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    Enseada Esmeralda- Território

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    Mensagem por Ankou Dom Out 24, 2021 9:56 pm

    - Algumas vezes… - ele fala pensativo, aquele tempo todo vivendo daquela forma, toda aquela sequência de experiências definitivamente tinham mudado o uratha, como se pra ele tudo tivesse uma segunda intenção. - Vampiros… - Ele aponta com a cabeça pra uma das casas grandes da praia - Eu acho que são vampiros, mas não tenho certeza, Jay avisou há muito tempo pra gente não se meter com essa galera ricaça. - não tem preocupação nenhuma na voz, era como se tivesse comentado do dia ensolarado.

    No instante seguinte ele tira os calçados de Sam e joga eles pra dentro do carro pouco antes dela descer.

    --

    As cicatrizes nos braços da mãe parecem um soco no humor dele - A gente precisa conversar, mas não agora. - ele diz baixinho passando um dedão de levinho sobre uma das cicatrizes.

    - Frutas? - faz uma careta - Nem se eu quisesse. - ele olha pra Ash como se tivesse certeza de que ela entendia o que tava falando.

    No momento seguinte com o pai - Claro que bebe. - ele diz sem surpresa nenhuma, mas no momento seguinte se atenta ao cachorro, é claro que o pai não fazia ideia do que era o relacionamento de Connor e Sam aquela altura, na verdade nem ele sabia, mas ele não corrige o coroa. - Cérberus? - ele dá uma risadinha. - Nem adianta chamar esse carinha só obedece a ela.

    Quando todos estão com o bebê ele só concorda com o pai sobre o nome da menina, a verdade é que não existia nenhuma grande mulher na vida dela exceto a mãe, nem havia se oposto a aquela escolha.

    Ele arqueia as sobrancelhas com o comentário sobre usar gás - Não mesmo, tem nada melhor que lenha. - ele dizia ficando do lado da mãe dessa vez.

    No momento seguinte ele está doido pra comer bolo de carne ele mesmo naquele ínterim pega a costela no carro, já quase finalizada e coloca pra esquentar com uma grelha de churrasqueira apoiada sobre um graveto - Tio George? Cadê ele? Vocês convidaram ele né? - dizia pensando que o tio atrapalhado devia estar atrasado por algum motivo estúpido como de costume.

    Ele usa o próprio pote de onde havia tirado a costela, ele bate com as costas da faca sobre o osso e a coisa se desmancha, ele chupa um osso e joga em direção do cachorro.

    Um pedaço de costela, bolo de carne e cerveja parecia deixar ele de bom humor, Teodoro cagado nem incomodava. A atenção é desviada quando o pai estala os dedos, ele olha rápido, mas demora pra responder, porque está focado em Sam, ele passa por ela e lhe segura a nuca, faz um carinho, como se dissesse que ia ficar tudo bem - Come mais um pouco. - o tom levemente apaziguador.

    Assim que pode ele se volta pro pai - Te juro que eu tava pensando em arranjar um arco, parece um bom passatempo. - principalmente se você precisa e gosta de matar coisas que não seja com garras e dentes.
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    Mensagem por Bastet Dom Out 24, 2021 11:44 pm



    Dá de ombros, não ia ficar insistindo sobre a sua visão das coisas. Cada um tinha direito de viver como queria... Samantha precisava acreditar em alguma parte da “ilusão”.  – Vampiros?! – diz, surpresa – se o cara tem uma eternidade e não for rico, tá aproveitando errado mesmo... – estava pensando alto – Mas eles não são problemas aqui na ilha? Digo... Tem tanto uratha por aqui, mas a literatura diz que os dentuços são perigosos – não era a presa dela, na real, ela ainda não tinha descoberto a presa dela. Tentava aprender um pouco de cada, mas não sabia o tanto que queria. Talvez um Iron como Connor pudesse falar mais sobre os vampiros.

    ---

    Sam observa Connor e os pais, o grandão agarrando cada um deles e os pais o tratando com carinho. Era certo... Mesmo que um deles não fosse pai biológico do Rahu. Ela torcia pra Connor desistir de falar aquilo para a mãe... Ash era capaz de entender, mas e Igor? Será que sabia que o meninão dele não era dele?

    A morena sorri com o cumprimento de Ash, tinha se esquecido como a mulher poderia ser agradável.  – É a beleza da maternidade, não é? – a frase um pouco irônica em respostas às olheiras e uma risadinha, que cessou em um suspiro com a próxima frase dela, sem resposta. Era verdade, Sam mal conseguia se desligar, mesmo quando dormia. Quis mudar de assunto – Seu filho ainda tem muitos gases – o humor voltando ao rosto, olhando por sobre o ombro para Connor. Em seguida, observou a mão da ruiva nos bebês, sem repreensão. O olhar subindo pelos braços da mulher, reparando nas cicatrizes. Deviam ser recentes... Quando aquilo tudo ia acabar?  – Achar? – não tinha acompanhado o pensamento dela.

