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Prólogo: Marsember

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Elminster Aumar
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Re: Prólogo: Marsember

Mensagem por Elminster Aumar em Qua Maio 14, 2014 8:43 pm

Os pensamentos internos de Roosevelt sobre como ele havia sido facilmente identificado pareceu ter transparecido em seu rosto, pois Caldon lhe disse:

- Surpreso? Poucas pessoas possuem o seu tamanho e as suas cicatrizes de batalha - disse o homem, fazendo a resposta soar tão simples quanto possível, embora houvesse mais por trás daquilo. O homem não deixou de reparar na fruta que Roosevelt estava lhe oferecendo, e ele aceitou, dando uma mordida e devolvendo a fruta ao pirata. - O medo e a desconfiança são grandes virtudes de um homem, mas neste quarto você não precisar estar receoso de qualquer coisa. Você é o meu convidado de honra, Roosevelt.

Caldon pegou o seu cajado, que antes estava apoiado na mesa, e usou-o em sua caminhada até o outro lado da sala, alcançando a porta dos fundos.

- Tem alguém que deve estar querendo vê-lo - disse o homem, abrindo de uma só vez a porta.

Pelo portal saiu a figura de um homem monstruoso, não tanto em tamanho, mas em largura. O homem era gordo e ao mesmo temo forte, com um peito largo e braços fortes. Ele tinha um rosto castigado pelas lutas e pelo vento, e uma barba amarela crescia debaixo de seu queixo, dividindo-se em duas grossas pontas amarradas por cordões. Era o miserável Barba-Roxa, e o gordo homem sorri de orelha a orelha ao ver Roosevelt, revelando os seus dentes-de-ouro. Ele abre os braços e vai de encontro ao Roosevelt:

- Seu filho de enguia podre, pensei que não tivesse recebido a minha carta. Venha cá, me dá um abraço em memória aos velhos tempos! - Barba-Roxa havia parado a pouco centímetros de Roosevelt, e ele estava com os braços abertos, esperando o abraço de seu velho companheiro. Pelo menos o pirata que deveria ter sido enforcado pela manhã não estava fedendo tanto a rum e a peixe como antigamente.
Makaveli Killuminati
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Re: Prólogo: Marsember

Mensagem por Makaveli Killuminati em Qui Maio 22, 2014 1:10 am

A fruta é lançada ao pirata novamente, que a agarra e destaca uma grande parte com os dentes, praticamente metade da fruta já tinha ido apenas naquela mordida. - Hmm, boa! Expressa o pirata com a boca cheia da fruta, claro, se referindo dela mesmo.

O homem estava despreocupado de estar na presença de um pirata em sua sala, até mesmo sem a presença de seus guardas, e a maneira simplista que responde para os pensamentos de Roosevelt sobre o conhecimento de sua identidade faz Roosevelt desconfiar de quê algo estava ocorrendo ali, mas não sabia o quê, certamente não sabia, só tentava pensar em como daria o fora dali, por meio do diálogo.

A surpresa logo viria quando Caldron abre a porta dos fundos e dela sai a figura do Barba-Roxa, o maldito estava mais gordo do que nunca, e menos fedido do quê de costume, mas o sorriso de orelha a orelha não estava de acordo para alguém que deveria ter sido enforcado a pouco. Roosevelt da um soco na boca do estomago daquele maldito pirata traiçoeiro duma figa, tava tão gordo que provavelmente levava uma vida de luxo que nenhum preso levava, nem preso deveria estar, mas logo depois do soco, Roosevelt o abraça, retribuindo o sorriso.

- Seu filho de uma rapariga!... Não tas fedendo a cu de velho e tas mais gordo que vaca prenha, o quê é decepcionante pra um pirata do seu nível, recebesse algum tipo de... Promoção?... Se me falares que tramasse tudo isso pra eu vir até aqui eu te darei mais um soco, por quê seria mais simples ter apenas me convidado.
Elminster Aumar
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Re: Prólogo: Marsember

Mensagem por Elminster Aumar em Qui Maio 22, 2014 8:20 pm

O Capitão Barba-Roxa ri da hipótese mencionada por Roosevelt.

