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    Capítulo UM - Este é o Meu Pecado ...

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    Mensagem por Bravos em Sab Nov 28, 2020 3:28 pm






    Aaron, o Mercador

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    Mensagem por Raijecki em Sab Nov 28, 2020 8:45 pm






    Whixa Vaae, a Noviça Rebelde


    Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 QApfyp1

    ***

    Whixa tomava uma espécie de soco no estômago quando ouvira de Aaron sobre serem enganados pela deusa Hell. Ela era, pelo menos em suas confusas memórias de um passado longínquo, uma Arcebispa da deusa do submundo. Porque ela trairia a quem lhes havia juramentado lealdade?

    - Isso não muda o fato de que vocês assassinaram um reino inteiro. Mas sim, eu fui Rainha de Glast Heim a serviço dela, então se alguém tinha o poder de nos manipular, só poderia ser ela. - Ela respondia seco ao jovem mercador. Ao ouvir o nome "Gowther", ela continuava seus comentários para com Aaron e Violet:

    - Esse nome, eu lhes perguntei antes, também não sei quem, ou não lembro, quem é ou era esse tal de Geraldo, mas ele parece ter sido o estopim da loucura que se entranhou em vocês dois... Filho de vocês talvez? - Ela dizia os observando fixamente. Aaron contava que a própria Whixa era  invocadora daquela Succubus que os havia perseguido em Geffen a vinte anos atrás, o que ajudava a concretizar as memórias da noviça, que de fato ela era um ser poderoso a serviço da deusa do submundo, capaz até de invocar um demônio como aquele.

    - Isso pode fazer sentido, por mais surpreendente que pareça, pois eu era uma Arcebispa a seus serviços, poder para isso deveria ser fácil. Mas não consigo... Ah... Lembrar como isso me ajudaria... - Whixa fazia força para tentar lembrar daquele evento relatado por Aaron e encaixar mais uma peça naquele complexo quebra cabeças de Midgard.

    Marin então começava a falar sobre bruxaria, maldição da Succubus e Chucky, o boneco assassino. Whixa ainda não entendia como Marin tinha posse de uma magia tão poderosa como aquela, desejava bem no fundo possuir tal poder, ser imortal era algo que não podia ignorar.

    - Qual maldição Marin? Se eu invoquei aquele demônio, porque desejaria matá-la? E Hergos, o que ele de fato é? Quais são seus propósitos? Tudo é muito estranho... - E ela ainda teria mais motivos para aquela confusa opinião, pois um pombo com um tom vermelho-sangue e bico dourado lhe entregava uma mensagem, uma que gelava totalmente as entranhas da noviça.

    "Pecado?! Mas que droga tá acontecendo ou aconteceu comigo?! Quem eu sou de verdade?!" - Então a pequena Marin esclarecia de que somente um líder religioso poderia receber mensagens de deuses, o que gerava um sorriso cínico por parte de Whixa bem como um comentário sarcástico logo em seguida:

    - E eu sou de dois deles...


    ***


    Na cela da prisão élfica, Violet conversava com a velha que se revelava ser a antiga regente daquelas terras e dos clãs de caçadores e arqueiros. Ela também afirmava de que tinha os visto a vinte anos, na capital Prontera, o que provavelmente teria sido na coroação desastrosa do príncipe.

    - Como você perdeu a regência para Kjaack? E aliás, como o príncipe daqui ficou daquele jeito? Você não era a a chefe da elite da caça de Payon? Como foi parar aqui? - Questionava a noviça para com a idosa decrépita enquanto a gatuna conseguia se libertar de suas algemas só para ser apanhada em flagrante por um dos guardas. O guarda a agarrava enquanto outro a ameaçava com uma flecha. Whixa agia por instinto, sem nem pensar enquanto que a ex regente gritava para que o homem soltasse Violet.

    Whixa apontava o dedo para o homem com o arco e flecha e lançava seu feitiço "Punir" - que ela tinha preparado antes em sua reza - , a fins de fazê-lo largar o arco com o baque, abrindo assim uma chance para que a gatuna se livrasse de seu agressor.  



    Off:
    Punir

    Aponte para um inimigo da sua religião ou alguém cuja tendência seja oposta à sua e o condene em nome de seu deus. O alvo sente uma dor excruciante e você causa a ele 1d8 de dano que ignora armadura.

    Dano: Raijecki efetuou 1 lançamento(s) de dados Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 D8 (d8.) :
    3

    Teste de Lembrar (+2 INT):

    Raijecki efetuou 2 lançamento(s) de dados Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 Dice10 (d6.) :
    1 , 3
    [/i]






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    Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 Empty Re: Capítulo UM - Este é o Meu Pecado ...

    Mensagem por Mystic Stranger em Qua Dez 02, 2020 3:58 pm






    Violet, a gatuna

    Antes na carroça

    Violet, podia sentir Hergos os seguir pela mata e quando o guarda os mandou calar a boca, após a cena de Whixa. Marin a pequena soltou sua voz infantil, ouviu a pequena falar sobre uma maldição e sobre Hergos. Aquilo ficou em sua mente, talvez as coisas não fossem o que realmente  deveriam ser. "E se Hergos fez aquilo para os salvar de algo pior?" Tinha que esperar para ver, se fosse realmente aquilo, muita coisa podia ser explicada e eles ainda tinham uma chance para escapar disso e resolver as coisas.

    Aaron agora falava mais sobre serem traídos e enganados - E se continuarmos desse jeito, sem tentar entender o que realmente aconteceu, ficamos um contra os outros de novo. - ela ficou pensativa quando Aaron perguntou quem seria 'Gowther', talvez fosse alguém importante para eles no passado. Talvez a chave de tudo.

    Agora na cela

    Violet, perguntava a senhora que disse ser a antiga regente dos arqueiros. Enquanto Whixa continuava a conversar com a ex-líder dos arqueiros. A gatuna, conseguiu se soltar de suas algemas, mas infelizmente foi pega no ato. - Droga! - xingou baixinho. Um porco asqueroso deu o ar da pança e demonstrou seu interesse pela gatuna. Mas vendo ali uma chance para elas, resolveu entrar no jogo. - Oh é mesmo? Aposto que já ouviu o quanto somos quentes, né meu querido. - Violet, agora se aproveitava da aproximação do tal elfo gorducho, procurando uma oportunidade de conseguir uma brecha . Eram dois, e ela talvez conseguisse pegar algo do elfo gorducho. Uma adaga para fazê-lo de refém?

    Vou usar (INT +1) para enganar o gorducho e fazê-lo de refém

    Mystic Stranger efetuou 2 lançamento(s) de dados Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 Dice10 (d6.) :
    4 , 2






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    Mensagem por Mystic Stranger em Qua Dez 02, 2020 4:07 pm

    Teste lembrar!
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    5 , 4
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    Mensagem por Hylian em Qua Dez 02, 2020 9:48 pm









    Este é o Meu Pecado ...




    Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 YfwQoWh


    @Mystic Stranger @Raijecki @Bravos

    31 de Agosto de 2019 D.GH
    Estação: Outono, Temperatura: 5ºC, Previsão: ---
    Localização: A Grande Floresta de Payon.


    OS PROTAGONISTAS:



    Aaron



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 16
    Armaduras 03
    Classe: Mercador
    Dano Base: 1D4
    Experiência: 09/12
    Nível: 03
    Carga Máxima: 14/14
    Zeny$: 150

    Aaron Digby


    Whixa



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 18
    Armaduras 02
    Classe: Noviço
    Dano Base: 1D6
    Experiência: 09/12
    Nível: 03
    Carga Máxima: 05/09
    Zeny$: 150

    Whixander Vaee


    Violet



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 19
    Armaduras 01
    Classe: Gatuno
    Dano Base: 1D8
    Experiência: 09/12
    Nível: 03
    Carga Máxima: 07/11
    Zeny$: 150

    Violet Hallan



    OS VÍNCULOS:


    Hergos



    Saúde: Incomum
    Pontos de Vida: ---
    Armaduras ---
    Classe: Espadachim
    Dano Base: ---
    Experiência: 00/00
    Nível: --- +1
    Carga Máxima: ---
    Zeny$: 0


    Marin



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: ---
    Armaduras ---
    Classe: Feiticeira
    Dano Base: ---
    Experiência: 09/00 +1
    Nível: ---
    Carga Máxima: 06/07
    Zeny$: ---









    TODOS




    Midgard já foi governada por muitos deuses diferentes e também já foi as terras de outras raças, como elfos, que há muito governavam midgard, ou os anões... Há dois mil anos, já na era dos humanos, Whixa talvez fosse o ser humano mais próximo de Hell que era a grande governante da época, tendo um posto tão poderoso e importante, não me admira que ela conseguisse invocar demônios e outras criaturas de Niflheim... – comentou Marin encarando Aaron – E Whixa, eu entendo a sua revolta, mas  não podemos esquecer que são apenas lembranças, e talvez possamos estar confusos... – continuava a maga infantil forçando a mente em buscas de tudo o que era possível ajudar naquele momento – Eu não sei dizer..., mas tive a impressão de que a Succubus estava atrás de mim e não de vocês, muito menos de você, Whixa... Eu me lembro pouco do que houve há dois mil anos, mas me lembro que ajudei de alguma forma, nós ajudamos de alguma forma na construção de Hergos, mas não me vem a mente, o porquê.





