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    Season 1 - What defines...

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    GodsCorpse
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    Season 1 - What defines...

    Mensagem por GodsCorpse em Qui Abr 20, 2017 1:12 pm

    The Light...

    Tema:


    - É tudo que você consegue fazer?! - falou o homem, cuspindo sangue no chão, mas sem perder o sorriso. Se perdesse o sorriso, a montanha de músculos que ele era se tornaria algo... amedrontador para as pessoas assistindo. E heróis inspiram Esperança, não terror. Starman beirava três metros de altura, seus músculos quase saltavam de sua roupa colada com as cores da bandeira americana (e uma estrela grande branca no centro de seu peito). Seus cabelos longos loiros iniciavam numa testa grande e eram lambidos para trás de sua nuca, sobrando duas mechas de cabelo que apontavam para o céu, em vez de seguir a gravidade e caírem para trás.

    Seu oponente, Graviton, era um cientista que havia encontrado um elemento especial que conseguia distorcer a gravidade ao seu redor. Em um de seus experimentos, fundiu-se com o material, dando a sua pele uma aparência cristalina e poderes de manipular a gravidade ao seu redor. Um terrível inimigo sim... Mas Starman havia enfrentado piores. O homem flutuava do chão sobre o herói e começava seu monólogo.

    - Você não vai ficar no meu caminho, Starman. Heróis não servem para esse mundo: o mundo é dos mais fortes para dominar... E você é obsoleto.

    Graviton preparava outro disparo gravitacional, capaz de nivelar com a força de Starman. A população assistia, câmeras em todos os lados. E isso era suficiente para Starman não fraquejar.

    - Heh... Você não cansa de estar errado. - em um movimento tão rápido que o olho humano mal consegue acompanhar, Starman salta aos céus sobre seu oponente - O mundo é feito de pessoas fortes... para que defendam os fracos!!

    O herói puxava o braço para trás - Heróis mantém esse mundo vivo! E as pessoas mantém os heróis vivos!! Precisamos um dos outros!

    - Eu não estou errado.. Nunca estou!! Eu comando a gravidade!! Você ficará bem ai, Starman! - Graviton gritava furiosamente, mas, ao ter seu oponente sobre sua cabeça, ele trancava a gravidade em seu redor - Você e seus ideias irão para o espaço.

    - Pois ai está errado de novo, Graviton... Tudo que sobe... deve descer!

    Starman jogou o braço para frente e, junto, uma onda gigantesca de ar o seguiu. A força do ar era suficiente para fazerem carros tombarem e, até mesmo Graviton, não era capaz de se manter firme com a corrente de ar. O vilão tragado pela corrente e jogado contra o chão, deixando-o desacordado instantaneamente. A queda não foi problema para Starman, pois seu vigor resistia essa distância. Ele desceu do céus em aplausos.

    - Don't worry kids... Justiça nunca perde! - sorriu e deu "joínhas" para o pessoal.






    The Dark


    Tema:




    - Bem... que bosta.

    Detetive Hart toma o resto do café e volta a encarar a massa de carne disforme no chão diante dele.

    - O que tem tanto pelo aqui?

    - É o poodle dele. - disse sua  parceira, detetive Lee, juntando um tufo de pelo do corpo esmagado do, agora identificado, Carter Eriksen - É igualzinho o caso de semana passada: Speedball jogou o Tartoise no meio de um parque e pegou a coitada de uma guria e ela virou massa na parede.

    - E a gente não pegou ele por..- Ah é... Speedball.

    - Nem se a gente quisesse. A quantidade de advogados que o filho da puta tem...

    - Eles tem que passar o número do advogado deles para Lady Paragon - se abaixou perto do "corpo" - Então.. é um caso de "Cometa Humano"?

    - Uhum. Só ver a trilha. - ela apontou para o resto da rua, sinalizando os vários buracos que outros oficiais investigavam - O cara caiu aqui no nosso Carter e seu poodle e foi quicando um pouco e depois voltou a voar.

    - Hmm... Os buracos estão liberando energia cósmica não?

    - Sim. Por quê? - questionou Lee.

    - Porque tem um garoto que mora apenas dez quadras daqui com voo que a gente fichou semana passada: tentou voar no parque e andou caindo também. - ele puxa um cigarro e o acende.

    - Vamos fazer uma visita para o babaca então.

    -----

    Dt. Lee deu dois toques na porta e, antes que pudesse pronunciar a presença, um raio de energia atravessa a porta, errando a detetive pelos fios de seus cabelos castanhos. Infelizmente, o oficial ao lado dela não teve a mesma sorte.

    - Não! Foi sem querer!! Vocês não podem fazer isso comigo! - gritou a voz do garoto, se escondendo atrás da mesa.

    - Diz isso para a família do oficial que você acabou de desintegrar, seu merda! - Lee puxou a pistola e atirou a cegas para dentro de casa - Não force nossa mão.

    - Você já atirou contra ele... - Hart sussurrou para a parceira.

    - É só para amedrontar o babaca... - ela respondeu.

    Os dois ouvem o som de um disparo de energia, mas nada veio na direção deles. Hart já tem ideia do que foi e então entrou, contra os protestos de Lee.

    Sua suspeita estava certo: o garoto virou o dedo contra a própria goela e explodiu os próprios miolos.

    - Melhor assim. - Lee respondeu, guardando a arma no coldre. Seu celular vibrou e ela dá uma olhada na mensagem - Porra..

    - O que foi? - respondeu Hart, enquanto gesticulava para os outros oficiais chamarem ajuda.

    - Blockbuster fodeu outra prostituta até a morte. Vamos ter que prendê-lo.

    - Eu-

    - Eu vou pilotar o mecha! Nem vem Hart. - Lee sorriu.

    - Desgraçada... - o detetive virou para o cadáver e sussurrou - Uma pena garoto.. Nem todos nascem para esse mundo.
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por GodsCorpse em Sab Abr 22, 2017 7:51 pm







    BANG.

    As pessoas começam a entrar em pânico e o barulho fica ainda mais alto.

    BANG.

    Uma pessoa tomba. O homem armado grita ordens e as pessoas começam a obedecer.

    O som doía no ouvido de um bebê no colo de seu pai, fazendo-o começar a chorar.

    - Shhh... sh... James... Agora não é a hora, campeão. - o pai o segurava perto do peito, balançando com cuidado.

    - Cala a goela da criança ou eu faço por ti! - um dos homens armados gritou e James começou a chorar ainda mais alto. Já era normal chorar para uma situação assim, mas James era uma criança especial, pois puxou a mãe. Para ele, aquele som era uma explosão em seus ouvidos.

    A situação ficou mais tensa e Karl se virou para o terrorista. Ultimatum, terroristas com a missão de eliminar a divisão das nações para uma só: uma sobre seu controle. Hoje, pequenos grupos formados de simpatizantes tomavam o hall para mostrar "dominância sobre a política local", "Nenhum lugar é longe da nossa influência"...

    "Blablabla", Karl pensou, pronto para virar com um soco no estômago do moleque armado... Mas não podia arriscar James.

    - Não se preocupe James... - beijou a testa do filho e sussurrou - Mamãe vem nos salvar.






    Meia hora havia se passado. Entre disparos e gritos, Karl havia escapado com James e se escondido entre os corredores. Ele amaldiçoava a ideia de ter ido para o hall justamente naquele dia quando Beth havia saído para "trabalhar".

    "O homem tem que manter a casa farta enquanto a esposa mantém a casa inteira", riu para si. Pressionado no meio de coletes a prova de bala que conseguiu juntar de alguns terroristas mortos, James dormia com o dedo na boca, sem noção do quanto o pai estava exausto de correr e atirar para achar uma saída. O lugar foi transformado em uma armadilha gigante: bombas na saída, bombas nas entradas.

    - Se tua mãe estivesse aqui, ela abriria um buraco na parede... Honestamente, mal posso esperar você abrir alguns buracos nas paredes. "Desculpa pai, queimei tuas pinturas com minha visão de calor". - um terrorista apareceu no corredor gritando. Karl virou o corpo e atirou com a MP5 desengonçado, mas atingiu seu alvo.

    Ele era um artista, não um assassino. Ele ia apresentar seu projeto e fazer a cidade um lugar mais bonito para todos verem. Para sua esposa ver. Para sua esposa ter orgulho. James voltava a chorar: Karl teria que achar um novo esconderijo.

    - Não se preocupe campeão... mamãe vem nos salvar.






    Song:


    Karl se viu cercado. Não havia mais onde fugir naquele corredor.

    - Eu to com um bebê aqui... por favor... - largou a arma no chão - Nos leve lá para baixo, qualquer coisa, só deixa eu cuidar do meu garoto.

    Antes que o terrorista pudesse responder, o som de disparos e gritaria foi substituído por animação de saudações. Lady Paragon chegou e o coração de Karl ficou aliviado. Os soldados nem se preocuparam mais em levá-lo de volta e correram para confrontar a heroína nos andares abaixo. O pai finalmente pode sentar aliviado.

    - Viu.. Eu disse não-

    Som de explosões. Som dos gritos. James começou a chorar novamente. O prédio começava a ruir.

    Karl começou a correr pelos corredores e Lady Paragon atravessa o chão na sua frente, como se fosse arremessada através dele, perfurando o teto. Karl só consegue assistir a sua esposa sendo atravessando a estrutura, incapaz de impedir. A destruição causa uma parte do teto cair sobre o seu pé, fazendo-o ir ao chão e seu filho rolar para fora de seus braços. Com muito esforço ele consegue puxar o garoto para perto. A criança não parava de chorar. Karl também.

    - Calma... calma James... Mamãe vai nos salvar... Mamãe vai-...

    Naquele dia, só Lady Paragon saiu dos destroços, coberta de poeira, aterrorizada com a destruição ao seu redor.






    - Porra de maníaca louca!! Assassina do caralho! - o quarentão mandou o dedo para Elizabeth. Ele veio pedir um autógrafo, mas ela não era mais Lady Paragon, então não iria aturar isso. "Aturar"... Esse tipo de comportamento só fazia o passado voltar em sua mente, e não havia remédio ou bebida que pudesse fazer a química de seu cérebro mudar, nem que fosse para ficar bêbada e esquecer por um momento.

    Nada. Seu corpo era um reflexo disso... parado no tempo. Parado naquele momento.

    E tudo isso que era a vida. Momentos.

    O que se faz? Espera pelo próximo?

    Nesse momento, tudo que Elizabeth podia fazer era ir e voltar para casa pelas ruas iluminadas de Nova Iorque, com os casais fugindo do frio e indo para casa, e continuar a ignorar as ligações de Patel. Uma de suas mensagens é "Não consigo te ajudar se você não deixar. Não vou conseguir ajudar Alfred. Preciso de ti Sad"
    Elizabeth sabe onde isso vai parar: baile de famosos para aumentar sua popularidade. Até parece que Patel tem noção alguma que apresentar alguém com seu histórico em público só vai gerar problemas....

