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    O Jogo dos Tronos - Dayne

    El Cabron
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    El Cabron
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 3 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por El Cabron Sab Maio 14, 2022 5:45 pm

    ~Ação~
    - Fala
    “Pensamento”
    ***

    NOITE DO DIA DA CHEGADA


    ~ O grande evento promovido pelo Usurpador tinha muita pompa e muita vida. Todos os transeuntes estavam animados em meio ao grande evento, enquanto os comerciantes faziam todo possível para agradar possíveis compradores. Eyvon, assim como grande parte dos cavaleiros do festival, perambulou pelo lugar até se cansar. Por fim, optou por buscar alguma taverna que pudesse saciar sua sede por álcool. Além disso, seria uma excelente oportunidade para conhecer mais sobre Porto Real, cidade a qual visitava pela primeira vez. ~

    “ Hora de molhar a garganta”

    ~ Os caminhos a tomar eram tantos que, por alguns segundos, Eyvon manteve-se parado em meio a maré de pessoas que o circundavam. Por fim, o cavaleiro de Torentine decidiu seguir em direção ao centro da cidade. Em seu âmago, tinha certeza de que ali encontraria as melhores histórias do lugar e, por consequência, poderia conhecer mais sobre aquela cidade e seus habitantes. ~

    ***


    off: vou fazer as rolagens lá no tópico, para mim e para Sor Valio.
    Alexyus
    Sacerdote de Cthulhu
    Alexyus
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 3 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Alexyus Sab Maio 14, 2022 11:52 pm

    NOITE DA CHEGADA

    EYVON

    Mecânica:

    Eyvon andava atento aos arredores, observando cada nova experiência disponível. Mas subitamente estranhou o próprio peso e deu-se conta de que algo parecia mais leve. Checando seus pertences, o cavaleiro do Torrentine deu pela falta de um dos sacos de moedas que carregava. 

    Fôra roubado! E nem sequer tinha visto quem o teria feito. Felizmente, ele dividira suas moedas em dois sacos diferentes, de modo que ainda possuía o outro, que tinha 40 gamos de prata. Mas o saco maior, que tinha 50, estava perdido para ele.

    Desse modo, Eyvon caminhou mais atentamente aos seus pertences e deixou o festival, indo para a cidade de Porto Real. Entrando pelo Portão do Rei, Eyvon caminhou durante um bom tempo pela única via que já conhecia, a Rua do Rio até a Praça do Peixeiro. Ali havia vários caminhos para escolher, entre os quais o Caminho Lamacento que seguia até a Rua Principal da cidade, e a Rua do Aço, que corria até o topo da Colina de Visenya, até os fundos do Grande Septo de Baelor. Essa última interessou mais a Eyvon, de modo que ele seguiu por ela.

    Na Rua do Aço estava a maioria das forjas dos ferreiros da cidade, embora a maioria já estivesse às escuras naquele horário da noite. Parecia ao cavaleiro que quanto mais a rua subia em direção à colina, maiores e mais luxuosas ficavam os estabelecimentos. Eyvon achou melhor escolher logo uma taverna antes que a faixa de preços dos comércios ficasse acima de suas possibilidades.

    Spoiler:

    Escolhendo uma taverna que parecia bem cheia, chamada Forjado no Álcool, Eyyvon entrou e constatou que ela estava bastante cheia, embora não lotada. 

    Spoiler:

    Sentando-se ao balcão, Eyvon foi atendido por uma taverneira prestimosa:

    Spoiler:

    - Boa noite, senhor! Me chamo Vicky Vintner, o que posso lhe servir?

    OFF: @El Cabron, pode rolar Persuasão para determinar o que Eyvon descobre nas conversas (mas também pode interpretar a conversa toda se quiser!).


    ARN

    Depois de resolver os problemas com seus contratados durante a viagem de barco, Arn sentia-se à vontade para deixar Valio Sand encarregado da tarefa de ajudar na montagem do acampamento enquanto ele próprio se concentrava em seus próprios interesses.

    Caminhando pelo festival, Solares atentava-se para as barracas montadas pelos ferreiros, avaliando cada trabalho e comprando o que achasse conveniente.

    OFF: @Van Bash, faça uma rolagem de Astúcia com dificuldade 9 para determinar os achados de Arn com seu Ofício.  Cada ponto acima de 9 significa um novo achado. O valor de cada item depende do quanto Arn está disposto a gastar, lembrando que ele compra as peças pela metade do preço listado no livro.  

    Depois de deixar o festival e se encaminhar para o Grande Septo de Baelor, sendo recebido na enorme construção onde requistou e recebeu aposentos para passar a noite, Sor Arn fez suas orações e dormiu.


    PRIMEIRO DIA DO TORNEIO

    ARN

    Sor Arn foi acordado por um dos intendentes do septo, um septão jovem mas já ordenado, que lhe lembrou sobre os horários do torneio.

    Partindo em direção ao acampamento, Sor Arn Solares logo compreendeu a organização dos pavilhões e dentro em pouco chegou ao acampamento dos Dayne do Alto Ermitério, que já se preparavam para comparecer ao torneio.

    Apenas Sor Valio Sand iria competir naquele dia, mas Sor Arn deveria se apresentar na cerimônia de abertura diante do rei e de todos os nobres dos Sete Reinos que estavam presentes ali.

    A cerimônia era um desfile de cavaleiros perante a arquibancada dos nobres e a área onde os plebeus se concentravam, que durou quase duas horas. Os nobres e cavaleiros desfilaram montados com suas armaduras e seus brasões, apresentando suas armas, e depois se retiraram para tirar suas indumentárias e vestir-se mais confortavelmente para assistir o restante dos desfiles. Os cavaleiros mais humildes como Sor Valio desfilaram por últimos, mantendo-se armados para as justas que começariam logo após o fim do cortejo.

    Logo após a conclusão do cerimonial, o arauto começou a enunciar os nomes dos cavaleiros, convocando quatorze deles de cada vez para sete disputaas simultâneas. Sor Valio ainda demoraria quase uma hora a mais para ser convocado. 


