, temos diversas alternativas e cabe a vocês julgarem os métodos mais adequados conforme suas habilidades. Uma infiltração na SWART poderia nos trazer respostas imediatas, porém o risco de exposição é consideravelmente alto e qualquer deslize nos forçaria a um planejamento diferente. Em contrapartida, uma aproximação durante este evento pode apresentar um risco menor, mas os resultados podem ser insatisfatórios ou apenas parciais. Além disso, quanto mais dias se passam, maior é a chance da SWART obter um método que lhe permita destrancar o portão... - afirma a comandante, fazendo uma longa pausa antes de prosseguir - Mas não espero que definam isso hoje e agora... sugiro que procedam aos seus aposentos, descansem e se preparem para iniciarmos a operação pela manhã.





    hitoshura
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por hitoshura em Qua Out 26, 2016 9:36 am




    Craig Armstrong




    Craig queria poder dizer que não tivera experiência no conserto de ar-condicionados, mas era parte da sua história: havia trabalhado numa empresa de eletrônicos onde, dentre televisões, computadores, aspiradores de pó e outras bobagens consertavam e faziam manutenção também daquele tipo de equipamento.




    --Oh, se quiserem que eu seja o técnico eu posso ser. O único problema vai ser navegar pelas câmeras de segurança e ainda fazer os dois serviços. Talvez vocês tenham algum gadget pra isso? Uma pequena interferência mas câmeras locais já deve ser suficiente, algo que as faça olhar na outra direção, apagá-las seria muito suspeito. *Dizia com uma expressão casual*

    Em seguida era mencionado o evento social, Craig conseguia se visualizar de terno elegante, sorriso seduzente em modo James Bond, mas não lhe parecia uma boa abordagem, algo.. Frio demais? Ele não se imaginava com muitas oportunidades de descobrir segredos sobre portões secretos em um evento daquele tipo. Por fim, Hill recomendava descansarem:





    --Huh, eu posso queimar o óleo-da-meia-noite se quiser essas coisas todas pra amanhã, especialmente o vírus se houver a infiltração. Não é uma coisa simples, sabe, eu tenho que descobrir uma série de coisas sobre eles antes de começar... *ele voltava a beber seu café.*







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    Khloe Sanders - Narração

    Mensagem por Brujah Girl em Qua Out 26, 2016 6:59 pm

    Khloe ouve as informações sobre o acesso ao prédio de empresas terceirizadas e sinceramente não conseguia se ver passando despercebida num macacão como funcionária de restauração de pisos ou manutenção de ar condicionado. Certamente Andy ou Craig se saíriam melhor com isso.

    Em seguida Hara passa mais informações, agora, sobre o evento em que Jasmine e com alguma sorte, Swart compareceria. Aquilo sim poderia ser interessante, embora Hill tivesse razão que quanto mais tempo levassem, maiores as probabilidades daquele portão esquisito ser aberto. Bem, sinceramente pareciam que tinham nadado e nadado e não saído do lugar. Seu cérebro realmente já não conseguiria processar mais alternativa alguma por enquanto. Aceitaria o descanso por agora e amanhã voltaria a pensar em trabalho. Ela meneia a cabeça de forma positiva quando Hill sugere que eles fossem descansar.

    Craig parecia disposto a virar a noite no computador cuidando do vírus e bem, isso era com ele, mas não adiantaria ele estar feito um zumbi pela manhã se os seus talentos fossem necessários logo cedo.

    Concluindo que não havia mais nada a ser feito por agora, Khloe apenas diz:

    – Bem, manutenção de pisos e ar condicionados, acho que cai bem para o Andy e o Craig... Eu e Yuka acho que acabaríamos por chamar atenção demais... a menos que fossemos disfarçadas... é questão de se ver. E embora o evento seja apenas daqui a 3 dias, eu tô dentro, pode ser um tiro no escuro, mas pode dar algum retorno. Enfim... se por hoje é tudo, vamos descansar.