    - Cai fora babaca!

    Mais a frente, uma garota está circundada de um grupo de baderneiros. Baderneiros julgando os sorrisos maliciosos, as garrafas meio vazias e as roupas combinando como se fossem um grupinho. Elizabeth conhecia um deles, ou achava que conhecia: Speedball, velocista conhecido especialmente por ser um herói... e um babaca. Faz parte do "Os Sete", pequena liga de heróis com contratos publicitários à empresas financiadas pelo governo.

    - Qualé gatinha. Um pouquinho desse açúcar para os garotos.. - ele puxava ela pelo moletom que vestia, mas a resposta da garota foi acertar o nariz do velocista com o cotovelo. Sangue começou a escorrer do nariz dele enquanto os seus amigos seguravam os braços dela - - Sua puta! Não sabe quem eu sou?!

    Ela cuspiu nele. A situação só iria piorar.

    "Preciso saber de ti querida. Onde você está?" - mensagem de Patel.










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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por GodsCorpse em Sab Abr 22, 2017 8:59 pm






    - O que é isso no céu? É um pássaro? É um avião? Não! É o próprio sol da nossa cidade: APOLLO!!

    O super-herói corta os céus e desce na frente dos caricatos ladrões - trajados em macacões listrados, máscaras que cobriam apenas seus olhos e carregando sacos marrons com cifrões amarelos. O herói socou os vilões para um lado e outro, com onomatopeias pulando na tela. No final, todos estavam amarrados e o herói perante eles.

    - O mal não compensa, vilões. Por que roubaram o banco? - ele pôs as mãos na cintura.

    - Droga, a gente só queria a nova Coca-Cola de Morango. - os "vilões" são levados a um camburão e o herói se vira para tela.

    - Com o preço de apenas $1,99, o único roub-

    A TV é desligada.

    - Tão bobo esse Apollo, não acha filho? Quando você ainda havia de nascer, não promovíamos bebidas, promovíamos ideias... - ele vira o rosto para o lado e deita a mão com o telefone sobre a mesa. Brendan consegue ver o peso das decisões de seu pai sobre seu ombro - Me diga filho, você não está entrando nessas ideias, não é? Ouça de seu pai. - era a terceira vez que ele repetia isso. Seria cansativo se não sentisse o quão desesperado seu pai estava que Brendan não o seguisse, não caísse numa espiral de violência e sacrifício.

    Doutor Erosão viveria para sempre com a mancha da morte de seu amigo e o caos que trouxe. Apollo nunca viveria com esse male enquanto ninguém soubesse de seu passado.


    Restante da conversa seria interessante para você complementar.


    - Acabou a visita Corrosão. - disse um dos guardas atrás.

    - Ah filho... Fale com meu advogado: estamos falando sobre uma condicional... ou algo do tipo. Sabe que não entendo bem. Eu te amo, garoto.

    Enquanto o pai passava, outros prisioneiros faziam o caminho de saída da área de visita. Brendan recebia uma mensagem na saída: "BB preciso de uma ajudinha - xoxo, mamis"

    - XOXO!! - um dos prisioneiros bate no vidro onde Apollo estava. Sua pele era branca como a neve e cheia de rugas, o cabelo era escorrido e loiro, e seus olhos eram cobertos por uma faixa branca - Vejo você por ai.

    Ele manda um beijo para o rapaz e um dos guardas puxa violentamente o velho - Chega cegueta! De volta para sua cela!






    song:


    - Eu pedi com bacon! - Mr. Nibilis levanta rápido da mesa e encara Brendan com olhos flamejantes, antes de abrir um sorriso - Desculpa hahaha... Hábito meu.

    De muito mau gosto: o moreno Mr. Nibilis foi "Chacal", vilão com temática egípcia e poderes flamejantes. Felizmente, recuperado, mas ainda meio bobão - Nunca peço nada com bacon. Não é da minha religião.

    - E qual é sua religião, seu velho fedido a naftalina? - urrou Whiney. Ele era um homem de estatura grande e cabelos e barbas ruivos volumosos. Clássico músculo burro no tempo dele - Meu é o com carne extra! - tirou o hamburger da bandeja que Brendan carregava para ajudar a mãe e devorou metade da comida em uma mordida. Os dois continuaram a discutir religião enquanto o garoto voltava para cozinha. Faltava pouco tempo para retornar a faculdade, mas sua mãe precisou de muita ajuda hoje.

    Mr Nibilis & Whiney:




    Arsonista e ladrão. Sempre trabalhou em grupo, mas não tem mortes em seu currículo.

    Músculo pesado. Gostava de invadir bancos. Um policial em coma, mas sem mortes. A família do policial ainda tenta mandar ele para prisão.



    Restante da conversa seria interessante para você complementar.


    - Muito obrigado. - Laura beijou seu rosto - Você é o sol da minha vida, sabia? Agora vai embora! Você tem uma faculdade a cursar e ta perdendo tempo demais com tua velha! Te manda! - ela lhe espanta brincando, com um sorriso no rosto.






    Após a aula de História Moderna com a professora Annet O'todle, Brandon recebe uma mensagem de seu amigo e empresário Philip Walker. Dizia urgência. Chegando no pequeno escritório alugado por Walker, o rapaz esperava com uma cara de quem fez merda, mas Apollo sabia melhor que o amigo não deixaria nada escapar de sua identidade... não é?

    - Ei Brandon... e ai.. - ele suava um pouco. Quando Brandon entrou na sala, a porta se fechou. Atrás dele, um rapaz da mesma idade, cabelos curtos e loiro escuro. Ele deu um sorriso de deboche, como se dissesse "É esse ai".

    - E ai Brandon. Me conhece? - de memória, não batia nada - Seu pai matou o meu. - ele tira o celular do bolso e põe o dispositivo em cima da mesa com um vídeo a tocar.

    O vídeo mostrava Apollo em suas atuações heroicas. Depois de um corte, mostrava ele se escondendo e trocando de roupa.

    - Bingo. Meu nome é Christensen. Mas você pode me chamar de Chris. - ele estende a mão.










    @Isaac-sky
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por GodsCorpse em Sab Abr 22, 2017 9:34 pm






    song:


    - Humanos em uma multidão...

    Tem sujeira a todo canto... Tem sangue... Tem muito sangue...

    - O que é uma multidão para um rei?

    Eles estão gritando. Estão gritando demais...

    - O que é um rei para um deus?

    Isso... isso é o inferno...

    - O que é um deus para um não-crente?

    Centenas de anos... Na escuridão...



    A mão de Alexander atravessava o chão e parecia que a gravidade inteira mudou de direção: antes parecia que o mago cavava para dentro do chão, sentia agora como se estivesse enterrado. Uma garra poderosa atravessou o "chão" e o o puxou para fora, segurando-o pela cabeça. A mão da criatura que o segurava era muito maior que sua cabeça, mal conseguia ver entre os dedos que o prendiam. Mas, mesmo com a pouca visão, Alexander conseguia ver algo divido... maculado, corrompido, mas com sua graça intacta, o Estrela do Amanhã. Suas asas abriam e ele se virava para o mago, com um sorriso no rosto, uma caveira na mão e uma corrente na outra, ligada a alguém que ele não conseguia enxergar.

    Olá Alexander:

    Alexander tentava desesperadamente se virar para a pessoa que Lucifer tinha em correntes, mas o punho que o segurava não deixava. Logo, tudo começava a arder e chamas entrarem pela boca do homem. O mago só conseguia gritar até seus pulmões se preencherem de fogo e sua pele derreter.






    E ele acordava, novamente. Pesadelos eram periódicos: ninguém sai de trezentos anos no abismo intacto. E ainda mais do inferno. Talvez ainda esteja lá, vivendo seu pesadelo, acreditando ter escapado.

    Mas ai Seraf não estaria junto... Ou estaria... Melhor não pensar a respeito.

    Como um imortal leva a vida? Um pé atrás do outro, ele diria, como qualquer cidadão, complementaria. Entretanto, eles não tem um espirito devorador de crueldade preso dentro de sua alma. É engraçado. Muito dos dias que vilões atacam a cidade, a maioria Seraf não sente a maldade para surgir. Outros dias, mais sinistros, a presença de "heróis" forçavam a Seraf gritar. O mundo não era mais tão preto-e-branco. Vermelho era a única cor que Seraf queria. Que Seraf entendia. Mais cedo ou mais tarde, as notícias de sangue e brasa voltarão à alta... e dessa vez, as vítimas serão celebridades "heroicas".

    Alexander ponderava isso, vendo seu reflexo no espelho. Belo reflexo, devia admitir a si mesmo.

    - Por que está demorando tanto querido? - a sua voz era como uma melodia de sereia: encantava e seduzia... E como tal, só levaria a perdição. Evelyn era um succubus encarnado. Uma bruxa cuja magia foi roubar o coração de honesto e enviá-lo para o inferno sem ter fazê-lo pecar.... além de pecar com ela - Achei que você ia me tirar do inferno querido...

    Quando Alexander vai responder, o rosto dela começa a queimar - Mas acho que o que você tem por dentro é mais importante que nosso amor! - a pele ia se destroçando até ficar uma caveira flamejante - Queime monstro! Queimará com o resto deles!!






    E ele acordava, novamente. Pesadelos eram periódicos: ninguém sai de trezentos anos no abismo intacto. E ainda mais do inferno. Talvez ainda esteja lá, vivendo seu pesadelo, acreditando ter escapado, tendo deixado tudo para trás.

    Pelo menos tinha um propósito, uma missão.

    - Wrebbit...

    Diante de Alexander, um sapo humanoide se encontrava diante de sua cama, sentado numa almofada flutante. Estava bem vestido: chapéu coco, terno rubro com uma gravata borboleta vermelha, mas andava de pé descalços. No fundo, um garoto muito bonito - ou uma garota vestida de rapaz - estava sentada de pernas cruzadas com um violão no colo, tocando Sweet Child of Mine. Alexander sentia o clima pesado e, quando terminava, ela voltava a tocar e o clima ficava mais calmo.

    Imagens de Referência:







    O sapo mastiga algo dentro da boca, puxa um narguilé e traga um pouco - Wrebbit... Oi.









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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por GodsCorpse em Sab Abr 22, 2017 10:41 pm






    - ... Estou... livre!...

    Theme:


    O homem soltou as palavras em seu último suspiro enquanto seu corpo era consumido por chamas azuis. As palavras ecoaram pelo salão e pela mente de Hela, que a levou de volta ao seu - novo - nascimento.

    - Para o além, criatura nefasta. - pronunciou Norn, o então Feiticeiro Supremo. Sua voz era monótoma e suas expressões eram escondidas pelo elmo que cobria seu rosto. Da mesma maneira que Anne era uma professora, Norn tinha doutorado em magia comparado ao restante da Corte. Esta noite, ele pediu um auxílio "necromântico" para a situação.

