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    O Jogo dos Tronos - Dayne

    El Cabron
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 4 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por El Cabron Seg Jun 06, 2022 8:08 pm

    ~Ação~
    - Fala
    “Pensamento”
    ***

    PRIMEIRO NOITE DO TORNEIO

    ~ A súbita manifestação de Sor Arn, saindo de sua tenda um tanto quanto furioso, interrompeu a conversa que tinha com Meistre Querellon. Temeu, por um breve instante, que o cavaleiro Solares tivesse sido ferido, mas aliviou-se ao estar enganado. Aquilo tudo, no entanto, trazia consigo um certo ar estranho para o acampamento, afinal, de onde teria surgido aquela cobra venenosa? ~

    - O recado de alguém, talvez, Sor Arn?

    ~ A noite, que tinha tudo para ser tranquila, acabou tornando-se cheia de desconfianças e com uma certa dose de medo. Após as devidas interrogações, poucas conclusões puderam ser atingidas, exceto de que, pelas deduções de Sor arn, ele havia sido vítima de uma tentativa de assassinato. Sor Eyvon colaborou com as devidas investigações primárias mas, tão logo que pôde, decidiu vistoriar toda sua tenda para recolher-se e dormir. Ou pelo menos tentar. ~

    SEGUNDO DIA DO TORNEIO

    ~Aquela fora a pior noite que tivera na viagem, contando inclusive com o trajeto pelo mar. Não tinha exatamente certeza se Sor Arn havia sido vítima de uma tentativa de assassinato ou apenas um infortúnio encontro com a serpente da noite anterior. De toda forma, dormia e acordava, sem conseguir de fato atingir um sono profundo. Antes mesmo do sol nascer, havia levantado-se e, para sua surpresa, encontrara Querellon também de pé. Cumprimentou o Meistre e o auxiliou na carga da carroça que levaria os alimentos aos pobres e marginalizados cidadãos de Porto Real. ~

    ***

    ~Durante o trajeto, para a Baixada das Pulgas, Eyvon assentiu com a cabeça quando o Meistre o agradeceu por ter apartado uma das diversas discussões que aconteceram durante a viagem pelo mar, bem como esboçou um leve sorriso quando Querellon disse que o cavaleiro preferiu a própria companhia durante a viagem. Entre outras conversas, Eyvon também falou sobre o fato de nunca ter saído de Dorne, além de terem trocado algumas ideias sobre a alta criminalidade em Alto Ermitério. ~

    - Um homem faminto pode ser capaz de tudo para saciar a própria fome, Meistre. Mas um homem ganancioso…esse com certeza fará de tudo para saciar a própria ganância. Sinceramente gostaria de ter a resposta para sua pergunta, pois teríamos um caminho para resolver o problema…

    ***

    ~ A chegada na Baixada das Pulgas sucedeu-se tranquilamente. Durante o trajeto não desviou o olhar de transeuntes e outros tipos que encaravam a carroça cheia de alimentos. Assim como também não deixou de perceber a miséria que as pessoas dali vivenciavam dia após dia. Era um contraste brutal em relação àquela Porto Real do festival. Logo que chegaram, foi apresentado pelo Meistre Querellon à Marybell e também ajudou a tirar os alimentos da carroça. Em seguida, percebeu a movimentação do Meistre e indagou ao mesmo: ~

    - Procurando por alguém, Meistre?
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 4 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Xafic Zahi Ter Jun 07, 2022 3:22 pm

    Meistre Querellon.


    Querellon estava focado percorrendo as ruas com os olhos e demorou alguns segundos para notar a presença Sor Eyvon e que este se dirigia a ele. Demonstrando não ter ignorado propositalmente o guerreiro, respondeu solícito:

    - Dois homens e uma criança. Tive a oportunidade de vê-los na data de ontem e acho que posso ser útil a eles, na mesma medida que me podem ser úteis para mim - Querellon voltou a olhar as ruas, depois a carroça com alimentos e, posteriormente, novamente o Sor - Será que essas pessoas não estão suficientemente famintas para fazer de tudo por comida? Ou lhes faltam ganancia? - Embora o meistre tivesse se dirigido ao companheiro, as palavras foram quase que um sussurro, demonstrando não passar de uma reflexão pessoal.

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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 4 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por El Cabron Qua Jun 08, 2022 12:43 am

    ~Ação~
    - Fala
    “Pensamento”
    ***



    - Entendo… - limpou o suor na testa antes de retornar a retirar os caixotes com frutas da carroça enquanto deixava o Meistre divagar em seus próprios pensamentos. - devem ser bastante interessantes essas…figuras.

    ~ Eyvon seguiu ali até que todas as caixas fossem retiradas, e ao terminar sua tarefa, aproximou-se de Querellon amistosamente. ~

    - Quando jovem estive entre os Drinkwater, uma casa menor de Dorne, Meistre Querellon. Sabe o que aprendi durante minha estadia lá? Você pode arrancar um homem de suas terras, mas nunca poderá cortar suas raízes. - um garoto trazia uma jarra de água e servia Sor Eyvon, que aproveitava a pausa de sua fala para beber - Há homens que nem a fome e nem a ganância os faz se mover. Está no sangue ser…inerte. - Fez uma nova pausa antes de acompanhar a movimentação das ruas juntamente com o Meistre. - Não busque ser um salvador, Querellon. Nem todos querem ser salvos.
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 4 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Xafic Zahi Qua Jun 08, 2022 9:35 pm

    Meistre Querellon.


    O meistre acenou com a cabeça ao ouvir Sor Eyvon dizer que está no sangue de algumas pessoas permanecer inerte, ainda que a situação peça alguma reação. Permaneceu com os olhos nas ruas, enquanto aprofundava em suas reflexões, levando em consideração os dizeres do colega. Quando ele retorna, ouve com calma o conselho e, então, responde - Nem todos sabem que podem ser salvos, Sor. Arrisco dizer que eles sequer sabem que pode existir uma salvação. Talvez acreditem que esta é digna apenas aos nobres. E ainda, a inércia não está no sangue, pois não é uma característica intrínseca do ser. O que faz essas pessoas não agirem é o medo! - Querellon empolgou-se nas palavras e passou a dize-las com plena convicção de ser o detentor da verdade única para tal dilema, além de revelar o sotaque característico dos homens das Ilhas de Ferro - O medo de uma política de tolerância zero, afinal, a violência é a única arma que um reinado que foi construído pela força e não pelo direito sabe usar. A inércia não nasceu com esses pobres coitados, mas lhes foi empurrada goela abaixo toda vez assistiram pessoas igualmente famintas que tentarem a sorte de pagar um ou dois pães, serem punidas severamente por isso. - Querellon abriu um sorriso ao perceber seu tom imoderado. Coçou novamente o queixo e, dessa vez, em um tom comedido e sem o sotaque, concluiu - Aqui a mão pesa muito. Em Alto do Ermitério, a mão é inexistente. O caminho do meio é necessário.

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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 4 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por El Cabron Qui Jun 09, 2022 3:18 pm

    ~Ação~
    - Fala
    “Pensamento”
    ***


    ~ Sor Eyvon estava gostando do debate com o Meistre, tanto que não escondeu o sorriso no rosto, afinal, não era todo dia que poderia ter uma boa discussão com alguém notoriamente mais sábio e vivido. ~

    - Não posso discordar, Meistre Querellon… - fez uma de suas clássicas pausas antes de seguir. - mas é a força que determina quem vai mover as peças desse tabuleiro. Eu, você, Sor Arn…a própria Lady Yessenya…todos usufruímos dessa estrutura de poder que garante que plebeus sigam plebeus, cavaleiros sigam cavaleiros, e meistres sejam meistres. - tomou outro gole de água antes de mandar o garoto que carregava a jarra se afastar. - quando digo que está no sangue, quero dizer que faz parte da natureza do ser agir ou não agir. Pisar ou ser pisado. - Eyvon pigarreou, limpando a garganta e cuspindo no chão - Todos nós, abaixo do Usurpador e de nosso Lorde Edmond, estamos presos em amarras que definem exatamente como vamos viver nossas vidas…

    ~ Voltou seu olhar agora para o Meistre. Eyvon não se considerava sábio e tinha conhecimento de que pouco teria a agregar em uma conversa mais profunda, principalmente a um Meistre, mas possuía suas convicções, e muitas vezes não abria mão delas. ~

    - Meu pai era cavaleiro, Querellon. Morreu a serviço de Lorde Edmund. Meus tios eram Guardas do Lorde Drinkwater. Meu avô foi um soldado e ajudou a expulsar corsários no Torentine mais de cinquenta anos atrás. Diga-me…o que a vida reservaria de diferente para mim? - voltou seu olhar novamente para as ruas, mas dessa vez pôs-se a caminhar. - vamos procurar seus amigos, Querellon. Parados não vamos achar nada.
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 4 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Alexyus Ter Jun 14, 2022 6:35 pm

    SEGUNDO DIA DO TORNEIO

    QUERELLON & EYVON

    O carregamento conduzido por Meistre Querellon e Sor Eyvon do Torentine atraía bastante atenção naquela Baixada das Pulgas que raramente poderia se gabar de ter visto qualquer abundância. Os olhos de todos ao redor acompanhavam a passagem da carroça carregada de víveres, e muitos seguiam após ela, talvez na esperança de apanhar qualquer coisa que caísse no chão.