    EYVON & ARN

    Mecânica:

    Spoiler:

    Sor Valio Sand avançou contra Sor Nyke Justyn.

    Os dois cavaleiros mantinham suas lanças firmes o máximo que podiam, e as duas armas espatifaram-se contra os escudos dos oponentes.

    A lança de Sor Nyke não conseguiu derrubar Sor Valio da sela, mas Sand teve sucesso em desmontar Justyn, que aterrissou no chão pesadamente, mas logo se levantou, só para constatar que tinha mesmo sido derrotado.

    A multidão ovacionou Sor Valio do mesmo modo que saudara os demais cavaleiros vitoriosos do dia, mas o reduzido número de nobres na arquibancada bateu palmas raras e discretas, enfastiados com a sequência de lutas de competidores de menor estirpe.  

    Ainda houve mais algumas rodadas antes que todos os cavaleiros do primeiro dia tivessem lutado, com mais da metade deles sendo eliminados por derrota.

    Finalmente, o arauto anunciou o fim das atividades do dia, liberando os presentes para fazer o que quisessem, fosse voltar para suas residências, fosse para explorar as barracas do festival.

    OFF: Podem decidir o que farão após o encerramento do dia de justas.
    El Cabron
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 3 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por El Cabron Seg Maio 16, 2022 9:10 am

    ~Ação~
    - Fala
    “Pensamento”
    ***

    NOITE DO DIA DA CHEGADA


    ~ À medida em que se afastava do festival e do mar de gente que se encontrava e se tumultuava pelos espaços, Eyvon pode finalmente ir respirando um pouco mais de ar puro. Ainda que o grande movimento de pessoas não o incomodasse, sentia certa satisfação ao não estar mais tão rodeado por desconhecidos. No entanto, aquela sensação de alívio foi tomada abruptamente quando percebeu estar “mais leve”. ~


    - MERDA!

    ~ Gritou com raiva, enquanto virava corpo e cabeça para os lados, buscando qualquer indício que pudesse lhe mostrar quem ou onde estariam suas moedas. Tentou até refazer seus passos mas nada encontrou e se alguém o havia roubado, certamente á estava longe. Cerrou os punhos e mordeu os lábios inferiores com ardor antes de balançar a cabeça e retornar à dirigir-se para o centro da cidade. Mais do que nunca, queria uma bebida. ~

    ***

    ~ Seguindo pelo que descobriu, posteriormente, se chamar Rua do Aço, Eyvon não pode deixar de notar os inúmeros estabelecimentos que trabalhavam com ferro e forja. Grande parte deles tinham belos ornamentos à mostra, bem como, à medida que subia a rua, notava as fachadas das lojas se tornarem ainda mais luxuosas. Voltando à si, tratou de buscar pelas tavernas locais até que escolheu e entrou na Forjado no Álcool. ~

    - …

    ~ O local era como qualquer outra taverna. Simples mas tinha tudo para lhe bastar: mesas, cadeiras, bebidas, pessoas e quem o servisse. Ao adentrar no local, observou o lugar e, ainda que estivesse cheio, agradeceu por isso, afinal, uma taverna vazia nunca é bom sinal. Chegando-se ao balcão, não demorou para que uma bela atendente viesse a ele. ~

    - Boa noite, Vicky. Traga-me uma boa cerveja. Quero experimentar o que há de bom na Capital. ~ Terminou a frase lançando um cínico sorriso enquanto tamborilava os dedos à mesa atento às conversas que aconteciam ao seu redor. ~
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 3 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Alexyus Seg Maio 16, 2022 6:21 pm

    NOITE DO DIA DA CHEGADA

    EYVON

    Vicky trouxe um caneco espumante para Eyvon, explicando:

    - Essa é boa cerveja, com medidas certas, água pura e fermentação bem feita. Um tostão.

    Eyvon calculou mentalmente o preço no complicado sistema de moedas dos Sete Reinos: um tostão era uma moeda grande de cobre que valia 4 vinténs de cobre, e o vintém era a moeda mais usada pelo povo comum; também havia a estrela de cobre, que valia 8 vinténs, ou dois tostões. Mas Sor Eyvon do Torrentine era um cavaleiro e estava mais acostumado a negociar com prata. Um gamo de prata valia 7 estrelas, então deveria valer também 14 tostões. Resumindo, Eyvon poderia comprar catorze canecos daquela cerveja com um gamo de prata. Um preço honesto, menos caro do que o que estavam pedindo pela cerveja nas barracas do festival.

    Depois de atender mais alguns clientes que pediam mais bebida, já que poucos pediam qualquer comida naquela taverna, a moça Vintner veio falar com ele de novo.

    - Você é de Dorne, não? É um cavaleiro? Vai competir no torneio também?

    Aproveitando a moça puxando papo, Eyvon arrancou dela informações sobre Porto Real.

