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    Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores

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    Mensagem por GodsCorpse em Sex Jul 17, 2020 1:46 am


       
           
           
       

               

                   
    Jason escreveu:Papai tem muito orgulho de mim. Ele diz sempre todo dia.
                   

    Franco acena a cabeça positivamente - Nunca deixe ninguém fazer 'cê acreditar que é menos do que o melhor do mundo, sacou? - deu um afago na cabeça do garoto. Quando Amy puxou ele dali, fez uma piscada "secreta" de brincadeira para ele também, com um sorriso no rosto.


                   

    Franco fica feliz em sua história fazer, pelo menos, parcial sucesso - É, pobre coitado. Ele não vivia de poker que nem 'cê, mas morria pelo poker. Acho que chega idade em alguns que não tem mais que fazer né.. Sebastian então falaria algo que não parecia estar síntono com a história, mas depois acha que pegou a mandinga do rapaz - Tio Will deve saber viver então heheheh... É, faltava uns exercícios para ele. Além de levantar a cerveja e a bunda para mijar, claro. Hehehehehehh... Jogar depois de você me dizer que é um trapaceiro Rich? Tô dentro. - chegou a lamber os beiços com a oportunidade de jogar e perder.


                   

    Connor chega na trama quando já tava perdendo uma mão para Richard quando foi para o tom sério. Francis entregava as cartas encarando o colega, também sério, indo devagar. Quando falou "sacanear o lobo", o estômago deu uma esfriada e parou de dar as cartas. Esse é o tipo de momento onde o brother chega na mesa perguntando se tem dicas para pegar a garota linda dançando na pista, sem saber que é irmã do maluco armado. Quando fizeram menção ao totem, Franco engoliu seco. Não era só a irmã na pista, era a prima também. A tensão escala, assim como sentimento de fúria do espírito daquele lugar, era para vir. As crianças não estão na sala...


                   

    Então todo mundo ri. Porra, Franco ri junto, como se tivesse caído na piada, mas logo para de rir e dá uma olhada para Connor com cara de cagado.


                   
    Connor escreveu:Na cooperação eu concordo contigo, mas eu to dando minha palavra de honra que eu ajudo as crianças se algum dia elas precisarem, e isso tá acima de qualquer politicagem de protetorado e o caralho que for.
                   

    Francis se mete, complementando a fala - Tio Franco não é tio sem ninguém para "sobrinhar" heheh... Mas aqui ó Rich. Tu me roubou o Ás caralho. - apontou para uma das cartas de um jogo que nem começou ainda, já colocando o assunto em outro lugar e engrenando uma história escocesa de sereia que terminava com um navio coberto de semem. Mas até era engraçada - Ô ô.. me lembra aí. Não era para ter mais um brother chegando para nós conhecer?


               

           
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    Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores - Página 2 Empty Re: Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores

    Mensagem por Wordspinner em Sex Jul 17, 2020 7:35 pm

    Olena segue o caminho sem olhar para trás. Ela segura o ombro de Laura como um cumprimento. As duas perto do fogo. Rindo e fazendo graça e mexendo nas coisas. Mesmo assim Olena ainda parece triste debaixo dos dentes a mostra.

    Axel escreveu: - Tá tudo bem? Quer que eu pegue alguma coisa na cozinha para ela?

    "Wendy tá perdida. Você não pode ajudar, não. Mas tudo bem. A gente ia brincar com as luzes, mas o Nicky disse que ainda não." Ela sorri e o fixa com olhos penetrantes que parecem ver dentro de você e através também. Nesse momento ela parece absolutamente lúcida e bem. Alegre. Nicky só sacode a cabeça e continua levando ela para uma cadeira. Ela não resiste. Até inclui ele na conversa que está tendo com o ar. Só que agora ela sussurra.

    Francis escreveu: Nunca deixe ninguém fazer 'cê acreditar que é menos do que o melhor do mundo, sacou?


    O rosto do menino se ilumina mesmo ele sendo arrastado. Ele queria muito ficar mais. Porém não luta muito contra a uratha que não parece ter nem vinte anos.  

    Francis escreveu:Tio Will deve saber viver então heheheh... É, faltava uns exercícios para ele. Além de levantar a cerveja e a bunda para mijar, claro. Hehehehehehh... Jogar depois de você me dizer que é um trapaceiro Rich? Tô dentro.

    Sebastian mantem a cara esquisita "Você não tem a menor ideia." Como se fosse explicar, mas não o faz. Então olha para as pessoas e para Francis, "Um dia desses vou pro Japão comprar flores, Tokyo é selvagem." Os olhos animados, vivos e sem nenhum traço do snobismo habitual. Como se ele estivesse prestes a te convidar para roubar um banco e torrar a grana em Vegas. Mas Richard começa a dar as cartas "Você é ganhou uns pontos agora. Seja por coragem, ousadia ou pela simples apreciação a trapaça."

    No fim do jogo quando você fala das cartas ele simplesmente dá de ombros e diz "Asia tava me dizendo as suas cartas. Assim é mais fácil saber o que eu posso fazer. Poderia pagar para você perder no clube as vezes. Talvez até ganhar um pouco também para melhorar minha reputação." Ele coça o queixo.

    Connor escreveu: Se Urathas não dão boas babás Amy tá provando vocês errados. Cala boca véi, Amy é uma mãe sensacional!

    Richard concorda com a cabeça "Ela tem nosso totem. Dá Fúria... ajudando ela, nem todo mundo tem a mesma sorte. Aquelas crianças também são uma benção, mesmo sendo meio esquisitonas. O que? É verdade. Quem já ganhou um desenho do Arys sabe... Ou ouviu uma história da Ilona. Mas a verdade é o que levaria um pai apertar o próprio punho de raiva pode jogar um de nós em Dalu. Amy tem a corrente quebrada dela, aconselho como um ótimo ritual. A gente não tá só dando cabeçada no escuro com as crianças. A gente tem umas camadas de proteção. Se tudo der errado Sebastian é ótimo em acalmar alguém que caiu na fúria mortal. Mas você tá certo ela é sensacional e mesmo assim, talvez por isso mesmo, não deixaria o Jay de babá. Apesar de tudo é bom saber que se a próxima presa devorar a gente alguém vai ajudar nosso pessoal." Richard parece muito mais entediado que ofendido. Como um magico explicando um truque contra vontade. Ou um trapaceiro pego pelo dono do cassino.

    Francis escreveu:me lembra aí. Não era para ter mais um brother chegando para nós conhecer?

    Sebastian é quem responde "Loba Sem Sombra tá trazendo ele. Alguma hora ele chega. Pelo que eu ouvi o cara é o sonho molhado de vocês, Lua nova, Sombra Descarnada." As ultimas palavras ele diz bebericando chá fumegante que ele se serviu enquanto falava. Ele não olha para nenhum de vocês. Só para água quente e amarela na sua xícara pequena demais para as mãos grossas e fortes.

    Connor escreveu:A caçada tá aí pra todo mundo e cada um decide dar o sentido que quiser a ela, pra mim ela é só a consequência de que o grande tem que fazer quando o pequeno não pode.


    Asia responde colada ao ouvido "Grande e pequeno. O que o pequeno tem que fazer nesse mundo?" Ela deixa os lábios tocarem a orelha de Connor e recomeça a falar "A linha é você que risca, todo Farsil Luhal sabe disso." O calor da respiração se espalha pelo rosto. Os seios fazem pressão nas costas. As pontas dos dedos deslizam bem devagar pela barriga.

    Anne busca Shaw, o segura pela cintura e puxa para a mesa. "Quando isso aqui acabar, quer dar uma volta na minha moto? Cê pode me mostrar o seu quarto antes de eu sair da cidade." Ela desliza a mão até prender o polegar em um passante da calça de Shaw. Ela deixa o rosto bem perto. Perto o suficiente para morder de novo. O rosto claro cheirando ao suor misturado das duas garotas. A pele rosada do esforço da dança. A respiração só um pouco acelerada escapando pelos lábios partidos.

