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    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado

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    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 Empty Re: Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado

    Mensagem por GodsCorpse em Sab Out 24, 2020 10:29 pm


        
           
           
        

               

               

    Franco está trajando uma blusa branca de linho e um kevlar, calças e botas escuras.


                   

    Ficha


               

           

               

                   

    Franco toma o primeiro momento da entrada no hisil para se ajoelhar, evitando o olhar da lua. A sensação é como fogo estivesse dançando em seu cérebro, ardendo seus pensamentos e sua vontade. Era sua lua, e ela o fazia mais insano que qualquer outro mesmo assim. O uratha se recompunha aos poucos, rindo baixinho até ficar em pé. Sequer olhava para as garotas como objetos de tesão dessa vez, era apenas um lobo ali.


                   

    Com a recusa do machado e as palavras do Connor, Francis retruca - "O mal só precisa vencer uma vez" - Era uma resposta vaga, cuja intenção era de dar confiança a eles usarem o que precisarem, pois a derrota não é uma opção. Não é como se a lua o permitisse colocar nessas palavras. Pegou o machado e prendeu com a mochila e encarou o gesto da Amy com muita admiração. Com as garras de dalu, perfurou a própria mão e estendeu de volta depois de desenhar símbolos em seu rosto e braços. Talvez não tenha entendido o gesto, mas era para cumprimentar. Sangue com sangue. Confiança com confiança.


                   

    - Eu tive um sonho... Tentáculos negros abraçam um coração de prata, que ainda lutava. Ainda há esperança aqui. Eles ainda estão lutando. Mas a coisa nos quer. A coisa vai lutar e a gente vai foder ela até o cu fazer bico.


                   

    Connor tira a roupa e Franco dá um tapinha na bunda dele - Só não tiro meu porque não quero que meu saco fique na mira: é bastante distrativo a jiboia. Hehehehehe...


                   
    Se precisarem de mim no ritual, depois adiciono
                   

                   

    O ritual da Asia deixa Francis extático, perdido no momento que recebe a benção. Era uma sensação agressiva as visões que recebia, mas a adrenalina e a emoção recompensava. Recebeu de braços abertos, até mesmo os pesadelos.


               

           
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    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 Empty Re: Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado

    Mensagem por Bravos em Ter Out 27, 2020 10:51 pm




    Axel Brown

    Era sofrido deixar Olena daquela forma. Mas era o que ele era e sua responsabilidade. Do outro lado, arqueou as sobrancelhas quando viu as duas garotas completamente despidas. Elas iam lutar somente com as suas garras. Axel queria ter aquela confiança, mas não a tinha. Ainda. Iria buscá-la. Afinal era um Meninna, deveria ser ele o primeiro a levantar algo como aquilo.

    - Vou ficar devendo, já mostrei minhas partes em muitos lugares por aí, mas vou colaborar com algo. - Tirou a camiseta, ficando com o torso nu, e também as botas. Manteve apenas sua calça e seu cinto de ferramentas com as armas que trazia. Jogou pra trás os cabelos e lambeu os lábios. A adrenalina parecia começar a fazer seu trabalho. Dali em diante não falou mais nada. No ritual da Siskur Dah ele recebeu as marcas de Franco e colaborou com seu silêncio e quase sem se mover. Uma forma de se concentrar, uma entrega interna.

    O aparecimento e a bênção do luno fizeram seu coração disparar. Galopar. Havia chegado o momento. Da sua garganta começou a cantarolar uma cantiga quase esquecida que falava dos terrores da floresta. Não precisava olhar pro Caminhante para saber que ele estava ali, dava pra sentir. Como se estivesse alguém à espreita.

    Instantes depois que o alfa passou para urshul, Lobo Partido fez o mesmo. Era tempo de caçar.






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    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 Empty Re: Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado

    Mensagem por Dycleal em Qua Out 28, 2020 5:40 pm

    Ethan entra no Hisil e O Ithaeur olha para o lobo com respeito e passa ao largo. Amy e Asia estão despidas e vestindo cinza e sangue apenas. O Jovem estudante cumprimenta a todos e faz sinal para Asia que começará sua parte no ritual, olha para Connor e faz sinal que irá começar. Ele se ajoelha e abre os braços entrando em comunhão com os espíritos e com a essência do lugar e entra em sintonia. Mecanicamente retira da bolsa a tira colo pedaços de carvão e conta os presentes e desenhando um círculo, reproduz dentro dele, a posição de cada um dos presentes, com um carvão na posição que se encontra como se fosse um mapa e corta o seu braço e com o sangue unta cada um dos carvões do ritual.

    Como se fosse uma aula, se levanta e abraça ritualisticamente a cada um, fechando um elo com representação de cada um com os carvões e volta para o círculo agora o vínculo ritualístico completado e mostra o que deve ser feito em escala, move cada um em torno de um carvão que não representa nenhum deles, mas representa a presa e simula uma caçada e pega na sacola a mascara que talhara na noite anterior e coloca sobre o carvão que agora representa a presa, se transforma Urhan e dá um uivo agudo e longo que ecoa por todo o cenário que a visão consegue enxergar e o uivo reverbera como um desafio e ele começa a correr desenhando um círculo com o seu movimento e com as garras convida todos a segui-lo e dá sete voltas rápidas e avança sobre a mascara como atacando-a e a entrega para Connor e diz na primeira língua: - Está feito, o grito foi lançado, a presa está ligada a nós e alguém morrerá hoje, e não seremos nós. Lidere-nos para a nossa vingança, pois soltei a fúria, liberei a força e a coragem e a presa, está sob nossas garras.
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    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 Empty Re: Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado

    Mensagem por Faor em Sex Out 30, 2020 2:23 pm






    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 268_2610



    A Lua da Guerra parecia empurrar todos com euforia, incendiando o sangue. Cheiros, cores, sons mais intensos, ossos estalando. Em Dalu, Shaw já tinha largado a mochila junto aos suprimentos que tinham trazido e não tirava os olhos de Sombra Vermelha, mesmo tão perto da incrível Asia e do lobo enorme.


    Amy escreveu:"Se não confiasse não iriamos juntos."

    Quando ela recusou o machado, Shaw sorriu satisfeito, não por aprovar, mas por ser aprovado. Ele exibiu o pelo nú, em hesitar e cerrou os punhos cortando a própria pele na palma da mão. Estendeu o braço para Amy, espalhando seu sangue pelo antebraço dela e deixando fazendo com que ela faça o mesmo com ele.