    Khloe aguardava então as palavras finais e estava pronta para seguir para o local onde passaria a noite.
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Gakky em Qui Out 27, 2016 12:14 pm

    Yuka fica em silêncio enquanto os outros falam, estava pensativa. Hill tinha razão, se esperasse até a exposição poderiam estar perdendo tempo. Se por um lado ir até a SWART fosse arriscado, esperar a exposição era demorado. Ela não conseguia se decidir no que seria melhor. Talvez Craig conseguisse alguma coisa virando a noite. Yuka enrola os dedos em suas mechas azuis enquanto pensa.

    Depois que Khloe fala, Yuka aceita as sugestões balançando a cabeça ainda com expressão confusa nos olhos. Depois suspira e diz:

    - Temos dois caminhos, um é arriscado e outro demorado. Talvez Craig consiga algo até amanhã. Bom, o descanso será bem vindo. Talvez possa aparecer alguma ideia enquanto relaxamos um pouco.  

    Yuka olha para os outros também esperando uma autorização para ir descansar.
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Darkwes em Qui Out 27, 2016 9:42 pm




    Base de Operações Medusozoa. Oceano Atlântico.

    Logo após Hill e Hara colocarem todas as cartas na mesa, demonstrando diversas oportunidades nas quais os agentes poderiam obter maiores informações, Craig faz suas ponderações e a comandante o responde logo em sequência, inicialmente argumentando sobre como poderiam adentrar a sede da SWART e caminhar pelos corredores sem chamar atenção desnecessária.


    Nós temos alguns equipamentos que podem ser úteis para este tipo de operação, mas cabe lembrar que vocês serão revistados pela segurança local, então armas ou outros objetos suspeitos devem ser evitados, a não ser que encontrem meios de camuflá-los. - afirma Hill em seguida apontando em direção à escadaria ao norte de onde estavam - Subindo ali você vai chegar na 'sala de guerra' onde estão nossos melhores equipamentos, você pode utilizá-los o tempo que desejar, mas sugiro que não passe a noite em claro se pretende dar sequência na infiltração ainda amanhã... alternativamente, podemos atrasar a operação em um dia, tendo mais tempo para nos prepararmos e até mesmo contactar a agente Bekker para que ela consiga uma brecha na segurança para que possam carregar mais equipamento ou terem maior facilidade em se deslocar no interior do edifício.


    Ao que tudo indicava, Maria Hill estava deixando o poder de decisão nas mãos dos agentes, mas como a comandante já havia afirmado anteriormente, haviam dois importantes fatores a serem levados em consideração. O risco de exposição e o tempo útil para que pudessem impedir ou ao menos atrasar a abertura do misterioso portão por parte da SWART.

    Enquanto alguns agentes já se decidiam em esfriar a cabeça para organizarem seus pensamentos, Hara aponta na direção de um painel eletrônico próximo ao elevador no qual havia um mapa com diversas camadas e legendas.


    Naquele painel encontrarão indicações para as instalações da base, os dormitórios estão localizados na Torre D. Vocês podem ocupar qualquer um dentre os desocupados, no primeiro acesso poderão registrar suas digitais, retina ou cadastrar um comando vocal para restringir a entrada e garantir privacidade. - informa a agente aos novatos.


    Após a oriental informar a respeito dos aposentos, Andy fica pensativo por algum tempo, o salvadorenho cruza os braços e observa os demais por alguns segundos parecendo cogitar algo. Na sequência, Andy bate continência para Hill, fazendo um comentário enquanto vai se virando.


    Bom, já que estamos dispensados vou indo... mas não tô com a mínima vontade de dormir agora, então vou dar uma olhada ali pra ver se acho algum lugar com umas bebidas... - o salvadorenho olha de lado para os demais com um sorriso no rosto enquanto segue caminhando, complementando em seguida - Se algum de vocês quiser me acompanhar esteja convidado!