    A capital estava lotada por causa do torneio, e as estalagens estavam quase completamente ocupadas, sendo bem difícil achar quaisquer acomodações agora na véspera do evento. Muitos comerciantes estavam vindo para armar suas barracas no festival e vender todo tipo de mercadorias, mas os comerciantes habituais da capital não se incomodavam com a concorrência ocasional, e alguns até aproveitavam para aumentar os preços. A patrulha da cidade, os homens de mantos dourados, eram tão predispostos a corrupção quanto sempre tinham sido, mas nos últimos dias estavam embolsando quantias maiores por causa dos forasteiros. Quanto aos competidores do torneio, a maioria eram nobres e cavaleiros das Terras da Coroa e das Terras da Tempestade, com um bom número de homens vindo da Campina, das Terras do Oeste, do Vale e das Montanhas da Lua, e até das Terras Fluviais; competidores do Norte tinham vindo em quantidade acima do esperado pela distância, mas ainda eram relativamente poucos em comparação com os outros; de Dorne vieram quase tão poucos quanto das Ilhas de Ferro, sendo realmente raros. Por outro lado, cavaleiros andantes tinham afluído de todas as partes, e seriam facilmente mais da metade dos inscritos do torneio. O Rei Robert era querido em Porto Real por ter vencido a guerra contra o Rei Louco Aerys II Targaryen, mas alguns ainda se ressentiam pelo saque feito na cidade pelas tropas de Tywin Lannister; na última década, Robert Baratheon se mostrara um rei mão aberta e boa praça, promovendo torneios como aquele regularmente, além de empregar muitos criados, soldados, artesãos e comerciantes, sob a supervisão da Mão do Rei, Jon Arryn. No entanto, o irmão do meio de Robert, Stannis Baratheon, vinha mostrando-se descontente em Pedra do Dragão, mas ele tinha a fama de ser um homem sempre mal-humorado, que só vinha a Porto Real para as reuniões do Pequeno Conselho, já que ele ocupava o posto de Mestre dos Navios. Seu outro irmão, o mais novo, Renly Baratheon, era o Mestre das Leis de Robert. Os outros ocupantes do Pequeno Conselho eram Lorde Petyr Baelish como Mestre da Moeda, Lorde Varys, a Aranha, como Mestre dos Sussurros, Sor Barristan Selmy como Senhor Comandante da Guarda Real, e o Grande Meistre Pycelle como, bem, como Grande Meistre mesmo!
    Xafic Zahi
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 3 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Xafic Zahi Seg Maio 16, 2022 6:47 pm

    Meistre Querellon.


    Querellon não havia acordado disposto a acompanhar os duelos de justas, já que não era do seu costume vangloriar demonstração física de poder. No entanto, inicialmente decidiu que se faria presente, no intuito de acompanhar Lady Yessenia.

    Ao longo da vida, Querellon tinha presenciado homens com talento para uma vida intelectual ou artística cedendo à selvageria das batalhas e morrendo, sem a oportunidade de deixar e mostrar para o mundo do que eram capazes.

    Dessa forma, foi com agrado que recebeu e leu a correspondência naquela manhã. As formalidades estavam cumpridas e, agora, havia uma justificativa para não comparecer ao torneio. No mais, também muito lhe contentava participar do conclave e estar entre os seus. Era um evento que raramente acontecia.

    Retornou ao seu pavilhão e trocou a roupa típica de um homem do mar para o robe habitual de meistre. Desde que saira da cidadela, aquela seria a primeira vez que usaria os trajes usuais do seu ofício. Decidiu assim proceder em respeito à Ordem.

    Devidamente trajado, dirigiu-se à Lady Yessenia e informou qual seria seu paradeiro durante aquele dia, desculpando-se por não poder acompanhar a pequena corte no primeiro dia do torneio. Aproveitou para recordar do objetivo conjunto de estabelecerem contato visando melhorias para o Alto Ermiterio e informar que seu conselho estaria à disposição antes que a moça fechasse qualquer tratativa formal.

    Depois, acompanhado de um kit de escrita e alguns tomos pessoais, Querellon seguiu ansiosamente em direção ao local do conclave.

    Alexyus
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    Mensagem por Alexyus Seg Maio 16, 2022 7:58 pm

    PRIMEIRO DIA DO TORNEIO

    QUERELLON

    Munido de seus tomos e tintas, Querellon partiu em direção à Torre do Grande Meistre, na Fortaleza Vermelha encarapitada sobre a Colina de Aegon. Seus trajes cinzentos de meistre garantiam-lhe olhares respeitosos e permitiram que ele andasse rapidamente por entre a multidão. Ajudava também nisso o fato de que as massas pareciam fluir em direção à arena do torneio, deixando as demais vias menos lotadas e mais transitáveis.

    Não obstante, foram necessárias boas três horas de caminhada em ritmo forte para que Querellon chegasse ao seu destino. O acampamento foi percorrido relativamente rápido, embora os muitos brasões chamassem bastante atenção. O festival ainda tinha comerciantes e mercadores empenhados em vender seus bens e serviços, mas poucas pessoas pareciam interessadas em negociar com a proximidade do horário do início do torneio. O caminho pelas ruas de pedra no interior das muralhas da cidade apresentavam outros tipos de atrações para distrair a mente, mas seu trajeto era bem mais fácil. Assim, Querellon terminou de subir a colina e chegou aos portões abertos da imponente e intimidadora Fortaleza Vermelha, com suas pedras vermelhas e cheia de pontas afiadas evocando as formas dos lendários dragões da Casa Targaryen.

    Spoiler:

    Querellon teve sua presença admitida pelos guardas de sentinela sem nenhuma dificuldade, e eles ainda foram prestimosos o suficiente para indicar-lhe a torre do meistre.

    Spoiler:

     A estrutura em questão estava rodeada por vários homens trajados do mesmo modo que Querellon, sendo os comprimentos de suas correntes o maior diferencial para um observador leigo. A maioria dos elos da corrente de Querellon eram negros, moldados a partir de estanho revestido por breu, também chamado de piche, a mesma substância que se usava para calafetar o casco dos navios; havia poucos meistres que pudessem se equiparar a Querellon no que tocava a conhecimentos do mar e navegação.

    No interior da torre, o piso térreo da construção era um enorme salão com comes e bebes para os meistres descansarem e socializarem.

    Os andares superiores eram compostos por salas de audiência para palestras daqueles que queriam expôr suas novas descobertas ou debater temas controversos, e vários eventos estavam anunciados em pergaminhos pregados às portas.

    Mais perto do topo estavam as bibliotecas da Fortaleza Vermelha, com estantes de prateleiras tomadas por uma infinidade de tomos, devidamente organizados em categorias.

    O último andar eram os aposentos do Grande Meistre Pycelle, cuja porta fechada indicava o caráter particular  e privado do lugar.

    Spoiler:

    O terraço no extremo superior da torre eram os viveiros dos corvos da Fortaleza, e havia uma enorme fila de meistres para enviar mensagens, e outra para checar o recebimento de mensagens para seus senhores.