    Raiva. Shaw sente Asa Negra se juntar à lua reforçando a fúria por todo seu corpo.


    Connor escreveu:- Sanciona a caçada junto com Amy, a gente espera que eles não tenham marcas, mas vai saber...

    O comando do alfa era claro e Shaw seguiu até os pertences que tinham trazido e pega a estranha faca com rebites. Ele se aproxima de Connor e usa o artefato junto com a faca para escrever no chão, URUM DA TAKUS - O lobo tem que caçar. Quando se levanta, revela dois pequenos globos manchados na lâmina, e ao segurar a faca na horizontal, ele alinha os círculos com seus próprios olhos. Estava claro que era uma máscara. Com a outra mão cheia dos restos de carvão ensanguentado, Shaw se movimenta rápido, provocando e se afastando de todos, andando errático, e deixando as garras dos Urathas tocadas pela mistura em sua mão. Por último, ele volta para Sombra Vermelha e segura firme a mão dela.

    - Nossa caçada será cruel e desafiadora, mas nós não vamos facilitar. Você conhece a presa e eles vão nos machucar, mas nós revidaremos bem e vamos resistir o tempo que for necessário. - Ele devolve a faca e se sente pronto para partir.






    Quando Asia invoca um Luno e ele inflama a todos muito mais. Ossos e músculos se torcem, se contraem e Shaw salta em Urshul, um lobo distorcido e furioso, mas silencioso.


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    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 Empty Re: Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado

    Mensagem por Wordspinner em Sex Out 30, 2020 4:31 pm

    A passagem não é grande o bastante para todos. Os urathas passam dois a dois. Ombro a ombro. Exceto por Connor muito grande para dividir. Asia toma forma d urshul, ótima para guerra. Amy assume a forma menor do urhan, melhor para não ser percebida. Passar pela porta é um choque. Como ser puxado para debaixo d'agua por uma força enorme tão inevitável quanto a gravidade. Um instante depois estavam em um lugar que desafiava seu senso de realidade.

    O lugar era um aglomerado de bairros e lembranças. Os prédios impossivelmente altos do Corona estavam lá, no centro de tudo, refletindo o mundo ao seu redor. Refletindo um outro mundo e não o que estava a sua volta. Um círculo verde e marrom escuro representava os bosques e florestas da região, movendo-se como um rio veloz em uma revolução eterna. Nenhuma das grades da reserva em lugar nenhum. Ruas famosas e bares. Cantos escuros e praças mal iluminadas. Luzes falhando o tempo todo em postes antigos, lançando seu brilho amarelado no escuro. Sombras se estendem desafiando a luz, formas feitas para esconder predadores urbanos. O som de carros antigos e navios. A batida do mar vinha de lugar nenhum. O cheiro da maresia era gelado no ar. A solidão era tão real quanto as teias de cabos de eletricidade. As paredes das casas e o asfalto tinham uma textura diferente, papel amarelado cheio de letras coloridas se alguém olhasse bem de perto.

    Elas formavam todas as paredes e as pessoas dentro de suas casas. Todo reflexo era distante e impossível. Mostravam Dover de um outro lugar e momento, talvez exatamente o que deveria estar acontecendo no primeiro mundo naquelas ruas familiares.

    Sobre todos o céu é uma abóbada semi transparente. Sobre ela o inexorável teto de nuvens de tempestade que rolam sem destino. A parte de dentro mostra o céu pintado a pincel com uma precisão e profundidade sem par. A estranha beleza é chocante por si só, mas varios momentos se espremem na tela. Um canto noite profunda, outro um ardente por de sol do verão, mais a frente o mesmo sol nasce vermelho com a poluição em uma manhã fria. Isso tudo compete com o cinza chumbo quase preto que tapa uma dúzia de luas diferentes em várias fases do seu movimento.

    Os sons da cidade são abafados, como se o silêncio fosse uma necessidade cortada apenas pelo ocasional grito de horror, raspar de ferro afiado em osso ou o som de um corpo descendo de uma cobertura até o asfalto. A atmosfera do lugar puxa para superfície memórias de medo, dor, sofrimento, solidão e de alguma forma transforma as mesmas em compaixão. Alguém despreparado ali morreria uma dezena de vezes sem sair do lugar. Choraria com o coração apertado pelo sofrimento que foi tão compartilhado ali a ponto de ser sentido no ar como o vento.

    Os urathas sentiam suas patas tocando o chão coberto com uma fina camada de um líquido preto e viscoso. Tinta. Amy corre para frente do grupo se esforçando para ultrapassar os lobos muito maiores. Um rosnado. Um grunhido. Ela pede tempo. Ela e Shaw precisam abrir espaço. Asia anda devagar até Connor. Os olhos da ithaeur selvagens e loucos, mas cada passo lento. Ela dá um leve empurrão com o focinho indicando uma direção. Devagar, ela quer começar a caçada lentamente, ela vai saber a hora de correr.

    Amy mostra os dentes para Shaw e dá alguns passos abaixando o corpo, ele deve ir em silêncio. Lobo ela pula corre. O caminho que ela faz sempre subindo. É mais fácil vê-la a cada passo. O pequeno lobo vermelho manchado de cinzas, sangue e carvão. Ela não tem a lentidão deliberada de Asia, ela corre. Os passos silenciosos de Shaw a acompanham e em alguns instantes eles estão longe demais para o time principal ver. Alguns minuto depois o irraka não sente mais seus companheiros. Longe demais.

    Connor guia o grupo principal pelas ruas solitárias. É preciso olhar por cima dos ombros para ter certeza de que não está sozinho. Todos tem. Os passos abafados pelo chão pegajoso. Francis vê cada momento repetido, a sensação de 'de ja vu' uma companheira constante. Axel sente o espaço entre os seus companheiros, espaço que ele trabalhou para encurtar se tornando maior, eles estavam se afastando ali. Ethan não pode conter a sensação de curiosidade no lugar tão estranho. Os espíritos eram diferentes dos que habitavam Dover e mesmo assim todo lugar era uma verão da cidade.