    Marybell já estava esperando à porta de seu barraco, curiosa como todos os outros habitantes do bairro mais pobre de Porto Real. A mulher envelhecida não exibia sinais exteriores de medo nem de desafio, apenas uma serenidade tranquila. Foi ela a primeira habitante corajosa o bastante para interpelar o meistre e o cavaleiro:

    Marybell:

    - Sete bençãos, senhores! O que os traz aqui?

    Os olhos atentos de Querellon não tiveram dificuldade de discernir entre o populacho os alvos de sua segunda vinda. Simon e Dale mantinham certa distância, olhando com ferocidade para o cavaleiro armado, com sua postura denotando mais preparação para responder a um ataque do que iniciar um. A gangue juvenil de Jared misturava-se entre os velhos, crianças e vagabundos que seguiam no encalço da carruagem.

    Spoiler:

    Toda a população local olhava com desejo para a carga dos dorneses, mas a presença de um cavaleiro armado era suficiente para inibir qualquer tentativa por demais arriscada de tomar parte dela.


    ARN

    MECÂNICA:

    Sor Valio atingiu Sor Burnaby com grande velocidade e força, acertando o escudo tão poderosamente que o braço que o sustentava dobrou para trás, abrindo espaço para que uma lança já despedaçante atingisse o peito do inimigo, fazendo-o rodopiar no ar duas vezes antes de atingir o chão pesadamente.

    A lança de Sor Burnaby atingiu fracamente o escudo de Sor Valio, sem sequer quebrar-se. 

    mecânica:

    Sor Arn Solares disparou com grande velocidade contra seu oponente Sor Woody Waxley, segurando com firmeza sua lança.

    Sor Woody era bem alto e segurava seu escudo numa altura superior ao usual pelos demais cavaleiros. Mas Arn percebeu que isso prejudicava-lhe a visão, impedindo-o de mirar sua lança com precisão. A menos que ele baixasse o escudo em algum momento, não conseguiria empunhar corretamente sua arma e erraria a investida por muito.

    Arn manteve sua lança um pouco mais ala do que costumava fazer, mirando a parte superior do escudo, região que era mais provável de dobrar ao impacto.

    Para a surpresa de Solares, Waxley baixou seu escudo juntamente com o torso ao se aproximar do ponto de impacto, e foi isso que decidiu a vitória a favor de Sor Arn. A lança do cavaleiro dornês passou por cima da borda do escudo e atingiu o gorjal de Sor Woody, num impacto tão forte que elevou o cavaleiro acima da sela enquanto seu cavalo continuava adiante. O alto cavaleiro ficou um momento suspenso em pleno ar até que a lança se partisse totalmente e o lançasse ao chão vários metros à frente.

    A vitória de Sor Arn era inquestionável e ele foi bastante aplaudido pelo povo, mas a arquibancada da nobreza o fez indolentemente. As apostas com certeza estavam contra Sor Arn, e muitos dos nobres e plebeus apostadores deviam ter pedido dinheiro com a vitória de Solares. Além disso, ele era espada juramentada de uma casa dornesa, o que por si só despertava a antipatia de muitos nos Sete Reinos.


    NOITE DO SEGUNDO DIA DO TORNEIO

    YESSENYA, CALLAHAN, QUERELLON, ARN & EYVON

    Naquela noite, no acampamento Dayne, os soldados sob o comando do mordomo de Sor Arn fizeram uma zelosa revista em todas as tendas a fim de verificar qualquer ameaça oculta como tinha sido a serpente venenosa na noite anterior. Como não encontraram nada, o local foi liberado para o ingresso de todos após os eventos do dia do torneio.

    A jovem Lady Dayne estava de mau humor, mas concordou em jantar com seus conselheiros mais próximos, Callahan, Querellon, Arn e Eyvon. Durante a refeição, ela explicou:

    - Mandei um recado a Eric Dayne hoje, mas recebi uma resposta de Lorde Dondarrion, que teve a ousadia de me mandar não incomodar seu escudeiro até o fim do torneio! Ainda escreveu que se quiser falar com ele, deveria aproveitar as ocasiões sociais civilizadas como o Banquete do Rei e o Baile da Rainha! Que homem irritante! Sor Arn, você tem a obrigação de vencer esse Dondarrion no torneio assim que puder!
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 4 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Van Bash Qua Jun 15, 2022 4:32 pm

    PRIMEIRA NOITE DO TORNEIO



    Após esmagar por completo a cabeça do réptil e ver o sangue escorrer e o cheiro ferroso subir. Sor. Arn verifica se estava seguro. E antes de sair e perceber que a ameaça estava contida faz uma prece.

    “Sete senhor de todos, criador de tudo que existe. Agradeço por ser o meu escudo e me salvar de meus inimigos. Que a ira do Guerreiro recaia por todos que se oporem a sua vontade. Me dê forças e sabedoria pra enfrentar meus inimigos”

    Então sai de sua tenda e assovia alto chamando seus caninos pra perto.



    ARN, QUERELLON & EYVON



    O som de assovio e os cachorros latindo atraíram a atenção dos guardas e aos poucos dos outros foram ver o que estava acontecendo. Quando todos já estavam ali.

    -Vamos redobrar a segurança e deixar apenas os membros desta casa e da comitiva com acesso livre o restante deve ser revistado e registrado sua entrada em um livro. - diz a todos ali presente

    Após Meistre examinar a serpente e falar suas conclusões Sor. Arn comenta

    -Pelo menos isso já é uma pista forte e um norte de onde começar.

    O animal já estava morto, mas havia evidências suficientes para que o Meistre Querellon concluísse que a serpente era nativa de Dorne e extremamente venenosa revela a real intenção ali. E isso não seria uma coincidência.

    Então após todos serem interrogados.

    -Meistre Querellon, teria como falar em particular?

    Aguarda a resposta e espera ficar apenas só com o Meitre e seus 3 caninos. E de uma forma franca e direta comenta.

    -Eu acho que até sei quem é o mandante. Mas antes de revelar preciso revelar algo. Você conhece a história da casa Solares?



    SEGUNDO DIA DO TORNEIO



    ARN

    Sor Arn veste sua armadura com ajuda de seu cavalariço, ele estava pensativo sobre os ultimos eventos, e com isso despertou um sentimento de raiva e justiça. E por mais que ele tivesse a intenção de retomar o que é seu por direito ele nunca havia agido para tal. Pelo menos até a noite de ontem.

    “Não posso esperar mais. Tenho que agir”

    Finalmente chegou a vez de Sor Arn enfrentar Sor Woody Waxley, o cavaleiro Solar sorria para o público tentando conquistar a simpatia de todos. No final de sua apresentação faz um sinal religioso do sete e baixa sua viseira.

    “Darei o melhor de mim pra honrar o meu inimigo. Que o guerreiro segure a minha lança e a mãe tome conta de Sor. Waxley”

    Sor Arn Solares disparou com grande velocidade contra seu oponente Sor Woody Waxley, segurando com firmeza sua lança.

    Sor Woody era bem alto e segurava seu escudo numa altura superior ao usual pelos demais cavaleiros. Mas Arn percebeu que isso prejudicava-lhe a visão, impedindo-o de mirar sua lança com precisão. A menos que ele baixasse o escudo em algum momento, não conseguiria empunhar corretamente sua arma e erraria a investida por muito.

    Arn manteve sua lança um pouco mais ala do que costumava fazer, mirando a parte superior do escudo, região que era mais provável de dobrar ao impacto.

    Para a surpresa de Solares, Waxley baixou seu escudo juntamente com o torso ao se aproximar do ponto de impacto, e foi isso que decidiu a vitória a favor de Sor Arn. A lança do cavaleiro dornês passou por cima da borda do escudo e atingiu o gorjal de Sor Woody, num impacto tão forte que elevou o cavaleiro acima da sela enquanto seu cavalo continuava adiante. O alto cavaleiro ficou um momento suspenso em pleno ar até que a lança se partisse totalmente e o lançasse ao chão vários metros à frente.