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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Gakky em Sex Out 28, 2016 9:39 pm

    Yuka vai até o painel das instalações e procura pelos desocupados. Era bom ter  privacidade, mas não queria ficar muito longe dos outros do grupo. Por isso pensa que seria bom ficar em uma instalação perto dos outros. Logo, ouve o comentário de Andy. Yuka não gostava de beber e não parecia boa ideia passar a noite em claro quando tinham trabalho a fazer. Para Yuka só havia duas opções, trabalhar ou descansar para estar pronta para o dia seguinte.

    - Eu vou passar essa... - Comenta - Não deveríamos dormir para estarmos preparados para amanhã, senhor Andy?

    Depois se aproxima de Khoe e diz:

    - Khloe, acho que seria melhor descansarmos em quartos próximos. Acho que a equipe deve estar junta. O que acha de escolhermos locais que estejam perto um do outro?  

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    Khloe Sanders - Narração - Yuka

    Mensagem por Brujah Girl em Sab Out 29, 2016 12:45 pm

    Bem, a noite parecia se encaminhar para o seu fim. Com as instruções finais de Hill e de Hara, era hora de tratar de seguir para o quarto que escolheria, mas antes Andy propõe bebidas para fechar a noite, o que Khloe considera leviano da parte dele, mas não era ela quem iria falar nada a respeito. Um segundo pensamento sobre a possibilidade de beber algo, e bem, até que poderia ser. Cairia bem, ao que ela diz para Andy após o comentário de Yuka em resposta ao convite de Andy:

    – Eu te acompanho Andy, para um chá! Chá é excelente para ajudar a relaxar e dormir.

    Em seguida ela responde para Yuka:

    – Concordo contigo, Yuka.

    Tinha por hábito tratar os outros por sobrenome, só o fazia pelo primeiro nome quando “convidada” a isto, como no caso de Andy, mas se a oriental já estava à vontade para tratá-la pelo primeiro nome, por Khloe estava tudo bem, afinal, embora inglesa, ela também tinha um pezinho no Brasil, por isso vivia num equilíbrio natural entre formalidade e informalidade. Ela conclui:

    – Andy, vou lá com a Yuka escolher o quarto e deixar minha bagagem e já te encontro para uma xícara de chá, ok?

    Dá um sorriso acompanhado de uma piscadinha para Andy, sem flerte algum, apenas de forma amistosa, pois certamente a bebida que Andy propusera aos demais era algo com elevado nível de álcool.

    Ela então se despede de Hill e Hara:

    – Comandante, agente Hara. Tenham uma boa noite. Com licença.

    E após a despedida formal, acena para Armstrong e segue até Yuka, pronta para seguir com ela até onde ficava o alojamento para depois retornar e encontrar com Andy. Talvez Yuka também quisesse tomar um chá, pelo que sabia, esse tipo de bebida era algo bem comum entre os asiáticos também.

    hitoshura
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por hitoshura em Sab Out 29, 2016 3:44 pm




    Craig Armstrong




    Craig pensava a respeito das palavras de Maria Hill e coçava a cabeça por alguns instantes:





    --Bem, eu só vou ter uma noção de quanto tempo vou precisar para fazer esse vírus depois de estudar um pouco a segurança de lá, então vamos deixar para tomar a decisão de adiar ou não em um dia para amanhã de manhã... Ou melhor dizendo, hoje de manhã. *ele terminava de beber seu café.*

    Craig ouvia as palavras de Hara e dava uma olhada no mapa, mas sabia que seria impossível aprender e memorizar tão rapidamente, mas o que ele achava estranho era o mapa estar exposto daquela maneira, para a visualização de qualquer pessoa, eles não haviam aprendido nada com a HYDRA? Provavelmente devia haver camadas e lugares que o mapa não mostrasse.





