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Capítulo 1: O Asilo Kirton

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Elminster Aumar
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Re: Capítulo 1: O Asilo Kirton

Mensagem por Elminster Aumar em Qui Dez 22, 2016 10:52 am


Jack sabia a resposta de sua pergunta antes mesmo de ouvi-la da boca de Jeromé. O rosto do seu companheiro já dizia tudo quando entendeu o por que de Jack lhe estar fazendo aquela pergunta. Urso balbuciou algo, nervoso.

- E-eu... eu... falei - admitiu por fim.

Urso não ousou olhar para os olhos de Jack novamente, que por sua vez, logo começou a mexer no molho de chaves até encontrar a da cela do Doutor Handrámon. Ele ouviu o clique da fechadura se abrindo ao girar a chave. Tendo vencido a porta trancada da cela, agora não havia mais nenhuma barreira entre Jack e o homem que operara Amanda. Handrámon estava de costas, virado para a parede, com as mãos e pés acorrentados, totalmente a mercê de Jack. Haviam cadeados para as correntes, cujas chaves deviam estar no mesmo molho que ele tinha em mãos.

- Olha, escuta... - começou a dizer Handrámon, tentando virar o seu rosto em direção à Jack, para tentar enxergá-lo mesmo numa semi-iluminação. - Deixe-me ajudá-lo com Amanda. Eu conheço os tratamentos corretos a serem feitos para que ela se recupere. Sou o melhor cirurgião dessa cidade. Você me ajuda a sair ileso daqui e eu ajudarei a sua amiga, o que acha?

Urso apenas observava do lado de fora, atento tanto na cela quanto nas escadas que levavam àquele piso.


Makaveli Killuminati
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Re: Capítulo 1: O Asilo Kirton

Mensagem por Makaveli Killuminati em Seg Dez 26, 2016 3:25 pm

Como desconfiava, a Raposa fora um dos assuntos entre os dois enquanto o gatuno não esteve presente, então Jack teria que ser menos agressivo na convivência com o Dr. Handrámon, pelo menos até tudo se resolver, e para o doutor era melhor que a situação de Amy fosse de fato resolvida. O gatuno continuava a partir dali, destrancou a cela do doutor e se aproximou enquanto Dr. Handrámon balbuciava suas chorumelas. - Doutor... Só abra a boca quando nós falarmos com você, caso contrário a primeira coisa que você irá perder a partir daqui serão os dentes. - Jack comentou ignorando qualquer coisa que Dr. Handrámon retrucasse a seguir, mas não teria paciência a partir dali, Dr. Handrámon estava longe de ser um aliado e qualquer coisa que fizesse não apagaria o quê já tinha feito a Raposa, sendo obrigado ou não.

O gatuno rasgou um pedaço de pano que envolvia sua cintura e passou sobre os olhos do Dr. Handrámon, vendando o prisioneiro antes de soltá-lo. Jack não poupou rispidez durante o processo, a cada movimento com a cabeça que o Dr. Handrámon fazia, Jack corrigia pressionando a cabeça do prisioneiro contra a parede, facilitando seu trabalho em amarrar o pano e apertar até sentir um incomodo do doutor com a pressão aplicada no nó. Terminando de vendar o prisioneiro, Jack ainda o deixava algemado dentro de sua cela, se distancia poucos metros e se dirige até o Urso. - Não da pra vasculhar o lugar e procurar pelo Víbora... Esse traste irá atrasar a gente. Resta a gente torcer para o Lince ter tido sorte... - Jack da dois tapinhas no ombro do Urso, em seguida começa a observar o local. - Fica de olho no guarda. - O gatuno avisa o Urso e se aproxima novamente do Dr. Handrámon. - Onde tem uma maca, lençol e saco pra embalar cadáver?.. Deve ter um quarto com tudo isso bem próximo. - Jack perguntava sussurrando no ouvido do doutor, em seguida parte em direção ao local sugerido por ele ou se atentando aos quartos mais próximos no piso superior ao das celas no subsolo.
Elminster Aumar
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Re: Capítulo 1: O Asilo Kirton

Mensagem por Elminster Aumar em Ter Dez 27, 2016 11:44 pm


Doutor Pierre Handrámon não falou mais após as ameaças de Jack. Ele deixou que vendassem os seus olhos sem nenhuma resistência. Urso, como de costume, ficava de vigia enquanto Jack fazia todo o trabalho. Ao final dele, o gatuno perguntou se Handrámon sabia onde ele poderia encontrar um lençol, uma maca e um saco, e Handrámon falou apenas o necessário, apontando um dos quartos hospitalares no andar de cima.