    Amy volta sem camisa. A roupa enrolada na cintura. James fica imediatamente incomodado. Laura sorri com a boca cheia e bate no ombro do carpinteiro. Os outros uivadores parecem inalterados. Até quando ela tira uma garrafa de água do gelo e vira na própria cabeça até a ultima gota antes de chegar perto da mesa. Enquanto ela fica mais branca James fica mais vermelho. "Tenho um casaco aqui Amy" Ela pega o casado e o amarra no ombro do irmão. "Tá lindo assim. Eu to com calor cara." Ela olha para os pratos de comida e depois para as pessoas. "Gostando da carne? Eu que cacei. As linguiças eu cacei no mercado." Ela parece pedir desculpas. Depois ela percebe o irmão encarando e adiciona outra pergunta apontando para o torso nu "Alguém se importa? Correr com eles me deixa exausta e depois do desafio... Vou ficar com calor até amanhã." Ela se senta ao lado de Sebastian que segura sua mão. Aperta com carinho e solta.

    Asia puxa a própria blusa que deixa a barriga a mostra medindo o quão molhada ela está. Anne ri como uma menininha sussurrando no ouvido de Shaw.

    Olena que está de casaco parece ter levado um balde vazio na cabeça. Duas garrafas sem rotulo nas mãos. Amy tira uma delas de sua mão e finge que vai beber. Mas joga ela para Axel. Antes mesmo do 'não' alto demais sair da boca da loira. A uratha sorri cheia de dentes como uma adolescente expondo a colega. Olena fecha os olhos e depois sua voz soa doce e formal ao mesmo tempo. Perdida no meio do caminho "Prova. É boa, eu juro."
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    Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores - Página 2 Empty Re: Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores

    Mensagem por Ankou em Sab Jul 18, 2020 12:11 am






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    O grandalhão estendeu o braço com o punho cerrado pra que Franco desse um soquinho, havia um olhar verdadeiro de companheirismo e aceitação dele, aquela promessa não era leviana e ele parecia satisfeito de poder contar com a ajuda e compreensão de Franco.

    A mijada havia sido longa, já tinha perdido a conta das cervejas talvez fossem quatro ou cinco, o Connor que voltava do banheiro não era o mesmo Connor que havia entrado nele, o rosto visivelmente avermelhado como se tivesse tido algum tipo de excitação ou sentido alguma dor, a barba morlhada e os cabelos voltados pra trás, pensativo, a leveza havia ido embora.

    Passou na parte do bar e puxou um banco alto, dessa vez de madeira mais robusta que a porcaria da cadeira, o colocou no lugar dela e retomou a conversa de onde havia parado, se sentava mas ficava quase de pé naquele tipo de banco sem o apoio do balcão.

    Sentia as mãos de Asia retornarem pro seu corpo, dessa vez a iniciativa era dela, ele sorriu de maneira discreta por um instante, mas focou nas palavras de Richard que explicava uma das vantagens de ser patronado pelo Asa Negra, ainda que parecesse meio a contragosto.

    - Ele faz de vocês o Hulk? – Tentava sanar a curiosidade, se é que a relação uratha totem tinha alguma explicação em palavras – Vocês suportam tanta fúria que quase não tem pra onde ficar irritado né? Ou ele funciona como um para raios? – Não sabia de verdade talvez a coisa tivesse funcionado diferente pra ele, possivelmente tinha funcionado diferente. Mas talvez entendesse melhor o motivo de Amy ter espancado Atiçador quase até a morte, aquele troço era uma avalanche de fúria tudo que se podia fazer era se abrigar dela ou torcer pra não ficar no caminho.

    A cabeça de Connor se vira levemente, ele toma o tom baixo de Asia e a responde do mesmo modo – Lembrar o grande o que é importante de ser protegido. – Quando os lábios dela tocam-lhe a orelha ele visivelmente sai do eixo, dá pra ver a veia saltar na testa de excitação, ele dá um sorriso torto e mordisca um dos dedões da mão, mas não fala nada sobre a linha, ele gira o corpo e dessa vez ele não faz qualquer rodeio. Mal dá pra ver Asia quando ele vira de costas pra mesa, mas dá pra ouvir o barulho dos corpos se chocando quando ele puxa ela pra perto e pra quem quisesse ser mais atencioso a canção das respirações aceleradas, com uma mão enterrada nos cabelos ele deixava sua língua se entrelaçar com a dela num único beijo longo. Descolou seu rosto do dela arfando, e a ergueu só um pouco, dava pra ver os pés dela se descolando do chão, a lambeu da clavícula a maçã do rosto sentindo o gosto salgado do suor na língua, o barulho que acompanhava a lambida não era um rosnado, tampouco um gemido, mas algo entre o lobo e o humano, primal e incompreensível, mas que dava pra entender perfeitamente a satisfação dele, ao mesmo tempo em que mentalmente se perguntava quando aquele negócio de lamber tinha começado lhe excitar daquela maneira. – Porra pequena, assim tu acaba comigo, só consigo pensar em caçar ou...– a voz saia sussurrada, deu uma risada silenciosa e sacana.

    Perdeu a história de Franco, nem prestou atenção no ás roubado se virou e deu de cara com Amy sem nada que cobrisse a parte de cima – Ô carai!!! – ele virou o rosto quase que automaticamente, mas era mais por reflexo de que por pudor, passou reto direto pra mesa das bebidas e abriu mais uma cerveja enquanto escutava ela repreender o irmão por estar metade nua, não segurou uma risadinha, tirou a camisa também e jogou por cima da jaqueta na guarda da cadeira, dava pra ver o suor serpenteando pelos músculos trincados abaixo, ainda que o calor dele fosse de outra coisa.

    - O que é justo é justo, agora somos dois. – era a resposta dele quando ela perguntava pros presentes se eles se incomodavam, dava de ombros e com isso uma golada na cerveja, seu foco agora não era os peitos de Amy, que por sinal tavam muito bem e obrigado.

    - Mal atrapalhar seu joguinho com o Franky aí, mas a gente pode levar um particular, não vai demorar muito. – falava se dirigindo a Richard, havia coisas que ele queria perguntar, mas não queria nem falar na primeira língua ali, tampouco deixar com que os sangue do lobo soubessem do que não precisavam.

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    Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores - Página 2 Empty Re: Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores

    Mensagem por GodsCorpse em Sab Jul 18, 2020 12:41 am


       
           
           
       

               

                   

    Franco devolve o soquinho para Connor e dá uma bufada - Na trave. Na trave.


                   

    - Tokyo? Seu maldito. Eu nunca tive a pergunta na cabeça, mas como é os Uratha Japorongas? 'Cês sabem? Não consigo imaginar eles fazendo um churrasco e uma bebida boa como a nossa. Heheheh.


                   
    Richard escreveu:Asia tava me dizendo as suas cartas. Assim é mais fácil saber o que eu posso fazer. Poderia pagar para você perder no clube as vezes. Talvez até ganhar um pouco também para melhorar minha reputação.
                   

    Francis já estava coçando a cabelereira de tanto tentar achar onde o Richard havia trapaceado e ficou mais tranquilo com a resposta - Ah pô! Nem precisava. - virou para Asia - Para um rostinho desses, eu entregava até as cuecas pro Rich aqui heheheheh...


                   

    Desenho da Arys, história da Ilona... Era o tipo de coisa de misticismo no mundo dos Uratha que deixava Franco intrigado. Era como uma família de espiritas com capacidade de virar máquinas de guerra. Porra, era exatamente isso. Mas quanto ao totem, Welsh não parava de pensar como era irônico um totem da Fúria no meio de uma galera tão "tranquila". Mas explicou a surra que Amy deu no Atiçador. Para ele, faria mais sentido a Legião de Sangue ter esse totem, mas nessa gente? Seu grupo ainda não tinha o próprio totem, então não compreendia onde podia levar isso mesmo. Talvez o totem da fúria seja o melhor para controlar a fúria? Pensou. Mas como Richard disse: "o que faria um pai fechar o punho, poderia jogar eles em Dalu".


                   

    - Heh, se fosse meu pai, taria andando de Garou todo dia.


                   
    Connor escreveu:Vocês suportam tanta fúria que quase não tem pra onde ficar irritado né? Ou ele funciona como um para raios?
                   

    - Pô! Não pergunta do totem do cara mano! - exagerou uma cara de incomodado, brincando e voltou para o Richard - O cara não para.... Mas sério, como funciona? - sorriu.



                   
    Sebastian escreveu:Pelo que eu ouvi o cara é o sonho molhado de vocês, Lua nova, Sombra Descarnada
                   

    - Não sabia que tinha encontrando minhas revistas masculinas, Seb. Podia ter pedido emprestado hehe... Com isso somos cinco. Temos que fazer um churras semana que vem pra galera então.


                   
    Amy escreveu:Alguém se importa?
                   

                                       
                       

    - De jeito algum.


