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    Ato I - Início

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    Gakky
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Gakky em Ter Out 11, 2016 4:54 pm

    Yuka ri do que Craig fala de Andy, ele parecia um agente bem humorado. Enquanto viajavam, ela comenta:

      -  Admito que eu ia gostar de uma confraternização no Zephyr, me contaram que lá dentro é incrível. Eu não pude ver nada enquanto estive lá... Ás vezes as regras são bem chatas, mas eu sei que é necessário e que é nosso dever confiar no sistema.

    Logo depois de falar, Yuka fica receosa de ter falado algo que poderia ser errado. Ela se enterra um pouco na poltrona onde estava sentada. Esperava que não achassem que ela era contra as regras ou coisa do tipo. Mesmo que fosse verdade que não gostasse de algumas regras, não era sensato falar por ai.

    Quando estavam quase chegando, Yuka se estica para tentar ver alguma coisa la de fora. Consegue ver uma parte da plataforma no meio do oceano. Não consegue conter um sorriso discreto, pois achava isso tudo muito interessante. Ela senta novamente para ficar confortável e comenta:

    - Finalmente vamos aterrissar.

    Depois de aterrissarem, Yuka tira o cinto e coloca aos mãos dentro dos bolsos. Olha para os outros, suspira e diz:

    - Imagino que é agora que vamos conhecer nossa comandante, eu acho...

    Ela vai esperar todos se levantarem para ir junto com o grupo.
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por hitoshura em Ter Out 11, 2016 11:10 pm




    Craig Armstrong




    Craig ria um pouco da reação de Andy, ele era uma pessoa tão fácil de provocar e incitar a curiosidade, ele abanava os ombros, fitava o mesmo e então dizia, depois que Cho não fora capaz de responder-lhe adequadamente a pergunta:



    -- Ah, eu só disse para ela como você é um cara legal que cresceu na base do Tick Tack. *Ele dizia com uma cara de quem estava blefando mal*


    Quando Yuka comentava sobre o Zephyr One, ele fazia uma expressão negativa com o rosto enquanto dizia:


    -- É só um centro de operações voador com tecnologias de ponta, pessoas super-legais, um laboratório avançado de robótica e computadores de última geração.............................. Agora estou deprimido. *Ele dizia com um misto de melodrama e brincadeira*

    Ele então acompanhava a revelação da base de operações, então eles usavam tecnologia de camuflagem de bastante avançada. Curioso. Ele se perguntava se algum pássaro não deixava de notar e acabava se jogando numa daquelas torres. Até então estava sentado olhando pela janela da frente, mas eventualmente o grandão se desprendia para ir olhar.



    -- Ow Andy! Sai do meio! *Ele dizia enquanto acabava se levantando para ficar ao lado dele e observar a vista* -- Será que essa coisa balança feito um navio?

    Tudo que havia em sua mente naquele instante era "Honestamente? Prefiro o Zephyr One, esse nem é tão legal"







    Darkwes
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Darkwes em Qua Out 12, 2016 10:23 pm




    Base de Operações. Oceano Atlântico.

    Andy ainda parecia desconfiado quando Craig tenta explicar sua conversa com Yuka, mas o salvadorenho esquece completamente do assunto ao avistar a base em alto mar. Quando a aeronave aterrissa, a comporta traseira logo se abre e Hara se levanta da cabine de comando, imediatamente apanhando a mala prateada onde haviam sido guardados os aparelhos eletrônicos dos novos agentes, passando a caminhar em direção à área externa. A japonesa ainda ouve o comentário de Craig antes de descer o respondendo brevemente.


    Não balança... pode ficar tranquilo em relação a isso. - afirma a agente enquanto passa a descer a rampa - Mas é bom tomarem cuidado com o vento... estamos em um dos pontos mais altos da plataforma. Os ventos aqui podem ser bem agressivos e basta uma distração pra ser arremessado no oceano... ou de encontro aos níveis inferiores.


    Após a breve informação a respeito do perigo potencial, Hara deixa a aeronave e, pelo movimento de seus cabelos, dá pra notar que a oriental não estava brincando ao avisá-los a respeito da ventania. Do Quinjet até a passagem que dava acesso ao interior da construção eram cerca de apenas quinze metros, ao lado da mesma haviam dois guardas que cumprimentam a agente Hara com uma breve continência, se mantendo posicionados nas laterais da passagem. Após a japonesa tomar a iniciativa, Helen também se encaminha para a saída do Quinjet, todavia, ao contrário da colega, a sul coreana não parecia tão confiante em fazer a pequena travessia.


    Oh que ótima técnica motivacional Hara!... sair às pressas e dizer que podemos ser arremessados lá embaixo pela ventania... agora me sinto extremamente confiante em caminhar nessa pequena plataforma suspensa e totalmente desprotegida a essa altura... - afirma a geneticista em um tom irônico enquanto vai descendo a rampa lentamente.


    A doutora vai se apoiando até onde pode para deixar a aeronave, mas vai caminhando de forma visivelmente insegura sob o heliponto, chegando a perder o equilíbrio momentaneamente, mas antes que pudesse ter alguma dificuldade a mais, Andy se aproxima da geneticista e apoia sua mão direita sobre o ombro da mesma.


    Que isso 'doctora'... é só um ventinho! - afirma o salvadorenho abrindo um sorriso - Sabe quando morava em San Diego já vi um furacão de perto e isso aqui é só uma brisa leve perto daquilo! - comenta Andy enquanto vai caminhando até a abertura acompanhado de Cho.


    No interior da construção metálica, Hara aguardava os agentes no interior do que aparentava ser um elevador, amplo o bastante para que todos adentrassem. Assim que os agentes concluem a travessia e se posicionam no interior do elevador, Hara pressiona um botão no painel eletrônico interno, fazendo com que a porta metálica se feche e a câmara metálica se mova para baixo. Enquanto este se movimenta, Hara ergue o pulso esquerdo e pressiona um botão em seu bracelete negro que aparentava ser algum tipo de microcomputador ultra-tecnológico, fazendo com que um pequeno painel holográfico se projetasse do mesmo. A agente pressiona rapidamente alguns comandos, aparentemente digitando alguma mensagem, aguardando por alguns instantes, até que a tela apresenta o que aparenta ser uma confirmação, fazendo com que Hara desligue o aparelho, se pronunciando em seguida.


    A comandante está nos aguardando no centro de comando... - informa a oriental, com a mesma expressão séria de antes - Por um instante temi que ela já tivesse se retirado devido ao nosso pequeno atraso.


    Segundos após Hara concluir o que dizia, o movimento de descida é interrompido e a porta do elevador se abre na sequência, revelando um grande salão circular em dois níveis com diversos computadores, telões de tamanhos variados e outros equipamentos tecnológicos. Ainda de longe, os agentes podiam observar cerca de seis operadores posicionados em frente a alguns dos computadores espalhados pelo local, todavia, a figura ao centro era a que mais lhes chamava a atenção. Ainda de costas a mulher de boa estatura e condicionamento físico nota a movimentação na parte superior, virando-se e lançando seu olhar em direção aos recém chegados que não têm dificuldade em reconhecê-la.


    Estava os aguardando... - informa a mulher dando uma passo à frente enquanto cruza os braços e mantém o olhar firme - Agentes, sejam bem vindos à Base de Operações Medusozoa.