    Mas em um gesto de respeito levanta sua viseira e se aproxima do cavaleiro derrotado.

    -Como parte de minha vitória usarei parte do meu troféu para quem precisa. Em nome da familia Dayne de Alto Eremitério e do Sete, essa noite será distribuído comida para aqueles que estejam faminto. - diz em alto som e depois fala com o cavaleiro – Boa luta Sor. Waxley.

    Então faz uma reverencia ao Rei Robert e sua rainha e sai.



    NOITE DO SEGUNDO DIA DO TORNEIO



    YESSENYA, CALLAHAN, QUERELLON, ARN & EYVON

    Sor Arn pega o dinheiro ganho nas justas e pede para Mandell tratar de comprar as comidas para o povo e organizar a entrega. E que pra isso usasse todo o seu pessoal para focar em segurança.

    -Vamos organizar um posto e fazer um grande sopão, bem gostoso dar um pouco de felicidade para esse povo. Talvez assim eles mudem a ideia do que é ser um Dornês. Lembre-se sempre de prezar pela segurança de todos. E antes que me esqueça Peça para Dargas tocar músicas alegres que fale de Sete e de Dorne.

    Então antes do Almoço Sor Arn pede para Violet ficar sempre de olho na sua segurança e ainda sempre ficaria perto dos seus três caninos. Sempre dando comida e água antes para seus animais.

    Durante a tarde toda até ser chamado pela Lady trabalha em seus achados.

    Então escuta atenciosamente sua lady

    -Sim minha Senhora. Será feito o que pede assim que ele cruzar com a minha lança - fala prontamente
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 4 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Xafic Zahi Sab Jun 18, 2022 5:12 pm

    Meistre Querellon.


    PRIMEIRA NOITE DO TORNEIO

    - Claro, sor - Querellon respondeu atenciosamente. Fechou o tomo sobre venenos que utilizara momentos antes para consulta e levantou da cadeira.

    - Certamente, sor. Uma história trágica, se me permite dizer - Organizou o tomo com os demais que se encontravam na sua tenda - O caminho do valente é igual a luz, certo?


    SEGUNDO DIA DO TORNEIO

    Querellon fez um aceno para Simon e Dale e perguntou o que Sor Eyvon achava do porte físico da dupla. Sua intenção inicial era abordá-los novamente, mas entendeu que sua insistência seria desagradável com apenas um dia de diferença da última tentativa de recrutamento.

    Depois que a carroça foi descarregada, deu por encerrado o seu trabalho na Baixada das Pulgas naquele dia. Mas antes de se retirar, o meistre achou por bem chamar a criança Jared e lhe requisitar um favor, oferecendo um vintém em troca da gentileza. Pediu ao jovem que se dirigisse até o porto e procurasse por um homem chamado Alef. Quando o encontrasse, transmitiria o seguinte recado:

    "Dois marujos devem retornar com esse menino até a cidade e ficar de guarda e proteger a casa de uma senhora chamada Marybel"

    Fez o garoto repetir o recado para ter certeza que havia sido compreendido e, então, deu a moeda à criança.

    - Trabalho finalizado, sor. Sou grato pelos seus préstimos e gentileza - dirigiu-se a Sor Eyvon.

    NOITE DO SEGUNDO DIA DO TORNEIO

    Uma vez dentro do acampamento, Querellon não viu necessidade de manter a vestimenta de meistre e retornou ao traje usual dos homens de ferro.

    - Uma resistência tola na tentativa de elevar o ego, milady - Ponderou sobre a resposta de Lorde Dondarrion - Não deixemos que isso nos afete. Em todo caso, concordo que seria propício Sor Arn vencer o torneio. A vitória sobre Dondarrion teria o efeito de abrir portas que, no momento, se mostram fechadas - Tomou um gole de vinho - Mas até que isso ocorra, há outro nobre que milady entenda ser conveniente uma abordagem?

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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 4 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Alexyus Seg Jun 27, 2022 10:18 pm

    SEGUNDO DIA DO TORNEIO

    QUERELLON & EYVON

    Quando chamado, Jared aproximou-se de Querellon de modo desconfiado.

    Ele questionou o valor oferecido pelo meistre:

    - Um vintém para ir até o porto procurar esse tal Álef? Isso vai demorar muito, meistre! Acha que só um vintém é suficiente para isso?

    Após a resposta de Querellon, o menino partiu, mas levou horas até que retornasse com os dois homens requisitados pelo capitão de Álef.

    OFF: Caso Querellon tenha aumentado a oferta pelo serviço de Jared, ele retornará após 3 horas. Se Querellon não aumentar, a demora será de 5 horas.


    ARN

    Ao se aproximar de Sor Woody Waxley, Arn Solares viu respingos de sangue e pequenas poças junto ao pescoço do cavaleiro, que se mexia vagarosamente ainda no chão.

    -Como parte de minha vitória usarei parte do meu troféu para quem precisa. Em nome da familia Dayne de Alto Eremitério e do Sete, essa noite será distribuído comida para aqueles que estejam faminto.

    A multidão que já vibrava com o resultado das justas aplaudiu ainda mais após as palavras de Arn. O fato de Solares não receber nenhum troféu ainda naquela rodada não foi um detalhe lembrado por ninguém na assistência.

    – Boa luta Sor. Waxley.

    Sor Woody já rastejava de gatinhas, com a mão ao pescoço, mas assentiu diante do cumprimento de Sor Arn.


    NOITE DO SEGUNDO DIA

    ARN, EYVON & QUERELLON

    Os duelos do torneio terminaram no fim da tarde, liberando Yesseneya Dayne e sua comitiva para retornarem ao acampamento. Alguns plebeus mais ansiosos seguiam o cavaleiro, ansiosos pela distribuição de comida prometida.

    Já haviam se passado horas desde o embate nas justas entre Sor Arn e Sor Woody, e Waxley apareceu no acampamento Dayne, com o pescoço enfaixado, caminhando à frente de seu cavalo e com sua armadura empilhada num saco pendurado na sela. Ele pediu para falar com Sor Arn, e logo os servos avisaram Solares da presença do visitante, que disse assim que o viu:

    - Sor Arn, aqui estão meu cavalo e minha armadura, como preço pela minha derrota. Por favor, cuide bem deles.

    Arn logo percebeu tudo: o desafiante que derrotara era um cavaleiro andante, pobre ao ponto de não ter nenhum meio de pagar o resgate pela montaria e a armadura que perdera pelaas regras da cavalaria nas justas. A armadura de Sor Woody era gasta, de baixa qualidade, ajustada ao tamanho e altura acima da média de Waxley, e Arn poderia derreter o metal para forjar outros equipamentos, mas com pouca margem de lucro; o cavalo de guerra que Sor Woody cavalgara era velho e pouco vigoroso. Mas o cavaleiro era ao menos honesto para entregar o que tinha e saudar o débito de honra por sua derrota.

    Sor Arn pega o dinheiro ganho nas justas e pede para Mandell tratar de comprar as comidas para o povo e organizar a entrega. E que pra isso usasse todo o seu pessoal para focar em segurança.

    -Vamos organizar um posto e fazer um grande sopão, bem gostoso dar um pouco de felicidade para esse povo. Talvez assim eles mudem a ideia do que é ser um Dornês. Lembre-se sempre de prezar pela segurança de todos. E antes que me esqueça Peça para Dargas tocar músicas alegres que fale de Sete e de Dorne.

    Sem ter tido lucro imediato por sua vitória, o sopão prometido por Sor Arn precisaria ser custeado pelo próprio. Apesar de ter uma cozinheira e uma ajudante no acampamento, Scarlet Rubrel e Pirine Pringles explicaram a Sor Arn:

    - Podemos começar a preparar a sopa agora, sor, mas o sabor melhora conforme o tempo em que os ingredientes ficam apurando. Quando quer que sirva?

    OFF: Defina quanto Sor Arn gastou e quanto tempo de espera para servir. Os dois critérios afetarão a reação do público. 

    Remo Repty mantinha cada um dos três cachorros de Sor Arn em cada canto do acampamento, mas se Sor Arn lhe pedisse, ele deixaria os três caninos seguirem o cavaleiro. Violet Poesy ouviu o pedido de ficar de olho na segurança dele e assentiu, silenciosamente.