    --Hey, Hara. Quero um relógio desses, tem sobrando? *Ele abanava os ombros, ele de fato já tinha um relógio com várias funcionalidades, mas nenhuma fazia projeções holográficas, o que era super-divertido e lhe dava várias idéias*

    Qundo Andy os chamava para passear e procurar bebidas, Craig ficava totalmente indeciso, melhor computador da sala de guerra ou beber? Ohhh, dilemas, dilemas, dilemas... Mas Maria Hill estava logo na sua frente, ele não queria alimentar a má-fama que achava que tinha, então respondia:





    --Por que não vamos todos primeiro na sala de guerra dar uma olhada e então vocês tomam seu rumo? *Ele sorria do comentário de Claire* -- Você é mesmo britânica. Você também tem o superpoder da pontualidade? *Ele brincava enquanto se despedia de todos* -- Bem, até mais.

    E dito isso, ele iria se despedir de quem se retirasse e quem ficasse, seguindo para a sala de guerra.







    Darkwes
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Darkwes em Dom Out 30, 2016 9:36 pm




    Base de Operações Medusozoa. Oceano Atlântico.

    Com o fim das primeiras informações a respeito da importante missão na qual os agentes estariam unindo forças, cada um vai decidindo fazer algo antes de dormir, enquanto Craig ruma em direção à sala de guerra, Yuka se apressa em observar os dormitórios que estavam vagos e Khloe decide tomar chá após deixar suas coisas em seu quarto. Antes de deixarem a sala de comando, Maria Hill se despede e deseja boa noite a todos, aparentemente ela e Hara ainda tratariam de outros assuntos antes de procederem aos seus aposentos. Antes de saírem, Hara ainda se pronuncia dando uma informação.


    Os seus pertences deverão estar à disposição quando nos reunirmos novamente amanhã. - diz a agente se referindo aos aparelhos eletrônicos que se encontravam no interior da maleta prateada, em seguida a oriental ainda pronuncia uma nova frase, direcionada à Khloe - E agente Sanders, foi bom tê-la na cabine de comando... com certeza você deve ter absorvido algo e, se desejar, podemos realizar alguns treinos com o Quinjet nos próximos dias. - completa a oriental que ignora o questionamento de Craig a respeito de seu bracelete.


    Enquanto se despediam, Andy pressionava o painel eletrônico vasculhando entre as diversas instalações da base em busca do lugar que esperava encontrar, entretanto, o salvadorenho não parecia ter muita intimidade com o aparelho, demorando bem mais do que qualquer um levaria para encontrar o que desejasse. Passado algum tempo, o grandalhão finalmente parece encontrar o que buscava, abrindo um sorriso e se pondo a falar em um tom animado.


    A-Ha! Sabia que tinha um bar nesse lugar! - exclama o salvadorenho checando os que estavam próximos dali - Vejamos... Ala G3... isso é mais complicado do que pensei... aqui diz elevador para o S1 e depois corredor N1... tudo tem que ser em códigos?? Afinal como diablos eu chego lá...? - indaga o agente coçando a cabeça. - Bom, se não usar o elevador não chego lá então vamos fazer uma coisa por vez... nos vemos lá chicas! - afirma Andy acenando na direção de Khloe e Yuka antes de prosseguir.


    Após o breve desentendimento com o dispositivo, Andy adentra em um dos elevadores no intuito de chegar até o bar, mesmo que não totalmente seguro do que estava realmente fazendo.

    Ao contrário dos demais Craig estava rumando para a sala de guerra e, assim que adentra no local, se depara com um ambiente tomado por telas de diversos tamanhos, diversos computadores que aparentavam rodar sistemas destinados à atividades específicas ao redor de todo o local e uma grande mesa holográfica ao centro que permitia se projetar toda a informação que desejasse. De início o local parece ser demais até para a mente do hacker, mas com tempo ele sabia que podia compreender como aquilo tudo funcionava.


