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    Tecelões do Cair da Noite

    Xafic Zahi
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    Xafic Zahi
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    Tecelões do Cair da Noite Empty Tecelões do Cair da Noite

    Mensagem por Xafic Zahi Ter Jun 07, 2022 10:58 am

    Dentro do Jeep e com Potia na direção, estavam os cinco garou recém chegados em Pirapora do Bom Jesus. Cura-da-Água tinha se mostrado solícita desde o primeiro momento que apareceu para buscar os novatos e, assim que eles se acomodaram no Jeep, quis saber tudo sobre eles. Perguntou os nomes, idades, de onde eram, o que esperavam do caern, o que gostavam de comer, que tipo de música ouviam e sobre as namoradinhas e/ou namoradinhos. As perguntas eram feitas de forma natural e descontraída, em meio a sorrisos, transparecendo a personalidade extrovertida e brincalhona da uktena.

    Tecelões do Cair da Noite 27014b7affe05ed119bd8309f176ea7b

    Quando deixaram a cidade para trás, passando pelo Portal dos Romeiros, já era final de tarde e o sol alaranjado começa a se esconder no horizonte. O Jeep, embora bem conservado, era visivelmente velho e oferecia pouco conforto, fazendo que cada buraco da estrada de terra fosse sentido e chacoalhasse os passageiros, especialmente os três sentados na parte traseira.

    Tecelões do Cair da Noite Barbacena_2011_jeep_ford_1975_001

    Depois de aproximadamente vinte minutos de estrada, o grupo cruzou com uma comitiva de homens, mulheres e crianças a cavalo, seguindo em direção à cidade. Alguns trajavam camisas com nomes e figuras de santos, outros somente vestiam roupas claras. Entre eles, havia uma imagem de Jesus Cristo, de escala média, feita de gesso. Potia os saudou com algumas buzinadas, que foram retribuídas pelos mais velhos com acenos e, pelas crianças, com vivas entusiasmados.

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    - Romaria a Bom Jesus – Cura-da-Água explicou – Esses estão indo a cavalo, mas outros vão de bicicleta ou mesmo a pé. A cidade fica lotada! Ano passado teve uma senhora que veio de joelhos desde Cabreúva. Dá para acreditar?!

    Durante a viagem, no primeiro momento de silêncio, Potia ligou o rádio do carro e sintonizou, embora com dificuldade, na estação local. A música sertaneja tocou com ruído, mas a moça pareceu não se importar e cantou com vontade. Ao decorrer do trajeto, passaram por alguns estabelecimentos típicos do interior, como pesqueiros, granjas e uma loja de camping. A loja foi o último comercio que viram, pois, depois dela, a estrada de terra seguiu por uma área de plantações e fazendas de pasto. Depois de algumas horas de estrada, o sol já tinha se posto, mas o tempo continuava seco o suficiente para fazer a poeira levantar e refletir no farol amarelado do Jeep. Potia, que era tão animada e conversadeira no começo da viagem, tinha ficado quieta e contemplativa. O rádio ainda tocava, com seu ruído de fundo, mas a jovem aparentava estar focada na direção.

    - Olhem – a motorista apontou para o lado esquerdo – Estão vendo essa plantação de uvas? São nossas e vocês devem marcar bem esse lugar.

    Cura-da-Água fez uma curva à esquerda, logo depois de passarem pela plantação indicada por ela. A estrada ficou pequena e o Jeep teve que disputar caminho com galhos e folhas das árvores que arranharam rosto e braços dos passageiros.



    À medida que o automóvel avançou, o grupo sentiu o ar úmido e um cheiro característico de terra molhada, como que se estivesse prestes a chover, embora nenhuma nuvem cinza ou negra estivesse no céu. Em todo caso, era uma contradição curiosa ao tempo seco de horas antes. Ser introduzido àquela atmosfera proporcionou para Mariele, Helena e Alec uma sensação de profundo bem-estar e alívio, semelhante a um momento posterior de uma boa sessão de lágrimas, dando sequência a um sentimento de calma e relaxamento. Aisha, por sua vez, foi impedida de tal sensação. A atenção da theurge foi chamada para um barulho de prantos e soluços sincronizados com a queda-d'água de uma cachoeira próxima, que aparentemente somente ela ouvia. Thea, por fim, nada sentiu ou ouviu, a não ser a estridulação de grilos.

    Menos de um quilometro depois, o grupo chegou em uma clareira, onde o Jeep foi estacionado. O céu, cuja lua não se mostrava por estar em sua fase nova, era iluminado por centenas de contáveis estrelas. Ao lado da onde o automóvel foi estacionado, havia um caminho de pedras que levava até um bangalô.

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    Potia desceu do Jeep e foi em direção à casa, fazendo um sinal para que o grupo a seguisse. Quando chegou na propriedade, apertou o interruptor e as luzes se acenderam.

    Tecelões do Cair da Noite 72a49ab2-6ff0-41b2-8913-bb42ab4fe0cd

    - É aqui que vocês vão ficar. Ficou vazia por alguns meses, mas Teçá pediu que fosse ajeitada para receber vocês – Potia estava visivelmente cansada - Olha, amanhã vocês devem se apresentar na assembleia. Devem se apresentar já como uma matilha e pronta para eventual trabalho designado, tá ok? Eu sei que pode estar sendo rápido para alguns de vocês, porque eu já estive nessa situação e foi rápido para mim. Mas somos guerreiros de gaia e temos um compromisso com a Sociedade Garou. Então usem esse tempo para se ajeitarem, fazerem o que devem fazer para amanhã estar tudo alinhado entre vocês. Também podem sair por aí e conhecer a área e os parentes, mas não se atrasem para a assembleia. Não se atrasem por nada.

    Potia ajeitou a posição de uma cadeira, deixando-a alinhada com as demais. Ficou em silêncio por alguns segundos, aparentando querer lembrar de algo. Fez um gesto com a mão como que se desistisse e prosseguiu:

    - Eu queria ficar e ajudar vocês nesse primeiro momento, mas minha matilha tá precisando de mim. Além do mais, vocês não são mais filhotes, certo? Tenho certeza que vão conseguir se organizar.

    Cura-da-Água começou a descer o caminho de pedras e, quando entrou no Jeep, gritou:

    - Aaah, só tem um quarto e a praxe é que ele seja do alfa! – A voz, embora continuasse cansada, agora tinha um “quê” de brincadeira, que foi seguida por um sorriso e uma buzinada de despedida.
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    Mensagem por Alexyus Ter Jun 07, 2022 5:09 pm



    AISHA
    明美水の书兰张



    Aisha tinha gostado bastante de encontrar Potia Cura-da-Água.