    CENTRO DE COMANDO:


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    Khloe Sanders - Narração

    Mensagem por Brujah Girl em Qui Out 13, 2016 12:12 pm

    Todos desembarcam e Khloe imagina a cena ao ouvir o comentário de Hara sobre a possibilidade de uma distração lançar alguém para o mar. Ela coloca sua mochila nas costas e segue para o desembarque, cuidando para que uma rajada de vento não a pegasse desprevenida, o que quase aconteceu com Cho, mas felizmente Andy estava atento para segurar a dra.

    Khloe cumprimenta os agentes que batem continência para Hara, e logo trata de entrar, observando o local por onde seguiam. Hara tinha ali algo muito mais interessante que um smartwach comum, mas nada que surpreendesse Khloe a esta altura do campeonato.

    Eles chegam ao local onde a comandante Hill aguardava-os em um centro de comando. Pela primeira vez Khloe veria Hill pessoalmente, que logo cumprimenta-os, ao que Khloe responde com um meneio de cabeça:

    – Boa noite e muito obrigada, comandante Hill. É um prazer conhecê-la.

    Aguardava que os outros também cumprimentassem logo Hill para que a conversa fiada acabasse logo e eles fossem ao ponto de interesse: trabalho e ação!

    hitoshura
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por hitoshura em Qui Out 13, 2016 12:48 pm




    Craig Armstrong




    Craig achava que Hara estava brincando quando falou sobre ventos super-poderosos, concluiu que era apenas a clássica brincadeira com novatos que tem em todo lugar. Pelo visto ela não era a pessoa chata, autoritária e sempre séria que ele havia pensando... Isso é, até Dra. Cho provar-lhe errado e Andy ter que ir ao resgate. Instantaneamente o coração do hacker batia mais forte enquanto ele ficava pálido e concluía que certamente iria morrer de modo ridículo e seria piada eterna tanto para a SHIELD quanto para o FBI.



    - Jesus, Allah, Shiva, Buda, qualquer coisa, me salva... *Ele pensava relativamente alto, talvez Yuka pudesse ouvir*


    E então sua mente começou a funcionar! Física! Quando um carro de fórmula 1 está atrás de um carro na frente, ele cria um túnel de vento que permite o veículo atrás atingir maiores velocidades por não ter que resistir á velocidade do vento outra vez! E ele tinha um armário logo na sua frente! Rapidamente ele corria até Andy e ficava o usando para bloquear o vento, fazendo um sinal de joinha para o mesmo que provavelmente não entenderia a razão dele.

    E então estavam andando para lá e para cá, prestando continência e finalmente, finalmente chegavam em algum lugar agradável, cheio de máquinas por todos os lados. Ahhh, ele sentia o cheiro dos processadores de última geração dos supercomputadores. Tudo que ele queria naquele instante era testar se algum deles rolaria Crysis 3 com todos os pacotes de alta definição, mas talvez ele deveria esperar um ou dois meses para isso. Obviamente, ele também queria ver em quanto tempo ele rolaria uma rede neural com 10 variáveis, talvez isso até pudesse impressionar alguém... Ah, quem ele estava enganando, provavelmente não, ou não entenderia ou não se importaria.

    Finalmente estavam de frente a Maria Hill... Ela parecia mais bonita no holograma, talvez fosse o sono por ter passado a noite em claro? Quando ela se apresentava, Craig dizia:


    -- Boa noite. Medusozoa? Isso deveria significar alguma coisa? Pensava que só tinha três górgonas, medusa era mulher e não era muito de zoar... *Ele erguia uma sobrancelha*

    Pelas suas estimativas, um dos supercomputadores monitorava segurança, outro a barreira ilusória que protegia a base, outra seria para a mobilidade da base, e outra para... Armas, sim, Armas era legal. Será que eles tinham algum canhão super-legal? Não, provavelmente não pelo formato da base, o que era triste.







    Gakky
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Gakky em Qui Out 13, 2016 10:08 pm

    Assim que chega na abertura da aeronave, Yuka sorri discretamente. Estava satisfeita ao pensar nos rumos que a missão poderia tomar. Talvez as coisas começariam a ficar divertidas. Mal podia esperar para poder usar os punhos em algum adversário, quem sabe forçá-lo a dizer o que não quer.

    Porém quando ouve os avisos de Hara, Yuka fica apreensiva. Cair naquele oceano não seria bom, uma vez que um de seus medos era de afogar-se. Porém Yuka também acreditava que se os outros conseguiam, ela também conseguiria. Então tenta não olhar para baixo enquanto segue a travessia, segurando-se fortemente onde podia. Se possível, ela vai segurar nos ombros Craig que está logo em sua frente, ignorando o fato dele aparentar estar com medo também.

    Quando chegam ao elevador, Yuka consegue respirar tranquilamente, um alívio, finalmente um lugar firme, pensou. Quando todos chegam no salão circular, Yuka olha ao redor para observar o local e quando vê enfim Maria Hill pessoalmente, sorri discretamente, satisfeita por ver sua comandante.

    Yuka faz uma reverência, dessa vez de quase 90 graus, em seguida diz:

    - É uma honra comandante.

    Suas primeiras impressões de Maria Hill eram que esta parecia ser uma pessoa muita séria e exigente, o que era esperado da Shield.
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Darkwes em Sex Out 14, 2016 5:00 pm




    Base de Operações. Oceano Atlântico.

    Logo após avistarem Hill os agentes trocam palavras com a comandante que permanece ao centro do grande salão parecendo aguardar que todos se aproximem. Hara, que ainda não havia se pronunciado, toma a iniciativa novamente, passando a caminhar até onde sua superior aguardava, sendo seguida por Cho e Andy. Helen parecia completamente a vontade no local, caminhando casualmente sem voltar sua atenção aos equipamentos que rodeavam o local, Andy, ao contrário da doutora, estava visivelmente maravilhado com todos aqueles grandes monitores, olhando em todas direções parecendo uma criança ao adentrar uma loja de brinquedos.

    Ao se aproximar, Hara acena levemente com a cabeça e ergue a mala prateada chamando a atenção de Hill, que prontamente indica para que a japonesa a deixasse sobre uma pequena mesa lateral.


    Pode deixá-la aí mesmo. Pedirei para que os aparelhos sejam examinados na primeira hora da manhã... obrigada Hara. - comenta a mulher com um quase imperceptível sorriso, em seguida voltando sua atenção aos agentes recém chegados - Boa noite agentes, o prazer em recebê-los é meu. - afirma Hill, em seguida olhando em direção à Craig que havia feito um questionamento - Este é o codinome desta base... o nome fora atribuído em referência aos seres vivos que habitam os oceanos e não à criatura mitológica agente Armstrong. - Informa a comandante, mantendo a mesma pose de antes.


    Enquanto Hill comentava a respeito do codinome da base, Helen recosta nas grades metálicas laterais visivelmente entediada. Já Andy, se aproxima e estende a mão direita para cumprimentar Hill, que retribui o gesto.