    No jantar com Lady Yessenya, Eyvon matinha-se calado, mas Arn e Querellon ouviram o pedido da senhora.

    -Sim minha Senhora. Será feito o que pede assim que ele cruzar com a minha lança
    - Uma resistência tola na tentativa de elevar o ego, milady - Ponderou sobre a resposta de Lorde Dondarrion - Não deixemos que isso nos afete. Em todo caso, concordo que seria propício Sor Arn vencer o torneio. A vitória sobre Dondarrion teria o efeito de abrir portas que, no momento, se mostram fechadas - Tomou um gole de vinho - Mas até que isso ocorra, há outro nobre que milady entenda ser conveniente uma abordagem?

    Yessenya fez um biquinho e deu de ombros, dizendo:

    - Não há nenhum outro nobre dornês por aqui! Os cavaleiros até olham para minhas damas, mas os grandes senhores nos ignoram completamente, bando de nortistas preconceituosos!

    Querellon, Arn e Eyvon sabiam que Yessenya era tanto ou mais preconceituosa com os nobres não-dorneses do que eles eram para com ela, e a dificuldade de interação entre eles podia partir de qualquer um dos lados, ou provavelmente de ambos.


    TERCEIRO DIA DO TORNEIO

    Ao amanhecer do terceiro dia do torneio, Sor Valio Sand já se preparava para sua participação na competição, e os outros servos pareciam ter se levantado cedo em sintonia com ele. Apesar das atividades na noite anterior, todos estavam despertos e ativos quando a aurora raiou.

    Meistre Querellon sabia que o Conclave de meistres ainda continuava na Torre do Grande Meistre, mas ele próprio poderia assistir ao torneio ou voltar à Baixada das Pulgas para continuar sublinhando sua presença no bairro pobre.

    Sor Eyvon não estava inscrito para competir nas justas, e a liça não ocorreria antes do décimo dia, de modo que ele tinha uma boa liberdade de movimentos até lá. Sor Valio Sand iria competir, mas o acampamento estava bem guardado pelos soldados e mercenários que Sor Arn contratara. Além do festival ao lado da arena de torneios, a cidade-capital também oferecia muitos atrativos no interior de suas muralhas.

    Sor Arn tivera pouco tempo na noite anterior para se dedicar à forja de suas mercadorias adquiridas para revenda, calculando que ainda faltariam cerca de 35 horas para concluir seu trabalho. Ele ainda poderia trabalhar agora pela manhã, mas teria de parar uma hora antes do meio-dia para dirigir-se à arena das justas.

    Por volta dessa hora, Lady Yessenya e sua comitiva partiram para a arquibancada dos nobres para o torneio, enquanto Sor Valio (e presumivelmente Sor Arn) rumariam para a área de concentração dos cavaleiros antes de adentrarem a arena quando chamados.

    O arauto do rei anunciou a abertura do evento e passou a anunciar os combatentes que começariam a sequência de duelos, com sete combates ocorrendo paralelamente a cada chamada. Os cavaleiros andantes já começavam a ser minoria, derrotados por cavaleiros jurados ou pelos senhores grandes e pequenos; Sor Valio era uma das poucas exceções ainda resistindo nas chaves da competição.

    Ao ser chamado, Sor Valio foi anunciado como desafiante de Sor Frank Kleyn, um cavaleiro jurado de Ponta Tempestade, um servidor dos Baratheon. Ele não era muito alto, mas sua constituição atarracada parecia bastante sólida, usava uma armadura completa patinada em peças pretas e amarelas, e ele cavalgava um belo corcel malhado de castanho e leite.

    Sor Frank Kleyn:

    OFF:  @El Cabron rola 5 vezes para o ataque e a defesa de Sor Valio Sand. 

    Mais tarde, foi a vez de Sor Arn confrontar Sor Hans Hubert, uma espada juramentada da Casa Swann, uma casa nobre antiga, considerada orgulhosa, poderosa e cautelosa. São provavelmente a segunda casa nobre mais importante das Terras da Tempestade, depois da Casa Baratheon. Junto com as casas Caron e Dondarrion são conhecidos como casas da marca, entretanto apenas a Casa Caron ostenta o título de Senhores da Marca. Governam a região da Atalaia Vermelha.   

    Sor Hans Hubert:

    OFF:  @Van Bash pode rolar 5 rodadas de ataque e defesa, colocando as estatísticas atuais de Sor Arn.
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    Mensagem por El Cabron Ter Jun 28, 2022 2:01 pm

    ~Ação~
    - Fala
    “Pensamento”
    ***


    TERCEIRO DIA DO TORNEIO

    ~ Antes que a manhã raiasse, Sor Eyvon já estava de pé. Havia tido um sonho estranho. Nele, era uma criança que escutava os ensinamentos do pai. As palavras eram duras e fortes para um pequeno garoto entender, no entanto, ele se via obrigado a obedecer e manter sua postura firme. Ele queria chorar mas não podia, do contrário, o pai o castigaria. Engolia em seco o medo, mas não pôde disfarçar as pernas que tremiam como uma vara verde. O pai, ao notar isso, avança para cima do pequeno Eyvon, que grita. Foi quando ele acordou. ~

    ***

    ~ Na “despensa” do acampamento, comeu frutas e tomou um pequeno cálice de vinho antes de lavar seu rosto e colocar suas roupas comuns. Prendeu a espada embainhada em sua cintura e, logo que amanheceu, saiu do acampamento, rumando para o centro da cidade. Envolto em seus próprios pensamentos, não queria assistir às justas naquele dia, portanto, decidiu vagar pela cidade. Cruzando o Portão do Rei, partiu sem escolher um caminho definido em direção à Colina de Aegon. Talvez pudesse conhecer a Fortaleza Vermelha, que tanto havia escutado falar sobre, desde a morte do Rei Louco pelo próprio guarda. De toda forma, tudo que queria era poder colocar seu corpo e mente em outro lugar, distante do acampamento e do torneio. ~
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    Mensagem por Xafic Zahi Qua Jun 29, 2022 8:08 pm

    Meistre Querellon.


    SEGUNDO DIA DO TORNEIO

    Querellon encara o garoto por alguns segundos, mas acaba aumentando a oferta, em valor o suficiente para motivar a criança a realizar o trajeto mais rapidamente.

    TERCEIRO DIA DO TORNEIO

    O meistre ainda tinha a intenção de ter sucesso no recrutamento do garoto Jared e da dupla Simon e Dale, do mesmo modo que considerava oportunidade única se fazer presente em mais dias do conclave.

    No entanto, Querellon estava tratando de assuntos pessoais desde que chegara à Capital e tinha receio que sua ausência ao lado de Lady Yessenya pudesse estar trazendo algum prejuízo nas tratativas (na falta delas, bem dizendo) com os nobres não-dorneses. Dessa forma, entendeu por bem assistir o terceiro dia do torneio.

    Para tanto, utilizou-se de suas vestes comuns dos homens de ferro. De certa forma, estava cansado dos olhares atentos da multidão enquanto andava por ela.

    Uma vez fazendo parte da comitiva de Lady Yessenya, acomodou-se na arquibancada, com mais foco nos nobres presentes do que no torneio em si, voltando sua atenção à barbárie somente durante as disputas de Sor Valio e Sor Arn. Ainda assim, se limitou a assistir sem esboçar qualquer comentário ou expressão. Não vibrou com o espetáculo, independentemente do resultado.

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    Mensagem por Van Bash Sex Jul 01, 2022 10:44 pm

    NOITE DO SEGUNDO DIA

    ARN, EYVON & QUERELLON

    Sor. Arn estava trabalhando em sua forja quando é avisado que tinha um cavaleiro que queria vê-lo. Olhava para Sor Woody enquanto limpava suas mãos em uma estoupa. Estava de avental e sua figura era igual ao ferreiro do que um exímio cavaleiro. Antes mesmo de cumprimentos ou mesmo falar sobre outra coisa fez questão de pagar o que devia.

    -Boa noite Sor Woody. Fico feliz que esteja bem
    - diz analisando-o de forma amigável

    -Sabe nem tudo na nossa vida é ouro e troféus. Sua honestidade e amizade me tem mais valor
    - diz colocando uma mão em seu ombro mostrando franqueza.

    Então olha para a armadura e comenta.

    -A primeira coisa que vejo quando olho para uma peça dessa é que ela tem muita história, isso geralmente é esquecida pela maioria do povo. Mas cada marca dessa  
    - pegando onde sua lança amassou e se despedaçou -  conta muito mais do que palavras. Ela te salvou de vários ferimentos. Não tenho intenção de vê-lo ferido pode ficar com sua armadura. Ela vale muito mais do que o resgate.