    Norn - Imagem de Referência:

    Vampiros tem surgindo. E não são vampiros regulares. De alguma maneira, imunes à luz solar e a outros meios convencionais de derrotá-los. Queimar até às cinzas parece funcionar bem.

    - Agradeço a assistência, senhora Hela. Sua expertise no assunto é de grande auxílio. Essas criaturas tem brotado com ratos do esgoto e pretendo chegar ao fundo disto. É uma pena que tais maldições não possam ser revertidas.


    Pode preencher um pouco com seu diálogo. Norn é robótico e preciso com suas palavras, e bastante cultuado pelo seu conhecimento e presença na área mística.


    - Isso seria tudo, senhora Hela. Espero lhe encontrar de novo. Se precisar de meu auxílio, sabe como me contatar.

    ....Faltou dizer como. O que mais preocupava a heroína, entretanto, era a origem da figura. Pela identidade, havia sido um enfermeiro que, de repente, entrou em um modo carniceiro e fugiu do hospital com sangue nas mãos. A Corte ouviu e seguiu os rumores. Incapaz de derrotar a criatura com as fraquezas conhecidas vampíricas, Norn entrou na página para fazer o serviço. Mas foi tudo terapêutico: sem origem, sem explicação, sem "diagnóstico".

    Agora, tudo que sobra é uma senhora entre sombras com cinzas ao chão, em uma velha estação abandonada.





    E aqui, você dá uma das suas aulas


    Após o final da classe, o reitor da universidade entra na sala.

    - Olá Annet, tudo bom? - a expressão no rosto dele já dizia tudo - Nós queríamos agradecer seu tempo conosco. Infelizmente, devido a certos desdobramentos e seu passado... controverso, temos que pedir que se afaste da faculdade.

    Hela pode identificar no olhar: o Paladino esteve por aqui. Não era um problema antes, mas dava para ver em todas as palavras que ele dizia, o monólogo prontinho repetido por outros reitores que afastaram Annet de suas atividades. Enquanto um confronto real não existisse entre o Paladino e Hela, era assim que ele lutava.

    - ... E isso seria tudo. Agradecemos pelo seu serviço.

    Por mais que não conseguisse vê-lo, ela sabia que ele teve exatamente o que queria... Mas não estava satisfeito.






    "Estou livre..."

    As palavras ainda ficam na cabeça. Mas o que é realmente ser livre? Presa à maldição não impede Annet de viver sua vida, fazer suas escolhas. Mas a maldição a mantém viva. Seria liberdade para ela a morte? É um peso? Talvez pudesse passar para outro. Mas três sacrifícios seriam necessários. E três por um não era... equivalente.

    A noite estava mais escura que o comum. As sombras estavam mais acentuadas. Todo beco tinha seu par de olhos. Estando viva a tanto tempo se garante grandes inimigos, inclusive quando se luta ao lado da luz e da escuridão ao mesmo tempo. O Paladino fazia-se presente, mas suas atitudes eram - no máximo - um incomodo. Ele não entraria num confronto mortal sem justificativas e, até ele, deve entender que a missão de Hela tem certa justiça. Se ela tivesse feito parte do crescimento dos garotos, talvez a visão de mundo deles não fosse tão... binária.

    Talvez ela possa aparecer na próxima geração, como querida bisavó. Se der tempo. Tudo morre. Até a morte tem um fim.

    E onde a missão acaba? Com a morte dela? Com a morte de tudo "desequilibrado"? Até mesmo o vigilante como The Rider em Detroit não planeja continuar isto para sempre e treina parceiros para substituí-lo. Onde mais-

    - Boa noite, Cavaleira da Morte. - uma voz grossa, mas com tom cordial a chamou. O dono era um homem negro com bigodes brancos, vestindo um sobretudo negro e uma cartola - Que bela noite para encontrar uma dama tão bela quanto a senhora...

    Logo de presença, esse não é um homem comum. Ninguém veste uma cartola segunda-feira a noite.









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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por MINDGAME em Dom Abr 23, 2017 7:03 am

    Legendas: "Fala ou escrita", "Pensamentos", (Offs)

    Trilha:
    "Você se lembra... da criança a quem você pertencia?"
    Indago em um tom lúgubre e olho para a boneca que está me ajudando a calibrar os capacitores da máquina.
    Action Figure da Lady Paragon escreveu:Sim, eu lembro.
    "Me fale sobre ela."
    Action Figure da Lady Paragon escreveu:O nome dela é Jeny. Mora perto daqui. Eu era o brinquedo favorito dela.
    "Foi ela que te deixou no meu jardim?"
    Action Figure da Lady Paragon escreveu:Não. Foi um dos vizinhos dela.
    "Qual é a calibragem?"
    Action Figure da Lady Paragon escreveu:99.
    "E agora?"
    Action Figure da Lady Paragon escreveu:100.
    "Ok, passe pelo mecanismo a sua direita e conecte o fio laranja.
    ...
    Por que o vizinho da Jeny te deixou no meu jardim?"

    Action Figure da Lady Paragon escreveu:Ele gosta de implicar com ela. Me jogou no seu jardim porque ela tem medo da sua casa. Acha que é mal assombrada.
    "Conectou o fio laranja?"
    Action Figure da Lady Paragon escreveu:Sim.
    "Quantas luzes estão acesas acima da sua cabeça?"
    Action Figure da Lady Paragon escreveu:Sete.
    "Sete?"
    Action Figure da Lady Paragon escreveu:Sim.
    "Espera, ela está contado as luzes de teto?"
    "Quantas luzes verdes?"
    Action Figure da Lady Paragon escreveu:Cinco.
    "É... ela estava contado as luzes de teto..."
    "Ótimo! Então está pronto!
    ...
    Venha até aqui e contemple comigo a minha obra prima!"

    Dou dois passos para trás, vagarosamente, para observar a grandiosidade da minha obra com um sorriso orgulhoso.
    A máquina do tempo:
    "Perfeita em cada detalhe!"
    Action Figure da Lady Paragon escreveu:O que ela faz?
    "Além de consumir dois meses de trabalho duro e mais de um século de economias? Ela desafia o mais poderoso e destrutivo dentre as divindades: Cronos."
    Action Figure da Lady Paragon escreveu:O que quer dizer?
    "Quer dizer que quando eu puxar aquela alavanca, eu irei provar que dois grandes físicos da atualidade estão errados."
    Action Figure da Lady Paragon escreveu:Ainda não faz sentido.
    "Sabe o que não faz sentido? Eu explicar a máquina do tempo para um brinquedo! Por mais que você seja a coisa que mais se pareça com um humano com quem eu converso há meses..."
    Action Figure da Lady Paragon escreveu:Isso foi um elogio?
    "Não faço ideia.
    Olha, você foi útil e sou grato por isso, mas seu lugar não é aqui. Vá até a casa do vizinho da Jeny e peça para ele te devolver para ela. Este é o meu último pedido a você."

    Action Figure da Lady Paragon escreveu:Ok.
    "Espero que esse vizinho tenha assistido Brinquedo Assassino... deve acabar com o bullying."
    Volto a atenção para a máquina enquanto a boneca sobre as escadas do porão com dificuldade e acaba pressionando o botão em seu peito que reproduz o mote da heroína que ela representa.
    Mote escreveu:Com gande poderes vem grandes responsabilidades, mas em algum momento alguém morre, seja você herói ou vilão
    Trilha:
    "É realmente isso o que eu quero?"
    O tom lúgubre toma conta do meu semblante.
    "Fugir das minhas responsabilidades e de quem eu me tornei?
    Apagar a minha existência e todos os meus atos nos últimos séculos em troca de uma vida?
    Se eu puder voltar até o momento em que a alma dela se corrompeu e impedi-la... eu sei que podemos ser felizes.
    Eu posso dar a ela o que ela queria... conhecimento, poder, juventude eterna... sem ninguém precisar morrer para isso.
    Essa sempre foi a oferta... a alma dela pela minha.
    Mas não é mais só a minha alma que está em jogo.
    "Com grandes poderes..." brinquedo idiota..."

    Balanço a cabeça negativamente e olho ao redor, uma última vez.
    "Este presente será apenas mais uma memória. O futuro existirá sem mim. O passado é o meu lugar.
    O pacto jamais será feito. Todos aqueles que eu destruí retornarão e aqueles que eu protegi, sofrerão... o mundo sempre foi injusto, com ou sem a minha presença.
    "Em algum momento alguém morre, seja você herói ou vilão"...
    É, Lady Paragon... você está certa.
    Se eu não for o herói e nem o vilão, ninguém precisa morrer."

    Entro na máquina e a ajusto para as coordenadas no espaço e tempo, antes de Evelyn iniciar seus estudos arcanos, em Westminster. Coloco a mão sobre a grande alavanca e faço mais uma pausa.
    "Sinto muito Alice... eu tentei... mas a sua raça não foi perdoada."
    Puxo a alavanca e assisto o primeiro ciclo da máquina.
    "Muito bem, primeiro estágio, revertendo a acumulação de desordem e anulando a entropia. Adeus, segunda lei da termodinâmica!"
    O primeiro ciclo se completa e eu fico pálido ao observar o painel de controle.
    "Não!"
    "Isso... isso significa que... não são fenômenos quânticos... que tornam o tempo irreversível! A dimensão do tempo está sendo criada no presente!"
    "Não, não, não, não, não, não!"
    Olho desesperado para o painel e busco uma forma de parar a máquina.
    "Para voltar no tempo, ela vai destruir quatro séculos! Bilhões de inocentes! Eu não posso! Deveria ser apenas eu! Não isso!"
    Aterrorizado, conjuro rapidamente uma mandala e engancho suas cordas em todas as partes vitais da máquina. Ao puxá-las, os circuitos entram em pane e eu sou eletrocutado por arcos voltaicos. O motor da máquina explode, me jogando contra uma das paredes do porão e depois implode.
    Chamas se alastram pelo porão e eu fico preso entre as ferragens.
    "Me... solta."
    Metal retorcido escreveu:Não!
    As ferragens me prensam com mais firmeza e a fumaça torna cada vez mais difícil respirar.
    "Ahg! EXTINTORES! POR... coff... FAVOR! coff... APAGUEM AS CHAMAS!"
    Ouço o som de um extintor ligar entre as chamas, mas estou sufocando e não enxergo nada em meio a fumaça, então forço o metal retorcido até finalmente me libertar. Já sem ar e perdendo os sentidos pela intoxicação, me arrasto até as escadas e engatinho pelos degraus.
    "Ajuda!
    ...
    Me ajudem!"