    Comandante Hill! Soy... bom você já sabe meu nome... mas o que queria dizer é que me chame apenas de Andy! Esse lance de 'agente tal' não soa bem nos meus ouvidos... - informa o salvadorenho com um sorriso no rosto - Ah e se puder diz pra ela me chamar de Andy também porque essa mulher não ouve o que digo! - afirma o agente enquanto aponta em direção à Hara


    Hill esboça um leve sorriso após ouvir a solicitação de Andy enquanto observa a reação de Hara, que mantinha uma expressão fechada no rosto, arqueando levemente a sobrancelha direita. Hill torna a olhar em direção à Andy e apenas movimenta a cabeça lateralmente enquanto ergue levemente os ombros, dando a entender que queria dizer algo como "vocês dois que se entendam". Em seguida, Cho se pronuncia, ainda parecendo desinteressada na interação entre os agentes.


    Bom... já cumpri minha missão de acompanhar Hara e não deixá-la esganar ninguém, então posso me retirar, sim? - indaga a geneticista forçando um sorriso - Este passeio foi interessante, mas tenho análises a fazer no laboratório... análises que já poderia ter concluído se não tivesse me pedido para acompanhar 'Emily'.


    Helen mantém o sorriso enquanto direciona seu olhar para Hara que, em contrapartida, parece não gostar do comentário, fechando ainda mais sua expressão facial. Mas ao invés de responder Cho, a japonesa se volta para Hill.


    Se não precisar de mim, irei retornar ao heliponto e guiar o Quinjet de volta ao hangar. - argumenta a agente, mantendo o tom formal mesmo diante da provocação anterior, recebendo a permissão de Hill que apenas movimenta a cabeça em sentido afirmativo, porém antes de se retirar, Hara faz um novo comentário - Coulson não parecia contente em não saber a localização de Medusozoa...


    A agente Hara se vira e passa a caminhar novamente em direção ao elevador, despedindo-se momentaneamente dos demais com um leve maneio de cabeça. Na sequência, Maria Hill volta sua atenção para a doutora Helen Cho.


    Você pode retomar seus afazeres Helen. - informa a comandante em um tom casual - Mas sugiro que descanse... é quase meia noite e podemos precisar de você pela manhã... tenho certeza de que suas análises são importantes, mas estas não são prioritárias.


    Após o breve comentário de Hill, Cho se afasta da grade de proteção, preparando-se para se retirar, mas antes de fazê-lo, faz um novo comentário em resposta às afirmações da comandante.


    Descansar?... vou descansar quando concluir minhas análises. - afirma a geneticista mantendo um sorriso - Não se esqueça de que concordei em me juntar à sua equipe na condição de poder conduzir minhas pesquisas Hill... mas não se preocupe, estarei à disposição se precisar de mim pela manhã. - a doutora se vira após o pronunciamento, passando a caminhar em direção à uma saída lateral, despedindo-se brevemente dos presentes - Boa noite.


    Hill demonstra não concordar com a declaração de Cho, mas não contradiz a doutora, permitindo que a mesma se retire do local e conduza seus afazeres. Em seguida, a comandante volta sua atenção novamente para os agentes recém ingressos em sua equipe e, após um breve suspiro, se põe a falar novamente.


    Bom, certamente ela deve estar cansada do voo... - afirma Hill tentando justificar o comportamento de Cho - Imagino que também estejam cansados, então vou tentar ser breve hoje. Tenho certeza de que devem possuir diversos questionamentos... mas o que realmente importa é que há algo que demanda nossa atenção imediata e por isso vocês estão aqui...





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    Khloe Sanders - Narração

    Mensagem por Brujah Girl em Sex Out 14, 2016 9:18 pm

    Khloe se aproxima de Hill enquanto ouvia que os aparelhos só seriam examinados na primeira hora da manhã!? Ouch!

    Tinha falado para Alessandra que ligaria tão logo pudesse e pelo visto, isso demoraria bem mais que o esperado... enfim, ao menos Alessandra já estava se acostumando com a rotina de “agente secreto” de Khloe.

    Cho parecia entendiada e pelo visto conhecia aquele local muito bem, tanto que já solicitava para seguir até o laboratório, o que faz Khloe questionar-se do porquê ela parecer tão surpresa com a “ventania” do heliponto, se ao que tudo indicava, não era a primeira vez que ela estava naquela base. Bem, talvez fosse a primeira vez que tivesse chegado por via aérea? Achava pouco provável, mas tanto fazia.

    Pelo visto eram apenas eles que não sabiam qual seriam seus papéis da equipe, pois os “veteranos” partiam, deixando-os com Hill, que começa a falar com eles, mas parecia querer deixar as informações no modo conta-gotas alegando que eles deveriam estar cansados, mas o que era um vôo de menos de 2 horas? Nada! Khloe não estava cansada e estava pronta para a versão completa e não apenas o resumo, e quando Hill faz aquela pausa de suspense, quase se manifesta, mas aquela breve pausa era certamente apenas a introdução ao assunto, de forma que achava desnecessário interromper a Comandante logo agora que ela começaria a falar.

    Então olha rapidamente para os demais agentes, que acreditava, assim como ela, estarem cheios de curiosidade para saber de uma vez por todas o que Hill tinha em mente para esta equipe, e logo retorna sua atenção para a Comandante.

    Gakky
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Gakky em Sab Out 15, 2016 11:06 pm

    Yuka percebe que duas recém conhecidas estavam indo embora, tinha imaginado que ficariam juntos durante a missão, infelizmente não. Agora ficou sendo a única asiática do grupo. Pelo menos os outros pareciam amigáveis. Yuka estava ansiosa para mostrar o máximo de seu potencial para o grupo e se esforçaria para isso, queria ser útil, se destacar e tirar a imagem de menina frágil que aparentava ter. Ela percebe que Craig parecia bastante a vontade, até mesmo perguntou normalmente sobre o nome do lugar. Já Khoe parecia concentrada, gostaria de ter mais tempo para conhecê-la.

    Quando Maria Hill fala sobre descansar, Yuka começa a imaginar que talvez ela não seja tão fria quanto parecia. Ao ver os outros se aproximando, Yuka se aproxima da comandante e diz:

    -- Não se preocupe com nosso descanso, aguentaremos o que for preciso. Estou a sua disposição.

    Depois Yuka para de falar para dar a vez a Maria Hill, não queria interromper o que a comandante tinha a dizer, até se arrependia de ter falado demais, será que era inapropriado? Questionava-se, porém já tinha falado e nada poderia apagar isso.
    hitoshura
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por hitoshura em Sab Out 15, 2016 11:33 pm

    [quote="hitoshura"]



    Craig Armstrong




    Craig fazia uma expressão de grande revelação quando Maria Hill explicava que o nome da base era em homenagem a um animal. Era uma pena que ela o havia feito de uma forma tão séria e direta, poderia ter pelo menos ajudado a relaxar mais o clima... Mas se ela havia esperado acordada por eles até altas horas da noite devia ter uma razão muito boa, a qual ele estava disposto a esperar por respostas. Por alguns instantes se perguntava que tipo de animal teria o nome de Medusozoa, será que era alguma água viva? Se ele tivesse seu celular mataria a dúvida em instantes, até amanhã provavelmente esqueceria.

    Depois Andy se apresentava através de um aperto de mãos e havia toda a conversa entre Cho e Hill, aquilo eram faíscas entre uma e a outra? Pelo visto Cho tinha bem mais prestígio na organização do que ele havia antecipado, ela era praticamente um Homem de Ferro sem a armadura de ferro, que figura de poder, ele gostou de ver o que havia visto, talvez ela não fosse tão insossa afinal. Sim, havia um fogo nela...