    Não apenas por não estar mais sozinha, situação que ela não gostava, mas apreciou os enfeites e o visual tribal de Potia. Ela já tinha se estabelecido na república que seus pais tinham pago para ela ficar enquanto estudava em Pirapora do Bom Jesus, e também já tinha resolvido a documentação na escola onde frequentaria o ensino médio, mas agora ela iria realmente encontrar os garous brasileiros. Foi por isso que deixou o Oriente, para lutar ao lado daqueles que não se conformavam com a Roda das Eras e lutavam para fazer a diferença na proteção da Mãe-Esmeralda, Gaia.

    Foi a primeira a chegar, mas ainda tinham que esperar mais quatro garous. Aisha foi analisando cada um à medida que chegavam.

    "Thea Vilhelmsen, Pequena Águia. Uma andarilha do asfalto excepcionalmente bonita, de nome e aparência nórdicos. Não era muito forte, mas parecia bastante inteligente. Vestia roupas caras, mas com discrição e bom gosto. Uma companheira de matilha interessante."


    "Marielle Hoffman, Folha Molhada ou Chuva de Prata, ragabash da tribo alfa da Nação Garou. Não era nada bonita, mas sua raça pura e ilustre ancestralidade era forte como em todos os Presas de Prata. Também não tinha uma aparência pobre, embora menos refinada que Thea. Uma candidata natural à posição de alfa ou uma opositora relutante? Não sei a resposta, mas estou curiosa para ver o desenrolar da questão."


    "Helena Fontelles, Justiça do Trovão. Phillodox Senhora das Sombras. Outra mulher extremamente bonita, mas com feições mais comuns ao Brasil. E com uma Raça Pura mais pronunciada até do que a Presa de Prata! Uma companheira extraordinária, mas vinda de uma tribo ssempre digna de desconfiança e cautela."


    "Alec O'Brien, Fúria Vermelha. Ele é enorme! Muito forte e sólido como uma rocha! E de uma das tribos mais passionais da Nação Garou. Dificilmente poderia pedir por um ahroun mais ameaçador. Espero que ele seja menos pavio-curto que a maioria dos Fianna..."

    Aisha saudou a todos com uma reverência oriental.

    via GIPHY



    Embarcaram no jeep de Potia, e por ser a menor entre todos, Aisha foi no banco de trás, bem no meio (afinal não ia sentar no colo de ninguém!). O chacoalhar do carro devido às más condições da estrada sacudiam todos os passageiros, mas Aisha era a mais esmagada a cada solavanco. No entanto, não reclamou, pois sabia que não havia alternativa para aquele pequeno incômodo. Apesar de estar cercada de pessoas recém-conhecidas, o espaço do carro não era tão pequeno a ponto de disparar gatilhos em sua claustrofobia.

    Quando passaram pela romaria do bom Jesus, Aisha fez um sinaal de saudação aos participantes, pois respeitar a crença de cada ser era permitir que cada um se desenvolvesse espiritualmente no seu próprio ritmo.

    A música sertaneja cantada por Potia não era a preferida dde Aisha, nem sequer o seu estilo musical preferido, mas Aisha escutou com atenção, procurando entender a letra. Ela não era versada em qualquer forma de musicalidade, mas reconhecia a enlevação moral e o prazer alegre que qualquer música podia trazer. A jovem Mizuno-Zhang distraiu-se observando o que podia da paisagem (porque sua altura não ajudava a ver muito!). De vez em quando, ela fechava os olhos e murmurava, quase sem perceber:

    - Gom... Gom... Gom...

    Quando Potia apontou a plantação de uvas, avisando que era importante, Aisha esforçou-se para memorizar o local. A pequena theurge também procurou gravar o que podia do caminho dali por diante.

    O ar úmido e o cheiro dde terra molhada não eram próprios dda paisagem anterior, mas Estrela Fantasma já imaginava que a divisa do caern mostraria algum sinal físico de seus limites. Ao ouvir algo ali, Aisha perguntou:

    - Há uma cachoeira aqui perto? Estou ouvindo ela chorar bem forte...

    Logo depois, Potia estacionou o veículo ao lado de um bangalô, permitindo finalmente que Aisha saísse para um espaço maior e com mais liberdade de movimento. O céu estrelado sobre sua cabeça fascinou a portadora da luz, e ela ficou olhando para o alto durante muito tempo, quase hipnotizada.

    Potia chamou-os paara ddentro da casa e ligou as luzes elétricas, que ocultaram um pouco do brilho estelar que estava deslumbrando Aisha. Mizuno-Zhang ouviu as intruções dela sobre a assembleia no dia seguinte e sobre a formação da matilha.

    Cura-da-água pareceu prestes a dizer algo mais, mas desistiu, parecendo não se lembrar. Quando ela já estava no carro para partir, falou sobre a prerrogativa do alfa.

    Com a partida de Potia, Aisha disse aos demais, com sua voz suave e fina:

    - Eu não disputarei a posição de alfa, mas prestarei ajuda a quem quer que seja. Qualquer um de vocês que precisar, pode contar com meu auxílio. Eu gostaria de passar algum tempo lá fora, meditando e contemplando as estrelas, mas se alguém quiser explorar a Penumbra local, eu terei prazer em acompanhar nessa prospeção.

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    Mensagem por thendara_selune Qua Jun 08, 2022 8:47 am



    Helena Justiça Do Trovão



    Helena chegou com um ar sério e com uma maleta de tamanho grande. Ela mesmo encaixava a maleta onde era indicado pela garou mais velha. O rosto bonito deu uma olhadela sem emoção inicial quando observou os outros. Aquela que parecia ser oriental os cumprimenta de um jeito tradicional e ela no que lhe concerne acenou educadamente de volta. Por dentro havia alguma ansiedade, lidar com outros garous era sempre um dedilhar de cordas sensíveis, seja porque alguns são velhos, com histórias intensas e uma visão muito reta de tudo ou, porque outros mais jovens ainda não entendem que muitos deles nem chegam vivos no próximo aniversário. Essa era a lei deles, servir Gaia acima de si mesmo, honrar a tribo e ainda manterem as emoções contidas evitando assim arrancar um pedaço de um companheiro de matilha caso esse lhe faltasse com respeito. O pensamento dela é cortado quando o sertanejo ao fundo tocava e recordou com saudades do forró pé de serra que é uma marca registrada do interiores de Pernambuco.