    Ouço o som de móveis se movendo antes de cair inconsciente.
    Trilha:
    Humanos em uma multidão...
    "Destinados a vagar como parasitas... até o dia do acerto de contas."
    O que é uma multidão para um rei?
    "Desconhecidos que confortam sua vaidade com fé."
    O que é um rei para um deus?
    "Um senhor das moscas."
    O que é um deus para um não-crente?
    "A antiga serpente... enganando as massas em reverência."
    Desperto de um pesadelo e reflito sobre seu significado no espelho.
    "Já fazia muito tempo que eu não tinha um pesadelo."
    Evelyn Ward escreveu:Por que está demorando tanto querido?
    Eu se quer lembrava de seu rosto, e lá estava ela. O quarto exalava seu perfume suave e me permiti admirar sua beleza enquanto tentava imaginar uma explicação para o inexplicável e, por fim, tentei mensurar o valor de minha alma, pois eu estava certo de que estava prestes a vendê-la novamente.
    Seu sorriso corroeu meu coração de felicidade e horror.
    Evelyn Ward escreveu:Achei que você ia me tirar do inferno querido...
    Minha visão embaça. Quero responder, mas meus pulmões apenas se esvaziaram em um gemido silencioso, angustiado, que exprimia a dor que dilacerava minha alma perante aquele anjo amaldiçoado.
    Percebo que é tarde de mais para mim.
    Evelyn Ward escreveu:Mas acho que o que você tem por dentro é mais importante que nosso amor!
    Queime monstro! Queimará com o resto deles!!
    Desperto de um pesadelo uma segunda vez e vejo-me deitado em minha cama. Acredito que os móveis tenham atendido o meu último pedido enquanto eu estava inconsciente.
    "A menos que seja um terceiro sonho..."
    Wrebbit...
    "É... definitivamente, terceiro sonho..."
    Wrebbit... Oi.
    Ergo uma das sobrancelhas olhando para o sapo e então me dirijo a garota.
    "Você também está ouvindo o Glenn falar ou eu bati a cabeça mais forte do que imaginei ontem?"
    "Falar com objetos é estranho, mas com animais?! Acho que não estou preparado para isso ainda..."
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por Lyvio em Dom Abr 23, 2017 11:05 am

    Hela observava Norn dar um fim aquele ser, um ser amaldiçoado como ela que talvez como ela também não tenha quisto este tipo de maldição, porém, ela chegou até ele, assim como chegou até ela.

    O corpo do homem começava a ser consumido pelas chamas invocadas por Norn e em meio a gritos de dor uma pequena frase ecoa pelo salão: "Estou Livre..." Hela ergue seus olhos cansados e a lembrança de seu novo nascimento ocupa sua mente. A dor e o sofrimento de quem foi amaldiçoado era pra todos ao que parece. Em ambos dos casos, a vida eterna parece em algum momento se tornar chata, um sofrimento eterno que aquele xamã e esse vampiro pareciam compartilhar da mesma dor.

    Talvez o vampiro agradeça por outro motivo, quem sabe ele não estava cansado de praticar atrocidades por que a maldição o obrigava? Ela não sabia, afinal não ouve interrogatório, sequer ouve tempo de entender os motivos dele. A necromante então fita Norn e em sua mente ela tenta entender se eles agiram de modo justo ou não, afinal, o vampiro, a aberração como Norn classificava, não teve tempo de defesa, talvez nem quisesse e apenas agradeceu por ter tido um fim.

    Mas esse seria o único meio? Muitas indagações permeavam a mente de Hela enquanto o corpo queimava. mas, independente de tudo isso o surgimento desses seres torna-se uma séria ameaça ao equilíbrio das coisas e ela precisava ficar atenta a isso.

    "Para o além, criatura nefasta!", gritava o feiticeiro supremo, até que por fim o corpo do homem se tornou cinzas.

    Ele agradece a assistência de Hela e ela então toma a palavra:

    -Será que esse é o único meio? Teremos que ir sacrificando todos eles? Não me parece justo apesar de saber do que eles são capazes, porém, as vezes, monstruosidades como estas são necessárias. Não acho digno simplesmente extermina-los, Norn. De toda forma, pesquisarei outros meios.

    A diplomacia, para torna-los úteis e produtivos não está descartada. Um vampiro destes pode vir a ser um grande cientista e descobrir a cura para o câncer, mesmo que tenham que se alimentar de sangue humano para se manterem e mesmo sendo o câncer natural que saiu do controle da natureza devido a tecnologia aplicadas aos produtos atuais... Muito pode ser feito Norn, sacrifício por sacrifico é um risco para o cosmos.



    Após a despedida de Norn Hela fica um tempo observando as cinzas da figura e tentando unir os pontos como todo o relato acerca do enfermeiro, tudo muito súbito...

    A Lua brilhava e sua luz adentrava as janelas da estação, o que se ouvia era os sons de carros a distância e o vento frio que soava na noite. A heroína então a passos lentos e apoiada em sua bengala, sobre os degraus da estação e sai na avenida também abandonada, queria caminhar normalmente para sua mente trabalhar no acontecimento enquanto seguia seu caminho.

    Já passava das oito da noite e em meia hora iniciava sua aula até ás 22 e 30, ela caminhou um pouco até um local mais movimentado e chamou um Taxi. Apesar de poder se teleportar pelas sombras ela queria tempo, tempo para analisar o ocorrido.

    Ela continua pensando todo caminho até finalmente chegar na Universidade de Nova Iorque, iria mestrar uma aula de história moderna.

    Hela adentra a sala cerca de cinco minutos atrasada o que não era comum:

    -Desculpem-me pelo atraso...Abram seus livros na pagina 133, vamos iniciar a aula sobre História Moderna.

    Pois bem: A História Moderna é fruto de inovações que começaram a se desenvolver ainda durante a Idade Média.(...) A fase final deste período viu crescer o comércio através das feiras, das Cruzadas e dos Burgos. O renascimento do comércio fez nascer uma nova classe social: os burgueses. Estes seriam os homens que conduziriam as alterações sociais no novo período através do desenvolvimento do nascente capitalismo.
    O extraordinário desenvolvimento do comércio a partir do século XV desencadeou a substituição do modo de produção feudal pelo modo de produção capitalista.(...) Nos trilhos da História Moderna, pode destacar como características: as Grandes Navegações, o Renascimento, a Reforma e a Contra-Reforma e o Absolutismo.(...)



    A Aula continua e vez ou outra ela indagava um dos alunos sobre o que já foi explicado, dessa vez ela dirige suas palavras para Brandon Lumey:

    -Senhor Lumey, diga-me: A divisão tradicional que se faz da história em períodos é algo que deve ser relativizado. A base para todos os períodos são os fatos ocorridos em relação ao continente Europeu, o que não leva em consideração a existência de grandiosas e organizadas civilizações em outros lugares do mundo antes do contato com os Europeus. Desta forma, África e América, por exemplo, parecem ser continentes inabitados até a chegada dos europeus, o que não representa a verdade., portanto outros meios foram idealizados para destrincar melhor essas divisões, quais são estes meios?

    Valei meio ponto para a prova...

    Ela parava encarando jovem esperando sua resposta.

    -Se não sabe, desista...

    Assim que encerra a Aula, mal os alunos saíram todos e o reitor veio falar com Hela, agradecendo seus serviços e dispensando-a devido a um passado controverso. O mesmo discurso que todos os outros reitores optavam para dispensá-la, e tudo isso era exatamente as palavras que por várias vezes o paladino utilizava para se referir a ela e mais uma vez ele consegue tempo para prejudicá-la.

    A heróina já não ficava mais surpresa, sempre ele mesmo sem sua presença estava lá, seguindo ela como uma sombra e minando-a pouco a pouco, anos e anos isso se repetia incansavelmente. Sua paciência para com ele já estava no limite, porém ela sabia da importância dele e não podia agir pensando em si.

    Hela vira-se para o reitor apoia as duas mãos em sua bengala e ergue-se olhar para ele, ela era baixa, tinha cerca de 1,50 de altura, já foi maior quando jovem.

    -Tudo eu fiz no passado não importando se controverso ou não pra sua visão, foi necessário. Se eu não tivesse feito nada do que fiz você poderia nem estar aqui, agora, me demitindo. Uma coisa é certa, reitor. "O bater de asas de uma borboleta em um determinado lugar do mundo pode gerar uma movimentação de ar que, intensificada, desencadearia a alteração do comportamento de toda a atmosfera terrestre, para sempre."

    Ela caminha uns passos vira-se para ele e completa:

    -Essa frase não é minha é do Filme efeito Borboleta, deveria assistir, recomendo...

    Então retira-se lentamente, sai da faculdade e caminha um pouco pelas ruas como gostava de fazer, já passava dás 22 e 50 quando ao passar por um beco de muitos que pareciam observa-la ouve uma voz grossa e cordial.

    Ela vira-se e observa um homem negro com um grande bigode branco, vestindo um sobretudo e uma cartola em plena segunda feira, logo ela percebe que não era uma pessoa comum.

    -O que você quer? Um autógrafo? Indagava Hela propositadamente já sabendo que não era isso que ele desejava e continuou: Ou você é algum tipo de herói ou vilão com poderes que enxergam a beleza interior?

    Comentava ela pelo fato dele chamá-la de linda.

    Lannister
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por Lannister em Dom Abr 23, 2017 11:24 am


    ... a true heroine.


    Nova York-10 Anos Atrás


    Lady Paragon patrulhava a cidade como fazia todos os dias, sua superaudição funcionava como um radar pra descobrir onde as pessoas precisavam da sua ajuda, durante seu crescimento foi extremamente torturante descobrir seus poderes, a sua audição foi a que a fez sofrer mais, pois ela podia ouvir literalmente tudo. Mas já experiente era capaz de filtrar o que desejava ao ponto de saber exatamente a direção que o som vinha e foi isso que chamou a atenção dela, tiros vindos de algum lugar a mais ou menos 1.5 km de onde estava, porém não foi os tiros que a fizeram cruzar os seus tão rápido quanto um jato, foi uma voz e um choro, seu marido e seu filho precisavam de sua ajuda.

    Rapidamente o céu era cortado por uma linha negra e magenta, demorou apenas alguns segundos chegara ao local, deu uma volta rápida para analisar a situação e viu os terroristas no saguão principal, precisava detê-los para que os reféns pudessem sair, então rapidamente desceu dos céus penetrando a porta principal do edifício e deferindo um soco potente no chão fazendo tudo a sua volta ser jogado para cima com a onda de choque gerada, os que estavam longe da area de efeito começavam a atirar, os disparos não penetravam a pele da Lady Paragon que os neutralizava com seus raios de calor, tudo isso durou milésimos de segundos, então ouviu apitos sequenciais vindos de algum lugar do prédio, era uma bomba provavelmente previamente programada antes dela chega ao local, sabia onde ela estava, mas então ouviu as pessoas e entre elas o choro do seu filho, ela paralisou, não sabia o que fazer, se não chegasse a tempo todos morreriam, se salvasse seu marido e filho as outras pessoas morreriam, sua mente parou, Lady Paragon não sabia o que fazer e então o fogo surgiu e o Edf. Nortbreak veio a baixo.