                   

                   

    Franco não podia esconder a malícia no sorriso nem no olhar. E manteve o olhar quando a garota apertou a mão de Seb e olhou para James discretamente, antes de voltar às cartas - Bom! Eu também vou tirar meu casaco porque toda essa garotada suando ta aumentando a minha pressão e eu não sou mais o garanhão de ontem. - tirou o casaco preto que ia até a altura das coxas e arregaçou as mangas da camisa branca. Connor foi então e tirou a camiseta. Franco pensou, colocou a mão na camiseta, olhou ao redor. Tirou a mão da camiseta.


                   

    Alias, as linguiças estão uma delícia - pausou com a cara de quem iam zoar a conotação como quinta-série e depois continuou - Eu não teria caçado melhores. Olena! Consigo uma? - colocou a mão no ar.


                   
    Connor escreveu:Mal atrapalhar seu joguinho com o Franky aí, mas a gente pode levar um particular, não vai demorar muito
                   

    Franco se levantou da cadeira - Mas tu me disse que usou pilula.. - riu alto e botou a língua pra fora. Deu um tapinha no ombro de Connor e o seguiu - Claro. Abre teu peito para o tio Franco. Ou abre menos, teu ta todo de fora heheheheh.


               

           
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    Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores - Página 2 Empty Re: Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores

    Mensagem por Faor em Sab Jul 18, 2020 12:15 pm



    - Wendy. - Ele repete o nome, quase num assopro só ao alcance de Axel e Anne e sente um nó no estômago. Shaw ignora a conversa em torno da jogatina mas novamente escuta um nome em que estava pensando mais cedo, Loba sem Sombras, quando percebe Anne com braços abertos para agarrá-lo. Zero resistência.

    - Pode ter certeza que eu vou mostrar. - Ele passa um braço pela cintura dela e segue com ela para a mesa. Os cheiros são todos enebriantes e o apelo instintivo é forte demais. Shaw e Anne são pura intimidade ali mas nem isso impede ele de focar em Amy exposta daquele jeito. A reação de Vermelha como o Sangue só o provoca mais. - A turma do jogo é aquela ali... Eu não vou aumentar a minha aposta e arriscar a minha sorte. Já estou levando para casa mais do que eu podia esperar hoje. Se bem, que parece que eu é que sou o prêmio, não? Hoje você é caçadora aqui. Para mim está ótimo como está, de verdade. Mas eu vou dançar a sua música hoje, ok? Quer realmente tentar?

    Ele aperta ela e arranca uma série de beijos antes de qualquer resposta. Quando ela olha para ele fica muito claro alguma perturbação. - Wendy? Quem era? - Outra vez a voz é fraca, quase sem som.

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    Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores - Página 2 Empty Re: Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores

    Mensagem por Bravos em Sab Jul 18, 2020 4:10 pm




    Axel Brown

    Muitas coisas estavam acontecendo ao mesmo tempo e Axel ainda estava um pouco chateado com a bola fora dada com Olena. Shaw falou sobre Connor e a dança com os Uivadores. - Eu percebi... Ele quase morreu algumas vezes. Mas acho que podemos confiar no autocontrole desses caras. - O mesmo passava ali para ir ao banheiro.

    Rebecca falava sobre Wendy, que estava perdida. - Quem é Wendy? - Sentiu-se atravessado pelo olhar da mulher. Nicky estava com cara de caixão, Axel procurou os olhos dele, para ver se denunciavam algo. Mas agora ele já se afastava com Rebeca até a cadeira. Shaw novamente lhe fala, repetindo o nome Wendy. - Você sabe quem é?

    E então a coisa parece mudar muito de figura. Os colegas põe para fora as tensões que se transformam em agarrados. Axel fica um pouco surpreso, mas imaginou que não deveria. Amy passa desnuda da cintura para cima. Ele arregala um pouco os olhos como se perguntasse se era normal aquilo ali. Se fosse uma festa universitária sim. Ela lhe passou uma cerveja sem rótulo. Olena pareceu não querer que a cerveja chegasse à sua mão.

    - Você que fez? - Ele abre e a 'fareja' procurando saber o que tem lá dentro. Quem faz suas próprias cervejas costuma gostar de personalizar sua própria receita. - Um bar com a própria cerveja tem a faca e o queijo na mão! - Dá o primeiro gole, experimentando.






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    Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores - Página 2 Empty Re: Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores

    Mensagem por Wordspinner em Seg Jul 20, 2020 9:22 am

    Francis escreveu:- Tokyo? Seu maldito. Eu nunca tive a pergunta na cabeça, mas como é os Uratha Japorongas? 'Cês sabem? Não consigo imaginar eles fazendo um churrasco e uma bebida boa como a nossa. Heheheh.

    Sebastian ri deixando a xícara na mesa "Eles até tentam." Amy logo passa um braço atrás de Sebastian para poder fazer que não com a mão. "Eles vendem a carne mais cara do mundo. Não que eu coma alguma coisa que eu não cacei e matei eu mesma." Ela diz movendo a mão de um lado pro outro. "Eu morei lá até fazer treze. Achava que eles eram agentes secretos e espiões. Mas a verdade é que eu cresci com um pessoal que foi pra lá de todo canto do mundo, os lobos nativos de lá são extremamente individualistas. É muito estranho. Eles tem pouquíssimas alcateias no pais que lutam desesperadamente pra juntar os outros. É meio insano. Mas o pessoal meio que tirou Tokyo deles e os caras ficaram lá todos desconfiados sem a menor noção de como tanta gente tava trabalhando junta." Ela serve água para si mesma e assim que coloca o copo na boca Sebastian aproveita para falar de novo.

    Quando ele fala os outros Uivadores todos parecem afetados de alguma forma. James parece nostálgico. Richard algo entre o esperançoso e frustrado. Asia animada, ainda mais animada parando o que está fazendo com Connor para olhar o companheiro de alcateia. Laura fica imediatamente na defensiva e Olena se concentra em olhar para o fundo da garrafa. "Eles tem uma aliança em Tokyo. O desgraçado não conseguia cooperar com os urathas de Tokyo e chamou um monte de alcateia do mundo todo. Principalmente daqui, na verdade. Isso, o que? vinte e tantos anos atrás ou coisa assim. Eu era um bebê e Amy ainda nem tinha nascido. Mas a cidade é insana. Na maior cidade do mundo eles dividem território. Sem divisas. Recursos e caças compartilhadas. Alguns anos atrás eles conseguiram livrar a cidade dos corvos. Todo ano na estação da hoste eles fazem armadilhas e rituais e quando os corvos chegam, já encontram mais de cem lobisomens armados e prontos e os espíritos da cidade todos virados contra eles. Milhões de pessoas. Centenas de nós trabalhando como uma coisa só." Ele passa o dedo na xícara enquanto fala e quando termina a leva delicadamente a boca.


    Axel escreveu:- Quem é Wendy?

    Nicky balança a cabeça negativamente e resmunga no mesmo sentido. Mas Rebeca te olha como se você estivesse fazendo uma brincadeira esperta, mas nada educada. "Não, ela tá perdida. Ela nem queria tá aqui. Mas fica tranquilo que eu ajudo ela. " Assim que eles se sentam numa mesa ao lado ela começa a rabiscar a mesa com sangue do prato de carne. Ninguém parece se importar. Logo ela fecha os olhos e começa a rezar. As palavras sussurradas e coladas demais para entender.

    Edgar escreveu:Mas eu vou dançar a sua música hoje, ok? Quer realmente tentar?

    Ela deixa um sorriso malicioso cortar o rosto. "Eu gosto do risco. Você realmente não quer tentar? Wendy? Que Wendy?" Ela sobe os dedos pelo lado do rosto dele. "Tá tudo bem?" Os olhos dela caçam uma resposta no rosto de Shaw.

    Connor escreveu:Porra pequena, assim tu acaba comigo, só consigo pensar em caçar ou...

    O sorriso dela é algo ferino, mas excitado. Ela morde os lábios de Connor fechando os olhos. Ainda com o pedaço do outro entre os dentes ela sopra palavras "Ou? Porque precisa ser ou?" Ela aperta os dentes e a dor dá uma clareza maior ao prazer. uma dose extra de adrenalina. Ela abre os olhos claros de novo e cheios de algo selvagem e travesso.


    Francis escreveu:Heh, se fosse meu pai, taria andando de Garou todo dia.