Jack subiu as escadas, deixando para trás o Urso, que cuidava tanto do guarda desmaiado quanto do doutor acorrentado. Ele encontrou sem muitas dificuldades o quarto dito por Handrámon, e lá de fato havia o que ele precisava. Retornando ao piso mais abaixo, Jack precisou da ajuda do Urso para desprender Handrámon e colocá-lo empalado envolta do saco. Eles deixaram-no deitado na maca, debaixo de um lençol, porém tiveram alguma dificuldade para subir a escada em espiral, dificuldade essa que demandou um certo tempo para conseguir ser superada. Handrámon não se queixara em nenhum momento. Estava claro que ele só falaria algo se fosse pedido diretamente que ele falasse.

No andar de cima, Urso e Jack carregavam a maca, mas ao virar um dos corredores, eles se depararam com três guardas do sanatório, todos armados de pistolas. Jack reconheceu o guarda que estava a frente do trio; era o mesmo que ele havia cruzado no térreo para chegar à sala de operações. Ele estava apontando a arma em sua direção, com uma expressão de hostilidade.

- Não se movam! Devagar, eu quero que vocês deitem a maca no chão e levantem as duas mãos pra cima. Sem movimentos bruscos ou eu atiro!

Jack se recorda como a atitude desse guarda para com ele já havia mudado quando ele voltou a descer para os subterrâneos. Urso, que carregava a extremidade mais distantes dos guardas, aguardava pela decisão de Jack em deitar a maca ou não. O gatuno sabia que isso poderia acontecer, e tanto ele quanto o Urso estavam preparados para lutar, se preciso fosse. Percebendo a hesitação dos dois, o guarda ameaça.

- Eu vou contar até três... - disse o homem. - Um... Dois...


Shady Dope
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Re: Capítulo 1: O Asilo Kirton

Mensagem por Shady Dope em Qua Dez 28, 2016 12:49 am

O doutor havia colaborado conforme Jack e Jeromé queriam, inclusive com a localização do quarto onde o gatuno poderia encontrar tudo o quê queria para conduzir o prisioneiro até o local onde a dupla havia invadido o sanatório. Jack não enrolou para chegar até o local indicado, pegou todos os itens que queria e logo saiu, fechando a porta na saída. Não demorou até voltar as celas onde Jeromé esperava atento ao guarda inconsciente. O gatuno deixou a maca no chão enquanto o saco e o lençol fora deixado sobre a cadeira do guarda. Entrou na cela do Dr. Handrámon e se aproximou. - Vou colocar você dentro do saco, e vamos te carregar pelo sanatório como um morto. Lembre-se que morto não fala, nem respira, então respire da maneira mais suave que puder. - Jack falou enquanto já destrancava as algemas.

Após soltar o doutor, Jack o guia até a maca e ordena que deitasse sobre ela. O doutor obedeceu. Então Jack e Jeromé o embalaram, começando pelos pés. Não demorou para terminarem, no final colocaram o lençol sobre o corpo embalado do doutor e estava terminado os preparativos. - Vamos sair daqui. - A dupla da Irmandade levantou a maca e partiram do subsolo, subindo as escadas com bastante dificuldade, estranho a escada não prever a locomoção de cadáveres ou pacientes incapacitados por ali, o quê fizera Jack murmurar enquanto subia liderando o caminho.

A dupla carregou a maca por alguns corredores após subirem a escada do subsolo. Jack queria caminhar com pressa, mas era complicado de o fazer enquanto carregava o doutor. Ao virar um dos corredores uma desagradável surpresa se apresenta na frente de Jack. Um trio de guardas armados, na frente se posicionava aquele que tinha cruzado duas vezes pouco tempo atrás. O desgraçado não deixou sua desconfiança de lado, pelo jeito justificava o salário que recebia. Jack solta o ar pesado em sinal de desagrado, o quê servia também para seu disfarce embora fosse completamente verdadeiro.