    -- Hey Doctora, se quiser que eu dê uma turbinada nos seus computadores para acelerar o processamento de análise só dizer. Foi bom conhecê-la, até mais. *Ele se despedia da mesma com um sorriso e um aceno amigáveis.*


    Finalmente estavam apenas ele, Yuka, Andy e a Miss Inglaterra queridinha dondoca de todas. Era engraçado como ele havia adquirido antipatia por Claire só tendo falado umas três palavras com ela, mas ela certamente teria oportunidades para quebrar essa pequena barreira que ele havia criado. Craig finalmente se aproximava de Maria Hill, oferecendo sua mão para ela apertar também:


    -- Ao contrário de Andy eu até gosto de como isso soa, Agente Armstrong, isso soa bem mais legal que só Craig. Prazer em conhecê-la pessoalmente, senhorita Hill. *Ele sorria de modo educado, amigável e politizado* -- Oh, e sobre meus eletrônicos, vocês provavelmente não vão conseguir quebrar a criptografia e os firewalls, qualquer coisa só perguntar a senha.

    Ele então deixava a mesma explicar o que estavam fazendo ali. Pelo visto iriam dormir pensando no assunto? Ou iriam direto ao trabalho? Talvez seria contraprodutivo explicar tudo para pessoas cansadas e com sono, mas quem era ele para questionar, é fato que estava curioso.







    Darkwes
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Darkwes em Dom Out 16, 2016 5:19 pm




    Base de Operações Medusozoa. Oceano Atlântico.

    Os novos membros do time de Hill se aproximam cumprimentando a comandante formalmente, além de demonstrarem estarem dispostos para o que esteja por vir. Enquanto deixava o local, Cho ainda olha de lado ao ouvir a oferta de Craig, mas não responde diretamente o agente, apenas esboçando um sorriso. O norte-americano ainda comenta a respeito da criptografia presente em seu aparelho celular, mas Hill não parece se preocupar com isso no momento.

    A comandante se aproxima de uma espécie de mesa digital holográfica ainda ao centro do salão e pressiona um comando na mesma, fazendo com que uma grande tela seja projetada diante dos agentes. Assim como as barreiras holográficas vistas anteriormente, a tela luminosa era formada por diversos hexágonos translúcidos que interligavam-se como uma grande colmeia, formando um monitor holográfico de algo em torno de 80 polegadas. No mesmo, os agentes podiam visualizar o mapa do continente africano, com destaque para a África do Sul, que tinha suas bordas levemente iluminadas, aparentando demarcar um raio de ação.


    Presumo que estejam questionando o fato de estarmos posicionados tão perto do continente africano e a resposta é simples: nosso objetivo se encontra nesta região. - afirma mulher apontando para a região demarcada no mapa - Desde a queda da Hidra e de seus líderes conhecidos, temos mantido sob observação todas as contas bancárias que estavam associadas de forma direta ou indireta às operações da organização criminosa. Na medida em que a maioria destas contas fora desativada ou congelada por órgãos responsáveis, a partir das denúncias que fizemos, algumas poucas permaneceram intocadas por não haver provas suficientes que as incriminasse.


    Após o pequeno pronunciamento, Maria Hill pressionou um novo comando no painel luminoso, fazendo com que uma localidade em meio ao mapa fosse demarcada. Sob o pequeno ponto que surgira, havia a indicação de que este se encontrava situado em meio à cidade de Johannesburgo, coração comercial e cultural do país. Logo em seguida, uma pequena janela se projetou sob o ponto demarcado e, no interior desta, havia a fotografia de um edifício que se destacava em meio a tantos outros devido ao tamanho da construção, ao menos duas vezes mais alta em relação às demais que a rodeavam.


    Há pouco mais de duas semanas, identificamos uma rede de transações bancárias entre uma das contas que estava sob observação e, apesar do dinheiro ter passado por diversas outras contas no caminho, o destino final fora uma das contas da gigante SWART, uma das principais empresas no ramo de mineração de diamantes na África do Sul... - informa Hill, mantendo um semblante de seriedade - Bom, a princípio podia ser qualquer coisa... algum milionário detentor da conta onde se originou a transferência poderia apenas estar comprando alguns diamantes para presentear uma amante... todavia, nos mantivemos atentos e checamos todas as atividades da empresa que poderiam ser questionáveis.


    Hill faz uma breve pausa, em seguida pressionando um novo comando que faz com que a fotografia de um homem nos seus cinquenta ou sessenta e poucos anos surja próxima a do edifício.
    Athol Kussar:



    Este é Athol Kussar, meio irmão do sócio majoritário da mineradora, o empresário Faust Swart. Enquanto buscávamos por pistas de algo suspeito, nos deparamos com uma fotografia enviada por Kussar ao telefone particular de sua esposa. - após a informação, Hill faz uma nova pausa, parecendo checar se os agentes estavam captando o que ela dizia - A fotografia em questão aparentemente fora enviada por engano, pois o próprio empresário pediu para que a esposa a desconsiderasse logo em seguida... todavia, o mais curioso ocorreu depois. Athol Kussar simplesmente desapareceu completamente, não sendo avistado em nenhuma das sedes da empresa ou com a família desde então.


    Maria Hill então pressiona novamente o painel luminoso, fazendo com que outra imagem seja revelada no grande monitor. De início, é difícil dizer do que se tratava exatamente a imagem, em meio ao que aparentava ser um túnel rochoso, havia um arco metálico com diversos símbolos indecifráveis, estranhas luminárias e, ao centro do arco, o que parecia ser um portão ou passagem de formato curioso, porém selado, com uma esfera branca no centro, rodeada de outros símbolos diversos.
    Fotografia:

    Parecia algo saído de um filme de ficção científica, mas ao mesmo tempo, tudo parecia perturbadoramente real. Após alguns segundos em silêncio, Maria Hill fitou novamente os agentes, complementando o que gostaria que compreendessem diante de tudo aquilo.


    E isto, é o motivo pelo qual vocês estão aqui... espero que me ajudem a solucionar este mistério e impedir o que a Hidra esteja tramando com o auxilio da SWART antes que seja tarde demais... - afirma a comandante, parecendo aguardar os comentários e questionamentos que certamente estavam por vir.


    Andy se encontrava em silêncio durante toda a apresentação, mantendo os braços cruzados enquanto recostava lateralmente na grade de proteção, ao final, o salvadorenho olhou para os lados subitamente, parecendo checar se alguém diria algo, pois aparentemente ele não tinha o que questionar, não sabia o que questionar, ou não havia captado nada a respeito de tudo que havia sido informado...


    *Off.: Não interpretem imagem do "portão" como uma representação literal da descrição... é uma montagem mal feita só pra ajudar a ilustrar. :p

    hitoshura
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por hitoshura em Dom Out 16, 2016 6:42 pm




    Craig Armstrong




    Craig ouvia atentamente á explicação de Maria Hill, havia achado o carinha que tirara a foto levemente carismático, parecia o tipo de pessoa que sabia beber e se divertir e deixar as responsabilidades da empresa para o irmão, que devia ser o cara chato. Primeiro ele teve que fazer um resumo na sua cabeça com todas as informações importantes. Então havia suspeita que a Swart estava trabalhando com a Hydra em alguma coisa envolvendo aquele portão, portal ou o que quer que fosse e era obrigação deles desvendar aquele mistério.