    A primeira a falar é uma garota oriental. Olhando-a parecia uma dessas meninas que você esbarra no tumblr ou instagram divulgando cosméticos, ou roupas da moda. A philodox nem ensaia nada, seus lábios se curvam em um sorriso espontâneo. Após ouvir Cura-da-Água. - Obrigada, nenhum contatinho interessante no momento, vou fazer dezenove, sou do interior de Pernambuco, estava com um primo em São Paulo quando Gaia e a lua me concederam a mudança.- Dizia enquanto os olhos passeavam pela paisagem de maneira despreocupada. - Na verdade, a pergunta certa seria o que vocês esperam de nós?- Respirou fundo escutando a outra murmurar baixo e depois  Aisha pergunta se havia uma cachoeira por ali. Helena a olha um tempinho imaginando o grau de afinidade dela com o outro lado. Um solavanco a fez sentir o corpo todo doer. Quando viu aquela romaria lembrou-se da família. Gostava da atmosfera do interior, tem algo de antigo, misterioso e até ancestral se você fechar os olhos para escutar os sons ao redor que tentam revelar um segredo aos mais atentos.  Cura-da-Água explicava sobre aquilo e Helena observava as pessoas, eles e os garous tinham muito em comum se olhassem com atenção. -Eles e nós temos a fé como veículo condutor hoje entendo melhor sobre isso.- A voz dela é marcante, um tom agradável e nada meloso que parecia muito sério quando dizia isso. O caminho todo é uma fusão de paisagens atraentes aos olhos. O céu, aquele clima e tudo mais trazia para ela aconchego. A plantação de uvas ficou marcada na mente dela até que depois de um bom tempo chegaram a sobre eles as estrelas cintilavam silenciosas observando o mundinho abaixo delas sem jamais demonstrar o que pensavam. “Esnobes” Helena riu lembrando que seu pai dizia isso quando o céu estava daquele jeito. Porque por mais que o ser humano se esforçasse jamais entenderia as estrelas e elas por suas vez nos ignoraram. Logo os olhos dela se atentam ao lugar, era um cantinho confortável, do tipo que faz você querer esquecer o mundo urbano e seu barulho diário. Quando entraram, a mais velha entre eles vai explicando as coisas e Helena assentiu com a cabeça.  Só quando ela fala sobre terem um alfa a philodox não expressou nada além de uma seriedade quase ranzinza. Aisha é a primeira a responder. Depois é a vez de Helena que tinha um tom sério enquanto observava os outros tão jovens quanto ela aparentemente. - A liderança vai para o mais capaz, no momento não creio que isso seja possível, pois não tivemos a chance de nos conhecermos bem e ainda precisamos atuar juntos em uma missão para avaliar a escolha que além de tudo exige sacrifício daquele que optar por ela. A senhora já fez muito em nos recepcionar, agora deve atender a sua matilha e creio que vamos nos dar bem.- Ela torcia que assim fosse. Aisha fala de ir pro outro lado, mas Helena diz sem forçar nada. - Bem, antes de tudo é bom nos apresentarmos formalmente. Sou Helena, hominídea, Philodox dos Senhores das Sombras. Recebi o nome de Justiça do Trovão dos meus irmãos de tribo.- Então ela se senta numa cadeira ou poltrona qualquer com a curiosidade vibrando ao seu redor.
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    Mensagem por thendara_selune Qua Jun 08, 2022 12:33 pm

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    Esqueci de postar a roupinha Cool tongue
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    Mensagem por Pikapool Qua Jun 08, 2022 10:12 pm


       
           
           
       

               

               
    Informações

    • Mote: Faça o que desejar, sem a ninguém prejudicar!

    • Itens Carregados: Smartphone, Vírus de Hardware, bolsa, óculos, kit de maquiagem (primer, pó facial, blush, delineador, mascara de cílios, batom e gloss), caderno de anotações, caneta, notebook, máquina fotográfica, pendrives, HDs externos, cartões de memória, cabos USB, mochila, algumas mudas de roupas.

    • Vestimentas: Blusinha preta, saia curta preta com estampa floral, sandálias de salto grosso com tiras cruzadas pretas, acessórios.


           

               

                   

    Cheguei ao local de forma discreta e polida. Estava um pouco intimidada. Era a primeira vez que deixava a Dinamarca e de cara caía direto em uma terra selvagem. Certamente, não era o típico ambiente ao qual estava acostumada. No entanto, me senti mais confortável ao ver a garota asiática. Pelo menos, eu não seria a única estrangeira por ali. Cumprimentei a todos com um sorriso gentil e delicado.



    Assim que bati os olhos em Potia, não pude evitar de pegar minha câmera e fotografa-la. Era interessante vê-la mesclar sua cultura com um toque mais moderno. A marquinha do biquíni não parecia condizente com sua vestimenta. Se tivesse que adivinhar, eu diria que ela está acostumada a vestir algo mais comum do que aquele de sementes?! Ou seja lá o que eram. Se era algo característico só para nós recepcionar, talvez fosse melhor um piercing de osso no nariz ao invés do metálico. Além disso, ela se mostrava bastante curiosa.



    - Me chamo Thea Vilhelmsen. Tenho dezoito anos e venho de Copenhagen na Dinamarca. - Respondi pendurada na janela enquanto fotografava a paisagem. - Não tem ninguém em especial. - Voltei-me para Potia. - Espero harmonia espiritual e que tenham preconceito por achar que uma estrangeira pode macular o coração do caern.



    Durante o percurso, segui fotografando tudo. A paisagem, a romaria, o vinhedo, que também servia como uma forma de lembrete. Foi quando um comentário da japa chamou minha atenção.



    - Cachoeira?! - Virei-me para ela. - Aposto que seria um ótimo lugar para fazer umas fotos. O que acha? - Sorri de forma meiga. - Que tal fazermos um piquenique lá para comemorarmos nossa vinda e também para nos conhecermos melhor? - Digo olhando para cada um dos meus novos companheiros.



    Após um caminho tortuoso que manteve-me dentro do jeep e cessou minha sessão de fotografias, paramos diante do nosso destino. Um bangalô. A vista do céu era incrível. Algo impossível de se ver na cidade. Porém, não pude deixar de sentir certo desconforto. Não era o tipo de ambiente com o qual estava acostumada. Por fim, peguei minha mochila e segui Potia.



    - Agradeço por tudo, Potia. - Seguro sua mão gentilmente.- Vá em paz. Garanto-lhe que ficaremos bem. - Esboço um sorriso terno.



    Enquanto Potia se retirava, eu aproveitava para checar meu celular para descobrir se havia sinal por ali. Foi quando as palavras de Potia chamaram minha atenção. Por mais que tivesse um tom de brincadeira, isso poderia causar um conflito. Contudo, a japa não fez cerimônia em abrir mão da liderança. As palavras da bonitona rabugenta me faziam crer que ela seria uma das que lutaria por tal posto. E antes que cada um debandasse para um lado, ela sugeriu uma apresentação mais clara.



    - Me chamo Thea. - Disse ao levantar a mão como se pedisse a palavra.- Também hominídea. Hmm, Galliard dia Andarilhos do Asfalto. Eles me nomearam como Lille Ørn. Em português seria Pequena Águia. - Aponto para a tatuagem de águia em meu tornozelo esquerdo. - E como nossa amiga aqui, eu abdico do posto de alfa. Eu não creio ter as habilidades necessárias para liderar. E também sou meio pacifista e prefiro evitar conflitos. - Rio sem jeito. - Mas isso não significa que não lutarei com unhas e dente caso isso se faça necessário! - Afirmei com convicção.



    Sem mais, apenas aguardei a apresentação dos demais.