    --
    Shaw ouve antes de ver. Algo arranhando o chão. Um instante depois ele está sozinho. completamente sozinho. Seu coração apertado com lembranças. Os assassinatos da primeira mudança, a rejeição da legião de sangue a ausência dá mãe. A solidão sem compreensão. Mas antes do toque frio da lâmina o uratha responde sem pensar. Se vira e sente as garras cortando algo viscoso e frio. Longos ricos de tinta no ar, uma faca de cozinha na mão, afiada com as tristezas dele. A lâmina brilha carregada com elas se repetindo em loop. Em frangalhos o rabisco se afasta e outros como ele correm sem restrição. Mas o som não era deles. Essas coisas não arranham o chão, deslizam nele.

    Os olhos do irraka logo encontram a loba vermelha. Ele sabe o que ela está fazendo e sabe que só pode se revelar se tiver a vantagem contra o inimigo, se não a tiver deve esperar que ela o ocupe ante. Os ocupe, podem ser quatro deles. Ele se esgueira procurando uma posição melhor. Uma sombra entre as ruas escuras. Um fantasma. Tão imperceptível quanto uma memória esquecida.

    Logo seus olhos atentos encontram a presa. A lança presa a mão. O corpo longo e esguio com pelos claros cobertos de preto e azul. Tudo desbotado, como que lavado por décadas ao sol inclemente. Ele observa tempo o bastante para perceber que a presa está sozinha, mas Amy não teria tempo de ajudá-la se atacasse agora. Ele espera. A ansiedade fazendo o coração correr. Isso para não falar do medo, o medo ali era algo vivo. A coisa que já foi um uratha uiva. Longo e alto. Outro uivo a responde. Uma chance melhor que a maioria.

    Testes :
    AUTOCONTROLE + RACIOCÍNIO: FORÇA + BRIGA: DESTREZA + FURTIVIDADE:
    --

    Todos ouvem o uivo e olham m volta procurando a origem entre os seus. O barulho parece tão perto, repetido tanta vezes. O som cortante popula as sombras com algo faminto e cruel que escorre para fora dos pensamentos e é dado a luz entre as sombras. A coisa borbulha para fora da escuridão. Uma colcha de retalhos de pesadelos, dos seus pesadelos. A coisa fala com a voz que um segundo atrás era o seu maior desejo, ela quer devorar os seus ossos.

    Sozinho. Você está sozinho no corredor mal iluminado. De um lado o pesadelo. Do outro a escuridão silenciosa.

    Testes :
    Iniciativa e ataques. @faor @Ankou @Godscorpse @bravos @dycleal
    Vou seguir com os testes feitos lá, é só a chance pra ativarem reroll ou qualquer outra coisa. Considerem a vantagem de poder olhar os testes antes como parte da benção da lua. Vamo vamo




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    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 Empty Re: Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado

    Mensagem por Ankou em Sex Out 30, 2020 8:03 pm






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    Olhar pra Connor lembrava Kuruth, o olhar dele transmitia fúria e insanidade pura, quando a coisa se abre ele se impulsiona pra dentro quando pode, quase atropelando quem tiver no caminho, mas para depois de alguns poucos passos, dá pra ver a fúria morrendo nele assim como o apagar de uma luz, dava pra sentir o medo que pairava no lugar, era quase como respirar, os Algozes entendiam aquilo quase como ninguém, Connor estaria sorrido aquela hora se ele pudesse.

    Quando ele sente Amy forçando o caminho ele dá espaço, mas ele nem olha pra ela e só espera que Shaw siga no rastro. Ele olha pro entorno, ele começa a seguir sem muito rumo, só não queria ficar parado como um pato sentado, era estranho ter um senso ainda que pequeno de premonição, era como se o “feitiço” do luno lhe dissesse o que fazer pouco antes de fazer, se perguntou mentalmente se isso acontecia com Franco o tempo todo ou mesmo se a proximidade com o luno de sua lua fazia nele os efeitos ainda mais potentes. Não importava no entanto, nunca veria as coisas pelos olhos de um Cahalith.

    Ele sente o focinho frio de Asia lhe tocando ele olha a direção que ela indica, olha pra trás pra ter certeza que tá todo mundo lá, roça o rosto no rosto dela, um afago e segue na direção indicada.

    O que vinha a seguir não sabia se era uma provação, uma barreira “viva” ou se haviam caído numa armadinha, ele olha pra trás e não ve ninguém, nem nada, mas escutava os sons, a coisa tinha separado eles de alguma maneira, mas ele não sente medo, mas também não sente fúria, sós ente que tem o dever de terminar com aquilo.

    Ele dá um impulso no corpo e toma a forma de Dalu em pleno ar, ele sente todos os instintos do Rahu lhe tomarem o corpo equanto a essência furiosa da lua cheia circula, tudo que ele vê são gargantas cortadas, membros arrancados, ossos partidos, sangue e morte, em pleno “vôo” ele aproveita o impulso pra acertar a coisa com tudo que pode, torcendo pra que a soqueira de meteoritos faça o trabalho do jeito que é esperado.

    Ele sabe que espíritos não tém pontos fracos como uma coisa física, mas o costume de bater no mesmo lugar já é da memória muscular, ele bate quatro o cinco vezes no mesmo lugar, a outra mão vai em direção pra segurar a coisa imóvel pra ele continuar batendo, a vontade era de reduzir a coisa a pó, a nada.

    Não era menos brutal do que todas as outras vezes que havia batalhado, mas os urros de guerra não estavam lá como de costume, se qualquer companheiro o visse naquele momento teria a certeza de que havia algo fora do lugar, silencioso demais com um sorriso desagradável estampado no rosto...

    - Você não pode matar o que já está morto. - ele só balbucia aquilo, ele já tinha aceitado a morte há muito tempo atrás.

    Off:
    Connor vai usar a soqueira na forma de Dalu, se ela não funcionar como esperado(Ser o bane da criatura) ele vai tomar a forma de Urshul novamente e prosseguir o combate com garras. No turno 1 ele ativa reflexivamente Killer Instinct(-1 de essência).

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    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 Empty Re: Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado

    Mensagem por Faor em Sab Out 31, 2020 3:59 pm






    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 268_2610



    Shaw segue em Urshul, tenso, farejando nervoso mas controlando cada passo, cada músculo, cada respiração. Ele conhece o serviço, precisa ser invisível e deve se preocupar com seus ruídos e até o próprio cheiro. Mas o ambiente é traiçoeiro e ele não sente mais os Algozes e logo perde Sombra Vermelha de vista. Pior, ele fica atormentado pelo vazio e as lembranças passam a mover suas patas. Medo. Espíritos tentam provocá-lo e distraí-lo, mas ele vê Amy atraindo seus inimigos. Ele espreita, estático. Depois se move como uma pequena massa de ar, buscando uma posição assassina.