    AARON




    Gryffin encarou Aaron como se tentasse reconhece-lo, ou talvez estivesse estudando-o, como se buscasse nele quaisquer indícios que o alertassem para recuar, talvez fosse alguma tentativa frustrada de Kjaack em conseguir informações. – Logo que os cinco desapareceram, o terror e o caos pareceram dominar as terras homens, era como se o fim de nossa era estivesse avisando de sua chegada. Hordas de monstros e outras criaturas horrendas como os Orcs invadiram Prontera sendo guiados por rebeldes como Kjaack que já tomava para si o reino élfico, é claro que todos nós os grandes mestres e regentes de cada reino nos opusemos, mas havia um maldito impostor entre nós, maldito! – disse Gryffin dando um soco no chão de terra. – Pensamos que com aqueles cinco fora do caminho, só havia um deles ainda vivo, o Príncipe de Payon, Tartan, mas quando chegamos aqui, já era tarde...

    Gryffin olhou para Aaron perdendo o raciocionio, quando este afirmou ser Aaron Digby, era como se de repente em sua pupila pudesse ver um brilho de esperança que há vinte anos havia se apagado – A..aron Digby, você está v-vivo? Impossível!

    Aaron percebeu em sua busca por uma possível saída que próximo a uma das laterais, coberto por palha e alguns caixotes, o que não ficava muito visível era um alçapão. Ao se aproximar do mesmo com o arquimago atrás de si, a mente do mercador começou a mergulhar, levando-o como uma espécie de mágica para não tão longe dali, talvez naquele mesmo lugar, mas era como se estivesse em outro momento, revivendo e revirando memórias já há muito esquecidas...

    Tartan, pela centésima quadragésima quinta vez, você não pode prender todo mundo que der uma opinião contrária à tua... – repetia Aaron revirando os olhos, enquanto que ele avançava para os calabouços de Payon em busca de Tomek, o chefe do clã dos caçadores e arqueiros da época.

    Por que não? – Enfureceu-se Tartan, cruzando os braços como um menino mimado incapaz de lidar com situações além de seu gosto – Eu sou o príncipe, posso fazer tudo o que quero!

    Você é o Príncipe, não rei! – Intrometeu-se Violet impaciente – E mesmo que fosse o Rei, mandar prender o seu homem mais fiel não é uma das melhores e mais sábias atitudes, Tartan!

    Eu ainda aliviei, nem mandei cortar-lhe a cabeça como fiz com a Maria Chiquinha... (sorry, n resisti)– bufou aborrecido.






    WHIXA & VIOLET




    Judia encarou Whixa como se tentasse reconhecer a voz, e aquela aparência, como se sua mente fraca e idosa fizesse muita força para que ela voltasse vinte anos atrás e matasse sua curiosidade – De fato não perdi a regência, ela me foi tomada, logo que aqueles cinco aventureiros escolhidos por nós desapareceram na floresta dos sussurros e nunca mais encontramos seus corpos, dados como mortos, as coisas ficaram muito feias... – dizia Judia entristecida – Prontera foi atacada covardemente, bem como seus reinos apoiadores e Kjaack, um dos grandes rebeldes invadiu as terras de Payon, e não recebemos ajuda de ninguém, nem mesmo de Alberta ao qual fomos tão aliados, bem, o desfecho foi que Kjaack se proclamou “rei”, um falso rei, é claro! – Explicava Judia – Sobre o nosso querido príncipe, eu não sei ao certo, mas desde que eu nasci, escuto uma história muito estranha que se tornou mito aqui nas terras élficas, ela diz que o nosso Príncipe, Tartan sucumbiu a uma maldição há dois mil anos, ele está vivo, mas é como se estivesse preso a esta doença, ou como quiser chamar. Conversamos com ele, mas ele não responde, não há sinais de consciência vindas dele, é como um morto vivo..., mas... pouco durante a invasão de Kjaack, foi a primeira vez que o vi pronunciar uma única palavra “Gowther”, um nome divino, é uma palavra que pertence ao dialeto dos deuses de Asgard.

    Tanto Violet como Whixa e Marin, aliás qualquer um que tivesse nascido em Midgard, alguma vez ouvira falar das terras sagradas de Asgard, terras conhecidas por serem mais valiosas do que o próprio ouro e também por serem terras proibidas aos reles mortais. O único caminho para Asgard era atravessando a Ponte Dourada, uma ponte que ficava para além do norte do mundo dos homens, a lenda ainda contava que qualquer mortal que tentasse atravessar a ponte seria castigado cruelmente, perderia a visão decido ao brilho intenso produzido pela própria ponte, mesmo nas noites mais escuras. Desde que Midgard existe, há incríveis e incontáveis registros de aventureiros de todas as raças que ainda sim insistem em atravessa-la.

    O Arqueiro que apontava a flecha para Violet pouco depois de tal conversa, sentiu um pequeno corte em um de seus braços, nada que o fizesse abaixar a guarda, mas buscou rapidamente com os olhos de onde poderia ter vindo o ataque, mas com a reação do elfo gordo ele voltou a apontar sua flecha e atenção a gatuna.

    E como eu ouvi... – respondeu o elfo gordo com os olhinhos vibrando – Agora, vamos logo com isso, safada, pois não tenho muito tempo, tenho que estar pronto para a execução do traidor, Aaron Digby! – exclamou o elfo gordo quase babando encima de Violet.

    O elfo gordo puxou Violet sem muitos problemas para longe da cela, enquanto que o outro continuou a apontar sua flecha, dessa vez alterando entre qualquer uma que estivesse na cela aberta e para Violet, novamente, até que a gatuna e o elfo obeso desaparecessem pelo corredor e o arqueiro então pudesse trancar a cela novamente.






    VIOLET





    O Elfo gordo puxou Violet até diante de uma porta que dificilmente alguém notaria que existisse lá, e ao abrir era como uma dispensa onde havia pouca comida, alguns sacos de frutas, outros sacos com grãos de todos os tipos e também havia muitos vegetais ele jogou Violet diante de alguns caixotes. Violet pode notar uma sombra projetada como a de alguém que avançava pelo corredor que eles vieram, naquele momento.

    Agora vamos ver o quão quente vocês são! – animou-se o gordão avançando na direção da gatuna.




    Infos - OFF escreveu:

    Lembrem que todos os teus pertences, exceto a roupa que vestiam foram tomados de vocês!

    Como conversado com a Mittosis, ela tem um crítico em "Lembrar" para a próxima rodada!




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    Mensagem por Raijecki em Dom Dez 06, 2020 9:13 am






    Whixa Vaae, a Noviça Rebelde


    Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 QApfyp1

    ***

    Whixa arqueava a sobrancelha quando ouvia Marin - apenas uma garotinha á seus olhos - contando tão friamente sobre suas memórias e sobre a tal Succubus.

    - Se eu a invoquei, porque a mandaria ir atrás de você? O que você fez para que a situação chegasse a tal ponto? - Ela perguntava a Marin, porém também a si mesma, já procurando em suas memórias algo que pudesse a ajudar a descobrir porque aquele demônio estaria atrás de Marin.  

    ***

    Na cela da prisão élfica, Whixa conversava com a antiga regente daquele lugar, e as peças do mistério se encaixavam ao mesmo tempo em que outras milhares se estilhaçavam.

    - Nós não desaparecemos na floresta, lá encontramos Marin e seguimos até Geffen, onde a cidade estava tomada por mortos-vivos e uma Succubus nos perseguiu até a torre, onde Marin invocou uma magia de teletransporte até Payon, que bem, como pode ver, veio com vinte anos de atraso. - Ela respondia a Judy e encarava Marin em seguida. Então Judy contava sobre a invasão de Prontera e o silêncio de Alberta e de como Tartan supostamente estaria em uma maldição profunda a cerca de dois mil anos, e a úncia palavra que havia falado até então teria sido o nome "Gowther", ou Geraldo na tradução livre.

    - Interessante, mas quem invadiu Prontera? E conte-me todos os detalhes sobre Gowther por favor... - Então toda a cena envolvendo Violet e o guarda gorducho e lacivo acontecia, com a magia de Whixa não resultando em mais do que um corte superficial, nada suficiente para que o fizesse baixar a guarda para que a gatuna pudesse apagar o gordo ali mesmo. Então o guarda levava Violet dali, dizendo que logo em breve Aaron seria executado por traição e então o arqueiro começava a fechar a cela.

    Whixa então cochichava para que a velha distraísse o guarda de alguma forma, e acaso ela conseguisse, pediria a Marin para que a ajudasse a atacá-lo magicamente de novo com um sinal de olhar na direção do alvo.  