               

           
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    Mensagem por Alexyus Qui Jun 09, 2022 6:40 pm



    AISHA
     明美 水の 书兰 张



    Thea escreveu:- Cachoeira?! - Virei-me para ela. - Aposto que seria um ótimo lugar para fazer umas fotos. O que acha? - Sorri de forma meiga. - Que tal fazermos um piquenique lá para comemorarmos nossa vinda e também para nos conhecermos melhor? - Digo olhando para cada um dos meus novos companheiros.

    Aisha tentou sorrir, mas o som soluçante da cachoeira dificultava isso, e ela respondeu vagamente:

    - Não sei se seria um bom lugar para fotos ou piqueniques, mas gostaria de ir lá...

    Aisha estava trajando um vestido vermelho de corte oriental ajustado a seu tamanho, de alta costura mas que permitia grande mobilidade e também tinha um tecido resistente para não se rasgar com facilidade. Também usava sapatos pretos de salto alto, grosso e forte, para ajudar a amenizar seus problemas de altura, embora não o anulassem inteiramente. Depois de morar no Japão e sofrer com a dicotomia de tradição e modernidade no país dos ancestrais de sua mãe, ela aprendera as artes da maquiagem oriental, e mesmo sendo altamente espeiritualizada, ainda era uma adolescente com uma saudável dose de vaidade. Tendo dominado o ritual de dedicação do talismã, Aisha podia trocar de roupas com frequência, sempre dedicando o último traje para mudar juntamente com sua forma garou.

    Traje de Aisha:

    Helena escreveu:- A liderança vai para o mais capaz, no momento não creio que isso seja possível, pois não tivemos a chance de nos conhecermos bem e ainda precisamos atuar juntos em uma missão para avaliar a escolha que além de tudo exige sacrifício daquele que optar por ela. A senhora já fez muito em nos recepcionar, agora deve atender a sua matilha e creio que vamos nos dar bem.- Ela torcia que assim fosse. Aisha fala de ir pro outro lado, mas Helena diz sem forçar nada. - Bem, antes de tudo é bom nos apresentarmos formalmente. Sou Helena, hominídea, Philodox dos Senhores das Sombras. Recebi o nome de Justiça do Trovão dos meus irmãos de tribo.

    Aisha comentou apreciativamente de modo sereno:

    - Temos uma phillodox sábia em nossa matilha. De fato, matilhas equilibradas sabem reconhecer a aptidão de seus membros para cada desafio e cedem a liderança ao mais apto para superar os testes. Mas se temos que nos apresentar como matilha perante a assembleia amanhã, é costumeiro que o galliard tome a frente nessas ocasiões, por ser o augúrio das palavras mais comoventes.

    Thea escreveu:- Me chamo Thea. - Disse ao levantar a mão como se pedisse a palavra.- Também hominídea. Hmm, Galliard dia Andarilhos do Asfalto. Eles me nomearam como Lille Ørn. Em português seria Pequena Águia. - Aponto para a tatuagem de águia em meu tornozelo esquerdo. - E como nossa amiga aqui, eu abdico do posto de alfa. Eu não creio ter as habilidades necessárias para liderar. E também sou meio pacifista e prefiro evitar conflitos. - Rio sem jeito. - Mas isso não significa que não lutarei com unhas e dente caso isso se faça necessário!

    Aisha sorriu ao comentar:

    - Ao meu lado, você é uma grande águia, Thea. Mas como guardiã das histórias, acredito na sua habilidade de falar bem perante a assembleia da seita.

    Ela estava sentada em posição de lótus, com as mãos apoiadas sobre os joelhos com as palmas viradas para cima, os dedos indicadores e polegares de cada mão se tocando, formando um círculo. Aisha então percebeu o que estava fazendo e empertigou-se, apressando-se a falar:

    - Ah, eu falhei em meus modos. Perdoem-me, eu costumava fazer isso com os Zhong-Lung das Cortes Bestiais para testar a paciência deles. Permitam que eu me apresente mesmo após tanto tempo juntos. Eu me chamo Aisha Akemi Shun-Lán Mizuno Zhang, e meu nome garou é Estrela Fantasma. Eu tenho ascendência de Portadores da Luz Interior tanto por parte paterna quanto materna. Aos 12 anos, após a Primeira Mudança, fui enviada para ser instruida pelos Portadores da Luz nas Côrtes Bestiais do Oriente e aprendi muitas coisas com eles, mas meus questionamentos constantes sobre a inércia em relação à luta pela Mãe Gaia me convenceu a voltar oa Brasil. E aqui estou eu. Atualmente, tenho 16 anos e sou estudante. Entre a Nação Garou, eu sou uma hominídea theurge cliath.

    Com isso, Aisha claou-se, esperando que os outros dois que ainda não tinham se manifestado tivessem sua vez de falar.


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    Mensagem por Izanami Sex Jun 10, 2022 1:07 pm


    Chuva de Prata

    Chuva de Prata


              Sentava logo a frente junto a Potia, como de costume quando tinha que tratar de negocio sempre seguia para as reuniões bem arrumada, sim aquilo tudo em sua mente mundana, era apenas mais um contrato de negócios no qual ela saia perdendo, seria um investimento muito ruim que ela teve o desprazer de assinar e concordar, mas fazia o que fazia para proteger sua filha, somente aquela criança era algo realmente importante para ela, claro tinha Gaias da vida, mas bastava fazer oque lhe pediam e tudo ficaria bem.
         Não gostava da ideia de grupos fixos de lobos sejam a raça ou tipo que pertenciam, isso tudo era meio que complicado e o melhor a ser feito era não entrar em detalhes, apresentou-se formalmente aos demais, mencionou sua idade a única brincadeira que fez foi quanto ao seu nome direcionado a Potia.
    -Chuva de prata gosto daquela musica do Roupa Nova então é só isso nada especial...
        Em relação a procissão lembrou-se no eu tempo de criança costumava a vir junto a sua mãe prestar homenagens também, e ficou por alguns minutos olhando para aquilo pedida em seus pensamentos, hoje era ela que deveria levar a sua filha para este lugar, deveria ter feito isso no ano passado, mas deixou para este ano e pelo visto não pode novamente, já que aquele novo empreendimento estaria até o resto da sua vida a controlando para todo o sempre.
    -Adeus Liberdade! Exclamou isso olhando para a janela.
      Assim que desfrutou das sensações estranhas de um certo ponto do lugar nada comentou, apenas observou atenda a conversa das jovens e fotos, mas nada falou para elas.
      Na casa apenas despediu-se da Potia, ouviu os demais e apresentou-se novamente.
    - Me chamo Mariele Hoffmann, tenho 25 anos, Hominídea, Ragabash, lua crescente, Presa de prata atualmente é isso além do Chuva de Prata...Quanto a liderança devemos ver com calma mais tarde no entanto quanto ao quarto recomendo as mais jovens ficar com ele, e descansar um pouco, eu dou meu jeito na sala, já estou acostumada em ter que ficar acordada a noite lendo ou digitando...
    Voltou-se para a mais jovem de todas.
      -Então Aisha, acho melhor você ficar por perto da casa nada de aventuras muito longe e nem sozinha, querendo ou não se der alguma coisa errada no "Mundo Magico de Oz" eu que vou ser responsabilizada naturalmente a não ser que tenha outro adulto responsável no recinto... E não falo de jovenzinhas de 18 e 19 anos, vamos manter a ordem e calma para evitar acidentes...Tudo que eu mais preciso é outra briga jurídica no tribunal...
     Foi sentar ao sofá pegando de sua bolsa o smartphone para tentar falar com Rosália e ver como sua filha estava.