    Ela presta atenção só no necessário da conversa dos meninos, sorrindo quando Igor falou sobre o nome da neta.

    - Talvez sejam... Já vivemos em função desses dois, por que não mimar um pouco? – acariciou o rostinho de Teo, puxando o gorrinho pra esconder ele do vento. Faz o mesmo com Aria quando Ash pega ela e observa enquanto Igor e Connor arrumavam as coisas.  – Vocês fazem isso com frequência? – perguntou pra Cahalith, reparando como eles pareciam MESMO como organizar um evento daqueles. Comidas, fogueira, edredons espaçosos.

    Assentiu sobre a manteiga – Acho que não comi ainda uma tão caseira assim, o cheiro é bom – disse, andando um pouco perto do fogo e logo se sentando perto da ruiva que segurava seu outro bebê. Sam nunca se afastava muito. Assim que se sentou, sentiu o cheiro na fralda de Teo... E o humor escureceu um pouco. Isso e Ash sugerindo que podia limpar a criança. A Ithaeur nem sabia o motivo... Desde a mudança os humores dela estavam um tanto difíceis de controlar.

    Apertou o bebê contra si mesma... Quase rosnando quando Connor tocou nela. Ele tinha cheiro da carne que tinha deixado a casa dos Algozes cheirando a gordura por alguns dias. Sam suspirou, voltando a si e assentiu pro Rahu, mas não comeu naquele momento, olhando pra Ash sem jeito – Hm... Tem certeza? Ele é poderoso – e então viu Aria solta no edredom. Sentia que ia explodir... Era a primeira vez que ficava fora do território com as crianças, sem pessoas que ela podia sentir a porra das intenções. Lá, sabia que ninguém queria lançar seus bebês na fogueira.

    E ali?

    - Eu vou buscar as fraldas – a respiração acelerada, se levantou, entregando Teo para Ash e indo em direção da caminhonete. Assoviou duas vezes para Cerberus e o cão, que comia feliz o osso lançado por Connor, foi com o osso na boca se deitar ao lado de Aria, quase como um aparador. Mais gentil do que um cão daquele tamanho parecia ser. A maior parte do treinamento tinha sido com os bebês, pra proteger eles.

    Ficou observando de longe por algum tempo, antes de voltar com uma bolsinha de bebê, com óleo de lavanda, maisena, fraldas e duas mudinhas de roupa, caso eles se cagassem.



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    Mensagem por Wordspinner Sab Out 30, 2021 9:48 pm

    Connor: A gente precisa conversar, mas não agora

    "Sempre mais conversa que tempo." Ela faz um afago carinhoso na mão do lua cheia.

    Ela sacode a cabeça em negativa quando ele fala de frutas, como se ele ainda fosse uma criança separando brocolis no prato.

    Connor: Nem adianta chamar esse carinha só obedece a ela.

    O pai parece decepcionado, mas não dura mais que um segundo. "A gente já teve um cachorro, lembra?" Ele ri sozinho com alguma lembrança.

    Sam: É a beleza da maternidade, não é?

    Ela ajeita o cabelo bonito e bem arrumado antes de cochichar. "Connor só sobreviveu por causa do pai. Eu estreguei meu quarto três vezes antes do monstrinho completar um ano." Um riso travesso. "Igor ainda tem umas marcas." Ela olha para o homem que parece muito mais velho que ela com paixão e adimiração.

    Sam: Achar?

    "Produtos pra bebês. Eles sempre tem algum cheiro artificial." Ela fala sem olhar para Sam.

    Sam: - Talvez sejam... Já vivemos em função desses dois, por que não mimar um pouco?

    "O difícil é parar antes de ter criado um monstro desobediente." Ela fala olhando a criança e com uma voz idiota e fofa. "A gente adoraria fazer mais vezes. De verdade. A paz é tão boa."

    Connor: Vocês convidaram ele né?

    "Nem um pouco." A voz era tranquila quando negava. "As coisas tão complicadas para juntar todo mundo. Ele tá vigiando a Kandice também. Tão revesando." Ele Faz circulos com os dedos indicadores como se isso significasse revesamento.

    Sam: Hm... Tem certeza? Ele é poderoso

    "Tenho certeza que merece um descanso se quiser que eles completem seis meses." Não parecia uma piada. Ela só concorda quando Sam vai buscar as fraldas.