    Sebastian aperta o ombro de Franco como se realmente se importasse. Nenhuma palavra. Amy ao lado dele "Acho que tive mais sorte que você e olha que eu já acordei colada no teto. A mãe do Sebs escorre raiva, ele sofreu antes de chegar aqui. Sofreu quando chegou aqui também. Só nos dois ainda estamos aqui, né? A gente treinou juntos desde antes da mudança. Foi... coisa pra outro dia." Sebastian dá um tapinha leve nas costas de Franco.

    Quem responde as perguntas sobre o totem é Asia. "Ele feito de fúria. Ele vê o mundo nessas cores. Sentimentos são claros para ele. Como eu você podemos ver essa mesa e nem todo o resto ele consegue perceber. Mas ele se alimenta na nossa fúria. Da nossa raiva. Se algum de nos vai longe demais ele sente. Ele sabe. Ele devora a fúria indesejada. Além disso ele reforça nossa habilidade de lidar com os sentimentos. De sentir cada parte. Fica mais fácil resistir quando você percebe o que está acontecendo. Então é bem difícil um dos Seis Uivadores realmente perder o controle." Ela tem um tom de professora, algo sério e expositivo que se desmancha imediatamente quando ela "Tirando o Jay que é um descontrolado que só faz merda." Jay olha para ela desconfiado. Rosto cheio de suspeita e raiva. Os dedos batucam a mesa. "Corta essa Asia, todo mundo sabe que quem arranja confusão atoa é o Sebs." A maior parte dos uivadores ri, exceto Sebastian que parece muito ofendido por uns três segundos. Mas não revida.

    Francis escreveu:- Não sabia que tinha encontrando minhas revistas masculinas, Seb. Podia ter pedido emprestado hehe... Com isso somos cinco. Temos que fazer um churras semana que vem pra galera então.

    Sebastian responde imediatamente "Não achei as suas, mas pode ficar com as minhas se me chamar pra esse churrasco." Sebastian olha bem sério Franco. Richard, do outro lado da mesa, espera impassível uma resposta. Um desafio completamente diferente. Olena entrega a garrafa que estava na sua mão a Franco.

    Ela vira de novo para Axel. "Amy é uma ladrazinha. Mas fui eu que fiz sim. Tem um monte de coisas. Prova. Só ingredientes locais." Ela sorri cheia de expectativa. Ajeita os óculos para não perder um segundo sequer da reação de Axel. O cheiro da bebida é forte e tem aroma de ameixa, morangos selvagens e mirtilos. Mais alcoólica que o normal para o mercado. A bebida mistura doce e amargo frutoso que deixa na boca algo cremoso com gosto de ervas. Muitos sabores. Definitivamente muito alcoólica. A espuma porém parece mais doce e suave que o resto. "Então, o queijo é bom?"


    Richard se levanta com Connor e Francis. Os três seguem até atrás de um bar que está vazio. Richard senta no balcão dando as costas para todas as outras pessoas. "E aí. O que vocês querem?" Ele levanta um dedo imediatamente e pega o celular que está brilhando. "Temos pouco tempo. Loba sem Sombra já saiu com ele." O aparelho desaparece dentro de um bolso diferente. O rapaz magro e mal arrumado ajeita a barba desgrenhada enquanto olha de um para o outro esperando.
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    Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores - Página 2 Empty Re: Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores

    Mensagem por Ankou em Seg Jul 20, 2020 2:46 pm






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    “Urathas japorongas”, aquilo fez com que Connor quase soltasse um spray de cerveja em Franco e Richard, as bochechas se inchavam e ele segurava o líquido com tudo que podia, era impressionante como o cara conseguia ser hilário sem ao menos se esforçar pra isso.

    Ele preferiu o silêncio ouvindo e observando palavras trocadas ali, principalmente quando Amy e Sebastian falavam de Tokyo e como as coisas funcionavam diferentes lá, cada lugar do povo tinha seu modo de cooperação e de lidar com as coisas, mas ele gostava do que ouvia, ele não sentia que Dover era tão diferente assim em sua essência.

    Dava pra ver as veias sob a pele fina saltarem pelo corpo quando ela o mordia, Connor aquela noite descobria prazeres que ele nem imaginava que existiam, uma das mãos desceu pelas costas dela até parar em uma das nádegas, ele puxou o corpo dela de volta pra perto do dele e disse sussurrando, mordiscando uma das orelhas brincando com o brinco com a língua – O ou é só por que eu ainda gosto do mínimo de privacidade que ainda me resta e esses putos tão escutando tudo que a gente ta falando, mas eu meio que tenho uma casa nova, e ia adorar que tu me ajudasse a escolher um quarto e depois deixar ele todo marcado com seu cheiro. – ele se descola e mexe nas calças ajeitando o melhor que pode pro “pacote” na engorda ficar o mais discreto possível.

    Ele escutou a explicação didática de Asia sobre o Asa Noturna, então definitivamente ele funcionava como um para-raios, aquilo explicava muito bem como uma alcateia de Rahus e Irrakas consseguiam se manter nos trilhos, ele ri quando ela sacaneia com o Jay, e definitivamente levava a palavra dela mais a sério do que do moleque, ainda mais que Sebastian parecia de longe ali o cara mais controlado e calmo de todos eles e era exatamente por isso que ele considerava ele o mais perigoso, o cara era todo delicado, a voz sempre serena, parecia um lorde inglês que definitivamente ele não queria saber como ficava quando descia do salto.

    De primeira ele não entende Franco, não sabe se ele é desatento ou faz de propósito, mas ele não se importa que ele os acompanhe, ele se descola de Asia e deixa ela curtir a festa, não queria por estresse na cabeça dela e segue com os dois pra um canto, no caminho pega duas cervejas extras e dá na mão de cada um deles – Tem que colocar combustível pra dentro. – ele diz num tom amistoso e não enrola muito pra começar a dizer o que tem que dizer.

    - Cara eu fui no banheiro e teu totem decidiu me fazer uma visita, jurei que o bicho ia me enrabar lá dentro, caralho velho, como vocês conseguem conviver com ele?! Eu sabia que ele tinha que funcionar de maneira muito diferente pra vocês por que não seria possível! – a voz tomava quase um tom de espanto – Quase arranquei a porra da pia só dele chegar perto! – aquilo explicava bem pq ele havia voltado tão exaltado do banheiro.

    - O negócio é que ele me falou umas coisas que eu fiquei bolado, pra começar acho que ele me confundiu com outra pessoa ou ele tava se referindo a minha tribo a treta que todo mundo sabe que vocês tiveram com a alcateia que deu ruim, mas é um momento de confraternização, nem quero saber disso, mas ele falou mais, ele disse o óbvio que vocês tão apostando, e isso todo mundo sabe, Trovão e Quebra-Correntes cobriram a sua aposta e eu espero mesmo que o pessoal dê valor a isso e faça por onde com que a gente ganhou de mão beijada, mas a aposta que ele falou que vocês fizeram não foi na alcateia, mas em mim. O que tem de diferente comigo Richard? O que vocês veem que eu não vejo, exceto pelo óbvio. – a voz de Connor se mantinha calma o tempo todo, ele parecia apenas levemente ansioso, querendo arrancar respostas de Richard. Sacou o celular do bolso e deu umas dedadas procurando alguma coisa que não demorou pra achar, entregou o celular a Franco – Esse sou eu, um pouco mais de um mês antes da mudança.– Era uma foto, nitidamente do time de rugby da Griffith, dava pra ver diversos alunos alguns com a camisa amarradas na cintura, capacetes debaixo do braço, Connor se destacava deles pela altura, ele era atlético, mas a musculatura era nitidamente juvenil se comparada ao estado atual. Se calou e manteve um olhar atento pros dois.

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    Mensagem por Faor em Seg Jul 20, 2020 4:41 pm



    Shaw encara Axel mas não tem muita firmeza na voz. - Rapaz, eu também quero saber. Mas tem a ver com o que vi mais cedo. - Pelo tom, não há dúvidas que ele fala sobre o que narrou na assembléia horas antes. - Talvez seja assunto para outra hora.. - Ele não repete o nome de propósito e decide que, já que não tem respostas novas, não vale a pena fazer novas perguntas. Quando Anne repete a pergunta, sem Shaw apenas passa a mão no cabelo dela e deixa o assunto em aberto.

    Quando a Rahu tenta entender Shaw ele sorri honestamente. - Eu estou bem pra cacete! Olha a minha cara. - E era verdade. - Tem uma porrada de coisa acontecendo, tudo meio tumultuado e eu sou mais burro que pareço, só isso.