    Vai até o cavalo avalia e faz um afago já no cansado cavalo de guerra.

    -Que tipo de cavaleiro eu seria em separar dois velhos amigos e companheiros de batalhas assim? O guerreiro não me perdoaria Sor. Woody.
    - diz já de forma feliz por perceber que sete havia construído esse momento.

    -Eu sempre soube que sete guia todos os nossos caminhos e nos decidimos o que fazer com esses caminhos. Em vez de me pagar com algo tão caro para o senhor se junte a nós. Se jurar me defender eu juro prover suas necessidades da melhor forma possível. Junte-se a mim, me proteja que seus inimigos serão meus inimigos também. Sor. Woody então o que me diz?
    - faz a proposta.

    Então volta para a cozinha e responde.

    -Sobre o sabor você sabe mais do que eu quando que fica algo gostoso, mas lembre-se de não demorar tanto pois quem tem fome tem pressa. Meu conselho é que nem tão rápido e nem tão demorado se me permite opinar em seu ofício. Irei compensar nos ingredientes - diz isso dando um dragão de ouro.

    Já continuando a conversa com sua Lady.

    -Isso é questão de tempo minha senhora. Mas não entendo o que você esperava dos nobres? Sejamos realistas nesse primeiro momento quem somos? Se me permite falar se minha senhora intermediar poderia surgir nomes. As mulheres de Dorne são conhecidas pela sua audácia e beleza nenhum grande nobre resiste a essa combinação. - fala em tom respeitoso e falando um pouco da verdade. É provável que a única chance que tenha de sair com um bom casamento dali era ganhando o torneio.

    TERCEIRO DIA DO TORNEIO

    Acorda de bom humor faz sua oração matinal e seus treinos habituais. Confere se tudo andava bem no acampamento e como todos de sua comitivam estavam. Perdia um tempo com cada membro pra conhecer melhor e gerar mais confiança. Então se preparava mais uma vez para o torneio. E parte com a comitiva.

    Após desejar boa sorte para Sor. Valio e torcer por seu sargento chegará a sua vez de entrar na arena. Acenava para plebe e para os nobres dava atenção a todos. Sua armadura impecável ostentava um tabard da casa Solares assim como em seu escudo. Faz um aceno cordial para Sor. Hans. Então dispara com Bucéfalo.
    Alexyus
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 4 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Alexyus Dom Jul 10, 2022 7:26 pm

    SEGUNDO DIA DO TORNEIO

    QUERELLON

    Álef regateou habilmente com o meistre e conseguiu aumentar o valor para uma estrela de cobre, oito vinténs, e em pouco mais de duas horas o garoto voltou com três dos marujos do Sabre da Sapiência, Eliash, Erock e Mortin.

    Spoiler:

    - Aqui estamos, capitão! É aqui que devemos ficar de guarda? Pode ficar descansado, meistre, ninguém vai perturbar a senhora!

    Querellon sabia que os três eram bastante capazes de manter o que diziam, a não ser que houvesse algo que ele não previra. 


    NOITE DO SEGUNDO DIA

    ARN

    -Boa noite Sor Woody. Fico feliz que esteja bem - diz analisando-o de forma amigável

    -Sabe nem tudo na nossa vida é ouro e troféus. Sua honestidade e amizade me tem mais valor - diz colocando uma mão em seu ombro mostrando franqueza.

    Então olha para a armadura e comenta.

    -A primeira coisa que vejo quando olho para uma peça dessa é que ela tem muita história, isso geralmente é esquecida pela maioria do povo. Mas cada marca dessa   - pegando onde sua lança amassou e se despedaçou -  conta muito mais do que palavras. Ela te salvou de vários ferimentos. Não tenho intenção de vê-lo ferido pode ficar com sua armadura. Ela vale muito mais do que o resgate.

    Vai até o cavalo avalia e faz um afago já no cansado cavalo de guerra.

    -Que tipo de cavaleiro eu seria em separar dois velhos amigos e companheiros de batalhas assim? O guerreiro não me perdoaria Sor. Woody. - diz já de forma feliz por perceber que sete havia construído esse momento.

    -Eu sempre soube que sete guia todos os nossos caminhos e nos decidimos o que fazer com esses caminhos. Em vez de me pagar com algo tão caro para o senhor se junte a nós. Se jurar me defender eu juro prover suas necessidades da melhor forma possível. Junte-se a mim, me proteja que seus inimigos serão meus inimigos também. Sor. Woody então o que me diz?- faz a proposta.

    Sor Woody ficou profundamente impressionado com a atitude de Sor Arn e ajoelhou-se perante ele como se ele fosse um verdadeiro nobre e proferiu as palavras:

    - Pela minha honra, perante os Sete, eu juro servi-lo e protegê-lo como seu homem, Sor Arn Solares!

    Quando Sor Arn dirigiu-se à cozinha, encontrou Scarlet e sua ajudante Pirine fazendo o melhor que podiam.

    -Sobre o sabor você sabe mais do que eu quando que fica algo gostoso, mas lembre-se de não demorar tanto pois quem tem fome tem pressa. Meu conselho é que nem tão rápido e nem tão demorado se me permite opinar em seu ofício. Irei compensar nos ingredientes - diz isso dando um dragão de ouro.

    Scarlet pegou a moeda de ouro e disse:

    - Usarei alguns ingredientes de nossa despensa e amanhã comprarei mais para reabastecer nosso estoque, sor. Acho que em meia hora já poderei começar aa servir.

    Fiel à sua palavra, Scarlet logo estava enchendo recipientes com boas doses de sopa, talvez não tão boa quanto ela seria capaz com mais tempo, mas os populares da plebe que tinham esperado por tanto tempo não pareceram notar a diferença de qualidade e comeram com satisfação. A sopa foi consumida em um par de horas e alguns dos plebeus até procuraram Sor Arn para agradecê-lo. 

    -Isso é questão de tempo minha senhora. Mas não entendo o que você esperava dos nobres? Sejamos realistas nesse primeiro momento quem somos? Se me permite falar se minha senhora intermediar poderia surgir nomes. As mulheres de Dorne são conhecidas pela sua audácia e beleza nenhum grande nobre resiste a essa combinação. - fala em tom respeitoso e falando um pouco da verdade. É provável que a única chance que tenha de sair com um bom casamento dali era ganhando o torneio.

    Lady Yessenya falou no mesmo tom petulante de antes:

    - Se tem alguma sugestão a fazer, então faça, Sor Arn. Eu considerarei se sua ideias tem valor ou não!


    TERCEIRO DIA DO TORNEIO

    EYVON

    Ao tomar o desjejum no acampamento, Eyvon entreouviu os servos falando sobre ele. Seus episódios de acordar gritando não passavam despercebido, e embora ele não comentasse sobre seus pesadelos, isso não impedia os falatórios.

    Ao caminhar para fora do acampamento, passar pelo festival e entrar na cidade, Eyvon mostrou que tinha aprendido a lição e manteve atenção em sua bolsa de moedas. Ele até chegou a ver alguns dos pretensos punguistas se afastando dele quando percebiam seu nível de alerta.

    Porto Real era extremamente diferente de tudo que ele já vira em Dorne, e cada rua da capital parecia plena de história e significado, e os moradores portorrealenses exibiam um orgulho altivo sobre todos os estrangeiros que circulavam pela cidade por ocasião do torneio. Eyvon não aparentava tanto ser um dornês, mas era claramente um forasteiro para os citadinos da capital.

    As ruas eram largas, mas mesmo assim estavam superlotadas, e Eyvon precisava desviar de transeuntes, cavalos e carroças a todo momento. A maioria das alamedas, com prédios grandiosos e imponentes, eram sujas e fedorentas, com um odor nauseabundo que espalhava-se por toda parte e vinha de todos os cantos.

    Enquanto avançava pelo Caminho do Rei, Eyvon percebeu que uma dupla de mantos dourados, os patrulheiros da cidade, o seguiam com olhar desconfiado, principalmente para a espada que levava à cintura. Embora houvesse outros cavaleiros, soldados e mercenários armados pela cidade, a maioria deles fazia parte do cortejo de algum nobre ou mercador, e aqueles que andavam sozinhos como Eyvon eram alvo de vigilância ostensiva. Eles o seguiram durante bastante tempo, mas não o abordaram, e em algum momento resolveram deixá-lo ir.