    *Obs.: Vocês podem seguir descrevendo o que farão nos dormitórios e depois no bar, mas se preferirem podemos pular e apenas fazer um resumo da noite, com o Craig realizando as pesquisas que deseja etc. @hitoshura pode indicar o que deseja pesquisar e rolar dados se quiser (ou apenas considerar como testes de rotina), só se limitar a um assunto/informação por hora de pesquisa para sabermos quanto tempo Craig ficou acordado.
    *Uma imagem da sala de guerra está no tópico Equipamentos, Dispositivos, Veículos e Instalações.


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    Khloe Sanders - Narração - Yuka

    Mensagem por Brujah Girl em Seg Out 31, 2016 4:43 pm

    Khloe não estava interessada em conhecer a “sala de guerra” agora, teria tempo, mais do que suficiente, no próximo dia e nos posteriores. Assim ela responde ao comentário e “convite” de Armstrong com um sorriso simpático:

    – Oh yes! Faço o meu melhor pela tradição! Amanhã passo por lá, agora só quero um bom chá e descanso, agente Armstrong.

    Tudo já estava encaminhado quando sua atenção se volta para Hara, que falava sobre os pertences de cada um e dizia algo mais para Khloe, algo que certamente agradava-lhe imensamente. Khloe sorri e responde:

    – Certamente e muito obrigada! Também apreciei bastante, agente Hara! Estou à sua completa disposição, é só dizer quando e onde!

    Bem, se não fosse comprometida, seu comentário, apesar de absolutamente profissional, até poderia soar estranho, Hara tinha seu charme, ainda que camuflado por sua aura de autoridade, gostava de mulheres de presença forte e...

    “God! No que estou pensando?!”

    Depois de divagar por poucos segundos sobre aquilo, sente seu rosto se aquecer, envergonhada por ter saído rapidamente da linha profissional e reparado na “presença forte” de Hara. Por isso logo tratava de olhar no painel onde ficava a tal torre D e como podiam chegar lá.

    “Well, um mapa não era mal para os recém-chegados.”

    Andy parecia enrolado com o painel mas parece se situar e quando este se despede Khloe só confirma com um “Até já, Andy!”.

    E então fala para Yuka após procurar memorizar o caminho até a torre D.

    – Bem, vamos indo. Perdidas não vamos ficar!

    E assim seguiria com Yuka até o alojamento, conversando sobre coisas básicas com ela, por exemplo, a quanto tempo estava com a SHIELD, qual era a especialidade dela, assuntos comuns de quem está se conhecendo profissionalmente.

    Depois de se instalar, tentaria chegar até o local que Andy estava, onde tomaria seu chá e da mesma forma que fez com Yuka, tentaria conhecer melhor o “grandão”. Ficando por lá cerca de uns 20 ou 30 minutos, se a conversa estivesse boa, e depois seguiria para descansar, lamentando um pouco não ter seu celular para poder avisar que estava tudo bem e dar um beijo de boa noite em Alessandra.

    Gakky
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Gakky em Qua Nov 02, 2016 9:46 am

    Para Yuka era tentador ir para a sala de guerra, mas queria acompanhar Klhoe. Então responde ao Craig:

    - Talvez eu volte para ver a sala de guerra, mas agora quero ver onde vou descansar. Irei junto com a Khloe.

    Depois de ver Andy entrando no elevador, Yuka não está certa de que ele vai achar o caminho. Mas ele era um agente, devia ser muito mais do que aparentava, pensou Yuka. Depois acompanha Khloe até os dormitórios. Ela ri do comentário de Khloe sobre não se perder.

    Yuka percebe que a agente estava puxando conversa, isso era bom, pois devíamos se conhecer melhor para saber o que cada um pode ajudar na missão. Então Yuka explica no caminho que era engenheira mecânica e que gostava de artes marciais, e que seu forte não era persuadir as pessoas. Também pergunta para Klhoe os mesmos questionamentos, mas sempre evitando perguntas pessoais ou coisas sobre o passado.