    Com a boca colada no ouvido dela ele é todo provocação. - Eu mergulho de cabeça no risco, mesmo com pouca chances. Mas vou abrir a real, eu tento isso cheio de prazer, mas só porque você provocou. Eu já não quero sabor de cerveja e carne tem tempo aqui.[/b] - Isso ele fala com a mão na boca dela, não deixando muita dúvida do que ele quer. - A vida está toda maluca mas hoje o que eu quero eu sei, pô. Só que pelo visto não dá para sair correndo ainda. Tem outro camarada chegando...[/b]

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    Mensagem por GodsCorpse em Seg Jul 20, 2020 4:51 pm


       
           
           
       

               

                   

    Franco ouve fascinado a história que Amy traz sobre os Uratha no Japão. Se Franco entendesse um pouco mais de história, talvez associasse a inserção do capitalismo vindo dos Estados Unidos após a Segunda-Guerra no Japão como a entrada de Urathas com os princípios do oeste sobre como montar suas alcateias, enquanto o modo leste trata mais o indivíduo e sua luta interna... talvez? Francis pensou em pornô de tentáculos depois de absorver o conteúdo - Devem não gostar de si mesmos, isso sim. Budismo ou sei lá, olhar para dentro e não para a galera. Estranho mesmo. - acompanhou as palavras do Sebastian e se perdeu imaginando a situação toda como um verdadeiro épico de super-heróis - Do caralho... Tem contato lá ainda? Vou ter que ver isso com meus olhos mermão. Mas antes... - encostou as costas na cadeira - Tenho que voltar para meus compadres na Escócia qualquer hora dessas. Se me falarem que caçam de kilt... - não dá para dizer se é uma expressão feliz ou decepcionado, troca entre elas muito rápido.


                   

    - É... é... É foda. Pais. Acho que tá no nosso pacote de qualquer forma, se não acho que nunca teríamos se transformado. - Asia respondeu sobre o totem, saciando a dúvida do Franco - Sabe que pensei nisso? É tipo "Ying e Yang" né? Fúria é explosão mas também, controlar fúria faz parte de experienciar ela.... - Franco se deu um tapinha nas costas mentalmente.


                   

    Sebs tira um sorriso do Franco, mas por um segundo acredita nele - 'Cê confunde meu medidor de sarcasmo mano.


                   

                   

    Franco acompanhou Connor e Richard para o outro bar e se encosta e começou a tomar a cerveja. Pensou que talvez tinha entendido errado o que Connor tinha dito com "com licença", mas já estava ali...


                   


    Connor escreveu:O que tem de diferente comigo Richard? O que vocês veem que eu não vejo, exceto pelo óbvio.


                   

    Franco dá uma olhada na foto, dá uma olhada no Connor, desce, volta - Deu uma reduzida né? Parou com o 'bolizantes? - deu uma risadinha tosca, mas logo recolheu a língua e ficou sério para o colega e virou para o Richard - Talvez Connor tem algo pedente no Hisil... algo assim? É o que me vem em mente para o totem tretar com tu.



               

           
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    Mensagem por Bravos em Seg Jul 20, 2020 10:16 pm




    Axel Brown

    - É... Para outro momento. - Disse sem muita convicção. Estava ficando evidente suas fragilidades com o lado espiritual. Rebeca dizia que Wendy estava ali. Será que ele deveria avisar isso para Shaw? Preferiu não. Olhou de soslaio a garota rezando e Nicky com cara de caixão. Era um pouco lúgubre aquela coisa toda.

    Mas logo ele estava com a cerveja na mão e Olena lhe contava que tinha muita coisa. - Eu gosto dessa pegada local. Acho que valoriza a identidade da comunidade. - Deu um gole e admirou-se com a quantidade de sabores. - Você não mentiu quando disse que tinha muita coisa! - Sorriu atravessado. Era uma bebida forte. - Isso aqui pega quem não tá acostumado, né?

    Bebeu mais um pouco, sentindo melhor. Apertou os olhos para olhar para Olena. Respondeu-lhe quanto ao queijo: - Da melhor qualidade. Você faz aqui mesmo no bar? É mal educado se eu perguntar o quem dentro? Haha Garanto que não quero copiar a receita secreta. - Sugeriu, alheio aos temas das práticas urathas no oriente. Viu Richard, Connor e Francis se afastando um pouco. Calculou o que poderia ser. Ele voltou as atenções novamente para Olena: - Eu vou chutar: frutas vermelhas? É o que dá o sabor frutado. Mas tem algo de herbal... O que é?






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    Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores - Página 2 Empty Re: Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores

    Mensagem por Wordspinner em Qua Jul 22, 2020 5:06 pm

    Rebeca finalmente termina sua oração e olha para Shaw fazendo não com a cabeça. Depois ri. Nicky parece relaxar. Ele se levanta e vai até a entrada. Anne sopra um beijo para a moça que dispara uma monte de coisas em espanhol. Anne responde e morde de forma caricata a bochecha de Shaw. As duas riem. Rebeca ri mais e logo desvia sua atenção para o telefone.

    Connor escreveu:...ia adorar que tu me ajudasse a escolher um quarto e depois deixar ele todo marcado com seu cheiro.

    Ela imediatamente perde parte do calor. "Não vai ser dessa vez grandão. Além disso eu prefiro não passar lá agora. Ainda to torcendo pra gente achar eles, mesmo... Eu sei que nem tem jeito. Mas não entro lá. Não ainda."

    Axel escreveu:Você não mentiu quando disse que tinha muita coisa!

    O rosto dela se torce de aflição. A voz carregada de insegurança "Coisa demais, né?" Logo depois ela responde também o comentário sobre álcool. "Precisa ser forte para vocês. Eu to pensando em vocês também." O rosto dela se ilumina quando fala de frutas vermelhas. "Sim!" Ela falta alto demais e encara Jay com ar de vitoriosa. "As ervas são um segredo pensando especificamente em vocês. Sebastian tá me ajudando. Ele disse que o efeito tá quase perfeito." Sebastian sorri mesmo sem olhar. O tipo de sorriso que faz você achar que colaram algo nas suas costas. "Eu não faço aqui. Faço lá na reserva e uso ingredientes que eu mesmo pego. Não sei o que eu faço se tiver que produzir muito." Ela parece profundamente em dúvida. Mas muito alegre.

    "Fúria é isso ai." diz Sebastian enquanto Franco está saindo com Connor e Richard. "Quando você voltar pode falar dos seus problemas com papai." Ele parece falar sério. Mas dá para ouvir quando alguma coisa acerta as costelas dele.

    Edgar escreveu: Tem outro camarada chegando...

    Anne passa o rosto na mão de Edgar como um gatinho. "Vem então. A gente pode dar um volta e encontrar o seu pessoal depois. Eu até te levo em casa." Ela então chega mais perto molhando os lábios com a língua. A voz dela escapa como um sussurro tão baixo que talvez seja só imaginação. "Ou... tem um hotel bem aqui em frente. Cama macia com lençol e tudo."

    Amy e James começam a discutir alguma coisa sobre colonia de férias no japão com a qual ninguém se importa e Laura logo se junta a conversa. Já Sebastian começa a preparar mais chá, dessa vez com uma xícara extra para Olena.