- Um pirata é sempre um pirata - filosofa. - Não que isso seja ruim, mas não há promoções entre gente como nós, existe apenas modos novos de ver a vida. Mas eu ainda não perdi o meu apetite - diz Barba pegando o cacho inteiro de uvas que Caldon estivera saboreando há pouco. O pirata botou de uma vez uma dúzia de uvas na boca, e as mastigava com gosto, fazendo o seu sulco roxo escorrer-lhe ela barba, dando mais sentido ao apelido que carregava.

Caldon D'Lyrandar havia retornado ao seu assento atrás da mesa e assistiu com um olhar repugnante a cena.

- Não se esqueça que você ainda é o meu prisioneiro Barba-Roxa, e eu odiaria ter que quebrar o nosso trato - disse com aparente tranquilidade.

- Como se fosse possível esquecer com você me lembrando desse pequeno detalhe a cada hora do dia - resmunga Barba-Roxa com algumas uvas ainda dentro da boca.

Caldon volta a se levantar da mesa, apoiando-se novamente em seu cajado. O objeto era finamente trabalhado em fios dourados que iam do topo até a outra extremidade, e os fios se entrançavam em determinados momentos, formando símbolos intrínsecos pelo cajado. Ele para entre os dois piratas, e o homem agora parecia avaliar Roosevelt.

- Deve servir - disse depois uma rápida análise, mais para si mesmo do que para os outros. Encarando agora nos olhos de Roosevelt, Caldon começa a explicar o por quê de tudo aquilo. - Barba-Roxa o escolheu, Roosevelt, depositando uma grande fé que você atenderia ao seu chamado e viria para cá, onde agora terá a chance de salvar a vida condenada de seu amigo. - Barba-Roxa faz uma careta por trás de Caldon quando ele fala em "vida condenada". - Nenhum navio escapa da Rainha Cormyriana quando ela traça o seu curso, e foi assim que capturei o seu amigo aqui. Barba-Roxa vinha sendo um grande estorvo para a minha frota, saqueando especiarias, o nosso produto mais requisitado e exportado. - Para provar que não era mentira, Barba-Roxa naquele momento roubava mais um petisco da mesa de Caldon, sem que ele nada visse. - Eu não teria nenhuma pena em mandá-lo à forca como já o fiz com tantos, mas no momento preciso de alguém que conhece águas que os meus marinheiros nunca visitaram. Preciso de alguém experiente, que saiba capitanear um navio com pulso firme e que leve a tripulação até onde ela nunca foi. Como esse alguém não poderia ser o próprio Barba-Roxa, já que sua cara é bem conhecida, ele me indicou você para ir em seu lugar, e a vida dele, talvez a de ambos, dependa disso. - Barba-Roxa fez uma cara como se não tivesse tido escolha, e Caldon prosseguiu: - Você terá um navio, uma tripulação e um destino, Roosevelt, e é claro, você seguirá as minhas ordens.
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Re: Prólogo: Marsember

Mensagem por Makaveli Killuminati em Qua Maio 28, 2014 2:03 am

- É, eu notei. Sinaliza para a barriga de Barba-Roxa quando o mesmo falava sobre o apetite, e não deixa de notar o olhar de nojo que Caldon fazia em sua cadeira ao ver como Barba-Roxa comia, de certa forma, Roosevelt o via como alguém que ainda iria lhe ferrar, então pega um cacho de uva e imita a forma em que Barba-Roxa fazia para comer, escorrendo o sulco da uva também por entre sua boca, se alastrando na barba e escorrendo no pescoço, aumentando ainda mais o desgosto de Caldon à aquela cena.

Não demora para o "sensível" homem de "vida boa" se levantar de sua cadeira para explanar sobre o por quê de Roosevelt estar ali, deixando claro suas intenções, lógico, queria ganhar alguma coisa a custas dos outros. Mammon vê a oportunidade clara de ter um navio e uma tripulação novamente, percebe também que tinha uma importância ainda maior para os planos de Caldon, e logo após o homem terminar de falar, Roosevelt começa a andar de um lado para o outro da sala, em silêncio, como se estivesse pensando sobre a proposta, ou ordem, explorava cada canta daquela sala, passava a mão sobre alguns livros, e de frente para uma estante cheio deles, e de costas para os dois, Roosevelt balançava a cabeça negativamente como se tivesse discordado de algo que Caldon havia falado, ou reprovando alguma ideia que ele mesmo tinha tido, mas logo depois começa a falar.