    Até ele ver.

    - Justiça com garras? - Ele pensa mas o lobo avança, em um ataque firme.

    Dons:
    Eviscerate (01 essência)
    Hit and Run (01 essência) - Não entendi se esse Dom é ativado quando está atacando ou se pode esperar para ativar quando se é atacado. Ou seja, não sei se já é para ativar isso ou se espero a descrição do próximo ato.



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    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 Empty Re: Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado

    Mensagem por Bravos em Qui Nov 05, 2020 11:21 pm




    Axel Brown

    Aquele lugar era um lugar impossível. Incabível. Inimaginável. Fazia a Hisil parecer um lugar tranquilo. Eles avançavam e parecia que o espaço entre eles se esticava. Mais do que o simples espaço, eles estavam realmente distantes. Lobo Partido pensava nessas coisas enquanto o grupo seguia, depois que Sombra Vermelha e Shaw se destacaram.

    Então um som, um som que parecia correr entre eles. Então imagens do pai morto, de pessoas que ele amava e protegia sendo atingidas, de drogas e overdoses, de um corredor. Diante dele o responsável por aquelas imagens. Queria estar entre seus irmãos de alcatéia. Aquilo era provavelmente uma ilusão. Uma armadilha. Como lobo primitivo ele deu um passo e outro e outro e num galope que se completou com um salto sobre sua presa, prestes a cravar seus dentes nela.

    Procurei no livro se havia algo como uma 'investida' mas não achei, se existir, onde fica?






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    Mensagem por Dycleal em Sex Nov 06, 2020 2:43 pm

    Ethan está maravilhado com tudo que vê, nova visão, novos espíritos, sua curiosidade deixa seus olhos fixos nos novos espíritos e dominados presentes e pergunta e força a sombra a cuspir seus segredos para os seus olhos atentos e segue atrás de Connor lentamente, fazendo o seu necessário reconhecimento a medida que passa por aquele "mundo novo". Observa o afastamento progressivo de Shaw e se mantém atento em que direção ele foi.
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    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 Empty Re: Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado

    Mensagem por GodsCorpse em Sab Nov 07, 2020 4:05 pm


        
           
           
        

               

               
    Franco está trajando uma blusa branca de linho e um kevlar, calças e botas escuras.
                   

    Ficha


               

           

               

                   

    É lindo.


                   

    É aterrorizante.


                   

    Em urshul, o lobo não ficaria de "patas abertas" para o ambiente, mas o lobo fazia o mais próximo, respirando longo e profundo o frio que o hisil trazia. É um sonho vivo e um pesadelo acordado. As visões de dor e sofrimento eram intercaladas com a de solidão em um grau desnivelado.


                   

    Dor e sofrimento, Franco entendia isso só como algo físico. Dor emocional era besteira para ele, mas se é o caso, por que ardia tanto imaginar o passado? O que o pequeno Francis tinha haver com a máquina de guerra de agora? Por que estamos tanto tempo lá atrás? Por que não tem tantas visões? Por que é tão vazio?... Dava vontade de gritar e clamar por que tudo acabe ou que tivesse mais, por que ele não poderia ser só isso? Não é?... Por favor... não seja...


                   

                   

    Eventualmente, os espaços sinistros daquele sonho confuso começam a vazar na percepção dos uratha. Franco estava sozinho, diante do terror. Voltou para forma dalu, ele ficava mais confortável em estar naquela silhueta. Aquela forma era ele. E aquele era o inimigo.


                   

    Assoviou - Vem para cá... O tio Franco vai te mostrar...


               

           
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    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 Empty Re: Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado

    Mensagem por Wordspinner em Qui Nov 12, 2020 1:09 am

    Ela não vê o irraka e seu uivo esconde qualquer som que ele possa ter feito. Esse mesmo uivo é cortado pela dor quando as presas do irraka afudam na pele e nos músculos. O gosto do sangue uratha enche a boca de Shaw. Deliciosamente doce, mas maculado com algo. Com ausência. Um vazio profundo. O sangue jorra ansioso para a boca do irraka, como se tivesse vida própria. Uma maré invasora.

    O gauru se vira para ele com a velocidade e força que só a forma da guerra possui. Rasgando a própria carne no movimento. A dor clara no cheiro é mais combustível que obstáculo. Shaw estava sozinho. Mas seus ouvidos afiados ouviam as patas de um outro lobo pulando rápido entre os prédios. A lança se move num borrão afiado. A ponta afunda no chão onde um instante antes o irraka estava. Ela urra de fúria incontida. Os olhos de fogo azul rasgando as sombras atrás do outro uratha. Atrás de Shaw.

    É uma surpresa desagradável quando ela finalmente chega no lugar para onde ele foi. Mas antes que ela pudesse se mover e provar se tinha encontrado ele ou não o pequeno lobo vermelho pula sobre ela. Dessa vez Justiça com Garras não é surpreendida. Ela se vira e a lança se vira com ela na mesma velocidade impressionante.

    No ar o lobo vermelho se estica e aumenta tomando a forma da guerra. Os braços e pernas alongando e a massa nova mudando a trajetória do salto. A lança atravessa o ombro. Mas a forma da guerra tem na dor nada mais que um incentivo. O mesmo braço perfurado pela lança afunda no buraco que Shaw fez. A rahu dos Uivadores torce o corpo usando o braço livre pra prender bem a lança em si mesma. Visceras escuras, quase pretas vazam no chão. Justiça com Garras fica de lado no chão, mas só por um instante. Ela faz força para levantar e a rahu abandona toda resistência. A lança se afunda mais. Fumaça vermelha saindo da ferida. Justiça consegue por um dos joelhos no chão e se força para cima com um impulso que levanta o uratha menor.

    Sombra Vermelha joga os pés contra o corpo da outra, a boca cheia de dentes se fecha logo acima do cotovelo e as garras afundam logo acima. A rahu se estica ainda no ar. As pernas contraidas empurram o pescoço e o torso de Justiça com garras. Pele e músculos se rasgam. Ossos quebram e partem. Justiça urra, mas a dor é só uma provocação e ela crava os dentes no braço da rahu. Shaw observa as duas das sombras. Justiça está de costas para ele. O momento perfeito para um outro ataque. As pernas se movem sem necessidade de pensar. Os dentes gravam fundo na coluna do uratha infectada. As garras empurram e o pescoço torce para quebrar e arrancar. As pernas dela ficam frouxas por um instante.