    Richard Franco e Connor:


    O líder dos Seis Uivadores olha trás. A mesa com os outros reunidos. "Sabe que tentaram matar Sebs com prata, né? Todo mundo sabe essa parte. Mas pouca gente lembra que Amy corria na frente naquela época. Se fosse eu? O protetorado todo ia ajudar querendo ou não. Sabe o que ela decidiu quando eles botaram Sebs na cama entre a vida e a morte? Ela foi lá sozinha. Nossa alfa antes dela morreu usando o mesmo truque, mas aquela garota ali? Ela usou a jaqueta que Jay deu pra vocês pra ajudar a se esconder. Pegou um dos caras e usou de escudo vivo. Ela devia ter um plano, talvez um desafio. Mas sabe o que eles fizeram? Desceram prata mesmo assim. Balas, flechas, facas. Fizeram o trabalho quase todo pra ela." Ele puxa um fio na manga puída da camisa e olha pra Connor de lado. "Consegue se imaginar assim? Não no lugar dela, isso qualquer um consegue. Mas abrindo seu irmão para chegar no inimigo? Inimigo que nem devia ser. Tentar furar o cara que lutou com você pra matar outro Uratha? Afundar o crânio de um cara que morreria por você por qualquer razão?" Ele julga a reação de Connor "Cedo demais? No fim ela chamou a gente pra levar os dois que sobraram pra um buraco qualquer. Mas sabe quem ficou completamente fora da caixinha? Ash Mcleary. Eu mesmo levei ela pro lugar onde a gente deixou eles. Ainda tavam lá quando eu fui embora. Nunca mais vi os caras. Mas acho que na real eles um pouco vitimas também. Essa é a minha aposta. Eu to apostando que alguma coisa fez aquilo com eles... Idigan ou qualquer merda assim. Acho que vai fazer a mesma coisa com você e Axel. Não dá pra dizer que eu planejei deixar dois garras sangrentas com vocês. Isso foi sorte. O Sombra Descarnada também. Mas já entendeu o risco? Vocês dois são a isca. Eles são... o alarme. Ninguém aqui sabe caçar essa coisa, sinceramente perder a Loba de Ferro ferrou com a gente aqui. Mas o que mais eu poderia fazer? A gente se adapta e continua caçando. A gente prometeu que ia dar um jeito. Eu e a Amy. De resto, cada decisão é uma aposta e se eu continuar ganhando você vai viver tempo o bastante para descobrir que Asa Negra é um provocador. Ele odeia isso aqui. Ele quer a gente com raiva." É um pouco irritante um moleque magrelo e bagunçado falando desse jeito. Dizendo que está jogando com a vida de vocês como se fosse decisão dele. Isca e alarme.


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    Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores - Página 2 Empty Re: Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores

    Mensagem por GodsCorpse em Qua Jul 22, 2020 7:02 pm


       
           
           
       

               

                   

    Franco encarou Richard falando quase com orgulho a respeito da jogada dele para pegar o 'toelho' que sumiu com a alcateia, qual agora ele está no lugar. Lembrou da visão que teve, de ter tentado sacar qualé do Richard aquela hora e agora as cartas foram postas na mesa. Ele se virou para ver o resto da família que estava ali ("Quantos já sabiam disso? As outras alcateias também?"), olhou para Connor, voltou para Shaw, para Axel, voltou para Richard, deu uma risada - não de alegre - então bebeu a cerveja que Olena tinha lhe dado e apontou para o peito do rapaz - Seu hipster de merda. - falou num sussurro alto - Ele quer raiva? Tô com raiva! Eu me vi virando patê e pelo visto é tua corda no nosso pescoço. Ótima estratégia... por mais carne para o triturador. Qual tua ideia depois de nós, hein? Juntar mais uma alcateia de novatos até ter um pedaço da coisa para começar pla- Ah vai se foder. Deu sorte em Guarras Sangrentas? Pois vai ser teu azar se o merda que tiver lá fizer o que fez com os brothers antes da gente e eu sei que o Franco Possuído por Satanás vai querer um cuzinho só na volta dele!


                   

    Franco largou a garrafa de qualquer jeito no balcão, fazendo barulho do vidro se batendo na madeira e quase quebrando. Ele vira para todo mundo - Opa... Tio Franco bebeu pouco heheheheh... Vou ali tirar a água do joelho e já volto. - e foi mesmo, dando de ombros para quem quisesse parar ele.


                   

    Ele tiraria uns bons três minutos lá, lavando o rosto e lembrando da visão que teve na reunião. Estava fulo da vida, mas sabia que não fugiria disso. É o futuro, de qualquer forma mesmo, só que todo mundo tem uma chance maior sabendo disso. Os caras foram virados por algo e isso é muito pior que só morrer. Para lobo se virar assim e passar pelos colegas para matar qualquer um... Não é mais gente... não é mais lobo. É só... carne podre - Cu cagado! Inferno! - "heh", se ficar lá, o bicho pega. Se o bicho pegar, Amy come. Ou pior. Mas igual, botou a vida de outros para resolver essa bagaça e isso deixa Franco puto.


                   

    Finalmente, voltaria com um sorriso no rosto, mas direto para comer um churrasco. Respondeu quem foi perguntar dele com um "Tudo bem", um sorriso falso e já botando carne na boca.


               

           
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    Mensagem por Ankou em Qua Jul 22, 2020 7:25 pm






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    Antes de Richard começar a falar Connor se intriga com as dúvidas de Franco – Ele não veio tretar comigo, ele veio me dar oi, o problema é que o cara é um “Hulk contagioso” – dizia aquilo nitidamente sem ter uma forma de explicar melhor o que ele era. – Não existe meio termo com espíritos cara, eles são o que são e o Asa Negra é só fúria, não tem outra coisa lá, eu sei que é meio foda entender isso, mas quando tu entrar no Hisil e lidar com eles tu vai entender. – imediatamente ele cedeu o espaço pra Richard falar.

    Connor se mantinha atento, mas definitivamente ele escutava coisas que não gostava, percebeu que o envolvimento da sua mãe era ainda  maior do que ele pensava, era maior até mesmo que Brendan achava que era, nesse momento ele coça a barba, e começa a perceber o por que ela havia ficado tão desesperada, o sentimento finalmente ganhava forma.

    Ele viu Franco tiltar com Richard, ele sabia que aquilo tudo parecia soar muito pessoal pro Cahalith, ele segurou no ombro do companheiro como se quisesse manter ele no lugar, a mão era forte a desgraça parecia feita de ferro como se pudesse botar Franco pra sentar no chão se fizesse mais força, os olhos de Connor só pareciam pedir calma ao Garra Sangrenta.

    - Tu disse que não curtia profecias, mas nem percebeu como tu contribui com elas, nada disso foi sorte, mas eu já saquei que é seu jeito de se referir ao destino e ao que Luna fala, e quem sou eu pra julgar as coisas? Só faço a minha parte, já botei as coisas pra correr hoje cedo, antes de tudo ser acertado, antes da reunião, pelo menos a parte que me cabia até agora, de começar a mover as peças pra colocar em segurança quem precisava ser posto em segurança. – Ele dava uma golada na cerveja antes de prosseguir – O que vem depois vai chegar pra mim de uma forma ou de outra, isso aí é o Franky que vai dizer – Ele olhou pro companheiro por um instante - Vai sonhar ou vai ver escrito num arranha-céu coisa que nem existe, cada Cahalith tem seu jeito, eu só mantenho minha vigília.– Era sensato e calculista, nem parecia que era o grandalhão meio desbocado que tava cheio de cerveja até não poder mais, e em suas palavras havia uma segurança inabalável quase fanática, era quase como se mostrasse sua cor negra um verdadeiro Meninna, mas que riscava a linha onde sentia que devia riscar assim como os Farsil Luhal – Eu posso ser o novato sem marca aqui, mas eu consigo sentir o cheiro do sangue de longe, na hora certa talvez seja bom dar ouvidos ao Asa Negra e ficar com raiva, por que a merda tá vindo, um rio dela. – ele meneia acelerado em positivo dando uma respirada funda – Tá entendendo Franky, que a promessa que você entrou no barco pelos os pequenos foi séria né? – Ele olhou sério pro Cahalith como se fosse cobrar aquilo de verdade. – Quanto a mim e Axel a gente é só a oportunidade da Hikaon-Ur bater de volta e se depender de mim ela vai bater e vai bater onde dói mais, é isso que ela quer, a gente só não pode vacilar onde os outros vacilaram, e é por isso que eu não to no Hisil rasgando tudo que tem pela frente e procurando esse filho da puta... Ainda. – Era definitivamente um jogador de Xadrez, paciente, que parecia bem convicto de onde havia posto seu cavalo, havia muito mais de onde todas aquelas meias verdades estavam vindo, muita coisa que ele não falou, as palavras eram definitivamente escolhidas com cuidado o tempo todo, não estava em Dover sem propósito ou por que era natural de lá e deixava isso bem claro.

    Ele bateu com a ponta da garrafa na garrafa deles – Viu Franky, a filha-da-putice existe, mas ela é sempre visando o lado positivo, quando é o negativo a gente se corta na porrada como tu viu hoje cedo. Bora curtir o churras que amanhã vocês voltam pra rotina e a gente vai ter um dia puxado, esse é um papo honesto, mas muito deprê pra uma noite como hoje. – Ele segura o ombro de Richard e meneia em positivo em sinal de respeito dá um soquinho no ombro de Franco e se encaminha pro meio do pessoal.