    A heroína sentiu o concreto e o metal atingir seu corpo e a soterrar escombros, seu corpo permaneceu inerte por um tempo até voltar a realidade e ergue a enorme massa de concreto com senão fosse nada, se ergueu e não via nada, apenas poeira e fumaça, seguiu  a lamentação das pessoas que acompanhavam tudo, a heroína saiu do meio da fumaça, olhou para os olhares incrédulos das pessoas que se protegiam atrás dos carros, Lady Paragon virou-se e encarou apenas entulhos retorcidos e não se moveu...




    Nova York-Agora

    Dizem que um trauma muda você ptara sempre, muda seu corpo , mente e alma, porém, não ha nada que afete tanto a si mesmo quanto a culpa. Você a carrega pelo resto da sua vida e perdura após você ir embora, para uma pessoa é simplesmente um alívio quando o fim da vida chega e simplesmente os pesamentos desaparecem e o que resta é um amontoado de carne e ossos. Para alguém que vive eternamente a culpa se torna corrosiva.

    Andar pelas ruas de Nova York , mesmo 10 anos após o incidente, as pessoas ainda lembravam e faziam questão de lembrá-la também aumentando sua culpa ainda mais, muitas famílias foram desfeitas naquele dia, incluindo a sua e as pessoas não faziam ideia de quanto aquelas palavras machucavam.  “Vadia”,”Assassina”,”Você merece morrer”. Já não bastava pagar pelo que fez, a sentença era perpetua, a lei do povo essa nunca lhe deixava sair da sua prisão interna. Era um desafio, Elizabeth estava muito diferente do que já foi quando vestia o manto negro e magenta da Lady Paragon, mas ainda sim as pessoas a reconheciam, por isso preferia sair a noite quando ninguém reparava nela.

    Passou algumas horas no Central Park antes de retornar para sua casa no Brooklyn,olhava as mensagens de Patel,mas as ignorava como sempre. Seu lar era algo humilde, o pouco que podia pagar com o dinheiro que Patel mandava, mesmo ela recusando, Elizabeth sabia por que Patel estava tão prestativo, mas ela deixou claro que Lady Paragon morreu quando seu marido e seu filho morreram. Haviam pessoas que acreditavam que a culpa não foi dela, mas na mente de Elizabeth estava bem claro que ela tinha a maior parcela de culpa, era inconsequente, algo criado e moldado para ser um souvenir midiático, ela não sabia nada além de ser a Lady Paragon e depois de deixar seu posto não sabia fazer mais nada na vida tendo que sobreviver com a ajuda dos outros.

    Elizabeth parou em frente ao freezer dos sorvetes, eram tantas opções que ela não sabia qual levar, respirou fundo e continuou parada ali por alguns minutos até ser interrompida por um homem ruivo e gordo.-Você vai levar alguma coisa dona, por que eu já tou fechando a loja.-Elizabeth apenas o ignorou e abriu a porta do freezer pegando um pote de sorvete de chocolate com avelã, nunca havia provado esse sabor, e então sua audição revelou uma discussão do outro lado da rua, a voz era familiar então olhou seria ao ouvir aquelas palavras nojentas. Era Speedball, mais um vendido que se achava dono de todos apenas por ter poderes e ser famoso, Elizabeth respirou fundo e pegou mais três sabores diferentes levando até o balcão e pagando com um punhado de notas amassadas. Deixou o lugar com a sacola com os sorvetes na mão esquerda e sua bolsa pendurada no ombro direito, permaneceu parada olhando na direção dos jovens encurralando a garota claramente incomodada.

    -Não se meta Elizabeth-Sussurrou pra si mesma - Apenas anda, vá para casa.-Suas pernas obedeceram e ela seguiu seu caminho pela calçada e a discussão continuava e ela repetia para si mesma- Não é da sua conta, não é da sua conta.-Mas ao ouvir a última frase olhar por cima do ombro a garota sendo agarrada a força Elizabeth xingou a si mesma e atravessou a rua caminhando em direção ao grupo e parando a uma distância razoável deles.-Todos sabem quem é você Speedball, mas parece que você esqueceu quem é.-Elizabeth olhou para a garota e encarou seria todos os jovens que estavam ali, parando novamente em Speedball - Ultraman sabe que você está aqui e o que anda fazendo? Isso não é bom para a imagem dos Sete, o seu trabalho é ajudar as pessoas e você sabe que os jornais sempre buscam uma razão para destruir os supers, então por que não deixa a garota em paz e vai pra casa? -. Elizabeth olha pra os outros -Todos vocês, vão para casa e pensem que no lugar dessa garota poderia ser uma parente de vocês.





    Persuasion + 6(+8 Atractive)
    Lannister efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
    16
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por Rolador de Dados em Dom Abr 23, 2017 11:24 am

    O membro 'Lannister' realizou a seguinte ação: Lançar dados


    'd20' :

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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por Lyvio em Dom Abr 23, 2017 11:31 am

    Complemento:

    Hela e Norn:



    ------------------------------------------------------

    Aula de História:



    -----------------------------------------------------

    Hela e Homem de Cartola

    GodsCorpse
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por GodsCorpse em Dom Abr 23, 2017 7:01 pm






    Song:




    "O cair da noite é sempre mais calmo. Super-heróis trazem isso: segurança. Ele são símbolos. São inspiração. Mas depois do cair da noite, o que vem? Conflito.

    Mesmo com super-heróis, os conflitos ainda existem. Sempre existirão. É da natureza da Humanidade. Metahumanos são parte da Humanidade. Metahumanos entram em conflito. Metahumanos aumentam a escala do conflito. E é isso que vai chover na nossa cabeça logo logo... Super-heróis só trazem 'super-brigas'. Imagina quando a Coreia do Norte apresentar sua primeira equipe de 'Super-Heróis' e entrar em guerra com os Estados Unidos? Estamos perdidos. Precisamos de controle. Precisamos que cada um de nós tenhamos a capacidade de lutar num conflito desses.

    Nosso governo deixa esses times por ai, como 'os Sete'. Sete? Sete são os Pecados Capitais! Deus não fez metahumanos, nós fizemos! E sabe o que mais? Nós cometemos erros!

    Como vai ser o próximo Onze de Setembro? Hein? Faça essa pergunta a si mesmo: quem nos protege dos protetores. Aqui é Jack Johnson, e eu trago a Verdade"


    Lee muda a estação - Faz sentido. - disse de boca cheia. Ela morde mais um pedaço do sanduíche natural, limpa a boca e põe os pés em cima do porta luvas.

    Detetive Melinda Lee & David Hart:






    - É para isso que a divisão de poderes existe: dar um sarrafo em safado que se acha poderoso. Não é Hart?

    Hart sentava no banco de trás, tentando aumentar seu score em Candy Crush. Ele era quase analfabeto para tecnologias modernas, mas isso não o impedia de tentar se "descolar" jogando os aplicativos de celular que sua neta usava.

    - To velho demais para essa merda... Ó mensagem: o mecha ta pronto no estacionamento do lado do apt. do Blockbuster. Se ele resistir, devemos descer e se juntar à equipe e-

    - Blablabla... Vou montar naquilo e montar naquele babaca.

    Johnson dirigia a caminho do endereço de Blockbuster, meio do Brooklyn. A missão da vez era prender o cara, mas o desgraçado tinha três metros de altura e capacidade de derrubar o prédio inteiro com sua pele de pedra. Pelo jeito era tudo de pedra, uma vez que é a segunda vez que mata uma garota de programa em meio de um programa. O consentimento e razão da morte continuam em dúvidas, dado o estado que os corpos eram deixados.


    O restante de conversas complementar. Lee é a briguenta boca-suja enquanto Hart é o calmo e educado. Bad Cop x Good Cop








    - Prontos? Johnson... Faça a frente. - com uma equipe de cinco, inclusive os dois detetives. Uma equipe de SWAT ficou no estacionamento ao lado, guardando o mecha.

    Era a hora do serviço: por metahumanos para serem presos.










    @Jim Jones

    Mecânica


    • Condições: Nenhuma;
    • Pontuação e Nível de Poder: 120 - 8.



    Cena


    • Localidade: Nova Iorque;
    • Data & Horário: Segunda-Feira 18/11/2017 - 20h.

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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por isaac-sky em Ter Abr 25, 2017 12:54 am

    Brendan não gostava muito de se ver na TV. Sentia-se feliz em poder conseguir dinheiro para ajudar sua mãe e até mesmo pagar sua faculdade, mas se constrangia em ver Apollo anunciando refrigerante.

    "Talvez eu devesse anunciar pra pasta de dente pra compensar..."

    Brendan já havia se acostumado com a pequena barreira que parecia acrílico na qual seu pai ficava atrás. O velho Doutor Erosão era considerado uma ameaça depois de tantos anos e ainda era obrigado a ficar atrás do material que ele não conseguia corroer até mesmo diante de seu filho.

    Ele sentia falta de abraçar seu pai desde que tinha cinco anos, mas Brendan tentava compensar da melhor maneira que podia.

    -Tão bobo esse Apollo, não acha filho? Quando você ainda havia de nascer, não promovíamos bebidas, promovíamos ideias... Me diga filho, você não está entrando nessas ideias, não é? Ouça de seu pai
    -Eu só vou ser um professor de história, pai. Esse lance de superheroi é pra criança - ria para seu pai. Sentia-se um pouco mal ao mentir, mas havia se convencido de que era pra protege-lo.

    "Ele suspeita tanto que talvez ele saiba, lá no fundo. Acho que você tem mais intuição que a mãe, pai"

    -Nós acreditávamos na justiça, no bem das pessoas. Pena que eu me tornei tolo, escolhi o caminho mais fácil... - a voz do Doutor começava a embargar. Isso era comum.
    -Pai...aquilo é o passado, se a gente não se concentrar no agora...
    -Desculpe filho, eu estou virando um velho chorão - o Doutor forçava um sorriso - E como está sua mãe? A lanchonete vai bem?

    Doutor Erosão proibiu a mulher de fazer mais visitas depois que Brendan nasceu. Era doloroso demais para ambos e ele queria que a mulher pudesse viver sua própria vida.
    As notícias que recebia dela e da lanchonete eram através de Brendan, quem ele nunca conseguiu convencer a não visita-lo.

    -Ela está bem e lanchonete também. Acredita que ela ganhou um prêmio de uma revista sobre hamburguers?
    -Hahahaha, ela sempre fez o melhor sanduiche do mundo. É uma questão de tempo até ficar famosa - o Doutor respirou fundo - Nunca deixe ela pensar o contrário, ok?

    Brendan sentiu o coração apertar. Ela claro como ele ainda amava sua mãe.

    - Acabou a visita Corrosão. - disse um dos guardas atrás.