- Sem estresse. - Jack respondia com sotaque caspiano ao primeiro aviso do guarda. - Eu estava mesmo precisando de descanso, o bichinho é pesado. - O guarda deu o segundo aviso, e Jack obedeceu. O gatuno deixou vagarosamente a maca no chão em sincronia com Jeromé, de qualquer maneira não seria possível lutar carregando uma maca, o guarda deveria saber disso, mas quem ordenou foi ele mesmo, então azar o dele em se arriscar de tal forma. - Pronto... Posso saber o motivo disso? - Jack continuou no seu disfarce após deixar a maca no chão, não abriria mão sem ser realmente necessário.
Elminster Aumar
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Re: Capítulo 1: O Asilo Kirton

Mensagem por Elminster Aumar em Qui Dez 29, 2016 10:44 am


Jeromé e Jack deitam a maca no chão. O gatuno podia estar vestido como um médico, mas o Urso ainda era uma figura estranha, grande e cheia de músculos, que parecia com toda razão não faz parte do sanatório, nem como paciente, nem como funcionário. Jeromé imitava os gestos de Jack. Se ele levantasse as mãos, o Urso também levantaria. Se ele sacasse alguma arma para combater os guardas, o Urso também faria a mesma coisa. O guarda olhava desconfiado para os dois.

- Nunca vi o seu rosto por aqui - disse o homem para Jack, ainda com a arma apontada para ele. - E depois que ouvi uma voz que não era de Thomas, eu resolvi investigar e cá estamos. Mãos pro alto!

Ele espera tanto Jack quanto Jeromé erguerem suas mãos para cima. Ele e os outros guardas não abaixariam suas armas enquanto os dois não fizessem isso. Quando os dois levantam as mãos, o guarda do meio pede para os seus companheiros:

- Revistem-nos.

Um guarda se aproxima de Jack, e o outro se dirige até o Jeromé. Eles guardam suas armas no coldre para fazer o trabalho de revista com as duas mãos, enquanto o guarda de meio mantenha a sua pistola apontada diretamente para Jack.

- Vamos levá-los até o diretor. Aposto que Hopkins adorará ter uma conversa com vocês e quem sabe ele não me dê um aumento depois disso - disse o homem, soltando uma risada gananciosa no final.


Shady Dope
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Re: Capítulo 1: O Asilo Kirton

Mensagem por Shady Dope em Qui Jan 05, 2017 1:03 am

Após a pergunta, Jack escutou a explicação do guarda atentamente, levantando as sobrancelhas como alguém que levava aquela situação com surpresa e certo ultraje a abordagem feita a ele e as questões que o guarda levantava com aquilo. Mas Jack não interrompe o guarda no primeiro momento, ficou o encarando com sua feição de incomodo com a situação desconfortável. O gatuno solta um longo suspiro como sinal de desaprovação enquanto balançava a cabeça negativamente. - Que bobagem... - Jack comenta enquanto levanta suas mãos.

Jack permite a aproximação do guarda que iria revistá-lo, mas antes que ele o encostasse faz um comentário tentando atrasá-lo. - Antes de me revistar, sugiro usar luvas... Você não vai querer pegar o quê esse sujeito tinha... Pode ser que alguns fluidos ainda estejam impregnados na minha roupa. - O gatuno mantinha seu disfarce até onde podia, sempre carregando sua voz com o sotaque caspiano.