    Um instante é o suficiente. A rahu prende os dentes no pescoço da outra e num movimento espelhado no do irraka ela empurra com as garras e torce o pescoço. Tendões se rompem. Ossos racham. Sangue jorra. A infectada ainda luta. A garganta faz um som estrangulado. As garras procuram a carne dos inimigos. Shaw só vê um caminho. Os dentes se fecham logo acima dos da rahu. Entre os dois eles puxam e torcem como cães. Como lobos. A presa finalmente para de lutar. A cabeça rolando no chão enquanto muda de forma. O rosto liso e branco e bonito preso em uma expressão de pura agonia.

    ----

    Connor bate de novo e de novo. Sente ossos trincarem. Quebrarem. Afundarem. Continua batendo. Batendo até doerem os ombros. Doerem os ossos. Ele vê o rosto amassado Ethan. Depois Francis. Depois Shaw. Axel ao seu lado sorrindo. O meteoro pingando sangue e o rosto do pai destruido. Mais um e o rosto do avô traido e quebrado. O braço abaixa e levanta de novo. Axel Grita para ele continuar. "Mais forte! Mais forte!". Ele vê o rosto da mãe ensanguentado e hesita. Ele sente o elodoth no seu ombro. "Eles são a porra do inimigo. Vai! Vai, porra!"

    Mas ele não tem a chance de tentar de novo. A luz amarelada da iluminação pública invade o mundo de novo.

    ----

    Axel sente os dentes cravando na presa. Fundo. Tão fundo que ele sente na própria carne. "Não é mais fácil cortar logo o próprio pescoço?" A voz é igual a dele. A presa não sente dor, só olha para o elodoth com desgosto e desapontamento. "É um covarde mesmo..." Ele segura os lados da cabeça do elodoth. As imagens de novo. Os erros repetidos. A culpa de cada segundo da vida escavada e exposta. "Mais forte!" Ele grita. A própria voz no ar. O corpo ardendo de dor. A fúria correndo nas veias com cada batida pesada do coração. O uratha sente o sangue escorrendo para dentro da boca. Sente o sangue escorrendo do peito.

    ----
    Ethan é pego distraido pelo terror. Sente o medo penetrar fundo na carne como frio. Como raízes. Ele vê os lobos chegando e ele sozinho. Mas os lobos são os seus companheiros. Sua alcateia. Mesmo assim eles mordem. Rasgam sua carne e devoram o que conseguem arrancar.

    ----
    Sozinho. Ele estava sozinho e ainda assim na presença do seu maior inimigo. Quando lança o primeiro soco ele encolhe. No rosto a inocência que Francis perdeu e nem queria mais se lembrar de ter tido. Quando a pancada conecta e ele sente o choque no braço o uratha ouve uma voz que é nevoa que memória. A mãe grunhindo de dor. Se recusando a gritar. Não pode ser real. Ele bate outra vez. Era isso que tinha que fazer. Era guerra. Mas o som que ela faz é a coisa mais próxima que ele tem de uma conexão. A dor. Lágrimas nos olhos dela. Desafio. Ela em cima da cama, derrotada, mas não se encolhe. No espelho do antigo quarto do pai ele vê o cinto e a fivela subindo e descendo. Ela engole o grito outroa vez. Mas uma voz pequena protesta e chora. Ele se vê no espelho e mesmo assim sabe que o cinto vai descer de novo e de novo. Um aperto sufocante no peito feito de dúvida. Onde começava a verdade no meio de tudo que via.
    ----

    Connor, Axel e Francis se soltam dos tentaculos escuros que escorrem feito tinta. No alto, como um pulmão inflado no ar com olhos pretos como os de tubarões, a coisa flutua. Ethan está preso imóvel em uma pelicula negra vascularizada e ligada a coisa flutuante por tentáculos. O mesmo tipo de tentáculos. Asia se debate, lutando com mais tentáculos dá coisa que parece estar especialmente interessada nos dois ithaeur. Mais que nos outros três. Toda distância entre eles não existia mais. Estavam perto o suficiente para pegar. O uivo que tinham ouvido já tinha sumido no ar da noite. Mas não as lembranças. Não os medos trazidos a tona. Eram todos reais. Fabricados pela mente dos urathas antes mesmo de entrar ali.

    Asia rasga e puxa enquanto as raízes negras se afundam na sua pele. Ela pelo menos está acordada.
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    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 Empty Re: Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado

    Mensagem por Ankou em Qui Nov 12, 2020 10:02 am






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    -Hehe... Hehehehehe – ele ri sozinho, sem sentido, se importando pouco com a dor causada, os ossos quebrados soavam quase como sinfonia, o próximo passo seria provar da carne, a boca chegava a encher d’água, até ele ver a face da mãe, aquilo o encheu de dor e medo, medo dele mesmo.

    Talvez ele já estivesse além da loucura que aquela criatura grotesca queria infligir nele, ele xinga em russo, como o pai geralmente fazia numa tentativa inconsciente de ser "polido" com não falantes, parece muito irritado, ele olha em volta e vê Axel e Francis soltos da criatura, assim como ele.

    Quando preso ele podia sentir a dor da criatura, o sangue imaginário pingando do meteorito, aquilo tinha doído, doído demais era certo, doído tanto que talvez ele tivesse apenas transferido o sentimento pra Connor.

    Ele olha pra Francis e Axel – Ethan, agora! – era imperativo de forma que não costumava ser, mas a urgência pedia, em seguida ele sente a força sobrenatural lhe tomar o corpo a essência correr e revitalizar os músculos, a sensação era de que eles estavam ainda maiores, mas não estavam, no entanto as veias calibrosas ficavam visíveis, mesmo debaixo de tanto pelo preto, a força primitiva e destrutiva dos Uratha tomava conta do corpo.