    Roupa:




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    Tecelões do Cair da Noite Empty Re: Tecelões do Cair da Noite

    Mensagem por DariusNovadek Sex Jun 10, 2022 9:52 pm

    Alec chegou antes do horário combinado no local, ali era tudo meio que familiar pra ele. Apenas uma bolsa com algumas trocas de roupas dentro dela, não precisava de muita coisa pra viver. Se sentou na beira da estrada e pegou um capim pra colocar na boca e ficar mastigando ele, coisa típica pra passar o tempo. As meninas foram chegando, ele acenava de longe educadamente.

    Quando Potia chegou com seu Jeep, pensou em ir na frente, justamente por causa de seu tamanho, para não apertar as meninas. Mas uma delas já se pôs a frente e sentou-se no banco frontal, obrigando a ele se expremer com as meninas atrás. Pediu licença ao entrar.

    Ao passarem pela romaria, Alec os cumprimentou tirando seu chapéu. Era uma cena comum pra ele, e pra todo o povo rural do Brasil.

    – Esses estão indo a cavalo, mas outros vão de bicicleta ou mesmo a pé. A cidade fica lotada! Ano passado teve uma senhora que veio de joelhos desde Cabreúva. Dá para acreditar?

    - Eu acredito sim, madame. Da onde venho, também tem uma romaria a Bom Jesus, mas é a Bom Jesus dos Castores, cenas como essas são comuns, é um povo do bem.

    Depois Potia colocou um bom e velho sertanejo, e Alec começou a cantar junto com ela, animado. Depois de passarem pelas plantações de uvas, logo chegaram a um belo bangalô que Alec gostou muito. Estava muito ligado a natureza, assim como em seu Haras.

    - Que tal fazermos um piquenique lá para comemorarmos nossa vinda e também para nos conhecermos melhor?

    - Comemoração? To dentro! Ja tava imaginando como seria nossa festa de inauguração!

    Logo Potia deu algumas direções e partiu. De praxe, começaram as apresentações. Alec, como bom cavalheiro, deixou todas falarem primeiro. Inclusive enquanto falavam foi até a cozinha do Bangalô e procurou alguma cerveja la dentro, pegaria uma pra ele, e mais algumas para oferecer a elas.

    - Bom, madames. Eu me chamo Alec O'Brien, e meu nome garou é Furia Vermelha. Eu tenho 18 anos e também sou hominídeo. Sou um Ahroun dos Fianna.. Quanto a posição de Alfa, acredito que vai ficar entre oceis.. Eu seria um bom alfa só em tempos de batalha.. Pra briga, podem contar comigo. E digo a oceis que podem deixar a segurança comigo. Quanto ao quarto, pra mim tanto faz, posso dormir até numa rede aqui fora.

    Deu alguns goles na cerveja (se tiver) e completou.

    - E se alguém quiser dar uma volta por ai agora, to dentro. Temos que comemorar de alguma forma nossa nova matilha!


    Vou escolher meu look também:
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    Tecelões do Cair da Noite Empty Re: Tecelões do Cair da Noite

    Mensagem por Xafic Zahi Sab Jun 11, 2022 6:23 am

    VIAGEM DE JEEP



    Potia deu de umbros e compartilhou com Alec um sorriso discreto pela situação do banco no Jeep. Havia sido tão sútil que apenas os dois tinham percebido.

    A uktena se sentiu confortável com as fotografias da Andarilha. Fez várias poses, algumas mostrando a língua em forma de careta e outras comportada, com os dedos indicador e médio levantados, formando o gesto "paz e amor".

    Já na estrada, Cura-da-Água conversou animada com os jovens:

    - Que chiqueee - respondeu quando ouviu Thea falar que era da Dinamarca - Você é boba por não ter nenhum contatatinho de lá. Ainda mais com tantos Crias... - Abriu um sorriso levado, mas logo tomou tento e continuou a conversa.

    - Eu já estive em Pernambuco! - Falou entusiasmada - Já tem alguns anos. Eu era mais nova e fui para ajudar alguns parentes da tribo Kapinawá. Já ouviu falar deles? Tivemos que enfrentar alguns latifundiários locais para termos o espaço legalizado respeitado. Na época, a FUNAI se mostrou uma grande aliada. É uma perda para todos nós que hoje em dia ela esteja tão enfraquecida.

    - As vezes é difícil saber o que Sombra-da-Castanheira quer - Respondeu Helena. A fala da uktena demonstrava um claro ressentimento com o líder da seita e ficou em silêncio quando Thea falou sobre acharem que estrangeiros maculariam o coração do caern.

    - Chuva de prata que cai sem parar. Quase me mata de tanto esperar. Um beijo molhado de luz. Sela o nosso amor! - Cantou animada, em resposta à Mariele, inclusive mexendo o quadril em cima do banco do Jeep.

    - Dos castores? - Achou graça no nome - Mas como assim dos castores? - Perguntou, entre a risada.

    Quando Alec se uniu à cantoria com Potia, formando um dueto, o rádio tocava a música Sinônimos, na voz de Zé Ramalho. Os olhares de ambos se cruzaram uma vez pelo retrovisor, e foi seguido por um sorriso meigo da uktena.



    Quando Aisha mencionou a cachoeira, Cura-da-Água respondeu:

    - Ai, tadinha! - Levou a mão até a testa, expressando preocupação - Essas últimas semanas foram difíceis e ela ficou abandonada - Olhou para Estrela-Fantasma pelo retrovisor - Você vai precisar cuidar dela, tá? E sim, vão lá, sim! - Falou para todos - Ela vai amar conhecer vocês, ainda mais depois de tantos dias sozinha! Levem algumas frutas, ela adora!



    NO CAERN



    Tecelões do Cair da Noite 829df0f8-edf2-4431-beff-59923be577ae

    Surpreendentemente, o celular de Thea apontava estar com sinal.

    Alec foi o primeiro a entrar no bangalô. A cozinha era o primeiro cômodo e todos os móveis eram feitos de madeira, com aparência rústica. As lâmpadas, mesmo acessas, não iluminavam muito. De frente para a geladeira, o ahroun tinha visão parcial da sala, que contava com um sofá feito de pallets e uma pequena lareira ecológica, que já estava acessa. No final da cozinha, tinha uma escada, também de madeira, que provavelmente levaria ao quarto da casa.