- Caldon, ameaçar um pirata de mandá-lo a forca é besteira, ainda mais piratas como Eu e Barba-Roxa, que foge da morte dia após dia. Você e sua guarda marinha matam muito menos piratas que... os próprios piratas. Roosevelt continuava de costas para os dois, e nessa hora ele segurava um dos livros na mão, algum livro que pegou na estante a sua frente. - A vida no mar é muito mais perigosa que aqui na costa, eu já vi e vivi coisas inimagináveis, poderia eu ter medo da morte depois de ver um morto entre os vivos?... E vários deles?... Tem quem diga que este homem ao qual tu procurastes, Roosevelt, já morreu, mais de uma vez, mas eu estou aqui, entre os vivos... Algum desses teus livros pode explicar isso? Roosevelt virava-se para Caldon lhe mostrando o livro, que logo é colocado na estante novamente. O pirata havia falado um monte de coisas fantasiosas, história de piratas, como estava de costas para Caldon durante seu pequeno conto, Caldon não poderia analisar se a verdade estava nos olhos de Roosevelt enquanto falava, mas a verdade é que Roosevelt sempre fazia da sua imagem algo muito maior do quê realmente era, fazia parte de sua própria propaganda, espalhar o temor a sua pessoa através de contos.

O pirata se aproxima de Caldon e Barba-Roxa, estava na hora de tratar de negócios.

- Eu sempre cuidei da minha identidade, você não vai me ajudar se ficar falando ela pra todo mundo, Barba-Roxa. Roosevelt mira seu olhar no seu amigo pirata, mostrando certa desaprovação quanto a decisão de ter revelado sua identidade a Caldon e a Dama da Noite. O pirata coloca suas mãos sobre os ombros de Caldon, o levando até próximo da sacada, continuando a falar com a autoridade da guarda da marinha observando a cidade. - Eu aceito sua proposta, Caldon... Mas tenha certeza que a tripulação esteja de acordo com sua proposta, e minha autoridade, no meu navio, as regras sou eu quem faço... Não tem regra pirata porcaria nenhuma... Eu quero um navio veloz e resistente, quero levar um dos meus homens confiáveis, Sean Dorean, quero levar a Dama da Noite como minha prisioneira... Um alquimista junto a tripulação, e um kit de disfarces, com algumas tinturas vermelhas, brancas e pretas... Parece demais, eu sei, mas são provisões necessárias para o que estás me propondo... Roosevelt havia feito sua contra-proposta, bem razoável, e já esperava pela resposta de Caldon. - Sobre a Dama da Noite... Barba-Roxa pode te explicar melhor, eu sei onde fica o esconderijo dela, então não vai ser tão difícil para a guarda marinha encontrar ela!

Finalmente Roosevelt termina, fazendo um sinal com a cabeça durante a barganha, dando a vez para Caldon falar.
Elminster Aumar
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Re: Prólogo: Marsember

Mensagem por Elminster Aumar em Sab Maio 31, 2014 3:15 pm

- Esses livros não são meus, nunca tive interesse em lê-los. Eles eram do antigo capitão da guarda marinha e comandante da cidade, o inestimável Bledryn Scorl, que infelizmente morreu num naufrágio e com pesar eu assumi o seu lugar.

Ainda apoiado no cajado, Caldon abre um sorriso de canto da boca. Suas feições eram misteriosas e era praticamente impossível ler o que o seu rosto dizia. Roosevelt notou que por baixo de sua vasta cabeleira dourada havia orelhas levemente pontiagudas, embora ele não se parecesse nem tivesse traços físicos iguais ao de um elfo. Caldon agora voltava a encarar Roosevelt de forma séria.