    Faust Swart devia ser o pamonha egocêntrico, afinal quem coloca o seu próprio nome na sua empresa? Steve Jobs não colocou, Margaret Whitman não colocou, Eric E. Schmidit também não, então QUEM ELE PENSAVA QUE ERA para sair colocando seu nome numa empresa multimilionária? Certamente ia falir rapidinho. Ou talvez ele estivesse pensando demais no assunto.



    -- Okay, então vamos aos fatos, se Athol mandou a imagem para a esposa por engano é por que a janela da esposa estava aberta e ele mandou automaticamente sem querer. O que significa que se triangularmos o sinal no exato momento que ele mandou a mensagem com a foto, estaremos olhando para o lugar da foto. Já tentaram fazer isso? *Ele dizia casualmente.* -- Posso? *Aparentemente ele se referia a usar o computador que estava sendo usado para a projeção holográfica.


    Caso afirmativo, ele brincaria um pouco com o software até entendê-lo. Talvez pudesse acoplá-lo ao algoritmo de triangulação para alguns efeitos especiais bacanas, não custava tentar. Ele de fato parecia saber muito bem o que estava fazendo.


    -- Ok, mas quais as teorias e quais os planos? Eu imagino que estão pressupondo que Athol é a vítima e seu irmão o vilão? Essa empresa trabalha com diamantes de sangue? Se sim pode até ser fácil derrubá-la, se não, vai demorar um pouquinho para destruir sua reputação, mas eu não acho que seja isso que queiram que eu faça... *Ele dizia casualmente*







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    Khloe Sanders - Narração

    Mensagem por Brujah Girl em Seg Out 17, 2016 6:17 pm

    A agente Yuki diz exatamente o que Khloe tinha pensado, mas que preferira deixar para lá. Khloe não era de muitas palavras se considerasse que elas podiam ser poupadas em prol da objetividade. Armstrong mais uma vez mostrava que era um tagarela e pelo visto, gostava de se vangloriar de suas habilidades, coisas que Khloe não apreciava. Felizmente Hill começa a falar e ela se concentra, ouvindo com atenção tudo que ia sendo revelado por Hill sobre a possível ameaça que seria a missão deles.

    Pelo que compreendia, a Hidra poderia estar planejando ressurgir das cinzas com uma movimentação grande de dinheiro de uma das contas que não foram encerradas por falta de provas que ligassem as mesmas a Hidra, e o dinheiro desta conta fora enviado para uma multinacional ligada a mineração de diamantes e situada na África da Sul. Bem, haviam inúmeras possibilidades, e aparentemente eles haviam encontrado algo que poderia sim indicar atividade da Hidra.

    Uma foto de um local muito curioso e suspeito e o desaparecimento de quem havia enviado a foto por engano para sua esposa. Teria Kussar recebido aquela quantia da Hidra por ter encontrado aquele local em alguma das escavações da mineradora?

    Enquanto Khloe absorvia e refletia sobre tudo aquilo, Armstrong já se colocava a falar, e sim, descobrir onde ficava o local do portal era importante (caso ainda não soubessem), mas outras informações também eram importantes, de forma que Khloe questiona:

    – Talvez em uma das escavações a SWART tenha descoberto isso por acaso ou quem sabe eles já estivessem procurando por esta... passagem? Ou quem sabe possa ser um cofre ou uma... prisão? O dinheiro talvez seja um pagamento, ou quem sabe, uma injeção extra de recursos para esta possível operação da Hidra... Comandante, Mister Kussar faz parte do quadro de funcionários da SWART? O seu desaparecimento já foi informado as autoridades ou foi mantido em sigilo?

    Uma breve pausa, mas seus pensamentos corriam rapidamente, e ela volta a lançar mais questões:

    – O desaparecimento de Kussar se deu instantes depois do envio desta foto? Nenhuma outra comunicação aconteceu através de seu celular depois disso? Há alguma referência conhecida desta imagem em algum banco de dados da SHIELD? Temos alguma pista sobre alguma localização mais específica?

    Certamente as perguntas eram muitas. Tantas que ainda nem sequer tinham sido pensadas, mas elas viriam posteriormente, a medida que aquele puzzle começasse a ter suas primeiras peças encaixadas. Era para isso que eles estavam ali, não era?

    Gakky
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Gakky em Seg Out 17, 2016 10:49 pm

    Yuka observa atentamente a tela luminosa e tenta prestar o máximo sua atenção as palavras de Maria Hill. Porém na parte de Athol Kussar, ela precisa forçar-se para entender, pois graus de parentesco nunca foram seu forte e embolavam sua mente igual fones de ouvido no bolso. Yuka mantém a palavra Athol Kussar em sua mente para não se perder. Segundo o que tinha entendido, Kussar havia mandando uma fotografia por engano.

    Os olhos de Yuka se estreitam ao ver a foto do túnel. Isso era tudo muito estranho para ela. Nunca tinha visto algo parecido. Se olhassem para o rosto de Yuka, a veriam boquiaberta e com as sobrancelhas franzidas. Logo Craig fala, ela presta atenção ao carismático loiro. A ideia de tentar identificar para quem Kussar enviou a foto era muito boa. Porém não acreditava que Kussar pudesse ser inocente nisso tudo.

    Logo Khloe fala e Yuka também escuta. As perguntas dela eram muito boas, os dois, Craig e Khloe pareciam agentes muito bem treinados. Porém Yuka percebe que era preciso por as ideias em ordem para chegar em alguma teoria. Ela enrola seu dedo indicador na mexa de cabelo de cor azul e diz pensativa:

     - Pelo que entendi, vejam se estou errada, Kussar é dono da imagem do túnel e enviou para alguém que estava conversando no mesmo tempo em que falava com sua esposa, como disse Craig. Não acho que Kussar seja inocente, só dele ser sócio da SWART, me cheira mal, o ramo de diamante não é algo geralmente limpo... Desculpe meu preconceito...

    Yuka caminha um pouco só pra se mover, com uma das mãos dentro do bolso e a outra na mexa de cabelo, continua:

     - Já foi verificado se os símbolos do túnel aparecem em algum outro lugar? Como um livro de história ou coisa parecida? Se não, podemos checar... E.... alguém têm papel e caneta?

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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Darkwes em Seg Out 17, 2016 11:56 pm




    Base de Operações Medusozoa. Oceano Atlântico.

    Enquanto Andy coçava a própria barba, Maria Hill ouvia as colocações dos demais agentes presentes, inicialmente Craig questiona a respeito da fotografia enviada. O agente faz uma pergunta simples, porém relevante e que poderia ter sido desconsiderada até então, todavia, a comandante não demonstra se surpreender com o questionamento, mantendo o mesmo olhar compenetrado de antes, rapidamente retrucando o questionamento.


    Esta foi uma das primeiras coisas que consideramos. - afirma a mulher cruzando novamente os braços - Checamos com a operadora local e segundo a informação que obtivemos, Kussar estava no interior da sede da SWART ou nas proximidades quando enviou a imagem por engano... todavia, segundo o relato repassado às autoridades locais, o empresário não fora visto no local no dia do desaparecimento, o aparelho telefônico também não fora encontrado, tendo seu sinal cessado logo após a transmissão, o que me leva a crer que estejam encobrindo o desaparecimento...