    COZINHA:

    A geladeira estava abastecida. Além de várias long neck de Heineken e Budweiser e garrafas de suco, haviam potes com comidas caseiras pré-preparadas e iogurtes infantil. Em cima do eletrodoméstico, uma fruteira com diversas frutas da região: uvas, morangos, jabuticabas, laranjas, mangas e maracujás.

    Sentada no sofá do bangalô, Mariele recebeu duas fotos da sua filha, envidas por Rosália. A primeira foi tirada quando a criança estava desprevenida, com a boca suja de molho de tomate e a outra, poucos segundos depois, com ela sorrindo e posando para a foto. Atrás da menina, a TV estava ligada e, pelo programa infantil que passava, a Presa de Prata soube que as fotos tinham sido tiradas naquele momento.

    Do lado de fora, o grupo tinha a opção de passar a noite no bangalô, conversando, bebendo e comendo; retornar pelo caminho de pedras e chegar até as fazendas e outras propriedades dos parentes da região; aprofundar mata adentro, para conhecer melhor o caern; e seguir por uma trilha à direita, que levaria até a cachoeira ouvida pela theurge.
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    Mensagem por Pikapool Sab Jun 11, 2022 10:57 am


       
           
           
       

               

               
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    Notei os olhares entre a índia e o ruivo durante o dueto. Discretamente registrei o momento da melhor forma que pude. Afinal, aquela foto poderia ter alguma utilidade. Nem que fosse apenas para zoar um deles, ou mesmo os dois, em um futuro próximo.



    Me bateu certo desânimo ao ouvir as palavras de Aisha. Mas logo abri um largo sorriso e cerrei o punho em comemoração quando Potia incentivou irmos à cachoeira. E diante o comentário de Alec, tinha quase certeza que o piquenique ia acontecer.



    Durantes as apresentações, assim que Mariele chamou a atenção de Aisha, inclinei-me em sua direção:



    - Quem mandou trazer a sua mãe para o camp. - Sussurrei em tom de deboche.



    Ao ver Mariele se levantar e entrar. Fiquei me perguntando se ela havia ouvido minha brincadeira e se havia se irritado. Não queria criar atritos com ninguém da nova matilha. Contudo, não fui atrás dela. De certa forma a atitude dela me deixava apreensiva. Algo que me fez considerar a oferta de Alec.



    - Não, obrigada. -  Com a mão espalmada recusei a cerveja. - Sua affair mal nos deixou e o senhor já está tentando nos embebedar. - Sorri maliciosamente. - Agora estou começando a entender o tipo de comemoração ao que o senhor se refere. - Espero a reação de Alec e o fotografo.



    Dou um salto animada para me levantar de onde estava sentada e limpo a grama da saia e logo prossigo:



    - Bem, Aisha e Alec estão afim de conhecer o lugar e eu também quero dar uma volta. Que tal irmos a cachoeira? - Antes que alguém tomasse a palavra, prossegui.- Vem com a gente, Helena? - Encaro Helena com um olhar zombeteiro. - Ou vai preferir entrar e resolver quem vai ser a alfa?



    Aguardei pacientemente até que todos se decidissem.


               

           
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    Mensagem por Alexyus Sab Jun 11, 2022 11:07 am



    AISHA 
    明美水の书兰张



    NO JEEP

    Potia escreveu:Quando Aisha mencionou a cachoeira, Cura-da-Água respondeu:

    - Ai, tadinha! - Levou a mão até a testa, expressando preocupação - Essas últimas semanas foram difíceis e ela ficou abandonada - Olhou para Estrela-Fantasma pelo retrovisor - Você vai precisar cuidar dela, tá? E sim, vão lá, sim! - Falou para todos - Ela vai amar conhecer vocês, ainda mais depois de tantos dias sozinha! Levem algumas frutas, ela adora!.

    Ao ouvir aquilo, Aisha compreendeu o que estava acontecendo. 

    Os garous daquela seita estavam despercebendo a situação com os espíritos da natureza dentro da divisa do caern. Aisha não os culpava, acreditando no que Potia dizia sobre as últimas semanas, mas como theurge, Estrela Fantasma priorizava sempre a essência espiritual da Mãe Esmeralda. Se o espírito fenecesse, a matéria não teria como ser salva.

    Ela assentiu para a uktena sem dizer nada, já determinada a fazer exatamente o que ela sugerira.


    NA CASA 

    Marielle escreveu:-Então Aisha, acho melhor você ficar por perto da casa nada de aventuras muito longe e nem sozinha, querendo ou não se der alguma coisa errada no "Mundo Magico de Oz" eu que vou ser responsabilizada naturalmente a não ser que tenha outro adulto responsável no recinto... E não falo de jovenzinhas de 18 e 19 anos, vamos manter a ordem e calma para evitar acidentes...Tudo que eu mais preciso é outra briga jurídica no tribunal...

    Aisha respondeu respeitosamente:

    - Entendo suas preocupações, Chuva de Prata, mas cada um de nós é um cliath da Nação Garou. Somos os guerreiros de Gaia e viemos a esse caern para ajudar a protegê-lo. O medo de qualquer ameaça não deve nos impedir de defender essas fronteiras com tudo que tivermos. E para defendê-las, temos que explorá-las. À noite, os espíritos estão mais sonolentos, enquanto nossa Fúria sob a luz de Luna fica mais forte, por isso esse é o período ideal de caça.

    Estrela Fantasma deduziu que a Presas de Prata não tinha muita familiaridade com a Umbra, mas esperava que seus companheiros fossem de pensamento menos terreno que a ragabash.

    Thea escreveu:- Quem mandou trazer a sua mãe para o camp. - Sussurrei em tom de deboche.

    A pequena Mizuno Zhang demorou alguns momentos para entender a piada de Thea. Por alguns instantes, perguntou-se onde Thea teria visto sua mãe, mas por fim compreendeu a natureza do gracejo da galliard, e sorriu, discretamente.

    Aisha seguiu Alec para dentro da casa, inspecionando as acomodações preparadas para eles.

    Alec escreveu:- Comemoração? To dentro! Ja tava imaginando como seria nossa festa de inauguração!

    Quando Alec ofereceu cerveja para Aisha, ela recusou com uma reverência:

    - Perdão, eu não bebo nenhuma bebida alcoólica. Isso me levaria a perder o controle da minha mudanças de formas.

    Alec escreveu:- E se alguém quiser dar uma volta por ai agora, to dentro. Temos que comemorar de alguma forma nossa nova matilha!

    Aisha então disse:

    - Eu vou assumir a forma lupina e ir até a cachoeira. O espírito de lá está magoado, e talvez eu possa apaziguá-lo. Quem quiser ir comigo, pode me acompanhar. Eu sou capaz de executar o ritual de dedicação do talismã, de modo que vocês não precisam temer por suas roupas se elas não forem dedicadas.