- Foi bom você ter mencionado o morto que caminha entre nós, pois é exatamente dele que vamos falar agora. Há um tempo meus informantes disseram que o Capitão Sinistro estava atrás de um cajado poderoso, e eu sei agora, embora não sabia na época que mandei Barba-Roxa lhe enviar uma carta, que ele alcançou o seu objetivo de recuperar o cajado. Sinistro navega em seu navio amaldiçoado atacando todos os outros navios que encontra pela frente, sejam piratas ou não, e a cada dois homens que ele mata, um se junta à sua tripulação de mortos-vivos. Esses são os boatos que chegam até a mim, e o que eu quero de você, Roosevelt, é que encontre-o. Ele é demasiadamente perigoso para ser deixado à solta ditando suas próprias regras pelos sete mares e aumentando cada vez mais o seu contingente de homens, se é que podemos dar esse nome àquelas coisas repugnantes.

D’Lyrandar fez um pausa em seu discurso para ouvir algumas das exigências de Roosevelt, e a resposta veio imediatamente.

- Tintas são caras. O que você precisa é de uma máscara, uma feita de fibras. Mandarei alguém fazer uma sobmedida que se ajuste perfeitamente ao seu rosto, não atrapalhando os seus movimentos ou a sua visão. Você terá um dos melhores navios da frota, poderá ter esses dois indivíduos que mencionou a bordo e comandará os outros homens que eu designarei para acompanhá-lo. E arranjarei o alquimista que quer. Temos um acordo, então?

Caldon D’Lyrandar estende a sua mão à Roosevelt. Barba-Roxa que instantes atrás parecia não estar prestado muita atenção à conversa - ocupado como estava saboreando todos aqueles petiscos na mesa de Caldon - abriu os braços feliz por ter ouvido que o acordo estava fechado.

- Um brinde às Vossas Senhorias – Barba-Roxa pegou a garrafa de vinho de Caldon, serviu duas taças de prata, e deu uma para Roosevelt e uma para Caldon, enquanto ele ficava com a garrafa inteira para si.
Makaveli Killuminati
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Re: Prólogo: Marsember

Mensagem por Makaveli Killuminati em Seg Jun 02, 2014 11:56 pm

- Certo... Roosevelt foi econômico ao concordar com o quê Caldon lhe pedia, passando a mão pelo seu próprio pescoço, limpando o suco da uva que tinha escorrido, lambendo a mão em seguida. Ao que parecia, Caldon era um meio elfo, talvez, mas não lhe importava, aquele meio-elfo era sua passagem de volta para os mares, por mais repugnante que o bastardo fosse, era seu sócio no momento.

- RÁ!... Uma máscara!... Perfeito! Mammon se empolga com a sugestão, uma máscara poderia ser o quê precisava, pintar a cara era menos prático e talvez fizesse menos efeito. - Você é um gênio, Caldon... Faça essa máscara... E faça ela aparentar uma criatura vinda dos nove infernos! Roosevelt segura a taça oferecida por Barba-Roxa, bebendo todo o líquido em um só gole e logo aperta as mãos de Caldon, como sinal de quê o acordo estava fechado.

- Temos um acordo.
Elminster Aumar
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Re: Prólogo: Marsember

Mensagem por Elminster Aumar em Sex Out 24, 2014 9:28 pm

O acordo estava selado.

Caldon, Roosevelt e Barba-Roxa brindam sob a perspectiva de um futuro melhor. Enquanto Caldon provavelmente imaginava acabar com a ameaça de Sinistro e aumentar ainda mais a sua reputação positiva, Barba-Roxa visualizava se ver livre das garras do capitão da guarda marinha e voltar ao mar com a sua tripulação. Já Roosevelt tinha os seus próprios planos, e agora novamente a frente de um navio e uma tripulação seria possível realizá-los.

Depois de cada um ter bebido de sua taça e Barba-Roxa ter ingerido o vinho da própria garrafa, os três acertaram os últimos detalhes. Caldon deu uma carta de corso à Roosevelt, conferindo-lhe autorização para atacar piratas e povoados de nações inimigas, caso fosse necessário. Roosevelt agora seria um corsário de Marsember, um marinheiro designado a atuar de acordo com as metas do reino cormyriano. Mais tarde naquele dia ele seria apresentado ao seu navio, a sua tripulação e ao seu imediato, um homem de confiança de Caldon, e ainda reveria Sean Dorean e Dama da Noite. Mas isso é história para outra hora.

Por ora, o que importava era que o caminho de Roosevelt estava traçado. 
~ Fim do prólogo ~
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Re: Prólogo: Marsember

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Data/hora atual: Qui Dez 14, 2017 3:09 pm