    Ao passar pela Rua das Irmãs, exatamente no meio do caminho entre as Colinas de Visenya e Rhaenys, Eyvon pôde divisar à distância o Grande Septo de Baelor de um lado e o Fosso dos Dragões no outro, com o Salão da Guilda dos Alquimistas por trás dele, mais abaixo.

    Andando durante horas, deleitando seus olhos nas inúmeras atrações de Porto Real, Eyvon logo chegou aos arredores dos portões da Fortaleza Vermelha, e pôde contemplar o enorme complexo de torres e castelos que dominava a Colinaa de Aegon. Ali havia um batalhão de mantos dourados montava guarda, e estes rapidamente barraram-lhe a passagem, indagando bruscamente:

    - Quem é você e onde pensa que vai? 

    QUERELLON

    Querellon acompanhou Lady Yessenya e suas damas, escoltados pelo jovem Callahan, usando suas vestes de homem de ferro.

    Ao chegar ao setor das arquibancadas, o cortejo foi barrado pelos mantos dourados, que indagaram:

    - Quem são vocês? A arquibancada é para os nobres!

    - Ei, Miklis, é aquela nobre dornesa de ontem! Os meistres confirmaram a credencial dela.

    O soldado Miklis não se deu por vencido e apontou para Querellon:

    - E quanto a ele? Com certeza não é um nobre!

    Yessenya respondeu num tom aristocrático:

    - Ele é meu meistre e está me acompanhando. Deixem-nos passar!

    Miklis redarguiu:

    - Ele não parece um meistre...

    Yessenya disse de forma cortante:

    - E você não parece ser inteligente! Mas talvez nós dois estejamos enganados. Quer que eu pergunte ao intendente-chefe?

    Com resmungos, o patrulheiro deixou que Yessenya passasse junto com todos os seus acompanhaantes.

    Ao sentarem-se na arquibancada, Querellon percebeu que seu grupo ocupava um dos cantos mais extremos dos assentos, separados por pouca distância dos nobres das Terras da Tempestade. Eles eram muito mais numerosos do que os dorneses; na verdade, não parecia haver nenhum nobre dornês além de Yesssenya. Ninguém olhava para eles com simpatia ou mesmo imparcialmente; todos pareciam ter um misto de medo e desprezo pela casa dornesa.

    Agora que os duelos de justa começavam, as oportunidades de interação diminuíam, mas de qualquer modo Lady Yessenya não parecia disposta a tentar qualquer abordagem.

    ARN, QUERELLON, YESSENYA & CALLAHAN

    Durante as justas, os muitos cavaleiros da Campina se sobressaíam aos olhos do público, bem como os cavaleiros das Terras da Tempestade e das Terras da Coroa. Havia relativamente poucos cavaleiros do Vale de Arryn, das Terras do Ocidente e dos Rios, mas ainda assim eram mais numerosos que os representantes do Norte; praticamente não havia cavaleiros das Ilhas de Ferro e de Dorne, e nenhum nobre dessas regiões além dos Dayne.

    Querellon e Yessenya viram quando Lorde Beric Dondarrion derrubou um cavaleiro jurado da casa Penrose quebrando apenas uma lança. Apesar de estarem na arquibancada, o ângulo deixou-lhes apenas entrever o escudeiro de Dondarrion, presumivelmente Eric Dayne.

    Spoiler:
     

    Após muitas lutas, convocaram Sor Valio Sand para enfrentar Sor Frank Kleyn.

    MECÂNICA:

    A armadura de Sor Frank era visivelmente de melhor qualidade que a velha indumentária de Sor Valio, e até o cavalo do cavaleiro da Tempestade estava blindado em contraste com o cavalo de guerra humilde do cavaleiro andante.

    Ao sinal do intendente, eles partiram, e o cavalo de Kleyn desenvolveu uma grande velocidade a despeito do peso que carregava. Sand tentou igualar o ritmo para equiparar o movimento no momento do choque.

    A lança de Kleyn espatifou-se contra o escudo e o braço de Sor Valio, ao passo que a lança de Sand errou o alvo e sequer atingiu o escudo de Sor Frank. O cavaleiro andante manteve-se montado após o impacto, mas ao chegar ao final da pista, ele levantou o braço, sinalizando uma desistência. O intendente foi até ele para confirmar e depois anunciou a vitória de Sor Frank. 

    Pouco mais tarde, foi a vez de Sor Arn enfrentar Sor Hans Hubert, mais um cavaleiro pesadamente armado.

    MECÂNICA:

    A primeira passagem foi feita rapidamente, com a ponta da lança de Sor Hans apenas raspando o escudo de Arn, enquanto a arma de Solares explodiu no escudo e na couraça do oponente, que não obstante conseguiu segurar-se na sela.

    Na segunda investida, Sor Arn direcionou sua lança com precisão, e dessa vez Sor Hans não resistiu e despencou de cima de seu cavalo em direção ao chão poeirento. A vitória de Sor Arn Solares foi decretada pelo arauto, e a multidão gritou vivas em saudação ao cavaleiro dornês.

    Outros cavaleiros ainda fizeram suas lutas, mas o interesse dos Dayne já tinha se esgotado. Com a proclamação do encerramento dos eventos do dia, Lady Yessenya apressou-se a sair da arquibancada e voltar para o acampamento.

    NOITE DO TERCEIRO DIA

    De volta ao acampamento, os Dayne e seus aliados preparavam-se para a noite quando uma menina vestida em andrajos chegou à procura de Sor Arn. Os soldados de guarda confirmaram que ela não estava armada e a levaram até a tenda de Solares.

    Spoiler:

    - Tenho uma mensagem para Sor Arn Solares. É o senhor? Me mandaram dizer essas palavras: Desista do torneio ou vai se arrepender. Posso ir agora, sor? 
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 4 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Xafic Zahi Dom Jul 10, 2022 9:41 pm

    Meistre Querellon.


    SEGUNDO DIA DO TORNEIO

    Querellon ficou impressionado com a habilidade de pechinchar do garoto, e embora o valor final tivesse sido superior ao oferecido inicialmente, não se sentiu roubado. A criança havia feito por merecer e a negociação também servira para confirmar a possibilidade de um futuro promissor para Jared.

    Quando os marujos chegaram, Querellon agradeceu a vinda deles e os tratou sem formalidades. Explicou sobre a alta quantidade de alimentos que estavam na casa e o risco que isso trazia. Ainda, deixou os marujos cientes que se tratava de um ato de caridade, principalmente por parte da dona do barraco. Por fim, ficou satisfeito quando o trio entendeu a situação e se comprometeu com o caso.


    TERCEIRO DIA DO TORNEIO


    O meistre seguia ao lado de Lady Yessenya e abriu um sorriso zombador quando os guardas questionaram seu título. Yessenya tratou os mantos dourados com firmeza e Querellon aprovou a atitude. Não por ser ele o assunto, mas por perceber que a garota era capaz de falar com autoridade e ter o pulso firme para dar ordens. Quando autorizados a entrar, agradeceu o guarda em Braavosi, mantendo um largo sorriso e uma expressão jocosa.

    - Isolados... - Querellon desabafou com Yessenya quando se acomodaram nas arquibancadas. A medida que as justas aconteciam, Querellon ficava entediado. Nem mesmo a desistência do cavaleiro andante que acompanhava a casa Dayne foi motivo para animar o meistre. Por outro lado, a vitória de Sor Arn foi responsável por lhe tirar um discreto sorriso. A plateia vibrou e Querellon sussurrou para Yessenya:

    - As portas começam a se abrir, milady.

    Quando percebeu que Lady Dayne estava com pressa para retornar ao acampamento, não pôde deixar de ficar frustrado. Se aquele seria o comportamento dela até o final do torneio, a viagem não teria qualquer fruto e retornariam para Alto do Eremitério com as mãos abanando.

    Sabendo do preconceito da garota com os não dorneses e com a intenção de provocá-la, disse alto o suficiente para que toda a comitiva ouvisse:

    - Tudo o que nos irrita nos outros pode nos levar a uma compreensão sobre nós mesmos.

    NOITE DO TERCEIRO DIA

    Querellon estava em sua tenda, lendo e fazendo anotações sobre os apontamentos de Meistre Somar. Redigia pequenas ideias, em forma de questionamentos, que pretendia elucidar com o colega antes de deixar a capital. Quando sua vista começou a cansar, fechou os livros e decidiu que era hora de parabenizar Sor. Arn pela vitória do dia. No entanto, ao deixar sua própria tenda, viu uma menina, de tenra idade, adentrar a tenda do cavaleiro. Estaria o perdedor da justa pagando o prêmio com a própria filha, deixando-a a serviço de Arn? A ideia era absurda e logo saiu da mente do meistre. Esperou do lado de fora, perto o suficiente para ser o próximo a entrar, mas em distância segura para não ouvir o que era tratado do lado de dentro.