    Estrela Fantasma pegou um cacho de uvas, um morango e algumas jabuticabas para levar como chiminage para o espírito da cachoeira, enquanto esperava os outros decidirem o que fariam. Se algum deles desejasse, ela performaria o ritual para dedicar as roupas deles antes de mudar de forma e sair.

    Na forma lupina, Estrela Fantasma seguiu pela trilha à direita, andando em direção à cachoeira.
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    Tecelões do Cair da Noite Empty Re: Tecelões do Cair da Noite

    Mensagem por DariusNovadek Sab Jun 11, 2022 8:25 pm

    NO JEEP

    Alec percebe que Potia percebeu que ele esperava sentar-se a frente no Jeep, dando um sorriso discreto. Alec da um meio sorriso silencioso e faz uma expressão de "fazer o que né?" para a guia do grupo.

    - Dos castores? - Achou graça no nome - Mas como assim dos castores? - Perguntou, entre a risada.

    Alec ri junto com ela, era sempre essa mesma situação quando contava essa história para alguém, tentou explicar:

    - Hehe, eu sei que a princípio parece que estamos falando dos animais. Mas na verdade, é que a muito tempo atrás, uma família encontrou em suas terras uma imagem de Bom Jesus. E segundo a história, muitos milagres aconteceram naquela família, trazendo devotos, e hoje se tornando uma romaria também..

    - Acontece que o sobrenome dessa família era Castor, por isso virou Bom Jesus dos Castores hehe.

    - Mas as terras onde originalmente foi encontrada a imagem fica em onda verde, uns 30 km de rio preto, minha terra. Muitas pessoas vão e voltam apé, tudo no mesmo dia. Algumas vão ajoelhadas também.


    OFF: Isso é real mesmo, a história. (rio preto é onde eu moro também)

    Ao cantar a musica sertaneja junto com Potia, Alec cruza olhares com ela, que são seguidos de sorrisos meigos, Alec os retribui, mas sem deixar de cantar amúsica que ainda tocava.

    NO CAERN

    Alec pega umas Bud, deixaria as Heineken pra depois, mas ao oferecer, ninguém aceita.

    - Sua affair mal nos deixou e o senhor já está tentando nos embebedar. - Sorri maliciosamente. - Agora estou começando a entender o tipo de comemoração ao que o senhor se refere. - Espero a reação de Alec e o fotografo.

    Alec faz cara de desentendido

    - Oxe, madame, ta me levando a sério não? Só tô querendo uma boa comemoração em prol da nossa nova união. Se você vai se embebedar ou não, ai ja é escolha sua. Vamo, pega uma. A madame ranzinza já entrou pra dentro.

    Alec ignora o "Affair", como homem do campo não era muito antenado nas gírias do povo, mas ja imaginava o que a moça insinuou.

    - Perdão, eu não bebo nenhuma bebida alcoólica. Isso me levaria a perder o controle da minha mudanças de formas.

    - Esse é objetivo, perder um pouco o controle, hehe

    Logo depois de tomar uma, Aisha já os chamou para ir até a cachoeira.

    - Peraí, vamos pegar umas coisas pra aproveitar e fazer um rango la!

    Faz um sinal pra fotógrafa o ajudar, e pega mais algumas frutas e algumas cervejas a mais, afinal, tinha que comemorar. Depois acompanha Aisha, em forma lupina assim como ela.
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    Mensagem por Izanami Dom Jun 12, 2022 6:15 pm


    Chuva de Prata

    Chuva de Prata


          Não dava muita importância aos comentários que ouviu no sofá apenas tirava algumas fotos focando seu rosto com caras e bocas evitando o máximo expor o lugar em que estava e enviava para sua filha, depois seguiu para o banheiro trocar de roupa colocar algo mais leve para ir até a maldita cachoeira junto a uma jaqueta.
          Jovens cheios de energia era um problema, porque não ficavam quietos em algum canto fazendo algo normal. Procurou por alguma bicicleta ou teria que andar mesmo até o maldito lugar, colocou em uma sacola algumas frutas e seguiu seu rumo a cachoeira na forma humana.
    "Vai a merda se vou andar como lobo, nem fodendo. Só em ultimo caso de insanidade..." Pensou enquanto caminhava.


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    Mensagem por thendara_selune Seg Jun 13, 2022 1:05 pm

    Ainda no carro

    Ela ouviu Potia. - Conheço sim, a cidade de onde veio tem muitas histórias ligadas a tempos em que os holandeses desbravam tudo, além dos espanhóis e demais estrangeiros que foram forçando os nativos a adentrar cada vez o sertão.- Helena tinha conhecimento sobre aquilo.

    Depois, ao longo do caminho, parecia bem pensativa na verdade e imaginando se a matilha daria certo. Não era de julgar as pessoas pelo que mostram, mas os julgaria por suas ações ou a falta delas. Eles conversam confortavelmente, a Philodox tinha um ar sério, mas nem de longe é fria ou arrogante com eles.


    Já na casa foi desfazendo as malas guardando as coisas que trouxe e escutando eles falarem por fim concordaram que deveriam dar uma volta para reconhecer o lugar. -Um prazer imenso em conhecê-los. Concordo que esticar as pernas nos fará bem. O assunto da liderança é algo que concordo que seja rotativo, isso nos ensinará a trabalhar coletivamente e aprender mais sobre nosso papel enquanto matilha. Se não aprendermos a confiar uns nos outros vamos morrer antes do final do ano. - O tom amistoso da Philodox é sincero e continha um alerta que ela tinha escutado de seus mais velhos. Ela aceitou a bebida oferecida por Alec, pegou frutas, comia uvas enquanto seguia os colegas pelo caminho. Ficou pensando nas tribos que cada um representava enquanto andava.
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    Mensagem por Xafic Zahi Seg Jun 13, 2022 4:50 pm

    Aisha teve a iniciativa de tomar o caminho que levava até a cachoeira, sendo seguida pelo restante dos seus companheiros. O grupo formou uma fila indiana, vez que a trilha era estreita e não permitia que duas pessoas andassem lado a lado. Mariele, que procurou alguma bicicleta, sem encontrar, acabou ficando com a última posição.

    Durante o caminho, puderam perceber que muitos dos espíritos locais estavam despertos e conscientes, embora nenhum tenha interagido diretamente com os recém chegados. Com exceção de Senhora Patinhas, que se mostrou no ombro da galliard da matilha. Thea reconheceu a amiga e, embora o restante do grupo pudesse desconfiar ou achar inusitado a presença de um espírito da Weaver em um caern uktena, a andarilha era a única que sabia motivo da aranha estar ali.

    Senhora Patinhas:

    Com um trabalho ágil, Senhora Patinhas jogou uma teia até a árvore mais próxima de Thea e subiu poucos metros, escondendo-se em um cubo metálico que, até então, os garou não tinham percebido que estava ali. Thea, mais familiarizada com o equipamento, o reconheceu como sendo um repetidor de sinal de alta potência.