    Ele saltava usando a parede de tijolos de uma casa qualquer de apoio, a força era tão grotesca e o impulso tão grande que chegava a esfacelar onde o pé tocava fazendo lascas voarem, agora ele parecia mais acordado mais ele mesmo, não tinha intenção de ser silencioso daquela vez, ele socava igual da primeira vez, de novo e de novo, mas dessas vez não era o treco que estava preso a ele, mas ele que estava preso a coisa, socando com uma força violenta a base dos tentáculos que seguravam Asia enquanto a outra mão cheia de garras pontudas se segurava a “carne” do espírito, os dentes cerrados com urros raivosos abafados a cada soco.

    Off:
    Nesse turno eu ativei Primal Strength (-1 de essência). A ação pode ser tanto considerada bater no bicho pra causar dano/dor, como pra dar um aid pra Asia se soltar, vai de como você quer interpretar a ação e fazer ela acontecer. Abaixo vou deixar um teste de força + esportes feito só pra se tu quiser utilizar/levar ele em consideração.

    Salto/Parkour

    Força 8 + Esportes 3 + Especialidade Parkour (Forma de Dalu + Pimal Strength)

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    5 , 8 , 7 , 7 , 1 , 5 , 8 , 8 , 6 , 5 , 1 , 4

    Dados extras

    Ankou efetuou 5 lançamento(s) de dados Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 D10 (d10.) :
    7 , 2 , 7 , 1 , 2

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    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 Empty Re: Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado

    Mensagem por Faor em Sex Nov 13, 2020 8:50 am






    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 268_2610



    O sangue na boca faz disparar todos os instintos de Shaw. Há algo errado, não natural, mas ele não vacila. Rasga pele, carne e músculo, machuca. O cheiro de dor e raiva excitam, provocam. Ele resiste, disciplinado. Conhece o serviço. Se põe em movimento, evita ser atingido. Sente a lança se alongando em sua direção mas só ouve o impacto com o chão. O irraka dispara para longe, sem olhar para trás.

    Sombra Vermelha.

    Cheiros de dor, sangue, fúria alcançam Shaw e ele mantem o passo, fazendo uma curva aberta para retornar em carga. A Rahu está fazendo seu trabalho. E ela é incrível. Correndo sobre quatro patas o grande lobo desacelera, espreita. A boca aberta. Justiça com Garras de pé, de costas para ele e com Sombra Vermelha sobre ela. O Garra Vermelha salta para frente e a mandíbula alcança a coluna da presa.

    Em segundos não há mais resistência, não há mais vida. Shaw não vai esquecer aquele rosto bonito atormentado. Sombra Vermelha cai se apoiando no chão pouco afastada e Shaw sabe que não pode dar as costas para um Gauru, mesmo aliado, mas ele precisa saber se já estão sendo atacados ou não, ele fica imóvel um instante.

    - Outro. - Na primeira língua, um som rouco, gutural, firme. Ele salta de lado e se afasta atento, cuidadoso. Procura se ocultar nas sombras esperando o lobo que respondeu ao primeiro uivado.

    Dons:
    Até aqui: (02 em essência)
    Feet of Mist (01 em essência) - Ele usa esse dom ao se afastar do lugar da luta.

    Dúvida: preciso me preocupar com as rolagens ou o narrador solicita as próximas necessárias? Não tenho certeza sobre quantas rolagens de "Força + Briga" foram utilizadas nessa luta e certamente o irraka faz mais um teste de percepção agora.



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    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 Empty Re: Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado

    Mensagem por Bravos em Sab Nov 14, 2020 9:53 am




    Axel Brown

    Caiu de volta na realidade e seu coração ainda batia acelerado pelas visões que havia tido. Vê Connor e vê Franco. Ethan e Asia ainda estão presos nos tentáculos. Connor dá uma instrução. Lobo Partido a segue. Praticamente da mesma maneira que havia feito antes. Um, dois passos, então um galope e um salto em direção ao tentáculo que prendia Ethan pela cintura. Iria mordê-lo, a certa distância do irmão de alcatéia, para que o golpe afrouxasse a ponta. Franco vinha em seguida e liberava de vez o ithaeur.

    Queria naquela hora ser apenas um caçador, mas ainda se questionava sobre o que havia visto e vivido. Teria ele que matar seus próprios medos? Até onde seus medos eram ele mesmo ou eram limitações para quem ele era? Ainda dava para sentir na bocarra de lobo primordial o gosto ferroso de sangue. Rosnou para si. Tinha de libertar Ethan.






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    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 Empty Re: Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado

    Mensagem por GodsCorpse em Ter Nov 17, 2020 12:49 am


        
           
           
        

               

               
    Franco está trajando uma blusa branca de linho e um kevlar, calças e botas escuras.
                   

    Ficha


               

           

               

                   

    O grito ecoado pelas memórias - verdadeiras ou falsas - doeiam tanto quanto o choque recebido pelo ataque da criatura. Dizia ataque, pois a resposta dele ao tentar ser assimilado seria isso, independente de quanto precisava rasgar de si para poder se livrar. E se livrar o fez. Mas não se livrava da memória: se a mãe era Uratha, como ela se permitiu estar naquela situação? Por que ela também não virou? Por que quando ela virou, não voltou por ele?


                   

    Perguntas para depois. Se soltou dos tentáculos e Connor havia gritado já as ordens. A coisa estava interessada no que tocava os espíritos. Gritou na primeira língua - Cadê a Amy? - enquanto voltava para forma humana, puxando a arma que trazia consigo. Não ignorou a ordem, mas estava vendo outra forma de atingi-lá. A dor vai fazer ela pensar duas vezes em estar abraçado nos aliados dele. Se não desse certo, próximo passo era ajudar Asia e Ethan - Eu tenho um tiro!


                   

    E atirou contra a coisa de tentáculos..


               

           
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    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 Empty Re: Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado

    Mensagem por Wordspinner em Ter Nov 17, 2020 3:37 pm

    O tiro é um estrondo que ecoa longe. Longe demais. Mais do que qualquer um poderia imaginar. Os pedaços da munição ricocheteando pelos cantos enchendo o ar de lascas. Como estar dentro de um trovão. Trovão que se repete em cada esquina preenchendo completamente o silêncio.

    Sangue no ar. Sangue uratha. Os tentáculos cortam a carne de Asia como se fossem facas. Ela grita ainda tentando se soltar. Ethan finalmente abre os olhos. O ithaeur vê os tentáculos cavando a sua pele, afundando em direção aos ossos. Bebendo avidamente seu sangue. A dor é a coisa mais intensa que ele já sentiu na vida.