    - Ah filho... Fale com meu advogado: estamos falando sobre uma condicional... ou algo do tipo. Sabe que não entendo bem. Eu te amo, garoto.

    -Ok pai, a gente vai te tirar daqui, eu prometo. Te amo - se despediu do pai.

    Seu pai vivia encarcerado entre os seres mais degenerados da sociedade. Brendan sabia disso, mas não se impressionava como alguns podiam ser mais perturbadores que o normal.
    "Seu lugar não é mais aqui, pai"

    Tentaria falar com o advogado assim que possível




    -Se as crianças não se comportarem os seus próximos hamburgueres serão feitos por mim! - Brendan apontava para os dois. Eram quase tios para ele, mas sabia que seus animos se exaltavam com muita facilidade.
    Mr Nibilis: Da última vez que voce fez um eu conseguia ouvir a vaca mugir
    Whiney: Ahrgh fedelho, e desde quando a Laura deixaria a gente passar por um castigo desses hahahaha
    -É o tratamento de quem fica fazendo gritaria no meio da lanchonete. Tá vendo a placa lá fora? Tá escrito "Piece of Liberty" não "Pedaço de barbudos discutindo no meio de famílias almoçando". Vão pedir mais alguma coisa?

    Estava acostumado a lidar com os dois, se seu emprego secreto exigia ser assertivo com elementos perigosos esse seu trabalho de atendente na lanchonete foi o estágio perfeito.
    Os dois ficaram calados e continuaram a comer.

    Laura parecia muito feliz aquele dia. Brendan trouxe a notícia de que havia a possibilidade de uma condicional para seu pai.
    Laura havia triplicado sua felicidade ao receber a notícia.

    Era hora de ir a aula. A faculdade ficava perto o suficiente de uma viagem rápida de ônibus.




    Suas aulas de história nunca eram um tédio, fascinado principalmente com tudo que envolvia mitologia e história grega até o momento Brendan não obteve dificuldades nas provas: um alívio pra quem vive duas vidas ao mesmo tempo.

    "Ok Philip...o que você fez?" pensou ao ler a mensagem.

    Um dia tão agradável se tornaria uma bagunça. Apollo sentia isso no ar ao encarar aquele homem no escritório do empresário.

    [b]-Quem é você? O que você quer comigo? E como conseguiu isso?
    - sentia-se nervoso, era cuidadoso onde colocava e tirava o traje.

    Aquilo era a pior situação possível. Seria aquele o filho do Starwave? É uma vingança?
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por isaac-sky em Ter Abr 25, 2017 12:09 pm

    OFF: eu esqueci de responder a professora no post anterior xD

    Lyvio escreveu:

    -Desculpem-me pelo atraso...Abram seus livros na pagina 133, vamos iniciar a aula sobre História Moderna.

    Pois bem:  A História Moderna é fruto de inovações que começaram a se desenvolver ainda durante a Idade Média.(...) A fase final deste período viu crescer o comércio através das feiras, das Cruzadas e dos Burgos. O renascimento do comércio fez nascer uma nova classe social: os burgueses. Estes seriam os homens que conduziriam as alterações sociais no novo período através do desenvolvimento do nascente capitalismo.
    O extraordinário desenvolvimento do comércio a partir do século XV desencadeou a substituição do modo de produção feudal pelo modo de produção capitalista.(...) Nos trilhos da História Moderna, pode destacar como características: as Grandes Navegações, o Renascimento, a Reforma e a Contra-Reforma e o Absolutismo.(...)



    A Aula continua e vez ou outra ela indagava um dos alunos sobre o que já foi explicado, dessa vez ela dirige suas palavras para Brandon Lumey:

    -Senhor Lumey, diga-me: A divisão tradicional que se faz da história em períodos é algo que deve ser relativizado. A base para todos os períodos são os fatos ocorridos em relação ao continente Europeu, o que não leva em consideração a existência de grandiosas e organizadas civilizações em outros lugares do mundo antes do contato com os Europeus. Desta forma, África e América, por exemplo, parecem ser continentes inabitados até a chegada dos europeus, o que não representa a verdade., portanto outros meios foram idealizados para destrincar melhor essas divisões, quais são estes meios?

    Valei meio ponto para a prova...

    Ela parava encarando jovem esperando sua resposta.

    -Se não sabe, desista...


    Brendan gostava da professora, era do tipo que não deixava as coisas fáceis e agora tinha a oportunidade de destrinchar sobre um dos seus assuntos favoritos: mesmo que não ganhasse o tal meio ponto.

    -A arqueologia pode ser uma das formas de determinarmos os fatos históricos antigos. Mas eu acredito que uma forma de entender eventos e fatos antes da escrita ou do contato com a Europa é através da mitologia - seus olhos brilhavam de animação.
    -Quando relacionamos os mitos, os relatos de criação do mundo de diversas culturas e como elas se relacionavam, como eles explicavam seus fenomenos e eventos importantes...através de seus deuses podemos entender o que eles pensavam, o que faziam e porque.

    A fama dela precedia sua atitude de professora severa. Brendan sabia disso, e sabia todas as histórias de como ela mesmo interagiu com quem poderiam ser os deuses do passado.
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por Jim Jones em Ter Abr 25, 2017 2:39 pm

    Eu ouvia o rádio no carro de patrulha, algumrsdialistazinho sensacionalista estava fazendo observo serviço, entretendo o público e os assustando ao mesmo tempo. pelo o que eu me lembro nunca vi uma era com tantas pessoas " extraordinárias ", esquisitões melhor dizendo, a maioria deles está tão perdido quanto à sua raça, a diferença é que sofrem um complexo messiânico ou algo do tipo. He, Coreia do Norte, aquele fim de mundo nunca conseguiria ser um perigo real, a China e a Índia que deviam preocupar essas pessoas, e se na próxima geração o índice de superpoderes subir em 0.01%? Eles sim vão ter um exercito super-homens.


    "Faz sentido" a lee diz, eu penso em falar minha teoria, mas acho melhor não, os humanos são um povo  emotivo, às vezes deixá-los com suas visões de mundo os conforte mais.- Se você diz.

    Lee, ela é uma boa garota, um pouco dura demais às vezes, mas fazia bem seu trabalho, e até que era esperta de hora ou outra. O parceiro dela  Hart, "velho de guerra",  não era dos mais brilhantes e não conseguia se modernizar, mas a experiência dele acaba suplantado seus defeitos, na maioria das vezes. De certa forma eles se complementam.

    Eu dirijo agressivamente para o apt do blockbuster, enquanto reclamo do puto para Lee e Hart, a sirene gritava enquanto os carros abriam passagem, os pneus cantavam a cada curva uns três ou quatro quebra molas me pegam de surpresa. Eu já to de saco cheio desses putos aparecendo  no fim do meu expediente, quero terminar logo isso, ir pra casa e beber até cair. São mais ou menos assim meus dias, insuportável servitude a um povo inferior. Malditas leis. Maldito trânsito. Maldito homem de pedra.
    - Esses putos sempre aparecem no fim no expediente.
    - Ouvi dizer que o capitão ia pedir pra você fazer cerão hoje Lloyd.- disse hart
    - Ótimo.- a noite ficava cada vez melhor.
    - Pelo visto vai ser uma longa noite em.- Lee estava certa, ia ser a porra de uma longa noite, um longa noite de merda.

    Chegando lá eu encontro o time da Swat, pego uma das granadas de gás lacrimogêneo deles e ponho no bolso interno do sobretudo e aproveito para tirar a arma do coldre. Segurava-a em minha mão era uma Magnum.44 no estilo do Clint, chequei as balas e tava completamente carregada."  Prontos? Johnson... Faça a frente. ", como disse. Cada. Vez. Melhor.

    Bato na porta do apartamento com a mão esquerda, à direita segurava arma, pronto para atirar. Toc toc toc.
    - Abre aí pedregulho! Recebemos uma denúncia. Precisamos que venha conosco pra delegacia. Você sabe o que aconteceu da última vez, não nos faça repetir. me posicionava próximo à porta mas não diretamente atrás dela. Se ele não abro-se eu mesmo teria que abrir, à força.

    Intimadação para fazer ele seguir sem lutar pra o departamento +3
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por GodsCorpse em Qui Abr 27, 2017 6:35 pm


    No centro do laboratório, amarrado na mesa, o homem se debatia para tentar se soltar das amarras nos braços e pernas. Sua boca estava com uma focinheira metálica. Ele só conseguia rosnar de raiva. Aos poucos, sua pele ia ficando roxa e as veias negras, e sua reação à transformação era ainda mais agressiva, batendo a cabeça contra a mesa e sangue escorrendo dos pulsos.

    Finalmente, ele para e o equipamento sinaliza que seu coração parou de bater. Segundos depois, o corpo dele dá um salto. Ele está consciente de novo, vivo, e agora consegue arrancar as amarras com facilidade. Seus olhos estavam puro vermelho, sem pupila, sem esclera, apenas vermelho.

    - RESPOSTA AGRADÁVEL AO PROCEDIMENTO. PONTO DE EXCLAMAÇÃO. OUTRO PACIENTE DE SUCESSO. PONTO FINAL. - a voz robótica anunciou, assistindo o evento através de um vidro em outra sala, mais escura. Das sombras, ao seu lado, três pares de olhos observam ao lado do locutor.

    - Estou impressionado doutor, de verdade.

    - NÃO PODERIA TER SIDO FEITO SEM SEU AUXÍLIO. PONTO. AGORA, VÍRGULA, PODEMOS PROCEDER COM SUA MÁQUINA. PONTO FINAL.

    O homem arrebentava instrumentos e maquinarias do laboratório em uma fúria bestial. Em um clique de botão, sprays de nitrogênio tomam a sala e o paciente é congelado em pé.

    Seus dentes eram presas.

    - Sim. E logo, a era heroica terá seu fim.




    @isaac-sky:





    - Quem é você? O que você quer comigo? E como conseguiu isso?

    Christensen:



    Não é essa a pergunta do dia?

    - Na real, foi por acaso. Eu estava atrás do seu pai e comecei a ficar curioso como era a vida do filho de um assassino. - era nítido pelo seus comentários que havia um rancor gigante dentro do rapaz - E ai comecei a seguir você e sua mãe... Depois achei seu amigo e comecei a ligar alguns pontos. Foi só achar o momento entre o "Brendan" sair e o "Apollo" entrar.

    Ele anda um pouco pela sala e puxa uma cadeira para se sentar.

    - E o que você quer afinal? Dinheiro? Expor Apollo? Hã? É vingança isso? - Walker estava frustrado. Falava jogando os braços no ar.

    Chris encarava com a mesma expressão de meio-sorriso debochado que manteve no rosto desde que entrou.