    Após a breve informação, Hill considerou a solicitação de Craig por um instante, em seguida, estendeu a mão direita em direção ao painel luminoso que comandava o projetor, indicando que o agente poderia utilizá-lo se quisesse, apesar de sua primeira consideração já ter sido descartada. Logo em sequência, Hill se pôs a falar novamente, acrescentando ao que havia dito anteriormente e também respondendo outros questionamentos de Craig e Khloe.


    Checamos as atividades de Athol nos dias anteriores ao desaparecimento, aparentemente ele esteve visitando todas as minas de diamante da empresa, um procedimento comum e que costumava realizar com frequência, o que dificulta definir a localização em que ele possa ter feito a fotografia. Aliás... sequer podemos afirmar que a fotografia foi feita pelo aparelho celular de Kussar ou de outra pessoa, que talvez possa ter enviado à ele antes de ser encaminhada à esposa. - complementou Hill, fazendo uma nova pausa - E não... a SWART não trabalha com diamantes de sangue. A empresa é uma mineradora legalizada no ramo de diamantes e tem atualmente toda a documentação necessária para realizar sua atividade, possuindo o controle de sete grandes minas em diferentes pontos do país. Todas com segurança pesada vinte e quatro horas por dia, então não podemos simplesmente invadir uma destas e correr o risco de alertá-los...


    Assim como Khloe, Yuka também comenta a respeito do empresário desaparecido, fazendo com que Maria Hill faça uma nova colocação a respeito do mesmo, procurando sanar quaisquer dúvidas que ainda permeiem os pensamentos dos agentes.


    Ainda a respeito de Athol Kussar, além de empresário ele é engenheiro de minas e consta no quadro da SWART com um alto funcionário, mas aparentemente ele e o irmão não estavam se entendendo ultimamente, de acordo com uma informação que obtivemos, os dois discutiram dias antes do desaparecimento nos corredores da empresa... - complementou Hill, acrescentando às informações a respeito do empresário - O desaparecimento de Kussar fora comunicado às autoridades locais por meio de sua esposa e estão investigando o caso sob sigilo, mas aparentemente não possuem nenhuma informação além do que já sabemos.


    Ainda a respeito das considerações feitas por Khloe, mas também considerando as ponderações de Yuka que poderiam colaborar a entender melhor com o que estavam lidando, Maria Hill volta sua atenção à agente britânica, inicialmente ponderando a respeito da própria estrutura fotografada na imagem.


    São possibilidades que devem ser consideradas... a mineradora pode ter simplesmente encontrado este "portão" por acaso, ou ter sido paga pela Hidra para que o encontrasse, visto que houve um prazo de cerca de uma semana entre a transferência e o envio da imagem. Mas não podemos afirmar isso. - Hill parece ponderar por alguns instantes, mas logo em seguida, move lentamente a cabeça lateralmente, parecendo desconsiderar o que diria, ainda assim, a comandante prossegue, dessa vez olhando em direção à Yuka - Ainda não temos ideia do que seja este "portão", as inscrições não estão nítidas como gostaríamos que estivessem devido a qualidade da imagem, mas não conseguimos encontrar nada parecido nos registros que possuímos, apenas podemos presumir que seja algo perigoso o bastante para despertar o interesse da Hidra... e imagino que eles desejam o que está no interior do mesmo, obtivemos inclusive uma informação que pode confirmar o fato de que eles ainda não conseguiram alcançar este objetivo.


    Hill se aproxima novamente do painel luminoso, pressionando um novo comando que faz com que o rosto de uma jovem surja no grande telão holográfico, mas a fotografia apresentada estava atrelada a um cartão de identificação da S.H.I.E.L.D. semelhante ao que os próprios agentes possuíam.


    Spoiler:



    Esta é a agente Shelena Bekker, uma associada local que está infiltrada na SWART desde que detectamos a transação bancária. Ela não é exatamente a mais qualificada para este tipo de operação, mas tivemos uma oportunidade que nos permitiu inseri-la rapidamente na empresa sem levantar questionamentos, então o fizemos, no intuito de obter qualquer informação que possa ajudar na investigação. - Hill novamente se afastou do painel, caminhando lentamente em direção ao monitor enquanto dava sequência ao que dizia - Apesar de estarmos estabelecendo contato de forma limitada, a agente Bekker nos repassou uma importante informação. A SWART teria adquirido algum tipo de equipamento especial, como medida definitiva para destrancar algo, as palavras exatas que a agente captou foram "com estes será possível fazer 'abra-te-sésamo' em qualquer fechadura"... não sabemos que equipamento é este, mas aparentemente eles ainda não o receberam.


    Logo após o pronunciamento, Hill torna a fitar os agentes, aguardando novas ponderações, mas antes que Craig, Khloe ou Yuka pudessem se manifestar, Andy emite um breve assobio enquanto olha em direção ao grande telão luminoso, abrindo um sorriso enquanto tece um comentário.


    Whoa... mas isto é... isto é o que eu chamo de uma bela chica! - afirma o salvadorenho mantendo o sorriso enquanto aponta em direção ao retrato da agente Shelena Bekker - Loiras e de olhos puxados são interessantes também... mas uma bela morena tem uns pontos a mais no meu livro... - complementa Andy enquanto move a cabeça em sentido afirmativo, porém o salvadorenho parece compreender o olhar de reprovação lançado por Hill, fazendo-o mudar de assunto subitamente - É... quero dizer, sendo uma bela chica ela deve ter se infiltrado com facilidade nessa "SWAT"... certo?...


    O agente então olha para os lados checando as reações dos demais enquanto força uma expressão de seriedade, tornando a olhar na direção de Hill na sequência. A comandante desfaz o olhar repreensivo, parecendo chegar a conclusão de que não devia esperar uma colocação mais racional de Andy, entretanto, o agente certamente tinha alguma funcionalidade para a missão discutida, ou não teria sido convocado à equipe. Logo após o momento embaraçoso, os agentes notam as portas do elevador se abrindo, saindo do interior deste a agente Hara, que passa a caminhar em direção aos demais.



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    Khloe Sanders - Narração

    Mensagem por Brujah Girl em Ter Out 18, 2016 9:49 pm

    Khloe que tinha a mochila nas costas, ao ouvir o pedido de Yuka, retira de sua mochila um bloco de notas com uma caneta e entrega para Yuka, dizendo-lhe de forma gentil:

    – Aqui está. Pode usar as folhas do fim para poder arrancar depois.

    A loura seguia ouvindo as respostas de Hill. Kussar estava no interior da SWART ou em suas proximidades quando a foto foi enviada e o fato do sinal de seu celular ter cessado após o envio da mensagem era muito intrigante. Um sinal de que talvez ele mesmo tenha tirado a foto e a seguir passado por aquela estranha porta? Uma queima de arquivo? A questão do possível desentendimento com o irmão poderia reforçar um pouco essa possibilidade. Qual seria o motivo da discussão? Talvez essa informação pudesse ser uma peça importante no puzzle que tinham.

    A revelação de uma agente infiltrada na SWART e da informação que esta já descobrira, era no mínimo intrigante! Um mecanismo para abrir qualquer tipo de fechadura? O que seria isso? Khloe estava concentrada, considerando as informações recebidas, quando o comentário de Andy quase faz com que ela revire os olhos. Será que ele estava prestando atenção no que tinham pela frente ou sua atenção só era obtida quando via alguma mulher? Esperava que ele não fosse do tipo estúpido, mas ele devia ter alguma boa utilidade, do contrário não faria parte do quadro da SHIELD. Bem, pelo que via, ele devia ser tipo um tanque, cujo real potencial só pode ser visto em campo, assim esperava.