    Connor: Te juro que eu tava pensando em arranjar um arco, parece um bom passatempo

    "Ouviu isso, amor?" Ele diz mostrando todos os dentes em um sorriso bem grande. "Esse menino tá achando que é um campones. Vai aprender a plantar também?" Ele aperta o braço do filho enorme. Ash só balança a cabeça de novo. "Sua mãe faz yoga quando quer se sentir descoladona relaxada, porque você não tenta?" Ele diz em gozação.

    O cachorro se aproxima do cheiro de comida. Divido entre o medo do fogo e a vontade de comer. Os bebês continuam sem fazer muita coisa e prestando muito pouca atenção nos humanos.

    Em pouco tempo a comida está toda espalhada em pratos e bandejas em cima do edredon. Cerberos chia e chora baixinho. Hipnotizado.

    "Isso é muito bom." Diz Ash de boca cheia.

    "Quietinhos, né?" Igor pergunta olhando pequenos.



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    Mensagem por Ankou Sab Out 30, 2021 11:52 pm

    Ele meneia em positivo, era sempre muita coisa pra fazer e pouco tempo, queria se dividir em dois pra dar conta de tudo, e por mais que parecesse absurdo a melhor parte era com as crianças, mesmo quando elas acordavam ele no meio do sono chorando porque tinham virado pequenas bombas de bosta.

    Ele meneia em positivo concordando silenciosamente com a mãe.

    --

    - Musculento? Claro que eu lembro! - ele diz colocando um sorriso nostálgico no rosto. - Pode falar que você injetou bomba naquele carinha, eu nunca mais vi nenhum Pinscher daquele tamanho cheio de músculo. - ele ri e dá uma gargalhada breve como se já tivesse uma opinião formada e não importava muito o que o velho ia responder.

    --

    Ele arqueia as sobrancelhas quando ouve falar de Kandice, é automático o olhar dele pros bebês, dá pra sentir uma aura desgostosa e amarga vindo dele, ele sabia que nem todos eles nasciam com benefícios completos, mas não diz nada, ele só meneia em positivo como se compreendesse a situação, o mundo espiritual do jeito que tava com certeza tinha feito tudo muito pior.

    --

    Ele sorri com a provocação do pai - Plantei batatas nos últimos meses, é fácil trocar por um pedaço de carne de segunda. - ele diz como se aquilo fosse algo muito normal de se fazer em pleno século XXI, era engraçado ver o pai não ter a mínima noção do que ele tinha passsado - Mas camponês que nada, um verdadeiro “englishman”. - ele diz em um tom pomposo e jocoso.

    --

    Ele escuta o pai falando dos bebês enquanto todos comem, eles alheios aos barulhos de talheres do cachorro em volta, Connor a essa altura já estava de bucho cheio e deitado na areia, se tocava que era a primeira vez que estava com os bebês e um espaço público e fora do território, ele não diz nada, se levanta calmamente e vai até o carro, mas dá pra Sam sentir nele um certo sentimento de urgência, ele pega um par de óculos escuros e coloca no rosto e olha pro outro lado, talvez os bebês estivessem prestando atenção em coisas do lado de lá, nunca tinha receio de algo estar cercando eles diretamente.

    --

    Eventualmente após ficar enfastiado com tanta comida ele pega Aria no colo e olha pra mãe - Vem, chega mais. - ele chega no meio da areia onde não parece ter nada demais, cavuca num lugar, depois em outro, até na terceira tentativa parecer achar o que tava procurando, ele puxa fazendo a lona subir e descobrir os sofás “enterrados”, ele olha pro lugar que parecia intacto, lembrando de Franco ainda vivo e falastrão, de um Shaw nada quebrado como o viu da última vez, de um Axel despreocupado e de um Ethan… Bem foda-se o Ethan.

    Ele desce e se senta num sofá, balançando a bebêzinha com uma careta engraçada feita só pra distrair ela.