    Depois de ver seu alojamento, Yuka deita um pouco sobre a cama para esticar as costas, ela não esperava que fosse ter um quarto tão confortável, imaginou que seria tudo apertado. Após alguns minutos saiu para espiar o que Craig estava fazendo, e também para conhecer a sala de guerra.

    - Como está indo o trabalho? - Pergunta a Craig enquanto se apoia na beirada da mesa central.

    Depois de conversar por uns vinte minutos, vai descansar, pois quer estar pronta para o dia seguinte. Também não toca em assuntos pessoais com Craig. Então se despede de Craig em japonês e volta para o quarto.
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por hitoshura em Qua Nov 02, 2016 2:05 pm




    Craig Armstrong




    Craig ficava fascinado com aquela sala, era como Disneylandia para o mesmo, era tão sofisticado que ele precisou de alguns minutos para descobrir todas as capacidades e o que cada coisa fazia, era uma obra de arte da tecnologia moderna, ele já poderia morrer feliz, seu coração batia mais forte de felicidade imaginando aquele supercomputador rodando GTA em resoluções impossíveis, ou Skyrim com todos os mods ativados, ahhhh, mas ele tinha que trabalhar, que chato.

    Como esperado, o primeiro contato não seria tão rápido assim, tinha que fazer sua própria conta, instalar os softwares que ia precisar, baixar algumas ferramentas e códigos que deixava na deepweb para quando precisasse, editores de texto, codificadores, decodificadores e o que mais não houvesse já instalado nele. O mesmo fazia com um prazer impressionante, entretanto, era seu bebê e ele iria amá-lo, respeitá-lo e alimentá-lo. Ele até rolou um algoritmo com rede neurais e 100 variáveis só para ver quanto tempo ele iria demorar pra terminar, gozando mentalmente em seguida.

    E com isso, ele começava a trabalhar, iria começar por etapas: primeiro iria resgatar o sinal e rolar um algoritmo de triangulação para a mensagem enviada por Athol Kussar usando um software de ponta para ver se ele havia de fato enviado a mensagem de onde Maria Hill dissera. Aquele não era seu primeiro rodeo fazendo aquele tipo de coisa, então ele já tinha boa parte do que era necessário. Em seguida iria trabalhar com a fotografia: descobrir a data que ela foi retirada, se ela foi re-enviada ou tirada com o celular de Kussar e por fim melhorar a qualidade da mesma com algoritmos de Processamento Digital de Imagens, a primeira parte era mais difícil, mas não impossível, considerando que os arquivos guardam esse tipo de informação. Em seguida, tentaria conseguir as plantas do antigo Trust Bank local que procedeu o edifício sede da SWART, assim como dos esgotos que passam por ali para saber quais as chances do portão estar lá. Logo depois faria o que Yuka lhe pedira: tentar descobrir a partir dela alguns interesses dos envolvidos (Faust, Arthur e Jasmine), como seu hobbies, pessoas com quem eles andavam... O que costumam comprar, viagens, etc. Isso ele faria levantando os históricos de cartões de crédito e as linhas de tempo de seus perfis sociais. Por fim estudaria a segurança da empresa de modo discreto visando planejar o vírus adequado para infiltrá-la.

    Depois de organizar todos esses passos, colocá-los num programa de anotações via tópicos e começar com o primeiro, Yuka chegava na sala de guerra:





    --Ahhh, está lindo e maravilhoso, Bianca tem 16 MB de VRAM, sabe o que é isso? É memória da placa de vídeo. DA PLACA DE VÍDEO. *Ele dizia com um sorriso de canto a outro da boca, Yuka provavelmente poderia visualizar luzes ao redor dele de tão entusiasmado que ele estava, aparentemente o computador se chamava Bianca agora.* -- Eu tenho muita coisa pra fazer, então vai demorar um pouquinho, mas wow, apenas... Wow...