    Carinhoso ele abraça Asia por trás afasta um pouco dos cabelos lhe dá um beijo no pescoço em seguida uma mordiscada e sussurra no pé do ouvido – Mals, nem me toquei por que eu sou um idiota. Só tava querendo você e um pouquinho de privacidade antes de ter de voltar pra realidade – Dizia deixando uma das mãos escorregarem até a dela enquanto lhe fazia um carinho na barriga com a outra, como se tivesse a intenção de levar ela um um outro lugar.

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    Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores - Página 2 Empty Re: Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores

    Mensagem por Bravos em Qui Jul 23, 2020 5:45 pm




    Axel Brown

    - Longe disso... - Falou sobre as coisas que havia dentro da cerveja. - Os caras fazem Jaggermeister com 50 ervas e raízes diferentes e é divino. 'Cê tá num bom caminho aqui. - Bebericou mais um pouco. Era boa. Fazia se questionar o que havia dentro. Para os sommeliers de cerveja seria um prato cheio. - Devo agradecer então, mas com certeza bem mais gente vai apreciar.

    Olena comenta sobre as ervas e a ajuda de Sebastian. - Nossa, 'cê tá com uma consultoria boa então. Tô pra ver um cara que tenha tanta erva em casa. Quer dizer... Pelo menos as de fazer chá. - Deixou largar uma risada, porque, querendo ou não ele conhecia gente que curtia outro tipo de erva. Quando ela começa a falar sobre produzir de muito, Axel se empolga um pouco também: - Mas tem um lado bacana de não produzir muito: dá uma aura de exclusivo, de raro. Não sei se você tem a idéia de comercializar, mas se a produção é pequena e a procura grande... - Nem ia completar o raciocínio porque ele não ia ensinar a dona de um bar a fazer conta. - Muita gente viaja longe pra provar bebidas e comidas locais, que não podem ser encontradas em nenhum outro lugar.

    Era a beleza do local. E Axel na verdade gostava muito disso. Ele se identificava com aquela cidade e com aquela gente e o que eles faziam era para ele de muito valor. Mais do que de coisinhas-prontas-saídas-de-máquinas. - Como foi aprender a fazer cerveja? Eu acho massa saber fazer coisas que parecem ter nascido nas prateleiras dos mercados. Acho que isso te faz... Sei lá... Mais profundo, sabe?






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    Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores - Página 2 Empty Re: Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores

    Mensagem por Faor em Sex Jul 24, 2020 3:53 pm



    Anne escreveu:"Vem então. A gente pode dar um volta e encontrar o seu pessoal depois. Eu até te levo em casa." Ela então chega mais perto molhando os lábios com a língua. A voz dela escapa como um sussurro tão baixo que talvez seja só imaginação. "Ou... tem um hotel bem aqui em frente. Cama macia com lençol e tudo."


    Alheio a tudo o mais que possa estar acontecendo em volta, Shaw definitivamente só consegue dar atenção Às provocações de Anne. Ele olha em volta avaliando os demais mas relaxa e experimenta um pedaço de carne servido há pouco.

    - Anne, amanhã eu acho que estarei na merda, então hoje eu só quero relaxar e curtir. Aliás, me convidaram para um churrasco, certo? A hora que você quiser, a gente escapa.

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    Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores - Página 2 Empty Re: Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores

    Mensagem por GodsCorpse em Sex Jul 24, 2020 4:57 pm


       
           
           
       

               

                   
    Connor escreveu:O que vem depois vai chegar pra mim de uma forma ou de outra, isso aí é o Franky que vai dizer. Vai sonhar ou vai ver escrito num arranha-céu coisa que nem existe, cada Cahalith tem seu jeito, eu só mantenho minha vigília.
                   

    Da maneira que Connor fraseou para Franco, as visões são igual a caixa do SShro-Xo-LINGER O gato lá: gato pode ser ou não ser e é da interpretação se o burro na porte três tem mais chance de dar sorte. Derrame pensamentivo a parte, ele encarou o colega com descrença às suas palavras, quase como uma ofensa.


                   
    Connor escreveu:Eu posso ser o novato sem marca aqui, mas eu consigo sentir o cheiro do sangue de longe, na hora certa talvez seja bom dar ouvidos ao Asa Negra e ficar com raiva, por que a merda tá vindo, um rio dela... Tá entendendo Franky, que a promessa que você entrou no barco pelos os pequenos foi séria né? .
                   

    - A gente sentiu o cheiro da mesma bosta, mas o hipster tá na praia vendo a gente nadar nisso. É fácil quando é dos outros. - e respondendo a intimação, com suas próprias palavras - Não tô nadando para fora. Mas o tchibum era a gente que tinha que ter feito, não é mermão?! - foi quando Connor fez a batida da ponta da garrafa com ele que deixou a sua cair, se afastando do que ele tinha para dizer e nem de soquinho no ombro.´Na altura que o colega tinha voltado para galera, Franco já estava comendo do churrasco, sem pensar em quanto ia sobrar para o resto do pessoal (tirando a própria alcateia da conta).


               

           
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    Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores - Página 2 Empty Re: Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores

    Mensagem por Wordspinner em Sab Jul 25, 2020 11:45 am

    Connor escreveu: ...quem precisava ser posto em segurança.

    A voz de Asa Negra é distante, um sussurro quase inaudível. "Mais uma gota de sangue... o rastro é cadas vez mais claro..."


    Richard ouve o que Franco tem a dizer sem se incomodar. Parece até aliviado com a reação dele. Não que isso seja menos enervante. Pelo contrário. Muito pior. A mesma reação se estende ao que Connor tem a dizer. Como Franco não está mais ali para ouvir, Richard fala para Connor. O alfa dos Seis Uivadores não levanta a voz.

    "Sabe que são duas coisas diferentes, né? Lyall e essa coisa da sua tribo são coisas diferentes. Acho que você devia falar o que sabe pra antes de conseguirem seu totem. Você e Axel são um perigo independente das suas intenções. Pelo menos eu acho que são e parece que você concorda." Ele ignora as garrafas de cerveja. Pula de volta para o chão e as roupas largas mostram o quão menor ele é. "Eu vou comer que tenho poucas chances de estar com todo mundo assim. Além disso, antes do sol nascer eu vou pra Sparhall caçar puros. Se o Francis tiver sorte eu nem volto." Ele diz sem humor de verdade.

    Na mesa, Olena se senta próxima de Axel. Toma um longo gole da cerveja. Ela bebe com atenção todas as palavras do Elodoth. Rebeca pega a garrafa de Olena, cheira profundamente, faz uma careta e a devolve. Nicky sorri, mas não faz nenhum som.

    Axel escreveu: Nossa, 'cê tá com uma consultoria boa então. Tô pra ver um cara que tenha tanta erva em casa. Quer dizer... Pelo menos as de fazer chá

    Amy ri alto "Vai te deixar doidão alucinante isso dai. Melhor não mudar com isso no sangue. Mas a real é que ajuda muito nos rituais. É uma beleza pra quando eu e Sebs lutamos pro totem." Asia diz palavras de concordância e vai buscar uma garrafa. Quando ela volta para mesa a garrafa já está vazia. A bela loira olha em volta sem alvos e parece um pouco entediada. "Já sabem o que vão procurar para vocês?"

    Axel escreveu:Sei lá... Mais profundo, sabe?

    Olena sorri mostrando todos os dentes e esconde uma mecha de cabelo atrás da orelha. Algumas risadas altas em volta da mesa. "Minha mãe me ensinou." Ela acusadoramente para Amy e Asia. Balança as mãos para as duas com falsa irritação. "Para." Ela diz colocando a mão aberta na frente do rosto. O que causa ainda mais gargalhadas. "Mamãe é Irlandesa e eu também, mas a gente sempre viajou muito. Ela ainda tá. Mas eu fiquei. Ela sabe todo tipo de coisa. Faz qualquer bebida e até sabe construir cabanas com as mãos e se virar no mato um mês sem ajuda nenhuma. Até mais tempo." Ela mostra um anel velho com um nó estranho como se fosse prova de sua afirmação. "É dela, ela disse que vem buscar um dia."

    Connor escreveu:Mals, nem me toquei por que eu sou um idiota. Só tava querendo você e um pouquinho de privacidade antes de ter de voltar pra realidade

    Asia se encosta no rahu. Mas ela parece triste e pensativa. De alguma forma fora do clima. "Não sei se é uma boa ideia. Vamo ver onde isso vai." Ela pega o copo de Jay e bebe em um gole. Jay não parece se importar. Ele se levanta e levando o copo e vai para a churrasqueira pegar mais carne.  