    A coisa se sacode e treme no ar com o tiro. Fumaça malcheirosa invade as narinas bem abertas dos lobisomens. Cheiro de horror e loucura. Um cheiro vazio no meio de tudo. Axel alcança o companheiro preso e começa a rasgar a membrana que o envolve. A carne da coisa tem um gosto horrivelmente familiar. Gosto do próprio sangue. Gosto do sangue de Ethan támbem. Gosto delicioso. O sabor enche a boca. Se arrasta pela língua. Corre nas terminações nervosas. É a melhor coisa que já sentiu. A mente do lobo é pratica e direta e é uma agonia resistir a ela. Resistir ao impulso de engolir. Mas ele rasga e puxa. Sente os tentáculos cortando a boca entre os dentes. A selvageria do meia lua é demais para a coisa ferida. Ela solta o Ithaeur tentando escapar.

    A mão esquerda de Connor se fecha alto sobre os apêndices da criatura. O tiro ainda ecoava dentro da sua cabeça. A sensação era ótima de ver o ferimento. Os buracos fumegando. Asia luta logo abaixo e Axel também. A coisa teria escapado sem o elodoth. Mas não tinha. Estava ali. Bem na frente dos punhos dele. Golpe a golpe. Descendo e agonizando. Incapaz de sustentar todo peso a que estava presa. Axel a puxa com os dentes. Asia liberta faz o mesmo. O rahu continua atacando. Esmagando a carne efêmera. Os três logo estão sobre os restos da criatura.

    Ela escorre tinta e sangue em jorros desconexos. Connor sente o corpo pintado com a secreção. Axel sente a boca queimando. A mente queimando por mais. Connor consegue sentir a doce agonia do elodoth como se fosse nele mesmo. A boca salivando pelo sangue uratha.

    Ethan sente as feridas lutando para se fechar. As partes do monstro que estavam dentro dele escorrendo para fora como acido.

    O tempo todo Francis respira fundo. Ele vê lobos correndo. Ele vê lobos parando na floresta ao ouvir um tiro. A lebre que estavam perseguindo desaparece e eles correm em outra direção correm atrás do caçador. Na visão o caçador é ele, mas os lobos sentem o cheiro de sangue. Na visão ele arrasta Ethan e Asia que deixam um rastro de sangue impossível de perder.

    ----

    Amy abandona a forma da guerra. De joelhos ela aninha a cabeça arrancada. As mãos cuidadosamente tocam o rosto e os cabelos. Carinho. Delicadeza. Os ferimentos não estavam mais lá. O gauru os tinha roubado. O irraka era parte das sombras agora. De novo. Ele ouvia ela respirar entrecortado. Lutando contra o choro. Mas outra coisa era mais importante. Os passos. O uratha corrompido que corria para eles. Em segundos ele estaria ali. Mas os segundos passaram e ele não chegou. Os sons o enganavam ali. Como sempre na sombra, mas pior. Eles pareciam brincar com as expectativas como algo vivo tentando força-lo a sentir.

    Medo? Antecipação? O uratha aparece exatamente onde deveria. Sombra Vermelha não parece perceber. Perdida demais na dor ou fazendo seu papel bem demais. Então o tiro corta a noite. Perto demais. Longe demais. Alto demais. Os olhos do irraka se movem sem querer. Instintivamente se viram na direção do som. No momento seguinte eles tentam achar o uratha infectado. Mas o irraka sabe que não vão encontrá-lo pois seus ouvidos sabem que ele já está correndo em outra direção. Sombra Vermelha também. Furiosa. Um lobo vermelho enorme correndo rápido sem esperar Shaw. Ela está indo atrás do corrompido e o corrompido está indo atrás do tiro. O que mais Shaw poderia fazer?

    ----

    Segundos preciosos são perdidos com a brutalidade da matança. Com os olhos dos ithaeur se acostumando com a realidade. Eles começam a andar de novo. A mente de Francis gritando toda forma estranha e arcana de avisos. Reflexos no ar. Reflexos nas sombras. Eles passam atrás dos olhos do cahalith. Uma voz familiar no seu ouvido. Ela diz que ele é um bosta de fracassado. Um erro. "A pior gozada da vida."

    Cada esquina é uma agonia. Ethan pinga sangue passo a passo. Asia anda mais rápido. Mais atenta que antes. Quando as sombras se descolam do chão famintas não é uma surpresa para ninguém. Todos estão prontos. Todos reagem. Todos lutam. Mas como? Por quanto tempo?

    ----

    Shaw tem dificuldade para subir os prédios que escorrem tinta preta. Ele sabe que os dois estão lá em cima. Lutando. Ele ouve. Mais que isso. Ele sente a proximidade dos irmãos da alcateia. Seus pensamentos divididos. Sua lealdade o puxando em direções opostas. Do alto ele finalmente vê os companheiros sendo atacados por todos os lados. Sombra Vermelha rola e sangra no terraço escorregadio com o infectado. Quem precisa mais da ajuda de Shaw? Quem ele pode salvar?



    OFF:


    Com três sucessos Francis se livra do kuruth pela cena. Yey
    Não sei com qual das armas Franco atirou. Vou considerar a espingarda, mas qualquer coisa a gente muda no próximo "frame".



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    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 Empty Re: Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado

    Mensagem por Faor em Ter Nov 17, 2020 4:41 pm






    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 268_2610



    Shaw deixa Sombra Vermelha para trás e se oculta nas sombras, esperando estar pronto para o próximo Pata de Ferro que vem direto para eles. Quando o irraka fareja, volta seus olhos para Amy e cerra os dentes em desaprovação.

    O lobo se move e não sente toda a empatia que Shaw já tinha previsto. - Para ela, a dor é maior. - Ele pensa mas desvia o olhar, busca outra posição, em pisadas inaudíveis. A respiração triste e úmida dela o perturbava, o irritava. Ele não conseguia evitar, por mais que entendesse.

    Passos.

    Boca fechada, pelos arrepiados, olhos varrendo a direção dos passos. Nada. Shaw precisa recuar, precisa ser capaz de atacar Amy, onde a presa certamente vai aparecer. O sangue aquece o corpo ainda mais e os olhos se arregalam diante da vulnerabilidade dela, ele está pronto para um salto, um disparo.

    Trovão.

    Movimento. Shaw se esforça para correr, para caçar. Sabe que agora está exposto, que não pode escolher o terreno, mas não hesita.