O guarda faz o comentário de uma de suas motivações de forma bem humorada, e Jack abria um sorriso junto a ele quando o faz, esperando o guarda terminar seu regojizo para então implantar dúvidas sobre aquilo que ele pretendia fazer, tentando se livrar do tal encontro com o marido de Delilah. - Claro. Irá receber uma promoção sim. - Jack, ou Dr. Houdini, quem o gatuno interpretava, deixava seu sorriso sarcástico influenciar em suas próximas palavras. - Eu vou adorar esse encontro... Dr. Hopkins me deve explicação sobre porquê meu crachá não está pronto, a transferência da residência para cá, itens pessoais de outro médico na minha sala, a ausência de jalecos do tamanho de meu assistente e o incomodo que tudo isso promoveu durante todo esse expediente... E ele vai adorar saber que o guarda que promoveu este adorável encontro o fez por quê não ouviu a voz de um sujeito que se chama Thomas e nunca viu o meu rosto, ou o de meu assistente, por aqui... - Jack arrastava seu sotaque quando pronuncia a palavra "adorável". - Imagino como Dr. Hopkins vai reagir no final quando eu o contar que esse corpo que carrego terá que ser incinerado pois a reação química causada pela solução depositada em seu rim não fora observada por quê um de seus guardas resolveu mostrar serviço investigando residentes do sanatório enquanto deveria estar preocupado em conter o problema que os manifestantes do lado de fora podem causar... Dr. Hopkins terá que inventar algo bastante convincente para justificar as despesas dessa pesquisa quando os investidores o questionarem... Alguém precisa arcar com o prejuízo. - Jack havia falado sem tom de deboche desta vez, tentava induzir o guarda a alguma razão que se encaixasse na lógica inventada por ele. - Desculpa a pergunta invasiva... Mas, quanto que você ganha por hora? - A pergunta de Jack era uma tentativa do gatuno em insinuar que o guarda teria que arcar com o prejuízo da pesquisa que fora prejudicada por sua intromissão, incentivando que ele deixasse o gatuno seguir e fazer o quê tinha que fazer, supondo que Jack fosse realmente um novo residente do Asilo Kirton.
Elminster Aumar
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Re: Capítulo 1: O Asilo Kirton

Mensagem por Elminster Aumar em Ter Jan 10, 2017 3:41 pm


O guarda que iria fazer ar revista parou de imediato quando ouviu Jack sugerir que ele colocasse luvas para não ser contaminado ao tocá-lo com as mãos nuas. O homem deu uma olhada enojada para o "defunto" totalmente encoberto e depois virou-se para o seu superior, esperando novas ordens. Eles não perceberam que Jeromé estava carregando o corpo sem ter nenhuma luva. Jack dava consistência à sua mentira ao não abandoná-la sob hipótese alguma. Ele fazia a sua atuação como médico parecer verídica e natural. Jeromé, no entanto, não tinha essa desenvoltura toda, e por isso o grandalhão apenas ficava de boca fechada, como se fosse mudo. Jack percebeu os três guardas se entreolharem após as ameaças implícitas que ele fez.

- Vamos esquecer tudo isso, ok? Eu vou averiguar direito o que aconteceu com Thomas e... e... bem, vocês podem seguir em frente.

O guarda abaixou a arma e deu um passo para o lado, como se dando permissão pra eles passarem. Jack e Jeromé voltaram a pegar a cama e seguir caminho, mas tanto Jack quanto o Urso sabiam que os guardas os estavam observando. Os dois adentraram a mesma sala pela qual eles entraram no sanatório; era arriscado demais ir para alguma outra sala aleatória, mesmo sabendo que aquela sala provavelmente era destinada aos experimentos do Doutor Handrámon. Era a única chance que eles tinham de escapar.

Assim que a porta foi fechada, eles ouvem os passos dos guardas no corredor e Jeromé rapidamente tranca a porta. Eles ouvem uma batida à porta, mas a ignoram.

- Ei, vocês não podem ficar aí! - eles ouvem a voz do guarda novamente, do lado de fora da sala.

Com pressa, eles pegam o Doutor Handrámon, o depositam no tubo de ventilação e depois entram ali em seguida. Eles ouvem novas batidas à porta enquanto começam a se engatinhar para a saída. Os dois perdem algum tempo arrastando o doutor pelos tubos, mas por fim conseguem achar a saída. Eles agora estavam fora do prédio do Asilo Kirton, mas ainda estavam nos esgotos.

Sem saberem o caminho mais seguro para caírem fora dali, eles teriam que esperar pelo retorno de Vivaldi.


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Re: Capítulo 1: O Asilo Kirton

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Data/hora atual: Ter Set 19, 2017 3:55 pm