    Hara retorna e Khloe que ainda pensava sobre as possibilidades, resolve se manter calada, esperando por novas informações.


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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por hitoshura em Qua Out 19, 2016 12:14 am




    Craig Armstrong




    Craig ouvia a resposta de todas as perguntas enquanto coçava sua barba, hum, tinha muitas coisinhas aqui e ali, ele sentia falta do seu laptop, com ele poderia fazer qualquer coisa muito mais facilmente e rapidamente, o mesmo investigava o poder de processamento daquele computador e os softwares nele embutidos enquanto ouvia as perguntas e respostas de Maria Hill, no fim aquele computador tinha um propósito diferente, que era uma interface amigável, ele precisava de um computador de verdade, algo que apenas geeks entenderiam, algo que fizesse sua mente explodir e suas calças ficarem mais volumosas.



    -- Huuuum... *Ele dizia finalmente.* --... Então vocês se comunicaram com a operadora? Old School. Seria bom um pouco de redundância. Se me der acesso a um computador turbinado eu posso confirmar mesmo a veracidade da informação, assim como trabalhar para melhorar a resolução da imagem, Processamento Digital de Imagens é sempre divertido...


    E então ele olhava para cima e para lugar nenhum por alguns instantes pensativo. Havia algo errado naquela história toda, por que Maria Hill havia descartado totalmente a possibilidade da informação estar certa? Fazia sentido na cabeça dele, mas talvez ele só estivesse Andyzando naquele momento... Ou será que faria sentido? Com a pergunta de Yuka, ele dizia:


    -- Oh, tem um software para reconhecimento de voz nesse computador, quer que eu coloque no modo de gravação? Acho que ele tem a opção para Japonês também, oh, ele é um tradutor, legal. *Ele dizia casualmente*

    E com isso respondido, ele agora vasculhava o lugar em busca de algo bastante específico... Sim, algo o qual ele sentia muita, muita, muita falta. Depois de tanta excitação ele queria muito um pouquinho de café naquele instante, só para turbinar um pouquinho o cérebro e fazer a máquina funcionar direito? Se ele encontrasse, ia se servir e só depois voltava ao grupo, com uma expressão totalmente de palerma. Caso contrário, ficaria só na vontade mesmo, não seria algo que ele pediria para Maria Hill. Pensar nisso o fez imaginar Maria servindo-o uma xícara de café e perguntando quantos cubinhos de açúcar ele queria, e então quebrando a xícara na sua cara e usando o caco para cortar seu pescoço, sim, Hill era totalmente uma psicopata na sua imaginação.



    -- Eu posso estar indo no modo burro aqui, mas... Por que você descartou a possibilidade do sinal ter vindo de fato da sede da SWART ou de suas proximidades? *Ele coçava a cabeça* -- Digo, eu não sou um grande fã de teorias de conspiração, mas faria sentido erguer a sede da sua empresa sobre um lugar de interesse, é uma boa fachada se o que você quer realmente encontrar está no meio de uma cidade... Qualquer barulho seria para "testes de equipamentos para perfurar diamantes" ou algo assim... *Ele fazia aspas com as mãos* -- Mas o que me intriga mesmo é esse mecanismo capaz de abrir qualquer fechadura, saber isso nos dá informações valiosas. Digo, eles trabalham com diamante, o material com uma das maiores durezas do mundo, quer dizer que essa entrada é de um material mais resistente que diamante? Improvável. Talvez essa passagem tenha mecanismos de proteção, auto-destruição ou similares. O que significa que é digital... E de fato, para uma passagem digital pode existir um mecanismo capaz de aprender com ela até ser capaz de abri-la, mas dependendo da complexidade isso demora, ou seja, mesmo depois que o equipamento chegar ainda teremos um tempinho.









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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Gakky em Qua Out 19, 2016 8:59 pm

    Yuka fica intrigada em como o sinal pode ter vindo de dentro da SWART e ainda assim o empresário não ter sido visto no local. Sobre ter várias minas, Yuka sente um desânimo, não daria para ir investigar cada mina atrás daquele portal. Além disso, como Maria Hill disse, poderia ser de outro lugar além das minas.

    - Essa discussão entre os irmãos é suspeita... - Comenta em voz baixa pensativa.

    Logo Yuka observa a imagem do cartão da Shield. O que Maria Hill dizia era muito interessante e misterioso. Seria uma chave mestra que abriria qualquer fechadura? Ou outra coisa? Pensava consigo mesma. Poderia não ser também uma chave, mas outra coisa, seria apenas a metáfora utilizada. De repente o assobio de Andy corta os pensamentos de Yuka. Depois do comentário dele, ela realmente queria não ter ouvido isto. Ele parecia claramente comparar ela e a Khloe, típico de um machão conquistador, ninguém pediu que as comparassem, sua colocação não tinha lógica.

    Quando Klhoe lhe empresta o bloco de notas, Yuka agradece:

    - Obrigada, isso vai ser útil.

    Yuka abre o bloco e vai até as últimas páginas onde começa a anotar algo enquanto ouve Craig falar sobre tecnologia, o modo dele falar o fazia parecer que amava trabalhar com essas coisas. Ela meio que não compreende o comentário dele sobre o tradutor. No caderno, ela começa a anotar as informações que possuía.

    Anotações:
     

     Kussar (Enviou a foto do portal) - Sócio da SWART - Mineradora de diamantes que não é ilegal
     Kussar provavelmente têm pontos de vista diferentes do irmão
     Equipamento adquirido pela SWART - abra-te-sésamo' em qualquer fechadura
     Infiltrar-se na mineradora - não dá, há várias
     Imagem do portal - Desconhecida
       
     - Andy machão metido, porque não se olha no espelho? - Japonês


    Yuka para um momento de anotar, ela não era boa em desvendar mistérios, era certo de que preferia trabalhos mais manuais do que mentais, mas pergunta gesticulando com a caneta na mão:

    - Podemos ter contato com a esposa de Kussar? Talvez ela saiba algumas coisas sobre ele que podem ser uteis. Ela nem precisa ficar sabendo que fomos pegar informações... Talvez com um disfarce possa ser útil...

    Enquanto falava, Yuka não nota que acidentalmente rabiscou o rosto com a caneta. Sempre acontecia isso com ela quando estava distraída.
    Darkwes
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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Darkwes em Qui Out 20, 2016 1:10 am




    Base de Operações Medusozoa. Oceano Atlântico.

    Enquanto Hara se aproximava do centro com um certo olhar de desconfiança em direção à Andy, parecendo ter conhecimento do comentário desconexo proferido pelo salvadorenho instantes atrás, Maria Hill ouve o comentário de Craig a respeito da confirmação das informações obtidas, ponderando a respeito sem nenhuma demora.


    Na realidade não, não fizemos contato direto com a operadora. - afirma Hill recostando levemente na grade lateral - Obtivemos essa informação através do relatório policial a partir da comunicação do desaparecimento de Kussar... não acredito que a SWART tenha poderes ou se importe em manipular as empresas telefônicas locais, mas é uma possibilidade que você pode checar. Quanto a um computador... o computador com maior capacidade de processamento está em outra sala, este aqui é mais focado a repassar instruções mesmo.