    - Quer saber, não tenho certeza. Eu sei que não posso ter meu pai de volta então... - ele se levantou - To pensando o que fazer com essa informação eu mesmo. Meu pai cuidava de todos os custos, de toda a nossa vida. Então, no mínimo, podia começar com uma compensação.

    "Filho. Alguma coisa aconteceu com o Whiney. Se puder voltar mais cedo para me ajudar a procurar ele." - Brendan recebia por mensagem de telefone. Chris tomava atenção.

    - Algum problema? Não é preocupante o bastante a sua identidade?









    @isaac-sky

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    • Localidade: Nova Iorque - Queens - Edifício Comercial Window, 4º andar;
    • Data & Horário: Segunda-Feira 18/11/2017 - 23h50.



    @Jim Jones:





    - Olha vocês garotos: se xingarem algo mais uma vez, vou pegar um potinho. Cada vez que falarem um palavrão, vão por "cincozinho" dentro dele. - Hart estava falando sério, mesmo no tom divertido.

    Equipamento escreveu:
    Granada de Gás Lacrimogênio: Ranged Cloud Area Affliction 4 (Resisted & Overcomed by Fortitude; 1st - Dazed and Visually Impaired, 2nd - Stunned and Visually Disabled, 3rd - Incapacitated);
    Magnum .44: Ranged Damage 4.

    - Vai se foder! - Johnson ouve de dentro do apartamento.

    - Sabia que o filho da mãe ia dar um-.

    - Cinco pratas Lee. - Hart cortou e sua parceira bufou.

    Johnson abriu a porta à força em um encontrão contra a barreira. A madeira que compunha as portas daquele edifício não eram lá das melhores, mas deu para sentir o tranco, sentir ser um policial. Já fazem alguns anos que Jharg'Ummad havia entrado para a polícia quando, por acaso, o Detetive Norman Ordeback o liberou de sua prisão em uma investigação policial. Agora ele seguia os mesmos passos e ensinamentos que recebeu de outros policiais para poder se mesclar e atuar dentro da polícia. Era quase natural à esta altura. Podia sentir a adrenalina, a satisfação, que vinha do conflito contra outros seres humanos. E para a polícia, enfrentar supers era uma tarefa tanto assustadora quanto excitante. O underdog versus o Monstro.

    Pouco sabiam que era mais para Monstro versus Monstro esta noite. E nem devem saber.

    Spoiler:



    Norman e Yusef respectivamente

    O seu segredo e as responsabilidades foram divididas entre Norman e o comissário da polícia Yunsef Campbell. Os dois são os únicos que sabem a natureza alienígena


    Blockbuster estava sentado no sofá bebendo cerveja e, levantando, falou: Porra, fodeu minha porta babaca.

    A madeira chiava quando ele andava por cima e ele foi até a porta. Estava bem claro pela sua postura - meio curvada para não bater no teto - que ele não iria a lugar algum.

    - Cai fora antes que se machuque com essa arminha ai.

    Blockbuster:










    @Jim Jones

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    Teste Disputado de Intimidation: 19 vs 22 = Sem sucesso.


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    • Localidade: Nova Iorque - Brooklyn - Edifício Pérola, 6º Andar;
    • Data & Horário:  Segunda-Feira 18/11/2017 - 23h58.



    @Lannister:





    Speedball se vira para Lady Paragon enquanto a sua equipe largava a menina. Ainda irritada, ela dava uma cotovelada no estômago de um deles antes de se afastar na direção de Elizabeth.

    O "herói" olha confuso por um momento antes de abrir um sorriso debochado - Olha ali garotos: a titia Arrasa Quarteirão! "Ultraman sabe qu-" Mas que... - ele olha para os lados: a confusão foi suficiente para trazer outras pessoas para olharem. Era nítido que ele media as opções ali junto com as palavras da heroína. No fim, seu rosto confuso de raiva e vergonha falava muito mais que quaisquer palavras.

    Em um momento tão rápido que o vento empurra os cabelos de Elizabeth, Speedball passa por ela e aperta as nádegas da heroína antes de voltar para onde estava - Fica de olho nas tuas costas, "Paragon". Vamos garotos... A filha da puta quebrou meu nariz... puta que me-

    Speedball:


    Speedball tem sua identidade pública conhecida como Roger Baldwin. Sua vida de "super-herói" subiu a cabeça em pouco tempo de atuação, especialmente quando entrou no grupo Sete. É um babaca total: inconsequente e pervertido e aproveitava da sua fama/status para escapar das consequências.

    - Obrigado... eu acho. - ela fica encarando Elizabeth por um momento e os olhos dela arregalam como se tivesse uma epifania - Bem que eles disseram.. Você é a Lady Paragon, a do acidente!

    Ela abraça a heroína... Agora, é preocupante se é correlativo a felicidade dela com o acidente, ou apenas com a heroína.

    Garota:









    @LANNISTER
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    Sucesso no teste.


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    • Data & Horário: Segunda-Feira 18/11/2017 - 21h.



    @Lyvio:





    -Será que esse é o único meio? Teremos que ir sacrificando todos eles? Não me parece justo apesar de saber do que eles são capazes, porém, as vezes, monstruosidades como estas são necessárias. Não acho digno simplesmente extermina-los, Norn. De toda forma, pesquisarei outros meios.

    A diplomacia, para torna-los úteis e produtivos não está descartada. Um vampiro destes pode vir a ser um grande cientista e descobrir a cura para o câncer, mesmo que tenham que se alimentar de sangue humano para se manterem e mesmo sendo o câncer natural que saiu do controle da natureza devido a tecnologia aplicadas aos produtos atuais... Muito pode ser feito Norn, sacrifício por sacrifico é um risco para o cosmos.

    - O que diz é verdade, cara Hela. Interessante ponto que você traz à presença das criaturas ao destino. Ainda é da minha missão purificar tais anomalias: maldições sinistras cuja única finalidade é a criação de uma criatura parasita devem ser erradicadas. - ele se vira para as cinzas e estende a mão para elas - Infelizmente, neste caso, o parasita apenas visava se entregar ao vício e espalhar a maldição como um vírus.
    Não penso como sacrifício. Penso como misericórdia. Ninguém deveria viver amaldiçoado.





    -Tudo eu fiz no passado não importando se controverso ou não pra sua visão, foi necessário. Se eu não tivesse feito nada do que fiz você poderia nem estar aqui, agora, me demitindo. Uma coisa é certa, reitor. "O bater de asas de uma borboleta em um determinado lugar do mundo pode gerar uma movimentação de ar que, intensificada, desencadearia a alteração do comportamento de toda a atmosfera terrestre, para sempre."

    Ela caminha uns passos vira-se para ele e completa:

    -Essa frase não é minha é do Filme efeito Borboleta, deveria assistir, recomendo...

    O reitor não sabia onde enfiar a cara. As palavras de Hela deixavam-no com vergonha, mas não respondeu ao que ela dizia. Semana que vem apresentariam uma nova professora, mas, por hora, aquilo era um certo "golpe" até para a faculdade.




    -O que você quer? Um autógrafo? Indagava Hela propositadamente já sabendo que não era isso que ele desejava e continuou: Ou você é algum tipo de herói ou vilão com poderes que enxergam a beleza interior?

    - Hahah... Nem herói nem vilão, apenas buscando manter meu lugar no mundo, senhorita. Permita que me apresente: sou Zacarias Comstock. Aceito o autógrafo, vim de muito longe para conhecê-lá.

    Zacarias Comstock:


    Mesmo não-malicioso, o tal "Comstock" emanava um certo tipo de energia que arrepiava os cabelos nos braços de Hela. Ele era um homem incomum e charmoso, oposto em postura e energias ao Paladino que uma vez foi seu amante.

    - Se me permite, gostaria de caminhar com a senhorita até sua residência. Gostaria de falar mais sobre mim e ouvir sobre você.










    @Lyvio

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    • Data & Horário: Segunda-Feira 18/11/2017 - 23h01min.


    @MINDGAME:






    O sapo virou para trás para a garota andrógena. Sem tirar os olhos do violão, ela responde:

    - Chrono Trigger... Você nunca saberia.

    Tomando um tempo para poder olhar o lugar onde se encontrava e reconhecia que não era seu quarto. O móvel inteiro parece ter sido tirado de 1850.
    Se virando rapidamente de volta para Alexander e arrumando a gola do terno de maneira apressada, o sapo se recompõe para falar novamente:

    - Quer um pouco? Você deve estar tonto. Fez barulho. Bastante barulho.

    A situação parece ser menção à máquina do tempo - Desmaiado por muito tempo. Achamos que mo-

    - Para de enrolar. - o sapo quase engoliu o que estava mascando no susto com a voz da menina.

    - Precisamos ajuda. Precisamos wrebbit... de "expertise".

    A garota a música para uma acústica de "Killing Strangers" de Marilyn Manson.

    - "We're killin' strangers, so we don't kill the ones that we love"... A gente, eu e o sapão aqui... Queremos expor um super da liga dos Sete... - o tempo inteiro ela mantinha o olho no violão e os dedos não erravam uma casa.

    - Celina.. Íamos-

    - Para alguém com uma língua cumprida, 'cê demora demais mano... - agora abria um sorriso e virou para Alexander - Seu estouro com a máquina lá chamou gente... gente que não gostou da ideia. Nós tiramos 'cê dali antes que te pegassem. Sapinho espera que nos ajude.

    Ela termina o acústico e troca de volta para Sweet Child of Mine.








    @MINDGAME
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    +1 PH.


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    Cena


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    • Data & Horário: Segunda-Feira 18/11/2017 - 6h54.


    Lannister
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por Lannister em Qui Abr 27, 2017 7:11 pm


    ... a true heroine?



    Elizabeth encarava o protótipo de herói e sua cara de deboche, porém a heroína se mantinha inabalável apenas mantendo sua pose séria. Estava acostumada com as piadas e bullying por isso aquilo tudo não mexia com ela, precisava mais do que aquilo para tirá-la do sério, mas certamente se não houvesse ninguém ali Speedball estaria sendo lançado do outro lado da cidade com um dos seus socos potentes. Ao sentir algo tocá-la apenas respirou fundo e manteve-se calada, não precisava arrumar outra confusão e era mais provável que as pessoas ficassem do lado do babaca do que da assassina, ao ve-lo se afastar girou o corpo para ir em direção a sua casa, mas polo foi interrompida pela garota.

    Elizabeth franziu o cenho, não sabia como lidar com aquela situação, “Já estava salva, apenas vá pra casa garota”, queria falar aquilo, mas não podia , então apenas ficou ali parado encarando a garota enquanto ela a encarava e um “Então” surgiu na sua mente  e quase com se a garota pudesse ouvir seus pensamentos- e talvez ela realmente fosse capaz-o nome Lady Paragon surgiu da boca da garota, Elizabeth entreabriu os lábios para respondê-la, mas foi pega de surpresa por um abraço. Ela não retribuiu, um pois estava segurando uma sacola e sua bolsa e outro pois não, não merecia esse gesto fraterno, ela era uma assassina.