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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 4 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por El Cabron Ter Jul 12, 2022 2:03 pm

    ~Ação~
    - Fala
    “Pensamento”
    ***


    TERCEIRO DIA DO TORNEIO


    O trajeto trôpego de Eyvon fez com que o cavaleiro conhecesse ainda mais as entranhas da cidade de Porto Real. Talvez, dentre todos na comitiva de Dorne, fosse o que mais tenha tido contato com a cidade em si. Passou por ruas, vielas, becos, entradas, saídas, enfim, todo tipo de caminho e rua que se apresentavam a ele.

    ...

    Após um longo período caminhando, por fim, aproximou-se da tão chamativa Fortaleza Vermelha. Os belos portões eram cerceados e protegidos por enormes e bem resguardados portões, além disso, parecia óbvio que o agrupamento de Mantos Dourados que ali faziam sua guarda o interceptariam.

    - Meu nome é Eyvon. Cavaleiro de Dorne. Estou apenas de passagem aqui, durante o tempo que o torneio se prolongar.

    Sua fala era serena, porém firme. Ainda que estivesse nas proximidades da Fortaleza Vermelha, não havia qualquer motivo para barrarem o cavaleiro de estar ali. Sua pose altiva também denunciava que não era farsante ou algo do tipo.

    - Sou um admirador da guarda real. Os Mantos Dourados são conhecidos pelos Sete Reinos. Quem é o seu Comandante?
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    Mensagem por Van Bash Qui Jul 21, 2022 11:02 pm

    Noite primeiro dia
    QUERELLON


    Arn fica surpreso de o Meistre saber o lema de sua casa, uma casa que era pra está extinta se não fosse pelo próprio cavaleiro.

    -Fico feliz que saiba o lema de minha casa – diz contente, isso faz lembrar que ele era parte da alta nobreza de Dorne talvez até mais poderoso que a casa que serve hoje.
    -Mas você conhece a história de como apagaram a luz da minha casa?

    NOITE DO SEGUNDO DIA DO TORNEIO
    YESSENYA, CALLAHAN, QUERELLON, ARN & EYVON


    -Eu não sei o que a senhora pretende tentando enganar os nobres de outras casas com suas falsas damas? Você não acha que é um risco e ainda compromete o nome de sua casa? Quando um nobre descobrir que elas não tem nada a não ser a mentira isso pode sair do controle. Além que o momento agora é de fazer alianças, se me permite podemos forjar uma aliança com a casa Felinight tanto comercial como matrimonial. Apesar das culturas bem distante Beron é honrado e ele tem dois filhos homens e uma filha. Essa é uma grande casa do norte. Pense nas possibilidades. Neve e areia uma aliança que poderia ser benéfica principalmente para os Daynes. E um abre alas para começar uma rota comercial até o norte. Com algumas escalas. O Meistre pode até pensar nas melhores rotas até lá, e a partir de lá expandir ainda mais o comércio. Beron é um homem sensato e vivido. Podemos marcar uma reunião aqui você como anfitriã. O Meistre Querellon pode pensar em como ambos podem se beneficiar em um acordo comercial. Poderíamos fornecer moedas pra eles ou até os minérios das minas. Acho que Meistre Querellon pode também ver casas que seriam boas para fazermos alianças, e a partir daí começar a ver as possibilidades. – diz em um tom professoral e calmo.

    NOITE DO SEGUNDO DIA

    ARN
    O cavaleiro Solar fica lisonjeado e encara o sinal com a mais pura nobreza.
    “Obrigado sete por me revelar que estou no caminho certo”
    Arn saca sua bela espada e em seguida coloca do lado no ombro direito de Sor Woody.

    -Eu Sor Arn Alister Solares, juro pelo meu nome e honra, sangue luz e areia que estarei sempre ao seu lado enquanto andares no caminho da justiça e bondade...
    levantando depois levemente a espada acima da cabeça do nomeado, voltando seguidamente a pousa-la, desta vez no ombro esquerdo.

    -...punirei os perversos e os seus inimigos, e te darei parte da minha glória e os espólios do bom servo. Sor. Woody levante-se como a minha espada juramentada...
    – então quando o cavaleiro se levanta o abraça cordialmente -...lembre-se dos seus juramento para com sete e com minha pessoa e sempre estarei ao seu lado até o fim de minha vida.
    Sorri feliz e  leva sua mão no ombro de seu cavaleiro com um sorriso franco.

    -Venha pode ficar em minha tenda e logo direi a todos que o Sor. É minha espada juramentada. Agora podemos não ter muito mas os justos sempre prevalecerão e o sete irá nos recompensar.


    ARN, QUERELLON, YESSENYA & CALLAHAN
    Arn como de costume acompanha seu amigo e deseja que sete esteja ao seu lado. Porém quando ele desiste antes d rir pra sua justa.

    -Sor Valio está tudo bem? Veja se o Meistre Querellon pode lhe ajudar em sua recuperação. Não faça nada até se recuperar totalmente.


    Ao ir para justa sua roupa e estandartes estão impecável, acena para plebe e para a nobreza.
    Assim que vence novamente levanta o capacete para falar para todos inclusive a plateia.

    -Mais uma vez o sete me agracia. E eu representando o aspecto do pai provedor e da mãe protetora irei alimentar novamente a quem precisar essa noite usando parte do resgate. – fala de forma altiva e com comando. Olha para o adversário e faz um menino com a cabeça o honrando-o.

    *Uso a tarde inteira e começo da noite no projeto da forjas.

    NOITE DO TERCEIRO DIA
    Ao ouvir a menina pensa bem e pergunta pra garotinha de forma simpática.

    -Sim sou eu. Mas me diga se a senhorita está com fome? Não queria comer antes de tratar desses assuntos?
    – fala tentando ganhar a confiança da garota.
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 4 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Xafic Zahi Seg Jul 25, 2022 6:41 pm

    Meistre Querellon.



    NOITE DO PRIMEIRO DIA.

    - É minha especialidade, Sor. - O meistre disse orgulhosamente - Mas tenho certeza que nenhum livro da Cidadela terá informações mais relevantes do que o próprio relato de um Solares. -  Querellon se sentou e fez um sinal gentil, para que o cavaleiro também se acomodasse e inciasse a história.

    NOITE DO SEGUNDO DIA

    Querellon foi surpreendido pela forma que Sor. Arn fez os apontamentos sobre a conduta que Yessenya estava tendo até o momento. Permaneceu com os olhos fixos em seu caderno de anotações e esperou a reação de Lady Dayne, antes de se manifestar.

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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 4 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Alexyus Ter Jul 26, 2022 9:55 pm

    NOITE DO SEGUNDO DIA

    YESSENYA, CALLAHAN, QUERELLON, ARN & EYVON

    ARN escreveu:-Eu não sei o que a senhora pretende tentando enganar os nobres de outras casas com suas falsas damas? Você não acha que é um risco e ainda compromete o nome de sua casa? Quando um nobre descobrir que elas não tem nada a não ser a mentira isso pode sair do controle. Além que o momento agora é de fazer alianças, se me permite podemos forjar uma aliança com a casa Felinight tanto comercial como matrimonial. Apesar das culturas bem distante Beron é honrado e ele tem dois filhos homens e uma filha. Essa é uma grande casa do norte. Pense nas possibilidades. Neve e areia uma aliança que poderia ser benéfica principalmente para os Daynes. E um abre alas para começar uma rota comercial até o norte. Com algumas escalas. O Meistre pode até pensar nas melhores rotas até lá, e a partir de lá expandir ainda mais o comércio. Beron é um homem sensato e vivido. Podemos marcar uma reunião aqui você como anfitriã. O Meistre Querellon pode pensar em como ambos podem se beneficiar em um acordo comercial. Poderíamos fornecer moedas pra eles ou até os minérios das minas. Acho que Meistre Querellon pode também ver casas que seriam boas para fazermos alianças, e a partir daí começar a ver as possibilidades.

    Lady Yessenya ouvia Sor Arn Solares com uma expressão de enfado e contrariedade, mas esperou até que o cavaleiro parasse de falar para responder:

    - Em primeiro lugar, sor, não acho que esteja em posição de questionar os artifícios femininos que eu estou usando. Você é virgem, não? Talvez algum dia venha a entender as armadilhas que eu preparei, mas quer elas dêem certo, quer não, não é de sua alçada julgar os meus atos.