    E então eles começavam a conversar, Yuka descobriria primeiramente que Craig era um amante de café, não o tipo normal de pessoa que toma todo dia por que gosta, ele conhecia a maioria dos grãos especiais, sabia fazer café gourmet, sabia trocentas receitas com leite, chantily, vodka, etc. Em seguida o assunto mudou para seriados e animes, coisas que ele aparentemente adorava também, ele parecia gostar mais de coisas nerds e sci-fy, mas acompanhava coisas mais surpreendentes também, como Grey's Anatomy, e o pior de tudo é que ele nem parecia embaraçado em sua confissão de Guilty Pleasures. Eventualmente ele decidiu verificar se conseguiria acessar as câmeras do Medusozoa, procurando pelo bar onde Andy estaria, para que pudessem zoá-lo de alguma forma. Depois disso ela se despedia se retirando, ao passo que ele voltava ao trabalho.







    Darkwes
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Darkwes em Qui Nov 03, 2016 1:27 am




    Base de Operações Medusozoa. Oceano Atlântico.

    Khloe e Yuka não tem dificuldade em chegar até os dormitórios, bastava usar o elevador central, em seguida cruzar um grande corredor metálico até adentrar na torre D. Apesar do ambiente ser fechado, o ar era agradável de se respirar e a temperatura aparentava ser controlada para que não sentissem frio ou calor. Na entrada de cada um dos quartos dos agentes há uma interface digital, na qual podiam escolher o método de identificação que lhes fosse mais adequado, podendo usar uma identificação biométrica, comando vocal ou até mesmo uma simples senha numérica. O interior consistia de um pequeno ambiente de três metros e meio por dois metros, com uma cama larga e bastante confortável, armários embutidos, um sofá e uma pequena mesa. Certamente apenas alguns dentre os dormitórios eram tão espaçosos, pois haviam apenas quatro em cada um dos quatro andares da torre D, o que certamente não refletia toda a tripulação da plataforma, significando talvez que os dormitórios desta seção eram destinados apenas a agentes de alta patente.

    Após as agentes definirem seus aposentos, Khloe segue até o 'bar', entretanto, para sua surpresa (ou nem tanto), Andy não estava no local. Além disso, não havia ninguém para atender a agente, mas tudo estava ao seu alcance, haviam diversos tipos de bebidas, porém nenhuma alcoólica, além de lanches, aperitivos e até mesmo diversos congelados em um freezer atrás do balcão, podendo serem convenientemente aquecidos em um aparelho micro-ondas. Enquanto Khloe fazia um tour pelo bar, Yuka troca algumas palavras com Craig antes de ir dormir, em seguida deixando o hacker trabalhar com seus novos brinquedos.

    Craig logo nota que poderia usar cada um dos computadores presentes na sala para processar diferentes atividades agilizando o processo e assim, reduzindo o tempo gasto consideravelmente. O agente não consegue acessar o sistema de vigilância interno para checar se Andy estava no bar, ao menos não sem hackear o sistema de segurança da base, que aparentava ser gerenciado em outra unidade. Certamente Craig poderia tentar hackear o sistema de vigilância, mas talvez não fosse um momento ideal para isso.

    Prosseguindo no que se propôs a fazer, Craig busca triangular o sinal da operadora de telefonia móvel local, resgatando o momento em que as últimas mensagens de Athol foram enviadas de seu telefone celular, entretanto, Craig não consegue um resultado diferente, ao que tudo indicava a mensagem fora realmente enviada do interior ou bem próximo da sede da SWART, apenas uma coisa se destaca e que não havia sido mencionada até então. Havia um intervalo entre o envio da fotografia e mensagem seguinte de cerca de dois minutos.