    OFF: Xafic, se quiser discutir algum assunto específico ou abordar alguém em particular, é só declarar. Do contrário, há muitos eventos temáticos, mas nenhum envolvendo barcos, Dorne ou as Ilhas de Ferro objetivamente.
    Xafic Zahi
    Cavaleiro Jedi
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    Cavaleiro Jedi

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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 3 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Xafic Zahi Qui Maio 19, 2022 3:17 pm

    Meistre Querellon.


    Foi com entusiasmo que Querellon se dirigiu até a Torre do Grande Meistre.

    Ocorria que os Dayne do Alto Ermitério eram uma Casa militar e, por consequência lógica, os assuntos mais comentados na corte e pelos homens do castelo, até mesmo entre os serviçais que tinha tido contato, eram sobre combates e estratagemas, especialmente nos últimos tempos, com os ataques de saqueadores. Desta forma, Querellon tinha dificuldades para estabelecer conversas cujo o tema fosse do seu agrado.

    Uma das únicas exceções foi Mace Sand. Ao notar a capacidade intelectual do rapaz, Querellon rapidamente o fez seu ajudante. O menino ainda era novo e, se os sete fossem bons com ele, teria a oportunidade de ir à Cidadela. Até que isso ocorresse, o meistre apreciava a companhia do rapaz e se sentia útil em instruí-lo nos conceitos básicos da escrita, náutica e história.

    Durante a travessia pelo acampamento, Querellon treinava a memória e a habilidade heráldica. Ao ver um brasão, esforçava-se para recordar o nome do Lord atual da respectiva Casa e seus herdeiros. Quando passou pelo último pavilhão, questionou-se o que podia ter ocorrido para que os Dayne da Tombastela não se fizessem presente, tendo em vista que Lord Edmund informou que os suseranos estariam no torneio.

    Quando chegou nas ruas de pedra, embora não tenha diminuído o ritmo de caminhada, procurou observar o comportamento de homens, mulheres e crianças. Já tinha estado outra vez em Porto Real e sabia não ser fácil sobreviver à capital. Estava disposto a dar uma oportunidade em seu navio. Seu olhar procurava por qualquer pessoa de talento. Se percebesse um aroma notável de comida exalando de uma barraca, tenda ou casa, buscaria entrar e conversar com a cozinheira. Caso visse um homem com força notável, mas sem as honrarias e poucas chances de progresso, conversaria com ele. Se percebesse uma criança ágil e com habilidades de escalada tentando furtar alimentos para sobreviver, também conversaria com ela.

    Depois de finalizar as horas de caminhada e finalmente chegar à Torre do Meistre, Querellon abriu um sorriso e fez o possível para ser amigável entre os seus. Cumprimentou eventuais conhecidos de outras oportunidades e se manteve à disposição para dar continuidade a qualquer conversa que alguém desse início. No entanto, Querellon tinha um foco. Estava dedicado a se aproximar e conseguir esclarecimentos de um conhecedor da lei. Lei esta em seus fundamentos e teorias. O Alto do Ermitério tinha se tornado terras selvagens, sem qualquer segurança, e as medidas adotadas pelo herdeiro Gerold Dayne não se mostravam eficazes. Alto do Ermitério não tinha tido sucesso em impor a lei na base da espada. Restava, então, aprender medidas alternativas para que a civilidade chegassem naquelas terras. No mais, o conhecimento da lei seria útil ao meistre, tanto para melhor negociar os termos do futuro mercado, quanto para a operosidade do mesmo.

    Samantaluc
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    Samantaluc
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 3 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Samantaluc Sex Maio 20, 2022 12:31 pm





    Yessenya Dayne - Capitulo II


    IDA PARA O ACAMPAMENTO

    Toda aquela movimentação poderia fazê-la se distrair facilmente. Bagagens, equipamentos e outros itens eram transportados do navio para as carroças em uma velocidade razoavelmente rápida, deixando com que Yessenya ficasse um passo atrás para que não atrapalhasse o caminho dos trabalhadores braçais. Assim que aquelas idas e vindas se findava, podia então entrar no transporte com as outras jovens "damas de companhia" além de Callahan e Meistre Querellon.

    As estruturas da cidade de Porto Real lhe chamavam a atenção, entretanto certos odores lhe faziam ficar com a manga do vestido próxima ao seu rosto quase o tempo inteiro, inalando o sachê que estava escondido ali.

    — Todos os lugares desses estrangeiros cheira tão mal assim? - comentava, se referindo ao cheiro de peixe que sentia durante aquele trajeto. Ficava com um certo mau humor ao ser encarada por alguns locais que tinham a atenção chamada por sua comitiva, fazendo com que levantasse o olhar.

    — Meistre Querellon, temos algo para aproveitar nessa cidade sem ser o torneio? - questionava o meistre, afinal ainda tinham que falar com os Dayne de Tombastela e se fosse tentar andar pela cidade, não gostaria de fazer aquilo de forma desgovernada.

    Logicamente que ficava curiosa com o conteúdo das cartas que ele escrevia, mas os solavancos que levavam naquelas carroças era em nível irritável e já estava começando a lhe doer o traseiro. Assim, preferiu se distrair com as suas “damas” e com Callahan.

    — Vamos tentar encontrar os Dayne de Tombastela, ao menos que esteja presente a Lady Allyria ou o escudeiro Edric… Esse garoto teve sorte em ficar como herdeiro do título… - comentava por alto, tentando chamar a atenção de uma ou outra das quatro que pareciam ter ficado bem avoadas em relação ao que acontecia ali. — Callahan, tem algumas moedas sobrando? Poderíamos fazer aquela brincadeira que tínhamos quando estávamos nos Jardins de Água. - essa última quase saía em um tom totalmente brincalhão e quase infantil.

    Por terem a diferença de dois anos e pelo decoro social que se necessitava ter uma dama, a jovem Yessenya não poderia ver o ato carnal ser feitos com outros e muito menos realizar o próprio… O que não a impedia de usar seu amigo confidencial como um “corvo” sobre as sensações dessa façanha.