    Logo após Hill concluir o que dizia, Hara se aproxima da comandante e diz algo num tom de voz praticamente inaudível mas que a superior demonstra compreender acenando positivamente com a cabeça. Na sequência, a oriental se posiciona ao lado da comandante, juntando as duas mãos atrás dos próprios quadris e mantendo o olhar firme na direção dos demais agentes. Hill então argumenta novamente, ainda a respeito do que Craig havia mencionado.


    Quanto a melhorar a qualidade das imagens, pode ser uma boa ideia... mas no momento nossa arqueóloga especialista em dialetos antigos locais, história e mitologia do continente africano não está a bordo para analisar estes símbolos... de fato, esta é a agente Shelena Bekker. - afirma Hill, em seguida ponderando a respeito do que acabara de dizer - Não que eu esteja certa de que estes símbolos são locais, mas é uma possibilidade que não descartamos.


    Para a surpresa de Craig, ele avista sobre uma das mesas laterais uma máquina de café com diversas opções dentre as quais café preto, cappuccino, com chantilly, etc. Após se energizar com a bebida de sua preferência o norte-americano faz ainda novas ponderações que forçam Hill a pausar por alguns instantes antes de se pronunciar.


    Bom, não é uma possibilidade inexistente. Mas o edifício no qual está localizada a sede da SWART hoje, do qual a fotografia teria sido enviada, não é originalmente da mineradora. - Informa Hill enquanto desencosta da grade e fita a fotografia do edifício na tela - Este fora construído em 1970 e servia de sede principal do Trust Bank local, tendo sido adquirido pela SWART em 2003 por conter um dos maiores e mais seguros cofres do mundo onde, supostamente, guardam seus diamantes.


    Após a afirmação de Hill, Andy que ainda parecia um tanto desligado repentinamente desencosta da grade lateral e bate os dois punhos enquanto abre um sorriso e faz um comentário a respeito do que acabara de ser dito


    Cofre com diamantes?! Eu ouvi direito?! - Indaga o salvadorenho - Isto é bem suspeito! Acho inclusive que devemos investigar este cofre, sabe, só por precaução, deve ter algo mais aí, algo que incriminem esses caras e estão escondendo nesse cofre! Então entramos lá damos uma espiada, me gusta essa ideia... sabe tenho até um equipamento que pode servir pra abrir esse cofre... - afirma Andy enquanto coça a própria barba parecendo imaginar-se invadindo o cofre da mineradora.


    Ao contrário de Andy, Maria Hill parece não gostar da ideia, mas antes que pudesse dizer algo, Hara toma a palavra retrucando as colocações do salvadorenho, enquanto se mantém imóvel na mesma posição de antes.


    Isto soa extremamente estúpido pra mim... - afirma a japonesa sem fazer rodeios - Invadir a sede de uma empresa desse tamanho e proceder ao cofre onde devem existir todos os sistemas de segurança que o dinheiro pode comprar por haver uma possibilidade de existir algo que a incrimine lá dentro... - completa Hara, aparentando não captar a intenção original de Andy com a ideia por ele apresentada.


    Enquanto os dois agentes argumentam, Hill se volta novamente na direção de Craig, dando sequência na linha de raciocínio do agente que mencionara a respeito do misterioso dispositivo capaz de "abrir qualquer fechadura".


    É realmente intrigante, mas no nosso ramo de trabalho temos de nos acostumar a ver coisas improváveis, então é possível que este "portão" não possa ser simplesmente aberto mecanicamente ou perfurado. Não sem ser destruído talvez. - Pondera Hill visivelmente pensativa - Talvez seja algo tecnológico, ou talvez seja algo completamente diferente... não podemos afirmar sequer se é natural deste planeta apenas observando a fotografia... mas espero que tenha razão e não possam destrancá-lo de imediato.


    Instantes após Craig fazer todas as suas ponderações, Yuka conclui suas anotações e questiona a respeito da possibilidade de interrogarem a esposa do empresário desaparecido. Hill parece fazer menção de responder, mas antes de fazê-lo, Hara novamente se pronuncia.


    A esposa é Jasmine Kussar, 53 anos, ex-modelo, estilista, ativista do PETA e com os bens e investimentos do marido desaparecido terá muito mais dinheiro do que o necessário para viver o resto da vida com todo o luxo e extravagância que desejar. Só consigo vê-la se beneficiando caso Kussar não reapareça, então não estou certa de que ela tenha sido completamente sincera diante da polícia sobre o que sabe a respeito do caso... mas isso não quer dizer que tenha alguma informação relevante. - Pondera a agente sem mudar sua expressão facial, em seguida olhando diretamente para Yuka - O que a leva a acreditar que ela possa dizer algo a mais se a interrogar usando um disfarce?...





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    Re: Ato I - Início

    Mensagem por Gakky em Sex Out 21, 2016 4:50 pm

    Yuka presta atenção as informações e as anota. Ela acredita que seria melhor se tivessem um especialista em mitologia, mas teriam que dar um jeito sem isso. Logo Andy volta a falar, Yuka se surpreende que dessa vez não era sobre o sexo oposto, finalmente, embora a ideia dele parecia bem louca. Não que não fosse curioso saber o que tem no cofre, mas não podiam arriscar entrar em um lugar que poderia nem ter nada de útil, pelo menos era o que ela achava. Ela ia comentar algo, mas Hara agiu primeiro e o rebateu de uma maneira bastante fria.

    Yuka se encontrava quase distraída anotando, quando Hara lança uma pergunta diretamente para ela. Sentindo os olhares em cima dela, responde:

    -  Bom... Eu pensei que poderia tentar descobrir a partir dela alguns interesses do marido, como seu hobbies, pessoas com quem ele andava... O que costumava comprar, talvez essas coisas simples possam dar uma direção a nossa investigação. Por exemplo, se ele gostava de mitologia africana, seria um motivo para suspeitar. Até mesmo ter acesso as viagens dele poderia ser útil, eu acho... Acho que quanto mais soubermos dele, poderemos ampliar nossas possibilidades e clarear a investigação. Podemos descobrir porque ele estava discutindo com o irmão também... e se eles se davam bem... se não, porque discutiam... Coisas assim...

    Depois de falar, Yuka não sabe se falou besteira ou não, ela se dá muito melhor com máquinas, não era boa detetive, mas se esforçaria para ajudar no que puder. No momento ela só queria o máximo de informações para saber onde agir. Ter apenas uma fotografia sem identificação, era como um tiro no escuro. Talvez pudessem clarear melhor as informações e até mesmo entender a relação que Kussar tinha com os outros homens da empresa.

    Anotações:

    Kussar (Enviou a foto do portal) - Sócio da SWART - Mineradora de diamantes que não é ilegal
    Kussar provavelmente têm pontos de vista diferentes do irmão
    Equipamento adquirido pela SWART - abra-te-sésamo' em qualquer fechadura
    Infiltrar-se na mineradora - não dá, há várias
    Imagem do portal - Desconhecida (sem especialista para examinar)

    SWART se localiza no antigo Trust Bank local - Banco com cofre muito seguro, onde devem guardar diamantes.

    Quem é Kussar?
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    Re: Ato I - Início

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