     
    Off:
    Punir

    Aponte para um inimigo da sua religião ou alguém cuja tendência seja oposta à sua e o condene em nome de seu deus. O alvo sente uma dor excruciante e você causa a ele 1d8 de dano que ignora armadura.

    Teste da lançar um feitiço (+2 INT, se der entre 7-9 escolho "Adicione o rótulo demorado ao feitiço"):

    Raijecki efetuou 2 lançamento(s) de dados Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 Dice10 (d6.) :
    5 , 3

    Dano caso acertar:

    Raijecki efetuou 1 lançamento(s) de dados Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 D8 (d8.) :
    2

    Teste de Lembrar (+2 INT):

    Raijecki efetuou 2 lançamento(s) de dados Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 Dice10 (d6.) :
    5 , 1
    [/i]






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    Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 Empty Re: Capítulo UM - Este é o Meu Pecado ...

    Mensagem por Mystic Stranger em Sex Dez 11, 2020 11:07 am






    Violet, a gatuna

    Hergos parecia conter muito mais do que aparentava ter, talvez ele tivesse respostas de muitas de suas perguntas e de seus companheiros. Esse pensamentos não saia de sua cabeça, mas agora ela precisava se livrar de um gordo metido a gostosão. Falhou em tentar achar algo que pudesse usar, agora estava em um tipo de dispensa e precisava pensar rápido.

    Olhando na direção do Elfo, pode ver uma sombra projetada pelo corredor que acabou de passar. Se fosse mais um inimigo ela estaria perdida, deu uma olhada pelo ambiente e nada que pudesse lhe ajudar.  

    -ESPERA! -  Violet, elevou a voz no momento em que o elfo começou a se aproximar - Preciso te avisar que seu senhor, não ira gostar de saber que fui violada e que foi você o culpado. - Usar uma distração. - Sabe, ele havia dito que eu parecia com alguém que ele conhecia, e já deveria ter dado ordens para que eu fosse levada até ele. Então, acho melhor você não ser precipitado assim. - E um sorriso amarelo surgiu em seu rosto. - Logo você terá sua vez.

    Violet, aproveitou que estava o distraindo, pegou alguma fruta ou legume que havia por ali com a intenção de jogar na cabeça do elfo e fazê-lo pelo menos desmaiar ou perder o foco. Assim conseguindo uma fuga dali.


    TRUQUES SUJOS

    Quando usar um truque sujo contra um adversário durante uma luta, receba +1 adiante contra ele. Quando ajudar usando distração ou trapaça, receba +1.

    DISPARAR (PER +2)

    Quando atacar um adversário à distância, role +PER. Com 10+, você conseguiu um tiro certeiro, cause dano. Com 7-9, cause dano e escolha um:
    • Você está ficando sem munição. Gaste um uso de munição.
    • Você teve que se mover para atirar, colocando-se em perigo.
    • Você não mirou muito bem. Role o dano base uma vez extra e fique com o pior resultado.

    Caso eu tire 7-9 eu escolho o terceiro ponto.

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    3 , 5

    Dano:

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    6

    caso de errado e tenho que escolher o pior resultado.

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    Mensagem por Mystic Stranger em Sex Dez 11, 2020 11:18 am

    A pessoa nunca acerta uma, sempre acaba esquecendo algo!!!!!!

    Distração:

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    3 , 1
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    Mensagem por Mystic Stranger em Seg Dez 14, 2020 9:26 pm

    APUNHALAR PELAS COSTAS (DES+2)
    Quando atacar um oponente surpreso ou indefeso com uma arma precisa, role +DES. Com 7-9, cause dano e escolha um. Com 10+, cause dano e escolha dois:
    • Você não fica engajado em combate com o alvo.
    • Você causa +1d4 de dano extra.
    • Adicione o rótulo penetrante 2 ao ataque.
    • Você cria uma situação vantajosa. +1 adiante para si ou para um aliado que agir de acordo.

    Se der certo, escolho o primeiro ponto e o ultimo ponto.
    Se caso eu tira menos eu escolho o ultimo ponto.

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    6 , 1

    Dano caso acerte

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    Mensagem por Bravos em Sab Dez 19, 2020 10:04 am






    Aaron, o Mercador
    - Como assim 'já era tarde'? O que houve? - Perguntava sobre Tartan, o que havia acontecido ao chegarem ali. - Eu sei, eu também acho impossível. Mais impossível ainda porque não me lembro bem de quase nada. Como nós sumimos? O que você sabe sobre Whixa e Violet? - Ele começava a fuzilar o velho de perguntas, pois finalmente havia encontrado alguém capaz de dar alguma resposta.

    Porém, logo ele era levado mais uma vez por lembranças. Ele já estivera ali com Tartan e ele, num ataque de birra, prendia Tomek, o chefe dos caçadores e arqueiros. Violet estava com ele e tentava arrazoar com o príncipe para que soltasse o prisioneiro. O mercador balançou vigorosamente a cabeça, como esperando que as lembranças se afastassem com aquele gesto. Precisava sair dali e isso era o mais importante naquele momento.

    Foi só depois que voltou do seu devaneio que começou a tirar os caixotes que tinha diante de si e a espanar a palha que cobria o que parecia ser um alçapão. - Onde será que leva? Acho que teremos que descobrir por nós mesmos! - Começou a puxar alçapão para tentar abri-lo. A ajuda de Togemon agora seria preciosa. Fungou para segurar as lágrimas ao lembrar do seu companheiro cacto.

    Mals a demora What a Face perdoa meus vacilo.






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    Mensagem por Bravos em Sab Dez 19, 2020 11:18 am






    Aaron, o Mercador

    Evitar o Perigo + DES (0)
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    Lembrar + INT (+2)
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    Mensagem por Hylian em Sab Dez 19, 2020 3:36 pm









    Este é o Meu Pecado ...




    Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 YfwQoWh


    @Mystic Stranger @Raijecki @Bravos

    31 de Agosto de 2019 D.GH
    Estação: Outono, Temperatura: 5ºC, Previsão: ---
    Localização: A Grande Floresta de Payon.


    OS PROTAGONISTAS:



    Aaron



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 16
    Armaduras 03
    Classe: Mercador
    Dano Base: 1D4
    Experiência: 11/12
    Nível: 03
    Carga Máxima: 14/14
    Zeny$: 150

    Aaron Digby


    Whixa



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 18
    Armaduras 02
    Classe: Noviço
    Dano Base: 1D6
    Experiência: 11/12
    Nível: 03
    Carga Máxima: 05/09
    Zeny$: 150

    Whixander Vaee


    Violet



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 19
    Armaduras 01
    Classe: Gatuno
    Dano Base: 1D8
    Experiência: 11/12
    Nível: 03
    Carga Máxima: 07/11
    Zeny$: 150

    Violet Hallan



    OS VÍNCULOS:


    Hergos



    Saúde: Incomum
    Pontos de Vida: ---
    Armaduras ---
    Classe: Espadachim
    Dano Base: ---
    Experiência: 00/00
    Nível: --- +1
    Carga Máxima: ---
    Zeny$: 0


    Marin



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: ---
    Armaduras ---
    Classe: Feiticeira
    Dano Base: ---
    Experiência: 11/00 +1
    Nível: ---
    Carga Máxima: 06/07
    Zeny$: ---









    WHIXA




    Como um trio de aventureiras em sintonia, como se já se conhecessem de outros “carnavais”, Whixa, Judia e Marin trabalhavam juntas, embora a pequena maga estivesse imóvel como uma criança indefesa diante daquela situação, assistindo sua irmã mais velha a quase ser vítima de um disparo de flecha. Judia enrolou o elfo-soldado com certa maestria, parecia saber bem como lidar com sua raça, enquanto que Whixa se preparava e aproveitando-se da desatenção de sua vítima, ela lhe puniu, muito embora sua magia não fosse muito forte para causar-lhe grandes danos. O tal da “machucou, mas não feriu”.

    O Elfo que naquele momento tinha toda sua atenção para Judia, sentiu outro leve machucado incomodo em seu braço. Marin continuara imóvel, como se nada pudesse fazer par ajudar naquele momento, nem mesmo dizia se quer uma palavra. Então Whixa e Judia notaram, por alguns segundos, que a pequena garotinha olhava insistentemente para o que era possível ver de um dos corredores, havia uma sombra ali que era projetada pela pouca luz que mal clareava a volta do corredor, mas não era possível enxergar mais do que o semblante de quem quer que estivesse ali.

    Finalmente Marin levantou-se de súbito.

    Whixa pode sentir uma grande energia mágica se reunir no interior da pequena que há poucos minutos atrás parecia tão indefesa, para não falar inútil, mas naquele momento, seu instinto estava feroz os olhos fixos sobre o arqueiro a quem seria sua vítima e já não mais se preocupava com quem quer que estivesse oculto na penumbra do corredor. Finalmente Whixa e Judia sentiram o ar próximo delas esquentar como se estivessem próximo de uma fogueira e como um risco de fósforo as labaredas se acenderam diante de Marin que se aproveitou do descuido do elfo-arqueiro, produzindo uma rajada de fogo que atravessou as grossas barras de madeira das grades e atingira o elfo-inimigo colocando suas roupas em chamas.