    NA MONTAGEM DO ACAMPAMENTO

    Assim que viu que somente um dos sores havia aparecido naquele momento, tentou ao menos ajudar na organização das coisas dentro do seu pavilhão, deixando os seus itens em certos locais de fácil acesso além de pôr ordem nos vestidos que usaria no torneio. Quando finalmente o acampamento estava estabelecido, ainda não lhe passou as dores adquiridas naquele meio de viagem, decidiu por não ir no evento da noite (o que lhe faria economizar uma rotação de vestido).

    Se juntaria com as damas que lhe quisessem fazer companhia para jantar no centro, revisando alguns assuntos sobre a etiqueta, mas quis jogar mais conversa fora, falando de assuntos frívolos para estabelecerem melhor os seus laços.

    — Sabe o que seria bom? Tirarmos esse cheiro de água salgada do corpo… Acho que não ficaria muito bem gastarmos um monte de perfume para disfarçar o cheiro…

    Dizia, ao fim do jantar improvisado, se levantando em seguida. Caso fosse necessário, ajudaria a levar a água quente para alguma tina em seu pavilhão além de se arrumarem para dormir. Entendia que Callahan dessa vez teria que não ficar tão junto de si no acampamento, mas não seria novidade se ele não desgrudasse dela durante os torneios.

    PRIMEIRO DIA DE TORNEIO

    Durante a manhã, assim que acordara com as outras damas, mesmo sabendo que a mais nova teria mais trabalho de fazê-la “madrugar”, usou o tempo para se arrumarem, pondo uma veste de tonalidades púrpuras, com pequenos detalhes advindos de algumas pequenas peças de joias que havia consigo, como um broche dourado, um colar e cinto dourado e uma tiara branca de forma que prendia o seu penteado com mais firmeza, apesar de deixar parte de seus cachos soltos.

    Vestes de Yessenya:

    Assim que houve o término de se arrumarem, recebeu a noticia de que o meistre não iria lhe acompanhar, o que a frustrou levemente pois esperava ter alguém a mais do grupo para tentar convencer a lady Dayne de Tombastela.a ajudar a sua casa, mas teria que se conformar, já que os sores teriam que desfilar.

    — Bom dia, sor Arn. - cumprimentava com um aceno de cabeça, para então, tomarem o rumo para o local de torneio.

    Quando então chegaram, ela se dirigiu com as damas e Callahan para a área de nobres, tentando localizar com os olhos se encontraria Lady Allyria e até mesmo pedia a ajuda dos que estavam consigo para tentar encontrá-la, ao menos pelas cores lilases da casa de Tombastela. Caso tivessem sucesso, tentaria uma aproximação para com a nobre, caso não, se sentariam em um dos lugares vagos para os de Dorne.

    DURANTE AS APRESENTAÇÕES E JUSTAS

    Assim que os desfile dos cavaleiros começava, falava em tom baixo para as suas damas/servas.

    — Quanto mais na frente, maior será o valor do dote. Tentem ver se algum dos sores que se encontram no meio do desfile para trás lhes chamam a atenção. São os mais “baratos”, mas ainda assim devem valer a pena… Só não sei dizer se algum ali seria totalmente apropriado e cavalheiresco.

    Sempre tentava manter na cabeça o seu dever para com a sua família, mas almejava tanto uma união de parceria que todos os pretendentes lhe pareciam mais do mesmo.

    Durante as disputas, aplaudia com certa calma, mais por respeito que entusiasmo devido a sua aversão aos cavaleiros de outros lugares se não de Dorne. Mas na disputa de sor Valio Sand se segurava para não aplaudir de pé, afinal… Era uma vitória para a sua casa.




    VESTES NOBRE x4 MOCHILA x1 SACHÊ x1 PERFUME x1 ALFORJES x1 CINTO/BOLSA x1 CORCEL DE AREIA x1 PAVILHÃO x1
    ODRE x4 ÓLEO x4 LAMPIÃO x1 PEDERNEIRA x5 CORDA x3 ESTACAS DE FERRO x6
    FACA x2 BESTA LEVE x1 MUNIÇÃO x3 (conjunto) ARMADURA ACOLCHOADA x1
    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 3 Off
    mingicodes
    [/quote]
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 3 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Van Bash Sab Maio 21, 2022 11:50 pm

    Arn acha um conjunto de espada e armadura que com pequenos retoques poderia facilmente triplicar
    O que havia investido, um homem endividado vendendo a preço de banana uma Espada Bastarda com a marca de um ferreiro famoso de bravos achado que triplica o que havia investido. Além dessas peças de guerra acha um braceletes de ouro ornamentado com pinturas de dragões mais uma peça rara que o vendedor não tinha a menor noção do que tinha em mãos , essa peça valia facilmente duas vezes o valor que Arn havia investido, e pra finalizar seu último achado havia sido uma armadura completa obra prima ornamentada com algumas safiras azuis e de um aço de primeira qualidade, um trabalho primoroso que tinha poucos desgastes e algumas horas de trabalho árduo Sor. Arn deixava ela nova e pronta pra quadruplicar o que havia gasto. No total seus gastos somavam uma pequena fortuna de 10 dragões de ouro.
    ---------------
    Off: Arn conseguira lucrar 9x o que havia investido.

    PRIMEIRO DIA DO TORNEIO

    Após desfilar Arn procura na arquibancada alguma lady que poderia ser cortejada, mas deveria ser uma que fosse bem nas ida e que seu dote tivesse terras envolvida. Ele nunca havia tido tempo pra pensar sobre casamentos, mas agora ali percebe que pode ser uma oportunidade ideal para ajudar aos Daynes com mais eficiência e conseguir o seu primeiro objetivo em sua busca pela vingança de seus familiares, retomar o que era seu por direito.

    "Chegou a hora de encontrar a minha Donzela e a Mãe da minha família, aquela será a matriarca Solares. Não pode ser qualquer uma"

    Após estar vestido como um nobre, vai até a área de Sor. Valio fazer uma prece.

    Ao ver ele todo paramentado faz um sinal do sete, pega um óleo e sacramenta fazendo o sinal de uma espada em sua armadura, símbolo do guerreiro.

    -Que o guerreiro guia a sua lança  e a sua glória seja vista por todos. - após a pequena prece  cumprimenta com um aperto de mão seguido d sim abraço.