    - Vantagens de já ter sido dono do rolê… - mas ele não tá ali pra contar vantagem. - Cê sabe, esse tempo todo vivendo em Small Heath na porra de um beco… - ele parece desconsertado em falar aquilo - Depois das merdas todas que ela me fez passar, até a porra da cadeia, já pensei tanta bosta, estragar a cara dela, arrancar um pedaço, mas aí eu cheguei a conclusão que meu juramento não vale isso - ele vira o rosto e faz uma careta - Jesus, to parecendo meu avô falando… - não dava pra saber se ele se referia aquilo como algo bom ou ruim, nem ele mesmo sabia dizer - Fato é que eu não sei mais o que fazer mãe, não sei nem se a porra da criança é minha, eu sentia cheiros nela, que não eram meu, mas meu nariz não era tão afiado, não parecia cheiro íntimo, mas nem sei mais, a filha da puta arruma um cara toda semana, de início ela me fazia ficar puto com isso, puto de verdade, depois eu continuei puto, mas só porque ela vai fazer a criança nascer com o ouvido entupido de porra, com herpes e gonorreia… - Ele aperta mais a filha conta o peito e faz um carinho na criança. Ele meneia em negativo, com o olhar distante - Minha ou não ainda tem uma dívida de gratidão, esse bebê salvou minha vida, ele e suas pinturas, e a Emillie entrou num ciclo autodestrutivo, eu tava enfeitiçado e errado pra caralho. - ele diz isso sem um pingo de vergonha, mas no fundo ele já tinha certeza de que a mãe já desconfiava, ainda assim ele olha pra ela com cara de cachorro pidão, esperando uma resposta do que era na opinião dela o melhor a ser feito.
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    Mensagem por Bastet Sex Nov 05, 2021 10:59 pm



    A fala de Ash deixou Sam mais tranquila... Afinal, era bom saber que outras pessoas piravam com coisas fofas que saíram da sua barriga. O olhar vai pra Igor, imaginando como era uma relação com um sangue de Lobo. Não sabia como Anne ou Connor tinham conseguido.

    - Eu acho que tenho sorte dos pais  deles não serem frágeis... E azar também. Faz falta, não faz? Antes... Era mais fácil ver além da fúria que vocês... Nós... sentimos. Agora... – suspirou, parando de falar sobre isso – Como vocês se conheceram? – na cabeça de Samantha era difícil imaginar os dois novinhos tomando sorvete.

    Quando ela falou sobre os produtos, Sam deu um sorriso orgulhoso – Sebastian me ajudou nisso. Um óleo de lavanda e camomila concentrados... Faz milagres até pra assadura, com um pouco de maisena. Eu nunca fui muito natureba... Além de uma erva às vezes... Mas acho que eles merecem esse esforço.  

    Ao ouvir sobre  a hora de parar de mimar, ela encolheu os ombros, demorando a responder enquanto via Ash brincar com o bebê. Era surpreendente ela pensar daquela forma. – Vamos fazer. Quando der... Mas vamos...

    ---

    Quando voltou, mostrou o óleo pra Ash, que era bastante cheiroso, mas não o suficiente pra incomodar o olfato deles. Depois comeu, fazendo questão de provar a tal manteiga e um pouquinho de cada coisa, até conseguindo relaxar um pouco. Fica alerta ao sentir Connor alerta, mas não impede ele de pegar Aria... Era bom ter um braço livre caso precisasse socar algo.

    Quando deu por si, estava sozinha com Igor, a fogueira e o cachorro.

    - O senhor gosta de cães? – perguntou, ninando Teo e pegando de dentro da bolsa dos bebês um potinho estampado dos Monstros S.A cheio de biscoitinhos de cachorro. Entregou para Igor – Ele tá com fome, mas evito dar comida enquanto estamos comendo, atrapalha o treinamento. Pode fazer um agradinho pra esse bonitão bem comportado? – sabia que não demoraria pra Cerberus estar sentado, abanando o rabo ao ver o pote.

    - Ah, eles não são quietinhos não... Tão só se fazendo. Choram a noite toda – deu uma risadinha com aquele fundo de verdade.

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    Mensagem por Wordspinner Sex Nov 19, 2021 8:49 pm

    "Eu? Ele tinha uma doença, mas parecia normal quando a gente pegou." Ele dá de ombros. "Faz tanto tempo." Os olhos Indo para o passado.

    "Baratas... Arco e flechas. Esse menino é um campones mesmo. Explica pra ele a história do seu povo amor." Ele fala alto chamando Ash.

    Ash olha de canto de olho para Igor antes de responder Samantha. "Eu salvei ele. O cara cismou de dar uma de herói, quase comeram a cara dele." Ela ri como se tivesse lembrando de algo engraçado. "Ele é meio intrometido." Ela olha o marido com uma expressão de ternura.

    Então Sam fala de Sebastian e Ash parece não prestar muita atenção, ainda perdida no sangue de lobo. Connor de oculos escuros olhando em volta.

    O Rahu percebe o quanto era diferente. O outro lado tinha o toque do medo. Nada recente, algo velho. Mas que ele estava perseguindo o tempo todo. As sensações deles ali ecoavam na sombra a paz e a alegria e até o medo, mais ainda, o medo que o fez olhar.