    Afastou a menina com os dedos, e a encarou seria. -Primeiro, não me chame assim, meu nome é Elizabeth, segundo eu matei aquelas pessoas não há glória nisso, não foi um acidente.-Elizabeth pegou um dos postes de sorvete que carregada e colocou no peito da garota com pouca delicadeza. -Vá para casa.-.E virou as costas caminhando alguns passos antes de levantar vôo e seguir para seu apartamento no Brooklyn.




    Lyvio
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por Lyvio em Qui Abr 27, 2017 11:54 pm

    A conversa com Norn refletiu a diferença de pensamento quando ao vampiro por parte de ambos. A função dele era aquela, exterminar esses seres que para ele servem apenas para serem sacrificados porque simplesmente são um potencial disseminador de pragas. E ele estava certo em parte, mas, o modo como tudo aconteceu deixou claro que Norn não tinha muito interesse em saber as motivações das "anomalias" como ele as definia, sua função era simplesmente elimina-los e nada mais.

    Hela por outro lado podia até concordar que alguns realmente não mereciam outro destino, mas sabia também que alguns mereciam viver, sabia que o mal que os afligiu poderia ser contornado de alguma forma para o bem. No fim, Norn foi embora e eles mal puderam discutir sobre seus pontos de vista, pior não disse exatamente como encontra-lo caso necessário.
    -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    A aula já estava perto do fim quando Hela indagou o jovem Brendan, ela percebe a alegria do jovem em discorrer sobre o assunto o que a agradava, afinal, como professora, ela sentia-se motivada quando enxergava o brilho nos olhos de seus alunos. Tudo que ele falou estava correto, porém não condizia com o que lhe foi indagado, apenas seu início.

    -De fato, a arqueologia é um dos meios de determinar fatos históricos, porém a arqueologia é um meio prático. Acontecimentos que marcaram a humanidade são os meios teóricos, que são os meios escolhidos para definir essas divisões. A resposta foi dada durante a aula.

    Vou repetir para aqueles que também não prestaram atenção: Grandes Navegações, o Renascimento, a Reforma e a Contra-Reforma e o Absolutismo são alguns desses meios. Existem muitos outros fatos que marcaram a evolução da sociedade, e vocês como estudantes de história tem obrigação de saber. ( Tom Alto)


    -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    - Hahah... Nem herói nem vilão, apenas buscando manter meu lugar no mundo, senhorita. Permita que me apresente: sou Zacarias Comstock. Aceito o autógrafo, vim de muito longe para conhecê-la.

    - Se me permite, gostaria de caminhar com a senhorita até sua residência. Gostaria de falar mais sobre mim e ouvir sobre você.


    Hela observa o homem se apresentar e o encara friamente olhando em seus olhos, então depois de alguns segundos o observando ela toma a palavra, em sua mente muita coisa borbulhava sobre o homem, várias possibilidades, os anos de experiência a ensinou muito sobre as pessoas e já que ele pretendia falar sobre ele ela estende seu braço e eles caminham até a casa de Hela, por hoje ela preferiu ir a pé com a nova companhia.

    -Eu acho que sobre mim você deve saber muitas coisas, afinal, sou mundialmente conhecida. Então acho justo que o senhor comece falando sobre sí. A vida me ensinou muito sobre pessoas, senhor Comstock. Ninguém vem a mim se não tiver qualquer tipo de interesse, principalmente os que desconheço, além disso, só em vê-lo percebi que não era um homem comum, o que deixou ainda mais claro quando ofereci meu braço a você. Diga-me, de onde o senhor vem? E porque veio até mim?

    Hela não estava muito paciente, tinha acabado de ser dispensada da Universidade por culpa mais uma vez do Paladino Divino de Deus.

    -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    Insight para perceber a intenção do homem:+8
    Lyvio efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
    3

    Intelecto para saber se sabe alo sobre ele: +10
    Lyvio efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
    2

    Não sei se é isso.
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por isaac-sky em Sex Abr 28, 2017 6:55 pm

    Brendan cerrou os punhos por um instante.

    "Então é isso? Mais alguém quer prejudicar a família por algo que aconteceu a muito tempo"

    -Philip, pode nos deixar a sós por um instante? - pediu ao amigo. Apollo segredava quase tudo ao melhor amigo e empresário, mas quando envolvia seu pai era um dos poucos assuntos que Philip sabia que não compartilharia se pudesse.

    Após Philip sair Brendan vai até o frigorífico na sala e pega duas coca-cola morango: Apollo já havia enjoado completamente do sabor extremamente adocidado da bebida.
    Mas graças aos comerciais tinha centenas dessas latas.

    Entrega a latinha ao filho do Starwave.

    -É isso então? - respirou fundo abriu a latinha - Se eu pudesse eu teria ido te conhecer eu mesmo. O conflito dos nossos pais afeta nossas vidas até hoje
    Deu um gole na bebida.
    -Você não teve o seu pai, e eu nunca tive a chance de vê-lo por mais de uma hora atrás de um vidro enquanto ele está na cadeia. Já fazem 14 anos, filho-de-Starwave. Já não acha que é hora de deixar os erros dos nossos pais no passado?

    Sabia que irritaria ele falando aquilo.

    -Acho que ninguém te contou que Doutor Erosão e Starwave eram melhores amigos, certo? Antes de nascermos eles lutaram juntos, eram como irmãos...meu pai chora toda vez que me conta dessa época - mas Apollo sabia que ninguém nunca veria essa faceta do pai.

    -Se você quer dinheiro, lhe confesso que só agora eu pude conquistar algo com...garrafas de um sabor de refrigerante que eu não gosto - sorriu por um instante e retomou o semblante sério - Mas eu posso assinar um cheque e vamos os dois para casa satisfeitos. Nunca me deixaram saber da família do Starwave, eu mesmo gostaria de ajuda-los se estiverem passando por tempos difíceis

    Ele não parecia pobre.

    -Mas se o seu objetivo é se vingar do meu pai, da minha família, sinto que nisso eu não posso ajudar. Mesmo que queira me expor, destruir minha identidade secreta e a imagem de Apollo e todos descobrirem que eu sou o filho de um vilão condenado, destruindo toda a imagem que construi de um superheroi que quer trazer esperança...me bastaria apenas fazer como sempre fiz, me levantar e seguir em frente. Construir isso de novo. Mas e o que restaria a você, filho-de-starwave? - deixou as palavras tomarem seu impacto.

    -Se você é como eu, nascido com habilidades que superam as das pessoas comuns, poderíamos fazer muito mais que repetirmos os erros dos nossos pais. Poderiamos trabalhar juntos, não contra. Sabe...eu não comecei isso aqui pela grana, ela ajuda com certeza, mas eu faço isso porque eu acredito no heroísmo...

    Persuação 4
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    13

    "O que será que aconteceu, mãe? Se você me mandou uma mensagem deve ser sério...

    -Eu acabo de receber uma mensagem de que eu sou preciso pra salvar alguém. Quero discutir isso melhor com você. Conhece o "Peace of Liberty" em Manhattan?
    MINDGAME
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por MINDGAME em Sab Abr 29, 2017 6:02 am

    Legendas: "Fala ou escrita", "Pensamentos", (Offs)

    "Eu sinto muito..."
    Imersão:
    Ainda não completamente desperto, olho ao meu redor e percebo que não estou em casa. A única coisa ali que prova que a máquina foi parada a tempo de causar danos ao tempo é a garota, com suas melodias e respostas ao sapo.
    "Sinto... pela atrocidade que eu quase cometi...
    Pela destruição que a minha vaidade sádica teria causado...
    Por puro egoismo..."
    Quer um pouco? Você deve estar tonto. Fez barulho. Bastante barulho.
    Permaneço em silêncio.
    "O ego é uma droga...
    E eu que me considerava tão inteligente...
    Genialidade não é virtude... é só uma condição da mente humana caracterizada por pensamentos considerados anormais pela sociedade.
    A ignorância é sã... eu sou apenas um louco.
    E eu falhei...
    A verdade é que, assim como todos, eu me fiz de santo enquanto o povoava paraíso de atrocidades...
    Usei essa mascara de virtuosidade por tanto tempo que esqueci de quem eu era por debaixo dela... mas o rosto por trás dessa máscara não sou eu."
    Desmaiado por muito tempo. Achamos que mo-
    Para de enrolar.
    "Por mais que eu tenha mudado o mundo com a minha jornada... foi para pior. E todos os meus atos de piedade só adoçaram o demônio.
    Que os céus me perdoem..."
    Precisamos ajuda. Precisamos wrebbit... de "expertise".
    "We're killin' strangers, so we don't kill the ones that we love"... A gente, eu e o sapão aqui... Queremos expor um super da liga dos Sete...
    Celina..
    Busco entre as minhas memórias e as de Seraf por informações relacionadas a "Liga dos Sete" e uma suposta membro chamada Celina.
    (WELL-INFORMED (Investigation+13, ou +18 se envolver informações que possam ser lembradas): para determinar o que o PJ sabe sobre a "Liga dos Sete", com foco em Celina) MINDGAME efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
    16
    "Minha integridade foi vendida por tão pouco... e ela era tudo o que eu poderia levar deste mundo.
    Não há ninguém para culpar além de mim mesmo."
    Íamos-
    - Para alguém com uma língua cumprida, 'cê demora demais mano...
    Seu estouro com a máquina lá chamou gente... gente que não gostou da ideia. Nós tiramos 'cê dali antes que te pegassem. Sapinho espera que nos ajude.
    "Foi uma ideia idiota... e eu investi toda a minha fortune nela...
    Ao menos eu percebi a tempo de evitar que a realidade fosse condenada."

    Ergo-me em silêncio, caminho até a janela e olho para fora tentando encontrar pontos de referência que ajudem a me localizar.
    (Expertise (Topografia) +13, ou +18 se houverem referências familiares) MINDGAME efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
    7
    "A quem eu quero enganar?! Eu sempre soube.
    Por mais que eu estivesse certo da resposta, eu nutria uma esperança vazia de estar errado... mas não é permitido aos mortais evitar as desgraças que o destino lhes reserva.
    Não há bondade que anestesie meu sofrimento... das atrocidades que eu cometi, amar foi a pior delas."

    "Quem está atrás de mim e o que exatamente vocês querem que eu faça?"
    Falo em um tom sério, sem tirar os olhos da janela.
    MINDGAME
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por MINDGAME em Dom Abr 30, 2017 11:05 am

    (Apenas acrescentando mais um teste de WELL-INFORMED (Investigation+13, ou +18 se envolver informações que possam ser lembradas): para determinar o que o PJ sabe sobre Celina e o sapo) MINDGAME efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
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    Re: Season 1 - What defines...

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      Data/hora atual: Qui Out 19, 2017 1:39 am