    -Vai lá e mostra a força de Dorne, sei que irá vencer irmão.

    Após isso o cavaleiro Solar foi na arquibancada assistir Sor. Valio desmontar seu inimigo o que o fez comemorar genuinamente a vitória de Dorne, apesar de saber que o primeiro dia sempre caia os cavaleiros mais ineptos.

    Após saber dos resultados e se havia uma lady ou mais que o agradasse ele se dirige para seu pavilhão e vê se está tudo em ordem, depois vai até Bucéfalo e pega informações de como anda o treinamento dele, para depois ir trabalhar nos seus achados. Mas antes escreve para Beron, antigo amigo de batalhas e envia seu mordomo entregar a correspondência.
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 3 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por El Cabron Dom Maio 22, 2022 8:39 pm

    ~Ação~
    - Fala
    “Pensamento”
    ***

    NOITE DO DIA DA CHEGADA

    ~ Assim que Vicky deixa a cerveja sobre a mesa, Eyvon faz algumas contas e, por fim, segura dois gamos de prata entre o indicador e o dedo médio, entregando-os à taverneira junto com um pedido. ~

    - Vicky, quero que pegue esses dois gamos de prata: um será para cobrir as cervejas que você vai me trazer, e o outro é seu. Uma gorjeta para você agilizar tudo e tornar a noite mais agradável, sim?

    ~ Sabia que, provavelmente, não beberia todas aquelas cervejas mas ao término de sua frase, ergueu o caneco e fez um gesto de aceno, agradecendo a taverneira. Virando a bebida sem qualquer cerimônia, a cerveja descia suavemente por sua garganta, saciando-lhe a sede que estava desde que saíra dos arredores do festival. Assim que terminou seu primeiro caneco, observou todos ali, buscando ver quais tipos estavam ali na taverna com ele. Logo, antes que pudesse erguer a mão e chamar Vicky, foi interpelado pela mesma, com alguns questionamentos. ~

    - Ah, sim. Sou cavaleiro e venho de Dorne. Pretendo participar do torneio.

    ~ Aproveitando a situação, Eyvon pode sondar algumas boas informações com a taverneira, enquanto bebia seu segundo caneco de cerveja. Pelo fato de pouco conhecer a capital, julgou tudo que a moça lhe dizia como interessante, mas também não era como se tudo aquilo lhe despertasse grande curiosidade. ~

    - Para uma taverneira, você sabe um bocado, não é, Vicky? Haha! ~ Virou mais um gole de cerveja. ~ Me diga, Vicky, temos mais cavaleiros aqui na taverna que irão participar do torneio?

    PRIMEIRO DIA DO TORNEIO

    ~ Assim que o sol raiou, Eyvon levantou-se vagarosamente, sentindo uma leve enxaqueca provavelmente causada pelas cervejas da noite anterior. Lavou seu rosto e, tão logo pôde, vestiu-se com suas roupas comuns e prendeu a bainha de sua espada longa em sua cintura. Ao sair de suas instalações, esperou para ver as demais movimentações dos membros da Casa. Caso Lady Yessenya por ali passasse, a cumprimentaria, bem como Querellon, os Sores Arn e Valio, além do jovem Callahan. ~

    ***

    ~ Assim que tomou seu lugar, Eyvon acompanhou as apresentações dos cavaleiros e seus brasões sem grande entusiasmo mas, quando as  justas começaram, acompanhou-as com serenidade. Admirava as batalhas desde que era pequeno, fossem elas a cavalo ou a pé. No entanto, assim que Sor Valio entrou na arena, bateu palmas fervorosamente em apoio ao companheiro que, naquele momento, representaria a Casa Dayne.
    No instante que Sor Valio derrubou seu adversário, Eyvon acompanhou o público e ovacionou o vencedor juntamente com os demais membros da Casa Dayne. Aquela era uma importante vitória. ~
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    Mensagem por Somniatis Ter Maio 24, 2022 2:10 pm


         
             

             
    Informações

    • Mote: O Escudo das Areias, fiel a aqueles que sangram e que lutam para o bem

    • Itens Carregados: Todos meus pertences.

    • Vestimentas: Armadura de couro macio negro, sob vestes típicas Dornenses.


         
         
             

    A caminho do acampamento.

    Ajudar a carregar as coisas para as carroças era algo que fazia a mente do jovem de pele morena devido ao sol e as pequenas incursões de treino no deserto que haviam marcado a pele o distrair e o fazia com o mínimo de peças sobre o tronco, para evitar sujar as mesmas, tinha que ter algum asseio pois depois de tal trabalho precisaria sim ficar de olho em Yessenya e nas jovens que ela havia trago consigo. Mas de qualquer forma, existia um pensamento que não conseguia deixar de lado, enquanto trabalhava.



    “Preciso investigar mais sobre o caso de minha mãe e pai… Me pergunto se eu contar o que descobri a Yessenya, ela me ajudaria com tal caso…”



    Sabia que ainda teria muito o que fazer, para o que fazer para resolver tal dilema. De qualquer forma, prestava atenção enquanto trabalhava no carregamento em sua protegida. Não iria deixar de fazer sua principal obrigação enquanto bem, realizava uma outra para acelerar as coisas ali. Para prestar atenção no que era conversado entre todos, tanto entre os trabalhadores, quando pelos outros todos ali, não podia perder quaisquer informações para evitar problemas. Até que ouviu o comentário, quando após muito serviço, quando estava apenas com Yessenya e suas damas, ao ponto de ficar levemente envergonhado.



    — Tenho sim, quer ir até a algum local daqui, para essa brincadeira, milady? — Respondeu com a verdade, não tinha o que esconder devido a tudo o que se conheciam e fizeram juntos. Por mais que era algo que só os dois entendiam e preferiria assim.

    Montando o acampamento.