    O elfo sentiu suas roupas esquentarem, seu arco de madeira ser consumido pelo fogo e gritou desesperado, tentando retirar as roupas para proteger seu corpo, mas a cada segundo que passava parecia ser mais tarde. As barras de madeira que foram consumidas pelo fogo que ainda fumegava deixando as mesmas frouxas abriram um espaço suficiente para que Whixa, Judia e Marin deixasse o lugar aproveitando-se naquele momento em que o arqueiro já não estava mais de posse de sua arma e nem se preocupava mais com as detentas. Marin escorregou pela fenda aproveitando-se de seu tamanho que agora parecia maior, parecia ser uma criança de pelo menos oito anos.

    Quando Whixa e Judia aproveitaram para usar a fenda tomando extremo cuidado para não se queimarem com as chamas que ainda consumiam a madeira que antes as mantinham em cárcere, foi que a sombra e o semblante se revelaram, era Hergos que passava correndo sem se quer olhar para os lados, sem se quer se preocupar com os gritos do Elfo, sem se quer se preocupar com mais nada além de seu único objetivo, ele avançou pelo próximo corredor na mesma direção em que o Elfo gorducho e Violet haviam ido e por lá desapareceu.

    Ainda que idosa, Judia parecia ser muito boa no que fazia, astuta e não poderia se esperar menos de alguém que recebera há muito o cargo de chefe da guilda élfica. A mulher de mais idade, ainda que cansada, demonstrara sua agilidade aproveitando-se do descuido do elfo para tomar para si a adaga que ela bem sabia onde eles guardavam para emergência e o derrubou no chão colocando seus pés sobre o corpo do mesmo, numa atitude de profundo desrespeito e superioridade em sua raça.

    Por favor, não me mate... – grunhiu o elfo assustado sentindo as dores das queimaduras que seu corpo sofreu agora que as chamas haviam se apagado.

    Cale-se! – respondeu ríspida a mulher. Judia aproximou-se de Whixa libertando suas mãos com a ajuda da adaga roubada.

    Naquele momento, Whixa, por alguma estranha razão mergulhava novamente em suas lembranças mais profundas, incapaz de agir ou de se mover, finalmente seus ouvidos já não podiam mais ouvir e seus olhos mergulharam na escuridão.

    Spoiler:
    Por alguma estranha razão Whixa mesmo detendo de um poder e cargo do mais alto escalão de Midgard estava com medo, perdida em seus piores pensamentos, sentia uma angustia e o que parecia ser o início de uma depressão profunda. Ela ainda que com menos de quarenta anos, e possuidora de uma beleza incontestável naquele momento caminhava a passos lentos pelos vários corredores do palácio de Payon sozinha, podia se ver no reflexo dos vidros e espelhos, sua aparência era como de alguém que pouco ainda cultivava a felicidade ou esperança, era de alguém que havia perdido quase toda a vontade de continuar em vida, era a de alguém que, infelizmente, havia se dado por vencida. “Eu falhei... falhei... falhei...” repetia Whixa enquanto avançava para o aposento mais importante daquele lugar.

    Lá estava Tartan sentando sobre seu trono uma aparência terrível, ele parecia ter dez mil anos, seu corpo envelhecido e quase podre, os olhos aparentemente cegos esbranquiçados, os poucos cabelos brancos que mal podiam cobrir sua careca, suas mãos definhadas, as pernas já não mais podiam caminhar, nada mais podia fazer a não ser respirar por conta própria. Aquela cena perturbou Whixa que levou sua mão ao peito, afinal, ela tinha uma conexão tão grande com aquele ser e vê-lo assim era quase como ver um parente morrendo...

    Whixa colocou-se de joelhos diante de Tartan, ela nunca fazia isso se não fosse por alguém que ocupasse um grande espaço dentro de seu coração. Pode sentir uma a frágil respiração de Tartan, era como se a qualquer momento ele pudesse não mais conseguir respirar e finalmente deixaria aquele mundo. Pode sentir também uma grande e poderosa energia divina que o consumia. Aquilo não era uma doença qualquer como seu povo élfico acreditava, aquilo era mais do que uma gripe, ou mesmo um vírus, aquilo era uma punição. Ao tocar a mão direita de Tartan, Whixa sentiu e teve a certeza de quem era a punição, Hell, a deusa e soberana das terras de Nifheim e Midgard.

    w...ixx..aa... – gemeu sem forças – Me... dee....lpe ee... fiz.... err..o. eeuu.... orde...ei...succ..bu.. ma.. iinn...ma...taaa...r...

    Não se preocupe, Tartan, eu já sei... Mas você não precisara viver com esse peso em sua consciência, Marin está a salva agora que sabemos a verdade... – Interrompeu Whixa com uma voz doce e preocupada e fazendo um grande esforço para não cair em prantos – Eu lhe prometo, eu vou consertar as coisas, por você, por Marin, Violet, Aaron e todos os outros, mas do que por mim. Eu não sei como, nem quando, mas eu juro que voltarei para salva-lo, é uma promessa!

    Whixa levantou-se e segurando a mão direita de Tartan ela executou uma das magias divinas mais poderosas que havia o “votum perpetuum”. Whixa sentiu seu braço queimar em braça e cada letra de seu feitiço ser cravada em sua pele e desaparecer uma a uma sendo consumida por sua alma. Ela agora possuía uma divina histórica que sua existência precisava pagar....




    VIOLET




    A astúcia de Violet parecia ter-lhe salvo daquela vez ao jogar uma batata que encontrara ali na cara do elfo-gordão, dando-lhe tempo o suficiente para agir. Naquele exato momento em que o elfo dava uma mordida na batata crua a sombra projetada no corredor se revelara, era Hergos, mas parecia ser outra pessoa, embora a aparência de Hergos não deixasse dúvida. O robô adentrou o aposento atrás do Elfo-gordo que nem se quer notou sua presença. Hergos parecia furioso, emanava uma energia distinta, seu olhar estava diferente era como se ele fosse outra pessoa, ainda que sua aparência fosse igual.

    Mal...dito... – vociferou ele incapaz de se conter.

    A voz, entretanto, não era a mesma voz robótica que Aaron havia programado há dois mil anos atrás, não, agora era a voz de um humano e uma voz muito conhecida que tocou os sentimentos da gatuna no mais profundo de seu ser, levando-a para longe daqui, bem longe, ou talvez nem tão longe assim...

    Spoiler:
    O cenário era o reino de Payon, Violet corria como nunca havia feito antes e nenhum cidadão ou soldado élfico se atreveria a impedir de seguir seu caminho, já que mesmo tendo uma relação conturbada com o príncipe Tartan, todos ali a respeitavam por ter qualquer relação com o mesmo. Violet seguiu para o norte contornando o reino até finalmente chegar nas montanhas élficas onde lá existia a famosa Caverna Payon, um lugar que apenas aventureiros de níveis altos colocavam seus limites a prova.

    SAIAM DO MEU CAMINHO! – Ordenou Violet e os elfos obedeceram olhando-a com incredulidade.

    Violet conhecia bem o interior da caverna. Era uma caverna úmida, lar de diversas criaturas horrendas, desde mortos vivos, cadáveres dos aventureiros que perdiam suas vidas em sue interior, até morcegos e outras criaturas demoníacas ali existiam.

    GOWTHER!! – Gritava Violet incapaz de pensar em qualquer outra coisa, nem ao menos se lembrava se havia avisado Aaron sobre o acontecido, embora esperasse que ele já estivesse lá. A Assassina avançou para os níveis mais abaixo e difíceis daquela caverna encontrando-se e driblando criaturas cada vez mais ferozes.

    Ela finalmente ouviu um grito infantil era o de uma menina assustada e não estava muito longe, seguido da voz de Whixa que chamava por um nome que Viiolet não pode entender muito bem, sentia-se confusa naquele momento, mas ela pode ouvir outras vozes preocupadas. Finalmente Violet encontrou alguns soldados de Payon que já haviam sido chamados, entre eles, Judia estava lá, mas parecia ser tão mais nova e com uma aparência muito melhor.

    O grupo estava formado ali, além dos soldados e de Judia, Whixa estava ao lado de um grande guerreiro de armadura grossa e reluzente, Aaron estava próximo de Marin, a garotinha cuja face era oculta pela penumbra choramingava em pedido de desculpas. Tartan estava possuído pelo desespero, incapaz de se mover diante da tal criatura que viam naquele momento.

    Um enorme besouro dourado de quase vinte metros de comprimento. Era estranho haver uma criatura dessas em Payon, mesmo em uma caverna como aquela, aquilo não era natural daquelas terras e todos eles sabiam disso. O Besouro Dourado era uma criatura rara e muito valiosa devido sua carcaça ser feita de ouro, o que dificultava o seu abatimento, provavelmente uma das criaturas com maior defesa física de Midgard. Mas nada daquilo importava, só o que importava era que a criatura naquele momento duelava sem muito esforço com Gowther que apesar da pouca idade, apenas dez anos parecia ter uma boa experiência com a espada que carregava em sua mão direita.


    Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 Nqllx5G
    O Grande Besouro Rei


    Não é que nenhum deles se atrevesse a ajudar o menino, muito pelo contrário, sabiam que se qualquer um deles avançasse e a criatura perceber sua energia de altíssimo nível poderia não dar tempo de salvar o garoto. Mas os segundos ali pareciam mais rápidos do que o normal. Gowther estava cansado e a falta de experiência em aventuras talvez lhe custasse a vida naquele momento, pois o Besouro finalmente derrubou o garoto e o engoliu com tanta rapidez que até mesmo sua espada descera junto garganta a baixo.

    Aaron e Violet sucumbiram ao desespero e ao pronto, ao terror de, naquele momento perderem seu único filho. Marin e Whixa pareceram não ter chão naquele momento ao assistirem seu sobrinho ser engolido.

    GOWTHER!!! – Berraram juntos Violet e Aaron consumidos pela dor e ódio.

    Naquele momento o Besouro que já deveria estar pronto para atacar o resto do grupo, parecia estranho, sua carcaça dourada não estava mais tão reluzente e era possível ver que ele estava incomodado, como se tivesse alguma dor de barriga. Então o esplendor majestoso de uma luz emergiu de cada um deles, exatamente como aconteceu anteriormente na torre de Payon e Violet se lembrava muito disso. Os tais símbolos surgiram em um canto do corpo de cada um. A testa de Aaron, o peito de Violet, a virília de Whixa, barriga de Marin e finalmente aquela luz pareceu se tornar uma grande chama de fogo que aumentava incansavelmente. Todos os soldados de Payon e Judia tiveram que se afastar ou seriam queimados vivos tamanha a força e o calor que emanava daquela esfera que parecia ser o próprio sol surgindo dentro daquela caverna mal iluminada. O besouro começou a tremer e todos assistiram um corte ser feito de dentro pra fora. Gowther conseguiu abrir um buraco na barriga do inseto gigante o suficiente para que ele pudesse sair, mas não mais estava munido de sua espada comum que ganhara de seu pai, mas agora segurava com as duas mãos uma longa espada pesada e flamejante. Violet pode ver que o pescoço de Gowther também tinha um sinal que brilhava como se fosse brasa.

    Quando finalmente Violet voltou a si, nos poucos segundos em que estivera longe, ela pode assistir o Elfo-Gordao avançando na direção de Gowther, sim, seu filho estava diante dela e já não parecia estar mais em suas lembranças. Violet tomada por um sentimento vibrante avançou contra seu inimigo, ela não permitiria que aquela criatura élfica horrenda encostasse um dedo em seu filho, jamais. Puxou a adaga que o elfo carregava junto a si sem que ele pudesse reagir e cravou-lhe em sua barriga.  Agora o Elfo-gordo podia sentir uma dor alucinante e seu sangue vermelho escorrer pelo buraco feito por Violet que o olhava nos olhos com profundo desprezo e asco.

    - Q..q..em s..aa..oo v-ocÊs... – gemeu o Elfo sentindo Violet forçar a adaga contra sua barriga como uma exímia açougueira. – P que e..e.u nã... senti su... pres...en...ça?...

    Meu nome é VIOLET! – respondeu a gatuna tomada de ódio, enquanto forçava a adaga como se quisesse abrir a barriga de sua vítima de ponta a ponta – E eu sou um dos oito guerreiros lendários.... E o meu pecado... – disse ela como se estivesse se divertindo com um olhar e um sorriso maquiavélico – É a Fúria!

    E naquele momento a adaga que estava em sua mão já não era uma adaga comum, era uma adaga maior e mais poderosa, a adaga pegou fogo tornando-se elemental e começou a assar o elfo de dentro pra fora e finalmente o gordão desabou sobre a comida que havia ali, sem vida e com parte de seu corpo completamente queimado.

    Se ainda estiver vivo, mas acho q eu não está, você não percebeu minha presença porque não sou um ser humano qualquer e elfos só notam presenças de seres vivos comuns... – respondeu Hergos agora dessa vez voltando a sua voz robótica.

    Violet ao olhar para onde estava seu filho, não o encontrou mais, jazia ali apenas Hergos olhando-a como se nada que ali acontecera o impressionasse. A adaga flamejante havia desaparecido e voltado a ser uma adaga comum.

    Vamos! – chamou Hergos.





    VIOLET & WHIXA




    Hergos e Violet voltaram pelo corredor na direção de onde estavam presas Whixa, Marin e Judia. O robô puxou uma grande mochila que carregava atrás de si onde Whixa pode ver seu cajado sobrando. Hergos entregou o cajado pra sua respectiva dona que agora estava parcialmente consertado.

    Eu fiz o que pude, mas artefatos mágicos uma vez que se rompem são difíceis de se consertar... – comentou Hergos pensativo – Acho que devemos encontrar um cajado novo para você!

    Hergos devolveu as três, Violet, Whixa e Marin seus pertences e também a curiosa esfera vermelha que estava sempre acompanhando Marin flutuando ao seu redor.

    Perfeito, agora posso sentir melhor minhas forças voltando... – Animou-se Marin ao abraçar sua esfera como se fosse seu maior presente. – Vamos de uma vez, temos que encontrar Aaron e salvar Tartan de uma vez!

    Salvar Tartan? – repetiu Judia incapaz de crer que realmente houvesse uma salvação para seu futuro rei – Vocês são realmente capazes de fazê-lo? De cura-lo? – seus olhos brilharam ao se encherem de esperança enquanto esperava uma resposta.





    AARON




    Tartan estava como morto, vegetando, como alguém que estivesse apenas sobrevivendo a uma grande doença, não falava, não se mexia, seus olhos pareciam mortos, não dava sinal de vida, apenas podíamos ouvir sua respiração fraca... – respondeu Gryffin atordoado ao se lembrar da cena – Kjaack já havia tomado todo o reino élfico para si e cá estamos presos desde então. – Gryffin fazia um certo esforço para se lembrar de vinte anos atrás, o que para ele parecia cinquenta – A última noticia que tivemos era de vocês adentrarem a floresta dos sussurros, por Lady Brynna que nos contou como estava preocupada, depois dias se passaram e não tivemos mais noticias de ninguém até finalmente sermos invadidos...

    Gryffin avançou atrás de Aaron quando este revelou uma possível saída. Os dois foram muito ligeiros sem chamar atenção e desceram pelo alçapão com certa dificuldade já que suas mãos estavam amarradas. Era um caminho estreito que parecia ter sido feito para uma criança, o que os obrigava a quase irem de quatro até finalmente chegarem ao outro lado. Já com os braços e joelhos doloridos, Aaron conseguiu pular caindo no que parecia ser uma “cama de palha” improvisada. Gryffin logo atrás tendo sua queda amortecida pela mesma palha.

    Eles encontraram-se em um grande salão mal iluminado. Havia uma única porta gigantesca que poderia ter pelo menos dez metros de altura que parecia ser a única entrada e saída convencional daquele grande lugar.  O salão parecia abandonado, exceto que no centro havia uma grande mesa de jantar com bandos que poderia receber um grupo inteiro, existia também pratos e copos todos cobertos por uma grossa camada de poeira.

    Aquele cenário não era estranho para Aaron, muito pelo contrário, lhe trazia lembranças de uma época longínqua, o qual parecia nunca ter existido, mas ao mesmo tempo vivia forte em seu interior. Aaron foi carregado lentamente para suas lembranças...

    Spoiler:
    - Aaron Digby! – exclamou um homem alto que Aaron quase não o via sem sua armadura, e que parecia completamente diferente vestindo apenas trajes de pano de primeira mão – MEU GRANDE AMIGO! Venha, beba um pouco desse licuor élfico, é uma bebida quase que divina! – dizia o homem sorridente exalando uma bebedeira clara e uma felicidade também. – Não deixe Whixa saber disso, é blasfêmia! – cochichou para Aaron.

    Aaron adentrava ao grande salão que existia abaixo do palácio élfico onde encontrava-se com seus amigos. Leones já encontrava-se  lá, também havia deixado suas vestimentas grossas e mágicas de arquimago de lado e agora vestia roupas aparentemente comuns, mas de grande valor, afinal ali era um encontre entre reis e não plebeus. Por alguma estranha razão o rosto do o outro grande homem não era possível ser visto, como se estivesse sido coberto por uma penumbra.

    Vocês ainda não me disseram porquê tínhamos que nos encontrar em Payon... – reclamou Leones profundamente incomodado – Não me digam que aquela criatura desprezível vai se unir a nós? – ele se referia a Tartan com profundo desgosto, mas Aaron e seu amigo pareciam estar acostumados.

    Tartan é o herdeiro de Payon e visto que seus pais morreram, ele então logo se tornará Rei... – Comentou Aaron de uma forma óbvia.