    O tom dela foi peremptório e terminante. Ela inspirou fundo, expirou e por fim continuou:

    - Marquem todas as reuniões que puderem! Eu receberei qualquer nobre que se digne a parlamentar comigo, e me portarei com a mais alta etiqueta possível. Esses detalhes de rotas comerciais e negociações, eu deixarei a cargo de Meistre Querellon, que me secundará em qualquer audiência que eu venha a conceder.

    Ela sacudiu suas vestes, limpando as migalhas que estavam nelas, e fez menção de levantar-se, mas antes indagou agudamente:

    - Há algo mais que precisemos tratar? Senão, eu e minhas damas iremos nos recolher.

    ARN

    -Venha pode ficar em minha tenda e logo direi a todos que o Sor. É minha espada juramentada. Agora podemos não ter muito mas os justos sempre prevalecerão e o sete irá nos recompensar.

    Sor Arn sabia como criar uma atmosfera pomposa e sacrossanta, e Sor Woody Waxley foi devidamente impactado pela solenidade do momento. Ele ergueu-se com olhos brilhantes com emoção e acenou afirmativamente às palavras de Solares.

    Sor Woody seguiu atrás de Arn como um guarda-costas, acompanhando seus passos de perto e com atenção vigilante.


    TERCEIRO DIA DO TORNEIO

    SOR EYVON

    - Meu nome é Eyvon. Cavaleiro de Dorne. Estou apenas de passagem aqui, durante o tempo que o torneio se prolongar.

    Sua fala era serena, porém firme. Ainda que estivesse nas proximidades da Fortaleza Vermelha, não havia qualquer motivo para barrarem o cavaleiro de estar ali. Sua pose altiva também denunciava que não era farsante ou algo do tipo.

    - Sou um admirador da guarda real. Os Mantos Dourados são conhecidos pelos Sete Reinos. Quem é o seu Comandante?

    Os mantos dourados riram de modo debochado:

    - E quem não admira os cavaleiros da Guarda Real? Isso não quer dizer que qualquer cavaleiro de Dorne vai conseguir falar com eles! O comandante da Patrulha da Cidade é Janos Slynt, mas ele está ocupado demais para dar qualquer minuto de atenção a você, dornês, portanto, vá embora, e não incomode mais!

    Os soldados da patrulha de Porto Real estavam mais gozadores do que hostis, mas era claro que não simpatizavam com Eyvon.

    ARN

    -Sor Valio está tudo bem? Veja se o Meistre Querellon pode lhe ajudar em sua recuperação. Não faça nada até se recuperar totalmente.

    Sor Valio desmontou com uma expressão de poucos amigos, mas respondeu cortesmente a Sor Arn:

    - Não estou ferido, sor, mas aquele cavaleiro estava determinado a me matar. Preferi me retirar do que correr o risco de ser gravemente ferido sem necessidade. Mas ele não estava competindo honestamente!

    -Mais uma vez o sete me agracia. E eu representando o aspecto do pai provedor e da mãe protetora irei alimentar novamente a quem precisar essa noite usando parte do resgate

    Sor Arn voltou a prometer alimentar as pessoas da plebe gratuitamente, e voltou a ser ovacionado por isso. Muitos deles já tinham estado no acampamento Dayne na noite anterior.

    Solares tentou dedicar o resto da tarde e o começo da noite à sua forja, mas restava pouco tempo da luz do dia, e à noite foi novamente perturbada pela intensa movimentação no acampamento Dayne com uma miríade de plebeus aguardando a sopa nutritiva que as cozinheiras contratadas pelo cavaleiro prepararam com antecedência dessa vez.

    E finalmente, Arn foi requisitado para receber a infante mensageira.


    NOITE DO TERCEIRO DIA

    ARN

    -Sim sou eu. Mas me diga se a senhorita está com fome? Não queria comer antes de tratar desses assuntos?

    A menina pareceu assustada e respondeu bruscamente:

    - Não! Eu preciso voltar rápido! Com licença, milorde!

    A pequena e magrela criatura virou-se e disparou numa corrida desabalada para fora da tenda de Arn e para fora do acampamento Dayne.


    QUARTO DIA

    YESSENYA, CALLAHAN, QUERELLON, ARN & EYVON

    O dia amanheceu com um chuvisco fino e irritante que mais resfriava que molhava aqueles sobre quem caía.

    Ao meio-dia, pontualmente, o arauto anunciou a abertura dos eventos do torneio para aquele dia.

    A comitiva Dayne estava sentada no mesmo lugar, tremendo um pouco com a chuva fria que caía na capital e gelava seus corpos dorneses acostumados a um calor mesmo nas montanhas no desfiladeiro do Torrentine.

    Os combates mais uma vez aconteciam com sete cavaleiros correndo em paralelo de cada extremidade, e a chuva também começava a incomodar os animais. Muitos dos anunciados pelo arauto tiveram dificuldades para conseguir controlar suas montarias e completar suas investidas.

    Renzo Repty trouxe Bucéfalo, a montaria de Sor Arn, devidamente paramentada para que ele o montasse na disputa daquele dia.

    Spoiler:

    Finalmente Sor Arn Solares foi chamado para cruzar lanças com Sor Tyler Hill, um cavaleiro de Lannisporto.

    Spoiler:

    Apesar do nome de bastardo do Ocidente, Sor Tyler foi aplaudido com entusiasmo na ala dos nobres do oeste. 

    Ele se preparou silenciosamente para enfrentar Sor Arn Solares.
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 4 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por El Cabron Qua Jul 27, 2022 4:01 pm

    ~Ação~
    - Fala
    “Pensamento”
    ***


    TERCEIRO DIA DO TORNEIO


    ~ A resposta debochada dos Mantos Dourados fizeram com que Eyvon apertasse os próprios punhos para se manter com a cabeça no lugar. No entanto, não deixaria também de dar a devida resposta aos guardas. ~

    - O Comandante de vocês não é Sor Barristan Selmy? Ah…devo ter me enganado. Até onde sei, Sor Barristan é o comandante da guarda que realmente importa. ~ Eyvon faz uma breve pausa, fazendo questão de olhar de cima a baixo os cavaleiros ali ~ - Claro que não é o caso aqui. ~ Finalizou a frase soltando um breve riso ~

    ~ Eyvon permaneceu no mesmo lugar sem movimentar um único músculo. Seu intuito não era de provocar nenhuma briga, mas obviamente não deixaria passar aquela zombaria sem qualquer tipo de revide de sua parte. ~
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 4 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Xafic Zahi Qua Jul 27, 2022 6:12 pm

    Meistre Querellon.



    NOITE DO SEGUNDO DIA

    Querellon fez um rápido levantar de sobrancelha diante da resposta dada ao cavaleiro, mas logo retomou o olhar para suas anotações. Julgou que Sor. Arn, acostumado à corte, devia ter trabalhado melhor sua abordagem inicial, principalmente ciente do tempramento de Lady Yessenya. Em todo caso, a rápida cena protagonizada por ambos não era da sua conta e focou no que foi dito posteriormente e maneou a cabeça em sinal positivo em resposta aos novos assuntos que passariam a ser de sua competência.

    - Nada a mais, milady.

    Esperou que Lady Yessenya se retirasse para se dirigir aos que ficaram:

    - Quais nomes pode sugerir, Sor. Arn? - O meistre perguntou em tom tranquilo e fazia referência à fala anterior do cavaleiro, dita no começo do jantar. Embora pudesse investir tempo em conjecturas de alianças favoráveis aos Dayne, preferiu primeiramente analisar as sugestões do colega. - Sor tem contatos entre os Felinight? - Questionou, curioso pelo motivo do nome da Casa ter surgido tão de repente.

    QUARTO DIA

    Querellon ficou satisfeito com o tempo. Por mais que não tivesse tido dificuldades com o clima de Dorne, apreciava o tempo frio e chuva fina. Fazia-o lembrar da época de garoto, antes de ir à Cidadela. Passou o início manhã em tarefas rotineiras, como reforçar e revisar determinados tomos e mantendo-se à disposição para eventuais auxílios que a comitiva poderia necessitar.

    Uma vez decidido fazer parte do séquito Dayne até o evento, Querellon decidiu ser mais tolerante ao torneio. Quando se acomodaram nas arquibancadas, procurou por apostadores entre a plateia e, caso encontrasse, faria seu palpite: 01 Dragão de Ouro em Arn. A vitória do Solares no torneio anterior havia dado confiança ao meistre. Ainda, se possível, ficaria junto aos apostadores, com a intenção de retornar à comitiva dos Dayne somente após o evento.

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