    — Posso organizar o banho entre outras coisas para a sua estadia no acampamento e logo voltarei a minha tenda, Milady — Era o que disse naquele jantar que fizera do lado de Yessenya, para após, organizar tudo o que precisaria, deixando a organização de sua própria tenda por último, afinal tinham muitos aspectos para organizar, estes quais perante a segurança da tenda de sua senhora. — Espero… que tudo ocorra sem problemas nessa viagem. — Disse a esmo, qando estava sozinho, organizando a segurança da tenda de Yessenya e sua, além a daqueles que ali estavam, por mais que fosse tímido. Não iria prezar pela proteção de apenas uma pessoa, mas sim de toda a comitiva, mesmo que aquilo o faria conversar com algumas pessoas que lá estavam para saber e descobrir como tudo se encontrava. Além dos ânimos e motivações de cada integrante. Sendo os contratados por Yessenya, sejam os contratados pelos demais companheiros ali de viagem. E sim, usaria até mesmo o presente de “família” que lhe deram, como sua beleza, para conseguir tais informações. Tentando deixar sua timidez de lado, ou melhor… Vencê-la para um bem maior. — E então… Finalmente um descanso… Porém amanhã é quando tudo começa de verdade.



    E fora o que disse, para si mesmo, antes de dormir em sua cabine, teria que ficar atento a tudo e a todos amanhã, sabe-se lá quais “desafios” teriam naquele dia no acampamento e nos dias do torneio..




    Dia do torneio.

    Por mais que tinha internamente o desejo de participar ali daqueles combates, bem. Existiam para ele coisas mais importantes como a segurança de Yessenya e por isso estava a postos e acordou cedo para estar em sua cabine antes mesmo da sua Lady despertar. Esperou com belos trajes de cortesão que tinham que serviam para bem, disfarçar suas armas sobre a cintura e evitar que vissem, para quem sabe parecer mais amigável e até mesmo mais “inofensivo” perante aos olhos dos demais. E assim seguiu com Yessenya e as outras, até o caminho onde seriam disputados as lutas, pouco antes, dirigiu-se a Sor Arn, com um breve sorriso.



    — Lhe desejo sorte, Sor Arn, consiga e traga a vitória nessas justas. —

    E logo após seguiu seu caminho próximo a Yessenya, atento a todos os arredores que a cercavam assim como se sentou na arquibancada próximo, uma cadeira acima para poder estar sempre atento ao que acontecia ao seu redor. Não iria deixar que nada a afetasse, se assim possível.



             

         
     
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 3 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Alexyus Qua Maio 25, 2022 6:52 pm

    NOITE DO DIA DA CHEGADA

    YESSENYA

    A Lady Dayne do Alto Ermitério não teve muita atenção de seu meistre durante o trajeto pela capital até o ponto do acampamento.

    Quando chegaram ao terreno que lhes fora reservado, os servos juntamente com Callahan e Querellon se dedicaram a aprontar o acampamento de modo apropriado. Yessenya desejava tomaar banho, mas a água da capital dos Sete Reinos era consideravelmente menos quente que a de Dorne, embora longe de ser quente. Ela teve que esperar até ser alta noite para que um balde de metal com água aquecida sobre a fogueira ficasse disponível para seu banho vaporoso  

    EYVON

    - Para uma taverneira, você sabe um bocado, não é, Vicky? Haha! ~ Virou mais um gole de cerveja. ~ Me diga, Vicky, temos mais cavaleiros aqui na taverna que irão participar do torneio?

    - Eu escuto tudo que falam, sor! Mas não, infelizmente não temos cavaleiros aqui essa noite além da sua ilustre presença. O Banquete do Rei levou todos os cavaleiros para a Fortaleza Vermelha. Aqui no salão você só encontrará escudeiros, cavalariços, soldados rasos, comerciantes e citadinos...


    PRIMEIRO DIA DO TORNEIO

    QUERELLON

    Quando deixou o acampamento, Querellon observou os brasões pelos caminhos que passava. Havia vários brasões dos Senhores da Tempestade, incluindo o relâmpago púrpura sob céu estrelado da Casa Dondarrion (que ele lembrou mais tarde que era onde o escudeiro de Lorde Beric, o jovem Edric Dayne, que por direito era o senhor de Tombastela). 
    Spoiler:
    Ele também atravessou várias ruas dos lordes das terras da Coroa, brasões bastante numerosos embora quase não avistasse os ditos senhores.

    Perambulando pela cidade a caminho da Colina de Aegon, Meistre Querellon observava as pessoas comuns, farejando oportunidades. O povo comum era incrivelmente variado e interessante, com pessoas plenas de potencial para quem soubesse desenvolvê-lo.

    Os primeiros que chamaram a atenção do meistre foram dois valentões, Simon e Dale, que apesar de pobres eram fortes e bem constituídos, maiores que a maioria dos soldados médios. Também havia uma profusão de crianças errantes pela Baixada das Pulgas e arredores, e Querellon viu algumas delas escalando prédios mais altos que o mastro de seu navio, e outras roubando habilmente comida e pertences de transeuntes distraídos, o que felizmente não era o caso do meistre. Ele chegou a abordar um grupo desses crianças: Jared parecia ser o líder do grupo com habilidades de escalada e liderança que não vinham facilmente para ninguém; Garret era o mais articulado e limpo dos jovens, e disse que era filho de um mercador que foi assassinado; Marcus era o mais agressivo dos meninos e ficava encarregado da função de punguista; e Tarik e sua irmã Taria, que pareciam ter sangue dornês e talvez até roinar, mas eram órfãos que não conheceram seus pais. Seguindo os infantes, o meistre chegou a um barraco humilde do qual vinha um odor delicioso de comida, feito por uma mulher de aparência envelhecida chamada Marybel, que vendia assados apetitosos apesar da origem duvidosa, mas que dava gratuitamente ensopados para as crianças pobres que vinham a ela. Querellon tentou recrutar todos esses, mas nem mesmo sua veste de meistre conseguia disfarçar sua aparência de homem de ferro, e por isso ninguém chegou a confiar nele o suficiente para aceitar seu convite. 