    Ora, Digby, pais adotivos, e nada mais, todos nós sabemos disso! – retrucou Leones.

    Por favor vocês dois! – interrompeu o homem alto e bêbado – Essa noite é nossa é noite dos homens, dos homens mais importantes de Midgard! Podem imaginar o que as meninas estão fazendo nesse momento, eu nem mesmo sei para onde elas foram...

    Estão todas provavelmente fofocando no palácio do deserto, mais conhecido como Morroc! – respondeu uma voz inconfundível, era Tartan que se aproximava, um jovem adolescente que assomava o bando. – O que aquele velho está fazendo aqui? – perguntou num misto de deboche e asco.

    Me respeite criatura DETESTÁVEL! – ordenou Leones levantando-se como alguém que não estava acostumado a ser desrespeitado, ainda mais por alguém tão novo.

    NÃO TENHO PORQUE, AFINAL VOCÊ ESTÁ NO MEU REINO! – berrou Tartan sem abaixar a cabeça – E se atreva a vir com seus truquinhos mágicos, eu juro que antes mesmo de poder conjurar o quer que seja terá uma flecha cravada na garganta...

    MAS COMO SE ATREVE!

    Mas naquele momento a discussão dos dois cessou por ali, com Leones e Tartan se encarando como dois brutamontes prestes a se enfrentarem ali mesmo, não fosse por gritos e berreiros que podiam ouvir de fora. Um grande barulho que parecia ser casas sendo destruídas. O homem grande e bêbado ali parecia ter recobrado sua consciência, ainda que um tanto balanceado ele correu para a sua armadura e munir-se de sua grande espada e escudo.

    Aaron nunca deixava seu bom e velho mosquete para trás, mesmo em reuniões entre amigos. Os quatro homens mais poderosos de Midgard naquele momento correram palácio acima até o hall de entrada, munidos de suas vestimentas de guerra e armas. Quando finalmente deixaram o palácio o que encontraram lá era surreal. Uma criatura que parecia ter pelo menos trinta metros de altura, era como um bode gigante e chifrudo que caminhava sobre duas patas e trazia consigo uma foice. Aaron e os outros sabiam muito bem o que aquela foice significava, era uma criatura maligna invocada do mundo dos mortos.


    Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 KROmIV7
    Baphomet


    Tartan o que você fez? – perguntou Aaron sério.

    Eu? Não fiz nada! – resmungou o garoto ofendido, enquanto se preparava para aquela aventura – Vamos de uma vez esse bode nojento vai destruir meu reino!

    Mesmo para três reis e um príncipe tão poderosos, o Baphomet, como era chamado era uma criatura de surreal poder e energia, nada ali era garantido de que eles pudessem vencer aquela batalha sem nem mesmo entenderem como uma criatura daquelas surgiu em terras élficas.

    Cada vez que o Baphomet atacava com sua foice criava um arrombo no chão e facilmente as construções frágeis dos élfos desmoronavam como papeis ao vento. A população élfica parte fora guiada para dentro do palácio e parte se escondeu não muito longe nas florestas sagradas de Payon. Não havia tempo para pedir reforços, eles teriam que enfrentar a criatura ali, naquele momento e agora!

    Como um jogo de equipe até mesmo Leones que ficava de longe dando suporte com suas magias, Tartan mantinha certa distância e gozava de sua velocidade com o arco e flecha atacando a criatura enquanto que o homem grande de rosto oculto utilizava seu grande escudo para proteger-lhes dos ataques ferozes da fera e Aaron mantinha seu mosquete trabalhando.

    Aaron ouviu uma menina gritar desesperada por Tartan e avançar na área de guerra, tratava-se de Diana, a princesa de Payon que buscava pelo que parecia ser seu irmão, naquele momento por imprudência ela aproximou-se de mais perturbada com preocupações e Aaron pode ver um outro ser aproximar-se quando o Baphomet resolveu dar fim em Diana levando sua foice, mas finalmente da escuridão surgiu Gowther que cravou sua espada no chão com força criando um tremor e abrindo uma pequena fenda abaixo dos pés da criatura, nada que pudesse atordoar o grande monstro.

    GOWTHER! – gritou Aaron quando a foice se aproximava de seu filho.

    Aaron sentiu uma energia explodir dentro de si, seu sangue ferver e pode ver o esplendor flamejante e majestoso de uma luz no alto, era como se o sol estivesse brilhando e clareando aquela noite fria trazendo o verão novamente. Baphomet percebeu a grande descarga de energia que era produzido por Aaron e então finalmente o homem de escudo e espada, Tartan e até mesmo Gowther pareciam dividir aquela energia escarlate. A luz rompeu os céus e ninguém mais pode ver mais nada não fosse os quatro. Aaron avançou com extrema agilidade para cima do monstro, talvez fosse uma atitude suicida, mas tratava-se de seu filho ali. Ele lançou uma adaga que perfurara o olho esquerdo do Baphomet que largou sua foice milímetros antes de atingir o adolescente Gowther, e finalmente o mosquete de Aaron tornou-se uma arma maior de cano duplo e grosso, a arma parecia pegar fogo em brasa. Aaron colocou sua arma na boca da grande criatura e atirou uma única vez as balas avançaram como um raio de luz estourando a cabeça do grande bode.

    Leones estava atordoado e incapaz de assimilar o que seus olhos havia flagrado, sentindo parte de seu corpo quase queimar com tamanha força daquela luz - O mosquete flamejante, a arma sagrada de ...






    Infos - OFF escreveu:

    Aeee, cada um de vocês recebe 02 pontos de experiência, peos bons feitos!

    Rapouservardo, se caso n ficou claro, quem mandou a Succubus matar a Marin foi o robsur, zuera, Tartan!






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    Mensagem por Raijecki em Qua Dez 23, 2020 7:11 am






    Whixa Vaae, a Noviça Rebelde


    Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 QApfyp1

    ***

    "Meu senhor caolho... Não me deixe nessa hora!" - Suplicava a noviça enquanto avistava seu feitiço de punição novamente não surtir o efeito desejado contra o elfo carcereiro. A sorte era de que possuía ainda mais duas companheiras de cárcere, que logo davam conta do arqueiro. Marin parecia sair de seu transe infantil - logo após avistar um vulto que logo se revelava ser de Hergos - e lançava uma poderosa - considerando seu atual tamanho - magia de fogo e Judia demonstrava ainda dominar a arte da destreza em render por fim o inimigo. Ela pilhava uma adaga do elfo e libertava Whixa das correntes.

    - Obrigada... Agora dê um jeito nesse elfo, ele não pode avisar os outros que escapamos. - Ela dizia a Judia e olhava com total desprezo e ódio de cima para baixo ao guarda rendido.

    - Marin, Marin, preciso mesmo aprender essas suas magias... - Comentava á sua suposta irmã caçula, após perceber que a garota agora já detinha uma aparência de pelo menos oito anos de idade. Antes que Judia pudesse responder Whixa, a noviça mergulhava mais uma vez em memórias de outrora.

    Desta vez ela sentia um aperto no coração, uma angustia e tristeza tão imensuráveis que desejava por um fim em tudo ali mesmo. Ela seguia por um corredor até se encontrar com um moribundo Tartan. Ela se ajoelhava diante dele, algo que se ela não estivesse revivendo, acharia difícil de acreditar. Tartan parecia ter um lugar acalorado em seu coração, e isso preocupava ainda mais a noviça. O príncipe moribundo amaldiçoado então lhe pedia desculpas já confessando que de fato ele teria invocado a succubus para ir atrás de Marin, e assim sofrido a punição de Hell, deusa governanta daquelas terras na época. Whixa então lhe dizia que estava tudo bem, Marin estava salva e eles já sabiam de tudo, porém sem mais detalhes, ela invocava um voto perpétuo junto á Tartan e prometia curá-lo um dia. "Bom, pelo menos uma coisa eu aprendi depois de dois mil anos, nunca faça promessas, coloque tudo nos deuses!". E então ela voltava de seus pensamentos e memórias, só para avistar a cara daquele boneco insuportável ao lado de Violet, que parando para pensar, era até bem chata quanto ele, coincidência? Whixa achava que não.

    Antes que a noviça pudesse reagir - de maneira histérica - a presença de Hergos, ele a entregava seu cajado e pertences, bem como o de todas as outras. Whixa encarava seu cajado e depois de refletir um pouco em silêncio, o erguia contra a luz das tochas e então o batia contra a cabeça do boneco, em sinal de reprovação.

    - Escuta aqui seu robô idiota! Da próxima vez você conta tudo o que sabe e planeja antes de fazer merda, se não vou te destroçar e dar seus restos de sucata para os ferreiros e marceneiros fazerem mobília! Entendeu!? E outra coisa, você me deve um cajado novo, não sei e nem me importo como vai pagar por outro, seja escravo de um elfo gordo como a Violet, sei lá, mas vai me pagar um novo! Humpf! - Não se dando por satisfeita, batia na cabeça de Marin também com o cajado, e a reprendia tão veementemente quanto com Hergos.