    Referido evento foi o único que ocorreu durante o percurso e, em menos de 10min de caminhada, a matilha chegou até o destino.

    Uma vez em frente da cachoeira, compreenderam o motivo da queda-d'água ter sido inaudível para eles, com exceção da theurge. Tratava-se de cascata tímida, escondida entre diversas árvores, com volume de água ralo e uma queda fraca. Uma poça se formava abaixo dela, refletindo a lua e estrelas.

    Tecelões do Cair da Noite Bc8b90d8-98f2-4c9c-b97b-64ef45b91e05

    O barulho de prantos e soluços que Aisha ouviu anteriormente, tinha sido transformado em um riso infantil e festeiro que, novamente, era audível somente à ela.
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    Mensagem por Alexyus Ter Jun 14, 2022 5:39 am



    AISHA 
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    Durante o percurso, Aisha reparou no espírito aracnídeo que acompanhava Thea e comentou:

    - Sua pequena companheira parece bem cooperativa e útil, Thea, mas talvez ela deva ter cuidado ao mover-se por um caern uktena. Os nativos locais podem não gostar muito.

    Pelo caminho, Aisha percebeu que muitos dos espíritos locais estavam despertos, o que era bom sinal. A pequena Mizuno Zhang gostava disso, e planejava passar muito tempo conversando com cada um deles quando houvesse tempo, além de pedir permissão à assembleia para despertar mais espíritos assim que pudesse.

    Os dez minutos de caminhada passaram até mais rápido do que Aisha esperava, e logo eles chegaram à pequena cachoeira, bem no meio da mata. Ela ficou feliz ao perceber que os prantos e soluços do espírito da cascata mudaram para um riso infantil e festeiro.

    Estrela Fantasma sentiu a necessidade de orientar espiritualmente seus companheiros de matilha na ocasião. Pegando algumas uvas, ela disse aos companheiros:

    - Muitos dos espíritos de Gaia que encontramos requerem alguma forma de chiminage, uma reverência em forma de presente ou favor, algo que demonstre nosso respeito a eles. Como Cura-da-Água disse que ela gosta de frutas, acredito que isso será do agrado do espírito da cascata.

    Assim, Estrela Fantasma colocou cinco uvas na palma da mão e colocou a mão sobre as águas da cascata, até que o fluxo das águas tirasse naturalmente as frutas de sua mão.

    Depois Aisha virou-se para os companheiros:

    - Agora vamos treinar algo como matilha. Quando garous sem ligação entre si percorrem atalhos para chegar à Penumbra, eles podem fazê-lo em ritmos e velocidades diferentes, e chegarão ao mesmo ponto em tempos distintos. Mas uma matilha de garous pode fazer isso de maneira unida, seguindo a dianteira de um de seus membros. Usualmente, escolhe-se o membro mais apto para essa tarefa a fim de maximizar a eficiência da manobra. No nosso caso, acredito que eu não apenas tenha mais Gnose do que vocês mas também tenho uma facilidade natural para transitar através da Película. Ponham suas mãos sobre mim e vamos conhecer a personificação do espírito-cascata.

    Aisha esperou que todos fizessem isso para forçar a travessia. Na divisa do caern, longe de qualquer emanação da Weaver ou da Wyrm, a espessura da Película devia ser facilmente trespassável por qualquer um de seus companheiros, e para Estrela Fantasma deveria ser ainda mais fácil.    

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    Mensagem por thendara_selune Qua Jun 15, 2022 2:11 pm



    Helena Justiça Do Trovão



    Durante o percurso, Aisha reparou no espírito aracnídeo que acompanhava Thea e fazia um comentário só então Helena pareceu ficar mais atenta às palavras dela. Que entendia muito mais sobre os assuntos espirituais que os demais ali. O lugar parecia místico até pros mais racionais ela escutou o som da cachoeira com curiosidade.  Estrela Fantasma colocou cinco uvas na palma da mão e a philodox entendia o que ela estava fazendo, mas ficou em silêncio respeitoso como aprendera com os seus mais velhos. Respirou fundo sentindo o ar limpo, era como se tudo ali fosse uma perfeita personificação de Gaia. De certa forma, por mais agarrada que fosse ao meio urbano, Helena tinha prazer em estar ali e sentir a energia do lugar vibrando dentro dela. -Por mim tudo bem.-Seguia as instruções dela sem questionar, seria tolice peitar um theurge em seu próprio campo de conhecimento e era evidente que a mais capacitada no momento é Aisha. 
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    Tecelões do Cair da Noite Empty Re: Tecelões do Cair da Noite

    Mensagem por Izanami Qui Jun 16, 2022 11:54 am


    Chuva de Prata

    Chuva de Prata


          Segiu com os demais até o lugar indicado, nada fez quando a jovem fez seu ritual, e muito menos questionou em colocar a mão sobre ela para ver algo ou seja lá o que estaria acontecendo.

    OFF: Não tem muito o que eu possa fazer ou dier.
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    Mensagem por Pikapool Qui Jun 16, 2022 1:42 pm


       
           
           
       

               

               
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    Ao ouvir os dizeres de Alec para Aisha, cerrei os olhos encarando-o de canto. Parecia que o lobo mau havia encontrado uma nova chapéuzinho. Mesmo querendo seguir com meus comentários, apenas mantive-me quieta e o segui para ajudá-lo.



    Durante o percurso, notei, ou melhor, a Sra Patinhas me fez notar que a tecnologia, mesmo de forma discreta, também se encontrava em meio a natureza.



    Diante do alerta de Aisha, disse em tom mais alto para minha pequenina amiga:



    - Você a ouviu, Sra Patinhas? Aqui é diferente da cidade. Tome muito cuidado, por favor. - Dirigi-me a minha pequenina amiga antes de voltar-me para Aisha. - Obrigada pelo aviso, Aisha. - Sorri gentilmente para ela.



    Observei atentamente cada ato de Aisha enquanto me mantinha em silêncio comendo alguma morangos. Até enfim, pegar um dos morangos e ficar de cócoras as margens da cachoeira e também oferecer-lhe como Aisha o fez.



    - Porque não? -  Disse ao me levantar e seguir as instruções de Aisha.


               

           
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    Mensagem por DariusNovadek Sex Jun 17, 2022 8:19 pm

    Alec foi seguindo a matilha conforme Aisha os conduzia, viu a senhora Patinhas no ombro de Thea, mas nada disse.

    Estar ali era gratificante para Alec, como se ele não tivesse saído de seu "Habitat Natural", e a cachoeira emanava uma energia que acalmava Alec.

    Tanto que nem lembrou de ja organizar um comes e bebes pra turma, e foi seguindo as instruções que Aisha passava. Assim como os outros, pegou uma variedade de frutas, e colocou no fluxo de água até ela os levar. Depois foi seguindo os demais passos que Aisha passava, junto com o resto da matilha.
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