    Plebeus:
     

    Na Fortaleza Vermelha, Querellon encontrou velhos companheiros com quem estudara, principalmente de assuntos náuticos, marítimos e navais. Mas ele tinha um foco definido, que era aprender qualquer coisa que pudesse ajudar sua casa. Aproveitando o conhecimento que tinha da hierarquia e política da Ordem dos Meistres, Querellon encontrou facilmente Meistre Lawson, famoso catedrático dos códigos legais dos Sete Reinos muito sério, e o carismático e bem-humorado Meistre Somar, mestre de sociologia e civilidade.

    Com o Meistre Lawson, Querellon envolveu-se em conversações aprofundadas sobre as diversas leis e como os sistemas legais de Dorne e dos Sete Reinos conflitavam em diversos pontos ecomo supostamente a lei dornesa deveria prevalecer em Dorne, mas como a ascensão do Rei Robert mudara por direito de conquista muitos dos marcos legais válidos anteriormente.

    Já com o Meistre Somar, Querellon foi alertado para como o bem-estar social contribuía para a paz entre os povos e como a felicidade da população concorria mais fortemente para a prosperidade de uma sociedade do que uma mão forte apoiada em leis severas. Somar argumentou sobre isso estabelecendo comparações com a opressão do governo autoritário de Aerys II, que desembocou na Guerra do Usurpador, e o reinado festivo e mão-aberta do Rei Robert, que conquistara grande parte da população e até mesmo dos outrora inimigos durante a guerra.

    Foi um dia de muitas palestras interessantes, e a noite caiu sem que Querellon sequer se desse conta. Quando ele finalmente atentou para o avançado da hora, ele poderia voltar para o acampamento no escuro (o que consumiria um par de horas) ou hospedar-se numa das estalagens aos pés da Colina de Aegon.

    YESSENYA & CALLAHAN

    Callahan acompanhou uma elegante Lady Yessenya e seu séquito de damas de companhia para a arquibancada do torneio. 

    Na entrada do torneio, alguns intendentes barraram o caminho de Yessenya, que teve que se identificar, mostrar seu anel de sinete, esperar que um erudito de genealogias a identificasse como filha de seu pai até que seu acesso foi franqueado.

    Na arquibancada, havia um espaço mínimo, quase inexistente, reservado a senhores de Dorne, e não havia nenhum além de Yesssenya. Os mais próximos dela eram senhores das terras da Tempestade e da Coroa, e Yessenya sentiu deles uma dose grande de animosidade, um desprezo e preconceito quase tão grande quanto o dela. Dorneses sempre foram vistos com desconfiança pelo resto dos Sete Reinos, e desde a morte de Aerys II isso só piorara; era realmente estarrecedor como o Príncipe Doran de Lançassolar fizera a paz com Robert Baratheon mesmo após o assassinato de Elia Martell.

    O olhar de desprezo dos lordes dos Sete Reinos também se estendia para as damas de Yessenya, desprezando-as como mulheres dornesas dignas dos piores adjetivos. Alguns cavaleiros menores lançaram alguns olhares para elas, mas nem mesmo elas precisavam que Yessenya lhes dissesse que estes não eram pretendentes à altura. 

    O aplauso  de Yessenya e Callahan a Sor Valio Sand por ocasião de sua vitória destacou-se entre a multidão enfastiada.

    ARN & EYVON

    Arn Solares postou-se entre os cavaleiros, com vista para a arquibancada dos nobres, mas fora dela.

    Ele via várias donzelas nobres, mas nenhuma delas lhe dava muita atenção. Um cavaleiro dornês sem terras não era um troféu no mercado casamenteiro da corte dos Sete Reinos.

    Mas Arn viu Lorde Tywin Lannister sentado entre os lordes do Ocidente, e por um momento ele teve a impressão de que o olhar do senhor do Rochedo Casterly pousou sobre ele brevemente, algo que o intimidou tanto quanto o enfureceu.

    A vitória de Sor Valio Sand foi moderadamente ovacionada, mais puxado pela Lady Yessenya do que pela empolgação do populacho da capital.


    PRIMEIRA NOITE DO TORNEIO

    YESSENYA & CALLAHAN

    Após o fim do dia do torneio, os nobres se dispersaram da arquibancada, alguns para as atrações do festival, outros em direção à cidade, e ainda outros para os pavilhões na área de acampamento.

    Sem a formalidade da competição, agora Yessenya tinha uma oportunidade para abordar qualquer nobre que desejasse. A ausência de senhores dorneses a deixava em desvantagem. Os senhores da Campina seriam os mais hostis a qualquer dornês. Os senhores da Tempestade, apoiadores de Robert Baratheon, tinham um histórico antigo de escaramuças contra Dorne, embora não fossem tão ariscos quanto os homens da Campina. Os senhores das Terras da Coroa eram mais cosmopolitas, tanto quanto os westerosi poderiam ser, e tinham ganho a Guerra do Usurpaador, então teriam menos motivos para repelir dorneses. Os lordes do Ocidente, encabeçados pelos Lannister, não tinham especial apreço por Dorne, e a morte de Elia Martell só piorara tudo. Os senhores do Vale, das Terras Fluviais e do Norte sempre tinham tido pouco contato com Dorne, e poderiam reagir de qualquer modo...

    Caberia a Lady Dayne decidir se faria algo ou estudaria melhor o terreno. 

    ARN & EYVON

    Após os combates, Arn foi até o acampamento com o resto da comitiva Dayne, constatando que tudo estava em ordem.

    Remo Repyt continuava trabalhando com Bucéfalo, tomando cuidado para não exaurir as forças do cavalo para a disputa do dia seguinte.

    Solares escreveu uma carta para Lorde Beron Felinight, renovando um antigo elo, e encarregou seu mordomo de entregar a mensagem.

    OFF: - Van Bash, defina sua quantidade de ouro antes das compras no festival (tenho a impressão de que Arn esgotou seus recursos antes de zarpar do Alto Ermitério).
    - Arn Solares deve fazer um teste de Percepção.
    - Eyvon pode fazer o que quiser durante a noite. 

    QUERELLON

    OFF: Xafic, respondo essa parte depois de você definir onde o Querellon vai passar a noite.
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