    - E você sua metida a bruxona, vê se acorda pra vida de uma vez! Isso aqui é sério, não é parquinho de diversão não! Ou você abre o jogo sobre seus poderes e sobre o porque aquele mendigo do Tartan queria te matar daquela vez ou vou te deixar do mesmo jeito que ele está agora! - Ela então puxava o ar forte com seu nariz e olhava para Violet. - E Violet querida, vá tomar um banho vai, está fedendo a batata... - Marin indicava que sua magia voltava aos poucos e que tinha a ver com a esfera que tanto cuidava, e falava para partirem á salvar o príncipe amaldiçoado de uma vez.

    - E presumo que você já saiba como libertá-lo da maldição não? Aqui vai uma dica, fora a deusa Hell que o amaldiçoara, e infelizmente eu fui burra o suficiente para fazer um voto perpétuo com aquele imundo, então deixem Tartan comigo, se eu errar e ele morrer, tanto faz, já são dois mil anos na merda mesmo. Vamos!






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    Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 Empty Re: Capítulo UM - Este é o Meu Pecado ...

    Mensagem por Mystic Stranger em Seg Dez 28, 2020 9:30 pm






    Violet, a gatuna

    Violet havia pensado e agido rápido em seus movimentos. Conseguindo assim uma brecha para escapar de seu órgãos balofa, mas o que a deixará completamente surpresa fora a aparição de Hergos, o tal robô que havia sumido sem explicações e agora aparecia de uma forma diferente. E ao ouvir aquela voz, seu mundo mais uma vez mergulhou em memórias de um época longe da sua. Trazendo sentimentos que nunca havia sentido antes. Agora aquele nome começava a fazer mais sentido e algo dentro de si despertava como nunca havia sentido antes.

    Então quando voltou a sim, uma fúria e uma força surgiu. Ela havia voltado com tudo e sentir aquela força a fazia muito bem. Exterminou o elfo balofa com sua adaga flamejante, gostando da sensação de vê-lo queimar de dentro para fora.

    Ao terminar e tudo voltar ao normal, Violet pode olhar para Hergos, dessa vez vendo o boneco como ele é: Um tapado. Violet sabia que havia muitos mistério ainda por trás daquele ser, mas que apenas Aaron podia os descobrir. - Você! Tem muito o que explicar, mas por agora precisamos sair daqui.

    Logo saíram dali, voltando para o corredor e depois o local das celas onde esteve antes. Encontrou todas fora da cela e aquilo já era um problema a menos, agora só precisavam ir atrás de Aaron. Mas não antes de ter que aturar as surtadas de Whixa, que mais uma vez dá com a língua nos dentes e começa a falar e reclamar. Aquilo já estava deixando Violet realmente com vontade de arrancar a língua grande daquela noviça escrota. -Whixander! Já estou farta dos seus surtos sem sentido, todos aqui estamos no mesmo buraco. E eu tenho certeza que Hergos, que é diferente de nós, teve seus motivos. Mas agora não é hora de resolvermos isso. - Violet, empinava seu nariz e se aproximava perigosamente da noviça. - Então engole essa sua língua grande, antes que eu a arranque fora. E você não sabe o quanto eu quero fazer isso, sua vadia escrota.

    Virou as costas para Whixa cagando para o que quer que ela fosse. Chamou Hergos com um movimento de cabeça. - Fiquem em alerta, vamos atrás de Aaron. Tomara que aquele não tenha apodrecido na cela.







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    Mensagem por Raijecki em Seg Dez 28, 2020 9:59 pm

    Teste de Golpear (Força -1):

    Raijecki efetuou 2 lançamento(s) de dados Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 Dice10 (d6.) :
    4 , 5

    Ação: Whixa tenta puxar Violet pelos cabelos e derruba-la ao chão, para lhe mostrar quem é que manda.
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    Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 Empty Re: Capítulo UM - Este é o Meu Pecado ...

    Mensagem por Raijecki em Seg Dez 28, 2020 10:02 pm

    Dano 1d6:

    Raijecki efetuou 1 lançamento(s) de dados Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 Dice10 (d6.) :
    2
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    Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 Empty Re: Capítulo UM - Este é o Meu Pecado ...

    Mensagem por Mystic Stranger em Qua Dez 30, 2020 1:32 pm

    Teste revidar golpe

    Mystic Stranger efetuou 2 lançamento(s) de dados Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 Dice10 (d6.) :
    5 , 2

    Dano caso acerte: Mystic Stranger efetuou 1 lançamento(s) de dados Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 D8 (d8.) :
    7

    Ação de Violet é devolver com mais raiva o golpe de Whixa.
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    Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 Empty Re: Capítulo UM - Este é o Meu Pecado ...

    Mensagem por Bravos em Qui Dez 31, 2020 9:29 am






    Aaron, o Mercador
    - Foi Kjaack que fez isso com Tartan? - Se questionava. - Ele era só um garoto, apesar de ser teimoso com uma mula. - Arriscava dizer pelas suas poucas lembranças. - Sim, realmente entramos na floresta e estávamos mesmo com aquelas frutas usadas para afastar os maus agouros que haviam ali... Porém, passamos por ela sem muitos problemas. Ou ao menos foi o que pensei...

    Eles avançavam pelo minúsculo túnel que haviam encontrado. Aaron aproveitava para perguntar mais coisas. - Gryffin, você chegou a conhecer Hergos? Você sabe exatamente o que ele era? - Tentava juntar as pontas dos fios que se lhe apresentavam.

    Finalmente chegavam numa sala e as memórias parecia levá-lo para longe. Quando voltou a si, falou para seu velho companheiro: - Aqui eu me encontrei com Tartan, Leones e uma outra pessoa. Era um homem grande e beberrão. Ele lutava com um escudo. Nós lutamos contra Baphomet... Como ele chegou aqui? - Tentava entender e buscava em Gryffin alguma resposta em seu semblante. - Eu... Eu tenho um filho?! Gowther?!

    Procurou na mesa uma faca que estivesse ali e com a qual pudesse cortar as amarras que tinha nos braços e também libertar o velho. Já bastava aquele tempo que passaram amarrados. Naquela sala, ele agora deveria saber se locomover no castelo. Precisaria encontrar Whixa e Violet. Precisava contar para elas do que havia lembrado.






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    Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 Empty Re: Capítulo UM - Este é o Meu Pecado ...

    Mensagem por Hylian em Qui Dez 31, 2020 8:11 pm









    Este é o Meu Pecado ...




    Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 YfwQoWh


    @Mystic Stranger @Raijecki @Bravos

    31 de Agosto de 2019 D.GH
    Estação: Outono, Temperatura: 5ºC, Previsão: ---
    Localização: A Grande Floresta de Payon.


    OS PROTAGONISTAS:



    Aaron



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 16
    Armaduras 03
    Classe: Mercador
    Dano Base: 1D4
    Experiência: 11/12
    Nível: 03
    Carga Máxima: 14/14
    Zeny$: 150

    Aaron Digby


    Whixa



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 18
    Armaduras 02
    Classe: Noviço
    Dano Base: 1D6
    Experiência: 11/12
    Nível: 03
    Carga Máxima: 05/09
    Zeny$: 150

    Whixander Vaee


    Violet



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: 19
    Armaduras 01
    Classe: Gatuno
    Dano Base: 1D8
    Experiência: 11/12
    Nível: 03
    Carga Máxima: 07/11
    Zeny$: 150

    Violet Hallan



    OS VÍNCULOS:


    Hergos



    Saúde: Incomum
    Pontos de Vida: ---
    Armaduras ---
    Classe: Espadachim
    Dano Base: ---
    Experiência: 00/00
    Nível: --- +1
    Carga Máxima: ---
    Zeny$: 0


    Marin



    Saúde: Normal
    Pontos de Vida: ---
    Armaduras ---
    Classe: Feiticeira
    Dano Base: ---
    Experiência: 11/00 +1
    Nível: ---
    Carga Máxima: 06/07
    Zeny$: ---









    VIOLET & WHIXA




    Os surtos de Whixa continuavam cada vez piores, talvez estivesse naqueles péssimos dias memoráveis, ou talvez fosse sua personalidade forte que a deixava daquela forma. Hergos não respondeu a noviça e nem se quer se defendeu ou mesmo demonstrou uma atitude ofensiva após receber uma cajadada e pouco tempo depois fora a vez de Marin sofrer as consequências dos surtos de sua irmã.

    “AOUCH” resmungou Marin levando uma das mãos ao local de dor – Você está louca, Whixa! – concluiu a maga que naquele parecia ter envelhecido alguns anos más, já chegando à adolescência – Caso não tenha percebido minha energia mágica depende desta esfera vermelha que me segue, sem ela meus poderes diminuem drasticamente! – explicou Marin ainda desgostosa pela atitude da irmã – Eu não sei como Hergos poderia saber que, de fato, eu renasço sempre que “morro”.