    Ele sobe com dificuldade, o lodo atrapalha. Por um instante ele fica estático. - Algozes. - Ele pensa surpreendido, mesmo sem farejá-los. Ele sente. Eles estão sendo atacados.

    Mais acima Sombra Vermelha luta sozina contra a presa. Ela se feriu antes. Ele olha para baixo uma última vez.

    O lobo não pensa tanto, apenas age. Shaw sentiu a urgência em que seus irmãos estavam, mas não fosse o tiro, nem seria possível encontrá-los tão rápido. - Francys. - O nome do Garra na mente, mas o urshul não vacila. Avança com o dorso rente ao chão gosmento, se aproximando da presa. A missão dele era com Sombra Vermelha, com os Patas.

    Aspecto do Caçador:
    Até aqui: (03 em essência)
    The Blissful Aspect - o "bem-aventurado".

    Não sei qual a rolagem de Força + Briga está válida aqui, mas para caso de 3 ou menos sucessos, vou usar o Eviscerate outra vez.
    E se for o caso, segue um bom número de dados para a conta do Narrador.
    Faor efetuou 10 lançamento(s) de dados Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 D10 (d10.) :
    1 , 1 , 1 , 1 , 6 , 3 , 9 , 5 , 3 , 8



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    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 Empty Re: Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado

    Mensagem por Ankou em Ter Nov 17, 2020 4:51 pm






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    Connor soca de novo e de novo por cima da criatura, o meteorito estragando a “carne” de forma impiedosa, os apêndices se debatendo a coisa passa na barriga pouco acima do umbigo, um arranhão que ele mal sente.

    O estrondo veio em meio aquilo, o corpo estremeceu com o susto, tudo tinha acontecido rápido demais, ele não para de socar a parte superior da criatura só por que ela é um problema mais iminente do que a cagada que Franco havia acabado de fazer. Ele soca até sobrar só uma poça com uma meleca amorfa no chão.

    A empatia pelo estresse dos companheiros só não era maior por que ele temia muito mais pelas vidas deles naquele momento do que a condição em que se encontravam, mas o olhar de repreensão pra cima de Franco por causa do tiro era inconfundível.

    A pintura em carvão e sangue já é praticamente invisível, mas aquilo não tinha importância, ele olha em todas as direções praticamente paranoico, como se um dos patas de ferro pudessem saltar de qualquer sombra, ele desce pra forma de Urshul de novo pra ajustar melhor os sentidos e os reflexos e ficar menos exposto.

    Ele sabia, não precisava ser um médico pra saber que Ethan tinha quase batido as botas. – Fica com ele na retaguarda e faz bom uso dessa bosta, tu já chamou tudo que escuta pra cima da gente. – A primeira língua na maior parte soava impessoal assim como os espíritos, mas era a única língua que a forma de Urshul permitia, o que Connor não permitiria era que fosse o fim dos Algozes ali.

    Ele se aproxima de Asia que ainda se recuperava – A gente precisa ser rápido, e acabar com essa porra agora, achar o centro da infecção. Pra onde? – ele joga o corpo pra perto dela e a escora esperando uma direção, mas não para de olhar pra todos os cantos, preocupado o tempo todo, tão preocupado pra fora que nem percebia a luta interna de Franco.

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    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 Empty Re: Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado

    Mensagem por Bravos em Ter Nov 17, 2020 10:26 pm




    Axel Brown

    Ethan estava livre. Lobo Partido deveria estar feliz com isso. Mas aquele gosto persistente na boca parecia forte demais. Estava, para falar a verdade, desnorteado. Ofegante. Que significava aquilo, no fim das contas? Se dera conta então que seu ouvido zumbia por conta do tiro que Franco havia dado. Eles já começavam a avançar.

    Precisavam chegar no cerne daquele lugar infectado. Era por isso que tudo parecia insano. Só poderia ser. Ainda que sentisse a bocarra formigar, estava preocupado com Ethan. Ele quase foi. Colocou-se então no meio das duas duplas. Asia e Connor à frente. Então ele, Ethan e por fim Franco na retaguarda. Seria uma forma de ele estar apto a ajudar numa ponta ou noutra.

    Ele seguiu assim, sem falar nada. Até eles estarem novamente cercados de sombras. Ele sente um ímpeto dentro de si. De provar novamente. Mas não. São artimanhas daquele lugar e ele não cairá de novo. Lobo Partido salta com suas garras, mantendo longe dos alvos seus dentes.

    Estávamos com essência 10? vou gastar 1pt pra recuperar o dano letal de modo reflexo.






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    Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado - Página 2 Empty Re: Siskur Dah - A Infecção do Vazio Estrelado

    Mensagem por Dycleal em Qua Nov 18, 2020 6:43 pm

    Ethan está admirado e excitado com aquele cenário completamente novo à sua frente, começa a absorver aquela nova realidade e a analisa-la quando subitamente sente uma dor lancinante e em instantes volta os seus sentidos para a sobrevivência e se vê emaranhado nos tentáculos de uma abominação infectada de maldade lhe apertando, ferindo, sugando as suas forças e vê também seus irmãos atacando o monstro, pode até sentir a respiração de Axel quando ele morde com violência o tentáculo que envolve o seu abdome e uma mão que parece ser a de Franco o puxa, empurrando-o para uma posição na retaguarda.

    O Ithaeur está chocado, a dor que está sentido, é a maior que já sentiu na vida, toda ela na verdade passou diante de si e começa a compreender melhor as posições de seu professor e da sua mãe, acerca de uma vida mais prática e objetiva. Seu corpo treme e ao mesmo tempo está paralisado. Ele vê o quanto a vida é efêmera e como precisa se dedicar a viver e o valor que tem a irmandade, pois seus irmãos se arriscaram ao avançar sobre aqueles tentáculos corrompidos, e ele mesmo nem condições de agradecer teve. Mas, tempo para isto terá se ele se focar agora e fazer o seu melhor, mas terá que se recompor e mudar o foco da curiosidade para a vingança.

    Ele está muito franco e se concentra na sua cura e recuperação e se foca mais ainda, em identificar as ameaças e rastrear-las para não deixa-las escapar e imprimir nelas toda a força que seu saber controla. Ele não deixará ser pego outra vez e todos os seus instintos estão aflorados devido a sua quase morte, e a vingança é um aliado poderoso e perigoso.
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      Data/hora atual: Sab Dez 05, 2020 2:29 pm