    Ao analisar a fotografia, Craig verifica que a imagem fora capturada dois dias antes de ser enviada e que havia sido feita em um Samsung Galaxy S7 Edge, entretanto o agente não tinha condições de afirmar com certeza se a fotografia fora feita no mesmo aparelho que foi enviada, ou se o aparelho de Kussar era deste mesmo modelo. O processamento da imagem consegue torná-la um pouco mais nítida e bem maior do que a original, mas era difícil afirmar se aquilo era o bastante para facilitar a identificação dos símbolos contidos no misterioso portão metálico.

    Surpreendentemente, Craig consegue plantas originais do Trust Bank Building, se surpreendendo com seus trinta e um andares acima do solo, somados a outros três andares no subsolo, onde estariam localizados geradores, servidores, além do próprio cofre que era reforçado por placas modulares de concreto e aço. Ainda no subsolo havia um grande estacionamento que rodeava toda a construção, tendo este sido construído após a venda do edifício. Além das plantas da construção, Craig consegue visualizar toda a complexa instalação de esgotos do local, mas nada parece suspeito e a última alteração fora realizada durante a instalação do estacionamento subterrâneo que fora concluída há mais de um ano.

    Pesquisando informações pessoais de Athol, Faust e Jasmine, Craig consegue diversas informações, todavia a maioria delas parecia inútil. Sobre Faust, o agente descobre que o empresário não tinha um perfil pessoal em redes sociais e não parecia gerenciar diretamente nenhuma das páginas da empresa. Apesar da empresa carregar seu nome, Faust não aparecia em propagandas e se limitava a participar de eventos voltados a classe mais alta do país. Além disso, o empresário é fã de esportes, sendo proprietário de um clube de basquete local. Curiosamente, Faust nunca se casou e, apesar de ter um filho, a maternidade do garoto é um mistério, sendo especulado que este tenha sido fruto de uma relação com uma garota de programa.

    A respeito de Athol, Craig descobre que o empresário estudou nas melhores escolas locais, tendo sempre graduações excelentes. Também engenheiro de minas, Athol é aparentemente quem se faz presente nas escavações da empresa, supervisionando se está tudo correndo de acordo, fazendo diversas viagens por semana, por vezes indo até uma mesma localidade e retornando a sede repetidas vezes. Fora da mineradora, Athol é raramente visto em representações da SWART junto à mídia ou em eventos sociais, ao não ser que estes envolvam sua esposa. Ao contrário do irmão, Athol já se casou duas vezes e tem três filhos, sendo um destes do casamento anterior, todavia, seu filho mais novo faleceu recentemente, o mais velho vive no Japão e do meio está se formando nos Estados Unidos.

    A respeito de Jasmine, Craig não consegue muito além do que já havia sido comentado por Hara e Khloe, a única informação relevante e nova era a de que a mulher já havia tido diversos problemas envolvendo álcool, uso de drogas e antidepressivos durante sua carreira como modelo.

    Por último, Craig não consegue muitas informações específicas a respeito da segurança da sede da SWART, mas pelo visto havia segurança armada, com uma troca de turnos a cada oito horas, monitoramento por meio de câmeras instaladas em todos os corredores e uma central que gerenciava toda a informação e coordenava todas as ações no primeiro andar. Tanto na entrada frontal quanto na utilizada por prestadores de serviços, todos os visitantes tinham de se identificar e passavam por um detector de metais antes de procederem.

    Craig sente que poderia ter obtido mais informações, mas suas pesquisas já haviam lhe consumido cerca de seis horas e o dia já estava amanhecendo, se o agente ainda pretendia dormir um pouco, seria bom fazê-lo agora, ou não teria a oportunidade de fazê-lo até concluir a infiltração na empresa, se é que a realizariam ainda hoje.


    *Off.: A intenção é encerrar aqui esta primeira parte da aventura, mas se alguém quiser ainda comentar algo pode fazê-lo.

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      Data/hora atual: Qua Out 18, 2017 11:04 am