    Edgar escreveu:Anne, amanhã eu acho que estarei na merda, então hoje eu só quero relaxar e curtir. Aliás, me convidaram para um churrasco, certo? A hora que você quiser, a gente escapa.

    Anne levanta rindo e puxando Shaw para a saída. "Cê vai relaxar hoje. Mais ainda tem muito mais trabalho pela frente." Os olhos dela são como brasas. Quando os dois chegam na porta para o outro ambiente e depois dele a saída... Dois uratha estão do outro lado tentando entrar. O cheiro do uratha desconhecido é um pouco desconcertante. Ao seu lado Loba sem Sombra. Ela estava contando antes de abrir a pesada porta a prova de som. Os dois Ithaeur dos Sombra Descarnada olham a cena. Shaw e Anne vermelhos e ofegantes como adolescentes correndo para a escada do prédio.
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    Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores - Página 2 Empty Re: Bar da Olena - No limite do território dos Seis Uivadores

    Mensagem por Ankou em Sab Jul 25, 2020 4:08 pm






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    Connor ouvia as palavras rudes de Franco, o filho da puta não sabia a metade da história e achava que tinha razão, a cara do Rahu se trancou, havia um olhar de reprovação imenso e descarado, principalmente quando ele se referiu a Richard.

    - Que isso cara não fala essa merda não, é claro que tu volta! – meneou em negativo como se Richard tivesse falando besteira – Eu vou falar com eles sim, tava tentando evitar esse papo por essa noite por que esse é o tipo de coisa que caga com as festas, hoje é o último dia das nossas vidas como a gente conhece, achei que pudesse deixar eles aproveitarem... Pelo visto eu tava errado. – aquelas palavras não saíam exatamente animadas.

    _________________________________________

    Definitivamente ele não sabia onde havia errado a mão com Asia, na verdade nem achava que tinha errado, era definitivo que havia algo incomodando ela, a abraçou, dessa vez não era algo sexual era só um abraço genuíno e apertado, ele lhe beijou a testa e depois lhe deu um selinho – Eu sei o que vai rolar depois daqui, minha vontade era de ir junto, mas eu tenho que cuidar desse monte de mogolóide que caiu no meu colo, e sei que sua cabeça tá em outro lugar – Ele a manteve perto, lhe acariciando os cabelos, demorou quase um minuto fazendo isso como se não quisesse deixar ela se preocupar com aquela bagunça – Hora de voltar pro mundo real então... Qualquer coisa me liga. – lhe deu um último beijo nos lábios, dessa vez doce, olhou pra ela preocupado e desviou só um momento pra figura de Richard, e não era bonito ou reconfortante ver um cara daquele tamanho preocupado e finalmente a deixou ir.

    Jogou a camisa no corpo e depois a jaqueta, já tava de saco cheio daquela música alta, tava satisfeito de carne e cerveja, já havia confraternizado com os amigos e conhecido boa parte do pessoal, mas não se conteve e parou perto de Franco – Da próxima vez que você meter um trash talk pra cima de um cara mais marcado que tu ainda mais na casa dele, eu juro que vou dar uma xulapada mole nessa sua cara xerecuda, toma tenência cara! Tu quer verdades, vou te dar um monte delas, cada uma mais bosta que a outra. Eu devia ter gravado o que tu falou pra te mostrar daqui um tempo. – Aquelas palavras lhe soavam bem familiar, se sentiu no dever de repetir elas dessa vez pra Franco, uma coisa era ser inquisitivo, outra ser desrespeitoso, e pro Meninna Franco tinha chegado perto demais de riscar o juramento. Ele não ficou tempo o bastante pra ser retrucado, a não ser que Franco decidisse ir atrás.

    Parou perto de Axel brevemente cutucou ele só pra lhe chamar a atenção – Cara bora se reunir na praia, hora de abrir o jogo, botar as cartas na mesa e começar a se organizar, começa a juntar a galera pra daqui meia hora a gente estar lá. – Dizia sabendo que aquela hora o lugar ia ter partes bem remotas e escuras dando a privacidade necessária pra conversar, estendeu a chave do carro pra Axel e largou em suas mãos. – Vou andando pra desanuviar a cabeça. – parecia que o cansaço finalmente havia se abatido sobre ele, todo aquele estresse somada as muitas horas acordadas desde a caçada na noite anterior e as poucas horas de sono estavam cobrando seu preço. E ainda tinha aquela porra de totem filho da puta enchendo o saco.

    Quando trombou na saída com os outros Urathas ele só gritou pra Shaw – Praia em meia hora! – pelo menos ele não seria o empata foda com aquilo, havia pouco tempo, mas tempo o bastante pra eles se divertirem.

    - Maria. – dizia o nome dela meneando a cabeça em positivo a cumprimentando, definitivamente não eram estranhos, mas eram sim distantes, era difícil saber quem não era distante dela. Estendeu a mão em cumprimento pro recém chegado. – Parker certo? Entra, faz uma social, come alguma coisa, te espero daqui meia hora na Praia, o carro tá com Axel. - Disse apontando pro mesmo pra indicar quem era.

    Saiu a francesa, alguns passos após sair da porta não sabia por que caralhos decidiu dar uma volta maior, tinha a intenção de passar pela frente da casa de Millie, mas do outro lado da rua, só pra ter certeza de que tava tudo bem, de que aquele totem doido não tava pilhando com ele, de lá seguiria pela reserva, da reserva pra casa e da casa da alcateia pra praia próxima.

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    Mensagem por Dycleal em Dom Jul 26, 2020 1:07 am

    Ethan entra no chuveiro e o choque da água fria desperta os seus sentidos, ainda confuso com as duas visões. A Uratha Ithaeur estava ali o esperando e começa a lembrar da conversa com ela, sobre as lápides, e do desafio que tinha pela frente, lembra e relaciona com as conversas com o todo dentes e com a sua mentora, que despertaram suas preocupações e precisava ficar esperto, usar mais os seus dons e ficar mais focado e cuidadoso como a Maria Hernandez agia. Gostava da paciência dela e da maneira meticulosa de como ela fazia as coisas, aprendera muito com suas falas e com o seu exemplo, mas mesmo paciente, era melhor se apressar, pois senão sua mãe poderia dar alguma crise de apego ou coisa assim e a sua própria ansiedade não caberia no seu peito também.

    Ethan está vestido como um universitário descolado e com sua mochilona de viagem de campo, que alem de levar seus apetrechos e "moedas" de troca, também serviam de disfarce para sua desculpa que estava indo para uma atividade de campo, em uma cidade próxima, como já tinha dado os toques para a mãe e por sorte ela não pegou muito no pé daquela vez. A loba sem sombra, estava um tanto pálida e com uns apetrechos novos em relação a última vez que a vira e memorizou nervosamente a posição de cada um e beijo seu rosto como beijaria a de uma colega da faculdade e deu o braço para ela e disse para sua mãe que a amava e que se cuidasse, enquanto a beija também, a Maria, ao sair, dá um passo para trás ao chegar a porta da rua, mas após alguns segundos avança, pisando de forma ritualística nas pedras do calçamento. Alguns segundos entre eles em silêncio e Ethan quebra este silêncio dizendo que está nervoso e ansioso com o encontro e pede para que ela lhe fala dos membros da sua nova alcateia, sobre como eles são, suas tribos e augúrios, e pergunta se eles já sabem algo de dele, e se estão positivos quanto a sua união com eles como membro da alcateia e depois disto, ele fica todo ouvidos e atento ao seu entorno e ao caminho enquanto a ouve

    Chegaram a um bar intimista e bem familiar, tem uma atmosfera acolhedora e ele vê algumas crianças correndo e no meio, alguns adultos e ele pensa o quanto era fácil quando era criança e lembra-se da criança que foi que era dada e sociável com os amiguinhos, mas lembra-se depois da discriminação dos adultos quanto as sua visões e fica um tanto taciturno quanto a essa lembrança... De repente um cara sai e quase os atropela, cumprimenta Maria, chamado-a pelo primeiro nome, aperta a mão de Ethan, confirmando se seu sobrenome é Parker e isso soa, extremamente formal, mas ao mesmo tempo a sensação é acolhedora, como se já o esperasse e dá um recado para que se enturme, faça um social, e depois vá com Alguém chamado Axel, que está com a chave do carro, para dentro de meia hora se encontrarem na praia e sai. O estudante olha para Loba sem Sombra e pergunta: - Bem, sei que ele não é o Axel, correto? Então é quem? E sorri para ela esperando novamente por sua resposta.
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