    No momento exato em que Whixa tentava atacar Violet, Hergos assumia seu posto defensivo, colocando-se entre as duas para receber o ataque em defesa de Violet, porém, o ataque da noviça não lhe fizera se quer um arranhão, mas ele continuava a não revidar, talvez tivesse sido configurado para não revidar os chiliques da madame. Pena que Aaron não avisou que até mesmo maquinas podem perder a paciência...

    BASTA VOCÊS DUAS! – Ordenou Marin que pela primeira vez desde o inicio jamais havia aparentado tão brava – Eu não sei o que aconteceu há dois mil anos, mas tenho certeza que não nos mantivemos unidos e por conta dessas brigas é que morremos um atrás do outro, então, se não querem cometer o mesmo erro que há dois mil anos, parem com isso! Sobre Tartan, eu realmente desejaria saber como cura-lo, mas não, afinal, eu sou uma bruxa, a curandeira aqui é você, Whixa, então guarde suas energias para pagar sua dívida que é bem alta!

    Vocês podem mesmo salvar Tartan? Acham que possui uma cura para o nosso príncipe? – Judia parecia completamente emotiva, os olhos brilhando como os de uma mãe preocupada com sua cria, embora não fosse, ela se ajoelhara diante de Whixa sem se quer poder se conter, beijando a mão daquela que supostamente curaria o bem mais precioso daquelas terras – Obrigada, eu darei a minha vida para que você possa pagar essa dívida, se for necessário...

    Naquele momento Whixa já não podia mais ouvir nada, era como se a escuridão de suas memórias mais profundas estivesse puxando-a para um mergulho silêncio, cego e enlouquecedor...

    Spoiler:
    Interessante... – Whxia podia ouvir uma voz muito conhecida, de certa forma ela sabia quem era, ainda que estivesse sonolenta esparramada em sua cama real – Então a grande Rainha de Glast Heim, que se diz tão ocupada dorme durante as tardes?

    Mas o que? TARTAN, O QUE FAZ AQUI?!

    Calma, eu não vi nada ai, você está enrolada em tantos lençóis de seda que seria difícil espiar qualquer coisas, aliás, você é uma humana, e eu sou um elfo somos imcompa.... AOUCH!

    Como você passou pelos guardas de Glast Heim, como conseguiu chegar aqui? VOU CORTAR A CABEÇA DAQUELES IMBECIS! – esbravejava Whixa enquanto atirava no menino sua sandália mais próxima.

    Já acabou o chilique? Eu precisava falar com você, aliás, você mandou me chamar, não foi? – perguntou Tartan que carregava seu arco seguro nas costas e suas flechas presas também, ele caminhava no quarto de Whixa de um lado a outro – Onde está o rei? Não me diga que já deu fim naquele palhaço?

    Ora, não fale bobagens, é por isso que todos se irritam com você! – retorquiu Whixa recuperando-se – Já que está aqui, comece me explicando que idiotice o seu pai, Tarban, o rei de Payon, faz? O que ele quer? Ter problemas com Hell? Está maluco!

    Exatamente, aquele velho já não assimila mais as coisas, e não é meu pai, não de verdade, graças a Hell eu não tenho aquele gene! – desdenhou Tartan.

    Chegamos no ponto que eu queria – cortou Whixa aproximando-se de uma das janelas do quarto – Ele não é o seu pai verdadeiro, e disso você sabe muito bem, apenas te adotou em pedido dos deuses. Você, assim como nós é um presente dos deuses para esta estas terras, e como Hell deseja, é hora de você assumir seu trono!

    Tartan olhou para Whixa duvidando sobre o que ouvia, desejando que ela repetisse pausadamente para que ele não tivesse dúvidas.

    O que está dizendo, venerável anciã? – perguntou ele animando-se com o que pudera entender – Só há uma maneira de eu ter o trono élfico em minhas mãos...

    Whixa olhou para o menino Tartan com um sorriso Monalisa e seu olhar era o suficiente para que o jovem Tartan entendesse, estava na hora de o rei das terras sagradas de Payon descansar pela eternidade...

    Whixa? – chamaram Hergos e Marin juntos ao notarem que ela estava perdida dentro de si e finalmente a noviça voltou a si.

    Vocês sempre têm essas paralisias? – perguntou Judia confusa.

    Hergos ouviu o chamado de Violet e a acompanhou.





    AARON




    Não creio que tenha sido Kjaack que tenha feito aquela atrocidade com o príncipe local... – respondeu Gryffin pensativo – Se as lendas estão certas e o que li também, então Tartan tem pelo menos dois mil anos, já que teoricamente ele continua vivo, embora amaldiçoado. Arrisco dizer que apenas uma divindade seria capaz de tamanha punição, mas posso estar equivocado!

    Quando Aaron lhe perguntou sobre Hergos, ele sentiu suas lembras voarem longe...

    Claro que conheci aquele robô, muito bem feito por sinal! – respondeu Gryffin tentando encontrar as respostas dentro de si – Bom, Maya, a chefe do clã dos ferreiros e mercadores, ao qual você faz parte, o encontrou, pouco tempo antes de você aparecer em Alberta interessado em ingressar ao clã... Ela sempre disse para todos nós o quanto você a lembrava alguém, mas ela nunca teve chance de realmente se lembrar deste alguém... Maya pediu que Roan, o chefe da guilda dos cavaleiros de Prontera o treinasse, ainda que para um robô ele já fosse muito bem treinado e então por sua vez foi um pedido de Maya que ele seguisse com vocês em sua missão há vinte anos...

    Gryffin aproveitou para vasculhar sobre a mesa, já que nãos e lembrava se já estivera ali ou não, porém sua lentidão lhe atrapalhava muito a ter um raciocínio mais ágil.

    Se encontrou com Tartan? Leones? – perguntou Gryffin confuso – Mas como isso seria possível, Leones Geffen morreu há dois mil anos, e Tartan nem se fala... Acho que você está delirando! Baphomet é um dos guardiões de Nilfheim, a terra sombria dos mortos, o que estaria fazendo um demônio horrendo desses em terras sagradas élficas?

    Quando Gryffin ouviu o nome Gowther, ele ficou estático por algum momento, aquele nome, aquela palavra não lhe era estranho, mas talvez sua mente estivesse falha demais.  – Se bem me lembro, Judia, a ex chefe do clã dos arqueiros e caçadores, pudemos ouvir Tartan dizer uma única palavra desde que nos entendemos por gente e o nome foi “Gowther”.

    Quando Aaron buscou sobre a mesa ele encontrou uma adaga afiada que prendia um pedaço de papel sujo, velho e amarelado sobre a mesa e dois frascos que aparentavam ser alguma poção medicinal, um deles estava completamente vazio e o outro parcialmente.


    “Por recomendação da Rainha de Glast Heim, Whixa G.H,

    O Príncipe Tartan deve fazer uso contínuo desta medicina, para que ele possa ter plenas condições de viver como um humano saudável e pleno fisicamente e mentalmente.
    5 ML ao dia devem ser suficientes.

    Poção feita a base de: Crisopas, Sanguessugas, Descurainia, Sanguinária, Chifre em pó de Bicórnio e Pele desfiada de Ararambóia,..."


    Havia uma última parte da base da poção que era impossível de ser lida.

    Aaron, devemos sair daqui de uma vez, encontrar com Judia e as tuas amigas e então criar algum tipo de plano para que possamos corrigir as coisas aqui!

    Gryffin indicou o grande portal duplo que havia naquele aposento enorme e era o único lugar de saída, exceto por onde eles vieram antes.






    Infos - OFF escreveu:

    Rapouservardécio, dessa vez n vou deixar mais claro do que está no post u.u*






    Raijecki
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    Mensagem por Raijecki em Sex Jan 01, 2021 1:03 am






    Whixa Vaae, a Noviça Rebelde


    Capítulo UM -  Este é o Meu Pecado ... - Página 2 QApfyp1

    ***

    - Se escapou vadia, só não te dou outra porque... - Dizia Whixca com a face vermelha de raiva e nervosismo após o súbito movimento defensivo de Hergos para com Violet. Após as explicações e agradecimentos nada sutis de Judia - e Whixa ainda nem havia feito nada - todos estavam prontos para seguir com o "resgate" de Tartan.

    - Bom saber sobre esta esfera, qualquer coisa que você fizer contra mim, destruo esse troça e te mato, estamos entendidas? - Falava a Marin com um sorriso maldoso no rosto, ela que agora já chegava a idade da adolescência.

    Então Whixa sofria de mais um mergulho de memórias á eras esquecidas. Ela lembrava de planejar a queda de Tarban, pai adotivo de Tartan e Rei de Payon, pois o sujeito parecia ser um herege. Ao voltar ao mundo real, recebia uma pergunta sobre se aquilo sempre acontecia e respondia sem delongas:

    - As vezes nossas memórias nos assombram, mas nesse caso foi só eu pensando o quanto nasci privilegiada de beleza e a pobre Violet de feiura... Agora vamos até Tartan de uma vez!






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