    --

    "Gosto de cães, são leais. São corajosos. Difícil achar um companheiro melhor." Ele fala com orgulho. O rosto forte se ilumina quando ela o entrega os petiscos. "Então é disso que você gosta? É isso amigão?" Ele deixa os biscoitos fazerem barulho dentro do pote. "Connor dormia muito bem. Muitas colicas, no entanto. Quando aprendeu a jogar rugby jogava até dormindo." Ele diz com um sorriso enquanto olha para o cão e dá um biscoito.

    --

    Ash estava séria, mas segura o riso quando ele fala de gonorrhea. "Ela tá tentando te afastar. Te quer o mais distante e esquecido possível." Ela faz carinho no rosto dele e deixa a mão cair. "Ela quer te punir, quem sabe te colocar no lugar dela sempre que você invade o espaço dela. Talvez esses homens sejam outra coisa. Proteção. Gente pra procurar ela se sumir, ou quem sabe para chegar a qualquer hora sem você saber quando." Ela suspira e toca o bebê com carinho. "Você feriu ela e nós a ferimos de novo tentando trazer ela de volta. Agora você em cada momento, um lembrete opressivo de que ela não tem escolha?" Ela segura o pé da criança e trás o nariz para perto. "Você tá vendo uma pessoa presa em uma armadilha que não consegue sair. Uma mãe fazendo qualquer coisa pra proteger o filho." Ela parece pronta a dar de ombros. "Se esconde melhor se for continuar sufocando ela e manda uma carta. Não vai dar certo de primeira, mas é um começo. Além disso é bom pagar alguém para garantir que ela não pegar um avião a qualquer momento sem você saber." Ela parece ter dito Tudo tinha, quase tudo. "Argh, os Uivadores tem o aeroporto, é neutro, mas era deles."
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    Mensagem por Ankou Sex Nov 19, 2021 10:24 pm

    Connor ri de novo - Doença pra ficar fortão, sonho de 90% dos frangos lá da academia. - ele continua rindo, fazendo chacota dos caras. - Que bom que não, paga as contas. - ele ri mais forte e mais alto.

    A olhada é rápida, apesar das sensações, o medo sempre presente, fazia um impulso gritar dentro dele pra dar um jeito naquilo, sentia que já havia passado tempo demais desde o Ataque Trombadinha, aquela coisa toda já devia ter se dissipado, aquela guerra era insustentável, ele joga a visão de volta pro lado certo e se tranquiliza ao não ver nada demais e é só o Connor com óculos escuros.

    --

    Connor escuta em silêncio os conselhos da mãe, ele já havia tentado mensagens, mas não uma carta, quem diabos usava cartas ou bilhetes em pleno século XXI? Mas nem ia custar nada tentar… Ele olha pra direção de Sam e do pai, distantes, mas logo ali - Eu sinto que eu devia me arrepender do que eu fiz, mas não. - meneia em negativo e olha pra mãe, esperando qualquer tipo de reação dela - Eu sei que eu vacilei, já tentei ficar de boas com ela, sem nem usar a mágica das sombras, eu fui honesto… Honesto nunca funciona. - no fundo tem uma pontada de desapontamento. - Vai me contar o que aconteceu quando vocês tentaram trazer ela de volta? - ele pergunta, mais a título de curiosidade do que outra coisa, a aquela altura não ia adiantar muito mais.

    - Mudando de assunto… - Ele já parece mais aliviado, o próprio tom dele muda na verdade - Eu to bem curioso pra saber quem são Monica e Clera, e saber mais em especial sobre Ariel, mãe do Fredo, ouvi dizer que ela e o Crestwood eram bem próximos - o tom das últimas palavras era bem sugestivo, mas ele olha sério e inquisitivo pra mãe - Eu nunca vi uma reação verdadeira ou confiável nele, o que cá entre nós é fazer o trabalho dele bem feito, exceto quando eu falei que a mulher já tinha falecido, ele pareceu incomodado de verdade como perder aquele amigo que nunca se esquece, mas que não se vê há muito tempo. - ele acariciou a cabecinha do bebê e começar a ninar a criança bem juntinha do corpo.

    - A rapaziada costuma dizer que se tá morto, enterrado e esquecido é porque ninguém quer saber mais, eu penso diferente, pra mim se tá morto e enterrado é porque fede, e de alguma maneira eu sinto que tudo isso tá vindo pra me morder no rabo. - a cabeça dele volta pra junto do sonho aquela hora como se passasse um filme todo de volta, sem perder qualquer detalhe, entalhado na memória.
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